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Presidente e técnico do Náutico lembram do velho ditado: quem não faz leva

Com a voz embargada, o presidente do Náutico, Glauber Vasconcelos, ressaltou o orgulho do trabalho feito por jogadores, comissão técnica e diretoria. Também pediu desculpas à torcida por não ter conquistado o título garantiu que o Pernambucano foi só uma etapa do trabalho e o foco total a partir de agora é o retorno à primeira divisão do futebol brasileiro.

“O trabalho começou no dia 2 de janeiro e não termina hoje. Foi mais uma etapa que nós construímos e nos esforçamos para chegar aqui. Infelizmente não foi o nosso momento. Quero dizer a todos que o trabalho continua e no sábado o Vila Nova vai sentir o gosto de um time ferido, que vai entrar para vencer e agora só pensar em chegar à Série A no fim do ano”, disse.

O dirigente lembrou o velho chavão do futebol – “Quem não faz leva” – para avaliar o que aconteceu na partida desta quarta-feira. “Não vou fazer nenhuma espécie de crítica que nao seja à nossa infelicidade de não termos concluído uma bola no travessão e outra cara a cara. Quem não faz, leva e isso aconteceu conosco. Peço desculpas humildemente à torcida por não ter tido a oportunidade de dar essa felicidade a eles”, pontuou.

O técnico Lisca bateu na mesma tecla da máxima descrita acima depois de dar os parabéns ao adversário pela conquista. “Permitimos pouco (o ataque do Sport). O gol foi em cima da expulsão. Era o Leo (Leonardo Luís) que deveria estar ali. O time lutou e quero cumprimentar meus jogadores, a torcida… Chegamos perto, lideramos, jogamos de igual para igual, mas infelizmente não tivemos a felicidade de fazer gol que daria tranquilidade para administrar o jogo. Tomamos o gol aos 30 e não tivemos força para buscar. O time se mostrou cansado”, explicou.

Lisca também teve que responder sobre a continuidade do trabalho. Como sua demissão não foi ventilada, ele respondeu sobre dispensas e contratações, mas evitou se aprofundar. As decisões começam a ser tomadas a partir desta quinta, sempre em conjunto com a diretoria. “Agora está todo mundo triste, de cabeça quente. Não é o momento desse tipo de avaliação. O momento é de avaliação da diretoria, para saber o que eles têm em mente junto comigo”, explicou.

Sem querer entrar com o SE, mas sem fugir dele, o técnico alvirrubro lamentou as frequentes lesões que precisou administrar. As mais sentidas foram as do zagueiro Luiz Alberto e do meia Pedro Carmona. “Luiz e Pedro fizeram muita falta. Luiz deu estabilidade à defesa e Pedro era nosso goleador. Mas isso faz parte de um trabalho corrido, não é só aqui que as lesões atrapalham. Temos que estar preparados para isso”, ressaltou.

 

 

 

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Salgueiro vence o Santa Cruz no Arruda, termina o Estadual em terceiro e garante vaga na Copa do Nordeste 2015

Da forma que o jogo começou parecia que Santa Cruz e Salgueiro estavam disputando algo bem mais importante do que o posto de terceiro colocado do Campeonato Pernambucano.

De fato, uma vaga na Copa do Nordeste é bem mais interessante do que a terceira colocação. Quem mais entrou com vontade em campo conseguiu a vaga no torneio regional, e este time foi o Salgueiro, que venceu o Santa Cruz por 2×1 em pleno Arruda, na segunda partida da decisão pelo terceiro lugar do Pernambucano, nesta terça-feira (22).

Os gols do Carcará foram marcados por Kanu, aos 44 minutos do primeiro tempo e Fabrício Ceará, aos 42 do segundo tempo. Pelo lado coral o artilheiro Léo Gamalho marcou aos 34 do segundo tempos.

A derrota deixa a pressão para o novo técnico Sérgio Guedes ainda maior, que terá que reanimar o cabisbaixo elenco do Santa. A chance da redenção será no próximo sábado diante da Portuguesa em São Paulo pela segunda rodada da Série B. Pelo lado do Carcará, é hora de pensar na Série C do Campeonato Brasileiro que começa no próximo dia 28 contra o Fortaleza em Salgueiro.

