Bandidos roubam igreja e durante fuga carro em que estavam é atingido por raio e explode

Um vídeo chocante flagrou um carro com bandidos dentro, no momento em que explodiu, logo depois deles terem invadido uma igreja na Rússia para assaltá-la. Testemunhas insistem que eles foram atingidos por um raio.

O vídeo, feito por uma câmera presente em um veículo que vinha no sentido contrário, foi postado no YouTube, mostrando o excesso de velocidade do carro, juntamente com uma sirene de polícia soando ao fundo.

De repente o veículo explode em chamas, espalhando diversos pedaços por toda a estrada. O carro que flagra o incidente imediatamente desacelera e para.

Carro de bandidos é atingido por raio e explode

De acordo com uma legenda que acompanha o vídeo, todos os bandidos que estavam no carro morreram, como consequência de uma descarga elétrica.

Não se sabe quantos passageiros estavam no carro. Outro veículo também foi danificado no acidente que supostamente ocorreu no dia 9 de dezembro.

Os ladrões teria roubado uma igreja na cidade de St Petersburg. Muitos espectadores consideraram um exemplo de “intervenção divina”.

De acordo com especialistas, as chances de ser morto por um raio são aproximadamente uma em 300 mil.

Fonte: Daily Mail

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

‘Fui vendida por R$35 como escrava sexual pelo Estado Islâmico’

Panfleto do grupo Estado Islâmico destaca como escravas devem ser tratadas e o que é ou não permitido fazer com elas (Foto: BBC)

Panfleto do grupo Estado Islâmico destaca como escravas devem ser tratadas e o que é ou não permitido fazer com elas (Foto: BBC)

 

A comunidade yazidi, uma minoria religiosa no Iraque, afirma que pelo menos 3,5 mil mulheres e crianças ainda estão sob o domínio do grupo autodenominado Estado Islâmico. Muitas delas têm sido utilizadas como “escravas sexuais” e apenas algumas poucas conseguiram escapar e agora contam suas aterrorizantes histórias.

Em um dia de agosto, Hannan acordou e se deparou com sua família arrumando as malas com pressa. Ela foi pega de surpresa: ainda não tinha se dado conta que os jihadistas do Estado Islâmico estavam tão perto.

Do lado de fora, a rua principal de sua cidade natal, Sinjar, estava lotada. A família dela se juntou a outros yazidis correndo e chorando, enquanto balas voavam sobre suas cabeças, diz ela.

A chuva vai castigando a barraca onde estamos abrigados enquanto ela, nervosa, conta sua história torcendo os dedos.

Hannan não é seu nome verdadeiro. Nenhuma das ex-prisioneiras poderia suportar ser identificada. Hannan tem 18 anos e sonha ser enfermeira, um futuro que quase foi levado embora pelo Estado Islâmico.

A jovem conta que os jihadistas bloquearam as estradas de Sinjar com suas caminhonetes. Eles separaram mulheres e meninas.

“Eles eram 20, com barbas grandes e armas. Eles disseram: ‘Vocês vão vir para Mosul’. Nós recusamos. Eles nos bateram e nos empurraram para os carros.”

Ela, então, foi levada com as outras mulheres para um ginásio esportivo e, depois de algumas semanas, todas foram para um salão de casamento. Em um dos lugares, havia um total de 200 mulheres e meninas. Era como se fosse um mercado de escravas. Os combatentes poderiam vir e escolher quem quisessem.

“Nós não ousávamos olhar na cara deles. Tínhamos muito medo. Uma menina voltou depois de ter sido usada como escrava sexual e nos contou tudo. Depois disso, o Estado Islâmico não permitia que ninguém voltasse.”

“Eles atiravam para nos assustar. Eles pegavam quem quisessem à força. Estávamos chorando o tempo todo. Queríamos nos matar, mas não sabíamos como.”

Uma menina até conseguiu cometer suicídio, segundo Hannan.

“Ela cortou os pulsos. Eles não nos deixaram ajudá-la. Colocaram a gente num quarto e trancaram a porta. Ela morreu e eles disseram: ‘Não importa, só precisamos jogar o corpo em algum lugar.'”

Janela de fuga
Havia combatentes estrangeiros, mas a maioria era de sunitas locais. Hannan reconheceu um dos homens. Ele tinha uma loja de celulares em Sinjar. Ele gritava alto zombando da religião yazidi.

