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Presidente do Náutico diz que caça aos delatores dos Aflitos continua

O presidente do Náutico, Glauber Vasconcelos, esteve viajando com a família nos últimos dias. Descansou, esfriou a cabeça após a perda do título estadual e, agora, diz que está pronto e inteiro para encarar a Série B do Campeonato Brasileiro.  Nesta quarta-feira, Glauber volta ao trabalho, vai ter uma longa reunião com a sua diretoria de futebol para traçar a meta para o restante da temporada. “Queremos a vaga na Série A. Se não for assim, não tem sentido”, disse.

Mas no seu retorno, Glauber encaram uma avalanche de notícias negativas sobre o ambiente do clube. E olhe que o Náutico teve um bom início na competição nacional. No entanto, o mandatário alvirrubro sabe o motivo dessa turbulência. “Estamos fazendo uma pressão enorme nos bastidores do clube pois existem pessoas que estão trabalhando contra. No treino fechado antes do jogo contra o Sport, vazou o time titular na imprensa. Depois, vazou o valor do bicho. Então, queremos afastar essas pessoas que estão fazendo isso” afirmou.

Glauber garantiu que não relação ruim entre o técnico Lisca e o gerente de futebol Lúcio Surubim. Muito menos entre o treinador e alguns jogadores do elenco, como Elicarlos e Marcos Vinícius. “Isso não existe. Depois do jogo, os atletas estavam tristes, abatidos. Eu estava lá e conversei com todos. Marcos Vinícius não treinou ultimamente porque foi fazer uma avaliação médica”, disse.

Em toda essa confusão de relacionamento, também surgiu espaço para discussão política. Na tarde da terça-feira, o presidente do conselho deliberativo do clube afastado, Berilo Júnior, declarou que a atual gestão ainda não desarmou o palanque político. Glauber rebateu: “Não consigo entender o que ele disse. Para ser bem sincero, não presto atenção para o que ele fala. Acho que as pessoas pensam que eleição é como uma guerra, em que após a disputa dos votos, aparecem os mortos e feridos. Não pode ser assim. Eu venho conversando com vários alvirrubros. E vamos continuar trabalhando”, afirmou.

O presidente alvirrubro encara com naturalidade as mudanças que estão sendo feitas no elenco.  A liberação de alguns jogadores (Helder Maurilio, Helder, Gideão, Izaldo, Roberson e Hugo – o contrato deste último se encerrou e não será renovado) faz parte de uma avaliação que vem sendo feita desde o inicio da temporada. “O caso de Izaldo é diferente, pois a sua saída serve para que ele possa jogar em outro clube e voltar com mais experiência”, explicou. O clube foi sondado para negociar os pratas da casa Jéferson e Flávio, mas nada está oficializado. “Estamos conversando. Mas posso garantir que eles só saem por um valor que compense bastante para o Náutico”, declarou.

Glauber Vasconcelos garantiu também que o Náutico continua tentando fechar com o patrocinador master, uma promessa de campanha que ainda não foi cumprida.  Segundo informações, o clube havia acertado com a Lenovo Computadores, mas como a informação ganhou as redes sociais, a negociação foi para o espaço.  “Estamos negociando com outras duas empresas”, garantiu.

 

 

 

 

Blog do Torcedor

 

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Criciúma fez proposta para Gamalho, que preferiu ficar no Santa Cruz

O peso de disputar uma Série A no ano da Copa do Mundo parece não ter tentado o atacante Léo Gamalho, do Santa Cruz. Procurado oficialmente pelo Criciúma, o jogador recusou proposta para se transferir para a elite do futebol brasileiro. Preferiu ficar no Arruda.

“Léo Gamalho é um jogador que realmente despertou o nosso interesse. Fizemos proposta para o empresário do jogador, mas o jogador recusou e preferiu ficar no Santa Cruz. Está descartado por nós”, disse o diretor de futebol do Tigre, Cláudio Gomes, ao Blog do Torcedor.

Além do Criciúma, Gamalho é especulado para outros clubes da Série A. No entanto, se depende da posição que teve com o clube catarinense, o atacante dificilmente deixará o Arruda neste momento.

