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Seleção não recebeu por título no futsal, diz capitão

Conforme havia sido prometido mais cedo por Falcão, mais um jogador importante do futsal brasileiro se rebelou contra a CBFS (Confederação Brasileira de Futsal) nesta quinta-feira. Capitão do Brasil nos dois últimos Mundiais da modalidade, o ala Vinicius publicou no Instagram uma carta do presidente da CBFS, Aécio de Borba Vasconcelos, avisando os atletas que eles poderiam não receber nenhuma premiação mesmo se vencessem o Mundial da Tailândia, em 2012.

“A nossa entidade atravessa no momento uma fase de muita dificuldade financeira em decorrência da atuação desastrosa de empresa, até então contratada para prestação de serviços, motivando uma série de aços judiciais, prejudicando inclusive a renovação de diversos patrocínios”, escreveu o dirigente, antes do Mundial.

No texto, Vasconcelos indica que condiciona a convocação dos atletas a aceitar disputar o Mundial sem receber premiação. “Aguardamos até o dia 25 do referido do corrente mês e ano (não divulgados), pronunciamento sobre o assunto, fator decisivo para a confirmação da lista de convocados a ser encaminhada à Fifa”, escreve o dirigente, que assina a carta.

Vinicius garante que nenhum atleta recebeu qualquer premiação. “Eu, como capitão da seleção, tinha a incumbência de negociar o valor do prêmio pelo título antes da convocação final. Recebei esse e-mail. Resultado? Jogamos o Mundial, ganhamos e não recebemos nenhuma premiação da CBFS! Repito: ‘zero reais’ vindo dos cofres da entidade que rege o futsal no Brasil.”

Antes de pedir apoio do deputado federal Romário, Vinicius pediu explicações sobre os gastos da CBFS. “Espero que mostrem onde foram gastos os mais de 50 milhões de reais recebidos durante esses últimos anos como patrocínios. Clareza e transparência é o que pedimos”, postou.

Mais cedo, Falcão havia dito que as denúncias que atingiram a CBV abriram caminho para que os jogadores decidissem vir a público para apontar problemas na CBFS. A entidade, filiada à Fifa, não recebe verbas da Lei Piva por não ser olímpica. Mas foi patrocinada por 10 anos pelos Correios. O último contrato anunciado, de 20 meses de validade, encerrou-se em janeiro passado. Os Correios pagaram R$ 20 milhões pelo período.

Mesmo sem contrato com os Correios, a CBFS continua apontado o mesmo como seu patrocinador oficial. O Banco do Brasil, que já pediu explicações à CBV, também é apontado no site da CBFS como seu patrocinador.

 

 

Fonte: Agência Estado

 

 

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Mesmo com veto a organizadas, houve confusão antes do clássico entre Santa Cruz e Sport

Apesar do veto determinado pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco, as torcidas organizadas foram para o estádio do Arruda, na noite desta quarta-feira, acompanhar a partida entre Santa Cruz e Sport, pela Copa do Nordeste. Não foram com as camisas dos grupos, proibidas, mas nem por isso deixaram de causar confusão. Mais de cem foram detidos e houve até tiro. A polícia agiu com spray de pimenta.

No caso da organizada do Sport, a Jovem, não mudou muito a rotina fora o veto para os uniformes. Teve até escolta da Polícia Militar pelas ruas do Recife. O curioso é que em muitos momentos, a PM solicitou a saída de pessoas comuns das paradas de ônibus para a passagem das facções.

Os principais focos de confusão ocorreram na chegada ao Arruda. Na pior delas, a polícia teve que agir com o uso de spray de pimenta após um dos torcedores rubro-negros sacar uma arma. Chegou-se a ouvir um tiro. O tumulto, porém, foi controlado rapidamente.

A torcida do Santa Cruz não ficou atrás nos problemas. O principal foi a danificação de um ônibus expresso que vinha escoltado pela PM. Foram quase 120 torcedores detidos após o incidente.

 

 

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Foto: Diego Nigro/JC Imagem

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Sport confirma vaga na final em jogo marcado por erros da arbitragem

Num jogo marcado pela péssima atuação do árbitro Sandro Meira Ricci, o Sport venceu o Santa Cruz novamente, desta vez por 2×1, na noite desta quarta (19), no Arruda, e confirmou sua vaga na decisão da Copa do Nordeste, condição que o clube alcançou pela última vez em 2001. O adversário leonino será o Ceará, que mesmo perdendo para o América-RN por 2×1, carimbou o passaporte por ter feito 4×0 no primeiro jogo. A primeira decisão será no dia 2 de abril, na Ilha. O jogo da volta, no dia 9, na Arena Castelão.

