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Ucrânia está preparada para escalada militar com a Rússia, afirma presidente

A Ucrânia afirma que a Rússia concentrou 92 mil soldados perto da fronteira. ‘Estamos completamente preparados para uma escalada’, afirmou o presidente Volodymyr Zelensky.

Por g1

Ucrânia está preparada para uma possível escalada militar com a Rússia, acusada de ter mobilizado tropas perto das fronteiras ucranianas, afirmou o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky. “Precisamos depender de nós mesmos, de nosso exército, que é forte”, disse ele nesta sexta-feira (26).

“Há uma ameaça hoje de que pode acontecer uma guerra amanhã. Estamos completamente preparados para uma escalada”, afirmou o presidente.

Ele disse ainda que descobriu um plano de uma tentativa de golpe que tinha participação de russos e que iria ocorrer na semana que vem, disse Zelensky.

Aumenta tensão entre Rússia e Ucrânia após exercícios militares

Ele não deu detalhes do plano e nem acusou o governo russo de envolvimento.

Movimentos de tropas russas perto da Ucrânia

Nas últimas semanas, os Estados Unidos, a União Europeia e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) expressaram preocupação com os movimentos de tropas russas perto da Ucrânia, o que provoca o temor de uma eventual invasão, o que o governo da Rússia nega.

O diretor do serviço de inteligência do exército ucraniano, Kyrylo Budanov, declarou no domingo que a Rússia concentrou 92 mil soldados nos limites com a Ucrânia, como preparativo para uma ofensiva que poderia acontecer no fim de janeiro ou início de fevereiro.

Budanov afirmou à publicação americana “Military Times” que a ofensiva poderia implicar ataques aéreos e de artilharia, acompanhada por ações contra a cidade de Mariupol, assim como incursão pelo norte através de Belarus.

Guerra na Ucrância

Desde 2014, a região leste da Ucrânia é cenário de uma guerra entre o governo do país e os separatistas pró-Rússia, conflito que deixou 13 mil mortos. O conflito começou pouco depois da anexação da península da Crimeia pela Rússia.

A Rússia é acusada de entregar armas e reforçar os separatistas, o que o governo russo nega.

Superado no conflito em 2014, o exército ucraniano apresenta hoje uma imagem melhor, graças à experiência de combate adquirida e aos melhores equipamentos recebidos de seus aliados ocidentais.

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B.1.1.529: veja países que já restringiram voos devido à nova variante do coronavírus

Reino Unido, Alemanha, Itália e Israel já anunciaram medidas após descoberta de nova variante na África do Sul. Singapura e Japão também disseram que vão adotar restrições.

Por g1

Ao menos 4 países já anunciaram restrições a voos de nações africanas devido à B.1.1.529, nova variante do coronavírus descoberta na África do Sul, até o momento.

Outros países, como Singapura Japão, também anunciaram que vão adotar medidas. Veja a lista abaixo:

Reino Unido

Colocou seis países na “lista vermelha” de restrições de viagem devido à pandemia de Covid-19: África do SulBotsuanaEswatiniLesotoNamíbia Zimbábue.

Isso significa que voos comerciais estão temporariamente proibidos e viajantes britânicos ou com residência no Reino Unido que estejam voltando dos locais afetados terão de fazer quarentena independentemente do status vacinal.

Alemanha

Anunciou que não vai aceitar a entrada de viajantes procedentes da África do Sul.

Itália

Proibiu a entrada em seu território de qualquer pessoa que esteve em 7 países do sul da África nos últimos 14 dias: África do SulBotsuanaEswatiniLesotoMoçambiqueNamíbia Zimbábue.

Israel

O governo israelense colocou 7 nações africanas em sua lista vermelha sanitáriaÁfrica do SulBotsuanaEswatiniLesotoMoçambiqueNamíbia Zimbábue. A medida impede que estrangeiros viagem desses países viagem para Israel.

