EUA registra mais de mil mortos e quase 70 mil casos por coronavírus, diz universidade

A taxa de mortalidade território americano é de 1,5%, mas Universidade Johns Hopkins acredita que o número real de infectados seja muito maior.

Por France Presse

Subiu para 1.031 o total de mortos pela Covid-19 nos Estados Unidos, onde existem 68.572 casos da doença, segundo uma contagem da Universidade Johns Hopkins.

A taxa de mortalidade pelo novo coronavírus no território americano é de 1,5%, embora se acredite que o número real de infectados seja muito maior.

O estado de Nova York é o mais atingido pela pandemia, segundo o monitoramento da universidade, que calcula 280 mortes na cidade de Nova York desde o surgimento do surto.

Depois de ser detectado na cidade chinesa de Wuhan no final de dezembro, o novo coronavírus matou 21.000 pessoas em todo o mundo.

Uma projeção compartilhada com o Congresso no início deste mês estima que 70 a 150 milhões de pessoas possam ser infectadas com o vírus nos Estados Unidos, um país de 329 milhões de pessoas.

A principal causa de morte entre os americanos em 2018 foram as doenças ligadas ao coração, que de acordo com o último número oficial disponível, causou aproximadamente 650.000 óbitos, enquanto gripe e pneumonia causaram cerca de 60.000 falecimentos.

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Trump diz que não vai pôr fim às medidas de isolamento nos EUA de maneira precipitada

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia dito na terça-feira (24) que deveria pôr fim às medidas de isolamento pelo coronavírus até a Páscoa.

Por G1

O presidente dos Estados UnidosDonald Trump, disse nessa quarta-feira (24) que não deve se precipitar para pôr fim às medidas de isolamento por conta do coronavírus no país que atingem quase a metade do país.

“Não vou fazer nada precipitado ou apressado”, disse Trump. “Eu não faço isso.”

Ele sinalizou que o governo dos EUA deve repensar sua estratégia após o fim dos 15 dias de isolamento. Em uma entrevista coletiva na Casa Branca, ele reforçou que ainda com o retorno às atividades ainda manteria o distanciamento social.

“Quero recuperar nosso país”, disse o presidente dos EUA. “Ninguém vai sair por aí nos escritórios se beijando ou abraçando, mesmo que sintam vontade.”

Trump disse também que vai assinar um alívio fiscal como resposta aos efeitos econômicos da pandemia “imediatamente” assim que chegar à sua mesa e que não teria problemas em voltar a pedir mais dinheiro para o Congresso.

US$ 2 trilhões

Senadores republicanos e democratas e a Casa Branca chegaram nesta madrugada a um acordo sobre um plano federal de estímulos de US$ 2 trilhões para aliviar as consequências da pandemia do coronavírus sobre a economia do país. O pacote deverá auxiliar trabalhadores, empresas e o sistema de saúde.

“Por fim, temos um acordo”, afirmou o líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, antes de citar um “nível de investimentos de tempos de guerra”.

O valor equivale a aproximadamente R$ 10,2 trilhões, o que representa um montante maior do que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em valores correntes, que em 2019 totalizou R$ 7,3 trilhões.

Centro do surto

Os EUA registraram até o momento um total de 54.453 casos de Covid-19 e ao menos 737 mortes, segundo o balanço mais recente do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). Com 192 mortes registradas até às 12h desta quarta, Nova York é o estado mais atingido pela doença.

O governador do estado, Andrew Cuomo, disse que os controles de densidade parecem estar funcionando, já que as hospitalizações que estavam dobrando a cada dois dias no domingo (22), passaram a dobrar a cada 4,7 dias na última terça (24).

O governador ainda disse que esportes de contato próximo, como o basquete nos parques, poderão ser banidos se a população não colaborar com as medidas restritivas.

Antes da Páscoa

Na terça-feira, Trump afirmou que algumas regiões do país estariam fora do isolamento até a Páscoa, em 12 de abril.

