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Americana bate recorde ao pegar 46 buquês, mas continua solteira

A americana Jamie Jackson, de 37 anos, entrou para o Guinness por ter pegado um recorde de 46 buquês de casamento.

amie Jackson, de 37 anos, entrou para o Guinness por ter pegado um recorde de 46 buquês de casamento (Foto: Reprodução/YouTube/ThomasV)
amie Jackson, de 37 anos, entrou para o Guinness por ter pegado um recorde de 46 buquês de casamento (Foto: Reprodução/YouTube/ThomasV)

Jamie, que mora em Salt Lake City, no estado de Utah, pegou o primeiro de seus 46 buquês em 1996.

Em entrevista à imprensa americana, ela contou que participou de quase cem casamentos, ou seja em mais de um terço das vezes o buquê terminou nas mãos dela.

Ela pegou o primeiro de seus 46 buquês em 1996.  (Foto: Reprodução/YouTube/ThomasV)
Ela pegou o primeiro de seus 46 buquês em 1996. (Foto: Reprodução/YouTube/ThomasV)

Apesar de sua habilidade em pegar buquês, Jamie continua solteira.

Além disso, a mulher diz que virou uma espécie de amuleto para os noivos.

“Tenho orgulho de dizer que, de todos buquês de casamento que peguei, só houve dois divórcios”, disse ela.

 

Do G1, em São Paulo

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Milhares marcham sob a chuva em Buenos Aires em memória de promotor morto

A multidão marcha na chuva, protegida por um "mar" de guarda-chuvas  / Foto: Juan Mabromata/AFPA multidão marcha na chuva, protegida por um “mar” de guarda-chuvasFoto: Juan Mabromata/AFP

Promotores e políticos da oposição devem liderar nesta quarta-feira (11) uma grande passeata em silêncio, um mês depois da misteriosa morte de um promotor que acusou o Irã pelo atentado antissemita de 1994 e a presidente Cristina Kirchner por acobertar os suspeitos.

Sob uma forte chuva, dezenas de milhares de manifestantes, segundo uma estimativa preliminar da polícia metropolitana, marcharam protegidos por um mar de guarda-chuvas, avançando, calmamente, no trajeto que separa o Congresso de Buenos Aires e a Praça de Maio, em frente à sede do governo.

“Homenagem ao promotor Alberto Nisman”, dizia um cartaz gigante exibido por seis promotores – confrontados com o governo – que convocaram esta manifestação de 1,7 km, que contou com a adesão maciça da classe média da capital argentina.

Pingando da cabeça aos pés, os promotores e a ex-mulher de Nisman, a juíza Sandra Arroyo Salgado, e as duas filhas que ela teve com o promotor, de 15 e sete anos, foram aplaudidos ao serem reconhecidos pelas pessoas.

Em ordem, respeitando o lema do silêncio, casais e, sobretudo idosos, só soltaram a voz para pedir justiça e murmuraram o hino nacional. “Estou aqui para pedir que haja justiça por este pobre homem que deu a vida pela verdade”, disse à AFP Marta Cánepal, uma professora de 65 anos.

Era impossível distinguir entre os oito pré-candidatos presidenciais opositores para as eleições de outubro e a dirigência da mutual judaica que participava da marcha. Em outras cidades argentinas, como Santa Fé e Mar del Plata, centenas de cidadãos também aplaudiam nas praças em solidariedade.

O ato teve réplicas também em frente às embaixadas argentinas em Brasil, Espanha, Itália, França, Austrália, Israel, Chile e Uruguai.

O governo criticou o protesto, convocado para às 21h00 GMT (19H00 de Brasília), considerando-o parte de uma manobra “golpista”, e afirmou que a denúncia do falecido promotor Alberto Nisman contra Kirchner é uma tentativa de envolver o país no conflito do Oriente Médio.

