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Robô Curiosity detecta emissão de gás metano em Marte

Perfuração feita pelo Curiosity em Marte (Foto: JPL/NASA)

Perfuração feita pelo Curiosity em rocha permitiu encontrar moléculas orgânicas (Foto: JPL/NASA)

O robô americano Curiosity, que explora Marte, detectou picos de emissões de metano no planeta, disseram nesta terça-feira (16) os cientistas da missão. Eles não conseguiram ainda, no entanto, identificar a origem deste gás, que na Terra é gerado por organismos vivos e decomposição de matéria orgânica.

O gás “registra picos de aumento de 10 vezes, ou até mais em determinadas ocasiões ao longo de 60 dias marcianos”, informaram os autores do estudo, entre eles Christ Webster, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa.

“Esse aumento temporário — que sobe rápido e depois cai — nos diz que deve haver alguma fonte relativamente localizada”, disse em nota o pesquisador Sushil Atreya, da Universidade de Michigan. “Há muitas fontes possíveis, biológicas e não-biológicas, como a interação de água com rochas”, completou.

Os resultados das observações foram publicados na edição de segunda-feira da revista “Science” e, segundo informou a agência AFP, foram objeto de uma apresentação na conferência anual do sindicato de geofísicos americanos, reunidos em San Francisco.

O Curiosity também detectou diferentes moléculas orgânicas no pó de uma rocha denominada Cumberland que foi perfurada pelo robô. Foi a primeira detecção definitiva de partículas orgânicas em materiais da superfície de Marte. Essas moléculas orgânicas marcianas podem ter se formado em Marte ou ter chegado ali em meteoros.

As moléculas orgânicas, que contêm carbono e hidrogênio, são os “blocos de construção” da vida, embora possam existir sem a presença de vida. A própria nasa destaca que as análises de amostras de atmosfera e de pó de rocha apresentadas não revelam se Marte já abrigou seres vivos em algum momento. “Mas elas jogam luz sobre um planeta Marte moderno quimicamente ativo e em condições favoráveis para a vida no planeta no passado”, diz a agência espacial americana.

Foto divulgada pela NASA em 23 de junho mostra autorretrato do robô Curiosity em Marte (Foto: AP Photo/NASA, JPL-Caltech, MSSS, File)
Foto divulgada pela NASA em 23 de junho mostra autorretrato do robô Curiosity em Marte (Foto: AP Photo/NASA, JPL-Caltech, MSSS, File)
Do G1, em São Paulo

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Talibãs matam dezenas e fazem reféns em escola no Paquistão

Crianças deixam escola para filhos de militares que foi alvo de ataque dos talibãs nesta terça-feira (16); pelo menos 20 pessoas morreram (Foto: Khuram Parvez/Reuters)

Crianças deixam escola para filhos de militares que foi alvo de ataque dos talibãs nesta terça-feira (16); pelo menos 84 pessoas morreram (Foto: Khuram Parvez/Reuters)

Pelo menos 126 pessoas, a maioria crianças e adolescentes, foram mortos em um ataque do Talibã contra uma escola para filhos de militares em Peshawar, principal cidade do noroeste do Paquistão, informaram as autoridades locais. Outras 122 pessoas ficaram feridas, segundo a Reuters.

Segundo as autoridades do Paquistão, algumas crianças ainda eram feitas reféns por homens do Talibã dentro da escola. Os combates entre o exército e os criminosos na escola prosseguiam no meio da tarde. Segundo a polícia local, cinco militantes do Talibã foram mortos, e os outros integrantes do ataque eram procurados.

Policiais no local disseram ter ouvido três explosões. A polícia tinha dificuldades para conter os pais que estavam ao redor da escola e tentaram romper os bloqueios após ouvirem as explosões.

De acordo com a imprensa local, um grupo de seis insurgentes vestidos com uniformes do exército entrou na escola durante a manhã. As forças de segurança rodearam o edifício e entraram em confronto com os extremistas.

O exército iniciou uma operação de resgate no interior da escola que, segundo a imprensa local, encontra-se muito danificado pelos disparos e explosões. O local tem alunos com idades entre 10 e 18 anos.

O primeiro-ministro do Paquistão, Nawaz Sharif, classificou o ataque como uma “tragédia nacional”.

O ataque foi reivindicado pelo Talibã, que alegaram uma vingança pelos combatentes mortos na ofensiva militar na região de Peshawar. “Nós atacamos a escola porque o exército ataca nossas famílias. Queremos que eles sintam nossa dor”, disse o porta-voz do grupo, Muhammad Umar Khorasani.

