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Índia bate recorde de casos de coronavírus, Mumbai prepara novo lockdown

A Índia se tornou o segundo país com o maior número de casos em abril, na frente do Brasil. Os estados adotaram medidas de restrição.

Por Reuters

As novas infecções pelo coronavírus da Índia atingiram um nível recorde nesta quarta-feira (14), e a cidade de Mumbai se prepara para um novo lockdown a partir da meia-noite.

Mesmo com os números de infecções em tendência de alta, centenas de milhares de peregrinos continuam a chegar para um festival religioso no norte do país.

Uma terceira vacina contra Covid foi aprovada na Índia em meio a uma segunda onda de infecções no país

A Índia relatou mais de 184 mil casos nas últimas 24 horas, mostraram dados do Ministério da Saúde, o que eleva o total de infecções a 13,9 milhões. As mortes aumentaram em 1.027, e somam mais de 172 mil.

Depois de relatar menos de 10 mil casos por dia no início deste ano, a Índia se tornou o país mais assolado a partir de 2 de abril. O governo culpa uma incapacidade generalizada de cumprir as restrições à circulação e à interação social na população de 1,39 bilhão de habitantes.

Epicentro da pandemia

O maior estado indiano, Maharashtra, o epicentro da segunda onda nacional, está prestes a entrar em um lockdown total até o fim de abril para conter a disseminação do vírus. O estado responde por cerca de um quarto do total de casos de coronavírus do país.

Mumbai, a capital comercial indiana, estava repleta de compradores que faziam estoques antes de o lockdown entrar em vigor.

“Não sabemos se poderemos montar nossas barracas a partir de amanhã, então estamos pedindo aos nossos clientes que estoquem o máximo possível hoje”, disse Susheela, uma vendedora de vegetais que trabalha na rua e só usa o primeiro nome.

Havia grandes filas diante de muitos mercadinhos. Em outros locais, hospitais particulares sobrecarregados estavam recusando pacientes, o que aumenta o fardo das instalações governamentais.

Em Gujurat, um estado do oeste, havia uma fila grande de ambulâncias esperando diante do Hospital Civil Ahmedabad nesta quarta-feira, e alguns pacientes sendo tratados em seu interior enquanto aguardavam.

“Minha esposa foi diagnosticada com Covid-19 no domingo. Chamamos uma ambulância hoje de manhã para levá-la ao hospital porque ela estava com dificuldade para respirar”, contou Becharbhai Waghela, que acompanhava a esposa, Shantaben, de 61 anos, à Reuters.

Apesar do quadro, centenas de milhares de hindus devotos se reuniram para se banhar no Rio Ganges na cidade de Haridwar, no norte, nesta quarta-feira, o terceiro dia de banhos do festival Kumbh Mela, que dura semanas.

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Primeiro-ministro da França cita cloroquina no Brasil ao rebater deputado e provoca risos

Do G1 Mundo

Primeiro-ministro francês ironizou um deputado de oposição que pediu para que o governo prescrevesse hidroxicloroquina em abril de 2020, e afirmou que o Brasil foi justamente o país que mais o fez.

O Brasil foi citado como um país onde as políticas públicas contra a pandemia são ruins durante uma discussão na Assembleia Nacional da França na terça-feira (14), quando o primeiro-ministro, Jean Castex, anunciou que o governo iria suspender os voos entre os dois países.

Patrick Hetzel, um deputado de oposição, atacou o governo por não ter fechado, até então, as fronteiras com o Brasil, e que isso mostrava a incapacidade de lidar com a pandemia.

Esse mesmo deputado, em abril de 2020, havia pedido ao presidente francês para que recomendasse hidroxicloroquina, que não tem nenhuma eficácia para combater a Covid-19.

Em sua resposta, o primeiro-ministro disse que Hetzel distorcia a realidade, pois o governo francês foi ativo ao combater a pandemia. Castex aproveita para ridicularizar Hetzel por recomendar hidroxicloroquina no começo da pandemia.

