Palco de massacre nos EUA, Walmart fica sob pressão por venda de armas


Por BBC

Walmart, palco de dois episódios recentes de tiroteios em massa nos Estados Unidos, está sob pressão para contribuir com a limitação da venda de armas no país.

Maior varejista do país, a empresa é frequentemente citada como uma das maiores vendedoras de armas nos EUA.

Mas, depois de um ataque a um supermercado da rede no Texas, que deixou mais de 20 mortos no sábado (3), e o assassinato de dois gerentes de uma loja no Mississippi no dia 30, críticos dizem que o Walmart tem o dever de agir.

É o que defende, por exemplo, Igor Volsky, fundador da organização Guns Down America, que luta pelo controle de armas no país.

“O ataque de El Paso (Texas) aconteceu em uma loja da rede. Eles têm a responsabilidade de ir mais longe”, disse, acrescentando que a empresa poderia usar seu lobby e influência política para gerar mudanças.

A Guns Down já liderou antes uma campanha bem-sucedida direcionada à FedEx, gigante do ramo da logística, pedindo que a empresa parasse de oferecer descontos para membros da National Rifle Association (NRA), organização americana pró-armas.

Outra organização que pede a limitação desse mercado, a Moms Demand Action for Gun Sense in America, disse que o Walmart deveria impedir que clientes entrem nas lojas com armas. Algumas empresas fazem isso hoje, como a Target e a Starbucks.

Enquanto isso, a cadeia de supermercados Fred Meyer parou de vender armas em 2018 e, no mesmo ano, a varejista de artigos esportivos Dick’s Sporting Goods deixou de ter em seu catálogo armas de combate – e também passou a exigir uma idade mínima de 21 anos para compras de armamentos e munições.

Reações

Grupos de pressão pediram ainda que o Walmart use seus recursos para investir mais em segurança, treinamento e educação.

Eles ganharam a adesão de algumas personalidades, como a atriz e ativista Alyssa Milano, que escreveu no Twitter que esta seria uma “grande oportunidade” para que a rede “assuma uma verdadeira posição de liderança” ao deixar de vender armas.

Alyssa Milano@Alyssa_Milano

Hey, @Walmart! This would be a great opportunity for you to take a true leadership position and stop selling guns. https://twitter.com/walmart/status/1157731382304616453 …Walmart@WalmartWe’re in shock over the tragic events at Cielo Vista Mall in El Paso, where store 2201 & club 6502 are located. We’re praying for the victims, the community & our associates, as well as the first responders. We’re working closely with law enforcement & will update as appropriate.33.6K6:05 PM – Aug 3, 2019Twitter Ads info and privacy14.6K people are talking about this

E um dos jornalistas mais importantes na área de finanças, Andrew Ross Sorkin, cocriador da série de TV Billions, escreveu uma carta aberta para Doug McMillon, diretor executivo do Walmart.

“Nas profundezas das crises estão oportunidades: neste caso, a de que você contribua com o fim desta violência.”

“Você, de forma singular, tem uma chance maior de usar sua função como diretor executivo da maior varejista do país e da maior vendedora de armas – com maior influência sobre todo o ecossistema que controla este mercado nos EUA do que qualquer outro indivíduo em companhias americanas.”

Sorkin sugeriu ainda que McMillon junte-se a outros executivos que já expressaram críticas sobre a situação das armas nos EUA, como Tim Cook, da Apple.

O Walmart também viu críticas massivas nas redes sociais, onde proliferaram hashtags como “#boycottwalmart” (algo como “#boicoteowalmarte”) e “#controledearmasagora”.

Não é a primeira vez que ativistas do controle de armas cobram o Walmart. Em 2013, um mês depois que um atirador em Connecticut matou mais de 20 pessoas em uma escola, quase 300 mil pessoas assinaram uma petição pedindo que a rede parasse de vender armas de combate.

Levou dois anos para que o Walmart encerrasse as vendas deste tipo de produto.

A empresa não respondeu a uma solicitação de posicionamento da BBC.

Mas, de acordo com um porta-voz citado em uma matéria do jornal “Washington Post”, o Walmart não tem planos de mudar suas políticas de porte nas lojas e venda de armas.

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Mendigos em cidade sueca precisam pagar R$ 93 para pedir dinheiro na rua

Por G1

Imagem da brochura que acompanha a ficha que mendigos devem preencher na cidade de Eskilstuna, na Suécia, para poder pedir dinheiro na rua — Foto: Reprodução

Imagem da brochura que acompanha a ficha que mendigos devem preencher na cidade de Eskilstuna, na Suécia, para poder pedir dinheiro na rua — Foto: Reprodução

A cidade de Eskilstuna, na Suécia, instituiu a cobrança de uma taxa de cerca de R$ 93 para pedir dinheiro na rua. A autorização é válida por três meses. Para obtê-la, é preciso preencher um questionário na internet ou em uma delegacia.

