Incêndio atinge centro de distribuição da Vale na Malásia e paralisa operações

Por G1

Um incêndio atingiu o centro de distribuição da Vale na Malásia, informou a companhia em comunicado nesta sexta-feira (15). A unidade foi inaugurada em 2014 para acelerar o fornecimento do minério de ferro da Vale na Ásia.

Terminal marítimo da Vale e centro de distribuição Teluk Rubiah, na Malásia — Foto: Divulgação/Vale

Terminal marítimo da Vale e centro de distribuição Teluk Rubiah, na Malásia — Foto: Divulgação/Vale

“A Vale informa a ocorrência, nesta data, de um incêndio em uma das casas de transferência do sistema de correias transportadoras em seu centro de distribuição na Malásia”, informou.

Segundo a mineradora, o incêndio provocou apenas danos materiais e as operações devem ser retomadas em aproximadamente 10 a 15 dias.

O incêndio deve ter um impacto reduzido nos embarques, disse a Vale, “uma vez que já estava programada parada para manutenção preventiva de 10 dias no terminal neste mesmo período”.

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Representante do Vaticano na França é investigado por agressão sexual, diz jornal

Por G1

O representante do Vaticano na França, o italiano Luigi Ventura, está sendo investigado sob suspeita de “agressão sexual”, informou nesta sexta-feira (15) o jornal “Le Monde”. O núncio apostólico de 74 anos teria tocado várias vezes em um funcionário da prefeitura de Paris.

O incidente ocorreu no dia 17 de janeiro em uma tradicional cerimônia em que a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, fazia seus votos para o ano de 2019 às autoridades diplomáticas e religiosas, na sede da administração local.

O funcionário de 26 anos da delegação-geral de Relações Internacionais (DGRI) afirmou que Luigi Ventura o tocou duas vezes: uma na entrada da prefeitura e outra dentro do elevador.

Fontes judiciais disseram ao jornal que a prefeitura comunicou o incidente ao procurador-geral francês, Rémy Heitz, em 23 de janeiro. Uma investigação foi aberta para analisar a conduta de Ventura, que ocupa a função de núncio em Paris desde 2009.

O artigo 40 do Código de Processo Penal francês prevê que “qualquer autoridade constituída, qualquer funcionário público ou empregado” que tomar conhecimento de um crime ou ofensa deve denunciá-lo à procuradoria.

Procurado pela Reuters, o Vaticano ainda não se manifestou.

Doutor em Letras Modernas e formado em Direito Cônego, Ventura entrou para o corpo diplomático do Vaticano em 1978 e foi núncio apostólico em Costa do Marfim, Burkina Faso e Níger, antes de ser enviado em 1999 ao Chile e depois para o Canadá, segundo a Efe. Em 2009, foi transferido pelo papa Bento XVI para Paris para substituir Fortunato Baldelli.

Escândalos

A Igreja Católica está lutando para lidar com escândalos de abuso sexual envolvendo o clero em diferentes países. Recentemente na França, veio à tona o caso das freiras da Comunidade de Saint Jean, que chegavam a ser tratadas como escravas sexuais.

Em vários países, a igreja também enfrenta denúncias contra padres pedófilos.

Nos EUA, um proeminente arcebispo foi removido do poderoso Colégio de Cardeais, após surgirem relatos de que havia molestado um coroinha adolescente e vários outros enquanto ascendia nas fileiras da igreja.

A Suprema Corte da Pensilvânia divulgou um extenso relatório em que lista mais de 300 padres acusados de abuso sexual contra mais de 1000 crianças e detalha o que seria um esforço “sistemático” feito por líderes da Igreja por mais de 70 anos para encobrir os crimes. Já Procuradoria de Illinois denunciou 685 padres suspeitos de pedofilia.

Na Austrália, um bispo foi considerado culpado de encobrir abusos. No Chile, o Papa foi forçado admitir a pouca atenção que deu a um escândalo de abuso envolvendo um padre e bispos acusados ​​de encobrir seus crimes. Após a polêmica, 34 bispos chilenos colocaram seus cargos à disposição do papa.

