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NUVEM DE TAGS

Homem viaja em trem de pouso de avião por 2h30 e chega vivo aos EUA

De 129 pessoas que tentaram se esconder em aeronaves comerciais em todo o mundo desde 1947, 100 morreram devido a ferimentos.

Por g1

Um homem de 26 anos chegou no sábado (27) ao aeroporto de Miami, nos Estados Unidos, depois de viajar dentro do trem de pouso de um avião que partiu da Cidade da Guatemala.

Ele foi detido pelos agentes de proteção de fronteiras nos EUA. Segundo o órgão, ao viajar no trem de pouso, ele tentou fugir da identificação de entrada no país.

O homem foi encaminhado para um hospital para uma avaliação, mas as informações dos exames não foram divulgadas.

Segundo a companhia aérea American Airlines, o incidente aconteceu no voo que sai da Cidade da Guatemala para Miami, que tem duração de 2 horas e 37 minutos.

O avião era um Boeing 737-800.

Os agentes já estavam na pista quando o avião pousou.

No ano passado cerca de 1,7 milhões de imigrantes foram apreendidos ou expulsos por agentes dos EUA. Uma parte significativa desse contingente era de guatemaltecos.

Segundo o advogado de imigração Angel Leal, o homem que chegou no trem de pouso do avião da American Airlines vai enfrentar um processo de extradição acelerado.

A agência de aviação não quis comentar o incidente de sábado. De acordo com dados da entidade, 129 pessoas tentaram se esconder em aeronaves comerciais em todo o mundo desde 1947. Destas, disse a agência, 100 morreram devido a ferimentos.

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Incêndio em imóvel invadido em Barcelona mata dois adultos, uma criança e um bebê

Outras quatro pessoas foram resgatadas no local e transferidas a um hospital por terem inalado muita fumaça.

Por g1

Um incêndio em uma antiga agência bancária abandonada e invadida deixou mortos e feridos em Barcelona, na Espanha, informou o Corpo de Bombeiros nesta terça-feira (30). As vítimas seriam dois adultos, uma criança de 3 anos e um bebê, informou o chefe da corporação local, Ángel López.

O imóvel fica na Plaza de Tetuán e os bombeiros foram chamados ao amanhecer.

“Nada poderia ser sido feito para salvar essas vidas”, lamentou López.

Outras quatro pessoas foram resgatadas no local e transferidas a um hospital por terem inalado muita fumaça.

A identidade das vítimas não foi informada.

O fogo foi controlado, mas especialistas ainda investigam as causas.

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Primeira imagem da variante ômicron revela mais que o dobro de mutações que a delta

Representação computadorizada da nova cepa foi feita por um hospital italiano e mostra a concentração de alterações na proteína S do coronavírus. Pesquisadores dizem ainda ser cedo para conclusões e que ter mais mutações não significa necessariamente que sejam mais perigosas.

Por Fabio Manzano, g1

A primeira imagem da variante ômicron do coronavírus revelou mais que o dobro de mutações que a da variante delta. 

A representação computadorizada desta nova cepa foi feita por pesquisadores do hospital Bambino Gesù de Roma, na Itália, que disseram ainda ser cedo para tirar conclusões (leia mais adiante).

A variante ômicron – também chamada B.1.1529 – foi identificada pela primeira vez na África do Sul, pelo sistema de vigilância das autoridades sanitárias do país.

No modelo divulgado pelo hospital italiano – que destaca a proteína S (spike) – é possível notar uma maior concentração de mutações (os pontos vermelhos, com maior variabilidade, e a área cinza onde não há variação).

A proteína S é a que forma a “coroa” do vírus, e funciona como “chave” na hora de se acoplar às células humanas para sua replicação e infecção – é nela que muitas vacinas agem.

Ainda é cedo para conclusões

Os pesquisadores do hospital Bambino Gesù disseram, em um comunicado, que o modelo tridimensional revela “muito mais mutações” na ômicron, mas que ainda é cedo para tirar conclusões.

