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Xangai flexibiliza restrições pela Covid-19 e começa a retomar atividades

Depois de dois meses de confinamento por causa do maior surto da doença na China desde o início da pandemia, moradores da cidade chinesa voltaram a postos de trabalho, e transporte público começou a funcionar novamente. Restrições seguem em bairros com casos registrados.

Por France Presse

Xangai começou a retomar nesta quarta-feira (1º) suas atividades, após o governo local flexibilizar as restrições por conta do maior surto de Covid-19 desde o início da pandemia na China, que teve a cidade como epicentro.

Moradores estavam em confinamento havia cerca de dois meses, o que também provocou um duro golpe para a economia da China.

Nesta quarta-feira, os moradores foram autorizados a retornar aos locais de trabalho, mas com a obrigatoriedade de passar por leitores de códigos QR para provar que não têm Covid. O metrô e os transportes públicos voltaram a funcionar na cidade.

Nos últimos dias, algumas medidas já haviam sido flexibilizadas devido à queda expressiva dos casos de Covid-19, mas os moradores só estavam autorizados a sair de casa por algumas horas ao dia, e apenas nos bairros sem infectados.

Os habitantes da cidade se reuniram em pequenos grupos para conversar nos parques e os funcionários de lojas e mercados se prepararam para receber os clientes.

“Este é o momento que esperávamos há muito tempo”, comemorou o governo municipal de Xangai nas redes sociais.

O retorno total à normalidade, no entanto, ainda não é completo, e mais de meio milhão de pessoas continuam submetidas a restrições severas.

Os centros comerciais, supermercados, farmácias e salões de beleza podem funcionar apenas com 75% de sua capacidade. Academias e cinemas continuam fechados em sua maioria e a reabertura das escolas será examinada caso a caso.

Irritação entre os moradores

Mas, depois de dois meses em silêncio, a cidade voltou a recuperar alguns sinais de normalidade. As grandes cercas amarelas ao redor dos edifícios residenciais foram retiradas na terça-feira (31).

E a famosa avenida histórica de Bund, às margens do rio Huangpu e que atravessa a cidade, recuperou um pouco de vida com moradores impacientes para tirar fotos.

Chen Ying, que trabalha com comércio eletrônico, continuará trabalhando de casa, mas aproveitará a flexibilização para passear com o filho de dois anos.

“Deveríamos ter sido livres desde o início, então que não esperem que esteja profundamente agradecida”, disse à agência France Presse.

O confinamento da maior cidade da China irritou a população.

Apesar do aumento vertiginoso de casos positivos em março, o governo municipal descartou em um primeiro momento o confinamento, alegando a importância de Xangai para a economia. Mas as autoridades mudaram de ideia no início de abril e decidiram confinar toda a cidade. Alguns moradores já estavam isolados antes mesmo da data.

Durante o período, muitas pessoas reclamaram dos problemas de abastecimento de produtos frescos e de acesso ao atendimento de saúde não vinculado à Covid.

‘Acelerar a recuperação’

O confinamento de Xangai é o segundo maior na China desde o início da pandemia. Em 2020, o isolamento em Wuhan, a primeira cidade afetada pelo vírus, durou 76 dias.

Depois de mais de dois anos de pandemia, a China é a única grande economia mundial que persiste na estratégia “Covid zero”, que consiste em buscar a erradicação total do vírus em seu território com restrições severas.

A estratégia, especialmente com sua aplicação em um centro empresarial como Xangai, afetou a economia do país, minando a produção, limitando o consumo e interrompendo significativamente as cadeias de abastecimento.

“A tarefa de acelerar a recuperação social e econômica é cada vez mais urgente”, reconheceu o governo municipal de Xangai.

A flexibilização das restrições permitirá a retoma das atividades no comércio e nas fábricas, mas várias pessoas temem que a recuperação não será imediata.

“Definitivamente tenho preocupações, as coisas estão fora do nosso controle (…) Não é possível saber com a pandemia”, declarou Chen Ribin, proprietário de um café. “Veio em abril, mas ninguém sabe dizer se não voltará em julho ou agosto (…) Só podemos seguir passo a passo. Acho que vamos demorar dois ou três meses para voltar aos níveis anteriores nos negócios”, disse.

