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Cães são usados para detectar coronavírus em projeto-piloto de aeroporto na Finlândia

Eficácia do ‘teste canino’ não é comprovada em estudos científicos comparativos, então passageiros suspeitos de estarem com Covid passam por outro exame.

Por Anne Kauranen e Attila Cser, Reuters

Aeroporto na Finlândia usa cães farejadores para identificar passageiros com Covid-19

Cães treinados para detectar o coronavírus começaram a farejar passageiros no aeroporto de Helsinque-Vanda, na Finlândia, nesta semana, em um projeto-piloto que conta também com a realização de exames mais convencionais.

A eficiência dos cães não foi comprovada em estudos científicos comparativos, por isso os passageiros que se oferecem para ser testados e são suspeitos de portar o vírus são instruídos a também fazer um exame de coleta para confirmar o resultado.

No exame canino, um passageiro passa uma gaze no pescoço e a coloca em uma lata, que depois é entregue em outra sala para que um cão a fareje e ofereça um resultado imediato.

Uma equipe de 15 cães e 10 instrutores está sendo treinada para o trabalho por voluntários patrocinados por uma clínica veterinária particular. Entre eles está Kossi, um cão de resgate espanhol que foi treinado como cachorro farejador na Finlândia e que já trabalhou na detecção de câncer.

“O que vimos em nossa pesquisa é que os cães encontram (a doença) cinco dias antes de eles (pacientes) terem quaisquer sintomas clínicos”, disse Anna Hielm-Bjorkman, professora-adjunta da Universidade de Helsinque especializada em pesquisa clínica de animais acompanhantes, à Reuters.

“Eles são muito bons. Chegamos perto de uma sensibilidade de 100%”, disse ela, referindo-se à capacidade dos cães para detectar casos do vírus.

Alguns meses atrás, autoridades dos Emirados Árabes Unidos adotaram um exame canino semelhante no Aeroporto Internacional de Dubai usando cães policiais.

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A 40 dias da eleição, piores cenários preveem risco de ‘apocalipse eleitoral’ nos EUA

Atraso nos resultados, dúvidas sobre transferência pacífica no poder, alta taxa de recusa de cédulas ameaçam a democracia americana.

Por BBC

A 40 dias da eleição presidencial, se espalha entre os americanos a sensação de que estão na antessala de uma espécie de apocalipse eleitoral.

Os piores cenários projetados tanto na imprensa dos Estados Unidos quanto por parte dos próprios eleitores incluem atraso e incerteza no resultado, judicialização da eleição, candidatos que não reconhecem a derrota, ou que reivindicam vitória sem ter vencido e o risco de que tudo isso degringole em conflitos entre os próprios cidadãos do país em uma versão mais violenta dos confrontos vistos até agora entre apoiadores do presidente Donald Trump e manifestantes por justiça racial.

Esses fatores explicam o mal-estar generalizado e a impressão de que a democracia americana enfrenta seu maior desafio desde a Guerra Civil, em 1864, de acordo com especialistas ouvidos pela BBC News Brasil.

“Na história dos Estados Unidos, várias vezes realizamos eleições presidenciais durante tempos de guerra, mesmo durante uma guerra civil. Esses são os únicos precedentes comparáveis como o que estamos vivendo agora, pelo nível de incerteza e de tensão”, afirmou à BBC News Brasil o historiador Bruce Schulman, diretor do Instituto de Política Americana ligado à Universidade de Boston.

As ameaças são tão concretas que, na quarta-feira (23), o FBI alertou aos americanos que se preparem para um ataque em massa de desinformação, especialmente de fontes russas, diante de um “muito provável” atraso nos resultados. A agência de investigação prevê que hackers tentarão produzir caos social com conteúdo falso sobre fraudes eleitorais.

Incerteza sobre transição

O primeiro componente para a tensão está no comportamento do próprio Trump, que busca a reeleição em novembro e tem lançado dúvidas sobre se fará uma transição pacífica de poder em janeiro, caso perca o pleito para seu rival, o democrata Joe Biden.