“[Ter mais mutações] não quer dizer automaticamente que são mais perigosas, diz simplesmente que o vírus se adaptou mais uma vez à espécie humana gerando outra variante”, disseram em nota.

“Outros estudos nos dirão se essa adaptação é neutra, menos ou mais perigosa”, afirmaram os pesquisadores.

A imagem foi feita a partir do sequenciamento da nova variante que foi compartilhado com a comunidade científica.

Os dados que serviram de base para a modelagem foram majoritariamente produzidos por pesquisadores de Botsuana, África do Sul e Hong Kong.

Origem da variante

A variante ômicron – também chamada B.1.1529 – foi reportada à OMS em 24 de novembro de 2021 pela África do Sul.

O primeiro caso confirmado da B.1.1529 foi de uma amostra coletada em 9 de novembro de 2021. De acordo com OMS, a variante apresenta um “grande número de mutações”, algumas preocupantes.

“Evidências preliminares sugerem uma alta no risco de reinfecção com a variante, comparada com as outras versões do coronavírus”, disse a agência de Saúde das Nações Unidas em um comunicado.

Nas últimas semanas, as infecções do coronavírus vinham aumentado abruptamente no país, o que coincide com a detecção da nova variante B.1.1529.

A situação epidemiológica no país tem sido caracterizada por três picos de casos notificados, sendo que o último era com a variante delta.

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Dezenas de clientes ficam presos durante três dias em pub na Inglaterra após nevasca

Na sexta-feira, tempestade trouxe neve e ventos fortes que derrubaram cabos de energia e bloquearam estradas; 61 pessoas devem conseguir sair nesta segunda-feira (29). Equipe organizou filmes, uma noite de quiz e karaokê e banda cover de Oasis – também presa no local – ajudou no entretenimento.

Por Associated Press

Sessenta e uma pessoas estão desde sexta-feira (26) presas dentro do pub de maior altitude na Grã-Bretanha, isoladas devido a uma nevasca.

O Tan Hill Inn, em Yorkshire Dales, fica a 435 quilômetros ao norte de Londres, e a 528 metros acima do nível do mar. Na sexta-feira, uma tempestade de fim de outono trouxe neve e ventos fortes que derrubaram cabos de energia e bloquearam estradas.

A gerente Nicola Townsend disse que a equipe organizou filmes, uma noite de quiz e karaokê para os convidados presos. Eles também foram entretidos por uma banda cover do Oasis, Noasis, que ficou presa no pub depois de se apresentar no local.

Townsend disse que os convidados estavam “de muito bom humor”.

“Eles formaram uma grande amizade… como uma grande família, é a melhor maneira que posso descrever”, disse ela. “Uma senhora realmente disse ‘Eu não quero ir embora’”.

Townsend disse esperar que as pessoas possam voltar para casa ainda nesta segunda-feira (29), depois que as estradas forem liberadas.

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Japão fecha fronteiras para estrangeiros devido à ômicron; Austrália suspende reabertura

Medida do governo japonês começa a valer na terça (30). Austrália reabriria suas fronteiras na quarta (1º), mas premiê do país afirmou que adiamento é uma decisão ‘temporária e necessária’.

Por g1

G7 se reúne para discutir a chegada e a propagação da ômicron; Japão fecha as fronteiras

Japão vai proibir a entrada de visitantes estrangeiros a partir de terça-feira (30), anunciou primeiro-ministro Fumio Kishida nesta segunda-feira (29), para tentar conter a disseminação da ômicron, variante do coronavírus detectada inicialmente na África do Sul.

Também nesta segunda, o primeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison, anunciou que suspendeu os planos de reabertura das suas fronteiras para determinados trabalhadores e estudantes também devido à nova variante.

A Rússia também vai anunciar restrições, segundo a agência de notícias RIA.

