Seu Vídeo Aqui!!!

————————————————————————————-

————————————————————————————

NUVEM DE TAGS

Navio de guerra alemão afundado na 2ª Guerra Mundial é descoberto na Noruega

O navio tem 174 metros e fez parte da força alemã que invadiu a Noruega em abril de 1940. A embarcação foi atingida por um torpedo submarino britânico logo após iniciar sua viagem de retorno do porto de Kristiansand, no sul da Noruega.

Por Reuters

Imagem de suástica no navio Karlsruhe, que foi afundado em 1940 — Foto: Statnett/Divulgação/Via Reuters

Imagem de suástica no navio Karlsruhe, que foi afundado em 1940 — Foto: Statnett/Divulgação/Via Reuters

Os destroços de um grande navio de guerra alemão foram descobertos na costa da Noruega 80 anos após ter sido afundado durante a Segunda Guerra Mundial.

O cruzador Karlsruhe foi detectado pela primeira vez em 2017. A confirmação da identificação da embarcação veio neste ano, com imagens de varredura sonar de seu casco e de alguns detalhes, como a posição das torres de canhão.

O navio estava a 15 metros de distância de um cabo de energia submarino que está operando desde 1977. Foi a operadora de rede elétrica norueguesa, a Statnett, que fez a revelação da descoberta, em conjunto com um arqueólogo marítimo.

Navio dos anos 1920

O navio foi construído na década de 1920. Posteriormente, colocaram nele uma suástica da era nazista, que também foi capturada em imagens submarinas feitas pela Statnett e seus parceiros, e transmitida primeiramente pela emissora pública norueguesa NRK.

O navio tem 174 metros e fez parte da força alemã que invadiu a Noruega em abril de 1940. A embarcação foi atingida por um torpedo submarino britânico logo após iniciar sua viagem de retorno do porto de Kristiansand, no sul da Noruega.

A tripulação do navio se retirou, e a embarcação foi afundada pelos próprios alemães, indo ao fundo do mar a uma profundidade de 490 metros, cerca de 24 quilômetros da costa.

O ataque de 9 de abril de 1940 marcou o início da invasão nazista da Noruega, forçando o governo e o rei a fugir para o Reino Unido, onde ficaram exilados até a rendição da Alemanha, em 1945.

“Você pode encontrar o destino do Karlsruhe nos livros de história, mas ninguém sabia exatamente onde o navio havia afundado”, disse o arqueólogo e pesquisador do Museu Marítimo da Noruega Frode Kvaloe.

A Statnett disse que seu cabo de energia submarino, que conecta a Noruega com a Dinamarca, teria sido colocado mais longe dos destroços se sua localização fosse conhecida no momento da construção.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Chá de revelação causou um dos incêndios na Califórnia, dizem bombeiros

Segundo o Corpo de Bombeiros do Condado de San Bernardino, 125 km a leste de Los Angeles, um ‘dispositivo pirotécnico gerador de fumaça’ usado em festa foi o responsável pelo incêndio em El Dorado, que já destruiu 28,5 quilômetros quadrados de terra.

Por G1

Um “dispositivo pirotécnico gerador de fumaça”, usado em um chá de revelação, foi a causa de um dos incêndios na Califórnia, nos Estados Unidos. A informação foi divulgada na madrugada desta segunda-feira (7) pelo Corpo de Bombeiros do Condado de San Bernardino, onde ocorre o incêndio, cerca de 125 km a leste de Los Angeles.

Chá de revelação é uma festa que pais fazem para anunciar o sexo do bebê. Um das formas de revelar a surpresa é acionando um dispositivo pirotécnico gerador de fumaça em cores que simbolizam menino ou menina.

O incêndio “El Dorado”, como foi identificado pelos bombeiros, começou na cidade de Yucaipa, perto de Oak Glen, às 10h23 (horário local; 14h23 no horário de Brasília) do sábado (5).

As chamas já destruíram 7.050 acres, o equivalente a cerca de 28,5 km quadrados. Apenas 5% das chamas foram controladas, segundo os bombeiros.

“O Cal Fire lembra ao público que, com as condições secas e tempo crítico para incêndios, não é necessário muito para começar um incêndio. Os responsáveis por começar um incêndio por negligência ou atividade ilegal podem ser responsabilizados criminal e financeiramente”, disseram os bombeiros em comunicado.

