JBS faz recall de 20 toneladas de carne moída por contaminação com plástico nos EUA

Por G1


A JBS está recolhendo 43,29 mil libras (cerca de 20 toneladas) de carne moída nos Estados Unidos por possível contaminação com plástico. O recall foi anunciado nesta segunda-feira (8) pelo Departamento de Agricultura americano (USDA, na sigla em inglês).

Os produtos foram fabricados no dia 20 de março na fábrica da empresa em Plainwell, Michigan. A carne contaminada com plástico foi vendida em varejistas do estado e também do vizinho Wisconsin.

O problema foi descoberto após duas reclamações de consumidores que encontraram pedaços de um plástico verde duro misturados à carne. O sistema de inspeção americano foi informado da contaminação no dia 5 de abril.

O USDA divulgou que não há confirmação de reações por causa do consumo da carne moída, mas orientou que ela seja jogada fora ou devolvida ao local da compra.

G1 procurou a JBS para comentar o assunto, mas não obteve retorno.

Recalls recentes

Este é o terceiro recall da JBS nos Estados Unidos em seis meses. Em dezembro, a companhia precisou retirar do mercado americano 2,5 mil toneladas de carne contaminada com salmonela. Em outubro, havia recolhido outras 3 mil toneladas, pelo mesmo problema.

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Aumenta número de mortos e feridos em conflitos na Líbia, diz ONU

Por G1

Os conflitos na capital da Líbia, Trípoli, deixaram 47 mortos e 181 feridos, informou nesta terça (9) a Organização das Nações Unidas (ONU). Os embates na cidade já duram pelo menos três dias. Na segunda-feira, forças do leste do país atingiram o aeroporto de Trípoli com ataques aéreos, e, em seguida, ele foi fechado pelas autoridades do governo local.

Os números apontados pela ONU são mais altos que os anteriores. Segundo o comunicado da entidade, a quantidade parece se referir, na maior parte, de combatentes, mas também inclui alguns civis e dois médicos, afirma a agência de notícias Reuters. A Organização Mundial de Saúde (OMS), órgão de saúde da ONU, informou que o novo levantamento foi constatado por estabelecimentos locais.

Conflitos na Líbia já têm 47 mortos e 181 feridos, segundo a ONU. — Foto: Igor Estrella e Juliane Monteiro/G1

Conflitos na Líbia já têm 47 mortos e 181 feridos, segundo a ONU. — Foto: Igor Estrella e Juliane Monteiro/G1

O país passa por confrontos entre o governo internacionalmente reconhecido, sediado em Trípoli, e o Exército Nacional Líbio (LNA), que tomou o leste do país, com lideranças estabelecidas na cidade de Bengazi. Comandado pelo ex-general Khalifa Haftar, o LNA lançou, na semana passada, um avanço sobre a capital.

Também nesta terça (9), a Reuters informou que um grupo leal ao Estado Islâmico matou três pessoas e sequestrou outra na cidade de Fuqaha, região central da Líbia, a cerca de 830km de Trípoli. A cidade é controlada por combatentes leais a Haftar, diz a agência.

As forças do LNA tomaram o deserto da Líbia no início deste ano, antes de partirem para Trípoli neste mês, onde estão abrigadas na parte sul. O governo do primeiro-ministro, Fayez al-Serraj, busca bloqueá-los com a ajuda de grupos armados que saíram da cidade de Misrata, no litoral, em picapes equipadas com metralhadoras.

Ataques contra civis podem ser crimes de guerra, diz ONU

A alta-comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, pediu nesta terça (9) que as partes em conflito na Líbia lembrem de suas obrigações com o direito internacional e assegurem a proteção dos civis. Ela destacou o ataque ao aeroporto de Trípoli na segunda-feira e ressaltou que tais ações, em que os alvos são civis indiscriminados, podem constituir crimes de guerra.

“A população da Líbia está presa entre as diferentes facções do conflito há muito tempo, e os mais vulneráveis ​​sofrem as piores violações dos direitos humanos”, afirmou a ex-presidente chilena em um comunicado.

