Novos terremotos na Indonésia deixam 10 mortos

Por G1

Novos terremotos, incluindo um de 6,9 graus de magnitude, que atingiram as ilhas indonésias de Lombok e Sumbawa, no domingo (19), mataram 10 pessoas e deixaram 24 feridas, de acordo com a Agência Nacional de Gestão de Catástrofes. Os abalos acontecem cerca de duas semanas depois de tremores provocarem a morte de quase 500 pessoas.

O balanço foi divulgado nesta segunda-feira (20) pelo porta-voz da Agência Nacional de Gestão de Catástrofes, Sutopo Purwo Nugroho, indica ainda que 151 casas ficaram danificadas e que houve interrução no fornecimento de energia elétrica.

Os tremores provocaram pânico no subdistrito de Sembalun, em Lombok, que fica próximo do monte Rinjani, onde muitas pessoas já estão vivendo em barracas porque tiveram suas casas destruídas no início do mês. Houve deslizamentos de terras nesta região, o que contribuiu para aumentar o medo dos moradores.

Em Sumbawa, um bairro atingido por um incêndio que começou em uma casa desmoronada, segundo a Associated Press.

View image on TwitterView image on TwitterView image on TwitterView image on Twitter

O primeiro tremor, de 6,3 graus, foi registrado ao meio-dia de domingo (19). Doze horas depois, um terremoto de 6,9 graus foi registrado, seguido por tremores secundários. O epicentro do segundo terremoto foi localizado a uma profundidade de 20 km, cinco km ao sul de Belanting, informou o Centro Geológico dos Estados Unidos (USGS).

A ilha de Lombok, vizinha de Bali, foi devastada por dois grandes terremotos nos dias 29 de julho e 5 de agosto, que deixaram quase 500 mortos e milhares de desabrigados.

Círculo de Fogo do Pacífico

A Indonésia, um arquipélago de 17.000 ilhas e ilhotas, está em uma das regiões mais propensas a tremores e atividade vulcânica do mundo: o Círculo de Fogo do Pacífico. Cerca de 7 mil tremores atingem essa área por ano, em sua maioria de magnitude moderada.

A região, de cerca de 40 mil km de extensão, tem formato de ferradura e circunda a bacia do Pacífico, abrangendo toda a costa do continente americano, além de Japão, Filipinas, Indonésia, Nova Zelândia e ilhas do Pacífico Sul.

Em 2004, um tremor de magnitude 9,1, perto da costa noroeste da ilha de Sumatra, gerou um tsunami que matou 230 mil pessoas em 14 países no Oceano Índico.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Talibã faz mais de 100 reféns no Afeganistão

Por G1

Membros do Talibã detiveram três ônibus em uma estrada em Kunduz, no norte do Afeganistão, e fizeram mais de 170 reféns, incluindo mulheres e crianças, nesta segunda-feira (20), de acordo com a Associated Press.

O vice-porta-voz do Ministério do Interior, Nasrat Rahimi, afirmou à AP que a operação de resgate empreendida pelo governo libertou 149 pessoas, mas 21 permanecem sob poder dos insurgentes. Pelo menos sete talibãs foram mortos.

O porta-voz do governador da província de Kunduz, Esmatullah Muradi, afirma que a operação continua.

Busca de funcionários do governo

O chefe do conselho de Kunduz, Mohammad Yusouf Ayubi, afirmou que os extremistas bloquearam os ônibus na estrada perto do distrito de Khan Abad e forçaram os passageiros a irem com eles para um local não revelado.

Ayubi disse acreditar que o Talibã estava à procura de funcionários do governo ou membros das forças de segurança que costumam ir para casa nos feriados.

Abdul Rahman Aqtash, chefe de polícia da vizinha província de Takhar, disse que os passageiros eram das províncias de Badakhshan e Takhar e viajavam para a capital, Cabul.

Trégua

O presidente afegão, Ashraf Ghani, declarou neste domingo (19) um cessar-fogo de três meses com os talibãs, sob a condição de que eles também interrompam os combates após um recente aumento da violência no país.

“Anuncio um novo cessar-fogo a partir de amanhã (segunda-feira) até o aniversário do profeta (em 21 de novembro), sob a condição de que os talibãs façam o mesmo”, afirmou o chefe de Estado em um pronunciamento transmitido pela televisão.

