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Ex-vice-presidente do Paraguai é sequestrado

Dentro do carro de Oscar Denis foram encontrados panfletos do grupo armado Exército do Povo Paraguaio.

Por G1

O ex-vice-presidente do Paraguai Oscar Denis, de 74 anos, foi sequestrado na tarde de quarta-feira (9) no departamento Concepción, a cerca de 500 km a nordeste de Assunção.

O presidente Mario Abdo Benítez foi até a região para acompanhar as investigações, de acordo com o jornal “ABC Color”.

O veículo do ex-presidente foi encontrado por funcionários de sua fazenda com as portas abertas e panfletos do autodenominado Exército do Povo Paraguaio (EPP) em seu interior, na estrada que leva à sua propriedade, conhecida como Tranquerita. O EPP é um pequeno grupo armado de esquerda que atua no país desde 2008.

O carro foi deixado a cerca de 20 km do local onde ocorreu o confronto do grupo armado com a Força Tarefa Conjunta (JTF), em 2 de setembro. O conflito resultou na morte de duas meninas de 11 anos, supostamente filhas dos dois principais líderes do EPP.

Nesta quarta-feira, os senadores recebiam em sessão reservada um relatório do Executivo sobre o caso da morte das meninas, quando foi anunciada a notícia do sequestro. A sessão foi interrompida abruptamente, de acordo com a France Presse.

“Obviamente, é a primeira reação deste grupo criminoso”, disse o ex-presidente do Paraguai Federico Franco (2012-2013), de quem Denis foi vice-presidente, referindo-se a uma possível vingança pela morte das meninas.

O EPP é uma divisão do partido político de esquerda “Pátria Livre”, que participou das eleições há 20 anos. Mais de 50 assassinatos, incluindo de policiais e militares, são atribuídos ao grupo, além de mais de uma dezena de sequestros.

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Incêndio florestal no norte da Califórnia deixa mortos

Por causa das chamas, milhares de pessoas tiveram de deixar suas casas, o que gerou engarrafamentos. Fumaça deixou céu da região de San Francisco com coloração laranja.

Por G1

Três pessoas morreram em um dos incêndios florestais que atingem o norte da Califórnia, nos Estados Unidos, informaram autoridades locais nesta quarta-feira (9). Além disso, por causa do fogo, milhares de moradores da região tiveram de deixar suas casas.

Perto da cidade de Paradise, uma das mais ameaçadas pelo incêndio, centenas de pessoas tentavam deixar o local de carro, o que causou grande engarrafamento. Segundo funcionários da Patrulha Rodoviária, o corpo de uma das vítimas foi encontrado dentro de um carro.

Na mesma Paradise, há dois anos, 85 pessoas morreram por causa de um incêndio florestal grave que atingiu a região.

O fogo se alastra rapidamente por causa dos ventos fortes, comuns na região nesta época do ano. Além da Califórnia, outras partes do oeste dos Estados Unidos registram incêndios.

Moradores dos estados de Oregon e Idaho também receberam alertas de incêndio e precisaram deixar suas casas. O estado de Washington perdeu uma área florestal maior do que se costuma registrar durante todo o ano.

Considerando todos os incêndios que atingiram a Califórnia desde meados de agosto, oito pessoas morreram e 3,6 mil casas foram destruídas por causa das chamas.

Céu laranja

Uma enorme nuvem de fumaça cobriu grande parte da Califórnia na quarta-feira, escurecendo o sol e deixando o céu com uma tonalidade laranja na região de San Francisco.

Mais de 14 mil bombeiros estão lutando contra os incêndios no estado. Duas das três maiores queimadas da história do estado seguem ativas na área da baía de San Francisco, embora estejam amplamente contidas após queimarem por três semanas.

O estado registrou um recorde de 930.800 hectares queimados este ano e a pior fase da temporada de incêndios florestais está apenas começando.

“É extraordinário o desafio que enfrentamos até agora nesta temporada”, disse o governador Gavin Newsom.