Ele tem ainda criticado a votação por correio como fonte de fraude, o que não se sustenta historicamente. E chegou a sugerir que seus eleitores votem duas vezes, por carta e presencialmente, o que seria ilegal.

Na quarta-feira, questionado por um repórter exatamente sobre isso, Trump respondeu laconicamente: “Bem, nós vamos ter que ver o que acontece”. Em 2016, o presidente também se recusou a firmar um compromisso de que aceitaria uma eventual derrota nas urnas pela então candidata democrata Hillary Clinton.

Teoricamente, as palavras de Trump não significam muito no processo formal da eleição, além de inflamar seus apoiadores. Mas, na visão de especialistas, há a chance de que seu comportamento influencie o trabalho de quem apura os votos.

“O problema será se, por causa das palavras de Trump, as autoridades eleitorais se recusarem a certificar os votos ou decidirem interromper ou interferir na contagem das cédulas por correio”, diz Schulman.

De acordo com uma recém-publicada reportagem da revista The Atlantic, seria exatamente essa operação política que estaria em curso.

A publicação afirma ter ouvido de um consultor jurídico de Trump e de três líderes republicanos na Pensilvânia, um dos estados mais disputados no pleito, que um “plano de contingência” já estaria na mesa para alegar que votos foram fraudados caso o presidente apareça em desvantagem.

Uma outra possibilidade seria que as assembleias legislativas locais – muitas delas são republicanas nos Estados em que a corrida é mais acirrada – convençam as autoridades eleitorais a indicar delegados republicanos para o colégio eleitoral, independentemente do resultado nas urnas. Essa seria uma interpretação possível do processo eleitoral segundo a Suprema Corte.

Para Richard Pildes, professor de direito constitucional da Universidade de Nova York, a mera possibilidade de que esse tipo de discussão esteja surgindo agora sugere que um dos pilares centrais da democracia está erodindo: a premissa de que os competidores aceitam as regras do jogo de antemão e reconhecem sua derrota se ela vier.

“Estamos em uma situação em que muitas pessoas estão convencidas de que se o outro lado vencer, o país nunca mais será o mesmo. E quando as pessoas se sentem assim, é um perigo”, afirmou.

“Em tempos democráticos normais, os perdedores de uma eleição podem ficar decepcionados, mas reconhecem que perderam porque sabem que podem disputar novamente, em quatro anos. Mas quando os eleitores sentem que tudo está em jogo agora, e que nada será como antes se o outro lado vencer, é difícil de prever como os atores de ambos os lados vão responder diante da derrota, especialmente se desconfiarem dos resultados”, afirmou ele à BBC News Brasil .

Votos anulados

A pandemia de coronavírus criou uma necessidade inédita de que milhões de eleitores votem por correio, um sistema que já existia nos Estados Unidos mas que não havia chegado à escala prevista em 2020.

Uma pesquisa do instituto Pew Research, de agosto, estima que 39% dos eleitores votarão por correio em todo o país, o que pode levar a muitos votos anulados e a atrasos na apuração dos resultados.

“O sistema eleitoral americano está enfrentando um estresse extraordinário e inédito como resultado do vírus. Isso significa que os funcionários eleitorais tentam montar dois tipos de eleição ao mesmo tempo: primeiro, para uma grande quantidade de votos por correio. E segundo, uma votação presencial expressiva e em condições seguras dada a pandemia. Tudo isso em pouco tempo e com pouco dinheiro”, afirma Pildes.

A questão da votação por correio ainda se complica um pouco mais porque, de acordo com uma pesquisa encomendada pela revista Economist ao Instituto YouGov, dentre os eleitores que se dizem interessados em votar por correio, 80% têm como candidato o democrata Biden. Logo, um dos lados terá muito mais a perder se algo sair errado com quem votar por carta.

Pildes acredita que, especialmente se a eleição for apertada, como parece provável, haverá uma intensa disputa em relação à validade de cada voto por correio. Em 2018, de acordo com a Comissão de Assistência Eleitoral dos Estados Unidos, em média 4% das cédulas enviadas por carta acabaram descartadas.

