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Aliados de militares de Mianmar dão ‘golpe’ em embaixada do Reino Unido e trancam embaixador do lado de fora

Embaixador, um aliado dos democratas de Mianmar, teve que dormir no seu carro. A junta militar nomeou o vice-embaixador como o novo titular.

Por G1

O embaixador de Mianmar no Reino Unido foi expulso da própria embaixada e substituído pelo seu vice na quarta-feira (8).

Diplomatas vinculados à junta militar que deu um golpe de Estado em Mianmar em 1º de fevereiro impediram que o embaixador Kyaw Zwar Minn, partidário da líder civil deposta Aung San Suu Kyi, entrasse na representação do país em Londres.

Depois de esperar em vão na porta da embaixada, o diplomata passou a noite em seu carro, que exibe em uma das janelas uma grande foto da chefe de Governo civil deposta.

Civis feridos fogem de Mianmar e cruzam fronteira com a Tailândia

Em um comunicado, foi informado que o embaixador Zwar Minn foi convocado a voltar a Mianmar e que seu mandato terminou na quarta-feira.

O Ministério de Relações Exteriores do Reino Unido afirmou que vai aceitar a decisão do governo de Mianmar —a nota destaca que a posição diplomática do Reino Unido sempre consistiu em reconhecer os Estados, e não os governos.

O chefe da diplomacia britânica, Dominic Raab, afirmou em uma rede social que condena “os atos de intimidação do regime militar de Mianmar em Londres”.

Depois de elogiar o embaixador birmanês por sua “coragem”, ele reiterou o apelo para o fim da “espantosa violência” em Mianmar e o retorno “rápido da democracia” no país.

O embaixador birmanês acusou na quarta-feira um militar próximo à junta de “ocupar” a embaixada, denunciando “uma espécie de golpe de Estado”.

Ao ser questionado sobre quem estava dentro do edifício e impedia sua entrada, Kyaw Zwar Minn respondeu: “O adido militar, eles ocuparam minha embaixada”.

O Reino Unido, ex-potência colonial, anunciou sanções contra vários funcionários da junta militar, incluindo seu comandante Min Aung Hlaing, por seu papel no golpe de Estado que derrubou o governo civil liderado por Aung San Suu Kyi.

Celebridades presas

Em Mianmar, os militares começaram a prender celebridades que participam de manifestações contra o golpe.

Um dos presos foi o modelo e ator Paing Takhon, de 24 anos. Oito caminhões com policiais apareceram na casa da mãe dele, de acordo com a mídia do país.

Os militares têm divulgado nomes e fotos de pessoas conhecidas em Mianmar em listas de pessoas procuradas que são veiculadas na TV e em jornais oficiais.

Uma blogueira de beleza foi presa em um hotel.

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Índia bate recorde de casos de Covid pela 3ª vez em 4 dias

Premiê Narendra Modi tomou a 2ª dose da vacina e pediu à população que faça o mesmo, mas centros de vacinação em vários estados fecham cedo à medida que os imunizantes acabam.

Por G1

Índia registrou nesta quinta-feira (8) um novo recorde de novos casos confirmados (126.789), o terceiro em apenas quatro dias, e agora se aproxima dos 13 milhões de infectados em meio a problemas na vacinação.

O país sofre uma segunda onda de contágios com muitos infectados e poucas mortes. Foram 685 óbitos nas últimas 24 horas, o maior número desde novembro.

A Índia é o segundo país mais populoso do mundo (1,3 bilhão de habitantes), e o terceiro em número de casos (12,9 milhões) e o quarto em mortes (166 mil), segundo a universidade Johns Hopkins.

O recrudescimento da pandemia ocorre em meio a uma vacinação contra a Covid-19 ainda lenta (veja mais abaixo) e à proliferação de novas variantes, com o governo se recusando a impor um segundo lockdown nacional e diversas cidades impondo toques de recolher noturnos.

O governo do primeiro-ministro Narendra Modi se recusa a adotar um lockdown nacional, depois que o primeiro, ano passado, teve um forte impacto econômico. Mas Modi pediu aos estados que decidissem sobre a imposição de restrições locais para conter a disseminação do vírus.