Feridos são retirados de escola que foi atacada pelo Talibã nesta terça-feira (16) no Paquistão (Foto: Mohammad Sajjad/AP)
Feridos são retirados de escola que foi atacada pelo Talibã nesta terça-feira (16) no Paquistão (Foto: Mohammad Sajjad/AP)
Soldado monitoram proximidades de escola militar atacada pelo Talibã nesta terça-feira (16) no Paquistão (Foto: Mohammad Sajjad/AP)
Soldado monitoram proximidades de escola militar atacada pelo Talibã nesta terça-feira (16) no Paquistão (Foto: Mohammad Sajjad/AP)
Do G1, em São Paulo

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Suspeito da morte de 6 pessoas na Filadélfia é ex-militar

Bradley William Stone em foto não datada, cedida pela promotoria do condado de Montgomery (Foto: AP Photo/Montgomery County Office of the District Attorney)

Bradley William Stone em foto não datada, cedida pela promotoria do condado de Montgomery. (Foto: Montgomery County Office of the District Attorney / Via AP Photo)

O suspeito que é procurado pela polícia dos Estados Unidos pela morte de seis pessoas, nesta segunda-feira (15), na Filadélfia, é um ex-reservista da Marinha que combateu no Iraque e teve que deixar seu posto porque sofre de estresse pós-traumático, informou a imprensa local.

Os agentes estão buscando Bradley William Stone, de 35 anos, desde a manhã de segunda em uma grande operação policial pelos subúrbios da Filadélfia. O homem é suspeito de ter matado seis pessoas a tiros, entre elas sua ex-mulher.

A última pista aponta para as florestas de Doylestown, onde um homem – que se encaixa na descrição de Stone – foi visto depois que tentou assaltar um motorista com um canivete, mas foi surpreendido pelo mesmo, que abriu fogo contra ele.

Os agentes pediram aos moradores das áreas onde as vítimas foram encontradas e onde se acredita que o suspeito poderia estar foragido que não saiam de suas casas. Além disso, vários distritos decidiram suspender as aulas desta terça (16) por precaução.

As primeiras investigações indicam que as seis vítimas tinham algum tipo de parentesco com Stone, que também causou ferimentos pelo menos em mais uma pessoa, um adolescente.saiba mais

De acordo com a polícia, Stone está armado, é perigoso e provavelmente está vestindo algum tipo de uniforme militar, além de carregar uma muleta que usa para caminhar.

Os primeiros disparos aconteceram por volta das 4hs locais (7hde Brasília) da segunda-feira em uma residência do subúrbio de Souderton, onde os agentes encontraram o corpo de uma mulher.

Os outros corpos foram descobertos em outros dois edifícios de Souderton e, a princípio, foi informado que o suspeito estava entrincheirado em uma casa dessa cidade, localizada nos arredores da Filadélfia.

Depois, a busca por Stone se transferiu para Pennsburg, outro subúrbio da Filadélfia, e a última pista levou os agentes às florestas de Doylestown.

 

 

Da EFE

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Australianos prestam homenagem a vítimas de sequestro em café

Os australianos prestaram homenagens, nesta terça-feira (16), aos dois reféns mortos durantesequestro no Lindt Café de Martin Place, no centro financeiro de Sydney. Katrina Dawson, uma barista de 38 anos, e Tori Johnson, gerente da cafeteria, 34, morreram juntamente com o sequestrador, o iraniano Man Haron Monis, num drama que durou 16 horas.

Centenas de pessoas depositaram flores perto da cafeteria onde ocorreu a tragédia. Mais cedo, uma missa foi celebrada em homenagem às vítimas do sequestro.

A polícia da Austrália invadiu na madrugada de terça (horário local) a cafeteria, e, após ação de 30 segundos e diversos disparos, encerrou o sequestro no local. Além dos três mortos, seis pessoas ficaram feridas, informou a polícia. Uma brasileira estava entre os reféns e foi libertada com ferimentos num dos pés.

Ao todo, 17 reféns estavam no café na hora do sequestro. Cinco conseguiram fugir um pouco antes. A imprensa local australiana identificou o clérigo muçulmano Man Haron Monis como o sequestrador. Ele já foi acusado de enviar cartas de ódio e abuso sexual.

Durante uma cerimônia na catedral St Mary’s, que fica perto do local da tragédia, o distrito de Martin Place, no coração de Sydney, o arcebispo Anthony Fisher citou o “coração partido’ da cidade. “Aparentemente, durante uma tentativa, Tori Johnson tomou a arma do sequestrador, mas tragicamente aconteceu um disparo que o matou. No entanto, isto precipitou a intervenção da polícia e, no fim, a libertação da maioria dos reféns”, disse o religioso.

