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NUVEM DE TAGS

Vídeo de momento de morte de jornalista na Cisjordânia sugere que disparos partiram de israelenses, diz TV

Israel afirma que não é possível concluir que disparos partiram de seus militares.

Por g1

Novas análises feitas das imagens gravadas dos momentos que antecederam a morte da jornalista palestina Shireen Abu Akleh sugerem que ela foi morta por disparos feitos por militares de Israel.

Vídeos gravados em um telefone celular e por um grupo de militares israelenses foram analisados pelo canal americano CNN.

Autoridade Palestina rejeita pedido de Israel por investigação conjunta sobre morte de jornalista da Al Jazeera

Shireen era uma jornalista do canal Al Jazeera. Ela morreu no dia 11 de maio, enquanto cobria uma operação do exército de Israel na Cisjordânia.

O governo de Israel, por enquanto, não reconhece responsabilidade no episódio. Os israelenses têm dois argumentos:

  • Shireen pode ter sido vítima de disparo de um palestino;
  • Se foi um israelense que disparou os tiros que atingiram a jornalista, tratou-se de uma fatalidade porque Shireen estava em uma zona de combate.

O que a análise mostra

Os vídeos mostram que um grupo de pessoas estava próximo a Shireen antes dos disparos. Ela era uma jornalista famosa entre os palestinos, e as pessoas tinham se aproximado para vê-la trabalhando.

Começam, então, os disparos.

A pedido do canal americano, o áudio do tiro que matou a jornalista foi analisado por um especialista, Robert Maher, da Universidade Estadual de Montana, nos Estados Unidos.

Esse especialista calculou o tempo do intervalo entre dois sons característicos de um disparo que indicam qual era a distância que o atirador estava. De acordo com esses cálculos, o atirador que matou Shireen estava uma distância entre 177 metros e 197 metros da jornalista.

Os vídeos do próprio exército israelense mostram que havia militares a cerca de 200 metros de onde estava a jornalista.

Além disso, outra evidência que sugere que Shireen foi atingida por disparos intencionais é a quantidade de tiros. Ela foi morta perto de uma árvore. No tronco há marcas de tiros. Essas marcas foram feitas por disparos que vieram da direção onde estava o comboio de militares israelenses.

Além disso, há o número de tiros: são várias marcas na árvore, e isso indica que quem efetuou os disparos tinha aquele local específico como alvo.

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EUA prendem iraquiano por tramar assassinato de George W. Bush

Sem saber que o interlocutor era um informante do FBI, iraquiano disse que tinha plano para matar o ex-presidente dos EUA.

Por France Presse

Um iraquiano que solicitou asilo político nos Estados Unidos conspirou para assassinar o ex-presidente George W. Bush, anunciou o Departamento de Justiça americano nesta terça-feira (24).

Shihab Ahmed Shihab, de 52 anos, conversou com um informante do FBI sem saber que o interlocutor trabalhava para a agência.

Na conversa, ele afirmou que queria introduzir pelo menos quatro outros iraquianos no país por meio da fronteira com o México para colocar o plano em prática, segundo uma declaração juramentada do FBI apresentada em um tribunal federal de Columbus, Ohio.

Dois dos integrantes da equipe de ataque seriam ex-agentes da inteligência iraquiana, e os demais seriam membros do grupo Estado Islâmico (EI) ou de outro grupo sediado no Catar, que Shihab chamava de “Aal-Raed”.

Shihab disse ao informante que eles queriam matar Bush, que ordenou a invasão ao Iraque em 2003, porque o consideravam “responsável pelo assassinato de muitos iraquianos e pelo colapso de todo o Iraque”, segundo o expediente. Acrescentou que era primo do ex-chefe do EI Abu Bakr al-Baghdadi e que havia matado americanos nos anos posteriores à invasão.

Shihab foi detido hoje e acusado em um tribunal federal de crime de imigração e cumplicidade na tentativa de assassinato de um ex-funcionário americano.

Morador de Columbus, Shihab e o informante chegaram a vigiar locais ligados a Bush em Dallas, Texas, e discutiram como obter armas, uniformes de seguranças e veículos para realizar o plano. O iraquiano também se ofereceu para ajudar um segundo informante do FBI a introduzir membros de sua família nos Estados Unidos por algumas dezenas de milhares de dólares.