 

 

 

Blog do Torcedor

Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

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Polícia anuncia detenção de pessoa que jogou banana em Daniel Alves

A polícia espanhola prendeu a pessoa que supostamente jogou uma banana contra o lateral brasileiro Daniel Alves, do Barcelona, durante uma partida contra o Villarreal no domingo, válida pela 35ª rodada do campeonato espanhol.

“Esta pessoa foi detida”, afirmou um porta-voz da polícia, sem revelar detalhes.

Alves, de 30 anos, estava pronto para bater um escanteio quando uma banana caiu perto dele no gramado do estádio Madrigal. Imediatamente, o brasileiro pegou a banana, descascou e comeu a fruta antes de dar prosseguimento ao jogo. [veja o vídeo abaixo]

Após a partida, que o Barcelona venceu por 3-2, o brasileiro afirmou: “Estou há 11 anos na Espanha e 11 anos sofrendo a mesma coisa. No fim, levo com humor”.

“Nós não vamos poder mudar isto, infelizmente. Mas, se você não dá importância, eles não conseguem seu objetivo”, completou Daniel Alves.

O Villarreal anunciou na segunda-feira ter identificado o torcedor responsável pelo insulto racista, que perdeu o título de sócio e está proibido por toda a vida de entrar no estádio.

O presidente do clube, Fernando Roig, pediu que a torcida do Villarreal não seja considerada culpada por um ato isolado.

O insulto provocou uma reação mundial de apoio ao lateral brasileiro, de seu companheiro de time Neymar até a presidente brasileira Dilma Rousseff, passando pelo presidente da Fifa, Joseph Blatter.

 

 

 

Fonte: AFP

Foto: AFP

 

 

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Sport joga o básico para bater a Chapecoense por 2×1 na Ilha do Retiro

O que o torcedor do Sport mais queria era comemorar o título do Pernambucano, conquistado pelo clube na última quarta-feira, com uma vitória neste domingo. E os jogadores rubro-negros não deixaram a torcida na mão. Não produziram uma apresentação de encher os olhos, é verdade, mas ainda assim fizeram o suficiente para bater a Chapecoense por 2×1, na Ilha do Retiro, pela segunda rodada da Série A. O placar até poderia ter sido melhor para os leoninos se a equipe de Eduardo Baptista tivesse maior velocidade e objetividade. No entanto o que vale agora são os três pontos na classificação. Rithely e Ananias marcaram pelos donos da casa, enquanto Ricardo Conceição anotou para os catarinenses.

Com a vitória, o Leão vai para a sétima posição, com quatro pontos. A equipe de Chapecó fica em 16º com apenas um. Na próxima rodada, o Rubro-negro encara o Internacional, fora de casa, enquanto a Chapecoense recebe o Corinthians.

O JOGO – Com duas alterações na equipe titular – Rithely no lugar de Ewerton Páscoa e Renan Oliveira na vaga de Wendel, o Sport buscou as primeiras ações diante da Chapecoense nos minutos iniciais. Adiantou a marcação e usou a velocidade como principal arma para tentar furar o bloqueio da Chapecoense, que veio muito fechada durante boa parte do confronto. O time de Santa Catarina apostou principalmente nos contra-ataques para agredir os donos da casa.

O gol de Rithely, aos 11 minutos, após aproveitar o rebote do goleiro Danilo em chute de Aílton, deu a entender que o Leão iria continuar imprimindo um ritmo forte no duelo. No entanto, não foi isso o que se viu no gramado. Os comandados de Eduardo Baptista caíram de rendimento e passaram a administrar mais a posse de bola, com passes laterais e pouca objetividade. Chegou um momento em que o Sport nem agredia o adversário e nem sofria riscos da Chapecoense, tamanha a falta de chances para ambos os lados.

A partida só voltou a ganhar emoção quando o time catarinense fez o que o Sport deveria fazer: apostar na velocidade. Após contra-ataque e bela troca de passes, a Chapecoense chegou ao empate com Ricardo Conceição, que aproveitou a meta aberta para tocar para o fundo das redes e igualar a partida, aos 36. O empate, porém, durou pouco, pois Ananias recolocou o Leão na vantagem depois de chute de fora da área, aos 37, e impediu que o torcedor rubro-negro passasse a questionar o desempenho do time no gramado.

