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BBC flagra Talibã matando civis no Afeganistão

Vídeo mostra assassinatos cometidos pelo Talibã, apesar das promessas feitas pelo grupo, de restabelecimento da paz

Por BBC

BBC flagra Talibã matando civis no Afeganistão — Foto: Reprodução/BBC

BBC flagra Talibã matando civis no Afeganistão — Foto: Reprodução/BBC

A BBC confirmou que pelo menos 20 civis morreram na província afegã de Panjshir, um território que se caracteriza por sua resistência ao Talibã.

Assista ao vídeo.

A comunicação com a região está interrompida, dificultando a obtenção de informações, mas como você pode ver nessas imagens exclusivas (veja acima), há evidências de assassinatos cometidos pelo Talibã, apesar das promessas feitas pelo grupo, de restabelecimento da paz.

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Vulcão nas Ilhas Canárias, da Espanha, pode entrar em erupção nos próximos dias

Houve mais de 4.000 tremores de terra perto do vulcão, e, com mais magma, o pico subiu 6 centímetros em dias.

Por G1

Houve um aumento de atividade sísmica ao redor do vulcão de Teneguia, nas Ilhas Canárias, da Espanha, e pode haver uma erupção nos próximos dias ou semanas, de acordo com o governo do país.

O Instituto Geográfico Nacional da Espanha detectou 4.222 tremores no parque nacional Cumbre Vieja, em volta do vulcão, no sul da ilha de La Palma.

Os tremores se intensificam e vão chegando à superfície, o que coloca a ilha em alerta amarelo para uma erupção (o sistema de alerta tem quatro níveis, e o amarelo é o segundo mais grave).

O órgão disse nesta quinta-feira (16) que não há evidência de que pode haver uma erupção imediata, mas a situação pode mudar rapidamente. Espera-se mais tremores nos próximos dias.

Relembre abaixo outros vulcões em erupção este ano:

Mais de 11 milhões de metros cúbicos de magma entraram no Cumbre Vieja nos últimos dias. O pico aumentou em cerca de 6 centímetros nos últimos dias, disse o Instituto Vulcânico das Canárias.

As Ilhas Canárias estão a cerca de 100 quilômetros da costa do Marrocos. Além desse vulcão, há outros nas ilhas, como o de Teide, na ilha de Tenerife, e o de Timanfaya, na ilha de Lanzarote.

O Teneguia entrou em erupção pela última vez em 1971. Um outro vulcão, na ilha de El Hierro, teve uma erupção submarina em 2011.

Globo Repórter esteve na região

No ano passado, uma equipe do Globo Repórter mostrou a região dos vulcões nas Ilhas Canárias. A reportagem contou a história dos vulcões e revelou algumas curiosidades como o restaurante que usa calor que vem do solo para churrasqueiras

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Táxis tailandeses viram hortas após queda na demanda durante pandemia

Plantações ajudam motoristas a alimentar famílias, mas não geram renda. Sem clientes, taxistas não conseguiram arcar com os custos dos carros.

Por Associated Press

Taxistas tailandeses decidiram transformar seus carros em pequenas hortas após a baixa oferta por clientes durante o isolamento social devido a pandemia do coronavírus. As plantações foram feitas esta semana por trabalhadores de duas cooperativas de táxi.

Os jardins foram montados usando sacos de lixo estendidos sobre armações de bambu. No topo, os motoristas adicionaram terra e plantaram variedade de cultivos, como o tomate, pepino e vagem.

O resultado parece mais uma instalação de arte atraente do que um estacionamento, e isso é um dos objetivos: chamar a atenção para a situação dos motoristas de táxi e operadores que foram gravemente atingidos por medidas de bloqueio por cauda do coronavírus.

As cooperativas Ratchapruk e Bovorn Taxi agora têm apenas 500 carros restantes nas ruas de Bangkok, com 2.500 parados em uma série de locais da cidade, de acordo com o executivo de 54 anos Thapakorn Assawalertkul.

Sem renda

Com as ruas de Bangkok, capital da Tailândia, sem movimentação até recentemente, havia muita competição por poucos passageiros, resultando em uma queda na renda dos motoristas.

Muitos agora não podem fazer os pagamentos diários dos veículos, mesmo depois que a cobrança foi reduzida para 300 baht ($ 9,09), disse Thapakorn. Então eles foram embora, deixando os carros em longas filas.