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Vice-presidente do Afeganistão escapa ileso de ataque a bomba

Explosão ocorreu enquanto o comboio do vice-presidente passava perto de uma praça em Cabul. Duas pessoas morreram e outras 12 ficaram feridas.

Por G1

O vice-presidente do Afeganistão, Amrullah Saleh, escapou ileso de um ataque a bomba nesta quarta-feira (9) em Cabul. Nenhum grupo assumiu o atentado, que deixou dois mortos e outros 12 feridos.

“Hoje, mais uma vez, o inimigo do Afeganistão queria ferir o vice-presidente, Amrullah Saleh, mas eles não conseguiram atingir seus objetivos. Saleh saiu ileso e este ataque terrorista falhou”, informou o gabinete do vice-presidente em um comunicado.

O filho do vice-presidente, Ebad Saleh, que estava no veículo no momento da explosão, também confirmou o estado de saúde do pai. “Garanto a vocês que ele [Amrullah Saleh] está bem e todos estão bem, não há mortes entre nós”, postou em uma rede social.

O ataque ocorreu por volta das 7h35 (local) na praça Taimani Sabiqa, na capital afegã, disse o porta-voz do Ministério do Interior, Tariq Arian, em um comunicado. A explosão ocorreu enquanto o comboio do vice-presidente passava pela área.

“Até agora, dois mortos e 12 feridos”, acrescenta a nota.

Imagens após a explosão mostraram danos significativos à área, juntamente com fachadas destruídas e peças de veículos carbonizadas.

Saleh, um ex-chefe de inteligência, sobreviveu a outros ataques, incluindo um em seu escritório há um ano, durante a campanha eleitoral que concorreu com o presidente afegão Ashraf Ghani, na qual 24 pessoas morreram.

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EUA condenam repressão em Belarus e estudam sanções ao regime de Lukashenko

Secretário de Estado, Mike Pompeo, cobrou que governo bielorrusso garanta a segurança de ativista presa na fronteira com a Ucrânia e que liberte cidadão americano preso.

Por France Presse

O secretário de Estado americano, Mike Pompeo, condenou nesta terça-feira (8) as recentes prisões de opositores ao regime de Alexander Lukashenko em Belarus. O país europeu vive onda de protestos e repressão policial violenta desde que o atual presidente bielorrusso conseguiu mais um mandato em eleições cercadas de denúncias de fraude.

Segundo Pompeo, os Estados Unidos estão “profundamente preocupados” com a prisão de Maria Kolesnikova, uma das figuras de oposição mais proeminentes em Belarus que foi detida na fronteira com a Ucrânia. O secretário do presidente Donald Trump elogiou a coragem da ativista.

“Os Estados Unidos, em coordenação com nossos parceiros e aliados, consideram aplicar sanções adicionais específicas para promover a prestação de contas dos envolvidos em abusos dos direitos humanos e repressão em Belarus”, declarou Pompeo.

“Lembramos as autoridades de Belarus de sua responsabilidade em garantir a segurança da senhora Kolesnikova e de todos os que foram presos injustamente.”

Cidadão americano preso

Pompeo também relembrou que Vitali Shkliarov, bielorrusso com cidadania americana, está entre os opositores detidos pelo regime de Lukashenko.

“Fazemos um chamado às autoridades daquele país para que ponham fim à violência contra seu próprio povo, libertem os que foram presos injustamente, entre eles o cidadão americano Vitali Shkliarov, e estabeleçam um diálogo significativo com representantes genuínos da sociedade”, pediu o secretário.

Shkliarov é um analista político que vive em Washington e que foi detido durante visita a Belarus, acusado de ajudar a organizar distúrbios em massa, o que nega. Ele é um acadêmico convidado da Universidade Harvard e trabalhou na campanha presidencial do senador democrata Bernie Sanders.

A polícia de Belarus intensificou a repressão aos opositores, com mais de 600 pessoas presas neste domingo em um grande protesto contra o líder do país, Alexander Lukashenko, aliado da Rússia, que enfrenta seu maior desafio em 26 anos de mandato.