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Provável ataque com ácido deixa um ferido grave no metrô de Paris

Por RFI

Um homem ficou gravemente ferido na manhã desta quinta-feira (15) depois de ser atacado com um líquido, provavelmente ácido sulfúrico, no metrô de Paris. A vítima é um jovem de 20 anos, sem-teto. Na última quarta-feira (13), duas pessoas já haviam sido queimadas com ácido no metrô parisiense.

As investigações ainda estão em andamento e testes estão sendo feitos para comprovar a natureza do líquido, mas a polícia não exclui um ataque com ácido.

A agressão aconteceu às 6h30 pelo horário local (3h30 em Brasília) na plataforma da Linha 1, na estação Bastilha, no leste de Paris. O jovem, cuja identidade ainda não foi revelada, foi atacado durante uma briga com outro sem-teto. O suspeito está foragido.

A vítima foi socorrida no local pelos bombeiros com queimaduras graves no rosto e nos braços. O homem foi hospitalizado e está na UTI.

Por enquanto, nenhuma relação é feita com um outro incidente com ácido no metrô de Paris. Na quarta-feira, um homem e uma mulher foram vítimas de queimaduras, após tocar uma garrafa deixada na cadeira de uma plataforma da linha 11. A polícia tenta saber se o líquido foi deixado no local de propósito ou por esquecimento.

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Cento e dez carros são queimados por dia na França

Por RFI

Segundo dados do Observatório Nacional de Delinquência e Respostas Penais (ONDRP), publicados nesta quinta-feira (14), 110 carros são queimados por dia na França. O fenômeno, que se intensificou com o movimento dos coletes amarelos nos últimos três meses, atinge principalmente o norte e o sudeste da França.

Em 2017, 41.200 carros foram incendiados e indenizados pelos seguros. As ocorrências representam uma alta de 2% em relação ao ano anterior. Os incêndios provocaram a destruição total de 77% dos carros. Os bombeiros tiveram que fazer em média 12,8 intervenções para cada 10 mil veículos. O fenômeno não é recente, mas vem crescendo a cada ano.

O ONDRP faz uma radiografia detalhada dos incidentes, revelando o dado de cada um dos departamentos franceses. Em alguns deles, a incidência de incêndios é duas vezes maior que a média nacional.

“Triste tradição”

“Triste tradição dos incêndios voluntários na França”, lamenta o documento. O autor do estudo, Hugo d’Arbois, lembra que frequentemente esse fenômeno é associado na França à violência urbana ou a comemorações festivas, como o 14 de julho, feriado nacional, ou o Réveillon.

É verdade que nesses períodos as ocorrências tendem a ser mais numerosas, mas o estudioso ressalta que esse tipo de delito ocorre durante todo o ano, na maioria das vezes à noite. As populações das periferias, principalmente jovens, utilizam esse recurso como forma de protesto.

Os dados podem ser ainda maiores. Como nem todo mundo declara o incêndio e a perda do veículo às seguradoras, o Observatório calcula que o número real de carros queimados por ano pode atingir 50 mil, representando um grande desafio cotidiano para a polícia. Desafio também para o poder público que não consegue atender as demandas da população e diminuir os protestos.

Movimento dos coletes amarelos

O movimento dos coletes amarelos, iniciado em novembro do ano passado, influencia o balanço de 2018, ainda não divulgado, e já pesa no saldo de 2019. A delinquência explodiu nos últimos três meses, afirma o documento. De novembro a janeiro, os incêndios voluntários de bens públicos, incluindo veículos, tiveram uma alta de 45,2%.

As cenas de carros, principalmente de polícia e de marcas luxo, pegando fogo se multiplicaram nas ruas das cidades francesas durante os protestos. Associações de prefeitos calculam que as destruições provocadas pelo movimento dos coletes amarelos somam prejuízos de € 20 a € 25 milhões, somente nas 20 maiores cidades francesas.