Rubro-negros administraram o resultado em muitos momentos

Rubro-negros administraram o resultado em muitos momentos

O apoio da torcida, todavia, não foi o suficiente para os donos da casa ficassem mais acesos dentro das quatro linhas. O Sport manteve o ritmo sonolento no campo e pouco agrediu o goleiro Danilo. Novamente parecia que o Leão queria mais administrar o placar do que matar a partida de vez. O técnico Eduardo Baptista até tentou dar outra dinâmica para a sua equipe com as substituições, mas não conseguiu sucesso.

A sorte leonina é que a Chapecoense esbarrou nas suas limitações a na atenta zaga rubro-negra. Atrás no placar, os catarinenses se abriram mais em certo momento e até criaram chances de perigo. No entanto, faltava aquela qualidade a mais para igualar o confronto. Bom para o Sport, que teve êxito na proposta de cozinhar o jogo.

FICHA DA PARTIDA – SPORT 2X1 CHAPECOENSE

Sport: Magrão; Patric, Ferron, Durval e Renê; Mancha, Rithely, Aílton (Èrico Júnior) e Renan Oliveira (Danilo); Ananias (Felipe Azevedo) e Neto Baiano. Técnico: Eduardo Baptista.

Chapecoense: Danilo; Ednei, André Paulino, Rafael Lima e Rodrigo Biro; Wanderson, Diones (Bruno Collaço), Ricardo Conceição (Thiago Luiz) e Régis; Leandro e Bergson (Fabinho Alves). Gilmar Dal Pozzo.

Brasileirão (2ª rodada). Local: Ilha do Retiro. Árbitro: Francisco de Assis Almeida Filho. Assistentes: Cleriston Clay Barreto Rios e Rogério de Oliveira Braga. Gols: Rithely (S) aos 11, Ricardo Conceição (C) aos 36 e Ananias (S) aos 37 minutos do primeiro tempo; Amarelos: Rafael Lima (C) e Danilo (S). Público: 13.671. Renda: R$ 216.200,00.

 

 

Blog de jamildo

Fotos: Guga Matos/JC Imagem

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Náutico melhora nas finalizações e vê surgir um jogador que pode ser o ‘homem gol’ do time

Se na estreia da Série B, o Náutico pecou no aspecto da finalização, o mesmo não pode ser dito no jogo desse sábado, contra o Vila Nova, na Arena Pernambuco. Com os titulares em campo, e com uma novidade no comando do ataque, o Timbu foi mais eficiente na finalização. Precisou chutar menos para obter os dois gols da vitória sobre a equipe de Goiás.

Na partida contra o Bragantino, o Náutico concluiu a gol 18 vezes, tendo acertado somente três vezes. Já nesse sábado, chutou para a meta adversária em 13 oportunidades com um acerto de cinco. O aproveitamento saiu de 17% para 38%. O lado bom é que em ambos os jogos, o Timbu marcou dois gols, ou seja, mesmo com desempenho considerado abaixo da média no que diz respeito às finalizações no primeiro compromisso da Série B, o Alvirrubro conseguiu chegar às redes.

O destaque individual nesse quesito vai para o atacante Rodrigo Careca, que finalizou quatro vezes na partida e conseguiu dois gols, justamente nas únicas conclusões que acertou na meta. Um dado interessante para os alvirrubros, que ainda necessitam de um jogador que mande a bola para o fundo das redes. O técnico Lisca com certeza foi um dos que comemorou o crescimento de produção nas finalizações e do aparecimento de alguém que bote a redonda nas redes.

 

 

Blog do Torcedor

Foto: Diego Nigro/JC Imagem

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Alvo de racismo, Daniel Alves come banana lançada por torcedor

Em mais um episódio de racismo no futebol, um torcedor do Villareal lançou uma banana em direção ao brasileiro Daniel Alves, do Barcelona, mas o lateral reagiu com humor ao morder a fruta antes de retomar a partida, neste domingo (27), no estádio El Madrigal.

pós o jogo, em entrevista à rádio espanhola Mundo Desportivo Daniel Alves disse: “Não sei quem jogou a banana, mas agradeço. Deu energia para 2 cruzamentos que acabaram em gol”.

O jogador também postou um comentário em seu perfil no Instagram:

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Na Espanha há 12 anos, o baiano tem sido alvo de racismo repetidas vezes, desde que começou a defender o Sevilla, em 2002, antes de ser contratado pelo Barça em 2008.

