Seu Vídeo Aqui!!!

————————————————————————————-

————————————————————————————

NUVEM DE TAGS

Biden anuncia retorno dos EUA à OMS e ao Acordo de Paris e medidas de Trump que serão anuladas

Entre as principais medidas que serão assinadas após a posse estão parar a construção do muro na fronteira com o México e derrubar o veto à entrada de cidadãos de países muçulmanos nos EUA.

Por G1

O gabinete de transição do presidente eleito dos Estados UnidosJoe Biden, anunciou na manhã desta quarta-feira (20), horas antes da posse, uma série de medidas que serão tomadas no primeiro dia no cargo.

Entre as principais estão medidas sanitárias e econômicas de combate à pandemia, o retorno dos EUA à OMS (Organização Mundial da Saúde) e ao Acordo de Paris para o Clima. Também foi anunciada a reversão de várias outras decisões do atual presidente americano, Donald Trump, como a construção do muro na fronteira com o México e o veto à entrada de cidadãos de países muçulmanos nos EUA.

Veja as principais medidas anunciadas:

Meio ambiente

  • Retorno ao Acordo de Paris para o Clima;
  • Reverter as ações ambientais de Trump “para proteger a saúde pública e o meio ambiente e restaurar a ciência”;

Saúde

  • Acabar com o processo de saída dos EUA da OMS (Organização Mundial da Saúde);
  • Obrigar o distanciamento social e o uso de máscaras em prédios e áreas federais e por funcionários públicos do governo e terceirizados;

Política externa

  • Parar a construção do muro na fronteira com o México;
  • Reverter o veto de Trump à entrada de cidadãos de países muçulmanos nos EUA;

Economia

  • Estender a moratória para despejos até 31 de março;
  • Estender a pausa no pagamento de financiamentos estudantis até 30 de setembro;

Outras medidas

  • Lançamento de uma série de iniciativas governamentais para promover a igualdade racial;
  • Prevenir e combater a discriminação com base no gênero ou na orientação sexual;

O gabinete de transição afirmou que as ações executivas visam adotar “ações para lidar com a pandemia da Covid-19, fornecer alívio econômico, combater as mudanças climáticas e promover a igualdade racial”.

Segundo o comunicado, Biden “assinará uma combinação de ordens executivas, memorandos, diretivas e cartas para dar os passos iniciais” horas após a posse, que está marcada para o meio-dia em Washington (14h em Brasília).

“O presidente eleito Biden agirá não apenas para reverter os danos mais graves do governo Trump, mas também para começar a fazer nosso país avançar”, aponta o comunicado.

Biden promete para os 100 primeiros dias de governo vacinar 100 milhões e mudar completamente a abordagem de combate à pandemia, para reduzir seu impacto econômico e social.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

EUA manterão reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel durante governo Biden, diz indicado a chefe da diplomacia

Postura adotada no governo Donald Trump não será revertida, segundo Antony Blinken, mas novo governo americano perseguirá a ‘solução de dois estados’ para encerrar conflitos entre israelenses e palestinos.

Por France Presse

O indicado para o cargo de Secretário de Estado americano, Antony Blinken, disse nesta terça-feira (19) que o governo de Joe Biden manterá o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel. A medida foi tomada por Donald Trump no início do mandato, e gerou atrito na comunidade internacional.

Biden toma posse como presidente dos Estados Unidos nesta quarta, e, segundo Blinken, considera a solução de dois estados como a melhor saída para o fim do conflito entre Israel e Palestina.

“O presidente pensa como eu, que a melhor maneira, talvez a única maneira de assegurar a Israel seu futuro como Estado judeu democrático é dar aos palestinos o Estado a que têm direito; ou seja, a solução conhecida como a de dois Estados”, afirmou.

Em audiência de confirmação no Senado, Blinken admitiu, no entanto, que a solução de dois estados “não é realista no curto prazo” e pediu a israelenses e palestinos para “evitar medidas unilaterais que tornem o problema mais complexo”.

Blinken declarou, ainda, que o governo Biden não reverterá as decisões relativas a Jerusalém e à embaixada e disse que o “compromisso” do futuro governo americano “a favor da segurança de Israel” é “sacrossanto”.

