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Explosão em Chongqing, na China, deixa mais de 15 mortos

Suspeita é de que local que abrigava cantina tenha tido vazamento de gás, segundo emissora estatal CCTV. Até a meia-noite de sexta-feira, já haviam sido retiradas 26 pessoas, das quais 16 morreram e uma estava em estado crítico.

Por Reuters

Um prédio que abrigava uma cantina em Chongqing, no sudoeste da China, desabou na sexta-feira após uma explosão suspeita de ter sido causada por um vazamento de gás, matando pelo menos 16 pessoas, informou a emissora estatal CCTV.

Até a meia-noite de sexta-feira, 26 pessoas foram retiradas do local, das quais 16 morreram, de acordo com a emissora neste sábado (8). Uma pessoa estava em estado crítico e as outras pessoas feridas também estavam no hospital.

O Ministério de Gerenciamento de Emergências enviou uma equipe de mais de 600 pessoas ao local no distrito de Wulong, em Chongqing, disse a CCTV.

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Na Alemanha, pessoas vacinadas com dose de reforço estão liberadas de quarentena mesmo após contato com infectado

Crianças poderão retornar à escola da quarentena se testarem negativo para o coronavírus após cinco dias.

Por Reuters

Ovelhas formam seringa gigante para promover a vacinação contra a Covid na Alemanha

Alemanha vai dispensar a exigência de quarentena às pessoas que receberam uma dose de reforço da vacina contra a Covid-19 após o contato com uma pessoa infectada com o vírus, disse o chanceler alemão, Olaf Scholz, nesta sexta-feira (7).

Aqueles que não tomaram a dose de reforço podem sair da quarentena após sete dias sob as novas regras acordadas por Scholz e líderes regionais alemãos nesta sexta-feira, disse o chanceler.

Além disso, crianças poderão retornar à escola da quarentena se testarem negativo para o coronavírus após cinco dias, acrescentou Scholz em coletiva de imprensa.

Vacinação obrigatória

Na Alemanha, 71,6% da população possui um esquema de vacinação completo.

No ano passado, o país chegou a anunciar que tornaria a vacinação obrigatória. Desde então, no entanto, as críticas e as dúvidas se multiplicaram.

O primeiro debate parlamentar agendado para a próxima semana foi adiado para o final de janeiro, há poucas propostas concretas e nenhuma proposta de lei para tornar a vacinação obrigatória foi escrita.

O grupo parlamentar do Partido Social-Democrata (SPD), de Scholz, não espera que esse processo legislativo termine antes do final de março.

A vacinação obrigatória nem mesmo é mencionada no anteprojeto que serve de base para a reunião entre o governo e as regiões para coordenar o combate ao coronavírus e, principalmente, ao surgimento da variante ômicron.

Cadastro de vacinação centralizado

Outro obstáculo é o lançamento de um cadastro de vacinação centralizado pelo governo, uma questão delicada em um país que continua traumatizado pela vigilância em massa implementada pelas autoridades, primeiro durante o nazismo e, depois, na Alemanha Oriental.

Esta questão é tema de divisão na nova coalizão de governo – formada pelo SPD, ambientalistas e o partido liberal (FDP). Esse último tem reservas quanto à vacinação obrigatória.

“A proteção da saúde é um bem precioso, mas o bem mais precioso de nossa Constituição é, e continuará a ser, a liberdade”, disse Christian Lindner, ministro das Finanças, um membro do FDP.

Para ele, a evolução da pandemia nas últimas semanas, que está globalmente controlada na Alemanha, onde os novos casos diários chegam a 55 mil, mostra que é preciso “agir com moderação”.

O FDP prefere esperar para ver como a epidemia evolui com a variante ômicron. “Se entre fevereiro e março os índices mostrarem que a vacinação obrigatória implica um claro aumento da liberdade de circulação para todos nós, então vamos defender essa solução”, disse o ministro da Justiça, o político liberal Marco Buschmann.