“Eles diziam: ‘yazidis são infiéis. Agora vocês vão viver como muçulmanos’. Eles pegavam várias meninas para sexo. E nos diziam: ‘Esqueçam a vida que vocês conheciam.”‘

Eles mudavam de lugar o tempo todo. Em um determinado momento, avistaram alguns dos seus homens à distância. Eles foram obrigados a raspar o bigode – os jihadistas consideram o bigode “anti-islâmico”.

“Nossos homens estavam rezando cinco vezes por dia para tentar salvar suas famílias”, Hannan conta. “O Estado Islâmico nos disse: ‘Se não seguirem o Islã, vamos matar todos vocês.'”

As meninas mais novas eram as primeiras a serem raptadas, segundo ela, e muitas vezes eram levadas para a cidade síria de Raqqa, ‘a capital do Estado Islâmico’. Finalmente, chegou sua vez de ir.

“Eles nos disseram: ‘Vamos levar vocês para suas famílias primeiro. Esta será a última vez que vocês vão vê-los.'”

“Nós chorávamos muito, segurávamos as mãos umas das outras e chorávamos. Nós perguntamos aos combatentes do Estado Islâmico: ‘Por que estão fazendo isso com a gente?’, e eles nos batiam com um pedaço de pau.”

Elas não foram levadas para suas famílias, mas para uma casa que elas entenderam ser um ponto de parada. Sete meninas foram colocadas em um quarto. Algumas foram retiradas para serem abusadas sexualmente e depois voltaram. Havia homens armados do lado de fora. Fugir dali era algo que parecia impossível.

Mas havia uma janela de plástico no quarto e, numa noite, elas conseguiram forçar para que ela se abrisse.

“Nós fomos saindo, uma a uma, pela janela. Eu fui a quinta. Eu estava esperando minha prima lá fora. Mas vi uma luz se aproximando. Não poderia esperar mais. Pulei o muro e nós corremos e continuamos correndo. Não conseguimos ajudar o resto.”

Vendida por mixaria
Em outra tenda, está Khama, que acabou em Raqqa. Ela não escapou mas acabou sendo libertada quando sua família pagou um resgate de US$ 3 mil (R$ 7,9 mil).

Ela tem 30 anos e se lembra do choque e vergonha do dia em que foi vendida como um serva; ela lembra, também, do seu preço.

“Eles nos colocaram à venda. Muitos grupos de combatentes chegaram para comprar. Nós não conseguíamos dormir direito porque novos grupos chegavam a toda hora”, diz ela, quase sussurrando.

“Às vezes, eles trouxeram de volta meninas que haviam sido espancadas, feridas. Quando elas se recuperavam, eram vendidas novamente. Uma vez, eles pegaram todas as meninas. As mulheres foram deixadas para trás [e vendidas por último].”

“Não importa o que fazíamos – chorar, implorar – não fazia nenhuma diferença. Um xeque do Estado Islâmico pegou o dinheiro. Não era muito. Um combatente mostrou-nos 15 mil dinares iraquianos [US$ 13] e disse: ‘Este é o seu preço.'”

Ela e sua prima foram compradas por um jihadista com um passaporte ocidental. Ele tinha outras cinco mulheres e meninas yazidis em sua casa. Ele já era casado e tinha sua mulher com ele.

No entanto, ele pretendia se casar à força com duas yazidis, usando as outras, como Khama, como servas.

Khama me diz que a esposa não estava feliz com a situação, mas pouco podia fazer sobre isso. O homem tinha outros problemas também.

“O vizinho dele, um xeque, veio e disse-lhe: ‘Você não pode manter todas essas meninas. A ordem do [líder do Estado Islâmico Abu Bakr al-] Baghdadi é de uma por casa.'”

Guia para escravidão
Aparentemente, o Estado Islâmico, de fato, ordenou como as mulheres deveriam ser usadas como escravas.

O Departamento de Pesquisa e Fatwas (decretos religiosos) do grupo divulgou um panfleto com o título: “Perguntas e Respostas sobre Reféns e Escravas.”

O documento parece ser verídico. Foi postado em um fórum jihadista na internet e, aparentemente, distribuído após as orações de sexta-feira em Mosul.

Cristãos, judeus e mulheres yazidis podem ser tomadas como escravas, diz. As mulheres podem ser compradas, vendidas e dadas como presentes; elas podem ser tratadas como propriedade se um combatente morrer.