O percentual, no entanto, varia por Estados, de acordo com o preparo de cada um deles pra esse tipo de votação: de 1% a 15% de votos descartados. Em um modelo estatístico da revista The Economist, supondo que 10% dos votos sejam descartados, Biden perderia até 4 pontos percentuais, algo nada desprezível na disputa.

E embora seja um percentual alto de rejeição de cédulas, ele não é de todo improvável. Isso porque o processo de votação por correio exige que a assinatura do eleitor e da testemunha no envelope em que o voto estará depositado seja perfeitamente condizente com os registros oficiais. E que tudo esteja dentro de um segundo envelope, que deve chegar fechado e lacrado ao momento da contagem.

De acordo com a interpretação atual da lei, votos que chegarem sem esse segundo envelope devem ser imediatamente descartados, mesmo que as assinaturas sejam válidas e o envelope do voto em si não tenha sido violado.

É fácil perceber o tamanho da confusão que esse tipo de regra pode causar quando se olha para o caso da Pensilvânia, por exemplo. Ali, as autoridades estimam que ao menos 40 mil votos chegarão sem o segundo envelope na eleição de 2020.

Eles seriam automaticamente invalidados, o que poderia mudar o resultado eleitoral. Em 2016, Trump venceu no Estado por uma margem de apenas 44 mil votos.

Judicialização da eleição

“Haverá intensa briga por cada uma dessas cédulas e se elas são válidas ou não. Nessa, os tribunais podem entrar em cena e é fácil imaginar uma situação que pode se tornar perigosa rapidamente”, avalia Pildes.

Na quarta-feira, o presidente Donald Trump deu como certo que a Suprema Corte será chamada a arbitrar a eleição ao final.

E como se o cenário não fosse suficientemente complexo, há uma semana, uma dentre os nove juízes do tribunal morreu: a progressista Ruth Ginsburg.

Embora fosse desejo de Ginsburg que seu substituto fosse escolhido pelo presidente eleito para o próximo mandato, Trump já afirmou que pretende fazer a indicação do sucessor da juíza no próximo fim de semana. Também já se sabe que ele conta com votos suficientes no Senado para que sua escolha seja aprovada, possivelmente antes das eleições.

Assim, os conservadores deixariam de ter uma maioria apertada na Corte, que tem produzido a eles reduzidos negativos já que com frequência o Juiz Chefe do colegiado, o conservador John Roberts, se alinha aos magistrados liberais na Corte, e passariam a ter um confortável 6 a 3 a seu favor. Na prática, Trump indicaria um juiz que pode ser o fiel da balança a garantir-lhe um novo mandato.

“Tenho certeza de que a Suprema Corte gostaria de ficar o mais longe possível dessas questões. Não é bom para o tribunal ser ator significativo na resolução da eleição. Qualquer que seja a decisão do tribunal, um dos lados ficará decepcionado e sentirá que a Corte age de maneira partidária, o que fragiliza essa instituição democrática”, diz Pildes.

Atraso nos resultados

Se o resultado realmente depender dos juízes da Suprema Corte, os americanos podem se ver mais uma vez diante de uma espera de mais de um mês para saber, afinal, quem é o novo presidente. Cenário parecido aconteceu em 2000, quando a corte teve de arbitrar uma disputa de recontagem de votos entre o democrata Al Gore e o republicano George W. Bush na Flórida.

Mas a judicialização não é a única possibilidade de atrasos. A grande quantidade de votos por correio pode empurrar o resultado para dias após o fechamento das urnas. Isso porque enquanto alguns Estados com tradição de voto por correio, como o Oregon, começam a contar essas cédulas antes mesmo do fechamento das urnas, e apresentam os resultados minutos após o fim da votação, outros Estados, como a Califórnia, permitem que os votos cheguem até cinco dias após o término do pleito, o que pode atrasar a contagem de um número relevante de votos.

O tempo que demorará para que haja uma definição sobre o novo presidente é um dos fatores que mais complicam a eleição atual.