Antes de a bola rolar, o mistério que envolveu as vésperas do confronto não se concretizou, principalmente por parte dos tricolores. Quem esperava Jefferson Maranhão, Natan ou qualquer novidade pelos donos da casa enganou-se redondamente. Os tricampeões estaduais entraram com a mesma formação que goleou o Porto no sábado. No Sport, Danilo foi o escolhido para substituir Ananias, como já acontecera no domingo, na partida com o Salgueiro.

Sem novidades na escalação, quase tudo foi o mesmo quando a bola começou a rolar. Alguém esperava muitas faltas? Jogo truncado no meio? Quem respondeu sim, desta vez acertou. A sutil diferença é que o Sport marcou uma linha abaixo do que faz normalmente nos primeiros três minutos. Os dez jogadores de linha posicionavam-se no campo defensivo. Mas a pressão do Santa foi apenas territorial.

Depois do tempo citado acima, o trio ofensivo dos visitantes adiantou-se até a linha divisória do gramado e tirou um pouco o adversário de seu campo. Foi aí que a partida ganhou em faltas, poucas sequências de passes corretos e nenhum trabalho para os dois goleiros. O lance estranho aconteceu aos 19. Éverton Sena dividiu uma bola no alto com Neto Baiano e entrou com o cotovelo na nuca do atacante leonino. Na sequência da jogada ele tentou cortar dando uma bicicleta e acertou de raspão o rosto de Danilo. Pelas duas faltas temerárias, foi expulso.

O Sport não aproveitou para pressionar o Santa. Preferiu trocar mais passes para gastar o tempo. E nessa paciência foi chegando perto da área. Aos 26, Felipe Azevedo cortou para a meia-lua e chutou rasteiro. Tiago Cardoso esticou-se e mandou a escanteio. Cinco minutos depois, o árbitro que todo mundo queria por ser, indiscutivelmente o melhor, tanto que vai para a Copa do Mundo, errou feio. Felipe Azevedo de um chapéu em Renan Fonseca e Leandro Souza veio por trás para tentar o corte. O atacante do Sport chutou o vento e Ricci interpretou como falta, ou melhor, pênalti. Leandro Souza, que pela lógica do árbitro deveria ser expulso, ficou com o amarelo.

Neto Baiano foi para a cobrança e acertou uma bomba na trave esquerda. O pênalti perdido pelo rival encheu os tricolores de brios. Mesmo com um a menos, todos procuravam colaborar com a marcação. Era normal ver Caça Rato se atirando em qualquer dividida. Mas só na base da força era pouco. O Sport manteve o controle até Leandro Souza, numa disputa sem perigo iminente nenhum, inclusive na área do Sport, entrou de sola no tornozelo de Durval. Amarelo. Como a primeira advertência fora no inexistente pênalti. O primeiro erro do árbitro custou o segundo jogador do Santa na partida.

A única coisa que o Sport poderia querer depois disso seria um gol. E ele veio, mas sem erros. Renê cruzou da esquerda e Rithely aproveitou a falta de um zagueiro no Santa. Subiu entre Renan e Nininho para cabecear sem chance para Tiago Cardoso.

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Sandro Meira Ricci errou em duas expulsões e no pênalti para o Sport. Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

O tricolor voltou para o segundo tempo com Memo no lugar de Caça Rato para recompor a defesa. Mas quem fez a diferença foi Patric. Por descuido ou falta de concentração, o lateral deu um presentão para Leo Gamalho, que não fez cerimônia. Dominou e chutou forte no canto. A um minuto estava tudo igual. Mas o gol não serviu de alento nem mudaria o resultado do confronto nem o jogo que se desenrolaria até o fim da partida.

O Santa não tinha como jogar em velocidade porque, para ele, o campo estava grande demais. A ligação direta defesa-ataque não surtia efeito porque havia um atacante, que não é veloz, marcado por dois zagueiros. A jogada individual também nadava porque o todo time – com exceção de Leo Gamalho – postava-se bravamente à frente da área para evitar o pior.

O que restaria?
Ao Sport martelar, marcar a saída de bola e bombardear Tiago Cardoso até conseguir uma goleada histórica.
Ao Santa, evitar o vexame.

