Chuvas fortes provocam deslizamentos e deixam mortos na Bolívia

Por G1

Quinze pessoas morreram e 39 ficaram feridas em deslizamentos em uma via perto de Caranavi, no departamento de La Paz, informou o governo boliviano nesta terça-feira (5). O número de vítimas ainda pode aumentar.

As fortes chuvas deixaram em alerta para deslizamentos e inundações 11 municípios, segundo o jornal “El Deber”.

O presidente Evo Morales visitou o local da tragédia e afirmou que quatro pessoas estão desaparecidas. Durante sua visita, o presidente criticou os viajantes que passaram pelo local apesar das advertências das autoridades.

Imagens reproduzidas pelo Bom Dia Brasil mostram um grupo que conseguiu escapar de um deslizamento de terra quando passava por uma montanha em Sucre, na região da capital La Paz. As imagens mostram as pessoas correndo no momento em que a terra começa a ceder.

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Rússia apoia conversações entre Maduro e oposição da Venezuela

Por G1

O chanceler russo, Sergei Lavrov, disse nesta terça-feira (5) que a crise na Venezuela só poderá ser resolvida se autoridades do governo de Nicolás Maduro e a oposição conversarem diretamente, informou a agência de notícias RIA.

“Continuamos a acreditar que a única maneira de sair desta crise é sentar o governo e a oposição na mesa de negociações”, disse Lavrov, segundo a RIA. “Caso contrário, será simplesmente a mesma mudança de regime que o Ocidente fez muitas vezes.”

Nesta segunda-feira, os principais países europeus reconhecerem o líder da oposição Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela, aumentando o aspecto global da crise que envolve o regime socialista de Maduro, que tem o apoio de Moscou.

Esses países haviam dado um ultimato de 8 dias para que Maduro convocasse eleições, ou reconheceriam Guaidó, que também tem o apoio de Estados Unidos, Brasil e outros países da América. A oposição e boa parte da comunidade internacional consideram que as últimas eleições presidenciais venezuelanas foram arbitrárias e fraudulentas.

Novas eleições?

Após o apoio dos países europeus a Guaidó, Maduro voltou a negar a realização de eleições presidenciais no país. Em entrevista ao canal RT, ele afirmou: “O problema está na oposição, e não nas eleições regulares”.

Por sua vez, a oposição diz organizar o processo para novas eleições, de acordo com o jornal “El Universal”. A Assembleia Nacional, liderada pela oposição, mas não reconhecida por Maduro, anunciou nesta segunda que vai designar um comitê para estabelecer um novo Conselho Nacional Eleitoral (CNE).

Ajuda humanitária

Nesta segunda, o Grupo de Lima – que também apoia Guaidó e do qual o Brasil faz parte – se reuniu em em Ottawa, no Canadá, e pediu que as Forças Armadas das Venezuela demonstrem sua lealdade ao opositor e pediu a entrega imediata de auxílio humanitário ao país.

O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, anunciou uma ajuda de US$ 53 milhões ao povo venezuelano. “Hoje, o Canadá anuncia (uma ajuda) de US$ 53 milhões para atender às necessidades mais urgentes dos venezuelanos, principalmente os quase três milhões de refugiados”, declarou Trudeau.

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Incêndio em prédio deixa mortos e dezenas de feridos em Paris

Por G1

Dez pessoas morreram e 37 ficaram feridas em um incêndio, aparentemente intencional, em um prédio de Paris, na França, na madrugada desta terça-feira (5), de acordo com o jornal “Le Monde”. Uma mulher de de 40 anos, moradora do edifício, foi detida por suspeita de ter dado início às chamas.

No início desta manhã, cerca de 200 bombeiros trabalhavam para controlar o fogo, que começou por volta de 1h no horário local (22h em Brasília).

A emissora “BFMTV” informou que cerca de 50 pessoas foram resgatadas. Alguns moradores foram retirados pelo teto do imóvel, que fica na Rue Erlanger. Edifícios próximos foram esvaziados por precaução. Várias ruas nas redondezas foram bloqueadas.

Uma fonte dos bombeiros disse à agência France Presse que o balanço de vítimas ainda pode aumentar, porque o fogo persistia no início da manhã no 7º e 8º andares.

O procurador de Paris, Rémy Heitz, informou que a mulher detida já teve problemas psiquiátricos. Segundo ele, foi aberta uma investigação por “destruição voluntária por incêndio com consequências fatais”.