O panfleto, em formato de perguntas e respostas, contém mais trechos perturbadores.

Pergunta: É permitido ter relações sexuais com uma refém mulheres imediatamente após possuí-la? Resposta: Se ela for virgem, seu mestre pode ter relações sexuais com ela imediatamente após tomar posse. Mas se ela não for, você deve se certificar de que ela não está grávida.

Pergunta: É permitido ter relações sexuais com uma escrava que não tenha atingido a puberdade? Resposta: Você pode ter relações sexuais com uma escrava que não tenha atingido a puberdade se ela estiver apta para a relação sexual.

É um documento depravado e deprimente, em desacordo com o Islã tradicional, embora tenha versos do Corão e relatos do que o profeta Maomé teria dito ou aprovado.

Uma teoria é que o panfleto foi realmente emitido para tentar conter o comportamento mais extremo de combatentes do Estado Islâmico. Diz, por exemplo, que não é permitido que um homem durma com a escrava de sua esposa, ou com a escrava de outro homem; e que um homem pode possuir duas irmãs, mas não pode dormir com elas ao mesmo tempo.

Evidências
A BBC esteve no Monte Sinjar em agosto, quando começaram a circular relatos sobre mulheres e meninas que estavam sendo capturadas. Àquela época, parecia ser uma mistura de histeria e propaganda. Mas, desde então, a evidência só aumentou.

O Estado Islâmico não tenta esconder o que tem feito. Além do panfleto e do vídeo, o jornal oficial do grupo, Daqib, registra os acontecimentos.

O número de 3,5 mil mulheres e meninas ainda em cativeiro não é uma estimativa aproximada. Uma comissão yazidi tem os nomes de todos os desaparecidos. Das que voltaram, algumas estão grávidas.

Os yazidis são profundamente conservadores. Eles enfrentaram uma tentativa de destruí-los como um povo. Mesmo após os relatos de assassinatos em massa e conversões forçadas, o que aconteceu com as mulheres talvez seja o evento mais traumático.

Até agora, um total de cerca de 400 mulheres e meninas conseguiram escapar. As pessoas nos acampamentos parecem atordoadas, silenciosas. Elas esperam por aquelas deixadas para trás, sabendo que há pouca chance de que elas serão resgatadas.

 

 

Da BBC News, no norte do Iraque

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Premiê australiano alerta para ‘falatório terrorista’

O primeiro-ministro da Austrália, Tony Abbott, disse nesta terça-feira (23) que autoridades da área de segurança interceptaram uma alta incidência de “falatório terrorista” logo depois da tomada de reféns no café de Sydney.

Ao mesmo tempo que cerimônias ocorriam em memória das duas vítimas da ação no café que durou 16 horas na semana passada, Abbott alertou que a população precisava permanecer alerta às vésperas do Natal e do Ano Novo.

“As agências de segurança nacional indicaram hoje que houve uma alta incidência de falatório terrorista depois do ocorrido em Martin Place”, disse Abbott à imprensa em Sydney.

Man Haron Monis fez, armado, reféns no café Lindt Chocolate em Martin Place, uma área central de Sydney de lojas e escritórios, num ataque iniciado na manhã da segunda-feira da semana passada.

Dois reféns, o gerente do café, Tori Johnson, e a advogada Katrina Dawson foram mortos, juntos com Monis, quando a polícia invadiu o café. Uma investigação sobre o ocorrido e as mortes está sendo feita.

“Estou alertando as pessoas para o fato de que o nível de ameaça se mantém alto e que, a este nível, um ataque é provável”, disse Abbott.

A polícia afirmou que vai aumentar a sua presença em locais proeminentes, como a região do Sydney Opera House, no período de Natal.

Alguns dos 17 reféns feitos por Monis estiveram no funeral de Johnson, de 34 anos, numa igreja a metros do café. Autoridades do estado de Nova Gales do Sul também compareceram.

Uma citação do filósofo Rumi sob a foto de Johnson ilustrava a capa do guia da cerimônia: “Para além das ideias do que é errado e correto, há um lugar. Eu te encontrarei lá”.

Mais de mil pessoas estiveram presentes na cerimônia em separado para Dawson, de 38 anos, na Universidade de Sydney. Os três filhos dela, de quatro, seis e oito anos, escolheram músicas para a ocasião.

Um tapete de milhares de buquês de flores foi retirado de Martin Place nesta terça-feira. As flores serão trituradas e espalhadas em local ainda a ser determinado.

