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Ex-governador de Nova York, Andrew Cuomo não será mais processado por delito sexual, diz promotor

No ano passado, Cuomo foi denunciado à Justiça americana por ter supostamente tocado os seios de uma ex-assessora sem seu consentimento.

Por g1

Um promotor de Nova York disse nesta terça-feira (4) que vai retirar a acusação de delito sexual contra o ex-governador Andrew Cuomo por não ter provas suficientes para seguir com o processo.

No ano passado, Cuomo foi denunciado à Justiça dos Estados Unidos por ter supostamente tocado os seios de uma ex-assessora sem seu consentimento.

O processo, que corria em um tribunal de Albany, era o primeiro movido contra o democrata desde que ele foi forçado a renunciar em agosto de 2021, após uma série de denúncias de assédio.

Sem provas

O procurador David Soares disse em um comunicado que não era possível, neste caso, provar que houve um crime acima de “qualquer dúvida razoável”.

Ele disse ainda que seu escritório investigou a denúncia feita por Brittany Commisso, ex-assessora de Cuomo, e que ele a considerou “cooperativa e confiável”.

“Continuo profundamente preocupado com alegações como as que estão em questão aqui”, disse em nota. “Tal conduta não tem lugar no governo ou em qualquer local de trabalho.”

Outras denúncias

A denúncia de Commisso foi o caso individual mais grave entre os levantados no ano passado contra o então governador de Nova York.

O democrata, de 64 anos, renunciou após uma investigação preliminar que descobriu que ele teria assediado sexualmente 11 mulheres, incluindo ex-funcionárias.

Ele negou as acusações e afirmou mais de uma vez ser vítima do que chamou de “vingança política”. A defesa de Cuomo não respondeu imediatamente sobre o assunto.

Outros promotores do estado investigaram algumas das outras queixas individuais e se recusaram a apresentar acusações também por falta de evidências.

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Desertor da Coreia do Norte que voltou para casa teve dificuldades e vivia vida miserável no Sul

O desertor está na casa dos 30 anos de idade e vivia na pobreza enquanto trabalhava como faxineiro, afirmou uma autoridade militar.

Por Hyonhee Shin, Reuters

O desertor da Coreia do Norte, que fez uma travessia arriscada da fronteira de volta para casa passou dificuldades na Coreia do Sul, informam autoridades em reportagens da imprensa local nesta terça-feira (4), alimentando um novo debate sobre como os desertores são tratados em suas novas vidas. 

O Exército sul-coreano identificou o homem que atravessou a fortificada Zona Desmilitarizada que separa as duas Coreias no sábado, como um norte-coreano que havia fugido para o Sul em uma região semelhante há pouco mais de um ano. 

A situação do homem joga uma nova luz sobre as vidas dos desertores, e levanta questões sobre se eles teriam recebido o apoio adequado após fazerem a perigosa jornada para fugir do empobrecido e rigidamente controlado Norte para o rico e democrático Sul. 

O desertor está na casa dos 30 anos de idade e vivendo na pobreza enquanto trabalhava como faxineiro, afirmou uma autoridade militar. 

“Eu diria que ele era classificado como classe baixa, mal conseguindo viver”, disse a autoridade, que se recusou a elaborar mais citando preocupações com a privacidade. 

Autoridades, que dizem que há poucos riscos de que o homem seja um espião norte-coreano, abriram um inquérito para entender como o homem contornou guardas apesar de ter sido visto pelas câmeras de segurança algumas horas antes de atravessar a fronteira. 

Autoridades norte-coreanas não comentaram o incidente e a imprensa estatal não o reportou. 

Desde 2012, houve a confirmação de que apenas 30 desertores retornaram ao Norte, de acordo com o Ministério da Unificação. Mas desertores e ativistas dizem que pode haver muito mais casos desconhecidos entre aqueles que lutaram para se adaptar à vida no sul.

