Seu Vídeo Aqui!!!

————————————————————————————-

————————————————————————————

NUVEM DE TAGS

África do Sul suspende toque de recolher após avaliar que pico da ômicron passou no país

Governo tomou a decisão com base em níveis de vacinação e capacidade disponível no setor saúde. O uso de máscaras em locais públicos continua obrigatório.

Por g1

A África do Sul suspendeu o toque de recolher entre meia-noite e 4 da manhã, após avaliar que superou o pico de sua quarta onda da Covid-19, impulsionada pela variante ômicron.

O país tomou a decisão com base na trajetória da pandemia, níveis de vacinação e capacidade disponível no setor saúde, de acordo com um comunicado divulgado por Mondli Gungubele, ministro na presidência.

Por outro lado, o uso de máscaras em locais públicos continua obrigatório. Deixar de usá-las, quando necessário, continua sendo um crime na África do Sul.

A África do Sul está, atualmente, no mais baixo de seus níveis de alerta contra Covid-19. Os alertas do país têm cinco estágios, destacou a agência de notícias Reuters.

“Todos os indicadores sugerem que o pico da quarta onda passou no país”, disse um comunicado da reunião especial do gabinete realizada na quinta-feira.

Dados da Secretaria de Saúde da África do Sul apontaram queda de 29,7% no número de casos novos detectados na semana encerrada em 25 de dezembro, em relação ao número de casos apurados na semana anterior, de 127.753.

A África do Sul, com cerca de 3,5 milhões de infecções e 91 mil mortes, foi o país mais atingido na África durante a pandemia em ambos os casos.

Limite para reuniões

Além de suspender as restrições de circulação de pessoas, o governo disse que as reuniões em locais fechados não podem ultrapassar 1 mil pessoas. Já ao ar livre, os eventos podem comportar o limite de 2 mil pessoas.

“Embora a variante ômicron seja altamente transmissível, houve taxas mais baixas de hospitalização do que nas ondas anteriores”, disse o gabinete.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Rússia supera Brasil e se torna segundo país com mais mortes por Covid-19 no mundo

Serviço de estatísticas russo Rosstat disse que 87.527 pessoas morreram de causas relacionadas ao coronavírus em novembro, o que faz do mês o mais letal na Rússia desde o começo da pandemia.

Por Reuters

A Rússia superou o Brasil e agora tem o segundo maior número de mortes no mundo causadas pela pandemia de Covid-19, atrás apenas dos Estados Unidos, mostraram dados do serviço estatal de estatísticas da Rússia e cálculos da Reuters nesta quinta-feira (30).

O serviço de estatísticas russo Rosstat disse que 87.527 pessoas morreram de causas relacionadas ao coronavírus em novembro, o que faz do mês o mais letal na Rússia desde o começo da pandemia.

A quantidade total de mortes da Rússia pela pandemia chegou a 658.634 pessoas, segundo cálculos da Reuters baseados nos dados da Rosstat até o fim de novembro e números da força-tarefa do coronavírus para dezembro, superando o Brasil, que registra no total 618.800 mortes até o momento.

O total de mortes dos Estados Unidos é maior, em 825.663 pessoas, segundo contagem da Reuters, mas com uma população mais de duas vezes superior à da Rússia.

Os cálculos da Reuters também mostram que a Rússia registrou mais de 835.000 mortes em excesso entre o começo da pandemia, em abril de 2020, e o final de novembro, em comparação com a mortalidade média de 2015 a 2019.

Alguns epidemiologistas dizem que calcular o excesso de mortes é a melhor maneira de avaliar o verdadeiro impacto da pandemia.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Biden e Putin alertam sobre quebra de laços se não resolverem tensão na Ucrânia

Presidente americano disse que “responderá firmemente” a qualquer invasão ao país do leste europeu. Já Putin advertiu que sancionar Moscou seria um “grande erro”. Apesar disso, líderes tentam buscar solução diplomática.

Por g1

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertaram um ao outro nesta quinta-feira (30) que uma escalada nas tensões sobre a Ucrânia pode levar ao rompimento nas relações entre os dois países, disseram autoridades russas e norte-americanas.

Apesar disso, os dois líderes pareciam dispostos a encontrar uma solução diplomática, durante uma segunda conversa por telefone neste mês.