“Também, ao que parece, Katrina Dawson tentava proteger uma amiga grávida. Estes heróis estavam dispostos a sacrificar suas vidas para que outros pudessem viver”, afirmou o arcebispo. Katrina era estudante de direito e mãe de três filhos.

A polícia não confirmou a luta entre o gerente do café e o sequestrador e destacou que a investigação sobre os acontecimentos ainda está em curso.

Segundo Andrew Scipione, chefe de polícia de Nova Gales do Sul (estado do qual Sydney é a capital), vários tiros foram disparados enquanto o sequestro estava em andamento, o que levou os policiais a tomarem a decisão de invadir o local.

Policiais fortemente armados são vistos do lado de fora do café Lindt, onde pessoas eram mantidas reféns, no centro de Sydney, na Austrália (Foto: Jason Reed/Reuters)
Policiais fortemente armados são vistos do lado de fora do café Lindt, onde pessoas eram mantidas reféns, no centro de Sydney, na Austrália (Foto: Jason Reed/Reuters)

Motivações desconhecidas
“Acreditamos que ninguém tinha sido ferido até a polícia entrar”, acrescentou. Entre os feridos, há um policial, que está no hospital em boas condições. O policial foi ferido no rosto, segundo a TV “ABC”. Ele estaria animado e “feliz por estar vivo”.

As motivações do ataque ainda são desconhecidas.

Nas primeiras horas do sequestro, imagens da emissora de TV Channel 7 mostraram pessoas com as mãos para o alto e uma bandeira negra fixada em uma vidraça da lanchonete com um texto em árabe no qual se lia “Não há outro Deus que Alá e Maomé é o mensageiro de Deus”.

Imagem de arquivo sem data cedida pela TV australiana ABC mostra o iraniano Man Haron Monis, identificado como sequestrador do Cafe em Sydney, durante uma entrevista (Foto: ABC TV/Reuters)
Imagem de arquivo sem data cedida pela TV australiana ABC mostra o iraniano Man Haron Monis, identificado como sequestrador do Cafe em Sydney, durante uma entrevista (Foto: ABC TV/Reuters)

Mais de 40 grupos muçulmanos australianos condenaram a tomada de reféns. “Nós rejeitamos qualquer tentativa de tirar vidas inocentes de seres humanos ou de instilar medo e terror em seus corações”, afirmam em um comunicado, que chamou a tomada de reféns de “ato desprezível”.

Brasileira refém
A família da brasileira Marcia Mikhael afirmou que ela foi libertada do sequestro com ferimento no pé e que passa bem.

A brasileira Marcia Mikhael (Foto: Reprodução/Facebook)

A brasileira Marcia Mikhael (Foto: Reprodução)

O sequestro começou por volta das 21h de domingo (14) no horário de Brasília – 10h da manhã de segunda no horário local. Cerca de sete horas depois, cinco reféns deixaram o local.

Após horas sem movimento, outro refém conseguiu escapar, seguido por mais cinco pessoas.

Logo depois equipes da polícia invadiram o local. Diversos disparos foram feitos no local, e também foram ouvidos outros sons altos. Em seguida os disparos cessaram e a movimentação policial diminuiu, restando apenas o barulho de um alarme de incêndio.

Após a movimentação, um robô do esquadrão antibombas foi visto entrando no prédio. Houve relatos mais cedo de que o sequestrador estaria com uma bomba.

Sequestrador
A imprensa local identificou o clérigo muçulmano Man Haron Monis como o sequestrador. Segundo a rede australiana “9News”, Monis nasceu Manteghi Bourjerdi e se mudou do Irã para a Austrália em 1996. Ele teria sido processado em 2009 após uma campanha de cartas de ódio para protestar contra a presença das tropas australianas no Afeganistão e foi condenado a 300 horas de trabalho comunitário em setembro de 2013.

Em novembro do ano passado, segundo a mesma emissora, ele voltou aos noticiários após ser suspeito de ter orquestrado o assassinado da ex-mulher Noleen Pal, que foi encontrada esfaqueada em um apartamento. Em abril deste ano, ele foi acusado de abusar sexualmente de sete mulheres enquanto trabalhava como um “curandeiro espiritual” em Wentworthville. Em outubro ele foi acusado de outros 40 crimes sexuais relacionados ao seu trabalho como líder espiritual.

Ainda de acordo com a rede de notícias, o xeique Haron, como é conhecido, estava em liberdade mediante fiança.

Reféns libertados
Por volta das 2h45, três homens saíram da lanchonete. Dois deles deixaram o local pela entrada da lanchonete e outro pela saída de emergência. Por volta das 4h15, duas mulheres deixaram a cafeteria.

