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Incêndio mata 7 crianças em casa no Brooklyn, em Nova York

Pelo menos sete crianças morreram neste sábado (21) em um incêndio em uma casa no bairro do Brooklyn, em Nova York, informou o Corpo de Bombeiro.

As vítimas têm idades entre 5 e 15 anos.

O porta-voz dos bombeiros, Jim Long, disse ao jornal “The New York Times” que é provável que as crianças integrem a mesma família.

Há pelo menos mais duas pessoas com ferimentos graves, cujas idades não foram divulgadas. Segundo o jornal “New York Post”, os feridos são uma mulher e um adolescente.

De acordo com Long, os bombeiros receberam uma chamada à 0h23, sobre um incêndio em uma residência na Bedford Avenue, em Midwood, uma área arborizada do Brooklyn, de baixa criminalidade e com grande população judaica ortodoxa.

Meios de comunicação locais disseram que o incêndio começou pouco depois da meia-noite. Não há informações sobre as causas das chamas. No local ainda trabalham mais de uma centena de bombeiros, embora o fogo esteja controlado.

Um vizinho relatou ao The New York Times que ouviu gritos de socorro de crianças e de uma mulher e que viu paramédicos retirarem vítimas em macas.

 

Da EFE

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Universidades dos EUA apertam o cerco contra abusos nas fraternidades

Cânticos racistas. Fotos de mulheres nuas e inconscientes. Uma investigação criminal sobre o trote. As fraternidades (comunidades estudantis) dos Estados Unidos estão no foco de investigações de abusos e intolerância. As universidades decidiram agir rápido para punir as fraternidades envolvidas em casos de bebidas, estupros e intolerância.

Apesar de um grande esforço no país para reduzir o consumo e abuso sexual nas universidades e aumentar a diversidade, as fraternidades parecem andar na contramão.

Nas últimas semanas, dois casos chamaram a atenção. No primeiro, dois alunos integrantes da Sigma Alpha Epsilon, uma fraternidade tradicional da Universidade de Oklahoma foram expulsos da instituição depois da divulgação de um vídeo onde cantavam músicas racistas(veja no vídeo acima da GloboNews).

Estudantes da Universidade Penn State protestam depois que uma fraternidade postou fotos de mulheres nuas e desmaiadas no Facebook (Foto: Matt Rourke/AP)
Estudantes da Universidade Penn State protestam depois que uma fraternidade postou fotos de mulheres nuas e desmaiadas no Facebook (Foto: Matt Rourke/AP)

Na universidade particular Penn State, a polícia investiga membros da fraternidade Kappa Delta Rho que criaram uma página no Facebook com fotos de mulheres nuas dormindo ou desmaiadas. A direção da faculdade diz que estudantes que estiverem envolvidos neste caso serão expulsos da Penn State.

Na Universidade de Houston, na Universidade do Estado da Carolina do Norte e na Universidade de Michigan, casos de abusos envolvendo membros de fraternidade também estão sendo investigados.

O mau comportamento dentro das paredes de uma casa de fraternidade – ou no campus em geral – não é nada novo. Álcool, imaturidade e da liberdade dos pais ter sido uma combinação potencialmente problemático para as gerações de graduandos.

“Há uma aceitação implícita de que os meninos serão meninos, esta é a vida de fraternidade e é isso que você tem que aceitar quando você entra pelas portas de uma fraternidade”, Ellen Kramer, diretor jurídico de uma ONG contra a violência doméstica na Pensilvânia.

Membros da fraternidade Sigma Alpha Epslison retiram móveis da república estudantil após moradia ser fechada pela direção da Universidade de Oklahoma (Foto: Sue Ogrocki/AP)
Membros da fraternidade Sigma Alpha Epslison retiram móveis da república estudantil após moradia ser fechada pela direção da Universidade de Oklahoma (Foto: Sue Ogrocki/AP)

Já Peter Smithhisler, da Conferência Norte-Americana nas Fraternidades, diz que as entidades coíbem os abusos. “Quando as fraternidades estão cientes de problemas incompatíveis com seus valores, são rápidas para agir e responsabilizar quem estiver envolvido”.

