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Meninas desaparecidas já entraram na Síria, confirma polícia britânica

Imagens da polícia de Londres mostram as adolescentes Kadiza Sultana, de 17 anos, Shamima Begum e Amira Abase, ambas de 15, passando pelo controle de segurança no aeroporto de Gatwick antes de pegar um voo para a Síria no dia 17 de fevereiro (Foto: Metropolitan Police/AP)

Imagens da polícia de Londres mostram as adolescentes Kadiza Sultana, de 17 anos, Shamima Begum e Amira Abase, ambas de 15, passando pelo controle de segurança no aeroporto de Gatwick antes de pegar um voo para a Síria no dia 17 de fevereiro (Foto: Metropolitan Police/AP)

A polícia britânica confirmou que as três estudantes de Londres que viajaram à Turquia já entraram na Síria. Acredita-se que as jovens estão indo se juntar ao grupo terrorista Estado Islâmico.

As amigas Amira Abase, de 15 anos, Shamima Begum, também de 15, e Kadiza Sultana, de 16, viajaram para Istambul a partir de Londres em 17 de fevereiro.

Segundo a Globo News, elas atravessaram a fronteira da Turquia para a Síria há quatro ou cinco dias, de acordo com autoridades.

As meninas teriam cruzado a fronteira com a ajuda de atravessadores locais. As autoridades turcas também estão ajudando nas buscas das adolescentes.

A situação das meninas provocou preocupação generalizada na Grã-Bretanha. O primeiro-ministro britânico, David Cameron, pediu às empresas de mídia social que façam mais para lidar com o extremismo online, dizendo que as meninas pareciam ter sido radicalizadas dentro “de seus quartos”.

Ele também disse que as companhias aéreas precisam de novos sistemas para evitar que crianças viajem desacompanhadas.

As três são amigas de uma quarta adolescente da mesma escola que a polícia acredita que já esteja na Síria, após viajar à Turquia em dezembro.

No dia 17 de fevereiro, as adolescentes disseram aos pais que iriam ficar um dia fora e viajaram para Istambul.

O número de jovens europeus que estão aderindo à luta do Estado Islâmico preocupa as autoridades.

 

Do G1 em São Paulo

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MP da Venezuela indiciará policial por morte de jovem em protesto

Um garoto com sangue no peito gesticula com policiais após Kluiver Roa, um estudante de 14 anos, ter sido morto em um protesto na cidade de San Cristobal, na Venezuela (Foto: Carlos Eduardo Ramirez/Reuters)

Um garoto com sangue no peito gesticula com policiais após Kluiver Roa, um estudante de 14 anos, ter sido morto em um protesto na cidade de San Cristobal, na Venezuela. (Foto: Carlos Eduardo Ramirez / Reuters)

O Ministério Público (MP) da Venezuela anunciou que indiciará o policial suspeito de envolvimento na morte do adolescente Kluiverth Roa, de 14 anos, ocorrida nesta terça-feira (24), durante protesto na cidade de San Cristóbal.

O rapaz foi morto perto da Universidade Católica de Táchira, durante o confronto entre estudantes e policiais em uma manifestação contra o governo.

“O Ministério Público vai denunciar, nas próximas horas, o oficial da Polícia Nacional Bolivariana, Javier Mora Ortiz, pelo suposto vínculo com a morte de um adolescente de 14 anos, ocorrida nesta terça-feira, 24 de fevereiro, durante uma manifestação em San Cristóbal”, informou o órgão em um comunicado.

Atingido por uma bala na cabeça, o estudante Kluiverth Roa foi levado para o Hospital Central, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Em seu programa noturno de televisão das terça-feiras, o presidente Nicolás Madurocondenou a morte do estudante, ‘que aconteceu no momento, em que um grupo de garotos encapuzados estava em atividades de protestos e de geração de violência’.

“Nesse momento, aconteceu um fato inverossímil. Alguns policiais passaram por ali, se envolveram em uma briga – dizem os policiais que foram cercados, agredidos e atacados com pedras -, e um dos policiais acionou a espingarda de pressão e assassinou esse garoto”, relatou.