O líder da oposição de Nova Gales do Sul, John Robertson, renunciou, pressionado pela revelação de que ele assinara uma carta de apoio para que Monis tivesse acesso aos filhos, numa disputa com a segunda mulher.

 

Da Reuters

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Parentes de estudantes desaparecidos no México pedem intervenção do papa

Da Agência Brasil

As famílias dos 43 estudantes desaparecidos há quase três meses no México pediram a intervenção do papa Francisco para tornar mais visível a busca de justiça. O governo reconhece que o país precisa de “transformação profunda”.

O anúncio apostólico no México, Christophe Pierre, celebrou nessa segunda-feira (22) missa pelos estudantes, que desapareceram em 26 de setembro em Iguala, no estado de Guerreiro, por justiça e pela reconciliação e paz no país.

“O papa está convosco”, disse Pierre aos parentes dos desaparecidos na cerimônia realizada na Escola Normal Rural de Ayotzinapa, no município de Tixtla, onde estudavam os 43 jovens.

A Igreja Católica partilha a dor e acompanha as famílias permanentemente por meio da oração, acrescentou o representante do papa.

Os pais portavam cartazes com mensagens como Feliz Natal, (Enrique) Peña Nieto, nós vamos continuar a procurar os nossos desaparecidos; Jesus Cristo morreu pela verdade. Onde estão?; ou Feliz Natal, meu filho, onde quer que estejas.

Depois da missa, os pais se reuniram, durante mais de meia hora, com o núncio, a quem entregaram cartas dirigidas ao papa Francisco. As famílias querem que o líder da Igreja Católica intervenha para tornar o caso mais visível.

O papa fez referência ao caso em duas ocasiões, a última no dia 12 de novembro. Na Praça São Pedro, Francisco manifestou solidariedade a todos os mexicanos pelos “momentos dolorosos” que vivem e denunciou a “dramática realidade” e “a criminalidade” no México.

Os 43 estudantes desapareceram na noite de 26 de setembro depois de disparos feitos por policiais municipais, quando morreram seis pessoas e 25 ficaram feridas.

Segundo a investigação oficial, os jovens foram detidos por policiais e entregues ao cartel Guerreiros Unidos, que os teria matado no município de Cocula, vizinho a Iguala. As famílias não acrediram nessa versão.

O chefe do gabinete da Presidência, Aurelio Nuño, reconheceu, entretanto, que o país precisa de “transformação profunda” na segurança e na justiça para acabar com o crime.

Ontem, o governador de Guerrero, Rogelio Ortega, informou que o representante de Cocula, César Miguel Peñaloza, foi detido preventivamente pelo desaparecimento dos estudantes.

Cerca de 80 pessoas foram detidas, dos quais mais de dez policiais municipais em Cocula.

O caso gerou uma crise de credibilidade para o governo e teve impacto negativo na imagem do presidente Peña Nieto.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Coreia do Norte sofre blecaute digital após ameaça aos EUA

Da Folhapress

A Coreia do Norte sofreu um forte “blecaute digital” nesta segunda-feira (22), quando a maior parte da rede de internet do país caiu, horas depois de ameaçar entrar em guerra contra os Estados Unidos. Em comunicado da agência estatal KCNA, o governo norte-coreano ameaçava um “duro contra-ataque” contra a Casa Branca, o Pentágono e todo o território continental dos EUA.

A Casa Branca não se pronunciou sobre o apagão. Na sexta-feira (19), o presidente americano Barack Obama disse que a Coreia do Norte sofreria um ataque “proporcional”, depois do FBI identificar o governo daquele país asiático como responsável pelos ciberataques contra o estúdio de cinema Sony.

A escalada verbal entre os dois países aconteceu às vésperas da estreia do filme “A entrevista”, comédia escrachada sobre um complô da CIA para matar o ditador norte-coreano, Kim Jong-un. Os hackers ameaçaram ataques “como os do 11 de Setembro” contra os cinemas que estreassem o filme. E-mails constrangedores de diretores da empresa foram vazados para imprensa. Outras ameaças foram feitas, envolvendo até senhas bancárias e roteiros inéditos roubados.

O governo norte-coreano nega as acusações e até sugeriu uma investigação conjunta com Washington. Mas o regime de Pyongyang elogiou a “ação correta” do grupo hacker autointitulado “Guardiães da Paz”. “O Exército e o povo da Coreia do Norte estão completamente preparados para um confronto com os EUA em todos os espaços de guerra, inclusive a cibernética”, diz o comunicado norte-coreano.