Shihab chegou aos Estados Unidos com visto de visitante em setembro de 2020 e pediu asilo em março de 2021, quando seu visto expirou.

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Massacre no Texas: assassino matou avó antes de abrir fogo em colégio, diz governador

Autor dos tiros, de 18 anos, morreu no local. Ataque já é considerado o mais mortal do país desde o tiroteio na escola Sandy Hook, em 2012.

Por France Presse

O adolescente que abriu fogo na terça-feira (24) em uma escola do ensino fundamental de Uvalde, no estado americano do Texas, matando 19 crianças e dois adultos, havia acabado de atirar em sua avó nessa pequena cidade, informaram autoridades, que desconhecem a motivação do jovem.

Identificado como Salvador Ramos, 18, o atirador é cidadão americano e era aluno da escola preparatória de Uvalde, segundo o governador do Texas, Greg Abbott, que não informou se ele chegou a se formar neste ano.

Uma foto policial que circulou na imprensa local mostra um jovem com cabelos castanhos na altura dos ombros, de rosto pálido e sem expressão. Antes de cometer o massacre, ele teria “atirado em sua avó”, continuou Abbott, enfatizando desconhecer a ligação entre os dois eventos.

Segundo um político local, a mulher foi transferida para um hospital em San Antonio. O Hospital Universitário de San Antonio confirmou a internação de uma mulher de 66 anos “em estado crítico” após ser baleada, mas não informou sua identidade.

Em seguida, equipado com um colete à prova de balas e um rifle, segundo o sargento Erick Estrada, do Departamento de Segurança do Texas, o jovem fugiu em um carro, que abandonou perto da escola primária Robb, após sofrer um acidente.

Por volta das 11h30 locais, após ser encontrado pela polícia, o agressor entrou correndo na escola e abriu fogo em várias salas de aula, descreveu o sargento Estrada à rede de TV CNN.

Para os alunos, de 10 anos no máximo, e os professores da escola de 500 estudantes, em sua maioria de origem latina, o fim do ano letivo estava programado para quinta-feira.

O atirador matou 19 crianças e dois professores, e feriu mais de 10 estudantes.

O jovem morreu durante uma troca de tiros com a polícia. Dois oficiais também sofreram ferimentos leves, disse o governador Abbott.

A polícia local não relatou nenhuma perseguição de veículo, o que sugere que o acidente de trânsito não foi provocado.

O jovem morreu durante uma troca de tiros com a polícia.

Segundo Pete Arredondo, comandante de polícia do Distrito Escolar de Uvalde, responsável pela investigação, o agressor agiu sozinho. Os investigadores tentam obter “informações detalhadas sobre o perfil” do assassino, “sua motivação, o tipo de arma usada e se ele tinha permissão para possuí-las”, disse Greg Abbott.

Nas redes sociais, o jovem é associado a uma conta do Instagram apagada após o massacre, que contém várias fotos: dois autorretratos em preto e branco, onde ele aparece com uma jaqueta com capuz, cabelo até a nuca, e a foto de um carregador de rifles. Outra foto mostra dois rifles semiautomáticos.

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Sem remédios nem comida, norte-coreanos sofrem com Covid-19

Mesmo depois de o regime ter admitido que o coronavírus se espalhou pelo país, ajuda internacional segue sendo tabu. Plano de Kim Jong-un parece ser mais confinamento, apertar os cintos e propaganda interna.

Por Julian Ryall, Deutsche Welle

Coreia do Norte mobiliza exército para combater pandemia de Covid

Da última vez que Ken Eom conseguiu falar com seus familiares na Coreia do Norte, eles não pareciam especialmente preocupados em contrair o novo coronavírus. Uma apreensão bem mais imediata era conseguir comida suficiente ou dinheiro para comprá-la. Contudo a situação pode ter mudado nas últimas semanas.

Depois de escapar do Norte em 2010, Eom agora vive na Coreia do Sul, onde ajuda desertores de seu país, além de ser orador da organização Freedom Speakers International (FSI), sediada em Seul. Sempre foi perigoso tentar ligar para alguém do Norte, por isso ele não conversava regularmente com a família.