O presidente americano disse que está “profundamente preocupado” com a presença de militares russos na fronteira com a Ucrânia e que “responderá firmemente” a qualquer invasão ao país do leste europeu, segundo um alto funcionário da Casa Branca.

Putin afirmou a Biden que quaisquer sanções poderiam romper os laços entre a Rússia e os EUA e seriam um grande erro, informou o Kremlin.

Mas o assessor do governo russo, Yuri Ushakov, disse que Putin ficou satisfeito com a conversa que, segundo ele, foi centrada nas garantias de segurança que Moscou quer do Ocidente, destacou a agência de notícias Reuters.

A ligação, solicitada por Putin, durou 50 minutos, segundo autoridades dos EUA.

À medida que se aproximam as negociações russo-americanas de 10 de janeiro, em Genebra, a Rússia repete reiteradamente que sua prioridade é negociar dois tratados que redefinam o equilíbrio e a segurança na Europa.

Para o Kremlin, a segurança da Rússia passa por proibir que a presença da Organização do Tratado do Atlântico Norte se amplie na região em que Moscou considera sua zona de influência.

1ª conversa telefônica em dezembro

Em conversa telefônica no começo de dezembro, Joe Biden ameaçou Vladimir Putin com sanções se atacasse a Ucrânia.

Os países ocidentais descartaram até agora uma resposta militar a uma possível invasão russa, e o Kremlin deu pouca atenção às ameaças de sanções.

A Rússia já é alvo de inúmeras represálias econômicas dos países ocidentais pela questão ucraniana e pela repressão no país.

Por enquanto, as negociações de 10 de janeiro em Genebra sobre a Ucrânia e a estabilidade estratégica se anunciam tensas. O ministro russo das Relações Exteriores, Serguei Lavrov, já descartou a possibilidade de “concessões” por parte de Moscou, e os Estados Unidos alertaram que alguns pedidos russos são “inaceitáveis”.

Essas discussões, lideradas pela vice-secretária de Estado americana, Wendy Sherman, e seu homólogo russo, Serguei Riabkov, serão seguidas por uma reunião entre representantes de Moscou e da Otan em 12 de janeiro e por outra, no dia seguinte, no âmbito da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE).

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Hospitalização de crianças dispara nos EUA e cria novos temores da ômicron

Menos de 25% dos 74 milhões de norte-americanos de menos de 18 anos estão vacinados, segundo o CDC.

Por Reuters

A variante ômicron já provocou milhares de novas hospitalizações de Covid-19 de crianças nos Estados Unidos, em poucas semanas, aumentando as preocupações com os muitos norte-americanos não vacinados que têm menos de 18 anos.

Entre 21 e 27 de dezembro, a média e hospitalizações diárias de crianças subiu mais de 58% nacionalmente e chegou a 334. Em comparação a alta para todas as faixas etárias foi de 19%, segundo dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC).

Menos de 25% dos 74 milhões de norte-americanos de menos de 18 anos estão vacinados, segundo o CDC.

Acredita-se que os casos de ômicron terão uma disparada ainda mais rápida no país quando as escolas reabrirem na semana que vem, ao final dos feriados de inverno, alertaram especialistas.

Médicos dizem que é cedo demais para se determinar se a ômicron causa doenças menos graves em crianças do que outras variantes do coronavírus, mas que sua transmissibilidade extremamente alta é um fator central que está elevando as hospitalizações.

“Ela infectará mais pessoas e está infectando mais pessoas. Vemos os números subirem, vemos as hospitalizações de crianças subirem”, disse a médica Jennifer Nayak, especialista em doenças infecciosas e pediatra do Centro Médico da Universidade de Rochester.

“O que estamos vendo é que as crianças de menos de 5 anos continuam não vacinadas, então ainda há uma população relativamente grande de crianças que não têm imunidade preexistente a este vírus”, disse Nayak.

Mesmo na cidade de Nova York, que tem uma das maiores taxas de vacinação dos EUA, só cerca de 40% das crianças e adolescentes de 5 a 17 anos estão totalmente imunizadas — os adultos são mais de 80%, mostram dados municipais de saúde.

Os EUA ainda não autorizaram nenhuma vacina para crianças menores de 5 anos.

As hospitalizações de pessoas de 18 anos ou menos na cidade de Nova York aumentaram de 22, na semana iniciada em 5 de dezembro, para 109, entre 19 e 23 de dezembro.

