Seu Vídeo Aqui!!!

————————————————————————————-

————————————————————————————

NUVEM DE TAGS

Mulher mais velha do mundo completa 119 anos

Kane Tanaka nasceu em janeiro de 1903. Ela vive em um asilo para idosos, onde houve uma comemoração.

Por g1

pessoa mais velha do mundo completou mais um ano de vida: Kane Tanaka, do Japão, chegou aos 119 anos no domingo (2).

Houve uma cerimônia para marcar a data no asilo onde ela mora, em Fukuoka, de acordo com reportagens publicadas na mídia japonesa.

Durante as Olimpíadas de Tóquio chegou-se a cogitar que ela carregasse a tocha, mas por causa da pandemia esse plano não saiu do papel. Veja abaixo um vídeo sobre esse tema.

Mulher mais velha do mundo vai carregar tocha olímpica no Japão

Tanaka foi reconhecida como a pessoa mais velha do mundo pelo livro dos recordes da Guinness em março de 2019. Na ocasião, ela tinha 116 anos.

Tanaka nasceu em janeiro de 1903, no mesmo ano em que, no Brasil, nasceram o artista visual Cândido Portinari e o compositor Ary Barroso.

De acordo com a agência Kyodo, a família colocou como meta fazer com que Tanaka alcance os 120 anos.

O governo do Japão tem uma data para lembrar das pessoas idosas e estatísticas sobre a população mais velha do país. Lá há mais de 86 mil pessoas que têm pelo menos 100 anos.

A grande maioria desses idosos é de mulheres. Os homens centenários são pouco mais de 10 mil.

O Japão já registrou vários recordes de pessoas mais longevas do mundo. O homem que chegou à idade mais avançada no mundo todo foi um japonês, Jiroemon Kimuro, que faleceu em 12 de junho de 2013 aos 116 anos.

A idade recorde de Tanaka é simbólica para o Japão, que, juntamente com a queda na taxa de natalidade, está assistindo a um vertiginoso aumento da sua população idosa. A questão levanta preocupações quanto a escassez de mão-de-obra e as perspectivas de crescimento econômico do país no futuro.

Segundo um estudo da ONU de 2019, a população do Japão deverá encolher 21% entre 2020 e 2050.

Caso na China

Em 16 de dezembro, morreu Almihan Seyiti, uma chinesa que teria chegado aos 135 anos, de acordo com a família. Seyiti teria nascido em 1886.

Há ceticismo em relação à data porque a região da China onde ela nasceu não mantinha bons registros de nascimentos.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Recém-nascido é encontrado em lixeira de banheiro de avião

Uma mulher de 20 anos de idade de Madagascar, suspeita de ter dado à luz durante o vôo, foi presa.

Por BBC

A equipe do aeroporto das Ilhas Maurício encontrou um bebê recém-nascido em uma lata de lixo do banheiro de um avião.

Uma mulher de 20 anos de idade de Madagascar, suspeita de ter dado à luz durante o voo, foi presa.

O avião da Air Mauritius, que chegou de Madagascar, pousou no Aeroporto Internacional Sir Seewoosagur Ramgoolam em 1º de janeiro.

Funcionários do aeroporto descobriram o bebê durante uma inspeção de rotina. Eles imediatamente levaram o bebê para o hospital.

A mulher suspeita de ser mãe do bebê inicialmente negou que o filho fosse dela, mas foi submetida a um exame médico que confirmou que ela havia acabado de dar à luz.

Ela foi levada sob custódia policial para mesmo hospital. Ela e o bebê passam bem.

A mulher, que foi para as Ilhas Maurício com uma autorização de trabalho de dois anos, será interrogada assim que deixar o hospital e deve ser processada sob a acusação de abandonar um recém-nascido.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Sul-coreano atravessa fronteira armada em rara fuga para a Coreia do Norte

Durante a pandemia, o governo da Coreia do Norte adotou uma estratégia de atirar à primeira vista em que tentar entrar no país, com o objetivo de evitar o espalhamento da covid-19.

Por BBC

Um cidadão da Coreia do Sul atravessou a fronteira fortemente armada para a Coreia do Norte em uma aparente deserção.