Prédios ao redor do café foram esvaziados, dentre eles o Consulado dos Estados Unidos no país e também a Ópera House, principal ponto turístico da cidade, que cancelou suas apresentações até esta terça. O Consulado dos EUA também ficará fechado nesta terça.

O Consulado do Brasil, que fica na área isolada pela polícia, estava fechado nesta segunda, mas mantinha contato com seus funcionários para obter e conceder informações.

 

 

Do G1, em São Paulo

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Policial envolvido em morte de brasileiro na Austrália é condenado

Roberto Laudisio Curti, de 21 anos, morto pela polícia de Sydney (Foto: Reprodução/TV Globo)

Roberto Laudisio Curti, de 21 anos, morto pela polícia de Sydney (Foto: Reprodução/TV Globo)

Um tribunal australiano considerou culpado nesta terça-feira (16) um dos policiais envolvidos na morte do estudante brasileiro Roberto Curti, que foi atingido por disparos de taser durante uma perseguição em Sydney em março de 2012, mas o agente não cumprirá pena na prisão.

A juíza Claire McFarlane de um tribunal local condenou o policial Damian John Ralph, mas optou por deixá-lo em liberdade condicional após pagamento de fiança. Com isso, o agente não poderá cometer nenhum crime durante os próximos dois anos, informou a agência local ‘AAP’.

Outros três policiais envolvidos no incidente, Eric Lim, Scott Edmondson e Daniel Barling, foram absolvidos, segundo a ‘AAP’.

Roberto morreu após ser perseguido por mais de dez policiais, que o atingiram com choques elétricos por 14 vezes. Os policiais foram atrás do jovem depois que ele roubou dois pacotes de biscoitos em uma loja no centro de Sydney.

Antes do incidente, o estudante brasileiro, de 21 anos, tinha sofrido um surto psicótico e estava correndo pelo centro da cidade após tomar LSD.

Em dezembro de 2013, a Comissão de Integridade da polícia da Austrália anunciou sua decisão de indiciar Lim e Ralph por agressão, e Edmondson e Barling por agressão, com agravante de lesão corporal.

A promotoria do estado de Nova Gales do Sul, cuja capital é Sydney, recomendou que os agentes fossem indiciados por considerar que as provas contra eles eram suficientes, após avaliar um relatório da própria comissão policial.

A perícia médica sobre a morte de Roberto determinou em novembro de 2012 que os agentes agiram de forma brutal, imprudente e perigosa ao deter o jovem utilizando taser e aerossóis paralisantes de pimenta.

As pistolas elétricas – taser – provocam descargas de 400 volts e são utilizadas pelas forças de segurança em países como Austrália, Reino Unido e Estados Unidos para dominar suspeitos em situações que não justificam o uso de armas de fogo.

No entanto, organizações como a Anistia Internacional denunciam que a arma já causou dezenas de mortes e podem ser utilizadas para torturar os detidos.

Imagem do vídeo de circuito interno da loja de departamentos no dia da morte do brasileiro (Foto: Reprodução de vídeo)
Imagem do vídeo de circuito interno da loja de departamentos no dia da morte do brasileiro (Foto: Reprodução de vídeo)
Da EFE

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Espanha e Marrocos detêm suspeitos de recrutar mulheres para o EI

Sete pessoas foram detidas nesta terça-feira (16) na Espanha e em Marrocos em uma operação contra o recrutamento de mulheres que seriam enviadas para a Síria e o Iraque, para atuar pelo grupo Estado Islâmico (EI), anunciou o ministério espanhol do Interior.

Quatro mulheres, incluindo uma menor de idade, e três homens foram detidos em Barcelona, nos territórios espanhóis de Ceuta e Melilla e na cidade marroquina de Castillejos, a 2 km de Ceuta.

A operação em coordenação com o governo marroquino prosseguia nesta terça-feira, segundo um comunicado oficial.

Os detidos são acusados de integrar uma rede de recrutamento e envio de mulheres para a frente Síria-Iraque do EI.

Quase 100 espanhóis teriam viajado para integrar o EI nos dois países, informou no mês passado o embaixador da Espanha no Iraque, José María Ferré.

O fenômeno preocupa Madri. Em agosto, uma adolescente de 14 anos foi detida em Ceuta quando se preparava para viajar ao Oriente Médio.

 

Da France Presse

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Filipinas acham banheira, PlayStation 4 e até boneca inflável em presídio

As autoridades das Filipinas descobriram até uma boneca inflável nas celas do presídio New Bilibid, em Muntinlupa. Durante a checagem, também foram encontrados diversos outros objetos proibidos, como uma banheira de hidromassagem, equipamentos de música, uma TV de tela plana de 48 polegadas e um aparelho PlayStation 4, segundo a imprensa local.

