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Indonésia resgata mais corpos e encontra cauda do avião da AirAsia

Agência de buscas da Indonésia divulgou nesta quarta-feira (7) imagem sem data definida dos destroços que foram localizados no fundo do Mar de Java (Foto: Basarnas/AP)

Agência de buscas da Indonésia divulgou nesta quarta-feira (7) imagem sem data definida dos destroços que foram localizados no fundo do Mar de Java (Foto: Basarnas/AP)

As equipes de resgate do avião da AirAsia, que caiu com 162 a bordo no dia 28 de dezembro no Mar de Java na Indonésia, confirmaram nesta quarta-feira (7) que um dos destroços localizados no fundo do Mar de Java é a cauda da aeronave. Agora, aumentam as esperanças de que as caixas-pretas sejam encontradas, segundo a imprensa local. A recuperação desses dispositivos é crucial para saber o que aconteceu com o voo QZ8501.

“Conseguimos recuperar uma parte do avião que era nosso objetivo”, declarou Bambang Soelistyo, diretor da Agência Nacional de Buscas e Socorro, a jornalistas em Jacarta. “A cauda do avião foi encontrada”, disse, segundo a France Presse.

A estrutura foi avistada por mergulhadores e por meio de submarinos robôs com câmeras, mas não foi retirada do oceano. Ela é o primeiro pedaço significativo da fuselagem do avião a ser identificado durante os trabalhos de buscas. Autoridades acreditam que a maioria dos destroços do avião está no fundo do Mar de Java, a pelo menos 25m de profundidade.

Os mergulhadores demoraram vários dias para poder submergir devido à força das ondulações e correntes marítimas. As equipes estão tentando confirmar se outros sete destroços avistados no leito marinho pertencem ao avião da AirAsia. “Soube que uma parte da cauda foi encontrada. Se for a seção correta, as caixas-pretas devem estar lá”, disse o fundador e executivo-chefe da companhia aérea, Tony Fernandes, através do Twitter.

“Necessitamos encontrar todas as partes em breve para achar todos os passageiros e assim aliviar nossas famílias. Esta é ainda nossa prioridade”, declarou Fernandes. Até o momento, as autoridades recuperaram 40 corpos em uma operação de busca que inclui dezenas de navios e aviões de Indonésia, Estados Unidos, Rússia, China, Malásia e Cingapura, entre outros. Segundo as autoridades, grande parte dos corpos provavelmente estão presos dentro dos destroços da fuselagem.

Apesar das operações de grande envergadura realizadas pela Indonésia com a ajuda de outros países, como França, Estados Unidos e Rússia, foram registrados poucos avanços pelo mau tempo, segundo as autoridades indonésias.

Autoridades indonésias indicaram anteriormente que cinco grandes partes da aeronave haviam sido recuperadas.

As autoridades indonésias suspeitam que a AirAsia Indonesia, filial da companhia malaia AirAsia, guiou o avião por um corredor de voo sem autorização. A companhia aérea teve suspensa na semana passada a autorização de utilizar o corredor Surabaya-Cingapura até o fim da investigação.

Acidente
O voo QZ8501 decolou da cidade de Surabaia, na ilha de Java, no dia 28 de dezembro e deveria ter aterrissado em Cingapura cerca de duas horas depois, mas caiu no mar de Java 40 minutos após partir.

A aeronave transportava 155 indonésios, três sul-coreanos, um britânico, um francês, um malaio e um cidadão de Cingapura, entre passageiros e tripulação.

O piloto solicitou à torre de controle para fazer um desvio à esquerda na rota e subir de 32 mil para 38 mil pés com o objetivo de contornar uma tempestade. A alteração de curso foi aprovada, mas a elevação negada porque outra aeronave já trafegava na mesma altitude.

Minutos depois, quando os controladores de voo tentaram entrar em contato para informar que o avião da AirAsia estava autorizado a subir até 34 mil pés, não houve resposta. A aeronave já havia sumido dos radares.

Em janeiro de 2007, um Boeing 737-400 da extinta companhia aérea Adam Air sofreu um acidente com 102 pessoas a bordo, a maioria indonésios, no mar de Java.