“Da última vez que consegui contato, eles nem mencionaram o vírus. O governo lhes disse que não havia coronavírus na Coreia do Norte, então eles acreditaram. Só me pediram para enviar dinheiro para comprar alguma comida. Mas agora eu tenho certeza de que também estão com medo do vírus.”

Desde que, em 12 de maio, Pyongyang finalmente admitiu que a covid-19 estava se alastrando praticamente sem controle entre a população, Eom não pôde mais falar com seus familiares, e teme que o vírus tenha se disseminado em sua cidade natal.

Única solução para Kim: isolamento total

A doença em si e o confinamento estrito imposto aos 25,78 milhões de habitantes tende a agravar as vicissitudes por que passam muitos norte-coreanos. Os familiares de Eom se mantinham precariamente, atuando como intermediários para contrabandistas que atravessavam a fronteira entre a Coreia do Norte e a China com cargas de gente, dinheiro em espécie ou bens de consumo passíveis de serem vendidos no Norte.

O governo fechou as fronteiras nacionais no começo de 2020, com o fim de conter o vírus, mas assim também impediu muitos de obterem qualquer tipo de renda. Com acesso limitado a medicamentos, poucos médicos nos hospitais e uma população majoritariamente mal nutrida e pouco saudável, cortar todas as ligações com o mundo exterior pareceu para o ditador Kim Jong-un ser a melhor solução.

Até 12 de maio, o governo relatou insistentemente que suas contramedidas haviam sido um sucesso total, não sendo registrado nenhum caso de covid-19 no país. Peritos médicos consideravam a alegação extremamente improvável, mas todas as organizações humanitárias estrangeiras já haviam sido expulsas do país, e não havia meio de verificar as notícias da mídia dissidente sobre cidadãos com febres não especificadas e mortos sendo sepultados às pressas.

Segundo analistas, a situação deve ser desesperadora, se o regime tem que admitir que seus esforços para isolar a nação falharam. E os números parecem confirmar a teoria: apenas no último domingo (22), a mídia estatal registrou 186.090 casos de “febre” por toda a Coreia no Norte, elevando a 2,65 milhões o número total de contágios – mais de 9% da população, apenas poucos dias após a admissão do problema.

As estatísticas governamentais alegam que 2,01 milhões já se recuperaram, mas o temor é que eles tenham simplesmente recebido alta dos hospitais ou clínicas mal-equipados para tratá-los e estejam disseminando ainda mais o vírus Sars-Cov-2.

Além disso, o número real de infectados é quase seguramente muito maior do que as cifras oficiais, já que o país não tem praticamente nenhuma capacidade para realizar testes. As experiências de outras nações também mostram que muitos portadores espalham o vírus mesmo sem apresentar sintomas.

Preservar prestígio antes de salvar vidas

“Talvez antes o povo acreditasse no governo quanto ao vírus, mas ele não acredita mais”, afirma Eom. “E estou muito apreensivo com a minha família. Não há efetivamente nenhum sistema médico para cuidar dos doentes, em especial sendo uma doença contagiosa como a covid, e não há nada para ajudar os mais vulneráveis. E isso tudo vem em cima da escassez de comida, com os cidadãos sob ordens de ficar em casa.”

Youngchang Song, da Worldwide Coalition to Stop Genocide in North Korea, com sede em Seul, tem escutado histórias semelhantes: “Lá é como a ‘tempestade perfeita’, no momento. O povo já está sofrendo com escassez, porque os meses de primavera, antes de as primeiras safras serem colhidas, são bem conhecidos como uma época de fome.”

“Agora, eles não podem sair aos campos para cuidar das suas colheitas, não há nada para comer e nenhum remédio nas lojas, não podem ir aos mercados clandestinos, e nada está sendo contrabandeado pela fronteira com a China. Simplesmente não há nada para eles. Os desertores que eu conheço, que conseguiram falar com amigos ou com a família, estão desesperados. Eles não podem fazer nada para ajudar.”

O governo sul-coreano e as agências da ONU têm deixado bem claro que estão prontos e dispostos a auxiliar o Norte, mas Pyongyang ignorou essas ofertas e só apelou por assistência à China e à Rússia, seus aliados tradicionais. Observadores não estão otimistas de que Kim vá colocar as necessidades de sua população à frente da perda de moral associada a aceitar ajuda do Sul ou das Nações Unidas.