“Acho que se não soubermos o vencedor na noite da eleição, ou pelo menos na manhã seguinte, entraremos em um território perigoso, porque mesmo que as autoridades eleitorais estejam fazendo tudo de maneira apropriada, o clima político nos Estados Unidos atualmente é tão explosivo que, se houver incerteza sobre o vencedor, podemos imaginar tipos de cenários começando a se desenvolver, incluindo o candidato que parece estar à frente naquele ponto tentando se declarar o vencedor”, afirma Pildes.

Na quarta-feira, o FBI e a Agência Nacional de Ciber-segurança dos Estados Unidos alertaram os americanos de que diante do “muito provável” atraso nos resultados eleitorais, os órgãos de investigação anteveem ações em massa de desinformação de forças estrangeiras, especialmente dos russos, que tentarão convencer os americanos de que ocorreram “ataques cibernéticos contra infraestrutura eleitoral, fraudes eleitorais e outros problemas com a intenção de convencer o público da ilegitimidade das eleições”, diz o relatório dos órgãos.

Diante do risco de desinformação em massa nas redes sociais e até mesmo de que Trump ou Biden publiquem mensagens se autoproclamando vencedores, as plataformas estudam adotar para os Estados Unidos protocolos de segurança que aplicam em países com processos eleitorais contestados.

O Twitter, por exemplo, afirma que usuários que postem “mensagens enganadoras sobre resultados eleitorais” podem ter seu post apagado ou marcado como falso ou até mesmo ter seu perfil banido da rede.

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Grávida salva marido de ataque de tubarão na Flórida

Margot Dukes-Eddy disse que não hesitou em pular no mar quando viu o sangue do marido brotar na água.

Por BBC

Uma mulher grávida mergulhou no mar do arquipélago de Florida Keys, no Estado americano da Flórida, para salvar o marido de um ataque de tubarão.

Segunda a polícia, Andrew Charles Eddy, de 30 anos, fazia mergulho com snorkel nos recifes de coral de Sombrero no domingo (20) quando foi mordido pelo animal, quase imediatamente após entrar na água.

Margot Dukes-Eddy, sua esposa, viu a barbatana dorsal do tubarão e o sangue de Andrew na água, quando decidiu “sem hesitar” pular para tentar resgatá-lo, conforme o relato das autoridades locais. Ela conseguiu levar o marido a um local seguro, e familiares ligaram para a emergência.

Andrew foi resgatado de helicóptero e levado a um hospital em Miami, onde recebeu tratamento para os ferimentos graves que tinha no ombro.

Um dos profissionais que atuaram no resgate, Ryan Johnson, disse à imprensa local que o homem estava em “situação crítica” quando a equipe chegou.

Perigo na região

O casal, natural do Estado da Geórgia, passava férias na Flórida com a família e havia alugado um barco privativo para conhecer a região.

Algumas pessoas do grupo já estavam na água quando Andrew entrou. O relatório policial aponta ainda que havia outro banhistas na mesma área.

Testemunhas disseram ter avistado mais cedo naquele dia um grande tubarão de dois ou três metros de comprimento que parecia ser um tubarão-cabeça-chata (conhecido como “bull shark” em inglês).

A Flórida registra o maior número de ataques de tubarão a humanos no mundo — ainda que ataques de tubarão sejam considerados eventos bastante raros de maneira geral. Foram 21 em 2019, segundo o Florida Museum.

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Rato farejador de minas terrestres ganha prêmio de bravura animal no Reino Unido

Magawa farejou 39 minas terrestres e 28 itens de munições não detonadas.

Por France Presse

Foto divulgada pela instituição de caridade veterinária britânica PDSA mostra Magawa, um rato gigante africano, com sua medalha de ouro recebida do PDSA por seu trabalho na detecção de minas terrestres em Siem Reap, no Camboja  — Foto: Divulgação/PDSA via AFP

Foto divulgada pela instituição de caridade veterinária britânica PDSA mostra Magawa, um rato gigante africano, com sua medalha de ouro recebida do PDSA por seu trabalho na detecção de minas terrestres em Siem Reap, no Camboja — Foto: Divulgação/PDSA via AFP

Heróis vêm em todas as formas e tamanhos. Um rato africano gigante de cinco anos chamado Magawa, no entanto, deve ser um dos mais improváveis do mundo.