Ao menos 13 estados instauraram medidas de distanciamento social para conter o avanço do novo coronavírus, cerca de 45% da população americana já seria afetada, segundo a rede de notícias CNN.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou na terça para uma “aceleração muito grande” no número de casos de coronavírus nos EUA, o que representa potencial para o país se tornar o novo epicentro da epidemia.

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Pedidos de seguro desemprego nos EUA disparam e passam de 3 milhões

Crise causada pelo coronavírus desencadeou onda de demissões no país.

Por G1

O número de pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos atingiram um recorde de mais de 3 milhões na semana passada, conforme medidas estritas para conter a pandemia de coronavírus paralisam o país, desencadeando uma onda de demissões que provavelmente puseram fim ao maior ‘boom’ de emprego na história norte-americana, segundo a Reuters.

Os pedidos iniciais de pedido-desemprego subiram para 3,28 milhões na semana passada, ante 282 mil na semana anterior. O volume supera em muito o recorde anterior de pedidos em uma única semana, em outubro de 1982, de 695 mil, segundo o Departamento do Trabalho dos EUA.

O número de pedidos feitos na semana passada é maior que o total de pessoas que recebiam o benefício na semana encerrada em 7 de março, de 2.006.363.

Segundo o departamento do Trabalho, o aumento no número de pedidos iniciais está ligado aos impactos da Covid-19.

“Quase todos os estados que forneceram comentários (sobre os dados) citaram impactos da Covid-19”, diz o departamento em nota. “Os estados continuam mencionando o setor de serviços, especialmente de hospedagem e alimentação. Outros setores altamente citados pelos aumentos incluem saúde e assistência social; artes, entretenimento e recreação; transporte e armazenagem; e manufatura”.

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Espanha prorroga isolamento por mais duas semanas; mortes já passam de 4 mil

País tem quase 50 mil infectados e 4.089 pessoas morreram por causa da Covid-19. Parlamento decidiu que espanhóis ficarão isolados até 12 de abril.

Por Reuters

O isolamento na Espanha foi prorrogado nesta quinta-feira (26) para o dia 12 de abril em uma tentativa de conter a expansão de Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus. O país, o segundo mais atingido na Europa pela pandemia, tem quase 50 mil infectados e 4.089 mortes por causa de complicações provocada pelo Sars-Cov-2.

O Parlamento votou no começo desta quinta a prorrogação das medidas de emergência, incluindo o estado de isolamento que fez com que as pessoas ficassem confinadas em casa, só podendo sair para comprar comida ou remédios ou ir ao trabalho.

O número de casos confirmados no país aumentou em 10 vezes desde que o estado de emergência foi imposto, no dia 14 de março. O número de mortes superou o da China na quarta-feira, quando 738 pessoas morreram.

“Não é fácil estender o estado de emergência, estou convencido que a única opção eficiente contra o vírus é o isolamento social”, disse o primeiro-ministro Pedro Sanchez

A maioria dos 321 deputados votou a favor, e 28 se abstiveram. A oposição também apoiou a medida, ainda que o líder dos adversários do governo, Pablo Casado, tenha dito que Sanchez deu uma resposta atrasada.

Casado criticou a decisão de não adiar a marcha do Dia das Mulheres, que levou centenas de milhares de pessoas às ruas, e a falta de equipamentos médicos.

“Os governos não mandam seus soldados ao front sem capacete, munição e jaquetas. Mas nossos profissionais de saúde não têm proteção”, ele afirmou.

Mortes em asilos

Os asilos foram especialmente atingidos pela Covid-19. Ao menos 397 residentes dessas casas morreram pela ação do novo coronavírus, segundo a rádio Cadena Sur.

Em Madri, a região mais afetada, um local de patinação de gelo foi convertido em uma funerária.

Encontrar equipamentos como máscaras e luvas é difícil no país.