O jogo

Foto: Alexandre Gondim / JC Imagem

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Os primeiros minutos foram de muitas oportunidades para os dois lados. Pelo Santa, Caça-Rato foi o mais ativo em campo, criando boas jogadas e finalizando com perigo.

Aos cinco minutos ele pegou a sobra do cruzamento de Oziel e chutou forte, a bola passou à direita da meta de Luciano. A resposta do Carcará veio dois minutos depois, Moreilândia arriscou de longe, Cardoso fez a defesa e na sobra Everton perdeu de frente pro gol.

O jogo seguiu bastante movimentado e com disposição de ambos os lados. Aos 12, Peri arriscou de longe e outra vez Tiago Cardoso estava atento no jogo. O Santa ainda mostrava vontade em campo e mais uma vez com Caça-Rato tentou inaugurar o marcador.

Aos 16 ele fez bela jogada, entrou na área mas ficou sem ângulo para o chute e Luciano praticou a defesa. O jogo era lá e cá, aos 18, Valdeir entrou na área e chutou forte de esquerda, Cardoso novamente evitou o gol do Carcará.

Aos poucos a emoção foi indo embora e somente aos 32 minutos outra chance foi criada. Caça-Rato subiu muito e tocou de cabeça por cima do gol. Com cara de 0×0 o jogo foi indo para os minutos finais, mas aos 44 Anderson Paraíba fez uma bela jogada e tocou para Peri, que de dentro da área chutou na trave e na sobra Kanu abriu o placar.

No início do segundo tempo Ataíde fez duas alterações no Santa tentando o empate e a virada. Nininho e Renatinho entraram nos lugares de Zeca e Caça-Rato. As mudanças não surtiram o efeito esperado. Renatinho, que deveria auxiliar o garoto Raniel na armação das jogadas não foi bem, errou muitos passes e demorou para concluir as jogadas.

Nininho também não foi bem, improvisado na esquerda, sempre que chegava na linha de fundo tinha que arrumar para o pé direito e executar os cruzamentos.

Foto: Alexandre Gondim / JC Imagem

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Nas poucas vezes em que conseguiu cruzar bem, encontrou Raniel, livre na área, mas o garoto se precipitou e cabeceou a bola pra fora, aos 10 minutos do segundo tempo. Finalmente Renatinho mostrou o porquê entrou na partida, aos 19 ele fez boa jogada e cruzou na área, mas Alemão evitou que a bola chegasse até Léo Gamalho.

O Santa partiu para o desespero, desorganizado o time não encontrava o gol, muito também pelas defesas do goleiro Luciano. O alívio veio aos 34 minutos com o artilheiro Léo Gamalho. Mas, a alegria durou oito minutos. Marcos Tamandaré cruzou na cabeça de Fabrício Ceará que havia entrado na vaga de Everton e marcou o gol da vitória. O Santa foi para o tudo ou nada mas não conseguiu empatar o jogo.

Ficha do jogo

Santa Cruz: Tiago Cardoso, Oziel, Everton Sena, Renan Fonseca e Zeca (Nininho); Sandro Manoel, Sorriso e Raniel (Pingo); Caça-Rato (Renatinho), Betinho e Léo Gamalho. Técnico: Ataíde

Macedo (interino).

Salgueiro: Luciano, Sidny, Alemão, Ranieri e Peri; Pio (Rodolfo Potiguar), Morelândia, Valdeir e Anderson Paraíba (Daniel); Kanu e Everton (Fabrício Ceará). Fernando Alcântara.
Campeonato Pernambucano (decisão pelo terceiro lugar)
Local: Estádio do Arruda
Árbitro: Gilberto Castro Júnior.
Assistentes: Albino de Andrade e Ricardo Bezerra.
Cartões amarelos: Santa Cruz – Léo Gamalho e Nininho; Salgueiro – Peri, Moreilândia, Luciano e Rodolfo Potiguar
Gols: Salgueiro – Kanu (aos 44 do 1°t) e Fabrício Ceará (aos 42 do 2t); Santa Cruz – Léo Gamalho (aos 34 do 2°t)                                           Público: 4.820 torcedores Renda: R$ 60.098,00

 

 

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Náutico e Sport decidem quem será campeão Pernambucano nesta quarta-feira