“Se, em vez disso, a vacinação ajudar por dois ou três meses, mas tudo continuar como antes, seria um argumento contra a vacinação obrigatória”, acrescentou.

Os legisladores liberais anunciaram que preparam uma contraproposta que descartaria o recurso à obrigatoriedade. No entanto, a partir de março, a vacina será obrigatória para profissionais da saúde.

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Empresário cearense perde carteira com mais de US$ 500 e recebe de volta de construtor nos EUA

David Queiroz é natural de Fortaleza e mora há 3 anos, em Houston, no Texas, onde perdeu a carteira com dinheiro e documentos.

Por Lena Sena

Empresário fala sobre carteira perdida com mais de 500 doláres devolvida por construtor

O empresário cearense David Queiroz, 31 anos, ainda não havia nem percebido o sumiço da carteira quando foi surpreendido por uma ligação nesta quarta-feira (5), da portaria do condomínio onde mora, em Houston, no Texas, informando sobre um construtor que estava a procura dele para devolver o objeto com documentos e US$ 558, cerca de R$ 3.186.

Natural de Fortaleza, David mora há três anos nos Estados Unidos e compartilhou o caso nas redes sociais, agradecendo a atitude do americano Giovanni Fonseca, proprietário de uma empresa texana de construções e reformas.

Carteira perdida por cearense tinha documentos e 558 dólares, cerca de R$ 3.186. — Foto: Arquivo pessoal

Carteira perdida por cearense tinha documentos e 558 dólares, cerca de R$ 3.186. — Foto: Arquivo pessoal

“Foi tão rápido que ele me procurou, que eu não tinha notado ainda que a carteira havia caído do meu bolso. Passei a acreditar mais na honestidade das pessoas e isso me tocou e me causou uma reflexão, que esse tipo de atitude é a que todos queriam receber.”, disse David Queiroz.

Segundo o empresário, ele perdeu a carteira durante uma ida a uma loja de departamento. Giovanni conseguiu encontrá-lo através do endereço que consta na licença de direção e entrou em contato para informar sobre o achado.

O empresário David Queiroz (foto menor) recebeu uma ligação do construtor Giovanni Fonseca, que encontrou a carteira em uma loja nos Estados Unidos. — Foto: Arquivo pessoal

O empresário David Queiroz (foto menor) recebeu uma ligação do construtor Giovanni Fonseca, que encontrou a carteira em uma loja nos Estados Unidos. — Foto: Arquivo pessoal

“Ele ligou para o escritório do condomínio e o condômino me ligou e me deu o telefone dele. Liguei imediatamente. Ele dirigiu 40 minutos de volta ao ponto onde a carteira foi perdida para me devolver e isso foi uma outra atitude nobre por parte do Giovanni. Gostaria que todas as pessoas pudessem ter essa atitude como exemplo para a gente tornar o mundo melhor”, afirma o empresário.

Empresário David Queiroz, natural de Fortaleza, compartilhou nas redes sociais sobre a atitude do americano que devolveu sua carteira perdida. — Foto: Arquivo pessoal

Empresário David Queiroz, natural de Fortaleza, compartilhou nas redes sociais sobre a atitude do americano que devolveu sua carteira perdida. — Foto: Arquivo pessoal

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Argentina bate recorde de casos de Covid-19 com quase 110 mil infecções

Não há um impacto forte nas unidades de terapia intensiva e o número de mortes não aumentou.

Por Reuters

A Argentina ultrapassou, pela primeira vez, o número de 100 mil casos de covid em 24h

Argentina registrou na quinta-feira (7) um número recorde de casos de Covid-19 pelo terceiro dia consecutivo, com quase 110 mil casos, no momento em que a variante ômicron altamente infecciosa impulsiona uma terceira onda pandêmica no país.

A contagem recorde de 109.608 no meio da temporada de férias de verão, com centros turísticos cheios de viajantes, não se traduziu em um aumento exponencial semelhante nas mortes relacionadas à Covid, que totalizaram 40, segundo o governo.

