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NUVEM DE TAGS

Sem mexer no time da estreia, México garante que vai atacar o Brasil

Para a frente e avante. Assim será a postura do México para o jogo contra o Brasil. Quando a bola rolar na Arena Castelão, nesta terça-feira, a partir das 16h, o público verá um time agressivo, partindo para o ataque desde o primeiro minuto de jogo, mesmo que os donos da casa vistam amarelo e recebam o apoio da maior parte da torcida. Essa é a promessa do técnico Miguel Herrera.

Em entrevista coletiva, ele primou pelo respeito ao adversário. Entretanto, deixou claro que a ordem será buscar a vitória para chegar a seis pontos no Grupo A e se aproximar da classificação às oitavas de final.

– Respeitamos todas as seleções, mas vamos, sim, atacar. Vamos atacar no campo. Vamos partir para cima. Nós não podemos somente nos defender. Temos que fazer com que eles se defendam também. São jogadores de extrema qualidade, que precisam se sentir incomodados no jogo – frisou o treinador.

Coletiva México Miguel Layun e Miguel Herrera (Foto: Cassius Leitão)
Miguel Herrera dá entrevista coletiva ao lado do lateral Layún (Foto: Cassius Leitão)

O time deverá ser o mesmo que enfrentou Camarões: Ochoa, Maza Rodriguez, Rafa Marquez, Héctor Moreno; Aguilar, José Vazquez, Herrera, Guardado e Layún; Giovani dos Santos, Oribe Peralta. A diferença é que Miguel Herrera vai exigir mais dos atletas. Se o pensamento é de atacar desde o início do  jogo, a defesa também terá atenção redobrada.

– Vamos ter que fazer um sacrifício físico maior. Vamos ter que partir mais para o ataque, mas teremos que voltar também para a defesa. Ir e voltar. Ataque e defesa o tempo inteiro. Teremos que ter dois ou até três jogadores para marcar. Dois ou três contra um na maior quantidade de tempo possível. Essa será a nossa arma.

A ideia é chegar ao gol primeiro, mas sem descuidar da defesa. Até a Croácia foi lembrada, já que saiu na frente do placar, mas sofreu a virada. Para evitar sustos, Herrera conta com os jogadores do meio-campo – já que vai atuar no 3-5-2 – para garantir a posse de bola para o México.

Homens de confiança do meio-campo mexicano, os volantes Vázquez e Herrera foram bastante elogiados pelo chefe. Jogando no meio, eles são a chave do time para recuperar bolas e deixar o Brasil com menor posse, tendo assim, menos chance de chegar ao gol.

– Os jogadores que temos no meio campo são de grande qualidade na recuperação. Jogam em dupla contenção, têm profundidade, são bons no meio de campo. Esses volantes possuem grande poder de recuperação de bola. Têm bom condicionamento físico para brigar o jogo todo – pontuou.

Com ou sem Hulk?

A dúvida do lado brasileiro é a presença do atacante Hulk entre os titulares. Nesta segunda, o jogador do Zenit fez uma ressonância magnética na coxa para saber se terá condições de jogo. No entanto, Miguel Herrera não se preocupa com esse detalhe.

– Já analisamos como seria homem a homem. Sabemos como eles jogam. Vamos avaliar mais vídeos, mas só poderemos descobrir se o Hulk joga amanhã (terça). Vamos ver como podemos nos preparar para estar melhor no campo. Mas temos que saber que qualquer um dos substitutos tem capacidade de ser titular. Temos que estar preparados para isso.

 

 

Do Globo Esporte

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Russos e sul-coreanos se enfrentam no segundo jogo da Copa em Cuiabá

Nesta terça-feira (17), a Arena Pantanal, em Cuiabá, abre os portões pela segunda vez para receber os torcedores na Copa do Mundo de 2014. A partida desta terça será entre Rússia e Coreia do Sul, pela primeira rodada da competição. O estádio possui capacidade para mais de 39 mil pessoas e a expectativa é de arquibancada cheia, muita comemoração, como na última sexta-feira (13), na estreia da Arena. As seleções entram em campo às 18h (horário de MT; 19h no horário de Brasília).

As embaixadas dos dois países informaram à Secretaria de Turismo de Mato Grosso que, ao todo, quatro mil torcedores de cada país devem desembarcar no Aeroporto Internacional Marechal Rondon para assistir ao duelo no estádio. Muitos já chegaram nesta segunda-feira (16) e grupos de turistas ainda são aguardados para esta terça. Assim como no primeiro jogo da Copa em Cuiabá, entre Chile e Austrália, os torcedores também vão poder acompanhar a partida em bares da cidade e na Fifa Fan Fest, que dispõe de um telão gigante para a exibição de todos os jogos do Mundial.

A previsão é que a temperatura esteja em torno de 29ºC e a umidade relativa do ar próxima de 50% no momento em que os times entrarem em campo, de acordo com o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CEPTEC/Inpe). Não deve chover nesta terça.

Rússia x Coreia do Sul, em Cuiabá

Se depender do incentivo das torcidas, que começaram a chegar no fim de semana, os jogadores devem realizar uma grande partida em campo. Ao desembarcar em solo mato-grossense, sul-coreanos fizeram a festa no saguão do aeroporto. Os jogadores da Coreia do Sul desembarcaram na cidade neste domingo (15).