Em junho, havia sido declarado um cessar-fogo de poucos dias, ao final da celebração do Ramadã, o mês do jejum sagrado muçulmano.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Mulher de 21 anos faz transplante de rosto e se torna a mais jovem receptora nos EUA

Do G1

Fantástico

Jovem de 21 anos faz transplante de rosto e se torna a mais jovem receptora nos EUA

Jovem de 21 anos faz transplante de rosto e se torna a mais jovem receptora nos EUA

Katie Stubblefield é a mais jovem receptora de um transplante de rosto da história dos Estados Unidos. A cirurgia foi financiada pelo Instituto de Medicina Regenerativa das Forças Armadas, do Departamento de Defesa dos EUA, em um esforço para melhorar o tratamento de feridos em batalha que retornam com traumatismos faciais provocados por disparos de balas.

O trauma do rosto de Katie ocorreu no dia 25 de março de 2014, quando ela tinha 18 anos; ela foi atingida por um disparo de bala auto-infligida. Aos 21 anos, Katie recebeu um transplante facial total, que começou em maio de 2017.

Uma equipe de jornalistas da revista “National Geographic” recebeu acesso à Cleveland Clinic para documentar o processo de Katie, que está na reportagem da edição de setembro de 2018 da publicação e está disponível on-line em https://www.nationalgeographicbrasil.com/o-novo-rosto-de-katie.

Na reportagem do Fantástico, no vídeo acima, você vê partes do que foi registrado em vídeo pela equipe da revista. Uma história comovente, que a gente resolveu contar evitando as imagens mais fortes, focando na dedicação da família e dos médicos e na imensa generosidade da doadora, que transformaram uma vida.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Caixas eletrônicos e serviços bancários online na Venezuela param de funcionar antes de plano econômico

Por G1

Mensagem em site de banco da Venezuela avisa sobre paralisação dos serviços eletrônicos (Foto: Reprodução/Internet)

Mensagem em site de banco da Venezuela avisa sobre paralisação dos serviços eletrônicos (Foto: Reprodução/Internet)

Os caixas eletrônicos e os serviços bancários online da Venezuela pararam de funcionar temporariamente deste domingo (19) até segunda-feira (20), data em que novo plano econômico no país entra em vigor. O apagão bancário cumpre a medida anunciada pelo presidente venezuelano, Nicolás Maduro, para a “adequação” dos bancos ao pacote de medidas.

Os serviços eletrônicos são considerados essenciais na Venezuela porque falta dinheiro em espécie no país. Quem acessou os sites dos bancos venezuelanos encontrou um aviso sobre o bloqueio.

A partir de segunda-feira, entra em vigor o plano monetário que corta cinco zeros da moeda. A divisa, inclusive, passará a se chamar Bolívar Soberano. A megadesvalorização é uma estratégia do regime de Maduro para conter a inflação prevista para 1.000.000% em 2018.

Especialistas, no entanto, estão céticos sobre a efetividade das medidas, apelidas na Venezuela de “Madurazo”. “Os próximos dias serão de muita confusão tanto para os consumidores quanto para o setor privado, especialmente o comercial. É um cenário caótico”, prevê o diretor da consultora Ecoanalítica, Asdrúbal Oliveros.

A oposição, inclusive, convocou protestos e greves na terça-feira, dia seguinte ao feriado bancário decretado para readequar a política monetária do país.

Incertezas

Com medo e sem ter certezas sobre a transição da moeda, a população local fez filas em supermercados e postos de gasolina na semana passada.

“Não se sabe o que pode acontecer”, disse à AFP Óscar Cabrera, acompanhado da esposa, ao sair de um supermercado em Caracas.

“Sabão, um pouquinho de carne, um pouquinho de queijo… E gastamos 70 milhões!”, lamentou Omaira Ávila. A cifra equivalerá a 700 bolívares após a reconversão monetária disposta pelo presidente Nicolás Maduro.

A preocupação também é palpável em cidades como Maracaibo, no petrolífero estado Zulia (nordeste), ou San Cristóbal (Táchira, oeste). “Se me roubam ao pagar, nem vou perceber”, se queixou Carolina Palencia, docente de 22 anos, prevendo confusões com as notas, que conviverão por um tempo indeterminado com as anteriores.

As notas de menor valor deixaram de ser aceitas por comerciantes há alguns dias.

Em Zulia, a mudança monetária chega em meio a uma grave crise elétrica, que paralisou alguns setores por mais de 160 horas contínuas.

