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NUVEM DE TAGS

Fumaça provoca evacuação em metrô de Washington

Da AFP

Centenas de passageiros do metrô de Washington foram evacuados nesta segunda-feira (12) de uma estação do centro da capital federal, após a detecção de fumaça, informaram as autoridades.

Unidades dos bombeiros foram mobilizadas por volta do meio-dia na estação L’Enfant Plaza após a detecção de fumaça, o que provocou a interrupção do serviço em duas linhas do metrô.

“A origem da fumaça permanece ignorada, mas a estação foi evacuada e está fechada temporariamente”, informou a direção do metrô.

O departamento de bombeiros informou no Twitter que seis pessoas foram hospitalizadas, incluindo uma com “ferimentos graves”, sem dar mais detalhes.

Em junho de 2009, uma composição do metrô de Washington – o segundo mais importante e extenso do país, superado apenas por Nova York – colidiu com a parte de trás de outra composição, deixando nove mortos e mais de 70 feridos, no pior acidente ocorrido neste meio de transporte nos EUA.

 

 

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Cápsula Dragon com suprimentos chega à Estação Espacial

Momento em que a nave SpaceX se acopla na Estação Espacial Internacional (Foto: Reprodução/Nasa)

Momento em que a nave SpaceX se acopla na Estação Espacial Internacional (Foto: Reprodução/Nasa)

A cápsula Dragon, da empresa privada americana SpaceX, se acoplou à Estação Espacial Internacional (ISS) nesta segunda-feira com suas 2,2 toneladas de carga para a tripulação de seis astronautas, confirmou aNasa. A carga inclui suprimentos, equipamentos para experiências e peças de reposição.

Esta é a quinta missão de abastecimento da ISS feita pela SpaceX, das doze previstas dentro de um contrato com a Nasa no valor de US$ 1,6 bilhão. A SpaceX lançou com sucesso no sábado (a cápsula Dragon, mas fracassou em sua tentativa de fazer pousar o primeiro estágio do foguete Falcon 9 sobre uma plataforma no oceano Atlântico.

Após a separação do resto do lançador, três minutos depois do lançamento da base aérea de Cabo Canaveral, o primeiro estágio do foguete ligou seus motores de retropropulsão para efetuar uma descida controlada e pousar, com precisão de dez metros, em uma plataforma com 91 metros de comprimento por 170 metros de largura, que flutuava no Atlântico 322 km a nordeste de Cabo Cañaveral.

O foguete conseguiu chegar à plataforma, mas o fez de forma brutal. A SpaceX já havia reconhecido anteriormente a grande dificuldade desta manobra.

A empresa californiana trabalha há dois anos no desenvolvimento de tecnologias para permitir recuperar o primeiro estágio de seu lançador com a finalidade de baratear enormemente os custos da operação, o que suporia uma revolução nos lançamentos deste tipo de foguetes, já que a SpaceX é concorrente, entre outras, da europeia Arianespace.

A Orbital e a SpaceX são as duas únicas empresas privadas com as quais a Nasa firmou acordos para reabastecer a estação orbital. O lançamento da SpaceX, previsto inicialmente para janeiro, tinha sido adiado em duas oportunidades por anomalias técnicas. O segundo adiamento ocorreu na manhã de terça-feira, um minuto antes da ativação dos motores.

A Dragon foi a primeira nave espacial a se acoplar à ISS, em 2012, e é a única cápsula capaz de trazer carga para a Terra.

 

 

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Avião da AirAsia pode ter sofrido explosão antes de cair na água

Militares indonésios carregam caixa-preta do voo 8501 da AirAsia na base aérea de Pangkalan Bun, após o equipamento ser retirado do mar e levado a terra (Foto: Darren Whiteside/Reuters)

Militares indonésios carregam caixa-preta do voo 8501 da AirAsia na base aérea de Pangkalan Bun, após o equipamento ser retirado do mar e levado a terra (Foto: Darren Whiteside/Reuters)

 

O avião da AirAsia que caiu no Mar de Java no dia 28 de dezembro provavelmente sofreu uma explosão antes de atingir a água, disse o diretor da agência nacional de busca e resgate da Indonésia nesta segunda-feira (12), após uma das duas caixas-pretas da aeronave ser retirada da água. As informações são da agência Reuters.