Os primeiros torcedores russos, um grupo de pelo menos 40 turistas, chegaram no domingo e foram se divertir na Fifa Fan Fest, onde também acompanharam a partida entre Argentina e Bósnia, realizado no Rio de Janeiro. Sob forte esquema de segurança e com alguns curiosos para fotografar o ônibus da Fifa, a seleção da Rússia desembarcou no aeroporto na tarde desta segunda.

Diferentemente da semana passada quando as áreas de camping ficaram lotadas de chilenos, os torcedores da Rússia e Coreia do Sul preferiram se hospedar em hotéis, cujas diárias variam entre R$ 300 e R$ 556 durante o período da Copa.

Torcedores da Coreia do Sul chegam a Cuiabá e fazem festa em aeroporto (Foto: G1MT)
Torcedores da Coreia do Sul chegam e fazem festa
em aeroporto (Foto: G1MT)

Por que ver este jogo: As duas seleções estreiam nesta terça-feira na Copa do Mundo. A partida é pelo grupo H, que ainda tem as seleções da Argélia e Bélgica na disputa.

O estádio: Inaugurada em abril deste ano, a Arena Pantanal custou R$ 646 milhões e começou a ser erguida em 2010. A pouco mais de um mês para o início da Copa, o operário cuiabano Muhammad’Ali Maciel Afonso morreu, aos 32 anos, vítima de uma descarga elétrica, dentro do estádio.

Transporte: Para facilitar a circulação dos espectadores entre a Fifa Fan Fest e a Arena Pantanal, nesta terça, o número de ônibus disponíveis para o trajeto será ampliado. Mais 10 ônibus especiais vão transportar os torcedores, segundo a Secopa, e eles poderão assistir ao jogo Brasil X México, às 15h [horário de MT], na Fifa Fan Fest, e do local seguir de transporte coletivo até a Arena Pantanal.

Fan Fest:: Shows sertanejos e apresentações regionais vão marcar a Fifa Fan Fest de Cuiabá, no Parque de Exposições que fica na Avenida Beira Rio, no Bairro Dom Aquino. A estrutura tem capacidade para 56 mil pessoas. Nesta terça, se apresenta o grupo Falamansa e as atraçoes seguem até o dia 13 de julho, encerramento do Mundial.

Veja como chegar à Arena Pantanal

Pólo turístico do estado, Chapada não possui uma maternidade (Foto: Secom-MT)
Pólo turístico do estado, Chapada dos Guimarães é opção para turistas durante Copa
(Foto: Secom-MT)

O que fazer na cidade: Como o jogo está marcado para o início da noite, vale um ecoturismo antes do futebol. Na cidade de Chapada dos Guimarães e no Parque Nacional que leva o mesmo nome, há cachoeiras, trilhas e paredões.

Quem optar por um programa mais urbano, mas ainda assim quer conhecer a paisagem e a fauna típicas de Cuiabá, pode visitar por exemplo o Parque Mãe Bonifácia (na área central da cidade) ou o zoológico da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

Na hora do almoço, vale passar pelo Distrito da Passagem da Conceição. Às margens do Rio Cuiabá, o local é conhecido por abrigar restaurantes com comidas típicas. Fica a menos de meia hora da capital. Antes de partir para o estádio, é possível aproveitar a vista privilegiada.

 

 

 

Do G1 MT

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Michael Schumacher sai do estado de coma e deixa o hospital de Grenoble

184yt43t3478t73894tgv3y49thv3vO ex-piloto alemão de Fórmula 1 Michael Schumacher “não está mais em estado de coma” e deixou o hospital da cidade de Grenoble, leste da França, onde estava internado desde 29 de dezembro, quando sofreu um grave acidente de esqui, anunciou a porta-voz da família.

O local onde o heptacampeão mundial de Fórmula 1 prosseguirá com “o longo processo de recuperação” não foi divulgado no comunicado assinado por Sabine Kehm, que também não revela detalhes sobre o estado de saúde de Schumacher.

“A família deseja agradecer expressamente aos médicos, enfermeiros e à administração do hospital de Grenoble”, afirma o comunicado, que também reconhece o trabalho dos socorristas que trabalharam no local do acidente.

“Todos cumpriram um trabalho formidável durante os primeiros meses”, completa o comunicado.

A família e o hospital de Grenoble não concederão entrevistas coletivas.

“Pedimos a todos, por favor, que no futuro respeitem o fato de que esta longa fase de readaptação acontecerá de maneira privada”, completa o comunicado.

Schumacher, de 45 anos, bateu violentamente contra uma rocha quando praticava esqui com o filho e um grupo de amigos na estação alpina de Meribel, na França.

Ao chegar ao hospital, Schumacher tinha lesões cranianas “difusas e graves”. Os médicos decidiram então induzir um estado de coma artificial.

No dia 30 de janeiro, os médicos anunciaram o início do processo de saída do estado de coma com a redução progressiva dos sedativos que eram administrados.