Nessa temporada, Neymar, companheiro de Daniel Alves no clube catalão, também foi vítima de ofensas semelhantes, assim como outro brasileiro, o zagueiro Paulão, do Betis.

O atacante Neymar, que também já foi vítima em campo, apoiou Daniel Alves e postou uma foto segurando a fruta com o filho David Lucca, em seu perfil no Twitter:
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O Barça acabou vencendo a partida por 3 a 2 e voltou à vice-liderança do Campeonato Espanhol, quatro pontos atrás do Atlético de Madri.

 

 

Fonte: AFP

Foto: Alex Caparros/Getty Images

 

 

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Sport de olho no mercado estrangeiro para novas contratações

Apesar do título da Copa do Nordeste e do Pernambucano, a diretoria do Sport não para no que diz respeito às contratações do clube. Em entrevista ao Blog do Torcedor, o vice-presidente jurídico, Arnaldo Barros, disse que a direção está buscando reforços para a disputa da Série A. O Leão deseja um lateral-direito, um meia-atacante e um atacante de velocidade. Há até a possibilidade de que um desses atletas seja do exterior.

“Desde o começo nós mostramos que  estamos de olho em jogadores de fora do País. Foi assim com o Meza (zagueiro paraguaio) e o Flores (meia uruguaio). O mercado estrangeiro está aberto e estamos observando”, disse Arnaldo.

Com as contratações, Barros espera que o Sport fique competitivo para assumir um papel de destaque no segundo semestre não só no Brasileirão como também na Copa Sul-Americana. “Não vamos ser coadjuvantes. Vamos entrar para ganhar. No Brasileiro nós queremos brigar por Libertadores”.

A chegada de novos atletas, porém, não significa que o Leão vá dispensar jogadores do atual elenco. “Nossa prioridade é contratar e reforçar esse elenco. Depois que vamos pensar na avaliação do elenco”.

COPA DO BRASIL – Os confrontos do Sport diante do Brasília foram adiados pela quarta vez na Copa do Brasil. A partida de ida, que estava marcada para o dia 30 de abril, foi alterada para 1 de maio segundo a Confederação Brasileira de Futebol

 

 

 

Blog do Torcedor

Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

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Elenco do Náutico terá mudanças, mas comissão técnica permanece a mesma

O elenco do Náutico vai mudar. O quanto ainda não é conhecido. O gerente de futebol alvirrubro, Lúcio Surubim, afirmou que mudanças serão feitas, mas as definições só após reunião da diretoria com a comissão técnica. Esse encontro deve acontecer nesta sexta-feira (25). A comissão técnica, no entanto, será mantida integralmente.

De acordo com Surubim, o timbu não está sondando ninguém. “Só podemos fazer isso depois dessa reunião, quando vamos definir as posições que precisam ser reforçadas, todas as necessidades”, ressaltou.

Como em toda avaliação de final de campeonato, além de contratações também devem acontecer dispensas. Nos bastidores fala-se que até seis atletas podem ser disponibilizados. “Tudo vai depender de reunião, que nem está confirmada. Estamos programando para amanhã. Ainda não recebemos nenhum relatório do treinador”, explicou.

Entre os jogadores, o clima ainda era de frustração no regenerativo do dia seguinte. No entanto, todos já absorveram que ficar se lamentando não vai levar a nada. E a Série B foi citada várias vezes. O zagueiro Flávio, um dos mais jovens do grupo já virou o foco para a competição nacional. “Agora é focar na Série B para conseguirmos esse acesso. Temos um bom grupo, que pode dar essa alegria”, disse.

Sobre suas atuações, o jogador fez questão de dividir os méritos com os companheiros. De reserva, ele passou à condição de titular desbancado William Alves, titular desde o ano passado. “Esperei bastante tempo por essa oportunidade. Se vou continuar ou não como titular vai depender do treinador”, pontuou.

 

 

NE10

Foto: Guga Matos/JC Imagem

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Presidente do Santa Cruz diz que incidente desta quinta-feira foi o reflexo da falta de punições severas

O Santa Cruz viveu uma de suas páginas mais tristes na história, e justamente no ano em que o clube completou o seu 100°aniversário.