Alguns motoristas entregaram seus carros e voltaram para suas casas nas áreas rurais quando a pandemia teve seu auge pela primeira vez em 2020 porque estavam com muito medo, relatou. Depois, com a segunda onda, desistiram do trabalho e devolveram seus carros.

“Alguns deixaram seus carros em lugares como postos de gasolina e nos chamaram para pega-los”, lembrou Thapakorn.

Com novos surtos do vírus este ano, as cooperativas perderam ainda mais trabalhadores, pois milhares de carros foram entregues por seus motoristas, diz.

As novas infecções na Tailândia atingiram pouco menos de 15.000 nos últimos dias, após ter um pico acima de 23.400 em meados de agosto.

O governo espera que o país esteja se recuperando dessa onda, que tem sido a mais letal até agora, sendo responsável por 97% do total de casos do país e mais de 99% de suas mortes. No total, a Tailândia confirmou 1,4 milhão de casos e mais de 14.000 mortes.

A situação deixou as empresas de táxi em perigo financeiro, lutando para pagar os empréstimos na compra de suas frotas. As cooperativas Ratchapruk e Bovorn devem cerca de 2 bilhões de baht (US$ 60,8 milhões), disse Thapakorn. O governo até agora não ofereceu nenhum apoio financeiro direto.

“Se não tivermos ajuda em breve, teremos problemas reais”, disse ele à Associated Press na quinta-feira (16)

Os jardins dos táxis não oferecem um fluxo de receita alternativa. Os funcionários das cooperativas, que deveriam aceitar cortes de salários, agora se revezam no cuidado das hortas recém-construídas.

“A horta é tanto um ato de protesto quanto uma forma de alimentar minha equipe durante este período difícil”, disse Thapakorn. “A Tailândia passou por turbulências políticas por muitos anos e uma grande enchente em 2011, mas os negócios nunca foram tão terríveis.”

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O militar que pôs Portugal na liderança mundial da vacinação contra a Covid

TOPO

Por Sandra Cohen

BLOG DA SANDRA COHEN / G1

Especializada em temas internacionais, foi repórter, correspondente e editora de Mundo em ‘O Globo’

Vice-almirante tornou-se herói nacional ao comandar força-tarefa e organizar uma campanha atrasada e com irregularidades.

Portugal comemora a liderança mundial em vacinação contra a Covid: 82% já receberam as duas doses, o número de infecções e internações cai a cada dia e, desde segunda-feira, a população pode circular ao ar livre sem máscaras. O êxito desta empreitada é creditado a um militar — o vice-almirante Henrique Gouveia e Melo, que há sete meses assumiu o comando da força-tarefa da imunização e pôs ordem num processo confuso, atrasado e cheio de irregularidades.

O “almirante das vacinas”, como ele é conhecido, virou herói nacional e recebe aplausos espontâneos em público. Como czar da vacinação, está sempre de uniforme camuflado, o qual promete dispensar “quando vencer a guerra contra a Covid”. Sua meta é de que 85% dos portugueses estejam vacinados até o fim da próxima semana.

Apesar do sucesso da campanha, ele mantém a cautela e o estilo direto e sem rodeios com que conquistou os portugueses: “Não estou preocupado se somos o primeiro ou o segundo lugar no mundo, mas se essa taxa é suficiente para alcançarmos a imunidade de rebanho”, declarou nesta quarta-feira.

Nascido há 60 anos em Moçambique, Gouveia e Melo atribui as qualidades ao treinamento militar, sobretudo à capacidade de reagir rapidamente e com foco em situações de estresse.

Condecorado recentemente pelo presidente Marcelo Rebelo de Sousa com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Avis, o vice-almirante não se deixa seduzir pela popularidade repentina. “Apareci com naturalidade e desaparecerei com naturalidade.”

Aos que alimentam especulações de que poderia enveredar para uma carreira política — quem sabe a campanha para a Presidência, em 2026 –, ele é categórico e didático. “Sou militar e, por isso, seria um péssimo político. Acho que devemos separar o que é militar do que é político, porque são campos de atuação completamente diferentes”, conforme resumiu no fim do mês passado à agência Lusa.

