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México captura holandês suspeito de liderar ‘associação internacional de pedófilos’ fundada há 40 anos

Rede chefiada por Nelson ‘N’ era uma das maiores de seu país até que em 2014 foi considerada ilegal pelo Supremo Tribunal da Holanda.

Por France Presse

Holandês suspeito de liderar associação de pedofilia foi preso na Cidade do México — Foto: Reprodução/Youtube/Promotoria Geral da Cidade do México

Holandês suspeito de liderar associação de pedofilia foi preso na Cidade do México — Foto: Reprodução/Youtube/Promotoria Geral da Cidade do México

As autoridades mexicanas prenderam um cidadão holandês, identificado como Nelson “N”, acusado de ser o líder de uma organização internacional de pedofilia, informou a promotora da Cidade do México, Ernestina Godoy, nesta segunda-feira (6).

Godoy explicou que o indivíduo foi capturado “em flagrante delito” e que é o “possível líder de uma associação internacional de pedófilos criada em 1982”.

A prisão é resultado de uma “ampla investigação” da promotoria em colaboração com a ONG Operation Underground Railroad (OUR), disse Godoy em um vídeo postado nas redes sociais.

A ONG, dedicada ao combate à exploração sexual infantil, denunciou às autoridades a presença do holandês no México.

A OUR “tinha informações de que Nelson ‘N’ estava em nosso país, possivelmente para expandir sua rede de tráfico humano e pornografia infantil”, explicou a promotora.

A investigação descobriu seu “modus operandi e localização” e possibilitou conhecer sua rotina, visando entrar em contato com outros possíveis pedófilos.

“Foi realizada uma operação secreta que permitiu que ele fosse detido em flagrante delito” em uma estação de transporte público perto do Bosque de Chapultepec, acrescentou Godoy.

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Colômbia encontra mais dois navios perto do ‘Santo Graal dos naufrágios’

Região do mar do Caribe abriga o galeão San José, embarcação carregada de tesouros que está no centro de uma disputa legal desde 2015, quando foi localizada.

Por BBC

Autoridades da Marinha colombiana que monitoram um naufrágio espanhol histórico carregado de tesouros encontraram destroços de outros dois navios na mesma região.

O galeão San José foi afundado no mar do Caribe por corsários britânicos em 1708 perto do porto de Cartagena. Com ele, quase 600 pessoas desapareceram e o que se estima serem bilhões de dólares em ouro, prata e esmeraldas que os espanhóis transportavam das colônias na América do Sul para a Europa.

Descrito como o “Santo Graal dos naufrágios”, pela imensa quantidade de objetos de valor que carregava, ficou perdido no fundo do oceano por três séculos quando, em 2015, o governo colombiano anunciou que ele havia sido encontrado.

Agora, um veículo operado remotamente que monitorava os destroços localizou outros dois naufrágios próximos.

“Temos duas outras descobertas na mesma área, que mostram outras linhas para a exploração arqueológica”, disse o almirante Gabriel Pérez, o comandante da Marinha. “O trabalho está apenas começando.”

As imagens feitas pela equipe de monitoramento dão uma visão mais clara do tesouro a bordo do San José, incluindo lingotes e moedas de ouro, canhões feitos em Sevilha em 1655 e um aparelho de jantar chinês intacto — arqueólogos estão trabalhando para descobrir a origem dos pratos com base nas inscrições visíveis, afirmaram as autoridades.

Em uma coletiva de imprensa nesta terça (7), o presidente da Colômbia, Iván Duque, exibiu as imagens inéditas, obtidas a mais de mil metros de profundidade. Segundo ele, uma das embarcações é do período colonial e outra, já da fase republicana do país.

Além delas, a Marinha teria conseguido localizar “uma dezena de embarcações similares”, disse o presidente.

Por que o tesouro do San José está submerso até hoje?

O galeão San José está no centro de uma longa disputa legal — a razão que explica porque, até hoje, o tesouro localizado em 2015 ainda se encontra no fundo do mar.

A Espanha o reivindica — assim como o tesouro — como um “navio do Estado”, já que ambos pertenciam à marinha espanhola quando foram afundados e são protegidos como tal pelas regras das Nações Unidas.