Cerca de 50 torcedores invadiram as dependências do clube para cobrar dos jogadores os maus resultados obtidos neste início de temporada.

O resultado foi uma confusão generalizada com os repórteres correndo dos bandidos e várias viaturas da polícia militar no local. Quem também não escapou da fúria do bando foi o presidente do clube, Antonio Luiz Neto, que estava saindo do Arruda quando teve o carro cercado por alguns membros da principal organizada do Santa.

ALN confirmou que teve uma conversa rápida com os torcedores e disse que ao saber dos incidentes nos vestiários do Arruda, voltou imediatamente para averiguar os fatos.

“Hoje eu trabalhei até as 14h no clube e quando fui embora um grupo de 20 torcedores veio até mim perguntando de alguns jogadores e como as coisas iriam ficar.”

“Pedi para que tivessem calma e paciência, pois todos vão continuar trabalhando para o bem do clube”, afirmou. “Logo depois fui comunicado deste incidente no vestiário e decidi voltar.”

“Somos a favor que os bandidos sejam presos, esses marginais que se tranvestem de torcedores. Espero que as autoridades tomem as medidas necessárias”, disse.

O fato desta quinta-feira na opinião do presidente, é fruto da falta de fiscaliação e punições mais rigorosas das autoridades. “A mim não falta coragem de dizer que é preciso prender os bandidos que fazem assaltos próximos aos estádios; falta fiscalizar os terminais integrados, pois é lá que a maioria se reúne para começar os atos de vandalismo”, comentou.

No entanto ele disse que não é contra as organizadas, pois acredita que elas fazem belos espetáculos dentro dos estádios. “Não nego que acontecem belos espetáculos nos estádios.”

“Mas, eu só sou marginal se pratico algum tipo de violência e esses bandidos foram proíbidos pelas autoridades mas continuam indo aos estádios”, falou.

Agora o clube vai apurar as imagens da confusão junto à polícia para identificar os autores do tumulto e o presidente espera que desta vez alguém seja punido severamente.

“Se exisitiu hoje pessoas com camisas de organizadas então que apurem os fatos. Se identificarmos alguém vamos levar o caso à polícia. Temos as autoridades competentes para acabar com esse tipo de acontecimento”, comentou.

 

 

Blog do Torcedor

Foto: Wladmir Paulino

 

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No Pernambucano 100, o Sport entra para o clube dos quarentões

Em sua edição de número 100, o Campeonato Pernambucano premiou seu maior vencedor. Com uma nova vitória sobre o Náutico, desta vez por 1×0 na Arena Pernambuco, o Sport conquistou a competição pela 40ª vez em sua história. O capitão Durval, ainda ainda não marcara um gol sequer desde que retornou à Ilha, foi o autor do gol que ratificou o título. E justamente em cima de sua maior vítima.

Antes do jogo começar o técnico Lisca avisou que o Náutico não seria um time desesperado mas iria adiantar um pouco sua marcação. Dito e feito. Sem querer correr mais que a bola, os jogadores alvirrubros começavam a pressão um pouco além da linha central de campo e, principalmente com os laterais adiantados para conter as descidas de Patric e Renê.

O Sport, que veio sem Felipe Azevedo, mas com Ananias. Segundo o treinador Eduardo Baptista, o baixinho tem mais posse de bola que Felipe Azevedo e seria essa a característica que ele queria mais forte na equipe. Mas, ao contrário de seu colega de profissão, o que ele preconizou não aconteceu nos primeiros minutos. A posse de bola que faltou sobrou em faltas. Antes dos 20 minutos, o time visitante já cometera uma dezena delas. E bem distribuídas. Apenas Durval e Aílton não cometeram infrações nesse intervalo de tempo.

Apesar do domínio territorial, o Náutico não conseguia verticalizar o jogo. Tocava bem a bola até a intermediária, mas faltava acertar o passe final. Zé Mário chegava. Marinho se movimentava tanto pelo lado esquerdo quanto direito, mas Marcelinho, o centroavante, não recebia uma bola redonda. Quando finalmente conseguiu articular uma jogada mais rápida, o Sport levou perigo. Aos 21 ele recebeu de Renê e chutou forte. Alessandro, mesmo bem colocado, deu rebote. Neto Baiano acompanhava e tentou empurrar com o peito, mas foi fraco e dessa vez o goleiro timbu segurou.