Países que estudam restrições

A Comissão Europeia, órgão Executivo da União Europeiapropôs aos 27 países membros do bloco a suspensão dos voos do sul da África. Não foram revelados quantos e quais países da região serão afetados pela proposta, que será debatida em reunião nesta sexta-feira (26).

O Ministério da Saúde de Singapura disse que também vai restringir as chegadas de pessoas da região, e o Japão anunciou reforço nos controles de fronteira para visitantes da África do Sul e mais cinco países africanos, mas sem restringir os voos por enquanto.

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Israel detecta nova variante de Covid descoberta na África do Sul

País impediu a entrada de pessoas da África do Sul, do Malauí, de Moçambique e mais 4 países. Reino Unido, Alemanha e Itália já anunciaram restrição a voos de países do sul da África.

Por France Presse

O Ministério da Saúde de Israelanunciou nesta sexta-feira (26) a detecção de um caso da nova variante de Covid-19 descoberta na África do Sul, a B.1.1.529, e bloqueou a entrada de pessoas de sete países africanos.

“A variante descoberta nos estados do sul da África foi identificada em Israel. Trata-se de uma pessoa que veio do Malauí“, informou o ministério, que também analisa outros dois casos de pessoas que chegaram do exterior e estão confinadas.

As três pessoas já estavam vacinadas contra a Covid-19, informou o ministério em um comunicado.

O anúncio foi feito um dia após o Reino Unido restringir viagens à África do Sul e mais cinco países do continente após a descoberta da variante e no dia em que a Comissão Europeia propôs aos 27 países membros da União Europeia a suspensão dos voos do sul da África.

Antes mesmo da reunião do bloco europeu, a Alemanha já anunciou que não aceitará a entrada de viajantes procedentes da África do Sul e a Itália informou a proibição de entrada em seu território de qualquer pessoa que esteve em 7 nações do sul da África nos últimos 14 dias.

O governo israelense colocou 7 nações africanas em sua lista vermelha sanitária (dos quais estrangeiros estão proibidos de viajar para o país): África do Sul, BotsuanaEswatiniLesotoMoçambiqueNamíbia Zimbábue.

O primeiro-ministro israelense, Naftali Bennett, convocou uma reunião de emergência com autoridades da saúde para examinar a situação e os riscos, e a Organização Mundial da Saúde (OMS) também faz uma reunião nesta sexta para a nova variante.

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Roubos-relâmpagos aterrorizam lojas dos Estados Unidos

Ataques se tornaram mais comuns perto das festas de fim de ano.

Por France Presse

Os Estados Unidos estão enfrentando uma onda de assaltos-relâmpagos antes das festas de fim de ano. Os criminosos aparecem de repente, assaltam uma loja em poucos minutos e escapam em carros. No passado recente, eles tiveram como alvos lojas de marcas de luxo.

Em um dos roubos mais recentes, no sábado (20), quase de 80 homens mascarados chegaram em 25 carros e assaltaram uma loja de departamentos Nordstrom em Walnut Creek, perto de São Francisco, no estado da Califórnia. Eles levaram mercadorias de luxo do primeiro andar e escaparam em alguns minutos.

O roubo ocorreu um dia depois que 40 pessoas saquearam, em segundos, uma loja da Louis Vuitton em São Francisco.

Loja da Louis Vuitton é saqueada nos EUA; veja vídeo

E perto de Chicago, atingido por uma série de roubos semelhantes, uma gangue de 14 criminosos invadiu outra loja da Louis Vuitton no subúrbio de Oak Brook, levando mais de US$ 100 mil (R$ 558 mil) em bolsas e roupas. Foi o terceiro ataque a uma loja da Vuitton na área de Chicago em um mês.

Prisão é difícil

Os varejistas de todo o país estão tomando precauções contra possíveis falsificações, já que o tamanho das gangues e o planejamento das ações tornam sua prisão muito difícil.

“O nível de roubos organizados que estamos testemunhando é simplesmente inaceitável”, disse o governador da Califórnia, Gavin Newsom, na terça-feira.

