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Luciano Sorriso diz que Santa Cruz tem que lembrar os bons momentos

Não há como negar que o clima é de abatimento no Arruda, mas o discurso no Santa Cruz é de levantar a cabeça e buscar a vaga na Copa do Nordeste, que corresponde ao terceiro lugar no Campeonato Pernambucano. Os tricolores começam a disputa pelo posto na próxima quarta-feira (16), diante do Salgueiro, no Cornélio de Barros. O técnico Vica já divulgou os relacionados e vai mandar a campo o que tem de melhor.

O discurso dos atletas também é de dar a volta por cima. O volante Luciano Sorriso lembrou que é o momento de os jogadores procurarem o equilíbrio emocional. Da mesma forma que não devem se empolgar de mais nas vitórias, também não é preciso cair em depressão nas derrotas. “Precisamos saber assimilar e procurar coisas boas porque o momento é de tristeza e lamentações”, disse.

O jogador também ressaltou que é normal os questionamentos sobre o elenco e comissão técnica após uma eliminação. Por isso, nada de bom que foi feito no passado será lembrado. “Vai ser colocado em xeque o potencial do grupo e tudo que a gente vem fazendo em um ano e quatro meses. Ano passado tivemos momentos felizes com o acesso (para a Série B) e um título nacional. Agora temos que ter forças porque o ano está apenas começando”, explicou.

Sorriso estipulou como meta mínima deixar o Santa Cruz onde ele o colocou quando chegou no ano passado. Por isso, reclama foco total para garantir a vaga no Nordestão. “Encontrei o Santa Cruz na Copa do Nordeste e quero deixá-lo lá. É uma competição que envolve renda e para o clube a gente sabe que isso é fundamental”, pontou.

Para reforçar seus argumentos de que o período do abatimento tem que passar logo ele lembrou do próprio Sport em 2013, de quem o Santa foi algoz naquele Campeonato Pernambucano. “m 2013 eles perderam o título para a gente dentro da casa deles. Mesmo assim, foram para a Série B e conseguiram o acesso. A gente tem que usar os bons exemplos. O Santa Cruz é grande e não pode nunca se entregar”, destacou.

 

 

 

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Quais os pontos fortes e fracos de Náutico e Sport para as finais do Pernambucano?

Qual o grande trunfo do Náutico para bater o Sport na final do Pernambucano? E o inverso? O que o Leão tem que fazer para surpreender o Timbu na decisão do Estadual? Essas perguntas estão na cabeça de alvirrubros e rubro-negros às vésperas da final do campeonato. O Blog do Torcedor então separou os pontos fortes e fracos das duas equipes em uma breve análise. Confira abaixo:

Ponto forte do Sport: força marcação e poder de decisão

O grande diferencial do Sport nesta temporada vem sendo a forte marcação que o time impõe dentro do gramado. E essa pegada não se limita ao próprio campo defensivo apenas. A linha de marcação do Leão é adiantada para roubar a bola já no campo de ataque. Vários foram os jogos em que o Rubro-negro dificultou a criação do adversário com um desarme mais adiantado.  O Sport de Baptista consegue marcar sem ser um time defensivo em excesso.

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Ponto fraco do Sport: encontra dificuldades contra equipes com forte poder de marcação

O ponto forte do Sport também é o seu ponto fraco. Quando enfrentou adversários dispostos a marcar tanto quanto ele, o Leão encontrou dificuldades. Foi assim contra o Náutico, na Ilha do Retiro, no último jogo da primeira fase do Pernambucano. O Timbu se fechou e conseguiu sair vitorioso do confronto. Se quiser ser campeão, o Rubro-negro vai ter que superar esse problema para encarar time mais retrancados.

Ponto forte do Náutico: equipe dedicada ao técnico Lisca

O Timbu pode não ter o elenco mais qualificado da competição, mas com certeza possui um dos grupos mais dedicados do Pernambucano. A equipe alvirrubra comprou a ideia do técnico Lisca e vem se dedicando ao máximo em todos os jogos, principalmente em clássicos. O Náutico de Lisca é uma equipe que dificilmente desiste do resultado. Além disso, os jogadores são muito disciplinados ao que o técnico pede. Disciplina e dedicação são as armas do Timbu para as finais.

