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Imprensa internacional repercute morte de torcedor atingido por privada no Arruda

A morte do torcedor Paulo Ricardo Gomes da Silva, 26 anos, após a partida entre Santa Cruz e Paraná, nessa sexta-feira, no Arruda, pela Série B, também repercutiu de maneira negativa internacionalmente. Vários foram os jornais de fora do Brasil que noticiaram, e lamentaram, o ocorrido. O principal destaque de alguns sites foi o fato da morte ocorrer em uma das sedes da Copa do Mundo de 2014.

O espanhol Marca, o inglês Mirror, o alemão Bild e o italiano La Gazzetta dello Sport foram apenas alguns dos jornais que abordaram a cena lamentável dessa sexta. O torcedor pode conferir as imagens abaixo:

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Bild (Alemanha), Marca (Espanha), Mirror (Inglaterra) e La Gazzetta dello Sport (Itália) noticiam o ocorrido nessa sexta-feira. Foto: Reprodução

Paulo foi morto após ser atingido por uma privada, que foi arremessada de dentro para fora do estádio. Até o momento não há suspeitos de envolvimento com o episódio.

 

 

 

 

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Presidente do Santa Cruz lamenta morte de torcedor e diz que clube é vítima da violência

Antônio Luiz Neto diz que o Santa Cruz não pode ser responsabilizado pela morte que aconteceu na noite da sexta-feira, após a partida contra o Paraná

24 de abril de 2014, quinta-feira.

Um grupo de “torcedores” do Santa Cruz invade o Arruda para causar tumulto e quebra-quebra nos vestiários do futebol profissional. Alguns profissionais de imprensa foram atacados. A entrada desses “torcedores” aconteceu de uma maneira calma, sem a menor resistência dos funcionários do clube. Depois que a situação foi contornada, as portas do Arruda foram abertas para que os “torcedores” fossem assistir ao treino da equipe que se preparava para enfrentar a Portuguesa.

02 de maio de 2014, sexta-feira.

Debaixo de muita chuva os jogadores do Santa Cruz se esforçaram o máximo para vencer o Paraná no encharcado gramado do Arruda. Mas não conseguiram e ficaram apenas no empate em 1×1. O luta do time poderia ser o assunto da noite se não ocorresse um fato absurdo, surreal. Um torcedor entrou no banheiro do estádio e, sem que fosse importunado por ninguém (não havia funcionário e muito menos segurança), arrancou a privada do banheiro e arremessou do alto da arquibancada até o chão, acertando o torcedor Paulo Ricardo Gomes da Silva, que morreu na hora.

A sequência de fatos lamentáveis que ocorreram no Arruda está se tornando uma rotina no mundo do futebol. E pior, tudo acontece diante das autoridades e dirigentes dos clubes. Mesmo assim, o presidente do Santa Cruz, Antônio Luiz Neto, em entrevista ao Blog do Torcedor, afirma que o clube coral tem sido vítima da violência dos criminosos que circulam no mundo da bola.

“Acho um absurdo querer colocar nos dirigentes dos clubes e das federações. Na partida contra o Paraná, fizemos todo o nosso trabalho da maneira correta. A Polícia Militar também. A PM retirou a torcida do Santa Cruz primeiro, esperou 15 minutos para, em  seguida, retirar a do Paraná. Tudo já estava encerrado, mas acontece um episódio desse. O que precisamos fazer é um trabalho mais amplo, um trabalho investigativo mais preciso, uma ação preventiva mais ampliada”, declarou o mandatário coral.

Antônio Luiz Neto lamentou a morte do torcedor. Disse que está indignado com o fato de a violência crescendo no mundo futebol, que deveria ser de alegria. E  garante que o Santa Cruz não vem dando apoio aos torcedores organizados. “Não damos ingressos para esses torcedores, não cedemos espaços no clube para que eles guardem seus equipamentos e muito menos pagamos passagens para eles viajarem. Mas a gente não deve focar apenas nas organizadas. Até porque elas estão proibidas de entrarem nos estádios e a violência continua.  Como é que pode? Temos uma polícia de qualidade, então o que precisamos é investigar, julgar e prender os bandidos. Se tem quadrilha nas organizadas, que seja desmembrada e os integrantes, presos”, declarou.