Crianças de menos de 5 anos representaram quase metade do total de casos. As hospitalizações de pessoas de 18 anos ou menos em todo o estado foram de 70 entre 5 e 11 de dezembro para 184 entre 19 e 23 de dezembro.

Entre crianças pequenas, as taxas de vacinação são muito menores do que em outras faixas etárias, já que algumas famílias hesitam em submeter seus membros mais jovens a uma nova vacina.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Casos de covid-19 aumentaram 50% nas Américas, diz Opas

O maior número de infecções ocorreu nos Estados Unidos, seguido por Canadá e Argentina.

Por France Presse

Número de novos casos de Covid batem recorde nos Estados Unidos

Os casos de Covid-19 aumentaram 50% nas Américas durante a última semana, enquanto as mortes associadas ao coronavírus aumentaram 11%, informou a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) na quarta-feira (29).

Entre 19 e 25 de dezembro, mais da metade dos países registraram aumento de casos de mais de 20% na região, onde há o maior aumento no mundo, informa em nota.

O maior número de infecções ocorreu nos Estados Unidos, seguido por Canadá e Argentina.

Na América Central não há evidências de aumento, exceto no Panamá e em Belize.

Na região andina, a Bolívia lidera a lista, mas os casos também aumentaram na Colômbia, Equador e Peru.

No Cone Sul, as infecções por Covid-19 aumentaram no Paraguai e no Uruguai e diminuíram no Brasil.

No Caribe, Porto Rico, República Dominicana e Jamaica registraram aumentos significativos e Trinidad e Tobago registrou uma diminuição de casos.

A Opas alerta que nas próximas semanas os casos podem continuar aumentando, assim como as internações e óbitos pelo fato do coronavírus circular mais e por haver um “maior contato pessoal devido ao período de feriados e férias”, principalmente porque a variante ômicron, altamente contagiosa, foi registrada em 27 países e territórios da região.

Para reduzir a transmissão, a Opas, que é o escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS), continua recomendando a vacinação e dando continuidade às medidas de saúde pública, como uso de máscara, distanciamento físico, ventilação de espaços internos, evitar aglomerações e lavar as mãos.

Na América Latina e Caribe, 57% da população está totalmente vacinada, acrescenta a organização.

A pandemia de Covid-19 já deixou mais de 5,4 milhões de mortes no mundo desde dezembro de 2019, segundo cálculo desta quarta-feira da agência de notícias AFP baseado em dados oficiais, mas a OMS considera que, na verdade, o saldo pode ser entre duas e três vezes maior.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Índia registra recorde de 126 tigres mortos em 2021

Foram usadas câmeras e computadores que conseguem identificar padrões no pelo dos tigres, o que permite o rastreamento.

Por France Presse

O órgão de governo responsável pela preservação do tigre na Índia informou que 126 animais morreram em 2021. É o maior número desde que os dados começaram a ser coletados, há uma década.

A morte mais recente ocorreu na quarta-feira (29) no estado central de Madhya Pradesh, de acordo com a Autoridade de Conservação Nacional do Tigre (NTCA). Este órgão iniciou a coleta de dados em 2012 e, desde então, o pior ano havia sido 2016, com 121 animais mortos.

Globo Repórter fica diante do tigre-de-bengala, o rei das florestas asiáticas

A Índia abriga cerca de 75% da população mundial de tigres. Há dois anos, o governo anunciou que esta população havia subido para 2.967 em 2018, após registrar uma baixa recorde de 1.411 em 2006. Este marco foi celebrado como “histórico” pelo primeiro-ministro Narendra Modi.

Este número é parcialmente explicado pela magnitude da pesquisa: foram empregadas mais câmeras para identificar tigres, usando um programa de reconhecimento do padrão de sua pelagem.

Na última década, o principal motivo das mortes registradas pelo NTCA foram “causas naturais”, mas muitos também morreram por caça ilegal, ou por conflitos entre animais e humanos.

A intrusão dos humanos no hábitat destes felinos tem aumentado nas últimas décadas neste país de 1,3 bilhão de habitantes.