“Não há um impacto forte nas unidades de terapia intensiva ou em número de mortes, os casos são leves ou moderados e não estão colocando pressão sobre o sistema de saúde”, disse a chefe de gabinete do Ministério da Saúde, Sonia Tarragona, à rádio local Urbana Play.

Argentina acelerou sua campanha de vacinação nos últimos meses. No começo da campanha, foi usada a vacina Sputnik V, depois foram acrescentados os imunizantes da AstraZeneca e da Sinopharm e, posteriormente, CanSino, Pfizer e Moderna.

Tarragona disse não saber qual será o limite máximo para infecções, mas alguns especialistas acreditam que o número real de casos entre os 45 milhões de habitantes do país é maior do que os dados oficiais.

“Hoje, na Argentina, poderíamos ter cerca de 150 mil ou 200 mil casos de novas infecções por dia”, disse o bioquímico Jorge Geffner à Reuters.

Ele estimou que o pico de infecção pode ocorrer em meados de janeiro.

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Ômicron é mortal e não deve ser chamada de variante branda, diz OMS

OMS alerta que variante ômicron está hospitalizando e matando pessoas.

Por BBC

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que a variante ômicron não deve ser descrita como branda, já que ela está matando pessoas em todo o mundo.

Estudos recentes sugerem que a ômicron tem menos probabilidade de deixar as pessoas gravemente doentes do que as variantes anteriores de Covid. Mas o número recorde de pessoas infectadas vem deixando os sistemas de saúde sobrecarregados, disse o diretor da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Nesta semana, os EUA registraram mais de um milhão de casos de Covid em 24 horas.

A OMS disse que o número de casos globais aumentou em 71% na última semana – e, nas Américas, subiu 100%. A entidade afirma que, entre os casos graves em todo o mundo, 90% são em pessoas que não foram vacinadas.

“Embora a ômicron pareça ser menos grave em comparação com a delta, especialmente entre os vacinados, isso não significa que ela deva ser classificada como branda”, disse Tedros em entrevista coletiva na quinta-feira (6/1).

“Assim como as variantes anteriores, a ômicron está hospitalizando e matando pessoas. Na verdade, o tsunami de casos é tão grande e rápido que está sobrecarregando os sistemas de saúde em todo o mundo.”

A ômicron é altamente contagiosa e pode infectar pessoas, mesmo as que estão totalmente vacinadas. No entanto, as vacinas são essenciais, pois ajudam a proteger contra casos graves que podem levar a hospitalização ou até morte.

O número de casos segue alto, sobretudo na Europa. Na quinta-feira (6/1), o Reino Unido relatou 179.756 novos casos e 231 mortes relacionadas à covid. Vários hospitais declararam ter chegado a pontos críticos devido à ausência de funcionários e pressões crescentes.

Na França, o ministro da Saúde, Olivier Veran, alertou esta semana que janeiro seria difícil para os hospitais. Ele acrescentou que os pacientes com ômicron ocupavam leitos “convencionais” em hospitais, enquanto a delta colocava pressão nos departamentos de UTI. A França relatou na quinta-feira 261 mil novos casos.

O presidente da Sérvia, Aleksandar Vucic, disse que o sistema de saúde do país está atualmente sob grande pressão. O país registrou mais de 9 mil casos na quinta-feira, segundo a imprensa local.

Em seus comentários mais recentes, o diretor da OMS repetiu seus apelos por uma melhor distribuição de vacinas para ajudar os países mais pobres a vacinarem suas populações.

Ele disse que, com base no quadro atual, 109 países não cumprirão a meta da OMS de que 70% do mundo esteja totalmente vacinado até julho.

No ano passado, o chefe da OMS havia dito que o mundo teria doses suficientes da vacina em 2022 para vacinar toda a população adulta global, se os países ocidentais não acumulassem vacinas para usar em seus programas de reforço.