Segundo Resgate, S.B Supriyadi, os destroços encontrados indicam que houve uma mudança de pressão na aeronave antes de ela atingir a água, cuja causa provável é uma explosão.

“Minha análise é, baseada nos destroços encontrados e em outras informações, que o avião sofreu uma explosão antes de cair na água”, disse Supriyadi a repórteres.

Segundo ele, o lado esquerdo do avião parece ter se desintegrado, apontando para uma mudança de pressão que pode ter sido causada por uma explosão.

A informação, entretanto, foi questionada pelo Comitê Nacional de Segurança nos Transportes. “Não há nenhum dado que suporte este tipo de teoria”, disse  Santoso Sayogo, investigador do comitê.

Caixas-pretas
Uma das caixas-pretas do avião foi localizada neste domingo (11), e retirada da água nesta segunda.

“Recebi informação da Comissão Nacional de Segurança dos Transportes (KNKT), (dizendo) que, às 7h11 (horário local), conseguimos recuperar parte da caixa-preta com as gravações dos dados sobre o voo”, informou o chefe da equipe nacional de busca e resgate, Bambang Soelistyo.

O gravador de voz da cabine foi achado apenas algumas horas após a caixa-preta ser recuperada, e os investigadores acreditam que ele está em boas condições. O equipamento é vital para entender o que causou a queda do avião.

A cauda da aeronave, trazendo a logomarca vermelha da AirAsia, foi retirada da água no sábado, com o recurso a balões gigantes e a um guindaste.

Caixa-preta do voo da AirAsia QZ8501 é transferida para um compartimento transparente após chegar à base aérea de Pangkalan Bun, na Indonésia. O equipamento foi encontrado por mergulhadores e deve ajudar a esclarecer o acidente aéreo (Foto: Darren Whiteside/Reuters)
Caixa-preta do voo da AirAsia QZ8501 é transferida para um compartimento transparente após chegar à base aérea de Pangkalan Bun, na Indonésia. O equipamento foi encontrado por mergulhadores e deve ajudar a esclarecer o acidente aéreo (Foto: Darren Whiteside/Reuters)

Depois de duas semanas de buscas infrutíferas pelas caixas-pretas, devido ao mau tempo, autoridades reacenderam as esperanças de encontrá-las, neste domingo, após a detecção de fortes sinais eletrônicos pelos três navios envolvidos nas buscas no mar de Java – relatou o diretor da Agência Nacional de Busca e Resgate, S.B Supriyadi.

Participam das buscas embarcações de Estados Unidos, China e de outros países.

Esses sinais foram localizados a menos de um quilômetro de onde a cauda do avião foi achada, mas Supriyadi explicou que as fortes correntes da região atrapalharam o trabalho dos mergulhadores militares. Os profissionais tiveram de interromper seus esforços antes de tentar chegar até o ponto localizado a 30 metros de profundidade.

Mais cedo, Supriyadi explicou a jornalistas que um objeto que se acredita ser o corpo principal do avião também havia sido detectado perto da fonte dos sinais. Segundo o funcionário, a maior parte dos corpos deve estar presa na cabine, o que significa que chegar até esta parte dos destroços é prioridade máxima.

Segundo a Agência Meteorológica indonésia, foi uma forte tempestade que ocasionou a queda do A320-200 durante seu voo entre a cidade indonésia de Surabaya e Cingapura. A resposta definitiva poderá ser dada, porém, somente quando as caixas-pretas forem analisadas.

Até o momento, 48 corpos foram recuperados, das 162 pessoas a bordo.

