Homem armado dispara contra policiais em Nova York

Por G1

Um homem atirou contra dois policiais que estavam dentro de um carro na noite deste sábado (8) em Nova York, nos Estados Unidos. Depois disso, por volta das 8h deste domingo (10h no horário de Brasília), o atirador ainda fez disparos dentro de uma delegacia no distrito do Bronx, em Nova York. Dois policiais ficaram feridos, mas estão em situação estável.

O atirador foi preso e já tinha ficha criminal. Em 2002, ele havia sido preso e condenado por tentativa de homicídio. Ainda não há informações sobre a motivação para o crime.

“Isso foi uma tentativa de assassinar dois policiais… Foi um esforço premeditado para matar”, disse o prefeito de Nova York, Bill de Blasio. “Um ataque contra um policial é um ataque contra todos nós.”

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Milhares de passageiros são liberados de quarentena em cruzeiro após exame para coronavírus dar negativo

Por G1

Milhares de pessoas que estavam presas em um navio há quatro dias em Hong Kong foram liberados para desembarcar após os testes de coronavirus darem negativo.

Segundo informações da BBC, 3600 pessoas, entre passageiros e tripulação, estavam no cruzeiro. O World Dream foi colocado em quarentena na quarta-feira (5) após verificar-se que três pessoas que estavam a bordo haviam estado em uma viagem anterior, onde foi detectada a presença do vírus.

Outro cruzeiro, o Diamond Princess, onde dezenas de casos foram confirmados (64 até o momento), segue em quarentena no Japão.

Com os resultados dos exames negativos, todos puderam desembarcar sem a necessidade de permanecer em quarentena após deixarem a embarcação. Autoridades disseram estar felizes que todos a bordo estão livres do vírus.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Cobra ataca microfone de repórter na Austrália

Por G1

07/02/2020 01h00  Atualizado há 46 minutos

Cobra ‘ataca’ microfone de repórter na Austrália

Repórter de rede de TV na Austrália se assusta após bote de cobra — Foto: Nine Network via Reuters

Cobra ‘ataca’ microfone de repórter na Austrália

A repórter Sarah Cawte, do Canal 9 da Austrália, gravava uma reportagem sobre segurança com cobras quando tomou um susto: a píton que estava nos ombros da jornalista atacou o microfone. Três vezes. Veja o VÍDEO acima.

O caso ocorreu na quarta-feira (5), e, apesar do susto, Sarah e a equipe levaram a situação no bom humor. Toda a gravação foi supervisionada por um tratador especializado no bicho.

“Eu estava com medo porque minha mão estava muito perto do microfone. Foi muito assustador”, disse Sarah ao canal australiano.

Mais calma — mas ainda com a cobra em cima dela —, a repórter começou a gravar: “Bem, eles podem não ser o animal favorito de muita gente”.

“Mais muitas delas têm mais medo de vocês do que vocês têm delas”, completou.

Em seguida, Sarah pediu para a equipe retirar o animal. “Assim que consegui gravar, falei para o tratador: ‘Tira a cobra de cima de mim, não quero mais isso!'”, relatou.

‘Situação escorregadia’

Repórter de rede de TV na Austrália se assusta após bote de cobra — Foto: Nine Network via Reuters

Repórter de rede de TV na Austrália se assusta após bote de cobra — Foto: Nine Network via Reuters

Nem o animal nem a repórter se feriram na gravação da reportagem, que transcorreu normalmente — e foi veiculada, inclusive com a imagem dos botes, mais de uma vez no canal. Nas redes sociais, a emissora Nine News da província de Queensland brincou com a situação.

“A repórter Sarah Cawte teve um dia de trabalho que ela nunca vai esquecer depois de se encontrar cara a cara com uma situação escorregadia”

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

China tem 637 mortes por coronavírus e mais de 31 mil casos confirmados

Por G1

A China tem 637 mortes por coronavírus e 31.211 casos confirmados, de acordo com o balanço do governo Chinês divulgado na mídia local nesta sexta-feira (76). Ao menos 1.540 pessoas já se recuperaram do vírus.

