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Sport perde para o Salgueiro e cai da liderança

A equipe quase cem por cento suplente do Sport não manteve o estilo de jogo agressivo – defensiva e ofensivamente – da titular e o time rubro-negro perdeu o jogo para o Salgueiro, por 2×1 e a liderança para o Náutico, que derrotou o Central na Arena Pernambuco. Já o Carcará recuperou-se da goleada sofrida para o Santa Cruz e manteve o quarto lugar, com os mesmos 11 pontos dos corais – leva desvantagem nos critérios de desempate. A partida foi truncada em sua maior parte e com muitos erros, principalmente do time visitante. Os donos da casa mostraram mais qualidade na hora de finalizar e conquistaram a vitória com justiça.

A mudança radical no time – apenas dois titulares – mudou um pouco o sistema de marcação do Sport. A pressão na saída de bola, característica sob o comando de Eduardo Baptista, deu lugar a um bloqueio mais no meio do campo, aumentando um pouco a distância entre Neto Baiano e o trio que dava o suporte ofensivo: Bruninho, Renan Oliveira e Danilo.

Esse posicionamento deixou as roubadas de bola um pouco mais distantes da área, mas, mesmo assim, o time da Capital criou a primeira grande oportunidade já no primeiro minuto. Neto Baiano dominou na meia-lua e chutou forte. Luciano deu rebote e Danilo, posicionado como um atacante pelo lado esquerdo, apareceu para finalizar para o gol. Porém, estava impedido e a jogada foi anulada.

A partida ficou truncada e com pouca criatividade. Se evitava uma pressão do Salgueiro, que precisava reabilitar-se depois dos 7×0 tomados pelo Santa, o Sport tinha dificuldade em chegar à frente. Normalmente, o time titular o faz com um jogo mais vertical de poucos passes. A equipe que entrou em campo neste domingo optou por muitas bolas longas, a famosa ligação direta.

Na bola parada e contando com a colaboração do goleiro Saulo, o jogo movimentou aos 28. Após cruzamento da direita, Pio cabeceou alto para o gol. O goleiro Saulo estava um pouco mais adiantado do que deveria e ainda chegou a tocar na bola, mas sem a força suficiente para evitar que ela entrasse em seu gol. A desvantagem não mudou a situação do Sport. Os rubro-negros só criaram uma boa oportunidade aos 40 minutos, Renan Oliveira encontrou Bruninho na marca do pênalti, mas Luciano saiu bem e fez a defesa.

Na volta para o segundo tempo, o técnico Eduardo Baptista mexeu duas vezes. Robert Flores entrou no lugar de Bruninho e Sandrinho no posto de Danilo. Mas quem fez a diferença foi o Salgueiro. Logo aos dois minutos, após cobrança de escanteio, Bileu não conseguiu afastar e a bola sobrou para Aírton Alemão chutar forte, no canto esquerdo de Saulo.

Coletivamente o jogo do Sport não mudou muito com as substituições. Assim, a primeira boa oportunidade só veio em jogada individual. Aos 15 minutos, Sandrinho avançou pela direita e cortou para meio e bateu à direita de Luciano. O jogo no segundo tempo foi quase um clone do primeiro. O Salgueiro não conseguia dominar os leoninos, que, por sua vez, não reeditavam a velocidade de outras jornadas.

Como a vantagem de dois gols construída logo no início da etapa final, o Salgueiro também deu a si o direito e jogar mais recuado, esperando o adversário para sair nos contra-ataques. Isso aumentou a posse de bola do time visitante e ao mesmo tempo expôs o problema de uma equipe que não tem – até porque não é possível – a mesma preparação e ritmo de jogo de uma que atua normalmente. Muitos passes errados e precipitação na hora de definir.

O esboço de reação rubro-negra veio tarde demais. Aos 44, Neto Baiano bateu falta com violência, sem chance de defesa para Luciano. O mesmo Neto ainda teve outra oportunidade logo no minuto seguinte mas chutou para fora.

Ficha do jogo:

Salgueiro: Luciano; Marcos Tamandaré, Aírton Alemão, Ranieri e Daniel; Pio, Vitor Caicó, Valdeir (Pery) e Anderson Paraíba; Fabrício Ceará (Sidny) e Kanu (França). Técnico: Cícero Monteiro.

Sport: Saulo; Bileu, Meza, Oswaldo e Renê; Ewerton Páscoa, Wendell e Renan Oliveira (Rodrigo Mancha); Bruninho (Robert Flores), Neto Baiano e Danilo (Sandrinho). Técnico: Eduardo Baptista.

Local: Estádio Cornélio de Barros, em Salgueiro. Árbitro: Neílson Santos. Assistentes: Francisco Chaves e Charles Rosas. Gols: Pio, aos 28 do primeiro tempo. Aírton Alemão, aos dois; e Neto Baiano, aos 44 do segundo. Cartões amarelos: Luciano, Valdeir, Fabrício Ceará e Ewerton Páscoa.