Fonte: AFP

Foto: AFP/Arquivo

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Fifa admite falhas de segurança em estádios da Copa

16aaaaaaetr436rt24397rt234A Fifa admite falhas na segurança dos estádios da Copa e promete apertar o cerco contra torcedores que entram em arenas com itens proibidos. Rojões, barras de ferro, instrumentos musicais e mesmo bandeiras conseguiram acesso às arquibancadas. O incidente mais grave foi o lançamento de rojões no primeiro jogo da Arena Pantanal na Copa do Mundo, durante a vitória do Chile sobre a Austrália, na última sexta-feira, em Cuiabá.

“É inadmissível o torcedor fazer isso, como também é nós permitirmos. Então está sendo discutido para a revista ser ainda mais restrita, tanto na entrada do estádio quanto no perímetro. Temos a informação de que já foi identificado o torcedor (que portava rojão), mas não temos ainda o nome”, disse Saint Claire Milesi, porta-voz do Comitê Organizador Local (COL).

Mas os problemas não se limitaram ao rojão. No jogo da abertura, uma bandeira gigante foi aberta na torcida, momentos antes de a partida começar e com uma mensagem que está sendo investigada por ser marketing disfarçado. Também no jogo entre Brasil x Croácia, torcidas organizadas conseguiram entrar com bandeiras de seus clubes, com dimensões bem superiores às permitidas pela Fifa.

Em outra partida, tambores conseguiram ter acesso ao estádio. No sábado, torcedores ingleses ainda conseguiram entrar no estádio em Manaus com barras de ferro. “Isso tudo está sendo revisto e os controles serão bem maiores a partir de agora”, garantiu Milesi.

Depois da experiência da África do Sul e suas vuvuzelas, a Fifa estabelece que nenhum instrumento será autorizado nos estádios do Mundial no Brasil. Os torcedores ainda terão de acompanhar os jogos sentados. As regras fazem parte do código de conduta do torcedor, que a Fifa divulgou em 2013.

Além da proibição de instrumentos, de qualquer tipo e tamanho, a Fifa também impede a entrada de megafones ou qualquer material usado por torcedores para ampliar o som. Bandeiras também tem seus tamanhos pré-determinados.

Durante a Copa de 2010, televisões de todo o mundo se queixaram do barulho das vuvuzelas, que atrapalhavam a narração dos jogos. Os jogadores também se queixaram. Mas uma das preocupações ainda da Fifa é com a reprodução das imagens dos jogos. As câmeras são autorizadas, mas não podem ter sequer uma bateria extra e deve ficar claro que é para uso pessoal. Tablets, computadores ou qualquer outro instrumento que permita a transmissão de imagens e de fotos serão proibidos.

POLÍTICA – A Fifa também vai estabelecer que todo o tipo de protesto político está proibido. Declarações ideológicas também não serão permitidas. Durante a Copa das Confederações, torcedores conseguiram driblar a Fifa e mostraram dezenas de cartazes em apoio às manifestações.

A entidade promete ainda punir quem tentar usar os jogos para fazer gestos ou gritos racistas. O uso de laser também fica proibido.

Para garantir a segurança, garrafas e copos estão proibidos. A entrada de alimentos também está banida. Sprays, fogos de artifício ou gases também serão confiscados. Na tentativa de evitar papel picado, a Fifa está também proibindo a entrada desse material.

 

 

 

 

Da Agência Estado

Foto: AFP

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Em jogo lento, Argentina vence a estreante Bósnia por 2×1

Tratado por muitos como o maior palco do futebol, o Maracanã se reencontrou com as Copas do Mundo neste domingo, 64 anos depois do dia mais triste da sua história. Ainda que o futebol apresentado na vitória da Argentina por 2 a 1 sobre a Bósnia-Herzegovina não tenha encantado, o jogo vai entrar para a história pela invasão dos argentinos, maioria entre os mais de 74 mil torcedores. Messi, um dos maiores de todos os tempos, respondeu à provocação dos brasileiros “secadores” com um gol no segundo tempo, exatamente quando a torcida cantava o nome de Neymar. Também foi ele quem bateu a falta em que Kolasinac, contra, abriu o placar.

Durante toda a partida, as arquibancadas do Maracanã viram um duelo paralelo. De um lado, a torcida argentina, cantando seus hinos e uma música especialmente feita para provocar os brasileiros, lembrando Caniggia e afirmando que Maradona jogou mais do que Pelé. Do outro, os brasileiros “com muito orgulho” vaiando o toque de bola argentino, gritando “pentacampeão” e até o famoso “domingo eu vou ao Maracanã” em apoio ao time da Bósnia.

Agora a enorme torcida argentina se prepara para invadir Belo Horizonte, onde a equipe está hospedada, e cidade na qual a Argentina vai pegar o Irã, no sábado, pelo Grupo F. Depois, o jogo contra a Nigéria, no dia 25, será em Porto Alegre. A Bósnia tem seu próximo compromisso em Cuiabá contra os nigerianos, também no sábado.