Confira a situação até as 8h desta sexta-feira (7):

Medicamentos passam em teste

Cientistas de Wuhan, na China, publicaram na revista “Nature” os resultados de testes com substâncias contra o novo coronavírus 2019-nCoV. Duas drogas conseguiram controlar a infecção: uma delas é um antiviral com mais de 70 anos; a outra está no radar do governo chinês para estudos em humanos e passa também por testes contra o Ebola.

Países com casos confirmados de coronavírus  — Foto: Arte G1

Países com casos confirmados de coronavírus — Foto: Arte G1

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Morte de médico que fez alerta sobre o coronavírus gera revolta na China, e governo anuncia investigação

Por G1

Imagem mostra foto do oftalmologista Li Wenliang, que morreu com coronavírus após ser reprimido pela polícia chinesa ao tentar alertar sobre o surto quando ele ainda estava no início. Retrato foi visto entre flores em frente ao Hospital Central de Wuhan, na China. — Foto: STR/ AFP

Imagem mostra foto do oftalmologista Li Wenliang, que morreu com coronavírus após ser reprimido pela polícia chinesa ao tentar alertar sobre o surto quando ele ainda estava no início. Retrato foi visto entre flores em frente ao Hospital Central de Wuhan, na China. — Foto: STR/ AFP

morte do médico Li Wenliang – apontado como um dos primeiros a identificar a existência do surto do novo coronavírus, alertar as autoridades, e ser convocado pela polícia pela atitude – provocou uma onda de revolta na população, informou a agência France Presse.

A reação negativa após a morte do médico levou as autoridades do país a anunciarem a abertura de uma investigação. A prefeitura de Wuhan deu pêsames à família.

A epidemia já matou 637 pessoas na China e 1 nas Filipinas. Mais de 31 mil pessoas estão infectadas com o vírus 2019-nCoV.

O doutor Li, de 34 anos, morreu no hospital central de Wuahn, cidade de 11 milhões de habitantes que está isolada do mundo desde 23 de janeiro. O oftalmologista contraiu a doença quando tratava um paciente (leia mais abaixo).

Na China, morre médico que foi um dos primeiros a alertar para o novo coronavírus

Na China, morre médico que foi um dos primeiros a alertar para o novo coronavírus

Doença subestimada

O governo da China vem sendo acusado de subestimar a gravidade do vírus no início da proliferação da doença e de tentar mantê-lo em segredo. A morte de Wenliang ilustra a situação caótica dos hospitais de Wuhan, muito saturados.

Um alto funcionário do governo provincial admitiu na quinta-feira que os profissionais da área da saúde não contam com equipamento de proteção contra o vírus.

No início de fevereiro, o governo chinês admitiu falha na resposta à epidemia do novo coronavírus.

A morte de Wenliang trouxe ainda mais a sensação de descaso das autoridades com a população.

As redes sociais foram tomadas por hashtags contra o governo, mas elas logo foram censuradas.

Regime chinês abalado

A morte do médico parece ter provocado estupor no regime.

O presidente Xi Jinping assegurou a Donald Trump que o país é “completamente capaz” de derrotar o coronavírus.

Também pediu ao governo dos Estados Unidos uma reação “de forma razoável” à crise. Washington proíbe a entrada em seu território dos estrangeiros que passam pelo território chinês. No início da semana, a China acusou o país de “propagar o pânico”.

Xi afirmou que a China está travando “uma guerra popular” contra a epidemia, com “mobilização nacional e medidas de prevenção e controle muito estritas”, informou o canal CCTV.

Donald Trump “expressou sua confiança na força e resistência da China para enfrentar o desafio do novo surto de coronavírus” e os dois presidentes “concordaram em continuar a ampla comunicação e cooperação”, indicou a Casa Branca.

Médico convocado pela polícia

Li Wenliang é apontado como um dos primeiros a identificar a existência do surto do novo coronavírus e alertar as autoridades. Ele foi um dos oito médicos que a polícia chinesa investigou sob acusação de “espalhar boatos” relacionados ao surto. O oftalmologista contraiu a doença quando tratava um paciente. Ele era casado e tinha uma filha de cinco anos.