Chegou a hora da grande decisão. Náutico e Sport vão pisar no gramado da Arena Pernambuco, partir das 22 horas, na luta pelo título de campeão do Pernambucano Coca-Cola 2014. E existem vários motivos para que as duas equipes lutem a cada segundo de jogo, fazendo com que o confronto ganhe tons de dramaticidade e transborde em emoção. A começar pelo fato de saber quem será o campeão da 100ª edição do Estadual. E quem será o primeiro campeão na Arena, palco de cinco jogos da Copa do Mundo 2014? De um lado, o Timbu querendo acabar com o jejum de nove anos sem comemorar um título estadual. Para isso, o time alvirrubro precisa vencer para forçar as cobranças de pênaltis. Do outro, o Leão que vem amargando três vice-campeonatos e querendo levantar a taça pela 40º vez. O time precisa de um empate para comemorar, mas todos só pensam na vitória. Enfim, são elementos de sobra para que o torcedor receber uma descarga de emoção durante a partida. Haja coração!

Dono da casa e precisando da vitória, o Náutico terá que propor o jogo diante do Leão. Por isso, o técnico Lisca planeja um time um pouco mais ofensivo para esta quarta. Não vai mudar nada de maneira radical, mas deu a entender que vai acionar peças mais ofensivas. O esquema é o habitual 4-5-1. Só que desta vez serão apenas dois volantes e três armadores no time titular. Marcelinho deve ser o homem do ataque. Eis o provável time alvirrubro: Alessandro; Jackson, Flávio, Leonardo e Rai; Dê, Elicarlos, Zé Mário, Marcos Vinícius e Leleu; Marcelinho. O time não foi confirmado pelo treinador.

Lisca não confirmou o time. Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

Lisca não confirmou o time. Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

Independente do time que entrar em campo, Lisca deseja que sua equipe apresente a mesma entrega que a levou até a decisão do Estadual. Esse aspecto, por sinal, pode ser apontado como fundamental para o rendimento do Náutico, que nunca deixou de ser uma equipe lutadora. “Esses quatro meses foram de entrega total. Isso nos dá confiança para entrar na história do Náutico”.

Se o Náutico conquistar o título, sairá da fila de dez anos sem conquistas. Além disso, quebrará uma sequência negativa de oito finais sem bater o Sport. E se depender do histórico de Lisca, isso é bem possível. Lembrando que o treinador já quebrou o tabu de dez anos sem vencer na Ilha do Retiro.

Pelo lado do Sport, o clima é de muita confiança. O time chega à grande decisão bem diferente de como iniciou a temporada. Se nos primeiros jogos, o Rubro-negro era uma equipe sem alma, agora, o Leão mostra um futebol mais organizado e consciente em campo. Desde que o preparador físico Eduardo Baptista assumiu o comando técnico, o Sport  evoluiu, conquistou o título da Copa do Nordeste (que para muitos parecia impossível). Na primeira partida decisiva, o time rubro-negro venceu o Náutico por 2×0, na Ilha do Retiro, e abriu uma vantagem importante. Um empate é o suficiente para o Leão sagrar-se campeão. Mas no time, ninguém quer saber dessa vantagem.

Otimismo reina no Sport. Foto: Guga Matos/JC Imagem

Otimismo reina no Sport. Foto: Guga Matos/JC Imagem

O técnico Eduardo Baptista está pregando respeito ao Náutico e alertando os seus jogadores a manter o ritmo das últimas partidas para vencer o advesário no tempo normal. O grupo parece ter assimilado bem. “A gente tem a vantagem, mas não podemos jogar pensando nela. O Náutico pode vencer o jogo por um placar mínimo e levar a partida para os pênaltis. Então, é preciso ter atenção máxima”, disse o volante Éverton Páscoa.

O time considerado titular atuou no último domingo, contra o Santos, na Vila Belmiro, na estreia do Brasileirão. O único que não atuou foi o meia Aílton, que está confirmado no clássico desta quarta-feira. O jogador volta no lugar de Renan Oliveira, que fica como opção no banco de reservas. É possível que Ananias seja acionado no início da partida, no lugar de Wendell. Mas Eduardo não confirmou a escalação rubro-negra. A esperança de gol continua sendo o artilheiro Neto Baiano, que fez dois gols nos últimos dois jogos do time.

FICHA DO JOGO – NÁUTICO X SPORT

Náutico – Alessandro; Jackson, Flávio, Leonardo e Rai; Dê, Elicarlos, Zé Mário, Marcos Vinícius e Leleu (Paulo Jr.); Marcelinho. Técnico: Lisca.