Mais uma vez, o presidente afirmou que, na Venezuela, há ‘grupos de ultradireita, envenenando nossos meninos’, e pediu aos jovens que não participem de manifestações violentas.

Estudante de 14 anos Kluiver Roa é carregado após morrer em um protesto em San Cristobal, na Venezuela (Foto: Reuters)
Estudante de 14 anos Kluiver Roa é carregado após morrer em um protesto em San Cristobal. (Foto: Reuters)

A ministra do Interior e da Justiça, a almirante Carmen Meléndez, explicou que, após sua detenção, o policial ‘declarou ter efetuado um disparo no estudante com uma espingarda com balas de borracha’. O MP apontou dois procuradores para investigarem o caso.

Não foi divulgado se o rapaz participava do protesto.

Essa morte acontece semanas depois de o governo ter autorizado a seus agentes o uso de ‘força letal’ para controlar a ordem pública.

Em nota, a União de Nações Sul-Americanas (Unasul) disse ‘lamentar’ a morte do estudante.

Nesta terça pela manhã, cerca de 200 manifestantes que protestavam contra a crise econômica entraram em confronto com a polícia nas imediações da Universidade Católica de Táchira, constatou um fotógrafo da AFP.

Segundo a ONG Foro Penal, 17 pessoas foram detidas. Testemunhas relataram à AFP que há dois feridos, um deles a bala. A imprensa local também relatou pequenos confrontos durante manifestações contra o governo em outras cidades do oeste, como Mérida e Maracaibo.

Capital de Táchira, San Cristóbal foi berço dos protestos estudantis de fevereiro do ano passado, que logo se estenderam por cerca de 20 cidades em todo o país. Pelo menos 43 pessoas morreram de fevereiro a maio de 2014.

 

 

Da France Presse

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Homem invade loja com espingarda e mata 3 pessoas na Coreia do Sul

Um homem invadiu, nesta quarta-feira (25), uma loja em Sejong, no oeste da Coreia do Sul, portando uma espingarda e realizou vários disparos que resultaram na morte de três pessoas, um incidente que, segundo as primeiras investigações policiais, foi aparentemente um crime passional.

O principal suspeito, de 50 anos e identificado pelo sobrenome Kang, foi encontrado morto horas depois, provavelmente por suicídio, confirmou a polícia à rede de televisão sul-coreana “CBS”.

Kang disparou com uma espingarda várias vezes, supostamente com o objetivo de atingir o pai, o irmão e o atual companheiro de sua ex-namorada, as três vítimas do crime que aconteceu na cidade localizada a cerca de 120 km ao sul de Seul.

O irmão mais velho da ex-namorada de Kang, de 50 anos e de sobrenome Kim, era o dono da loja onde ocorreu o crime.

Kim estava com seu pai, de 74 anos, e com o atual companheiro de sua irmã, de 52, quando o assassino entrou no recinto portando uma espingarda. Após disparar contra os três, o suspeito ateou fogo ao estabelecimento e fugiu em um carro, que foi achado pela polícia na cidade vizinha de Gongju, pouco antes de encontrar seu corpo na margem do Rio Geum, com um disparo na cabeça, no que aparentemente foi um suicídio.

As três vítimas foram transferidas para hospitais da região, mas os médicos não puderam salvar suas vidas.

O suspeito tinha porte de armas e possuía a espingarda legalmente. No entanto, segundo as leis locais, é ilegal manter armamento em casa e o mesmo deve permanecer sob custódia da polícia.

Com isso, Kang teria alegado algum motivo para recolher a espingarda na delegacia duas horas antes do crime, o que será investigado pela polícia, informou a emissora CBS.

Trata-se de um caso incomum na Coreia do Sul, um país no qual a posse de armas é estritamente controlada e a caça quase não é praticada devido às reduzidas dimensões do país e sua superpopulação.

 

Da EFE

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Americano faz pausa para tomar café após roubar banco e acaba preso

Acusado de roubar um banco em Lodi, no estado de Nova Jérsei (EUA), o americano Michael J. Cassano, de 38 anos, acabou preso depois que parou para tomar um café em uma rede de fast-food que fica a uma quadra de distância do local do assalto.