 

Do G1, em São Paulo

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Mulher procurada na França entrou na Síria na última quinta, diz ministro

Hayat Boumeddiene é procurada pela polícia francesa (Foto: Reuters/Prefecture de Paris)

Hayat Boumeddiene é procurada pela polícia francesa (Foto: Reuters/Prefecture de Paris)

O ministro das relações exteriores da Turquiadisse nesta segunda que Hayat Boumeddiene, a mulher suspeita de envolvimento com os ataques terroristas na França que está foragida, entrou na Síria a partir da Turquia na última quinta-feira (8), um dia após o atentado contra o “Charlie Hebdo”. A informação é da agência estatal de notícias turca.

Hayat é apontada como namorada de Amedy Coulibaly, autor do sequestro em um mercado judaico de Paris, que também matou uma policial e baleou um corredor.

O ministro Mevlut Cavusoglu disse à agência turca Anatolian que Hayat chegou ao aeroporto de Istambul no dia 2 de janeiro, via Madri, e que permaneceu em um hotel até o dia 8.

“A mulher de Coulibaly veio para a Turquia de Madri. Temos imagens dela no aeroporto. Depois ficou, junto com outra pessoa, em um hotel em Kadikoy (Istambul), e em 8 de janeiro viajou para Síria. Isto fica claro com os registros telefônicos”, disse o ministro.

Segundo o jornal turco “Hurriyet”, Hayat Boumedienne permaneceu dois dias no hotel Bade, em Kadikoy, no lado asiático de Istambul, e depois foi para Akçakale, cidade fronteiriça no sudeste do país, de onde atravessou para a Síria.

A suposta jihadista viajou na companhia de um homem chamado Mehdi Sabri Belhoucine, e ambos saíram do hotel apenas duas vezes durante sua estadia em Istambul, de acordo com o jornal “Haberturk”.

O “Hurriyet” afirmou que os serviços secretos turcos têm provas de que Hayat Boumedienne se encontra agora na Síria, onde teria entrado de forma ilegal.

Procura
No momento do sequestro ao mercado, a polícia francesa divulgou a foto casal e chegou a dizer que os dois eram suspeitos de terem matado a tiros a policial Clarissa Jean-Phillipe, na véspera, em Montrouge (sul de Paris). Também afirmou que a jovem de 26 anos podia “estar armada” e ser “perigosa”. Apenas depois surgiu a informação que ela já não estava mais no país.

A imprensa francesa diz que Hayat se relacionava com Coulibaly desde 2010 e o encontrou depois que ele deixou a prisão no ano passado.

Ela foi interrogada pela polícia antiterrorista em 2010 e teria dito aos policiais que, durante uma visita ao radical islâmico Djamel Beghal em Murat, na zona rural de Cantal, no centro da França, tinham praticado tiros com uma arma chamada de “besta”, um rifle com um arco na ponta que dispara dardos.

Fotos do casal divulgadas pelo jornal “Le Monde” mostram a moça de niqab – traje usado por mulheres muçulmanas – empunhando a arma durante o que seria o treinamento em Cantal.

Coulibaly morreu durante confronto com a polícia enquanto mantinha reféns em um mercado judeu de Paris na última quinta. Ao mesmo tempo, os irmãos Chérif e Said Kouachi, apontados como autores do massacre que deixou 12 mortos na redação do jornal “Charlie Hebdo” na quarta-feira (7), foram mortos após serem cercados pela polícia em uma empresa ao norte de Paris.

 

 

Da Reuters

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Governo da Argélia afirma que irmãos Kouachi não tinham ligação com o país

Da Agência Brasil

Irmãos são filhos de pais argelinos, mas nasceram na França / Foto: AFPIrmãos são filhos de pais argelinos, mas nasceram na FrançaFoto: AFP

Os irmãos Said Kouachi e Cherif Kouachi, que mataram, na quarta-feira (7), 12 pessoas no atentado ao jornal francês Charlie Hebdo, não tinham qualquer ligação com a Argélia, afirmou nesse domingo (11) o ministro dos Negócios Estrangeiros argelino, Ramtane Lamamra. “Nunca estiveram interessados em obter a nacionalidade argelina, mesmo quando o pai a tinha”, disse Lamamra à rádio francesa RFI.