O roedor ganhou o equivalente animal da maior honra civil do Reino Unido por bravura por causa de sua habilidade fantástica de farejar minas terrestres e munições não detonadas.

A organização veterinária britânica PDSA concedeu na sexta-feira (25) a Magawa a medalha de ouro “por sua bravura salvadora e devoção ao dever”, que transformou a vida das pessoas no Camboja.

Magawa, que foi treinado pela instituição de caridade belga APOPO, farejou 39 minas terrestres e 28 itens de munições não detonadas, tornando-o o “HeroRAT” (Rato herói) de maior sucesso da organização.

“O trabalho do HeroRAT Magawa e da APOPO é verdadeiramente único e notável”, disse o diretor geral da PDSA, Jan McLoughlin.

“Magawa salva e muda diretamente a vida de homens, mulheres e crianças que são afetados por essas minas terrestres.”

Milhões de minas terrestres foram colocadas no Camboja entre 1975 e 1998, causando dezenas de milhares de vítimas.

Magawa, que fica na cidade de Siem Reap, é o primeiro rato a receber uma medalha PDSA nos 77 anos de premiação, juntando-se a um ilustre bando de bravos caninos e felinos — e até mesmo um pombo.

A medalha de ouro PDSA é o equivalente animal da Cruz de Jorge, a mais alta condecoração civil do Reino Unido. A instituição de caridade também concede a Medalha Dickin, para animais militares.

Farejar e arranhar

A APOPO treinou Magawa na Tanzânia para detectar o composto químico dentro dos explosivos, recompensando-o com guloseimas saborosas — bananas e seus amendoins preferidos.

Os ratos alertam os desminadores arranhando a terra.

Ele pode vasculhar uma área do tamanho de uma quadra de tênis em apenas 30 minutos, algo que levaria quatro dias usando um detector de metal convencional.

Ele é grande o suficiente para ser preso a uma coleira enquanto trabalha, mas leve o suficiente para não detonar minas.

“O prêmio PDSA Gold Medal traz o problema das minas terrestres para a atenção global”, disse Christophe Cox da APOPO.

Cox disse que sua equipe de “HeroRATs” acelerou a detecção de minas terrestres por causa de seu olfato apurado e memória.

“Ao contrário dos detectores de metal, os ratos ignoram a sucata e apenas farejam explosivos, tornando-os detectores de minas terrestres rápidos e eficientes”, disse Cox.

“Isso não apenas salva vidas, mas devolve as terras seguras tão necessárias para as comunidades o mais rápido e com o melhor custo-benefício possível.”

A APOPO atualmente tem 45 ratos farejadores de minas terrestres e 31 detectando tuberculose na África e na Ásia, de acordo com seu site.

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Hospital de Israel saturado pela Covid-19 instala leitos no estacionamento

País decretou um novo confinamento nacional de pelo menos três semanas após ressurgimento da doença.

Por France Presse

Técnicos preparam leitos no estacionamento subterrâneo do Rambam Health Care Campus, que foi transformado em uma unidade de terapia intensiva para pacientes com Covid-19 na cidade de Haifa, no norte de Israel, nesta quarta-feira (23) — Foto: Jack Guez/AFP

Técnicos preparam leitos no estacionamento subterrâneo do Rambam Health Care Campus, que foi transformado em uma unidade de terapia intensiva para pacientes com Covid-19 na cidade de Haifa, no norte de Israel, nesta quarta-feira (23) — Foto: Jack Guez/AFP

Sobrecarregado pela segunda onda de coronavírus que afeta Israel, um hospital de Haifa transformou o estacionamento subterrâneo em “ala covid”, onde centenas de leitos ocupam os retângulos desenhados no chão para os carros.