 

 

 

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Foto: Vandinho Dias/Supramax Comunicação

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Náutico bate o Central por 2×1 e vira líder do Pernambucano

O Náutico não fez uma exibição para encher os olhos do torcedor, é verdade. Abusou dos erros em muitos momentos e até tomou sustos diante do Central, neste domingo, na Arena Pernambuco. Ainda assim, por ter maior qualidade que o adversário, o Timbu conseguiu fazer o suficiente para bater a Patativa por 2×1. Hugo e Diego Teles (contra) marcaram para o Alvirrubro, enquanto Jean Batista descontou para os caruaruenses, que ainda levaram perigo nos minutos finais com direito até a uma bola no travessão.

Com a vitória, o Náutico chega aos 14 pontos e assume a liderança da competição. Já o Central fica em quinto com seis e um pouco mais distante da classificação para as semifinais. Na próxima rodada, o Timbu recebe o Santa Cruz, outra vez na Arena Pernambuco. A Patativa enfrenta o Salgueiro, no Luiz Lacerda, em Caruaru.

O JOGO – O técnico Lisca abriu mão dos habituais três volantes e apostou em um time com dois meias de criação e dois atacantes. Nos primeiros minutos, conseguiu tomar as principais iniciativas e empurrou a Patativa para o próprio campo. Com o passar do tempo, porém, o Timbu deu espaços e viu o adversário chegar ao seu gol. A marcação dos donos da casa deixou a desejar em muitos momentos do confronto.

Curiosamente, no momento em que a posse de bola ficou mais dividida, começaram a surgir os erros de ambos os times. O passe certo foi raro durante o duelo. Faltava tranquilidade para acionar o companheiro de maneira correta, pelo ar ou pelo chão.

Pela maior qualidade, o Náutico foi a equipe a produzir maior perigo, principalmente por conta da movimentação de Pedro Carmona, um dos mais lúcidos em campo. O meia correu muito pelos lados do gramado e deu trabalho para a marcação centralina.

Equipe do técnico Lisca chegou aos 14 pontos. Foto: Guga Matos/JC Imagem

Equipe do técnico Lisca chegou aos 14 pontos. Foto: Guga Matos/JC Imagem

Além de Carmona, quem também trazia sustos para a equipe de Caruaru era Marcos Vinícius. Não pela movimentação ou intensidade no gramado, que foi fraca. Mas Marcos conseguiu fazer bons passes no gramado e deixou os colegas de time em condições de marcar em algumas oportunidades, como no lance do primeiro gol do Timbu. Ele lançou Carmona, que chutou em cima do goleiro. Hugo aproveitou o rebote e mandou para o fundo das redes.

Depois do primeiro gol do Náutico, as equipes voltaram a se revezaram nos erros. O Timbu pecou muito nos passes finais, enquanto o Central abusou dos chutes equivocados. Aos 23 minutos, por exemplo, Tallys mandou para fora após chegar sozinho na pequena área para concluir cruzamento de Danilo Lins.

Quando o confronto parecia mais equilibrado, a qualidade voltou a decidir a favor dos donos da casa. Carmona disparou pela esquerda e cruzou. Diego Teles se atrapalhou no lance e mandou para as próprias redes, aos 4 do segundo tempo, anotando o segundo dos donos da casa.

A desvantagem fez o Central se abrir e sair mais para o jogo. Os centralinos até chegaram à meta de Alessandro por conta da acomodação alvirrubra, mas pecaram ou no passe final ou na finalização em muitos momentos. Na única vez em que a jogada saiu certa, a Patativa chegou ao gol com Jean Batista, após bom contra-ataque, aos 23. Nos minutos finais, a equipe de Caruaru pressionou e chegou até a mandar uma bola no travessão. O Timbu, contudo, soube se segurar e terminou tocando a bola para garantir a vitória.

FICHA DA PARTIDA – NÁUTICO 2X1 CENTRAL

Náutico: Alessandro, Hélder, Luiz Alberto (William Alves), Flávio e Izaldo; Elicarlos, Dê, Marcos Vinícius (Roberson) e Pedro Carmona; Paulo Jr. (Geovane) e Hugo. Técnico: Lisca.

Central: Julinho; João Paulo, Héverton (Jaílton), Alisson e Jean Batista; Diego Teles, Fernando Pires, Danilo Pires e Tallys (Luiz Fernando); Danilo Lins e Edson Di (Deizinho). Técnico: Humberto Santos.

Campeonato Pernambucano. Local: Arena Pernambuco, São Lourença da Mata (PE). Árbitro: Luiz Cláudio Sobral. Assistentes: Clóvis Amaral e Marlon de Oliveira. Gols: Hugo (N) aos 17 minutos do primeiro tempo; Diego Teles (contra) aos 4 e Jean Batista (C) aos 23 do segundo. Amarelos: Hélder Maurílio (N), Elicarlos (N), Fernando Pires (C), Paulo Jr. (N) e Flávio (N). Público: 7.324 Renda: R$ 155.430.