As fraternidades têm cerca de 372 mil membros entre os 7,7 milhões de estudantes de graduação do sexo masculino nos Estados Unidos. Apesar de uma representatividade pequena, elas são vistas como uma comunidade importante para um aluno fazer amigos e conseguir no futuro importantes contatos profissionais.

Estudantes da Universidade de Oklahoma protestam contra comentários racistas em um vídeo da fratenidade Sigma Alpha Epsilon (Foto: Steve Sisney/AP)
Estudantes da Universidade de Oklahoma protestam contra comentários racistas em um vídeo da fratenidade Sigma Alpha Epsilon (Foto: Steve Sisney/AP)
Da Associated Press

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Incêndios florestais consomem quase 11 mil hectares e ameaçam reserva no Chile

Da AFP

Quase 11 mil hectares de vegetação foram consumidas por incêndios sem controle no sul do Chile, que arrasaram uma reserva natural, um evento de “alta resistência” para os bombeiros, que contarão com o apoio de colegas da Argentina, informaram as autoridades nesta sexta-feira.

“Foram reportados 22 incêndios ativos (regiões Metropolitana, Biobío, La Araucanía, Los Ríos e Los Lagos), que afetam uma superfície de 10.948,9 hectares de vegetação”, destacou o comunicado do Gabinete Nacional de Emergências (Onemi).

As chamas consomem 3.515 hectares de floresta natural na reserva nacional “China Muerta” – na comunidade de Melipeuco, 760 km ao sul de Santiago – em uma zona de “terrenos com topografia acidentada, fortes penhascos, baixa acessibilidade terrestres e floresta densa”, que o tornam “um incêndio de alta resistência ao controle”, destacou um informe da Corporação Nacional Florestal (Conaf), divulgado nesta sexta.

Depois de também destruir milhares de araucárias – uma árvore típica da região -, as chamas chegaram nas últimas horas ao vizinho parque nacional Conguilló, despertando grande preocupação entre habitantes e autoridades, que temem um desastre ecológico.

A população está a salvo, afirmaram as autoridades locais.

O Conaf confirmou a chegada no sábado de 30 brigadistas do Plano de Manejo do fogo da Argentina e também se espera colaboração de bombeiros da província argentina de Santa Cruz.

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Cidade da Flórida demite policiais por racismo

Da AFP

Três policiais foram demitidos e um quarto pediu demissão da polícia de Fort Lauderdale, Flórida, após a descoberta de que o grupo compartilhou mensagens de texto e um vídeo com conteúdo racista, informaram as autoridades nesta sexta-feira.

“A conduta dos quatro agentes incluiu a troca de mensagens racistas entre eles e ex-policiais”, revelou em entrevista coletiva Frank Adderley, chefe da polícia de Fort Lauderdale.

O incidente ocorre em uma época especialmente sensível devido aos vários casos de violência policial contra afro-americanos, como a morte de Michael Brown, um jovem negro desarmado baleado por um agente branco na cidade de Ferguson, Missouri.

Adderley informou que a polícia começou a investigar os policiais no ano passado, quando recebeu uma queixa sobre as mensagens.

No início da investigação, em outubro, os quatro agentes foram afastados de suas atividades e o processo levou à demissão de três policiais e à renúncia do quarto, disse Adderley nesta sexta-feira ao anunciar os resultados.

As mensagens de texto continham frases racistas e o vídeo – feito por um dos agentes como se fosse o trailer de um filme – mostra uma pessoa com capuz branco do grupo Ku Klux Klan e uma montagem do presidente Barack Obama com dentes de ouro.

“Sua conduta é indesculpável e não toleramos este tipo de comportamento”, disse Adderley.

“Estou muito decepcionado e espantado”, assinalou o prefeito de Fort Lauderdale, Jack Seiler.