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Ponto fraco do Náutico: time ainda está em formação

Apesar de estar na final do Estadual, Lisca vem tirando leite de pedra em alguns momentos do Náutico. Isso porque o Timbu ainda passa por uma reformulação profunda após um ano muito ruim em 2013. Como se não bastasse, quando o comandante alvirrubro começava a desenhar o seu time, sofreu com uma série de lesões como a do meia Pedro Carmona. A montagem do Alvirrubro realmente é um desafio em 2014.

 

 

 

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Fotos: Alexandre Gondim/JC Imagem

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Neymar é alvo de racismo após derrota, diz jornal

Após a decepcionante derrota do Barcelona para o Granada, no sábado (12), a torcida do clube catalão recepcionou o time com ofensas racistas, em especial ao atacante Neymar. Segundo o diário espanhol As, foram feitos gestos e gritos imitando macacos.

Além do atacante, o goleiro Pinto, substituto do machucado Valdés, foi alvo de diversas ofensas. Entre palavrões e xingamentos, torcedores criticaram os jogadores porque estariam pensando somente na Copa do Mundo, relegando os torneios disputados pelo Barcelona ao segundo plano.

Ao ser derrotado pelo Granada por 1 a 0, fora de casa, o Barcelona se complicou na briga pelo título do Campeonato Espanhol. Estacionou na tabela, com 78 pontos, e ainda no sábado caiu para o terceiro lugar ao ser superado pelo Real Madrid. O arquirrival chegou aos mesmos 79 do Atlético de Madrid, que poderá abrir mais vantagem neste domingo.

As ofensas racistas a Neymar não é a primeira no Barcelona. Em março, torcedores do Espanyol também imitaram macacos e atiraram bananas em campo na direção do atacante e do lateral Daniel Alves.

A irritação dos jogadores também se deve à eliminação da equipe nas quartas de final da Liga dos Campeões, na quarta passada. Nesta semana, o time catalão terá outro jogo importante. Fará a final da Copa do Rei contra o Real, na quarta. Uma derrota deve instalar definitivamente a crise no clube catalão.

 

 

Fonte: Agência Estado

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Sport vence no tempo normal, nos pênaltis e está na final com o Náutico

Com a vitória por 1×0 no fim do jogo. Nos pênaltis, o time da Ilha também foi mais eficiente e carimbou a vaga na final do Campeonato Pernambucano 2014 ao vencer por 5×3 . A partir de quarta-feira, os rubro-negros enfrentam o Náutico em dois jogos para se conhecer o campeão estadual. O primeiro confronto será na Ilha do Retiro. O jogo de volta, na outra quarta, na Arena Pernambuco.

O técnico Eduardo Baptista gostou da atuação do time no primeiro tempo da decisão da Copa do Nordeste e manteve Wendel pelo lado esquerdo do campo. Mesmo assim, o Sport manteve a postura ofensiva que se esperava de um time que só jogava por um resultado. O posicionamento dos jogadores rubro-negros era marcar o Santa logo em sua saída de bola. Prova disso foi a postura dos dois laterais, Patric e Renê, posicionando-se na linha de meio de campo.

De seu lado, Vica manteve o trio de volantes que deu certo na vitória por 3×0 na semana passada. Não tanto pela posição mas muito mais pela postura, o tricolor praticamente ficou assistindo seu adversário jogar. Os volantes ajudavam na marcação dos laterais do Sport. Raul e Caça Rato também recuaram para evitar que os volantes leoninos aparecessem como elementos surpresa. Sobrou para Leo Gamalho ficar sozinho entre os zagueiros do Sport.

Neto Baiano bateu o último pênalti que selou a classificação do Sport. Foto: Guga Matos/JC Imagem

Neto Baiano bateu o último pênalti que selou a classificação do Sport. Foto: Guga Matos/JC Imagem

Mesmo com o domínio territorial, o Sport teve dificuldade para finalizar. Só veio fazê-lo com perigo aos 22 minutos e na bola parada. Neto Baiano bateu com violência e Tiago Cardoso defendeu parcialmente. No rebote, ninguém do Sport aproveitou. Apenas dois minutos depois, um escanteio rendeu ótima oportunidade para Wendel. Ferron ajeitou de cabeça para o camisa 7 chutar prensado e a bola sobrar fácil para Tiago Cardoso. O Santa conseguiu sair lá de trás em velocidade. Aos 25, Leo Gamalho chutou mas Ferron apareceu na hora para bloquear.