Covid: o que se sabe sobre nova variante detectada na África do Sul

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a ômicron (B.1.1.529como uma “variante de preocupação”, colocando a cepa no mesmo grupo de versões do coronavírus que já causaram impacto na pandemia: a alfa, a beta, a gama e a delta.

Ela preocupa pois tem 50 mutações — algo nunca visto antes —, sendo mais de 30 na proteína “spike” (a “chave” que o vírus usa para entrar nas células e que é o alvo da maioria das vacinas contra a Covid-19).

Mas ainda não se sabe se ela é mais transmissível ou mais letal, e a própria OMS diz que precisará de semanas para compreender melhor o comportamento da ômicron.

‘Medidas temporárias e excepcionais’

A Austrália reabriria suas fronteiras na quarta-feira (1º), mas Morrison afirmou que o adiamento é uma decisão “temporária e necessária”. O país já detectou cinco casos da variante ômicron até o momento.

“Esta suspensão temporária vai garantir que a Austrália consiga as informações necessárias para compreender melhor a variante ômicron“, afirmou o primeiro-ministro, citando como informações necessárias a eficácia das vacinas, o nível de contágio da variante e o grau e os sintomas da doença.

No Japão, japoneses que estiverem retornando ao país de alguns países específicos poderão entrar, mas terão que cumprir quarentena em instalações designadas pelo governo.

“São medidas temporárias e excepcionais que estamos tomando por uma questão de segurança, até que haja informações mais claras sobre a variante ômicron. Estou pronto para suportar as críticas daqueles que dizem que o governo está sendo cauteloso demais”, afirmou Kishida.

O Japão já havia anunciado na sexta-feira (26) restrições e controles em suas fronteiras para pessoas procedentes de seis países africanos e ainda não registrou nenhum caso da variante.

O ministro da Saúde do Japão, Shigeyuki Goto, disse que um viajante da Namíbia testou positivo para a Covid-19 e mais testes ainda são necessários para descobrir se o contágio foi pela ômicron.

Ômicron em todos os continentes

Todos os continentes já registram casos da variante ômicron do novo coronavírus, após o Canadá se tornar no domingo (28) o primeiro país das Américas a confirmar a infecção (2 casos na província de Ontário). Mais de dez países já registraram infectados pela ômicron.

A variante, inicialmente chamada de B.1.1.529, foi identificada primeiro na África do Sul pelo virologista Tulio de Oliveira, brasileiro que é diretor do Centro para Resposta Epidêmica e Inovação do país e anunciou a descoberta da cepa na quinta-feira (25).

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Suíços derrotam negacionistas e dizem sim ao certificado de vacinação

TOPO

Por Sandra Cohen

Blog Sandra Cohen / g1

Especializada em temas internacionais, foi repórter, correspondente e editora de Mundo em ‘O Globo’

Em segundo referendo sobre a Covid-19 no ano, população respalda restrições determinadas pelo governo para conter a pandemia.

g1

Num país em que o compromisso é tradição, os assuntos mais controversos são decididos por consulta popular. Desta forma, os suíços respaldaram, em referendo neste domingo (28), a exigência do certificado Covid em bares, restaurantes e locais públicos, entre outras medidas determinadas pelo governo para conter a pandemia.

Mais de 62% apoiaram a legislação em vigor, na quarta votação federal com maior participação em quatro décadas de referendos, derrotando o movimento de oposição ao passaporte, que nos últimos meses fez barulho nas ruas.

Trata-se do segundo referendo sobre a pandemia neste ano. Em ambos, as regras para conter o vírus saíram vitoriosas e com margens parecidas. Os opositores argumentavam que a lei Covid discrimina os não vacinados, gera um apartheid de saúde e divide o país.

Apoiados pelos populistas do Partido do Povo Suíço (UDC), conseguiram as cem mil assinaturas necessárias para levar o tema a referendo, previsto pelo sistema de democracia direta que rege o país.