O presidente coral revela que prestou queixa na delegacia de Água Fria e também na delegacia do Juizado do Torcedor. Antônio Luiz Neto teme que a violência ganhe ainda mais espaço no futebol pernambucano. “Os fatos estão ocorrendo na Ilha do Retiro e também na Arena Pernambuco. Não podemos aceitar. Temos que trabalhar com a verdade. E isso só pode ser atingido através de uma investigação bem apurada”, afirmou.

 

 

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Presidentes de Náutico e Sport pedem ações enérgicas do Estado para acabar com a violência no futebol

A morte do torcedor do Sport, Paulo Ricardo Gomes da Silva,  na noite da sexta-feira, logo após a partida Santa Cruz 1 x 1 Paraná, não é uma tragédia que deve ser relacionado ao clube tricolor só porque aconteceu no estádio do Arruda. A violência está espalhada em todas as praças do futebol pernambucano.  A sociedade esportiva está envolvida nisso tudo. E procurando um caminho para sair dessa situação.

Por isso, o Blog do Torcedor ouviu os presidentes do Náutico e Sport, Glauber Vasconcelos e Humberto Martorelli, respectivamente,  sobre o episódio ocorrido na sexta-feira e da violência no futebol de uma forma geral. Afinal de contas, a morte de Paulo Ricardo não pode ser encarada como algo isolado. Afinal, não é de hoje que se arremessam privadas do alto de uma arquibancada. O fato está chamando atenção porque, desta vez, houve uma vítima fatal.

Vasconcelos e Martorelli foram enfáticos ao afirmar que a culpa de toda essa violência no futebol é do Estado. “Não é uma medida do clube que vai resolver esse problema. O Estado precisa deixar de ser omisso nesses casos. Não é possível que a SDS não tenha como fazer um trabalho de inteligência para acabar com isso. O que aconteceu no Arruda foi um ato de guerrilha”, declarou Glauber.

Para o mandatário alvirrubro,  as pessoas que mataram Paulo Ricardo não são torcedores, mas sim pessoas que vivem à margem da sociedade e que vão ao estádio para trabalhar contra uma instituição centenária. “Fizeram uma arapuca. Levaram o grupo de torcedores do Paraná para ficar em baixo da arquibancada e, assim, arremessar a privada”, disse Gláuber, que ligou para o presidente do Santa Cruz, Antônio Luiz Neto, se solidarizando ao dirigente coral.

O presidente rubro-negro Humberto Martorelli tem praticamente a mesma opinião de Glauber. Para ele, o clube tem que buscar medidas para atender seus sócios , enquanto o Estado precisa cuidar da sociedade. “Isso é caso de polícia. É um trabalho que passa por uma investigação, uma inteligência policial eficiente. É o Estado quem tem que cuidar disso”, declarou Humberto, revelando que  seus filhos estão deixando de ir ao estádio por medo da violência.

Para Martorelli, a sociedade pernambucana tem que se espelhar com o governo da Inglaterra que erradicou a ação dos Hooligans. “Lá, tem gente que, até hoje, nos dias de jogos do seu time, ao invés de ir ao estádio, vai para a delegacia”, disse o presidente rubro-negro, revelando que já escreveu diversos artigos sobre o assunto e publicados no Jornal do Commercio.

O alerta do mandatário rubro-negro é a necessidade de um trabalho educacional e de conscientização. Mas, para isso, “é preciso, antes,  extirpar esses casos de violência”. É lamentável que essas torcidas se pautem pela violência. Por isso, não as apoiamos. Não damos apoio algum”, afirmou Martorelli, destacando o trabalho social que o Sport vem fazendo, como visitas a hospitais, doação de sangue e reforçando a ideia de cidadania.

 

 

 

 

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Torcedor morre atingido por privada atirada da arquibancada do Arruda

O jogo entre Santa Cruz e Paraná, na noite desta sexta-feira, pela Série B, teve uma notícia trágica após o apito final. Um torcedor foi morto nas imediações do Arruda após ser atingido por uma privada, que foi atirada para fora do estádio. A informação inicial é que o fato ocorreu após briga entre as duas torcidas dos clubes. De acordo com a Polícia Militar, o nome do homem é Paulo Ricardo Gomes da Silva. Ele morava no Pina, Zona Sul do Recife, e tinha 25 anos. Ainda segundo a PM, Paulo era torcedor o Sport e tinha ligações com a uniformizada do Paraná. A vítima morreu na hora. No local ficaram muitos estilhaços da privada jogada.