Já a Colômbia argumenta que ele se encontra dentro de suas águas territoriais e que foi descoberto pela Marinha do país.

E eles não são os únicos: a empresa americana Sea Search Armada, que participou da parceria público-privada que localizou os destroços em 2015, alega que o governo do então presidente Juan Manuel Santos havia prometido dar parte do tesouro como pagamento pelo serviço.

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Espanha considera projeto de lei para castigar clientes da prostituição

Parte da esquerda, alguns movimentos feministas e associações de defesa das prostitutas se opõem à iniciativa, pois consideram que a abolição da prostituição só a reforçaria.

Por France Presse

O Congresso da Espanha aceitou, nesta terça-feira (7), examinar um projeto de lei dos socialistas que prevê a punição dos clientes da prostituição. Esse tema divide o governo de coalizão de esquerda.

No país, há um vazio jurídico que permite o funcionamento de muitos bordéis. O texto apresentado ao Congresso responde ao compromisso do presidente do governo, Pedro Sánchez, de “abolir” a prostituição.

Parte da esquerda, alguns movimentos feministas e associações de defesa das prostitutas se opõem à iniciativa, pois consideram que a abolição da prostituição só a reforçaria.

O projeto de lei visa punir os clientes (essa política foi adotada por ooutros países europeus, como França, Reino Unido, Noruega e Suécia). Se aprovado, essas pessoas podem ser condenadas a pagar milhares de euros e, se a prostituta for menor de idade, à prisão.

Os socialistas também querem reforçar o arsenal contra o proxenetismo, entendido como qualquer forma de “dominação” sobre uma prostituta, com penas de três a seis anos de prisão, em comparação com os atuais dois a cinco, além de multas de vários milhares de euros.

Fornecer um local a uma prostituta se tornaria um agravante para o facilitador, enquanto uma relação de “exploração” lucrativa, que atualmente é condição para agir contra o proxenetismo, deixaria de ser necessária, permitindo que familiares de prostitutas que as obrigam à prática poderiam ser processados.

O texto também pretende conceder às prostitutas o status de vítimas, com os direitos de assistência que isso implica.

Criado no ano passado, o principal sindicato de trabalhadoras do sexo da Espanha, o Otras, disse que o projeto dos socialistas “não é abolicionista, é proibicionista” e que “as proibições criam máfias”. Essas medidas “nos levam à extinção como profissionais do sexo sem que nenhum tipo de ajuda seja fornecida”, acrescentaram.

Dados oficiais estimam que haja entre 45 mil e 120 mil prostitutas na Espanha. A maioria é de estrangeiras em situação irregular.

De acordo com uma pesquisa de um órgão oficial em 2008, a última sobre o tema, quase um terço (32,1%) dos homens espanhóis já haviam recorrido à prostituição.

Inicialmente, os socialistas queriam introduzir essas medidas em uma emenda ao projeto de lei chamada “Só sim é sim”.

O projeto de lei principal do governo, que foi aprovado em primeira discussão no Parlamento na semana passada, endurece a legislação sobre estupro ao exigir consentimento explícito para relações sexuais.

Mas diante da falta de consenso com os parceiros de extrema esquerda do partido Podemos, devido à questão da prostituição, eles acabaram decidindo apresentar um projeto de lei específico sobre o assunto.

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‘Não vou mergulhar por você’: policiais são afastados por negar ajuda a sem-teto que se afogava

Três oficiais do Estado do Arizona, nos EUA, observaram um homem que estava implorando por ajuda se afogar em um lago na cidade de Tempe

Por BBC

Três policiais no estado americano do Arizona foram afastados depois de negarem socorro a um sem-teto que se afogou no mês passado.

Imagens e transcrições das câmeras acopladas ao corpo dos policiais mostram o homem, Sean Bickings, de 34 anos, entrando no lago Tempe Town, na cidade de Tempe, e avisando aos oficiais que “ia se afogar”.

Mas nenhum dos policiais no local interveio para salvá-lo. Um deles foi gravado dizendo: “Eu não vou pular atrás de você”.

Bickings logo submergiu na água e mais tarde foi dado como morto.