Maior força política, segundo as pesquisas, a legenda de extrema direita fomentou nas ruas manifestações semelhantes às que têm se repetido em países europeus, contra as restrições para conter a disseminação do novo coronavírus. Em algumas ocasiões, a polícia teve de intervir e aumentar a segurança de políticos que receberam ameaças de morte por defenderem a manutenção das regras.

A votação de domingo coincidiu com a chegada da variante ômicron na Europa e com o aumento semanal de 40 a 50% do número de casos no país. Dos 26 cantões, apenas dois, situados em áreas rurais conservadoras — Schwyz e Appenzell Innerrhoden — disseram não à legislação em vigor desde setembro.

“É a prova de que a democracia funciona”, resumiu o ministro do Interior, Alain Berset, lembrando que a Suíça é o único país do mundo em que a população pode votar sobre a gestão da pandemia.

Somente este ano, os eleitores já foram às urnas quatro vezes, para se manifestar em 13 consultas populares em temas que incluem o uso de pesticidas, casamento entre pessoas do mesmo sexo e uma lei sobre as emissões de gases do efeito estufa. No segundo referendo sobre a Covid-19, o bom senso e o medo falaram mais alto.

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13 dos 61 passageiros com Covid na Holanda carregam a variante ômicron

País investigava viajantes que desembarcaram na sexta-feira de dois voos com origem na África do Sul. Todos estão em isolamento.

Por g1

Holanda identificou 13 casos da variante ômicron do coronavírus entre os 61 viajantes que testaram positivo para a Covid-19, informaram as autoridades de saúde do país neste domingo (28)

“Em nossa investigação, que ainda está em andamento, encontramos até agora 13 casos da variante ômicron”, disse o Instituto Nacional de Saúde em um comunicado.

O grupo de passageiros infectados chegou ao país em dois voos vindos da África do Sul, na sexta-feira (26). No sábado foram submetidos a novos testes. Todos estão em isolamento.

O ministro da Saúde da Holanda, Hugo de Jonge, disse em entrevista coletiva que “não é improvável” que mais casos da variante apareçam no país.

“Esta pode ser a ponta do iceberg”, afirmou Jonge.

A variante ômicron do coronavírus foi classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como ‘variante de preocupação’, e diversos países restringiram viagens ao sul da África.

Também neste domingo, a Dinamarca anunciou ter encontrado a variante ômicron em dois viajantes que chegaram ao país. Elas estão em isolamento e seus contatos foram rastreados.

No sábado, a Alemanha identificou um caso da ômicron também importado. Ele foi colocado em isolamento logo após o diagnóstico positivo para a doença.

O Reino Unido, com dois casos confirmados, reforçou as medidas sanitárias e ordenou a testagem e isolamento de todos os viajantes – de qualquer país – que chegarem à ilha pelos próximos dez dias.

Passageiros que tentam retornar da África do Sul, após descoberta da variante ômicron, ficaram presos no aeroporto em meio a cancelamentos de voos e mais restrições. 

Passageiros ficam presos na África do Sul após descoberta da nova variante Ômicron

Voos suspensos na Holanda

O governo holandês proibiu todas as viagens aéreas do sul da África na manhã de sexta-feira. No entanto, dois voos da KLM, com cerca de 600 passageiros, chegaram a desembarcar em Amsterdã.

O ministro da Saúde, Hugo de Jonge, determinou que os passageiros que já estavam a caminho da Holanda fossem submetidos a testes e quarentena na chegada ao país.

Covid: o que se sabe sobre nova variante detectada na África do Sul

Centenas de passageiros, que vinham da Cidade do Cabo e de Joanesburgo, reclamaram nas redes sociais das “horas de espera” na pista.

Uma repórter do jornal americano “The New York Times”, Stephanie Nolen, estava em um dos voos e chegou a narrar o cenário de confusão.

“Muitos aplausos porque chegou um ônibus que vai nos levar… para algum lugar”, escreveu a jornalista.