Os mendigos flagrados sem a autorização estão sujeitos a uma multa de cerca de R$ 1.520.

A regra entrou em vigor no dia 1 de agosto, depois de um ano de discussões na câmara parlamentar local.

A ideia é burocratizar a mendicidade para torná-la mais difícil, de acordo com um vereador ouvido pelo jornal inglês “The Guardian”.

Até agora, cerca de oito pessoas protocolaram o pedido, e três mendigos foram removidos pela polícia, de acordo com a TV estatal sueca SVT.

De acordo com o canal, uma parte das pessoas que pediam dinheiro na rua passou a vender mirtilos (uma fruta azul que também é conhecida no Brasil pelo nome em inglês, blueberry). A polícia vai analisar cada caso de vendedores de rua antes de considerá-los mendigos.

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Seca revela templo submerso por barragem na Tailândia

Por G1

A seca atinge a região central da Tailândia fez com que o nível de uma barragem baixasse e um templo budista que estava submerso reaparecesse em Lopburi.

O Wat Nong Bua Yai, que estava há 20 anos sob as águas, passou a receber a visita de centenas de pessoas, que caminharam entre peixes mortos e partes danificadas da estrutura.

Templo submerso na Tailândia ressurge por causa da seca em represaHora 100:00/02:55

Templo submerso na Tailândia ressurge por causa da seca em represa

Templo submerso na Tailândia ressurge por causa da seca em represa

Entre os visitantes, estão monges budistas que colocam flores em homenagem a uma estátua do Buda de quatro metros que atualmente está sem cabeça, de acordo com a agência Reuters.

O templo já foi o centro da comunidade local. Além de ser sede de rituais religiosos, em torno dele funcionava uma área de lazer e aconteciam festas e atividades educativas.

Seca na Tailândia

Essa é a segunda vez que o templo reaparece após a construção da barragem. Em 2015, também foi possível vê-lo após a uma severa estiagem.

O departamento de meteorologia diz que a Tailândia enfrenta a sua pior seca em uma década, com os níveis de água nas barragens em todo o país abaixo da média mensal.

A barragem em que está o Wat Nong Bua Yai tem capacidade para 960 milhões de metros cúbicos de água, o que irriga mais de 526.000 hectares de plantações. Com a seca, o nível caiu para 3% e o reservatório só tem água para manter 1.214 hectares irrigados.

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Irã apresenta três novos mísseis


Por France Presse

Ministro de Defesa do Irã, Amir Hatami, ao lado de um dos três novos mísseis desenvolvidos pelo país — Foto: Divulgação

Ministro de Defesa do Irã, Amir Hatami, ao lado de um dos três novos mísseis desenvolvidos pelo país — Foto: Divulgação

Irã apresentou nesta terça-feira (6) três novos tipos de mísseis teleguiados de precisão, que segundo o ministro da Defesa, têm o objetivo de defender o país da “perfídia e das conspirações” dos Estados Unidos.

A presença dos mísseis é “um novo êxito importante em termos de poder e dignidade para a República Islâmica do Irã”, afirmou o ministro da Defesa, general Amir Hatami, citado pela agência Fars.

“Isto prova que, apesar da perfídia e das conspirações do grande satã americano e seus mercenários, o ministério da Defesa não hesitará um só momento em defender a República Islâmica e reforçar a segurança”, completou.

Os três tipos de mísseis (“Yasin”, “Balaban” e “Ghaem”) foram desenvolvidos pelo ministério e pela Sa-Irã, uma empresa estatal do setor de defesa.

O míssil “Yasin” é teleguiado, com um alcance de 50 quilômetros e pode ser disparado a partir de aviões ou drones, segundo a agência.

O “Balaban” é guiado por GPS e pode ser instalado em aviões.

O “Ghaem” é guiado termicamente e tem uma precisão de 50 cm.

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Coreia do Norte acusa EUA de estimular tensão militar

Por Reuters

Coreia do Norte acusou os Estados Unidos nesta terça-feira (6) de incitar tensões militares ao realizar exercícios em conjunto com a Coreia do Sul e afirmou que Pyongyang vai tomar medidas para se defender.

Ju Yong Chol, um diplomata norte-coreano, disse à Conferência do Desarmamento em Genebra, na Suíça, que o governo da Coreia do Norte precisará reconsiderar os principais passos dados até agora nos acordos com os EUA.