Centenas de resgates e temperaturas recordes

No fim de semana, 207 pessoas foram resgatadas por helicópteros militares depois que um dos incêndios as deixou presas em um local de acampamento na Floresta Nacional de Sierra, próxima a San Francisco, no norte da Califórnia. Pelo menos duas pessoas ficaram gravemente feridas e outras dez sofreram ferimentos moderados, segundo a Associated Press.

O incêndio, chamado de “Creek Fire” pelos bombeiros, carbonizou mais de 184 quilômetros quadrados de madeira, e os 800 bombeiros no local ainda não haviam contido as chamas nesta segunda (7), de acordo com informações da AP.

Temperaturas na casa dos 30ºC foram sentidas em várias zonas dos incêndios pelo estado. No centro de Los Angeles, chegou a 44ºC, segundo a AP. O recorde mais alto já registrado no Condado de Los Angeles foi no bairro de Woodland Hills, no Vale San Fernando, onde os termômetros marcaram 49,4ºC.

No centro de San Francisco, no norte do estado, o recorde foi de 37,7ºC. Na tarde de domingo, o serviço meteorológico anunciou que mais de 99% da população da Califórnia estava sob alerta de calor ou de calor excessivo.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Comício de Trump em lago no Texas termina com naufrágio de quatro barcos

Incidente ocorreu neste sábado (5) durante evento promover a candidatura do presidente americano à reeleição, segundo o ‘New York Times’. Todos os tripulantes foram resgatados; serviço de segurança cita mais de uma dezena de pessoas salvas pelos bombeiros.

Por G1

Neste sábado (5), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, promoveu um comício no Lago Travis, no Texas, para promover sua campanha à reeleição à Casa Branca. O evento quase terminou com uma tragédia: quatro barcos de apoiadores do republicano afundaram, mas todos seus tripulantes foram resgatados, segundo o jornal “The New York Times”.

O porta-voz do serviço de segurança do Condado de Travis, Kristen Dark, disse que por volta do meio-dia (no horário local) começou a receber muitas ligações reportando problemas nos barcos que acompanhavam a Trump Boat Parade.

Não há informação oficial sobre o número de apoiadores de Trump resgatados, mas o serviço de segurança contabiliza mais uma dezena de pessoas salvas pelos bombeiros.

“Nós tivemos um número excepcional de barcos no lago hoje. Quando todos começaram a se mover ao mesmo tempo, isso gerou ondas significativas”, explicou Dark ao The New York Times.

Segundo Steve Salinas, que organizou o evento pelo Facebook, a água estava bastante agitada. “Uma vez que há tantos barcos no lago, a mãe natureza faz seus próprios planos”, disse ao NY Times. Ele afirma que havia no comício embarcações de até 18 metros de comprimento.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Reino Unido tem recorde diário de casos de Covid-19; jovens são os mais afetados

Secretário de Saúde demonstra preocupação e pede respeito às normas de distanciamento social. Número de internações e de mortes permanece baixo.

Por Reuters

Reino Unido registrou 2.988 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas – maior número diário de contaminações desde 22 de maio. O secretário de Saúde, Matt Hancock, disse, neste domingo (6), que o salto é “preocupante”.

“Os casos são predominantemente entre os jovens, mas vimos em outros países do mundo e na Europa que esse tipo de aumento acaba atingindo a população como um todo.”

Hancock reforçou que todos têm de seguir regras de distanciamento social. “Não importa a idade ou o quanto a pessoa possa ser afetada pela doença, porque ela vai transmitir o vírus para outras”, afirmou.

Segundo o secretário, reabrir as escolas do Reino Unido no início de setembro não foi um erro, já que elas são “espaços protegidos do vírus”.

Covid-19 no Reino Unido

O número diário de casos começou a aumentar nas últimas semanas, embora as internações e mortes tenham permanecido em níveis baixos.

Segundo o governo, desde o começo da pandemia, foram 41.551 óbitos causados pelo novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, duas pessoas morreram.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Israel, antes exemplo na luta contra o coronavírus, volta a impor confinamento

Israel é o quinto país do mundo em infecções por habitante, à frente do Brasil e dos Estados Unidos – são mais de 3 mil casos diários em uma população de 9 milhões de israelenses.

Por France Presse

Israel, considerado um exemplo na luta contra o coronavírus no início da pandemia, agora enfrenta um forte aumento de casos que levou a um reconfinamento parcial e fortes críticas ao governo.