“Tem uma coisa que não fizemos: seguir suas recomendações. O senhor escreveu ao presidente da República em 2020 para aconselhar a ele que prescrevesse hidroxicloroquina. Ora, o Brasil é o país que mais a prescreveu”, afirmou o primeiro-ministro.

O começo da discussão

O deputado de oposição começou sua fala dizendo que a variante identificada no Brasil, mais severa, contagiosa e mortal, ameaça a França.

Portugal e Reino Unido, afirmou, adotaram restrições mais severas.

Ele cita, então, uma fala do ministro dos Transportes, que teria dito que não poderia fazer nada, pois isso não está previsto em lei. O deputado afirma que isso é uma incapacidade política e que os franceses precisam ser protegidos.

Hetzel pergunta ao primeiro-ministro se ele vai proibir os voos com países que possuem variantes perigosas ou iria continuar a ser incapaz de implementar políticas sanitárias que a ciência já disse que são necessárias.

Resposta do primeiro-ministro

Ao responder, Jean Castex diz que a pergunta do deputado parte de fatos verdadeiros, como a severidade da variante detectada no Brasil, mas que o deputado distorce a realidade.

Ele afirma que desde o fim de janeiro já havia restrições aos viajantes que partem do Brasil, e anuncia a suspensão dos voos: “Vamos aos fatos: hoje, e após as medidas que tomamos em 29 de janeiro, toda pessoa que deseja entrar na França a partir do Brasil não pode fazê-lo a não ser por motivos imperiosos”.

É nesse momento que ele diz que o governo não recomendou a hidroxicloroquina, como o Brasil fez.

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Navio naufraga na costa dos EUA; 12 pessoas ainda não foram resgatadas

Um barco com 18 pessoas virou perto da costa do estado da Louisiana. Seis pessoas foram resgatadas.

Por G1

Seis pessoas foram resgatadas no mar, perto da costa do estado da Louisiana, nos Estados Unidos, depois que um barco comercial virou, disse a guarda costeira americana na terça-feira (13). Ainda há 12 pessoas desaparecidas.

A Seacor Marine, a empresa dona do barco, havia 18 pessoas a bordo.

O barco virou durante uma tempestade, segundo reportagens da mídia local. Um porta-voz da guarda costeira confirmou ao “New York Times” que ainda há buscas por mais gente.

Um helicóptero, quatro embarcações civis, dois barcos com duas velas e dois barcos da guarda costeira foram empregados nas buscas.

Houve ventos fortes, granizo e inundações no sudeste da Louisiana, de acordo com o Serviço Meteorológico Nacional. Há ameaça alerta de enchentes em vigor até quinta-feira.

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Manifestantes protestam pelo 3º dia nos EUA após morte de jovem negro em abordagem policial

Famílias de George Floyd e Daunte Wright se reuniram para pedir o fim da violência policial no país. Policial que atirou e chefe da polícia local pediram demissão em meio aos protestos.

Por France Presse

Manifestantes voltaram a protestar e a enfrentar as forças de segurança pelo terceiro dia seguido em Brooklin Center, no subúrbio de Mineápolis, após a morte de um jovem negro de 20 anos durante uma abordagem policial no Minnesota.

A morte de Daunte Wright no domingo (11) ocorreu a cerca de 15 km de onde George Floyd foi morto, em maio do ano passado e durante o julgamento de Derek Chauvin, ex-policial que o asfixiou até a morte (veja mais abaixo).

As forças de segurança mais uma vez usaram bombas de efeito moral para dispersar centenas de manifestantes na noite de terça-feira (13), e eles responderam atirando objetos contra os agentes.

Mais cedo, as famílias de George Floyd e Daunte Wright, devastadas pela dor e revolta, uniram suas forças para pedir o fim da violência policial nos Estados Unidos.

“O mundo está traumatizado ao ver outro afro-americano sendo morto”, afirmou Philonise Floyd, irmão de Floyd, durante uma coletiva de imprensa na qual ambas famílias compartilharam a dor por enfrentar o “impensável”.

A polícia classificou a morte de Wright como “acidental” e divulgou o vídeo da abordagem, em que a policial que atirou no jovem grita “taser” três vezes, mas saca a sua arma de fogo e atira (veja no vídeo abaixo).