 

 

Blog do Torcedor

Foto: Guga Matos/JC Imagem

 

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Fifa quase dobra salários de funcionários no ano da Copa

Nos anos em que o Brasil se preparou para organizar a Copa do Mundo de 2014 e enquanto o planeta sofre com grande crise financeira, a Fifa registrou um salto recorde no pagamento de salários e no número de funcionários trabalhando em Zurique. Entre 2008 e 2012, último ano com registros oficiais das contas da entidade, os salários pagos aos cartolas do futebol quase dobraram. O organismo também cresceu e aumentou o número de empregados em 30% nesse período.

A Copa no Brasil vai entrar para a história como o evento mais rentável dos mais de 100 anos da Fifa. Pela primeira vez, o Mundial vai gerar uma renda superior a US$ 4 bilhões graças a contratos com patrocinadores e à venda de direitos de televisão.

O que mais chamou a atenção de pessoas envolvidas nas negociações é que o incremento dos lucros aconteceu mesmo diante da crise mundial. Em 2008, o banco Lehman Brothers nos Estados Unidos quebrou e quase levou o mundo a uma falência. Desde então países ricos viram o desemprego explodir e ainda não se recuperam do tombo de 2008 e 2009.

Mas as contas da Fifa desafiam toda a lógica econômica. Nesta semana, o Comitê Executivo da Fifa vai receber as contas relativas à 2013 e fontes em Zurique garantem que os números são “muito positivos”. Em 2008, por exemplo, os 315 funcionários da Fifa recebiam o equivalente a US$ 42 milhões em salários. Contando os gastos trabalhistas, a entidade gastou US$ 52 milhões naquele ano com seus funcionários.

Já em 2012, os números oficiais e publicados indicam que os salários chegaram a US$ 70 milhões e, somando os encargos trabalhistas, o valor total superou a marca de US$ 90 milhões. Neste período, 100 novos funcionários foram contratados, um aumento de 30% no número de empregados.

Mas os gastos com os 24 membros do Comitê Executivo da Fifa, entre eles o salário do presidente, também aumentou em uma proporção bem superior. Entre 2008 e 2012, os salários a esses cartolas tiveram uma inflação de 81%, totalizando US$ 33,5 milhões. Joseph Blatter e Jérôme Valcke não divulgam os seus ganhos na entidade.

Em dez anos, a Fifa triplicou o pagamento de salários e encargos com funcionários, passando de US$ 28 milhões em 2003 para mais de US$ 90 milhões em 2012.

 

 

Fonte: Agência Estado

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DF nega superfaturamento no Mané Garrincha

O governo do Distrito Federal nega que o estádio Mané Garrincha, que receberá sete jogos da Copa do Mundo da Fifa, pode custar até R$ 1,6 bilhão até o início do Mundial. O valor foi apresentado neste domingo, em relatório do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF).

O governo tem 90 dias para prestar esclarecimentos ao TCDF, que auditou aditivos de contrato e identificou um sobrepreço de R$ 337,7 milhões na obra. O tribunal ainda vai analisar um aditivo de R$ 161 milhões e, caso seja constatado irregularidade, o superfaturamento da obra pode atingir R$ 498,7 milhões. Em nota enviada à AE, o governo distrital afirma que “inexistem irregularidades ou superfaturamento na obra”.

A arena de Brasília já consumiu R$ 1,476 bilhão durante a reforma, segundo o TCDF, e o custo total do estádio pode chegar a R$ 1,607 bilhão devido a contratos ainda vigentes. Com isso, o valor pode atingir R$ 22.644,96 por assento – no total, são 71 mil lugares.

“O investimento total no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha é de R$ 1,4 bilhão, valor que ainda pode ser reduzido para R$ 1,2 bilhão, em virtude da previsão de abatimento de créditos do Regime Especial de Tributação para Construção, Ampliação, Reforma ou Modernização dos Estádios de Futebol (Recopa)”, afirma o governo.

 

 

Da Agência Estado

Foto: Ministério do Esporte

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Jogadores do Náutico podem ser multados por negarem entrevista

Este espaço destinado às notícias do Náutico só não está em branco por causa do gerente de futebol, Lúcio Surubim. Depois de os atacantes Hugo e Leleu, além do zagueiro Luiz Alberto, dizerem não aos microfones da imprensa, o dirigente veio a público explicar apenas uma parte do que deveria ser explicado. Primeiro: ninguém sabe o motivo da recusa do trio. Segundo: está previsto, numa espécie de regimento interno do clube, uma multa se o motivo não convincente.

Como estava numa conferência com a diretoria, Surubim não conversou com os jogadores mas explicou o funcionamento da cartilha interna. Ela foi distribuída a todos no final de janeiro e um dos pontos abordados é o atendimento à imprensa, que por extensão, chega ao torcedor. “Temos um regulamento interno para esse ano e vamos conversar com eles para saber os motivos. Todos sabem suas obrigações e direitos. A multa é financeira”, disse. O gerente só não vaticinou a posição porque quer ouvir os três. “Vamos conversar até amanhã para tomar providências”, pontuou.