Várias redes cancelaram a estreia do filme e a Sony engavetou o lançamento. Especula-se que o estúdio, muito criticado por ter se curvado às ameaças, estreie o filme gratuitamente em seu site. Políticos americanos dizem que se trata de um assunto de “segurança nacional” e questionam a possibilidade de grandes bancos ou complexos militares terem seus e-mails roubados do mesmo jeito que a Sony.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Brasileiro viaja pela 1ª vez ao exterior e morre atropelado em Cancún

O brasileiro não resistiu aos ferimentos e morreu após ser atropelado / Foto: reprodução/FacebookO brasileiro não resistiu aos ferimentos e morreu após ser atropeladoFoto: reprodução/Facebook

Um brasileiro que viajou a Cancún, no México, para passar o Natal e o Ano-Novo morreu atropelado na madrugada desta segunda-feira (22). O administrador Gustavo Henrique Carvalho, 30, de São Paulo, havia chegado ao balneário mexicano horas antes, na companhia do amigo Marcel Fernandes. Era sua primeira viagem para fora do Brasil. Os dois amigos foram para uma casa noturna na noite deste domingo (21).

Fernandes decidiu ir embora mais cedo e Carvalho permaneceu no local. Por volta das 5h, quando Carvalho atravessava o boulevard Kukulcán para retornar ao hotel, foi atropelado por um carro de cor laranja. O brasileiro não resistiu aos ferimentos e morreu. Segundo testemunhas, o motorista fugiu sem prestar socorros.

Fernandes foi avisado pela polícia da morte do amigo e tomou as primeiras providências. A família enviou uma procuração para que o amigo pudesse reconhecer o corpo de Carvalho e acionou o consulado brasileiro no México. “O Gustavo tinha um seguro de viagem e a empresa está tomando as providências. O problema é que por causa do recesso do final de ano, a seguradora disse à família que o traslado do corpo pode levar até dez dias”, diz André Kudo, 30, amigo de infância de Carvalho.

“Não dá para acreditar. O Gustavo estava muito feliz com essa viagem, havia planejado há meses. Ele era uma pessoa incrível.” O Itamaraty informa que o consulado brasileiro no México está acompanhando o caso e auxiliará a família em relação à liberação de documentos junto ao governo mexicano, mas não sabe informar qual o prazo para o traslado do corpo.

 

Do NE10

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

França pede calma à população após novo atropelamento de civis

Bombeiro inspeciona van que foi lançada sobre pedestres nesta segunda-feira (22) na cidade de Nantes, na França (Foto: Georges Gobet/AFP)

Bombeiro inspeciona van que foi lançada sobre pedestres nesta segunda-feira (22) na cidade de Nantes, na França (Foto: Georges Gobet/AFP)

Autoridades da França pediram calma à população depois que o país registrou nesta segunda-feira (22) o terceiro ataque em três dias contra civis ou policiais. Desta vez foi em Nantes. Dez pessoas ficaram feridas, duas delas de forma grave, depois que um homem lançou um veículo contra pedestres que estavam em uma feira natalina.

O fato aconteceu depois de outros dois incidentes. Um no domingo (21), quando um motorista atropelou 13 pessoas em Dijon, centro-leste da França, aos gritos de “Alá é grande”. Um dia antes, em uma delegacia de Joué-lès-Tours, outro homem feriu três policiais com uma faca e gritou a mesma frase, sendo morto em seguida. Ainda não é possível saber se há alguma relação entre as ocorrências.

Policiais franceses pediram à população que se evite conclusões precipitadas. De acordo com a agência de notícias France Presse, o agressor de Nantes se deu “nove punhaladas” após o acidente, mas de acordo com autoridades, não houve nenhuma reivindicação religiosa.

Uma testemunha contou que o motorista lançou o veículo contra uma barraca que servia o tradicional vinho quente, na frente da qual havia várias pessoas. O homem, ainda não identificado, foi encaminhado para um hospital da região.

Análise dos outros casos
Sobre as investigações do primeiro atropelamento, a promotoria francesa informou que o motorista de Dijon sofre de uma patologia psiquiátrica e, por isso, o ataque não pode ser considerado um ato terrorista.