Cada goleiro voltaria a fazer uma defesa antes dos 30 minutos. Tiago teve que trabalhar mais duro num chute rasteiro de Patric. Já Leo Gamalho facilitou a vida de Magrão ao mandar de cabeça no meio do gol. Os donos da casa tiveram sua melhor chance aos 42. Patric avançou livre e cruzou para a pequena área. Felipe Azevedo esticou a perna direita mas a conclusão foi por cima do gol. A resposta dos corais foi quase instantânea. Um minuto depois Memo acertou um foguete de fora da área e Magrão teve que se esticar para mandar a escanteio.

Os dois times voltaram para o segundo tempo com a mesma disposição que ambos apresentaram no primeiro. O Santa só quis se defender e o Sport não tinha mais nada a fazer do que procurar ao menos um gol que lhe desse vantagem. O problema é que os dois times mostravam bem menos força para executar seus planos. O Sport tocava a bola de forma mais lenta, assim facilitava a vida de seus marcadores. Nem mesmo a liberdade maior de que desfrutou Ewerton Páscoa conseguiu fazer a diferença.

Pelo que foi comentado acima sobre o Sport dá para imaginar como estava o Santa. Novamente recuado e, como agravante, o fato de apenas livrar-se da bola. O pouco que trocou passes no primeiro tempo não foi visto no segundo. Essa forma de jogar fez com que Leo Gamalho se transformasse num mero espectador dentro das quatro linhas. O atacante tricolor irritava-se constantamente, pedindo aos companheiros que trabalhassem mais a bola para trazê-la ao setor ofensivo.

A partida estava assim, tensa, quando veio o lance crucial. Aos 13 minutos, Aílton bateu falta na área tricolor. De costas, Ewerton Páscoa desviou para as redes. No entanto, o árbitro Sebastião Rufino Filho anulou a jogada por falta em Tiago Cardoso. A polêmica é que na hora de sair para tentar cortar a bola, Cardoso tropeçou em Éverton Sena, que havia caído nas trombadas por disputa de espaço. Os rubro-negros ainda teriam outro gol anulado, desta vez corretamente. Aos 20, Ferron desviou cobrança de escanteio e o atacante foi em direção à bola, que entrou no canto. O assistente Clóvis Amaral notou impedimento, já que o camisa 9 teve participação ativa na jogada.

O jogo limitava-se apenas à metade vermelha preta e branca do campo. Eram dez mandando bolas para a área e outros dez afastando-a de todas as maneiras. Mas de tanto insistir o Sport conseguiu seu gol salvador. Aos 42 minutos, Renan Oliveira bateu falta na área e Ferron cabeceou para o lado oposto da pequena área. Leonardo chutou no canto direito de Tiago Cardoso.

O tempo se estenderia até os 48 mas o Santa parceu prostrado por tanto tempo enterrado em seu campo defensivo que não mostrou o mínimo esforço de tentar o milagre do gol de empate que o classificaria para a final.

Nos pênaltis, dois gigantes no gol e Magrão terminou levando a melhor sobre Tiago Cardoso. A disputa estava empatada em 2×2 com Leonardo e Renan Oliveira batendo para o Sport e Leo Gamalho e Renatinho descontando para o Santa. Na terceira batida, Patric fez 3×2. Carlos Alberto tentou empatar no canto esquerdo e Magrão foi buscar a bola. Ewerton Páscoa aumentou a vantagem leonina e Sandro Manoel bateu o pênalti que manteve o Santa vivo.

Restava apenas Neto Baiano. Se o Sport convertesse, Renan Fonseca não precisaria bater pelo Santa. E quis o destino que o atacante que quase foi liberado para acompanhar o velório do avô, falecido na véspera da partida, bastesse forte, no canto esquerdo. Tiago Cardoso foi lá mas não conseguiu defender.

Ficha de jogo

Sport: Magrão, Patric, Durval, Ferron e Renê; Rodrigo Mancha, Ewerton Páscoa, Aílton (Leonardo) e Wendel (Renan Oliveira); Felipe Azevedo (Bruninho) e Neto Baiano. Técnico Eduardo Baptista.