Michael J. Cassano parou para tomar café após roubar banco e acabou preso (Foto: Maywood Police Department)
Michael J. Cassano parou para tomar café após roubar banco e acabou preso (Foto: Maywood Police Department)

Segundo a polícia, o acusado entrou no banco na segunda-feira, aproximou-se do caixa e, após ameaçá-lo com uma arma de ar comprimido, exigiu dinheiro. Cassano acabou fugindo com US$ 4 mil. Após ser reconhecido por testemunha, ele acabou preso.

 

Do G1, em São Paulo

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EUA nomeiam primeiro embaixador na Somália desde 1991

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, nomeou nesta terça-feira o primeiro embaixador do país na Somália desde 1991, a diplomata Katherine S. Dhanani.

“Esta histórica indicação destaca o aprofundamento das relações entre EUA e Somália e também nos permite evidenciar o progresso do povo somali emergindo de décadas de conflito”, informou em uma nota a porta-voz do Departamento de Estado, Jen Psaki.

“A Somália tem um trabalho considerável a ser concluído em sua transição para uma nação pacífica, democrática e próspera. Os Estados Unidos estão comprometidos em apoiar o país neste trabalho como um firme parceiro”, acrescentou Psaki no comunicado.

Se Dhanani for aprovada pelo Senado, liderará a Missão dos Estados Unidos na Somália, com base na embaixada do país em Nairóbi (Quênia).

“Quando as condições de segurança permitirem, buscaremos aumentar nossa presença diplomática na Somália e vamos reabrir eventualmente nossa embaixada em Mogadíscio”, a capital do país.

 

Da EFE

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Legalização da maconha entra em vigor no Alasca

Charlo Greene, ex-repórter de TV e dona do Alaska Cannabis Club, fuma maconha em foto do dia 20 de fevereiro (Foto: Mark Thiessen/AP)

Charlo Greene, ex-repórter de TV e dona do Alaska Cannabis Club, fuma maconha em foto do dia 20 de fevereiro (Foto: Mark Thiessen/AP)

O Alasca se tornou nesta terça-feira (24) o terceiro estado norte-americano a legalizar o uso recreativo da maconha, mas os defensores da legalização não esperam a realização de grandes celebrações, visto que permanece ilegal o consumo público da droga.

Na maior cidade do estado, Anchorage, policiais estão prontos para começar a distribuir as multas de US$ 100 previstas, para garantir que o consumo permaneça sendo feito entre portas fechadas.

O Alasca se juntou aos estados de Washington e Colorado a ter o consumo de maconha legalizado.

Uma das envolvidas na campanha pela legalização foi a repórter Charlo Greene. Ela trabalhava em um canal de TV do Alasca epediu demissão ao vivo em setembro. Na época, ela soltou um palavrão no ar, e disse que fez isso com objetivo de trazer luz ao debate em favor da legalização da maconha no estado.

Greene, que trabalhava na emissora “KTVA”, um canal filiado à “CBS”, tinha terminado de apresentar uma notícia sobre o uso de maconha medicinal em Anchorage (Alasca), quando revelou que ela mesma era a proprietária do local.

“Dedicarei todas minhas forças em lutar pela liberdade e justiça, que começa por legalizar a maconha no Alasca. Para isso, não tenho mais alternativas do que deixar o programa. Estou indo embora”, disse ao vivo a jornalista.

Peter Lomonaco, co-fundador do Alaska Cannabis Club, acende cigarro de maconha de Charlo Greene, CEO do clube, em foto de 20 de fevereiro (Foto: Mark Thiessen/AP)
Peter Lomonaco, co-fundador do Alaska Cannabis Club, acende cigarro de maconha de Charlo Greene, CEO do clube, em foto de 20 de fevereiro (Foto: Mark Thiessen/AP)

Em novembro, os eleitores aprovaram a legalização com 53% dos votos a favor.
A medida entrou em vigor, entretanto, apenas nesta terça. A partir de agora, os adultos que vivem no estado podem não apenas consumir e ter maconha em sua posse, mas também podem transportá-la, cultivá-la e dá-la a outras pessoas.

Uma segunda fase do processo, que criará um mercado regulado e taxado, não começará antes de 2016.