Ele não mencionou os últimos disparos de mísseis no mar, na costa leste do país, pela quarta vez em menos de duas semanas.

“Apesar de autoridades dos EUA e da Coreia do Sul estarem usando todos os truques para justificar esse exercício militar, eles não podem esconder nem disfarçar a sua natureza agressiva”, disse Ju.

“O que é mais sério é que os EUA estão incitando a tensão militar hostil à Coreia do Norte ao empregar um grande armamento ofensivo na Coreia do Sul em desrespeito ao seu compromisso de suspender exercícios militares feito em cúpulas.”

A Coreia do Norte vai “desenvolver, testar e implementar o que for essencial para nossa defesa nacional”, afirmou.

Resposta dos EUA

O embaixador para o desarmamento dos EUA, Robert Wood, pediu para responder e rejeitou as alegações. “Deixe-me ser claro, os EUA não estão incitando pressão militar”, disse.

Os americanos estão comprometidos com a desnuclearização da Coreia do Norte, conforme combinado pelo líder Kim Jong-un e Donald Trump.

“Nós queremos voltar às discussões com a Coreia do Norte para implementar a visão criada no encontro de cúpula entre Trum e Kim”, completou.

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Fumaça invade cabine e provoca pouso de avião em Valencia, na Espanha

Por G1

Imagem registrada por passageiro mostra cabine do voo BA422 da British Airways cheia de fumaça, durante pouso em Valencia, na Espanha, na segunda-feira (5) — Foto: Twitter/Gayle Fitzpatrick/via Reuters

Imagem registrada por passageiro mostra cabine do voo BA422 da British Airways cheia de fumaça, durante pouso em Valencia, na Espanha, na segunda-feira (5) — Foto: Twitter/Gayle Fitzpatrick/via Reuters

Passageiros de um voo que estava prestes a aterrissar em Valencia, na Espanha, entraram em pânico quando a cabine ficou repleta de fumaça, nesta segunda-feira (5). O avião, da British Airways, conseguiu pousar e todos foram forçados a sair usando escorregadores infláveis pelas saídas de emergência.

De acordo com o jornal britânico “Independent”, passageiros descreveram o cenário como “um filme de terror”, mas ninguém ficou ferido.

Eles relataram ao jornal que o avião começou a descer muito rapidamente cerca de dez minutos antes do horário previsto para o pouso, já quando se aproximava da pista de aterrissagem, com a fumaça invadindo a cabine.

Passageiros precisaram usar escorregador inflável para deixar o avião — Foto: Reprodução/Twitter/Lucy Brown

Passageiros precisaram usar escorregador inflável para deixar o avião — Foto: Reprodução/Twitter/Lucy Brown

Alguns passageiros dizem ter ouvido que o problema foi causado pelo sistema de ar condicionado, mas nenhum comunicado oficial foi feito pela equipe de bordo. As máscaras de oxigênio foram disponibilizadas e a aeronave conseguiu pousar em segurança.

Imagem registrada por passageiro mostra cabine do voo BA422 da British Airways cheia de fumaça, durante pouso em Valencia, na Espanha, na segunda-feira (5) — Foto: Twitter/Gayle Fitzpatrick/via Reuters

Imagem registrada por passageiro mostra cabine do voo BA422 da British Airways cheia de fumaça, durante pouso em Valencia, na Espanha, na segunda-feira (5) — Foto: Twitter/Gayle Fitzpatrick/via Reuters

Rapidamente a equipe conseguiu abrir as portas das saídas de emergência e orientou passageiros a escorregar pelo inflável. Caminhões de bombeiros já estavam na pista enquanto todos foram colocados em ônibus e retirados do local.

A British Airways confirmou à imprensa que o voo BA422, que tinha partido do aeroporto de Heathrow, em Londres, com destino à Valencia, esteve envolvido em um incidente. “A aeronave, um A321, pousou e todos os passageiros e membros da tripulação desembarcaram”, diz a nota.

Lucy Brown@lucyaabrown

.@British_Airways terrifying experience on flight to Valencia. Felt like horror film. Thankfully everyone safe. Flight filled with smoke and had to be emergency evacuated. #britishairways

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7292:33 PM – Aug 5, 2019Twitter Ads info and privacy634 people are talking about this

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Homem recupera quase US$ 23 mil que havia jogado no lixo por engano nos EUA

Por G1

A foto, do dia 2 de agosto, mostra os quase US$ 23 mil que foram recuperados por um homem no Oregon, Estados Unidos. — Foto: Brian Sollom/Recology via AP

A foto, do dia 2 de agosto, mostra os quase US$ 23 mil que foram recuperados por um homem no Oregon, Estados Unidos. — Foto: Brian Sollom/Recology via AP

Um homem de Ashland, no estado americano do Oregon, conseguiu recuperar no sábado (3) quase US$ 23 mil (R$ 89,4 mil) que havia jogado por engano no lixo. O dinheiro foi achado em uma caixa de sapatos por funcionários de uma empresa de reciclagem na Califórnia.