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Oziel, Renan Fonseca, Everton Sena e Zeca; Sandro Manoel, Memo, Luciano Sorriso (Éverton) e Raul (Carlos Alberto); Flávio Caça Rato e Leo Gamalho.

Local: Ilha do Retiro. Árbitro: Sebastião Rufino Filho. Assistentes: Clóvis Amaral e Charles Rosas. Gol: Leonardo, aos 42 do segundo tempo. Cartões amarelos: Aílton, Neto Baiano, Érico Júnior, Luciano Sorriso, Oziel e Raul.

 

 

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Caso de racismo pode excluir Paraná da Copa do Brasil

O caso de injúria racial por parte de dois torcedores do Paraná contra o lateral Marino, do São Bernardo, na noite de quinta-feira, em Curitiba, pela Copa do Brasil, após a vitória do time da casa, pode complicar a situação do Paraná e não está descartada a sua exclusão da competição. Em entrevista à Rádio Banda B, o procurador-geral do STJD, Paulo Schmitt disse que o caso será avaliado, mas o clube deverá ser punido.

“Se houver provas que isso aconteceu realmente, vamos avaliar. Aí sim poderá ser feita a denúncia. A pena depende da gravidade. São várias penas previstas: perda de mando, perda de pontos e até exclusão”, afirmou. Dois torcedores, que segundo a polícia têm entre 40 e 65 anos chamaram o atleta de “macaco”, após ele ser expulso no final da partida.

A diretoria jurídica do clube espera pela prisão dos acusados ao mesmo tempo em que prepara a defesa para eventual punição por parte da CBF. “O clube está dando todo o apoio para a polícia. Temos interesse na investigação do caso, pois o Paraná não compactua com esse tipo de atitude”, informou a assessoria.

O clube já entregou as imagens das câmeras de segurança para a polícia, que instaurou um inquérito e está investigando o caso. Segundo o delegado Fábio Lopes, eles podem ser penalizados com um a três anos de prisão. “Já foram ouvidas algumas pessoas e inclusive temos a informação de que uma delas teria entre 40 e 45 anos e outra entre 60 e 65 anos. Com o auxílio das câmeras faremos essas identificações”.

No âmbito jurídico, o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que prevê a exclusão da competição do clube, vai se basear no relatório da Procuradoria, além do relato do árbitro Rodrigo D’ Alonso Ferreira que poderá ser usado no Tribunal.

O presidente do Paraná, Rubens Bohler, chegou a ir ao vestiário se desculpar com o jogador. O clube também colocou em sua página oficial na internet uma mensagem dirigida a Marino, além de mensagens antirracismo. A Federação Paranaense de Futebol informou, por meio da assessoria, que faz uma campanha sistemática contra a discriminação racial com campanhas durante o campeonato estadual e possíveis punições ao clube não caberiam pois a Copa do Brasil está sob a responsabilidade da CBF.

Para o jogador Marino, a atitude dos torcedores foi condenável e se iniciou depois de sua expulsão. “Um começou a me chamar de macaco, até joguei um copo de água, mas depois veio outro e começou também a me chamar de macaco. Fui para o vestiário e comecei a chorar”, lamentou.

 

 

Fonte: Agência Estado

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Eduardo Baptista lembra do pai após conquista do Nordestão pelo Sport

Fortaleza (CE) – Após a conquista do título da Copa do Nordeste, na noite dessa quarta-feira, no Castelão, no Ceará, foi inevitável a comparação entre o técnico Eduardo Baptista com o pai Nelsinho, que comandou o Leão nos títulos dos Pernambucanos de 2008 e 2009, além da Copa do Brasil de 2008. Perguntado sobre a importância do pai no sucesso com o rubro-negro nesta temporada, Eduardo não poupou elogios. “É um exemplo de homem e profissional. Além de filho, trabalhei com ele dez anos. Sempre procurei tirar os ensinamentos dele”, disse.

Eduardo e Nelsinho já conversaram por telefone após o título. Não falaram muito, é verdade, mas foi o suficiente para o pai se emocionar com o filho. “Nos agradecemos. Ele tava feliz e emocionado”.

Sobre a partida e a conquista do Nordestão, o treinador leonino destacou o esquema tático da equipe e a entrega do grupo de jogadores. “Não tínhamos padrão tático. Fui fiel ao esquema que acreditei e isso foi fundamental junto com a entrega dos atletas”.