Segundo o comando militar sul-coreano, o fugitivo conseguiu escapar mesmo após horas e horas de buscas por ele realizadas pelas tropas da Coreia do Sul. Ele foi avistado na zona desmilitarizada (DMZ), que separa as duas Coreias, por volta das 21h (horário local).

Não há informações se essa pessoa não identificada ainda está viva, mas o comando militar sul-coreano pediu aos vizinhos do Norte que ele seja protegido.

Durante a pandemia, o governo da Coreia do Norte adotou uma estratégia de atirar à primeira vista em que tentar entrar no país, com o objetivo de evitar o espalhamento da covid-19.

Em setembro de 2020, tropas norte-coreanas atiraram contra um barco pesqueiro sul-coreano, que estava perdido na região e depois foi queimado. O incidente acirrou os ânimos entre os países vizinhos, e a Coreia do Norte emitiu um raro pedido de desculpas, atribuindo o erro à rígida política anti-covid.

O líder da Coreia, Kim Jong-un, declarou emergência nacional durante a pandemia e fechou uma cidade depois que um norte-coreano com sintomas de covid-19 fugiu da Coreia do Sul para o país vizinho ao norte.

As restrições contra o avanço da pandemia acabaram reduzindo bastante o número de defecções da Coreia do Norte para a Coreia do Sul.

A fronteira entre os dois países é uma das regiões mais fortemente armadas do mundo. Ela é tomada por minas terrestres, cerca eletrificada, arame farpado, câmeras de vigilância e tropas militares.

Fronteira mais vigiada do mundo

A chamada “zona desmilitarizada” é uma área que abrange um trecho de 248 km de extensão e 4 km de largura. Ela foi criada em 1953 como uma alternativa de contenção militar por causa da tensão da guerra entre a República Popular Democrática da Coreia e a República da Coreia, criadas em 1948. Naquele ano, a divisão geográfica entre as duas nações se converteu em uma fronteira internacional de fato.

A guerra coreana começou em 1950, quando as então superpotências, Estados Unidos e União Soviética, passaram a “dividir” o mundo após a Segunda Guerra Mundial.

Os soviéticos haviam ficado com o controle da parte norte da península, e os americanos com a parte sul.

No dia 25 de junho de 1950, a Coreia do Norte, apoiada pela União Soviética e pela China, invadiu a Coreia do Sul. E imediatamente os Estados Unidos enviaram suas forças militares para ajudar o país a combater a “invasão dos comunistas”.

Com a ajuda de Washington, Seul, capital sul-coreana, foi recuperada em dois meses.

A China, por sua vez, preocupada com a decisão dos Estados Unidos de mobilizar suas forças até o norte para tentar a reunificação da península, interveio no conflito.

Estima-se que mais de 5 milhões de pessoas (entre militares e civis) morreram na guerra.

No armistício de 1953, que deu fim à guerra entre os dois países, ambos os lados concordaram em não executar qualquer ato hostil dentro, a partir de, ou contra essa área DMZ.

Atualmente, a única parte da fronteira em que os soldados estão permanentemente frente a frente é a chamada Área de Segurança Conjunta (JSA), em Panmunjom.

“Após a grande Guerra da Coreia, as duas partes tentaram utilizar o lugar como forma de propaganda para demonstrar o quão melhor uma era sobre a outra”, diz Isaac Stone Fish, da Asia Society, um think tank com sede em Nova York (EUA).

Foi também nesse local que, até março de 1991, ocorreram as negociações militares entre o Comando das Nações Unidas (ONU) e a Coreia do Norte.

O local que mais chama atenção na Área de Segurança Conjunta é o edifício em que se localiza uma sala de conferências peculiar, que tem um espaço que corta as duas nações. Aqueles que entram nela podem cruzar, na prática, a tensa linha de fronteira, apenas andando de um lado a outro da sala.

Por muitos anos, o local não foi mais do que um ponto de tensão no Paralelo 38, que serve para demarcar a fronteira entre as duas Coreias. Com o passar do tempo, Panmunjom também virou um dos muitos lugares onde centenas de norte-coreanos foram mortos tentando desertar para o Sul. A migração no sentido inverso é bem mais rara.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

China tem o maior número de casos de Covid em uma semana desde que controlou a epidemia original

Prevenir grandes surtos em 2022 é importante em um ano em que Pequim sediará os Jogos Olímpicos de Inverno.