O estacionamento deste hospital no norte de Israel foi construído em 2006, depois da guerra contra o Hezbollah libanês, para servir de refúgio em caso de novas hostilidades.

Entretanto, com o ressurgimento do coronavírus em Israel — que decretou um reconfinamento nacional de pelo menos três semanas (até 11 de outubro) —, “decidimos usar esta estrutura estratégica”, explica à AFP Michael Halberthal, diretor do hospital Rambam.

O estabelecimento decidiu instalar centenas de leitos em seu estacionamento. Com máscaras cirúrgicas azuis e luvas de látex, a equipe se dedica a instalar os equipamentos e os leitos nas vagas de estacionamento, delimitadas por painéis de concreto pintados de rosa, violeta ou verde.

Esta “ala covid” começará a funcionar a partir desta quinta-feira (24) para receber 770 pacientes.

“É preciso encontrar soluções, porque temos a obrigação de proporcionar cuidados”, afirma Halberthal, expressando sua “frustração” pelo fato de a população não respeitar as restrições impostas para conter a propagação do vírus.

Além disso, a mobilização de recursos adicionais para a segunda onda reduzirá a “qualidade” e a “quantidade” da atenção oferecida aos “pacientes que não estão infectados com a Covid-19”, destaca.

Israel é um dos países com a maior taxa de infecção do coronavírus nas últimas semanas. Na quarta-feira (23), o Ministério da Saúde registrou 6.808 novos casos de pessoas infectadas em um só dia.

“O sistema de saúde está em risco”, afirmou o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, para justificar o novo confinamento generalizado, que pode ser endurecido nos próximos dias.

Para Khetam Hussein, responsável pelas doenças infecciosas no hospital Rambam, essas novas medidas foram aplicadas “tarde demais”.

Israel endurece lockdown nacional para conter Covid-19

Lotados

A nova onda afeta especialmente o norte do país, onde se concentra a minoria árabe-israelense que, em grande parte, não foi atingida pelo início da pandemia, mas que está afetada em cheio nas últimas semanas, segundo as autoridades, que questionam os grandes casamentos do verão boreal (Hemisfério Norte).

“Todos os hospitais estão lotados, alguns estão no limite de sua capacidade e não aceitam mais pacientes”, destaca Hussein.

Há alguns dias, os hospitais saturados não conseguem mais conter o fluxo de ambulâncias, confessa um responsável da Magen, David Adom, equivalente israelense da Cruz Vermelha.

Apenas 27% dos israelenses afirmam ter confiança na capacidade do primeiro-ministro Netanyahu para enfrentar a atual crise de saúde — o número mais baixo desde o início da pandemia, segundo uma pesquisa do Instituto Democrático de Israel, centro de pesquisa em Jerusalém.

O governo está enfrentando uma onda de críticas da oposição, da imprensa e também de profissionais da saúde, que denunciam uma desorganização e uma grande falta de recursos nos últimos meses para antecipar os efeitos de uma segunda onda de contaminação.

Embora o hospital Rambam tenha conseguido aumentar consideravelmente sua capacidade, está em falta de medicamentos e suprimentos médicos suficientes.

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Fundação Nobel aumenta em US$ 111 mil valor de cada prêmio

Os vencedores de 2020, que serão anunciados entre 5 e 12 de outubro, receberão um cheque de 10 milhões de coroas (R$ 6,2 milhões), patamar perdido há dez anos.

Por France Presse

Nove anos depois de ter de cortar o valor dos prêmios por razões financeiras, a Fundação Nobel anunciou nesta quinta-feira (24) que aumentou em um milhão de coroas da Suécia (em torno de R$ 620 mil) o cheque para os laureados.

“O trabalho realizado nos últimos anos para fortalecer a situação financeira da Fundação Nobel permitiu aumentar o valor que acompanha a premiação”, explicou a entidade em um comunicado.

Os vencedores de 2020, que serão anunciados entre 5 e 12 de outubro, receberão um cheque de 10 milhões de coroas (R$ 6,2 milhões), patamar perdido há dez anos.