Nolen, que afirmou ter testado negativo para o vírus, contou que o ônibus chegou em uma área de testes “com uma fila enorme”.

“Posso ver testadores de Covid com roupa azul brilhante bem à frente”, narrou. “Ainda sem lanchinhos para os bebês que estão chorando.”

Um porta-voz das autoridades de saúde em Kennemerland – região responsável pelo aeroporto Schiphol, – disse que os casos positivos são acompanhados pelo hospital universitário.

Novo surto na Europa

A variante ômicron foi detectada no momento em que muitos países europeus estão lutando contra um aumento nos casos de coronavírus.

O governo holandês anunciou o fechamento de bares, restaurantes e lojas no período noturno, enquanto tenta conter uma onda recorde de casos de Covid.

As novas infecções, que atingem principalmente a parcela da população não vacinada, estão sobrecarregando o sistema de saúde holandês.

1º caso na Bélgica, fechamento de fronteiras

Na sexta, a Bélgica detectou um caso de infecção por Covid-19 ligado à variante ômicron do coronavírus. Foi a primeira vez que a nova variante foi identificada na Europa.

A variante preocupa pois tem 50 mutações — algo nunca visto antes —, sendo mais de 30 na proteína S (spike) – a “chave” que o vírus usa para se acoplar às células, alvo da maioria das vacinas disponíveis.

Na quinta-feira (25), o Reino Unido restringiu viagens à África do Sul e mais cinco países do continente. Ea Comissão Europeia propôs a suspensão dos voos do sul da África para a União Europeia.

A Alemanha anunciou que não aceitará a entrada de viajantes procedentes da África do Sul, e a Itália proibiu a entrada de qualquer pessoa que esteve em 7 nações do sul da África nos últimos 14 dias.

Israel fechou suas fronteiras para estrangeiros pelas próximas duas semanas por conta dos riscos de um novo surto da variante altamente transmissível.

Situação no Brasil

Não há, até a última atualização desta reportagem, casos da nova variante ômicron da Covid-19 registrados no Brasil.

O governo federal anunciou que, a partir de segunda-feira (29), vai restringir viajantes oriundos da África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue.

O anúncio acompanha uma recomendação feita, anteriormente, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

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Reino Unido impõe testagem e isolamento para todos os viajantes devido à variante ômicron

A Inglaterra identificou dois casos da nova variante em viajantes que passaram recentemente por países do sul do continente africano.

Por g1

O primeiro-ministro do Reino UnidoBoris Johnson, anunciou neste sábado (27) que irá reforçar as medidas sanitárias após a confirmação de dois casos da variante ômicron do coronavírus no país.

“Precisamos ganhar tempo enquanto nossos cientistas pesquisam, enquanto vacinamos e damos reforço”, disse Johnson em entrevista coletiva.

O premiê afirmou que viagens não serão canceladas, mas que qualquer pessoa que entrar no país deverá fazer um exame obrigatório do tipo PCR (o do cotonete) no segundo dia após a chegada.

Além disso, todos os viajantes deverão se autoisolar até receberem o resultado do teste, podendo então sair contanto que o resultado seja negativo.

“Precisamos diminuir a dispersão dessa variante no Reino Unido”, disse o premiê. “Ajudem a conter reforçando o uso de máscaras em ambientes fechados e no transporte público”.

Segundo o governo britânico, as medidas poderão ser revistas após dez dias. O premiê disse ainda que mais informações serão divulgadas durante a semana pelo Ministério da Saúde.

Johnson também afirmou que, ainda que não haja dados suficientes sobre a eficácia da vacinação contra esta variante específica, o reforço na imunização pode oferecer mais proteção contra o vírus.

“Vamos ampliar a campanha de reforço e reduzir o tempo entre a segunda dose e a dose de reforço”, disse Johnson.