O JOGO – Só deu tempo de Messi errar um passe antes de ele participar do primeiro gol argentino. Aos 2 minutos, bateu falta pela esquerda, Marcos Rojo desviou e a bola bateu na perna de Kolasinac, mudou de rumo e foi para dentro do gol bósnio. A Argentina abria o placar com o gol contra mais rápido da história das Copas, tirando o recorde do currículo de Marcelo.

A vantagem inicial parecia o caminho ideal para a Argentina começar a Copa deslanchando. A Bósnia atacava pouco e só foi chegar a primeira vez na área rival aos 6 minutos. O esquema tático adotado pelo técnico Alejandro Sabella, porém, deixava o time estático. Afinal, o treinador surpreendeu ao escalar três zagueiros e deixar Higuaín e Gago de fora – os dois voltam de lesão.

Foi no espaço entre os três zagueiros que Misimovic enfiou bola para Hajrovic, mas Romero foi corajoso e saiu aos pés do atacante. A grande defesa do goleiro, porém, foi em um cabeceio de Lulic, após escanteio cobrado por Dzeko, aos 40 minutos. Romero se esticou para pegar no reflexo, no canto esquerdo.

Do outro lado, Di Maria e Maxi Rodríguez, bem marcados, não conseguiam criar. Messi até tinha espaço, mas não encontrava alternativas senão a jogada individual, sempre bem travada pelos bósnios. Sem o passe deles, Agüero pouco participava da partida.

Sabella percebeu o problema e mudou tudo no intervalo, colocando em campo os dois titulares até então poupados: Gago e Higuaín. Escalada no 4-3-3, a Argentina, esperava-se, passaria a impor seu estilo de jogar. Com mais opções, Messi passou a fazer o ataque argentino funcionar. Em um lance, abriu para Agüero na esquerda, mas o chute foi para longe. Em outro, tocou para Di Maria, que também desperdiçou. Em uma cobrança de falta da entrada da área, o craque bateu muito por cima.

O erro deu argumentos para a torcida brasileira começar a provocar, gritando música em homenagem a Neymar. Foi com essa trilha sonora que Messi tabelou com Higuaín, carregou para o meio e bateu no canto esquerdo de Begovic para fazer o segundo da Argentina. Na comemoração, uma espécie de desabafo do craque, que só fez seu segundo gol em Copas – o outro foi na primeira participação dele, em 2006.

Com a vantagem ampliada no placar e as modificações que deixaram a Bósnia mais ofensiva, a Argentina passou a ter o contra-ataque sua arma mais forte. Mas Messi e companhia não conseguiram criar nenhuma oportunidade clara. Na melhor, Higuaín cabeceou de costas, sem perigo.

Na sua primeira partida em Copas, a Bósnia fez o gol de honra aos 38 minutos. Ibisevic recebeu pela esquerda da área e bateu rasteiro. A bola passou por baixo do inconstante Romero e entrou mansa. No fim, porém, ficou a impressão que faltou fôlego aos bósnios para empatar.

FICHA TÉCNICA

ARGENTINA 2 x 1 BÓSNIA-HERZEGOVINA

ARGENTINA – Romero; Garay, Campagnaro (Fernando Gago) e Federico Fernández; Zabaleta, Mascherano, Di Maria, Maxi Rodríguez (Higuaín) e Marcos Rojo; Messi e Agüero (Biglia). Técnico: Alejandro Sabella.

BÓSNIA-HERZEGOVINA – Begovic; Spahic, Mujdza (Ibisevic), Bicakcic e Kolasinac; Besic, Pjanic, Lulic, Misimovic (Medunjanin) e Hajrovic (Visca); Dzeko. Técnico: Safet Susic.

GOLS – Kolasinac (contra), aos 2 minutos do primeiro tempo; Messi, aos 19, e Ibisevic, aos 38 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS – Marcos Rojo (Argentina); Spahic (Bósnia-Herzegovina).

ÁRBITRO – Joel Antonio Aguilar (Fifa/El Salvador).

RENDA – Não disponível.

PÚBLICO – 74.738 pessoas.

LOCAL – Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ).

 

 

Do Arena das Nações

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França vence Honduras em jogo histórico para o futebol

16eyrg4yrg34ry34fv34v3Em sua estreia na Copa do Mundo do Brasil, a França venceu bem Honduras por 3 a 0, com a ajuda da tecnologia, e fechou a primeira rodada do Grupo E na liderança pelo saldo de gols, já que a Suíça bateu o Equador por 2 a 1 no primeiro duelo da chave. O confronto entrou para a história por ser o primeiro jogo de Copa a utilizar a tecnologia do chip na bola, que confirmou o segundo gol da partida quando a bola ultrapassou alguns centímetros a linha do gol hondurenho. Além disso, o duelo foi muito movimentado, com lances ríspidos e violentos, principalmente por parte dos hondurenhos.

O confronto também começou com uma marca negativa. Os jogadores se perfilaram para ouvir os hinos de ambos os países mas não ouviram nada. O sistema de som não funcionou e eles não foram executados. Como ninguém ouvia nada, os jogadores saíram de sua formação e se cumprimentaram uns aos outros. O árbitro brasileiro Sandro Meira Ricci teve de aguardar pelo horário correto para iniciar a partida, que já começou sem o protocolo oficial da Fifa.