A ministra de Relações Exteriores, Arancha Gonzalez, reclamou que há especulação de preços para esses itens. Em uma entrevista a uma rádio, ela disse que é preciso dar preferência a compras de longo prazo de fornecedores estáveis “para não depender desses bandidos”.

Uma porta-voz do governo, Maria Jesus Montero, disse que alguns fornecedores não estão cumprindo prazos de entrega.

A Espanha fez uma encomenda de máscaras, kits de testes e luvas no valor de 432 milhões de euros (R$ 2,4 bilhões) da China e pediu ajuda à Otan para comprar ventiladores.

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‘Incendiário’, ‘inacreditável’ e ‘contraditório’: imprensa europeia analisa pronunciamento de Bolsonaro sobre coronavírus

Jornais de Portugal, Inglaterra, França e Espanha noticiaram discurso de presidente Jair Bolsonaro.

Por RFI

A imprensa europeia destaca, nesta quarta-feira (25), as declarações do presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, durante pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão realizado na noite de terça-feira (24). Para os jornais, as declarações do líder da extrema direita do Brasil são “incendiárias”, “difíceis de acreditar” e vão de encontro com as próprias recomendações do Ministério da Saúde do país.

Para o jornal francês “Le Monde”, o presidente “minimiza os riscos relacionados à pandemia da Covid-19 ao criticar as medidas tomadas em diversas cidades e Estados do país, em um momento em que um terço da população mundial é colocada em confinamento”.

O diário também destaca que Bolsonaro acusou as mídias do país de propagar “histeria”, diante da pandemia que já causou mais de 18 mil mortos no mundo. “O Brasil está protegido da doença, segundo ele, devido ao clima quente e a população majoritariamente jovem”, reitera a matéria.

O jornal “Le Parisien” lembra que, no momento do discurso de Bolsonaro, o Brasil contabilizava 2.201 casos de coronavírus e 46 mortes. “Mas as deficiências do sistema de saúde, além da pobreza e a insalubridade nas quais vivem uma grande parte da população, ameaçam agravar a epidemia na primeira economia da América Latina”, afirma o diário.

Discurso resultou em “panelaços”

O jornal britânico “The Guardian” destaca que o presidente brasileiro declarou que “nada sentiria” caso fosse contaminado pela Covid-19. A matéria classifica as afirmações do presidente como “incendiárias” e ressalta que o discurso provocou grandes “panelaços” no Rio e em São Paulo.

“The Guardian” lembra que as duas maiores cidades do Brasil, São Paulo e Rio e muitas outras em todo o país, confinaram seus moradores “para salvar vidas”. O jornal também destaca que muitos opositores de Bolsonaro acreditam que sua resposta à epidemia de coronavírus no Brasil “vai ser o fim de sua carreira política”.

Em editorial, o jornal espanhol “El País” analisa como a América Latina lida com a pandemia e afirma que Bolsonaro “é o pior caso” entre alguns líderes da região que tentam minimizar a situação. Para o diário, o presidente está mais preocupado com a briga política com os governadores de São Paulo e do Rio – estados que concentram 60% dos casos de coronavirus do Brasil – do que com os riscos da pandemia.

“E os riscos são gigantescos!”, afirma o editoralista. “As declarações oficiais de que o Brasil dispõe de recursos suficientes para enfrentar esse tsunami são difíceis de acreditar”, reitera o artigo. Para “El País”, a situação catastrófica de falta de material médico, hospitais e profissionais da área da saúde que vivem atualmente a Europa e os Estados Unidos pode se repetir no Brasil. “O vírus se comporta de maneira similar em todas as latitudes”, conclui.