Em San Cristóbal, entretanto, muitos negócios fecharam pela incerteza. “Prefiro fechar, pois eu mesma não entendo como vamos fazer com as duas moedas”, expressou à AFP Luisa Guerra, comerciante de 53 anos.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Ex-diretor da CIA ameaça recorrer à Justiça contra Donald Trump

Por Deutsche Welle

O ex-diretor da CIA John Brennan disse no domingo (19/08) que pode recorrer à Justica depois que o presidente dos EUA, Donald Trumprevogou seu acesso a informações confidenciais e suas credenciais de acesso à Casa Branca.

Brennan, que chefiou a agência de inteligência dos EUA entre 2013 e 2017, disse que tem consultado advogados para saber como deve proceder. “Se esse é o preço que tenho de pagar para evitar que Donald Trump faça o mesmo a outras pessoas, para mim é um pequeno preço a pagar”, disse Brennan ao programa Meet the Press, da rede NBC. “E se isso significa ir aos tribunais, irei”.

Brennan também disse que a atitude de Trump “é um sinal claro de que, se você cruzar seu caminho, ele usará todas as ferramentas ao seu dispor para punir você”.

Na semana passada, Trump retirou as credenciais de acesso à Casa Branca e à informação confidencial de Brennan. A porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, justificou a decisão pelo que descreveu como comportamento “errático” de Brennan.

O ex-diretor CIA tem criticado o atual governo e chegou a qualificar recentemente Trump como um “perigo” para a segurança nacional dos Estados Unidos.

Além disso, Brennan disse ter se mostrado surpreso “pela quantidade de vezes que o presidente não tem controle na hora de manter os padrões mínimos de decência, civilidade e honradez” ao comentar o recente insulto de Trump a uma ex-assessora da Casa Branca, que foi chamada pelo presidente de “cadela”.

No sábado (18/08), sete ex-diretores da CIA assinaram uma carta de apoio ao colega, na qual afirmaram que a medida contra Brennan é “profundamente lamentável”, e advertiram que é um “tentativa de sufocar a liberdade de expressão”.

Também no sábado, Trump criticou Brennan, a quem chamou de “charlatão”.

“Alguém olhou os erros de John Brennan quando servia como diretor da CIA? Será lembrado facilmente como o pior da história e desde sua saída, se transformou em nada menos que um charlatão, partidário, pirata político em quem não se pode confiar os segredos do nosso país”, disse Trump no Twitter.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Último pacote de ajuda financeira para a Grécia termina na segunda

Por France Presse

Os mais jovens não se lembram de como era “antes”. O último dos planos de ajuda financeira para a Grécia termina na segunda-feira (20), com um país mais saneado, porém marcado por oito anos de austeridade.

Depois de Portugal, Irlanda, Espanha e Chipre, a Grécia era o último país da zona euro que continuava sob o programa de ajuda desde a crise.

Em três planos sucessivos (2010, 2012 e 2015), o país deve ter recebido 289 bilhões de euros em empréstimos. Em oito anos, um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) evaporou – o crescimento voltou em 2017 -, e o desemprego acaba apenas de cair abaixo dos 20%, após um máximo de 27,5% registrado em 2013.

Seria “arrogante dizer que tudo vai bem”, comentou na terça-feira passada o diretor-geral do Mecanismo Europeu de Estabilidade que administra o programa atual, Klaus Regling, em entrevista ao site alemão Spiegel Online.

Regling fala de seu “enorme respeito” pelos gregos, cujo salário e aposentadorias se reduziram em um terço durante a crise.

Assim como o economista Theodoros Stamatiou, do Eurobank, muitos especialistas acreditam que os planos de ajuda eram “inevitáveis”, em um país atrasado em suas reformas, mas foram muito duros.

Vigilância seguirá por ‘anos’

O primeiro-ministro Alexis Tsipras, líder do Syriza, e seu então ministro das Finanças, Yanis Varoufakis, tentaram mudar o segundo programa, ao chegarem ao poder em janeiro de 2015.

Apesar de um firme “não” dos gregos aos credores, por meio de um referendo, Tsipras se viu obrigado a assinar o terceiro plano de ajuda em julho daquele ano, para evitar que a Grécia fosse expulsa do euro.

Todos os grandes partidos, incluindo o Syriza, parecem agora estar convencidos da validade da seriedade orçamentária. O que é bom, avalia o professor de Economia Nikos Vettas, segundo o qual “ninguém mais acredita em uma nova queda da Grécia”.

Um sentimento em geral compartilhado, ainda que Gabrile Colletis, professor de Ciências Econômicas na Universidade francesa de Toulouse 1, muito crítico aos planos de ajuda, ainda veja “uma agitação social inevitável” na Grécia.