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No Peru há 98 mil menores órfãos de pai e mãe por causa da Covid-19

O país vai pagar uma pensão às pessoas que ficaram responsáveis pelas crianças que perderam o pai e a mãe para a Covid-19.

Por g1

Peru, um dos países mais atingidos pela Covid-19 no mundo, tem cerca de 98 mil menores órfãos de pai, mãe ou cuidador, anunciou o governo na quinta-feira (7).

“Ostentamos o triste recorde de sermos o país com o maior número de crianças que perderam um pai, uma mãe”, disse a ministra da Mulher, Anahí Durand, com base em números divulgados pela revista médica “The Lancet”.

Durand informou que o ministério distribui uma pensão de 200 soles (cerca de R$ 284) a cada dois meses, que beneficia mais de 18 mil famílias. Segundo ela, é necessário ampliar o alcance desse benefício com uma lei.

O governo pretende estender a pensão a um total de 83.664 crianças e adolescentes órfãos e, além disso, oferecer apoio psicológico e educacional.

No Peru, muitas pessoas morreram em casa, sem nem mesmo conseguir chegar a um hospital ou posto de saúde. Nesses casos, nem sempre consta na certidão de óbito que a morte foi causada por Covid-19 e, por isso, os órfãos das vítimas não conseguem acessar a pensão, disse Anahí.

O dinheiro será entregue à pessoa que estiver cuidando do menor que sofreu a perda de um, ou de ambos os progenitores. O governo iniciou o pagamento da pensão em abril passado.

A pensão para os órfãos foi anunciada em 28 de julho de 2020 pelo então presidente Martín Vizcarra, durante pronunciamento à nação.

Maior número relativo de mortos do mundo

Peru tem 33 milhões de habitantes e registra quase 203 mil mortes por Covid-19. É uma taxa de cerca de 6.083 mortes por milhão de moradores, de acordo com um levantamento da plataforma Our World in Data. Essa é a maior taxa do mundo. A Bulgária tem a segunda maior taxa, com cerca de 4.500 mortes por milhão de habitantes. Nesse ranking, o Brasil está em 14º, com uma taxa de 2.895 mortes por Covid-19 para cada milhão de habitantes.

Em maio de 2021, o Peru fez uma revisão dos dados de mortes de Covid-19 no país. Naquela ocasião, o número de mortes triplicou, e, desde então, é o país que tem a maior taxa de mortos por habitantes do mundo. Veja abaixo uma reportagem sobre a revisão de dados.

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Como ‘dinheiro demais’ virou dor de cabeça para sistema de aposentadorias da Islândia

Volume de recursos equivale a quase o dobro do PIB da pequena ilha no Atlântico Norte.

Por BBC

Volume de recursos equivale a quase o dobro do PIB da pequena ilha no Atlântico Norte — Foto: Reuters

Volume de recursos equivale a quase o dobro do PIB da pequena ilha no Atlântico Norte — Foto: Reuters

Construir um dos mais bem-sucedidos sistemas previdenciários do mundo trouxe um desafio inusitado para a Islândia.

O volume de recursos arrecadado com as contribuições atingiu um volume tão grande que o país se viu diante da necessidade de discutir o melhor caminho para investir o dinheiro que financia as aposentadorias dos islandeses.

Com ativos que chegam a quase o dobro do tamanho da economia da ilha, localizada no Atlântico Norte, o governo liderado pela ambientalista e ecologista Katrín Jakobsdóttir está aventando a ideia de permitir que as empresas que administram fundos de previdência façam mais investimentos no exterior. Atualmente, a legislação limita o percentual a 50%.

“O sistema ficou grande demais”, disse o ministro das Finanças, Bjarni Benediktsson, em coletiva à imprensa local em dezembro.

“Nem é preciso dizer que não podemos limitar todas as oportunidades de investimento ao mercado interno”, completou.