Descrevendo-o como “um membro fragilizado da comunidade de Tempe”, as autoridades da cidade classificaram sua morte como uma “tragédia”.

O incidente ocorreu depois das 05h locais (09h de Brasília) de 28 de maio, quando os policiais responderam a uma chamada sobre uma suposta briga entre o homem e sua companheira no centro da cidade.

De acordo com o comunicado divulgado pela administração da cidade, o casal “colaborou totalmente e negou que qualquer desentendimento físico tenha ocorrido”.

No entanto, as imagens da polícia mostraram que, enquanto os policiais verificavam os nomes do casal em busca de mandados de prisão pendentes, Bickings escalou uma cerca de metal que dividia o calçadão do lago e entrou na água.

Ele disse aos policiais que estava indo “dar um mergulho”, entrou e nadou em direção a uma ponte, mesmo depois que eles o informaram que não era permitido nadar no local.

O vídeo de 12 minutos termina nesse momento, com uma mensagem dizendo que foi interrompido “devido à natureza sensível da parte restante da gravação”.

Mas a cidade forneceu uma transcrição do restante da conversa, na qual Bickings disse repetidamente que estava à beira de se afogar e precisava ser salvo.

A transcrição também mostrou que os policiais tentaram acalmar a companheira de Bickings enquanto ela ficava cada vez mais nervosa, dizendo que iriam pegar um barco.

A certa altura, ela gritou: “Ele está se afogando bem na sua frente e você não vai ajudar”.

Bickings não emergiu da água.

Os três policiais envolvidos no incidente não foram identificados publicamente.

Eles estão em “licença administrativa remunerada não disciplinar”, pois suas ações estão sendo examinadas pelo Departamento de Segurança Pública do Arizona e pelo departamento de polícia da cidade vizinha de Tampe, Scottsdale.

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Deslizamento em hotel de luxo em Bariloche deixa morto e desaparecidos

A lama entrou pelos andares mais altos do hotel. As operações de resgate ficaram mais difíceis por causa das chuvas.

Por g1

Um deslizamento de terra deixou um morto, dois desaparecidos e cinco feridos em um hotel na cidade de Bariloche, no sul da Argentina, na segunda-feira (6).

O local atingido é um hotel de luxo. O morto era um turista do Uruguai que havia se hospedado lá.

Ainda há buscas pelos outros hóspedes que estão desaparecidos (segundo o jornal “La Nación”, está especialmente difícil conduzir as operações porque ainda chove no local).

Já os feridos são argentinos.

Os bombeiros ajudaram a retirar as pessoas que estavam no hotel e usam cachorros para tentar encontrar os desaparecidos. O quarto onde estavam esses desaparecidos ficou cheio de barro.

O barro veio de um morro, entrou pelos andares mais alto do hotel e foi descendo. Além da água da chuva e da terra do morro, também havia árvores e material de construção de uma edificação que está sendo erguida atrás do hotel.

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Cúpula das Américas terá ausência de pelo menos 8 líderes de países

EUA excluíram Cuba, Nicarágua e Venezuela. O presidente do México, então, afirmou que não vai. Presidente do Uruguai pegou Covid-19 e também cancelou. Outros também abandonaram o evento.

Por g1

A Cúpula das Américas, o encontro entre os líderes dos países da América do Sul, América Central e América do Norte, começou nesta segunda-feira (6) com a notícia de que líderes de oito países não vão participar.

Os Estados Unidos, que organizam o evento, excluíram CubaVenezuela e Nicarágua. Esses países não têm regimes democráticos, para os EUA, e por isso não devem participar do encontro.

Um funcionário do governo de Joe Biden disse que “CubaNicarágua e Venezuela não foram convidados a participar desta cúpula” porque os “Estados Unidos seguem mantendo reservas sobre a falta de espaços democráticos e a situação dos direitos humanos” nos três países.

Cúpula das Américas começa em Los Angeles

O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, informou nesta segunda-feira(6) que não participaria do encontro que tem como principal tema a crise migratória.

“Não vou à cúpula porque nem todos os países das Américas estão convidados e acredito na necessidade de mudar a política que se impõe há séculos, a exclusão”, disse López Obrador, apesar das insistências de Joe Biden para que compareça ao encontro.