Enquanto a posse de maconha não é mais um crime no estado, consumir a droga em público renderá mula de US$ 100.

 

Da AP

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Seca na Califórnia gera perdas e afeta emprego na agricultura

Cannon Michael reduziu sua área de plantação por causa da seca (Foto: BBC)

Cannon Michael reduziu sua área de plantação por causa da seca (Foto: BBC)

As fortes chuvas do início do ano devolveram o verde no vale do San Joaquin, importante região agrícola no centro da Califórnia. Mas em sua caminhonete 4X4, Cannon Michael diz que os temporais não lhe fizeram rever a decisão de reduzir sua área de plantio.

“Aqui a agricultura depende da irrigação, e, sem garantias de que vou poder usar água como antes, não tenho opção que não deixar de plantar”, ele diz à BBC Brasil.

Responsáveis por 80% do consumo hídrico da Califórnia num ano normal, os agricultores têm sido o grupo mais afetado pela grave seca que o Estado enfrenta.

Restrições à irrigação no Estado têm provocado um duro embate entre fazendeiros e agências reguladoras. A disputa se insere num debate mais amplo sobre o uso intensivo de água por agricultores americanos e o esgotamento de aquíferos no país.

Seis gerações
Michael diz que em 2014 sua oferta de água para irrigação foi cortada em 40%. A redução, segundo ele, o impediu de semear 3 quilômetros quadrados de terras ou 7% da propriedade, que está nas mãos da família há seis gerações e produz tomate, milho, algodão e alfafa, entre outros gêneros.

O fazendeiro afirma que a diminuição em sua área de plantio só não foi maior porque sua licença de irrigação é uma das mais antigas do Estado – o que lhe garante cortes menores – e porque nos últimos anos instalou em boa parte da propriedade canais de irrigação por gotejamento, sistema que reduziu seu consumo de água.

Em algumas regiões do Estado, fazendeiros com licenças de irrigação mais recentes receberam em 2014 apenas 5% da sua cota anual de água, ou até menos.

 Associação de fazendeiros contabiliza 17 mil empregos a menos por causa da seca  (Foto: BBC)
Associação de fazendeiros contabiliza 17 mil empregos a menos por causa da seca (Foto: BBC)

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, os cortes fizeram com que entre 400 mil e 700 mil acres (algo entre 200 e 353 campos de futebol) deixassem de ser cultivados no Estado no ano passado. A Califórnia é o maior exportador agrícola dos Estados Unidos e produz metade das frutas e legumes cultivados no país.

Muitos agricultores compensaram os cortes retirando mais água de reservas subterrâneas em suas propriedade, já que as restrições só se aplicam aos canais de irrigação. Um estudo da Universidade da Califórnia em Davis estima que essas ações geraram aos agricultores um custo extra de US$ 1 bilhão (R$ 2,67 bilhões) em suas contas elétricas no ano passado.

Uma associação de fazendeiros locais afirma ainda que a menor oferta de água fechou 17 mil vagas de trabalho no campo e causou um prejuízo de US$ 2 bilhões (R$ 5,74 bilhões) aos agricultores californianos em 2014.

Derretimento de geleiras
Em sua fazenda no município de Los Banos, Cannon não questiona a gravidade da seca. Na sede da propriedade, ele exibe uma apresentação com fotos de satélites das geleiras que abastecem os principais rios e represas da Califórnia. As imagens mostram que o volume das geleiras tem diminuído ano após ano.

Cannon afirma que, para ele e boa parte dos agricultores da Califórnia, o volume das geleiras é mais importante do que o nível de chuvas no Estado. É que como o gelo derrete aos poucos, ele garante ao sistema hídrico um fluxo de água mais regular ao longo do ano.

Com a redução das geleiras, diz ele, era natural que os agricultores fossem prejudicados. Mas Cannon afirma que os cortes foram exagerados e que o setor tem pagado um preço muito alto por regulamentações ambientais aprovadas nas últimas décadas.

Desde os anos 1990, o governo americano passou a restringir a irrigação em partes da Califórnia para garantir um fluxo mínimo de água nas bacias do Estado. A medida visava a recuperar populações de peixes que estavam em declínio, principalmente o salmão, e atendia a pedidos de pescadores, ambientalistas e grupos indígenas.