Morte de cidadão negro baleado por policial gera nova onda de protestos nos EUA

O advogado Jeff Storms refuta a versão da polícia. “Acidente é derramar um copo de leite, não é acidente sacar uma arma. Não é acidente apontar uma arma para alguém, nem é um acidente ignorar o fato de que o que você tem na mão não pesa o mesmo que um taser”.

Em meio aos protestos, a policial que atirou e o chefe da polícia local renunciaram. A policial Kim Potter tinha 26 anos de carreira na corporação e disse em nota que sua saída “era de maior interesse da comunidade e do departamento”.

O prefeito de Brooklyn Center, Mike Elliott, disse que aprovou o pedido de demissão da policial e afirmou não ter certeza se Potter fez isso já sabendo que seria demitida. “Temos que assegurar que a Justiça será feita. Daunte Wright merece isso, a família dele merece isso”, disse o prefeito.

Para o ativista Toshira Garraway, a morte de Wright é mais exemplo da brutalidade policial e discriminação sistêmica contra negros.

“Queremos que o mundo saiba que esses não são incidentes isolados”, afirmou Garraway durante o protesto. “George Floyd e Daunte Wright são o rosto de centenas de assassinatos aqui no estado de Minnesota”.

Julgamento de Floyd

A morte de Wright exacerbou a tensão no subúrbio de Mineápolis no momento em que a região já está sob tensão por causa do julgamento de Derek Chauvin, ex-policial acusado de matar George Floyd.

Em uma abordagem policial, Chauvin ajoelhou-se sobre o pescoço de Floyd, que já estava algemado, asfixiando-o até a morte. Ele havia sido detido por suspeita de usar uma nota de 20 dólares falsa em um mercado.

A morte de Floyd despertou uma onda de protestos em todo o mundo por igualdade racial e contra a violência policial, impulsionando o movimento “Black Lives Matter” (Vidas Negras Importam) e a discussão sobre racismo.

George Floyd repetiu “eu não consigo respirar” por 27 vezes enquanto Chauvin o sufocava, durante 9 minutos e 29 segundos. O ex-policial de Minneapolis se declarou inocente e pode pegar até 40 anos de prisão se for condenado pela acusação mais grave.

George Floyd estava sub custódia policial quando foi morto por policial branco — Foto: Reprodução/Facebook

George Floyd estava sub custódia policial quando foi morto por policial branco — Foto: Reprodução/Facebook

Estratégias de acusação e defesa

A defesa de Chauvin chegou a pedir ao juiz que conduz o julgamento que o júri fosse isolado, alegando que eles poderiam ser influenciados pela morte de Daunte Wright. Mas o pedido foi negado.

O julgamento está na terceira semana e entrou em uma nova fase, com a apresentação da defesa do ex-policial.

A tese do advogado de Chauvin é que seu cliente respeitou as regras das forças da ordem e que a morte de Floyd foi influenciada pelo fentanil encontrado em seu sangue e outros fatores de saúde.

A tese da acusação, que tomou as duas primeiras semanas do julgamento, é que a saúde de Floyd não influenciou em sua morte e ela foi causada porque Chauvin usou força excessiva e desproporcional e não seguiu os protolocos da polícia.

Desde o início do processo, familiares de Floyd denunciam uma tática para manchar sua memória. “O processo é contra Derek Chauvin, não contra George Floyd”.

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Puxada pelo Brasil, América do Sul é a região que mais registra mortes por Covid do mundo

Região lidera em novas vítimas da doença mesmo sendo a que tem a menor população. América do Sul é a que mais sofre com a pandemia desde 31 de março, quando ultrapassou a Europa.

Por Lucas Sampaio, G1

Puxada pela escalada no número de mortes por Covid-19 no Brasil, a América do Sul se tornou a região que mais tem registrado óbitos causados pela doença no mundo.

A região passou a Europa na média de novos óbitos em 31 de março e, desde então, se mantém à como a que mais sofre com a pandemia no momento, segundo dados do “Our World in Data”.

