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Bogotá impõe confinamento para frear 3ª onda de Covid

Colômbia é o 2º país com mais casos e o 3º com mais mortes pelo vírus na América Latina. Restrição se soma a toques de recolher em Medellín, Cali, Barranquilla e Santa Marta.

Por France Presse

Quase oito milhões de habitantes de Bogotá ficarão sob confinamento estrito a partir de sábado (10) para frear os contágios de Covid-19 na capital da Colômbia, anunciou a prefeita Claudia López.

“No próximo fim de semana, sábado, domingo e segunda-feira, vamos todos ficar em casa”, afirmou López. “Em toda Bogotá estarão habilitadas apenas as atividades estritamente indispensáveis”.

“A terceira onda de contágio já começou, um terceiro pico vai acontecer”, advertiu a prefeita, que destacou que as medidas podem ser prorrogadas.

A restrição se soma aos toques de recolher noturnos impostos pelo governo nacional nas cidades de Medellín, Cali, Barranquilla e Santa Marta, onde moram quase sete milhões de pessoas e que estão com o sistema de saúde saturado pelo vírus.

Autoridades colombianas intensificam as restrições noturnas desde o fim de março para tentar conter uma nova onda de contágios, mas os novos casos e mortes permanecem em alta no país.

Colômbia é o segundo país com mais casos de coronavírus na América Latina (mais de 2,4 milhões), atrás apenas do Brasil (13 milhões), e o terceiro com mais mortes (64,2 mil), atrás do Brasil (333 mil) e do México (204 mil).

O país de 50 milhões de habitantes aplicou até o momento 2,38 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19, o equivalente a 4,68 doses a cada 100 habitantes. O número proporcional é quase metade da média mundial (8,53).

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Reservatório de fosfato na Flórida corre risco de colapso; autoridades dos EUA temem desastre ambiental

Uma das soluções encontradas para evitar um rompimento foi o bombeamento da água contaminada para a baía de Tampa. Porém, especialistas alertam que a medida causará impactos na biodiversidade marinha.

Por G1

Autoridades da Flórida (Estados Unidos) estão preocupadas com fissuras em um reservatório de uma antiga fábrica de fosfato em Piney Point que pode se romper.

O temor é que um acidente despeje centenas de milhares de litros de água contaminada sobre casas e na baía de Tampa. Nesta segunda-feira (5), drones de inspeção encontraram uma segunda avaria, mas descartaram que esse novo dano seja outra fissura preocupante.

Por precaução, mais de 300 casas foram esvaziadas no condado de Manatee. Além disso, parte de uma rodovia chegou a ficar bloqueada, e centenas de detentos de uma prisão local foram levados a um andar superior da unidade ou transferidos.

O governador da Flórida, Ron DeSantis, declarou no sábado estado de emergência em três condados na região da baía de Tampa, para liberar recursos e enfrentar a crise.

MAPA - Reservatório em risco na Flórdia — Foto: G1 Mundo

MAPA – Reservatório em risco na Flórdia — Foto: G1 Mundo

Temor de desastre ambiental

Outra medida adotada para evitar um grande vazamento foi a instalação de novas bombas para retirar o material contaminado para transportar, em concentrações pequenas e mais seguras, a água suja à baía de Tampa.

Apesar de a prática ser supervisionada por autoridades ambientais, também existe o temor de que a solução prejudique o ecossistema e, consequentemente, o turismo.

“Seria como despejar 50 mil sacos de fertilizante na baía”, explicou Ed Sherwood, diretor do Tampa Bay Estuary Program, ao jornal “Tampa Bay Times”.

Se a potencial inundação da área ao redor da antiga fábrica de Piney Point for evitada com sucesso, toda a água contaminada pode ir para o mar.

DeSantis disse no domingo que essas águas residuais “atendem aos padrões de qualidade da água para águas marinhas”, embora tenham quantidades excessivas de fósforo e nitrogênio.

As algas crescem muito rápido com esses elementos, e grupos ambientais temem que uma descarga no oceano de milhares de litros dessas águas ricas em nutrientes possa causar uma “maré vermelha” mortal ou uma explosão de algas, que afetaria seriamente não apenas a vida marinha, mas também a atividade turística.

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Moradores do Reino Unido farão dois testes de Covid-19 por semana, diz primeiro-ministro

Com programa de testagem, os casos sem sintomas serão descobertos rapidamente, e a transmissão será interrompida, afirma Boris Johnson.

