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‘Me senti perdido’, diz vítima de racismo de torcedores do Chelsea

Souleymane, o homem que foi vítima de atos de racismo por parte de torcedores do Chelsea (Foto: Patrick Kovarik/AFP)

Souleymane, o homem que foi vítima de atos de racismo por parte de torcedores do Chelsea (Foto: Patrick Kovarik/AFP)

Souleymane, vítima do incidente racista protagonizado por torcedores do Chelsea no metrô de Paris, disse nesta sexta-feira (20) em entrevista à AFP que estava “orgulhoso” da repercussão do caso e esperava uma “conscientização” da sociedade.

“Muitas pessoas de cor enfrentam este tipo de incidentes. Isso precisa parar”, sentenciou o franco-mauritano de 33 anos, que não quer divulgar o sobrenome para evitar expor sua família.

O incidente foi flagrado em um vídeo gravado na última terça-feira, poucas horas antes da partida do Chelsea contra o Paris Saint-Germain, pelas oitavas de final da Liga dos Campeões.

Nas imagens, divulgadas no site do jornal “The Guardian”, é possível ver um grupo de torcedores dos “Blues” empurrando com força duas vezes um homem negro que tentava subir no vagão de metrô, aos gritos de “Somos racistas, somos racistas e gostamos disso”.

A vítima já prestou queixa numa delegacia da capital francesa, e o ministério público de Paris abriu uma investigação, recebendo logo em seguida o apoio de Scotland Yard.

“Espero que um caso como esse ajude a sensibilizar as pessoas, para que haja uma verdadeira conscientização”, afirmou Souleymane.

‘Perdido’
“Quando fui empurrado para fora do metrô, me senti perdido, estava totalmente perdido. Entendi na hora que tratava-se de um ato racista, mas o que poderia fazer?”, lamentou.

“Hoje, ainda estou com raiva. Já fui vítima de várias ofensas racistas nos últimos anos, mas, felizmente, desta vez, alguém filmou a cena”, lembrou o pai de família, que tem três filhos e mora no Val D’Oise, distrito do subúrbio de Paris.

“Se o vídeo não tivesse sido divulgado, eu teria que engolir minha raiva, como sempre. Agora, quero que justiça seja feita”, completou.

“Queremos que o caso seja julgado na França. Precisa virar um exemplo, para que as pessoas comecem a refletir sobre suas atitudes e o impacto de suas declarações”, pediu Jim Michel-Gabriel, advogado da vítima.

O Chelsea já identificou cinco suspeitos de ter participado do ato racista. Eles foram proibidos de entrar no estádio Stamford Bridge por tempo indeterminado, e correm risco de serem banidos para sempre.

O incidente gerou inúmeras reações de repúdio no mundo do futebol e da política, sendo condenado, entre outros, pelo presidente da Fifa, Joseph Blatter, ou o premiê britânico, James Cameron.

 

 

Da France Presse

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Incêndio em prédio de apartamentos deixa ao menos 40 feridos na Holanda

Incêndio em edifício na Holanda deixa mais de 40 feridos nesta sexta-feira (20) (Foto: Piroschka van de Wouw / AFP)

Incêndio em edifício na Holanda deixa mais de 40 feridos nesta sexta-feira (20) (Foto: Piroschka van de Wouw / AFP)

 

Mais de 40 pessoas ficaram feridas em um incêndio no início da manhã desta sexta-feira (20) em um grande prédio de apartamentos no leste da cidade holandesa de Nijmegen, informou o centro regional de crises.

Não foram registradas mortes, mas pode haver pessoas presas nos escombros, já que o teto do prédio desabou, segundo a emissora NOS.

O Centro de Crise do Sul de Gelderland informou em sua conta oficial no Twitter que, em seu mais recente balanço, constam quatro lesões “graves” e seis internações. Cerca de 30 pessoas estavam sendo tratadas por inalação de fumaça.

Mais de 100 pessoas, na maioria idosos, vivem nos apartamentos e foram retiradas do local, algumas por meio de guindastes.

As imagens transmitidas pela emissora Omroep Gelderland mostraram bombeiros e ambulâncias no local. O fogo foi extinto, e a área, isolada.