Contra recomendações do Ministério da Saúde

Na live que faz diariamente em seu site, o jornal português “Público” lembra que o apelo de Bolsonaro pela reabertura das escolas e o restabelecimento do funcionamento do comércio contrariam as recomendações do próprio governo brasileiro. “No site, o Ministério da Saúde brasileiro aconselha a população a evitar aglomerações, a reduzir os deslocamentos para o trabalho, defendendo o ‘trabalho remoto’ e a ‘antecipação de férias em instituições de ensino’, especialmente em regiões com transmissão comunitária do vírus”.

O jornal também destaca que Bolsonaro subestima a pandemia, ao afirmar que se fosse contaminado “não precisaria se preocupar”. “O chefe de Estado do Brasil já se submeteu a dois exames ao novo coronavírus, ambos de resultado negativo, segundo o próprio. A imprensa pediu a divulgação pública dos resultados, mas sem êxito”, conclui o diário.

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China suspende restrições em Hubei, foco da pandemia da Covid-19

Nenhum caso de contágio local foi detectado nas últimas 24 horas no país, mas 47 ‘importados’ do exterior foram registrados.

Por France Presse

Província chinesa de Hubei começa a encerrar sua quarentena

Província chinesa de Hubei começa a encerrar sua quarentena

A China suspendeu nesta quarta-feira (25) as drásticas restrições impostas por vários meses na província de Hubei, foco da pandemia do novo coronavírus que causou mais de 18 mil mortes em todo o mundo desde dezembro.

Nenhum caso de contágio local foi detectado nas últimas 24 horas no país, mas 47 “importados” do exterior foram registrados, informaram as autoridades nacionais de saúde.

No total, 474 casos “importados” foram detectados, e maioria deles são chineses que voltam para casa, de acordo com o Ministério das Relações Exteriores.

Quatro outras mortes ocorreram nas últimas 24 horas, três delas em Hubei, uma província no centro da China, onde está localizada a cidade de Wuhan, a primeira afetada pela Covid19.

Pequim informou na terça (24) que a quarentena de mais de 50 milhões de habitantes em Hubei, em vigor desde janeiro, será suspensa para que pessoas saudáveis possam se mover.

Alguns aeroportos e estações ferroviárias foram reabertos. As escolas permanecem fechadas.

Já os moradores de Wuhan terão que esperar até 8 de abril para deixar a cidade.

A China teve 81.200 casos da Covid-19 e 3.281 pessoas morreram com esta doença.

O número de novos casos diminuiu consideravelmente no último mês. Uma situação que contrasta com o resto do mundo, onde o coronavírus está em plena expansão, forçando os países a tomar medidas de confinamento, toque de recolher, fechamento de locais públicos, etc.

Mais de 400.000 casos foram confirmados em 175 países e territórios. Isso gera uma segunda onda de contágio na China para casos “importados”.

É por isso que muitas cidades chinesas aplicam regras estritas de quarentena aos recém-chegados, e todos os voos para Pequim que chegam do exterior são direcionados para outros locais onde os passageiros são submetidos a exames médicos.

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EUA chegam a acordo de US$ 2 trilhões para aliviar impactos do coronavírus na economia

Pacote de estímulo ainda precisa ser detalhado, além de aprovado pelo Senado e pela Casa dos Representantes. Só depois irá à sanção de Donald Trump.

Por G1

Nos Estados Unidos, senadores dos partidos Republicano e Democrata e a Casa Branca chegaram na madrugada desta quarta-feira (25) a um acordo sobre um plano federal de estímulos de US$ 2 trilhões para aliviar as consequências da pandemia do coronavírus sobre a economia do país. O pacote deverá auxiliar trabalhadores, empresas e o sistema de saúde.

“Por fim, temos um acordo”, afirmou o líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, antes de citar um “nível de investimentos de tempos de guerra”.

O valor equivale a aproximadamente R$ 10,2 trilhões, o que representa um montante maior do que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em valores correntes, que em 2019 totalizou R$ 7,3 trilhões.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou na véspera que que está vendo “aceleração muito grande” em número de casos de coronavírus nos Estados Unidos, o que representa potencial para o país se tornar o novo epicentro da epidemia.