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Casa Branca diz que Donald Trump vai declarar emergência nacional para financiar muro na fronteira

Por G1

O presidente dos Estados UnidosDonald Trump, vai declarar emergência nacional para financiar o muro na fronteira com o México, informou nesta quinta-feira (14) a secretária de Imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders.

O Congresso dos EUA aprovou na noite de quinta, 24 horas antes do esgotamento dos fundos, um projeto de lei de orçamentos que, se ratificado por Trump, evitará um novo fechamento parcial administrativo a partir desta sexta (15).

A Câmara dos Representantes aprovou o projeto por 300 a 128 votos, após a votação anterior ocorrida no Senado, com 83 a favor e 16 contra.

Como o acordo do orçamento não inclui a verba para a construção do muro, o republicano vai recorrer à declaração para forçar o início da obra.

Sarah Sanders publicou um comunicado no Twitter em que justifica a decisão do presidente em declarar emergência: “Assegurar o fim da crise humanitária e de segurança nacional na fronteira”.

Na prática, a declaração de emergência dá ao presidente permissão de usar fundos federais sem aprovação do Congresso para a construção do muro na fronteira com o México – uma das promessas de campanha do republicano.

Com isso, Trump não precisaria rejeitar o acordo aprovado nesta quinta-feira no Senado dos EUA. A própria Casa Branca já adiantou que o presidente aprovará a proposta.

O acordo tem mais de mil páginas e foi feito para evitar nova paralisação parcial do governo. Trump já havia declarado que estava insatisfeito com os termos da proposta – que não incluía a construção do muro. O presidente, porém, disse que não queria um novo “shutdown”.

A líder da oposição e presidente da Câmara, Nancy Pelosi, rapidamente reagiu. Ela nega que haja uma emergência na fronteira sul dos EUA e afirmou que tomará medidas judiciais para reverter a decisão de Trump.

O senador Chuck Schumer, líder do Partido Democrata no Senado, disse que a declaração de emergência, caso se confirme, será “um enorme abuso de poder da Presidência”.

Do ‘shutdown’ à emergência

O governo norte-americano ficou parcialmente paralisado entre 22 de dezembro e 25 de janeiro, o mais longo “shutdown” da história do país. Isso porque o Congresso não aprovou o orçamento que incluía cerca de US$ 5,7 bilhões para a obra do muro na fronteira, uma das promessas de campanha de Trump.

O presidente, então, chegou a um acordo com os congressistas. A medida garantia fundos para o funcionamento total do governo até esta sexta-feira (15). Nesse período, Câmara e Senado devem chegar a um novo consenso para a segurança na fronteira, com a aprovação de Trump.

Trump chegou a afirmar que poderia declarar emergência nacional para garantir a obra do muro na fronteira com o México caso não houvesse acordo. Democratas e republicanos, porém, conseguiram um consenso que não previa a construção do muro – o que desagradou o presidente.

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Airbus anuncia fim da produção do superjumbo A380

Por G1

Foto de arquivo de junho de 2009 mostra um Airbus A380 pousando em Paris, na França — Foto: Pierre Verdy/AFP

Foto de arquivo de junho de 2009 mostra um Airbus A380 pousando em Paris, na França — Foto: Pierre Verdy/AFP

A Airbus anunciou que vai parar de produzir o A380, o maior avião de passageiros do mundo, informam as agências internacionais de notícias nesta quinta-feira (14). O último modelo será entregue em 2021.

A gigante da aviação decidiu encerrar a fabricação do superjumbo após seu maior cliente dessa aeronave, a Emirates, reduzir pedidos e substituí-los por modelos menores e mais econômicos.

“Não temos nenhuma base para sustentar a produção, apesar de todos os nossos esforços de vendas para outras companhias aéreas nos últimos anos”, disse Tom Enders, CEO da Airbus, segundo informa a rede “CNN”.

O A380 chegou ao mercado há 14 anos, em uma gigantesca aposta da Airbus.