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Estado Islâmico reivindica ataques a mesquitas no Iêmen

O grupo militante Estado Islâmico, que tomou grandes áreas do território do Iraque e da Síria, reivindicou a autoria de ataques com homens-bomba em duas mesquitas usadas por muçulmanos xiitas no Iêmen nesta sexta-feira (20), de acordo com uma publicação no Twitter.

Pelo menos 126 pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas nas explosões na capital Sanaa. Ambas as mesquitas são conhecidas por serem majoritariamente usadas pelo grupo muçulmano xiita huthis, que tomou o controle do governo iemenita.

O governo norte-americano divulgou uma nota condenando fortemente o atentado e dizendo que não pode confirmar que os suicidas eram afiliados ao Estado Islâmico.

O Iêmen vive o risco de uma guerra civil desde janeiro deste ano, quando o presidente Abd Rabo Mansur Hadi denunciou uma tentativa de golpe. Grupos radicais disputam o poder no país.

O atentado
Uma testemunha disse ter escutado duas explosões consecutivas em uma das mesquitas, em um bairro central da capital.

Em frente ao local, vários corpos jaziam em poças de sangue, enquanto os fiéis transportavam os feridos para hospitais próximos.

Os hospitais de Sanaa estavam pedindo por doadores de sangue para ajudar no tratamento de um grande número de feridos.

Homens carregam feridos retirando-os de dentro de uma mesquita após a explosão de uma bomba em Sana, no Iêmen. Ataques suicidas a bomba em duas mesquitas durante o período de orações da tarde deixaram dezenas de mortos e centenas de feridos (Foto: Khaled Abdullah/Reuters)
Homens carregam feridos após a explosão de uma bomba em Sana, no Iêmen. Ataques em duas mesquitas durante o período de orações da tarde deixaram dezenas de mortos e centenas de feridos (Foto: Khaled Abdullah/Reuters)

Os huthis fazem suas orações nessas mesquitas, e entre os mortos está o imã da mesquita de Badr e importante líder religioso da milícia, Al-Mourtada ben Zayd al-Muhatwari, segundo uma fonte médica.

A ascendência ao poder do grupo huthi, apoiado pelo Irã, desde setembro do ano passado, aumentou as divisões da complexa rede política e de alianças religiosas do Iêmen, além de deixar o país excluído do restante do mundo.

Aumento da força dos milicianos xiitas
Desde a insurreição popular de 2011, no âmbito da Primavera Árabe, que levou à queda do presidente Ali Abdullah Saleh, o poder central foi marginalizado por dois potentes grupos militares-religiosos que souberam aproveitar os acontecimentos para aumentar sua influência.

Mesquita atingida por homem-bomba é vista nesta sexta-feira (20) em Sanaa, no Iêmen; mais de 100 pessoas morreram (Foto: Khaled Abdullah/Reuters)
Mesquita atingida por homem-bomba é vista nesta sexta-feira (20) em Sanaa, no Iêmen; mais de 100 pessoas morreram (Foto: Khaled Abdullah/Reuters)

O primeiro, o movimento Ansarullah, recruta novos membros dentro da comunidade zaidita, um braço do xiismo que representa um terço da população do Iêmen.

Confinado no norte do país, nasceu como um movimento de protesto contra a marginalização dos zaiditas por parte do poder e pelo proselitismo sunita do partido islamita Al-Islah.

Este grupo, inspirado no Hezbollah libanês e suspeito de receber o apoio do Irã, se concentrou em Sana em setembro de 2014 e estendeu sua influência ao oeste e ao centro do Iêmen. Se apoderou da capital em 6 de fevereiro.

Dirigido por Abdel Malek al-Huti, é suspeito de querer estabelecer o regime real do imanato (dirigido por imãs) zaidita abolido em 1962.

Investigadores analisam cena de bombardeio em mesquita de Sanaa, nesta sexta (10) (Foto: Mohamed al-Sayaghi/Reuters)
Investigadores analisam cena de bombardeio em mesquita de Sanaa, nesta sexta (10) (Foto: Mohamed al-Sayaghi/Reuters)

Outro grupo influente no Iêmen é a Al-Qaeda na Península Arábica (AQPA), fruto da fusão em 2009 dos braços saudita e iemenita da rede sunita. É considerado pelos Estados Unidos um dos grupos jihadistas mais perigosos.