O novo herói português enfrentou dissabores e a atuação barulhenta de uma minoria de manifestantes antivacina. Foi insultado, mas não fugiu deles. Mais uma vez foi direto: “O obscurantismo continua no século XXI, mas já ficou claro que o que mata é o vírus e não a vacina.” A maioria dos portugueses acatou o seu exemplo.

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Gabby Petito: O misterioso sumiço de jovem que viajava pelos EUA com noivo em uma van

Gabby Petito, de 22 anos, não se comunica com a família desde agosto — e seu namorado voltou para casa sozinho.

Por BBC

Uma jovem americana de 22 anos desapareceu enquanto fazia uma viagem de carro com o noivo pelo país.

A polícia realizou uma operação de busca para encontrar Gabrielle “Gabby” Petito, que não se comunica com a família desde agosto, quando visitava o Parque Nacional Grand Teton, em Wyoming (EUA).

O namorado dela, Brian Laundrie, que voltou para casa sozinho na Flórida, é considerado uma “pessoa relevante” na investigação, segundo a polícia.

Laundrie voltou para casa em 1º de setembro, e os pais de Petito reportaram seu desaparecimento 10 dias depois.

A polícia afirma que embora o rapaz se recuse a falar com eles sobre o desaparecimento de Petito, ele não foi acusado de nenhum crime.

“Estamos implorando a qualquer pessoa, incluindo Brian, para compartilhar informações conosco sobre seu paradeiro nas últimas semanas”, diz o chefe de polícia de North Port, Todd Garrison.

“A falta de informação por parte de Brian está dificultando esta investigação. As respostas uma hora vão aparecer.”

Mas o advogado de Brian Laundrie, Steve Bertolino, defendeu o silêncio de seu cliente.

“Na minha experiência, os parceiros íntimos são muitas vezes a primeira pessoa à qual a polícia se volta em casos como este, e a advertência de que ‘qualquer declaração pode ser usada contra você’ é verdadeira, independentemente de meu cliente ter algo a ver com o desaparecimento de Petito.”

“Desta forma, seguindo o conselho do advogado, Laundrie não se pronuncia sobre este assunto”, diz Bertolino.

A família da jovem tem pedido respostas a Laundrie, incluindo informações sobre quando ele a viu pela última vez e “por que deixou Gabby sozinha e dirigiu sua van para a Flórida”.

“São perguntas críticas que exigem respostas imediatas”, afirmaram os familiares em um comunicado.

Em uma entrevista coletiva à imprensa na quinta-feira (16), o pai de Petito fez um apelo à população para fornecer qualquer informação que possa ser útil na investigação.

Viagem pelo país

O casal viajou em uma van Ford Transit branca em julho, documentando a experiência e postando atualizações regulares da viagem nas redes sociais.

Eles se filmaram sorrindo, se beijando e correndo por praias em um vídeo do YouTube chamado “Beginning Our Van Life Journey”, que foi visto mais de 600 mil vezes.

Duas semanas antes do desaparecimento da jovem, em 12 de agosto, a polícia da cidade de Moab, no sul de Utah, recebeu uma ligação sobre um possível incidente de violência doméstica envolvendo o casal.

Na quinta-feira (16), a polícia divulgou imagens de um vídeo gravado com uma bodycam (câmera acoplada ao uniforme do policial) em que a jovem aparece chorando e reclamando de sua saúde mental para o agente de segurança. E também reconhece que ela e o namorado estavam discutindo com mais frequência.

Os policiais que gravaram o vídeo recomendaram que eles passassem a noite separados, mas não registraram queixa. Ainda não se sabe o que aconteceu na sequência.

A van em que o casal viajava está sendo examinada pela polícia em busca de pistas que ajudem a esclarecer o mistério do desaparecimento da jovem.

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Com repressão a movimentos da oposição, partido governista da Rússia é o favorito em eleições legislativas

O Rússia Unida, o partido governista, teria 30% dos votos, de acordo com as pesquisas, mas deve controlar uma porcentagem maior do Parlamento, já que os movimentos de oposição foram proibidos.

Por G1

O presidente da RússiaVladimir Putin, pediu para que os eleitores de se país mostrem “patriotismo” durante as eleições legislativas marcadas para esta semana —os principais adversários do governo russo não puderam concorrer.

As eleições legislativas vão ocorrerão de 17 a 19 de setembro.