Logo após o ocorrido, a PM foi acionada para o local e isolou a área.  Não há suspeitos, nem detidos, até o momento. Segundo as primeiras informações da perícia, foram dois vasos sanitárias atirados. A polícia iniciou investigação no Arruda para saber de qual banheiro foram retiradas as privadas.

A cena não é novidade no futebol pernambucano. Dia de jogo em Pernambuco, é quase um sinônimo de guerra com brigas constantes entre as torcidas da capital. Ver privadas e outras partes dos estádios sendo atiradas das arquibancadas também não é algo novo. Lamentável isso. Lembrando que as organizadas já foram punidas neste ano com o veto de frequentarem os estádios. Pelo visto é necessário maiores ações por parte das nossas autoridades.

Outras três vítimas não fatais foram levadas para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) dos Torroes, Zona Oeste do Recife. Elas foram atingidas por estilhaços das privadas.

 

 

 

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Foto: Guga Matos/JC Imagem

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Sport vence o Brasília por 3×1 e garante classificação antecipada na Copa do Brasil

O Sport deu sopa para o azar no fim do jogo mas a superioridade técnica dos campeões do Nordeste derrubou os campeões da Copa Verde na noite desta quinta-feira (1), no Estádio Mané Garrincha, em Brasilia. Com o placar de 3×1 em cima do Brasília, os leoninos garantiram a classificação para a segunda fase da Copa do Brasil sem a necessidade do jogo da volta. Leonardo, Augusto e Ananias marcaram os gols pernambucanos. O próximo adversário será o Paysandu, com primeiro jogo previsto para 15 de maio, em Belém. Se houver necessidade de um segundo confronto, ele só acontece depois da Copa do Mundo: 24 de julho.

De falta de disposição ninguém pôde reclamar. Tanto Brasília quanto Sport entraram em campo dispostos a fazer gols e não cozinhar o jogo como se poderia imaginar. Mas os pés muito fundo no acelerador precipitaram tanto rubro-negros quanto colorados. E as boas chances de gol até os dez minutos surgiram em erros. Aos cinco, Rithely aproveitou o rebote de um escanteio e tocou para Leonardo. A defesa do Brasília ficou apenas olhando o camisa nove soltar uma bomba que explodiu no travessão e saiu. O erro da defesa brasiliense até que não foi tão grosseiro, mas sim o do assistente, que deu permissão para um jogador em impedimento finalizar.

Como foi tiro de meta, o Brasília saiu jogando. Mas Márcio Santos dominou a bola com a canela e Augusto, que estava ligado, tomou-lhe a bola. Avançaou sozinho para a grande área e tentou encobrir o goleiro Arturu. Conseguiu, mas não poderia ter encoberto também a barra. Novo tiro de meta. O time pernambucano também não ficou impune. Aos dez, Ewerton Páscoa, agora zagueiro, preferiu jogar como volante, provavelmente pelo hábito da nova função. Tentou sair jogando ao lado da área e perdeu para Vítor Hugo. Ele cruzou para Claudecir entrar de peixinho e mandar rapsando a trave direita de Magrão.

Para um time que mal treinou, o Sport não fazia feio, principalmente pela atuação de Augusto, Renan Oliveira e Leonardo. O primeiro mostrou que além da função principal de marcar, tem força e capacidade para sair jogando. Renan, finalmente desperto do sono que o acometeu nos dois primeiros jogos do Brasileirão, deu mais opção para os volantes. E Leonardo mexeu-se bem, procurando confundir a marcação.

Leonardo teria outra chance ao receber de Augusto na meia-lua. Mas estava perto demais da bola e o chute saiu sem força, claro que sem tirar o mérito de Artur, que foi bem na bola. Na terceira chance que teve, Leonardo não poderia mais reclamar. Depois de um escanteio cobrado pela direita do ataque pernambucano a bola espirrou para a lateral oposta. Ninguém deu muita importância. Só Renan Oliveira, que chegou, sozinho e ajeitou a bola quantas vezes quis antes de cruzar.

O que vem a seguir é uma daquelas cenas bizarras que só o futebol é capaz de nos oferecer. O cruzamento de Renan foi cheio de estilo, com a bola descrevendo uma parábola e tal, mas na cabeça de André Nunes, que é zagueiro do Brasília. Sabe-se lá o motivo, mas André poderia fazer tudo, menos levantar o braço direito e tentar uma cortada, como bem fazem Giba, Murilo, Sheilla e Jaqueline, todos eles, e elas, jogadores de… vôlei. O camisa nove rubro-negro não tinha nada com isso e chutou forte, no canto alto direito.

