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NUVEM DE TAGS

Movimento palestino Hamas ameaça Israel com ‘grande batalha’ por Jerusalém

Líder do Hamas, Yahya Sinouar, adverte para uma reação em caso de uma nova ‘agressão’ das forças israelenses na mesquita Al-Aqsa de Jerusalém e ameaça o disparo de ‘mais de mil foguetes’.

Por RFI

O líder do movimento islâmico palestino Hamas na Faixa de Gaza, Yahya Sinouar, advertiu neste sábado (30) sobre a possibilidade de uma “grande batalha” contra Israel no caso de uma nova “agressão” das forças israelenses na mesquita Al-Aqsa de Jerusalém.

Nas últimas semanas, a Esplanada das Mesquitas em Jerusalém, o terceiro lugar mais sagrado do Islã e o lugar mais sagrado do Judaísmo, conhecido como o Monte do Templo, tem sido palco de confrontos.

Cerca de 300 palestinos foram feridos na área onde Al-Aqsa está localizada após operações do exército israelense na Cisjordânia ocupada.

Durante esses confrontos, a polícia israelense se colocou na Esplanada e também entrou uma vez na mesquita Al-Aqsa, disparando gás lacrimogêneo, o que provocou a indignação de palestinos e de países muçulmanos.

“Aquele que tomar a decisão de repetir isto tomará ele mesmo a decisão de destruir milhares de sinagogas ao redor do mundo”, disse Yahya Sinouar, chefe do departamento político do Hamas na Faixa de Gaza bloqueada por Israel, em um discurso. “Você terá que se preparar para uma grande batalha se a ocupação não parar de atacar a mesquita Al-Aqsa”, acrescentou.

Este raro discurso foi proferido no aniversário, de acordo com o calendário muçulmano, da guerra de 11 dias entre Israel e o Hamas em maio de 2021.

Ele também prestou tributo ao Irã, principal inimigo de Israel, e aos movimentos apoiados pela República Islâmica, incluindo o Hezbollah libanês, a Jihad Islâmica palestina e os rebeldes iemenitas Houthi.

Confrontos entre policiais israelenses e palestinos deixam 57 feridos em Jerusalém

“Mais de mil foguetes”

Em caso de “agressão” na Esplanada das Mesquitas no “Dia de Jerusalém”, o Hamas lançará mais de mil foguetes em direção a Israel, Sinouar ameaçou. Programado para o final de maio deste ano, este evento comemorado em Israel comemora a captura da parte palestina da Cidade Santa em 1967.

Sob um acordo histórico, os muçulmanos podem rezar na Esplanada, localizada na parte palestina de Jerusalém anexada por Israel, enquanto os não-muçulmanos podem ir lá em horários específicos, mas não rezar.

Nos últimos anos, o número de judeus visitando a Esplanada aumentou, atingindo um recorde em abril durante o Pessach, a Páscoa judaica.

Muitos fiéis judeus são regularmente avistados rezando lá apesar da proibição, o que faz temer entre os muçulmanos que este acordo histórico esteja sendo quebrado.

O Estado hebraico “não vai mudar” o acordo histórico, disse o chefe diplomático israelense Yair Lapid na semana passada.

O partido Raam, a primeira formação árabe na história de Israel a apoiar uma coalizão governamental, recentemente “suspendeu” seu apoio por causa da violência em Jerusalém.

Neste sábado, Yahya Sinouar apelou a seu líder, Mansour Abbas, para “deixar” a coalizão no poder permanentemente.

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Comitê da ONU conclui que Lava Jato violou garantias, privacidade e direitos políticos de Lula

Decisão foi tomada em resposta a representação do ex-presidente, que alegava parcialidade de Sergio Moro. Antes da divulgação do documento, ex-juiz afirmou que petista foi condenado ‘em três instâncias do Judiciário e pelas mãos de nove magistrados’.

Por g1

O Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) concluiu nesta quinta-feira (28) que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve violados os direitos políticos, a garantia a um julgamento imparcial e a privacidade na Lava Jato.

A conclusão é a decisão do comitê da ONU a uma representação apresentada pelo próprio Lula em que ele alega ter tido seus direitos políticos violados.

No julgamento, o comitê da ONU concluiu que a conduta de Sergio Moro e atos públicos do ex-juiz federal – responsável pelas decisões da Lava Jato em 1ª instância – e dos procuradores da operação violaram, ainda, o direito de Lula à presunção de inocência.