‘Consequência do próprio sucesso’

Com um montante de recursos de cerca de US$ 50 bilhões, equivalente a algo próximo de 200% do Produto Interno Bruto (PIB), “o sistema agora enfrenta as consequências do seu próprio sucesso”, diz Hans van Meerten, professor de direito previdenciário europeu da Universidade de Utrecht, na Holanda, em entrevista à BBC Mundo, serviço em língua espanhola da BBC.

A Islândia tem um sistema previdenciário de contribuição obrigatória, explica o pesquisador, como muitas economias da Europa. A participação, contudo, é compulsória mesmo para trabalhadores autônomos, acrescenta van Meerten, enquanto na maioria dos países europeus não é obrigatória.

Diferente de países como a Holanda, o país também dá mais liberdade no momento da escolha de um fundo de previdência por parte dos contribuintes.

Esse tipo de característica acaba distinguindo o sistema de quase todos os demais.

O sistema previdenciário do país se tornou “o melhor sistema de pensões do mundo” em outubro, segundo o Global Pension Index elaborado pelo Mercer-CFA Institute, uma medida reconhecida que compara todos os anos os sistemas de aposentadoria em 43 países, representando cerca de 65% da população mundial.

O ranking atribui diferentes valores de pontuação distribuídos entre três categorias principais: suficiência do sistema (cujo peso é de 40% na avaliação), sustentabilidade (35%) e ambiente regulatório (25%).

Em 2021, a Islândia alcançou 84,2 pontos, o melhor desempenho da lista, tendo como pontos fortes o que foi considerada uma previdência pública “relativamente generosa”, um sistema de previdência privada bem regulado e administrado, além de nível elevado de contribuições.

Holanda e Dinamarca ocuparam segundo e terceiro lugares, respectivamente.

A Islândia está “muito bem preparada para a bomba-relógio que vemos em todos os lugares: o envelhecimento”, avalia van Meerten. “Tem uma combinação única de previdência pública e privada que evita em grande medida a pobreza na velhice para trabalhadores e não trabalhadores.”

Como funciona o sistema

De forma resumida, o sistema opera sob três pilares: um sistema público de previdência financiado pelo Estado, outro para o qual contribuem os trabalhadores e empregadores e um sistema voluntário de previdência privada.

O sistema público, financiado com impostos, tem duas modalidades: uma básica, que inclui toda a população, exceto aqueles com maior renda, e uma complementar, que também tem limites em relação à renda pessoal.

O segundo pilar, o laboral, bancado com as contribuições previdenciárias de trabalhadores e empresas, prevê contribuição mínima de 12% sobre o salário, sendo 4% pagos pelos empregados e 8% pelos empregadores.

Devido à atuação dos sindicatos trabalhistas, contudo, a contribuição mais recorrente é um pouco maior, de 15,5%, com alíquota de 11,5% para as empresas e os mesmos 4% para trabalhadores.

A lei estabelece que, para quem contribuiu ao longo de 40 anos, o valor da aposentadoria deve ser de, no mínimo, 56% do rendimento médio obtido nos anos de trabalho, com o benefício pago de forma vitalícia, conforme os dados da Organização para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento (OCDE).

O valor final depende do desempenho financeiro dos fundos – pelas regras, entretanto, o rendimento das aplicações deve, no mínimo, estar atrelada ao índice de inflação.

Os trabalhadores do setor privado podem se aposentar aos 67 anos e os do setor público, aos 65. A maioria dos islandeses, contudo, continua no mercado de trabalho mesmo depois da idade limite para tentar alcançar valores melhores de benefícios.

Proteger-se de grandes riscos

Com apenas 370 mil habitantes e uma economia fortemente dependente do turismo, a Islândia não ficou imune às flutuações dos ciclos econômicos globais.

A crise financeira de 2008, por exemplo, paralisou seu imenso setor bancário, quase varreu o mercado nacional de ações e fez com que o sistema previdenciário perdesse mais de 20% de seus recursos.