Muito presente no sul e no sudeste, a AQPA multiplica os atentados e ataques, provocando muitas perdas no exército. O grupo também capturou diversos estrangeiros.

A AQPA reivindicou o atentado de 7 de janeiro contra a redação da revista satírica francesa Charlie Hebdo, em Paris.

Apesar dos esforços das forças de segurança e dos ocidentais, a Al-Qaeda está se confirmando cada vez mais como a única força capaz de frear o avanço do Ansarullah.

Recrutando sunitas e agindo às vezes em cooperação com tribos hostis ao Ansarullah, a AQPA reivindicou desde setembro diversos atentados contra xiitas.

Destruição é vista ao redor de mesquita em Sanaa, no Iêmen, alvo de explosão nesta sexta-feira (20) (Foto: Hani Mohammed/AP)
Destruição é vista ao redor de mesquita em Sanaa, no Iêmen, alvo de explosão nesta sexta-feira (20) (Foto: Hani Mohammed/AP)

Risco de guerra civil
As esperanças de solucionar a crise através de um diálogo apoiado pelo emissário da ONU no Iêmen, Jamal Benomar, quase desapareceram.

O país está praticamente dividido desde que o presidente Abd Rabo Mansur Hadi se instalou em Aden, principal cidade no sul do país, depois de ter conseguido fugir de Sana, onde estava sitiado pela milícia xiita.

Hadi, que havia sido forçado a renunciar em 22 de janeiro junto com o governo de Khaled Bahah pela pressão dos huthis, ainda é considerado pela comunidade internacional como o presidente legítimo do Iêmen.

Nos círculos políticos, cada vez fala-se mais de um risco de guerra civil ou de uma divisão do país.

Como uma amostra deste risco, violentos confrontos foram registrados na quinta-feira em Aden entre os partidários de Hadi e as unidades das forças especiais de um general rebelde, que tentaram tomar o controle do aeroporto, enquanto um bombardeio foi lançado contra o palácio presidencial da cidade, sem atingi-lo. Hadi denunciou uma tentativa de golpe de Estado.

Governo brasileiro lamenta atentado

Criança ferida é retirada de mesquita atacada por homem-bomba nesta sexta-feira (20) em Sanaa, no Iêmen (Foto: Khaled Abdullah/Reuters)
Criança ferida é retirada de mesquita atacada por homem-bomba nesta sexta-feira (20) em Sanaa, no Iêmen (Foto: Khaled Abdullah/Reuters)

O governo brasileiro, por meio de nota, lamentou o atentado no Iêmen. Leia a íntegra:

“O Governo brasileiro condena, com veemência, os atentados perpetrados hoje em duas mesquitas de Sanaa, capital da República do Iêmen, que resultaram em dezenas de mortos e centenas de feridos.

O Governo brasileiro conclama todos os atores políticos iemenitas à abstenção de atos que possam provocar a radicalização do processo político, bem como a perseverar no diálogo como forma de encaminhamento das questões relacionadas à crise institucional daquela nação árabe.

O Brasil reitera a centralidade da estabilização política iemenita para o bom encaminhamento de diversos temas candentes do entorno geopolítico médio-oriental, tais como a assistência humanitária a refugiados da região do Chifre da África, o combate ao extremismo religioso e a repressão à pirataria na região dos mares Índico, Arábico e Vermelho, entre outros.

Como forma de contribuir para o soerguimento socioeconômico iemenita, o Governo brasileiro tem, desde 2012, convidado e recebido sucessivas missões oficiais daquele país para treinamento e capacitação em tecnologias e políticas de desenvolvimento humano, combate à fome, extensão rural e implementação de programas de assistência social e escolaridade básica. Tais esforços culminaram na assinatura de Acordo-Quadro bilateral de Cooperação Técnica, em agosto de 2014, instrumento que norteará novas ações bilaterais de cooperação, tão logo concluído o processo de ratificação pelos signatários.”