“Peço que abram bem os olhos. Não estou falando de conspirações, é um mundo de interesses em que uns querem subordinados e que enfrentam governos como este”, declarou Kirchner em um ato público transmitido em rede nacional horas antes da manifestação.

Ao inaugurar a ampliação de uma central nuclear 150 km ao norte de Buenos Aires, a presidente sugeriu que a passeata responde à interesses que buscam fazer fracassar as políticas de seu governo, entre as quais destacou a produção de urânio enriquecido para fins pacíficos.

A origem do caso, que envolve uma confusão judicial e política, é a explosão que destruiu há quase 21 anos a mutual judaica argentina AMIA, um ataque que deixou 85 mortos e 300 feridos.

Nisman foi encontrado morto no banheiro de seu apartamento em 18 de janeiro, com um tiro na cabeça de uma pistola calibre 22 emprestada por um colaborador. Havia apenas uma bala no chão e o corpo obstruía a porta.

A polícia acredita que 300.000 pessoas devem comparecer à passeata, que vai caminhar do Congresso até a Praça de Maio, diante da sede do governo.

Na Argentina quase ninguém acredita na hipótese de suicídio. Nisman havia acusado Cristina Kirchner quatro dias antes e na manhã seguinte a sua morte deveria justificar a denúncia no Congresso.

Em 2005, com o apoio do falecido ex-presidente Néstor Kirchner (2003-2007), Nisman acusou do atentado contra a AMIA ex-governantes iranianos, entre eles o ex-presidente Ali Rafsanjani.

Mas em 2013, Cristina Kirchner assinou um acordo com o Irã para criar uma comissão de investigação integrada por juristas que não fossem nem argentinos, nem iranianos, que levaria os acusados aos bancos dos réus.

Nisman e a numerosa comunidade judaica discordaram do acordo e alegaram que Teerã não era confiável.

Na acusação contra Kirchner, apresentada na sexta-feira pelo promotor Gerardo Pollicita, Nisman disse que a presidente tentava liberar das acusações os iranianos em troca de petróleo, apesar do combustível de Teerã ser incompatível com as refinarias argentinas.

Outro argumento é que Kirchner pediu a retirada dos pedidos de captura internacional contra os iranianos, mas a Interpol negou a acusação.

“Não há nenhuma prova que mostre que a presidente ou o ministro (das Relações Exteriores, Héctor Timerman) ou alguém mais oferecia impunidade aos autores do atentado”, disse o ex-procurador-geral do Tribunal Penal Internacional (TPI) Luis Moreno Ocampo.

Moreno Ocampo considera que a passeata deve ser usada para pedir a reformulação dos serviços de inteligência, “que vêm da ditadura (1976-83) e são inaceitáveis em uma democracia”.

A dissolução da Secretaria de Inteligência será aprovada nesta quarta-feira por iniciativa de Kirchner, mas a esquerda denuncia que a nova agência utilizará os mesmos agentes questionados.

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Escócia proclama sua “e-independência”

Da AFP

O governo regional escocês, que não conseguiu se separar do Reino Unido no referendo realizado em setembro de 2014, proclamou nesta terça-feira (17) uma independência simbólica na internet ao trocar seu domínio eletrônico de “gov.uk” para “gov.scot”.

A página oficial do governo passa a serwww.gov.scot, em vez de www.scotland.gov.uk.

A troca “nos reúne com a comunidade escocesa em todo o mundo, que decidiu expressar assim sua identidade e afinidades”, explicou o vice-premiê regional John Swinney.

O domínio .scot foi criado em setembro, mesmo mês em que foi celebrado o referendo sobre a independência – do qual os separatistas foram derrotados – no governo da região.

Segundo Edimburgo, cerca de 8.000 empresas e associações já utilizam o novo endereço.