Por Reuters

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, disse nesta segunda-feira (5) que todos os moradores do Reino Unido poderão fazer teste de Covid-19 duas vezes por semana, em uma nova campanha para rastrear a pandemia conforme os negócios são reabertos e a vacinação avança em ritmo rápido.

Reino Unido vai oferecer dois testes para covid-19 por semana aos cidadãos

Johnson disse que o novo programa de testes em massa quebrará a cadeia de transmissões ao detectar casos sem sintomas.

Plano para evitar restrições

Enquanto grande parte da Europa entra em novos lockdowns para lidar com aumentos de casos, Johnson estabeleceu um plano escalonado para aliviar as restrições nos próximos meses, em um grande impulso para um dos países mais afetados durante a pandemia.

“À medida que continuamos a fazer um bom progresso em nosso programa de vacinas e com nosso roteiro para aliviar cautelosamente as restrições em andamento, a testagem rápida regular é ainda mais importante para garantir que esses esforços não sejam desperdiçados”, disse Johnson em comunicado.

Segundo o governo, os testes serão enviados para residências e empresas, ou retirados em farmácias e centros de testagem.

O aumento dos testes ajudará as autoridades de saúde a rastrearem a pandemia enquanto o país se reabre lentamente após um lockdown rígido de quatro meses.

Johnson deve confirmar que os setores de varejo, hospitalidade ao ar livre e cabeleireiros poderão reabrir em 12 de abril na Inglaterra, enquanto um sistema de cores será usado para viagens internacionais com com base nos níveis de infecção e vacinação dos países.

‘Passaporte’ para frequentar eventos com público

“Passaportes” de vacinas também estão sendo testados para que as pessoas possam frequentar eventos com público.

O Reino Unido está em condições de buscar uma recuperação econômica depois que aplicou doses das vacinas da AstraZeneca e da Pfizer em bem mais da metade da população adulta.

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Índia registra recorde de novos casos de Covid

País é o 2º a ultrapassar a marca de 100 mil novos infectados em um único dia. Infecções cresceram cerca de 12 vezes desde o início de fevereiro, quando as autoridades abrandaram a maioria das restrições e as pessoas pararam de usar máscaras e seguir o distanciamento social.

Por G1

Em meio a uma segunda onda de Covid-19, desafios para vacinar o segundo país mais populoso do mundo e a circulação de novas variantes, a Índia registrou nesta segunda-feira (5) um novo recorde de novos casos: 103.558.

O país se tornou o segundo a ultrapassar a marca de 100 mil novos infectados em um único dia. Até então, só os Estados Unidos tinham atingido a marca simbólica.

As infecções diárias já cresceram cerca de 12 vezes desde que atingiu um pico de baixa no início de fevereiro (cerca de 9 mil), quando as autoridades abrandaram a maioria das restrições e as pessoas pararam de usar máscaras e seguir o distanciamento social.

No dia 24 de março, o Ministério da Saúde do país anunciou a detecção de uma “nova variante dupla mutante” do coronavírus, que ainda não foi catalogada, e o maior número de novos casos de Covid-19 desde novembro (47.262).

A alta nas novas infecções ocorre em meio ao festival da primavera e à organização de grandes comícios eleitorais, que aumentam ainda mais o temor da disseminação do vírus.

Lockdown em Maharashtra

Hospitais no estado mais rico e mais afetado da Índia, Maharashtra, estão sendo invadidos por pacientes, segundo a agência de notícias Reuters.

O estado, cuja capital comercial é Mumbai, registrou um recorde de novos casos (57.074) e foi responsável por mais da metade de todos os novos infectados do país (55%).

Em resposta ao aumento do número de casos, o governo de Maharashtra anunciou no domingo (4) toque de recolher noturno para seus 110 milhões de habitantes até o fim do abril e diversas medidas de restrição.

A região também proibiu reuniões de mais de quatro pessoas e fechou escritórios, restaurantes, cinemas, piscinas, bares, igrejas e templos e locais públicos, como praias, além de impor um lockdown nos fins de semana.

Vacinação contra Covid

Com mais de 12,5 milhões infectados e 165 mil óbitos, a Índia é o terceiro país com mais casos confirmados, atrás apenas de EUA e Brasil, e o quarto com mais mortos, atrás também do México.