A ONU decidiu, também nesta terça (9), adiar a conferência no país, que estava prevista para começar no domingo. O enviado especial à Líbia, Ghassam Salamé, disse em comunicado que “não podemos pedir aos líbios que participem de uma conferência sob bombardeios e ataques aéreos, porque temos de garantir que todos aqueles que expressaram a sua vontade de comparecer a este evento histórico possam participar”, disse.

As ofensivas dos últimos dias no país intensificam uma luta pelo poder que fraturou o território desde a derrubada de Kadhafi, em 2011. A guerra ameaça interromper o fornecimento de petróleo e gás, desencadear uma maior migração para a Europa e acabar com as esperanças da ONU para uma eleição.

O líder do LNA, o ex-general Khalifa Haftar, de 75 anos, se considera um inimigo do extremismo islâmico, mas é visto pelos opositores como um novo ditador nos moldes do ditador Muammar Kadhafi, morto em 2011. Ele tem apoio do Egito e dos Emirados Árabes Unidos — que o veem como um baluarte contra os islamistas radicais e o apoiam militarmente, de acordo com relatórios da ONU.

Mesmo os Emirados Árabes, no entanto, juntaram-se aos países ocidentais para expressar profunda preocupação com os combates.

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Alemã do Estado Islâmico é julgada por deixar menina yazidi morrer de sede

Por G1

O julgamento de uma alemã do Estado Islâmico acusada de crimes de guerra e de assassinato por deixar uma menina yazidi morrer de sede começou nesta terça-feira (9) em Munique, na Alemanha.

As advogadas anglo-libanesa Amal Clooney e a prêmio Nobel da Paz Nadia Murad integram a equipe que representa a mãe da vítima, mas não acompanham a audiência.

Elas consideram este julgamento como “o primeiro no mundo pelos crimes cometidos pelo Estado Islâmico contra os yazidis”. A minoria religiosa é perseguida e submetida no Iraque pelos jihadistas desde 2014. De acordo com a ONU, o grupo foi vítima de genocídio.

A fé yazidi possui elementos de cristianismo, zoroastrismo e islamismo. Os militantes do Estado Islâmico consideram-nos adoradores do diabo. A maior parte dessa população permanece abrigada na região autônoma do Curdistão, no Iraque.

A acusada, Jennifer W., de 27 anos, pode ser condenada à prisão perpétua. Ela deixou o seu país para se unir ao grupo terrorista em setembro de 2014, segundo a acusação.

Entre junho e setembro de 2015, patrulhava, armada e equipada com um colete cheio de explosivos, para a polícia moral nas cidades iraquianas Fallujah e Mossul. A função dessa polícia era velar pelo respeito das regras de trânsito e da vestimenta fixadas pela organização terrorista, segundo a France Presse.

Presa graças ao FBI

Nessa mesma época, ela e seu marido compraram a menina de cinco anos e sua mãe, ambas da minoria yazidi, para explorá-las como escravas, segundo a acusação.

“Um dia que a criança estava doente, molhou seu colchão. O marido da acusada a castigou, prendendo-a sob um sol a pino, deixando-a morrer de sede de maneira atroz. A acusada deixou seu marido fazer isso e não fez nada para salvar a menina”, explicou a Procuradoria em um comunicado.

Para o advogado da defesa, Ali Aydin, interrogado pelo jornal “Der Spiegel”, “a questão é, na realidade, saber se minha cliente teria podido fazer algo”.

De acordo com a imprensa alemã, Nora B., a mãe da vítima que vive refugiada na Alemanha, disse aos investigadores que a acusada interveio apenas quando já era tarde demais. Desidratada, a menina morreu.

Jennifer W. foi detida pelos serviços de segurança turcos em janeiro de 2016 em Ancara, enquanto cuidava da sua documentação na embaixada da Alemanha. Alguns dias depois foi extraditada para seu país de origem.

Em junho de 2018, foi colocada em detenção provisória após ser detida quando tentava chegar a territórios controlados pelo Estado Islâmico na Síria.

Segundo “Der Spiegel”, foi durante esta última tentativa de chegar à Síria que a mulher contou sua vida ao motorista que a conduzia no Iraque e falou sobre a morte da menina yazidi.

O motorista era um informante do FBI e o carro estava repleto de microfones. A Procuradoria usou essas gravações para processá-la.