Plano de Trump

O presidente em fim de mandato, Donald Trump, apresentou há um ano um plano de paz para o Oriente Médio, que outorgaria aos palestinos um Estado desmilitarizado e reduzido ao mínimo, com uma capital na periferia de Jerusalém, e privado de colônias israelenses, que seriam anexadas a Israel.

A Autoridade Palestina rejeitou taxativamente a proposta e recusou que o governo Trump mediasse o conflito.

Os palestinos já tinham rompido os contatos com Washington quando, no começo de seu mandato, Trump tomou a controversa decisão de reconhecer Jerusalém como capital israelense e dispôs instalar ali a embaixada americana.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Alemanha anuncia extensão do lockdown até 14 de fevereiro

País está com número de casos e de mortes por coronavírus em alta e teme o avanço de variantes mais infecciosas do coronavírus.

Por G1

O governo da Alemanha anunciou nesta terça-feira (19) a extensão do lockdown em todo o país até o dia 14 de fevereiro. A medida é uma tentativa de conter os números ainda muito altos de casos e de mortes pelo novo coronavírus e o avanço de variantes mais infecciosas da doença.

“Agora é a hora de tomar medidas preventivas contra a ameaça desse vírus”, disse a chanceler alemã Angela Merkel.

No início de janeiro, o a Alemanha já havia anunciado que as restrições durariam, pelo menos, até o fim do mês, mas o prazo agora foi ampliado.

Nova variante

Segundo a agência de notícias Reuters, apesar da pressão sobre os hospitais ter diminuído nos últimos dias, especialistas alemães estão preocupados com a possível disseminação de variantes mais infecciosas do vírus.

Merkel disse que todos os países da Europa devem fazer esforços semelhantes, caso contrário, a Alemanha pode considerar restringir a entrada de viajantes para evitar que cepas altamente transmissíveis sejam trazidas do exterior.

“A gente pode fazer o que quiser, mas não teremos sucesso se os outros trabalharem junto”, disse Merkel. “Precisamos ter certeza de que todos ao nosso redor estão fazendo o mesmo. Caso contrário, teremos que considerar medidas como restrições à entrada.”

Trabalho remoto

O governo também recomenda que empresas continuem a operar em regime de home office até o dia 15 de março. Merkel incentivou o trabalho remoto e disse que pessoas estão trabalhando em casa agora do que durante a primeira onda da pandemia na primavera.

“Mais pessoas deveriam trabalhar em casa para ajudar a reduzir ainda mais os contatos que podem espalhar o coronavírus”, disse a chanceler.

As primeiras medidas para conter a segunda onda foram adotadas em novembro. Porém, logo no início de dezembro, o governo reconheceu que o “lockdown parcial” não foi suficiente para conter o vírus e anunciou um confinamento ainda mais rígido.

Apenas nas últimas 24 horas, 11,3 mil novos casos de Covid-19 foram confirmados no país, segundo o Instituto Robert Koch, referência alemã para doenças infecciosas. Também em um dia, 989 pessoas morreram por complicações do coronavírus.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

China põe 3 milhões de pessoas em isolamento após surto de coronavírus causado por vendedor

Moradores da província de Jilin, no nordeste chinês, foram colocados sob a quarentena; autoridades de saúde identificaram novos casos vinculados a um vendedor que trabalhava na região.

Por G1

As autoridades de saúde da China colocaram, nesta segunda-feira (18), cerca de três milhões de pessoas em isolamento depois de um novo surto do coronavírus no nordeste do país, ligado a um vendedor que viajava à trabalho pela região.

Apenas nas últimas 24 horas, a China teve 109 novos casos confirmados de Covid-19, segundo a Comissão Nacional de Saúde – os números não consideram os dados de Macau, Hong Kong e Taiwan, territórios semi-independentes do país.

Das novas infecções, pelo menos 30 estão relacionadas a este viajante assintomático que passava pela província de Jilin. Ele havia deixado a província de Heilongjiang, que desde a semana passada já estava em estado de emergência para a Covid-19.