“As lojas e os compradores devem se sentir seguros ao fazer suas compras de Natal”, disse ele.

Os roubos acontecem em um momento importante no calendário de compras dos Estados Unidos: o Dia de Ação de Graças é celebrado nesta quinta-feira, e a “Black Friday” um dia depois, marca o início tradicional da frenética temporada de compras natalinas.

Newson ordenou que uma força especial dentro da Patrulha Rodoviária da Califórnia trabalhasse com a polícia local para resolver o problema.

Apesar disso, o número de roubos aumentou: uma gangue de quase 40 ladrões roubou uma joalheria recentemente em Hayward, perto de São Francisco.

Perto de Oakland, uma loja de roupas casuais também foi varrida: o vídeo de segurança mostra mais de 30 homens mascarados entrando em uma pequena loja, pegando sapatos e roupas e fugindo em menos de um minuto.

Crime mais comum em 2021

Roubos-relâmpago ocorrem há anos nos Estados Unidos, mas se multiplicaram em 2021, afetando pequenas farmácias, redes de lojas de roupas de nível médio e lojas de luxo de alto padrão.

Mas a escala e a velocidade do ataque contra a Nordstrom em Walnut Creek chocaram os americanos.

“Eu nem classificaria como crime organizado, isso foi terrorismo doméstico”, disse Rachel Michelin, presidente da ‘California Retail Association’, ao canal de televisão Fox40 em Sacramento.

Atrevido e gráfico

Jeffrey Ian Ross, criminologista da Universidade de Baltimore, disse que não há indício de que os roubos a lojas tenham aumentado significativamente nos Estados Unidos.

No entanto, segundo o especialista, a velocidade com que as imagens dos assaltos se espalharam nos noticiários e nas redes sociais pode ter inspirado outras pessoas a copiá-los.

“É atrevido, é gráfico”, diz ele.

Segundo Ross, a polícia, já sobrecarregada com o aumento de casos de assassinatos e outros crimes violentos, “simplesmente não consegue acompanhar” o volume de mercadorias roubadas e as pessoas que as revendem.

Até agora, apenas três pessoas envolvidas no roubo de Walnut Creek foram presas, das cerca de 80 pessoas que participaram.

Na terça-feira, a promotora distrital de São Francisco, Chesa Boudin, anunciou acusações contra nove indivíduos implicados em roubos a lojas, incluindo a loja da Louis Vuitton.

Michelin, no entanto, disse que a Califórnia pode precisar de leis mais rígidas contra esse tipo de crime, onde as redes sociais parecem ser usadas para coordenar criminosos.

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Primeira-ministra da Suécia dura 8 horas no poder

Magdalena Andersson foi eleita no Parlamento, mas não conseguiu que sua proposta de orçamento fosse aprovada e renunciou.

Por g1

Menos de oito horas após sua eleição pelo Parlamento, a nova primeira-ministra da Suécia, Magdalena Andersson, foi forçada a renunciar nesta quarta-feira (24) após sua proposta de orçamento ter perdido uma votação e os ecologistas terem deixado o governo.

“Há uma prática constitucional segundo a qual um governo de coalizão renuncia quando um partido sai. Não quero liderar um governo cuja legitimidade esteja em questão”, declarou a líder social-democrata, acrescentando que espera ser reeleita em uma votação futura.

Eleição e renúncia no mesmo dia

Andersson foi eleita primeira-ministra da Suécia pelo Parlamento nesta quarta-feira (24). Ela foi a primeira mulher a ocupar o posto de chefe de Governo do país nórdico.

Andersson era a ministra das Finanças do governo do primeiro-ministro demissionário Stefan Löfven, que renunciou este mês após sete anos no cargo.

Ela recebeu 117 votos a favor, 57 optaram pela abstenção, e 174 deputados votaram contra seu nome.

Na Suécia, um candidato ao cargo de chefe de Governo não precisa do apoio da maioria no Parlamento para aprovação, apenas que a maioria (175) não vote contra seu nome.