O estado de Maharashtra, cuja capital é Mumbai (o centro financeiro da Índia), é o mais atingido e tem sido responsável por metade das novas infecções. O governo local anunciou no domingo (4) diversas restrições, como o fechamento do comércio e a proibição de reunião de mais de quatro pessoas.

O governo atribui a segunda onda principalmente à aglomeração e à relutância da população em usar máscaras. Em dia 24 de março, o Ministério da Saúde do país anunciou a detecção de uma “nova variante dupla mutante” do coronavírus.

Vacinação contra Covid

Nesta quinta, em meio ao recorde de casos, o primeiro-ministro indiano tomou a segunda dose da vacina contra a Covid-19 e afirmou que “a vacinação é uma das poucas maneiras de derrotar o vírus”. “Se você é elegível para a vacina, tome-a logo”.

A Índia iniciou sua campanha de vacinação em janeiro e, até agora, mais de 90 milhões de trabalhadores de saúde e pessoas com mais de 45 anos receberam ao menos uma injeção (e 11 milhões receberam as duas doses).

Mas centros de vacinação em vários estados, incluindo o mais atingido Maharashtra, fecham cedo e recusam pessoas à medida que os imunizantes acabam, segundo o jornal britânico “The Guardian”.

O país é o maior produtor e exportador mundial de vacinas, mas encontra desafios para imunizar seu 1,3 bilhão de habitantes. Na quarta-feira (7), o maior fabricante de vacinas contra Covid do mundo pediu ajuda financeira ao governo indiano.

O Instituto Serum disse que precisa de um financiamento adicional de 30 bilhões de rupias (US$ 408 milhões ou R$ 2,2 bilhões) para aumentar a sua capacidade de produção após o governo restringir a exportação de vacinas.

Índia já aplicou mais de 90 milhões de doses até o momento, atrás apenas de Estados Unidos (171 milhões) e China (149 milhões), segundo o Our World in Data, projeto ligado à Universidade de Oxford.

O país é o segundo em vacinas aplicadas por dia (média de 3,5 milhões na última semana), atrás de China (4,2 milhões), mas passou à frente dos EUA (3 milhões) na segunda-feira (5). Até fevereiro, a média diária era inferior a 500 mil por dia.

Mas a Índia tem uma vacinação proporcional à população ainda pequena (6,54 doses a cada 100 habitantes), número muito inferior ao dos EUA (51,27) e menor até que o da China (10,36), país mais populoso do mundo, e da média mundial (9,11).

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Como um país pobre conseguiu imunizar mais de 60% de sua população em apenas uma semana

TOPO

Por Sandra Cohen

BLOG DA SANDRA COHEN G1

Especializada em temas internacionais, foi repórter, correspondente e editora de Mundo em ‘O Globo’

Considerada a nação mais feliz do mundo, o Butão dá lição de organização com vacinas doadas pela Índia.

O alto índice de Felicidade Interna Bruta do Butão foi reforçado este ano por uma campanha de vacinação exemplar, que em apenas uma semana imunizou 62% de sua população contra a Covid-19.

Com o programa considerado o mais rápido do mundo, o país aplicou 469.664 doses da vacina Oxford-AstraZeneca, produzidas pelo Instituto Serum e doadas pela Índia.

Reino budista no extremo leste do Himalaia, o Butão faz fronteira com a China e a Índia e tem 23% de seus habitantes abaixo da linha da pobreza. Conjuga miséria e bem-estar na mesma equação, medindo a prosperidade também por valores culturais, preservação das tradições e do meio ambiente.

A pandemia do novo coronavírus tinha potencial para arrasar o Butão e ainda rebaixá-lo do topo do ranking de país mais feliz do planeta. A população de 778 mil pessoas conta com apenas 337 médicos e apenas uma máquina para testar amostras do vírus.

Mas o governo liderado por um primeiro-ministro que também é médico conseguiu conter a sua disseminação, decretando uma rigorosa quarentena de 21 dias a quem ingressasse no país. Montou um plano de rastreamento de contatos de pessoas infectadas e distribuiu kits com desinfetantes, máscaras e analgésicos, doados pela vizinha Índia, que compra energia hidrelétrica do Butão.