O país ultrapassou a barreira de 1.000 mortes neste fim de semana, triplicando assim o número de óbitos durante os meses de verão (no hemisfério norte), que também foram marcados por manifestações contra a gestão da crise econômica e de saúde do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

Este número não passou despercebido. Neste domingo (6), o jornal Yediot Aharonot, o mais vendido do país, inundou sua primeira página com os nomes das vítimas da Covid-19, mencionando em suas páginas “um vergonhoso fracasso na gestão da crise desde maio”.

Segundo dados da AFP, já há duas semanas Israel é o quinto país do mundo em infecções por habitante, à frente do Brasil e dos Estados Unidos.

Na semana passada, mais de 3.000 novos casos diários foram registrados, um recorde para este país de nove milhões de pessoas e um contraste gritante com os primeiros meses da pandemia.

No início de março, Israel tomou medidas sérias. Os voos para o exterior foram cancelados quase totalmente, os comércios não essenciais foram fechados e a população foi confinada por várias semanas. O país chegou a viver dois dias sem novos casos em meados de maio.

Números que permitiram ao governo acelerar o desconfinamento, com a reabertura de bares, restaurantes e cafés, locais de culto e com a autorização de casamentos, mantendo o uso obrigatório de máscara.

Mas, desde julho, as infecções multiplicaram por cinco, atingindo cerca de 125.000 casos.

Alguns apontam um desconfinamento precoce, combinado com tênues medidas de ajuda econômica aos mais afetados, levando assim a um retorno apressado ao trabalho. Outros culpam a desorganização do sistema de saúde.

“Vermelho”

O partido Likud (direita), de Benjamin Netanyahu, é criticado tanto nas ruas quanto entre suas fileiras. Um de seus dirigentes, Nir Barkat, pediu nos últimos dias a renúncia do ministro das Finanças, Israel Katz.

Para combater a propagação do vírus, as autoridades dividiram as cidades em quatro categorias: vermelha, laranja, amarela e verde, com base na taxa de infecção.

A partir de segunda-feira (7), parte de Israel dará um passo atrás com o fechamento de escolas e comércios não essenciais em cerca de trinta cidades “vermelhas”.

O Exército apoiará a polícia com 7.000 reservistas nessas cidades.

“Devemos acabar com a indiferença e o desprezo”, disse Ronni Gamzu, médico responsável pela luta contra o coronavírus, que alertou sobre os setores ultraortodoxos e árabes, considerados focos do vírus.

“Com 3.000 casos por dia, não há cidades verdes, o vírus passa de uma cidade para outra”, considerou o ministro da Energia, Yuval Steinitz.

“A única opção é fechar tudo. É melhor confinar o país inteiro por duas semanas e voltar a ser um país verde do que ficar no vermelho por meses”, acrescentou.

Outras personalidades dentro do governo de Netanyahu temem que a economia do país desmorone novamente se houver um confinamento geral.

Além disso, as formações ultraortodoxas que integram o governo se opõem ao fechamento das sinagogas na véspera dos feriados judaicos de Rosh Hashaná e Yom Kippur, de 18 a 29 de setembro.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Mais de 200 pessoas são resgatadas por helicóptero após incêndio em reserva natural na Califórnia

Segundo a corporação de bombeiros local, mais de 20 pessoas ficaram feridas. Incêndio começou na sexta-feira (4).

Por France Presse

Um incêndio florestal no norte da Califórnia, nos Estados Unidos, fez com que centenas de pessoas fossem evacuadas por helicóptero, disseram as autoridades locais neste domingo (6).

Os militares já resgataram mais de 200 pessoas no Mammoth Pool, na reserva nacional Sierra. Entre os evacuados, estão mais de 20 feridos. Alguns deles foram levados ao hospital.

Operação resgata dezenas de pessoas de incêndio na Califórnia

“Os helicópteros partem novamente para continuar as operações de resgate. Não se sabe o número de pessoas que ainda estão lá”, acrescentaram os bombeiros.

O incêndio começou em um terreno acidentado na sexta-feira (4), no início de um fim de semana marcado por uma nova onda de calor na Califórnia.

Em meados de agosto, outra onda de calor gerou incêndios que devastaram mais de 600 mil hectares de floresta nas últimas três semanas.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Alemanha dá ultimato à Rússia em caso de envenenamento do opositor Alexei Navalny

Berlim e outros países ocidentais exigem explicações. Moscou pediu que governo alemão apresentasse evidências que comprovem acusação de envenenamento.