“Embora os Estados tenham o dever de investigar e processar os atos de corrupção e manter a população informada, especialmente em relação a um ex-chefe de Estado, tais ações devem ser conduzidas de forma justa e respeitar as garantias do devido processo legal”, declarou o membro do Comitê Arif Bulkan.

A comissão também considerou que as “violações processuais” da Lava Jato tornaram “arbitrária a proibição a Lula de concorrer à Presidência”. Com isso, o comitê da ONU entendeu que houve violação dos direitos políticos do ex-presidente, incluindo o de se candidatar às eleições.

Decisão não foi unânime

A comissão, formada por 18 membros, aprovou a decisão, mas dois deles manifestaram que não deveriam ter sido aprovados todos os argumentos, apenas a violação da presunção de inocência.

Foram cinco os pontos avaliados pela comissão:

  • Artigo 9, direito à liberdade
  • Artigo 17, proteção da privacidade
  • Artigo 14, julgamento justo perante um tribunal imparcial e independente
  • Artigo 14, presunção de inocência
  • Artigo 25, garante direitos políticos

Em entrevista à TV Globo, Arif Bulkan disse que o comitê tenta sempre chegar à unanimidade, mas que é algo que nem sempre acontece.

As duas opiniões diferentes foram tomadas por José Santos Pais (Portugal) e Kobauyah Tchamdja Kaptcha (Togo), que em nota lamentaram “não integrar maioria”.

“Consideramos que a comunicação não deveria ter sido admitida. Se a denúncia fosse admitida, apenas o artigo 14.º, n.º 2, do Pacto foi violado”, escreveram.

Candidatura de 2018 rejeitada pelo TSE

A candidatura de Lula à presidência na eleição de 2018 foi rejeitada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em agosto daquele ano.

A decisão foi tomada depois que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) manteve a condenação de Lula por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no caso do triplex em Guarujá (SP), que havia sido decidida por Moro âmbito da Operação Lava Jato.

A Lei da Ficha Limpa proíbe candidaturas de políticos condenados em órgão colegiado da Justiça, como é o caso dos Tribunais Regionais Federais.

Sobre o mandado de condução coercitiva a Lula emitido por Moro em 2016 para que o ex-presidente fosse levado por policiais a depor na Polícia Federal, o comitê da ONU entendeu que a medida “violou o direito de Lula a sua liberdade pessoal”.

Na ocasião, Lula foi levado a prestar depoimento em um posto da PF no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, por policiais que foram à sua casa com o mandado. A medida fazia parte da 24ª fase da Lava Jato, comandada por Moro.

Já as gravações de conversas do ex-presidente e sua posterior divulgação, também feita por Moro, violaram o direito à privacidade de Lula, no entendimento do comitê.

Também em 2016, a PF grampeou conversas telefônicas de Lula, e Sergio Moro derrubou o sigilo das conversas e divulgou conteúdos, como uma ligação entre Lula e a ex-presidente Dilma Rousseff.

O comitê da ONU avalia ainda que a anulação das condenações de Lula pelo Supremo Tribunal Federal no ano passado não foram suficientes para reparar os danos causados ao ex-presidente.

“Embora o Supremo Tribunal Federal tenha anulado a condenação e prisão de Lula em 2021, essas decisões não foram suficientemente oportunas e efetivas para evitar ou reparar as violações”, comentou Bulkan.

O advogado de Lula, Cristiano Zanin, chamou a decisão de vitória histórica. “Essa é uma decisão histórica. Uma vitória não apenas do presidente Lula, mas de todos aqueles que acreditam na democracia e no Estado de direito. E reforça tudo que sempre dissemos na defesa do presidente Lula”, afirmou, em comunicado.

O que diz Sergio Moro

Após a divulgação da decisão do comitê da ONU, Moro afirmou que “Lula nunca foi perseguido” pela Justiça.

“O ex-presidente Lula nunca foi perseguido pela Justiça. Ele foi condenado por nove magistrados, eu em primeira instância, três no tribunal em Porto Alegre e cinco no STJ”, afirmou Moro a jornalistas, em Campinas.

O ex-juiz também divulgou uma nota à imprensa (veja a íntegra ao fim da matéria).