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Centenas de motoristas ficam presos em rodovia nos EUA após acidente e tempestade de neve

Em meio ao congestionamento na principal ligação norte-sul da costa leste, motoristas publicaram mensagens nas redes sociais sobre a falta de combustível e de comida e água.

Por Associated Press

Centenas de motoristas ficam presos em rodovia nos EUA após acidente e tempestade de neve

Centenas de motoristas ficaram presos durante toda a noite de segunda-feira (3) e a madrugada desta terça-feira (4) em uma das principais rodovias da costa leste dos Estados Unidos, após um acidente entre seis reboques e em meio à neve e às baixas temperaturas no país.

A colisão não deixou feridos, mas bloqueou completamente o tráfego nos dois sentidos da Interestadual 95 (I-95), no estado da Virgínia, e a quantidade de neve que caiu tornou impossível a movimentação dos veículos em um trecho de cerca de 80 km da rodovia.

Em meio ao congestionamento na principal ligação norte-sul da costa leste dos EUA, motoristas publicaram mensagens cada vez mais desesperadas nas redes sociais sobre a falta de combustível e de comida e água.

O Departamento de Transporte da Virgínia disse que trabalha para tirar os motoristas do local.

“Muitos viajantes ficaram presos na Interestadual 95 em nossa região por períodos extraordinários de tempo nas últimas 24 horas, em alguns casos desde a manhã de segunda-feira. Isso não tem precedentes”, disse Marcie Parker, engenheira do departamento no distrito de Fredericksburg.

“Além de tirar os caminhões, estamos tratando a neve e vários centímetros de gelo que se acumularam ao redor deles para garantir que, quando as pistas reabrirem, os motoristas possam seguir com segurança para seu destino”, afirmou Parker.

Caíram entre 17 e 28 centímetros de neve durante a nevasca de segunda na Virgínia, segundo o Serviço Meteorológico Nacional dos EUA, e milhares de acidentes e veículos encalhados foram relatados em todo o centro e norte do estado.

A polícia estadual diz ter respondido a mais de 2 mil chamados devido às condições traiçoeiras das estradas e alertou à população que evite trafegar a menos que seja absolutamente necessário, especialmente à noite e com temperaturas muito baixas.

A tempestade também causou a queda de energia em várias partes do estado e afetou o funcionamento das câmeras da rodovia. Mais de 281 mil clientes permaneceram sem eletricidade nesta terça, segundo o site poweroutage.us.

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Mundo bate novo recorde com 2,59 milhões de casos de Covid em 1 dia

O país com mais infectados nas últimas 24 horas foi novamente os EUA, mas os 869 mil novos casos ficaram abaixo do recorde de mais de 1 milhão de segunda.

Por g1

Em meio à proliferação da variante ômicron do novo coronavírus, o mundo registrou um novo recorde de novos casos de Covid-19 em 24 horas, com 2,59 milhões de infectados.

O país com mais casos registrados foi novamente os Estados Unidos, mas os 869 mil novos casos de terça-feira (4) ficaram abaixo do recorde de mais de 1 milhão de infectados de segunda-feira (3).

A ômicron já é responsável por 95,4% das novas infecções nos EUA, segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) do país.

O segundo com mais casos foi a França, que registrou mais de 271 mil novos infectados. Antes da atual onda, o país nunca tinha tido mais de 118 mil infectados em um único dia.

Os 10 países com mais casos confirmados de Covid-19 são:

  1. Estados Unidos869 mil
  2. França271 mil
  3. Reino Unido: 221 mil
  4. Itália: 170 mil
  5. Espanha: 117 mil
  6. Canadá: 83 mil
  7. Argentina: 81 mil
  8. Austrália: 71 mil
  9. Alemanha: 61 mil
  10. Índia: 58 mil

Os dados são de terça-feira (4) e foram compilados e divulgados nesta quarta-feira (5) pelo “Our World in Data”, projeto ligado à Universidade Oxford.

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Afeganistão: após retirada americana, país começa o ano com mulheres em risco, milhões passando fome e ameaça constante do Estado Islâmico

Talibã tomou o poder há pouco mais de quatro meses e perspectivas para a população são desalentadoras.