Em 2011, a Fundação, que administra os bens do inventor e criador sueco dos prêmios Alfred Nobel, teve de reduzir a recompensa financeira de 10 para 8 milhões de coroas suecas. Em 2017, a instituição já havia conseguido recuperá-la até os nove milhões de coroas suecas.

Quando vários premiados compartilham um prêmio (Medicina, Física, Química, Literatura, Paz, ou Economia), eles também compartilham a soma financeira.

Veja abaixo uma reportagem sobre Malala, que foi vencedora do Nobel da Paz.

Ganhadora do Nobel da Paz aos 17 anos, Malala se forma na Universidade de Oxford aos 22

Inventor da dinamite em 1866, criação que o tornou rico, Alfred Nobel deu a maior parte de sua fortuna a prêmios com seu nome em um testamento redigido em Paris, em 1895.

Naquela época, a soma era de 31,5 milhões de coroas, ou 2,2 bilhões de coroas hoje. Os ganhadores do Nobel de 2020, embora tenham melhores condições financeiras, sofrem os efeitos da pandemia do coronavírus.

Pela primeira vez desde 1944, a cerimônia de premiação física em 10 de dezembro foi cancelada e substituída por uma cerimônia televisionada com os candidatos que receberão seus prêmios em seu país de residência. Uma cerimônia ainda está marcada em Oslo para o Prêmio da Paz, mas reduzida ao mínimo.

Já o banquete do Nobel já foi cancelado anteriormente durante as duas guerras mundiais. Também não foi celebrado em 1907, 1924 e 1956.

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Reino Unido apreende carga de uma tonelada de cocaína escondida em navio que saiu da América do Sul

A droga estava escondida em paletes de madeira de um barco que levava frutas da América do Sul para a Inglaterra. A estimativa é que, no mercado ilegal, a cocaína traria uma receita de 100 milhões de libras (R$ 714 milhões).

Por G1

A polícia do Reino Unido apreendeu uma tonelada de cocaína no porto de Dover, no sul da Inglaterra, na terça-feira (22). A droga chegou até lá em um navio que carregava frutas da América do Sul.

Se essa droga chegasse ao mercado ilegal, seu valor poderia alcançar 100 milhões de libras (R$ 714 milhões), diz Nikki Holland, diretor da agência nacional de crimes.

As embalagens com cocaínas estavam dentro de palete de madeira –uma estrutura usada para facilitar o trasbordo de carga.

Parte da cocaína apreendida no Reino Unido que estava escondida em um navio que trazia frutas da América do Sul — Foto: Divulgação/National Crime Agency

Parte da cocaína apreendida no Reino Unido que estava escondida em um navio que trazia frutas da América do Sul — Foto: Divulgação/National Crime Agency

Foram detidos dois homens, um de 40 anos, na Inglaterra, e o outro de 64 anos, na Escócia. Eles foram interrogados e libertados.

Essa apreensão foi uma ação de uma grande operação chamada Venetic. Ela teve origem em informações que os agentes descobriram ao se infiltrar em plataformas de comunicação encriptada usada por criminosos chamada EncroChat.

Essa operação já havia dado resultados em julho. Na ocasião, os britânicos haviam trabalhado em cooperação com agentes de outros países da Europa. De acordo com a BBC, foram presas mais de 1.500 pessoas –746 delas no Reino Unido, inclusive dois policiais.

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Justiça do Equador confirma sentença e ordena captura de ex-presidente Rafael Correa

Rafael Correa vive na Bélgica, mas foi condenado em seu país a oito anos de prisão por corrupção.

Por G1

A Justiça do Equador ordenou nesta quarta-feira (23) a captura de Rafael Correa, que vive na Bélgica, após confirmar a condenação do ex-presidente equatoriano a oito anos de prisão por corrupção.

A resolução judicial determina a execução da decisão, confirmada em última instância há duas semanas, que inclui a perda dos direitos políticos e a desqualificação vitalícia de Correa para desempenhar cargos de eleição popular. O ex-presidente deseja participar das eleições de fevereiro.