Said, de 34 anos, e Cherif, de 32, são filhos de pais argelinos, mas nasceram na França. Eles foram mortos na sexta-feira (9) pela polícia francesa após serem encontrados no prédio de uma gráfica em Dammartin-en-Goële, nos arredores de Paris, para onde fugiram após os ataques.

“É importante não identificar esses cidadãos franceses pelas suas origens”, frisou o ministro, que participou neste domingo da marcha contra o terrorismo em Paris. A Argélia é um dos países onde o grupo extremista Jihad Islâmico tem células ativas.

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Pai vende filha de 4 anos por R$ 3,5 mil para pagar dívida com jogo

Quem negociou a garota foi seu próprio pai. (Foto: BBC)

Quem negociou a garota foi seu próprio pai. (Foto: BBC)

Oitocentos yuans, ou cerca de R$ 3.500: foi por este preço que a pequena Khin Khin Oo, de apenas quatro anos, foi vendida para traficantes chineses. Veja o vídeo.

Quem negociou a garota foi seu próprio pai.

Na porta de sua casa de bambu em um vilarejo em Mianmar, próximo à fronteira com a China, a avó da criança, Ma Shan, contou a história. “Eu cultivo milho e arroz, mas meu filho é um viciado em heroína e por isso não temos dinheiro”, disse ela.

A família de Ma Shan vive em um caos. Além do problema com drogas do filho, a filha de Ma Shan fugiu com outro homem (de acordo com Ma Shan, depois de ter sido drogado por ele), deixando seus dois filhos pequenos com os avós.

Um deles, um menino agitado, brinca na lama pelas palafitas da casa de bambu enquanto a avó olha fotos de sua irmã Khin Khin Oo.

“Um dia seu pai Soe Khine voltou para buscá-la,” conta Ma Shan. “Mas após ela ficar longe por quatro dias eu senti que algo estava errado.”

Temendo o pior, Ma Shan se transformou em uma detetive e foi falar com os amigos de Soe Khine, o pai da garota. Rapidamente, descobriram que ele estava com problemas financeiros.

“Ele tinha perdido todo o dinheiro no jogo”, disse ela.

Neste momento, a polícia de Mianmar entrou na história. Eles encontraram Soe Khine e ele confessou que, com a ajuda de uma mulher, havia vendido a filha para um traficante chinês.

A polícia seguiu as pistas até a cidade fronteiriça de Ruili, onde descobriram que Khin Khin Oo havia sido trocada novamente, desta vez por 12 mil yuans (cerca de R$ 5.300) para um casal sem filhos que queria adotar.

Após uma semana e uma operação conjunta com a polícia chinesa, Khin Khin Oo foi resgatada e voltou para sua avó.

“Nem consegui comer enquanto ela estava longe. Estava muito preocupada”, disse Ma Shan.

Por sorte, Khin Khin Oo havia sido bem tratada – o casal que queria adotá-la, aparentemente, não sabia que ela havia sido vítima do tráfico.

Com receio pela segurança da menina, a avó decidiu deixá-la aos cuidados de uma tia que mora na China.

Mulheres desaparecidas
O tráfico de crianças em Mianmar é raro.

Mas a região de fronteira do nordeste de Mianmar com a China tornou-se notória pela exploração de mulheres jovens.

A política do filho único da China e sua preferência por filhos homens criou uma escassez de mulheres em idade de casamento.

Os demógrafos estimam que, até 2020, haverá um excedente de 24 milhões de homens – desesperadamente à procura de cônjuges.

O tráfico ao longo da fronteira é complexo, com as famílias atuando muitas vezes como cúmplices na operação financeira em curso.

No campo de deslocados de Namkhan, a líder da comunidade Myint Kyaw folheia fotos de mulheres desaparecidas.

“São quatro meninas com idades entre 15 e 18 do município de Kutkai que foram para a China para trabalhar. Não há notícias delas há oito meses”, disse.

“Esta mulher tem 26 anos e também está desaparecida. Estamos tentando localizá-la pela nossa comunidade na China.”

Ao todo, ela estima que cerca de 10% das mulheres locais de Ta’ang tenham sido vendidas ou traficadas de alguma forma.