Por Reuters

China encerrou a última semana de 2021 com a maior contagem de casos de Covid-19 em qualquer período de sete dias desde que superou a primeira epidemia há quase dois anos.

A Comissão Nacional de Saúde relatou, neste sábado (1), 175 novas infecções na comunidade com sintomas clínicos confirmados para 31 de dezembro, elevando o número total de casos sintomáticos locais na China continental para 1.151. O aumento de casos foi impulsionado principalmente por um surto no centro industrial e tecnológico do noroeste de Xian.

A China manteve algumas das medidas de combate à pandemia mais duras do mundo, embora os casos tenham caído drasticamente no início deste ano.

O agravamento do surto em Xian, uma cidade de 13 milhões de habitantes, provavelmente firmará a determinação das autoridades de acelerar seus esforços para conter a transmissão do vírus quando surgirem casos. A cidade registrou 1.451 casos locais desde 9 de dezembro, a maior contagem de qualquer cidade chinesa em 2021.

Xian está trancada há 10 dias desde sábado.

Prevenir grandes surtos em 2022 é importante em um ano em que Pequim sediará os Jogos Olímpicos de Inverno e um Congresso do Partido Comunista que acontece a cada cinco anos, onde o presidente Xi Jinping provavelmente garantirá um terceiro mandato como secretário do partido.

O surgimento da variante Omicron que já está estimulando muitas nações a recuar ou suspender os planos de reabertura, também levará Pequim a manter sua alta vigilância contra o vírus. A China relatou um punhado de casos Omicron importados e pelo menos um caso transmitido localmente.

Desde agosto, o país tem como objetivo manter qualquer surto sob controle em cerca de duas semanas, muito menos do que as quatro a seis semanas em batalhas anteriores contra surtos esporádicos que ocorreram após a epidemia nacional inicial, de acordo com a Comissão Nacional de Saúde.

A província de Yunnan, que compartilha uma fronteira internacional com Mianmar, Laos e Vietnã, relatou novos casos sintomáticos locais em 92 dos 365 dias do ano passado, ou 25% das vezes, mais frequentemente do que qualquer outra província, região autônoma ou município.

A província de Shaanxi, cuja capital é Xian, relatou novos casos sintomáticos locais em 30 dias.

Bloqueio em Xian

O surto de Xian ainda não viu um declínio significativo nos casos. Autoridades disseram que o vírus se espalhou silenciosamente na cidade antes que restrições severas fossem impostas.

O surto, que também levou a casos em outras cidades, incluindo Pequim, pode ser rastreado até um voo chegando do Paquistão, mas não está claro como o vírus se espalhou para as comunidades locais.

Muitas pessoas foram proibidas de deixar seus complexos residenciais, mas um funcionário do governo municipal disse na sexta-feira que as barreiras seriam afrouxadas em áreas menos arriscadas quando chegasse o momento certo.

A estudante de pós-graduação Li Jiaxin, 23, disse que ninguém pode sair do campus de sua universidade. Ela passou a véspera de Ano Novo com seus três colegas de quarto e não conseguiu se encontrar com o namorado e a família.

“Posso ser considerada uma pessoa com um forte senso de ritual, então ainda me sinto um pouco triste por não estarmos juntos neste momento”, disse ela.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

França proíbe embalagens plásticas para frutas e legumes a fim de reduzir lixo

A decisão faz parte da lei antirresíduos aprovada no início de 2020, que, entre outras medidas, proibiu a venda ou a entrega de talheres e copos de plástico descartável.

Por RFI

A partir deste sábado (1°), está proibida na França a venda de frutas e legumes em embalagens plásticas. Esta é mais uma medida tomada pelo governo para reduzir a produção de resíduos plásticos no país.

Com a decisão, legumes como pepinos ou brócolis não poderão mais ser vendidos nos supermercados embrulhados em celofane. As frutas, como maçãs ou kiwis, não poderão ser vendidas em sacos ou recipientes de plástico.