O que aconteceu, realmente?
O time visitante conseguiu colocar-se à frente do placar aos dez minutos. Patric redimiu-se do erro com uma bomba de fora da área. A bola desviou em Luciano Sorriso e entrou no canto oposto de Tiago Cardoso. A partir daí o Sport deu nítido sinal de que não faria um bombardeio, fosse para os jogadores se preservarem, já que a maratona ainda está na metade, fosse também por respeito aos companheiros de profissão que estavam com camisas diferentes.

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Leo Gamalho foi sacrificado com as duas expulsões. Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

Os rubro-negros trocaram muitos passes entre o círculo central e área coral, com poucas finalizações, mesmo de média ou longa distância. Quando retiam a bola, quem quer que fosse do Santa Cruz dava um chutão para frente. Gamalho e Oziel que se virassem. E assim os dois times levaram o jogo em banho-maria, com exceção de uma tabela de Memo com Nininho, que este último chutou em cima de Magrão.

Com nada mais a acontecer, o árbitro Sandro Meira Ricci acrescentou mais um erro para sua fraca atuação no clássico. Aos 40 minutos, Felipe Azevedo disputou uma bola com Nininho e o juiz viu uma agressão do camisa 11 do Sport. Mandou o vermelho direto. O último ato para corroborar o pior em campo.

Ficha do jogo

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Oziel, Everton Sena, Renan Fonseca e Nininho; Sandro Manoel, Luciano Sorriso, Carlos Alberto (Pingo) e Raul (Leandro Souza); Flávio Caça-Rato (Memo) e Leo Gamalho. Técnico: Vica.

Sport: Magrão; Patric (Bileu), Ferron, Durval (Oswaldo) e Renê; Rodrigo Mancha, Rithely e Aílton; Felipe Azevedo, Neto Baiano (Joelinton) e Danilo. Técnico: Eduardo Baptista.

Local: Arruda, Recife (PE). Árbitro: Sandro Meira Ricci. Assistentes: Albert Junior e Ricardo Chianca. Gols: Rithely, aos 44 do primeiro tempo. Leo Gamalho, a um minuto; Patric, aos dez do segundo. Cartões amarelos: Rodrigo Mancha e Danilo. Expulsões: Everton Sena, Leandro Souza e Felipe Azevedo.

 

 

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Santa Cruz e Sport lutam por vaga na decisão da Copa do Nordeste

Somente um time pernambucano vai seguir em frente na Copa do Nordeste depois desta quarta-feira. Quando Santa Cruz e Sport entrarem no gramado do Arruda, pelo segundo jogo da semifinal da competição, cada espaço do gramado será disputado pelas duas equipes na busca pela vaga na decisão. O Leão parte na vantagem deste duelo por ter vencido o primeiro confronto por 2×0. Os rubro-negros jogam pelo empate e até podem perder por um gol de diferença que se classificam. Como se isso não bastasse, se os leoninos marcarem um gol, obrigam os tricolores a vencerem por três gols de diferença.

Dentro deste cenário, obrigatoriamente o ataque do Santa Cruz não poderá passar em branco. Precisa furar a defesa do Sport e fazer algo que ainda não fez neste ano: gols em clássicos. “Temos que procurar fazer o primeiro gol para incendiar a partida. Não adianta querer marcar o terceiro gol sem ter aberto o placar antes. Não importa com quantos minutos o primeiro vai sair, temos que buscar até o fim”, disse o atacante Léo Gamalho.

Nas outras duas vezes em que encarou o Leão, jogando na Ilha do Retiro, o time do técnico Vica não soube encontrar os espaços da defesa rubro-negra para chegar até o gol de Magrão. É bem verdade que a marcação imposta pelo técnico Eduardo Baptista foi dura e pegada, não deixando os mínimos espaços para o Santa trabalhar a bola.  Por conta disso, precisa trazer algo novo, que surpreenda o adversário, mas sem se desorganizar em campo. Apesar da necessidade de gols, o desespero não pode tomar conta dos corais.