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Conheça a história da busca pelas crianças alemãs sequestradas pelos próprios pais negacionistas de vacinas

Duas meninas, uma de 10 anos, e a outra, de 11, foram levadas ao Paraguai por um casal formado pelo pai de uma e pela mãe da outra criança. Não se sabe o paradeiro dos quatro.

Por g1

Em 27 de novembro de 2021, uma família de alemães entrou no Paraguai mesmo com problemas na documentação.

O pai, Andreas Rainer Egler, de 46 anos, viajava com sua filha, Clara, de 10, sem a autorização da mãe da menina.

Juntas iam a atual mulher de Andreas, Anna Maria Egler, que também tem uma filha, Lara, de 11 anos, que entrou no Paraguai sem que o pai tivesse autorizado.

As menores foram vistas pela última vez em 19 de janeiro de 2022. Desde então, não se sabe o paradeiro delas e não há mais notícias dos quatro.

A mãe de Clara e o pai de Lara não têm ideia de onde estão suas filhas.

A polícia do Paraguai intensificou as operações de busca, na segunda-feira (30), para encontrar os quatro alemães.

Por enquanto, a principal linha de investigação é que o casal foi viver com as meninas em alguma comunidade antivacinas de sitiantes alemães no interior do Paraguai.

Até agora, a polícia não conseguiu localizar a família (foram distribuídas fotos das crianças e, na folha impressa, pede-se informações sobre seu paradeiro).

As autoridades paraguaias afirmaram que as comunidades alemãs no país não têm sido colaborativas.

O Ministério Público do Paraguai admitiu que já busca os quatro alemães há cinco meses, e que não avançou.

A Defensoria Pública do Paraguai fez um apelo e pediu informações aos cidadãos do país, especialmente nas províncias de Paraguarí, Guairá, Itapúa, Caazapá e Alto Paraná. As autoridades garantiram sigilo aos denunciantes.

Mãe de Clara

Anne Maja Reiniger-Egler, mãe de Clara, uma das meninas, viajou com seu advogado até o Paraguai na esperança de acelerar as buscas por sua filha.

O advogado dela, Stephan Schultheiss, afirma que o caso é um sequestro, e que os adultos que estão com as meninas são requeridos pela Justiça da Alemanha.

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Rússia acusa EUA de distanciar acordos de paz ao entregar mais armas à Ucrânia

Armamento enviado pelos americanos é o mais poderoso já cedido desde o início do conflito.

Por g1

O Kremlin acusou nesta quarta-feira (1) o governo dos Estados Unidos de distanciar um acordo de paz após o anúncio da entrega de mísseis americanos à Ucrânia, para responder à ofensiva russa.

“Nós acreditamos que os Estados Unidos jogam lenha na fogueira de maneira deliberada (…) As entregas (de armas) não encorajam as autoridades ucranianas a retomar as negociações de paz”, disse o porta-voz da presidência russa, Dmitri Peskov.

Durante a entrevista coletiva, Peskov também falou sobre a utilização de tais armas. Segundo ele, a Rússia não confia plenamente na Ucrânia quanto ao uso dos mísseis.

Os EUA disseram que os armamentos enviados são apenas para defesa interna e que não têm potencial para atingir o território russo.

Armamento mais poderoso já enviado

Durante esta segunda-feira, o presidente Biden anunciou o envio de novos armamentos para a Ucrânia. Entre eles, se destacou o M142 HIMARS, o mais poderoso já enviado desde o início da guerra.

Se trata de um caminhão capaz de transportar até seis mísseis. Ele pode ser utilizado como uma forma de atacar, mas é quase sempre uma ferramenta de defesa, uma vez que os projéteis atingem grande distância (300km) e permitem a segurança dos militares.

Presidente americano, Joe Biden, concedendo entrevista depois de sua chegada de Delaware — Foto: REUTERS

Com isso, em entrevista, o presidente americano Joe Biden defendeu que os mísseis não podem atingir territórios russos.

Outra arma de defesa enviada foram os M777 Hovitzer, unidades de artilharia que também têm alcance limitado (até 40km).