Para Cannon, porém, as ações não surtiram os efeitos pretendidos. “Não há mais salmões hoje do que antes, e as medidas prejudicaram muito os agricultores.”

Já os defensores das restrições dizem que elas impediram a extinção dos salmões e que a sobrevivência da espécie é crucial para o equilíbrio ecológico nas bacias.

Esgotamento dos aquíferos
Para Thomas Harter, professor de hidrologia da Universidade da Califórnia em Davis, em algumas áreas do Estado o uso de água subterrânea por agricultores tem ocorrido num ritmo mais veloz que o reabastecimento dessas reservas, que ocorre principalmente por meio de chuvas.

Ele diz que o volume dos aquíferos do Estado tem baixado 2,4 trilhões de litros por ano, o equivalente a 5% de toda a água consumida no Estado anualmente.

 "Reze pela chuva", diz a faixa - um retrato da seca que castigou o estado nos últimos anos  (Foto: BBC)
“Reze pela chuva”, diz a faixa – um retrato da seca que castigou o estado nos últimos anos (Foto: BBC)

O mesmo fenômeno tem se dado na vasta região dos Altos Planos, que abarca porções de oito Estados no centro do país e é grande produtora de grãos. Segundo a agência de pesquisas geológicas do governo americano, o aquífero de Ogallala, principal fonte de água para os agricultores locais, encolheu 328 trilhões de litros desde que começou a ser usado para irrigação, nos anos 1950.

Um estudo da Academia Nacional de Ciências diz que, em alguns trechos, o aquífero já perdeu até 30% de sua capacidade e perderá outros 39% nos próximos 50 anos caso os padrões de irrigação se mantenham.

Segundo Harter, para reverter a tendência de esgotamento dos aquíferos californianos, é preciso não só diminuir o uso de água subterrânea como reduzir as áreas de plantio, além de poupar mais água nas cidades.

Os agricultores, no entanto, não parecem dispostos a aceitar novas restrições. Para Michael Cannon, mais barreiras aumentarão os preços de frutas e verduras nos mercados do país.

“Quando os preços subirem, os ricos poderão pagar mais para continuar tendo acesso a produtos frescos, mas os pobres terão que comer mais produtos industrializados. E ninguém parece se preocupar com a saúde dessas pessoas.”

 

 

Enviado especial da BBC Brasil a Los Banos (Califórnia)

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Tiroteio em campus universitário dos EUA deixa 3 feridos

Um tiroteio no campus da Universidade Bethune-Cookman, em Daytona Beach, na Flórida,Estados Unidos, deixou três pessoas feridas na noite desta segunda-feira (23) . Dois suspeitos foram detidos pelas forças policias, informou a imprensa local.

Nenhum dos feridos corre risco de morte, e, por enquanto, só se sabe que são homens, mas não há informações se são estudantes do centro.

Segundo a versão policial, o tiroteio começou por causa de uma briga provocada por dois homens que chegaram ao centro universitário em um veículo. Um deles fez pelos menos seis disparos com arma de fogo.

Apesar de as investigações ainda estarem em andamento, os agentes consideram que os feridos não tinham envolvimento com a briga.

Uma das vítimas recebeu atendimento no campus, enquanto os outros dois foram transferidos para o hospital Halifax Health Medical Center.

A polícia prendeu dois homens suspeitos de serem os autores do incidente, mas ainda não foram divulgados mais detalhes sobre o caso.

 

Da EFE

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Vulcão ‘potencialmente perigoso’ é descoberto na Colômbia

Imagem divulgada pelo Seriço Geológico colombiano mostra região onde novo vulcão foi descoberto (Foto: Servicio Geológico Colombiano/Divulgação)

Imagem divulgada pelo Seriço Geológico colombiano mostra região onde novo vulcão foi descoberto (Foto: Servicio Geológico Colombiano/Divulgação)

Um vulcão, “potencialmente perigoso” e batizado como El Escondido, foi descoberto por pesquisadores da Colômbia a cerca de 1.700 metros de altura sobre o nível do mar, no departamento de Caldas, região central do país, informou nesta segunda-feira (23) o Serviço Geológico Colombiano (SGC).