Por conta disso, o país decidiu ser mais cauteloso e se proteger contra uma onda de riscos financeiros internacionais.

Passada mais de uma década, entretanto, muitos fundos de investimento estão se aproximando do limite de aplicação em ativos no exterior, e têm se multiplicado os pedidos para que os limites legais de investimento sejam flexibilizados.

A Icelandic Pension Fund Association, associação que representa as entidades financeiras, defende a eliminação total do limite de investimento ou, alternativamente, o estabelecimento de um teto de 60% a 65%.

Há um intenso debate em torno do tema, já que, quanto maior a exposição ao mercado internacional, maior o risco de o país sentir os efeitos e de uma eventual nova crise.

Nesse sentido, as autoridades têm repetido que qualquer aumento da internacionalização dos fundos de previdência deve ser feito de forma gradativa e em linha com a evolução da economia doméstica.

Os críticos da proposta argumentam que uma grande mudança pode desestabilizar a moeda local em um momento em que a Islândia enfrenta uma contração no setor de turismo devido à pandemia de covid-19.

No auge da crise sanitária em 2020, o Banco Central islandês chegou a assinar um acordo com fundos de pensão para que suspendessem os investimentos no exterior por seis meses justamente com o objetivo de proteger o câmbio.

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Papa lamenta que famílias substituam filhos por animais domésticos

‘Hoje vemos uma forma de egoísmo. Vemos que alguns não querem ter filhos. Às vezes têm um, mas têm cães e gatos que ocupam esse lugar’, afirmou o sumo pontífice.

Por France Presse

Papa Francisco celebra missa pelo Dia Mundial da Paz

Papa Francisco elogiou a paternidade e a adoção em seu discurso na audiência geral de quarta-feira (5) no Vaticano e lamentou que os animais de estimação às vezes tomem o lugar dos filhos.

“Hoje vemos uma forma de egoísmo. Vemos que alguns não querem ter filhos. Às vezes têm um, mas têm cães e gatos que ocupam esse lugar”, afirmou o sumo pontífice em sua primeira audiência geral do ano, na sala Paulo VI.

Francisco também pediu às instituições que facilitem os processos de adoção, de modo que se tornem realidade o sonho das crianças que precisam de uma família e o dos casais que desejam acolhê-las.

Imposto de Renda 2021: gastos dedutíveis com crianças e animais de estimação

“A negação da paternidade e da maternidade nos diminui, tira nossa humanidade, a civilização envelhece”, disse ele.

O papa voltou a criticar o chamado “inverno demográfico” e a “dramática queda na taxa de natalidade” registrada em muitos países ocidentais, convidando as pessoas a terem filhos, ou a adotá-los.

“Ter um filho é sempre um risco, seja natural, ou adotado. Mas mais arriscado é não ter. Mais arriscado é negar a paternidade, negar a maternidade, seja ela real, ou espiritual”, insistiu Francisco.

Como de costume, ao final da audiência, o papa assistiu a vários números preparados por um circo com palhaços, malabaristas, dançarinos e músicos, em um ambiente de festa.

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Brasileiro é o primeiro paciente a receber remédio da Pfizer contra Covid em Israel

Com uma doença autoimune, ele se vacinou cinco vezes, mas ainda assim seu corpo não produz anticorpos.

Por g1

O brasileiro israelense Simcha Neumark, de 33 anos, foi o primeiro paciente de Covid-19 a receber a pílula da Pfizer contra a doença em Israel, o Paxlovid.

Neumark afirma que tomou cinco doses da vacina, mas como tem uma doença autoimune, seu corpo não desenvolveu anticorpos contra o vírus.

“Eu peguei (Covid) aqui em Jerusalém. Eu me cuido muito, não sei como peguei. No sábado, fiquei com febre alta e dor de garganta”, disse ele em entrevista à GloboNews nesta quarta (Veja abaixo).