O francês de 40 anos, de pai marroquino e mãe argelina, foi internado 157 vezes em um hospital psiquiátrico. Ele disse ter agido voluntariamente e sozinho, pensando no sofrimento das crianças da Palestina e da Chechênia.

Já em Joué-lès-Tours, o homem que feriu três homens, um deles no rosto, foi morto pelos agentes logo após o incidente. O agressor é um francês nascido no Burundi, em 1994, e não estava fichado pelos serviços de contraterrorismo. Já seu irmão é conhecido pelas posições radicais e chegou a considerar a ideia de partir para a Síria.

De acordo com a Justiça, “a investigação se orienta para um atentado contra as forças da ordem motivado pelo Islã radical”, à semelhança “do modo de ação preconizado pelo grupo Estado Islâmico (EI)”.

Repetidas vezes, o EI convocou os muçulmanos em países ocidentais a atacar os “infiéis” – em especial policias e militares – por todos os meios, lembraram as fontes.

 

 

Do G1, em São Paulo

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Infanta Cristina vai ao banco dos réus em julgamento inédito na Espanha

Cristina deixa a corte após prestar depoimento no dia 8 de fevereiro de 2014 (Foto: Reuters)

Cristina deixa a corte após prestar depoimento no dia 8 de fevereiro de 2014 (Foto: Reuters)

 

A infanta Cristina, irmã do rei Felipe VI daEspanha, sentará no banco dos réus por dois delitos fiscais, em um processo sem precedentes no país que julgará um caso de corrupção que abala a monarquia desde 2010.

Cristina será julgada ao lado do marido, Iñaki Urdangarin, e do ex-sócio deste, Diego Torres, ambos acusados de um suposto desvio de 6,1 milhões de euros de dinheiro público em um caso que se tornou um dos paradigmas da corrupção na Espanha, além, de ter provocado grande indignação em um país abalado pela crise.

A Casa Real expressou ‘respeito pela independência do Poder Judiciário’, depois de tomar conhecimento da decisão do juiz José Castro, do tribunal de Palma de Mallorca.

O magistrado determinou julgamento ‘contra 17 pessoas, entre elas a infanta Cristina, como cúmplice necessária em dois delitos contra a Fazenda Pública’, de pouco mais de 300.000 euros, cometidos por seu marido, informou o Tribunal Superior de Justiça de Baleares em um comunicado.

O juiz Castro também impôs à infanta o pagamento de de 2,6 milhões de euros como fiança para assegurar suas responsabilidades pecuniárias.

O advogado de defesa da infanta, Miquel Roca, depois de afirmar que Cristina ficou ‘mal e surpresa com a resolução’, anunciou que vai recorrer.

Indignação popular
A decisão de Castro conclui um longo processo de instrução, iniciado em meados de 2010, como ramificação de outro caso de corrupção, uma investigação sobre o Instituto Noos, uma entidade sem fins lucrativos presidida entre 2004 e 2006 por Urdangarin.

O juiz suspeitava que Urdangarin, de 46 anos e que foi medalhista olímpico como atleta de handebol e depois virou empresário, poderia ter desviado ao lado de Torres 6,1 milhões de euros de dinheiro público, por meio do instituto.

A indignação provocada pelo caso aumentou quando, em 2013, o juiz indiciou a infanta Cristina, de 49 anos, porque, em sua opinião, ela colaborou ‘ativamente’ com o marido ao utilizar com fins pessoais uma parte do dinheiro desviado, por meio de uma ‘empresa de fachada’, Aizoon, de propriedade dos cônjuges a 50% e terceirizada pela Noos

Entre os gastos pessoais, o juiz mencionou durante a instrução ‘um curso de salsa e merengue feito no domicílio familiar e cuja conexão com as atividades da Aizoon (…) parece muito difícil de compreender’.

O envolvimento da infanta contribuiu para derrubar a popularidade da monarquia espanhola, que já estava em queda depois da divulgação de uma caça de elefantes do rei Juan Carlos em Botsuana em 2012, em um momento de grande crise econômica do país. A situação provocou tamanha indignação que o monarca chegou a pedir desculpas publicamente, em um gesto sem precedentes.

Desde o momento do indiciamento, a infanta foi afastada das atividades da Casa Real. Ela não integra os programas da família real desde que Felipe VI chegou ao trono, em junho.

De acordo com a imprensa, o irmão estaria tentando convencer Cristina a renunciar aos direitos dinásticos como sexta na linha de sucessão ao trono.