Os destroços foram encontrados dez dias depois e as investigações revelaram que os pilotos tinham desligado o piloto automático por erro enquanto tentavam resolver um problema no painel de navegação.

Imagem divulgada nesta quarta-feira (7) mostra destroços do avião da AirAsia que estão no fundo do Mar de Java, na Indonésia (Foto: Basarnas/AP)
Imagem divulgada nesta quarta-feira (7) mostra destroços do avião da AirAsia que estão no fundo do Mar de Java, na Indonésia (Foto: Basarnas/AP)
Do G1, em São Paulo

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Ataque suicida no Iêmen deixa dezenas de mortos e feridos

Veículo explodiu perto da sede da academia de polícia em Sanaa, no Iêmen, nesta quarta-feira (7) (Foto: AP)

Veículo explodiu perto da sede da academia de polícia em Sanaa, no Iêmen, nesta quarta-feira (7) (Foto: AP)

A explosão de um carro-bomba em frente a uma academia de polícia em Sanaa, na capital do Iêmen, matou ao menos 30 pessoas e deixou dezenas feridas nesta quarta-feira (7), de acordo com informações da agência de notícias Associated Press.

O caso se trata de um ataque suicida, já que um homem dirigia o veículo, que estava carregado de explosivos. Testemunhas ouvidas pela agência Reuters disseram que o estrondo foi ouvido em toda a cidade e também resultou em um incêndio.

O atentado teve como alvo candidatos que haviam ido se inscrever na academia, disse um oficial, segundo a France Presse.

A bomba foi ativada à distância, segundo um responsável dos serviços de segurança.

Até o momento, nenhum grupo assumiu a autoria do ataque. O Iêmen tem um braço do Al-Qaeda que vem sendo atacado por drones dos Estados Unidos nos últimos meses.

A milícia xiita Ansaruallah lançou no início do ano uma ofensiva que lhe permitiu tomar o controle da capital no dia 21 de setembro e depois ampliar progressivamente sua influência a oeste e ao centro do Iêmen.

A rede extremista sunita Al-Qaeda na Península Arábica (AQPA), bem implantada no sul e no sudeste do Iêmen, prometeu lutar contra a Ansaruallah e tenta mobilizar as tribos sunitas para frear o avanço da milícia xiita.

 

 

Do G1, em São Paulo

 

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Terremoto atinge a costa do Panamá

Um terremoto de 6,6 graus de magnitude atingiu as águas do Oceano Pacífico nesta quarta-feira (7), a cerca de 245 quilômetros da cidade de Punta de Burica, no Panamá.

Até o momento, não foi emitido alerta de tsunami, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, sigla em inglês).

O epicentro do tremor, que ocorreu durante a madrugada no horário local (3h07 no horário de Brasília), foi a 10 quilômetros de profundidade. Ainda não há relatos de feridos ou danos.

 

Do G1, em São Paulo

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Vídeo impressionante mostra polvo atacando e devorando tubarão

Um vídeo impressionante mostra um polvo atacando e devorando um tubarão. Na gravação, o polvo aparece escondido e, quando o tubarão nada em sua direção, lança seus braços para capturá-lo. Assista ao vídeo.

Vídeo impressionante mostra polvo atacando e devorando tubarão (Foto: Reprodução/YouTube/Videos of the Wild)
Vídeo impressionante mostra polvo atacando e devorando tubarão (Foto: Reprodução/YouTube/Videos of the Wild)

Normalmente, o tubarão é uma ameaça para o polvo. Mas, nesse vídeo, os papéis ficam invertidos, e o molusco marinho acaba virando predador. Publicado no dia 5 de janeiro, vídeo alcançou mais de 7 mil visualizações.

Vídeo mostra animais em papéis invertidos (Foto: Reprodução/YouTube/Videos of the Wild)
Vídeo mostra animais em papéis invertidos (Foto: Reprodução/YouTube/Videos of the Wild)
Do G1, em São Paulo

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Médicos sírios denunciam ‘desastre médico e humanitário’ no país

Crianças feridas aguardam tratamento em hospital em Duma, na região de Damasco, no dia 21 de dezembro, após um ataque que segundo ativistas foi feito por forças leais a Bashar al-Assad (Foto: Badra Mamet/Reuters)

Crianças feridas aguardam tratamento em hospital em Duma, na região de Damasco, no dia 21 de dezembro, após um ataque que segundo ativistas foi feito por forças leais a Bashar al-Assad (Foto: Badra Mamet/Reuters)

 

A Síria vive um desastre médico e humanitário, denunciaram nesta terça-feira (6) em Paris médicos sírios, que destacaram o reaparecimento de doenças que haviam sido erradicadas, a falta de equipes de saúde e de medicamentos.