Apenas cinco minutos de intervalo para o segundo gol. Desta vez em jogada bem trabalhada. Augusto repetiu a infiltração dos seis minutos, só que agora pelo lado direito. Recebeu de Felipe Azevedo e chutou forte, lá em cima, sem tempo suficiente para o goleiro chegar. Ewerton Páscoa deu um susto em Magrão aos 44. Clécio cruzou da direita e o cabeludo tentou cortar para escanteio. Magrão já se projetava para interceptar o passe mas teve tempo e reflexo suficiente para voltar e espalmar.

Se queria jogar na Ilha do Retiro, o Brasília não tinha outra alternativa a não ser partir para cima. E assim se fez com a contribuição do recuo do Sport, materializado nos dois volantes. Mas a pressão foi mais territorial do que bombardeio. Quando chutou, faltou, literalmente, força aos de vermelho.

O Sport quando foi, fez Artur trabalhar bem mais duro. Aos oito, Leonardo cruzou rasteiro e Felipe Azevedo desviou para o camisa 1 espalmar. Na cobrança de escanteio, a bola passou por todo mundo e encontrou Wendel perto do bico de grande área. Ele chutou de primeira e o onipresente Artur estava lá novamente.

O sofrido goleiro do Brasília não era infalível e provou isso aos 14. Ananias, que entrara há quatro minutos, foi lançado por Leonardo no contra-ataque. Avançou até a grande árae e chutou cruzado no canto direito. Os 3×0 davam ao Sport o direito de levar pelo menos um gol. Por isso não havia mais necessidade de marcar pressão e correria.

Os leoninos limitavam-se a esperar em seu campo para puxar os contra-ataques. E eles vieram. Só não vieram gols porque Leonardo errou a pontaria na primeira tentativa e demorou demais a chutar na segunda. Já era hora de mexer novamente. O técnico Eduardo Baptista tirou Rithely, que saiu de campo mancando, para colocar o prata da casa Ronaldo. Na lateral direita, Igor Fernandes, que é lateral-esquerdo de origem, deu lugar a Bileu, que nasceu volante mas também atua pelo lado do campo.

As mudanças desfiguraram o time, principalmente a saída de Rithely. O Sport perdeu posse de bola e passou a levar o jogo em banho-maria, esperando o fim de um jogo que parecia definido. Dentro de suas limitações, o Brasília fazia o que podia. E podia cada vez mais. O Leão apenas esperava suas chances de jogar. E elas apareciam cada vez menos. Assim, Alequito, que já chutara fraco nas mãos de Magrão e não conseguira sequer desviar a trajetória da bola numa cabeçada, resolveu mudar o setor. Caiu pela esquerda e, aos 34 minutos arrancou para a linha de fundo. Kaká, o lateral, entrou pelo meio como atacante e bateu firme, rasteiro, no canto esquerdo.

O gol acendeu o rastilho de pólvora para o Brasília salvar a degola precoce. E o Sport, antes tão seguro de si, amontoou-se no seu campo de defesa. E o jogo terminaria na base do ataque de qualquer jeito e defesa aos trancos e barrancos. Nesse meio-tempo, Brian acertou uma bomba no travessão aos 39. Renan Oliveira retrucou aos 40, tirando tinta da trave oposta.

Ficha do jogo:

Brasília: Artur; Fernando, André Nunes, Márcio Santos e Kaká; Pedro Ayub, Mateuzinho, Clécio e Vítor Hugo; Alequito e Claudecir. Técnico: Luiz Carlos Carioca.

Sport: Magrão; Igor Fernandes (Bileu), Oswaldo, Ewerton Páscoa e Danilo; Augusto, Rithely (Ronaldo) e Renan Oliveira; Wendel (Ananias), Leonardo e Felipe Azevedo. Técnico: Eduardo Baptista.

Local: Mané Garrincha, em Brasília (DF). Árbitro: Jânio Pires Gonçalves (TO). Assistentes: Adailton Menezes e Edson Antonio de Souza (GO). Gols: Leonardo, aos 34; Augusto, aos 39 do primeiro tempo. Ananias, aos 14;  e Kaká, aos 34 do segundo. Cartões amarelos: Mateuzinho, André Nunes, Bileu, Felipe Azevedo, Augusto e Igor Fernandes.