O acordo, porém, ainda precisa ser afinado e detalhado. O pacote de estímulo poderá ser o mais amplo da história moderna americana. O texto do acordo só deve ser disponibilizado mais tarde nesta quarta-feira.

Senado e Casa dos Representantes precisam aprovar a proposta antes de enviá-la à sanção do presidente Donald Trump.

O líder democrata no Senado, Chuck Schumer, chamou a medida de “maior pacote de resgate na histórica norte-americana”, descrevendo-a como o “Plano Marshall” para hospitais e necessidades médicas, em referência ao programa financiado pelos EUA que ajudou a reconstruir a Europa após a Segunda Guerra Mundial.

O que está previsto

O pacote prevê remuneração direta à maioria dos americanos, ampliação de benefícios de seguro-desemprego, dinheiro para estados e um programa para pequenas empresas poderem remunerar funcionários que precisam ficar em casa para conter o contágio do coronavírus no país.

Entre outras provisões, segundo a agência Reuters, o plano deve incluir:

  • US$ 500 bilhões para fundo voltado a ajudar indústrias afetadas com empréstimos e uma quantia similar para pagamentos diretos de até US$ 3 mil para milhões de famílias dos EUA
  • US$ 350 bilhões para empréstimos a pequenas empresas e 250 bilhões para auxílio-desemprego
  • US$ 100 bilhõespara hospitais e sistemas de saúde, junto com dinheiro adicional para outras necessidades ligadas a saúde
  • US$ 150 bilhões para ajuda a governos locais e estatais para combaterem o surto

Negociações

A maratona de negociações envolveu senadores republicanos e democratas e a equipe do presidente Donald Trump.

O pacote quase não saiu porque legisladores democratas insistiram numa proteção mais ampla de trabalhadores e apontaram que um novo fundo de US$ 500 bilhões para auxiliar empresas em dificuldades devido à crise havia sido ignorado. Os democratas chegaram a barrar o acordo duas vezes, pedindo mais concessões.

Os democratas desejavam uma supervisão maior dos empréstimos para as grandes empresas, além do pagamento de salários para os funcionários demitidos e mais recursos para os hospitais.

Covid-19 nos EUA

Desde o primeiro caso nos Estados Unidos em janeiro, o novo coronavírus matou 796 pessoas, segundo um balanço da Universidade Johns Hopkins.

Mais de 55.000 pessoas foram infectadas no país.

Para evitar contágios que poderiam provocar o colapso dos hospitais, 100 milhões de pessoas, quase um terço da população, receberam determinações para permanecer em suas casas, provocando a suspensão de aulas, o fechamento de milhares de estabelecimentos comerciais e a demissões de milhões de trabalhadores.

Três congressistas foram diagnosticados com a COVID-19 e pelo menos 10 estão em quarentena, impedidos de votar.

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Espanha supera o número de mortes da China por causa do coronavírus

País europeu já registou 3.434 mortes desde o início do surto, sendo que 738 delas nas últimas 24 horas.

Por G1

A Espanha superou o número de mortes registradas na China em decorrência do novo coronavírus, segundo dados fornecidos nesta quarta-feira (25) pelo ministério da Saúde. O país já registou 3.434 mortes desde o início do surto, sendo que 738 delas nas últimas 24 horas.

O número total de casos registrados subiu 20% nesta terça-feira em relação ao dia anterior, atingindo 39.673 infectados, segundo o último balanço do Ministério da Saúde.

A expectativa é a de que a extensão do estado de emergência acordado pelo governo seja ratificada nesta quarta no Congresso.

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Embaixada dos EUA pede retorno imediato de americanos que estão no Brasil

Texto também mostra aos americanos que vivem ou moram no Brasil a lista de voos para os Estados Unidos.