Esta economista e ex-nadadora de 54 anos conseguiu na terça-feira à noite, no fim do prazo, um acordo com o Partido de Esquerda, o último apoio que faltava para dirigir o governo.

Magdalena Andersson foi eleita a menos de um ano das eleições legislativas, previstas para setembro de 2022 e que devem ser muito acirradas. O desafio da nova premiê será conseguir manter os social-democratas no poder, no momento em que o partido registra seu menor índice histórico de aprovação.

E os problemas não demoraram a chegar para Andersson. Nesta quarta-feira, o Partido de Centro anunciou que não vai apoiar o orçamento do governo, devido ao acordo anunciado com o Partido de Esquerda.

Magdalena Andersson sofreu, assim, sua primeira derrota e, pouco depois, renunciou.

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Alemanha supera 100 mil mortes por Covid e registra novo recorde de casos

Novo coronavírus tem se propagado pela Europa, que atualmente é a região do mundo mais afetada pela pandemia. Foram mais de 2,5 milhões de casos e quase 30 mil óbitos em 7 dias.

Por g1

Alemanha se tornou o 13º país a superar as 100 mil mortes por Covid-19 e registrou nesta quinta-feira (25) um novo recorde diário de casos: 75.961 novas infecções.

O país enfrenta sua onda mais intensa da pandemia, mas até o momento o número de novos óbitos não tem acompanhado a disparada de casos devido à vacinação. Foram 351 vítimas do vírus nas últimas 24 horas (em janeiro foi registrado o recorde diário de 1,7 mil mortes no país).

Hospitais alertam que os leitos de UTI estão se esgotando e que quase 4 mil estão ocupados por pacientes com Covid-19 atualmente. Diante da situação, alguns hospitais no sul e no leste do país já começaram a transferir pacientes para outras regiões.

A pandemia é o principal desafio para o futuro governo, que deve assumir o poder em dezembro e será formado por social-democratas, verdes e liberais. “A situação é terrível”, admitiu Olaf Scholz, líder social-democrata que sucederá a conservadora Angela Merkel como o futuro chanceler da Alemanha.

O novo coronavírus tem se propagado pela Europa, que atualmente é a região do mundo mais afetada pela pandemia. Foram mais de 2,5 milhões de casos e quase 30 mil óbitos em uma semana.

A Alemanha é o 13º país do mundo e o 5º do continente a ultrapassar as 100 mil mortes por Covid-19, depois de RússiaReino UnidoItália França (veja na tabela abaixo).

Os 13 países que já ultrapassaram as 100 mil mortes por Covid

PaísVítimas da Covid
1. EUA775 mil
2. Brasil613 mil
3. Índia466 mil
4. México292 mil
5. Rússia262 mil
6. Peru200 mil
7. Reino Unido144 mil
8. Indonésia143 mil
8. Itália133 mil
9. Irã129 mil
10. Colômbia128 mil
11. França119 mil
12. Argentina116 mil
13. Alemanha100 mil

Fonte: Our World in Data (dados acessados em 25/11/2021)

Vacinação abaixo do esperado

A situação é mais grave em países com taxas de vacinação contra a Covid-19 abaixo do esperado, como acontece na Alemanha e na vizinha Áustriaonde o governo retomou o confinamento da população (o quarto desde o início da pandemia).

A taxa da população completamente vacinada na Alemanha é de 67% abaixo de outros países europeus como Portugal (87%), Espanha (80%), Itália (72%) e França (69%), segundo dados do “Our World in Data”.

Mas a porcentagem dos alemães imunizados é similar à do Reino Unido (67%) e da média da União Europeia (66%) e superior à da Áustria (64%) e de países como Brasil (60%) e Estados Unidos (57%).

A Saxônia, estado no nordeste do país que tem a menor taxa de vacinação (57%), se tornou nesta quinta a primeira região alemã a registrar um número semanal de casos confirmados acima de 1 mil por 100 mil habitantes.