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Cristina ignora protesto e faz discurso nacionalista

Da Folhapress

Cristina não fez nenhuma referência à marcha, que integrantes do governo classificaram como "golpista", e fez um discurso de forte inspiração nacionalista / Foto: AFPCristina não fez nenhuma referência à marcha, que integrantes do governo classificaram como “golpista”, e fez um discurso de forte inspiração nacionalistaFoto: AFP

A poucas horas de uma marcha que pretende reunir milhares de pessoas no centro de Buenos Aires nesta quarta (18), a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, participou de uma cerimônia que marcou o aumento da produção de energia na usina nuclear de Atucha II, na cidade de Zárate, ao Norte da capital.

Ela não fez nenhuma referência à marcha, que integrantes do governo classificaram como “golpista”, e fez um discurso de forte inspiração nacionalista.

A presidente estava acompanhada de alguns de seus ministros, entre os quais o chefe de gabinete, Jorge Capitanich, o secretário-geral, Aníbal Fernández, e o ministro da Economia, Axel Kicillof.

Operários, políticos e militantes com bandeiras participaram do evento e assistiram ao discurso da presidente, transmitido em rede nacional.

“Esta usina foi construída por argentinos, por mentes e por mão de obra argentinas”, afirmou.

Kirchner afirmou que a geração de energia nuclear coloca a Argentina em vantagem em relação a vizinhos, como o Brasil. O país tem três usinas nucleares em funcionamento e firmou acordos com a China para a construção de mais duas.

“O Brasil sofre neste momento com um problema de abastecimento [de energia]. Não por ineficiência, mas pela dependência de uma matriz energética hidrelétrica”, afirmou ela, acrescentando que a Argentina deve investir em mais unidades de geração nuclear.

A usina Atucha II – Néstor Kirchner tem uma potência de geração de energia de 745 megawatts, o que representa pouco mais de 2% da capacidade instalada no país.

Em que pese a dependência do país na importação de energia, que alcançou pouco mais de US$ 10 bilhões em 2013, Kirchner comemorou o aumento do consumo no país.

Segundo ela, o consumo per capita no país é quatro vezes superior ao de um brasileiro.

“E sabem por quê? Porque vocês têm muitas coisas em casa que precisam ligar à tomada. Porque têm geladeira, máquinas de lavar, três aparelhos de ar-condicionado…”

DIREITOS HUMANOS – A presidente não fez nenhuma referência à marcha dos promotores de Justiça, marcada para o fim da tarde desta quarta (18).

Afirmou apenas que a Argentina é um país livre, onde se respeitam os direitos humanos e as pessoas que cometem crimes são julgadas e condenadas segundo a lei. “Isso é um regime democrático.”

“Tenho muito orgulho porque posso ir a qualquer país do mundo, inclusive aos que mantêm prisões clandestinas e aos que lançam mísseis sobre populações civis, e dizer que, na Argentina, impera a lei e que nenhum argentino pode ser preso sem que seja por ordem de um juiz.”

CHINA – Kirchner aproveitou para tratar dos acordos da Argentina com a China, que enfrentam críticas de empresários e sindicalistas do país. O temor é que os chineses tragam mão de obra e equipamentos próprios e tomem mercado de produtos fabricados no país.

A presidente afirmou que a Argentina está fazendo acordos com os chineses porque são vantajosos e criticou lideranças empresariais que os condenam.

“Fazemos alianças estratégicas com diferentes países. Se outras potências quiserem oferecer os mesmos investimentos, as mesmas condições de financiamento, estaremos abertos. Mas não vão nos impor nada”, afirmou.

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Mergulhadores encontram duas mil moedas de ouro no mar em Israel

Moedas encontradas em Israel (Foto: Jack guez/AFP)

Moedas encontradas em Israel (Foto: Jack guez/AFP)

Mergulhadores acabam de encontrar no fundo do antigo porto de Cesareia, na costa mediterrânea de Israel, duas mil moedas de ouro de mil anos que constituem o tesouro numismático mais importante já encontrado em Israel, anunciou na terça-feira a autoridade nacional de antiguidades.