“A situação é insuportável, catastrófica, e em muitos lugares da Síria já não há presença médica”, declarou o médico Ubaida al-Mufti, integrante da União de Organizações Sírias de Socorro Médico (UOSSM), uma ONG que conta com o apoio do ministério francês das Relações Exteriores.

Em Aleppo, segunda cidade do país, funcionam apenas cinco hospitais, três deles de forma parcial, denunciou a UOSSM.

Nesta região, controlada pela oposição, vivem 360 mil pessoas cercadas pelas forças governamentais.

“Restam apenas 30 médicos que, além de atender aos feridos de guerra, devem enfrentar o reaparecimento de doenças como a pólio, a tuberculose, a sarna ou a febre tifoide”, contou Abdelaziz, um médico de Aleppo, que não forneceu seu sobrenome por motivos de segurança.

Em Guta Oriental, um subúrbio de Damasco sitiado pelas forças governamentais, ‘não existe nenhuma possibilidade de fazer entrar ajuda humanitária”, denunciou outro profissional.

Nas zonas sob controle do grupo Estado Islâmico (EI), “os médicos podem trabalhar, mas não contam com o apoio de nenhuma ONG porque elas deixaram o território”, disse outro participante na coletiva de imprensa, que foi realizada na sede do ministério francês das Relações Exteriores.

Em Raqa, reduto do grupo EI, no norte da Síria, onde vivem 1,6 milhão de habitantes, “não há nenhum serviço de obstetrícia, de ginecologia ou de pediatria, os serviços são muito limitados”, explicou.

Segundo o doutor al-Mufti, atualmente 80% dos partos na Síria são realizados em casa e grande parte das crianças não recebem as vacinas básicas.

Os médicos da UOSSM, que conta com 300 postos médicos e 12 ambulatórios em todo o território sírio, tentam trabalhar em todas as zonas do país, sem levar em conta quem as controla.

“Somos neutros. Mas sofremos a violência de todos e ninguém tem garantia de nada”, acrescentou al-Mufti, que informou sobre 300 médicos mortos nos últimos três anos.

Desde março de 2011, quando tiveram início as manifestações na Síria, cuja repressão deu origem a uma guerra civil, o conflito provocou a morte de mais de 200.000 pessoas e deixou 6,5 milhões de deslocados.

 

Da France Presse

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Indonésia suspende controladores de voo após acidente da AirAsia

Navio da Indonésia que participa das buscas pelo avião da AirAsia é visto nesta terça-feira (6) no Mar de Java (Foto: Achmad Ibrahim/Reuters)

Navio da Indonésia que participa das buscas pelo avião da AirAsia é visto nesta terça-feira (6) no Mar de Java (Foto: Achmad Ibrahim/Reuters)

O Ministério dos Transportes da Indonésia anunciou a suspensão de um número não determinado de controladores aéreos enquanto prossegue com as investigações sobre as causas do acidente do avião da AirAsia, que viajava com 162 pessoas a bordo, no dia 28 de dezembro, informou nesta terça-feira (6) a imprensa local.

As autoridades locais garantem que a companhia de baixo custo não tinha permissão para fazer a rota Surabaia-Cingapura no dia 28 de dezembro, quando ocorreu o acidente.

O diretor-geral de transporte aéreo, Djoko Murjatmodjo, disse para a imprensa que o Ministério ordenou a “suspensão de todo o pessoal relacionado” com as atividades do voo QZ8501, de acordo com informações do jornal “Jakarta Post”.

O governo prometeu ações contra as companhias aéreas que violarem suas permissões de voo.

“Se, depois da avaliação, outra companhia aérea também estiver voando com uma agenda não aprovada, estará cometendo uma violação que acarretará na suspensão”, disse Murjatmodjo.