Um fundo de assistência de US$ 19 milhões, lançado pelo rei Jigme Khesar Namgyel Wangchuck, beneficiou 34 mil butaneses afetados pela pandemia. A mobilização arrastou uma onda solidária envolvendo hoteleiros, fazendeiros e também os membros do Parlamento, que doaram um mês de seus salários.

O êxito de dois confinamentos decretados pelo governo do premiê Lotay Tshering refletiu-se em números: desde o início da pandemia, o país registrou 887 casos e apenas um morto.

Tanto o combate à doença quanto o programa de vacinação contaram com a atuação de um corpo de voluntários vestidos com uniformes cor de laranja — os De-Suung ou Guardiões da Paz — que alcançaram as aldeias mais remotas do país. Pequena e pobre nação asiática, o Butão deu uma lição de eficiência nos países mais desenvolvidos do mundo.

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EUA alertam China sobre aumento das tensões com Filipinas e Taiwan

Navios chineses vistos perto das Filipinas e aumento da pressão de Pequim sobre Taiwan levam governo americano a advertir sobre possível acionamento de tratados de defesa mútua.

Por G1

Os Estados Unidos advertiram nesta quarta-feira (7) a China sobre a escalada de tensões com Filipinas e Taiwan. Os dois países, aliados americanos, têm demonstrado a Washington preocupação com o que chamam de movimentos agressivos por parte de Pequim.

No caso de Taiwan, ilha considerada pela China um território separatista, a preocupação aumentou depois que 15 aviões chineses entraram na zona de defesa aérea taiwanês. Há o temor por parte de Washington que Pequim endureça a repressão a Taipé de maneira semelhante ou mais intensa do que fez com Hong Kong.

Biden manifesta preocupação com práticas econômicas da China

Em entrevista coletiva, o porta-voz do Departamento de Estado, Ned Price, afirmou que os EUA atuarão caso a escalada de tensões se intensifiquem.

“Os Estados Unidos mantêm a capacidade de resistir a qualquer recurso à força ou outras formas de coerção que ponham em risco a segurança ou o sistema social ou econômico do povo de Taiwan”, alertou.

Mais cedo, o ministro de Relações Exteriores de Taiwan afirmou que a ilha “lutará até o fim” caso a tensão com a China escale para uma violência.

“Com base no meu entendimento limitado dos tomadores de decisão americanos que acompanham os desdobramentos nesta região, eles veem claramente o perigo da possibilidade de a China lançar um ataque contra Taiwan”, disse Joseph Wu aos repórteres na chancelaria.

“Estamos dispostos a nos defender sem quaisquer dúvidas, e travaremos a guerra se precisarmos travar a guerra. E se precisarmos nos defender até o último dos dias, nós nos defenderemos até o último dos dias.”

Disputa com Filipinas

Outra preocupação sinalizada por Washington está no recente episódio envolvendo mais de 200 navios militares, vistos em março em águas territoriais disputadas entre China e Filipinas. Price afirmou inclusive que os EUA pode acionar tratados de defesa mútua em caso de agressão.

“Um ataque armado contra as forças armadas, as embarcações públicas ou as aeronaves das Filipinas no Pacífico, incluindo o mar da China Meridional, desencadeará nossas obrigações sob o Tratado de Defesa Mútua entre os Estados Unidos e as Filipinas”, disse.

A China, que reivindica quase todo o mar, rico em recursos, rejeitou semanas de pedidos das Filipinas para retirar os navios que, segundo Manila, entraram ilegalmente em sua zona econômica exclusiva.

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Médico da Marinha dos EUA atira em 2 pessoas, foge e é morto

Vítimas estão gravemente feridas, segundo a polícia. Suspeito fugiu para base militar após os disparos em centro comercial, mas foi perseguido e morto.

Por G1

Um médico da Marinha dos Estados Unidos atirou e feriu gravemente dois homens em um centro empresarial na cidade de Frederick, no estado de Maryland, nesta terça-feira (6).