O partido no poder, o Rússia Unida, deve ter uma vitória fácil e conseguir o controle do Parlamento (também conhecido como Duma). A votação acontece após uma repressão histórica que levou à prisão, ou ao exílio, dos mais proeminentes opositores do governo.

O Rússia Unida já controla o Parlamento e apoia sem hesitar as políticas do governo.

Se não fosse a repressão aos políticos dissidentes, o Rússia Unida teria menos de 30% dos votos, de acordo com as pesquisas. O partido foi atingido por escândalos de corrupção, e a população perdeu poder aquisitivo nos últimos anos.

Movimento proibido

O principal adversário de Putin, Alexei Navalny, está preso. Seu movimento foi declarado proibido por “extremismo”.

Na quarta-feira (15), Navalny pediu aos eleitores que façam uma “votação inteligente”, apoiando em cada distrito o candidato mais bem posicionado para colocar o da Rússia Unida em dificuldades.

As autoridades russas denunciaram a convocação de Navalny por um “voto inteligente” como uma forma de “extremismo” e acusaram os empresas americanas da Internet de interferência eleitoral por não terem removido os conteúdos do opositor.

Cerca de 108 milhões de russos são esperados nas urnas para eleger os 450 deputados à Câmara baixa do Parlamento.

As primeiras seções eleitorais abrem em Kamchatka, no Extremo-Oriente, às 17h desta quinta-feira (horário de Brasília). Os resultados devem começar a ser divulgados a partir das 15h de domingo (em Brasília).

Putin pede patriotismo na urna

“Conto com seu senso cívico de responsabilidade, sensatez e patriotismo, com sua preocupação em eleger deputados que trabalhem para o bem e o nome da nossa Rússia querida”, declarou Putin em um vídeo publicado no portal do governo na madrugada desta quinta.

O presidente russo lançou este apelo no momento em que se encontra fisicamente isolado, após a detecção de dezenas de casos de Covid-19 em seu entorno. Esta situação ilustra as dificuldades da Rússia em controlar a pandemia em meio a uma complicada campanha de vacinação.

Seu breve discurso foi divulgado poucas horas antes do início das eleições legislativas.

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Macron anuncia morte do chefe do Estado Islâmico no Grande Saara

Adnan Abu Walid al Sahraoui era considerado o responsável pela maioria dos ataques no Mali, no Níger e em Burkina Faso.

Por France Presse

O chefe do Estado Islâmico no Grande Saara (EIGS), Adnan Abu Walid al Sahraoui, foi morto por forças francesas, anunciou o presidente da França, Emmanuel Macron, na madrugada desta quinta-feira (15).

“Adnan Abu Walid al Sahraoui, chefe do grupo terrorista do Estado Islâmico no Grande Saara, foi neutralizado pelas forças francesas”, anunciou Macron.

Ele era considerado o responsável pela maioria dos ataques no Mali, no Níger e em Burkina Faso. “Trata-se de um novo grande sucesso no combate aos grupos terroristas no Sahel”, disse o presidente francês.

Sahraoui é ex-membro da Frente Polisário no Saara e da Al-Qaeda do Magrebe Islâmico e fundou em 2015 o EIGS, grupo que é classificado pelo governo francês como um “inimigo prioritário” na região.

Segundo a RFI (Rádio França Internacional), o terrorista foi morto no mês passado, no vilarejo de Menaka, no Mali, na fronteira com o Níger, durante uma operação militar francesa.

Ataques no Sahel

O Sahel é uma região da África que corta o continente de leste a oeste, entre o deserto do Saara ao norte e a savana do Sudão ao sul.

Dois grupos terroristas atuam na área: o Estado Islâmico no Grande Saara (EIGS) e o Grupo de Apoio ao Islã e os Muçulmanos, vinculado à Al-Qaeda.

Sahraoui ordenou, em 9 de agosto de 2020 no Níger, o assassinato de seis trabalhadores humanitários franceses e do guia e do motorista nigerianos que os acompanhavam.

Entre junho e julho deste ano, o exército francês matou e capturou diversos dirigentes do EIGS.

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Putin se isola após ‘dezenas’ ao seu redor pegarem Covid

Não está claro, porém, se essas pessoas contaminadas pertencem apenas à sua equipe no governo ou se ele também se referiu a familiares.