Mapa identifica a província de Jilin, na China — Foto: G1

Mapa identifica a província de Jilin, na China — Foto: G1

Segundo o governo chinês, a decisão de isolar duas cidades da região – que juntas têm mais de três milhões de habitantes – deve impedir um aumento no número de casos da doença. A escolha de fechar vem mesmo com a China já tendo uma campanha nacional de vacinação.

Com mais de 10 milhões de doses distribuídas, a China é o segundo país que mais aplicou vacinas contra a Covid-19 no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos (12 milhões), segundo o levantamento do site OurWorldInData.

Também foram decretados confinamentos obrigatórios em outras áreas do nordeste da China, incluindo o distrito de Harbin, que recebe o popular festival do gelo, que costuma atrair um grande número de turistas durante o inverno chinês.

A China foi o primeiro país a ser atingido pela pandemia do novo coronavírus, e, em janeiro do ano passado, fechou completamente a região de Hubei, onde fica a cidade de Wuhan, apontada como primeiro epicentro da pandemia no mundo, afetando o deslocamento de mais de 13 milhões de pessoas.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Transição nos EUA: o que acontece se Trump se recusar a deixar a Casa Branca?

Presidente perde o direito de morar na residência oficial em 20 de janeiro; se recusar-se a sair, poderá ser escoltado para fora por agentes de segurança.

Por Fabio Manzano, G1

A partir do meio dia desta quarta-feira (20), a Casa Branca tem um novo inquilino. Joe Biden faz seu juramento como o 46º presidente dos Estados Unidos e, com isso, recebe o direito de ocupar a sede da presidência e a residência oficial.

Já o atual morador, Donald Trump, se não tiver deixado a casa até essa data limite – e se recusar a sair de forma voluntária –, pode ser considerado um invasor e ir escoltado para fora por agentes de segurança.

Membros aposentados do Serviço Secreto chegaram a dizer à revista americana “Vanity Fair” que, se não sair, Trump pode ser expulso, e até mesmo ser acusado e responder pelo crime de invasão – como qualquer cidadão comum.

“Isso dificilmente vai acontecer”, disse em entrevista ao G1 o professor de relações internacionais da Faap (SP), Carlos Gustavo Poggio. “Claro que nada é impossível vindo do Trump, mas acho que ele não se sujeitaria a esse tipo de coisa.”

Para o especialista em protocolos de posse presidencial, Jorge Francisco Santiago, o republicano deve deixar a Casa Branca dias antes da cerimônia oficial. Para ele, qualquer boato de que ele se recusaria a abandonar a residência oficial “faz parte da retórica de Trump”.

“Ele sempre quer chamar a atenção, das pessoas, dos meios, sempre indo contra a maré”, disse o professor de comunicação política da Universidade Camilo José Cela, de Madri. “É parte do espetáculo, o senhor Trump vai abandonar a Casa Branca antes da posse.”

Tudo é tradição

Não existe nenhuma obrigação de que Trump deixe a Casa Branca antes do prazo determinado pela Constituição americana – às 12 horas do dia 20 de janeiro – reforçaram os especialistas. No entanto, a transferência de poder nos EUA é cercada por rituais e tradições.

“Essas questões do processo de transição, nos EUA, são governadas pela tradição, e não tanto pela legislação”, disse Poggio. “Uma delas já foi quebrada por Trump, que foi a tradição de o candidato derrotado ligar para o candidato vencedor e dar os parabéns.”

Já o especialista em protocolos lembrou que, neste ano, a posse acontece em um cenário inédito: com um segundo impeachment de Trump votado pela Câmara e o aumento da violência dos apoiadores do presidente, que no início do mês invadiram Capitólio dos EUA.

“Há uma demonstração de força”, disse Santiago. “Washington DC está se preparando com a Guarda Nacional, com soldados do Exército, é uma coisa histórica. O ritual, que era para ser festivo, se tornou em um ato de temor e medo.”

Transição atrapalhada

O professor da Faap classifica a transição entre os governos Biden e Trump como “a pior da história recente”. Trump chegou a dizer, na semana passada e pela primeira vez, que ela seria feita de forma “ordenada” – isso depois de passar mais de dois meses questionando a vitória de Biden.