Covid-19 na Europa

O departamento europeu da Organização Mundial da Saúde (OMS) advertiu na quarta-feira (25) que a Covid-19 pode provocar 700 mil mortes no continente até março.

A OMS atribui a nova onda de Covid-19 na Europa à proliferação da variante delta, a uma cobertura insuficiente de vacinação e a uma flexibilização das restrições.

Embora 67% dos moradores da União Europeia estejam completamente vacinados, as diferenças entre países são notórias: apenas 24% dos búlgaros tomaram as duas doses, contra 87% dos portugueses.

Vários países estão endurecendo as medidas de restrição, e elas têm provocado protestos — alguns violentos — em países como ÁustriaBélgica Holanda.

Medidas contra o vírus

No momento, a futura coalizão de governo descarta adotar um lockdown nacional na Alemanha e aposta no uso do certificado de vacinação nos transportes e na restrição de acesso de não vacinados a certos lugares.

Scholz afirmou que o país precisa “estudar” uma eventual ampliação da obrigatoriedade da vacinação, que atualmente já está em vigor no exército e em estabelecimentos de saúde.

O governo de Angela Merkel, do qual os social-democratas já fazem parte, prorrogou até abril de 2022 as ajudas para as empresas afetadas por fechamentos e queda de receita devido à pandemia.

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Diretor de esquete que satiriza políticos russos é processado e pode ser preso por 8 anos

O diretor foi acusado de ter causado danos a um ponto de ônibus.

Por g1

Imagem do vídeo satírico russo Vitaly Nalivkin Evitou um Ato Terrorista — Foto: Reprodução/YouTube

Imagem do vídeo satírico russo Vitaly Nalivkin Evitou um Ato Terrorista — Foto: Reprodução/YouTube

Um cineasta da Rússia foi acusado de vandalismo nesta quarta-feira (24) e pode ser preso por até 8 anos por ter feito um vídeo no YouTube em que um personagem que representa um agente local de governo explode um ponto de ônibus acidentalmente.

O vídeo chama-se Vitaly Nalivkin Evitou um Ato Terrorista, e foi assistido 1,8 milhão de vezes.

O agente tenta destruir uma mala suspeita em um ponto de ônibus com uma granada lançada com um disparador de ombro. No fim, revela-se que a mala tinha cenouras.

Andrei Klochkov, que dirigiu o vídeo, foi acusado pela polícia. Se ele for condenado, a pena será de 5 a 8 anos.

Um outro membro da equipe que fez o vídeo foi declarado suspeito.

Há duas semanas, um secretário da região de Ussuiriyk disse que a gravação danificou o ponto de ônibus.

O advogado que defende o diretor disse que os motivos para o caso são completamente ridículos. Ele afirmou que os atores, de um grupo conhecido como Barakuda, usaram fogos de artifício comprados legalmente, que não são explosivos, e um inspetor do governo local certificou que não houve danos reais.

Em nota no Instagram, o conjunto disse que a filmagem já aconteceu há um mês e meio, antes que “a tropa de choque entrasse, nos colocasse com o rosto no chão e confiscasse todo o equipamento”.

Eles pediram doações ao público para cobrir os custos legais.

A atriz Larisa Krivonosova, que faz uma paródia de uma porta-voz do Ministério do Interior no vídeo, foi presa por três meses em outubro por violar as restrições a uma outra acusação.

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Partidos alemães chegam a acordo de coalizão

Após semanas de negociações, social-democratas, verdes e liberais chegam a consenso para formar novo governo na Alemanha, deixando Olaf Scholz mais perto do cargo de chanceler federal.

Por Deutsche Welle

Quase dois meses após as eleições parlamentares na Alemanha, os três partidos que negociavam a formação de um governo chegaram a um acordo de coalizão. Os partidos Social-Democrata (SPD), Verde e Liberal Democrático (FDP) convocaram uma coletiva de imprensa para a tarde desta quarta-feira (24) para apresentar os detalhes do pacto.