‘Excessivo, mesmo para o EI’

Em um comunicado conjunto, os advogados alemães da parte civil, Clooney e Murad, ex-escrava sexual do Estado Islâmico, reivindicam que Jennifer W. seja condenada por crimes contra a humanidade, tráfico de seres humanos e tortura.

As duas mulheres, que não estão em Munique nesta terça, lideram uma campanha internacional para fazer reconhecer os crimes contra os yazidis como genocídio.

“Este caso é importante para todos os sobreviventes yazidis. Cada sobrevivente com quem pude me reunir espera o mesmo: que os culpados sejam julgados (…) Este é, portanto, um grande momento para mim, para toda a comunidade yazidi”, destacou Nadia Murad.

Na gravação do que disse Jennifer W., a mulher, segundo “Der Spiegel”, parece consciente da gravidade dos maus-tratos infligidos à menina. “Era excessivo, mesmo para o EI”, teria dito. De acordo com a revista, o grupo Estado Islâmico castigou fisicamente o marido da mulher por isso.

O jornal “Süddeutsche Zeitung” noticiou que o homem, identificado como Taha Sabah Noori Al-J., estaria na zona fronteiriça turco-iraquiana.

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Hamas anuncia cessar-fogo com Israel após escalada de confrontos nas últimas horas

Por G1

A organização palestina Hamas anunciou nesta segunda-feira (25) que alcançou um cessar-fogo com Israel com mediação do Egito, após horas de intenso confronto, a apenas duas semanas das eleições israelenses.

“Os esforços egípcios tiveram sucesso”, alcançando “um cessar-fogo entre a ocupação e as facções da resistência”, disse o porta-voz da organização, Fawzi Barhum.

Segundo a France Presse, Israel ainda não confirmou a informação.

O confronto se intensificou nas últimas horas após um foguete lançado da Faixa de Gaza ter atingido esta manhã uma casa na comunidade de Mishmeret, na região central de Israel, deixando sete feridos, entre eles uma mulher de 60 anos, uma de 30 anos, uma menina de 12 anos e duas crianças, de 3 e 1 ano e meio, de acordo com o serviço de emergência Estrela Vermelha de David (MDA).

O Exército de Israel afirma que um foguete de fabricação local foi lançado da Faixa de Gaza e percorreu quase 120 km. As Forças Armadas israelenses também culparam o Hamas.

O Hamas foi taxativo ao negar nesta segunda o disparo do foguete e disse que o movimento islâmico palestino não tem interesse em um confronto com o Estado judeu.

“Ninguém dentro dos movimentos de resistência, incluindo o Hamas, está interessado em disparar foguetes de Gaza contra o inimigo”, disse à AFP um alto funcionário do movimento que controla a Faixa de Gaza, e que pediu anonimato.

Depois do ataque, o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, anunciou que iria encurtar sua viagem aos Estados Unidos, durante a qual se encontrará com o presidente do país, Donald Trump, para retornar a Israel.

Resposta israelense

Algumas horas depois, as Forças Armadas de Israel disseram ter começado a atacar alvos do Hamas na Faixa de Gaza e testemunhas da agência Reuters ouviram explosões em Gaza.

Um dos alvos atingidos foi uma posição marítima do Hamas a oeste da cidade de Gaza, e uma outra foi um grande campo de treinamento do grupo no norte de Gaza, disseram autoridades de segurança palestinas e veículos de comunicação do Hamas.

É provável que ambas as áreas tenham sido esvaziadas, já que o Hamas soube com horas de antecedência que os ataques israelenses estavam a caminho.

Testemunhas disseram que três mísseis atingiram o alvo no norte de Gaza.

Novos foguetes

Segundo a agência Efe, antes do acordo de cessar-fogo ser alcançado, milícias palestinas lançaram, a partir da Faixa de Gaza, dezenas de foguetes na direção de Israel, como resposta aos vários bombardeios contra alvos do Hamas.

Os ataques foram confirmados pelo Centro de Operações Conjuntas das Facções Palestinas, que reúne as seis principais milícias, entre elas as Brigadas al Qasam, o braço armado do Hamas, e as Brigadas al Quds, ligadas à Jihad Islâmica.

As sirenes dos sistemas antiaéreos israelense dispararam por volta das 19 horas (16 horas em Brasília) em pelo menos sete áreas do país. O Exército confirmou a identificação de pelo menos um projétil lançado pelos palestinos em uma das regiões.