O país é o maior produtor e exportador mundial de vacinas, mas encontra desafios para imunizar seu 1,3 bilhão de habitantes, a segunda maior população do planeta depois da China (1,4 bilhão).

Em meio à pressão da oposição, o governo indiano está segurando a exportação de vacinas contra a Covid-19 para acelerar a vacinação no país e expandiu a campanha de vacinação para incluir todos os adultos com mais de 45 anos de idade.

Índia já aplicou mais de 75 milhões de doses, atrás apenas de EUA (161 milhões) e China (133 milhões), segundo o Our World in Data, projeto ligado à Universidade de Oxford.

O país é também o terceiro em vacinas aplicadas por dia (média de 2,24 milhões na última semana), também atrás de China (5,19 milhões) e EUA (3,07 milhões).

Mas a Índia tem uma vacinação proporcional à população ainda pequena (5,51 doses a cada 100 habitantes), atrás da média mundial (8,33) e de outros países dos Brics, como Rússia (8,25), China (9,30) e Brasil (9,86).

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Maduro pede ajuda da ONU para ‘desativar campos minados’ na fronteira com a Colômbia

Confrontos na fronteira entre os dois países são registrados desde 21 de março.

Por France Presse

Venezuela vai pedir “ajuda imediata” à Organização das Nações Unidas (ONU) para “desativar os campos minados” que grupos irregulares plantaram, segundo Caracas, na fronteira com a Colômbia, onde confrontos estão sendo travados desde o final de março, anunciou o presidente venezuelano, Nicolás Maduro.

O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, “dirige um comunicado ao secretário-geral Antonio Guterres das Nações Unidas para solicitar ajuda emergencial imediata para que tragam todas as técnicas para desativar os campos minados deixados por esses grupos irregulares de assassinos e traficantes de drogas vindos da Colômbia”, disse Maduro em um discurso televisionado.

As Forças Armadas da Venezuela realizam operações militares no estado de Apure (oeste), na fronteira com a Colômbia, onde são registrados confrontos desde 21 de março, reportados pelas autoridades dos dois países.

Desde então, essas operações deixaram seis soldados e nove “terroristas” mortos, além de mais de 30 detidos, segundo balanço do governo venezuelano.

A Venezuela enfrenta “grupos orgânicos e articulados ao Exército colombiano, ao governo de Iván Duque” que “se vestem de guerrilheiros para servir às rotas do narcotráfico”, acusou Maduro, que destacou que há duas semanas iniciou a “expulsão” de tais grupos do território venezuelano.

“Já desalojamos vários acampamentos. Eles deixaram o território minado, trouxeram a prática das minas antipessoal (…) para a Venezuela. Perdemos vários soldados venezuelanos para as minas terrestres. Assassinos!”, exclamou.

O Comando Operacional Estratégico das Forças Armadas da Venezuela assegurou no Twitter que utilizou “fogo de artilharia contra grupos irregulares armados colombianos terroristas”.

Maduro reconheceu no domingo passado a possibilidade de dissidentes da guerrilha dissolvida das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) serem responsáveis por confrontos com militares e ataques a civis na fronteira colombiano-venezuelana.

O próprio presidente e outros altos funcionários venezuelanos evitaram identificar os irregulares como dissidentes da guerrilha esquerdista desmobilizada.

As autoridades colombianas indicaram, por sua vez, que a operação foi um golpe contra uma ala de membros dissidentes das FARC.

Os dois países, que dividem uma fronteira porosa de 2.200 quilômetros, romperam relações depois que o governo Duque reconheceu o opositor Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela em janeiro de 2019.

Embora Guaidó seja reconhecido como presidente interino por cinquenta países, com os Estados Unidos, Maduro mantém o poder com o apoio das Forças Armadas.

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Inundações deixam mais de 40 mortos na região da Indonésia e do Timor Leste

Chuvas torrenciais atingiram os dois países horas antes do início das comemorações de Páscoa. Autoridades afirmam que número de óbitos pode ser ainda maior, por causa dos feridos e desaparecidos.

Por France Presse

Mais de 40 pessoas morreram neste domingo (4) em inundações e deslizamentos de terra na Indonésia e no Timor Leste. O desastre ocorreu horas antes do início das celebrações de Páscoa.