A medida deve mudar a venda de cerca de 30 tipos de frutas e legumes, comercializados principalmente por grandes distribuidores. De acordo com a fundação Heinrich Boll, 37% das frutas e dos legumes consumidos na França são embalados em plástico.

A decisão faz parte da lei antirresíduos aprovada no início de 2020, que, entre outras medidas, proibiu a venda ou a entrega de talheres e copos de plástico descartável.

Mudança para papel

A indústria alimentícia teve dois anos para se adaptar à nova regra. A empresa “Lou Légumes”, que produz 8.000 toneladas de cogumelos por ano na Bretanha (oeste da França), teve que reorganizar toda a cadeia para mudar sua embalagem.

“Os cogumelos são um produto muito úmido, por isso fizemos três anos de testes até encontrar uma bandeja de papelão apropriada”, explica Emmanuelle Roze, diretora do negócio familiar.

“O papelão é quatro vezes mais volumoso. Nossos cogumelos são colhidos e colocados diretamente nas bandejas. Portanto, fomos forçados a mudar nosso método de coleta de cogumelos. Temos um aumento no custo de embalagem, temos um aumento no custo de mão de obra e isto ainda não acabou, porque temos que encontrar uma solução para remover o plástico-filme que está lá”, diz Roze.

As multas para quem não respeitar a regra podem chegar a 15 mil euros (R$ 95 mil).

O decreto presidencial, no entanto, abre exceções: os produtos vendidos em embalagens com mais de 1,5 kg poderão continuar a usar plástico. Frutas sensíveis, que precisam de proteção extra, como amoras, também estarão protegidas da medida agora. Nesses casos, a indústria vai ganhar um prazo extra para se adaptar que pode ir até 2026, segundo o jornal econômico JDD.

Fim da destruição de produtos encalhados

Neste início de ano, uma outra regra da lei antirresíduos entra em vigor na França: a proibição da destruição de produtos não vendidos.

Com isso, as empresas não poderão mais queimar ou destruir roupas, móveis, brinquedos e produtos de higiene que não conseguiram vender. Prática conhecida nos momentos de troca de coleção, por exemplo, para evitar a perda de valor do mercado.

A medida tem o objetivo de evitar desperdícios, mas pode incentivar doações para associações que ajudam pessoas carentes.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Nos EUA, 21 pessoas ficam presas em teleférico

O gelo fez com que a estrutura travasse. Acidente aconteceu na cidade de Albuquerque.

Por g1

Equipes de resgate da cidade de Albuquerque, nos Estados Unidos, salvaram 21 pessoas que ficaram presas em dois bondinhos teleféricos em uma montanha.

Houve um acúmulo de gelo na estrutura, e as pessoas ficaram presas na noite de sexta-feira (31).

Entre as pessoas que ficaram presas havia empregados da empresa responsável pelo próprio bondinho e de um restaurante.

Um vídeo mostra um helicóptero de resgate em ação. Um pessoa desceu com cordas de um dos bondinhos que ficaram parados.

Não houve feridos e todos estão seguros.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Raptado na infância, homem reencontra mãe após desenhar de memória o mapa de sua vila

Li Jingwei tinha apenas quatro anos quando foi atraído por um vizinho para fora de sua casa e vendido para uma quadrilha de tráfico de crianças. Mais de 30 anos depois, ele reencontrou sua família.

Por BBC

Um homem chinês que foi sequestrado há mais de 30 anos se reencontrou com sua mãe biológica depois de desenhar de memória um mapa da vila em que vivia na infância até ser levado.

Li Jingwei tinha apenas quatro anos quando foi atraído por um vizinho para fora de sua casa e vendido para uma quadrilha de tráfico de crianças.

Décadas depois, em 24 de dezembro de 2021, ele compartilhou na internet um mapa desenhado que ele desenhou à mão, de cabeça. A ilustração publicada no aplicativo de compartilhamento de vídeo Douyin viralizou nas redes sociais e foi comparada pela polícia a uma pequena vila do país. Em seguida, o caso foi associado a uma mulher cujo filho havia desaparecido há três décadas.