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Rep. Democrática do Congo tem segundo pior surto de Ebola da história

Por Reuters

A epidemia de Ebola na República Democrática do Congo já ultrapassou mil casos, disse o Ministério da Saúde na segunda-feira (25), com 629 mortos no segundo pior surto da história.

O ebola é uma febre hemorrágica, que causa vômitos, diarreia e sangramento, e mata mais da metade dos que ela infecta.

Os profissionais de saúde estão mais bem preparados do que nunca para esta epidemia mais recente. Novas tecnologias, como uma vacina experimental, tratamentos experimentais e unidades móveis futuristas em forma de cubo para o tratamento de pacientes, ajudaram a conter a disseminação do vírus.

Mas a desconfiança pública e a insegurança desenfreada nas regiões do leste da República Democrática do Congo, onde o Ebola atingiu a região, dificultaram a resposta, e consequentemente o combate à doença.

Cinco centros de Ebola foram atacados desde o mês de fevereiro, às vezes por agressores armados. A violência levou a organização médica francesa Médicos Sem Fronteiras (MSF) a suspender suas atividades no epicentro do surto.

Como resultado, agora é o surto é segundo mais mortal da história, atrás do surto de 2013-16 na África Ocidental, que acredita-se ter matado mais de 11.000 pessoas.

“O total agora é de 1.009 casos”, disse o ministério em um comunicado, mas acrescentou: “a resposta, liderada pelo Ministério da Saúde em colaboração com seus parceiros, limitou a expansão geográfica”.

Quarta-feira passada, as autoridades confirmaram um caso de Ebola em Bunia, outra cidade de quase 1 milhão de pessoas.

O International Rescue Committee (IRC), um grupo de ajuda humanitária, alertou que o número de casos estava aumentando e que o surto poderia durar mais seis a 12 meses em uma região assolada pela violência e pela pobreza.

Unidade do Médicos Sem Fronteira queimada após ataque na República Democrática do Congo — Foto: Laurie Bonnaud/MSF/Handout via REUTERS

Unidade do Médicos Sem Fronteira queimada após ataque na República Democrática do Congo — Foto: Laurie Bonnaud/MSF/Handout via REUTERS








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Avião que deveria ir para a Alemanha pousa na Escócia por engano

Por G1

Um voo que saiu de Londres na manhã desta segunda-feira (25), com destino a Düsseldorf, na Alemanha, acabou indo parar em Edimburgo, na Escócia. Os passageiros só perceberam o engano quando a chegada foi anunciada pela tripulação.

Segundo a British Airways, a culpa foi da WDL Aviation, empresa alemã que fretou o avião para o voo BA 3271. A companhia forneceu os documentos com a rota errada, e pilotos e controladores aéreos apenas cumpriram o que estava determinado nos papéis que receberam.

A British Airways diz ainda que o voo foi tranquilo e sem qualquer incidente. Ao chegar a Edimburgo e descobrir o erro, a empresa reabasteceu o avião e prosseguiu viagem até Düsseldorf, onde os passageiros acabaram chegando quase três horas depois do que previam.

Em um comunicado, a WDL diz que está investigando junto com as autoridades como a “obviamente infeliz” troca de rotas pode acontecer.

O London City Airport, de onde o avião partiu, também se desculpou em uma mensagem no Twitter. “Por mais agradável que seja Edimburgo nesta época do ano, lamentamos que os passageiros que viajam para Düsseldorf no (voo) BA3271, operado pela WDL Aviation, desembarcaram inicialmente na capital escocesa, em vez do destino pretendido. Isso ocorreu devido a um plano de voo incorreto enviado pela WDL”, diz a mensagem.

Um dos passageiros a bordo, Son Tran brincou com a situação: “British Airways, você pode por favor me explicar como meu voo matinal de LCY para Düsseldorf pousou em Edimburgo? Embora seja um conceito interessante, não acho que ninguém a bordo se inscreveu para esta misteriosa viagem loteria…”








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Advogado é preso acusado de tentar extorquir milhões de dólares da Nike

Por G1

O advogado Michael Avenatti foi preso nesta segunda-feira (25), em Nova York, acusado de tentar extorquir milhões de dólares da Nike. Avenatti também enfrenta acusações em Los Angeles.