Brasil é responsável por mais de 70% das novas mortes registradas na América do Sul. A média de óbitos na região foi de 4.226 nos últimos sete dias, dos quais 3.068 foram no país (72,6% do total).

Nas últimas semanas, outros países da região também têm sofrido com o surgimento de uma nova onda, em meio ao registro de casos da variante brasileira nos vizinhos e a adoção de medidas de restrição para tentar frear o contágio (veja mais abaixo).

A região lidera em novas vítimas da Covid-19 mesmo sendo a que tem a menor população. São 430 milhões de habitantes na América do Sul, contra 749 milhões na Europa (que tem registrado uma média de 3.812 novas mortes e, proporcionalmente, muito mais idosos).

Na sequência, as regiões com mais mortes são: Ásia (média de 2.182 óbitos e 4,6 bilhões de habitantes), América do Norte (média de 1.847 óbitos e 592 milhões de habitantes) e África (média de 294 mortes e 1,3 bilhão de habitantes).Mortes por Covid-19 no mundoMédia de óbitos nos últimos 7 dias4.2264.2263.8123.8122.1812.1811.8471.847294294América do SulEuropaÁsiaAmérica do NorteÁfrica050010001500200025003000350040004500Fonte: Our World in Data

Se for levado em consideração o número de mortes em relação à população, a situação da região é ainda pior.

América do Sul lidera com 9,81 novos óbitos a cada um milhão de habitantes, com quase o dobro de óbitos proporcionais em comparação com a Europa (5,09) e mais que o triplo da América do Norte (3,12). A Ásia tem 0,47 e a África, 0,22.

Opas (braço da OMS na América) alertou que a situação da pandemia na América do Sul é a que mais preocupa no mundo (veja no vídeo abaixo).

Situação da Covid na América do Sul é a que mais preocupa no mundo, diz Opas

O Brasil é disparado o pior país da América do Sul e concentra 60% de todas as mortes e 60% de todos os casos confirmados de Covid-19.

Uruguai como mau exemplo

Considerado um exemplo na luta contra a pandemia em 2020, o Uruguai hoje registra a maior quantidade de novos casos diários per capita do mundo e é o 5º país com a maior mortalidade proporcional.

São mais de mil novos infectados a cada um milhão de uruguaios, muito à frente de Bahrein (669), Turquia (649), Chipre (622) e Suécia (587), que completam o top 5. A Argentina é o 14º do ranking (447).

Em mortes proporcionais, o país tem registrado 16,61 mortes a cada um milhão de habitantes, atrás apenas de Hungria (27,83), Bulgária (19.74), Bósnia e Herzegovina (18,94) e Macedônia do Norte (18,31). O Brasil é o 9º do ranking (14,44).

No total, o país de cerca de 3,5 milhões de habitantes tem 149 mil casos confirmados e apenas 1.595 óbitos pelo novo coronavírus, menos da metade do que o Brasil tem registrado por dia.

Uruguai nunca decretou um lockdown nacional, mas recentemente suspendeu as aulas presenciais e os espetáculos públicos, além de manter fechado parte dos serviços públicos não essenciais. Estabelecimentos comerciais de todos os setores, incluindo bares e restaurantes, seguem abertos.

O presidente uruguaio, Luis Lacalle Pou, reluta em endurecer as medidas de restrição e diz que seu governo não acredita em “um Estado policial”. Ontem à noite, um forte panelaço ecoou em vários bairros de Montevidéu em protesto por mais medidas para conter os contágios.

Recorde de casos na Argentina

Já a Argentina registrou um recorde de 27.001 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, e o governo estuda adotar novas medidas de restrição. O país tem 2,5 milhões de infectados e mais de 58 mil mortes até o momento.

“As reuniões informais nos preocupam como a principal fonte de contágios”, afirmou Juan Manuel Castelli, chefe de estratégias sanitárias do Ministério da Saúde. A ocupação de leitos na região metropolitana de Buenos Aires passou de 56% para mais de 70% em duas semanas.