Brasileiro é o 1º infectado a receber pílula contra Covid em Israel: ‘Melhora muito grande em 15 horas’

O brasileiro afirmou que havia informações sobre a doença autoimune que o atinge no sistema de saúde de Israel, e que quando sua infecção por Covid-19 por notificada ele foi procurado para receber o medicamento da Pfizer, o Paxlovid.

“Chamaram-me e falaram que eu seria o primeiro, não tem muito teste, mas sim uma autorização de emergência, e para mim compensava pelo que eu sentia, febre e dor de garganta, eu tinha medo de parar no hospital”, afirma Neumark.

São seis pílulas por dia, sendo três pela manhã e três pela tarde. Segundo Neumark, os sintomas melhoraram depois de 15 horas.

Ele afirma que o remédio dá uma sensação de cansaço, mas que os sintomas da Covid-19 desaparecem. “No meu caso clínico, em questão de 15 horas houve uma melhora muito grande. Eu estava com febre de 39.5ºC, que parou; uma dor de garganta forte, que parou, e as enxaquecas pararam. Eu sinto um cansaço, como se fosse uma (recuperação) pós-gripe”.

Ele conta que recebe chamadas do sistema de saúde duas vezes ao dia para ser monitorado, e que em 20 dias ele fará testes de PCR e, se derem negativo, ele estará liberado da quarentena.

Pandemia em Israel

Israel anunciou, nesta quarta-feira (5), que registrou quase 12 mil novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, um novo teto desde o início da pandemia.

Segundo dados do Ministério da Saúde, foram registrados 11.978 novos casos desde terça-feira, superando as 11.344 infecções de 2 de setembro de 2021.

Como funciona o medicamento

O Paxlovid é um antiviral experimental que bloqueia uma enzima que o coronavírus precisa para se replicar. O remédio faz parte de uma classe de medicamentos chamada de inibidores de protease, que revolucionaram o tratamento do HIV e da hepatite C.

O comprimido foi dado aos pacientes junto com uma dose baixa de outro antiviral, esse já conhecido: o ritonavir. Esse segundo remédio ajuda a desacelerar o metabolismo ou a quebra do Paxlovid, para que ele permaneça ativo no corpo por períodos mais longos em concentrações mais altas, para ajudar a combater o vírus.

O ritonavir é também é usado em combinação com o antiviral lopinavir para tratamento do HIV, em um medicamento conhecido como Kaletra. A combinação desses dois antivirais chegou a ser testada em ensaios clínicos da OMS contra o coronavírus, mas foi descartada.

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Biden eleva tom e culpará Trump de ‘responsabilidade’ na invasão do Capitólio

Presidente americano vai usar o discurso de um ano da invasão do Capitólio para culpar seu antecessor e aliados republicanos por seu papel no ataque sem precedentes.

Por France Presse

Invasão ao Capitólio, nos EUA, completa um ano

O presidente americano, Joe Biden, investirá contra seu antecessor, Donald Trump, na quinta-feira (6), culpando-o de uma “responsabilidade singular” pelo caos em 6 de janeiro do ano passado, quando apoiadores do líder republicano invadiram o Congresso.

A decisão de Biden de usar o discurso de um ano da invasão do Capitólio para culpar Trump e seus aliados republicanos diretamente por seu papel neste ataque sem precedentes à democracia americana marca uma forte escalada na estratégia do presidente em relação aos distúrbios.

Durante o primeiro ano de seu governo, Biden tem optado por ignorar Trump, que ainda se nega a admitir a derrota nas eleições presidenciais de 2020. O republicano continua difundido teorias da conspiração entre seus milhões de seguidores, dizendo que ele foi o verdadeiro vencedor, apesar de ter perdido por mais de sete milhões de votos.

Mas, em um discurso no Capitólio, onde há exatamente um ano uma multidão de seguidores de Trump agiu para tentar deter a certificação da vitória eleitoral de Biden, o presidente americano anunciará firmemente a responsabilidade de seu antecessor, disse nesta quarta-feira (5) a secretária de imprensa, Jen Psaki.