Sport – Magrão, Patric, Durval, Ferron e Renê; Ewerton Páscoa, Rodrigo Mancha, Aílton e Wendel (Ananias); Neto Baiano e Felipe Azevedo.

Pernambucano (final). Local: Arena Pernambuco. Horário: quarta-feira, às 22h. Árbitro: Leandro Vuaden. Assistentes: Charles Rosa e Clóvis Amaral.

 

 

 

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Santa Cruz vai para cima do Salgueiro para garantir vaga no Nordestão 2015

O Santa Cruz espera começar uma nova vida na temporada 2014 na partida diante do Salgueiro, nesta quarta-feira, a partir das 20h, no estádio do Arruda. A partida vale a terceira colocação no Pernambucano Coca-Cola e, consequentemente, a presença na Copa do Nordeste na próxima temporada. Mas para isso, o Santa Cruz precisa superar seus traumas, que causaram a saída de Vica do comando técnico da equipe, no último sábado, e conseguir a vitória sobre o Carcará. Um empate levará a disputa para os pênaltis.

Desde as eliminações precoces na Copa do Nordeste e no Pernambucano que o Santa Cruz não vem apresentado o futebol competitivo que o torcedor está acostumado a ver. As cobranças aumentaram e o empate diante do ABC, na estreia da Série B, foi a gota d’água para o técnico Vica deixar o clube. Na tarde  desta segunda-feira, a diretoria do clube anunciou a contratação de Sérgio Guedes, que deve estar no Arruda para assistir à partida. Ataíde Macedo comanda a equipe interinamente.

Com pouco tempo para trabalhar, restou a Ataíde conversar com o elenco coral. A missão é levantar o ânimo do grupo. E o comandante não vai fazer muitas mudanças da equipe que empatou com o ABC. Carlos Alberto voltou de São Paulo, mas não foi relacionado para o jogo. A novidade é a volta de Léo Gamalho, que não participou da estreia do Santa por que cumpria suspensão imposta pelo STJD. Assim, Betinho fica no banco de reservas.

SALGUEIRO
O Carcará chegou completo e sem desfalques para o jogo contra o Santa Cruz. Quem vai comandar o time é o técnico Fernando Alcântara, que chegou a Salgueiro no sábado passado e realizou treinamentos anteontem e ontem antes da viagem para o Recife. Ele substituiu Cícero Monteiro, que pediu demissão na semana passada. O novo treinador informou que só vai confirmar o time minutos antes da partida, mas deve manter a base do primeiro jogo contra o tricolor.

Ficha do jogo

Santa Cruz: Tiago Cardoso, Oziel, Everton Sena, Renan Fonseca e Zeca; Sandro Manoel, Sorriso, Memo e Jefferson Maranhão; Caça-Rato e Léo Gamalho. Técnico: Ataíde Macedo (interino).

Salgueiro: Luciano, Sidny, Alemão, Ranieri e Peri; Pio, Morelândia, Valdeir e Anderson Paraíba; Kanu e Everton. Fernando Alcântara.

Árbitro: Gilberto Castro Júnior. Assistentes: Albino de Andrade e Ricardo Bezerra. Ingressos: R$ 15 (arquibancada superior, estudantes e sócios) e R$ 30 (arquibancada inferior e visitantes).

 

 

 

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FOto: JC Imagem

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Sport melhora no segundo tempo mas gol duvidoso do Santos tira a vitória

Um gol duvidoso de Gabriel tirou do Sport a chance de estrear com vitória na Série A do Campeonato Brasileiro. Depois de um primeiro tempo em que foi totalmente dominado, os rubro-negros entenderam o recado e voltaram para a etapa final mais ligados. Agora, as atenções estão voltadas para o Campeonato Pernambucano, competição que os leoninos decidem com o Náutico na próxima quarta-feira (23), na Arena Pernambuco.

O Sport sofreu o que fez a maioria de seus adversários sofrerem na Copa do Nordeste e Campeonato Pernambucano. O Santos adiantou a marcação e anulou o setor de criação pernambucano. Renan Oliveira, que deveria ser o principal articulador, só tocou na bola durante os dez primeiros minutos para bater falta. No setor de Ewerton Páscoa e Rodrigo Mancha começava a caçada dos santistas.