Por g1

Com o Talibã no governo há pouco mais de quatro meses, o Afeganistão chega a 2022 enfrentando uma grave crise financeira, com a fome assolando uma enorme parcela de sua população, acusações de execuções e desrespeito às promessas de melhor tratamento às mulheres, além de ameaças de conflitos com o Estado Islâmico.

Ao mesmo tempo, o novo governo se empenha em reconstruir relações internacionais e apela pelo fim das sanções dos EUA e de outros países.

“Tornar o Afeganistão instável ou ter um governo afegão fraco não é do interesse de ninguém”, disse o ministro das Relações Exteriores afegão, Amir Khan Muttaqi, à Associated Press, em 13 de dezembro.

A situação da população é considerada tão crítica que o Banco Mundial informou no dia 10 de dezembro que doadores internacionais concordaram em arrecadar US$ 280 milhões para fornecer assistência humanitária. O dinheiro do Fundo Fiduciário de Reconstrução do Afeganistão (ARTF) será destinado à Unicef e ao Programa Mundial de Alimentos, segundo um comunicado.

Dois dias depois, a Índia enviou cerca de duas toneladas de medicamentos em um voo especial, que retornou a Cabul depois de transportar até Nova Déli indianos e afegãos membros de minorias. O Talibã agradeceu a doação e disse que espera que outros países façam o mesmo.

Fome

O Programa Mundial de Alimentação (WFP, na sigla em inglês), da Organização das Nações Unidas, estima que mais da metade da população do Afeganistão vive abaixo da linha da pobreza, e a insegurança alimentar – que é a falta de acesso a suprimentos básicos de nutrição – está aumentando, muito devido à instabilidade política, social e econômica que atinge comunidades inteiras.

O WFP afirma que ao menos 22,8 milhões de pessoas, de um total de quase 35 milhões de habitantes, são afetadas pela insegurança alimentar no país, incluindo as centenas de milhares que tiveram de fugir de conflitos desde o início deste ano.

Em algumas regiões do país, a situação é tão dramática que famílias chegam até a vender seus filhos para sobreviver. Mohammad Ibrahim, um residente de Cabul, por exemplo, disse à Deutsche Welle que, sem outra opção para quitar um débito que a família tinha e ter a casa queimada, aceitou negociar a filha de 7 anos.

Mulheres

Ao assumir o poder, o Talibã prometeu que desta vez o tratamento dado às mulheres seria menos rígido do que da outra vez que governou o país, entre 1996 e 2001, quando elas foram impedidas de trabalhar e estudar e eram obrigadas a usar burcas que cobriam completamente seus corpos, da cabeça aos pés. Também havia apedrejamento de mulheres acusadas de adultério.

Um porta-voz do grupo chegou a conceder uma entrevista a uma jornalista que não usava burca, na qual afirmou que as mulheres poderiam trabalhar. Ainda em agosto, o Talibã também anunciou que elas poderiam estudar em universidades, mas longe dos homens – aulas mistas seriam proibidas, assim como nas escolas primárias e secundárias.

Afeganistão: entenda os riscos para as mulheres sob o regime talibã

Na prática, porém, o discurso não se concretizou. O grupo determinou que todas as mulheres, exceto as do setor público de saúde, se afastassem do trabalho até que a “segurança do país” melhorasse.

O novo governo substituiu ainda o Ministério dos Assuntos da Mulher pelo Ministério da Virtude, o mesmo departamento responsável, até o início dos anos 2000, por enviar a polícia religiosa às ruas para fazer cumprir uma interpretação radical da lei Sharia (lei islâmica).

Afeganistão sob o Talibã: estudante que abandonou estudo escreve poema a outras mulheres

Duas afegãs que falaram ao g1 relataram as barreiras encontradas para voltar às escolas. Uma diretora de uma escola em Cabul afirmou que membros do Talibã estavam indo à porta do local e faziam muitas perguntas, intimidando funcionárias e estudantes. A outra disse ter medo de sair às ruas e de mandar sua filha para as aulas.