Léo Gamalho é esperança de gols no Tricolor

Léo Gamalho é esperança de gols no Tricolor

“Não adianta entrar no jogo desorganizado. Vai ser uma partida dura e não podemos jogar de qualquer maneira. Se a gente for pra cima, sem organização, não vamos conseguir o resultado. Teremos 90 minutos equilibrados, de muita marcação. É o nosso terceiro confronto com o Sport e devemos ter aprendido alguma coisa. Vamos corrigir alguns pontos e por isso que a gente vai treinar hoje. Precisamos nos precaver para buscar a vitória. Vamos estar em casa, diante do nosso torcedor, que vai nos empurrar e a gente está trabalhando em cima disso para tentar a vitória e buscar a classificação”, afirmou Vica.

Apesar de ter feito o último treino antes do clássico de portões fechados, o treinador não deu indícios de que deverá fugir da escalação que vem utilizando nos últimos jogo. Ele, porém, deixou em aberto a possibilidade de alguma surpresa.”A base dos últimos jogos deve ser mantida. Mas só vou divulgar a escalação amanhã (nesta quarta). Pode ser que mude alguma coisa em relação ao confronto com o Porto. Vamos vê se a gente bola uma coisa nas próximas 24 horas”, declarou.

Pelo lado do Sport a tranquilidade reina não só pela boa vantagem, mas pelas boas apresentações recentes da equipe de Eduardo Baptista. Assim como Vica, o comandante leonino não confirmou os titulares. Tem dúvidas no meio para o substituto de Ewerton Páscoa, suspenso pelo recebimento do terceiro amarelo, e de Ananias, lesionado e vetado pelo departamento médico. Liberados pelo DM recentemente, o Rithely e Érico Júnior devem assumir as vagas respectivamente.

“Estou levando em consideração todos os fatores, como a experiência. Rithely não podemos falar que não é experiente, pois é titular desde 2012 na série A. Wendell está se recuperando e vou levar a dúvida até amanhã”, disse Baptista deixando em aberto uma disputa entre Rithely e Wendel pela vaga deixada por Páscoa.

Marcação rubro-negra deve vir forte novamente

Marcação rubro-negra deve vir forte novamente

Além de estudar as melhores alterações para os problemas da equipe, o treinador rubro-negro estuda estratégias de acordo com as variações do adversário. Não quer ser surpreendido pelo ímpeto por gols do adversário. “Trabalhamos três variações que o Vica costuma fazer. Têm jogadores tecnicamente interessantes e se ficar correndo atrás desses jogadores acaba se perdendo na marcação”.

Um aspecto que não deve mudar no Sport, porém, é a forte marcação, principalmente sobre a saída de bola do adversário. Por conta desse desejo, Baptista poupou seus titulares no fim de semana, contra o Salgueiro. A expectiva do treinador é que, mais descansados, os seus atletas possam imprimir maior pegada e intensidade nas roubadas de bola.

FICHA DA PARTIDA – SANTA CRUZ X SPORT

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Oziel, Everton Sena, Renan Fonseca e Nininho; Sandro Manoel, Luciano Sorriso, Carlos Alberto e Raul; Flávio Caça-Rato e Leo Gamalho. Técnico: Vica.

Sport: Magrão; Patric, Ferron, Durval e Renê; Rodrigo Mancha, Wendel (Rithely) e Aílton; Felipe Azevedo, Érico Júnior (Sandrinho) e Neto Baiano. Técnico: Eduardo Baptista.

Copa do Nordeste (semifinais). Local: Arruda, Recife (PE). Horário: quarta-feira, às 22h. Árbitro: Sandro Meira Ricci. Assistentes: Albino Andrade Albert Junior e Ricardo Bezerra Chianca.

 

 

 

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Parreira diz que Brasil tem obrigação de ganhar a Copa de 2014

O coordenador técnico da seleção brasileira, Carlos Alberto Parreira, comandante da equipe do tetra, em 1994, afirmou nesta terça-feira (18) que o Brasil tem a “obrigação” de ganhar a Copa do Mundo deste ano. Para ele, como o Mundial será no País, os donos da casa vão entrar em campo com a obrigatoriedade de apagar o Maracanazo e faturar o hexacampeonato.

“Pude presenciar na África do Sul como é importante a participação do torcedor, do povo, de todo mundo. O país se mobiliza em função da seleção. No Brasil não vai ser diferente. Até como uma intensidade muito maior, porque nós somos o ‘País do Futebol’. Porque o País do Futebol perdeu a primeira Copa em casa e tem a obrigação de ganhar a segunda Copa em casa”, opinou Parreira, em vídeo publicado no site da CBF.