O JOGO – A França começou com a responsabilidade de apagar a péssima imagem deixada na Copa de 2010, quando a equipe criou um motim contra o técnico Raymond Domenech e foi eliminada na primeira fase. A equipe de Didier Deschamps foi surpreendida pela ousadia de Honduras, que foi bem incisiva nos primeiros momentos da partida, sem contudo colocar em risco a meta de Lloris.

Após o susto inicial com a postura de Honduras, a França pôs a bola no chão e começou a dominar as ações no duelo, criando oportunidades na grande área com o estreante Griezmann e em cruzamento de Valbuena.

A pressão aumentava e aos 14, Matuidi pegou a sobra em outro cruzamento de Valbuena e mandou forte. A bola tinha endereço certo, mas Valadares tocou de leve e a bola explodiu no travessão. Aos 22, em mais uma jogada rápida da França, Griezmann carimbou novamente o travessão de Valadares.

O time francês mostrava uma supremacia clara na partida. Aos 24, em outra esticada para Valbuena, o meia do Olympique de Marselha cruzou para a cabeçada de Benzema, que passou por cima da trave. A esta altura, Lloris era um mero espectador do confronto.

Com o duelo quente e Honduras sofrendo grande pressão, não demorou para os ânimos acirrados criarem uma confusão. Em jogada disputada no chão, Pogba recebeu pisão de Palacios e revidou. O juiz brasileiro advertiu os dois com cartão amarelo, o que ficou barato para ambos dada a gravidade das agressões.

A pressão francesa diminuiu, mas os hondurenhos não conseguiam chegar ao gol de Lloris. Aos 36, em outra boa jogada pela esquerda, a França voltou a assustar. Matuidi cruzou e Figueroa desviou para escanteio, em mais um lance de perigo.

Aos 44, em jogada infantil, Wilson Palacios, que já tinha cartão amarelo, derrubou Pogba em bola levantada na área. O árbitro brasileiro marcou pênalti e expulsou Palacios, que recebeu o segundo amarelo. Na cobrança, Benzema abriu o marcador para os franceses.

No último lance do primeiro tempo, já nos acréscimos, Valbuena bateu falta fechada para excelente defesa de Valadares, que impediu o segundo gol francês.

Aos dois minutos do segundo tempo, no primeiro lance da tecnologia que utiliza o chip na bola, o árbitro confirmou o gol de Benzema após a bola bater na trave, rebater no goleiro Valadares e entrar por centímetros. A nova tecnologia marcou seu primeiro gol na Copa, evitando erros como o cometido contra a Inglaterra, em 2010, quando o chute de Lampard contra Neuer, da Alemanha, entrou e o uruguaio Jorge Larrionda não confirmou o gol. A partir deste lance, a Fifa começou a considerar o uso da tecnologia do chip na bola. O lance de Benzema comprovou o acerto da entidade.

A França continuava seu massacre e, aos 9 minutos, Benzema quase marcou de novo ao receber de Griezmann na área e chutar forte. Valladares conseguiu defender. Aos 19, em linda jogada que percorreu todo o ataque francês, Evra cruzou rasteiro para conlusão de Matuidi, que passou rente à trave, levando muitos no Beira-Rio a gritarem gol.

Honduras tentava conter o ímpeto francês mas só conseguiu, em bobeada de Sakho, uma oportunidade isolada com Garcia, que chutou fraco para a defesa tranquila de Lloris.

Com muito mais volume de jogo e com um jogador a mais, a França chegaria logo ao seu terceiro gol. Aos 26, Benzema, inspirado e com sorte, deu números finais ao duelo quando pegou a sobra de escanteio e fuzilou no gol de Valadares, sem chance para o goleiro. Benzema é o primeiro francês a marcar dois gols em uma Copa do Mundo depois de Zidane, que marcou duas vezes na final da Copa de 1998, quando os franceses venceram o Brasil por 3 a 0.

A França encara agora a Suíça com chances de garantir sua classificação na sexta, a partir das 16 horas, na Arena Fonte Nova, em Salvador. Já Honduras enfrenta o Equador, no duelo latino-americano que define a sobrevivência de um dos dois times no Mundial. O jogo acontece na Arena da Baixada, em Curitiba, também na sexta, às 19 horas.

FICHA TÉCNICA

FRANÇA 3 x 0 HONDURAS

FRANÇA – Lloris; Debuchy, Varane, Sakho e Evra; Cabaye (Mavuba), Matuidi, Pogba (Sissoko) e Valbuena (Giroud); Benzema e Griezmann. Técnico: Didier Deschamps.

HONDURAS – Valladares; Beckeles, Figueroa, Bernárdez e Izaguirre; Wilson Palacios, Espinoza, Garrido e Najar (Claros); Bengston (Garcia) e Costly. Técnico: Luis Fernando Suárez.

GOLS – Benzema, aos 44 minutos do primeiro tempo; Valadares (contra), aos 2, e Benzema, aos 26 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS – Evra, Pogba e Cabaye (França); Garcia e Garrido (Honduras).

CARTÃO VERMELHO – Wilson Palacios (Honduras).

ÁRBITRO – Sandro Meira Ricci (Fifa/Brasil).