Durval ergue mais uma taça. Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

Durval ergue mais uma taça. Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

O dono da Arena deu o troco com juros aos 29. Jackson, passou por Durval e entrou livre na área. Mas cometeu o pecado de fechar os olhos e soltar uma bomba. Não viu que Magrão se atirava para o lado oposto. A bomba explodiu no travessão e foi embora. O timbu ficou mais tempo no campo ofensivo mas sem concluir com a qualidade necessária. Zé Mário tentava de longa distância e as enfiadas pelo meio não encontravam o alvo correto. Por sua vez, o leão quando retomava a bola não conseguia acertar o passe para sequer iniciar os contra-ataques, principalmente quando elas chegavam aos pés de Patric e Aílton.

Mesmo com bom volume de jogo, o Náutico voltou para o segundo tempo com mais um armador. Marcos Vinícius entrou na vaga de Elicarlos. O jogo só não foi um clone do início da primeira etapa porque o Sport foi menos passivo. O time rubro-negro marcou mais perto, procurando antecipar os movimentos do adversário. A partida ficou menos feia, pois a bola correu mais. Mas a mudança do Náutico também contribuiu, pois com Marcos Vinícius o timbu usou menos os lados do campo.

Com apenas dez minutos, Eduardo Baptista acionou Rithely e Danilo nos lugares de Ewerton Páscoa e Wendel. O Sport ganhou em jogadas pelo lado esquerdo, mas preferiu os chutes de longa distância às tabelas entre o lateral dublê de atacante e Renê. Essa pressa em finalizar dos leoninos terminou ajudando o adversário. O Náutico conseguia manter o jogo mais tempo no campo defensivo do Sport mas ainda sem conseguir finalizar de maneira mais contundente.

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Isso só veio acontecer aos 22 minutos. Zé Mário foi lançado dentro da área e ainda teve tempo de dominar. Magrão saiu do gol e defendeu com o pé. A bola ainda insistiu em ficar na área rubro-negra mas sem que ninguém chutasse. No bate-rebate, sobrou novamente para Magrão, desta vez com bem menos dificuldade.

E quando o Náutico já mostrava a mesma superioridade do primeiro tempo veio golpe fatal. E logo em dose dupla. Aos 32 minutos, Ananias puxou o contra-ataque e foi derrubado por Leonardo Luís. Como ele recebera amarelo logo no começo do jogo foi expulso. Na cobrança da falta, Aílton mandou para a área e Durval, com um toque quase imperceptível de cabeça, desviou de Alessandro para fazer 1×0.

Dois golpes duros que acabariam com o ânimo de qualquer time. Menos do Náutico. Bravamente o timbu foi para cima. O Sport só esperava o contra-ataque e parecia que assim levaria o jogo em banho-maria até o fim. Mas essa folga durou apenas três minutos. Renê fez falta dura em Jackson e também tinha amarelo. Foi advertido novamente, mas com a cor vermelha.

Mesmo assim, o técnico rubro-negro tirou um meia, Aílton, para acionar um atacante, Felipe Azevedo. Com mais espaço em campo, a mudança de Baptista deu certo. Felipe Azevedo valorizou a posse de bola o mais longe possível do campo do Náutico, que não teve mais força de marcar, fazer a transição ofensiva e ainda concluir com qualidade.

Ficha do jogo:

Náutico: Alessandro; Jackson, Flávio, Leonardo e Rai (Leleu); Dê, Elicarlos (Marcos Vinícius), Yuri e Zé Mário; Marinho e Marcelinho. Técnico: Lisca.

Sport: Magrão, Patric, Durval, Ferron e Renê; Ewerton Páscoa (Rithely), Rodrigo Mancha, Aílton e Wendel (Danilo); Neto Baiano e Ananias.

Local: Arena Pernambuco. Árbitro: Leandro Vuaden. Assistentes: Charles Rosa e Clóvis Amaral. Gols: Durval, aos 32 do segundo tempo. Cartões amarelos: Jackson, Rodrigo Mancha, Renê, Aílton e Neto Baiano. Expulsões: Leonardo Luís e Renê. Público: 30.061. Renda: R$ 809.950.

 

 

 

Blog do Torcedor

Foto: Diego Nigro/JC Imagem

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