“O ex-presidente Lula nunca foi perseguido pela Justiça. Ele foi condenado por nove magistrados, eu em primeira instância, três no tribunal em Porto Alegre e cinco no STJ”, afirmou Moro a jornalistas, em Campinas. Ele também divulgou uma nota à imprensa (veja a íntegra ao fim da matéria)

O que acontece agora?

Embora a decisão do comitê da ONU seja vinculante, na prática o órgão internacional não tem como obrigar que a a Justiça brasileira a adote como parâmetro para casos envolvendo o ex-presidente.

No entanto, ela serve como um instrumento de pressão internacional e um aval à argumentação da defesa de Lula de que ele teria sido julgado e condenado injustamente e teve seus direitos políticos violados.

Na decisão, o comitê da ONU instou o Brasil a “assegurar que quaisquer outros procedimentos criminais contra Lula cumpram com as garantias do devido processo legal, e a prevenir violações semelhantes no futuro”.

Quem é o que faz o Comitê de Direitos Humanos da ONU

O Comitê de Direitos Humanos fiscaliza o cumprimento pelo mundo do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, do qual o o Brasil e outros 172 países são signatários.

O comitê é composto por 18 membros que são especialistas independentes em direitos humanos provenientes de todo o mundo, que atuam em sua capacidade pessoal e não como representantes países membros.

Em 2016, o comitê recebeu a representação de Lula, alegando violação de direitos ao ser levado à força para depor na PF. Após a Comissão aceitar julgar o caso, outras denúncias foram acrescentadas ao caso pela defesa de Lula, como a de parcialidade nos processos contra ele e nas posteriores condenações, em 2018, e na divulgação de conversas telefônicas entre Lula e seus familiares.

O julgamento do caso, então, aconteceu levando em conta todas essas denúncias.

ÍNTEGRA DA NOTA DE SERGIO MORO

Após conhecer o teor do relatório de um Comitê da ONU e não dos órgãos centrais das Nações Unidas, pode-se perceber que suas conclusões foram extraídas da decisão do Supremo Tribunal Federal do ano passado, da 2ª turma da Corte, que anulou as condenações do ex-Presidente Lula. Considero a decisão do STF um grande erro judiciário e que infelizmente influenciou indevidamente o Comitê da ONU. De todo modo, nem mesmo o Comitê nega a corrupção na Petrobras ou afirma a inocência de Lula. Vale destacar que a condenação do ex-presidente Lula foi referendada por três instâncias do Judiciário e passou pelo crivo de nove magistrados. Também é possível constatar, no relatório do Comitê da ONU, robustos votos vencidos que não deixam dúvidas de que a minha atuação foi legítima na aplicação da lei, no combate à corrupção e que não houve qualquer tipo de perseguição política.

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Exército dos EUA ‘devolve’ bolo de aniversário que roubou de italiana em 1945

Meri Mion tinha 13 anos quando soldados dos EUA, lutando contra alemães nas proximidades, roubaram o bolo de uma janela na Itália.

Por BBC

Exército dos EUA ‘devolve’ bolo de aniversário que roubou de italiana em 1945

O Exército dos Estados Unidos deu um bolo de aniversário para uma mulher italiana — para substituir um que os soldados americanos roubaram dela enquanto esfriava em uma janela há 77 anos.

Meri Mion — que completa 90 anos nesta sexta-feira (29/4) — tinha 13 anos quando seu vilarejo de San Pietro, perto de Vicenza, na região do Vêneto, presenciou combates entre tropas americanas e soldados alemães.

Meri Mion tinha 13 anos quando soldados dos EUA, lutando contra alemães nas proximidades, roubaram o bolo de uma janela na Itália — Foto: Exército dos EUA via BBC

Meri Mion tinha 13 anos quando soldados dos EUA, lutando contra alemães nas proximidades, roubaram o bolo de uma janela na Itália — Foto: Exército dos EUA via BBC

A mãe de Meri fez um bolo de aniversário para ela, mas foi levado pelos oportunistas — e presumivelmente famintos — americanos.

Mion disse que compartilharia o bolo substituto com seus parentes.

“Vamos comer essa sobremesa com toda a minha família, lembrando deste dia maravilhoso que nunca vou esquecer”, disse ela.