No entanto, ele reconheceu que ainda é cedo para tirar conclusões sobre o vírus e que os dados atuais mostram que a nova variante se espalha mais rapidamente e que também pode ser transmitida entre vacinados.

Nenhuma das atuais vacinas contra a Covid-19 evita 100% a infecção e transmissão. No entanto, as chances de o vacinado se infectar e transmitir são menores – e de desenvolver uma doença grave são menores ainda.

O médico-chefe da Inglaterra e conselheiro do governo, Chris Witty, reforçou o alerta de Johnson e disse que há uma “chance razoável” de que a variante ômicron “tenha algum grau de escape da vacina”.

“Há uma chance razoável de que pelo menos haja algum grau de escape da vacina com esta variante”, disse Whitty em entrevista coletiva.

Dois casos confirmados no país

O Reino Unido registrou dois casos da nova variante ômicron neste sábado, informou o ministro da Saúde do pais, Sajid Javid. Veja no VÍDEO abaixo.

Segundo ele, os dois casos foram identificados na Inglaterra em viajantes que passaram recentemente por países do sul do continente africano.

Covid-19: Reino Unido confirma primeiros casos da variante ômicron

“Esses indivíduos ficarão isolados com suas famílias enquanto mais testes e rastreamento de contato estão em andamento”, disse Javid.

Na sexta, o Reino Unido anunciou restrições a vários países sul-africanos após a divulgação da nova variante do coronavírus encontrada pela primeira vez na África do Sul.

Suspeita na Alemanha e República Tcheca

Na Alemanha, um caso de Covid-19 tem “alta probabilidade” de ser da variante ômicron, segundo uma autoridade regional do país.

Um viajante, que retornava da África do Sul, testou positivo para a doença e análises preliminares apontaram mutações parecidas com a da nova variante na cepa do vírus.

“Há uma alta probabilidade de que a variante ômicron tenha chegado à Alemanha”, disse Kai Klose, ministro para Assuntos Sociais na região de Hesse, em uma rede social.

A República Tcheca também está examinando um caso suspeito de ômicron em uma pessoa que passou pela Namíbia.

A variante preocupa pois tem 50 mutações — algo nunca visto antes —, sendo mais de 30 na proteína S (spike) – a “chave” que o vírus usa para se acoplar às células, alvo da maioria das vacinas disponíveis.

61 infectados na Holanda

As autoridades de saúde da Holanda disseram que 61 pessoas que chegaram ao país em dois voos vindos da África do Sul, na sexta-feira (26), testaram positivo para a Covid-19.

Não há, até a última atualização desta reportagem, informações sobre qual é a variante do coronavírus encontrada nestes infectados.

Todos os passageiros infectados estão isolados, e vão passar por testes neste sábado (27) para descobrir se a recém-descoberta variante do coronavírus, a ômicron, pode estar circulando entre eles.

Ainda na sexta-feira, viajantes enfrentaram longas horas de espera e testes por conta da nova mutação do vírus, classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como ‘variante de preocupação’.

O ministro da Saúde, Hugo de Jonge, determinou que os passageiros que já estavam a caminho da Holanda fossem submetidos a testes e quarentena na chegada ao país.

1º caso na Bélgica, fechamento de fronteiras

Na sexta, a Bélgica detectou um caso de infecção por Covid-19 ligado à variante ômicron do coronavírus. Foi a primeira vez que a nova variante foi identificada na Europa.

Na quinta-feira (25), o Reino Unido restringiu viagens à África do Sul e mais cinco países do continente. Ea Comissão Europeia propôs a suspensão dos voos do sul da África para a União Europeia.

A Alemanha anunciou que não aceitará a entrada de viajantes procedentes da África do Sul e a Itália informou a proibição de entrada em seu território de qualquer pessoa que esteve em 7 nações do sul da África nos últimos 14 dias.

Passageiros que tentam retornar da África do Sul, após descoberta da variante ômicron do coronavírus, ficaram presos no aeroporto em meio a cancelamentos de voos e restrições. 

