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Liberada para receber jogos do Sport após quase dois meses, Ilha volta a sofrer com alagamentos

Após tarde de forte chuva no Recife, gramado da Ilha do Retiro, que passou por reforma na drenagem no último mês, voltou a alagar; jogo contra Brusque, sábado, pode ser na Arena PE

Por João de Andrade Neto — Recife

globo esporte

Um mês após o Sport ser obrigado a transferir o jogo contra o CRB, pela nona rodada da Série B, para Arena de Pernambuco por conta das chuvas que caíram no Recife, nesta quarta-feira, mais uma vez, a drenagem da Ilha do Retiro não suportou o grande volume de precipitação que voltou a castigar a capital pernambucana. Após uma tarde com forte chuva, o campo de jogo do estádio rubro-negro voltou a apresentar vários pontos de alagamento.

Dessa forma, o jogo contra o Brusque, que marcaria o retorno do Sport ao seu estádio, após três rodadas, pode mais uma vez ter que ser transferido para a Arena de Pernambuco. Além do compromisso contra o CRB, o clube pernambucano também recebeu Ponte Preta e Grêmio, em São Lourenço da Mata.

Gramado da Ilha do Retiro volta a alagar após chuvas no Recife — Foto: Divulgação

Gramado da Ilha do Retiro volta a alagar após chuvas no Recife — Foto: Divulgação

Em rápido contato com o ge, o diretor de patrimônio do Leão, Fortunato Russo Neto, afirmou que a decisão será tomada nesta quinta-feira. “Passaremos a noite trabalhando”, informou.

Vale ressaltar que também nesta quarta-feira, a Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC), reforçou o estado de alerta para fortes chuvas também nesta quinta, em seu estágio máximo.

Alerta chuvas feito pela APAC — Foto: Divulgação

Alerta chuvas feito pela APAC — Foto: Divulgação

No último mês, a Ilha do Retiro passou por uma ampla reforma para voltar a receber jogos. Os principais ajustes foram justamente no campo, em relação ao sistema de drenagem.

– Foram feitas algumas pequenas intervenções no sistema de drenagem, na coleta de água e no próprio solo – explicou Fortunato Russo, em entrevista dada na terça-feira ao ge.

Fortes chuvas no Recife danificaram a Ilha do Retiro

Além do campo, o Sport também precisou fazer mudanças estruturais nos vestiários e no equipamento elétrico do estádio, que terminou danificado pelas chuvas no fim do mês passado.

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Rodrigo Yuri alega problemas pessoais e pede para deixar o Santa Cruz

Volante deixa o Arruda como um dos líderes de assistências da equipe, com quatro distribuídas; rescisão em comum acordo está sendo finalizada pela diretoria

Por Camila Sousa — Recife

globo esporte

Rodrigo Yuri não veste mais a camisa do Santa Cruz. O volante alegou problemas pessoais e pediu para sair do clube após reunião com a diretoria nesta quarta-feira. A informação, publicada inicialmente pelo EsportesDP, foi confirmada pela reportagem do ge com o próprio atleta.

A rescisão do jogador, que acontecerá em comum acordo, está sendo finalizada nesta tarde pelo departamento de futebol.

Rodrigo Yuri termina passagem no Arruda com 18 partidas disputadas, um gol marcado e quatro assistências distribuídas, sendo um dos líderes do elenco no quesito ao lado do meia Esquerdinha, que também já deixou o Arruda.

Santa Cruz precisa de três vitórias em quatro jogos para avançar na Série D

O volante, antes titular no início do ano, perdeu espaço na equipe de Marcelo Martelotte. Ele foi uma das primeiras contratações do Santa Cruz para a atual temporada e desembarcou no Recife em novembro do ano passado.

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Riquelmy e mais três joias da base sobem ao profissional do Sport

Além do centroavante, também participam o volante e capitão Vitor Neves, o atacante Kedson e o meia Charles Eduardo; trata-se de uma medida provisória

Por Camila Alves — Recife

globo esporte

“Primeiro treino com o profissional.” As palavras, em tom de comemoração, foram publicadas pelo centroavante Riquelmy na última terça-feira. Ele se destacou como artilheiro do Sport na base e participou da movimentação comandada pelo técnico Gilmar Dal Pozzo. Mas não é o único.

Após a campanha do clube como semifinalista na Copa do Brasil sub-17, alguns nomes da categoria têm subido de forma mais regular ao profissional. Também participam: o volante e capitão Vitor Neves, o atacante Kedson e o meia Charles Eduardo.