Por G1

A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil postou, no final da noite desta terça-feira (24), um aviso para que todos os norte-americanos que estão ou vivem no território brasileiro voltem ao EUA o mais rápido possível.

Os EUA já haviam solicitado aos seus cidadãos no exterior que voltassem ao país por causa da pandemia por coronavírus. Nesta terça, a embaixada dos EUA no Brasil mostrou as opções de voos disponível do Brasil para os EUA.

Cerca de duas horas antes de a embaixada dos EUA no Brasil listar as opções de saída via aérea do território brasileiro, o presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento pela TV. Contrariando tudo o que especialistas e autoridades sanitárias do país e do mundo inteiro vêm pregando como forma de evitar que o novo coronavírus se espalhe, Bolsonaro criticou em rede nacional de televisão, o pedido para que todas aqueles que possam fiquem em casa.

Bolsonaro culpou os meios de comunicação por espalharem, segundo ele, uma sensação de “pavor”. E disse que, se contrair o vírus, não pegará mais do que uma “gripezinha”.

O Ministério da Saúde informou que não vai se posicionar sobre o pronunciamento do presidente.

O texto, postado no Twitter, com link replicado para o site da Embaixada e Consulados dos EUA no Brasil, tem o seguinte título:

Mensagem aos Cidadãos Americanos: Opções de Voos Comerciais Partindo do Brasil :

Mensagem aos Cidadãos Americanos — Foto: Reprodução / Embaixada dos EUA no Brasil

Mensagem aos Cidadãos Americanos — Foto: Reprodução / Embaixada dos EUA no Brasil

De acordo com o Aviso de Saúde Global de Nível Quatro do Departamento de Estado, os cidadãos dos EUA que vivem nos Estados Unidos devem providenciar retorno imediato para os Estados Unidos, a menos que estejam preparados para permanecer no exterior por um período indeterminado.

A Embaixada dos EUA em Brasília gostaria de informar aos cidadãos dos EUA no Brasil que opções de voos comerciais permanecem disponíveis com saída do Brasil para os Estados Unidos, porém esperamos que esse número diminua. Os cidadãos dos EUA que desejam retornar aos Estados Unidos devem fazê-lo o mais rápido possível pois a situação de viagem está mudando muito rapidamente e a disponibilidade de voos está sujeita a alterações. Os horários de voos domésticos no Brasil também estão sendo reduzidos significativamente, e os cidadãos dos EUA que atualmente estão fora dos portões internacionais identificados abaixo também devem monitorar sua capacidade de obter um voo de conexão, consultando o site do aeroporto mais próximo.

Na sequência, o aviso lista os voos comerciais disponíveis para os EUA que a Embaixada tem conhecimento na terça-feira (24).

Embaixada EUA Brasil@EmbaixadaEUA

Per the @StateDept Global Level Four Health Alert, US citizens who live in the US should arrange for immediate return, unless they are prepared to remain abroad for indefinite period. For info on some flight options available departing Brazil for the US: http://ow.ly/KcV850yUVue Message for U.S. Citizens:  Commercial Flight Options Departing Brazil | U.S. Embassy & Consulates…Message for U.S. Citizens:  Commercial Flight Options Departing Brazil as of March 24, 2020    Per the State Department’s  Global Level Four Health Alert , U.S. citizens who live in the United…br.usembassy.gov13810:15 PM – Mar 24, 2020Twitter Ads info and privacy80 people are talking about this

Os EUA registraram até a terça 44.183 casos de Covid-19 e ao menos 544 mortes, segundo o balanço mais recente do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

Ao menos 13 estados instauraram medidas de distanciamento social para conter o avanço do novo coronavírus, cerca de 45% da população americana já seria afetada, segundo a rede de notícias CNN.