Crise alimentar

Mais de três meses desde que invadiu a Ucrânia, a Rússia tomou grande parte da costa de seu vizinho e está bloqueando seus portos, mas está tentando culpar a falta de embarques de grãos nas sanções ocidentais e na própria Kiev.

“Estamos potencialmente à beira de uma crise alimentar muito profunda ligada à aplicação de restrições ilegais contra nós”, disse Peskov.

Segundo ele, as autoridades ucranianas colocaram minas de proximidade nas regiões que levam ao mar negro e isso impede a comercialização de tais grãos.

Soldados russos tiram minas terrestres de praia em Mariupol

Recentemente, em uma comunicado divulgado pelo Programa Alimentar Mundial (PAM) indicou que mais de 16 milhões de pessoas na África estão em situação de “elevada insegurança alimentar grave”.

A previsão é de que até setembro esse número possa aumentar para 20 milhões.

“Trigo não pode ser usado como arma de guerra”, diz Papa

‘Não usem o trigo, um alimento básico, como arma de guerra’, diz Papa Francisco

O Papa Francisco pediu nesta quarta-feira o fim do bloqueio às exportações de trigo da Ucrânia, bloqueados em portos do país por conta da invasão da Rússia. Pela primeira vez, o pontífice se mostrou preocupado com a fome no mundo, e pediu que o grão não seja “uma arma de guerra”.

“O bloqueio das exportações de trigo da Ucrânia é muito preocupante porque a vida de milhões de pessoas depende disso, especialmente em países pobres”, declarou a fieis que acompanhavam a audiência semanal do Vaticano, na praça São Pedro.

Esta foi a primeira vez que o pontífice falou sobre o aumento da fome no mundo. A Organização das Nações Unidas (ONU) aponta que a guerra já provoca uma crise mundial de alimentos, que está piorando por conta dos bloqueios.

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Menina sobrevive a ataque de puma nos Estados Unidos

A menina foi levada de helicóptero para o hospital com ferimentos na parte superior do corpo e no rosto, e passou por várias cirurgias.

Por France Presse

Uma menina de 9 anos que acampava no estado americano de Washington sobreviveu ao ataque de uma puma, anunciou a polícia.

Lily Kryzhanivskyy “brincava de esconde-esconde na floresta perto do acampamento” com outras duas crianças na manhã do último sábado, quando a puma a atacou repentinamente, relataram as autoridades. A menina foi levada de helicóptero para o hospital com ferimentos na parte superior do corpo e no rosto, e passou por várias cirurgias.

Lily saiu ontem do coma, “bastante consciente do que aconteceu”, contou seu tio Alex Mantsevich, que pediu ajuda financeira, principalmente para pagar as despesas de saúde, e publicou fotos da menina no hospital, em que ela aparece com ferimentos no rosto que parecem arranhões profundos.

Desde 1924, 20 pessoas foram atacadas por pumas nessa região montanhosa e duas morreram, segundo a agência de conservação da natureza do estado de Washington. Um de seus porta-vozes declarou a um canal de TV local que as circunstâncias do ataque estão sendo investigadas e que o corpo do animal, morto a tiros por uma pessoa presente no local, será analisado, com o objetivo de detectar possíveis doenças.

Os ataques desses felinos são raros. Caso ocorram, autoridades recomendam “manter-se de pé e revidar”, e jamais tentar fugir ou se fingir de morto.

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Gazprom corta fornecimento de gás para a Holanda

Estatal russa de gás alega falta de pagamento, que passou a ser cobrado em rublos. Grupo holandês negou troca de moeda e alega quebra de contrato.

Por France Presse

O grupo russo Gazprom anunciou nesta terça-feira (31) que suspendeu o fornecimento de gás para a operadora holandesa GasTerra, após a recusa da empresa de efetuar os pagamentos em rublos.

“A Gazprom suspendeu por completo os envios de gás à empresa GasTerra B.V. (Holanda) devido ao não pagamento em rublos”, anunciou o grupo russo em um comunicado.