Além disso, o Ministério dos Transportes determinou que os pilotos deverão participar de reuniões informativas obrigatórias sobre as condições climáticas da rota antes da decolagem.

As equipes de resgate continuam com as buscas das caixas-pretas do avião para que as autoridades aéreas possam esclarecer as causas do acidente.

Até o momento, foram encontrados cinco grandes objetos a cerca de 30 metros de profundidade no mar de Java, mas não há confirmação visual de que os mesmos pertencem à aeronave. Além disso, as equipes de resgate recuperaram 37 corpos no mar, dos quais 13 foram identificados, segundo o canal de televisão “Channel News Asia”.

O porta-voz da Agência Nacional de Busca e Resgate (Basarnas), Bambang Soelistyo, afirmou no domingo (4) que acredita que as caixas-pretas se encontram perto das partes do avião que estão submersas, onde também podem estar os corpos de alguns passageiros.

O voo QZ8501 decolou da cidade de Surabaia, na a ilha de Java, no dia 28 de dezembro e deveria ter aterrissado duas horas depois em Cingapura, mas caiu no mar de Java cerca de 40 minutos após sua saída.

A aeronave transportava 155 indonésios, três sul-coreanos, um britânico, um francês, um malaio e um cingapurense, entre passageiros e tripulação.

O piloto solicitou à torre de controle para fazer um desvio à esquerda na rota e subir de 32 mil para 38 mil pés com o objetivo de contornar uma tempestade. A alteração de curso foi aprovada, mas a elevação negada porque outra aeronave já trafegava na mesma altitude.

Minutos depois, quando os controladores de voo tentaram entrar em contato para informar que o avião da AirAsia estava autorizado a subir até 34 mil pés, não houve resposta. A aeronave já havia sumido dos radares.

 

Da EFE

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Prefeito de Nova York critica protesto de policiais durante funeral de agente

O prefeito de Nova York, Bill de Blasio (à esquerda), durante entrevista coletiva nesta segunda-feira (5) (Foto: Richard Drew/AP Photo)

O prefeito de Nova York, Bill de Blasio (à esquerda), durante entrevista coletiva nesta segunda-feira (5) (Foto: Richard Drew/AP Photo)

O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, criticou nesta segunda-feira (5) os policiais da cidade que lhe deram as costas durante os funerais de dois agentes mortos em serviço.

De Blasio, que é alvo de várias críticas por parte da polícia de Nova York por não se posicionar diante das manifestações na cidade contra a violência policial organizadas após a morte de cidadãos negros por policiais brancos, criticou a decisão de certos agentes de lhe dar as costas durante os funerais dos detetives Wenjian Liu e Rafael Ramos.

“Não consigo entender por que motivo alguém faz isto neste contexto”, disse o prefeito, em referência ao enterro do policial Wenjian Liu, morto com seu colega Rafael Ramos durante uma patrulha no dia 20 de dezembro, por um homem negro armado que queria vingar a morte de outros cidadãos negros.

“Foram desrespeitosos com as pessoas desta cidade que de fato honram o trabalho da Polícia de Nova York”.

Queda na criminalidade
Na mesma entrevista, Bill de Blasio anunciou que a taxa de criminalidade em Nova York caiu 4,6% em 2014 e o número de crimes na cidade se encontra em seu nível mais baixo desde 1993.

Em 2014 ocorreram menos 2.600 roubos na cidade, houve queda de 15% nos crimes no metrô e a polícia recebeu 11% menos denúncias em relação a 2013, destacou o prefeito.

“Para os que vivem nesta cidade há tempos, estes números eram inimagináveis há alguns anos”, destacou o prefeito durante entrevista coletiva, acrescentando que as detenções por posse de maconha também caíram.

Policiais viram as costas ao prefeito de Nova York, Bill de Blasio, durante funeral do agente Wnjian Liu, no domingo (4) (Foto: AP Photo/John Minchillo)
Policiais viram as costas ao prefeito de Nova York, Bill de Blasio, durante funeral do agente Wnjian Liu, no domingo (4) (Foto: AP Photo/John Minchillo)
Da France Presse

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Dromedário surpreende pescadores ao ser flagrado nadando no mar

Um dromedário surpreendeu pescadores ao ser flagrado nadando no mar. O vídeo publicado por usuário árabe no YouTube alcançou mais de 8 mil visualizações. A gravação foi postada no domingo (4). Assista ao vídeo.