Os membros de um clube de mergulho fizeram a descoberta por acaso, depois que tempestades removeram o fundo do mar de Cesareia.

No início, acreditaram que se tratavam de fichas de jogo e só perceberam se tratar de um tesouro arqueológico quando recolheram várias moedas. Eles então avisaram ao diretor do clube, que, por sua vez, informou as autoridades das antiguidades.

Os mergulhadores da autoridade detectaram 2.000 moedas de dinares, meio dinar e um quarto de dinar, a mais antiga cunhada em Palermo (Sicília) na segunda metade do século IX. Muitas das moedas remontam a dois califas fatímidas que reinaram do fim do século X ao primeiro terço do século XI em um território que cobria grande parte da África do Norte, Sicília e parte do Oriente Médio.

Detalhe de uma das moedas encontradas no mar; após mil anos perdidas, elas sequer precisaram de limpeza (Foto: Jack Guez/AFP)
Detalhe de uma das moedas encontradas no mar; após mil anos perdidas, elas sequer precisaram de limpeza (Foto: Jack Guez/AFP)

Em excelente estado de conservação, apesar dos mil anos no fundo do mar, as moedas não precisaram de uma limpeza, indicou Robert Cole, especialista em numismática. Algumas têm marcas de mordidas, que mostram que seus donos comprovaram sua qualidade com os dentes. Outras parecem ter recebido batidas.

As peças podem ser provenientes do naufrágio de um barco que transportava a arrecadação de impostos destinada ao governo central no Egito, afirma Kobi Sharvit, diretor da unidade de arqueologia marinha da autoridade das antiguidades. Ou o dinheiro estava destinado a pagar os salários da equipe que defendia Cesareia. Ou ainda, pertencia a um rico mercador cujo barco negociava com os portos mediterrâneos antes de naufragar.

A autoridade espera que o estudo do contexto permita saber mais detalhes.

 

 

Da AFP

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Austrália usa o tsunami para pressionar Indonésia por clemência a traficantes

O governo da Austrália elevou a pressão sobre a Indonésia ao usar a ajuda humanitária prestada ao país após o tsunami de 2004 como uma razão para que as autoridades indonésias não executem dois australianos condenados à morte por tráfico de drogas.

Mas a manobra gerou uma forte reação de Jacarta.

A Indonésia pretende executar oito prisioneiros ainda este ano, entre eles os australianos Andrew Chan e Myuran Sukumaran e o brasileiro Rodrigo Muxfeldt Gularte.

A transferência dos australianos para a prisão onde as execuções são realizadas foi adiada, mas as autoridades não estipularam uma data.

Já a família de Gularte tenta que o paranaense seja transferido para um hospital psiquiátrico, após um diagnóstico de esquizofrenia. Segundo seu advogado de defesa, a lei indonésia proíbe a morte de um prisioneiro que não esteja em plenas condições mentais. A execução do brasileiro também foi adiada.

O primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, disse que seu país enviou US$ 780 milhões em ajuda à Indonésia após o tsunami de 2004, que deixou cerca de 200 mil mortos e desaparecidos somente no país.

“Eu diria ao povo e ao governo indonésios: nós da Austrália sempre estivemos aqui para ajudá-los, e esperamos que vocês retribuam”, disse ele a repórteres.

Abbott sugeriu que haverá consequências caso os pedidos australianos sejam ignorados. “Deixaremos clara a nossa insatisfação… em termos absolutamente inequívocos”.

Mas o governo da Indonésia reagiu fortemente, dizendo que “ameaças não fazem parte da linguagem diplomática e que ninguém responde bem a ameaças”.

A Indonésia tem uma das legislações mais duras do mundo contra o tráfico e pôs fim a uma moratória de quatro anos a execuções em 2013.

As mortes são por fuzilamento e, no mês passado, o carioca Marco Archer se tornou o primeiro ocidental a ser executado no país.

O presidente indonésio, Joko Widodo, disse que não concederá clemência a condenados por tráfico, argumentando que milhares de indonésios morrem todos os anos por envolvimento com drogas.