Bolo com mensagem de feliz aniversário — Foto: Exército dos EUA

Bolo com mensagem de feliz aniversário — Foto: Exército dos EUA

O Exército dos EUA entregou o bolo em uma cerimônia na quinta-feira (28/4) em Giardini Salvi, em Vicenza, ao lado de militares, autoridades locais e moradores.

O sargento Peter Wallis, que entregou o bolo, disse que era “um pouco estranho” substituir os bens roubados, “mas isso me faz sentir bem”.

Na cerimônia, o coronel Matthew Gomlak, comandante da guarnição do Exército dos EUA na Itália, falou sobre os combates em 1945 entre as forças americanas e alemãs no Corso San Felice e Fortunato, em Vicenza.

Pelo menos 19 soldados americanos foram mortos ou feridos, e vários tanques americanos, destruídos.

Os italianos locais ofereceram pão e vinho às tropas americanas.

“Essa recepção calorosa do povo de Vicenza continua até hoje”, diz coronel Gomlak.

Sargento Wallis (à dir.) e coronel Gomlak (à esq.) entregam bolo para Meri Mion — Foto: Exército dos EUA via BBC

Sargento Wallis (à dir.) e coronel Gomlak (à esq.) entregam bolo para Meri Mion — Foto: Exército dos EUA via BBC

Na noite anterior ao seu aniversário, todos esses anos atrás, Mion se escondeu com sua mãe no sótão de sua fazenda enquanto os combates aconteciam nas proximidades.

Na manhã seguinte, sua mãe fez o bolo. Mas “sua felicidade se transformou em decepção mais tarde, quando os engenhosos soldados americanos fugiram com [ele]”, disse o coronel Gomlak.

Um vídeo no site do Exército dos EUA mostra Mion enxugando as lágrimas no momento em que recebeu o bolo, enquanto o “parabéns para você” era cantado em italiano e inglês.

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Canadá aprova lei para processar crimes cometidos na Lua

Emenda do Código Penal diz que crimes cometidos no espaço recebem o mesmo tratamento que os cometidos em território canadense.

Por France Presse

Canadá aprovou, nesta quinta-feira (28), a alteração do código penal do país para permitir o julgamento de crimes envolvendo canadenses cometidos na lua.

A modificação da lei foi aprovada por 181 votos a favor e 144 contra. Ela faz parte de um projeto de execução orçamentária de 443 páginas apresentado ao Parlamento esta semana.

O país já havia expandido sua jurisdição sobre atos criminosos cometidos por astronautas canadenses durante viagens espaciais à Estação Espacial Internacional (ISS).

De acordo com essa legislação, os crimes cometidos no espaço recebem o mesmo tratamento que os cometidos em território canadense.

A atualização ocorre à medida que o número de voos espaciais aumenta e antes da primeira missão tripulada à Lua em mais de 50 anos, prevista para ser lançada em maio de 2024, com um astronauta canadense a bordo da nave Artemis II.

Sob o subtítulo Lunar Gateway, a emenda do Código Penal diz: “Um membro da tripulação canadense que, durante um voo espacial, cometer um ato ou omissão fora do Canadá, que se cometido no Canadá constituiria uma ofensa passível de condenação, será considerado como tendo cometido esse ato ou omissão no Canadá“.

Isso inclui crimes em rota ou na estação espacial Lunar Gateway que está se preparando para orbitar a Lua, e também na superfície da Lua, diz o documento.

Os astronautas estrangeiros que “ameaçam a vida ou a segurança de um membro da tripulação canadense” em uma missão espacial apoiada pelo Canadá também podem ser processados, de acordo com o projeto de lei.

A Agência Espacial Canadense participa do projeto Lunar Gateway, liderado pela Nasa, juntamente com a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (Jaxa).

A partir de 2026, essa estação servirá como ponto de partida para exploração robótica e humana da superfície lunar, bem como para viagens a Marte.

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Corpo de jornalista é encontrado em um dos prédios atacados em Kiev

Vira Girich era produtora de rádio e foi a primeira morte relatada após os ataques desta quinta-feira (28).

Por g1

Equipes de resgate ucranianas recuperaram nesta sexta-feira (29) o corpo de uma produtora da Radio Liberty dos escombros de um prédio em Kiev que foi atingido por um míssil, disse a emissora norte-americana.

A Radio Liberty disse em comunicado que Vira Girich, que trabalhava em seu escritório em Kiev desde fevereiro de 2018, foi morta depois que um foguete russo atingiu o prédio em que ela morava.