Dromedário surpreende pescadores ao ser flagrado nadando no mar (Foto: Reprodução/YouTube/جمل)
Dromedário surpreende pescadores ao ser flagrado nadando no mar (Foto: Reprodução/YouTube/جمل)
Do G1, em São Paulo

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Policiais de Nova York ficam feridos durante troca de tiros no Bronx

Dois policiais de Nova York foram baleados durante uma troca de tiros na noite desta segunda-feira (5) na região do Bronx, de acordo com informações divulgadas pela rede de televisão CNN. Segundo a polícia, os agentes não correm risco de morrer e o autor dos disparos ainda não foi localizado.

O Departamento de Polícia de Nova York informou que o caso ocorreu após a dupla se dirigir ao local para atender um chamado de roubo a uma loja. Quando eles se preparavam para encostar o carro perto do estabelecimento foram recebidos a tiros e revidaram.

Um deles levou um tiro no cotovelo e outro foi atingido nas costas. Ainda não se sabe o paradeiro do atirador, que também estaria ferido. A área da ocorrência foi isolada e os agentes levados ao hospital.

 

 

Do G1 SP

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EUA não divulgarão lista de presos que devem ser libertados em Cuba

O governo dos Estados Unidos afirmou nesta segunda-feira (5) que não vai publicar a lista com os nomes dos 53 prisioneiros políticos cubanos que as autoridades de Havana supostamente se comprometeram a libertar pelo acordo que permitiu a entrega de três espiões do país caribenho e o anúncio de normalização das relações entre as duas nações.

“Quando em dezembro foi feito o anúncio, certamente, os Estados Unidos compartilharam (com Havana) os nomes de indivíduos presos em Cuba por acusações relacionadas com suas atividades políticas. Não acho que vamos divulgar (agora) uma lista pública”, disse a porta-voz do Departamento de Estado, Jen Psaki.

A porta-voz também afirmou que seu governo não pretende dizer onde estavam presos esses indivíduos e quais deles foram libertados, apesar dos pedidos de transparência e das acusações de sigilo feitas por setores da dissidência cubana. “Nós compartilhamos os nomes com o governo cubano. Obviamente, é um tema que manteremos com eles”, acrescentou Psaki em relação aos 53 presos políticos que, segundo Washington, Cuba deverá libertar em cumprimento do acordo para normalizar as relações entre os dois países.

No dia 17 de dezembro, o presidente de Cuba, Raúl Castro, anunciou que seu governo tinha decidido libertar uma série de presos, dos quais Washington ‘tinha mostrado interesse’, mas não especificou quantos eram, nem suas identidades. A medida, disse, foi tomada ‘de maneira unilateral, como é nossa prática, e em estrito cumprimento de nosso ordenamento legal’.

Raúl Castro se referiu dessa forma à libertação de presos ao anunciar o retorno a Cuba de Gerardo Hernández, Ramón Labañino e Antonio Guerrero, os três agentes cubanos do grupo ‘Los Cinco’, que ainda permaneciam presos nos EUA desde 1998.

A porta-voz americana garantiu que tanto as autoridades de Washington como as de Havana sabem quem está na lista dos 53 presos políticos, mas acrescentou que ‘há uma série de passos nos quais ambas as partes têm a necessidade de continuar trabalhando nas próximas semanas’.

Com relação à recente detenção de outros dissidentes por parte das autoridades cubanas, o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, disse que ‘não há motivo para pensar que (as autoridades de Havana) estejam voltando atrás em relação ao acordo’.

Sobre as mudanças políticas na ilha após o histórico anúncio de normalização de relações entre Estados Unidos e Cuba, Psaki relatou que a visão do governo do presidente Barack Obama ‘nunca foi que elas ocorreriam, nem que seriam implementadas em questão de semanas’. “Vai levar um longo tempo para mudar”, acrescentou, em referência ao que os EUA têm descrito como ‘décadas de políticas danosas’ do governo cubano.

 

Da EFE

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