Incêndio em edifício na Holanda deixa mais de 40 feridos nesta sexta-feira (20) (Foto: Piroschka van de Wouw / AFP)
Incêndio em edifício na Holanda deixa mais de 40 feridos nesta sexta-feira (20) (Foto: Piroschka van de Wouw / AFP)
Da Reuters

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Dois trens colidem na Suíça

Trens colidem na Suíça (Foto: Arnd Wiegmann/Reuters)

Trens colidem na Suíça (Foto: Arnd Wiegmann/Reuters)

Dois trens de passageiros colidiram nesta sexta-feira (20) em Rafz, localidade ao norte de Zurique, na Suíça, deixando feridos, informaram a polícia e a SBB, a operadora ferroviária. O acidente, que ocorreu às 6h45 (local) parou as rotas que cruzam a região.

Não há ainda informações oficiais sobre o número de vítimas. As agências internacionais de notícias France Presse (AFP) e Reuters noticiam, com base na imprensa suíça, que o acidente deixou 49 feridos.

De acordo com uma testemunha entrevistada pelo jornal “Blick”, alguns vagões tombaram e as equipes de emergência e os bombeiros foram enviados ao local.

 

Do G1, em São Paulo

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Maduro cita golpe, confirma prisão de prefeito e pede ‘punho de ferro contra conspiradores’

O prefeito de Caracas, Antonio Ledezma, foi detido pelo Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin) em seu gabinete na noite desta quinta-feira (19). O próprio presidente venezuelano, Nicolás Maduro, confirmou a prisão do político e disse que ele terá de “responder por delitos cometidos contra a segurança e a Constituição do país”.

Ledezma é conhecido por ser um dos principais opositores à administração de Nicolás Maduro. O presidente disse que vai combater ‘conspiradores’ com ‘punho de ferro’.

Segundo a mídia venezuelana, agentes do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin) entraram no gabinete do prefeito em Caracas por volta de 17h (horário local – 19h de Brasília) e o levaram preso. O próprio Ledezma avisou por meio de sua conta no Twitter que “funcionários do Serviço Bolivariano de Inteligência estavam tentando entrar em seu escritório” na capital venezuelana.

Pessoas que estavam perto do gabinete do prefeito disseram que foi possível ouvir tiros para o alto.

“Nós que estávamos aqui no prédio pudemos ver que entraram no gabinete do prefeito Ledezma levando consigo vários agentes da Sebin; também ouvimos tiros para o ar”, disse à BBC o deputado da Assembleia Nacional Juan Guaido.

Discurso

O presidente da Venezuela discursou em rede nacional durante encontro com movimentos sociais nesta quinta-feira, em Caracas, pedindo o “apoio” da população para acabar com as “conspirações” contra seu governo.

“O senhor Antonio Ledezma que hoje foi capturado por ordem do Ministério Público e vai ser processado pela Justiça venezuelana para que responda por todos os delitos cometidos contra a paz do país, a segurança, a Constituição”, afirmou Maduro. “Peço o apoio de todo o povo para consolidar a paz, já basta de conspirações”.

Maduro voltou a afirmar que atuará com “punho de ferro” contra “conspiradores” e disse que não permitirá que os políticos venezuelanos façam “jogo-duplo” ao concorrer a eleições dizendo que “acatam a disputa política pela via democrática” sendo que, por outro lado, “participam de planos de desestabilização”.

O presidente venezuelano admitiu que militares ativos teriam sido cooptados por funcionários do governo norte-americano para derrocar seu governo e, em contrapartida, receberiam visto e moradia em Miami.

A detenção de Antonio Ledezma ocorre dias depois do governo ter advertido a população sobre o desmatelamento de um suposto golpe de Estado que envolveria militares ativos e políticos opositores. No suposto plano, estava prevista a utilização de aviões Tucano para bombardear alguns pontos da capital Caracas.

Ao detalhar o suposto golpe, o presidente da Assembleia Nacional Diosdado Cabello, e o número dois do chavismo, disse que Ledezma e o deputado opositor Julio Borges estariam envolvidos em um plano para assassinar o dirigente opositor radical Leopoldo López. Há um ano, López foi preso, acusado de insuflar atos de violência e protestos que se arrastaram durante meses e resultaram na morte de 43 pessoas.

Políticos anti-chavistas veem na detenção de Ledezma um sinal da radicalização de métodos de repressão contra opositores e uma manobra para tirar o foco dos problemas econômicos e de desabastecimento que afeta a população.

Relação com Maduro

Próximo de políticos como Leopoldo López e Maria Corina Machado, Ledezma é um dos políticos mais críticos e de oposição ao governo Maduro na Venezuela.