Ele depois fugiu para uma base militar próxima, onde foi morto, segundo a polícia e a Marinha americana.

As duas vítimas estão em estado crítico e foram levadas para um hospital da Universidade de Maryland na cidade de Baltimore, de acordo com a polícia.

Frederick e Baltimore ficam a menos de 80 km da capital Washington, no Distrito de Columbia.

O atirador entrou no centro empresarial Riverside Tech Park, e as pessoas que estavam no local fugiram.

Não está claro ainda se os tiros foram dados do lado de dentro ou de fora do local, afirmou Jason Lando, chefe da polícia da cidade

Depois do tiroteio, o homem dirigiu por cerca de dez minutos até o Forte Detrick, onde ele foi baleado e morto.

“Temos duas cenas diferentes, eu só posso dizer que o que temos confirmado é que há só um atirador e as pessoas não estão mais em risco”, afirmou Lando.

As Forças Armadas americanas afirmaram que um incidente com disparos ocorreu na base e envolveu um homem que trabalha na equipe médica da Marinha que foi morto.

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Após raros casos de coágulos, agência europeia mantém recomendação para vacina de Oxford

EMA diz que benefícios superam os riscos e que casos de coágulos sanguíneos em pessoas vacinadas com imunizante contra a Covid-19 são um efeito colateral ‘muito raro’.

Por G1

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) afirmou nesta quarta-feira (7) que os coágulos sanguíneos sofridos por algumas pessoas vacinadas com a vacina de Oxford/AstraZeneca contra a Covid-19 devem ser considerados um efeito colateral “muito raro” e manteve a recomendação de uso do imunizante.

A EMA encontrou “uma possível ligação com casos muito raros de coágulos sanguíneos incomuns, juntamente com níveis baixos de plaquetas sanguíneas”, mas afirmou que o balanço entre riscos e benefícios permanece “positivo”, segundo comunicado.

A agência já havia afirmado em 18 de março que a vacina de Oxford/AstraZeneca é “segura e eficaz”, após alguns países europeus suspenderam temporariamente o uso do imunizante.

A vacina já teve o uso emergencial aprovado no Brasil por unanimidade pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em janeiro, após passar por uma série de testes de segurança e eficácia que atestaram a sua qualidade.

imunizante recebeu também o registro definitivo no país, em 12 de março. Segundo a Anvisa, “o registro definitivo é a avaliação completa, com dados mais robustos dos estudos de qualidade, eficácia e segurança, bem do plano de mitigação dos riscos e da adoção das medidas de monitoramento”.

Os casos investigados

Após estudar os casos de coágulos na Europa, a EMA afirmou nesta quarta-feira (7) que a maioria dos casos relatados ocorreu em mulheres com menos de 60 anos em até duas semanas após a vacinação — mas, com base nas evidências atualmente disponíveis, não foi possível identificar fatores de risco específicos.

Segundo a agência, especialistas “realizaram uma análise aprofundada” de 86 casos de trombose relatados até 22 de março, quando cerca de 25 milhões de pessoas tinham sido vacinadas (dos quais 18 foram fatais).

Depois, continuaram a acompanhar as notificações, que chegaram a 222 casos até 4 de abril, quando cerca de 34 milhões de pessoas já tinham sido vacinadas.

“A comparação que você tem que fazer é com a população não vacinada”, afirma Gonzalo Vecina, professor da faculdade de medicina da USP. “A população não vacinada tem 7 coágulos por milhão de habitantes. A população vacinada tem 0,05 coágulos por milhão de habitantes. A frequência na população vacinada é muito menor do que a frequência na população não vacinada”.

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Fábrica que estragou milhões de vacinas da Johnson contra Covid nos EUA também descartou milhões de doses da AstraZeneca

Após relevar que empresa americana ‘destruiu’ até 15 milhões de imunizantes contra a Covid-19 da Johnson, jornal ‘The New York Times’ diz que a Emergent BioSolutions também prejudicou entre 10 e 15 milhões de doses de Oxford/AstraZeneca. Governo dos EUA interveio na fábrica.