A distância entre os dois? Cerca de 321km.

Ele jogou a quantia no lixo na quinta-feira (1º), mas, quando percebeu o erro, o dinheiro já havia sido colocado em um caminhão que seguia para o estado vizinho, a caminho da empresa de reciclagem Recology.

O homem, que não foi identificado, entrou em contato com a empresa e pediu que ficassem de olho caso a caixa de sapatos com o dinheiro aparecesse. A quantia, exatos US$ 22.940, era sua poupança.

“Levamos bastante material todo dia, então as chances de encontrar isso não são muito melhores do que achar uma agulha em um palheiro”, disse Linda Wise, gerente geral do Samoa Resource Recovery Center, centro operado pela Recology.

Ela tinha poucas esperanças de achar o pacote, segundo entrevista que deu ao jornal local “The Press Democrat”. Várias vezes por semana, caminhões carregados de material de reciclagem são transportados de Ashland para a filial da Recology na Califórnia.

“Mas então a caixa apareceu e veio descendo pela fila de separação, e ficamos todos animados ao vê-la”, contou Wise.

Quase todo o dinheiro, com exceção de US$ 320, foi recuperado. “Só caiu da caixa quando chegou à fila de separação”, explicou Brian Sollom, gerente de operações de três instalações de reciclagem da Recology no condado de Humboldt, na Califórnia, onde a quantia foi achada.

“Todo mundo que estava na fila de separação estava radiante esta manhã”, disse Wise, em entrevista na sexta (2). “E agora esse cavalheiro vai ter um ótimo fim de semana.”

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Greve geral e protestos em Hong Kong provocam o caos nos transportes públicos; governo promete reação

Por G1

Uma greve geral e protestos em sete distritos de Hong Kong provocaram o caos nos transportes públicos e nos voos internacionais nesta segunda-feira (5). O governo local, acusado pelos manifestantes de ser pró-Pequim, classificou a situação como “muito perigosa” e deixou evidente a disposição de endurecer a repressão.

Manifestantes ocuparam estações de metrô e mais de cem voos foram cancelados no aeroporto internacional de Hong Kong – um dos mais movimentados do mundo. Em várias partes da cidade, o tráfego de veículos foi bloqueado, o que provocou engarrafamentos.

A polícia já usou gás lacrimogêneo para dispersar manifestantes concentrados em cinco dos sete distritos onde acontecem protestos nesta segunda, de acordo com a CNN.

A chefe de governo local, Carrie Lam, afirmou que a atitude intransigente dos “jovens radicais” promovem uma “situação muito perigosa”.

“Eu diria que [os manifestantes] estão tentando derrubar Hong Kong, destruir por completo a vida de mais de sete milhões de pessoas”, declarou Lam.

“Ações tão grandes em nome de certas demandas (…) minam seriamente a lei e a ordem de Hong Kong. E estão levando nossa cidade, uma cidade que todos amamos, à beira de uma situação muito perigosa”, completou.

Lam disse que “o governo será enérgico na manutenção da lei e da ordem em Hong Kong para restaurar a confiança”.

Série de protestos

Em virtude do princípio “Um país, dois sistemas” pelo qual o Reino Unido cedeu Hong Kong à China, a cidade goza de liberdades desconhecidas no restante do país, ao menos até 2047. Mas cada vez mais os moradores de Hong Kong temem que Pequim viole esse acordo.

Os protestos começaram em 9 de junho depois que o governo local apresentou um projeto de lei – atualmente suspenso – que permitira a extradição de detentos à China continental.

A greve convocada para esta segunda-feira tinha como objetivo mostrar ao governo da China que o movimento ainda tem apoio popular.

Os manifestantes, que não têm um líder, utilizam as redes sociais para coordenar os protestos e, até agora, conseguiram poucas concessões do poder político.

Embora o governo tenha recuado no projeto, os manifestantes ampliaram a pauta de reivindicações com o objetivo de barrar o que consideram a crescente influência de Pequim e de impedir a redução das liberdades dos cidadãos que vivem em Hong Kong.