Agora, ele é considerado um herói nacional, ainda mais em comparação com os funcionários do governo local acusado de ocultar o surgimento da epidemia.

“É um herói que fez o alerta e pagou com sua vida”, escreveu um de seus colegas na rede social Weibo.

“Que todos os funcionários que enriquecem com dinheiro público morram debaixo da neve”, afirmou um internauta, em um comentário apagado imediatamente pelos censores.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Argentino em cruzeiro em quarentena no Japão é o 1º caso de latino-americano com coronavírus

Por G1

Navio Diamond Princess está atracado em Yokohama, no Japão, com infectados pelo novo coronavírus em quarentena — Foto: Kim Kyung-Hoon/Reuters

Navio Diamond Princess está atracado em Yokohama, no Japão, com infectados pelo novo coronavírus em quarentena — Foto: Kim Kyung-Hoon/Reuters

Um dos 61 contaminados pelo novo coronavírus no navio de cruzeiro “Diamond Princess” é um argentino, informou o Ministério da Saúde do Japão nesta sexta-feira (7). Esse primeiro caso de contaminação de um latino-americano nesta epidemia, que já deixou mais de 600 mortos.

A embarcação, que transporta 3.700 pessoas, está em quarentena na costa do Japão. A identificação do passageiro não foi divulgada. Oito argentinos estão a bordo, segundo o diário “El Clarín”.

As autoridades divulgaram a nacionalidade de 41 passageiros infectados: são 21 japoneses, oito americanos, cinco canadenses, cinco australianos, um britânico e um argentino.

O anúncio da quarentena aconteceu dois dias após o Japão anunciar que não vai permitir a entrada de pessoas que tenham passado pela China nos últimos 14 dias.

O primeiro caso em território japonês foi confirmado em 28 de janeiro. De acordo com o Ministério da Saúde do Japão, o paciente era um motorista de ônibus de 60 anos que transportou um grupo de viajantes de Wuhan entre 8 e 16 de janeiro.

Casos na China passam de 31 mil

A província chinesa de Hubei, epicentro da epidemia do novo coronavírus, o 2019 n-CoV, registrou 69 novas mortes, de acordo com atualização da noite desta quinta-feira (6). Com isso, são 637 óbitos no país. Outros 2.447 casos foram confirmados apenas na região mais afetada, totalizando mais de 31.211 mil em toda a China.

morte do médico chinês Li Wenliang, apontado por um dos primeiros a identificar a existência do surto, foi confirmada por volta das 17h desta quinta pelo Hospital Central de Wuhan em seu perfil na rede social Weibo.

“Li Wenliang, oftalmologista do nosso hospital, infelizmente infectado na luta contra a epidemia do novo coronavírus, (…) morreu às 2h58 de 7 de fevereiro de 2020 (1h58 de 6 de fevereiro no horário de Brasília). Lamentamos profundamente”, diz trecho da nota divulgada pelo hospital.

Li Wenliang, de 34 anos, foi um dos oito médicos que a polícia chinesa investigou sob acusação de “espalhar boatos” relacionados ao surto. Ele era casado e tinha uma filha de cinco anos.

A morte de Li chegou a ser anunciada no começo da tarde desta quinta-feira por ao menos dois veículos de comunicação estatais da China. Logo em seguida, o Hospital Central de Wuhan, negou e disse que ele ainda estava em estado grave na UTI, mas, por volta das 17h, confirmou a morte do funcionário.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Cruzeiro japonês em quarentena por coronavírus confirma 41 novos casos de infecção; total passa de 60

Por G1

O Ministério da Saúde do Japão informou nesta sexta-feira (7) (horário local) que foram registrados mais 41 casos de infecção pelo novo coronavírus 2019 n-CoV no navio de cruzeiro “Diamond Princess”, que está em quarentena. Com isso, o número de infectados na embarcação chegou a 61. Ao todo, a embarcação transporta 3,7 mil pessoas.

O anúncio da quarentena aconteceu dois dias após o Japão anunciar que não vai permitir a entrada de pessoas que tenham passado pela China nos últimos 14 dias.