Algumas meninas recorrem a aulas clandestinas para continuar a aprender, já que, segundo reportagem da Deutsche Welle, em algumas cidades, as garotas não podem frequentar a escola depois da sexta série e, em algumas áreas, as meninas mais velhas não podem sentar-se com alunos do sexo masculino.

A BBC ouviu professoras e meninas de 13 províncias, e em todas elas as aulas para jovens do sexo feminino estão suspensas, apesar das promessas do Talibã de que não seriam interrompidas.

As autoridades evitaram anteriormente confirmar que se tratava de uma proibição total. No entanto, em uma entrevista à BBC, o vice-ministro da Educação em exercício, Abdul Hakim Hemat, confirmou que as meninas não teriam permissão para frequentar a escola secundária até que uma nova política educacional fosse aprovada no ano novo.

Em novembro, o governo anunciou que jornalistas e âncoras de telejornais só poderão continuar no ar se usarem um hijab – espécie de lenço islâmico cobrindo a cabeça. Já filmes e dramas televisivos com mulheres no elenco não podem mais ser exibidos nas emissoras de TV afegãs.

O mais recente anúncio feito pelo Talibã em relação às mulheres, no início de dezembro, finalmente pareceu ser positivo: o governo publicou um decreto afirmando que “Uma mulher não é uma propriedade, mas um ser humano nobre e livre; ninguém pode dá-la a ninguém em troca de paz… ou para por fim à animosidade”.

Na prática, isso significa que uma mulher precisa consentir para se casar, que ela não pode ser obrigada a fazê-lo. Além disso, viúvas devem ter sua parcela da herança do falecido marido.

A questão, a essa altura, é saber se esta será mais uma promessa quebrada pelo regime.

Fuga

Um dos líderes culturais do Talibã, Ahmadullah Wasiq, disse em uma entrevista a uma rede de TV da Austrália, a SBS, em agosto, que o esporte feminino é “algo inapropriado e desnecessário”.

Assim como artistas, muitas atletas deixaram o país, especialmente após a terrível morte da jogadora Mahjabin Hakimi, da seleção júnior de vôlei feminino, decapitada por extremistas.

A seleção feminina de futebol, por exemplo, criada em 2007, conseguiu sair do Afeganistão, acompanhada de seus familiares, com o apoio do governo da Austrália.

Outra categoria de mulheres extremamente ameaçada foram juízas. Além de enfrentar os riscos dos membros do Talibã, elas também corriam perigo porque muitos dos homens que condenaram por crimes graves foram libertados quando o grupo avançava pelo país, abrindo prisões e deixando prisioneiros escaparem.

Centenas delas se esconderam e dependeram de ajuda internacional para conseguir deixar o país.

Sete delas vieram ao Brasil, com vistos humanitários, acompanhadas de 14 parentes. Para chegar aqui, passaram pela Grécia, depois de deixar absolutamente tudo o que tinham para trás.

Mulheres formam rede de salvação para juízas afegãs que condenaram talibãs

Em entrevista ao Fantástico (veja acima), elas afirmaram ser gratas porque suas filhas poderão estudar e se tornar cidadãs brasileiras, crescendo em um lugar seguro, diferente das meninas afegãs que ficaram para trás.

Ameaça do Estado Islâmico

Como se não bastassem as imposições do governo talibã, a população ainda precisa lidar com a ameaça constante de outro grupo extremista, o Estado Islâmico-Khorasan (EI-K).

O EI-K reivindicou alguns dos ataques mais violentos dos últimos anos no Afeganistão e no Paquistão.

O grupo massacrou civis nos dois países em mesquitas, santuários, praças e até hospitais, além de ter executado ataques contra muçulmanos de alas que considera hereges – em particular os xiitas.

Em agosto de 2019, o EI-K reivindicou a autoria de um atentado contra os xiitas durante um casamento em Cabul que deixou 91 mortos.