Poggio comentou que, em tempos normais, enquanto o staff – funcionários do governo – esvaziam suas gavetas, se preparando para sair, os indicados por Biden já começariam a fazer reuniões com os secretários ainda que a autoridade legal do democrata passe a valer só a partir de 20 de janeiro.

Mas muitos se demitiram a uma semana do fim do governo, deixando seus gabinetes sob o comando de chefias interinas.

“Não vejo como uma transição ordenada”, disse Poggio. “Acho que é uma transição que tem bastante falhas principalmente num momento de pandemia. Já há alguns relatos de que as equipes não receberam tudo o que têm que receber e houve um atraso muito grande.”

Ele explicou que o tempo de transição costuma ser mais longo, em condições normais, quando um presidente assume a derrota ainda em novembro. Segundo ele, o comportamento de Trump, que se recusava a aceitar os resultados legítimos das eleições, atrapalhou a transição.

“Essas são coisas que a gente não costumava ver nos EUA, porque a gente tratava esse processo de transição presidencial como algo banal, mas em algum momento quando você tem um presidente com instintos ditatoriais no poder, as instituições passam a ser testadas”, disse Poggio.

Juramento e fim

O único requisito legal que deve ser cumprido, disse Poggio, é o juramento que o presidente eleito deve fazer antes de assumir o cargo. No entanto, não há nenhuma obrigatoriedade de onde ele deve ser feito – seja no Capitólio, ou na casa de Biden, por exemplo.

O 36º presidente, Lyndon B. Johnson, jurou a bordo do avião presidencial Air Force 1 hora depois que o então presidente John F. Kennedy foi assassinado. Também não é obrigatória a presença do seu antecessor – e Trump já disse que não vai estar presente durante a cerimônia.

“É um ritual, que não está escrito, mas tradicional, que o presidente acompanhe os novos moradores à Casa Branca”, disse Santiago. “Eu acredito que não ir mostra uma falta de responsabilidade de Trump. Ele é o presidente dos EUA e todos os cargos vêm com ‘cargas’ para se carregar, ainda que não queira.”

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Trump suspende restrições de viagem que incluem o Brasil, mas porta-voz de Biden diz que novo governo não flexibilizará a medida

Medida entraria em vigor dia 26 de janeiro, mesma data em que passa a valer exigência de testes negativos para todos os visitantes internacionais que desejarem entrar nos Estados Unidos. Equipe de Joe Biden diz que momento é de apertar as restrições, e não de flexibilizá-las.

Por G1

restrição de entrada nos Estados Unidos de viajantes provenientes do Brasil e outros países gerou um impasse nesta segunda-feira (18) entre o presidente Donald Trump e a equipe do democrata Joe Biden, que toma posse no comando da Casa Branca nesta quarta.

O motivo é o anúncio do governo Trump, nesta noite, da suspensão dessas restrições ao Brasil, à Irlanda, ao Reino Unido e aos países da Europa integrantes do Espaço Schengen — grupo de nações europeias com livre circulação de pessoas. A flexibilização começaria a valer em 26 de janeiro, seis dias depois da posse de Biden.

No entanto, momentos depois de a Casa Branca publicar a ordem flexibilizando as restrições, a porta-voz do futuro governo Biden, Jen Psaki, disse que a nova gestão não levará adiante a reabertura. “Com a pandemia piorando, e mais variantes contagiosas emergindo ao redor do mundo, não é hora de cancelar restrições às viagens internacionais”, escreveu.

“Na verdade, planejamos apertar as medidas de saúde pública sobre viagens internacionais para mitigar a transmissão da Covid-19”, completou Psaki.

Além disso, Trump havia mantido as restrições apenas para os rivais políticos China e Irã, alegando que os dois países “falharam em cooperar com as autoridades de saúde pública dos EUA e em compartilhar informação precisa sobre a transmissão do vírus”.

A ordem assinada por Trump teria efeito no mesmo dia em que outro decreto entraria em vigor: o que estabelece a exigência de teste negativo para o coronavírus feito até três dias antes da viagem ou um exame comprovando que o passageiro já teve Covid-19 para que pudesse entrar nos EUA.