 

Da Reuters

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Mais de 600 alunos são expulsos após pais subirem prédio para ‘passar cola’

Mais de 600 estudantes do ensino médio, no leste da Índia, foram expulsos dos exames de 10º ano realizados esta semana no país depois de terem sido flagrados “colando” na prova, segundo informou o Departamento de Educação do Estado de Bihar nesta sexta-feira (20).

O G1 publicou na quinta-feira (19) uma foto divulgada pela Associated Press que mostrava pais de alunos escalando um prédio para “passar cola” para os filhos. Vídeos com as imagens desta “escalada” também foram divulgados nas redes sociais e em canais de televisão da Índia.

Mais de 1,4 milhão de alunos de 1.200 escolas de ensino médio em todo o estado fazem esta prova. Eles enfrentam uma enorme pressão, porque precisam passar os exames para continuar nos estudos.

Os professores e funcionários do Departamento de Educação do Estado flagraram centenas de estudantes com pedaços de papel com anotações e até livros escolares escondidos para ajudar na prova.

“É praticamente impossível realizar exames justos sem a cooperação dos pais”, disse PK Shahi, ministro da Educação de Bihar. Ele disse que era impossível monitorar os 6 milhões de pais e amigos dos alunos que acompanham os estudantes para os centros de exame.

Os alunos que foram pegos “colando” vão ficar impedidos de fazer o exame por três anos, terão de pagar multa e podem ainda ser mandados à prisão.

Pais escalam prédio de escola para ajudar filhos a colarem em prova (Foto: AP Photo/Press Trust of India)
Pais escalam prédio de escola para ajudar filhos a colarem em prova (Foto: AP Photo/Press Trust of India)

Imagens de estudantes indianos colando descaradamente nas provas que fazem ao final do curso à vista dos supervisores viralizaram na Internet, causando deboches no Twitter e expondo as falhas do muito criticado sistema educacional de um Estado pobre do leste do país.

Na quinta-feira, o jornal Hindustan Times publicou uma foto de dezenas de homens subindo o muro de um centro de provas no Estado de Bihar e pendurados nos parapeitos das janelas, onde faziam aviões de papel com as respostas dos testes e jogavam para dentro das salas de aula.

“Deveríamos atirar neles?”, indagou Prashant Kumar Shahi, ministro da Educação de Bihar, em uma coletiva de imprensa depois que redes de televisão exibiram a foto incriminadora e expuseram o escândalo.

“Em média, quatro ou cinco pessoas ajudam cada aluno a usar meios ilegais”, disse Shahi, acrescentando ser impossível deter a prática se os pais incentivarem seus filhos.

Recompensa
As fraudes vêm aumentando desde que o governo do Estado passou a oferecer recompensas de 10 mil rupias (US$ 160) para estudantes das castas mais baixas capazes de responder cerca de metade das perguntas de suas provas, de acordo com a agência Reuters.

Neste ano, mais de mil alunos foram pegos colando em três dias e foram expulsos. As provas terminam no dia 24 de março.

Mas muitos pais culpam o governo e os professores pela incapacidade de Bihar de conter as fraudes. O governo do Estado foi acusado de contratar mais de 400 mil docentes sem verificar seu grau de proficiência. Nos dois últimos anos, mais de 12.500 deles foram reprovados em provas de competência, sendo incapazes de responder questões concebidas para alunos do quinto ano.

 

Do G1, em São Paulo

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Funcionários públicos pegam 15 anos de prisão por roubar ovos em Cuba

Da AFP

Foram desviados 8 milhões de ovos / Foto:FreeImagesForam desviados 8 milhões de ovosFoto:FreeImages

Um tribunal cubano condenou a penas entre cinco e 15 anos de prisão 18 funcionários públicos envolvidos no roubo de oito milhões de ovos de empresas estatais, informou a imprensa local. A Promotoria cubana havia pedido penas de até 20 anos de prisão.