Crise em Belarus — Foto: Juliane Monteiro/ G1

Crise em Belarus — Foto: Juliane Monteiro/ G1

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Netanyahu pede desculpas pela morte de árabe israelense acusado de ser terrorista

Primeiro-ministro de Israel admitiu que polícia tentou encobrir a verdade sobre morte de homem inocente em 2017.

Por France Presse

O primeiro-ministro de IsraelBenjamin Netanyahu, pediu desculpas nesta terça-feira (8) à família de um árabe israelense morto pelas forças de segurança em 2017, após o classificarem erroneamente como “terrorista”.

“Quero me desculpar com a família Qiyan, cujo pai, um cidadão israelense, foi morto sob o pretexto de que era terrorista, quando não era”, declarou Netanyahu.

Em janeiro de 2017, policiais faziam uma operação para desocupar a aldeia beduína de Umm Al-Hiran, no sul israelense. Na versão original da polícia, o homem identificado como Yacub Musa Abu al-Qiyan avançou com o carro sobre os agentes de segurança, matando o oficial Erez Levi.

Entretanto, testemunhas disseram que al-Qiyan foi baleado quando dirigia lentamente nos arredores do vilarejo. Só aí que, ferido, o motorista perdeu o controle e atropelou o policial.

Na noite de segunda-feira, o jornalista israelense Amit Segal demonstrou com documentos que uma investigação policial interna concluiu que houve um erro — e, mesmo assim, o então comandante da polícia, Roni Alcheikh, optou por não revelar a verdade.

Netanyahu admite erro da polícia

Em entrevista nesta terça-feira, Netanyahu alegou que a polícia lhe garantiu em 2017 que se tratava de um ataque em que um veículo foi jogado contra seu alvo.

“Eles me disseram que era um terrorista e ontem descobrimos que não era, mas que ele foi designado como tal por promotores e policiais que estavam tentando encobrir a realidade”, disse ele.

“Este homem foi rotulado de terrorista apenas para evitar que a polícia fosse considerada irresponsável”, acusou Netanyahu.

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Oeste dos EUA registra neve em pleno verão; temperatura despenca 30°C em um dia

Após termômetros marcarem calor recorde para a época, autoridades alertam para problemas relacionados ao acúmulo de neve, como queda de galhos de árvores.

Por G1

Cidades aos pés das Montanhas Rochosas, no oeste dos Estados Unidos, registraram neve nesta terça-feira (8). Ainda é verão no Hemisfério Norte, e a onda de frio chegou à região após termômetros marcarem mais de 30°C no fim de semana e na segunda-feira.

No estado de Wyoming, a cidade de Laramie ficou coberta de neve, paisagem não usual nesta época do ano. O fenômeno também foi registrado em Utah, Montana e Colorado — nesse último, as temperaturas despencaram de 33°C para 2°C em questão de horas na cidade de Denver.

“Preparem-se agora para esta transição brutal do verão para o inverno!”, avisaram os serviços meteorológicos de Denver na manhã de segunda-feira.

A neve e o frio chegaram em um momento de preocupação nos EUA com os incêndios florestais. Apesar de as queimadas mais graves acontecerem na Califórnia, a cidade de Denver também registrou focos na segunda-feira, quando ainda fazia calor no Colorado.

Ar frio do Canadá

Segundo autoridades meteorológicas, a queda brusca de temperatura está relacionada a uma corrente de ar frio que veio do Canadá.

Os serviços meteorológicos alertam, em particular, para o perigo da queda de galhos, que podem se partir com o peso da neve uma vez que eles ainda estão com as folhas — ou seja, não passaram por aquela transição geralmente vistas no outono.

Essas condições extraordinárias devem durar até quarta-feira à noite. A partir de domingo, as temperaturas podem subir para cerca de 25°C — algo mais próximo do normal para o verão, que só termina em 22 de setembro.