A ‘auto-mordaça’ veio no dia seguinte à derrota por 1×0 para o Sergipe, pela primeira fase da Copa do Brasil. A volta desse jogo está marcada para o dia 2 de abril, na Arena Pernambuco. Porém, esta mesma data prevê um dos jogos das semifinais do Campeonato Pernambucano. Entre a ironia e a ameaça, Lúcio lembrou que na próxima quarta-feira (19) o Náutico não tem compromisso.

“Todo mundo sabe disso (do choque de datas). Ou estão achando que o Náutico não fica entre os quatro ou não sei o que estão esperando. Ou seja, mais uma vez o Náutico vai ser sacrificado. Mas eles sabem que se tomam medidas, sentiram na pele. (O Náutico) não vai aliviar como aliviou na tabela do Campeonato Pernambucano”, avisou.

DISPENSA – O primeiro jogador dispensado da era Lisca é o zagueiro Leo Kanu. O jogador já vinha treinando em separado e está autorizado para resolver os trâmites burocráticos de seu desligamento. “Conversamos com o empresário dele e chegamos a um acordo”, disse Surubim.

 

 

 

 

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Carlos Alberto acha que a torcida do Santa Cruz está cobrando demais

Campeão Brasileiro da última Série C,acesso à Série B depois seis anos de espera, ainda com chances de chegar à final da Copa do Nordeste e terceiro colocado no Campeonato Estadual.

Tudo isso somado dá uma margem positiva ao Santa Cruz diante de sua torcida, afinal são resultados expressivos da equipe em um intervalo curto de tempo.

Mas, e se colocássemos no meio disso, três clássicos sem vitória, sendo que dois com derrota para o Sport na Ilha do Retiro? Aí as coisas mudam rapidamente.

Pois é isso que está acontecendo no clube, apesar dos bons resultados recentes, o time vem sentindo na pele a pressão por não ter conquistado uma vitória sequer diante dos maiores rivais.

Quem não está gostando nada disso é o meia Carlos Alberto,que acha exagerada a cobrança dos tricolores. “É uma torcida que comparece,que nos apoia bastante, mas que está cobrando demais”.

“Não podemos levar em consideração tudo o que os torcedores falam,porque na opinião deles o Santa já deveria ser o campeão das competições que está participando”,afirmou.

Ainda sobre as cobranças da torcida, ele também classificou como exagero as direcionadas ao técnico Vica. “O treinador não joga,ele não faz gol, então a culpa não é dele”. “O Vica escala o time e nos ajuda bastante. É muito fácil apontar o dedo e escolher os culpados,quero ver se eles colocam a chuteira e fazem o que nós fazemos em campo”,disse.

Para sair da situação incômoda e reverter o placar da última quarta-feira, Carlos Alberto acredita que o time precisa esquecer o jogo passado e fazer valer o mando de campo,assim como fez o Sport.

E uma boa contribuição pode ser uma vitória sobre o Porto no sábado pelo Estadual. ” Basta uma vitória de meio a zero para o torcedor voltar a nos apoiar. Eu peço que todos continuem acreditando no nosso time, ainda não tem nada perdido”.

“Nós jogadores temos que botar na cabeça que podemos vencer o próximo jogo.Vamos fazer valer o mando de campo, o Sport tem que provar do nosso veneno também, ainda não tem nada decidido”, comentou.

Cassiano pode se livrar de cirurgia no joelho direito

Foto: Guga Matos / JC Imagem

Foto: Guga Matos / JC Imagem

Eis que o departamento médico coral pode ter um paciente a menos nos próximos meses.É que o atacante Cassiano pode não fazer mais a cirurgia no joelho direito, por conta do rompimento dos ligamentos cruzados.

Esta lesão aconteceu após uma disputa de bola com o zagueiro Ferron, no clássico contra o Sport, válido pelo Campeonato Pernambucano, na quinta-feira passada (6).

Inicialmente ele ficaria cerca de seis meses afastado,mas a diretoria coral ainda trabalha com a possibilidade de Cassiano realizar um tratamento que possa fazer com que ele volte a tempo de disputar a reta final da Copa do Nordeste e do Estadual.

“Existe uma possibilidade de Cassiano não ser operado. Ele viajou para Porto Alegre e talvez faça um tratamento alternativo. Ele pode voltar para o Recife na semana que vem”, disse o diretor de futebol Constantino Junior.

Mas, como Tininho não tem muito conhecimento na área da medicina, preferiu não entrar em detalhes.”Não quero entrar em detalhes porque é uma situação extremamente médica”, ressaltou.

 

 

 

 

 

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Foto: Guga Matos/JC Imagem

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América vence e sobe uma posição no hexagonal da permanência

A sétima rodada do hexagonal da permanência tinha tudo para acirrar a luta contra o rebaixamento e movimentar a noite dessa quarta-feira (12) pelo Campeonato Pernambucano 2014. Mas dos três jogos realizados, somente na partida entre Vitória e América o placar não ficou no 0x0. Os alviverdes venceram por 1×0 e subiram da quarta para a terceira posição, com 11 pontos.