 

 

 

 

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Foto: Thiago Wagner/Blog do Torcedor

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Magrão conquista título com o Sport no dia do aniversário e entra para seleto grupo

Fortaleza (CE) – Nada melhor do que ser campeão no dia do aniversário. Foi justamente isso o que ocorreu com o goleiro Magrão nessa quarta-feira, na decisão da Copa do Nordeste. Completando 37 anos de vida, o arqueiro leonino deu uma grande presente para a torcida que tanto o apoia – a conquista do Nordestão.

Além disso, Magrão entrou para um seleto grupo de atletas que é campeão de Pernambucano, nacional e regional. Apenas ele e Durval estão neste hall. Algo que provoca orgulho. “Me sinto muito orgulhoso de fazer parte do Sport com esses três títulos”.

O goleiro ainda valorizou a conquista pelo fato do Sport estar praticamente eliminado da competição na primeira fase. Segundo ele, isso deu um gosto a mais no título. “Tem sabor especial. O grupo está de parabéns. Em todo o momento fomos uma equipe que soube controlar o jogo”, afirmou o jogador.

 

 

 

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Sport pinta o Nordeste de vermelho e preto pela terceira vez

Vinte anos depois da primeira conquista, o Sport chegou ao tricampeonato do Nordeste na noite desta quarta-feira (9) ao empatar em 1×1 com o Ceará na Arena Castelão, em Fortaleza. O título fez justiça a uma equipe que chegou a ser dada como desclassificada antes da hora. Renasceu das próprias cinzas e saiu derrubando seus adversários nos jogos decisivos. Nos três mata-matas – quartas, semifinais e final – o Sport não tomou um gol sequer dentro da Ilha do Retiro. O Nordestão também vale uma vaga na Copa Sul-Americana deste ano.

Apesar de, em tese, estar mais cauteloso, já que entrou com um meia no lugar de um atacante – Wendel em Ananias – o Sport não postou-se em seu campo defensivo à espera do Ceará para tentar os contra-ataques. Os pernambucanos marcaram no campo cearense para evitar que o trio ofensivo formado por Assisinho, Bill e Magno Alves pudesse criar problemas. Só quem tinha liberdade para trocar passes era a dupla de zaga Anderson e Sandro. Quando a bola chegava no setor dos volantes, quase sempre dois rubro-negros estavam em cima de dois alvinegros.

E o Ceará tentou fazer diferente. Assisinho tinha liberdade para cair pelos dois lados do campo. Coube ao lateral-esquerdo Renê fazer a marcação individual. Sempre bem marcado, o camisa 7 cearense só teve sua primeira boa chance num erro leonino em saída de bola, aos 14 minutos. Mas o chute foi fraco, nas mãos de Magrão.

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Torcida também fez a festa na Ilha do Retiro. Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

Se ia bem na marcação, inclusive matando mesmo as jogadas com falta – sem violência – o Sport pecava no passe final. Quando tomava a bola, o Ceará não fazia tanta pressão para a recuperação, por isso, a equipe vermelha e rpeta conseguia trocar passes e chegar próxima a área. Mas a partir daí tropeçava nas próprias pernas. Fosse jogador de meio de campo ou lateral que estivesse com a bola a procura era sempre por Neto Baiano. O camisa 9 estava sempre acompanhado por dois adversários, o que tornava quase impossível dar sequência.

Sem conseguir progredir com a bola rolando, o Ceará chegou muito perto com ela parada. Aos 25, Rogerinho bateu falta raspando a trave direita de Magrão, que não teria tempo de chegar se fosse no lugar certo. Os pernambucanos responderam na mesma moeada cinco minutos depois numa das poucas vezes em que Neto Baiano não foi acionado. Ewerton Páscoa entou pela meia direita e chutou forte. A bola passou com muito perigo. No minuto seguinte foi a vez de Wendel chutar cruzado e Luís Carlos defender. O árbitro, no entanto, não assinalou o escanteio.

Foto: Guga Matos/JC Imagem

Foto: Guga Matos/JC Imagem

Quando estava em seu melhor momento na partida, os leoninos tomaram o gol. Souza surpreendeu e avançou pela lateral direita. Cruzou rasteiro e Magno Alves antecipou-se a Ewerton Páscoa para empurrar no canto esquerdo. Por muito pouco o mesmo Magno Alves não ampliou aos 45. Patric estava inteiro na jogada mas cortou mal, Ricardinho rolou para o artilheiro do Nordestão que mandou no mesmo canto onde fizera o gol. A bola tirou tinta, como se diz na linguagem do futebol.