“O desvio de mais de oito milhões de ovos liberados gerou um impacto econômico de 8.907.562 pesos (cerca de 356 mil dólares). Por este crime, foram punidos 18 cidadãos pertencentes à Unidade Empresarial de Base de Negócios e Distribuição de Ovos Havana e da Empresa Provincial de Comércio na capital”, indicou o jornal Granma.

O presidente Raul Castro lançou uma cruzada contra a corrupção na ilha comunista, que ele descreveu como “câncer” em 2009.

Durante a investigação sobre o roubo dos ovos “foram detectados erros contábeis, violações das obrigações por parte dos gestores, especialistas e motoristas, violações das rotas estabelecidas para a comercializações, e falsificação de notas”, informou o jornal.

O incidente ocorreu em 2012, quando os funcionários de ambas as empresas “elaboraram um plano para aumentar a sua riqueza de forma ilegal”.

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Acidente ferroviário deixa mais de 20 mortos no norte da Índia

Equipes de resgate trabalham em acidente de trem em Bachhrawan, na Índia, nesta sexta-feira (20) (Foto: Press Trust of India/AP)
Equipes de resgate trabalham em acidente de trem em Bachhrawan, na Índia, nesta sexta-feira (20) (Foto: Press Trust of India/AP)

Ao menos 21 pessoas, entre elas duas crianças, morreram e mais de 50 ficaram feridas no descarrilamento de um trem no norte da Índia, informaram as autoridades.

O acidente, cujas causas são desconhecidas até o momento, ocorreu a 50 km de Lucknow, capital do estado de Uttar Pradesh, no norte do país.

“O último balanço é de 21 mortos e mais de 50 feridos”, declarou o diretor de relações públicas da empresa ferroviária do norte, Neeraj Sharma.

“Os socorristas seguem trabalhando”, acrescentou.

Uma investigação teve início para saber se o acidente ocorreu devido a um erro do condutor do trem ou a uma falha dos freios, disse Sharma.

 

Da France Presse

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Tailandês é condenado a 18 meses de prisão por pichação contra o rei

Ophas Chansuksei é escoltado ao chegar a corte em Bangkok nesta sexta-feira (20) (Foto: Pornchai Kittiwongsakul/AFP)
Ophas Chansuksei é escoltado ao chegar a corte em Bangkok nesta sexta-feira (20) (Foto: Pornchai Kittiwongsakul/AFP)

Um homem de 67 anos foi condenado nesta sexta-feira (20) a 18 meses de prisão por um tribunal militar por ter escrito frases críticas ao rei da Tailândia no banheiro de um shopping center.

Ophas Chansuksei foi condenado a 36 meses de prisão, mas sua pena foi reduzida à metade depois que se declarou culpado.

Uma juíza militar leu rapidamente as mensagens, que não poderão ser reproduzidas na imprensa, nas quais o homem criticava principalmente o chefe da Junta militar, o general Prayut Chan-O-Cha, embora em uma das frases tenha feito referência ao monarca tailandês.

Desde que tomaram o poder através de um golpe de Estado em maio de 2014, os militares fizeram da luta contra o crime de lesa majestade seu cavalo de batalha, em um contexto de grande incerteza ligado à sucessão do monarca Bhumibol Adulyadej, de 87 anos.

 

Da France Presse

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Homem faz amizade com leoa e é recebido com ‘abraços’

Gruener começou a cuidar da leoa em 2012 (Foto: Tauana Films/BBC)
Gruener começou a cuidar da leoa em 2012 (Foto: Tauana Films/BBC)

Em 2012, Valentin Gruener resgatou uma leoa filhote e passou a criá-la sozinho em um parque de vida selvagem em Botswana. Agora, uma cena surpreendente se repete a cada vez que eles se encontram: a leoa pula em Gruener e o envolve em um abraço caloroso.

“Desde que a leoa chegou, há três anos, eu não saio daqui”, diz Gruener.

“Às vezes, por uma noite, eu vou até a cidade para resolver alguma coisa, mas fora isso eu fico aqui o tempo todo com a leoa.”