Após a realização de testes de DNA, para comprovar o vínculo entre eles, mãe e filho finalmente voltaram a se encontrar, na província de Yunnan em 1º de janeiro de 2022.

O vídeo da reunião deles mostra Li Jingwei removendo cuidadosamente a máscara de proteção de sua mãe, usada contra o coronavírus, para que pudesse examinar o rosto dela. Logo depois ele começa a chorar e a abraça.

“Trinta e três anos de espera, incontáveis ​​noites de saudade e, finalmente, um mapa desenhado à mão de memória: este é o momento perfeito depois de 13 dias”, escreveu Li em seu perfil em Douyin, pouco antes do esperado reencontro. “Obrigado a todos que me ajudaram a reunir a minha família.”

Li foi sequestrado perto da cidade de Zhaotong, no sudoeste da província de Yunnan, em 1989, e posteriormente vendido a uma família que vivia a mais de 1.800 km de distância.

Morador atualmente da província de Guangdong, no sul da China, ele não teve sucesso em suas perguntas para seus pais adotivos ou em consultas a bancos de dados de DNA. Foi quando ele decidiu recorrer a redes sociais.

“Sou uma criança que tentando encontrar sua casa. Fui levado para Henan por um vizinho careca por volta de 1989, quando tinha cerca de quatro anos”, disse ele no vídeo, compartilhado milhares de vezes.

“Este é um mapa da minha área residencial que desenhei de memória”, diz ele no vídeo, segurando um guia aproximado da vila, que incluía características como um prédio que ele acreditava ser uma escola, uma floresta de bambu e um pequeno lago.

Raptos de crianças não são incomuns na China. Muitas crianças são raptadas ainda bastante novas e vendidas a outras famílias dentro e fora do país. Em 2015, estimou-se que 20 mil crianças eram sequestradas todos os anos na China, país de 1,4 bilhão de pessoas que adotou uma rígida política de filho único de 1979 a 2015.

O ano de 2021 foi marcado por diversos episódios de jovens que conseguiram encontraram seus pais biológicos após décadas de separação.

Em julho passado, por exemplo, Guo Gangtang se reuniu com seu filho 24 anos depois que ele foi sequestrado na província de Shandong. Essa história de desaparecimento inspirou um filme em 2015, estrelado por Andy Lau, ator, cantor e produtor famoso de Hong Kong.

Depois que seu filho foi sequestrado em 1997, Guo teria viajado para mais de 20 províncias em todo o país em uma motocicleta seguindo pistas.

Carregando faixas com a foto de seu filho, ele disse ter gasto as economias de sua vida durante a missão, dormindo embaixo de pontes e implorando por esmolas quando ficou sem dinheiro.

Enquanto procurava por seu filho, ele também se tornou um membro proeminente de organizações de pessoas desaparecidas na China e ajudou pelo menos sete pais a se reunirem com seus filhos sequestrados.

De acordo com o Ministério de Segurança Pública da China, a polícia conseguiu rastrear a identidade do filho de Guo por meio de testes de DNA. Dois suspeitos do sequestro foram posteriormente rastreados e presos, informou o jornal chinês Global Times.

Os suspeitos, que estavam namorando na época, planejavam sequestrar uma criança para vendê-la por dinheiro, segundo uma reportagem do China News.

Depois de ver o filho de Guo brincando sozinho fora de sua casa, a suspeita — identificada apenas pelo sobrenome Tang — o agarrou e o levou à rodoviária, onde seu parceiro, Hu, a aguardava. O casal então pegou um ônibus intermunicipal para a província vizinha de Henan e o vendeu lá.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

A ‘cápsula do tempo’ de 130 anos encontrada embaixo de monumento a general da Guerra Civil americana retirado após protestos

Dentro do objeto, havia jornais, livros e munições.

Por BBC

Dentro do objeto, havia jornais, livros e munições — Foto: Reuters/Via BBC

Dentro do objeto, havia jornais, livros e munições — Foto: Reuters/Via BBC

Uma ‘cápsula do tempo’ de mais de 130 anos foi descoberta no Estado americano da Virgínia após a remoção de uma estátua de um militar alvo de protestos do movimento ‘Black Lives Matter’ (‘Vidas Negras Importam’, em tradução livre) em 2020.