Os três primeiros nomes têm contrato profissional com o Leão, inclusive, firmado até o fim de 2025. Apenas Charles Eduardo está sem vínculo definitivo, porque precisa ser adquirido junto ao Desportivo Brasil.

Gol do Sport! Riquelmy empata contra o Cruzeiro pela Copa do Brasil Sub-17

A promoção desses pratas da casa trata-se de uma medida provisória. Normalmente, o coordenador da base divulga uma lista interna quando o departamento profissional pede a “transferência” de jogadores da base. Dessa vez, isso não ocorreu. Ainda assim, a medida tem sido fundamental para o desenvolvimento dos atletas sub-17.

Além do quarteto, o Sport também está com o lateral-direito Diego no profissional. Ele estava emprestado ao Sergipe e voltou ao clube, mas ainda não pode ser utilizado. Só estará liberado quando a janela de transferências do Brasil for reaberta – em 18 de julho.

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Kieza se reapresenta com dores no Náutico e fará exame para saber se tem nova lesão muscular

Jogador já teve dois problemas musculares na atual temporada e soma apenas nove jogos em 2022

Por Redação ge — Recife

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O atacante Kieza se reapresentou nesta segunda-feira no Centro de Treinamento do Náutico reclamando de dores na região posterior da coxa. Com isso, o camisa nove fará um exame de imagem na manhã desta segunda-feira para averiguar se houve uma lesão muscular no local. O que seria a sua terceira, apenas nesta temporada. A informação foi divulgada inicialmente pelo portal NE45 e confirmada pelo ge.

Kieza retornou aos gramados no clássico do último sábado contra o Sport, após quase dois meses em recuperação para fortalecimento muscular. Antes, sua última partida havia sido no jogo de ida da final do Campeonato Pernambucano, contra o Retrô, no dia 21 de abril.

Em fevereiro, o jogador já havia tido uma lesão grau 3 na coxa, após atuar em quatro partidas seguidas, depois de 190 dias afastado por conta de uma lesão no tendão de Aquiles, sofrida em julho do ano passado.

Ao todo, desde seu retorno ao clube em 2020, o jogador acumula mais de um ano no departamento médico por conta de lesões. Na atual temporada, o atacante atuou em apenas nove partidas, sem ter marcado gols.

Empate entre Náutico e Sport alivia situação dos técnicos na Série B

Na coletiva de imprensa após o clássico contra o Sport, o técnico Roberto Fernandes admitiu que inicialmente o jogador deveria ter atuado apenas no primeiro tempo. Mas após conversar com o atleta no vestiário, decidiu voltar com o K9 para a etapa final. Kieza acabou substituído aos 13 minutos do segundo tempo.

“A (substituição) do Kieza, por exemplo, fui aconselhado para nem voltar com ele para o segundo tempo, porque o atleta estava desgastado, já estava sentindo dores localizadas. Mas aí eu conversei com Kieza e disse: Kieza, vamos para mais 10 minutos. Mas aí, depois da última ação dele antes de sair, ele olhou para mim e fez o gesto da substituição. Aí não tem o que fazer” admitiu o treinador.

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Náutico reconhece baixo público nos Aflitos e promete ações para atrair torcedores

Diretoria estuda diminuição de valor do ingresso, entre outras medidas; média do clube na Série B é de menos de cinco mil pagantes por jogo

Por Rafael Cabral — Recife

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Em sete jogos nos Aflitos na Série B, o Náutico levou 33.370 torcedores ao estádio, uma média de 4.767 por partida. Números considerados baixos para os padrões do clube. Ciente do problema, a direção promete ações para atrair os alvirrubros às arquibancadas novamente.

De acordo com o diretor de marketing do Náutico, Joaquim Costa, o clube tem uma parceria com uma empresa de ciência de dados, que elaborou uma pesquisa de opinião com a torcida alvirrubra. O Náutico agora está estudando os relatórios e trabalhando em possíveis ajustes nas estratégias.

– A gente entende que é um conjunto de fatores (para os baixos públicos). A gente está compilando dados e estudando. Nós temos torcedores que são sócios, têm o direito a ingresso para ir ao jogo, mas não estão indo. Então, esse é o primeiro ponto a ser questionado. Acreditamos que em 10 a 15 dias a gente vai ter uma visão melhor do problema, resolver e trazer a torcida de volta – explicou Joaquim.