Por RFI

A Alemanha, que atualmente preside a União Europeia, aumentou a pressão neste domingo (6) sobre Moscou, ameaçando com sanções se não houver uma resposta nos próximos dias sobre o caso do envenenamento do opositor ao Kremlin, Alexei Navalny.

A vítima continua hospitalizada em Berlim, onde exames apontaram que Navalny foi envenenado na Rússia, durante a campanha eleitoral, por um agente nervoso do tipo Novichok, projetado nos tempos soviéticos para fins militares.

Berlim e outros países ocidentais exigem explicações. “Definir ultimatos não ajuda ninguém, mas se o lado russo não ajudar a esclarecer o que aconteceu, teremos de discutir uma resposta com nossos parceiros”, disse o ministro de Relações Internacionais alemão, Heiko Maas.

“A substância letal com que Navalny foi envenenado estava, no passado, em poder das autoridades russas. Apenas um pequeno número de pessoas tem acesso a Novichok e esse veneno já foi usado pelos serviços russos para o ataque do ex-agente (russo) Sergei Skripal, na Grã-Bretanha”, acrescentou Maas.

Moscou reage

A acusação de envenenamento foi recebida com ceticismo na Rússia. O ministro das Relações Exteriores, Sergey Lavrov, pediu que Berlim apresentasse evidências, mesmo depois de o governo de Angela Merkel ter afirmado que Navalny foi “inequivocamente” envenenado durante a campanha eleitoral, antes de sua transferência para a Alemanha.

Em um comunicado do Ministério das Relações Exteriores russo divulgado neste domingo, Moscou acusa a Alemanha de bloquear a investigação sobre a suspeita de envenenamento do oponente. “Berlim está atrasando o processo de investigação”, escreveu a porta-voz Maria Zakharova no Facebook. “Até agora, não temos certeza de que a Alemanha não esteja jogando um jogo duplo”, completou, acrescentando que Berlim demorou a responder aos pedidos da Justiça russa.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Trump pede demissão de repórter por publicar supostas críticas do presidente a veteranos de guerra

Presidente dos EUA tem sido alvo de críticas desde que a revista The Atlantic publicou que ele teria chamado de ‘perdedores’ e ‘burros’ os soldados americanos mortos na Primeira Guerra Mundial.

Por France Presse

O presidente Donald Trump pediu para a emissora Fox News que demita sua repórter que cobre temas de segurança nacional, após ela confirmar afirmações do mandatário republicano depreciando os veteranos de guerra dos Estados Unidos.

Trump publicou na sexta-feira à noite uma mensagem de repudio na rede social Twitter, afirmando que a repórter “Jennifer Griffin deveria ser demitida por este tipo de matéria. Ela nunca nos ligou para pedir que comentássemos”.

Griffin informou que dois ex-funcionários do governo confirmaram que o presidente “não queria levar adiante uma cerimônia para homenagear os mortos de guerra americanos” no cemitério de Aisne-Marne, nos arredores de Paris, um evento que foi cancelado oficialmente devido ao mau tempo.

O líder republicano, que em novembro buscará a reeleição, é objeto de críticas desde que a revista The Atlantic publicou que ele teria chamado de “perdedores” e “burros” os soldados americanos mortos na Primeira Guerra Mundial, durante uma visita à França em 2018.

Um ex-funcionário citado pela repórter comentou que Trump havia usado a palavra “burros” para criticar os militares mortos, mas em um contexto diferente relacionado à Guerra do Vietnã.

“Quando o presidente falou sobre a Guerra do Vietnã, ele disse: ‘foi uma guerra estúpida. Todos que aceitaram ir foram burros'”, explicou Griffin ao citar um ex-funcionário do governo não identificado.

Trump, porém, se defendeu das acusações após a publicação da matéria, tuitando que tratava-se de “notícia falsa” (fake news).

A Fox News, que habitualmente exibe uma postura mais simpática com Trump em seu noticiário, tem sido criticada por aparentemente ignorar os relatos de Griffin ao abordar a história.

Vários colegas de Griffin na Fox a defenderem publicamente no Twitter, assim como o congressista republicano Adam Kinzinger, que chamou a repórter de “justa e sem medo”.

“Posso dizer ao presidente que minhas fontes são irretocáveis. Não são anônimos para mim, e acredito que o presidente as conhece”, se defendeu Griffin neste sábado.