Ele, porém, garante que a seleção brasileira não sente o peso dessa responsabilidade e tem totais condições de atingir o objetivo no Mundial que começa em 12 de junho. “Isso nos dá uma responsabilidade muito grande, mas que não está nos atingindo. Estamos confiantes que o trabalho está sendo bem feito, bem conduzido”, comentou.

“Os jogadores estão imbuídos de ganhar a Copa em casa. Temos um time muito bom. Temos um goleiro que já foi considerado o melhor do mundo, os zagueiros, os laterais, os meias estão entre os melhores do mundo. Nossos atacantes estão no nível dos melhores do mundo. Temos um time muito bom e com vontade de ganhar a Copa”, garantiu.

Na entrevista ao site da CBF, Parreira disse que, depois de treinar equipes em cinco Mundiais, escolheu trabalhar na África do Sul em 2010 para sentir o gosto de comandar pela primeira vez o time da casa. “Há o envolvimento total do país, a responsabilidade que você tem, você passa a ser o foco central de tudo que acontece. As atenções estão todas voltadas para a seleção, para o técnico, para os jogadores. A cobrança é muito maior. E a gente gosta desse tipo de desafio.”

 

 

Fonte: Agência Estado

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Apesar da liderança no Pernambucano, Náutico ainda precisa de reforços para a Série B

A lesão do zagueiro Luiz Alberto, que vai ficar quatro meses afastado dos gramados só reforça ainda mais a necessidade do Náutico para procurar mais reforços visando a disputa da Série B deste ano. Por mais que o Timbu seja líder do Estadual, a equipe do técnico Lisca precisa ser qualificada.

O setor mais carente agora é a defesa como um todo. Além de mais zagueiros, o Alvirrubro necessita de mais laterais, principalmente para o setor esquerdo, onde Gerley e Izaldo ficam se revezando sem convencer o torcedor.

Uma questão que preocupa para a defesa é o entrosamento adquirido entre Flávio e Luiz Alberto. Por enquanto William Alves vai entrar como titular. Porém, um novo defensor chegará ao Timbu e terá que se entrosar com o restante do elenco alvirrubro, algo que demanda tempo.

“É duro porque estávamos em um entrosamento muito bom. O pensamento era entrosar o quanto antes da Brasileiro e ajudar o Náutico a voltar para a Série B”, avaliou Luiz Alberto, que foi de muletas para o centro de treinamento Wilson Campos nesta terça-feira.

O meio de campo do Náutico e o ataque também precisam de reforços para a Segundona. O próprio técnico Lisca já confirmou que ainda procura o equilíbrio ideal para o meio de campo do time. O principal desejo do treinador é um terceiro homem de meio que possa fazer a ligação entre defesa e ataque com eficiência.

No ataque, a principal queixa dos torcedores é a falta de gols. Um artilheiro que empurre a bola para as redes ainda não apareceu, tanto que o artilheiro da equipe no Pernambucano é o meia Pedro Carmona, que tem seis gols. O jogador, por sinal, é uma das poucas certezas no Timbu, que ainda busca o time ideal para a Série B.

 

 

 

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Foto: Guga Matos/JC Imagem

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Luiz Alberto desfalca o Náutico por quatro meses

O Náutico não poderá contar com o zagueiro Luiz Alberto por quatro meses. Numa disputa de bola no jogo contra o Central, no último domingo (16), o defensor levou a pior e sofreu uma ruptura parcial no ligamento cruzado posterior do joelho direito. Como o ligamento não foi rompido totalmente não será necessária intervenção cirúrgica, mas o tratamento convencional demora 120 dias.

O outro titular da zaga, o prata da casa Flávio, também está ameaçado de não entrar em campo no próximo domingo (23), contra o Santa Cruz, na Arena Pernambuco. Ele saiu reclamando de dores na coxa depois de esticar demais a perna e será submetido a um exame de imagem nesta terça.

O substituto de Luiz Alberto é William Alves. Caso Flávio também não tenha condição de jogo, Romário, que machucou-se no início da temporada, e já recuperado, será utilizado. O quarto zagueiro do elenco era Leo Kanu, dispensado na semana passada.

 

 

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Foto: Rodrigo Lobo/JC Imagem

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Baptista com três alternativas para substituir Ananias no Sport

Sem o atacante Ananias, que dificilmente vai enfrentar o Santa Cruz por conta de lesão na coxa esquerda, o técnico do Sport, Eduardo Baptista estuda a melhor opção para substituir o jogador no jogo da próxima quarta-feira, no Arruda, pela Copa do Nordeste. Três são os favoritos na briga pela titularidade. O único fato certo é que o comandante leonino não deve mudar o seu esquema de jogo. Vai manter o 4-2-3-1 que vem dando certo nos últimos jogos.