Um dos pontos mais criticados pela torcida do Náutico e que também está sendo analisado pelo clube, é o preço dos ingressos. Na última partida, contra o Sport, por exemplo, o bilhete mais caro custava R$ 80, o da arquibancada central, para o não-sócio.

No entanto, na visão do diretor Joaquim Costa, há o contraponto do ingresso mais barato ser R$ 16, atrás dos gols.

– A gente tem o ingresso a R$ 16, que basta o torcedor se associar de graça pelo aplicativo. A pessoa faz todo o cadastro em minutos. Mas o preço é um dos fatores que a gente está analisando, só que tem outros, como segurança, horário e transporte – disse.

Na atual temporada no Campeonato Brasileiro, o Náutico possui a pior média de público entre os três clubes grandes do Recife. Nos seis jogos que teve entre Ilha do Retiro e Arena de Pernambuco, o Sport colocou uma média de 9.629 torcedores. Já o Santa Cruz, na Série D, em cinco jogos no Arruda teve média de 14.295.

Os públicos do Náutico na Série B:

  • Náutico 0x1 Bahia – 3.434
  • Náutico 2×0 Operário – 2.844
  • Náutico 1×1 Guarani – 4.294
  • Náutico 0x1 Cruzeiro – 6.542
  • Náutico 1×1 CSA – 4.141
  • Náutico 2×3 Vasco – 6.104
  • Náutico 1×1 Sport – 6.011

Média: 4.767 torcedores

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Santa Cruz precisa de aproveitamento inédito na Série D para se classificar

Tricolor precisa somar mais sete pontos nas quatro partidas que restam para avançar para a segunda fase, o que significa ter rendimento de 58,3%, algo que o time ainda não conseguiu

Por João de Andrade Neto — Recife

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A derrota em casa para o Jacuipense complicou a situação do Santa Cruz na Série D. No momento ocupando a 5ª colocação do Grupo 4, fora da zona de classificação para a segunda fase, o Tricolor agora não depende apenas dos dois jogos que restam no Arruda e terá que, necessariamente, busca pontos em pelo menos um das duas partidas que fará fora de casa.

A primeira será na próxima segunda-feira, contra o penúltimo colocado Atlético de Alagoinhas, no interior da Bahia.

Atualmente, o quarto colocado do grupo é o também baiano Juazeirense, com 13 pontos, um a mais que os pernambucanos. O que corresponde a um aproveitamento de 43,3%. Transportando esse índice para a última rodada, significa dizer que o atual ponto de corte para a classificação à segunda fase no grupo é de 19 pontos. Ou seja, sete a mais que os tricolores possuem atualmente.

O que significa dizer que Santa Cruz precisará ter um aproveitamento de 58,3%, algo que o time ainda não conseguiu este ano na Série D. Atualmente, o líder ASA possui 60%, enquanto o Lagarto, segundo colocado, possui um rendimento de 56,7%.

Vale lembrar ainda que a conta de classificação com 19 pontos possui algumas ressalvas. Isso porque o aproveitamento do quarto colocado do grupo do Santa Cruz é o segundo pior entre os oito grupos da primeira fase da Série D. Apenas o do Santo André, que fecha o G-4 no Grupo 7, com 11 pontos (36,7% de rendimento), fica abaixo.

Sendo assim, caso haja uma aceleração de pontos entre os times que estão diretamente lutando pela quarta vaga na chave coral, ter 19 pontos pode não garantir a classificação. De acordo com o site Chance de Gol, especializado em projeções, com 19 pontos uma equipe tem 80% de chance de avançar no Grupo 4. Com 20 pontos, esse índice salta para 97%.

O atual modelo da primeira fase da Série D, com oito grupos de oito equipes, foi adotado pela primeira vez em 2020. E de lá para cá, a média de pontos para classificação à segunda fase é de 21 pontos.

Porém, houve situações que essa pontuação não foi o suficiente. Em 2020, a Portuguesa-RJ ficou de fora mesmo tendo somado 23 pontos (o Cascavel se classificou em quarto, com 24). Foi a pontuação mais alta de um eliminado.