As autoridades suspeitam que o grupo foi o responsável por um ataque, em maio de 2020, que chocou o mundo. Homens armados abriram fogo na maternidade de um bairro de maioria xiita de Cabul. Nele, 25 pessoas morreram, entre elas 16 mães e recém-nascidos.

O grupo também reivindicou o ataque próximo ao aeroporto de Cabul durante a retirada americana em agosto deste ano, que deixou dezenas de mortos, entre civis afegãos e militares dos EUA.

Nas províncias em que está presente, o EI-K deixou marcas profundas. Seus homens mataram a tiros, decapitaram, torturaram e aterrorizaram os moradores, deixando minas por todos os lados.

Além dos bombardeios e massacres, o EI-Khorasan não conseguiu controlar nenhum território na região e sofreu grandes perdas nas operações militares talibãs e americanas.

Embora os dois grupos sejam militantes islâmicos sunitas de linha dura, também são rivais e divergem em temas de religião e estratégia. Cada um diz representar a verdadeira bandeira da Jihad.

As divergências provocaram confrontos sangrentos, dos quais os talibãs geralmente saíram vitoriosos desde 2019, quando o EI-Khorasan foi incapaz de controlar um território como fez seu grupo parente no Oriente Médio.

Em um sinal de inimizade entre os grupos jihadistas, os comunicados do EI se referem aos talibãs como apóstatas.

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Coreia do Norte dispara projétil não identificado, diz exército sul-coreano

Projétil caiu no mar a leste da península asiática, disse o Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul em um comunicado. Entre setembro e outubro de 2021, Coreia do Norte anunciou que havia realizado com sucesso testes de mísseis de cruzeiro de longo alcance, mísseis balísticos lançados de submarino e de trem, além do que definiu como teste de míssil hipersônico.

Por France Presse

Coreia do Norte disparou um projétil não identificado ao mar, informaram os militares sul-coreanos nesta quarta-feira (5, noite de terça em Brasília), no que seria o primeiro teste militar de Pyongyang em 2022.

O projétil caiu no mar a leste desta península asiática, disse o Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul em um comunicado, sem dar mais detalhes sobre o lançamento.

Entre setembro e outubro de 2021, o país comunista anunciou que havia realizado com sucesso testes de mísseis de cruzeiro de longo alcance, mísseis balísticos lançados de submarino e de trem, além do que definiu como teste de míssil hipersônico.

Desde então, a atividade militar de Pyongyang estagnou enquanto o regime comunista mantém o silêncio sobre os pedidos de negociações dos Estados Unidos.

Em uma importante reunião do partido na semana passada, o líder norte-coreano, Kim Jong-un, não mencionou os Estados Unidos e defendeu a continuação do desenvolvimento de suas capacidades militares, em linha com a estratégia implantada em seus dez anos de mandato, que lhe rendeu sanções internacionais significativas.

O país abandonou as negociações sobre seu programa nuclear desde que o diálogo entre Kim e o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fracassou em 2019.

O sucessor de Trump, o democrata Joe Biden, afirmou repetidamente a disposição do novo governo de se reunir com representantes norte-coreanos.

Mas, até agora, Pyongyang menosprezou esta oferta e acusou Washington de manter sua política “hostil”.

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Primeiro-ministro do Haiti denuncia tentativa de assassinato

Ariel Henry dirige o país desde o assassinato do presidente Jovenel Moïse por um comando armado, em 7 de julho de 2021. Premiê teve que deixar às pressas comemoração de independência do país, sob rajadas de tiros, na cidade de Gonaïves, no sábado.

Por France Presse

O primeiro-ministro do Haiti, Ariel Henry, denunciou nesta segunda-feira (3), durante entrevista à agência France Presse, uma tentativa de assassinato da qual foi alvo durante as comemorações do feriado nacional organizadas no último sábado na cidade de Gonaïves.