Autoridades das Filipinas descobriram até boneca inflável nas celas do presídio New Bilibid (Foto: Reprodução/YouTube/ABS-CBN News )
Autoridades das Filipinas descobriram até boneca inflável nas celas do presídio New Bilibid (Foto: Reprodução/YouTube/ABS-CBN News )
Banheira de hidromassagem foi um dos itens encontrados (Foto: Reprodução/YouTube/ABS-CBN News)
Banheira de hidromassagem foi um dos itens encontrados (Foto: Reprodução/YouTube/ABS-CBN News)
Do G1, em São Paulo

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Há possibilidade de ter uma brasileira sequestrada em Sydney, diz estudante

Polícia australiana faz cerco à cafeteria onde homem mantém mais de 40 reféns (Foto: Reprodução/GloboNews)

Polícia australiana faz cerco à cafeteria onde homem mantém reféns (Foto: Reprodução/GloboNews)

 

O estudante Vinicius Fonseca conta que os brasileiros que vivem na Austrália estão preocupados. Há mais de doze horas, um homem mantém mais de 40 pessoas reféns em uma cafeteria no centro financeiro de Sydney. “Há possibilidade ter uma brasileira lá dentro”, conta Fonseca.

O brasileiro relata que estava na aula quando a ação começou. “De repente, a escola começou a avisar que estava tendo um ataque terrorista. Fui trabalhar com medo. O tráfego de ônibus está parado. Há um medo de andar na rua”, diz o estudante. Ele ressalta que o principal medo na cidade é de que aconteçam explosões em Martin Place.

Antes de liberar cinco reféns, o sequestrador obrigou um deles a exibir na janela uma bandeira preta com inscrições em árabe onde se lia “Não existe nenhum Deus além do Deus Alah”. O número exato de reféns na cafeteria não foi divulgado.

 

 

Do G1 – Globo News

 

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Bélgica tem greve geral contra austeridade

Rede de transporte de trens de passageiros em Bruxelas foi afetada pela greve geral na Bélgica nesta segunda, 15 de dezembro, contra planos de cortes do governo  (Foto: Francois Lenoir/Reuters)

Rede de transporte de trens de passageiros em Bruxelas foi afetada pela greve geral na Bélgica nesta segunda, 15 de dezembro, contra planos de cortes do governo (Foto: Francois Lenoir/Reuters)

Os sindicatos belgas convocaram para esta segunda-feira (15) uma greve geral contra a política de austeridade do governo, que deve paralisar grande parte do transporte aéreo e terrestre no país.

Quase 600 voos com destino e chegada a Bruxelas serão cancelados durante o dia, em consequência da greve de 24 horas dos controladores aéreos.

Os aeroportos de Charleroi, Liege, Antuérpia também serão afetados.

As ferrovias belgas cancelaram as viagens a partir da noite de domingo.

As viagens dos trens Eurostar e Thalys até Bruxelas também foram canceladas.

A greve também afeta os ônibus, bondes e metrô, assim como as escolas, comércios, fábricas e prédios do governo em todo o país.

O movimento de protesto começou no mês passado com uma passeata de 10 mil pessoas em Bruxelas que terminou com mais de 100 agentes de polícia feridos.

Os sindicatos protestam contra os planos do primeiro-ministro de centro-direita Charles Michel para reduzir o ajuste de salários automático de acordo com a inflação, realizar cortes no setor público e aumentar a idade para a aposentadoria.

 

 

Da France Presse

 

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China admite ter executado um inocente em 1996

As autoridades chinesas admitiram nesta segunda-feira que executaram em 1996 um rapaz de 18 anos por um crime que não cometeu, um reconhecimento pouco comum em um país com frequentes erros judiciais.

O rapaz de etnia mongol, condenado à morte por violência e assassinato na região da Mongólia Interior, foi executado de imediato, mas, em 2005, outro homem confessou o mesmo crime.

As provas que levaram ao veredicto de execução eram insuficientes e não determinantes, afirmou o júri de Hohhot em um novo julgamento divulgado nesta segunda-fera.

O tribunal decidiu então declarar o réu executado, de nome Hugjiltu, inocente.

A família do condenado lutou durante dez anos para provar sua inocência.

As redes sociais chinesas mostraram imagens do vice-presidente do tribunal pedindo desculpas aos pais e oferecendo 30.000 yuanes (3.900 euros) em termos de indenização. As desculpas, no entanto, não foram confirmadas pela imprensa oficial.

 

Da France Presse

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