Essa pressão rendeu duas grandes chances em sequência para os donos da casa. Aos quatro minutos, Geuvânio arriscou de fora da área e a bola passou raspando a trave esquerda de Magrão. No minuto seguinte, a mesma trave recebeu uma tremenda bomba de Cicinho. O lateral arrancou pelo meio e estava atento numa bola cortada por Durval. Livre, carimbou o poste.

O time da Ilha do Retiro limitava-se apenas a marcar, mas viu que na Série A vai ser complicado. Com muita movimentação de Geuvânio, Cicinho e Leandro Damião, o Santos conseguia confundir a marcação leonina e Geuvânio, que estava com boa pontaria para o lugar mais difícil, acertou a trave direita aos 15 minutos. Dois minutos depois foi a vez de o volante Gabriel aparecer como elemento surpresa e chutar fraco, o suficiente para Magrão defender.

O primeiro tempo serviu para dar um choque de realidade no Sport. O ritmo de jogo imposto pelo Santos é bem mais veloz do que qualquer equipe que os rubro-negros enfrentaram até a semana passada, seja no Pernambucano ou no Nordestão. Essa velocidade constata-se não só com a bola nos pés, mas também na disposição para retomá-la. E jogadores como Renan Oliveira, Wendel, Felipe Azevedo e Neto Baiano pareciam estar numa rotação mais lenta e, por isso, foram facilmente anulados.

O bombardeio do Santos também teve a bola parada. Aos 33, Cícero bateu falta e Magrão voou para fazer grande defesa. O mesmo Cícero, um minuto antes, perdeu a bola na saída do jogo, mas Neto Baiano chutou fraco, fácil para a defesa de Aranha.

Os dois times voltaram para o segundo tempo sem alterações e o Santos perdeu aqueles gols chamados de feitos aos três minutos. Cícero fez um lançamento longo. Ferron furou e Thiago Ribeiro ficou com a bola esperando a aproximação de Magrão. Quando ela aconteceu, ele deu um toque curto para o lado, onde estava Leandro Damião. Este também tocou curto, mas errou o gol aberto e mandou para fora.

O Sport só mostrou que o choque tomado no primeiro tempo fez efeito aos 18 minutos. Patric inverteu bem o jogo e encontrou Renê sozinho entrando pela esquerda. Ele chutou forte e Aranha defendeu parcialmente e conseguiu segurar na segunda uma fração de segundo antes da chegada de Neto Baiano. Na segunda tentativa, o Leão já tinha Rithely e Ananias nos lugares de Ewerton Páscoa e Wendel. O Sport ganhou em mobilidade sem ficar desorganizado, por isso, passou a chegar mais no campo defensivo do oponente

Aos 23, Renê cruzou novamente e desta vez Neto Baiano ajeitou para Patric chutar completamente torto. Desta vez jogando futebol, procurando competir, o time pernambucano conseguiu seu gol aos 27. Felipe Azevedo entrou pela direita e cruzou rasteiro. Encontrou Neto Baiano livre na linha frontal de pequena área. Ele só teve o trabalho de empurrar para o gol.

Meio que no desespero, até porque já desperdiçara gols de todas as formas, o Santos partiu para tentar a igualdade. E conseguiu de forma bastante contestada pelos leoninos aos 34. Geuvânio chutou de longe e Gabriel, em posição bastante duvidosa, desviou de cabeça para o gol. Mesmo depois de muita chiadeira dos rubro-negros, consulta ao assistente, o gol foi validado.

Nos minutos finais o Santos tentou pressionar de qualquer jeito, inclusive pediram um pênalti num cruzamento de Mena que bateu no braço esquerdo de Ferron. Mas o Sport estava mais organizado e não só se defendeu bem como conseguiu manter a posse de bola o suficiente para evitar um bombardeio.

Ficha do jogo:

Santos: Aranha; Cicinho, Neto (Jubal), David Braz e Mena; Arouca (Alan Santos), Gabriel, Cícero e Geuvânio; Thiago Ribeiro (Lucas Lima) e Leandro Damião. Técnico: Oswaldo de Oliveira.

Sport: Magrão; Patric, Ferron, Durval e Renê; Rodrigo Mancha, Ewerton Páscoa (Rithely), Wendel (Ananias) e Renan Oliveira (Augusto); Felipe Azevedo e Neto Baiano. Técnico: Eduardo Baptista.

Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos (SP). Árbitro: Arílson Bispo da Anunciação (BA). Assistentes: Rodrigo Pereira Joia e Silbert Faria Sisquim (ambos do RJ). Gols: Neto Baiano, aos 27; e Gabriel, aos 34 do segundo tempo. Cartões amarelos: Jubal, Ferron e Rodrigo Mancha.

 

 

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Foto: site oficial do Santos Futebol Clube

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Silvio Guimarães segue internado na UTI do Hospital Santa Joana

Internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Santa Joana, nas Graças, Zona Norte do Recife, o ex-presidente do Sport Silvio Guimarães, 66 anos, apresenta quadro estável. O ex-dirigente sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) na última quarta-feira e seu estado de saúde é considerado grave.

Segundo o médico Orlando Gomes, genro de Silvio, a área acometida pelo AVC é importante por controlar o tronco cerebral, mas é possível reverter o quadro.

Formado em medicina, Silvio Guimarães tem sua vida marcada pela atuação na Ilha do Retiro. Ele foi presidente do Sport em 2009 e 2010, anos em que conquistou dois títulos pernambucanos. Já em 2007 e 2008, foi o vice-presidente executivo na gestão de Milton Bivar, quando a equipe rubro-negra faturou a Copa do Brasil.

Silvio Guimarães é filho de Haroldo Praça, autor do primeiro gol da Ilha do Retiro, em 1937, na vitória do Sport sobre o Santa Cruz por 6×5. Haroldo morreu em maio de 2011, aos 95 anos, vítima de uma parada cardíaca.

 

 

Do  JC Online

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Técnico do Náutico comemora mais opções para montar time

O empate com sabor de vitória arrancado pelos reservas do Náutico diante do Bragantino, na largada da Série B, no último sábado (19), em Bragança Paulista, não mudou o pensamento do técnico Lisca em fazer mudanças na equipe para a decisão com o Sport, na quarta-feira (23), mas, sem dúvida, ampliou o leque de opções do comandante se quiser criar alguma situação diferente.

Dos que entraram em campo no interior paulista, quem tem mais chances de jogar é o atacante Geovane, substituído no intervalo, reconhecidamente para ser poupado. Lisca, no entanto, elogiou a todos genericamente. “A postura de alguns jogadores contra o Bragantino me agradou bastante. É bom chegar em uma momento decisivo com os atletas respondendo tão bem dentro de campo”, enfatizou.

Geovane pode ser aproveitado para a formação mais ofensiva que o timbu fatalmente apresentará no clássico, já que não tem outra alternativa a não ser vencer. Um triunfo timbu leva a decisão para as cobranças de tiros livres diretos da marca do pênalti, já que no primeiro confronto o Sport saiu vencedor por 2×0,  na Ilha do Retiro.

 

 

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Foto: Diego Nigro/JC Imagem

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Técnico diz que Sport precisa ser mais respeitado e vê resultado justo

Sempre tranquilo nas entrevistas, o técnico do Sport, Eduardo Baptista reclamou do que entendeu como uma pergunta desrespeitosa de um radialista de São Paulo. Quando foi questionado se tinha entrado em campo para não perder por não ter se manifestado quando o gol de empate santista foi validado, o comandante leonino respondeu a altura: “Não vim preocupado em perder. O Sport não veio aqui para jogar futebol. Não reclamei porque não cabe a mim reclamar. O Sport tem uma diretoria responsável. Fico atento ao meu jogo. O Sport precisa é de mais respeito quando vier jogar aqui em São Paulo”.

A respeito dos dois tempos distintos – o primeiro apenas marcando e o segundo jogando de igual para igual – ele explicou que orientou seus atletas a ter mais a posse de bola e essa posse poderia render algo melhor, como terminou acontecendo. “No primeiro tempo o time marcou bem, mas ficou preso para jogar. No segundo, Ananias deu mais mobilidade pelo lado esquerdo”, avaliou.

Apesar disso, ele viu o resultado como justo. Considerou o ponto somado importante pela força que tem a equipe do Santos. “O segundo tempo foi bom, com personalidade, jogando e agredindo. Um dos nossos objetivos era somar pontos e acho que o resultado de 1×1 acabou sendo justo pelo que o Santos fez”, pontuou.