As negociações entre as três legendas começaram oficialmente no fim de outubro. Após o acordo de coalizão, as legendas esperam agora que o líder social-democrata Olaf Scholz seja eleito pelo Bundestag (Parlamento) na semana do dia 6 de dezembro como sucessor de Angela Merkel no cargo de chanceler federal.

Somente na terça-feira (23) os três partidos chegaram a um consenso sobre o tema proteção climática. Segundo informações obtidas pela emissora de televisão ARD, uma expansão maciça das energias renováveis deve ser estipulada no acordo tripartite.

A meta será de que, até 2030, as energias eólica e solar cubram 80% do consumo de energia na Alemanha e um terço dos carros sejam completamente elétricos. Pouco tempo depois, licenças para veículos com motor a combustão deverão deixar de ser concedidas. A coalizão também pretende antecipar o abandono da energia a carvão de 2038 (meta atual) para 2030, segundo a ARD.

De acordo com a emissora, detalhes sobre os controversos temas orçamento e finanças ainda não são conhecidos, nem os nomes dos ministros do novo governo.

‘Coalizão semáforo’

O SPD foi o partido mais votado nas eleições gerais de 26 de setembro, com 25,7% dos votos. O Partido Verde obteve o melhor resultado da sua história, com 14,8%, e os liberais alcançaram 11,5%.

Tradicionalmente uma coalizão de governo necessita alcançar a maioria absoluta no Parlamento (o que também garante a eleição do candidato indicado a chanceler pelo Bundestag, o Parlamento alemão), já que os partidos alemães costumam ser avessos a governos de minoria.

Caso se concretize, esta será a primeira aliança tripartidária a governar a Alemanha desde anos 1950. E seria a primeira vez que uma “coalizão semáforo”– em alusão às cores dos partidos social-democrata (vermelho), liberal (amarelo) e Verde – governaria em nível federal na Alemanha e colocaria fim aos 16 anos de governo conservador sob Merkel.

Chefiado pela chanceler federal, o governo atual é composto pela união entre o partido dela, a União Democrata Cristã (CDU), e seu partido irmão União Social Cristã (CSU), além do Partido Social-Democrata (SPD). A aliança entre as duas maiores bancadas é chamada de “grande coalizão”.

Os conservadores amargaram o pior resultado de sua história nas eleições de setembro, obtendo 24,1% dos votos, e uma repetição da aliança com o SPD foi descartada por ambos os partidos.

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Homem negro acusado de triplo assassinato é inocentado e libertado após passar mais de 40 anos preso

Kevin Strickland sempre afirmou que estava em casa assistindo TV quando crimes foram cometidos. Ele foi condenado por júri totalmente branco em 1979 e provas de que única testemunha admitiu ter reconhecido homem errado não foram apresentadas.

Por Associated Press

Um homem de Kansas City que ficou preso por mais de 40 anos por três assassinatos foi libertado da prisão nesta terça-feira (23), depois que um juiz decidiu que ele foi condenado injustamente em 1979.

Kevin Strickland, de 62 anos, sempre afirmou que estava em casa assistindo à televisão e não teve nada a ver com os assassinatos, que aconteceram quando ele tinha 18 anos.

Ele soube da decisão sobre sua libertação quando a notícia apareceu na televisão enquanto ele assistia a uma novela. Ele disse que os outros presos começaram a gritar.

“Não estou necessariamente com raiva. Isso é muito. Acho que criei emoções que todos vocês ainda não conhecem ”, disse ele aos repórteres ao deixar o Centro Correcional Western Missouri, em Cameron. “Alegria, tristeza, medo. Estou tentando descobrir como colocá-los juntos”.

Ele disse que gostaria de se envolver nos esforços para “evitar que isso aconteça com outra pessoa”, dizendo que o sistema de justiça criminal “precisa ser demolido e refeito”.

O juiz James Welsh, um juiz aposentado do Tribunal de Apelações do Missouri, tomou a decisão depois de uma audiência probatória de três dias solicitada por um promotor do condado de Jackson, que disse que as evidências usadas para condenar Strickland haviam sido retratadas ou refutadas.