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Covid-19: Reino Unido confirma dois casos da variante ômicron

Informação é do ministro da Saúde, Sajid Javid; um deles é em Chelmsford, e o outro em Nottingham.

Por g1

O Reino Unido registrou dois casos da nova variante ômicron do coronavírus, disse o ministro da Saúde, Sajid Javid, neste sábado (27), segundo agências internacionais.

“Na noite passada, fui contatado pela Agência de Segurança de Saúde do Reino Unido. Fui informado de que eles detectaram dois casos dessa nova variante, ômicron, no Reino Unido. Um em Chelmsford, o outro em Nottingham”, disse.

Segundo ele, os dois casos estão relacionados e há uma conexão com viagens para a África Austral (sul do continente). “Esses indivíduos ficarão isolados com suas famílias enquanto mais testes e rastreamento de contato estão em andamento”, informou.

Como precaução, serão implementados testes adicionais nas áreas afetadas – Nottingham e Chelmsford – e sequenciamento de todos os casos positivos.

O Reino Unido vai adicionar Malawi, Moçambique, Zâmbia e Angola à sua “lista vermelha” de viagens a partir das 4h de domingo (horário local), ou 1h de Brasília. Isso significa que os residentes britânicos e irlandeses que chegarem ao país terão de ficar em quarentena num hotel aprovado pelo governo durante 10 dias. Não residentes terão a entrada recusada. Nessa lista já estavam Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia, África do Sul e Zimbábue.

“Esta é uma situação que avança rapidamente e estamos para dar passos decisivos para proteger a saúde pública. Também estamos adicionando Malawi, Moçambique, Zâmbia e Angola à lista vermelha de viagens a partir das 4h de domingo. Se você voltou de lá nos últimos 10 dias, deve se isolar e fazer testes de PCR”, alertou Javid.

Covid-19: Reino Unido confirma primeiros casos da variante ômicron

Suspeita na Alemanha e República Tcheca

Na Alemanha, um caso suspeito de Covid-19 identificado na Alemanha tem “alta probabilidade” de ser da variante ômicron, disse neste sábado uma autoridade regional do país.

Um viajante, que retornava da África do Sul, testou positivo para a doença e análises preliminares apontaram mutações parecidas com a da nova variante na cepa do vírus.

“Há uma alta probabilidade de que a variante ômicron tenha chegado à Alemanha”, disse Kai Klose, ministro para Assuntos Sociais na região de Hesse, em uma rede social.

Ainda segundo o membro do Executivo regional, pesquisadores avaliam a sequência genética – como se fosse a identidade do vírus – para confirmar a mutação.

A República Tcheca também está examinando um caso suspeito de ômicron em uma pessoa que passou pela Namíbia.

“Um laboratório está verificando uma possível descoberta de uma amostra positiva da variante ômicron. Estamos aguardando a confirmação ou refutação do caso”, disse o porta-voz do Instituto Nacional de Saúde Pública, Štěpánka Čechová, neste sábado.

A variante preocupa pois tem 50 mutações — algo nunca visto antes —, sendo mais de 30 na proteína S (spike) – a “chave” que o vírus usa para se acoplar às células, alvo da maioria das vacinas disponíveis.

Covid: o que se sabe sobre nova variante detectada na África do Sul

A variante ômicron foi detectada no momento em que muitos países europeus estão lutando contra um aumento nos casos de coronavírus.

61 infectados na Holanda

As autoridades de saúde da Holanda disseram que 61 pessoas que chegaram ao país em dois voos vindos da África do Sul, na sexta-feira (26), testaram positivo para a Covid-19.

Não há, até a última atualização desta reportagem, informações sobre qual é a variante do coronavírus encontrada nestes infectados.

Todos os passageiros infectados estão isolados, e vão passar por testes neste sábado (27) para descobrir se a recém-descoberta variante do coronavírus, a ômicron, pode estar circulando entre eles.