Por G1

A empresa Emergent BioSolutions, que tem uma fábrica em Baltimore e “destruiu” um lote inteiro de até 15 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 da Johnson & Johnson nos Estados Unidos, também estragou cinco lotes do imunizante de Oxford/AstraZeneca que tinham entre 10 e 15 milhões de doses.

As duas revelações são do jornal “The New York Times”, que descreve uma série de problemas na fábrica, que incluem contaminação, mistura de ingredientes de vacinas de diferentes fabricantes e desrespeito às boas práticas na fábrica, que fica no estado de Maryland (veja mais abaixo).

Após a primeira notícia, de que a empresa misturou ingredientes das vacinas da Johnson & Johnson e de Oxofrd/AstraZeneca e destruiu até 15 milhões de doses do imunizante a Johnson, o governo dos EUA interveio na fábrica, colocou a farmacêutica americana para administrá-la e proibiu a produção de vacina de Oxford/AstraZeneca no local.

A nova reportagem agora revela que cinco lotes da vacina de Oxford/AstraZeneca foram descartados entre outubro e janeiro (cada um com uma quantidade equivalente entre dois milhões e três milhões de doses) por contaminação ou suspeita de contaminação.

Além disso, outras 62 milhões de doses da vacina da Johnson & Johnson fabricadas em Baltimore “estão em risco”, segundo o jornal, até que seja possível determinar se elas também foram contaminadas.

O “NYT” diz que a Emergent BioSolutions, uma empresa de biotecnologia conhecida por produzir vacinas contra o antrax, produziu cerca de 150 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 apenas na semana passada na fábrica que sofreu intervenção.

Mas até agora nenhuma dose foi usada porque os órgãos reguladores ainda não certificaram a fábrica para permitir que as vacinas sejam distribuídas e aplicadas.

Produção garantida

Apesar dos problemas, o “New York Times” diz que os problemas na fábrica em Baltimore não vão afetar o cronograma do presidente dos EUA, Joe Biden, de aplicar 200 milhões de vacinas até o dia 30.

Isso porque outros fabricantes estão produzindo muitas doses. Segundo a agência de notícias Associated Press, a Emergent BioSolutions é uma das cerca de dez empresas que a Johnson & Johnson está subcontratando para acelerar a fabricação de sua vacina.

Que vacina é essa? Janssen (Johnson&Johnson;)

O “New York Times” diz também que o erro com as milhões de doses da Johnson destruídas não afetou a aplicação do imunizante no país porque as doses distribuídas foram produzidas na Holanda.

Auditorias e investigações

Auditorias e investigações descobriram que a Emergent BioSolutions não seguiu alguns padrões básicos da indústria na fábrica de Baltimore e identificaram deficiências repetidas nos esforços para desinfetar e prevenir contaminação, segundo a reportagem.

O jornal diz que, embora auditorias sempre encontrem problemas, autoridades federais e especialistas dizem que o padrão de lapsos sugere problemas de qualidade mais profundos.

Uma auditoria conduzida para a AstraZeneca destacou os riscos de contaminação cruzada, que os especialistas acreditam ter sido responsável por contaminar as milhões de doses da Johnson & Johnson, segundo um documento confidencial ao qual o “New York Times” teve acesso.

Que vacina é essa? Oxford Astrazeneca

As investigações também apontaram um problema persistente com mofo em áreas que devem ser mantidas limpas, má desinfecção de alguns equipamentos da fábrica, que levaram ao crescimento de bactérias e a aprovação reiterada de matérias-primas que não foram totalmente testadas, além de treinamento inadequado de alguns funcionários.

Procurada pelo jornal, a Emergent BioSolutions disse em um comunicado que estava cooperando com o governo americano “para resolver os problemas” e tem “um histórico comprovado como fornecedora de classe mundial”.

A empresa disse também ter “programas rigorosos de segurança, qualidade e conformidade, que incluem programas, políticas e processos que permitem identificação precoce de problemas e meios para resolvê-los”.