 

 

 

 

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Contra o Paraná, Santa Cruz tenta melhorar imagem diante da torcida

Com dois empates nas duas primeiras rodadas da Série B, a torcida do Santa Cruz espera uma resposta positiva da equipe comandada por Sérgio Guedes no retorno ao Arruda, nesta sexta-feira (2), quando o tricolor encara o Paraná, a partir das 21h, pelo terceiro giro da competição. Somados aos jogos do Pernambucano, o jejum coral já chega a cinco partidas. Também existe a expectativa da reação das arquibancadas ao primeiro encontro com o novo comandante.

O técnico acredita que somente uma resposta positiva dentro do campo vai afastar qualquer tipo de protesto. “A torcida nunca vem para o estádio propensa a vaiar. Mas cabe a nós corresponder e é preciso jogar bem”, disse Sérgio, que, novamente, fará mudanças na equipe. O sistema com um atacante, que não deu certo no primeiro tempo do jogo com a Portuguesa, está descartado. Com isso, o atacante Flávio Caça Rato volta a fazer companhia a Leo Gamalho.

Já Renatinho, que atuou como meia, terá uma nova/velha função. Ele retorna à lateral esquerda, posição onde firmou-se no time principal há três anos. Memo também pode aparecer no meio. “Fizemos um treino de observação tática. “Eu gostei de uma das formações. O time ficou mais consistente na marcação e ofensivo. Tenho o time definido, mas não vou revelar para não dar pistas ao adversário”, explicou o técnico.

CONTRATAÇÃO – Depois do lateral-esquerdo Julinho, a diretoria tricolor está bem perto de fechar com o meia Cristian, do Ituano. De acordo com informações apuradas pelo repórter Leonardo Bóris, da Rádio Jornal, a oferta feita pelo Santa está bem próxima da pedida do atleta.

PARANÁ – O time paranaense começou a competição oscilando. Estreou fora de casa e fez 2×0 no Sampaio Corrêa, em São Luís. A chance de manter os cem por cento seria em casa, mas a equipe caiu diante do Joinville por 3×2. Por isso, o técnico Claudinei Oliveira deve promover mudanças. O lateral-direito Carlinhos Miranda e o meia Marcos Serrato devem estrear. No lado esquerdo, Rodrigo Mann vai no lugar de Breno. No meio, Paulinho aparece no posto de Juliano Mineiro. Os dois jogadores ausentes estão machucados.

Ficha do jogo:

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Oziel, Everton Sena, Renan Fonseca e Zeca (Renatinho), Sandro Manoel, Luciano Sorriso, Carlos Alberto e Renatinho (Memo); Flávio Caça-Rato e Leo Gamalho. Técnico: Sérgio Guedes.

Paraná: Marcos; Carlinhos Miranda, Brinner, Anderson Rosa e Rodrigo Mann; Édson Sitta, Cambará, Marcos Serrato, Paulinho Oliveira e Lúcio Flávio; Giancarlo. Técnico: Claudinei Oliveira.

Local: Arruda. Horário: 21h. Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (Fifa/GO). Assistentes: Evandro Gomes Ferreira e Bruno Raphael Pires (GO). Ingressos: arquibancada inferior: R$ 30, arquibancada superior R$ 12, sócio e estudante R$ 15.

 

 

 

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Foto: Edmar Melo/JC Imagem

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Náutico planeja jogo-treino com seleção durante o período da Copa do Mundo

Os jogadores do Náutico treinam forte no Centro de Treinamento, na Guabiraba, visando à partida contra o Ceará,  no próximo sábado, na Arena Castelão, em Fortaleza, enquanto a diretoria alvirrubra trabalha para buscar reforços para a equipe e também discute o que será feito durante o período da Copa do Mundo. Serão 45 dias sem jogos oficiais. Tempo suficiente para trabalho intensivo  e alguns amistosos.

Ainda não há nada oficial, mas a diretoria não descartou a possibilidade de fazer uma temporada de jogos nos Estados Unidos. Mas há ainda outro plano: a realização de um jogo treino com uma das seleções que vem ao Recife para jogar uma das partidas da Copa do Mundo. Tudo ainda está embrionário, mas a negociação já está em curso. Tudo vai depender da agenda das seleções e de outros detalhes burocráticos.