“O presidente Biden tem sido claro sobre a ameaça que o ex-presidente representa para a democracia americana”, insistiu.

Biden “vê o 6 de janeiro como uma trágica culminação do que quatro anos da presidência de Trump fizeram como este país”, afirmou. Ele “denunciará energicamente a mentira propagada pelo ex-presidente”, que diz, sem apresentar provas, ter vencido nas urnas.

Até agora o governo, inclusive o próprio Biden, costumava evitar nomear Trump, referindo-se a ele como “o outro cara” ou “o cara de antes”.

O chefe da Polícia do Capitólio, Tom Manger, que assumiu o cargo depois do ataque, testemunhou nesta quarta diante de uma comissão do Senado.

“O dia 6 de janeiro lançou luz sobre falhas operacionais muito importantes”, reconheceu Manger, segundo a versão escrita de seu testemunho, publicada pelo Senado. “É preciso solucionar esses problemas, e é o que estamos fazendo”, acrescentou.

Segundo uma pesquisa publicada nesta quarta-feira pelo site Axios, cerca de 57% dos americanos consideram que o ocorrido em 6 de janeiro de 2021 poderia se repetir nos próximos anos.

A pesquisa confirma quão dividido continuam os Estados Unidos um ano depois das imagens incríveis de confrontos e de simpatizantes de Trump passeando pelo Capitólio.

De acordo com a pesquisa, apenas 55% dos americanos acreditam que Biden foi o vencedor legítimo das últimas eleições.

“O dia 6 de janeiro não foi a ação irracional e espontânea de uma multidão violenta. Foi uma tentativa de reverter violentamente o resultado de uma eleição livre e justa. Não nos deixemos enganar, as razões que provocaram o dia 6 de janeiro ainda existem”, afirmou hoje o líder dos democratas no Senado, Chuck Schumer.

“Se não abordarmos as raízes dessa violência, essa insurreição não ficará como uma aberração, mas se converterá na regra”, advertiu o senador.

Trump muda seus planos

O ex-presidente Trump decidiu finalmente cancelar a entrevista coletiva que estava prevista para esta quinta, na Flórida, considerada uma provocação pelos democratas e que colocaria os republicanos em uma saia justa.

Contudo, o magnata não suavizou em nada o seu discurso. Em um comunicado publicado na terça-feira (4), Trump classificou novamente a eleição presidencial de “fraude”, mas sem apresentar provas. “O crime do século”, escreveu ele sobre as eleições.

Apesar de Trump ter renunciado ao protagonismo no dia do aniversário da invasão, retomará o tema em um comício programado no Arizona em 15 de janeiro.

Essa afirmação é apenas o elemento mais incendiário de um discurso de ataque contra Biden em todos os aspectos, desde a sua política migratória até a forma de lutar contra a pandemia de Covid-19, que parece ser uma aposta – ainda não declarada – para recuperar o poder em 2024.

Por sua vez, os republicanos, sobre os quais o ex-presidente continua tendo muita influência, parecem preferir ficar longe dos holofotes.

Ataque ao capitólio completa um ano e analista diz como episódio fortaleceu Trump

Em uma mensagem datada de 2 de janeiro, Kevin McCarthy, o líder da minoria republicana na Câmara dos Representantes, que forma o Congresso dos Estados Unidos junto com o Senado, escreveu que “as ações daquele dia [6 de janeiro] foram ilegais”.

O republicano, no entanto, também criticou os democratas, que – segundo ele – estão utilizando o ocorrido naquele dia “como arma partidária para dividir o país”.

Mitch McConnell, líder dos republicanos no Senado, já adiantou que não estará presente no evento desta quinta-feira em Washington. Ele comparecerá ao funeral de um ex-senador em Atlanta, no sul do país, longe do Capitólio.

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