Segundo autoridades locais, o número de vítimas pode ser ainda maior que o divulgado, já que há 27 desaparecidos e nove feridos.

Dezenas de casas ficaram cobertas pela lama, e pontes e estradas foram destruídas. Em Bima, na Indonésia, represas transbordaram e submergiram quase 10.000 moradias após nove horas de chuvas. Duas pessoas morreram.

“Buscamos outras regiões impactadas”, declarou à imprensa Joaquim José Gusmão dos Reis Martins, secretário de Estado encarregado da proteção civil timorense.

A previsão é que as chuvas fortes continuem durante toda a semana nestes locais.

Deslizamentos comuns

Os deslizamentos de terra e as inundações repentinas são habituais na Indonésia, especialmente durante a temporada de chuvas.

Ambientalistas apontam, no entanto, que o desmatamento pode aumentar a frequência destes desastres.

Em janeiro, por exemplo, 40 indonésios morreram em inundações que afetaram a cidade de Sumedang, no oeste de Java.

Segundo a agência nacional de gestão de catástrofes, 125 milhões de moradores (aproximadamente metade da população do arquipélago) vivem em áreas de risco de deslizamentos.

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Acidente entre caminhão e ônibus deixa mortos na China

Batida ocorreu em via expressa no leste do país neste domingo (4) deixando 11 mortos e 19 feridos.

Por G1

Um acidente entre um caminhão e um ônibus de passageiros na província de Jiangsu, no leste da China, deixou 11 mortos neste domingo (4), de acordo com informações da mídia estatal do país.

A batida entre os veículos ocorreu em uma via expressa que liga as cidades de Shenyang e Haikou. A emissora CCTV informa ainda que 19 pessoas ficaram feridas no acidente.

As causas da colisão estão sendo investigadas pelo Ministério da Segurança Pública.

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Tiroteio deixa 4 mortos e 2 feridos em Orange, na Califórnia

Polícia local confirmou 4 mortos, entre os quais uma criança. Entre os feridos estão uma mulher em estado muito grave e um suspeito de efetuar os disparos, cuja condição é crítica.

Por G1

Um tiroteio deixou quatro mortos e dois feridos em um prédio comercial ao sul de Los Angeles, na Califórnia, informou a polícia do distrito de Orange.

Uma criança é uma das vítimas e entre os feridos estão uma mulher em estado muito grave e o suspeito de efetuar os disparos, cuja condição é crítica.

O tiroteio ocorreu em um prédio comercial na quarta-feira (31), por volta de 17h30 (horário local, 21h30 em Brasília), na costa oeste nos Estados Unidos.

O Departamento de Polícia de Orange não informou a causa do tiroteio nem a identidade das vítimas e do suspeito.

A tenente Jennifer Amat, porta-voz da polícia local, disse que tiros estavam sendo disparados quando os policiais chegaram, e os agentes atiraram no suspeito. Ele foi levado ao hospital e seu estado é crítico.

O prédio comercial abriga empresas como uma seguradora, uma empresa de consultoria financeira, uma empresa de serviços jurídicos e uma loja de conserto de telefones.

A cidade de Orange fica a cerca de 50 km de Los Angeles e tem cerca de 140 mil habitantes.

O tiroteio é o pior da cidade desde dezembro de 1997, quando um atirador armado com um rifle de assalto atacou um pátio de manutenção do Departamento de Transportes da Califórnia.

3º tiroteio em 2 semanas

Este é o terceiro tiroteio em duas semanas no país. Em 16 de março, oito pessoas foram mortas a tiros por um homem armado em Atlanta, na Geórgia.

Em 22 de março, dez pessoas foram mortas por um homem que abriu fogo em um supermercado em Boulder, Colorado.

O governador da Califórnia, Gavin Newsom, chamou o tiroteio em Orange, na Califórnia, de “horrível e comovente”. “Nossos corações estão com as famílias afetadas por esta terrível tragédia”.

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Crânio de dinossauro ‘amedrontador’ é encontrado na Patagônia

Llukalkan aliocranianus era carnívoro, tinha cerca de 5 metros de comprimento e habitava a América do Sul há 85 milhões de anos.

Por BBC

Explorando fósseis no sul da Argentina, cientistas encontraram o crânio de um grande dinossauro carnívoro batizado como “aquele que causa medo”, a partir de vocábulos da língua nativa mapuche.