Com 20 mil torcedores no Arruda, Santa Cruz perde e fica fora do G-4 na Série D

Jogos que restam ao Santa Cruz

  • Segunda-feira: Atlético-BA (fora)
  • 3/7 – Juazeirense (casa)
  • 10/7 – ASA (fora)
  • 17/7 – Lagarto (casa)

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Um funil: estudo mostra que só 2% dos times deixaram a Série D rumo à elite do futebol brasileiro

Desde 2009, início do torneio, 267 clubes já disputaram a competição, mas apenas Santa Cruz, Joinville, Chapecoense, Juventude, Cuiabá e CSA bateram na Série A

Por Camila Sousa — Recife

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Quando o assunto é acesso de clubes da Série D para a Série A, os números mostram que a tarefa é mais difícil do que parece. Apenas 2% das equipes que já disputaram a Quarta Divisão nacional chegaram depois à elite do futebol brasileiro. É o que aponta relatório produzido pela consultoria Convocados, em parceria com a XP, e divulgado ao público nesta semana.

Em um recorte de 267 clubes que jogaram a Série D desde 2009, primeira edição do torneio, apenas seis chegaram à Série A, 47 alcançaram a Série C e 22 a Série B. Os que ascenderam ao topo depois de partir do fundo foram: Chapecoense, em 2014, Joinville, em 2015, Santa Cruz, em 2016, CSA, em 2019, Cuiabá e Juventude, ambos em 2021.

Do sexteto, hoje, Santa Cruz e Joinville foram os únicos a fazer o bate e volta, retornando à última divisão do futebol nacional.

Gráfico de estudo mostra números sobre a Série D — Foto: Reprodução

Gráfico de estudo mostra números sobre a Série D — Foto: Reprodução

O time catarinense, inclusive, vive fase ainda pior que a do Tricolor, sem Brasileiro no calendário deste ano. Ao contrário da Chape e do CSA, na Segunda Divisão, e Cuiabá e Juventude, na Série A.

Uma realidade que escancara o desequilíbrio do futebol brasileiro e “aumenta o risco para o investidor na base da pirâmide”, explica o relatório da Convocados.

– Como nossa divisão de entrada não é em formato de pontos corridos, e respeita apenas parcialmente as características regionais de um país tão desigual, o número de clubes que entre no sistema e chega à Primeira Divisão é muito pequeno, o que aumenta o risco para o investidor na base da pirâmide – conclui o documento.

Das equipes, o CSA foi o único com o feito de ter conseguido três acessos consecutivos – indo da Série D para a Série A entre 2016 e 2019. Confira abaixo as trajetórias de subidas e descidas dos clubes:

Subida da Chapecoense

  • 2009 – Série D (conseguiu acesso)
  • 2010 – Série C
  • 2011 – Série C
  • 2012 – Série C (conseguiu acesso)
  • 2013 – Série B (conseguiu acesso)
  • 2014 – Série A

De 2014 até agora, a Chape jogou a Série B em 2020 e agora, em 2022. Nas outras temporadas, figurou na elite

Subida e descida do Joinville

  • 2010 – Série D (conseguiu acesso)
  • 2011 – Série C (conseguiu acesso)
  • 2012 – Série B
  • 2013 – Série B
  • 2014 – Série B (conseguiu acesso)
  • 2015 – Série A (rebaixamento)
  • 2016 – Série B (rebaixamento)
  • 2017 – Série C
  • 2018 – Série C (rebaixamento)
  • 2019 – Série D
  • 2020 – Série D
  • 2021 – Série D
  • 2022 – Sem série

Subida e descida do Santa Cruz

  • 2011 – Série D (conseguiu acesso)
  • 2012 – Série C
  • 2013 – Série C (conseguiu acesso)
  • 2014 – Série B
  • 2015 – Série B (conseguiu acesso)
  • 2016 – Série A (rebaixamento)
  • 2017 – Série B (rebaixamento)
  • 2018 – Série C
  • 2019 – Série C
  • 2020 – Série C
  • 2021 – Série C (rebaixamento)
  • 2022 – Série D

Subida do CSA

  • 2016 – Série D (conseguiu acesso)
  • 2017 – Série C (conseguiu acesso)
  • 2018 – Série B (conseguiu acesso)
  • 2019 – Série A (rebaixamento)

Desde 2020 o CSA disputa a Série B do Brasileiro

Subida do Cuiabá

  • 2011 – Série D (conseguiu acesso)
  • 2012 – Série C
  • 2013 – Série C
  • 2014 – Série C
  • 2015 – Série C
  • 2016 – Série C
  • 2017 – Série C
  • 2018 – Série C (conseguiu acesso)
  • 2019 – Série B
  • 2020 – Série B (conseguiu acesso)
  • 2021 – Série A