O meia-atacante Sandrinho, o atacante Bruninho e o lateral-esquerdo Danilo disputam a vaga de Ananias. Todos já atuaram na posição em algum momento com Baptista. Todos jogando abertos pelos lados como Ananias. O que rendeu o mais próximo do esperado foi Sandrinho, que entrou bem no clássico da semana passada e no confronto com o Salgueiro.

O atacante Érico Júnior, liberado pelo departamento médico junto com o volante Rithely, poderia entrar nessa briga. A falta de ritmo de jogo, porém, atrapalha a presença de Érico no onze inicial.

Independente de quem entre, Eduardo Baptista espera a manutenção do ritmo de antes, ou seja, com pegada forte e compromisso com a marcação sobre adversário. Essa será a principal do substituto de Ananias.

 

 

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Foto: Guga Matos/JC Imagem

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Santa Cruz: Psicológico favorável pode ser detalhe decisivo no clássico segundo o meia Raul

As duas vitórias do Sport em cima do Santa Cruz nos dois clássicos que se enfrentaram nesta temporada foram de extrema importância par o lado rubro negro.

A primeira deu ao Leão mais três pontos no Estadual e naquela rodada deixou o time isolado na liderança do hexagonal do título; a segunda e mais recente, válida pela partida de ida das semifinais da Copa do Nordeste, deixou o time do técnico Eduardo Baptista com boa vantagem para a segunda partida.

Somando ambas as vitórias o time fica com o lado psicológico bastante favorável para encarar o Santa Cruz nesta quarta-feira no Arruda. E como um clássico é decidido nos detalhes, este pode ser de fundamental importância para sair com a classificação.

Para o meia Raul, as duas vitórias recentes deixam o Sport com o emocional favorável. “Eu acho que o lado psicológico do Sport está mais forte por conta das vitórias conquistadas. Temos que reverter essa situação, espero que com o apoio do nosso torcedor possámos fazer um bom jogo e sair com a vitória”, disse.
E por falar em psicológico, este também vem sendo o grande problema do meia neste início de temporada, principalmente por conta das vaias da torcida por causa de sua queda de rendimento no time, que já fez até com que Raul perdesse a vaga de titular no time de Vica.

“Eu fiquei de fora em alguns jogos e pude treinar mais, já que a gente estava apenas jogando e descansando, sem tempo pra treinar, Isso foi bom pra mim, mas eu sei que ainda estou abaixo do que eu posso fazer e em relação ao ano passado”, comentou.

Ainda sobre as críticas dos tricolores, Raul acha normal ser cobrado, mas afirmou que esperava mais paciência nas arquibancadas. “Sou o mesmo jogador do ano passado. Não sei o que está acontecendo pois sempre estou treinando forte e me dedicando ao máximo. Estou triste pelas vais e pelas críticas”.

“É muito chato você saber que vai entrar em campo sem poder errar um passe porque a torcida vai começar a pegar no seu pé”, desabafou.

Para fazer as pazes com o torcedor, Raul espera o Arruda lotado na quarta-feira, e conquistar a vaga para a decisão da Copa do Nordeste.

“Precisamos fazer os gols para reverter esse placar adverso. Os meias vão ser de fundamental importância neste jogo para criar as jogadas de gols. Agora precisamos pressionar o Sport e o apoio do nosso torcedor vai ser de fundamental importância. O Arruda lotado faz a diferença”, comentou.

 

 

 

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Santa Cruz está perto de contratar o lateral-esquerdo Piauí

O Santa Cruz está bem perto de anunciar o lateral-esquerdo Piauí como novo jogador do clube para a temporada 2014. O atleta é velho conhecido do futebol pernambucano com passagens por Porto, Salgueiro, Náutico e pelo próprio Santa Cruz em 2007. O lateral de 31 anos estava no Oeste, de São Paulo.

Piauí chega para suprir os desfalques de Tiago Costa e Panda, que se lesionaram neste ano. É bem provável que ele já chegue para jogar de imediato.

Além das passagens pelo futebol pernambucano, o lateral-esquerdo esteve no Mogi Mirim, ASA, River Plater-PI, Campinense, Atlético-PR e ABC.

 

 

 

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