O Llukalkan aliocranianus tinha chifres, cerca de 5 metros de comprimento e habitava a América do Sul há 85 milhões de anos, no período Cretáceo — o último antes da extinção dos dinossauros.

Pesquisadores também encontraram fósseis de outro dinossauro carnívoro por perto, uma proximidade segundo eles incomum.

As descobertas na região da Patagônia argentina foram apresentadas na terça-feira (30/3) na revista científica Journal of Vertebrate Paleontology.

Raio-x do dinossauro

Como o Tyrannosaurus rex, o Llukalkan aliocranianus tinha duas pernas e braços muito curtos, mas um tamanho médio em comparação com o gigantesco T. Rex.

O animal tinha ainda chifres curtos e dedos minúsculos. Estima-se que o Llukalkan aliocranianus pesasse entre uma e cinco toneladas, um pouco mais leve do que um elefante africano adulto.

Provavelmente era um predador temível, com mordida forte e crânio grande.

As descobertas sugerem também que o dinossauro encontrado na Patagônia tinha uma audição melhor do que outros dinossauros da família dos abelisaurídeos, o que provavelmente o tornava um melhor caçador, explicou Federico Gianechini, paleontólogo da Universidade Nacional de San Luis, na Argentina, à agência de notícias Reuters.

Perto do crânio, cientistas encontraram os restos fossilizados de um dinossauro carnívoro ligeiramente maior, chamado Viavenator exxoni.

Gianechini disse que é muito incomum encontrar dois abelisaurídeos vivendo juntos ao mesmo tempo.

“O Llukalkan era um pouco menor do que Viavenator. Se viveram juntos, certamente compartilhavam o mesmo nicho ecológico e se alimentavam das mesmas presas. Então, podem ter competido entre si e, por que não, até comido um ao outro”, disse à Reuters.

Nas últimas décadas, a Argentina revelou várias descobertas de fósseis importantes. Em 2014, foram encontrados no país os restos de um dinossauro que pesava quase o mesmo que 14 elefantes.

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Presidente da Bolívia anuncia fechamento das fronteiras com o Brasil

Deve ser feito uma espécie de lockdown na região fronteiriça. Objetivo é evitar a entrada no país da variante do novo coronavírus.

Por TV Morena

O presidente da Bolívia, Luis Arce, anunciou pelo Twitter que as fronteiras com o Brasil serão fechadas por sete dias. A expectativa é que isso aconteça a partir da 0h desta sexta-feira (02) e que uma espécie de lockdown seja feito nas cidades fronteiriças.

“No marco das medidas para proteger a população, instruímos o fechamento temporário das fronteiras com o Brasil, por sete dias. Os Ministérios da Saúde, do Governo da Bolívia e das Relações Exteriores providenciarão o fechamento temporário de outros pontos, com base na situação epidemiológica”, disse o presidente, pelas redes sociais.

O objetivo das medidas bolivianas é prevenir a entrada da variante brasileira P.1 no país. A Argentina e o Uruguai também estão com as fronteiras fechadas com o Brasil por conta da Covid-19. Neste último, podem entrar quem é cidadão uruguaio, estrangeiro residente, parente de uruguaio ou que esteja em missão humanitária ou por conta de reunião familiar.

Vacinação em massa

Nesta quinta-feira, Porto Quijarro, cidade boliviana vizinha à sul-mato-grossense Corumbá, a 415 quilômetros de Campo Grande, recebe 16.800 doses de vacina contra a Covid-19, que somam-se às mais de 11 mil doses do início da semana.

Essa é a primeira fase da campanha de vacinação em massa por lá. Mais doses devem chegar na próxima semana.

A Bolívia já soma 272.411 casos de Covid-19, com 12.257 mortes. No Brasil, 12,7 milhões de pessoas já foram contaminadas pelo novo coronavírus e 321.515 morreram. Os dados são do site Our World in Data.

A população do Brasil, segundo o IBGE, é 211 milhões de pessoas. Da Bolívia, 11,7 milhões.

Fronteira

A partir de Corumbá, para se chegar em Porto Quijarro é preciso passar pela rodovia Ramón Gomez. No limite entre as duas cidades há a aduana, onde trabalham fiscais da Receita Federal e policiais. Esse é o caminho oficial.

Diversos brasileiros e bolivianos cruzam a aduana diariamente, seja para trabalhar, estudar ou fazer compras.

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