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Cristão é condenado à morte por blasfêmia no Paquistão

Homem teria comentado em uma mensagem o porquê de sua demissão após seu chefe tentar convertê-lo ao islamismo.

Por G1

Um homem cristão foi condenado à morte pela Justiça do Paquistão nesta terça-feira (8). Ele foi declarado culpado de transmitir mensagens de texto com “conteúdo blasfemo”, segundo seu advogado que negou todas as acusações apresentadas.

Asif Pervaiz, que está preso há sete anos, teria relatado que seu chefe tentou convertê-lo ao islamismo, explicou o defensor Saif ul Malook à agência France Presse. Malook foi responsável pela liberdade de Asia Bibi, cristã que passou nove anos em uma solitária, também acusada por blasfêmia.

Malook disse que vai apelar da decisão em uma instância superior, mas isso pode levar anos uma vez que o país tem um sistema judicial totalmente saturado. A blasfêmia é um assunto muito sensível no Paquistão, onde acusações sem provas de ofensas ao islã acabam em assassinatos e linchamentos.

Segundo a comissão internacional norte-americana para a liberdade religiosa, cerca de 80 pessoas estão presas por blasfêmia no Paquistão, a metade já condenada à prisão perpétua ou à pena de morte. Até o momento nenhum condenado por blasfêmia teve a pena executada.

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Líder da oposição de Belarus pede liberação de aliada presa na fronteira com a Ucrânia

Svetlana Tijanóvskaya pediu a libertação imediata de sua colaboradora Maria Kolésnikova.

Por G1

A líder da oposição bielorrussa no exílio, Svetlana Tikhanovskaya, pediu nesta terça-feira (8) a liberação imediata de sua colaboradora Maria Kolésnikova, de 38 anos. Ela foi detida na segunda-feira (7) na fronteira com a Ucrânia em um momento em que aumenta a repressão contra os críticos do presidente de BelarusAlexander Lukashenko.

Kolésnikova, que integra o “Conselho de Coordenação” da oposição, criado para preparar o caminho para uma transição política no país, é uma das poucas opositoras que permanecem no país. Na segunda-feira (7), testemunhas disseram que ela tinha sido levada por homens não identificados em um carro, mas a sua prisão não foi confirmada pelas autoridades.

Nesta terça, o porta-voz da Guarda de Fronteiras, Anton Bytchkovski, afirmou à AFP que Kolesnikova foi detida quando tentava atravessar a fronteira da Ucrânia com outros dois integrantes do Conselho Coordenação, Anton Rodenkov e Ivan Kravtsov. Os dois conseguiram entrar no país vizinho.

“Maria Kolésnikova deve ser libertada imediatamente, assim como todos os membros do Conselho de Coordenação [para a transferência pacífica do poder] e presos políticos anteriormente detidos”, afirmou Tikhanovskaya, exilada na Lituânia.

“Você não pode manter pessoas como reféns. Ao sequestrar pessoas em plena luz do dia, Lukashenko mostra sua fraqueza e medo”, declarou Tijanóvskaya por meio de sua assessoria de imprensa em um canal do Telegram.

A ex-candidata à presidência, que denuncia fraude na eleição de 9 de agosto, afirmou que a função do Conselho de Coordenação é ser uma plataforma para negociações. “Não há outra solução e Lukashenko deve perceber isso”.

Exílio

Além de Svetlana Tikhanovskaya, que está na Lituânia, outros nomes importantes da oposição buscaram refúgio no exterior por temor de serem presos.

Olga Kovalkova, que integra o Conselho de Coordenação, viajou à Polônia depois de receber ameaças do serviço de inteligência de Belarus.

Verónika Tsepkalo, diretora da campanha do marido, Valeri Tsepkalo, juntou-se a ele e deixou Belarus.

Duas lideranças importantes da oposição, o jurista Maxim Znak e a escritora Svetlana Alexievich, Prêmio Nobel de Literatura, seguem em Belarus.