O Cuiabá manteve-se na elite em 2021 e volta a disputar o Brasileirão em 2022

Subida do Juventude

  • 2013 – Série D (conseguiu acesso)
  • 2014 – Série C
  • 2015 – Série C
  • 2016 – Série C (conseguiu acesso)
  • 2017 – Série B
  • 2018 – Série B (rebaixamento)
  • 2019 – Série C (conseguiu acesso)
  • 2020 – Série B (conseguiu acesso)
  • 2021 – Série A

O Juventude manteve-se na elite em 2021 e volta a disputar o Brasileirão em 2022

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Náutico x Sport tem veterano Roberto e estreante Dal Pozzo sob pressão; veja raio-x dos técnicos

Treinador do Timbu tem experiência de oito jogos contra o rival, enquanto que o do Leão faz seu primeiro Clássico dos Clássicos; resultado de sábado pode ser decisivo para futuro de ambos

Por Rafael Cabral — Recife

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A rivalidade centenária do clássico entre Náutico e Sport terá mais um capítulo neste sábado, nos Aflitos. Nas áreas técnicas, dois treinadores com trajetórias opostas nesta história. Experiente no futebol pernambucano, Roberto Fernandes faz seu nono embate contra o rival, pelo Timbu. Do outro lado, Gilmar Dal Pozzo, que já teve duas passagens pelo Alvirrubro, encontra pela primeira vez o seu ex-clube, no comando do Leão.

Pernambucano de nascimento, Roberto Fernandes conhece a rivalidade entre os clubes desde a infância. Torcedor declarado do Náutico, frequentava as arquibancadas dos Aflitos em jogos do time antes de se tornar treinador. Iniciou a carreira no campo em 1997, no Ferroviário do Cabo. Mas só dez anos depois assumiria o seu clube de coração.

Logo no primeiro Clássico dos Clássicos, em 2007, Roberto Fernandes conquistou uma vitória que até hoje é muito lembrada pelos alvirrubros. Placar de 2 a 0, nos Aflitos, com dois gols do lateral-esquerdo Júlio César. (Relembre abaixo).

Gols de Náutico 2×0 Sport na Série A de 2007

Em 2008, mais um confronto: 2 a 2 na Ilha do Retiro, pela Série A. Em 2009 houve outro duelo, este com vitória do Sport, por 2 a 0, no Pernambucano. Já o ano de 2011 reservou a maior quantidade de encontros entre Roberto e o Sport: quatro, com duas vitórias, uma derrota e um empate.

Um desses triunfos, porém, teve gosto negativo para o treinador. Na final do Pernambucano daquele temporada, o Náutico bateu o Sport por 3 a 2, nos Aflitos, mas acabou perdendo o título por ter sido derrotado no primeiro jogo por 3 a 1, na Ilha do Retiro.

A partida ficou marcada por uma falha histórica do então goleiro do Timbu, Glédson, e um golaço do atacante rubro-negro Bruno Mineiro. 

Melhores momentos de Náutico 3 x 2 Sport pelo Pernambucano 2011

O último clássico de Roberto Fernandes pelo Náutico contra o Sport aconteceu em 2018, com uma vitória por 3 a 0 na Arena de Pernambuco, pelo Estadual daquela temporada, em que o Timbu se sagraria campeão.

Ou seja, em oito confrontos, Roberto tem um retrospecto de quatro vitórias, dois empates e duas derrotas para o rival. O treinador ainda tem outros duelos contra o Leão, comandando Londrina, Anapolina, Ituano, ABC, América-RN e CRB, além do próprio Náutico, totalizando 17 encontros, com sete vitórias, cinco empates e cinco derrotas.

Gilmar Dal Pozzo, por sua vez, estreia pelo Rubro-negro no Clássico dos Clássicos. Pelo Náutico, o treinador enfrentou o Sport em quatro oportunidades, com uma vitória, uma derrota e dois empates. Agora, sente o gosto de viver a rivalidade por outro lado.

Para o treinador, a partida terá um significado especial, já que a saída do Náutico foi turbulenta e o caso foi parar na justiça. O treinador chegou a ser realocado para o time de aspirantes e alegou que a diretoria alvirrubra tomou a decisão para não ter que pagar a multa de rescisão, que era de R$ 500 mil.

Contra o Timbu, Gilmar Dal Pozzo tem três duelos em toda a carreira: dois pelo Juventude, em 2017, e um pelo ABC, em 2015. Todos terminaram empatados.