Welsh escreveu em seu julgamento que “evidências claras e convincentes” foram apresentadas que “minam a confiança do Tribunal no julgamento da condenação”. Ele observou que nenhuma evidência física ligava Strickland à cena do crime e que uma testemunha-chave se retratou antes de sua morte.

“Nessas circunstâncias únicas, a confiança do Tribunal nas condenações de Strickland é tão prejudicada que não pode ser mantida, e o julgamento da condenação deve ser anulado”, escreveu Welsh ao ordenar a libertação imediata de Strickland.

A promotora do condado de Jackson, Jean Peters Baker, que pressionou pela liberdade de Strickland, agiu rapidamente para rejeitar as acusações criminais para que ele pudesse ser libertado.

“Dizer que estamos extremamente satisfeitos e gratos é um eufemismo”, disse ela em um comunicado. “Isso traz justiça – finalmente – a um homem que tanto sofreu tragicamente como resultado dessa condenação injusta”.

Mas o procurador-geral do Missouri, Eric Schmitt, um republicano que concorre ao Senado dos EUA, disse que Strickland é culpado e lutou para mantê-lo preso.

“Neste caso, defendemos o estado de direito e a decisão que um júri formado pelos pares de Strickland tomou depois de ouvir todos os fatos do caso”, disse o porta-voz de Schmitt, Chris Nuelle, em um breve comunicado. “O Tribunal se pronunciou, nenhuma outra ação será tomada neste assunto”.

O governador Mike Parson, que recusou os pedidos de clemência de Strickland, tuitou simplesmente que: “O Tribunal tomou sua decisão, nós respeitamos a decisão e o Departamento de Correções dará continuidade à libertação do Sr. Strickland imediatamente.”

Crimes

Strickland foi condenado pelas mortes de Larry Ingram, de 21 anos, John Walker, de 20, e Sherrie Black, de 22, em uma casa em Kansas City.

As evidências se concentraram principalmente no testemunho de Cynthia Douglas, a única pessoa a sobreviver aos tiroteios de 25 de abril de 1978. Ela inicialmente identificou Strickland como um dos quatro homens que atiraram nas vítimas e testemunhou isso durante seus dois julgamentos.

Welsh escreveu que teve dúvidas logo após a condenação, mas inicialmente estava “hesitante em agir porque temia enfrentar acusações de perjúrio se retratasse publicamente declarações feitas anteriormente sob juramento”.

Mais tarde, ela disse que foi pressionada pela polícia a escolher Strickland e tentou durante anos alertar especialistas políticos e jurídicos para ajudá-la a provar que ela havia identificado o homem errado, de acordo com depoimentos de sua família, amigos e um colega de trabalho. Douglas morreu em 2015.

Durante a audiência, os advogados do gabinete do procurador-geral do Missouri argumentaram que os defensores de Strickland não forneceram diversos papéis que provavam que Douglas tentou se retratar de sua identificação de Strickland, dizendo que a teoria era baseada em “boatos, boatos e boatos”.

O juiz também observou que dois outros homens condenados pelos assassinatos insistiram posteriormente que Strickland não estava envolvido. Eles citaram dois outros suspeitos que nunca foram acusados.

Durante seu depoimento, Strickland negou sugestões de que ofereceu US$ 300 a Douglas para “manter a boca fechada” e disse que nunca havia visitado a casa onde os assassinatos ocorreram antes.

Strickland é negro, e seu primeiro julgamento terminou com um júri sem unanimidade quando o único jurado negro, uma mulher, pediu a absolvição. Após seu segundo julgamento, em 1979, ele foi condenado por um júri totalmente branco por uma acusação de assassinato capital e duas acusações de assassinato em segundo grau.

Nova lei

Em maio, Peters Baker anunciou que uma revisão do caso a levou a acreditar que Strickland era inocente.

Em junho, a Suprema Corte do Missouri se recusou a ouvir a petição de Strickland.