O presidente do Uruguai, Luis Lacalle Pou, cancelou a viagem após testar positivo para a Covid-19.

“Por causa desta situação, devo cancelar todas as atividades durante os próximos dias”, disse o presidente, que não ofereceu mais detalhes sobre seu estado de saúde. No domingo, ele havia participado de um evento sobre o agronegócio em Montevidéu.

Os presidentes de Honduras, Xiomara Castro, que se alinhou com López Obrador, e da Guatemala, Alejandro Giammattei, cuja gestão já recebeu críticas da Casa Branca, anunciaram que recusaram o convite para assistir ao encontro.

O presidente da Bolívia, Luis Arce, anunciou que não viajará a Los Angeles se todos os outros mandatários não forem ao evento.

Excluídos reagem

“O evento já é um fracasso neoliberal” que “isola e desconecta os EUA de Nossa América. São pressões e chantagens”, escreveu nesta segunda-feira no Twitter o chanceler cubano, Bruno Rodríguez, apesar de o presidente da ilha, Miguel Díaz-Canel, já ter confirmado que não iria.

O líder dissidente cubano Manuel Cuesta Morúa denunciou no Twitter que o governo impediu a viagem de opositores à cúpula. “Um regime excludente que protesta quando é excluído”, criticou.

Durante a semana haverá reuniões da sociedade civil com alguns governantes, encontros acadêmicos e de líderes empresariais. As eleições presidenciais estão previstas para quinta dia 9 e sexta, 10.

A cúpula, que encerrará em 10 de junho e que se celebra no contexto da guerra na Ucrânia, permitirá a Biden reunir-se com alguns de seus colegas, como o brasileiro Jair Bolsonaro, que confirmou presença e deve chegar na quinta-feira.

Caminhos para nossa liberdade

Uma caravana com milhares de migrantes da VenezuelaHondurasNicarágua e outros países partiu nesta segunda-feira sob fortes chuvas de Tapachula, no sul do México, com a intenção de percorrer mais de 3.000 km a pé para chegar aos Estados Unidos.

“Dizemos aos líderes dos países que se reúnem hoje na Cúpula das Américas que mulheres e crianças migrantes, famílias migrantes, não são moeda de troca, de interesses ideológicos e políticos”, declarou à AFP Luis García Villagrán, coordenador da ONG Centro de Dignificação Humana, que acompanha os migrantes.

“Caminhamos pela nossa liberdade, porque temos o direito de migrar”, acrescentou.

A organização Human Rights Watch denunciou nesta segunda-feira os abusos sofridos por migrantes e solicitantes de refúgio que chegam ao México vindos do sul, como resultado de políticas destinadas a impedir que cheguem aos Estados Unidos. A espera ocorre em condições terríveis, segundo a organização.

Milhares de pessoas, principalmente da América Central e outros países de América Latina, cruzam México diariamente rumo aos Estados Unidos. Eles dizem que fogem da violência e da pobreza em seus países, agravadas pela pandemia de Covid-19.

Apesar das ausências, estão em pauta temas como o crescimento econômico, a recuperação pós-pandemia, a luta contra o aquecimento global e especialmente a migração.

A questão da migração impactar Biden nas eleições de meio de mandato em novembro, nas quais disputa o controle do Congresso.

Procuração para Alberto Fernández

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, que celebrou no fim de semana os “passos leves mas significativos” dos Estados Unidos ao permitir que petroleiras operem no país, também ficou de fora.

“O próprio governo dos Estados Unidos se encarregou de cortar a possibilidade de sucesso da Cúpula das Américas”, afirmou Maduro no fim de semana.

Ele estimou que o presidente argentino, Alberto Fernández, que assistirá à cúpula, “levará a voz da América Latina e Caribe”. “Sei que estaremos bem representados”, afirmou.

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Governo dos EUA acusa Rússia de intimidar correspondentes de veículos de imprensa americanos

De acordo com o governo dos EUA, os russos convocaram jornalistas americanos em Moscou e afirmou que o trabalho deles é hostil e poderia ter consequências.