Além da programação da paralisação da Copa do Mundo, o Náutico também está trabalhando a contratação de reforços. O pensamento da diretoria é trazer, no primeiro momento, três atletas. Mas tudo vai depender de uma avaliação financeira que será feita no clube. O nome do volante Zé Augusto, do Guarany de Sobral, voltou à tona. Há informações de que já está praticamente fechado, mas a diretoria não confirma.

Por falar em situação financeira do clube, o Náutico deve o mês de março à maioria dos funcionários do executivo. O clube quitou apenas aqueles que recebem até R$ 1.200. Há um planejamento que tudo seja pago até o dia 10 de maio, quando vencem os salários do clube.  Aos jogadores, a diretoria está devendo os direitos de imagem do mês de abril, que deveriam ser pagos no último dia 25.  A diretoria promete resolver tudo também até o dia 10.

 

 

 

 

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Atlético leva gol no fim e está fora da Libertadores

Só resta um brasileiro na Libertadores. Atual campeão, o Atlético Mineiro está eliminado da competição. Nesta quinta-feira, na partida da volta das oitavas de final, o time alvinegro empatou em 1 a 1 com o Atlético Nacional e fica fora da competição porque perdeu de 1 a 0 na Colômbia, na ida. Assim, só o arquirrival Cruzeiro está vivo.

A partida desta noite, no Independência, foi a primeira do trabalho de Levir Culpi, que foi anunciado na quinta, horas depois da demissão de Paulo Autuori. O treinador havia estreado no fim de semana, mas ele mesmo admitiu que foi mero espectador no banco de reservas diante do Grêmio.

Nesta quinta, tentou fazer o Atlético mostrar o bom futebol do ano passado, mas o time não converteu sua maior posse de bola em chances de gol. Victor chegou a salvar a equipe uma vez, mas acabou não conseguindo impedir o gol irregular, por impedimento, que levou o Atlético Nacional ao empate, aos 43 minutos do segundo tempo.

Na próxima fase, os colombianos pegam o Defensor, do Uruguai. O Cruzeiro enfrenta o San Lorenzo, da Argentina, que eliminou o Grêmio na quarta-feira à noite, nos pênaltis. O Atlético pensa no Brasileirão. No domingo, pega o Goiás.

O JOGO – Desde que a bola começou a rolar o time da casa mostrou que disposição não faltaria. A isso se somava uma postura tática mais próxima àquela que foi campeã ano passado, com bola no chão e correria pelas pontas. E foi assim que nasceu a jogada do gol.

Aos 19 minutos, Jô saiu da área e fez a jogada pela direita, cruzando rasteiro para Tardelli. O atacante dividiu no primeiro pau e mandou na trave. A zaga colombiana tirou mal, de qualquer jeito, e deu para Fernandinho. O ex-são-paulino abriu espaço na entrada da área e bateu no canto esquerdo, longe do alcance de Armani.

O gol assustou o Atlético Nacional, que parecia ser presa fácil. Aos 33, porém, o time colombiano achou uma ótima chance para empatar. Ninguém marcou Valencia, que recebeu livre no meio da área. O centroavante, porém, pegou de primeira, mesma a bola vindo alta, e acabou chutando para longe.

De qualquer forma, foi o time mineiro que mandou no primeiro tempo e, apesar do placar magro, foi para o vestiário aplaudido por seus torcedores. Na volta para o segundo tempo o ritmo foi praticamente o mesmo, mas novamente as chances eram raras. De destaque, um chute cruzado de Jô, para fora, aos 24.

Levir Culpi resolveu mexer e colocou em campo Guilherme (no lugar do cansado Tardelli) e Rever (na vaga de Pierre). No lance seguinte, aos 28, Sherman recebeu no meio da zaga, saiu na cara de Victor e bateu bem. O goleiro, porém, fez a defesa que, até aquele momento, garantia o Atlético vivo.

Dali até a eliminação, só mais um lance de perigo, com Jô, de cabeça. Os pênaltis, porém, não agradavam ao Atlético Mineiro, que se abriu. E levou o gol num contra-ataque. Cardrona cruzou de trivela, da esquerda, Victor tentou sair de tapa, mas a bola sobrou para Duque, que fez de carrinho, impedido.