Embora não tenham apresentado provas, funcionários da presidência acusam a Ledezma de estar planejando um golpe de Estado contra o líder venezuelano.

O prefeito de Caracas, porém, já negou as acusações. “Durante o regime de Maduro, já se falou em 12 supostos golpes de Estado. Aqui os que têm o golpe como princípio são os senhores que estão neste governo”, afirmou Ledezma.

“O governo fala de movimentos de desestabilização, mas o que desestabiliza o país é a corrupção”, acrescentou.

Direitos Humanos

Enquanto isso, a mídia local também lembra a situação do líder do partido Vontade Popular, Leopoldo López, que foi preso há um ano e levado para a prisão militar de Ramo Verde. Ele foi detido durante os protestos contra o governo que tomaram o país por quatro meses – López também é um grande opositor de Maduro.

Em Washington, o diretor das Américas da organização de direitos humanos Human Rights Watch (HRW), José Miguel Vivanco, enviou um comunicado dizendo que o governo de Maduro é “responsável pela vida e pela integridade física do prefeito opositor Antonio Ledezma.”

“Sem provas sobre qualquer crime que tenha cometido, o prefeito nunca devia ter sido preso e deveria ser liberado imediatamente. Do contrário, estaremos diante de um novo caso de detenção arbitrária contra opositores, em um país onde não há independência judicial”, diz o texto.

 

 

Da BBC

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Suprema Corte do Texas, nos EUA, volta a proibir casamento gay

A Suprema Corte do Texas, nos Estados Unidos, voltou a proibir o casamento gay no estado ao suspender duas sentenças judiciais que tinham permitido a expedição nesta quinta-feira (19) da primeira certidão matrimonial para um casal do mesmo sexo.

Os nove magistrados, todos republicanos, acordaram em suspender a decisão emitida na terça (17) pelo juiz Guy Herman, adscrito ao condado de Travis, que declarava ‘inconstitucional’ a proibição do casamento entre pessoas do mesmo sexo, vigente no Texas desde 2005.

Também suspenderam a autorização emitida pelo juiz estadual David Wahlberg, que, assim como Herman, está adscrito ao condado de Travis, para emitir uma certidão de casamento para as mulheres Sarah Goodfriend e Suzanne Bryant.

Após a autorização, Sarah e Suzanne se transformaram no primeiro casal homossexual legalmente casado na história do Texas.

O procurador-geral do Texas, Ken Paxton, solicitou à Suprema Corte estadual a suspensão das duas decisões, pedido que foi atendido pelos magistrados. Por isso, o casamento homossexual apenas foi considerado legal durante 48 horas no estado.

Paxton qualificou Herman e Wahlberg de ‘juízes ativistas’ e garantiu que o casamento entre as duas mulheres está cancelado.

Apesar da afirmação do procurador-geral, não está clara a situação legal das duas mulheres, já que a suspensão da Suprema Corte estadual faz referência à autorização do juiz e não à certidão matrimonial.

Em 2005, 76,25% dos texanos votaram em um referendo contra o casamento homossexual, enquanto 23,75% se posicionaram a favor.

O condado de Travis foi o único dos 254 que integram este estado eminentemente conservador que se mostrou propício ao casamento gay.

A união civil entre pessoas do mesmo sexo é legal em 38 estados do país, enquanto em 12 segue proibida, sendo o Texas o maior deste segundo grupo.

Está previsto que a Suprema Corte de Justiça dos EUA decida ao longo deste ano sobre a legalidade desses casamentos em todo o país.

 

 

Da EFE

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Cobra enorme entra na sala de casa após australiana deixar porta aberta

A australiana Carol Vee levou um grande susto quando chegou à noite em sua casa em Coolum Beach, na Austrália, no mês passado. Ao abrir a porta, seu gato correu em sua direção assustado.

Píton entrou na sala de casa após dona deixar porta aberta (Foto: Reprodução/Facebook/Sunshine Coast Snake Catchers 24/7)
Píton entrou na sala de casa após dona deixar porta aberta (Foto: Reprodução/Facebook/Sunshine Coast Snake Catchers 24/7)

Carol disse que percebeu que algo havia provocado medo no felino. Ao caminhar até a sala, ela descobriu o que havia assustado o animal.