Vacinação nos EUA

Apesar dos problemas, os Estados Unidos são o país que mais aplicaram doses de vacinas contra a Covid-19 no mundo: 168 milhões, segundo o Our World in Data. Em seguida vêm China (145 milhões), Índia (87 milhões) e Reino Unido (37 milhões).

Em relação à população, os EUA administraram 50 doses a cada 100 habitantes, muito à frente de China (10,14) e Índia (6,31), que são os dois países mais populosos do mundo, mas muito atrás de Israel (117), Chile (59) e Reino Unido (54).

Brasil aplicou 22,8 milhões de doses até o momento, o equivalente a 10,75 doses a cada 100 habitantes, segundo o Our World in Data. A taxa de vacinação do Brasil é menor que a da Mongólia (14,24) e da Croácia (12,60) e maior que a da Argentina (9,74) e da média mundial (8,90).

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Argentina tem recorde de casos de Covid e planeja toque de recolher

Governo prepara um toque de recolher noturno, com fechamento de bares e restaurantes à noite, e quer limitar o transporte público e a circulação de pessoas.

Por G1

A Argentina confirmou 20.870 novos casos de Covid-19 em 24 horas, o maior número diário de infectados desde o início da pandemia, informou o Ministério da Saúde do país na terça-feira (7).

O número mais alto até então havia sido registrado em 21 de outubro, quando foram confirmados 18.326 novos casos.

O país teve também 163 novas mortes. O país é o 15º com mais infectados no mundo (2,4 milhões) e o 13º com mais óbitos (56 mil), segundo a Universidade Johns Hopkins.

A província de Buenos Aires concentrou metade dos novos casos e também registrou recorde de infectados (10.402). O anterior havia sido em 31 de março deste ano (8.063).

A ministra da Saúde do país, Carla Vizzotti, afirmou que a segunda onda da pandemia “já é um fato” e pediu o reforço dos cuidados pessoais.

Segundo o jornal “El Clarín”, o governo argentino prepara um toque de recolher noturno, para fechar bares e restaurantes à noite, e quer limitar o transporte público e a circulação de pessoas.

Vacinação na Argentina

Em meio ao avanço da segunda onda, a Argentina aplicou até o momento 4,4 milhões de vacinas contra a Covid-19, segundo o Our World in Data.

O número equivale a 9,74 doses a cada 100 habitantes, número um pouco superior à média mundial (8,90), mas inferior ao dos vizinhos Brasil (10,75), Uruguai (24,95) e Chile (59,13).

Apesar de ter tomado duas doses da vacina russa Sputnik V, o presidente argentino, Alberto Fernández, pegou Covid-19. Ele apresentou sintomas da doença e está em isolamento.

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NY começa a vacinar jovens entre 16 e 29 anos contra a Covid

Estado tem 1,7 milhão de habitantes na faixa etária e é o 34º a começar a imunizar os mais novos. Menores de idade só poderão receber o imunizante da Pfizer-BioNTech.

Por G1

O estado de Nova York entrou em uma nova fase de vacinação contra a Covid-19 nesta terça-feira (6) e começou a aplicar doses em jovens entre 16 e 29 anos.

São 1,7 milhão de jovens nessa faixa etária que agora podem marcar um horário para se vacinar, o que elevou para 15,9 milhões o total de nova-iorquinos que podem se imunizar.

Até agora 6,6 milhões tomaram pelo menos uma dose das vacinas (mais de 40% da população do estado) e 4 milhões já foram completamente imunizados (25% dos nova iorquinos).

Adolescentes de 16 e 17 anos só poderão receber a vacina da Pfizer-BioNTech, que é a única autorizada para uso por menores de 18 anos nos Estados Unidos, é necessário o consentimento dos pais.

Já são 34 dos 50 estados americanos que estão vacinando maiores de 16 anos. Os demais já anunciaram quando começarão a imunizá-los.

A meta do presidente dos EUA, Joe Biden, é que todos os estados ampliem a vacinação para essa faixa etária até 1º de maio e que 200 milhões de doses de vacinas sejam aplicadas até o fim do mês.

Partida com 40 mil torcedores

Ontem, um jogo de beisebol entre o Texas Rangers e Toronto Blue Jays foi o primeiro com a capacidade máxima de torcedores desde o início da pandemia.