Fuga
Lamo Bokdin é uma dessas mulheres. Quando ela conseguiu um emprego em um restaurante na cidade fronteiriça chinesa de Ruili, ela pensou que era um emprego normal.

“Então meu chefe me disse que eu não precisava trabalhar no restaurante mais e que era para eu casar com o irmão dele”, disse ela.

Quarenta mil yuans (cerca de R$ 17 mil) haviam sido aparentemente pagos para garantir o negócio.

“No começo eu me recusei, mas meu chefe disse que ela iria me vender para outra pessoa.” Então Lamo foi forçada a mudar para a casa de seu marido, em Pequim. Durante três meses, foi mantida como prisioneira em sua casa.

“Eu não tinha permissão para fazer ligações e tinha que ficar dentro de casa. Meu marido disse que só poderia ir visitar meus pais quando tivéssemos um bebê.”

Depois de três meses de cativeiro, Lamo encontrou uma maneira de escapar.

“Eu morava no alto de um edifício de dois andares. A casa tinha pequenas janelas cobertas com redes, então eu cortei a rede com uma tesoura e pulei para a rua”, explicou ela.

“Por sorte, ninguém que me viu pular se importava. Então eu peguei um carro até a estação de trem, onde a polícia me ajudou a comprar um bilhete para sair de Pequim.”

Lamo agora compartilha uma tenda em um acampamento com a irmã e está reconstruindo sua vida. Ela ganha uma pequena quantia de dinheiro tecendo saias tradicionais.

Ela é uma das sobreviventes de um próspero comércio de vidas humanas.

 

Da BBC

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África do Sul quer enviar missão à Lua e colocar continente na história

Estação ao lado da lua na noite desta segunda-feira (5) (Foto: Leonardo Caldas/Acervo pessoal)

Estação Espacial ao lado da Lua. Sul-africanos querem enviar primeira missão do continente para o satélite natural da Terra (Foto: Leonardo Caldas/Acervo pessoal)

 

Enviar a primeira missão africana à Lua para colocar o continente no mapa da pesquisa científica, oferecer a seus habitantes seus benefícios e promover entre seus jovens a matemática, a física e a ciência espacial é o objetivo da Fundação para o Desenvolvimento do Espaço (FSD, na sigla em inglês).

Para conseguir isso, a Fundação – que tem sua sede na África do Sul – já iniciou a primeira fase do projeto: arrecadar dinheiro para que instituições especializadas de todo o continente definam, até novembro deste ano, os detalhes técnicos e os objetivos científicos do projeto.

“Ninguém espera que a África possa contribuir para a exploração científica, mas quanto mais trabalharmos neste sentido, mais gente no continente assumirá a ideia de que a África é capaz e pode sair dos problemas que temos agora”, disse Jonathan Weltman, diretor da FSD.

A iniciativa, que tem o nome Africa2Moon (África para a Lua), poderia vencer o desafio de enviar uma missão à Lua em cerca de dez anos, embora os primeiros passos para isto serão dados em universidades e centros de estudo de todo o continente no mesmo momento em que o plano estiver em execução.

Em busca de mentes brilhantes
O projeto Africa2Moon quer criar, com um desafio concreto, ambicioso e atrativo, necessidades que forcem o desenvolvimento dos organismos dedicados à ciência espacial, à física e à matemática que existem no continente. Além disso, pretende oferecer aos melhores cérebros africanos uma razão para ficar ou voltar a trabalhar em casa.

“As tecnologias espaciais como a comunicação por GPS, a monitoramento do clima e da agricultura, não podem ser tratadas em escala nacional. Os benefícios de qualquer progresso serão continentais”, afirmou Weltman sobre um dos argumentos para apoiar o pan-africanismo do projeto.

Weltman também aponta para o problema da chamada fuga de cérebros nos países do continente, onde muitos profissionais e cientistas emigram para Europa e Estados Unidos ou, frequentemente, para a África do Sul, um país com melhores universidades e economia desenvolvida.