“Tentaram algo contra mim, pessoalmente”, afirmou o chefe de governo haitiano, que dirige o país desde o assassinato do presidente Jovenel Moise por um comando armado, em 7 de julho. “Minha vida está na mira das pessoas.”

Confrontos entre a polícia e grupos armados eclodiram no sábado durante a celebração em Gonaïves, a 150 km da capital do país, Porto Príncipe. Sob rajadas de tiros, Henry e os oficiais presentes foram forçados a deixar apressadamente a cidade onde a declaração de independência do Haiti foi assinada, em 1º de janeiro de 1804.

Fotos transmitidas à AFP pelo seu gabinete mostram uma marca de tiro no para-brisa do blindado do primeiro-ministro.

No fim de dezembro, grupos de cidadãos e membros de quadrilhas armadas de Gonaïves, terceira maior cidade do Haiti, expressaram violentamente sua oposição à chegada do governante.

Chantagem

“Eu sabia que estava correndo esse risco”, confirmou Henry. “Não se pode aceitar que bandidos do entorno que sejam, por motivos pecuniários desprezíveis, queiram chantagear o Estado”, criticou, afirmando que integrantes de quadrilhas pediram dinheiro para não atacá-lo durante sua visita a Gonaives.

Sem um parlamento funcional há dois anos e com o Poder Judiciário paralisado pela ausência de juízes na mais alta corte do país, o Haiti mergulha em uma crise de governança que agrava a pobreza endêmica.

O controle crescente das quadrilhas sobre o território nacional reduz a esperança de melhora das condições de vida da população, vítima de sequestros realizados diariamente pelos grupos armados.

Dois anos depois de os últimos policiais das Nações Unidas terem deixado o país, o primeiro-ministro garante que as forças nacionais são capazes de restaurar a segurança. “Até agora, nunca solicitei tropas estrangeiras”, ressaltou Henry à AFP.

O premiê, no entanto, pediu à comunidade internacional apoio para a formação “e, eventualmente, material”. “Com os nossos homens, com a polícia, iremos conseguir, temos que conseguir”, concluiu.

Sem equipamentos adequados para enfrentar as quadrilhas, que contam com um arsenal de guerra, a polícia também enfrenta a falta de pessoal, uma vez que muitos agentes deixaram o cargo em busca de um futuro melhor no exterior.

Novecentos e cinquenta sequestros foram registrados no Haiti em 2021, de acordo com o Centro de Análise e Pesquisa de Direitos Humanos, que tem sede em Porto Príncipe.

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Israel vai aplicar quarta dose da vacina contra a Covid em idosos e profissionais da saúde

Israel se tornou o primeiro país a aplicar de forma mais abrangente o segundo reforço contra a doença, enquanto se prepara para uma onda da variante ômicron.

Por G1 e Deutsche Welle

O primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett, anunciou, neste domingo (2), que o país vai oferecer uma quarta dose de vacina contra a Covid-19 para pessoas com mais de 60 anos e profissionais da saúde. Assim, Israel se tornou o primeiro país a aplicar de forma mais abrangente o segundo reforço contra a doença, enquanto se prepara para uma onda de infecções provocadas pela variante ômicron do coronavírus.

“A onde de ômicron está aqui,” disse Bennett em entrevista à televisão israelense.

Pacientes com transplante de coração e pulmão de um hospital de Tel Aviv foram os primeiros a receber a quarta dose da vacina contra a Covid-19. Imunodeprimidos, residentes e funcionários de lares de idosos também devem receber as doses.

Um painel de especialistas do Ministério da Saúde israelense havia recomendado na semana passada que o país oferecesse uma quarta dose do imunizante da Pfizer-BioNTech para trabalhadores da área médica e pessoas com mais de 60 anos ou com sistema imunológico comprometido.

Israel foi um dos primeiros países a vacinar a população em massa, ainda em dezembro do ano passado, e um dos pioneiros na aplicação da dose de reforço, após observar que a imunidade diminui com o tempo. Por isso, é monitorado de perto por nações como os Estados Unidos.