RENDA E PÚBLICO – Não disponíveis.

LOCAL – Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS).

 

 

Da Agência Estado

Foto: AFP

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Suíça sofre, mas marca no fim e vira sobre o Equador

19oooovef4yt785t0t4t5t3-3305t5tA Suíça sofreu para confirmar a sua condição de cabeça de chave neste domingo, em sua estreia na Copa do Mundo. Com a torcida ilustre de Joseph Blatter nas tribunas, a seleção do presidente da Fifa saiu atrás no placar, buscou o empate no início do segundo tempo e alcançou a suada vitória, por 2 a 1, aos 47 minutos do segundo tempo da partida disputada no estádio Nacional de Brasília (Mané Garrincha).

Em uma Copa que já está marcada pela quantidade de gols, o duelo registrou a quinta virada em nove jogos disputados até agora. E deixou os suíços na liderança provisória do Grupo E, com três pontos. O Equador, sem pontos, vai torcer por um empate entre França e Honduras, ainda neste domingo, para não ficar para trás na chave.

Com fama de sólida defesa, a Suíça não agradou à torcida e também fraquejou no ataque, com apenas um homem no setor ofensivo. Xherdan Shaqiri, maior aposta do time cabeça de chave, esteve aquém do esperado e comandou o lento meio de campo da equipe. Do outro lado, o Equador contou com o apagado Erazo, do Flamengo, e Montero, um dos destaques da seleção sul-americana.

Mesmo assim, o time suíço mostrou empenho em campo nos minutos finais da partida e, em um segundo tempo de pouca técnica mas muita vontade, buscou o seu primeiro triunfo nesta Copa. Os torcedores comemoraram o resultado depois de sofrer com dificuldades para acessar o estádio. Longas filas na rua deixaram as arquibancadas quase vazias nos instantes iniciais da partida.

O JOGO – A Suíça chegou ao Brasil com o status de cabeça de chave da Copa, a fama de ter uma sólida defesa e o orgulho de ter vencido a seleção brasileira em amistoso disputado no ano passado. Mas nada disso intimidou o Equador no início da partida disputa em Brasília.

Sem tomar conhecimento dos suíços, os equatorianos partiram para o ataque e deram trabalho para a zaga rival nos primeiros minutos. As investidas, na base das jogadas individuais, geravam pouco perigo até que, aos 21 minutos, a famosa defesa europeia se dissolveu em lance de bola parada. Em cobrança de falta na área, Enner Valencia subiu tranquilo na pequena área e cabeceou para as redes.

O gol deu tranquilidade ao Equador, que reduziu o ritmo e passou a jogar recuado. A Suíça, então, foi para o ataque, sem sucesso. Com limitações na armação, e sem maior participação do meia Shaqiri, uma das esperanças da equipe, o time suíço tentava levar perigo em finalizações de longa distância.

Assim, empilhou uma sequência de chutes, testando Alexander Dominguez. Xhaka, aos 12, Shaqiri, aos 15, e Rodriguez, aos 18, deram mais trabalho ao goleiro equatoriano. Behrami, de cabeça quase na pequena área, também ameaçou, aos 33. E dois minutos depois, a Suíça criou sua melhor chance, em chute de longe, de Inler. Dominguez desviou com a ponta dos dedos.

A pressão suíça surtiu resultado somente depois do intervalo. Mehmedi, que acabara de entrar em campo, desviou de cabeça após escanteio na área e empatou o jogo em seu primeiro lance, aos 2 minutos.

O empate deu novo ânimo para as duas equipes. A partida ganhou em velocidade e emoção, para alegria da torcida. O Equador saiu mais para o jogo esteve perto de marcar o segundo aos 20, em investida de Montero pela esquerda. Benaglio fez a defesa.

Os suíços responderam aos 24 minutos, com Drmic, que aproveitou bobeada da defesa rival e mandou para as redes. Mas o gol foi anulado por impedimento duvidoso anotado pela arbitragem. Do outro lado, o Equador já ameaçava novamente com ajuda do goleiro suíço. Benaglio saiu mal do gol, aos 28, e Enner Valencia só não marcou porque a zaga afastou a tempo.

Neste ritmo alucinante, as duas equipes passaram a se alternar no ataque. E quem se deu melhor foi o time suíço em uma grande roubada de bola nos acréscimos. Behrami, valente, resistiu à forte marcação, sofreu falta, mas seguiu com a jogada que culminou em cruzamento de Ricardo Rodriguez pela esquerda e conclusão de Seferovic.

Na próxima rodada, a Suíça vai enfrentar a França, na sexta-feira, na Arena Fonte Nova, em Salvador. O Equador vai duelar contra a modesta equipe de Honduras, no mesmo dia, na Arena da Baixada, em Curitiba.

FICHA TÉCNICA

SUÍÇA 2 x 1 EQUADOR

SUÍÇA – Diego Benaglio; Stephan Lichtsteiner, Steve Von Bergen, Johan Djourou e Ricardo Rodriguez; Gokhan Inler, Valon Behrami, Xherdan Shaqiri, Granit Xhaka e Valentin Stocker (Admir Mehmedi); Josip Drmic (Haris Seferovic). Técnico: Ottmar Hitzfeld.