A coordenadora da Casa Branca à resposta ao coronavírus, Debbie Birx, disse que um novo protocolo foi instaurado para pessoas que visitaram a região metropolitana de Nova York. Viajantes que passaram pela região mais afetada pelo surto no país deverão se isolar por 14 dias.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta terça que está vendo “aceleração muito grande” em número de casos de coronavírus nos Estados Unidos, o que representa potencial para o país se tornar o novo epicentro da epidemia.

Desde o dia 17 de março, a embaixada dos EUA e todos os consulados americanos no Brasil cancelaram, por tempo indeterminado, entrevistas rotineiras de visto de imigrante e não imigrante. A medida é por tempo indeterminado.

Serviços de rotina não relacionados a segurança, como a renovação de passaportes sem viagens iminentes, não estão sendo agendadas. A embaixada fornece somente serviços de emergência para os cidadãos norte-americanos no Brasil.

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Olimpíadas de Tóquio são adiadas para 2021, após pedido de primeiro-ministro do Japão

Abe Shinzo pediu ao Comitê Olímpico Internacional para adiar os jogos que deveriam acontecer em Tóquio neste ano.

Por G1

O primeiro-ministro do JapãoAbe Shinzo, confirmou nesta terça-feira (24) que pediu ao Comitê Olímpico Internacional (COI) o adiamento de um ano dos Jogos Olímpicos, que estavam programados para o dia 24 de julho. A autoridade esportiva aceitou, e a competição foi postergada para 2021.

Abe fez o anúncio a jornalistas depois de uma conversa telefônica com o presidente do COI, Thomas Bach. Segundo ele, o COI aceitou o pedido.

O COI, então, confirmou em um comunicado o adiamento assinado em conjunto com o governo japonês:

“Na circunstância presente, e baseados na informação providenciada pela Organização Mundial da Saúde, o presidente do COI e o primeiro-ministro do Japão concluíram que os Jogos das 32ª Olimpíadas em Tóquio devem ser reagendados para uma data para além de 2020, mas não depois do verão de 2021, para garantir a saúde de atletas, todos envolvidos nos Jogos e a comunidade internacional.”

As Olimpíadas, portanto, deverão ser realizadas em 2021. Mesmo assim, o nome oficial do evento será Tóquio 2020, de acordo com o governador de Tóquio, Yuriko Koike.

Os Jogos Olímpicos foram adiados por causa da pandemia do Covid-19, que impactou a organização do evento e também a preparação dos atletas.

A conversa telefônica incluiu, além de Abe e de Bach, o governador de Tóquio, Yuriko Koike, e o líder da organização dos Jogos, Yoshiro Mori.

Abe Shinzo, que er conhecido como Shinzo Abe, mas em maio de 2019 adotou a estrutura tradicional de nomes no Japão, com o sobrenome na frente, pediu para que Bach tomasse uma decisão o mais rápido possível, segundo a NHK.

Essa é a primeira vez, na era moderna, que os Jogos Olímpicos são adiados. Eles foram cancelados em três ocasiões: 1916, 1940 e 1944, por causa da Primeira e Segunda Guerras mundiais.

Pressão de atletas

O Comitê Olímpico do Canadá havia publicado uma carta na segunda-feira (23) na qual informou que iria boicotar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos se eles fossem realizados em 2020. A Austrália também informou que não enviaria seus atletas.

Noruega e Reino Unido pressionaram o COI e ameaçaram não participar dos Jogos.

Os comitês do Brasil, Eslovênia, Alemanha haviam pedido o adiamento, assim como as equipes norte-americanas de natação e corrida.

Eliminatórias congeladas

A maioria (78%) dos atletas era favorável a um adiamento, de acordo com uma pesquisa divulgada pelo “The New York Times”.

As medidas de contenção do coronavírus, que em muitos países incluem a proibição de viagens, interromperam os jogos eliminatórios para as Olimpíadas. Muitos dos atletas não podem sair de casa por causa das medidas de isolamentos impostas.

Ainda assim, até o domingo (22), o COI tinha dito que só tomaria uma decisão em quatro semanas.

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