O primeiro caso em território japonês foi confirmado em 28 de janeiro. De acordo com o Ministério da Saúde do Japão, o paciente era um motorista de ônibus de 60 anos que transportou um grupo de viajantes de Wuhan entre 8 e 16 de janeiro.

Casos na China passam de 31 mil

A província chinesa de Hubei, epicentro da epidemia do novo coronavírus 2019 n-CoV, registrou 69 novas mortes de acordo com atualização da noite desta quinta-feira (6). Com isso, são 637 óbitos no país. Outros 2.447 casos foram confirmados apenas na região mais afetada, totalizando mais de 31.211 mil em toda a China.

morte do médico chinês Li Wenliang, apontado por um dos primeiros a identificar a existência do surto, foi confirmada por volta das 17h desta quinta-feira pelo Hospital Central de Wuhan em seu perfil na rede social Weibo.

“Li Wenliang, oftalmologista do nosso hospital, infelizmente infectado na luta contra a epidemia do novo coronavírus, (…) morreu às 2h58 de 7 de fevereiro de 2020 (1h58 de 6 de fevereiro no horário de Brasília). Lamentamos profundamente”, diz trecho da nota divulgada pelo hospital.

Li Wenliang, de 34 anos, foi um dos oito médicos que a polícia chinesa investigou sob acusação de “espalhar boatos” relacionados ao surto. Ele era casado e tinha uma filha de cinco anos.

A morte de Li chegou a ser anunciada no começo da tarde desta quinta-feira por ao menos dois veículos de comunicação estatais da China. Logo em seguida, o Hospital Central de Wuhan, negou e disse que ele ainda estava em estado grave na UTI, mas, por volta das 17h, confirmou a morte do funcionário.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Província de Hubei tem 70 novas mortes e casos confirmados na China chegam a mais de 28 mil

Por G1

Coronavírus causa 70 novas mortes em Hubei

Coronavírus causa 70 novas mortes em Hubei

A província chinesa de Hubei, epicentro de um surto de coronavírus na China, registrou 70 novas mortes e 2.987 novos casos confirmados da doença nesta quarta-feira (5), disse a comissão de saúde local.

O aumento leva o total de mortes em decorrência do vírus para 564 até o final desta quarta-feira, incluindo um óbito em Hong Kong. O número total de casos confirmados da infecção sobe para 28.060 na China.

Casos de coronavírus pelo mundo  — Foto: Arte G1

Casos de coronavírus pelo mundo — Foto: Arte G1

Quarentena no Brasil

Nesta quarta, o Senado brasileiro aprovou o projeto que prevê regras para quarentena para que os brasileiros possam ser trazidos da cidade chinesa de Wuhan e estabelece medidas de enfrentamento ao coronavírus.

Dois aviões reservas da frota presidencial do Brasil partiram nesta tarde para buscar o grupo de brasileiros que está na região de Wuhan. Os repatriados brasileiros ficarão em quarentena em Anápolis (GO), e quem apresentar qualquer sintoma da infecção será levado ao Hospital das Forças Armadas, em Brasília, para avaliação médica.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Avião sai da pista e fuselagem se parte em aeroporto na Turquia; 3 pessoas morreram

Por G1

Um avião da companhia Pegasus Airlines saiu da pista ao aterrissar no aeroporto de Sabiha Gokcen, em Istambul, na Turquia, nesta quarta-feira (5). Três pessoas morreram, confirmou o ministro de Saúde, Fahrettin Koca.

Imagens divulgadas pela imprensa local mostraram a fuselagem do avião, um Boeing 737-800, quebrada em várias partes e os passageiros sendo retirados pelas equipes de emergência.

De acordo com o ministro da Saúde, ao menos 179 pessoas se feriram. Até a última atualização desta reportagem, não se sabia o estado de saúde dos feridos.

“Não houve perda de vidas, os passageiros feridos estão sendo retirados do avião e levados para os hospitais”, disse o ministro turco dos Transportes, Cahit Turan.