Da África para o mundo
É por isso que a FSD insiste em que a Africa2Moon não deve ser um programa meramente sul-africano ou das potências espaciais continentais como Nigéria – que tem junto com a África do Sul a única agência espacial da África Subsaariana -, Egito e Tunísia.

Por isso, os promotores do projeto não propõem a criação de um centro científico localizado em um ponto concreto da geografia africana, mas o aproveitamento dos que já funcionam e o início de novas infraestruturas para responder ao desafio da missão pan-africana à Lua.

“Na África já existem as condições para construir a sonda. No continente são construídos satélites e aparelhos espaciais”, disse Weltman em relação a um dos três requisitos desta missão à Lua para poder se somar aos trabalhos de potências como Rússia, China, Europa e Estados Unidos em ciência espacial.

No entanto, o continente ainda não conta com os outros dois: a capacidade de construir o míssil que lance a sonda e uma infraestrutura de onde se faça o lançamento.

Por isso, o desenvolvimento de conhecimentos e infraestrutura para construir o míssil e lançá-lo é um dos grandes desafios do Africa2Moon, que agora pede doações individuais e de entidades privadas mas que, quando a primeira fase for concluída, prevê solicitar financiamento de governos e instituições públicas.

A FSD espera encontrar na União Africana – organismo que contempla há anos o estabelecimento de uma agência espacial africana – um parceiro para uma proposta que quer pôr a África para trabalhar “ombro a ombro com os outros continentes”.

 

 

Da EFE

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Dezenas de pessoas morrem em acidente de ônibus no Paquistão

Equipe de resgate vasculha ônibus que foi consumido pelo fogo após acidente que matou dezenas de pessoas no Paquistão (Foto: AP Photo/Fareed Khan)

Equipe de resgate vasculha ônibus que foi consumido pelo fogo após acidente que matou dezenas de pessoas no Paquistão (Foto: AP Photo/Fareed Khan).

 

Pelo menos 40 morreram em um acidente de ônibus na madrugada deste domingo (11) no Paquistão. Segundo a Reuters, o ônibus bateu em um caminhão de combustível e pegou fogo em uma estrada na periferia da cidade de Karachi, no sul do país.

O ônibus carregava ao menos 55 pessoas, incluindo mulheres e crianças. Quatro passageiros teriam escapado do acidente com ferimentos leves depois de saltarem pela janela do veículo, de acordo com um policial ouvido pela agência.

Agentes que trabalham no resgate relataram que muitos corpos foram encontrados carbonizados, não sendo possível o reconhecimento imediato das vítimas.

O Paquistão tem um histórico ruim de segurança rodoviária devido à má conservação das estradas e veículos e também à condução imprudente.

 

Do G1, em São Paulo

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Mulher procurada na França viajou à Turquia antes de ataques terroristas

A Prefeitura de Paris divulga fotos de Hayat Boumeddiene (esq.) e Amedy Coulibaly, dupla suspeita de envolvimento no sequestro no mercado de Paris (Foto: Reuters/Prefeitura de Paris)

A Prefeitura de Paris divulga fotos de Hayat Boumeddiene (esq.) e Amedy Coulibaly, dupla suspeita de envolvimento no sequestro no mercado de Paris (Foto: Reuters/Prefeitura de Paris)

Hayat Boumeddiene, a namorada do homem responsável pelo sequestro em um mercado judaico nesta sexta-feira (9) em Paris, viajou para a Turquia antes dos atentados na França, segundo reporta a imprensa francesa. De acordo com o jornal “Le Monde”, ela teria voado de Madrid a Istambul no dia 2 de janeiro e, no dia 8, teria cruzado a fronteira para a Síria. O casal é suspeito da morte de uma policial na última quinta (8).

Uma fonte policial afirmou à agência France Presse que os investigadores buscam verificar se, após viajar para a Turquia, Hayat realmente passou pela Síria, país em que combate o grupo Estado Islâmico (EI). À Reuters, uma fonte de segurança turca diz que, depois que foi informada sobre a jovem, a Turquia identificou o sinal de seu celular no dia 8. “Acreditamos que ela esteja na Síria no momento”, disse a fonte.