FICHA TÉCNICA:

ATLÉTICO MINEIRO 1 X 1 ATLÉTICO NACIONAL

ATLÉTICO MINEIRO – Victor; Alex Silva, Leonardo Silva, Otamendi e Emerson Conceição; Pierre (Réver), Leandro Donizete e Ronaldinho; Fernandinho (Marión), Tardelli (Guilherme) e Jô. Técnico – Levir Culpi.

ATLÉTICO NACIONAL – Franco Armani; Daniel Bocanegra, Diego Peralta (Jefferson Duque), Alexis Henríquez e Oscar Murillo; Alejandro Bernal (Nájera), Alexander Mejía e Farid Díaz (Arias); Sherman Cárdenas, Edwin Carmona e Juan Valencia. Técnico – Joan Osorio.

GOLS – Fernandinho, aos 19 minutos do primeiro tempo; Duque, aos 43 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO – Patricio Loustau (Argentina).

CARTÕES AMARELOS – Victor, Duque, Henriquéz, Bernal e Mejía.

RENDA E PÚBLICO – Não disponíveis.

LOCAL – Arena Independência, em Belo Horizonte (MG).

 

 

Fonte: Agência Estado

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Campeões mundiais preveem Neymar triunfando na Copa

Campeões mundiais de todas as Copas pelo Brasil se reuniram no estádio do Morumbi nesta quarta-feira pela manhã para um evento da Mastercard. Zito, Clodoaldo, Mauro Silva e Marcos foram unânimes em afirmar que esta será a Copa do Mundo de Neymar. Apenas Amarildo pediu que as esperanças não sejam todas depositadas no craque do Barcelona.

Bicampeão com os títulos de 1958 e 1962, o “gerente” Zito, volante que ganhou o apelido por comandar a saída para o ataque, está apostando muito em Neymar. “Ele vai ser a salvação da lavoura. Neymar pra mim é o melhor jogador da América, já que não posso dizer dos jogadores de lá, vai ser o diferencial, é ele, craque. O Brasil tem o maior futebol do mundo e vai ser campeão”, garante.

Zito não se importa com a pouco idade (22 anos) do camisa 10 da seleção. Aposta que, com ele em campo, o Brasil não terá um grande adversário neste Mundial. “Neymar é jovem, mas com talento especial e já está jogando fora do Brasil. Conhece futebol daqui e do mundo, vai fazer milagre, é um grande jogador.”

Clodoaldo conhece Neymar desde os 11 anos. Acompanhou toda a formação do craque no Santos e não tem dúvida de que ele será o diferencial. “Vejo a seleção do Brasil muito fortalecida, defesa com jogadores consagrados, meio com formatação e criatividade e na frente vamos ter hoje o segundo melhor do mundo e que deve se transformar no primeiro depois da Copa, que é o Neymar. Para mim ele está apenas atrás do Messi hoje, mas acredito que ele esteja preparado para ser o craque (do Mundial)”, afirma o volante da seleção de 1970.

“Tem muita diferença do Neymar da Espanha em relação ao que vai jogar no País. Qual a diferença? Com o Barcelona ele é um complemento, apenas um participante, na seleção brasileira é o melhor de todos e isso influi muito na sua confiança e capacidade”, completou Clodoaldo.

Rival do Neymar nos clássicos entre Palmeiras e Santos, o goleiro Marcos, campeão mundial em 2002, esfrega as mãos na expectativa de show do “cara” da seleção.

“O Neymar se sai bem melhor com a camisa da seleção do que com a do Barcelona. A camisa da seleção faz bem pra ele, o Felipão libera para ele fazer o que quiser. No Barcelona não é assim, tem um sistema todo encaixado há muitos anos, ele acabou de chegar, não dá para ser o Neymar lá, mas dentro da seleção é o cara”, observa Marcos. “A expectativa é grande em ser campeão, não adianta chegar na final e ser vice, estou muito confiante na seleção. Sabemos que jogar em casa faz uma diferença grande. E temos o Neymar.”

Mauro Silva discorda quando falam que a seleção campeã em 1994 jogou feio. Mas não tem dúvidas de que, com Neymar, esse Mundial terá mais alegria em campo. “Vitórias e futebol bonito se completam.” O ex-volante não teme pelas cobranças sobre o jovem e até vê como coisa positiva a fase não muito boa vivida pelo craque na Espanha.