Ela se deparou com uma enorme píton, que havia entrado em sua casa por uma porta que estava aberta.

O réptil acabou capturado por um grupo especializado em resgatar cobras.

 

Do G1, em São Paulo

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Emirates Airlines rejeita desculpas da Delta por comentários sobre 11/9

Um avião de passageiros Airbus A380 da Emirates sobrevoa Paris com o nome da empresa aérea pintado em seu bojo. (Foto: Pierre Verdy/AFP)

Um avião de passageiros Airbus A380 da Emirates sobrevoa Paris com o nome da empresa aérea pintado em seu bojo. (Foto: Pierre Verdy/AFP)

Uma batalha comercial cada vez mais acirrada entre empresas aéreas dos Estados Unidos e do Golfo Pérsico se aprofundou nesta quinta-feira (19), quando a Emirates Airlines rejeitou um pedido de desculpas da Delta Air Lines por comentários que parecem insinuar que a empresa dos Emirados Árabes Unidos teve ligação com os atentados de 11 de setembro de 2001.

As relações se deterioraram desde que um grupo de companhias aéreas dos EUA compilou um dossiê afirmando que grandes empresas de transporte aéreo do Golfo Pérsico receberam US$ 40 bilhões em subsídios e exortou o governo norte-americano a renegociar ou anular o pacto comercial Open Skies.

As companhias aéreas do Golfo Pérsico negam ter recebido os subsídios e afirmam que as aéreas sediadas nos EUA é que foram beneficiadas pelos US$ 5 bilhões em ajuda do governo após os ataques em solo norte-americano.

Questionado sobre as réplicas na rede de televisão CNN nesta semana, o presidente-executivo da Delta, Richard Anderson, declarou: “É uma grande ironia que os Emirados Árabes Unidos, da Península Arábica, falem sobre isso, dado que nossa indústria foi realmente abalada com o terrorismo do 11 de setembro, que veio de terroristas da Península Arábica.”

Os comentários enfureceram autoridades dos Emirados Árabes Unidos e do Catar, dois aliados dos EUA que ofereceram apoio militar e logístico para as operações internacionais após os atentados de 2001.

A Delta afirmou que Anderson respondia a alegações de que os pagamentos pós-11 de setembro a empresas aéreas dos EUA equivaleram a subsídios.

“Ele não quis insinuar que as aéreas do Golfo Pérsico ou seus governos estão ligados aos terroristas do 11 de setembro. Pedimos desculpas se alguém se ofendeu”, disse a empresa em comunicado por e-mail.

Mas a Emirates, a maior das três principais empresas de transporte aéreo do Golfo Pérsico, que incluem ainda Qatar Airways e Etihad, de Abu Dhabi, repudiou a explicação.

“Acreditamos que as declarações feitas nesta semana pelo senhor Anderson foram concebidas e comunicadas deliberadamente para causar um efeito específico”, afirmou a companhia em comunicado.

No dossiê, visto parcialmente pela Reuters, as empresas aéreas dos EUA afirmaram ter perdido uma quantidade significativa de agendamentos desde 2008 por causa da competição do Golfo Pérsico e citaram documentos que afirmam demonstrar a ajuda alegada, incluindo taxas de embarque baratas.

Autoridades do Golfo Pérsico disseram que as aéreas norte-americanas não servem as mesmas rotas e que estão perdendo mercado por causa de seu serviço inferior. Elas ainda sustentam que as taxas nos aeroportos são as mesmas para empresas estrangeiras.

 

Da Reuters

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Agricultor britânico desenvolve cebola ‘que não faz chorar’

O agricultor britânico Alastair Findlay afirma ter desenvolvido uma variedade de cebola roxa que não faz chorar.

A cebola – que ele considera ideal por ser mais saborosa e não irritar o globo ocular – levou 20 anos para ser identificada por Findlay e reproduzida em sua fazenda, em Bedfordshire (Inglaterra).

Hoje ele vende suas colheitas para uma rede de supermercados britânica. Assista ao vídeo.