“Estamos diante de um grande aumento da velocidade de transmissão do vírus, com o surgimento de novas variantes”, diz Analía Rearte, vice-presidente da Sociedade Argentina de Vacinologia e Epidemiologia, após uma reunião de emergência com autoridades do governo Alberto Fernández.

Confinamento na Colômbia

Para conter o avanço da terceira onda de Covid-19, o presidente da Colômbia, Iván Duque, anunciou na terça-feira (13) que cerca de 12 milhões de pessoas serão confinadas no fim de semana na capital Bogotá e mais três cidades.

“As próximas semanas serão de desafios enormes nos sistemas de saúde do mundo, e já existem motivos de peso em nosso país para se dizer que, em vários lugares, há uma terceira onda”, afirmou o presidente na televisão.

Durante o confinamento, só as pessoas que trabalham em setores essenciais serão autorizadas a sair de casa e apenas uma pessoa por família poderá sair para comprar comida, remédios ou artigos de primeira necessidade.

Autoridades colombianas vêm impondo e endurecendo medidas de restrição desde o fim de março. O país de 50 milhões de habitantes tem 2,6 milhões de casos confirmados da doença e mais de 66 mil mortes.

Colômbia é o segundo país com infectados e mortes da América do Sul, atrás apenas do Brasil, que tem 13,6 milhões de casos confirmados e mais de 358 mil vítimas da Covid-19.

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Austrália registra 1ª morte por Covid-19 em 2021

Vítima é idoso que tinha voltado de viagem nas Filipinas. Com fronteiras fechadas, quarentena obrigatória aos que chegam no país e ampla testagem, país apresenta números mínimos do coronavírus.

Por G1

Autoridades de saúde do estado australiano de Queensland confirmaram nesta terça-feira (13) (horário local) a morte de um homem de 80 anos por Covid-19. É a primeira morte por coronavírus registrada na Austrália em 2021 — o último óbito documentado no país datava de 28 de dezembro.

De acordo com a chefe do Escritório Médico de Queensland, Jeanette Young, o idoso contraiu a doença nas Filipinas e recebeu o diagnóstico em 25 de março, enquanto cumpria a quarentena obrigatória a todas as pessoas, australianas ou não, que chegam de outros países. Ele foi levado a um hospital, mas não resistiu e morreu na noite de segunda.

A maior cidade de Queensland, Brisbane, e parte do estado foram colocados sob lockdown no fim de março após as autoridades identificarem um grupo de casos de coronavírus em pessoas que já estavam sob quarentena. O isolamento forçado durou três dias, e as outras restrições têm sido paulatinamente retiradas desde então.

Segundo Young, o risco no estado está controlado porque todas as pessoas que estavam no mesmo voo desse idoso já cumpriram a quarentena obrigatória e, portanto, não transmitem mais o vírus. Ela reforçou o pedido para que todos apresentando qualquer sintoma façam o teste da Covid-19.

Por isso, como não há registro de transmissão comunitária do vírus, as medidas de combate ao coronavírus em Queensland serão totalmente retiradas já nesta quinta. Máscaras não serão mais obrigatórias em locais públicos, e encontros entre pessoas não terão mais restrições.

Na quarta-feira passada (7), segundo a emissora ABC, morreu por Covid-19 em um hospital de Brisbane o ex-governador Malcolm Smith, da Papua-Nova Guiné. Porém, como o político viajou do arquipélago vizinho para a Austrália justamente para receber em solo australiano o tratamento contra o coronavírus, a morte de Smith não entrou nas estatísticas do país.

Desde o começo da pandemia, 910 morreram na Austrália por coronavírus. A maioria dessas mortes ocorreu durante um pico entre agosto e setembro, quando a média móvel de novas vítimas chegou a 56 por dia. O país tem cerca de 25,3 milhões de habitantes.

Especificamente no estado de Queensland, desde o começo da crise, houve sete óbitos. O último tinha sido em abril de 2020 — há quase um ano.

Testagem, rastreio e quarentenas

O sistema de testagem em massa, rastreio de contatos e imposição de lockdown em curto período sempre que aparecem casos de transmissão local de Covid — caso de Brisbane no fim de março — tem surtido efeito na Austrália.