Estudo com profissionais da saúde

Na segunda-feira (27), o hospital Sheba, em Tel Aviv, começou estudos sobre a aplicação da quarta dose. Cerca de 150 profissionais da saúde que tomaram a terceira dose em agosto e apresentam agora baixa contagem de anticorpos contra a doença também receberão o segundo reforço. De acordo com o hospital, este é o primeiro estudo do tipo no mundo.

A pesquisa, realizada em parceria com o Ministério da Saúde de Israel, tem como objetivo analisar o impacto da quarta dose na contagem de anticorpos, na prevenção da doença e monitorar a sua segurança.

‘Tsunami’ ômicron e novas restrições

Israel enfrenta atualmente um pico de infecções, impulsionada pela variante ômicron. Na quinta-feira, o país teve 4.085 novos casos, maior contagem diária de infecções desde o final de setembro.

Em resposta, o país introduziu novas restrições na quinta-feira, em uma tentativa de conter o aumento das taxas de infecção às vésperas das celebrações de ano novo.

Participantes de eventos ao ar livre com mais de 100 pessoas agora devem apresentar o passaporte sanitário. Além disso, para eventos ao ar livre com mais de 50 pessoas, se torna obrigatório o uso de máscara.

Israel tem cerca de 9,3 milhões de habitantes e contabiliza 8.243 mortes pelo coronavírus desde o início da pandemia.

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Variante ômicron e mau tempo fazem mais de 3.600 voos serem cancelados no mundo

O principal motivo para os cancelamentos foi o alto número de funcionários das companhias aéreas que não puderam trabalhar por estarem infectados com Covid-19.

Por G1

Mais de 3.600 voos são cancelados no mundo neste domingo (2), metade nos EUA

Mais de 3.600 voos foram cancelados no mundo neste domingo (2). Mais da metade deles, cerca de 2.100, somente nos Estados Unidos . Além disso, mais de 6.400 voos foram atrasados. As informações são do site especializado em aviação FlightAware. Os principais motivos para os cancelamentos e atrasos são o rápido avanço da variante ômicron do coronavírus e, em alguns casos, o mau tempo.

Apesar de as festas de fim de ano serem tradicionalmente um momento de pico de movimento para todas as companhias aéreas, a rápida disseminação da variante Ômicron atrapalhou os planos de muitos viajantes. O principal motivo para os cancelamentos foi o alto número de comissários de bordo, pilotos e funcionários em geral das companhias aéreas que não puderam trabalhar por estarem infectados com Covid-19.

Aumento de casos

O mundo tem visto um aumento rápido de novos casos da doença desde outubro, segundo a OMS.

Na última semana, o maior aumento percentual em novos casos ocorreu nas Américas, com um aumento de 39% em relação à semana anterior. Em números absolutos, houve 1,4 milhão de novas infecções: quase 1,2 milhão ocorreram nos Estados Unidos, 80 mil foram vistas no Canadá e quase 66 mil na Argentina.

Na Europa, foram registrados 2,8 milhões de novos casos na semana, com 611 mil no Reino Unido, 504 mil na França e 257 mil na Itália.

Vacina Covid-19 - imagem divulgação Prefeitura de Divinópolis — Foto: Prefeitura de Divinópolis/Divulgação

Vacina Covid-19 – imagem divulgação Prefeitura de Divinópolis — Foto: Prefeitura de Divinópolis/Divulgação

Vacinação no Brasil

O Brasil registrou, em dezembro, 4.355 mortes pela Covid-19 – menor número desde março de 2020, segundo dados apurados pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias de Saúde do país (veja gráfico abaixo).

É possível, entretanto, que haja subnotificação nesse número – ou seja, que o número de mortes de fato registradas no mês seja maior.

Apesar do apagão de dados em parte do mês , a vacinação também foi responsável pela queda de mortes no Brasil: o país chegou ao final de 2021 com 67% da população completamente vacinada contra a Covid-19.