No estádio Carneirão, o Tricolor das Tabocas novamente acumulou mais um resultado negativo na competição e perdeu dentro de casa, desta vez para o Periquito. Aos 29 minutos do primeiro tempo, Márcio marcou o único gol da partida que garantiu o triunfo ao Mequinha. Com o resultado, o Vitória segue na lanterna do grupo, com apenas quatro pontos. O América, por sua vez, chegou aos 11 e subiu da quarta para a terceira posição.

Já em Santa Cruz do Capibaribe, no estádio Otávio Limeira Alves, o Clássico do Agreste entre Ypiranga e Pesqueira não saiu do 0x0. O resultado levou a Máquina de Costura a amargar quatro jogos sem vencer dentro dos seus domínios, nesta segunda fase do Pernambucano. Apesar do ponto conquistado, o clube caiu uma posição e agora ocupa a quarta colocação do grupo, na porta da zona do rebaixamento, com 10 pontos. Já o Pesqueira, chegou aos 11 e permanece na vice-liderança.

Outra partida com placar em branco ocorreu entre o líder Serra Talhada e o vice-lanterna Chã-Grande. Em duelo no estádio Nildo Pereira, os donos da casa não souberam aproveitar o apoio da torcida esbarraram na Raposa. Com resultado, o Cangaceiro chegou aos 12 pontos, enquanto que os visitantes somam sete.

Para a oitava rodada do hexagonal, às 15h do próximo sábado (15) no estádio Carneirão, o Chã-Grande recebe o Ypiranga. No domingo (16), dois jogos estão programados para as 16h. No estádio Joaquim de Britto, o Pesqueira recebe o América, enquanto que no Carneirão o Vitória duela contra o Serra Talhada.

 

 

NE10 interior

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Bola parada decide, Sport vence o Santa Cruz por 2×0 e sai na vantagem nas semifinais do Nordestão

Não foi com a mesma intensidade do encontro passado, é verdade. O Sport encontrou mais dificuldades para chegar ao gol de Tiago Cardoso e produziu menos chances claras de gols. Ainda assim, o Leão fez o suficiente para bater o Santa Cruz por 2×0 de maneira merecida, na noite desta quarta-feira, na Ilha do Retiro. As bolas paradas rubro-negras foram decisivas para conquistar uma vitória importante que agora dá vantagem nas semifinais da Copa do Nordeste.

No jogo de volta, na próxima quarta-feira, no Arruda, o Sport jogará pelo empate e até por uma derrota por um gol de diferença para se classificar para a final. Um 2×0 para os corais provoca os pênaltis. Para se classificar direto, o Tricolor terá que bater os leoninos por uma vantagem de três gols.

O JOGO – Como no clássico anterior, em que venceu o rival por 3×0, o Rubro-negro tentou impor uma marcação forte sobre o Tricolor nos primeiro minutos. Só que ao contrário do último duelo entre as duas equipes, o Leão deixou para marcar um pouco mais atrás. Isso chamou o Santa Cruz para o campo de ataque e fez com que os corais tivessem maior posse de bola.

A equipe do técnico Vica, porém, abusou dos cruzamentos para o atacante Léo Gamalho. Poucas foram as tentativas de penetração na zaga dos donos da casa, que levou a melhor em praticamente todos os lances por cima e por baixo. Faltou ao Santa Cruz aproveitar melhor a capacidade de movimentação de Renatinho e Flávio Caça-Rato.

Com a bola nos pés no campo de ataque, o Sport procurou explorar as laterais e a velocidade. Patric foi uma das principais armas novamente ao lado de Felipe Azevedo e Ananias (substituído ainda no primeiro tempo por conta de lesão). A intensidade, todavia, foi menor quando comparada com o clássico da semana passada. Até porque a marcação coral esteve mais atenta. Por isso as chances dos leoninos foram poucas.

Com a partida mais truncada, restou para a equipe de Eduardo Baptista apostar nas bolas paradas para chegar aos gols. A primeira veio aos 21 minutos do primeiro tempo. Após escanteio cobrado, Neto Baiano teve oportunismo dentro da área para aproveitar uma bola desviada e mandar para o fundo das redes.

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A vantagem mínima fez o Sport crescer na partida. O Leão ocupou mais o campo ofensivo e ficou com mais perto de ampliar o placar do o Santa Cruz de empatar. Quando era esperada uma reação dos tricolores após o intervalo do jogo, os rubro-negros aproveitaram mais uma bola parada e ampliaram o placar no primeiro minutos do segundo tempo. Durval cobrou falta e Felipe Azevedo tocou de cabeça para o gol. O lance ainda contou com falha de Tiago Cardoso, que se atrapalhou com a bola e aceitou.

Com a vantagem, restou aos donos da casa administrarem o placar. Foi a hora do sistema defensivo trabalhar mais e mostrar serviço com muita eficiência. Magrão foi praticamente um coadjuvante na partida por conta da boa apresentação dos defensores do Sport.

FICHA DA PARTIDA – SPORT 2X0 SANTA CRUZ

Sport – Magrão; Patric, Ferron, Durval e Danilo; Rodrigo Mancha, Ewerton Páscoa (Bileu) e Aílton (Wendel); Ananias (Sandrinho), Felipe Azevedo e Neto Baiano. Técnico: Eduardo Baptista.