A morte foi a primeira relatada no ataque com mísseis desta quinta-feira, quando o chefe das Nações Unidas, António Guterres, visitou Kiev. Autoridades ucranianas disseram que dois mísseis russos atingiram a capital.

Rússia confirmou que atacou Kiev com armas de “alta precisão” durante a visita do secretário-geral da ONU, Antonio Guterres.

“Armas de alta precisão e longo alcance das Forças Aeroespaciais Russas destruíram os prédios de produção do míssil Artyom e da empresa em Kiev“, afirmou o Ministério da Defesa russo.

Pelo menos 10 pessoas foram inicialmente feridas no ataque, mas o prefeito Vitaly Klitschko disse que um corpo foi recuperado na sexta-feira.

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Cidade da Alemanha autoriza ‘topless’ nas piscinas municipais

Medida foi tomada com a condição de garantir mais igualdade de gênero e entrará em vigor no primeiro dia de maio.

Por France Presse

A cidade alemã de Göttingen (no centro do país) vai autorizar as mulheres a tomarem banho de “topless” nas piscinas municipais, uma medida destinada, conforme a prefeitura, a garantir mais igualdade de gênero.

A medida será limitada aos fins de semana e entrará em vigor em 1º de maio, informou a assessoria do prefeito.

Göttingen é a primeira cidade da Alemanha a anunciar uma medida desse tipo, adotada após um incidente ocorrido há alguns meses em uma piscina municipal.

Um funcionário do estabelecimento pediu a um banhista, que pensou se tratar de uma mulher, que cobrisse o peito. Essa pessoa se recusou, porque se identificava como pertencente ao sexo masculino.

O incidente abriu um debate público, e a prefeitura acabou anunciando esta semana que vai autorizar homens e mulheres a tomarem banho com o peito descoberto.

Alguns moradores lamentam que a medida vá se limitar apenas aos fins de semana. Segundo a prefeitura, será assim, devido às aulas de natação das escolas durante a semana.

O diretor de um centro aquático disse, por sua vez, a um jornal local que seria necessário chegar a um acordo com os “usuários de outras culturas” que possam ter problemas com nudez.

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O cadáver que se tornou o mais improvável herói da 2ª Guerra Mundial

Seus restos mortais foram usados ​​em um plano ousado com o qual os Aliados conseguiram enganar Hitler. A incrível história é o tema de um novo filme estrelado por Colin Firth e Matthew Macfadyen.

Por BBC

“A única coisa que ele fez que valeu a pena aconteceu depois de sua morte.”

A visão do oficial de inteligência britânico Ewen Montagu sobre o galês Glyndwr Michael pode parecer muito dura.

Afinal, após sua morte aos 34 anos, Michael ajudou a acabar com a Segunda Guerra Mundial mais cedo do que poderia ter acontecido, salvando centenas de milhares de vidas.

Em abril de 1943, o corpo do galês foi usado por agentes da inteligência britânica na chamada “Operação Mincemeat”, considerada a mais audaciosa de todo conflito.

O plano britânico conseguiu enganar os alemães, que redistribuíram regimentos inteiros da Sicília, na Itália, para a Grécia e os Bálcãs.

O livro do historiador Ben Macintyre sobre a farsa, intitulado “Operation Mincemeat” (sem versão em português), foi transformado em um filme da Warner Bros que acaba de ser lançado no Reino Unido. No Brasil, o filme ganhou o título “O Soldado que Não Existiu” e será lançado pela Netflix em maio.

“Glyndwr Michael é possivelmente o herói mais improvável de toda a Segunda Guerra Mundial”, acredita Macintyre.

“Ele fugiu do País de Gales para Londres para escapar da pobreza extrema durante a Grande Depressão da década de 1930. Seu próprio pai cometeu suicídio após o colapso do trabalho na mineração.”

O historiador explica que o corpo de Michael foi encontrado em um galpão na área de King’s Cross, em Londres e, de acordo com o laudo forense, ele havia tomado veneno.

Mas o historiador acredita que o ato não foi um suicídio.

“Acho que Michael deveria estar com tanta fome que comeu pão envenenado por engano”, aponta.

História digna de James Bond

Qualquer que seja a causa da morte de Glyndwr Michael, seus restos mortais foram entregues ao legista Bentley Purchase.