Último recurso
Chan e Sukumaran foram condenados em 2006 como líderes de um grupo de tráfico de drogas conhecido como “Os Nove de Bali”. Eles foram presos em 2005 ao tentar embarcar com 8,3 kg de heroína para a Austrália.

A defesa dos australianos recorrereu da condenação à morte alegando que eles se transformaram na prisão – Chan coordena sessões de leitura bíblia e dá aulas de culinária na prisão. Sukumaran teria virado artista.

Rodrigo (esquerda) e Marco Archer, que foi executado na Indonésia, no mês passado (Foto: Snowing in Bali by Kathrin Bonella/BBC)
Rodrigo (esquerda) e Marco Archer, que foi executado na Indonésia, no mês passado (Foto: Snowing in Bali by Kathrin Bonella/BBC)

Eles deveriam ser transferidos nesta semana para a prisão de Nusakambangan, onde as execuções são realizadas, mas esse processo foi adiado.

Autoridades disseram que o adiamento foi decidido para que os condenados passem mais tempo com suas famílias. Tony Spontana, porta-voz do procurador-geral da Indonésia, disse à BBC ser improvável que as execuções ocorram neste mês, já que os preparativos na prisão atrasaram.

A execução de Gularte, de 42 anos, também foi adiada, disse Spontana. A família do brasileiro foi informada do adiamento, disse à BBC Angelita Muxfeldt, prima de Gularte, que está na Indonésia.

O brasileiro foi diagnosticado com esquizofrenia por um médico do governo local e a família aguarda uma decisão ao pedido de transferência para um hospital.

Este é o último recurso para evitar a morte do paranaense, já que seus dois pedidos de clemência foram negados. Ele está preso desde julho de 2004, após tentar entrar na Indonésia com 6 kg de cocaína escondidos em pranchas de surfe. Foi condenado à morte no ano seguinte.

Os outros prisioneiros que deverão ser executados são de França, Gana, Nigéria e Indonésia e uma mulher das Filipinas. Marco Archer foi executado com outros cinco prisioneiros, apesar do pedido por clemência feito pela presidente Dilma Rousseff.

Na ocasião, o governo brasileiro disse que a execução criaria “uma sombra nas relações entre os dois países”.

‘Boicote a Bali’
A pressão sobre a Indonésia aumentou também na internet, onde a campanha “#BoycottBali” nas redes sociais tem pedido para que australianos boicotem a popular ilha de Bali.

Os indonésios reagiram, dizendo que a campanha é uma “reação exagerada” e que Bali poderá sobreviver sem o turismo de australianos.

O vice-presidente indonésio, Jusuf Kalla, disse que pedidos de boicote ao país não influenciarão a decisão de executar ou não os prisioneiros.

O grupo de direitos humanos Anistia Internacional também tem pedido que todas as execuções sejam canceladas e que a pena capital seja abolida.

 

 

Da BBC

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Ataque atribuído a jihadistas na Tunísia deixa quatro policiais mortos

Pelo menos quatro agentes da Guarda Nacional da Tunísia morreram na madrugada desta quarta-feira (18) em um ataque de supostos jihadistas na região de Kasserine, na fronteira com a Argélia, informou o Ministério do Interior tunisiano.

Os policiais faziam parte de uma patrulha especial de vigilância da região, considerada um reduto de células radicais islâmicas afins ao grupo Al-Qaeda no Magrebe Islâmico (AQMI) e ao braço norte-africano do Estado Islâmico (EI).

Os agentes morreram em um enfrentamento armado na cidade de Boulaaba, explicou o ministério. A região de Kasserine e Mont Chaambi, uma vasta área montanhosa limítrofe com a Argélia, é zona de passagem de radicais procedentes dos países da região do Sahel que buscam se unir à jihad na Líbia, Síria e Iraque.