“Considerando-se a terrível perda humana e econômica que a covid pode causar na Coreia do Norte, cabe torcer para que Pyongyang finalmente aceite assistência internacional”, comenta Leif-Eric Easley, professor associado de estudos internacionais da Universidade Ewha Womans, de Seul. “Mas o mero fato de o país ter admitido as infecções, não significa que ele vá vir de chapéu na mão até a comunidade internacional.”

“O roteiro de Kim para a covid é provavelmente confiar em mais confinamentos, aperto de cintos e propaganda interna, enquanto aceita discreta assistência da China”, estima Easley. “Mesmo que o governo finalmente priorize as vidas humanas perante temores de segurança em relação à ajuda internacional, os obstáculos políticos e logísticos norte-coreanos podem tornar difícil a distribuição rápida de vacinas.”

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Ucrânia: A guerra ainda deve durar, ‘mas já é tempo de passar às negociações’, diz especialista

Apesar de não ter conseguido seu objetivo inicial, a Rússia pode chegar em posição de força nas negociações, diz especialista ouvido pela RFI.

Por RFI

A invasão da Rússia à Ucrânia entra nesta terça-feira (24) em seu quarto mês, com perdas humanas importantes para os dois lados e uma guerra que deve se prolongar. Em discurso por videoconferência, em Davos, na segunda-feira (23), o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky mencionou um possível encontro com Vladimir Putin, visando o fim do conflito.

A RFI entrevistou o general Olivier Kempf, pesquisador associado à Fundação francesa pela pesquisa estratégica (FRS), diretor do escritório estratégico La Vigie e autor do livro L’OTAN au 21ème siècle (A Otan no século 21; em tradução livre). O especialista em questões estratégicas e militares fez um balanço dos três meses da guerra e disse que é hora de “passar às negociações”. 

RFI – O Kremlim pensava que podia realizar uma guerra relâmpago e dominar Kiev rapidamente. Mas a Ucrânia resiste. A Rússia se encontra presa em um impasse?

Não obrigatoriamente. A Rússia tinha um plano inicial que fracassou no primeiro mês de guerra. Há dois meses, ela fez uma grande preparação da artilharia e agora, há alguns dias, ela está progredindo. Lentamente, mas no leste do Donbass, ela está progredindo. Sabendo que ela pode atingir seus objetivos ao sul e que ela domina atualmente um território equivalente à Áustria. Então, é pouco em relação às suas ambições iniciais, mas é uma posição finalmente bastante forte que vai permitir a Vladimir Putin dizer que ele conseguiu seus resultados. Bastante medíocre, mas ele poderá dizer isso. 

RFI – Com o apoio do Ocidente e dezenas de bilhões de dólares de ajuda militar, o que podemos ainda esperar ou temer?

Eu acho que temos mais a temer do que a esperar, infelizmente. Podemos esperar uma guerra bastante longa, que vai durar alguns meses ainda. Vocês falam do quarto mês, mas eu acho que vocês vão me ligar no fim de agosto para fazer um novo balanço. Eu acho que com relação aos objetivos do começo, os russos pensavam ter um país sob controle e agora eles entenderam que não era o caso. Então, agora eles estão quebrando a Ucrânia meticulosamente. Além dos deslocados, tem também os refugiados: 14 milhões de ucranianos que abandonaram suas casas, o que significa 40% da população. É impressionante! Uma economia em frangalhos, é necessário levar isso em consideração. Então, o destino da Ucrânia será livre, provavelmente, todo mundo concorda com isso, mas necessitará um esforço enorme de reconstrução. 

RFI – Mariupol é uma cidade em grande parte destruída, Severodonetsk está sob bombardeios. Qual é o interesse de controlar cidades totalmente dizimadas? 