EQUADOR – Alexander Dominguez; Juan Carlos Paredes, Jorge Guagua, Fricson Erazo e Walter Ayovi; Carlos Gruezo, Christian Noboa, Jefferson Montero (João Rojas) e Antonio Valencia; Enner Valencia e Felipe Caicedo (Michael Arroyo). Técnico: Reinaldo Rueda.

GOLS – Enner Valencia, aos 21 minutos do primeiro tempo; Mehmedi, aos 2, e Seferovic, aos 47 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS – Djourou (Suíça); Paredes (Equador).

ÁRBITRO – Ravshan Irmatov (Fifa/Usbequistão).

RENDA E PÚBLICO – Não disponíveis.

LOCAL – Estádio Nacional de Brasília (Mané Garrincha), em Brasília (DF).

 

 

 

Da Agência Estado

Foto: AFP

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Alemanha e Portugal abrem o quinto dia de jogos da Copa

Nesta segunda-feira seis seleções entram na disputa pelas vagas de classificação para as oitavas-de-final da Copa do Mundo de 2014. A mais esperada é também a primeira partida do dia. Alemanha e Portugal se enfrentam, às 13h, na Arena Fonte Nova, em Salvador, pela quinta vez em uma competição oficial da Fifa.

O histórico é positivo para os germânicos, que derrotaram os portugueses na Copa de 2006 e nas Eurocopas de 2008 e 2012. Os Tugas só saíram vencedores na Eurocopa de 2000. Como são as principais equipes do Grupo G, que ainda conta com Gana e Estados Unidos, é provável que o vencedor da partida seja também o primeiro colocado da chave.

Quem acompanhar a partida vai poder apreciar o futebol de uma das melhores gerações da seleção alemã. O elenco conta com o meia Özil e o atacante Klose, peças fundamentais na escalação do técnico Joaquim Löw. Com 14 gols marcados em Copas do Mundo, Klose é o artilheiro da equipe e pode se tornar o maior goleador em mundiais, atrás apenas do brasileiro Ronaldo, que balançou as redes 15 vezes na história da competição.

Do outro lado entra em campo o melhor jogador do mundo. Cristiano Ronaldo garantiu que, apesar dos problemas físicos que enfrentou recentemente, está pronto para jogar. Agora é esperar que o restante do time se livre da dependência que tem do atacante que, muitas vezes, é um dos poucos que demonstra o desempenho esperado na partida. Quem pode aproveitar a chance e se destacar e o meia-atacante Nani, do Manchester United.

Em Curitiba, a Arena da Baixada recebe Nigéria e Irã. A atual campeã africana chega como favorita na partida contra a equipe considerada a mais fraca da chave que ainda tem a forte Argentina e a estreante Bósnia. Carlos Queiroz, técnico Irã, admite que sua equipe chega com um dos desempenhos mais baixos do Mundial, mas que os iranianos não vai baixar a cabeça para os adversários. “As dificuldades de caráter econômico e político colocam o time em completa desvantagem em relação a outras seleções. Espero que saiamos daqui com respeito, simpatia e compreensão”, disse.

No último jogo, às 19h, a seleção dos Estados Unidos vem à Arena das Dunas em busca de uma revanche contra o time de Gana. Os Yanks já foram derrotados pelas Estrelas Negras em duas edições do Mundial. Neste domingo, o técnico Jürgen Klinsmann disse em coletiva de imprensa que os norte-americanos estão preparados. Estamos cheios de confiança. Gana é um time cheio de talentos individuais e será um desafio de verdade, mas estamos confiantes”, disse.

Quem também disse que vai apresentar um futebol evoluído nesta segunda foi Asamoah Gyan, atacante e capitão da seleção de Gana. “Há pressão, mas às vezes ela é boa. Acreditamos em nós mesmos, estamos confiantes na classificação”, afirma o jogador.

Confira as fichas técnicas de cada partida:

Ficha Técnica: Alemanha x Portugal

Alemanha: Neuer; Boateng, Mertesacker, Hummels e Höwedes; Lahm, Schweinsteiger, Özil, Kroos e Podolski; Müller. Técnico: Joachim Löw.

Portugal: Eduardo; João Pereira, Pepe, Bruno Alves e Coentrão; Miguel Veloso, Raul Meireles e João Moutinho; Cristiano Ronaldo, Nani e Éder. Técnico: Paulo Bento.

Primeiro jogo (Grupo G). Local: Arena Fonte Nova, Salvador. Data: Segunda-feira (16/06), às 13h. Árbitro: Milorad Mazic (Sérvia). Assistentes: Milovan Ristic e Dalibor Djurdjevic (ambos da Sérvia)

Ficha Técnica: Irã x Nigéria

Irã: Davari; Heydari, Hosseini, Montazeri e Hajsafi; Dejagah, Nekounam, Teymourian, Jahanbakhsh e Shojaei; Ghoochanneijhad. Técnico: Carlos Queiroz.

Nigéria: Enyeama; Ambrose, Omeruo, Oboabona e Oshaniwa; Onazi, Mikel, Moses e Odemwingie; Musa e Emenike. Técnico: Stephen Keshi.