As ações da companhia tiveram alta de 0,17%.

Na justiça de Nova York, Avenatti e um outro conspirador são acusados de exigir um pagamento mínimo de US$ 15 milhões a US$ 25 milhões, além de um adicional de US$ 1,5 milhão, para que o cliente não se manifestasse contra a Nike.

A acusação envolveria pagamentos ilegais realizados pela companhia para jogadores de basquete universitário dos Estados Unidos.

Nesta segunda-feira, Avenatti chegou a publicar em redes que planejava realizar uma coletiva de imprensa sobre a Nike na manhã de terça-feira (26).

Na Califórnia, ele enfrenta acusações de desviar dinheiro de um cliente para quitar despesas próprias e de fraude por se valer de declarações falsas de impostos para obter empréstimos de milhões de dólares.

Prisão em novembro

Michael Avenatti foi preso em novembro do ano passado em Los Angeles por um caso de violência doméstica. Ele era advogado da atriz pornô Stormy Daniels na batalha judicial com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Daniels afirmou ter tido um caso com Trump em 2006, ter assinado um acordo garantindo que ficaria em silêncio sobre isso e que recebeu, para esse fim, US$ 130 mil nos últimos dias da campanha presidencial em 2016, da qual ele saiu vitorioso.








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Estados da Venezuela registram novo apagão

Por G1

Um novo apagão foi registrado em várias zonas da capital, Caracas, no estado de Miranda, e em várias cidades do interior do país na tarde desta segunda-feira (25), de acordo com o jornal local El Nacional.

O deputado José Guerra, de oposição ao governo de Maduro, publicou em seu Twitter uma lista com uma série de regiões em que o fornecimento de energia elétrico teria sido interrompido. “O povo exige eletricidade. Basta de abuso.”, escreveu.

De acordo com a imprensa, cerca de 15 regiões do país estavam sem luz até às 15h. No Twitter, as pessoas começaram a publicar que estavam sem energia em suas casas já pela manhã.

Apagão mais longo da história

No dia 7 de março começou um apagão que paralisou o país por uma semana, sendo o mais longo da história da Venezuela.

O apagão afetou 22 dos 23 estados venezuelanos, além da capital, Caracas, provocando a interrupção da água e o colapso do setor eletrônico bancário e dos hospitais.

Os cortes de eletricidade são frequentes no país. Enquanto o governo os atribui a sabotagens da oposição, a oposição fala em abandono da infraestrutura e corrupção.








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Partido pró-exército da Tailândia assume liderança em primeira eleição após golpe militar

Por Reuters

Soldado tailandês vota em Bangkok — Foto: AP

Soldado tailandês vota em Bangkok — Foto: AP

Resultados parciais das eleições deste domingo (24) na Tailândia mostram o partido pró-exército um pouco à frente do partido populista liderando uma “frente democrática”, resultado inesperado e – para muitos – chocante, no primeiro pleito do país desde o golpe militar de 2014.

O resultado final só será conhecido na segunda-feira (25), anunciou a Comissão Eleitoral.

Com 93% dos votos contados, a Comissão Eleitoral informou que o partido pró-militares Palang Pracharat, que está tentando manter o chefe da junta militar Prayuth Chan-ocha no poder, liderava com 7,59 milhões de votos.

Com 7,12 milhões, apareceu o Pheu Thai, partido associado ao ex-primeiro ministro exilado Thaksin Shinawatra, cujos legalistas venceram todas as eleições desde 2001.

Os números são do voto popular, mas não refletem os assentos no Parlamento que eventualmente serão vencidos. O Pheu Thai ainda pode ganhar a maior parte deles porque sua popularidade está concentrada no norte e no nordeste do país.

Mesmo assim, houve desânimo entre muitos eleitores que esperavam que as urnas diminuíssem o poder que elites tradicionais e o Exército têm no país com um dos maiores índices de desigualdade do mundo.

No quartel-general do Pheu Thai, em Bangcoc, o ânimo flutuava de felicidade a silenciosa incredulidade.

“Não achava que isso era provável. Não acho que é o que as pessoas queriam”, disse a apoiadora do Pheu Thai, Polnotcha Chakphet.