O país, que em 2016 e 2017 teve um superávit orçamentário de cerca de 4%, superando as exigências dos credores, ainda não é totalmente livre. Já teve de legislar antecipadamente as novas reformas para 2019 e 2020 e continuará sob vigilância por vários anos. Nesse contexto, a agência de classificação de risco Fitch acaba de elevar a nota da dívida grega para “BB-“.

A maioria das cifras econômicas não se traduz em realidade para os gregos, porém.

Vettas insiste na “necessidade categórica” de criar “um crescimento muito forte” nos próximos anos, que vá além dos 2% ao ano previstos, “sem o que as famílias continuarão sofrendo”.

Diante desse quadro, a imprensa grega avalia que o premiê deve se limitar a fazer um discurso sóbrio, a ser transmitido pela televisão na terça-feira.

No sábado, o jornal “Ta Nea”, próximo à oposição, resumia o sentimento de ironia reinante: “21 de agosto, zero hora. O plano de ajuda terminou, o pesadelo continua”.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Projetista da ponte que desabou na Itália alertou sobre risco de corrosão em 1979

Por Associated Press

Quase quatro décadas antes do desabamento da ponte em Gênova, na Itália, o engenheiro responsável pelo projeto alertou que a estrutura precisaria passar por manutenção constante contra corrosão.

O projetista Riccardo Morandi, que deu nome à ponte, disse em 1979, que seriam necessários reparos contra os efeitos da maresia e da poluição. O número de pessoas mortas no acidente chegou a 43 no sábado (18).

Segundo a rede de televisão italiana RAI, Morandi alertou para a corrosão em um relatório 12 anos depois da inauguração da ponte. À época, o engenheiro disse que já se sabia sobre uma “perda de resistência química superficial do concreto” por causa da maresia e da poluição de uma usina siderúrgica perto dali.

No relatório, Morandi reafirmou a segurança do projeto da ponte. Mesmo assim, ele alertou:

“Mais cedo ou mais tarde, talvez em poucos anos, será necessário recorrer a um tratamento com remoção de todos os traços de ferrugem”, escreveu o engenheiro.

Causas do acidente

Para o juiz Francesco Cozzi, o desabamento da ponte em Gênova não foi uma fatalidade. As investigações já começaram e devem durar meses até que peritos estabeleçam as causas do desastre, de acordo com a Rádio França Internacional (RFI).

Uma das principais hipóteses é a vulnerabilidade da infraestrutura e do material usado para a construção, o concreto armado. O material se degrada ao longo do tempo, além de precisar de uma frequente e custosa manutenção. A ponte foi construída na década de 1960, projetada pelo engenheiro Riccardo Morandi, durante uma das épocas de maior crescimento econômico da Itália.

Ponte desaba em Gênova (Foto: Infografia: Roberta Jaworski)

Ponte desaba em Gênova (Foto: Infografia: Roberta Jaworski)

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Nove voos mudaram rota por ameaças de bombas nesta quinta na América do Sul, diz agência de aviação chilena

Por Reuters

Mapa do trajeto do voo LA 2369, que fez pouso forçado em Pisco, no Peru (Foto: Reprodução/Twitter/AirportWebcams)

Mapa do trajeto do voo LA 2369, que fez pouso forçado em Pisco, no Peru (Foto: Reprodução/Twitter/AirportWebcams)

No total, 9 aviões foram forçados a fazer mudanças de emergência em suas rotas dentro dos espaços aéreos de Chile, Argentina e Peru, nesta quinta-feira (16), devido a ameaças de bombas feitas à agência de aviação civil chilena, disse o diretor-geral da agência a jornalistas.

Ao menos dois dos aviões eram operados pela Latam Airlines e três pela companhia chilena de baixo custo Sky, confirmaram as companhias.

O diretor-geral da agência de aviação civil do Chile (DGAC), Victor Villalobos Collao, disse que no total 11 ameaças foram feitas na quinta-feira, sendo duas “fictícias” e nove relacionadas a voos reais.

Todos os aviões foram declarados livres de explosivos, e ao menos uma aeronave pôde retomar seu voo, disse.

Segundo Collao, ligações advertindo sobre bombas a bordo dos aviões foram feitas aos escritórios da Latam e à agência de aviação civil do Chile, e a polícia está agora tentando rastrear sua origem.

“Nós sempre temos uma ou duas malas abandonadas, isso é normal”, disse a jornalistas em coletiva de imprensa no aeroporto de Santiago. “Mas esse é um caso totalmente excepcional”.