Desde 2012, dezenas de guardas nacionais tunisianos morreram ou ficaram feridos em combates ou em atentados e emboscadas de radicais em Mont Chaambi, cenário em julho passado do pior ataque de radicais islâmicos sofrido pelas forças tunisianas, que causou quinze mortos.

O ataque foi reivindicado pela célula Okba ibn Nafa, considerado um dos tentáculos da AQMI ao longo da frágil fronteira entre Tunísia e Argélia.

A fragilidade da fronteira com a Argélia e Líbia é uma das principais preocupações do primeiro governo pós-transição da Tunísia, que viu o jihadismo crescer no país nos últimos anos.

 

Da EFE

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Nova testemunha diz ter visto pegadas de sangue no apartamento de Nisman

O procurador argentino Alberto Nisman, que denunciou a presidente Cristina Kirchner de acobertar o envolvimento de terroristas iranianos em atentado a centro judaico em 1994. (Foto: Reuters/Marcos Brindicci/File)

O procurador argentino Alberto Nisman foi encontrado morto em seu aopartamento. (Foto: Marcos Brindicci / Arquivo / Reuters)

Um homem convocado para ser testemunha da perícia feita no apartamento de Alberto Nisman, onde o promotor foi encontrado morto depois de fazer denúncias contra a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, revelou na terça-feira (17) à emissora “Telefe” que viu sangue no banheiro da casa e pegadas no corredor que saia do cômodo em direção a um closet.

A testemunha, cuja a identidade é mantida em segredo, teria sido convocada pela polícia argentina para atuar como observador imparcial do trabalho dos peritos por volta das 6h40 locais (7h40 de Brasília) do dia 19 de janeiro, horas depois que o corpo do promotor foi encontrado.

“Entramos no apartamento e nos dirigimos ao quarto. Vejo ao meu lado esquerdo o banheiro, que está ao lado do closet. E aí percebo tudo cheio de sangue”, contou o homem, que é carpinteiro.

De acordo com o depoimento, havia muito sangue ‘no centro do banheiro, ao lado do chuveiro’ junto à porta que, segundo ele, era corrediça, informação que contradiz o que tem sido divulgado até então pelas autoridades. E também garantiu que não viu manchas de sangue no espelho do banheiro e revelou que ‘havia pegadas de sangue no corredor do closet’.

Cerca de 30 pessoas estavam no apartamento. A televisão do quarto de Nisman ainda estava ligada, da mesma forma que um dos computadores da casa, segundo o homem. Vários documentos estavam em um cesto de lixo e eram fotografados pelos peritos.

As informações fornecidas pela testemunha criam ainda mais dúvidas sobre a atuação dos investigadores. Outra pessoa revelou nesta terça que, durante a noite, os agentes revistaram os documentos da casa, usaram telefones, banheiros e cafeteira da casa.

A primeira testemunha, chamada Natalia Fernández, também garante ter ouvido que o disparo que matou Nisman saiu ‘a 11 centímetros de distância’ e que a promotora do caso, Viviana Fein, teria lhe mostrado cinco cápsulas de projéteis de bala, o que também contraria os resultados divulgados das investigações.

Fein afirmou que as declarações de Natalia, publicadas pelo jornal “Clarín” não fazem sentido e que tomará alguma atitude porque a mulher estaria mentindo.

Alberto Nisman, promotor especial do caso sobre o atentado contra um centro judeu de Buenos Aires, em 1994, morreu com um tiro na cabeça em circunstâncias ainda não esclarecidas. Ele foi encontrado morto quatro dias depois de denunciar a presidente Cristina Kirchner de estar envolvida no encobrimento da participação de iranianos no ataque, que deixou 85 mortos.

 

 

Da EFE

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Explosão em mina de ouro mata 2 e deixa 5 feridos na Colômbia

Pelo menos duas pessoas morreram e outras cinco ficaram feridas em uma explosão ocorrida nesta terça-feira (17) em uma mina de ouro na cidade de Marmato, na região central da Colômbia, informaram fontes oficiais.