“Acho que ele deveria ter ido antes para a Europa, mas as dificuldades e críticas agora são normais, até o Guardiola agora está sendo questionado. O Neymar pode usar isso, as dificuldades de lá, para vir mais forte, mais maduro e arrebentar na Copa. Depois vai dizer: Olha, eu sou o Neymar e conquistei a Copa para o Brasil. Espero que isso aconteça”, diz. “Sair da zona de conforto para o sacrifício faz o jogador se superar. Ele vai estar mais preparado.”

Apenas Amarildo, campeão em 1970, pede um pouco de calma com o atacante. “Um ótimo jogador, mas falta experiência que tinham outros do passado. É difícil apostar só no Neymar, deixar a carga em cima dele é um erro. Ele é importante, mas não pode-se deixar só nele, é uma covardia, Neymar é um garoto novo. Quando fomos campeões, tínhamos 11 craques em campo”, enfatizou o ex-atacante.

 

 

 

Da Agência Estado

Foto: CBF

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Reservas do Sport estreiam na Copa do Brasil contra o Brasília

O desgaste mental e físico sofrido pelos jogadores do Sport durante os meses de março e abril com sucessivos jogos decisivos fez com que os suplentes do elenco ganhassem a oportunidade de fazer o jogo de estreia dos campeões de Pernambuco e do Nordeste na Copa do Brasil, nesta quinta-feira (1), diante do Brasília, no Mané Garrincha, capital Federal, a partir das 21h50.

O técnico Eduardo Baptista escalou apenas dois jogadores que iniciaram o confronto contra a Chapecoense, no último domingo (27), pelo Campeonato Brasileiro: o goleiro Magrão e o volante Rithely. Até mesmo o ‘fominha’ Neto Baiano, que atuou com os reservas em duas oportunidades no Campeonato Pernambucano, foi convencido a dar uma descansada. Também vale a pena lembrar que os rubro-negros não podem chegar à terceira fase da competição nacional, sob pena de perder a vaga na Copa Sul-Americana.

Apesar de estar envolvido em decisões até uma semana atrás, o Sport estava monitorando o adversário. Baptista explicou que desde as semifinais da Copa Verde, vencida pelos brasilienses, a equipe era alvo de estudos, inclusive com acompanhamento de jogos presencialmente. “Nosso analista já foi in loco aos dois jogos finais da Copa Verde com o Paysandu. É um time que se lança à frente quando joga em casa, tem dois atacantes de muita movimentação um lateral-esquerdo que ataca bastante. Temos que tomar cuidados na marcação mas também aproveitar os espaços que vão deixar”, avaliou.

Entre os jogadores, o discurso é de aproveitar a oportunidade para colocar aquele conhecido ponto de interrogação na cabeça do comandante. O volante Augusto, que entrou pela primeira vez no segundo tempo do jogo contra o Santos, pela Série A, é um deles. “Sei que a concorrência é grande, mas todos se respeitam. Cada um busca seu espaço. No fim das contas, temos volantes qualificados, e o Sport ganha com isso. Nos últimos dias, o professor Eduardo Baptista elogiou o meu trabalho e indicou que deve me escalar. Vou dar o meu melhor dentro de campo, para que eu continue sendo utilizado no time”, pontuou.

Para o atacante Leonardo, a missão de cavar uma vaga de titular é um pouco mais difícil. O concorrente dele é ninguém menos que Neto Baiano, artilheiro da equipe na temporada e figura central nas duas conquistas deste primeiro semestre. Mesmo assim ele acredita que por ter uma característica diferente do companheiro pode beliscar uma vaga. “Neto (Baiano) joga mais fixo na área. É o autêntico camisa 9. No meu caso, sei atuar mais enfiado na área, mas também gosto de cair pelas pontas e preparar as jogadas”, explicou.

Ficha do jogo:

Brasília: Marcos; Bruno, Felipe, Danilo e Breno; Pedro Ayub, Daniel, Natan, Luquinhas e Siston; Ítalo. Técnico: Gauchinho.

Sport: Magrão; Igor Fernandes, Oswaldo, Ewerton Páscoa e Danilo; Augusto, Rithely e Renan Oliveira; Wendel, Leonardo e Felipe Azevedo. Técnico: Eduardo Baptista.

Local: Mané Garrincha, em Brasília (DF).Horário: 21h50. Árbitro: Jânio Pires Gonçalves (TO). Assistentes: Adailton Menezes e Edson Antonio de Souza (GO).

 

 

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Foto: JC Imagem

 

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