Por G1

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, revelou nesta quinta-feira (16) que dezenas de pessoas ao seu redor testaram positivo para a Covid-19, por isso ele se isolou desde o início da semana.

“No meu ambiente (…) não há uma, não duas, mas várias dezenas de pessoas que adoeceram com o coronavírus”, afirmou, durante reunião por videoconferência da Organização do Tratado de Segurança Coletiva (CSTO), uma aliança militar regional.

A informação foi confirmada pelas agências internacionais de notícias Tass, Reuters e France Presse.

Não está claro, porém, se essas pessoas contaminadas pertencem apenas à sua equipe no governo ou se ele também se referiu a familiares.

Na terça (14), Putin havia antecipado que teve que se isolar e cancelar participação em várias cúpulas após ter entrado em contato com um funcionário doente com Covid-19. Ele afirmou que contava com a vacina russa Sputnik V para não pegar a doença.

Putin havia retornado recentemente a participar de eventos públicos. Até poucas semanas atrás, seus compromissos eram realizados por vídeo, e as poucas pessoas que puderam conhecê-lo tiveram que passar por um período de isolamento.

A Rússia está entre os países mais afetados pela pandemia de coronavírus em mortes e na quinta posição em número de infectados, de acordo com o balanço da AFP.

Segundo a agência de estatísticas Rosstat, 350.000 russos morreram de Covid-19 até o final de julho de 2021.

Segundo o site Gogov, que coleta dados oficiais das regiões, apenas 27,5% dos russos estão totalmente vacinados.

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ONU deve decidir amanhã se exigirá vacinação para Assembleia-Geral, o que poderia barrar Bolsonaro

Tradicionalmente, presidente brasileiro é o primeiro a discursar entre os líderes de Estado no mais importante evento multilateral do ano. Bolsonaro, no entanto, afirma não estar vacinado, o que pode ser impeditivo

Por Mariana Sanches, BBC

Os Estados-membros da Organização das Nações Unidas (ONU) devem deliberar nesta quinta-feira (16) se exigirão que todos os presentes à Assembleia-Geral do órgão, na próxima semana, apresentem comprovantes de vacinação contra a Covid-19 para serem admitidos ao prédio da ONU, em Nova York.

Caso decidam pela obrigatoriedade da imunização, isso poderia barrar a participação do presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, que oficialmente não está vacinado. Tradicionalmente, o chefe de Estado brasileiro faz o primeiro discurso entre os líderes no evento, marcado para o próximo dia 21.

Há dois dias, em conversa com apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro voltou a repetir que não havia tomado imunizantes contra a doença, que já matou 580 mil brasileiros. Ele citou um suposto resultado do exame IGG, que mede a quantidade de anticorpos para uma dada doença no corpo, como justificativa para não ter se vacinado.

“Eu não tomei vacina, estou com 991 (nível do IGG). Eu acho que eu peguei de novo (o vírus) e nem fiquei sabendo”, afirmou Bolsonaro.

Inicialmente, a Assembleia-Geral da ONU cogitou aceitar que autoridades de alto nível apenas declarassem na entrada não estar com sintomas nem ter estado em contato próximo com pessoas infectadas para que fossem admitidas no evento.

Porém, a cidade de Nova York, que abriga a sede da ONU, pediu que a organização seguisse as mesmas regras vigentes para os habitantes da cidade: todos os maiores de 12 anos precisam apresentar comprovação de vacina para frequentar locais públicos fechados, como centros de convenção, restaurantes ou hotéis.

Na terça-feira (14), os Estados-membros receberam uma carta assinada por Abdulla Shahid, político das Maldivas que assumiu a presidência da Assembleia-Geral, na qual ele afirma apoiar que todos sejam obrigados a comprovar que tomaram imunizantes para participar do evento.

Nesta quarta, o porta-voz da Secretaria-Geral da ONU, Stéphane Dujarric, afirmou que “trabalharemos com o gabinete do Presidente (Abdulla Shahid) e os Estados-Membros sobre como implementar as decisões tomadas pelos Estados-Membros no que diz respeito (à vacinação) dos delegados”.