A volta para o segundo tempo prometia ser a todo vapor por parte do Ceará. Só parecia porque o Sport tratou de jogar um balde de água fria mais rápido ainda. Num contra-ataque aos quatro minutos, Patric lançou Aílton. Ele entrou na área e quando driblava Luís Carlos foi derrubado pelo próprio. Neto Baiano foi para a cobrança e soltou uma bomba no meio do gol, marcando seu sexto gol na competição e fazendo o Ceará ter que marcar mais três vezes para tirar a taça da Ilha do Retiro.

Quando o Sport voltou para a etapa final, Wendel já estava no banco de reservas. Alegando cansaço, o jogador pediu para sair e foi substituído por Igor Fernandes. Dez minutos depois de levar o gol, Sérgio Soares acionou Tadeu no lugar de Souza. A mudança do adversário foi mais benéfica para o Sport. Sem seu principal articulador, o Ceará passou a jogar na bola longa, já que perdera seu principal articulador.

Foto: Guga Matos/JC Imagem

Foto: Guga Matos/JC Imagem

E com uma defesa bem postada, inclua aí também a cobertura, a bola dava a impressão de que batia numa parede e voltava. O jogo pelas laterais também não surtia efeito, pois Patric foi quase um terceiro zagueiro e Igor Fernandes dava o suporte a Renê. Aos 12 minutos, uma grande chance de virar. Aílton bateu escanteio e Ferron subiu sozinho. A cabeçada foi à esquerda, muito perto do gol.

O Ceará só conseguiu algum efeito de seu novo estilo de jogo aos 30 minutos. E chegou bem perto do 2×1. Tadeu, livre recebeu lançamento do meio de campo e ajeitou de cabeça para Magno Alves. Ele entrou na área mas Magrão fechou o ângulo o suficiente para a bola encontrar a trave e sair. Foi o último suspiro. O Sport recuou o time inteiro. Para se ter uma ideia, Neto Baiano posicionava-se como volante. Aos 31 minutos, o técnico leonino fechou a porta de vez ao tirar Felipe Azevedo e colocar o zagueiro Oswaldo. Foi só esperar o apito final.

Ficha do jogo:

Ceará: Luís Carlos; Samuel Xavier, Anderson, Sandro e Vicente; Amaral, Ricardinho (Rogerinho) e Souza (Tadeu); Assisinho (Leandro Brasília), Magno Alves e Bill. Técnico: Sérgio Soares.
Sport: Magrão; Patric, Ferron, Durval e Renê; Éwerton Páscoa (Rithely), Rodrigo Mancha, Wendel (Igor Fernandes) e Ailton; Felipe Azevedo (Oswaldo) e Neto Baiano. Técnico: Eduardo Baptista.

Local: Arena Castelão, em Fortaleza-CE. Árbitro: Jaílson Macedo Freitas (BA). Assistentes: Adson Márcio Lopes (BA) e Ailton Farias da Silva (SE). Gols: Magno Alves, aos 42 do primeiro tempo. Neto Baiano, aos seis do segundo. Cartões amarelos: Leandro Brasília, Luís Carlos, Bill, Magrão e Neto Baiano. Público: 61.280.

 

 

 

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Náutico usa os pênaltis para avançar na Copa do Brasil

O Náutico precisou da disputa de pênaltis para eliminar o Sergipe na Copa do Brasil e avançar para a segunda fase. No tempo normal os alvirrubros sofreram para vencer por 1×0, gol de Marcelinho. Nas cobranças brilhou a estrela do goleiro Alessandro que defendeu duas penalidades. O time pernambucano nem precisou bater suas cinco cobranças.

Que o Sergipe viria para segurar o jogo, gastar o tempo e ver no que dava todo mundo sabia. O que pouco se esperava era um Náutico tão confuso no começo do jogo, período em que o time que precisa apenas de um resultado positivo já começaria a sufocar. A explicação mais plausível foram as mudanças feitas pelo técnico Lisca nos três setores da equipe.