Por esse primeiro decreto, um passageiro não fornecer a documentação, ou optar por não fazer o teste, a companhia aérea deve negar o embarque. Não se sabe se o governo Biden manterá a exigência.

Proibição

Desde 29 de maio de 2020, pessoas que tenham estado no Brasil num período de 14 dias antes de tentar entrar nos Estados Unidos têm sua admissão negada.

A restrição não é aplicada a pessoas que residam nos Estados Unidos ou sejam casadas com um cidadão americano ou que tenham residência permanente no país. Filhos ou irmãos de americanos ou residentes permanentes também podem entrar, desde que tenham menos de 21 anos.

Membros de tripulações de companhias aéreas ou pessoas que ingressem no país a convite do governo dos EUA também estão isentas da proibição.

Restrições semelhantes eram aplicadas a viajantes com origem no Reino Unido, na Irlanda e em países integrantes que integram o Espaço Schengen.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Suspeita de ter roubado laptop de Nancy Pelosi durante invasão ao Capitólio é presa nos EUA

Ex-parceiro delatou mulher que é investigada por ter roubado um computador do gabinete da presidente da Câmara dos Deputados. Antes de se entregar à polícia, ela se desfez do seu telefone, apagou as contas em redes sociais e fugiu da casa da mãe, onde ela morava.

Por G1

Uma mulher acusada de roubar um computador da presidente da Câmara de Deputados, Nancy Pelosi, durante a invasão ao Congresso dos Estados Unidos, em 6 de janeiro deste ano, foi presa por autoridades federais na segunda-feira (18).

A acusada se chama Riley June Williams. Como ainda não é claro se ela realmente roubou o computador, por enquanto, ela foi presa pela invasão e por baderna.

O FBI afirmou, no domingo, que há um vídeo dela levando um laptop ou um hard drive do gabinete de Nancy Pelosi, e que investigava se Williams estava tentando vender o material para agentes de inteligência da Rússia.

A agência diz que recebeu uma denúncia de uma pessoa que diz ter sido parceira romântica de Williams.

Esse informante disse que Williams tinha planos para enviar o material a um amigo na Rússia que iria vendê-lo ao serviço de inteligência russo, o SVR.

“A transferência do computador para a Rússia não deu certo por razões desconhecidas, e Williams ainda tem o material ou o destruiu”, disse o FBI em um documento protocolado na Justiça.

A investigação ainda está aberta.

O jornal “The New York Times” relatou que Williams se entregou na segunda-feira. Não se sabe quando será a audiência.

Segundo o FBI, antes de se entregar, Williams desativou seu número de telefone, saiu das redes sociais e fugiu da casa da mãe, onde ela morava.

Depois da invasão ao Congresso, no dia 6 de janeiro, há uma preocupação com o roubo de computadores ou dispositivos eletrônicos de deputados, senadores e suas equipes.

Mais de 90 pessoas já foram presas desde a invasão, que foi instigada por Donald Trump.

Os invasores tentavam impedir a certificação da vitória eleitoral do presidente eleito Joe Biden. Muitos gravaram vídeos e fotos de si próprios participando dos atos violentos.

Trump sofreu um impeachment na semana passada pela Câmara por incitar a insurreição e, agora, enfrenta julgamento no Senado.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Justiça da Tailândia condena mulher a 43 anos de prisão por insulto ao rei

Ex-funcionária pública foi sentenciada por publicar comentários considerados críticos à monarquia no Facebook e no YouTube. Pena era de 87 anos e foi reduzida pela metade.

Por G1

Um tribunal da Tailândia condenou nesta terça-feira (19) uma ex-funcionária pública a uma pena recorde de 43 anos e 6 meses de prisão por violar a lei do país que proíbe insultar ou difamar a monarquia.

O Tribunal Criminal de Bangcoc considerou a mulher culpada por lesa-majestade, por publicar no Facebook e no YouTube com comentários considerados críticos à monarquia.

A sentença original era de 87 anos de prisão, mas o tribunal reduziu a pena pela metade após a ré assumir a culpa pelos crimes.

