Irã emite mandado de prisão contra Trump e pede ajuda da Interpol, diz agência

Pedido de prisão foi tomado por causa do assassinato do general iraniano Qassem Soleimani, que aconteceu em janeiro no Iraque.

Por G1

Irã emitiu um mandado de prisão para o presidente americano, Donald Trump, e outras 35 pessoas pelo assassinato do general Qassem Soleimani e pediu ajuda à Interpol. A afirmação foi feita pelo promotor de Teerã, Ali Alqasimehr, nesta segunda-feira (29), segundo a agência de notícias iraniana de notícias Fars.

O promotor afirmou que os mandados foram emitidos sob a acusação de ação terrorista e de assassinato de Qassem Soleimani, chefe de uma unidade especial da Guarda Revolucionária do Irã e um dos homens mais poderosos do país. Ele foi morto em um ataque com drone dos Estados Unidos em Bagdá, no Iraque, em janeiro. A ordem para que o general fosse executado partiu de Donald Trump.

Alqasimehr afirmou que o Irã pediu à Interpol para emitir um “aviso vermelho” para Trump e as outras autoridades civis e militares dos EUA que são acusadas ​​pela República Islâmica de participar do ataque.

O assassinato de Soleimani, de 62 anos, levou os Estados Unidos e o Irã à beira de um conflito armado. Após o ataque em Bagdá que matou o general iraniano, o Irã prometeu vingança e fez um ataque contra bases que abrigavam tropas americanas no Iraque.

Horas depois, um avião ucraniano com 176 pessoas foi derrubado logo após decolar do aeroporto de Teerã. Dias depois a Guarda Revolucionária assumiu o erro. Na época, os militares afirmaram que o avião voava perto de um local sensível e foi derrubado devido a um erro humano.

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Ataque a prédio da bolsa de valores do Paquistão deixa mortos

Criminosos atacaram o prédio, que fica em uma zona de alta segurança, com granadas e armas.

Por G1 SP

Um ataque ao prédio da bolsa de valores do Paquistão, na cidade de Karachi, deixou seis mortos nesta segunda-feira (29). Segundo autoridades, quatro homens armados tentaram invadir o prédio e mataram duas pessoas. Todos os suspeitos foram mortos pela polícia.

Os criminosos atacaram o prédio com granadas e armas, informou a mídia internacional. O edifício fica em uma zona de alta segurança e também abriga a sede de muitos bancos privados.

“Quatro atacantes foram mortos, eles entraram em um carro Corolla prateado”, disse à Reuters o chefe de polícia de Karachi, Ghulam Nabi Memon.

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Trump retuita e depois apaga vídeo de apoiador gritando “white power”

Expressão que significa “poder branco”, em tradução literal é frequentemente usada por supremacistas brancos.

Por Reuters

Reprodução do perfil de Donald Trump no Twitter em 28 de junho — Foto: Reprodução/Twitter

Reprodução do perfil de Donald Trump no Twitter em 28 de junho — Foto: Reprodução/Twitter

O presidente dos Estados UnidosDonald Trump, retuitou um vídeo mostrando um de seus apoiadores na Flórida gritando “white power” contra manifestantes contrários ao seu governo, o que levou à reação imediata do único republicano negro no Senado.

O vídeo no Twitter, que mais tarde foi excluído do perfil de Trump, mostrava manifestantes pró e contra Trump gritando palavras de ordem um ao outro. Depois que um manifestante chama um partidário do presidente de racista, o homem responde levantando o punho e gritando “white power”.

Essas palavras são frequentemente usadas pelos supremacistas brancos.

“Não há dúvida de que ele não deveria ter retuitado e deveria simplesmente apagar”, disse o senador Tim Scott ao programa “State of the Union” da CNN.

O porta-voz da Casa Branca Judd Deere disse que o presidente “é um grande fã do The Villages. Ele não ouviu a declaração feita no vídeo. O que viu foi o tremendo entusiasmo de seus muitos apoiadores”.

A publicação vem na esteira na resposta hostil de Trump a protestos contra a injustiça racial nos EUA após a morte de George Floyd por um policial branco que se ajoelhou em seu pescoço em Minneapolis.

No tuíte, Trump escreveu “Obrigado grande povo do The Villages”, uma comunidade de aposentados na Flórida que ele visitou no ano passado.