O adversário fechou-se em seu campo e só permitia que o Náutico trocasse passes até o meio do campo. A partir daí, se não imprimisse velocidade, alguém saísse driblando ou o velho chuveirinho, a bola ficaria presa na intermediária sergipana. A opção da bola parada foi a primeira tentativa alvirrubra. Aos 11 minutos, Marcos Vinícius desviou de cabeça, para trás, mas ela ficou fácil nas mãos do goleiro Pablo.

A segunda opção, o drible, ficou para o melhor jogador do time, Zé Mário. Ele saiu da esquerda para a direita, deixou dois adversários para trás, mas na hora do chute cruzado, abriu demais, transformando quase num cruzamento. Geovane ainda tentou chegar mas não conseguiu. A dificuldade para construir as jogadas era tão difícil que o centroavante Rodrigo Careca só conseguiu finalizar a primeira jogada aos 23 minutos.

O time visitante só tentaria nos contra-ataques e encontrou espaços mas não soube aproveitá-los. Para se ter uma ideia do nível técnico, o lateral Bruno Bacabal tentou uma jogada na linha de fundo. Ergueu a cabeça para confirmar se havia algum companheiro na área e quando voltou suas atenções para a bola, ela já cruzara a linha de fundo. O Náutico teve outra grande chance aos 41, num passe de Careca para Geovane. O camisa sete chutou e o goleiro defendeu com os pés.

Os alvirrubros voltaram para o segundo tempo com Marcelinho no lugar de Geovane. Mas a melhor mudança foi a postura do time. Os jogadores procuraram envolver mais a marcação do Sergipe, que, de seu lado, tentava marcar um pouco mais adiantado. Logo no primeiro minuto, Marcelinho teve uma grande oportunidade em cobrança de falta, mas carimbou o travessão.

Aos 21 minutos, o técnico Vinícius Saldanha fechou a porta de seu time de vez ao tirar um atacante – Júnior Pirambu – para acionar um jogador de meio de campo, Raphinha. Já o Náutico teve Vinícius no lugar do apagado Marcos Vinícius. E virou um jogo de ataque contra defesa. O problema era deixar alguém em condições de finalizar. Os cruzamentos esbarravam nos marcadores. Os lançamentos eram interceptados e quando alguém driblava o adversário, a conclusão nunca saía ‘limpa’. A dificuldade em acionar Rodrigo Careca era a mesma da etapa inicial.

Quanto mais o tempo passava, menos jogo o Sergipe queria. Cada lateral ou tiro de meta era uma eternidade. Mas de tanto insistir o Náutico terminou sendo recompensado aos 34 minutos, como sempre tendo os pés de Zé Mário na arquitetura da jogada. Ele cruzou da esquerda e Marcelinho subiu bem para desviar de cabeça e fazer 1×0. Os alvirrubros partiram para o abafa. Seria o gol para evitar as cobranças de pênaltis. Mas um foi o máximo que o time pernambucano conseguiria com um futebol tão pouco criativo e a definição da vaga foi mesmo para as penalidades.

Na hora de bater pênalti o Náutico mostrou mais competência e converteu com Elicarlos, Zé Mário e Marcelinho. Alessandro defendeu as cobranças de Fernando Belém e Lelo. João Paulo ainda mandou por cima.

Ficha de jogo:

Náutico: Alessandro; Jackson, William Alves, Leonardo e Zé Mario; Elicarlos, Yuri, Leleu e Marcos Vinícius (Vinícius); Rodrigo Careca (Hugo) e Geovane (Marcelinho). Técnico: Lisca.

Sergipe: Pablo; Moíses, Fernando Belém e Lelo; Bruno Bacabal (Magno), Rafael, Clóves, Jonathan (Raphinha) e Edinho; João Paulo e Júnior Pirambu (Raphinha). Técnico: Vinícius Saldanha.

Local: Arena Pernambuco. Árbitro: Charles Ferreira (AL). Assistentes: José Maria Neto e Luis Correa (ambos PB). Gols: Marcelinho, aos 34 do segundo tempo. Cartões amarelos: Marcos Vinícius, Dudu, Pablo, Bruno Bacabal, Rafael e João Paulo. Público: 1.497. Renda: R$ 21.440.