Segundo jogo (Grupo F). Local: Arena da Baixada, Curitiba. Data: Segunda-feira (16/06), às 16h. Árbitro: Carlos Vera (Equador). Assistentes: Christian Lescano e Byron Romero (ambos do Equador)

Ficha Técnica: Gana x Estados Unidos

Gana: Kwarasey; Afful, Asamoah, Boye e Mensah; Essien, Prince Boateng e Muntari; Asamoah Gyan, Jordan Ayew e Andre Ayew. Técnico: James Appiah.

Estados Unidos: Howard; Johnson, Besler, Cameron e Beasley; Beckerman, Bradley, Jones e Bedoya; Dempsey e Altidore. Técnico: Jürgen Klinsmann.

Segundo jogo (Grupo G). Local: Arena das Dunas, Natal. Data: Segunda-feira (16/06), às 19h. Árbitro: Jonas Eriksson (Suécia). Assistentes: Mathias Klasenius e Daniel Warnmark (ambos da Suécia)

Do Arena das Nações

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Seleção chega blindada a Fortaleza e frustra torcida

Sob forte esquema de segurança, a seleção brasileira chegou a Fortaleza blindada e frustrou a pequena torcida de adolescentes que ficou debaixo de chuva para ver os jogadores. A equipe do Brasil desembarcou no aeroporto da capital cearense neste domingo e não foi vista por muitos torcedores que esperavam no local. Depois, seguiu de ônibus direto para o Hotel Marina Park.

A logística da organização mudou o local de entrada do ônibus, que acabou chegando ao hotel por um portão diferente do que as outras seleções usaram quando ficaram hospedadas no mesmo local. Do lado de fora, houve muita correria na hora que alguém falou que a delegação brasileira já estava dentro do Marina Park.

Muitas pessoas estavam com as máquinas fotográficas e celulares a postos, para tentar captar a imagem de algum atleta do grupo de Felipão, mesmo que de longe, mas o máximo que conseguiram fazer foi tirar fotos dos policiais batedores em suas motos.

O grupo de adolescentes clamava pela presença de Neymar, mas o atacante não apareceu. As meninas passaram a gritar em coro “covardia, covardia”. Depois de alguns minutos, ao perceberem que não iriam conseguir nada, as jovens foram embora, aos poucos, tristes por não terem visto seus ídolos de perto.

O Brasil já está em Fortaleza para o jogo de terça-feira, contra o México, na Arena Castelão, pela segunda rodada do Grupo A da Copa do Mundo.

Do Arena das Nações

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Etiene fecha Mare Nostrum com medalha de bronze

Acabou neste domingo (15) o Mare Nostrum, o principal circuito europeu de natação, após três etapas. No último dia de competições em Barcelona (Espanha), Etiene Medeiros, que já havia faturado a medalha de ouro nos 50 metros costas em Cannet (França), há cinco dias, ficou com o bronze na prova.

Praticamente contra as mesmas rivais, a brasileira do SESI-SP desta vez foi superada pela britânica Georgia Davies (27s94) e pela sueca Mie Nielsen (28s11). Se em Cannet Etiene nadou a prova em 27s96, em Barcelona ela completou em 28s14 para ficar em terceiro.

Apesar dos melhores resultados de Etiene terem aparecido em uma prova que não é olímpica, a nadadora de 22 anos reafirma o foco nos Jogos do Rio/2016. E ela ficou ficou feliz com os resultados no meio da temporada. “A gente está no meio da preparação e me foi muito legal, me surpreendi com os tempos. Normalmente nesta época faço os 100m costas com tempos muito mais altos do que fiz aqui e isso me motivou demais, me mostrou uma evolução”, comenta a nadadora.

Depois de disputar as três etapas do Mare Nostrum, ela festeja ter nadado ao lado de algumas das melhores do mundo. Ainda é apenas 83.ª do ranking mundial na sua principal prova olímpica, os 100m costas, Etiene sonha com medalha no Pan-Pacífico, em agosto, na Austrália, nos 50m costas. Atualmente, ela é a quinta do ranking nessa prova.

“Aqui eu queria crescer muito mais mentalmente que fisicamente e volto para o Brasil com uma atitude muito mais positiva. Eu quero a medalha no Pan-Pacífico (que será em agosto, na Austrália). Já fui muito reservada pra dizer isso, mas hoje já corro o risco de dizer. O máximo que pode acontecer e não conseguir, mas hoje estou mais confiante pra falar e trabalhar pra conseguir”, garantiu.

MAIS BRASILEIROS – No segundo e último dia de disputas em Barcelona, Thiago Simon foi o oitavo colocado nos 400m medley (4min31s80). Viviane Junglblut entrou na decisão dos 400m livre com o oitavo tempo e terminou em quinto com 4min19s68. Nadando finais B, Bruna Primati foi 10.ª nos 400m livre (4min17s63) e Giovana Diamante ficou em 13.º nos 200m borboleta, com 2min16s61.As três parte da seleção que vai aos Jogos Olímpicos da Juventude.

Fonte: Agência Estado

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