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China imporá restrições de visto a indivíduos dos EUA por causa de Hong Kong

A China responde aos EUA, que anunciaram que vão limitar vistos de dirigentes chineses responsáveis por diminuir autonomia de Hong Kong.

Por Reuters

O governo da China disse nesta segunda-feira (29) que imporá restrições de visto a indivíduos dos Estados Unidos com “conduta ofensiva” em temas relacionados a Hong Kong, espelhando sanções norte-americanas a autoridades chinesas não identificadas consideradas responsáveis pela limitação das liberdades da cidade.

O anúncio chega no momento em que o principal órgão decisório do Parlamento da China delibera a respeito do projeto de uma lei de segurança nacional para Hong Kong que ativistas pró-democracia da cidade temem ser usada para eliminar a dissidência e endurecer o controle de Pequim.

China dá detalhes sobre lei de segurança nacional em Hong Kong

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, que anunciou as novas sanções durante uma coletiva de imprensa em resposta a uma pergunta sobre as novas restrições de visto de Washington, não especificou quais indivíduos norte-americanos foram visados.

“Os EUA estão tentando obstruir a legislação da China para salvaguardar a segurança nacional da HK SAR (Região Administrativa Especial de Hong Kong) impondo as chamadas restrições, mas nunca terão sucesso”, disse ele aos repórteres.

“Em reação, a China decidiu impor restrições de visto a indivíduos dos EUA com uma conduta ofensiva em temas relacionados a Hong Kong.”

Na semana passada, o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, disse que as novas restrições de visto de Washington se aplicarão a autoridades “atuais e antigas” do Partido Comunista governista chinês “que se acredita serem responsáveis por, ou cúmplices de, minar o alto grau de autonomia de Hong Kong”.

O Senado dos EUA também aprovou na semana passada um projeto de lei que imporia sanções obrigatórias a pessoas ou empresas que apoiem os esforços para limitar a autonomia de Hong Kong. Ele inclui sanções secundárias a bancos que fazem negócios com qualquer um que apoie qualquer repressão da autonomia do território.

Zhao disse aos repórteres que a China apresentou uma queixa aos EUA por causa do projeto de lei e que alertou que Pequim reagirá com contramedidas contundentes em reação a ações norte-americanas a respeito de Hong Kong.

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Casal aponta armas para manifestantes durante protesto nos EUA

Cerca de 500 pessoas caminhavam em bairro nobre para pedir renúncia de prefeita.

Por G1

Um casal que não foi identificado apontou armas para manifestantes que passavam em frente à casa deles na tarde de domingo (28), em St. Louis, no Missouri, nos Estados Unidos. Eles moram no bairro nobre de Central West End, o mesmo em que mora a prefeita alvo do protesto.

Cerca de 500 pessoas caminhavam em direção à casa da prefeita Lyda Krewson para pedir sua renúncia. Imagens divulgadas em redes sociais mostram que a mulher com uma pistola e o homem com o que parecia ser um rifle semiautomático gritavam com os manifestantes.

Participantes do ato orientavam os manifestantes a seguirem em frente e ignorarem as ameaças.

Não ficou claro imediatamente se a polícia estava ciente do incidente.

O protesto foi uma reação a uma live no Facebook na sexta-feira (26) em que a prefeita leu os nomes de moradores que enviaram cartas para pedir a administração local a redução nas verbas destinadas à polícia. O vídeo foi retirado da internet e a prefeita pediu desculpas.

Desde a morte do ex-segurança George Floyd, em Minneapolis, ativistas foram às ruas para defender que verbas sejam transferidas do policiamento para trabalhos sociais como medida para prevenir a violência.

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Tanque de gás industrial explode em Teerã, diz Irã

Governo iraniano, porém, não informou mais detalhes sobre explosão.

Por G1

Um tanque de gás explodiu em Teerã, no Irã, no final da madrugada (horário local) desta sexta-feira (26) sem causar vítimas, informou o Ministério da Defesa iraniano, depois que imagens da explosão foram publicadas nas redes sociais.

“Um tanque de gasolina explodiu … Graças a Deus não há vítimas”, disse o porta-voz do ministério, sem dar detalhes sobre o caso. Os bombeiros controlaram o incêndio após e uma investigação está em andamento para determinar as causas do incidente, acrescentou.