A Justiça ordenou à polícia a “localização imediata e captura” do ex-presidente socialista de 57 anos. Também determinou que o Ministério das Finanças suspenda a remuneração vitalícia de US$ 4,2 mil mensais que Correa recebia como ex-presidente.

Correa, que governou entre 2007 e 2017, foi processado à revelia e condenado após a Justiça concluir que ele e ex-colaboradores receberam propina em troca de contratos com várias empresas, entre elas a brasileira Odebrecht, que foi citada, mas não investigada.

Ele foi vinculado ao caso por US$ 6 mil depositados em sua conta bancária, valor que alega se tratar de um empréstimo de um fundo do seu partido. As penas por peculato, suborno e enriquecimento ilícito não prescrevem no Equador.

Rafael Correa diz ser inocente e vítima de perseguição política pelo presidente Lenín Moreno, seu ex-aliado e sucessor.

Correa vive na Bélgica, país natal de sua mulher, desde 2017. Apesar de estar fora do Equador, ele ainda é considerado o principal opositor de Moreno.

O ex-presidente solicitou pela internet a inscrição de sua candidatura à vice-presidência, em chapa com o jovem economista e seu ex-ministro Andrés Arauz. No entanto, sua candidatura foi suspensa sob a justificativa de que ele não a apresentou pessoalmente ao Conselho Nacional Eleitoral (CNE), como manda a Constituição.

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Operação policial descobre fábrica que reutiliza preservativos usados no Vietnã

Camisinhas usadas eram fervidas em água antes de serem revendidas no mercado.

Por Reuters

Preservativos usados são vistos em armazém ilegal no Vietnã — Foto: Reprodução/VTV via Reuters

Preservativos usados são vistos em armazém ilegal no Vietnã — Foto: Reprodução/VTV via Reuters

Um armazém que reciclava e revendia preservativos usados foi descoberto durante uma operação da polícia vietnamita na terça-feira (22) , informou a mídia estatal do país.

A emissora VTV transmitiu imagens mostrando dezenas de grandes sacolas contendo camisinhas usadas espalhadas pelo armazém no sul da província de Binh Duong logo após a operação.

Operação policial descobre fábrica que reutiliza preservativos usados no Vietnã

A polícia de Binh Duong disse que um total de 360 kg, o equivalente a 345 mil preservativos usados, foram encontrados no depósito, informou a VTV.

Preservativos usados são vistos em armazém ilegal no Vietnã — Foto: Reprodução/VTV via Reuters

Preservativos usados são vistos em armazém ilegal no Vietnã — Foto: Reprodução/VTV via Reuters

Uma mulher detida na operação disse à polícia que os preservativos usados eram fervidos em água antes de serem revendidos no mercado, acrescentando que ela recebia US$ 0,17 por quilograma de preservativo reciclado que ela lavou, secou e reformulou.

Não se sabe quantos preservativos reciclados já foram vendidos.

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Mulher dá à luz em voo e bebê ganha passagens de graça pelo resto da vida pela companhia aérea

O parto foi realizado por um médico que estava no avião.

Do G1

Uma mulher deu à luz em um voo que saiu do Cairo com destino a Londres, na quinta-feira (17). Por uma rede social, a companhia aérea EgyptAir informou que o bebê que nasceu nas alturas irá ganhar passagens áreas gratuitas para conhecer todos os destinos oferecidos pela empresa pelo resto da vida.

Segundo a companhia, a iemenita Hiyam Nasr Naji Daaban começou a ter contrações durante o voo, o piloto tentou fazer um pouso de emergência, mas a mulher deu à luz antes do avião aterrissar. O parto foi realizado por um médico que estava no avião e não houve complicações.

“O piloto, Rushdi Zakaria, presidente da Holding Company for Egypt, parabenizou a passageira Hiyam Nasr Naji Daaban, de nacionalidade iemenita, por sua segurança e concedeu a seu filho recém-nascido uma passagem vitalícia gratuita”.

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