Foram mais de 40 mil torcedores na partida, disputada no Texas, e parte dos ingressos foram doados para profissionais de saúde que atuam na linha de frente de combate à Covid-19.

Texas Rangers é a 1ª equipe profissional dos EUA a abrir 100% da capacidade de seu estádio desde o início da pandemia. Jogo de beisebol contra o Toronto Blue Jays reuniu 40.518 torcedores na segunda-feira (5) pela Major League Baseball (MLB) — Foto: Divulgação/Texas Rangers

Texas Rangers é a 1ª equipe profissional dos EUA a abrir 100% da capacidade de seu estádio desde o início da pandemia. Jogo de beisebol contra o Toronto Blue Jays reuniu 40.518 torcedores na segunda-feira (5) pela Major League Baseball (MLB) — Foto: Divulgação/Texas Rangers

O governo do Texas permitiu que os estádios reabrissem com 100% da capacidade. O uso da máscara era obrigatório, exceto se a pessoa estivesse comendo ou bebendo, mas muitos torcedores desrespeitaram a regra.

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10 são indiciados no Irã por queda de avião ucraniano que matou 185

Boeing 737 caiu logo após decolar do aeroporto de Teerã e ninguém sobreviveu. Aeronave levava 176 passageiros e 9 tripulantes de 7 nacionalidades e tinha Kiev como destino.

Por G1

Dez oficiais foram indiciados no Irã pela queda de um avião de passageiros ucraniano que matou 185 pessoas em janeiro de 2020, anunciou o promotor militar de Teerã, Gholamabbas Torki, nesta terça-feira (6).

O anúncio ocorre após duras críticas internacionais ao relatório final da queda, que apontava erro humano, mas sem responsabilizar ninguém pelo incidente, e a negociações sobre o acordo nuclear (veja mais abaixo).

Os nomes dos indiciados não foram divulgados.

Um avião Boeing 737 caiu logo após decolar do aeroporto de Teerã, capital do Irã, em 8 de janeiro do ano passado. A aeronave ucraniana transportava 176 passageiros e 9 tripulantes e ninguém sobreviveu.

Havia pessoas de 7 nacionalidades no voo: 82 do Irã, 63 do Canadá, 11 da Ucrânia (incluindo os 9 tripulantes), 10 da Suécia, 4 do Afeganistão, 3 do Reino Unido e 3 da Alemanha.

O voo PS752 da Ukraine International Airlines partiu às 6h12 (horário local) do Aeroporto Imam Khomeini e tinha como destino o Aeroporto Internacional Boryspil, em Kiev, capital da Ucrânia.

Acordo nuclear

O anúncio é feito horas antes de o governo iraniano negociar com potências mundiais o acordo nuclear que foi assinado em 2015 e abandonado pelos Estados Unidos em 2018.

Autoridades do país vão participar de um encontro hoje em Viena, capital da Áustria, com representantes de China, Rússia, França, Alemanha e Reino Unido.

Nesta terça, o porta-voz do governo iraniano considerou “promissoras” as declarações de autoridades americanas sugerindo a suspensão das sanções impostas ao país quando os EUA deixaram o acordo nuclear.

“Consideramos esta posição realista e promissora”, disse Ali Rabii, porta-voz do governo, em uma entrevista coletiva em Teerã. “Esta posição poderia ser o início da correção do mau processo que levou a diplomacia a um beco sem saída”.

Avião ucraniano com 176 passageiros a bordo cai perto do Aeroporto de Teerã

Reconhecimento de culpa

A tragédia em janeiro do ano passado ocorreu poucas horas após o Irã ter disparado mísseis contra duas bases aéreas que abrigam tropas dos Estados Unidos no Iraque, em resposta à morte do general Qassem Soleimani.

Após três dias de negação e em face de evidências crescentes, o Irã finalmente reconheceu que a Guarda Revolucionária havia derrubado o avião por engano com dois mísseis terra-ar. Relatórios culparam um operador de defesa aérea de confundir o Boeing com um míssil de cruzeiro americano.

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