A empresa entregou 234 superjumbos até hoje, menos de um quarto dos 1.200 que previa vender. A Emirates tem 100 A380 em sua frota. O avião pode transportar mais de 800 passageiros.

Os planos da Airbus foram prejudicados por companhias aéreas que voltaram atenções para jatos de passageiros mais leves e mais econômicos.

“O anúncio de hoje é doloroso para nós e para as comunidades do A380 em todo o mundo”, disse Enders. “Mas os A380 ainda voarão por muitos anos e a Airbus continuará apoiando as operadoras do A380”.

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Atentado com carro-bomba mata soldados indianos na Caxemira

Por G1

Doze soldados indianos foram mortos nesta quinta-feira (14) em um ataque de um carro-bomba a um comboio em uma avenida perto da cidade de Srinagar, na Caxemira indiana, informou a polícia.

As autoridades culparam rebeldes que lutam contra o domínio da Índia. A região da Caxemira é disputada entre a Índia e o Paquistão, e rebeldes lutam contra o controle indiano desde 1989 (veja mais abaixo).

“Um artefato explodiu no caminho de um comboio de forças indianas”, informou o chefe da polícia, Munir Ahmed Khan. “Há 12 mortos e estamos evacuando os feridos, mas ainda não sabemos quantos são”, acrescentou.

O porta-voz afirmou que o ataque ocorreu quando o comboio chegava a Pampore, nos arredores de Srinagar. Um ônibus ficou destruído e outros cinco veículos foram atingidos pela explosão.

Khan disse que soldados e reforços da polícia foram mobilizados para a área e que os feridos foram evacuados para hospitais.

Conflito

A Caxemira foi dividida entre Índia e Paquistão ao fim da colonização britânica. Os dois países reivindicam a totalidade do território, o que provocou duas das três guerras que enfrentaram desde a independência, em 1947.

Grupos rebeldes como o JeM reclamam seja a independência, seja a anexação ao Paquistão, e estão em luta permanente desde 1989 contra meio milhão de soldados indianos mobilizados no território.

Esta guerra deixou em quase 30 anos dezenas de milhares de mortos, principalmente civis.

Em 2017, ao menos 206 supostos ativistas, 78 membros das forças de segurança indianas e 57 civis morreram na Caxemira, no que foi o ano mais mortal em uma década na região.

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Pedófilo que admitiu ter abusado de 276 crianças é condenado à prisão na Colômbia

Por G1

Um colombiano que abusou de 276 meninos e meninas foi condenado a 60 anos de prisão por um tribunal na cidade de Barranquilla, no norte do país.

Juan Carlos Sánchez Latorre admitiu ter cometido os abusos entre 2007 e 2008, segundo a BBC.

Ele pertencia a uma rede que distribuía material pornográfico pela internet e usava o apelido de “Grande Lobo Mau” para compartilhar cenas de abusos contra crianças.

Ele se aproximava de crianças pobres via internet e oferecia doces, dinheiro e brinquedos em troca de relações sexuais.

Sánchez Latorre foi preso na cidade venezuelana de Maracaibo há um ano, onde viva com um falso documento de identidade. Investigadores colombianos chegaram até ele com a ajuda da Interpol.

O pedófilo foi extraditado para a Colômbia em setembro de 2018.

As autoridades não descartam que ele tenha cometido outros crimes na Venezuela.

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Jornalista crítica ao governo Duterte deixa a prisão após pagamento de fiança nas Filipinas

Por G1

A jornalista filipina Maria Ressa, diretora e editora executiva do site Rappler, deixou nesta quinta-feira (14) a prisão após o pagamento de fiança no valor de US$ 1,9 mil depois de passar a noite detida.

Ela foi acusada de difamação cibernética por um artigo sobre o empresário Wilfredo Keng, que foi publicado em 29 maio de 2012, quando ela era editora. Até o momento, nenhum mandado de prisão foi emitido contra o jornalista investigativo que escreveu o texto Reynaldo Santos — e não trabalha mais no site.