O especialista havia sido alertado para a necessidade de encontrar um corpo cujos ferimentos fossem parecidos ao que ocorre com uma vítima da queda de um avião, em que o pára-quedas não funcionou como o esperado.

O cadáver, então, foi transferido aos cuidados dos agentes Charles Cholmondeley e Ewen Montagu. Foi assim que a transformação de Glyndwr Michael no comandante William Martin começou.

A ideia de usar um cadáver para entregar planos falsos em território inimigo foi concebida pela primeira vez na década de 1930 por Ian Fleming, autor dos romances de espionagem de James Bond.

Fleming trabalhou durante a Segunda Guerra Mundial como assistente de John Godfrey, diretor da Divisão de Inteligência Naval da Marinha Britânica.

No final de 1942, o sucesso dos Aliados numa campanha no norte da África permitiu que eles voltassem a atenção para outras áreas controladas pelos alemães no sul da Europa.

A Sicília, na Itália, era o lugar óbvio para lançar uma operação, já que o domínio da ilha significava o controle da navegação no Mar Mediterrâneo.

O problema era que a opção por este local era óbvia demais.

O homem que nunca foi

“Todo mundo, exceto um tolo, sabe que a operação será na Sicília”, declarou o então primeiro-ministro britânico Winston Churchill.

No entanto, isso não impediu que os Aliados quisessem tomar a Sicília como um trampolim para a Itália. E, para isso, eles realizaram um ato espetacular de distração.

Os agentes Cholmondeley e Montagu foram trabalhar nos detalhes que tornariam o engano mais crível para os alemães.

Eles deram ao falso oficial uma identidade e uma história abrangentes, começando com a escolha do nome William Martin, relativamente comum nos fuzileiros navais britânicos.

Eles também conferiram ao suposto militar o posto de capitão, que consideravam alto o suficiente para portar documentos secretos, embora não tão importante a ponto de ser um rosto conhecido pelo inimigo.

Os agentes então escolheram itens do dia a dia que qualquer um levaria consigo. No caso de Martin, isso significava chaves, selos, cigarros, fósforos, um medalhão de São Cristóvão, canhotos de ingressos de teatro, um recibo de uma camisa nova, uma carta de seu pai e até um aviso de cheque especial do banco.

Todos os documentos foram escritos com uma tinta especial, que não escorreu na água.

Ewan Montagu passou meses criando a identidade do falso oficial. Mas Ben Macintyre diz que a parte mais convincente do quebra-cabeça era a noiva de Martin, uma jovem chamada Pam — na verdade, uma oficial da inteligência britânica chamada Jean Lesley.

“O nível de detalhes em que eles entraram foi incrível — eles até vestiram o suposto uniforme e peças íntimas de Martin para que parecessem roupas usadas na medida certa”, detalha o historiador.

“Tive a sorte de conhecer ‘Pam’ (Jean Lesley) quando tinha 80 anos, e ela me levou pelo rio Tâmisa até o ponto em que ela e ‘William’ supostamente ficaram noivos.

À época, a esposa de Montagu se convenceu de que ele estava tendo um caso.”

Um enorme engano

Cholmondeley e Montagu prepararam o corpo e o carregaram em um recipiente cheio de gelo seco para uma viagem até a Escócia. O veículo foi conduzido por um campeão de automobilismo no pré-guerra.

Na Escócia, um submarino chamado HMS Seraph estava esperando. O veículo demorou 10 dias para chegar ao “ponto de entrega”.

Vale dizer que a tripulação do submarino desconhecia o propósito da missão. Assim que os oficiais deixaram o corpo de Martin na água, os motores foram acelerados para que a corrente o empurrasse em direção à costa da Espanha.

Nas primeiras horas de 30 de abril de 1943, um pescador de sardinha espanhol encontrou o oficial britânico supostamente afogado perto da cidade de Huelva.

A inteligência militar alemã caiu na arapuca, e uma cópia das cartas de Martin descrevendo os planos para uma operação aliada na Grécia acabou na mesa de Adolf Hitler.

Ao mesmo tempo, em um porão escuro do prédio da Marinha em Londres, homens e mulheres da inteligência britânica comemoraram batendo nas mesas e pulando para cima e para baixo quando a mensagem para Hitler foi interceptada por instalações militares dos Aliados.

Uma última conexão galesa

Macintyre conta que havia outra conexão galesa que acabou convencendo Hitler de que o corpo era genuíno.