Santa Cruz: Tiago Cardoso, Oziel, Everton Sena, Renan Fonseca e Nininho; Sandro Manoel (Raul), Luciano Sorriso, Carlos Alberto, Renatinho (Jefferson Maranhão); Caça-Rato e Léo Gamalho. Técnico: Vica.

Copa do Nordeste (semifinal). Local: Ilha do Retiro, Recife (PE). Árbitro: Gilberto Castro Júnior (PE). Auxiliares: Elan Vieira e Clóvis Amaral (ambos de PE). Gols: Neto Baiano (S) aos 21 minutos do primeiro tempo; Felipe Azevedo (S) aos 1 do segundo. Amarelos: Ananias (S), Ewerton Páscoa (S), Luciano Sorriso (SC), Flávio Caça-Rato (SC) e Danilo (S). Público: 11.398. Renda: R$ 199.665.

 

 

 

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Não foi com a mesma intensidade do encontro passado, é verdade. O Sport encontrou mais dificuldades para chegar ao gol de Tiago Cardoso e produziu menos chances claras de gols. Ainda assim, o Leão fez o suficiente para bater o Santa Cruz por 2×0 de maneira merecida, na noite desta quarta-feira, na Ilha do Retiro. As bolas paradas rubro-negras foram decisivas para conquistar uma vitória importante que agora dá vantagem nas semifinais da Copa do Nordeste.

No jogo de volta, na próxima quarta-feira, no Arruda, o Sport jogará pelo empate e até por uma derrota por um gol de diferença para se classificar para a final. Um 2×0 para os corais provoca os pênaltis. Para se classificar direto, o Tricolor terá que bater os leoninos por uma vantagem de três gols.

O JOGO – Como no clássico anterior, em que venceu o rival por 3×0, o Rubro-negro tentou impor uma marcação forte sobre o Tricolor nos primeiro minutos. Só que ao contrário do último duelo entre as duas equipes, o Leão deixou para marcar um pouco mais atrás. Isso chamou o Santa Cruz para o campo de ataque e fez com que os corais tivessem maior posse de bola.

A equipe do técnico Vica, porém, abusou dos cruzamentos para o atacante Léo Gamalho. Poucas foram as tentativas de penetração na zaga dos donos da casa, que levou a melhor em praticamente todos os lances por cima e por baixo. Faltou ao Santa Cruz aproveitar melhor a capacidade de movimentação de Renatinho e Flávio Caça-Rato.

Com a bola nos pés no campo de ataque, o Sport procurou explorar as laterais e a velocidade. Patric foi uma das principais armas novamente ao lado de Felipe Azevedo e Ananias (substituído ainda no primeiro tempo por conta de lesão). A intensidade, todavia, foi menor quando comparada com o clássico da semana passada. Até porque a marcação coral esteve mais atenta. Por isso as chances dos leoninos foram poucas.

Com a partida mais truncada, restou para a equipe de Eduardo Baptista apostar nas bolas paradas para chegar aos gols. A primeira veio aos 21 minutos do primeiro tempo. Após escanteio cobrado, Neto Baiano teve oportunismo dentro da área para aproveitar uma bola desviada e mandar para o fundo das redes.

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A vantagem mínima fez o Sport crescer na partida. O Leão ocupou mais o campo ofensivo e ficou com mais perto de ampliar o placar do o Santa Cruz de empatar. Quando era esperada uma reação dos tricolores após o intervalo do jogo, os rubro-negros aproveitaram mais uma bola parada e ampliaram o placar no primeiro minutos do segundo tempo. Durval cobrou falta e Felipe Azevedo tocou de cabeça para o gol. O lance ainda contou com falha de Tiago Cardoso, que se atrapalhou com a bola e aceitou.

Com a vantagem, restou aos donos da casa administrarem o placar. Foi a hora do sistema defensivo trabalhar mais e mostrar serviço com muita eficiência. Magrão foi praticamente um coadjuvante na partida por conta da boa apresentação dos defensores do Sport.

FICHA DA PARTIDA – SPORT 2X0 SANTA CRUZ

Sport – Magrão; Patric, Ferron, Durval e Danilo; Rodrigo Mancha, Ewerton Páscoa (Bileu) e Aílton (Wendel); Ananias (Sandrinho), Felipe Azevedo e Neto Baiano. Técnico: Eduardo Baptista.

Santa Cruz: Tiago Cardoso, Oziel, Everton Sena, Renan Fonseca e Nininho; Sandro Manoel (Raul), Luciano Sorriso, Carlos Alberto, Renatinho (Jefferson Maranhão); Caça-Rato e Léo Gamalho. Técnico: Vica.

Copa do Nordeste (semifinal). Local: Ilha do Retiro, Recife (PE). Árbitro: Gilberto Castro Júnior (PE). Auxiliares: Elan Vieira e Clóvis Amaral (ambos de PE). Gols: Neto Baiano (S) aos 21 minutos do primeiro tempo; Felipe Azevedo (S) aos 1 do segundo. Amarelos: Ananias (S), Ewerton Páscoa (S), Luciano Sorriso (SC), Flávio Caça-Rato (SC) e Danilo (S). Público: 11.398. Renda: R$ 199.665.