Por France Presse

Rússia aprova no parlamento a ampliação da censura no país

Os Estados Unidos afirmaram, nesta segunda-feira (6), que a Rússia intimida os correspondentes de veículos de imprensa americanos em Moscou.

O porta-voz do Departamento de Estado americano, Ned Price, disse que o Ministério das Relações Exteriores russo convocou jornalistas para “lhes explicar as consequências da linha hostil de seu governo na esfera midiática”.

“Sejamos claros, o governo da Rússia realiza um verdadeiro ataque contra a liberdade de expressão, o acesso à informação e à verdade”, afirmou Price. Ele diz que há um “esforço claro e flagrante para intimidar jornalistas independentes”.

A porta-voz da diplomacia russa, Maria Zakharova, ameaçou, no fim de maio, expulsar veículos de imprensa e jornalistas ocidentais se a plataforma YouTube bloqueasse suas entrevistas semanais, como havia feito anteriormente. Na sexta-feira, Zakharova acusou novamente Washington de “reprimir os meios russos” nos Estados Unidos.

“Eles fazem o possível para tornar impossível o trabalho dos meios russos. Se não normalizarem o trabalho dos meios russos em território americano, haverá medidas contundentes” em resposta, disse a porta-voz, ao anunciar que os representantes de veículos americanos tinham sido “convidados” nesta segunda-feira para comparecer à sede do Ministério das Relações Exteriores em Moscou.

Segundo Price, Moscou reagiu assim à inclusão na lista de sanções americanas, há um mês, de três canais de televisão russos, Pervy Kanal, Rossiya-1 e NTV, como parte do esforço internacional contra a invasão da Ucrânia.

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Casal deixa arma perto de filho de 2 anos, e homem é morto nos EUA por tiro acidental da criança

A mulher foi indiciada por homicídio doloso. O casal tem três filhos, o mais velho, de 5 anos, revelou à polícia que a criança de 2 anos atirou no pai que estava no computador.

Por France Presse

Os pais de um bebê de 2 anos deixaram uma arma carregada perto do filho, e a criança fez um disparo contra o pai, que morreu.

O caso aconteceu no dia 26 de maio no estado da Flórida, mas só foi divulgado nesta segunda-feira (6).

No dia da ocorrência, a polícia foi até a residência da vítima, perto da cidade de Orlando, após receber uma chamada de emergência. Ao chegar, os agentes se depararam com uma mulher, Marie Ayala, fazendo massagem cardíaca em seu marido, Reggie Mabry, que havia sido baleado.

O homem de 26 anos morreu pouco depois no hospital.

Biden faz discurso para convencer Congresso dos EUA a restringir acesso a armas: ‘Chega, chega’

Em um primeiro momento a polícia pensou que se tratava de um suicídio, disse em coletiva de imprensa o xerife John Mina.

O casal tem três filhos. O menino mais velho, de 5 anos, disse aos agentes que foi seu irmão de 2 anos quem efetuou os disparos.

O menino encontrou a pistola em uma bolsa que Mabry havia deixado no chão. A criança disparou a arma em direção ao pai, que estava no computador, segundo documentos judiciais.

Toda a família (o casal, os dois meninos e uma bebê de cinco meses) estava no único quarto da casa quando tudo aconteceu.

Mabry e Ayala estavam em liberdade condicional após cometerem delitos de negligência infantil e consumo de narcóticos, de acordo com Mina.

Depois da morte de seu marido, a polícia prendeu Ayala, de 28 anos, por homicídio culposo, posse de arma de fogo por um criminoso condenado e violação de liberdade condicional.

“Agora essas crianças perderam seus pais, seu pai está morto, sua mãe está presa e um menino tem que viver sabendo que atirou contra seu pai”, disse o xerife.

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Líder de grupo de extrema-direita Proud Boys é indiciado por conspiração nos EUA

Segundo a acusação, Enrique Tarrio e outros quatro homens conspiraram para impedir o Congresso de certificar a vitória presidencial do democrata Joe Biden em 2020 sobre o republicano Donald Trump.