Pouco antes do The Atlantic publicar a história, uma pesquisa realizada pelo Military Times e o Instituto para Veteranos e Família de Militares da Universidade de Syracuse descobriu que somente 37,4% dos militares na ativa apoia a candidatura à reeleição de Trump, contra 43,1% para seu rival, o democrata Joe Biden.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Índia ultrapassa o Brasil e se torna o segundo país com mais casos de coronavírus

Mais de 4,2 milhões de pessoas foram infectadas pela doença no país. No domingo (6), Índia teve maior número de casos confirmados em um dia em todo o mundo.

Por G1

Índia ultrapassou o Brasil e se tornou nesta segunda-feira (7) o segundo país do mundo com mais casos de Covid-19, de acordo com dados do Ministério da Saúde indiano.

O país chegou a 4,2 milhões de infecções pelo novo coronavírus, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, que têm mais de 6,4 milhões de casos confirmados.

O Brasil tem 4,13 milhões de infectados, mas é um dos países que menos testam no mundo, o que contribui para que o número de casos notificados seja menor do que os que existem de fato. Além disso, a população da Índia é cerca de 6 vezes maior que a do Brasil: são 1,3 bilhão de habitantes, contra 210 milhões no Brasil.

No domingo (6), a Índia bateu o recorde diário global de novos casos de Covid-19, com mais de 90 mil notificações de infecções pelo coronavírus. No mesmo dia, o Brasil teve 16,4 mil casos confirmados.

Assim como o Brasil, a Índia também tem tido problemas com testagem. Estados diferentes usam testes diferentes para diagnosticar a Covid-19, segundo uma reportagem publicada na revista científica “The Lancet” no sábado (5).

“Comparar as taxas de testes positivos entre diferentes estados tornou-se extremamente difícil”, afirmou à revista Rijo John, analista de políticas de saúde pública e membro sênior do Centro de Pesquisa de Políticas Públicas em Kerala, estado na costa indiana com o Mar Árabico.

“Mais e mais estados estão adotando testes de detecção rápida de antígeno, que são conhecidos por terem uma alta porcentagem de falsos negativos, e não utilizam os testes RT-PCR, padrão ouro, em sua capacidade total”, disse John.

Nem todos os estados fornecem dados sobre quantos de cada tipo de teste estão sendo usados, segundo a “The Lancet”.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Suspeito de assassinar apoiador de grupo de direita nos EUA é morto pela polícia

Michael Forest Reinoehl, de 48 anos, foi morto durante operação para detê-lo em Washington. Ele era suspeito de ter matado apoiador de Trump em Portland.

Por G1

Um homem suspeito de matar um apoiador de um grupo de direita em Portland, nos Estados Unidos, na semana passada, foi morto nesta quinta-feira (3) durante uma operação policial para prendê-lo.

A força-tarefa federal, que tinha um mandado de prisão, tentava deter Michael Forest Reinoehl, de 48 anos, em Lacey, no estado de Washington, cerca de 190 km ao norte de Portland.

O tenente Ray Brady, do gabinete do xerife do condado de Thurston, disse que o suspeito saiu de um apartamento e entrou em um veículo, de acordo com o jornal “The New York Times”. “Quando tentaram prendê-lo, houve tiroteio”, disse o tenente Brady.

Segundo ele, quatro policiais dispararam suas armas. Segundo a CNN, nenhum agente de segurança se feriu.

O tenente Brady disse que os policiais no local relataram que o suspeito estava armado, mas que os investigadores não haviam confirmado essa informação até a manhã de sexta-feira (4).

Morte em Portland

Reinoeh era o principal suspeito de ter atirado e matado Aaron Danielson, de 39 anos, que tinha participado de uma caravana pró-Donald Trump em Portland, no sábado (29). Segundo testemunhas, a vítima usava um boné com o símbolo do grupo Patriot Prayer, de extrema-direita.

No domingo (30), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o prefeito de Portland, Ted Wheeler, trocaram acusações. Trump ameaçou enviar a Guarda Nacional a Portland para dar conta dos protestos e chamou o prefeito, que é do Partido Democrata, de “idiota”. Wheeler rebateu dizendo que Trump não é “colaborativo”.

A cidade Portland, no estado do Oregon, tornou-se o epicentro de protestos antirracistas nos últimos meses após o assassinato de George Floyd por um policial branco.

As manifestações, que são frequentes na cidade desde 29 de maio, ganharam força nos últimos dias depois de um novo episódio de violência policial, desta vez em Kenosha ( Wisconsin), onde outro homem negro, Jacob Blake, foi baleado 7 vezes pelas costas por um policial.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

contato@encartenoticias.com
jencartnoticias@gmail.com