Como resposta às sanções impostas pela União Europeia (UE) após o início da ofensiva na Ucrânia, o presidente russo Vladimir Putin exigiu que os compradores de gás de países “hostis” pagassem em rublos, e não euros ou dólares, em contas abertas em bancos russos, sob ameaça de suspensão do fornecimento.

O grupo GasTerra rejeitou as condições e pediu respeito das obrigações contratuais, ao destacar que os pagamentos exigidos pelo Kremlin representavam um “risco de violação das sanções determinadas pela União Europeia”.

Quase 15% do gás utilizado na Holanda procede da Rússia, o que equivale a 6 bilhões de metros cúbicos por ano, segundo o governo.

Apesar de registrar um número inferior à média europeia (40%), a Holanda tenta reduzir a dependência dos fornecedores de energia da Rússia.

A decisão da Gazprom implica que o país não receberá quase 2 bilhões de metros cúbicos de gás até outubro, alertou a GasTerra. A empresa afirmou que se antecipou ao cenário e comprou gás de outras fontes.

A Rússia já havia cortado o fornecimento de gás para Finlândia, Bulgária e Polônia.

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Região separatista da Geórgia desiste de referendo sobre integração com Rússia

A Ossétia do Sul foi o centro de uma guerra entre Rússia e Geórgia em 2008. Depois do confronto, o governo russo reconheceu o território, junto com a região separatista da Abkházia, como estado independente. As duas regiões seguem sob controle militar russo.

Por France Presse

As novas autoridades da região separatista pró-russa da Ossétia do Sul, na Geórgia, anunciaram nesta segunda-feira (30) que desistiram de um referendo sobre sua integração à Federação da Rússia.

Em um decreto, o presidente da região, Alan Gagloev, afirmou que há “incerteza relacionada com as consequências legais” de uma consulta desse tipo. O antecessor dele, Anatoly Bibilov, que havia decidido convocar um referendo que iria ocorrer em 17 de julho.

O decreto prevê também “a inadmissibilidade de uma decisão unilateral de um referendo sobre temas que afetam os legítimos direitos e interesses da Federação da Rússia“.

Gagloev ordenou “manter, sem demora, consultas com a parte russa sobre toda a gama de temas relacionados com a maior integração entre a Ossétia do Sul e a Federação da Rússia“.

Em 13 de maio, Bibilov assinou o decreto para celebrar o referendo, citando as “aspirações históricas” da região para se juntar à Rússia.

A Ossétia do Sul foi o centro de uma guerra entre Rússia e Geórgia em 2008, após a qual o Kremlin reconheceu o território, junto com a região separatista da Abkházia, como estado independente. As duas regiões seguem sob controle militar russo.

Bibilov perdeu a reeleição semanas atrás, e a Rússia disse esperar que Gagloev continue a aproximação com Moscou.

Crimes de guerra

O anúncio desta segunda-feira acontece em meio à invasão russa da Ucrânia, onde os separatistas pró-Rússia nas regiões de Donetsk e Luhansk expressaram interesse em se unir à Rússia.

A guerra na Ucrânia também gerou demonstrações de solidariedade na Geórgia. Além disso, o governo da Geórgia denunciou como “inaceitáveis” os planos da Ossétia do Sul de realizar o referendo de integração à Federação da Rússia.

Em agosto de 2008, as forças russas invadiram a Geórgia, que então enfrentava uma milícia pró-Rússia na Ossétia do Sul.

Os confrontos terminaram cinco dias depois com uma trégua mediada pela União Europeia, após deixar mais de 700 mortos e dezenas de milhares de deslocados.

O conflito marcou o ápice das tensões com o Kremlin sobre os planos de Tbilisi de se juntar à União Europeia e à Otan.

Em março, o procurador-geral da Tribunal Penal Internacional (TPI), Karim Khan, em Haia, pediu ordens de prisão para três integrantes do alto escalão da Ossétia do Sul, atuais e passados, por crimes cometidos contra a população de Geórgia.

Os supostos crimes incluem tortura, tratamento desumano, detenção ilegal, violação da dignidade pessoal, tomada de reféns e transferência ilegal de pessoas.

No ano passado, a Corte Europeia de Direitos Humanos determinou que a Rússia é responsável de abusos de direitos humanos depois da guerra.