6ª reeleição contestada

Alexander Lukashenko, de 66 anos, governa Belarus desde 1994. A oposição acusa o governo de fraudar o resultado da votação de 9 de agosto em que ele foi reeleito pela 6ª vez. Desde então, o país vive uma onda inédita de protestos. Até o momento, o chefe de estado descarta qualquer tipo de diálogo.

Desde o início das manifestações, mais de 7 mil pessoas foram detidas. De acordo com o Ministério do Interior, na segunda-feira (7), 363 pessoas continuavam em detenção provisória e aguardavam a análise de seus casos pelos tribunais.

No domingo (6), apesar da grande presença das forças de segurança, mais de 100 mil pessoas saíram às ruas do centro da capital, Minsk, quarto fim de semana consecutivo de mobilização desde a polêmica reeleição. Outras manifestações aconteceram em cidades como Grodno ou Brest (oeste). Mais de 600 pessoas foram detidas.

Os países europeus não reconheceram os resultados das eleições e preparam sanções contra importantes autoridades bielorrussas.

Lukashenko que, antes da eleição criticou as tentativas de “desestabilização” de Moscou, agora denuncia um “complô” ocidental e tenta se aproximar da Rússia, seu tradicional aliado e parceiro econômico.

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Justiça do Equador confirma pena de oito anos de prisão a ex-presidente do país

Condenado em última instância, Rafael Correa terá dificuldade para viabilizar sua candidatura à vice-presidência do país. A sua única chance é se a ordem para a execução da pena não chegar antes da autorização da Justiça Eleitoral.

Por G1

A última instância da Justiça do Equador confirmou nesta segunda-feira (7), a condenação a oito anos de prisão do ex-presidente Rafael Correa (2007-2017) por corrupção. Na prática, isso significa o fim de sua carreira política –ele buscava participar das eleições de fevereiro.

Um tribunal da suprema Corte Nacional de Justiça (CNJ), “por votação da maioria, rechaçou os recursos de cassação interpostos pelos recorrentes e ratificou a sentença por suborno” ditada em abril contra Correa e uma dezena de antigos colaboradores, informou a promotoria em uma rede social.

O ex-presidente vive na Bélgica desde 2017 e foi julgado à revelia. Ele respondeu em uma rede social: “Finalmente conseguiram. Em tempo recorde, emitem uma sentença ‘definitiva’ para me inabilitar como candidato. Não entendem que a única coisa que fazem é aumentar o apoio popular. Eu ficarei bem. Mostrem toda a solidariedade a perseguidos de lá. Lembrem-se: a única coisa a que nos condenam é a vencer.”

Veja uma reportagem de 2018 sobre um pedido de extradição de Correa.

A sentença inicial havia sido dada em julho. Agora, após a confirmação da sentença, ainda resta a possibilidade de interpor um pedido de esclarecimento para protelar a execução da pena. Isso pode ajudar Correa em seu plano para concorrer à vice-presidência do país, em fevereiro, mas não pode mudar o conteúdo da decisão.

Correa é candidato à vice-presidência por uma coalizão de esquerda. Com essa pena, o ex-governante fica inabilitado a disputar eleições –uma das condenações é por suborno, e a Constituição determina a inelegibilidade para esse tipo de crime.

Candidatura vetada

A CNJ determinou que Correa e os antigos colaboradores receberam propina em troca de contratos com várias empresas, entre elas a brasileira Odebrecht, que foi citada, mas não investigada.

O ex-presidente, 57, afirma ser inocente. Ele foi vinculado ao caso por US$ 6 mil depositados em sua conta bancária, valor que alega se tratar de um empréstimo de um fundo do seu partido. As penas por peculato, suborno e enriquecimento ilícito não prescrevem no Equador.

“A situação é bastante difícil” no campo eleitoral, disse à AFP o constitucionalista Rafael Oyarte, assinalando que a de Correa “é uma candidatura dificilmente viável”. Ele indicou que qualquer candidatura também “está vetada” a Correa, por outras causas determinadas pela Constituição e nas quais ele incorre por ter sido eleito presidente duas vezes.