O site Rappler é conhecido por fazer duras críticas ao governo do presidente filipino, Rodrigo Duterte.

Após deixar a prisão, Ressa afirmou que a mensagem que o governo enviou foi “muito clara”: “Fique em silêncio ou você será o próximo”.

“Então, estou apelando para você para não ficar em silêncio. A liberdade de imprensa não diz respeito apenas aos jornalistas, certo? A liberdade de imprensa é a base do direito de cada filipino à verdade. Só então podemos manter os poderosos sob controle”, declarou Ressa, escolhida “Pessoa do Ano” pela revista Time em 2018 entre outros jornalistas.

A Lei dos Crimes Cibernéticos, que Ressa é acusada de ter infringido, entrou em vigor quatro meses após a sua publicação e não é retroativa, de acordo com o advogado de Maria Ressa, JJ Risini.

Este não é o único processo judicial que a jornalista enfrenta atualmente, já que em novembro do ano passado foi emitido um mandato de prisão por cinco crimes de evasão de impostos, contra a “Rappler” como empresa e contra ela, a título pessoal, segundo a agência Efe.

Maria Ressa, executiva do site Rappler, fala à imprensa após receber um mandado de prisão em seu escritório, na cidade de Pasig, nas Filipinas, nesta quarta-feira (13) — Foto: Eloisa Lopez/ Reuters

A jornalista foi detida por agentes do Escritório Nacional de Investigação das Filipinas (NBI) na sede do site Rappler no fim da tarde de quarta (13).

Embora o mandato de prisão tenha sido emitido na terça-feira (12), o documento só foi entregue no fim da tarde de quarta. Segundo apoiadores de Ressa, autoridades agiram assim para que sua defesa não tivesse tempo de pagar a fiança e ela fosse obrigada a passar a noite na cadeia.

Os relatos do site sobre a guerra brutal contra as drogas de Duterte, que já deixou 5 mil mortos, costumam receber elogios de defensores dos direitos humanos. Em contrapartida, o site e seus repórteres são alvo dos partidários do governo.

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Cuba fala sobre tropas americanas no Caribe e suposta ação que mira a Venezuela

Por France Presse

O governo de Cuba, que é um importante aliado do presidente Nicolás Maduro, afirmou na quarta-feira (13) que tropas dos Estados Unidos avançam pelo Caribe para preparar uma “agressão” e “aventura militar” contra a Venezuela, disfarçada de “intervenção humanitária”.

O ministério das Relações Exteriores de Cuba citou movimentações de forças especiais dos Estados Unidos rumo a “aeroportos de Porto Rico, República Dominicana e outras ilhas do Caribe, sem o conhecimento de seus governos”.

“Continua a preparação de uma agressão militar contra a Venezuela sob pretexto humanitário”, afirmou no Twitter a chancelaria de Cuba.

A diplomacia cubana afirmou que os deslocamentos aconteceram entre 6 e 10 de fevereiro, em “aviões de transporte militar para o aeroporto Rafael Miranda de Porto Rico, a Base Aérea de San Isidro na República Dominicana e outras ilhas do Caribe estrategicamente localizadas”.

Cuba afirma que “meios políticos e da imprensa, inclusive americanos”, revelaram que “figuras extremistas” dos Estados Unidos organizam uma “tentativa de golpe de Estado na Venezuela por meio da ilegal autoproclamação de um presiddente”.

O líder opositor venezuelano e presidente do Parlamento, Juan Guaidó, é reconhecido como presidente interino da Venezuela por mais de 40 países e tem forte apoio do presidente americano, Donald Trump.

Na quarta-feira, Guaidó assumiu o controle político do Citgo, filial da empresa venezuelana PDVSA nos Estados Unidos, em sua estratégia de asfixiar economicamente o governo de Maduro.

Ao mesmo tempo, um carregamento de ajuda humanitária enviado pelos Estados Unidos está desde 7 de fevereiro em um centro de coleta na cidade fronteiriça colombiana de Cúcuta, bloqueado por militares venezuelanos.

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