Até a morte do idoso, nenhuma nova vítima do coronavírus tinha sido registrada desde dezembro de 2020 no país, que já recebe shows e eventos esportivos

Atualmente as fronteiras da Austrália estão fechadas e só podem entrar no país cidadãos australianos ou residentes, membros imediatos da família ou viajantes que estiveram na Nova Zelândia nos 14 dias anteriores. Todos aqueles que chegam ao país precisam cumprir uma quarentena de duas semanas.

Austrália e Nova Zelândia criam “bolha” de viagem na pandemia

Navios de cruzeiro podem entrar em águas australianas, mas os passageiros e a tripulação não podem desembarcar.

Nesta segunda-feira, o governo do estado de Nova Gales do Sul confirmou a veracidade de um documento que previa mais de 25 mil mortos no estado por Covid-19 caso nada tivesse sido feito no ano passado. Ao todo, na região, morreram 56 pessoas em mais de um ano de pandemia.

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40 são presos no 2º dia de protestos após morte de jovem negro nos EUA

Chefe da polícia de Brooklin Center divulgou imagens da abordagem e afirmou que a policial que atirou confundiu sua arma de fogo com um taser (aparelho de choque não letal).

Por G1

Quarenta pessoas foram detidas no segundo dia de protestos em Brooklyn Center, nos Estados Unidos, após uma policial matar um homem negro durante uma abordagem.

A morte de Daunte Wright, de 20 anos, ocorreu a cerca de 15 km de onde George Floyd foi morto, em maio do ano passado, também durante uma ação policial (veja mais abaixo).

As manifestações continuaram após a polícia o chefe da polícia local divulgar imagens da abordagem e afirmar que a policial que atirou confundiu sua arma de fogo com o taser (arma de choque não letal).

“A policial sacou sua pistola no lugar do taser”, disse Tim Gannon, comandante da polícia de Brooklyn Center. “Foi um tiro acidental que resultou na trágica morte”.

Gannon exibiu à imprensa imagens das câmeras acopladas à farda dos agentes. Elas mostram os policiais prendendo Wright do lado de fora do carro, mas o jovem se desvencilha e entra no veículo.

A policial então grita “taser, taser, taser”, mas dispara com a arma de fogo e grita ao perceber que usou a arma errada: “Meu Deus, eu atirei nele”.

Morte de cidadão negro baleado por policial gera nova onda de protestos nos EUA

Os outros policiais ficam sem reação, e Wright foge com o carro e dirige por cerca de 2 km antes de não resistir aos ferimentos e bater em outro veículo.

Os policiais haviam parado Daunte devido a uma infração de trânsito e descobriram que ele tinha um mandado de prisão em aberto.

Kimberly Potter, a policial que atirou, está há 26 anos na polícia e foi suspensa. “Não há nada que eu possa dizer para aliviar a dor da família Wright”, afirmou o chefe da polícia.

A família não concorda com a versão de que o tiro foi acidental, e manifestantes voltaram às ruas para protestar. Eles desrespeitaram o toque de recolher e de novo entraram em confronto com a polícia.

Eles gritaram frases contra o racismo diante de delegacia de Brooklyn Center, no subúrbio de Mineápolis, e exibiram cartazes com frases como “Prendam todos os policiais assassinos racistas”, “Eu sou o próximo” e “Sem justiça não há paz”.

Os times de basquete, futebol americano e beisebol de Minnesota (Timberwolves, Wild e Twins) se recusaram a jogar as partidas que estavam agendadas para segunda-feira no estado em forma de protesto.

O presidente dos EUA, Joe Biden, chamou a morte de “trágica”, mas disse ser contra manifestações violentas e que “não há absolutamente nenhuma justificativa para saques”.

George Floyd

A morte ocorre durante o julgamento de Derek Chauvin, ex-policial de Mineápolis acusado de matar George Floyd.

Em uma abordagem policial, Chauvin ajoelhou-se sobre o pescoço de Floyd, que já estava algemado, asfixiando-o até a morte. Ele havia sido detido por suspeita de usar uma nota de 20 dólares falsa em um mercado.