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Juiz suspende construção do trecho do ‘Trem Maia’ no México

O ‘Trem Maia’ seria um trecho de uma linha que iria conectar dois pontos turísticos no litoral do país.

Por France Presse

A Justiça do México suspendeu, de forma indefinida, a construção de um projeto turístico que seria um símbolo para o governo do presidente Andrés Manuel López Obrador: o “Trem Maia”, um trecho de linha férrea com 60 quilômetros na península do Yucatán, no sudeste do país.

O juiz entendeu que a linha de trem iria descumprir a norma ambiental do país, como consta da sentença divulgada nesta segunda-feira (30).

O processo foi proposto por organizações ambientalistas.

A linha iria percorrer a península de Yucatán, no sudeste do país. É uma região onde há florestas e poços subterrâneos de água doce (os cenotes). O trecho iria ligar dois pontos turísticos: a Playa del Carmen e Tulum.

Conheça as cores e os encantos da península de Yucatán, no México

Já havia uma decisão provisória, de 19 de abril, que proibia a construção. Agora, a sentença é definitiva.

Segundo a Defendendo o Direito a um Meio Ambiente Saudável, uma das ONGs demandantes, a suspensão indefinida implica que deve parar “qualquer ato que tenha como finalidade a continuação” desta parte da obra, de um total de 1.554 km.

A decisão, que chega após uma audiência na qual o juiz ouviu as partes, pode ser contestada pelo governo em uma instância superior, mas o processo pode levar vários meses.

López Obrador promete entregar o trem no fim de 2023.

Na resolução, adverte-se que a Fonatur, entidade responsável pelo projeto, não cumpriu a avaliação do impacto ambiental que devia apresentar antes da construção e que acabou de começar a desenvolver, segundo um comunicado da ONG.

O juiz em questão considerou que diante do “perigo iminente” de que sejam causados “danos irreversíveis” aos ecossistemas da região, deve-se suspender a obra, acrescentou a organização.

Este trecho suspenso, cuja construção está a cargo do Exército, percorreria originalmente uma passagem elevada sobre a rodovia entre Playa del Carmen e Tulum, no estado de Quintana Roo. Mas o traçado foi desviado para uma região de floresta próxima.

Em resposta, a Fonatur disse em um comunicado que a obra está suspensa até que se resolva a fundo a Manifestação de Impacto Ambiental (MIA), isto é, o estudo com os efeitos ambientais da obra que está atualmente em trâmite perante as autoridades do setor.

A Fonatur acrescentou que este documento “prevê abundantes ações de mitigação a favor do meio ambiente”, pelo que considerou que uma vez autorizada a MIA, o governo poderá continuar com os trabalhos.

Outro trecho da obra, Cancún e Tulum, também foi suspensa provisoriamente por um juiz em 2 de maio.

Os críticos denunciam que o trem elétrico afetará rios subterrâneos, cenotes e fauna silvestre.

O presidente de esquerda desqualificou estas advertências destacando que provêm de “pseudo-ambientalistas” ligados a grupos de interesse e a opositores.

O “Trem Maia” é uma das obras insígnia de López Obrador, juntamente com o recém-inaugurado aeroporto Felipe Ángeles no estado do México, uma refinaria em Tabasco (sul) e a modernização de um corredor interoceânico.

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Rapper indiano Sidhu Moose Wala é assassinado

Cantor tinha 11 milhões de seguidores no YouTube e havia concorrido a eleição local este ano. Polícia aponta rivalidade entre gangues do estado de Punyab como motivação para morte.

Por France Presse

O rapper indiano Sidhu Moose Wala, assassinado em 29 de maio de 2022. Polícia fala de rivalidade entre gangues locais. Cantor tinha 11 milhões de seguidores no YouTube.  — Foto: Reprodução/ Redes sociais

O rapper indiano Sidhu Moose Wala, assassinado em 29 de maio de 2022. Polícia fala de rivalidade entre gangues locais. Cantor tinha 11 milhões de seguidores no YouTube. — Foto: Reprodução/ Redes sociais

Um famoso rapper indiano, conhecido também nas comunidades que migraram ao Canadá e Reino Unido, foi assassinado a tiros no domingo (29) no estado de Punyab, no noroeste da Índia, disse a polícia local nesta segunda-feira (30).