Acusação popular
Indiciada em um primeiro momento pelo delito de lavagem de dinheiro, a Audiência Provincial de Palma de Mallorca reduziu as acusações aos delitos fiscais pelos quais será julgada, solicitados pelo sindicato Mãos Limpas, que atua como acusação popular.

Este sindicato permaneceu como único ‘acusador’ da infanta, contra a opinião da defesa de Cristina, da Advocacia do Estado e o procurador anticorrupção, Pedro Horrach, contrários ao julgamento.

‘Se não fosse pela ação popular, não teria acontecido o indiciamento’, disse à AFP Miguel Bernad, secretário-geral do sindicato Mãos Limpas, apresentado como uma organização de extrema-direita e que muitas vezes se apresenta como acusação em casos de corrupção.

Iñaki Urdangarin enfrenta um pedido do promotor de 19 anos e meio de prisão pelos crimes de desvio de recursos públicos, fraude, prevaricação, falsidade em documento público, falsidade em documento mercantil, fraude à administração, dois delitos contra a Fazenda Pública e um crime de lavagem de dinheiro.

A decisão do juiz foi anunciada apenas dois dias antes do rei Felipe VI pronunciar seu primeiro discurso de Natal.

A justiça deve marcar agora uma data para o julgamento, que segundo alguns meios de comunicação acontecerá em Palma de Mallorca no segundo semestre de 2015.

 

Da France Presse

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Coreia do Norte se diz preparada para confronto com os Estados Unidos

Segurança protege entrada de sala de cinema nos EUA durante pré-estreia do filme 'A entrevista' (Foto: REUTERS/Kevork Djansezian/Files)

Segurança protege entrada de sala de cinema nos EUA durante pré-estreia do filme ‘A entrevista’ (Foto: REUTERS/Kevork Djansezian/Files)

A Coreia do Norte divulgou neste domingoo (21) um comunicado em que volta a negar envolvimento com o ataque cibernético sofrido pela Sony Pictures, afirma que os Estados Unidos deve pedir desculpas por indicá-la como culpada, e diz que seu Exército está preparado para um confronto com o país da América do Norte.

No dia 24 de novembro, um ataque cibernético reivindicado pelo grupo autodenominado “Guardiães da Paz” (GOP, na sigla em inglês) atingiu o sistema da Sony Pictures e, fez ameaças contra o lançamento do filme “A entrevista”, uma comédia sobre um plano da Agência Central de Inteligência americana, a CIA, para matar o líder norte-coreano, Kim Jong-un. O FBI diz que o GOP está ligado a Pyongyang.

Em comunicado publicado pela agência estatal “KCNA”, o regime de Jong-un afirma que “o Exército e o povo da RPDC (Coreia do Norte) estão completamente preparados para um confronto com os EUA em todos os espaços de guerra, incluindo a cibernética”.

“Nosso mais duro contra-ataque será dirigido à Casa Branca, ao Pentágono e a todo o território continental dos Estados Unidos superando amplamente o contra-ataque simétrico declarado por (Barack) Obama”, afirma Pyongyang no comunicado.

Mais cedo neste domingo, Obama disse à rede de televisão norte-americana CNN que não considera a invasão ao sistema da Sony Pictures um ato de guerra, mas disse que é um ato de vandalismo cibernético. Obama também disse que o governo vai debater sobre a possibilidade de colocar a Coreia do Norte de volta à a lista de países que patrocinam o terrorismo.

A inclusão nessa lista negra representa restrições à ajuda externa, a proibição das exportações e as vendas da área de defesa, controles sobre certas exportações e diversos impedimentos financeiros e de outro tipo.

A Coreia do Norte reiterou que não tem nada a ver com a agressão cibernética à Sony e inclusive propôs ao FBI realizar uma investigação conjunta dos fatos, mas os serviços de inteligência americanos descartaram esta opção. Os Estados Unidos rejeitaram a proposta. Segundo o comunicado, a conclusão do FBI “não passa de um novo documento inventado”.

O país ainda diz que aprecia a ação do “Guardiães da Paz”, porque ela impediu a circulação do filme “A entrevista” e considera “afortunadas” as medidas da Sony, que cancelou a estreia do filme que, segundo a nota, “incita o terrorismo que não deve ser tolerado em qualquer país ou região”.

“Os Estados Unidos devem refletir sobre suas condutas más que levaram a essa desgraça, pedir desculpa ao povo coreano e à humanidade mundial e não questionar os outros atrevidamente”, conclui o comunicado.