Pressionados

Em comum entre os dois treinadores, a pressão que estão sofrendo no comando dos times. Inclusive, o clássico é decisivo para a continuidade deles à frente dos clubes. Mesmo no G-4 desde o início da Série B, Gilmar Dal Pozzo vem recebendo críticas, principalmente em relação à baixa produtividade do ataque. O Sport tem apenas oito gols marcados em doze partidas.

Já Roberto Fernandes, apesar de ter sido campeão pernambucano, não conseguiu uma sequência de bons resultados na Série B. Com um aproveitamento de três vitórias, três empates e quatro derrotas na Segundona, o Náutico encontra-se na zona do rebaixamento.

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Série A2 do Pernambucano 2022 começa em agosto e quatro times sobem; elite terá 12 clubes em 2023

Segundo arbitral contou com 29 clubes interessados em disputar a segundona do Estadual

Por Redação do ge — Caruaru, PE

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A Série A2 do Campeonato Pernambucano 2022 já tem data marcada para começar. A segundona do Estadual será iniciada no dia 27 de agosto e vai até o mês de novembro. O segundo arbitral foi realizado na Federação Pernambucana de Futebol (FPF) nesta quinta-feira e contou com a presença de 29 clubes interessados em disputar a competição.

A principal novidade para a edição deste ano é a quantidade de acessos à elite: quatro times vão subir para a primeira divisão em 2023. Rebaixados no Estadual desta temporada, Vera Cruz e Sete de Setembro serão incluídos na Série A2 deste ano. A Série A1 contará com 12 equipes em 2023 e quatro equipes caem.

Os clubes que enviaram representantes para o arbitral foram: 1º de Maio, América, Araripina, Maguary, Cabense, Jaguar, Belo Jardim, Central, Centro Limoeirense, Chã Grande, Atlético, Torres, Porto, Ferroviário do Cabo, Flamengo de Arcoverde, Ipojuca, Olinda, Pesqueira, Petrolina, Santa Fé, Serra Talhada, Serrano, Decisão, Ypiranga, Timbaúba, Vitória, Barreiros, Vera Cruz e Sete de Setembro.

A partir de 2023, os quatro últimos colocados serão rebaixados para a Série A2 e poderão disputá-la no mesmo ano da queda. Dando continuidade ao que já vai acontecer este ano, a divisão de acesso permanecerá garantindo quatro vagas para a elite estadual.

Um novo conselho técnico será realizado no dia 7 de julho para definir o modelo de disputa e definir o número de equipes participantes. O dia 4 de julho é o prazo final para que os clubes que manifestaram desejo de participar da A2 entreguem os ofícios de confirmação.

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Reforma é concluída, e Aflitos apresenta boas condições para clássico entre Náutico e Sport

Gramado do estádio passou por processo de recuperação após fortes chuvas, que motivaram mudança de última partida do Timbu para o Arruda

Por Rafael Cabral — Recife

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Palco do clássico entre Náutico e Sport, no próximo sábado, às 18h30, o Estádio dos Aflitos teve o seu processo de recuperação finalizado. Nesta quarta-feira, o ge esteve no local e observou uma boa condição do campo de jogo, que foi bastante afetado pelas chuvas no Grande Recife nas últimas semanas.

O gramado dos Aflitos já vinha passando por uma revitalização, que acabou sendo prejudicada pelas chuvas antes da partida contra o Vasco, há duas rodadas. A drenagem não suportou o volume de água e a partida precisou ser modificada para o Arruda. (Veja abaixo como ficou o gramado há duas semanas).

Antes, o gramado dos Aflitos já havia sido alvo de críticas, na partida contra o Cruzeiro, em que até o gestor da equipe mineira, Ronaldo, teceu comentários negativos sobre o estado do campo.

À época, o Náutico explicou que o aspecto “diferente” do gramado se devia ao processo de revitalização que envolvia uma corte mais intenso, para que se pudesse eliminar a grama mais danificada. Agora, no entanto, o tratamento foi finalizado e o campo aparenta boas condições. Impressão reforçada pelo diretor de patrimônio do Timbu, Eduardo Carvalho.

– As fortes chuvas atrapalharam um pouco o nosso trabalho, mas avançamos e teremos um gramado muito bom para o jogo contra o Sport – declarou o diretor, em contato com o ge.

Náutico e Sport se enfrentam pela terceira vez no ano, no sábado. Os dois primeiros duelos foram vencidos pelo Sport, um 3 a 2 pela Copa do Nordeste, na Ilha do Retiro, e 2 a 1, de virada, nos Aflitos, pelo Campeonato Pernambucano.

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