O percentual é próximo da meta sugerida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para todos os países do mundo até meados de 2022. A entidade havia estabelecido como meta que cada país deveria imunizar 40% da sua população até dezembro do ano passado. O Brasil alcançou esse percentual em setembro.

Especialistas ouvidos pelo g1 avaliaram que, para este ano, medidas como a vacinação em massa e a vigilância constante (para identificar e isolar os casos positivos rapidamente) – além da comunicação clara dos governantes e o uso de máscaras – precisarão ser reforçadas.

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Onda simultânea de casos de Covid, gripe e gastroenterite lota hospitais na França

Na semana passada, a França bateu recordes de novas contaminações de Covid-19 e tem o índice mais alto de casos de toda a pandemia: 1.518 pacientes por 100 mil habitantes.

Por RFI

Ômicron já representa maioria dos casos de Covid na França

A França se prepara para um mês de janeiro com hospitais lotados, que enfrentam ondas simultâneas de casos de Covid, gripe e gastroenterite. O alerta foi dado pelo ministro francês da Saúde, Olivier Véran, durante uma entrevista à rádio France Inter, nesta segunda-feira (3).

“O risco que corremos com a ômicron é o da saturação de leitos hospitalares convencionais em nossos hospitais”, afirmou o ministro francês. “A ômicron é menos perigosa, causa menos casos de desconforto respiratório agudo e a necessidade de leitos de UTI é menor em relação a outras variantes. No entanto, pacientes mais sensíveis, podem apresentar quadros de febre alta, que precisam de três ou quatro dias de oxigênio, o que aumenta o fluxo de pacientes em leitos convencionais”, explicou o ministro.

Na semana passada, a França bateu recordes de novas contaminações de Covid-19 e tem o índice mais alto de casos de toda a pandemia: 1.518 pacientes por 100 mil habitantes, conforme o último relatório da agência Santé Publique France. A transmissão no país é provocada por duas variantes: a delta, mais perigosa, e a nova cepa, ômicron. Vários estudos preliminares mostram que ela provoca formas menos graves e atinge principalmente o trato respiratório superior.

Epidemia simultânea

Nas próximas semanas, as 200 mil infecções diárias deverão repercutir nos hospitais, que já enfrentam o aumento dos casos de gripe e de gastroenterite, típicas do inverno francês.

“A gripe começou e casos mais graves de gastroenterites já chegaram ao hospital. Pacientes com outras doenças crônicas também precisam ser tratados. Dos 400 mil leitos que contamos no país hoje, 20 mil já estão ocupados por pacientes Covid antes mesmo de sentirmos o impacto da onda de ômicron”, afirmou Véran. “Teremos um mês de janeiro difícil nos hospitais”, reiterou.

Para limitar as hospitalizações provocadas pela Covid-19, o governo francês aposta na vacinação e na aplicação da terceira dose, que não impede a contaminação mas evita formas moderadas e graves. Desde dezembro, todos os adultos podem receber o reforço, que agora pode ser solicitado três meses após a segunda dose. No final do ano, a campanha também foi estendida às crianças entre 5 e 11 anos.

Passaporte vacinal

O governo francês também pretende aumentar a pressão sobre os cerca de 5 milhões de franceses acima dos 12 anos que ainda não se vacinaram.

A partir desta segunda-feira, a assembleia Nacional inicia a votação de um projeto de lei que pretende tornar obrigatória a apresentação do certificado de vacinação contra a Covid-19 para entrar em restaurantes, bares, cinemas, academias, jogos esportivos, trens ou mesmo hospitais. A apresentação do teste negativo não será mais aceita e o passaporte vacinal deverá incluir a terceira dose para quem já tomou a segunda há mais de quatro meses.

O objetivo do governo de Emmanuel Macron é que o passaporte vacinal entre em vigor no dia 15 de janeiro.  De acordo com o deputado governista Yaël Braun-Pivet, o certificado permitirá “evitar medidas muito mais coercitivas”, como novos lockdowns ou a imposição de um toque de recolher.

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