Autoridades apontaram a “rivalidade entre gangues” da área como causa do assassinato.

Shubhdeep Singh Sidhu – conhecido pelo nome de Sidhu Moose Wala por seus 11 milhões de seguidores no YouTube – dirigia seu SUV quando foi atacado por pessoas em dois ou três veículos que dispararam cerca de 30 tiros contra ele, segundo a polícia.

O assassinato parece ser uma “rivalidade de gangues”, disse o chefe de polícia de Punjab, Viresh Kumar Bhawra.

Um gangster residente no Canadá conhecido como Goldy Brar “reivindicou a autoria” do atentado “em nome da gangue de Lawrence Bishnoi”, acrescentou.

Moose Wala, de 28 anos, ficou famoso em sua região do Punyab com seus vídeos de rap em que critica cantores rivais e homens políticos. O rapper se apresentava como um homem que luta por justiça e pela dignidade dos moradores da região.

Em 2022, se apresentou às eleições regionais de Punyab como candidato do principal partido de oposição, mas não obteve sucesso.

Os rivais de Sidhu Moose Wala aproveitaram a ocasião para acusá-lo de glorificar as armas, o nacionalismo sij e a cultura das gangues.

Seus grandes hits, como “Legend”, “Old Skool”, “Devil” e “Just Listen”, estão entre os vídeos de música mais populares da Índia.

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Quem é Francia Márquez, advogada e ex-trabalhadora doméstica que pode ser primeira mulher negra a ocupar a vice-presidência da Colômbia

Ativista, ela já foi reconhecida com o prêmio Goldman por lutar contra o garimpo e a mineração na região em que morava.

Por Victor Cinzento, g1

Ativista em defesa dos direitos humanos e do meio ambiente, a advogada Francia Márquez pode se tornar a primeira mulher negra a ocupar o cargo de vice-presidente da Colômbia.

Nascida no distrito de La Toma, no oeste do país, Francia foi a líder de um movimento popular contra a exploração mineral na região, luta que concedeu a ela o reconhecimento com o prêmio Goldman (considerado o “Nobel do Meio Ambiente”) em 2018.

Depois de passar mais de 10 anos trabalhando em movimentos sociais, Francia havia lançado sua pré-candidatura à presidência da Colômbia em 2021. Entretanto, com o avanço da campanha, ela passou a ser parte da chapa de Gustavo Petro, candidato da esquerda que chegou ao segundo turno contra o político de direita Rodolfo Hernández neste domingo (29). As pesquisas apontam Petro como favorito.

Quem é Francia Márquez?

Mulher, de 40 anos, formada pela Universidade Santiago de Cali em direito, Francia é mãe solo de dois filhos e tem uma história de vida muito ligada ao ativismo social.

Quando jovem, ela trabalhou como garimpeira de ouro e como empregada doméstica, função que exerceu para pagar seus estudos.

Quando maior de idade, liderou movimentos contra a expansão da mineração na região e foi crescendo dentro do cenário político colombiano.

Durante a campanha, ela prometeu, se eleita, ajudar na criação e manutenção de direitos para mulheres, negros, indígenas, camponeses e para a população LGBTQIA+.

Carreira política

“Para mim, ocupar um cargo no Estado não é o fim da trajetória. O fim pra mim é dignificar a vida, é cuidar da vida, é viver em um lugar mais justo e digno para todos. O fim é diminuir a mortalidade negra. Chegar à presidência da Colômbia é um meio, ocupar o Estado é um meio para seguir movendo essa luta que queremos como povo e como humanidade”, disse Francia Márquez antes de se unir à chapa de Petro.

Em 2014, como presidente da Associação de Mulheres Afrodescendentes de Yolombó, ela organizou a “Mobilização das mulheres negras pelo cuidado da vida e dos territórios ancestrais”, movimento que reuniu pessoas do norte de Cauca e avançou até Bogotá (capital) para exigir seus direitos.