É necessário desconfiar das imagens. As cidades estão realmente destruídas, mas ainda tem habitantes que ficaram, além de deslocados que vão voltar. Eu acho que Severodonetsk deve estar menos destruída que Mariupol porque aparentemente os ucranianos estão se retirando rapidamente. Vamos ver, mas para os russos, agora tudo é uma questão de prestígio: “eu obtive meus resultados e impus minha vontade” e, sobretudo, “eu chego em posição de força no período de negociação”, que esperamos que chegue o mais rápido possível. Porque é necessário saber terminar uma guerra e ninguém mais acha que seja possível voltar à situação territorial anterior. Então vamos ter que começar as negociações agora. 

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Grécia impede entrada de 600 migrantes em apenas um dia, maior número desde 2020

Cinco veleiros e quatro botes provenientes da Turquia foram impedidos de atravessar o mar Egeu e de entrar na Grécia. Trata-se da maior tentativa de entrada no país europeu este ano, segundo a guarda costeira grega.

Por Joël Bronner, RFI — Atenas

O aumento, nos últimos dias, do número de pessoas que tentam chegar à Europa a partir da Turquia corresponde a um movimento sazonal. Cada ano, depois do inverno, as travessias – ou tentativas – se multiplicam. Este fluxo acontece com a volta dos dias mais quentes, que começaram este ano mais cedo, em abril. 

A partir deste período, a navegabilidade no mar é geralmente melhor, com ventos mais fracos, como neste momento, o que faz a travessia ser menos perigosa. O rio Evros, que fica na fronteira terrestre entre Turquia e Grécia, também representa um perigo menor, já que o nível da água é mais baixo nesta época do ano. 

Expulsão de requerentes de asilo

Mais de 3.000 requerentes de asilo, segundo números oficiais gregos, chegaram ao país desde o começo do ano, 1.000 somente em abril. Esses números, ainda que em alta em relação ao ano passado, parecem relativamente baixos se comparados aos de 2020, quando milhares de pessoas chegavam todo mês à Grécia.

Além disso, durante o período entre 2015 e 2016, que ficou conhecido como “crise migratória”, mais de um milhão de pessoas chegaram à Europa em apenas alguns meses. 

Atualmente, essas chegadas continuam, mas são relativamente limitadas, em grande parte devido a uma política ativa de rejeição de requerentes de asilo e de migrantes pela Grécia

Esta política não é praticamente nunca assumida oficialmente. Aos olhos da Convenção de Genebra é ilegal se recusar a estudar um pedido de asilo, o que não impede que os reenvios sejam frequentes.

Pressões sobre a Turquia

Se a guarda costeira grega decidiu comunicar sobre esta tentativa de passagem de 600 migrantes em um dia, é, em parte, para pressionar as autoridades turcas, acusadas de não se esforçarem para dissuadir os embarques e lutar contra as redes de traficantes. 

Se as travessias aumentarem muito nos próximos meses, um cenário como o de março de 2020 pode se repetir. Na época, enquanto o presidente turco ameaçava abrir suas fronteiras, Atenas decretou uma suspensão temporária do direito ao asilo. 

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Biden reafirma que irá defender militarmente Taiwan em um possível ataque chinês

Presidente americano repetiu o que havia dito nesta segunda-feira.

Por g1

O presidente americano Joe Biden disse nesta terça-feira (24) que não houve mudança na política dos EUA em Taiwan. Nesta segunda, o chefe da Casa Branca teria irritado a China ao dizer que estaria disposto a usar a força para defender a ilha democrática.

“A política não mudou em nada. Afirmei isso quando fiz minha declaração ontem”, disse ele após as conversas com seus colegas da Quad.

China considera Taiwan uma parte inalienável de seu território e diz que é a questão mais sensível e importante em seu relacionamento com Washington.

Alguns críticos disseram que ele falou mal sobre o assunto ou cometeu uma gafe, mas outros analistas sugeriram que, dada a extensa experiência de política externa de Biden e o contexto em que ele fez as observações, ao lado de Kishida e após a invasão russa da Ucrânia , ele não tinha falado em erro.

Encontro do Quad

Reunião do Quad é marcada pela fala de Biden sobre intervenção militar em Taiwan

A questão de Taiwan pairou sobre uma reunião em Tóquio de líderes do grupo Quad, composto por Estados Unidos, Japão, Austrália e Índia, que destacaram sua determinação em garantir uma região Indo-Pacífico livre e aberta.

Os quatro líderes disseram em um comunicado conjunto divulgado após suas conversas que “discutiram suas respectivas respostas ao conflito na Ucrânia e à trágica crise humanitária em curso”.