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Navio de cruzeiro que ficou à deriva chega a porto na Noruega

Por Reuters

Um cruzeiro de luxo que zarpou com quase 1.400 pessoas a bordo chegou a um porto na Noruega neste domingo (24). O motores da embarcação falharam durante uma tempestade, e ela chegou a ficar à deriva no Mar da Noruega.

Nesta manhã, o cruzeiro conseguiu reiniciar três de seus quatro motores e pôde ser rebocado por outras duas embarcações, por cerca de 80 km até o porto.

Com 1.373 passageiros e tripulantes a bordo, o Viking Sky enviou um sinal de socorro no sábado (23). Equipes de resgate retiraram 479 pessoas, uma a uma içadas para helicópteros, antes de o clima melhorar e o navio começar a ser rebocado. Muitos dos resgatados eram idosos.

Vinte feridos foram levados para hospitais, disse a Viking Cruises. Entre eles, ao menos três idosas sofreram fraturas graves.

Cerca de 900 pessoas ainda estavam a bordo quando o navio chegou ao porto de Molde, na costa oeste da Noruega.

“Foi muito perto de um desastre. O navio esteve a 100 metros de encalhar antes de poder reiniciar um dos motores”, disse o chefe de polícia Hans Vik, que chefia o Centro Conjunto de Coordenação de Resgate do sul da Noruega, à TV2. “Se eles tivessem encalhado, teríamos tido um gigantesco desastre.”

No momento em que o navio estava à deriva, ondas de mais de 8 metros assustavam os passageiros. Móveis do cruzeiro foram jogados de um lado para outro.

Cruzeiro com 1,3 mil pessoas fica à deriva após falha mecânica, no mar da Noruega. — Foto: Frank Einar Vatne/NTB Scanpix/Reuters

Cruzeiro com 1,3 mil pessoas fica à deriva após falha mecânica, no mar da Noruega. — Foto: Frank Einar Vatne/NTB Scanpix/Reuters

Passageiros resgatados

O fundador e presidente da Viking Cruises, o bilionário norueguês Torstein Hagen, se reuniu com alguns dos passageiros resgatados.

“Eles tiveram uma experiência chocante”, disse Hagen à TV2 norueguesa e outros meios de comunicação após a reunião com passageiros resgatados do convés do navio em meio a tempestades.

“A maioria dos nossos passageiros é de idosos… Imagine como é ficar pendurado naquele fio. Deve ser uma terrível experiência, mas eles parecem ter lidado com isso muito bem”, disse Hagen.

Os 915 passageiros eram principalmente dos Estados Unidos e Grã-Bretanha, disseram os serviços de resgate. Havia também canadenses e australianos a bordo, entre outras nacionalidades, segundo a empresa.

Um deles foi levado para o Hospital St. Olav em Trondheim e outros foram levados para hospitais locais.

“Muitos também estão traumatizados pela experiência e necessitam cuidados quando chegarem em terra”, disse a Cruz Vermelha Norueguesa.

Construído em 2017, o Viking Sky tem 227 metros de comprimento e 29 metros de largura, segundo o site da Viking Ocean Cruises.

Resgate de cruzeiro na Noruega — Foto: Rodrigo Sanches/G1

Resgate de cruzeiro na Noruega — Foto: Rodrigo Sanches/G1

Local de difícil navegação

O incidente com a embarcação ocorreu por volta da 14h (9h de Brasília) de sábado, a algumas milhas marítimas da costa da região de Møre og Romsdal (no oeste da Noruega), uma região onde já ocorreram vários naufrágios.

No momento, o “Viking Sky” navegava em condições meteorológicas difíceis e passava por uma zona com muitos recifes.

Como a região é muito difícil, as autoridades estudam a construção de um túnel para barcos em uma montanha do litoral para evitar a navegação em alto mar. O projeto, destinado sobretudo a barcos menores, está paralisado por falta de financiamento.

Até mesmo os vikings, famosos por sua destreza marítima, preferiam transportar seus barcos por via terrestre de um fiorde a outro, ao invés de navegar nestas águas.

No sábado, na mesma região os socorristas ajudaram um navio mercante que também sofreu uma avaria nos motores. Os nove tripulantes do “Hagland Captain” se jogaram ao mar e foram resgatados por helicópteros.








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