Diante disso, as autoridades afirmam que têm tentado administrar melhor a população de tigres, reservando 50 habitats no país para estes felinos.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

China diz que tomará medidas drásticas se Taiwan buscar independência

‘Se forças separatistas de Taiwan que buscam a independência provocarem, usarem força ou mesmo romperem qualquer linha vermelha, teremos que adotar medidas drásticas’, disse um membro do governo chinês.

Por Reuters

A China adotará medidas drásticas se Taiwan promover ações visando a independência, disse Ma Xiaoguang, porta-voz do Escritório de Assuntos de Taiwan, em uma entrevista nesta quarta-feira (29).

Ele afirmo ainda que as provocações taiwanesas e as interferências externas podem se intensificar no próximo ano.

China e Taiwan trocam farpas em meio a ameaças à soberania da ilha

A China reivindica Taiwan, que tem um governo democrático, como seu próprio território, tendo reforçado sua pressão militar e diplomática nos últimos dois anos para afirmar sua reivindicação de soberania, o que causa revolta na ilha e preocupações nos Estados Unidos.

A China está disposta a fazer de tudo para buscar uma reunificação pacífica com Taiwan, mas agirá se qualquer linha vermelha a respeito da independência for cruzada, disse Ma Xiaoguang.

“Se forças separatistas de Taiwan que buscam a independência provocarem, usarem força ou mesmo romperem qualquer linha vermelha, teremos que adotar medidas drásticas”, disse Ma.

Taiwan se tornou um fator central das relações tensionadas da China com os EUA, país que é o apoiador internacional e fornecedor de armas mais importantes da ilha apesar da inexistência de laços diplomáticos formais.

A China descreve a ilha com frequência como a questão mais delicada das relações com os EUA.

Ma disse que uma provocação de forças pró-independência e uma “intervenção externa” podem se tornar “mais agudas e mais intensas” nos próximos meses.

“No ano que vem, a situação no Estreito de Taiwan se tornará mais complexa e grave”, disse.

O governo chinês enviou diversas missões aéreas ao Estreito de Taiwan nos últimos meses para pressionar Taiwan, que diz que não cederá a quaisquer ameaças.

Embora os EUA só reconheçam uma China, são obrigados por lei a proporcionar a Taiwan os meios de se defender e há tempos seguem a política de “ambiguidade estratégica” no tocante a uma eventual intervenção militar para proteger Taiwan no caso de um ataque chinês.

O governo derrotado da República da China fugiu para Taiwan em 1949 depois de perder uma guerra civil para os comunistas, que estabeleceram a República Popular da China.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Média diária de novos casos de Covid-19 nos EUA atinge novo recorde

De acordo com o jornal ‘The New York Times’ há uma combinação de duas variantes, a ômicron e a delta, ambas altamente contagiosas.

Por g1

Ômicron: OMS alerta para aumento de casos em vários países

A média do número diário de novos casos de Covid-19 nos Estados Unidos atingiu um novo recorde nesta terça-feira (28), com mais de 258 mil notificações. O pico anterior foi há quase um ano, em 8 de janeiro de 2021, quando a média diária alcançou 250 mil.

Os dados são da agência Reuters.

Os estados Nova York, Califórnia, Texas e Ohio foram os que tiveram os maiores números de casos.

Estima-se que quase 60% dessas infecções são causadas pela variante ômicron. De acordo com o jornal “The New York Times”, na verdade há uma combinação de duas variantes, a ômicron e a delta, ambas altamente contagiosas.

Além disso, o período de datas de comemoração nos EUA, como o Dia de Ação de Graças e o Natal, fazem com que haja mais circulação de vírus.

Na segunda-feira (27) foram registrados 1,4 milhão de casos de Covid-19, de acordo com a plataforma Our World in Data. Naquele dia, de acordo com a plataforma, só nos EUA haviam sido 512 mil novos casos.

A rápida propagação da ômicron causará um grande número de hospitalizações de pessoas com Covid-19, embora seja uma variante um pouco menos perigosa do que sua antecessora – advertiu o braço europeu da Organização Mundial da Saúde (OMS) na terça-feira.

“Um rápido aumento da ômicron, como o que observamos em vários países – embora combinado com uma doença ligeiramente menos grave -, provocará um grande número de hospitalizações, especialmente entre os não vacinados”, afirmou Catherine Smallwood, uma das autoridades da OMS Europa.