Muitos internautas mostraram imagens de “uma luz laranja leste de Teerã” nas redes sociais.

A agência de notícias Fars, ligada aos ultra-conservadores iranianos, disse que isso se deve à “explosão de um tanque de gás industrial” perto das instalações do Ministério da Defesa.

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Policial nova-iorquino é formalmente acusado por abordagem com estrangulamento

Técnica é proibida pela polícia e foi transformada em crime municipal e estadual após a morte de George Floyd. Vítima era um homem negro, que pareceu perder a consciência.

Por France Presse

Um policial de Nova York foi detido e acusado nesta quinta-feira (25) depois de ter realizado uma abordagem com estrangulamento durante uma prisão, prática recentemente considerada ilegal no estado de Nova York após o caso George Floyd.

David Afanador enfrenta uma pena de até sete anos de prisão por estrangulamento e tentativa de estrangulamento agravado, segundo informou o escritório da promotora do Queens, Melinda Katz, em comunicado.

Um cidadão que estava de passagem filmou com seu celular a prisão no último domingo, antes que a polícia publicasse as imagens gravadas pelas minicâmeras carregadas pelos policiais.

Na gravação da polícia, três pessoas, visivelmente bêbadas, enfrentam os policiais. Depois de alguns minutos, um deles parece estar pegando uma lata de lixo.

Quatro oficiais então partem para cima dessa pessoa, e David Afanador faz uma abordagem com estrangulamento, isso que dura mais de 10 segundos. A pessoa estrangulada em questão é um cidadão negro, que brevemente parece perder a consciência.

Além dessa técnica já ter sido proibida pelo Departamento de Polícia de Nova York, nas últimas semanas o Parlamento desse estado e a prefeitura já aprovaram regulamentos que tornam essa prática um crime.

A decisão foi tomada após a morte de Floyd, que foi sufocado por um policial branco de Minneapolis durante sua prisão, no final de maio.

“Mesmo nas circunstâncias mais difíceis, essa prática é exatamente o tipo de conduta que a polícia de Nova York proibiu e que o Parlamento (Nova York) considera como crime”, ressalta a promotora Katz no comunicado.

Afanador, que compareceu à audiência com um juiz do Queens, responde em liberdade.

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Coronavírus matou 93 trabalhadores de frigoríficos nos EUA, diz sindicato

Cerca de 20 fábricas fecharam em abril, após milhares de trabalhadores testarem positivo para a Covid-19.

Por Reuters

O maior sindicato do setor de carnes dos Estados Unidos afirmou nesta quinta-feira (25) que 93 trabalhadores de frigoríficos e da indústria de processamento de alimentos do país morreram em decorrência da Covid-19, acrescentando que os riscos do novo coronavírus continuam para o setor.

O United Food and Commercial Workers International Union, que também representa trabalhadores de mercados e drogarias, disse que mais de 196 de seus membros morreram por causa da doença, enquanto mais de 2.300 membros foram expostos ou afetados pelo vírus no último mês.

Os números refletem o forte impacto causado pela doença sobre trabalhadores essenciais nos EUA. Estados como Califórnia e Texas têm registrado grandes saltos nas infecções pelo coronavírus.

Muitos funcionários de frigoríficos não estão trabalhando no momento, pois foram colocados em quarentena ou temem contrair o vírus caso retomem seus trabalhos nas unidades de processamento de carnes, que abrigam milhares de funcionários.

Cerca de 20 fábricas operadas por empresas como Tyson Foods, JBS USA e Smithfield Foods fecharam em abril, após milhares de trabalhadores testarem positivo para a Covid-19. Os fechamentos temporários causaram uma disparada nos preços das carnes e até mesmo escassez de alguns produtos nos mercados.

O presidente norte-americano, Donald Trump, publicou um decreto em 28 de abril para permitir que os frigoríficos permanecessem abertos.

Empresas do setor disseram ter gasto dezenas de milhões de dólares em medidas para proteger trabalhadores, incluindo o fornecimento de máscaras, a instalação de divisórias físicas nas linhas de produção e a ampliação dos serviços de limpeza.