Amedy Coulibaly e Hayat Boumeddiene em foto de 2010 divulgada pelo 'Le Monde'  (Foto: Reprodução/Le Monde)

Amedy Coulibaly e Hayat Boumeddiene em foto de 2010 divulgada pelo jornal francês ‘Le Monde’ (Foto: Reprodução/Le Monde)

Amedy Coulibaly, seu companheiro e o autor do sequestro em um mercado judaico de Paris, falou à televisão francesa “BFM-TV”, de dentro do mercado, que pertencia ao EI. Coulibaly foi morto em ação policial.

No momento do sequestro ao mercado, a polícia francesa divulgou a foto casal e afirmou que os dois eram suspeitos de terem matado a tiros a policial Clarissa Jean-Phillipe, na véspera em Montrouge (sul de Paris). Também afirmou que a jovem de 26 anos podia “estar armada” e ser “perigosa”.

A imprensa francesa diz que Hayat se relacionava com Coulibaly desde 2010 e o encontrou depois que ele deixou a prisão no ano passado.

Ela foi interrogada pela polícia antiterrorista em 2010 e teria dito aos policiais que, durante uma visita ao radical islâmico Djamel Beghal em Murat, na zona rural de Cantal, no centro da França, tinham praticado tiros com uma arma chamada de “besta”, um rifle com um arco na ponta que dispara dardos.

Hayat Boumeddiene, companheira de Amedy Coulibaly, em treinamento com grupo islâmico em Cantal, na França (Foto: Reprodução/Le Monde)
Hayat Boumeddiene, companheira de Amedy Coulibaly, em treinamento com grupo islâmico em Cantal, na França (Foto: Reprodução/Le Monde)

Fotos do casal divulgadas pelo “Le Monde” mostram a moça de niqab – traje usado por mulheres muçulmanas – empunhando a arma durante o que seria o treinamento em Cantal.

Relação com atentado ao ‘Charlie Hebdo’
Na mesma entrevista em que revelou pertencer ao Estado Islâmico, o sequestrador Coulibaly disse que seu ataque foi coordenado com o dos irmãos Kouachi, franceses de origem argelina suspeitos de promover o atentado contra a sede do jornal “Charlie Hebdo” na última quarta-feira, que deixou 12 mortos e 11 feridos.

Naquele momento, Said e Chérif Kouachi estavam entricheirados em uma pequena gráfica na cidade de Dammartin-en-Goële, 40 km a norte de Paris. Chérif Kouachi falou com o mesmo canal de TV e revelou ter sido financiado pelo pregador da Al Qaeda no Iêmen, grupo que assumiu a responsabilidade pela operação.

Ações simultâneas da polícia mataram os três terrorisas, e os reféns de Coulibaly foram libertados. No entanto, quatro deles haviam sido mortos pelo sequestrador.

Neste sábado, a polícia voltou ao mercado que foi cenário da tragédia para tentar recolher mais pistas que possam sugerir o paradeiro da jihadista.

A procuradoria francesa divulgou que Hayat teria se comunicado com a mulher de Chérif Kouachi, Izzana Hamyd, que está detida desde quarta-feira. Segundo a procuradoria, Izzana fez mais de 500 ligações telefônicas para Hayat em 2014.

Ao final de três dias de tensão e angústia, aFrança, cujo governo reconheceu falhas na segurança, se prepara agora para realizar uma gigantesca manifestação em memória das vítimas dos terroristas e que reunirá vários dirigentes estrangeiros neste domingo.

 

Do G1, em São Paulo

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Marchas em memória de vítimas de atentado reúnem milhares na França

Milhares de pessoas participaram neste sábado de uma marcha em Nice em memória às vítimas dos ataques terroristas dos últimos dias na França. (Foto: Valery Hache/AFP)

Milhares de pessoas participaram neste sábado de uma marcha em Nice em memória às vítimas dos ataques terroristas dos últimos dias na França. (Foto: Valery Hache/AFP)

Centenas de milhares de pessoas foram às ruas de cidades francesas neste sábado (10) para participar de marchas em memória das vítimas dos ataques terroristas realizados nos últimos dias na França. Segundo o ministro do Interior Bernard Cazeneuvea, mais de 700 mil pessoas participaram dos protestos em diversas cidades do país.