“Da parte da Secretaria-Geral da ONU, todos os funcionários que atendem ao público devem ser vacinados. A questão é que se trata de uma organização dirigida por Estados-Membros. O Secretário-Geral (António Guterres) não tem autoridade para forçar os delegados dos países de uma forma ou de outra”.

Em entrevista à Reuters, Guterres disse que não pode exigir dos líderes mundiais que mostrem que foram vacinados contra Covid. “Não podemos dizer a um chefe de Estado que se ele não foi vacinado que não pode entrar nas Nações Unidas”.

No Itamaraty existe ceticismo sobre a possibilidade de que os países tornem obrigatório que os chefes de Estado apresentem certificados de vacina para participar da Assembleia-Geral.

Hospedagem em dúvida

Além da participação no evento em si, há outras dúvidas. O hotel onde tanto Bolsonaro quanto parte da comitiva brasileira ficarão hospedados, por exemplo, informa em sua página na internet que segue a determinação da cidade de Nova York de exigir certificado vacinal para qualquer hóspede acima de 12 anos.

A página também informa onde o hóspede pode obter uma dose de graça e qual tipo de passaporte de vacina é aceito pelo estabelecimento.

A BBC News Brasil consultou a Presidência da República sobre se o presidente segue sem ter sido vacinado contra Covid-19 e se houve alguma negociação de exceção para a regra do certificado no hotel em Nova York, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem.

Durante o verão do hemisfério Norte, Nova York voltou a experimentar um aumento do número de casos de Covid-19 na cidade, resultado da grande circulação da variante delta. Atualmente com 60% da população completamente vacinada e média móvel de cerca de 1600 novos casos por dia, a cidade luta para controlar a epidemia e impedir que um novo surto force o fechamento de escolas e comércio novamente.

Por isso mesmo, a cidade está oferecendo vacinação gratuita a todo e qualquer estrangeiro que vá participar da Assembleia-Geral da ONU.

Em meados de agosto, o governo dos Estados Unidos, que vem tentando fortalecer os órgãos de relações multilaterais e demonstrar protagonismo nesses espaços, expressou preocupação com os impactos sanitários da realização do evento em Nova York.

“Precisamos de sua ajuda para evitar que a Semana de Alto Nível da Assembleia Geral da ONU seja um evento super-disseminador (do novo coronavírus)”, escreveu a embaixadora dos Estados Unidos nas Nações Unidas, Linda Thomas-Greenfield, em uma carta a seus 193 colegas. Ela prosseguiu:

“Os chefes de delegação devem considerar a entrega de suas declarações ao Debate Geral da Assembleia Geral da ONU por vídeo. Se as delegações optarem por viajar para Nova York, solicitamos que venham com o número mínimo de viajantes necessário”, disse ela.

Os líderes da ChinaXi Jinping, e da RússiaVladimir Putin, farão participação remota. Já o presidente Bolsonaro deve chegar a Nova York no próximo domingo, dia 19.

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‘Time’ inclui líder talibã, Biden, Xi e Modi e deixa Bolsonaro de fora da lista dos 100 mais influentes do mundo

Edição de 2021 tem apenas um nome do Brasil: a empresária Luiza Trajano, do Magazine Luiza. Ela está na categoria ‘titãs’ ao lado da ginasta Simone Biles e do CEO da Apple, Tim Cook.

Por G1

A revista “Time” deixou o presidente do BrasilJair Bolsonaro, de fora da lista das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2021 divulgada nesta quarta-feira (15).

No ano passado, Bolsonaro e o influenciador digital Felipe Neto estavam na lista. O presidente também estava na seleção de 2019.

Na edição deste ano, há apenas um nome do Brasil: a empresária Luiza Trajano, do Magazine Luiza, na categoria “titãs”.

Trajano é destaque também na lista de bilionários da revista “Forbes”.

A lista da “Time” é dividida em seis categorias: ícones, pioneiros, titãs, artistas, líderes e inovadores. Bolsonaro esteve nos últimos dois anos em “líderes”, que inclui políticos do mundo inteiro.

Em 2021, a revista destacou nomes como os presidentes dos Estados UnidosJoe Biden, e da ChinaXi Jinping, e os primeiro-ministros de IsraelNaftali Bennett, e da ÍndiaNarendra Modi, além de Abdul Ghani Baradar, um dos líderes do Talibã.

Nas outras cinco categorias, a “Time” destaca personalidades como:

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