 

 

 

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Com time reserva, Santa Cruz vence o Lagarto em Sergipe mas não elimina o jogo da volta

A ideia do técnico do Santa Cruz, Vica, em escalar o time reserva para esta estreia na Copa do Brasil e assim preservar os titulares para a semifinal contra o Sport no próximo domingo pelo Estadual, deu certo e só não foi melhor porque o time não conseguiu vencer por dois gols de diferença para eliminar o jogo de volta.

Mesmo assim, a vitória por 1×0 sobre o Lagarto no estádio Presidente Médici nesta quarta-feira pela primeira partida da fase inicial da Copa do Brasil é para ser comemorada pelos tricolores.

Carlos Alberto aos 10 minutos do primeiro tempo marcou o gol da vitória. Agora o Santa vai com moral para o jogo de domingo diante dos rubro negros na Ilha do Retiro. Já o Lagarto encara o Canindé neste sábado pelo Sergipano. As duas equipes voltam a se encontrar na competição nacional no dia 30 deste mês no Arruda.

O jogo

Até que os reservas do Santa Cruz fizeram bonito no estádio Presidente Médici. Não sentiram o desentrosamento nem a falta de ritmo de jogo.
Quem liderou o time foram os meias Renatinho e Carlos Alberto, que estão mais bem preparados fisicamente pelo fato de serem utilizados com frequência pelo técnico Vica.

Betinho e Adilson não tiveram oportunidades claras de gol para definir, já que a preocupação da defesa adversária era grande com os dois. A postura do Santa não foi defensiva, e sim, de ter a posse de bola e tentar controlar o jogo. A fragilidade do Lagarto também foi um aliado do tricolor.

Os meias Da Matta e Dedeco até tentaram criar situações de gol, mas a falta de qualidade era visível nos donos da casa. O gol tricolor saiu aos 10 minutos de forma inusitada.

O cruzamento de Panda seria para Betinho ou Adilson, ambos atacantes que tem boa presença de área. Mas a bola encontrou o meia Carlos Alberto que testou firme sem chances para Santos.

Com o gol sofrido o desespero bateu forte nos donos da casa, que ainda sim tentaram ir em busca do empate. Um dos lances perigosos do Lagarto foi no quase gol olímpico de Da Matta, que bateu muito bem o escanteio e quase surpreendeu Fred.

Depois dos 30 minutos do primeiro tempo os anfitriões até melhoraram ofensivamente mas a pontaria não estava em dia. No segundo tempo o técnico Vica, como era esperado, tirou Carlos Alberto para poupá-lo e colocou Pingo.

Pelo lado adversário Gabriel entrou na vaga de Nádson. O Santa começou muito bem, pressionando e por pouco não fez o segundo. Renatinho teve duas boas oportunidades mas desperdiçou.

Logo depois das duas chances, Vica sacou Renatinho e promoveu a entrada de Jefferson Maranhão. O meio campo tricolor não mudou por conta da entrada de Jefferson e seguiu rápido e criando as jogadas.

O goleiro Fred apareceu bem na cabeçada de Gabriel ao fazer uma linda defesa e mostrando que apesar do longo período na reserva, estava atento ao jogo. A terceira mudança de Vica foi a entrada do garoto Raniel no lugar do apagado Adilson.

O Santa abdicou das jogadas ofensivas e passou a esperar o adversário jogando nos contra ataques. O Lagarto partiu para o desespero mas não conseguiu o gol de empate.

Ficha do jogo

Lagarto-SE: Santos, Nequinha, Welton, Walter, Índio; Bahia, Fernando (Kemerson), Dedeco, Da Mata (Netto Brasão), Nádson (Gabriel), Jussimar. Técnico: Pedro Mendes
Santa Cruz: Fred; Nininho, Vágner, Renato Camilo e Panda; Everton, Jhonata, Carlos Alberto (Pingo) e Renatinho (Jefferson Maranhão); Adílson (Raniel) e Betinho. Técnico: Vica.

Copa do Brasil (1°fase, ida)
Local: Presidente Médici, em Itabaiana (SE).
Árbitro: José Reginaldo Figueiredo (AL).
Assistentes: Adeilton Guimarães e Thalis Monteiro (AL).
Gols: Santa Cruz, Carlos Alberto (aos 10 do 1°T)
Cartões amarelos: Santa Cruz – Everton; Lagarto – Bahia

 

 

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