O edifício de oito andares fica no movimentado 16º distrito da capital francesa. O prédio construído nos anos 1970 fica perto do bosque de Boulogne, do clube de tênis Roland Garros e do estádio Parc des Princes.

Em 12 de janeiro, uma explosão provocada por vazamento de gás e um incêndio deixaram quatro mortos e 50 feridos em uma padaria no centro de Paris.

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Governo e grupos armados da República Centro-Africana assinam novo acordo de paz

Por G1

Um novo acordo de paz foi acertado nesta terça-feira (5) entre o governo da República Centro-Africana e 14 grupos armados durante uma cerimônia em Cartum, capital do Sudão. É o oitavo tratado desse tipo desde 2012, segundo a agência France Presse.

O acordo, destinado a terminar com anos de guerra, foi assinado na presença dos presidentes sudanês, Omar al Bashir, e centro-africano, Faustin Archange Touadéra.

O Sudão sediou conversações de paz em sua capital, em ação patrocinada pela União Africana e as Nações Unidas.

Os grupos armados controlam parte do território da África Central e lutam para controlar os recursos e sua influência em nível local.

Ajuda humanitária

O país, com cerca de 4,5 milhões de habitantes, é um dos mais pobres do mundo, apesar das abundantes reservas de urânio, ouro e diamantes.

Em janeiro, o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICR) advertiu que as condições na República Centro-Africana estavam se agravando rapidamente devido à violência e alertou que metade da população necessitava de ajuda humanitária.

Em um comunicado, a organização indicou que uma de cada cinco pessoas do país foi obrigada a deixar seu lar, o que representa o maior nível de deslocamento desde o início desta crise em 2013.

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Crocodilos são vistos em ruas inundadas no nordeste da Austrália

Por Agência EFE

Os moradores da cidade de Townsville, no extremo nordeste da Austrália, que está sendo atingida por fortes inundações, informaram que crocodilos foram vistos vagando pelas ruas da cidade, conforme divulgaram nesta segunda-feira (4) veículos de imprensa locais.

Os serviços de emergência avistaram na noite de domingo (3) um crocodilo de três metros em uma via da cidade, enquanto a moradora Erin Hahn publicou uma foto nas redes sociais de um destes répteis em frente à casa de seu pai, de acordo com o site de notícias news.com.au.

Além disso, Helen Murdoch compartilhou a foto de um crocodilo subindo em uma árvore para evitar ser arrastado pela enchente provocada pelas inundações, que foram declaradas como catastróficas no fim de semana pelo Conselho de Seguradoras da Austrália.

Em Townsville, 50 casas foram inundadas no domingo após a abertura das comportas da represa do rio Ross, que liberou aproximadamente 2 mil metros cúbicos de água por segundo.

Alagamento em Austrália — Foto: Bombeiros de Queensland/AFP

Alagamento em Austrália — Foto: Bombeiros de Queensland/AFP

As autoridades acreditam que, no pior dos cenários, cerca de 20 mil imóveis podem ter sido afetados pelas inundações em Townsville, a maior cidade da área turística de Sunshine Coast, que pertence ao estado de Queensland.

A chefe do governo de Queensland, Annastacia Palaszczuk, disse que as autoridades estão avaliando os danos, ao acrescentar que “haverá uma grande limpeza nas próximas 48 horas”.

Mais de mil pessoas tiveram que sair de casa para os abrigos da cidade por causa das inundações, enquanto os serviços de emergência prestaram auxílio a aproximadamente 200 pessoas desde ontem à noite, de acordo com Palaszczuk.

As inundações foram provocadas pelas chuvas mais intensas registradas em décadas em Townsville, onde caiu mais de um metro de água em sete dias, a quantidade que, em média, cai em um ano inteiro.

O serviço de meteorologia prevê que as fortes precipitações devem continuar nos próximos dias.

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Sobe número de mortos em tornado que atingiu Cuba

Por France Presse

Mais duas pessoas, que estavam com ferimentos graves, morreram por causa do tornado que atingiu Havana, em Cuba, no dia 27 de janeiro. O total de vítimas subiu para seis.

Segundo o ministro de Saúde Pública, José Angel Portal Miranda, “infelizmente morreram duas pessoas das 13 que se encontravam em estado grave como consequência das lesões sofridas durante o fenômeno climatológico”. O último balanço oficial apontava quatro mortes.