A leoa a quem ele tem dedicado sua vida é Sirga – uma filhote fêmea resgatada de uma jaula de um fazendeiro, que vivia tendo problemas com animais que atacavam o seu gado.

“Os leões haviam matado os outros dois ou três filhotes dentro da jaula, e a mãe abandonou o filhote que sobreviveu. Ela era muito pequena, tinha talvez dez dias de idade”, diz Gruener.

O fazendeiro, Willy de Graaf, pediu a Gruener para tentar salvá-la. Ele a levou para um parque de vida selvagem financiado por de Graaf e virou sua “mãe” adotiva, “alimentando-a e cuidando dela.”

“Era um bichinho fofo, parado ali, mas já era cheia de energia”, na época. “Eu sabia que logo mais ele ficaria dez vezes maior e teria de lidar com isso”, pensou ele na época.

“Você tem aquele bichinho fofo sentado ali, todo brincalhão e já bem agressivo” conta ele.

A leoa está bem maior agora, e quando Gruener abre a jaula ela ainda corre para cumprimentá-lo, jogando suas patas em volta do pescoço dele.

“Isso acontece todas as vezes que eu abro a porta. É uma coisa incrível cada vez que acontece, é uma coisa muito emotiva que ela faz: pular e me abraçar”, diz Gruener.

Ele explica a reação do felino. “No momento, ela não tem nenhum outro leão com ela na jaula e acho que, para ela, é como se eu fosse da sua espécie. Sou o único amigo dela. Leões são como gatos sociáveis, então ela sempre fica feliz ao me ver.”

Os companheiros passam seu tempo passeando entre os arbustos de Botswana, fazendo o tipo de coisas que gatos gostam, como ficar embaixo de árvores, brincar de luta e caçar.

“Eu não acho que temos que ensinar a leoa a caçar. Eles têm esse instinto, como um gato doméstico ou mesmo um cão. Qualquer gato consegue pegar um pássaro ou um rato. A leoa vai pegar um antílope quando for grande o suficiente “, diz Gruener.

“Eu dou a ela a chance de caçar, mais ou menos três vezes por semana. Cada caminhada leva cinco horas – às vezes chega a nove. A gente meio que caça junto e às vezes eu a ajudo, tento mostrar como fazer para matar alguma coisa, em vez de só pegar a presa”.

Depois que Sirga matou o primeiro animal, Gruener não sabia se seria seguro para ele ficar perto do leão. “Mas ela me participar”, diz ele. Agora, ele despacha os animais que a leoa não consegue matar rapidamente.

“É um pouco cruel porque ela pega o antílope e o deixa no chão; ela poderia simplesmente morder o pescoço do animal e matá-lo, mas não o faz. Fica empolgada, parece um gato brincando com um rato.”

Willy de Graaf deu a Gruener 500 hectares de terra para criar um “parque em miniatura” onde Sirga pudesse andar livremente, mas ela não vai ser solta na natureza. Não porque ela não tenha capacidade de sobreviver, diz Gruener, mas porque ela perdeu o medo dos seres humanos.

Com isso, ela pode se aproximar demais dos seres humanos, e se houver um acidente, ela pode acabar levando um tiro. “E esse não é o objetivo de criar um leão”, diz Gruener.

No parque, Sirga pode viver como um leão selvagem, mas permanece segura, diz ele. “Esse é o plano para o futuro dela.”

E seu próprio futuro? Gruener deixou de lado seu doutorado enquanto criava Sirga, e quase nunca a deixou sozinha.

“Se ela tiver um lugar maior para ficar e talvez um outro leão para fazer companhia, tenho certeza de que poderia me afastar daqui por mais tempo, para terminar meus estudos, por exemplo.”

“Mas enquanto ela precisar de mim, e enquanto eu sentir que quero estar lá para tornar sua vida melhor, isso será minha prioridade.”

“Eu duvido que alguma coisa vá mudar muito entre a gente.”

 

 

Da BBC

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