Ainda na sexta-feira, viajantes enfrentaram longas horas de espera e testes por conta da nova mutação do vírus, classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como ‘variante de preocupação’.

O ministro da Saúde, Hugo de Jonge, determinou que os passageiros que já estavam a caminho da Holanda fossem submetidos a testes e quarentena na chegada ao país.

1º caso na Bélgica, fechamento de fronteiras

Na sexta, a Bélgica detectou um caso de infecção por Covid-19 ligado à variante ômicron do coronavírus. Foi a primeira vez que a nova variante foi identificada na Europa.

Na quinta-feira (25), o Reino Unido restringiu viagens à África do Sul e mais cinco países do continente. Ea Comissão Europeia propôs a suspensão dos voos do sul da África para a União Europeia.

A Alemanha anunciou que não aceitará a entrada de viajantes procedentes da África do Sul e a Itália informou a proibição de entrada em seu território de qualquer pessoa que esteve em 7 nações do sul da África nos últimos 14 dias.

Passageiros que tentam retornar da África do Sul, após descoberta da variante ômicron do coronavírus, ficaram presos no aeroporto em meio a cancelamentos de voos e restrições. 

Passageiros ficam presos na África do Sul após descoberta da nova variante Ômicron

Situação no Brasil

Não há, até a última atualização desta reportagem, casos da nova variante da Covid-19 registrados no Brasil.

O governo federal anunciou que, a partir de segunda-feira (29), vai restringir viajantes oriundos da África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue.

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Raro ‘monstro’ do fundo do mar surge em praia da Califórnia

Animal, conhecido nos EUA como peixe-futebol do Pacífico, foi flagrado no fim de semana; Pesquisadores foram alertados, mas quando chegaram ao local, o peixe já havia desaparecido.

Por g1

Peixe 'Himantolophus sagamius', conhecido nos EUA como peixe-futebol do Pacífico, foi flagrado em praia de San Diego em 20 de novembro de 2021 — Foto: Reprodução/Jay Beiler

Peixe ‘Himantolophus sagamius’, conhecido nos EUA como peixe-futebol do Pacífico, foi flagrado em praia de San Diego em 20 de novembro de 2021 — Foto: Reprodução/Jay Beiler

Um peixe bastante raro, facilmente confundido com um “monstro” do fundo do mar, foi registrado em uma praia da Califórnia, nos Estados Unidos, durante o fim de semana.

Himantolophus sagamius, conhecido nos EUA como peixe-futebol do Pacífico, foi fotografado em San Diego no sábado (20). As imagens foram divulgadas na terça-feira (23) pela imprensa local.

Jay Beiler, que encontrou o animal, enviou as imagens para a emissora NBC dias depois do registro. Os pesquisadores foram alertados, mas quando chegaram ao local, o peixe já havia desaparecido.

Ben Frabel, zoologista especializado em peixes do Instituto Oceanográfico Scripps, disse em uma rede social que este era “um registro de grande valor”, mas lamentou a demora para avisar a descoberta.

“Infelizmente, ninguém coletou [o peixe], ou alertou as autoridades, então quando chegamos ele já havia sumido”, escreveu Frabel.

Himantolophus sagamius é um peixe da ordem dos Lophiiformes – peixes ósseos, carnívoros e que ocupam principalmente as áreas mais profundas dos oceanos.

O peixe-futebol do Pacífico é normalmente encontrado nadando a uma profundidade de 300 a 1,200 metros abaixo do nível do mar.

Além dos dentes assustadores, o peixe-futebol também tem “espinhos” na lateral do corpo, o que o protege de predadores.

Frabel afirmou que não é possível dizer, com certeza, como o animal foi parar na praia de San Diego, mas disse que a topografia da região pode ter facilitado o encontro.

O animal vive em “desfiladeiros” do fundo do mar que recebem sedimentos constantemente, o que acaba “empurrando” o animal para cima, e ele pode se perder na margem.

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