Lenín Moreno, ex-aliado e sucessor de Correa, promoveu reformas para proibir mais de uma reeleição. Para os críticos do ex-presidente, isso o impossibilita de se candidatar também a outros cargos.

Outro processo

Sobre Correa pesa outra ordem de prisão. Ele é réu em um processo em que é acusado do sequestro de um opositor equatoriano na Colômbia em 2012. O ex-presidente não pode ser julgado à revelia por esse crime.

Correa se considera perseguido politicamente por Moreno, seu vice-presidente entre 2007 e 2013.

Candidatura à vice-presidência em dúvida

Correa vive na Bélgica porque esse é o país natal de sua mulher. Mesmo fora do Equador, o ex-presidente socialista é o principal opositor de Moreno.

A convocação para as eleições gerais está prevista para o próximo dia 17, e, no dia seguinte, terá início a etapa de inscrição de candidaturas.

A candidatura de Correa pode ser validada se sua pena ainda não tiver sido executada. Ele então gozaria de imunidade e poderia, teoricamente, retornar ao país para a votação.

No entanto, o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) deixou em suspenso a possibilidade da candidatura à vice-presidência, uma vez que Correa não esteve de forma presencial no órgão há uma semana, como determina o regulamento, e sim de forma remota.

O vice-presidente do CNE, Enrique Pita, indicou que isso não exclui Correa das eleições, uma vez que ainda não há impedimento para que seu partido inscreva a sua candidatura. Posteriormente, o ente deverá “revisar se foram cumpridas as formalidades” para que ele possa se tornar candidato.

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Americana que esteve na lista dos mais procurados do Alabama doa um rim ao policial que a prendeu duas vezes

Jocelynn James enfrentava problemas decorrentes de seu vício em opioides e foi detida duas vezes pelo policial Terrell Potter. Ela conseguiu parar de usar drogas em 2013. No ano passado, soube que Potter precisava de um transplante e decidiu ajudá-lo.

Por G1

Jocelynn James postou duas fotos suas em uma rede social: quando enfrentava problemas com opioides, há dez anos, e no presente — Foto: Reprodução/Instagram

Jocelynn James postou duas fotos suas em uma rede social: quando enfrentava problemas com opioides, há dez anos, e no presente — Foto: Reprodução/Instagram

A americana Jocelynn James, que chegou a aparecer na lista de pessoas mais procuradas do estado do Alabama, nos Estados Unidos, doou um de seus rins a um policial que chegou a prendê-la duas vezes.

O policial aposentado Terrell Potter prendeu James duas vezes, quando ela tinha problemas com seu vício em opioides e enfrentava uma série de acusações criminosas.

A história foi relatada na rede de TV WVTM, dos EUA.

James conseguiu interromper seu uso de opioides em 2013, depois de cumprir uma pena de seis meses em uma casa de detenção com regras mais relaxadas. Religiosa, ela afirma que pediu a Deus para não ter mais problemas com esse tipo de drogas, e assim aconteceu.

De acordo com ela, em 2019 ela estava navegando em uma rede social quando viu que Potter precisava de um transplante de rim. Ela afirma ter ouvido a voz do Espírito Santo dizer que ela deveria doar um de seus rins.

Potter estava na fila para receber um órgão há oito anos. Ele também é religioso e atribui a doação a Deus.

Ela fez testes e descobriu que o rim tinha compatibilidade. A cirurgia, considerada um sucesso, aconteceu em julho. Os dois se aproximaram depois disso.

“Eu não tenho uma figura paterna na minha vida, então acho bem legal [a relação dela com Potter]”, disse James à rede de TV WVTM.

James tem um programa sem fins lucrativos para mulheres que têm problemas de vício em opioides. Ela compartilha ensinamentos da Bíblia para ajudar aqueles que procuram orientação. De acordo com o site, mais de 500 mulheres já procuraram o programa.

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