A maioria das manifestações é pacífica, mas com frequência terminam em confrontos com as forças de segurança. No dia em que houve a celebração oficial do 22º aniversário do retorno do território ao domínio da China, manifestantes invadiram o Parlamento local.

Desde o início dos protestos, a polícia de Hong Kong prendeu 420 pessoas acusadas de manifestações ilegais, posse de armas, agressão a policiais e obstrução das operações do serviço de segurança.

Os protestos foram descritos por Pequim como um plano violento, orquestrado por fundos estrangeiros para desestabilizar o governo central. Na semana passada, o exército chinês divulgou um vídeo que mostra o uso de tanque, cassetetes, gases e jatos de água contra manifestantes – em uma clara ameaça contra os manifestantes de Hong Kong.

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Índia propõe revogar status especial dado à Caxemira

Por G1

O governo indiano propôs ao Parlamento nesta segunda-feira (5) a revogação do status especial dado à região da Caxemira.

Depois de uma reunião de gabinete no início da manhã, o ministro do Interior, Amit Shah, anunciou a intenção de revogar da Constituição o artigo 370 que concede privilégios especiais à região administrada pela Índia.

O anúncio no Parlamento foi feito em meio a protestos da oposição, que prevê uma tempestade política e social na região, já abalada pelos conflitos entre Índia e Paquistão.

“A partir do momento em que o presidente dá o consentimento e é publicado no Diário Oficial, nenhuma das disposições do artigo 370 será aplicável”, disse Shah no Parlamento entre os gritos dos opositores.

O Artigo 370 permite à parte da Caxemira controlada pela Índia um certa autonomia. A região tem sua própria constituição, uma bandeira separada e independência sobre todos os assuntos, exceto os externos, e que evolvam defesa e comunicações.

Mehbooba Mufti@MehboobaMufti

Today marks the darkest day in Indian democracy. Decision of J&K leadership to reject 2 nation theory in 1947 & align with India has backfired. Unilateral decision of GOI to scrap Article 370 is illegal & unconstitutional which will make India an occupational force in J&K.15.3K3:06 AM – Aug 5, 2019Twitter Ads info and privacy14.3K people are talking about this

A ex-ministra-chefe do estado, Mehbooba Mufti, escreveu no Twitter que a medida torna a Índia uma força de ocupação na área. “Hoje é o dia mais sombrio da democracia indiana”, afirmou na rede social. “A decisão unilateral do governo indiano de descartar o artigo 370 é ilegal e inconstitucional, o que tornará a Índia uma força ocupacional”.

Conflito entre Índia e Paquistão

Tanto a Índia quanto o Paquistão reivindicam toda a Caxemira de maioria muçulmana, mas controlam apenas partes dela. As duas potências regionais já enfrentaram três guerras desde o início da disputa, em 1947.

Os dois países disputam a região desde antes de suas independências do Reino Unido. O governante local da década de 1940 escolheu anexar o território à Índia.

Houve uma guerra que durou dois anos. Houve uma segunda guerra em 1965. E uma terceira, breve, em 1999, quando os dois países já possuíam armas nucleares.

Ataques no começo de 2019

Em fevereiro, houve um ataque na região que matou mais de 40 soldados indianos. A Índia afirmou que os autores eram grupos terroristas que tinham campos de treinamento no país vizinho.

Os indianos afirmaram então que bombardearam o campo de treinamento no território paquistanês.

O Paquistão derrubou dois caças e capturou um piloto da Força Aérea indiana –posteriormente, entregue ao país vizinho.

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Explosão no Cairo deixa mortos

Por G1

Uma explosão neste domingo (4) (madrugada de segunda-feira no horário local) deixou ao menos 17 pessoas mortas e 32 feridas no Cairo, capital do Egito. O incidente ocorreu do lado de fora do Instituto Nacional do Câncer do país, informou o ministério da Saúde egípcio.

Um carro que dirigia contra o tráfego colidiu com outros três, causando a explosão, informou o Ministério do Interior do Egito em um comunicado, segundo a Reuters.

A explosão, que supostamente aconteceu quando o veículo colidiu entrando em marcha à ré na rua, causou um incêndio que afetou parte do hospital, informou a EFE, com informações da agência estatal “Mena”.

Segundo a agência, a ministra da Saúde afirmou que foram enviadas ambulâncias ao hospital para fazer a transferência dos pacientes para outros locais. Ela acrescentou que continuam os trabalhos de busca de outros corpos que poderiam ter caído no rio Nilo, que fica em frente ao hospital.

O promotor público do Egito está investigando a causa do incidente, disseram fontes à Reuters, mas não houve nenhuma declaração oficial indicando que a explosão tenha sido um ataque.

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