Uma semana depois da emergência, brigadas do governo e de cidadãos voluntários conseguiram remover a maior parte dos escombros, e a energia elétrica se restabeleceu quase totalmente. Os serviços telefônicos nos bairros afetados foram religados em 65% dos casos.

Desastre em Cuba

O tornado, com velocidade de 322 km/h, castigou na noite de 27 de janeiro parte de Havana, afetando os municípios de Regla, Guanabacoa, San Miguel del Padrón e 10 de octubre. De categoria EF 4 (a máxima é EF 5), percorreu uma distância de 11,5 km.

Em sua passagem, varreu casas, virou automóveis e arrancou postes e árvores.

Casa destruída em Havana após passagem de tornado  — Foto: AP Photo/Ramon Espinosa

Casa destruída em Havana após passagem de tornado — Foto: AP Photo/Ramon Espinosa

O ministro da Construção, René Mesa Villafaña, informou que 3.513 casas foram danificadas. As partes turísticas da cidade também sofreram danos.

Neste domingo (3), operários da companhia de eletricidade e de telefonia repunham postes e cabos, em meio a dezenas de moradias que ainda apresentam danos severos, a maioria delas sem teto. Os afetados recebiam em suas casas ajuda humanitária de cidadãos que se organizavam em caravanas. As zonas afetadas são resguardadas pela Polícia.

Centenas de pessoas se mobilizaram pelas redes sociais para doar alimentos, roupas, remédios e artigos de limpeza aos afetados.

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Israelense Netanyahu usa fotos com Trump para campanha eleitoral

Por France Presse

Fotografias do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, apertando a mão do presidente americano, Donald Trump, começaram a ser espalhadas por Israel, a dois meses das legislativas nas quais o chefe do governo busca sua reeleição.

“Netanyahu, uma liga à parte”, expressa a legenda do cartaz publicitário, colocado à beira de uma rodovia que liga Tel Aviv a Jerusalém. No cartaz, ambos aparecem sorrindo e apertando as mãos.

O primeiro-ministro israelense, que se diz muito próximo a Trump, tem explorado a seu favor a decisão americana, de maio de 2018, de transferir a embaixada de Tel Aviv para Jerusalém. Essa medida, inclusive, provocou a reprovação da comunidade internacional e a ira dos palestinos.

Netanyahu, no poder há 10 anos, convocou eleições antecipadas em 9 de abril. As pesquisas o colocam como favorito.

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Trump avalia enviar militares para a Venezuela: ‘é uma opção’

Por G1

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que enviar militares para a Venezuela é uma possibilidade para o governo americano.

“Certamente é uma opção”, disse Trump em entrevista à rede CBS. “Bem, ele pediu uma reunião e eu recusei porque estamos muito longe no processo.”

Crise na Venezuela

Em 23 de janeiro, O presidente da Assembleia Nacional e líder da oposição, Juan Guaidó, se declarou presidente interino do país e foi reconhecido pelos governos dos Estados Unidos, Brasil, Canadá, Colômbia e Argentina.

Após o episódio, intensificou-se uma crise política na Venezuela, que também dividiu os países do mundo entre a favor de Maduro ou a favor de Guaidó.

O líder da oposição anunciou uma nova mobilização para o próximo dia 12, em sua ofensiva contra o presidente Nicolás Maduro, diante de uma manifestação em Caracas.

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Ralph Northam, governador democrata de Virgínia, é pressionado a renunciar após foto racista

Por RFI

O governador do estado americano da Virgínia, Ralph Northam, está no centro de uma polêmica depois que uma foto de cunho racista atribuída a ele veio à tona. O democrata pediu desculpas no sábado (2), mas se recusou a renunciar ao cargo, como exigem vários integrantes do partido.

Na imagem reproduzida pela mídia americana, dois jovens aparecem: um com o rosto pintado de preto e outro vestido com roupa utilizada por membros da seita Ku Klux Klan. A foto data de 1984 e foi originalmente publicada no anuário da escola onde Northam era estudante de medicina. Debaixo da imagem, uma citação é atribuída a ele: “Há mais bêbados velhos que médicos velhos neste mundo, então acho que vou tomar outra cerveja”.

Na primeira reação, por meio de comunicado, na sexta-feira (1), o governador tentou se justificar. “Um site publicou uma foto minha de um álbum da escola de medicina, em 1984, em uma fantasia que, evidentemente, é racista e insultante”, escreveu, sem esclarecer se é a pessoa vestida de Ku Klux Klan ou fazendo “blackface”, prática racista que consiste em se pintar de preto.