Políticas para esse momento nos EUA

O governo dos EUA limitou a duração das quarentenas com a esperança de diminuir as faltas ao trabalho diante do aumento exponencial dos casos de Covid. Pessoas com teste positivo de Covid-19 precisarão fazer quarentena durante cinco dias.

As empresas, especialmente as companhias aéreas e os proprietários de restaurantes, elogiaram decisão. No entanto, os sindicatos de trabalhadores têm criticado a medida, pois temem um aumento da pressão sobre os trabalhadores.

A maioria das infecções ocorrem nos dois dias anteriores e nos três posteriores ao início dos sintomas, justificaram as autoridades.

A companhia aérea Delta, que havia pedido publicamente essa mudança, saudou a decisão do governo Biden, pois permite “mais flexibilidade para organizar os horários de tripulações e funcionários durante o período das festas de fim de ano”.

Milhares de voos foram cancelados nos últimos dias devido ao crescimento meteórico da variante ômicron, que contaminou ou expôs as tripulações.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Cidade chinesa faz humilhação pública de supostos infratores de restrições contra Covid

Quatro pessoas foram obrigadas a desfilar pelas ruas da cidade de Jingxi, no sul da China, acusadas de transportar imigrantes ilegais, no momento em que fronteiras da China estão fechadas devido à pandemia.

Por g1

Cidade chinesa faz humilhação pública de supostos infratores de restrições contra Covid — Foto: Reprodução/Twitter

Cidade chinesa faz humilhação pública de supostos infratores de restrições contra Covid — Foto: Reprodução/Twitter

Quatro pessoas que supostamente violaram regras de restrições contra Covid foram obrigadas a desfilar pelas ruas da cidade de Jingxi, no sul da China, disse a agência de notícias France Presse, com informações do jornal estatal Guangxi News.

Os quatro foram acusados de transportar imigrantes ilegais, no momento em que praticamente todas as fronteiras da China estão fechadas devido à pandemia.

Imagens divulgadas pelo Guangxi News mostram cada suspeito escoltado por dois policiais, usando escudos, máscara e trajes de proteção. Os acusados também são cercados por outros agentes armados.

Cidade chinesa faz humilhação pública de supostos infratores de restrições contra Covid — Foto: Reprodução/Twitter

Cidade chinesa faz humilhação pública de supostos infratores de restrições contra Covid — Foto: Reprodução/Twitter

O governo chinês proibiu qualquer tipo de humilhação pública de supostos criminosos em 2010, após décadas de campanhas de ativistas dos direitos humanos, mas alguns governos locais retomaram as práticas na luta contra a Covid.

Em agosto, o governo de Jingxi, por exemplo, anunciou o “desfile da humilhação” pelas ruas como parte de uma série de medidas disciplinares para punir aqueles que não respeitarem medidas para impedir a propagação da Covid.

O castigo gerou críticas nas redes sociais pela abordagem agressiva, assim como de parte da imprensa oficial chinesa.

O jornal Beijing News, vinculado ao Partido Comunista, disse, por exemplo, que “a medida viola gravemente o espírito do Estado de direito e não pode ser permitido que aconteça de novo”.

Outros suspeitos de contrabando ilegal e tráfico de pessoas sofreram humilhações públicas nos últimos meses, de acordo com informações do site do governo de Jingxi.

Vídeos de um desfile similar em novembro mostraram uma multidão observando dois prisioneiros enquanto policiais liam seus crimes com um microfone. E, em agosto, dezenas policiais armados carregaram um suspeito pelas ruas até um parque infantil.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

As ilhas paradisíacas que estão perdendo suas conchas

Especialistas apontam entre os movimentos a coleta excessiva de conchas nas praias, a alta da temperatura da água do mar e o aumento de dióxido de carbono na atmosfera que leva à acidificação do oceano e, por extensão, a conchas mais finas.

Por BBC

Quando visitava as Ilhas Maurício durante férias em família na minha adolescência, eu lembro da areia das praias repleta de conchas. Mas ao retornar ao arquipélago no oceano Índico para escrever reportagens sobre os efeitos das mudanças climáticas, as faixas de areia fofa parecem desoladas.

A coleção de centenas de conchas diferentes que meu pai acumulou naquela época seria uma façanha impossível agora.