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Copa do Brasil: Náutico larga no prejuízo diante do Sergipe

Numa jornada pouco criativa e com muitos erros na maior parte do tempo, o Náutico perdeu para o Sergipe por 1×0 na noite desta quarta-feira (12), no estádio Presidente Médici, em Itabaiana (SE), em sua estreia pela Copa do Brasil 2014. Com a derrota, o time pernambucano vai precisar vencer por dois gols de diferença no jogo da volta, marcado para a Arena Pernambuco no dia 2 de abril. Caso devolva o placar, a decisão vai para os pênaltis. Vitória pernambucana por um gol com os sergipanos marcando – 2×1, 3×2… – elimina a equipe de Lisca.

Credenciado pela boa campanha no campeonato estadual e, claro, atuar em casa, o Sergipe adotou uma marcação mais agressiva para tentar o primeiro gol o mais rápido possível. Em parte conseguiu. Os alvirrubros mostraram bastante dificuldade para sair jogando. Até um jogador reconhecidamente mais qualificado como o volante Elicarlos errou nesse fundamento. A equipe local teve dois escanteios nos dois primeiros minutos de jogo.

Para se ter uma ideia, a linha de defesa dos sergipanos ficava no círculo central. O que faltou ao time da casa foi qualidade na hora de articular as jogadas na hora em que a bola era retomada. A primeira finalização veio aos três minutos. Mas de longe e sem perigo para Alessandro. João Paulo mandou no meio do gol. O Náutico conseguiu responder após um cruzamento de Hélder Maurílio, aos sete. O goleiro Pablo afastou de soco e, no rebote, Gerley mandou por cima.

Os pernambucanos só acharam o melhor posicionamento após os 15 minutos. A partir daí a partida ficou equilibrada, pois o Náutico encontrava as brechas para sair em contra-ataque. Paulo Júnior mandou raspando no travessão aos 17. A oportunidade do Sergipe foi ainda mais clara, aos 23. Com Alessandro já batido, João Paulo chutou e o pé salvador de Hélder apareceu para desviar a bola por cima. Não houve pé que desse jeito quatro minutos mais tarde. Após bate-rebate na área, Rafael chutou na saída de Alessandro e abriu o placar.

No prejuízo, o timbu não teve outra alternativa a não ser colocar mais gente na frente. E os escolhidos foram os volantes, principalmente Dê. Ele quase empatou aos 33 num chute cruzado. Paulo Júnior acompanhou a jogada mas não conseguiu alcançar.

A correria do Sergipe não diminiu nos primeiros minutos do segundo tempo, no que contou com uma boa dose de apatia do Náutico. Logo aos quatro minutos, João Paulo aproveitou cochilo da defesa timbu e chutou com perigo, à direita. Aos nove, o lateral-direito Bruno Bacabal fez o que quis. Passou por Gerley, Luis Alberto e Elicarlos. Na hora de finalizar, Flávio apareceu para e evitar que a vida de Alessandro ficasse mais complicada.

O posicionamento do Sergipe foi o mesmo do primeiro tempo: marcar forte na saída de jogo e ficar com a bola o mais perto da área adversária que pudesse. A diferença em relação à etapa anterior foi o Náutico. Nos primeiros 45 minutos, os atletas conseguiam fazer a transição meio-ataque. O problema era acertar o último passe. Na etapa final, sequer a transição era feita. O time vermelho e branco de Pernambuco jogava como se estivesse diante de uma parede: toda bola afastava, voltava quase instantaneamente.

O técnico Lisca tentou mudar o panorama com as entradas de Leleu – estreando – na vaga de Yuri e Marcos Vinícius no posto de Paulo Júnior. Não mudou nada. O Náutico não conseguia trocar quatro passes seguidos, o que impedia qualquer tentativa de chegar ao gol adversário. A partir dos 25 minutos, vendo que o adversário não esboçava reação, o Sergipe recuou e esperou sair no contra-ataque. E quase ampliou aos 37 Naô recebeu cruzamento e soltou uma bomba. Alessandro espalmou.

Dois minutos depois os visitantes criaram sua melhor oportunidade até então na segunda etapa. Geovane entrara há pouco tempo e, após tabela, chutou no canto. Pablo fez milagre e garantiu a vantagem dos sergipanos. No penúltimo minuto, Marcos Vinícius deu um corte em seu marcador e foi obstruído. Apesar das reclamações de pênalti o árbitro mandou seguir.

Ficha de jogo:

Sergipe: Pablo; Bruno Bacabal, Fernando Bélem, Lelo, Edinho; Rafael, Clóves, João Paulo (Rodrigo), Leozinho; Jonathan e Júnior Pirambu (Naô). Técnico: Vinícius Saldanha.