“Este vulcão está no flanco oriental da Cordilheira Central (uma das três principais partes em que a Cordilheira dos Andes se divide ao sul da Colômbia). É uma área em que normalmente não pensaríamos que fosse haver vulcões”, explicou à AFP a geóloga María Luisa Monsalve, que coordenou grupo de pesquisa.

Os estudos, iniciados em 2013, apontam que o vulcão teve sua última atividade há aproximadamente 30 mil anos, explicou a cientista.

Potencialmente perigoso
“É um vulcão que tem características que o tornam muito explosivo”, disse Monsalve. Por isso, o SGC o considera “potencialmente perigoso”.

O foco vulcânico está localizado na Selva de Florença, em um ambiente arborizado na jurisdição do município de Samaná, com uma estrutura muito similar ao vulcão Cerro Machín, no departamento vizinho de Tolima.

A pesquisadora afirmou que esta estrutura não foi descoberta antes porque não está em uma área onde se encontravam outros vulcões e porque sua aparência é parecida a de qualquer montanha com vegetação espessa.

El Escondido
“Esta estrutura não corresponde a um grande edifício vulcânico, o que torna difícil distingui-lo na paisagem. Por isso se deu o nome de ‘El Escondido'”, explicou o SGC em comunicado.

A entidade informou que foi determinado que o Observatório Vulcanológico e Sismológico de Manizales, capital de Caldas, contemplará a verificação instrumental de algum tipo de atividade no El Escondido.

Junto com o Monsalve, participaram da descoberta os cientistas Iván Darío Ortíz, Gianluca Norini, Jesús Bernardo Rueda y Gina Rodríguez.

A Colômbia tem pelo menos 14 vulcões ativos, dos quais os Galeras, El Huila, Puracé, Cerro Machín e Ruiz, na região central e no sul do país, são os mais vigiados pelas autoridades

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Mulher que nadou de Cuba à Florida percorrerá os Estados Unidos a pé

A norte-americana Diana Nyad, que em 2013 nadou de Havana até a Flórida, anunciou uma nova missão: vai percorrer a pé os Estados Unidos, com o intuito de conscientizar a população sobre os riscos da obesidade.

Nyad, junto a sua amiga Bonnie Stoll, “preparam seu novo sonho extremo. No verão de 2016, vão cruzar os Estados Unidos a pé”, informou a página oficial da nadadora, que no passado realizou façanhas por diversas causas ou com fins benéficos.

Diana Nyad no início da travessia, neste sábado (31) (Foto: AFP)
Diana Nyad no início da travessia em 2013 (Foto: AFP)

As duas mulheres têm o plano de percorrer os Estados Unidos do Pacífico até o Atlântico e tentarão convencer as pessoas para que se juntem a elas.

O objetivo é que os “Estados Unidos se torne uma nação de pedestres. Que caminhemos após o jantar, até o trabalho, para sair para comer. E que o impactante número de crianças com diabetes, adultos com doenças cardíacas e pessoas com obesidade caia enquanto caminhamos”, diz o site da atleta.

Os detalhes do percurso serão informados futuramente.

A nadadora Diana Nyad vai tentar a façanha sem proteção contra tubarões. (Foto: Reuters / via BBC)
A nadadora Diana Nyad antes de iniciar a travessia entre Cuba e EUA sem proteção contra tubarões
(Foto: Reuters / via BBC)

Nyad, de 65 anos, se tornou em setembro de 2013 a primeira pessoa a cruzar a nado os 166 km entre Cuba e Flórida (sudeste dos EUA) sem uma jaula protetora contra tubarões.

Atualmente, apresenta em Cayo Hueso (extremo sul da Flórida) uma peça de teatro autobiográfica que recria a travessia, que não foi poupada de momentos difíceis, como ela mesma relatou.

Mais de um terço dos adultos norte-americanos (78,6 milhões de pessoas) são obesos, segundo dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), que estima em dezenas de milhares de milhões de dólares os gastos médicos anuais associados a este problema de saúde.

 

 

Da AFP

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