O avião levava 177 passageiros e seis tripulantes e havia decolado da cidade da cidade de Izmir, no oeste da Turquia, rumo a Istambul.

Como foi o acidente?

Segundo o site especializado em aviação AVHerald, que obteve dados de transmissão do voo, o Boeing 737-800 tocou o solo a cerca de 1.950 metros depois da cabeceira e a apenas 1 mil metros do fim da pista. Com espaço muito curto, não houve como frear a tempo, e o avião caiu de um barranco no fim da pista.

O Ministério dos Transportes, porém, afirmou que a aeronave fez um “pouso forçado”, mas não detalhou os motivos do acidente. Com o impacto, houve um princípio de incêndio no interior do Boeing, mas logo equipes de resgate apagaram as chamas e evitaram que se alastrassem.

De acordo com a agência Associated Press, alguns passageiros conseguiram escapar pelos buracos abertos na fuselagem com o impacto. Logo após o acidente, dezenas de equipes foram ao local para socorrer os passageiros.

Após o acidente, as autoridades interromperam as operações no Aeroporto Sabiha Gokcen. Os voos que estavam programados ao local foram desviados.

Em janeiro de 2018, outro Boeing 737-800 da Pegasus Airlines sofreu um acidente semelhante: a aeronave saiu da pista e parou em um barranco muito perto do mar. Ninguém se feriu.

Aeroporto

O Aeroporto Sabiha Gokcen é o segundo maior de Istambul. Ele foi inaugurado para aliviar o tráfego ao Aeroporto Internacional Ataturk, no começo dos anos 2000. Desde então, o Aeroporto Ataturk foi fechado para voos de passageiros e foi inaugurado o Aeroporto Internacional de Istambul, um dos maiores do mundo. O Sabiha Gokcen, assim, manteve-se como o segundo da cidade.

Avião saiu da pista após pousar em Istambul — Foto: Juliane Souza/G1

Avião saiu da pista após pousar em Istambul — Foto: Juliane Souza/G1

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Republicano Mitt Romney vota por condenação de Trump no Senado

Por G1

O senador Mitt Romney, de Utah, foi o único republicano a votar nesta quarta-feira (5) pela condenação do presidente americano, Donald Trump, no julgamento de seu impeachment no Senado.

Romney votou a favor do afastamento na acusação por abuso de poder, mas contra na de obstrução ao Congresso.

Trump foi absolvido nas duas acusações, por 52 votos a 48 na primeira e por 53 votos a 47 na segunda, e será mantido no cargo.

“O presidente é culpado de um abuso chocante da confiança pública”, disse Romney, que foi candidato à presidência em 2008 e 2012 em um discurso no Senado.

“Corromper uma eleição para se manter no poder talvez seja a violação mais abusiva e destrutiva do juramento ao cargo de alguém que eu possa imaginar”, afirmou.

O voto solitário de Romney acompanhou a bancada do Partido Democrata, que votou por unanimidade pela condenação de Trump. Mas, no momento da segunda acusação, ele se manteve fiel aos republicanos.

Trump respondeu ao processo por duas acusações:

  • Abuso de poder ao pedir investigação ao presidente da UcrâniaVolodymyr Zelensky, contra a família de Joe Biden. Deputados consideraram a ação uma “interferência de um governo estrangeiro” em favor da reeleição de Trump em 2020;
  • Obstrução ao Congresso por impedir diversas pessoas ligadas à sua administração de prestar depoimento (inclusive algumas que tinham sido intimadas) e por se recusar a entregar documentos aos investigadores durante o inquérito.

Ucrânia

Tudo começou quando, no ano passado, um membro dos serviços de Inteligência informou sua preocupação após ter se inteirado de um telefonema entre Trump e o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

Durante esta conversa, Trump pediu a Zelensky que investigasse o democrata Joe Biden, um dos favoritos a enfrentá-lo nas eleições presidenciais de 3 de novembro. Ao mesmo tempo, a Casa Branca congelou uma ajuda militar de quase US$ 400 milhões para a Ucrânia, que há anos vive um conflito com separatistas pró-russos.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.