Fumio Kishida, primeiro-ministro japonês, disse que os líderes, incluindo o primeiro-ministro Narendra Modi da Índia, compartilharam suas preocupações sobre a Ucrânia e todos os quatro concordaram com a importância do estado de direito, soberania e integridade territorial.

Por outro lado, o comentário de Biden sobre Taiwan, que nem sequer foi um tópico oficial da agenda na reunião do Quad, foi o foco de grande parte da atenção das delegações e da mídia.

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EUA irão distribuir vacinas contra varíola do macaco para população mais vulnerável

O país registra cinco casos confirmados ou prováveis. os EUA possuem cerca de mil doses da vacina aprovada para a varíola comum e a varíola do macaco.

Por France Presse

Os Estados Unidos planejam distribuir vacinas contra a varíola do macaco e tratamentos médicos para os contatos próximos de pessoas infectadas, disseram em entrevista coletiva funcionários do Centros para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

O país registra cinco casos confirmados ou prováveis.

OMS diz que não há evidências de que o vírus da varíola dos macacos tenha sofrido mutação

Há uma infecção confirmada em Massachusetts e outros quatro casos de pessoas infectadas com o orthopoxvírus – da mesma família da varíola do macaco. Um dos casos de orthopoxvírus foi registrado em Nova York, outro na Flórida e os dois restantes em Utah. Todos em homens.

O sequenciamento genético do caso em Massachusetts coincide com o de um paciente em Portugal e pertence a uma cepa do oeste da África, a menos agressiva das duas cepas de varíola do macaco existentes.

“No momento, esperamos maximizar a distribuição de vacinas para aqueles que sabemos que podem se beneficiar das mesmas”, disse a vice-diretora da divisão de patógenos e patologias de consequências graves, Jennifer McQuiston. Essas seriam “pessoas que tiveram contato com um paciente com varíola do macaco, profissionais de saúde, seus contatos mais próximos e, em particular, aqueles que podem correr alto risco de doença grave”.

Oferta

Em termos de oferta, os Estados Unidos possuem cerca de mil doses do composto JYNNEOS, vacina aprovada pela Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos para a varíola comum e a varíola do macaco, “e espera-se aumentar esse nível rapidamente nas próximas semanas, à medida que a empresa nos fornecer mais doses”, indicou Jennifer. O país também conta com cerca de 100 milhões de doses de vacina de uma geração anterior, chamada ACAM2000, sendo a JYNNEOS a opção mais segura, segundo a funcionária.

As pessoas imunossuprimidas ou que apresentam condições cutâneas particulares, incluindo eczema, são de alto risco, ressaltou o epidemiologista John Brooks.

O CDC também desenvolve um guia de tratamento para permitir a implantação dos antivirais tecovirimat e brincidofovir, ambos com licença para o tratamento da varíola.

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Criança de 2 anos pede 31 cheeseburgers em app de entrega usando celular desbloqueado da mãe

A mãe do menino, Kelsey Golden, foi surpreendida com uma sacola gigante do McDonald’s em sua casa nesta semana e divulgou o caso no Facebook.

Por g1

O caso viralizou depois que a mãe do garotinho postou no Facebook uma foto do filho com seus 31 cheeseburguers — Foto: Reprodução/Facebook

O caso viralizou depois que a mãe do garotinho postou no Facebook uma foto do filho com seus 31 cheeseburguers — Foto: Reprodução/Facebook

O garoto Barett Golden, de apenas 2 anos, ficou famoso na internet por um feito inusitado: um pedido de 31 cheeseburguers na rede de restaurantes McDonald’s. O pequeno morador do Texas, nos Estados Unidos, se aproveitou do celular desbloqueado da mãe e encomendou os sanduíches em um aplicativo de delivery.

Quem contou a história foi a própria mãe do garoto, Kelsey Golden, que publicou uma foto do filho e de seus lanches no Facebook na segunda-feira (16).

A postagem teve mais de 9 mil compartilhamentos na rede social. Em entrevista à rede de TV americana “CNN”, Kelsey conta que o filho adora brincar com a câmera de seu celular. “Ele adora ver o próprio reflexo”, diz a mãe.