“Uma das cartas do pai de Martin foi supostamente escrita de um hotel em Mold (uma cidade no País de Gales)”, diz o historiador.

“Quando eu estava pesquisando meu livro, voltei ao registro original do hotel, e realmente havia o nome do Sr. Martin escrito na data correta da carta. Os detalhes da história são incríveis.”

Os britânicos confessaram uma pretensa decepção com um telegrama para os espanhóis, facilmente interceptado, pedindo a devolução da maleta de Martin o mais rápido possível.

“Documentos secretos provavelmente em uma pasta preta. Informações necessárias o mais rápido possível. Devem ser recuperadas imediatamente. Deve-se tomar cuidado para que não caia em mãos erradas”, dizia o telegrama.

Em 38 dias após a invasão aliada da Sicília, em 10 de julho de 1943, a ilha foi capturada pelos Aliados. Pouco depois, a Itália inteira caiu, provocando a queda do regime de Benito Mussolini.

Glyndwr Michael foi enterrado em Huelva com todas as honras militares.

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A estátua de deusa de 4,5 mil anos encontrada por agricultor em Gaza

A cabeça de pedra da deusa cananeia da beleza, amor e guerra é desenterrada em um campo de Khan Younis.

Por BBC

Uma estátua de pedra de uma antiga deusa da beleza, amor e guerra foi encontrada na Faixa de Gaza.

Arqueólogos palestinos dizem que a cabeça da divindade cananeia Anat remonta a 4,5 mil anos, final da Idade do Bronze.

A descoberta foi feita por um agricultor que estava cavando em sua terra em Khan Younis, no sul da faixa.

Nas redes sociais, alguns moradores de Gaza ironizaram que encontrar uma estátua da deusa da guerra é adequado na região. Nos últimos anos, a área é palco de intensos conflitos entre Israel e grupos militantes em Gaza, que é governada pelo Hamas.

A descoberta desta estátua de pedra calcária é um lembrete de como a Faixa de Gaza — parte de uma importante rota comercial para sucessivas civilizações antigas — foi originalmente um assentamento cananeu.

A escultura de 22 cm de altura mostra o rosto da deusa usando uma coroa de serpente.

“Encontramos a estátua por acaso. Ela estava cheia de lama e lavamos com água”, disse o agricultor Nidal Abu Eid, que encontrou a cabeça enquanto cultivava seu campo.

“Percebemos que era uma coisa preciosa, mas não sabíamos que tinha um valor arqueológico tão grande”, disse ele à BBC. “Agradecemos a Deus e estamos orgulhosos de que tenha permanecido em nossa terra, na Palestina, desde os tempos cananeus.”

A estátua de Anat — uma das divindades cananeias mais conhecidas — está agora em exibição em Qasr al-Basha, um edifício histórico que serve como um dos poucos museus de Gaza.

Ao revelar o artefato em uma entrevista coletiva na terça-feira (26/4), Jamal Abu Rida, do Ministério de Turismo e Antiguidades, administrado pelo Hamas, disse que a estátua é “resistente ao tempo” e foi cuidadosamente examinada por especialistas.

Ele disse que isso traz uma lição política.

“Tais descobertas provam que a Palestina tem civilização e história, e ninguém pode negar ou falsificar essa história”, disse ele. “Este é o povo palestino e sua antiga civilização cananéia.”

Nem todos os achados arqueológicos em Gaza foram apreciados da mesma forma.

Hamas já foi acusado de destruir os restos de uma grande cidade fortificada cananeia, Tell al-Sakan, para dar lugar a habitações e bases militares ao sul da cidade de Gaza.

Um antigo bronze do tamanho de um homem do deus grego Apolo foi descoberto por um pescador em 2013, mas depois desapareceu misteriosamente.

No entanto, este ano o Hamas reabriu os restos de uma igreja bizantina do século 5 depois que doadores estrangeiros ajudaram a pagar por um projeto de restauração de anos.

O trabalho também teve que ser interrompido em um canteiro de obras no norte de Gaza quando 31 túmulos da era romana foram encontrados.

Embora esses locais antigos possam atrair visitantes estrangeiros, praticamente não há indústria de turismo.

Israel e Egito restringem fortemente o fluxo de pessoas dentro e fora de Gaza, que abriga cerca de 2,3 milhões de palestinos, alegando preocupações de segurança.