A caixa continha memorabilia da Guerra de Secessão dos Estados Unidos (1861-1865), também conhecida como Guerra Civil Americana. O conflito opôs o norte ao sul do país em torno, principalmente, da questão da escravidão.

Dentro do objeto, havia jornais, livros e munições.

A caixa foi descoberta em Richmond, capital da Virgínia, durante os trabalhos de remoção da estátua do general confederado Robert E Lee (1807-1870).

Restauradores abrem segunda cápsula do tempo encontrada na cidade de Richmond, na Virgínia

Ela foi retirada em meio a protestos após o assassinato de George Floyd em Minneapolis no ano passado. Floyd, um homem negro de 46 anos, foi sufocado e morto por um policial branco após ser imobilizado.

Registros mantidos pela Biblioteca da Virgínia dizem que a cápsula foi enterrada em 1877 e que dezenas de moradores locais contribuíram com cerca de 60 objetos para a caixa.

Kate Ridgway, responsável pelo setor de preservação do Departamento de Recursos Históricos da Virgínia, disse que o conteúdo e o design da caixa parecem corresponder aos registros históricos.

Ela acrescentou que, apesar de úmidos, os itens estavam em melhores condições do que o esperado.

“Pensamos que tudo seria sopa e não é, então isso é ótimo”, disse Ridway a repórteres.

A cápsula continha uma série de artefatos da era da guerra civil, incluindo uma bandeira da Confederação que supostamente foi feita da árvore que cresceu sobre o túmulo original do famoso separatista General Stonewall Jackson (1824-1865), as bolas Miniè — um tipo de bala usado na Guerra Civil — e um mapa da cidade de Richmond.

Alguns registros históricos levaram a especulações de que a cápsula poderia conter uma foto rara do falecido presidente Abraham Lincoln (1809-1865).

De fato, os conservadores encontraram uma imagem impressa de uma edição de 1865 do jornal Harper’s Weekly que, segundo Ridgway, parecia mostrar uma figura sofrendo diante do túmulo de Lincoln.

Mas a foto em questão não era a que os pesquisadores acreditavam ser rara.

Uma cápsula do tempo menor foi encontrada no local no início deste mês. Era, na verdade, uma homenagem não oficial colocada pelos homens que construíram partes da estátua.

O governador da Virgínia, Ralph Northam, ordenou que a estátua fosse retirada em setembro, na esteira dos protestos que atingiram os EUA após o assassinato de George Floyd.

O general Lee é uma figura controversa no país. Enquanto alguns veem seus memoriais como símbolos do orgulho sulista, muitos outros os ridicularizam como uma lembrança da história de racismo e opressão dos Estados Unidos.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Ômicron passa a ser variante dominante de coronavírus na França

O número de casos ultrapassou os 200 mil por dois dias seguidos. É o recorde na França.

Por g1

França registra mais 200 mil infecções pela Covid num único dia

A agência de saúde pública da França afirmou em um comunicado publicado na quinta-feira (30) que a ômicron é a variante do coronavírus dominante no país.

Nesta semana, 62,4% dos testes apresentavam perfil compatível com a variante ômicron, contra 15% na anterior, apurou o órgão público em seu último relatório semanal.

O avanço da variante era esperado –a ômicron também se tornou dominante em Portugal e no Reino Unido.

O ministro francês da Saúde, Olivier Véran, declarou que 10% da população esteve em contato com alguém contaminado e que, diante da velocidade de circulação do vírus por causa da variante ômicron, “quem ainda não foi vacinado tem poucas chances de escapar” de uma contaminação.

Recorde de infecções

França está testemunhando um “tsunami” de infecções de Covid-19. Na quarta-feira, o país registrou 208 mil casos novos, um recorde nacional e europeu, disse o ministro da Saúde, Olivier Verán, a parlamentares na quarta-feira. Na quinta-feira, o número também foi de mais de 200 mil notificações.

O país quebrou recordes de Covid-19 várias vezes nos últimos dias. Os 180 mil casos de terça-feira já representam a maior cifra de um país da Europa, de acordo com dados disponíveis no site Covidtracker.fr.