Em 2018, após receber o prêmio Goldman pelo Meio Ambiente, Francia se lançou como candidata a comandar a Câmara das Comunidades Afrodescendentes.

Em 2021, antes de apresentar a pré-candidatura à presidência da república foi líder do comitê nacional de paz, reconciliação e convivência do Conselho Nacional de Paz.

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Com massacre no Texas, EUA perderam mais crianças que policiais em serviço por armas de fogo em 2022

Levantamento da revista ‘Newsweek’ apontou que são 24 crianças mortas em tiroteios dentro das escolas dos EUA frente a 20 policiais mortos durante confrontos.

Por g1

Massacre em escola do Texas esquenta discussão sobre facilidade para comprar armas nos EUA

O número de crianças mortas a tiros dentro de escolas dos Estados Unidos é superior ao de policiais que faleceram após serem atingidos por disparos em serviço em 2022, de acordo com levantamento da revista americana “Newsweek”, que cruzou dados de sites especializados.

O site Officer Down Memorial Page (Memorial do Oficial Abatido, em português) contabiliza mortes de policiais em todo o país e presta homenagem por seus serviços. Segundo a página, 20 policiais foram mortos em 2022 após se envolverem em confrontos armados. Por outro lado, no mesmo ano, 24 alunos foram mortos por causa de tiroteios em escolas, segundo a Education Week, ONG americana especializada em informações sobre educação.

“Os tiroteios nas escolas – aterrorizantes para estudantes, educadores, pais e comunidades – sempre reacendem debates polarizadores sobre direitos de armas e segurança escolar”, consta do relatório da Education Week.

De acordo com um relatório de jornalistas que participaram da Education Week, houve 27 tiroteios em escolas em 2022, e 119 no total desde 2018, quando começaram a rastrear esses incidentes.

Massacre no Texas e outros atentados

O tiroteio na Robb Elementary School – que resultou na morte de 21 pessoas, entre essas vítimas 19 crianças – elevou este índice. Com o massacre no Texas, o número de crianças mortas em tiroteios em escolas ficou superior ao de policiais mortos a tiros durante o trabalho.

Os outros tiroteios em escolas que elevaram o número total para 24 mortes incluíram um ataque na TangleWood Middle School, em Greenville, na Carolina do Sul, no último dia 31 de março.

Outro incidente que contribuiu foi o tiroteio na Eisenhower High School, Yakima, em Washington, no último dia 15 de março, que resultou na morte de um estudante e outro ferido.

Também houve um tiroteio na East High School em Des Moines, Iowa, no dia 7 de março, que resultou na morte de um menino de 15 anos e outras duas alunas.

O segundo tiroteio de 2022 que resultou na morte de um estudante ocorreu em South Education Center, em Richfield, no Minnesota, em 1º de fevereiro.

Um tiroteio do lado de fora do South Education Center deixou um estudante de 15 anos morto e um estudante de 17 anos gravemente ferido.

O primeiro incidente de 2022 que resultou na morte de um estudante foi na Oliver Citywide Academy, em Pittsburgh, Pennysvlania, em 19 de janeiro. O episódio resultou em um menino de 15 anos sendo baleado e morto enquanto esperava para ir para casa.

Biden sobre indústria de armas: ‘farto’

O presidente Joe Biden abordou a questão em um discurso na terça-feira (24). Ele disse que está na hora de os Estados Unidos enfrentarem a indústria de fabricação de armas. Biden também refletiu sobre a frequência de tiroteios em massa nos Estados Unidos em seu discurso.

“Faz 3.448 dias, ou 10 anos, desde que eu estive em uma escola secundária em Connecticut onde outro atirador massacrou 26 pessoas, incluindo 20 alunos da primeira série, na Sandy Hook Elementary School”, disse ele.

“Desde então, houve mais de 900 incidentes de tiros relatados nas dependências da escola. Marjorie Stoneman Douglas High School em Parkland, Flórida. Santa Fe High School no Texas. Oxford High School em Michigan. A lista continua”, disse Biden.

“Estou farto e cansado disso. Temos que agir. E não me diga que não podemos ter um impacto nessa carnificina”, disse Biden.

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