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Campanha ‘use um pouquinho de cocaína’ é acusada de incentivar uso de drogas na Argentina

Mensagem foi divulgada em folheto entregue durante festival cultural, na periferia de Buenos Aires.

Por Márcio Resende, RFI — Buenos Aires

Folheto divulgado na periferia de Buenos Aires aconselha jovens usarem 'um pouquinho de cocaína' — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Folheto divulgado na periferia de Buenos Aires aconselha jovens usarem ‘um pouquinho de cocaína’ — Foto: Reprodução/Redes Sociais

“Lembre-se destes conselhos: maconha é melhor em flores e de fontes confiáveis. Com a cocaína e com as drogas sintéticas, vá aos poucos e devagar. Use um pouquinho para ver como o seu corpo reage”.

A recomendação está dada em panfletos de uma campanha do Departamento de Políticas para a Juventude do município de Morón, a principal cidade da periferia oeste de Buenos Aires, governada pelo prefeito Lucas Ghi, aliado da vice-presidente Cristina Kirchner.

As polêmicas indicações, distribuídas no último fim de semana, durante um festival cultural, recreativo e gastronômico, causaram indignação tanto em especialistas quanto na oposição.

“As campanhas de redução de riscos e de danos devem promover hábitos saudáveis e o cuidado da saúde. Nunca o consumo de drogas, como neste caso”, criticou Carlos Damin, pesquisador da Faculdade de Medicina de Buenos Aires e Chefe de Toxicologia no Hospital Fernández, uma referência na capital argentina.

“Quando recomendam ir aos poucos [com a cocaína], estão dizendo como se iniciar no consumo de drogas”, interpreta Damin.

“Uma coisa é uma política de redução de danos; outra é promover o consumo num lugar onde havia crianças. Isto não foi um erro. É uma política”, acusou a deputada e ex-governadora de Buenos Aires, María Eugenia Vidal.

O deputado Waldo Wolff, da coligação opositora Juntos pela Mudança, anunciou que vai apresentar uma denúncia penal contra as autoridades de Morón por “delitos de incitação” e por “apologia às drogas”.

Jorge Macri, ministro do Distrito Federal de Buenos Aires, acusou a campanha de “promover o consumo entre os jovens”.

Programa de redução de riscos

Através de uma nota, o município de Morón justificou a campanha ao explicar que “faz parte de um programa de redução de riscos e de danos associados ao consumo de substâncias psicoativas legais e ilegais que procura proteger, através de informações úteis, a saúde de quem consome drogas”.

O secretário de Saúde do município, Martín Latorraca, argumentou que “o projeto está orientado a um público consumidor de drogas”, embora no festival onde os planfletos foram distribuídos a maioria dos frequentadores era famílias com crianças.

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Kiev derruba monumento da era soviética que simbolizava amizade entre russos e ucranianos

Estátua representava união dos povos da Rússia e da Ucrânia. Arco que cobria a imagem seguirá de pé, mas com outro nome e com as cores da bandeira ucraniana.

Por Reuters

Um monumento da era soviética erguido em Kiev para simbolizar a amizade entre Rússia e Ucrânia foi derrubado, nesta terça-feira (26), em resposta à invasão russa ao país vizinho, de acordo com o prefeito da cidade.

A estátua mostrava um trabalhador ucraniano e outro russo em um pedestal, segurando juntos uma ordem soviética de amizade. A estátua estava localizada sob o “Arco da Amizade do Povo”, erguido em 1982 para comemorar o aniversário de 60 anos da União Soviética.

“O monumento… simbolizava a amizade entre as nações ucraniana e russa. Agora vemos o que essa ‘amizade’ é: a destruição de cidades ucranianas, a ruína da vida dos ucranianos, o assassinato de dezenas de milhares de pessoas pacíficas. Estou convencido que esse monumento tem um significado inteiramente diferente agora”, disse o prefeito de Kiev, Vitaly Klitschko.

O arco que fica posicionado por cima da imagem permanecerá no local, porém deixará de se chamar “Arco da da Amizade do Povo” e receberá as cores da bandeira ucraniana (azul e amarelo). Ainda não há indícios de qual será a nova nomenclatura.

À medida em que o monumento caía, uma multidão aplaudiu, cantando “Glória à Ucrânia, glória aos heróis, glória à nação Ucrânia”.

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