A morte de Floyd despertou uma onda de protestos em todo o mundo por igualdade racial e contra a violência policial, impulsionando o movimento “Black Lives Matter” (Vidas Negras Importam) e a discussão sobre racismo.

George Floyd repetiu “eu não consigo respirar” por 27 vezes enquanto Chauvin o sufocava, durante 9 minutos e 29 segundos. O ex-policial de Minneapolis se declarou inocente e pode pegar até 40 anos de prisão se for condenado pela acusação mais grave.

A defesa de Chauvin pediu ao juiz que conduz o julgamento que o júri fosse isolado, alegando que eles poderiam ser influenciados pela morte de Daunte Wright. Mas o pedido foi negado.

“O que precisa acontecer para que a polícia pare de matar pessoas de cor?”, perguntou em um comunicado Ben Crup, advogado da família Floyd que também representará os parentes de Wright.

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Ever Given: Egito exige US$ 1 bilhão para liberar navio que bloqueou canal de Suez

Duas semanas após seu desencalhe, cargueiro Ever Given que bloqueou canal por onde passa 12% da economia mundial ainda não foi liberado.

Por BBC

Parecia um final feliz.

O sucesso da manobra que acabou destravando o cargueiro Ever Given do Canal de Suez no final de março foi festejado por todo o mundo. A história do bloqueio de uma das rotas mais importantes para o comércio internacional havia chegado ao fim.

Mas, na realidade, o problema está longe de ser resolvido.

A razão? O Egito decidiu que não vai liberar o navio até que uma multa US$ 1 bilhão (R$ 5,7 bilhões) seja paga como compensação pelos danos gerados durante a semana de bloqueio. O cargueiro de quase 400 metros está atualmente ancorado no chamado Grande Lago Amargo, um lago salgado situado entre o sul e o norte do Canal de Suez.

“O navio permanecerá aqui até que uma investigação seja concluída e a indenização seja paga”, disse Osama Rabie, presidente da Autoridade do Canal de Suez (ACS), à televisão estatal egípcia.

“Esperamos um acordo rápido”, acrescentou. “No momento em que concordarem com a compensação, o navio poderá se mover.”

Em relação ao valor da indenização, Rabie disse no início de abril que “serão calculados os danos e perdas e quanto as máquinas de dragagem consumiram”. “A estimativa vai chegar a US$ 1 bilhão ou talvez um pouco mais. É um direito que o Egito tem”.

Esse valor seria calculado com base na perda de taxas de uso do canal perdidas depois que diversos outros navios desviaram a rota, dando a volta pela África do Sul. Além disso, há os danos causados à hidrovia durante a drenagem, os esforços de retirada do cargueiro e os custos com equipamentos e materiais.

Shoei Kisen, empresa japonesa dona da Ever Given, disse que não recebeu até o momento nenhuma reclamação oficial ou ação legal pelo bloqueio causado pela embarcação, mas reconheceu que está em “negociações” com a autoridade do canal.

Por que o navio encalhou?

As declarações de Osama Rabie surgem no meio de uma investigação que visa obter mais pistas sobre como o Ever Given acabou encalhado na margem do canal.

A causa inicial foi atribuída a ventos fortes, mas agora investigadores devem verificar se houve erros técnicos ou humanos, teoria que é defendida pelo presidente da ACS.

“O canal nunca foi fechado devido ao mau tempo”, disse Rabie. Ele também negou que o enorme tamanho do navio fosse a causa, já que “cargueiros ainda maiores” cruzam aquele trecho.

Navegação é retomada no Canal de Suez após navio desencalhar

Por ser uma das principais artérias econômicas do mundo – por onde passa mais de 12% do comércio total -, a estagnação do Canal de Suez trouxe uma série de consequências econômicas que acabaram afetando o bolso de milhões de pessoas.

Quase dois milhões de barris de petróleo e cerca de 8% do gás natural liquefeito passam pelo Canal de Suez todos os dias.

Isso teve um forte impacto no preço desses produtos.