Náutico: Alessandro; Hélder Maurílio, Luiz Alberto, Flávio e Gerley (Geovane); Elicarlos, Dê, Yuri (Leleu), Hugo e Pedro Carmona; Paulo Júnior (Marcos Vinícius). Técnico: Lisca

Local: Estádio Presidente Médici, em Itabaiana-SE. Árbitro: Marielson Alves Silva (BA). Assistentes: Wladson M Silva de Oliveira (AL) e Lennon Mccartney Farias (AL). Gol: Rafael, aos 27 do primeiro tempo. Cartões amarelos: Júnior Pirambu, Leleu, Pedro Carmona e Luiz Alberto.

 

 

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Foto: Jorge Henrique/Futura Press

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Com lembranças do último confronto, Sport e Santa Cruz voltam a duelar na Ilha do Retiro

Quando Sport e Santa Cruz entrarem no gramado da Ilha do Retiro, nesta quarta-feira, às 22h, pelo primeiro jogo da semifinal da Copa do Nordeste, terão em comum, além do desejo de vitória, a lembrança. Pelo lado dos rubro-negros, a recordação de como fazer para bater bem o rival novamente, como feito na semana passada, quando venceu o Tricolor por 3×0. Enquanto do lado coral, fica a memória de como não atuar se não quiser sair derrotado mais uma vez. Mesmos sentimentos só que manifestados em sentidos diferentes, algo natural visto que dificilmente há algo em que leoninos e corais convergem. Isso é Clássico das Multidões.

Com a boa lembrança do último confronto em mente, o Sport vem praticamente com o mesmo time que venceu o Santa Cruz na semana anterior. Tem apenas o desfalque do lateral-esquerdo Renê, suspenso com o terceiro cartão amarelo. Em seu lugar entrar´´a Danilo, que já atuou inclusive no fim de semana, quando o Leão bateu o Central, pelo Estadual. O restante da equipe é repeteco do último clássico.

Com essa sequência no onze inicial, o técnico Eduardo Baptista também espera uma repetição de atitude do grupo. Deseja ver o mesmo tipo de marcação imposta ao rival no duelo recente e muita intensidade de jogo.

Equipe de Felipe Azevedo quer repetir dose do último jogo entre as duas equipes. Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

Equipe de Felipe Azevedo quer repetir dose do último jogo entre as duas equipes. Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

“Em um jogo contra o Santa Cruz temos que estar ligados e altamente concentrados. O treinador deles é um estrategista. Tem que ter atenção do massagista ao Felipe Azevedo”, disse Baptista dando o tom de como quer ver seu time no gramado.

Um fator, no entanto, pode alterar a postura rubro-negra: o regulamento do Nordestão, que premia o gol fora de casa. Por conta disso, Eduardo destaca que a marcação deve ser mais forte. “Amanhã é o primeiro tempo do duelo. Não tomar gols é o importante”.

Justamente se apegando ao regulamento, o Santa Cruz deseja dar o troco no Leão. Os corais não digeriram bem a derrota por 3×0 e planejam dar uma resposta aos críticos. Para isso, mudanças em relação ao time que saiu derrotado da Ilha do Retiro. Nininho será improvisado na lateral esquerda no lugar do jovem Patrick. Além disso, o meia Raul cederá vaga para Renatinho. As duas alterações já foram testadas pelo técnico Vica na goleada por 7×0 sobre o Salgueiro, no último domingo, pelo Pernambucano.

Santa de Léo Gamalho quer dar o troco no Leão. Foto / Guga Matos / JC Imagem

Santa de Léo Gamalho quer dar o troco no Leão. Foto / Guga Matos / JC Imagem

“A gente espera uma postura deles mais ou menos parecida com aquela que tiveram contra a gente no outro jogo. Nós é que temos que ter uma atitude diferente para ter outro resultado”, afirmou o comandante tricolor.

Apesar de algumas mexidas no time, o treinador não considera que faltou vontade ao grupo na derrota sofrida. Segundo ele, foi mais uma má jornada provocada pela falta de concentração, que não pode faltar nesta quarta. “Tem vezes que acontece de entrar com falta de concentração. E quando enfrenta uma equipe mais qualificada como é o Sport se paga caro”.

Outra arma do técnico é pouco de mistério. No treinamento desta terça, Vica fechou os portões do Arruda e não deixou ninguém observar a movimentação. Possivelmente planeja algo novo para tentar surpreender os leoninos.

FICHA DA PARTIDA – SPORT X SANTA CRUZ

Sport: Magrão;Patric, Ferron, Durval e Danilo; Ewerton Páscoa, Rodrigo Mancha e Aílton; Felipe Azevedo, Ananias e Neto Baiano. Técnico: Eduardo Baptista.

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Oziel, Everton Sena, Renan Oliveira e Nininho; Sandro Manoel, Luciano Sorriso, Carlos Alberto e Renatinho; Flávio Caça-Rato e Léo Gamalho. Técnico: Vica.

Copa do Nordeste. Local: Ilha do Retiro, Recife (PE). Horário: quarta-feira, às 22h. Árbitro: Gilberto Castro Júnior (PE). Auxiliares: Elan Vieira e Clóvis Amaral (ambos de PE).

 

 

 

 

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