Por Reuters

Enrique Tarrio, ex-líder do grupo de direita Proud Boys, e quatro de seus principais integrantes enfrentaram novas acusações federais de conspiração sediciosa nesta segunda-feira (6) por envolvimento no ataque de 6 de janeiro de 2021 contra o Capitólio dos EUA, de acordo com um documento judicial.

Os promotores federais que investigam o ataque apresentaram novas acusações contra Tarrio, Dominic Pezzola, Ethan Nordean, Joe Biggs e Zachary Rehl, segundo o documento. Todos os cinco réus já se declararam inocentes de outras acusações criminais relacionadas ao ataque.

Segundo a nova acusação, os cinco homens conspiraram para impedir o Congresso de certificar a vitória presidencial do democrata Joe Biden em 2020 sobre o republicano Donald Trump. Trump fez falsas alegações de que perdeu devido a uma fraude eleitoral generalizada.

Os promotores dizem que Tarrio desempenhou um papel de liderança mesmo não estando em Washington naquele dia, já tendo sido preso por outras acusações.

Três membros de outro grupo de direita, os Oath Keepers, já se declararam culpados de acusações de conspiração sediciosa. Vários outros integrantes desse grupo, incluindo o líder Stewart Rhodes, se declararam inocentes e devem ser julgados ainda este ano.

Cerca de 800 pessoas foram acusadas de participar do motim no Capitólio, com cerca de 250 confissões de culpa até agora.

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Nova York proíbe venda de armas semiautomáticas para menores de 21 anos

O texto também restringe a venda de coletes à prova de balas e capacetes de proteção. Medida foi aprovada rapidamente.

Por France Presse

Presidente dos EUA pressiona Congresso para que aprove leis que limitem o acesso às armas no país

O estado de Nova York proibiu a venda de armas semiautomáticas a menores de 21 anos, na tentativa de diminuir a violência após os recentes massacres de adolescentes em Buffalo e Uvalde, que deixaram 10 e 21 mortos (19 crianças), respectivamente, no últimas semanas.

Até agora, a idade mínima para adquirir essas armas era de 18 anos.

A governadora do estado, democrata Kathy Hochul, assinou nesta segunda-feira (6) um pacote de medidas aprovado em tempo recorde pelo parlamento estadual.

O texto também proíbe a venda de coletes à prova de balas e capacetes de proteção para pessoas que não exercem profissões que requerem esses apetrechos.

“A violência das armas de fogo é uma epidemia que está dilacerando nosso país”, disse a governadora, acompanhada pelos líderes da Câmara – que viabilizaram a aprovação do pacote – e por autoridades locais, como a promotora Letitia James.

Hochul pediu ao Congresso federal “liderar e tomar medidas imediatas” de prevenção significativas contra a violência com armas, considerando que se trata de um “problema nacional”.

Só no último fim de semana, 10 mortos e mais de 20 feridos foram contabilizados em uma série de tiroteios em todo o país.

De acordo com uma pesquisa da CBS News, a maioria dos americanos é a favor de regras mais rígidas sobre a posse de armas, com 81% apoiando a verificação de antecedentes de todos os potenciais compradores.

Discussão nacional

Diante da onda de violência por armas de fogo, o presidente Joe Biden, também democrata, atacou mais uma vez os republicanos que se opõem à restrição da venda de armas e lamentou o fato de lugares como escolas ou hospitais “terem se tornado campos de extermínio, campos de batalha”.

No domingo, o presidente voltou a dizer “Chega”. “Se não podemos proibir armas de assalto como deveríamos, devemos pelo menos aumentar a idade para 21” para comprá-las, tuitou.

A violência armada nos Estados Unidos matou mais de 18.000 pessoas até agora em 2022, incluindo mais de 10 mil suicídios, de acordo com o Gun Violence Archive.

Os incidentes mais graves até agora são o tiroteio em massa por um supremacista branco de 18 anos em um supermercado em Buffalo, no estado de Nova York, em 14 de maio, no qual 10 afro-americanos foram mortos; e o tiroteio 10 dias depois em uma escola em Uvalde, no estado do Texas, pelas mãos de um jovem de 18 anos que matou 19 crianças e dois professores.

Em 2020, havia cerca de 393 milhões de armas de fogo em circulação nos Estados Unidos, mais do que a população do país.

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