Além disso, estima-se que mais de 360 ​​embarcações foram paralisadas no canal, entre cargueiros com contêineres e petroleiros.

Quanto custou o bloqueio do Canal de Suez?

Segundo Osama Rabie, o encalhe do cargueiro teve grande impacto nessa rota comercial, custando entre US$ 14 e US $15 milhões (cerca de R$ 80 milhões) a cada dia de bloqueio.

O canal é uma importante fonte de receita para o Egito. Até antes da pandemia, o comércio que passava por ali contribuía com 2% do PIB do país segundo a agência de classificação de crédito Moody’s.

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Ator Dwayne Johnson diz que pode concorrer à Presidência dos EUA se tiver apoio popular

‘Se o povo quiser isso, então eu o farei’, afirmou ‘The Rock’, uma semana após resultado de pesquisa apontar que cerca de 46% dos norte-americanos considerariam votar em Johnson.

Por Reuters

O astro Dwayne Johnson, da franquia “Velozes e Furiosos”, afirmou nesta segunda-feira (12) que poderia concorrer à Presidência dos Estados Unidos se tivesse apoio suficiente dos norte-americanos.

Johnson, de 48 anos, um dos atores mais bem pagos e populares dos EUA, tem flertado com uma possível campanha à Casa Branca há vários anos.

“Eu tenho esse objetivo de unir o país, e também acredito que se o povo quiser isso, então eu o farei”, disse Johnson ao ser perguntado sobre suas ambições presidenciais em uma entrevista transmitida ao programa “Today” nesta segunda-feira.

O ex-lutador profissional, conhecido pelo apelido “The Rock”, não disse qual partido representaria ou quando iniciaria uma eventual campanha presidencial.

Sua declaração ocorre após pesquisa de opinião online publicada na semana passada pela empresa de tendências do consumidor Piplsay, que apontou que cerca de 46% dos norte-americanos considerariam votar em Johnson.

O ator disse que ficou honrado com a pesquisa.

“Eu não acredito que nossos pais fundadores jamais tenham contemplado um cara de 1,93m, careca, tatuado, metade negro, metade samoano, bebedor de tequila, motorista de caminhonete e que usa pochete pudesse se juntar ao clube deles – mas se um dia acontecer, será minha honra servir a vocês, o povo”, disse The Rock em um post no Instagram.

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Ator Dwayne Johnson diz que pode concorrer à Presidência dos EUA se tiver apoio popular

‘Se o povo quiser isso, então eu o farei’, afirmou ‘The Rock’, uma semana após resultado de pesquisa apontar que cerca de 46% dos norte-americanos considerariam votar em Johnson.

Por Reuters

O astro Dwayne Johnson, da franquia “Velozes e Furiosos”, afirmou nesta segunda-feira (12) que poderia concorrer à Presidência dos Estados Unidos se tivesse apoio suficiente dos norte-americanos.

Johnson, de 48 anos, um dos atores mais bem pagos e populares dos EUA, tem flertado com uma possível campanha à Casa Branca há vários anos.

“Eu tenho esse objetivo de unir o país, e também acredito que se o povo quiser isso, então eu o farei”, disse Johnson ao ser perguntado sobre suas ambições presidenciais em uma entrevista transmitida ao programa “Today” nesta segunda-feira.

O ex-lutador profissional, conhecido pelo apelido “The Rock”, não disse qual partido representaria ou quando iniciaria uma eventual campanha presidencial.

Sua declaração ocorre após pesquisa de opinião online publicada na semana passada pela empresa de tendências do consumidor Piplsay, que apontou que cerca de 46% dos norte-americanos considerariam votar em Johnson.

O ator disse que ficou honrado com a pesquisa.

“Eu não acredito que nossos pais fundadores jamais tenham contemplado um cara de 1,93m, careca, tatuado, metade negro, metade samoano, bebedor de tequila, motorista de caminhonete e que usa pochete pudesse se juntar ao clube deles – mas se um dia acontecer, será minha honra servir a vocês, o povo”, disse The Rock em um post no Instagram.

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