A Agência Nacional de Mineração (ANM) reportou através do Twitter que a explosão, da qual não deu maiores detalhes, “atingiu sete pessoas, dois deles morreram e cinco estão feridos”.

Os trabalhos de resgate estão a cargo de dois engenheiros, um mecânico de equipamentos da ANM e quatro socorristas especializados em salvamentos em minas.

Segundo as autoridades locais, cerca de 300 minas estão ativas nas montanhas de Marmato, uma cidade colonial que é considerada patrimônio nacional desde 1982.

Dados da Agência Nacional de Mineração revelam que 120 pessoas morreram em acidentes relacionados com a atividade mineradora na Colômbia no ano passado. O mês com maior número de acidentes foi setembro, com 13 mortos, quatro feridos e duas pessoas resgatadas ilesas.

 

Da EFE

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Promotor pede absolvição de ex-diretor do FMI em escândalo sexual

v Ex-diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn deixa seu hotel nesta segunda-feira (16) em Lille, norte da França (Foto: França François Lo Presti/AFP)

Ex-diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn (Foto: França François Lo Presti/AFP)

O promotor pediu na terça-feira (17) a absolvição pura e simples do ex-diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI),Dominique Strauss-Kahn, julgado em Lille (norte da França) por um caso de proxenetismo (obtenção de vantagens econômicas com a prostituição alheia) junto a outras 13 pessoas.

“Nem a informação judicial, nem a audiência permitiram estabelecer a infração de proxenetismo agravado para Strauss-Kahn”, declarou o promotor Frédéric Fèvre, ao concluir sua alegação final.

Na véspera, dois advogados de autores da ação judicial contra Strauss-Kahn anunciaram que vão retirar suas queixas de delitos sexuais contra o denunciado.

“As Equipes da Ação contra o Proxenetismo retiram sua acusação contra Dominique Strauss-Kahn”, declarou ante o tribunal de Lille (norte da França) o advogado da associação, David Lepidi.

Gilles Maton, o advogado que defende as quatro prostitutas envolvidas no caso, duas das quais também processavam DSK, também anunciou que elas vão abandonar as acusações contra o ex-diretor do Fundo Monetário Internacional.

Strauss-Kahn, de 65 anos, se apresenta desde 2 de fevereiro a um tribunal de Lille junto com outros 13 acusados de proxenetismo com agravantes, um crime passível de ser punido com 10 anos de prisão.

DSK é acusado de ser o principal beneficiário e incentivador de festas libertinas na França e em Washington.

Julgado neste caso três anos e meio depois do escândalo do hotel Sofitel de Nova York, que custou sua carreira, DSK, como é conhecido, podia ser condenado a até 10 anos de prisão.

“Corresponde ao tribunal condenar apenas a partir de provas e não de convicções”, explicou o promotor.

A presença do ex-diretor do FMI “incontestavelmente deu uma dimensão excepcional, política, midiática, moral, além da dimensão penal, que é a única que nós temos que conhecer”, disse o magistrado.

“Um homem poderoso seria, necessariamente, culpado”, questionou o promotor, reforçando que quer tratar DSK ‘como qualquer outra pessoa’.

O político que foi durante muito tempo o favorito das pesquisas de opinião para as eleições presidenciais francesas de 2012, manteve durante todo o processo a mesma linha de defesa, de que é adepto de festas libertinas, mas não de prostitutas, e que ignorava que a condição das mulheres que participavam destas festas.

Perante o tribunal, ele declarou inocência e disse não ter cometido ‘nem crime, nem delito’.

O promotor pediu, no entanto, dois anos de prisão, um deles com liberdade condicional, para outro acusado, Dominique Alderweireld, dono de prostíbulos na Bélgica, apelidado de Dodo la Saumure, e entre três e quinze meses condicionais para outros cinco acusados.

 

 

Da AFP

 

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