A ONG Advogados Tailandeses pelos Direitos Humanos identificou a mulher apenas pelo seu primeiro nome, Anchan, e disse que ela tem cerca de 60 anos.

“O veredicto do tribunal de hoje é chocante e envia um sinal de arrepiar, de que não só as críticas à monarquia não serão toleradas, mas também serão severamente punidas”, afirmou Sunai Phasuk, pesquisador sênior da ONG Human Rights Watch.

A lei de lesa-majeste da Tailândia, conhecida como Artigo 112, prevê pena de prisão de três a 15 anos por acusação. Qualquer cidadão pode denunciar alguém pelo crime, e a lei tem sido usada para punir coisas simples como curtir uma postagem no Facebook.

A punição por críticas públicas à monarquia era extremamente rara, mas isso mudou em 2020, quando jovens manifestantes passaram a protestar e pedir por reformas democráticas no país.

Autoridades prenderam e acusaram de lesa-majestade cerca de 50 pessoas desde novembro, e o movimento perdeu força com as detenções e novas restrições a reuniões públicas devido ao aumento de casos de coronavírus.

“As autoridades tailandesas estão usando as acusações lesa-majestade como último recurso em resposta ao levante democrático liderado por jovens que querem restringir os poderes do rei e mantê-lo dentro dos limites do regime constitucional”, diz Sunai Phasuk.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Terremoto de magnitude 6,4 atinge a Argentina

Tremor na província de San Juan foi sentido em diversas regiões do país, incluindo a capital Buenos Aires. Não há informações sobre mortes.

Por G1

Um terremoto de magnitude 6,4 atingiu a província de San Juan, no oeste da Argentina, próximo da fronteira com o Chile, na noite desta segunda-feira (18), de acordo com o Instituto Geológico dos EUA (USGS, na sigla em inglês).

O epicentro do terremoto ocorreu às 23h46 (horário de Brasília) a 29 km a sudoeste da região de Pocito e a 20 km de profundidade. Dados do USGS mostram também que uma série de tremores de magnitude inferior, entre 4,0 e 5,3, foram registrados nos minutos seguintes.

Segundo o jornal argentino Clarín, o tremor foi sentido em diversas regiões do país, como nas províncias de Mendoza, Córdoba, Santa Fé, La Rioja e Buenos Aires, inclusive em bairros da capital.

Em comunicado divulgado na madrugada desta terça-feira (19), o governo de San Juan informou que nenhuma morte foi registrada até o momento, mas que três pessoas, duas crianças e um adulto, ficaram feridas.

O governador de San Juan, Sergio Uñac, foi às redes sociais para “transmitir calma” e pedir que todos coloquem em prática as medidas aprendidas para evitar acidentes enquanto o impacto do terremoto é avaliado.

Em conversa com jornalistas, Uñac afirmou que suspendeu o plano de vacinação contra a Covid-19 na província nesta terça-feira (19), informa o Clarín.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Biden anuncia pacote de US$ 1,9 trilhão para combater Covid-19 e estimular economia

Presidente democrata promete destinar mais de US$ 400 bilhões para combater pandemia e US$ 1 trilhão para apoiar as famílias norte-americanas.

Por G1

Joe Biden anuncia pacote de estímulo financeiro nos EUA — Foto: AP

Joe Biden anuncia pacote de estímulo financeiro nos EUA — Foto: AP

O presidente eleito, Joe Biden, anunciou na noite desta quinta-feira (14) proposta de estímulo econômico destinada a impulsionar a economia e acelerar a resposta dos Estados Unidos à pandemia do coronavírus.

Biden fez campanha no ano passado com a promessa de enxergar a pandemia de forma mais séria que o presidente Donald Trump, e o pacote busca colocar essa promessa em movimento com um influxo de recursos para a distribuição da vacina contra o coronavírus e a recuperação econômica.

“Durante esta pandemia, milhões de americanos, sem culpa própria, perderam a dignidade e o respeito que vêm com um emprego e um salário. Há uma dor real oprimindo a economia real”, disse Biden, em discurso, ao lado da vice-presidente eleita Kamala Harris.

O democrata afirmou que a política fiscal do país se manterá estável mesmo com os novos gastos, se a população enxergar o futuro com mais perspectiva.