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Índia diz que China violou acordos ao enviar tropas para fronteira no Himalaia

A China culpou a Índia por um atrito que deixou 20 soldados mortos e 76 feridos, o mais mortífero entre os vizinhos detentores de armas nucleares em ao menos cinco décadas, e disse que tropas indianas atacaram soldados e autoridades chineses

Por Reuters

China enviou grande número de tropas e armas para uma região de fronteira disputada no Himalaia, em uma violação de acordos bilaterais, disse o Ministério das Relações Exteriores da Índia nesta quinta-feira, acusando o governo chinês de acirrar as tensões e desencadear um confronto letal na semana passada.

“O cerne da questão é que, desde o início de maio, o lado chinês vem reunindo um grande contingente de tropas e armamentos ao longo da LAC”, disse o porta-voz da chancelaria indiana, Anurag Srivastava, em uma coletiva de imprensa em Nova Délhi, fazendo referência à Linha de Controle Efetivo, a fronteira de fato.

“Isto não está de acordo com as cláusulas de nossos vários acordos bilaterais”, disse ele, incluindo um tratado de 1993 que dita que os dois lados manterão mobilizações limitadas na divisa.

Mapa - confronto Índia x China — Foto: Aparecido Gonçalves/G1

Mapa – confronto Índia x China — Foto: Aparecido Gonçalves/G1

A China culpou a Índia pelo atrito, o mais mortífero entre os vizinhos detentores de armas nucleares em ao menos cinco décadas, e disse que tropas indianas atacaram soldados e autoridades chineses.

Reagindo à intensificação da presença chinesa no mês passado, a Índia também enviou um número grande de tropas para a LAC, disse Srivastava, o que criou hostilidades na região de Ladakh, no oeste dos Himalaias.

No dia 15 de junho, soldados indianos e chinesas brigaram durante horas no Vale de Galwan, agredindo-se com pedras e bastões de madeira cravejados de pregos. Vinte soldados indianos morreram e ao menos 76 ficaram feridos. A China não revelou quantas baixas suas forças sofreram.

Depois que comandantes militares de alta patente conversaram nesta semana, as duas partes concordaram em retirar suas tropas da fronteira em disputa.

‘Confronto violento’ entre China e Índia deixa 20 soldados mortos no Himalaia

Mas imagens de satélite vistas pela Reuters levam a crer que a China acrescentou novas estruturas perto do local do conflito no Vale de Galwan que a Índia diz estar do seu lado da LAC. Entre estas se encontram barracas camufladas ou estruturas cobertas e um possível acampamento novo com muros e barricadas em construção.

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Médico com Covid-19 morre sem receber salários atrasados na Colômbia

Heandel Rentería Córdoba, de 40 anos, não recebia desde setembro de 2019. Ele deixa um filho de 8 anos.

Por G1

Médico Heandel Rentería Córdoba, que atuava na linha no combate à pandemia do novo coronavírus, morreu com salários atrasados na Colômbia — Foto: Reprodução/Facebook Heandel Rentería Córdoba

Médico Heandel Rentería Córdoba, que atuava na linha no combate à pandemia do novo coronavírus, morreu com salários atrasados na Colômbia — Foto: Reprodução/Facebook Heandel Rentería Córdoba

O médico Heandel Rentería Córdoba morreu na quarta-feira (24) por complicações da Covid-19 em Chocó, na Colômbia, com os salários atrasados desde o ano passado.

O Colégio Médico de Bogotá informou que médico de 40 anos, que trabalhava no Hospital São Francisco de Assis de Quibdó, não recebia seu salário desde setembro de 2019.

Em um post no Twitter feito no início de abril, o médico dizia que os funcionários do hospital estavam na época sem salário havia cinco meses.

“Pessoal de saúde do hospital São Francisco de Assis está enfrentando a situação, mas vivendo uma viacrucis total sem auxílio estatal e sem salário por 5 meses. Vivemos em um país injusto e cruel, somado a dirigentes incapazes”, escreveu no Twitter.

O site da revista Semana.com reproduziu uma mensagem da mulher do médico no Facebook:

“Hoje eu despedi um grande ser, super pai, super herói, o melhor médico que Chocó teve. Hoje digo adeus a metade do sorriso do meu filho, ao pai do meu pequeno gigante. Heandel, essa não era a ideia de deixar Joe sozinho. Nosso filho tem apenas oito anos e ainda precisa muito de você”, desabafou.

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