Autor do primeiro gol rubro-negro nesta volta à Série A, Neto Baiano não teve rodeios ao avaliar o jogo e o que ele serviu para o time. Ele vai brigar para ser artilheiro e rejeita qualquer insinuação de que os campeões do Nordeste vão apenas brigar para não cair para a Série B. “O Sport vem forte e não vamos disputar rebaixamento, vai ser algo maior, que é o título. E me empenho para ser artilheiro de todas as competições que disputar”, apontou.

O atacante também comentou duas situações que charam a atenção: o gol do Santos e sua reclamação com o lateral-direito Patric ao final do primeiro tempo. Não polemizou em nenhum dos dois. Sobre o gol, reconheceu que os erros acontecem, embora o peso seja diferente quando é uma equipe sem a mesma força de um Santos ou Corinthians. “Não foi desrespeito, mas há uma tendência maior para os times maiores, como Santos e Corinthians”.

A discussão com o companheiro foi classificada como uma cobrança normal. Segundo ele, faltava muito pouco para terminar o primeiro tempo e na cobrança de falta poderia conseguir o gol. Mas Patric entrou na jogada e apenas repôs a bola em jogo. “Essa cobrança faz parte, tanto eu com eles quanto deles comigo. Quero o melhor para o Sport”, finalizou.

 

 

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Flamengo e Goiás não saem do zero em jogo fraco

Em um jogo fraco tecnicamente, o Flamengo estreou no Campeonato Brasileiro com empate sem gols diante do Goiás. A partida deste domingo foi disputada no estádio Mané Garrincha, em Brasília, que recebeu pouco mais de 19 mil torcedores.

Usando as alas para buscar o campo de ataque, o Flamengo dominou a etapa inicial. Nos primeiros 15 minutos, o time preferiu os avanços pela direita, ora com Léo Moura, ora com Luiz Antônio. Depois disso, a equipe rubro-negra concentrou as jogadas pelo lado esquerdo. Lucas Mugni era quem mais ia à linha de fundo; improvisado na lateral, Everton foi figura apagada.

As inúmeras jogadas de ataque também renderam boas chances de gol. Chicão, aos 22, e Lucas Mugni, aos 25, concluíram com perigo, mas em ambas Renan fez defesas sensacionais, o que o fez sair para o intervalo como o melhor jogador do primeiro tempo.

Na etapa complementar o Goiás conseguiu equilibrar o jogo. O time avançou a marcação e passou a explorar contragolpes, em geral buscando a movimentação do veterano Araújo pelo lado esquerdo. Tiago Real, que entrou na vaga de Rychely, aparecia eventualmente pela direita.

Já o Flamengo seguiu com mais volume de jogo, mas abusou dos erros de passes. Mugni, que havia feito um bom primeiro tempo, voltou desligado para a etapa final e acabou substituído por Mattheus – que demonstrou falta de entrosamento. Os laterais também pararam de ir à linha de fundo, e o time passou praticamente a tentar a ligação direta para Alecsandro, que quando não estava escondido entre os zagueiros, estava em impedimento. O placar final não poderia ser outro que não o 0 a 0.

FICHA TÉCNICA:

FLAMENGO 0 X 0 GOIÁS

FLAMENGO – Felipe; Léo Moura, Chicão, Wallace e Éverton; Amaral (Gabriel), Luiz Antonio, Márcio Araújo e Mugni (Mattheus); Paulinho e Alecsandro. Técnico – Jayme de Almeida.

GOIÁS – Renan; Vítor, Jackson, Paulo Henrique, e Lima; Amaral, David, Thiago Mendes e João Paulo (Ramon); Araújo (Welinton Júnior) e Rychely (Tiago Real). Técnico – Ricardo Drubscky.

ÁRBITRO – Anderson Daronco (RS).

CARTÕES AMARELOS – Amaral, Léo Moura, Lucas Mugni, Wallace, Tiago Real e Thiago Mendes.

RENDA – R$ 1.144.551,00.

PÚBLICO – 19.012 pagantes.

LOCAL – Estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF).