Isso não é surpreendente para o ativista de mudanças climáticas Anesh Mungur, de 14 anos. Ele diz quase não visto uma concha em toda a sua vida.

“Eu acho muito triste que as conchas estejam desaparecendo. Eu sinto que a ilha está realmente sofrendo com as consequências das mudanças climáticas, é preciso fazermos mais para protegê-la antes que seja tarde demais.”

As conchas sempre desempenharam um papel importante na cultura das Ilhas Maurício (ou Maurícias): o Monetaria annulus, comumente conhecido como búzio de anel de ouro, costumava ser dado como um presente de amor ou um amuleto da sorte.

A Monetaria moneta também costumava ser muito comum na região. Ela é conhecida como búzio do dinheiro porque há milhares de anos era usada como moeda em algumas partes da África.

Águas mais quentes

O oceanógrafo Vassen Kauppaymuthoo diz que o número de conchas na ilha diminuiu 60% nas últimas três décadas.

Ele atribui a responsabilidade por essas mudanças ao aquecimento dos oceanos, a atividades econômicas, como pesca predatória e turismo, e à poluição gerada por águas residuais e por embarcações.

Maurício é um dos países mais vulneráveis ​​do mundo no que diz respeito às mudanças climáticas. Ele tem sofrido cada vez mais com a elevação do nível do mar, secas e ciclones.

O aumento da temperatura da água do mar afetou grande parte do ecossistema, incluindo as conchas marinhas em que vivem os moluscos, enquanto um aumento de dióxido de carbono na atmosfera “causa a acidificação do oceano, fazendo com que as conchas fiquem mais finas”, explica Kauppaymuthoo.

“Isso faz com que os moluscos tenham problemas para produzir suas conchas.”

Tudo isso tem um efeito em cascata, e consequências devastadoras para os recifes de coral e o ecossistema ao redor das ilhas.

“Quando você não tem moluscos, você não tem predadores. Então há outros organismos que começam a proliferar, causando um desequilíbrio do ecossistema na ilha tropical e ao redor do mundo”.

Pequenos peixes e polvos também usam as conchas para abrigo e proteção, e muitos pássaros também usam partes de conchas para construir seus ninhos.

Anesh, que faz parte do movimento Fridays For Future Mauritius, diz que mais também precisa ser feito para impedir desastres ambientais, como um enorme vazamento de óleo que atingiu a ilha em 2020.

Cerca de 1.000 toneladas de óleo combustível do MV Wakashio, de bandeira japonesa, vazaram no oceano depois que ele encalhou em um recife de coral, causando o pior desastre ecológico em Maurício.

“Nosso ambiente marinho foi muito afetado, incluindo corais, moluscos e outros organismos. As ilhas ainda estão sofrendo com o que aconteceu.”

O episódio danificou cerca de 300 m de recife de coral, matou muitos peixes e afetou tanto o meio ambiente quanto a subsistência dos pescadores.

Para o ativista adolescente, trata-se de criar consciência em todo o mundo. “Não acho que muitas pessoas conheçam a importância das conchas do mar e o quanto elas estão sendo afetadas pelas mudanças climáticas.”

Repressão aos colecionadores

Kauppaymuthoo também responsabiliza os coletores de conchas (conhecidos também como garimpeiros) pelo declínio na quantidade de conchas nas praias das ilhas Maurício, já que muitas vezes elas são colhidas com os animais vivos ainda dentro delas.

O governo local está tentando impedir as pessoas de coletar conchas e vendê-las a turistas. Duas leis em torno do tema foram aprovadas nos últimos 15 anos.

Segundo as regras atuais, apenas 10 conchas podem ser legalmente recolhidas como lembrança por visitantes e somente em praias onde podem ser vistas marcas de maré baixa e alta.

Mas embora a coleta de conchas tenha sido limitada (agora também é ilegal exportá-las), é difícil impedir as pessoas de colocar esses lindos souvenirs em suas bolsas.

“Não os tire das praias”, pede Kauppaymuthoo, acrescentando que as conchas também evitam a erosão costeira.

Quanto mais conchas houver, mais barreira haverá para os ventos, as ondas e as correntes de água moverem os sedimentos da costa.

Qual é então seu conselho para quem quer se lembrar de suas férias tropicais? “Observe as conchas e tire fotos delas. Assim você pode ter boas lembranças e também saber que as está salvando.”

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.