“Isto significa que, 24 horas por dia, dia e noite, a cada segundo em nosso país duas pessoas francesas recebem um diagnóstico positivo de coronavírus”, explicou Verán. “Nunca vivenciamos tal situação”, disse ele, descrevendo o aumento de casos como “estonteante”.

Laboratórios tentam determinar incidência da variante ômicron no Brasil

A situação dos hospitais já era preocupante por causa da variante Delta, alertou o ministro, e o impacto da nova variante Ômicron ainda não se fez sentir, algo que ele disse que acabará acontecendo. A gripe complicará as coisas ainda mais para os hospitais, acrescentou.

“Quanto à ômicron, eu não falaria mais em uma onda. Isto é uma correnteza, na qual várias ondas se combinam para formar uma onda maciça.”

O número global de infecções de Covid-19 atingiu altas recordes nos últimos dias. Isso tem sido atribuído à ômicron, que se dissemina rapidamente, mantendo muitos trabalhadores em casa e sobrecarregando centros de exames.

Trabalho remoto

O governo determinou esta semana que as pessoas precisarão trabalhar remotamente pelo menos três dias durante a semana. Se essa regra não for observada, as empresas poderão ser multadas.

As empresas que não observarem a regra sobre trabalho remoto estarão sujeitos a uma multa de até € 1.000 por empregado (R$ 6.300), podendo chegar a um total de € 50 mil (R$ 315 mil).

O projeto de multa ainda deve ser votado pela Assembleia Nacional. Mas um novo Protocolo Nacional das Empresas (PNE) foi publicado na quinta-feira (30) pelo Ministério de Trabalho francês.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Moradores deixam suas casas após incêndio florestal no estado do Colorado, nos EUA

Torres de eletricidade derrubadas por fortes ventos provocaram pequenos incêndios, que se espalharam rapidamente pela região caracterizada por seca.

Por France Presse

Milhares de pessoas receberam um chamado de evacuação nesta quinta-feira (30), devido ao rápido avanço de incêndios florestais no Colorado, nos Estados Unidos, uma região afetada por uma seca histórica.

Torres de eletricidade derrubadas por fortes ventos provocaram pequenos incêndios, que ganharam corpo na paisagem ressecada do condado de Boulder.

Os 20 mil habitantes da cidade de Louisville, junto com mais 13 mil moradores da cidade de Superior, receberam o chamado de evacuação. O Serviço Nacional de Meteorologia informou que se trata de uma situação “que está colocando vidas em risco”.

Ventos de 160 km/h foram registrados em vários locais, espalhando as chamas e dificultando o esforço dos bombeiros. Estruturas de prédios também foram atingidas.

“Orações para as milhares de famílias evacuadas pelos incêndios em Superior e Boulder”, escreveu no Twitter o governador do Colorado, Jared Polis. “Ventos rápidos estão espalhando as chamas rapidamente”, acrescentou.

Seca histórica e mudanças climáticas

Como boa parte do oeste dos Estados Unidos, o Colorado atravessou anos de seca que deixaram a área ressecada e vulnerável aos incêndios florestais.

Embora as chamas sejam parte natural do ciclo climático, ajudando a limpar a vegetação, sua escala e intensidade estão aumentando.

Cientistas alertam que as mudanças climáticas, majoritariamente impulsionadas por atividades humanas, como a queima indiscriminada de combustíveis fósseis, estão alterando os padrões meteorológicos.

Isto prolonga as secas em várias áreas e provoca tempestades incomuns fora de época em outras regiões, um fenômeno esperado à medida que as temperaturas em todo o mundo continuam aumentando.

Daniel Swain, meteorologista da Universidade da Califórnia, tuitou que era “difícil de acreditar” que estes incêndios estivessem ocorrendo em dezembro, quando não costumam ocorrer este tipo de chamas.

“Mas se pegarmos um outono quente e seco, com apenas 2,5 cm de neve até agora na estação, e acrescentarmos uma tempestade de vento extrema (de mais de 160 km/h)… O resultado são incêndios extremamente rápidos e perigosos”, explicou.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.