“Não sou a pessoa na foto”

Mas, pressionado, Northam resolveu voltar atrás no sábado (2). Em uma coletiva de imprensa em Richmond, capital da Virgínia, o governador pediu desculpas pela polêmica provocada, mas negou ser ele na imagem. “Desde meu comunicado de ontem, refleti com minha família e meus ex-colegas de faculdade, e cheguei à conclusão que não sou a pessoa na foto”, afirmou.

Embora alegue jamais ter visto a imagem, afirmou que esse tipo de encenação não o surpreende. “Na época e no local onde cresci, muitos gestos, que hoje são considerados odiosos – e com razão – eram normais”, afirmou.

Por outro lado, reconheceu já ter feito “blackface”, em um concurso de dança em 1984, para imitar o cantor Michael Jackson.

“Sempre gostei do Michael Jackson. Venci a competição porque aprendi a fazer o moonwalk”, reiterou, fazendo referência à célebre coreografia do artista.

Segundo ele, graças a um amigo negro, soube que se pintar de preto é uma prática racista, arrependendo-se da performance.

Pressão por renúncia

Para a mídia americana, é pouco provável que o pedido de desculpas de Northam convença a opinião pública. Personalidades importantes do partido democrata, como Joe Biden, Elizabeth Warren e Kamala Harris exigem sua renúncia.

Do lado republicano, o presidente americano, Donald Trump, condenou duramente o governador da Virgínia. No Twitter, o magnata classificou o caso de “imperdoável”.

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Embaixador da Venezuela no Iraque reconhece Guaidó como presidente interino

Por Agência EFE

O embaixador da Venezuela no Iraque, Jonathan Velasco, se afastou neste sábado (2) do presidente Nicolás Maduro por considerar que seu governo violou a Constituição do país e se colocou à disposição do presidente do parlamento, o opositor Juan Guaidó, que em 23 de janeiro se autoproclamou como presidente interino.

Os opositores venezuelanos e partidários do regime Maduro saíram às ruas neste sábado em manifestações contra e a favor do governo chavista. Após os protestos, Guaidó anunciou uma nova data de mobilização, dia 12 de fevereiro.

“O senhor presidente Guaidó, o senhor está do lado certo da história, do povo e da Constituição. Por isso, nos colocamos a serviço do Estado que o senhor constitucionalmente representa e dirige”, disse Velasco em um vídeo veiculado pelas redes sociais.

O diplomata destacou que Maduro e “seu clã de usurpadores ultrapassaram uma barreira que rompe o limite admissível entre ser um funcionário de Estado e cúmplice de um governo usurpador”.

Também neste sábado, mais cedo, outro vídeo foi divulgado no qual o general de divisão e diretor de Planejamento Estratégico da força aérea venezuelana, Francisco Esteban Yánez Rodríguez, deixava de reconhecer Maduro como presidente e convocava os militares a apoiarem Guaidó.

Um chamado similar foi feito pelo diplomata Velasco ao pedir a todos os cidadãos que exercem funções de Estado e de governo que deem “um passo adiante” para defender a Constituição e o povo venezuelano.

O embaixador indicou que a Assembleia Nacional (AN, parlamento) é o “único poder da República apegado à ética, à legitimidade e à legalidade”, e garantiu que esta instituição é a responsável por preencher o vazio de poder criado pela violação da Constituição.

“Apoiar o presidente da Assembleia Nacional é nossa obrigação, dever e responsabilidade constitucional. O engenheiro Juan Guaidó tem o direito e o dever constitucional de assumir a Presidência da República”, afirmou o embaixador.

No dia 21 de janeiro, cerca de 30 militares de um comando da Guarda Nacional Bolivariana (GNB) se sublevaram em um bairro de Caracas contra o governo de Nicolás Maduro.

O fato ocorreu depois que o parlamento, controlado pelo antichavismo, aprovou um decreto-lei para oferecer anistia a todos os funcionários civis e militares que não reconheçam Maduro e contribuam para restabelecer a democracia, que a AN garante que está sendo solapada.

Esse foi o recurso utilizado por Guaidó para tentar conseguir o apoio das Forças Armadas e dos funcionários de Estado após se autoproclamar presidente interino por considerar que Maduro é um usurpador da presidência da Venezuela, eleito em um pleito considerado fraudulento pela oposição.

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