Ela conta que estava trabalhando, enquanto o filho usava o celular como distração. Com o aparelho desbloqueado, Barrett conseguiu acessar o aplicativo da plataforma de entregas DoorDash e fazer um pedido de US$ 91,70 (cerca de R$ 450).

Kelsey, que trabalha no setor de marketing de uma escola, foi surpreendida com uma notificação do aplicativo explicando que o seu pedido demoraria mais do que o normal. Pouco depois, ela recebeu uma sacola com os 31 cheeseburgers.

Além da quantidade inusitada de lanches, o garoto deixou uma gorjeta generosa de 25% para o entregador do app.

A mulher conta que cheeseburgers não são o tipo de lanche favorito de sua família e, por isso, resolveu postar uma mensagem nas redes sociais para oferecê-los de graça aos vizinhos.

Após a postagem viralizar, Kelsey e Barrett foram convidados na última sexta-feira (20) para visitar um dos restaurantes da rede e tirar fotos com os mascotes da companhia. E, claro, comer um sanduíche que eles gostassem.

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Apresentadoras de TV afegãs cobrem rosto após ordem do Talibã

Na véspera, diversas personalidades televisivas desafiaram a norma e apareceram descobertas durante as transmissões.

Por g1

Apresentadoras afegãs cobrem o rosto na TV após ordem do Talibã

Apresentadoras de emissoras de TV locais no Afeganistão expressaram sua frustração no domingo (22) com uma nova decisão do Talibã de que devem cobrir o rosto quando estiverem no ar.

“Uma apresentadora deve se sentir totalmente calma para transmitir a verdade às pessoas, hoje pela primeira vez vivenciei um momento em que tive que apresentar meu programa usando uma máscara e não estava me sentindo bem”, disse a apresentadora da TOLOnews, Sonia Niazi.

A nova regra foi anunciada na quinta-feira (19) e ocorre dias depois que as autoridades ordenaram que as mulheres cobrissem seus rostos em público, um retorno a uma de suas normas anteriores e uma escalada de restrições que provocam temores locais e na comunidade internacional.

Embora o porta-voz do Ministério do Vício e da Virtude do Talibã, Akif Muajer, tenha classificado a medida como “conselho”, ele disse à agência Reuters que a última data para apresentarem sem o rosto descoberto seria o sábado, 21 de maio.

No sábado (21) as apresentadoras das principais redes de televisão afegãs foram ao ar sem cobrir seus rostos, desafiando a ordem dos talibãs e se negando a se submeterem à interpretação do grupo sobre o Islã.

Desde que voltou ao poder no ano passado, os talibãs impuseram uma série de restrições à sociedade civil. Muitas delas visam a limitar os direitos das mulheres.

No início deste mês, o chefe supremo dos talibãs emitiu uma ordem, segundo a qual as mulheres devem se cobrir completamente em público, incluindo o rosto e, de preferência, com a burca tradicional. Antes, bastava um lenço, cobrindo o cabelo.

O temido Ministério afegão para a Promoção da Virtude e Prevenção do Vício ordenou às apresentadores de televisão que fizessem isso até sábado. Mas as jornalistas dos canais TOLOnews, Shamshad TV e 1TV foram ao ar, ao vivo, sem esconder o rosto.

“Nossas irmãs temem que, se cobrirem o rosto, a próxima coisa que vão dizer a elas é que parem de trabalhar”, explicou o chefe de notícias da Shamshad TV, Abid Ehsas. “Esta é a razão, pela qual eles não respeitaram a ordem até agora.”

O porta-voz do Ministério da Promoção da Virtude e Prevenção do Vício, Mohamad Sadeq Akif Mohajir, alertou que essas mulheres estavam violando a determinação dos talibãs.

“Se não acatarem, falaremos com os responsáveis”, disse Mohamad. “Todo mundo que vive sob um sistema – e um governo, em particular – deve obedecer às leis e ordens desse sistema, então eles devem aplicar a ordem.”

Os talibãs ordenaram que as mulheres que trabalham no governo sejam demitidas, se não cumprirem o novo código de vestimenta. Os funcionários também correm o risco de serem suspensos se suas esposas, ou filhas, não acatarem a ordem.

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