Em agosto, Peters Baker usou uma nova lei estadual para buscar a audiência probatória no condado de Jackson, onde Strickland foi condenado. A lei permite que os promotores locais contestem as condenações se acreditarem que o réu não cometeu o crime. Foi a primeira vez – e até agora a única – que um promotor usou a lei para combater uma condenação anterior.

“Mesmo com o promotor do seu lado, demorou meses e meses para o Sr. Strickland voltar para casa e ele ainda teve que voltar para um sistema que não fornecerá qualquer compensação pelos 43 anos que perdeu”, disse Tricia Rojo Bushnell, diretora executivo do Midwest Innocence Project, que ficou ao lado de Strickland quando ele foi solto.

O estado só permite pagamentos ilícitos de prisão para pessoas inocentadas por meio de provas de DNA, e por isso Strickland não se qualifica.

“Isso não é justiça”, disse ela. “Acho que estamos esperançosos de que as pessoas estejam prestando tanta atenção e realmente se perguntando ‘como deve ser o nosso sistema de justiça?’”

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Relógio do Big Ben será exibido no Ano Novo após quase quatro anos de obras

Público verá os quatro mostradores com a maior parte dos andaimes removidos da fachada; relógio tem mais de mil peças, e todas foram restauradas às especificações e cores originais. Maior restauração desde sua construção, em 1859, custou mais de R$ 600 milhões.

Por Reuters

Os mostradores do relógio do Big Ben, em Londres, emergirão de uma mortalha de andaimes a tempo para que o relógio mundialmente famoso cumpra sua função anual mais importante: soar no Ano Novo para milhares nas ruas de Londres e outros milhões assistindo na televisão.

A torre do relógio das Casas do Parlamento da Grã-Bretanha ficou escondida por três anos e meio enquanto centenas de artesãos consertavam a alvenaria, substituíam a metalurgia e repintavam e regravam na maior restauração desde sua construção, em 1859.

Nick Sturge, gerente de projetos especiais de Sir Robert McAlpine, disse que remover o andaime foi um “marco enorme” na restauração de 79,7 milhões de libras (mais de R$ 600 milhões).

Na segunda-feira (22) a equipe da McApline iniciou o processo de desmontagem do andaime, tarefa que levará meses.

No Ano Novo, o público verá os quatro mostradores do relógio com a maior parte dos andaimes removidos da fachada, disse Sturge à Reuters.

O trabalho inclui a substituição de todos os painéis nas faces do relógio por vidro soprado à mão, disse ele, e os ponteiros, numerais e outros detalhes foram repintados de azul brilhante em vez do preto que há muito é familiar aos londrinos.

Sturge disse que uma aquarela antiga mostrava um esquema de cores azul, o que foi confirmado por analistas de tintas que descobriram que a primeira camada era azul da Prússia.

Os emblemas florais das quatro partes do Reino Unido – cardo, trevo, alho-poró e rosa – foram repintados nas cores do projeto original de Charles Barry para a torre, que foi renomeada em homenagem à Rainha Elizabeth em 2012.

A véspera de Ano Novo marcará a última vez que o Grande Sino, que é a origem do nome Big Ben, toca antes que os sinos retomem seu padrão familiar de tocar a cada trimestre na primavera.

As 12 badaladas que marcarão a virada do ano serão movidas por um motor elétrico antes que o mecanismo original seja reconectado na primavera.

Alex Jeffrey, um dos três relojoeiros do Palácio de Westminster, disse que o relógio foi transportado para Cumbria, no norte da Inglaterra, para ser desmontado e reconstruído.

Ele disse que o relógio era composto por mais de mil peças, todas restauradas às especificações e cores originais.

O relógio inteiro, incluindo todas as peças dos ponteiros, às rodas e engrenagens, pesa mais de 11 toneladas e meia, disse Jeffrey à Reuters em uma sala atrás do mostrador do relógio.

O único mostrador que mostra a hora em que o andaime desce é elétrico, mas todos os quatro mostradores serão acionados pelo relógio original movido à gravidade novamente na primavera.

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