 

 

Fonte: Agência Estado

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Palmeiras joga mal, mas vira no fim em Criciúma

O Palmeiras achou três pontos neste domingo, no Heriberto Hülse, na sua volta à Série A. Apesar de fazer uma partida ruim contra o Criciúma, praticamente sem criar chances de gol por 75 minutos a equipe alviverde contou com a ajuda providencial do zagueiro Escudero, que enfiou a cabeça num chute de Leandro, aos 37 do segundo tempo, e conseguiu a virada aos 42, com Alan Kardec, vencendo por 2 a 1.

O placar foi injusto não apenas porque o Criciúma jogou melhor, mas também porque o árbitro André Luiz de Freitas Castro deixou de dar um pênalti claríssimo de Tiago Alves, que fez falta e colocou a mão na bola no mesmo lance. Além disso, Fernando Prass fez pelo menos três grandes defesas.

Sem jogos da Copa do Brasil no meio da semana, o Palmeiras começa a pensar no Fluminense, rival do próximo sábado, no Pacaembu. Já o Criciúma visita o Goiás, no domingo, em jogo marcado para acontecer em Itumbiara (GO), uma vez que o rival perdeu mandos de campo no fim do Brasileirão passado.

O JOGO – Com dores musculares, Wesley começou no banco no time do Palmeiras. Com Josimar no lugar dele, a equipe paulista perdeu poder ofensivo. E foi exatamente o volante quem fez, em Silvinho, a falta que originou o gol do Criciúma. Paulo Baier levantou, Lúcio resvalou, Prass foi mole para o lance e aceitou. O árbitro, porém, marcou gol para o jogador catarinense.

Pouco depois, o Palmeiras teve a chance de empatar. Bruno bateu roupa, mas Marcelo Oliveira mandou para a lua, na cara do gol. Na defesa, mais erro: Tiago Alves errou no recuo de bola, Silvinho se antecipou, driblou Prass, mas Wendel salvou.

Apoiado por uma bonita festa da sua torcida, o Criciúma mandava no jogo e poderia ter ido para o intervalo com placar mais elástico, uma vez que no fim do primeiro tempo Silvinho perdeu uma chance cara a cara com Fernando Prass.

Sentindo que o time da casa dominava o meio-campo, Gilson Kleina mexeu, colocando em campo Wesley e Leandro, os dois titulares poupados – o atacante passou a semana na seleção sub-21. O Palmeiras, entretanto, demorou a melhorar.

E poderia ter tomado o segundo gol não fosse um erro gritante do árbitro André Luiz de Freitas Castro. Num lance só, Tiago Alves acertou uma voadora na barriga de Silvinho e ainda socou a bola. Pênalti óbvio, que só o juiz não viu, levando Paulo Baier à loucura.

Fernando Prass também não permitiu que o Criciúma fizesse o segundo, com duas grandes defesas, uma num chute de Eduardo e outra em cabeceio de Fábio Ferreira, no escanteio seguinte.

O Palmeiras decidiu jogar bola por 15 minutos e acabou conseguindo a vitória. Aos 37, Leandro arriscou de longe, Escudero colocou a cabeça na bola sem justificativa e tirou do alcance de Bruno. Depois, aos 42, Wesley bateu falta e Alan Kardec subiu absolutamente sem marcação para virar de cabeça.

FICHA TÉCNICA:

CRICIÚMA 1 X 2 PALMEIRAS

CRICIÚMA – Bruno; Eduardo, Fabio Ferreira, Escudero e Giovanni; Serginho, Ricardinho, João Vitor (Cortez) e Paulo Baier (Wellington Bruno); Silvinho e Bruno Lopes (Vítor Michels). Técnico – Caio Júnior.

PALMEIRAS – Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Tiago Alves e Juninho; Marcelo Oliveira (Wesley), Josimar, Valdivia, Bruno César (Rodolfo) e Marquinhos Gabriel (Leandro); Alan Kardec. Técnico – Gilson Kleina.

GOL – Paulo Baier, aos 11 minutos do primeiro tempo. Leandro, aos 37, e Alan Kardec, aos 42 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO – André Luiz de Freitas Castro (GO).

CARTÕES AMARELOS – Escudero, João Vitor e Silvinho (Criciúma); Josimar, Fernando Prass, Marcelo Oliveira, Alan Kardec e Valdivia.

RENDA – R$ 249.590,00.

PÚBLICO – 11.768 pessoas.

LOCAL – Estádio Heriberto Hulse, em Criciúma (SC).

 

 

Fonte: Agência Estado

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