Veja a cronologia do caso:

Outubro de 2013 – Sony Pictures anuncia os atores Seth Rogen e James Franco como protagonistas da comédia “A entrevista”.

Cena do filme 'A entrevista' que mostra a morte da versão fictícia do ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un (Foto: Reprodução/Sony Pictures/The Telegraph)

Cena do filme ‘A entrevista’ que mostra a morte da versão fictícia do ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un (Foto: Reprodução/Sony Pictures/ The Telegraph)

20 de junho de 2014 – Após a divulgação do primeiro trailer do filme, autoridades da Coreia do Norte dizem que “A entrevista” é um símbolo do “desespero” da sociedade norte-americana, mas um porta-voz não oficial de Kim Jong-un afirma que o ditador provavelmente vai assistir ao filme de qualquer maneira.

10 de julho: Em uma carta a Ban Ki-moon, o embaixador da ONU Ja Song Nam reclama do filme e diz que “as autoridades dos EUA devem tomar ações imediatas e adequadas para proibir a produção e distribuição do filme”.

14 de agosto: Sony declara a possibilidade de remover uma cena do filme em que o rosto de Kim Jong-un é mostrado derretendo.

24 de novembro: Fontes da Sony dizem que a empresa foi hackeada e chantageada por um grupo que deixou a mensagem: “Hacked by #GOP. Aviso: Nós já avisamos vocês, e isto é apenas o começo. Temos obtido todos os seus dados internos, incluindo segredos e grandes segredos.”

1º de dezembro: Ao menos cinco filmes inéditos da Sony “vazam” na web.

2 de dezembro: O FBI inicia investigações sobre o envolvimento norte-coreano com o ataque hacker.

4 de dezembro: A Coreia do Norte nega envolvimento em ataque contra a Sony.

16 de dezembro: Guardians of Peace ameaça atacar as salas de cinema que exibirem “A entrevista”, faz menção ao atentado de 11 de setembro e afirma ainda que “o mundo será tomado pelo medo”.  A pré-estreia do filme em Nova York é cancelada após as ameaças.

17 de dezembro: Sony anuncia o cancelamento do lançamento de “A entrevista” em todos os cinemas dos EUA.

 

Do G1, em São Paulo

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Obama diz que ciberataque não foi ato de guerra, e sim vandalismo

Da AFP

Não, eu não penso que foi um ato de guerra. Eu penso que foi um ato de ciber vandalismo que custou muito, foi muito caro. Nós levamos muito a sério, disse Obama / Foto: AFPNão, eu não penso que foi um ato de guerra. Eu penso que foi um ato de ciber vandalismo que custou muito, foi muito caro. Nós levamos muito a sério, disse ObamaFoto: AFP

O presidente americano Barack Obama afirmou em uma entrevista ao canal CNN, que será exibida neste domingo, que o ataque cibernético contra a Sony Pictures, que Washington atribui à Coreia do Norte, é “ciber vandalismo”, e não uma ato de guerra.

“Não, eu não penso que foi um ato de guerra. Eu penso que foi um ato de ciber vandalismo que custou muito, foi muito caro. Nós levamos muito a sério”, disse o presidente, segundo trechos da entrevista exibidos de maneira antecipada, a respeito do ataque virtual que atingiu a Sony no fim de novembro.

Washington culpa Pyongyang pelo ataque a Sony, que permitiu a divulgação de e-mails embaraçosos de executivos da empresa e obrigou o estúdio a cancelar o lançamento da comédia “A Entrevista”.

O filme, uma paródia que mostra um complô da CIA para assassinar o dirigente norte-coreano Kim Jong-un, irritou Pyongyang.

Diante da polêmica suspensão da estreia, vários políticos nos Estados Unidos consideraram que a Coreia do Norte realizou um ato extremamente agressivo.

Obama, que criticou o cancelamento da estreia, evitou classificar o ataque cibernético como um ato de guerra, mas advertiu que os Estados Unidos precisam adotar medidas contra este tipo de ação.

“Neste novo mundo, nós estaremos em um ambiente no qual tantas coisas são digitalizadas que os atores estatais e não estatais terão a capacidade de perturbar nossas vidas de todos os tipos de maneiras”, completou Obama no programa “State of the Union with Candy Crowley”.

 

 

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

contato@encartenoticias.com
jencartnoticias@gmail.com