Em Toulouse, foram registradas 80 mil pessoas na marcha. Em Nice, no litoral francês, a polícia informou que cerca de 23 mil pessoas participaram da passeata, segundo o jornal “Le Figaro”.

A marcha lembra especialmente os 12 mortos no ataque à redação do jornal “Charlie Hebdo”, ocorrido na última quarta-feira (7) em Paris. Entre as vítimas estão dois policiais e quatro renomados cartunistas. No dia seguinte, uma policial morreu em um ataque que a polícia disse ser relacionado.

Nesta sexta-feira (9), operações simultâneas encerraram dois cercos policiais que estavam em andamento na França, matando os irmãos Chérif e Said Kouachi, suspeitos do massacre no jornal “Charlie Hebdo”, e Amedy Coulibaly, um sequestrador que mantinha reféns em um mercado em Paris.

Outros protestos em homenagem às vítimas também foram realizados no município de Pau, onde 30 mil pessoas se reuniram – a cidade tem 80 mil habitantes, segundo o “Le Monde”
Em Orleans, 22 mil pessoas foram às ruas, também de acordo com informações policiais. A concentração principal foi no entorno de uma estátua de Joana d’Arc.

Milhares de pessoas com cartazes “Eu sou Charlie” participaram de marcha em Nice neste sábado (Foto: Valery Hache/AFP)
Milhares de pessoas com cartazes “Eu sou Charlie” participaram de marcha em Nice neste sábado (Foto: Valery Hache/AFP)

Além dos protestos deste sábado, uma grande marcha pela República, a favor da liberdade de expressão e em memória das vítimas dos atentados foi convocada para as 15h deste domingo (11) em Paris.

Diversas autoridades francesas e também de outros países europeus confirmaram sua presença.

Pessoas participam neste sábado (10) de protesto na Praça do Memorial em Caen, na França, em memória às vítimas do atentado terrorista em Paris (Foto: Charly Triballeau/AFP)
Pessoas participam neste sábado (10) de protesto na Praça do Memorial em Caen, na França, em memória às vítimas do atentado terrorista em Paris (Foto: Charly Triballeau/AFP)

Segurança
Para garantir a segurança na marcha, a França anunciou o envio adicional de 500 militares à região de Paris como parte do reforço da operação antiterrorista Vigipirate, que foi mantida em alerta máximo.

A medida ocorrerá em duas etapas, segundo o Ministério da Defesa. No domingo, 1.350 militares participarão da segurança na cidade, de acordo com a France Presse.

Segundo o ministro do Interior, Bernard Cazeneuve, que participou em uma reunião da célula de emergência do governo neste sábado, o plano de alerta antiterrorismo na região parisiense, elevado na quarta-feira passada, será mantido nas próximas semanas e será reforçado ainda mais, depois dos ataques dos últimos dias.

“Dado o contexto, estamos expostos a riscos. É importante, portanto, que o plano Vigipirata (de alerta), que foi aumentado na região de Paris e que foi alvo de medidas particulares no resto do país, seja reforçado no curso das próximas semanas”, afirmou o ministro ao final de uma reunião de crise no palácio presidencial.

Ele também confirmou que a França adotou todas as medidas necessárias para garantir a segurança nas manifestações pela liberdade de expressão previstas para este domingo.

“Foram adotadas todas as medidas para que esta manifestação possa acontecer em um clima de recolhimento, respeito e segurança. Todas as disposições estão adotadas para garantir esta segurança”, enfatizou.

Protesto reuniu 23 mil pessoas nas ruas de Nice, segundo a polícia (Foto: Valery Hache/AFP)
Protesto reuniu 23 mil pessoas nas ruas de Nice, segundo a polícia (Foto: Valery Hache/AFP)
Do G1, em São Paulo

 

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