O pacote inclui:

  • Mais de US$ 400 bilhões para reforçar a resposta ao vírus e a distribuição de vacinas contra a Covid-19.
  • US$ 350 bilhões para ajudar estados e municípios a superarem os déficits orçamentários.
  • Cerca de US$ 1 trilhão em auxílio direto às famílias.
  • Cerca de US$ 440 bilhões para pequenas empresas e comunidades atingidas pela pandemia.
  • Cheques no valor US$ 1,4 mil para os norte-americanos, superando os de US$ 600 emitidos no último pacote do Congresso.
  • US$ 400 de auxílio-desemprego por semana, ante US$ 300 por semana, estendido até setembro.

O plano de Biden visa dar início a seu mandato com um grande projeto de lei que coloca em ação, de forma rápida, sua agenda de curto prazo: auxiliar a economia e controlar um vírus que matou mais de 385 mil pessoas nos Estados Unidos até esta quinta-feira (14).

Também oferece um forte contraste a Trump, que passou os últimos meses de seu governo tentando minar a vitória eleitoral de Biden em vez de concentrar-se no alívio adicional ao coronavírus. Apesar disso, Trump, que deixa o cargo na próxima quarta-feira (20), apoiou pagamentos de US$ 2 mil aos norte-americanos.

Biden: 100 milhões de doses de vacina nos primeiro 100 dias

No Congresso, muitos republicanos recusaram a quantia desses pagamentos, e Biden enfrentará obstáculos semelhantes com suas propostas, embora seja auxiliado pelo fato de que seus companheiros democratas irão controlar a Câmara e Senado.

No final do ano passado, Biden afirmou que o trabalho de Trump no combate à pandemia estava “muito aquém” do necessário e prometeu vacinar 100 milhões de pessoas em seus primeiros 100 dias à frente da presidência. No discurso, ele reforçou a promessa.

“Precisamos de mais ação, mais bipartidarismo e precisamos agir rapidamente”, disse Biden.

Será Janet Yellen, que deverá se tornar Secretária do Tesouro, equivalente à Ministra da Economia e Finanças, quem deverá conduzir as negociações com os legisladores em nome do governo.

Embora o desemprego tenha se mantido estável em dezembro nos Estados Unidos, em 6,7%, esta é a primeira vez desde maio que a situação não melhora.

Também nesta quinta, a presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, e o líder democrata do Senado, Chuck Schumer, disseram que o Congresso começará a trabalhar imediatamente no pacote de estímulo do presidente.

“A estrutura de ajuda emergencial anunciada pelo próximo governo Biden-Harris hoje é a abordagem certa”, disseram Pelosi e Schumer, em um comunicado conjunto.

Momento precário

Nesta quinta-feira (14), as autoridades afirmaram que o Plano de Biden seria constituído de um pacote de socorro seguido por outro pacote de recuperação nas próximas semanas.

“Estamos em um momento muito precário para nossa economia”, disse uma das autoridades.

O plano estenderia as moratórias sobre execuções hipotecárias e despejos até setembro e incluiria financiamento para aluguel e assistência a serviços públicos.

O presidente eleito também pedirá ao Congresso que aumente o salário mínimo para US$ 15 a hora, e o pacote incluirá ajuda para combater a fome.

Os recursos relacionados ao auxílio ao coronavírus irão para um programa nacional de vacinas, testagem, investimentos para os trabalhadores fazerem a divulgação da vacina e rastreamento de contatos, e dinheiro para os Estados.

Na semana passada, o presidente democrata eleito afirmou que o pacote de estímulo estaria “na casa dos trilhões de dólares” e argumentou que mais gastos no início de seu mandato reduziriam os danos econômicos de longo prazo em razão das paralisações induzidas pela pandemia.

Ele também disse que haveria “bilhões de dólares” para impulsionar a distribuição de vacinas e dinheiro para ajudar a reabrir escolas e para governos estaduais e locais evitarem demitir professores, policiais e profissionais de saúde.

As paralisações e restrições relacionadas à pandemia custaram milhões de empregos norte-americanos.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.