Quatro dos aviões tinham a capital chilena como origem ou destino, acrescentou a DGAC em comunicado.

Um dos voos, o Sky 162, decolou do aeroporto Arturo Merino Benítez, em Santiago, com destino a cidade de Antofagasta, no norte do Chile, mas foi instruído a retornar à capital chilena, segundo o comunicado.

O voo 2369 da Latam, que decolou de Lima a caminho de Santiago, foi forçado a aterrissar na cidade peruana de Pisco, acrescentou.

O Ministério de Transportes do Peru disse que ninguém ficou ferido e que uma equipe responsável por desativar explosivos foi notificada.

A polícia do Chile não respondeu a pedido por comentário.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Mortes por overdose nos EUA batem recorde e chegam a quase 72 mil em 2017

Por G1

As mortes por overdose nos Estados Unidos aumentaram 7% e chegaram a quase 71.568 mil em 2017, segundo dados do órgão estatal de saúde pública para o controle de doenças (Centers for Disease Control, CDC) divulgados na quinta-feira (16).

O número de mortes por overdose é muito superior aos óbitos por acidentes de trânsito, relacionados a armas de fogo ou suicídios.

O aumento nos casos ocorre em um momento em que os mais viciados recorrem ao potente opioide sintético fentanil pelas dificuldades para acessar os cada vez mais controlados analgésicos de receita.

As mortes por overdose nos Estados Unidos somaram 67.114 em 2016 e um pouco mais de 54.207 em 2015, segundo o CDC.

Os registros de mortes aumentaram em 38 dos 50 estados do país. A maioria das mortes aconteceram na Flórida (sudeste), Califórnia (oeste), Pensilvânia e Ohio (meio-oeste), segundo a France Presse.

Os aumentos maiores, em termos percentuais, aconteceram na Carolina do Norte (sudeste), com um aumento de 22,5%, e em Nebraska (meio-oeste), com uma alta de 33,3%.

Epidemia de overdose

A epidemia de overdose nos Estados Unidos começou no início da década de 2010, principalmente vinculada à prescrição excessiva de Oxycontin e outros analgésicos legais, fazendo com que mais de dois milhões de pessoas se viciassem.

Nos últimos três anos, as autoridades tomaram medidas enérgicas contra a venda de analgésicos sob receita e os usuários se viram obrigados a recorrer a heroína e fentanil, mais barato e muito mais potente.

As estatísticas mostram que os opioides sintéticos como o fentanil estão implicados em quase metade das mortes por overdose, em comparação a aproximadamente um terço há apenas um ano.

O presidente Donald Trump declarou o problema como uma emergência nacional de saúde pública no ano passado.

Maconha sintética

Em New Haven, Connecticut, o número de vítimas de overdose ligadas a um suposto lote de maconha sintética subiu para 76 na quinta-feira. As autoridades tentam determinar exatamente o que fez as pessoas passarem mal, de acordo com a Associated Press.

As pessoas começaram a passar mal pouco depois das 8h de quarta-feira (15) no histórico parque New Haven Green, perto da Universidade de Yale. Os casos de overdose continuaram até a manhã desta quinta. Nenhuma morte foi registrada, e a maioria das pessoas levadas aos hospitais já recebeu alta, disseram autoridades.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Kim Jong-un critica sanções ‘desonestas’

Por France Presse

O líder norte-coreano, Kim Jong-un, atacou “forças hostis” por sanções “desonestas”, informou a imprensa estatal nesta sexta-feira (17). A declaração acontece em um momento em que Washington tenta manter a pressão sobre Pyongyang para colocar fim ao seu programa nuclear.

Durante uma visita a uma área de construção na zona costeira de Wonsan-Kalma, o líder norte-coreano criticou as “forças hostis pela tentativa de reprimir o povo coreano com sanções desonestas e bloqueios”, informou a agência de notícias norte-coreana KCNA.

Nesta semana, o governo americano pediu à comunidade internacional a continuidade das sanções contra o regime isolado. O Tesouro americano anunciou medidas contra empresas russas e chinesas por violação das medidas.

Poucos avanços

Kim e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, celebraram uma reunião em Singapura no mês de junho que o americano chamou de momento histórico.

Mas desde então aconteceram poucos avanços e a Coreia do Norte criticou Washington por suas demandas “de estilo gangster” sobre um desarmamento completo, verificável e irreversível.

Pyongyang, porém, tenta preservar o que chama de “nova era” das relações com os Estados Unidos e, por isso, Kim parou de criticar explicitamente o país.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.