Agricultor britânico desenvolve cebola 'que não faz chorar' (Foto: Reprodução)
Agricultor britânico desenvolve cebola ‘que não faz chorar’ (Foto: Reprodução)
Da BBC

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Detida malaia de 14 anos que queria ir para a Síria se juntar ao Estado Islâmico

Da AFP

A jovem foi detida pela unidade antiterrorismo da polícia malaia, quando viajava para juntar-se ao Estado Islâmico na Síria / Foto: ReproduçãoA jovem foi detida pela unidade antiterrorismo da polícia malaia, quando viajava para juntar-se ao Estado Islâmico na SíriaFoto: Reprodução

As autoridades da Malásia detiveram uma jovem de 14 anos que tentava viajar para a Síria a fim de se juntar ao grupo jihadista Estado Islâmico, informa nesta  (19) a imprensa. A jovem foi detida terça-feira (17) pela unidade antiterrorismo da polícia, no aeroporto de Kuala Lumpur, quando se preparava para embarcar rumo ao Cairo.

O inspetor-geral da Polícia, Khalid Abu Bakar, informou que a jovem planejava se casar com um malaio de 22 anos, que estuda no Egito, antes de ambos viajarem para Istambul, onde tentariam cruzar a fronteira para a Síria.

“Descobrimos que tinha estado em contato com dois militantes malaios que se encontram na Síria. Continuaremos a investigar para descobrir quem está por trás do recrutamento de jovens para o Estado Islâmico”, disse o inspetor em comunicado citado pelo jornal The Star.

“Não permitiremos que a Malásia seja usada como campo de treino ou esconderijo para terroristas ou militantes. Quem quer que ajude ou apoie um terrorista será detido”, acrescentou Khalid Abu Bakar.

Esse caso eleva para 68 o número de malaios detidos desde 2013 por suspeita de ligações com o terrorismo, entre eles funcionários do Estado e das Forças Armadas.

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Ex-primeira-ministra da Tailândia é indiciada por negligência

Ex-primeira-ministra tailandesa Yingluck Shinawatra. (Foto: Chaiwat Subprasom / Arquivo / Reuters)

Ex-primeira-ministra tailandesa Yingluck Shinawatra. (Foto: Chaiwat Subprasom / Arquivo / Reuters)

A procuradoria da Tailândia apresentou nesta quinta-feira (19) uma denúncia contra a ex-primeira-ministra Yingluck Shinawatra por negligência em relação aos prejuízos e casos de corrupção do sistema de subsídios aos produtores de arroz.

No mês passado, Yingluck foi inabilitada da política por cinco anos, após decisão do parlamento escolhido a dedo pela junta militar que derrubou seu governo, e agora pode ser condenada a mais de 10 anos de prisão.

“A equipe da procuradoria vai trabalhar com justiça, rapidez e prudência neste caso”, disse o procurador de Estado, Surasak Treerattanakul, na saída da audiência.

A Suprema Corte do país estabelecerá um painel de 9 membros que decidirá, no dia 19 de março, se aceita a denúncia apresentada pela procuradoria e dá início ao processo, que pode levar até um ano.

A ex-primeira-ministra se declarou inocente das acusações relacionadas com o plano de subsídios, que consistia na compra de arroz dos agricultores por preços superiores aos aplicados no mercado.

Segundo a comissão anticorrupção, o plano causou perdas de 518 milhões de bats (cerca de US$ 16 milhões), fomentou a corrupção e causou danos aos agricultores pelo atraso dos pagamentos.

O advogado de Yingluck, Norawit Larlaeng, disse que a ex-primeira-ministra está disposta a comparecer diante do juiz para seguir com o processo se a Suprema Corte aceitar a acusação, mas denunciou que a ex-premiê ‘não recebeu justiça suficiente’.

O presidente da Comissão Nacional Anticorrupção, Panthep Klanarongran, sugeriu esta semana ao Ministério da Economia que abra um processo contra Yingluck e reivindique que ela devolva os valores equivalentes às perdas causadas pelo plano de subsídio.

A procuradoria informou que, até o momento, não existe nenhuma sentença definitiva por corrupção relacionada com os subsídios ao arroz.

A ex-chefe de governo foi forçada a renunciar em maio do ano passado pelo Tribunal Constitucional, que a acusou de abuso de poder e de violar a Constituição na promoção de um funcionário do alto escalão, dias antes de o Exército tomar o poder em um golpe de Estado.

Yingluck se tornou premiê do país após vencer com maioria absoluta as eleições de 2011, à frente de um dos partidos criados por seu irmão e ex-primeiro-ministro, Thaksin Shinawatra, também deposto por um golpe, em 2006, e atualmente no exílio em Dubai, desde que foi condenado em 2008 na Tailândia por abuso de poder.

 

Da EFE

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