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Empate rende eliminação ao Central e mais dois Clássicos das Multidões

Um erro de arbitragem pode ter custado a classificação do Central para as semifinais do Campeonato Pernambucano. O jogo com o Santa Cruz terminou empatado por 1×1 e como o Salgueiro venceu o Porto, o Carcará terminou com a quarta colocação. Já o Santa ficou com 16 pontos e o terceiro lugar. Por isso terá nova maratona de jogos com o Sport, o segundo colocado. A primeira semifinal do Clássico das Multidões será no próximo domingo (6), no Arruda.

Como não dependia exclusivamente de suas forças para ser o primeiro colocado, o técnico Vica optou por poupar os jogadores pendurados com dois cartões amarelos: Oziel (lateral-direito), Éverton Sena (zagueiro) e Luciano Sorriso (volante). Entraram Nininho, Leandro Souza e Memo, respectivamente. Por sua vez, o Central não tinha opção. Ou vencia ou teria que esperar um favor do Porto. Por isso, a Patativa se impôs como poucas vezes uma equipe intermediária faz diante de uma grande, mesmo atuando em seus domínios.

A primeira linha de marcação centralina avançou e fez Sandro Manoel, Memo e os dois laterais tricolores sofrerem. Foram quase cinco minutos sem ultrapassar a linha divisória do gramado. O Santa jogou mais dentro da sua característica de tocar mais a bola e, por isso, demorou a encontrar o tempo certo de construir as jogadas. Quando o fez um pouco mais rápido teve uma boa oportunidade com Leo Gamalho chutando cruzado aos 12 minutos. Juninho defendeu em dois tempos.

No minuto seguinte, o Central respondeu de maneira contundente. Adriano cruzou e Danilo Lins subiu com Leandro Souza. O atacante levou a melhor e marcou o gol, mas o árbitro viu falta e anulou a jogada. Sem problema. Dois minutos depois, Luiz Fernando lançou Erivélton. Ele ficou cara a cara com Tiago Cardoso e teve calma para rolar no canto e fazer 1×0.

Quando o gol saiu, a partida já estava equilibrada. O grande problema dos dois times é que ambas tinham dificuldade em entrar na área do rival com a bola dominada. Numa oportunidade que conseguiu, o Central marcou. Já o Santa aparentava uma certa impaciência em marcar logo o gol de empate, com muitos chutes de fora da área. Num deles, o goleiro Juninho quase contribuiu para a causa tricolor. Jefferson Maranhão arriscou de longe e o camisa 1 centralino atrapalhou-se todo com suas pernas e braços, que tomaram proporção de tentáculos balançando para todos os lados e quase empurrou a bola contra o próprio patrimônio.

Nos dez minutos finais, o time da casa amontoou-se em seu campo defensivo e apenas assistiu os tricampeões jogarem. E por muito pouco o empate não veio. Na maiora das vezes, o Santa errou na hora crucial: a finalização. Caça Rato correu mais que a bola, Leandro Souza subiu sozinho mas cabeceou torto e, aos 36, o milagre de Juninho. Leo Gamalho recebeu cruzamento dentro da grande área e ainda teve o privilégio de dominar a bola antes de soltar uma bomba. Juninho esticou os braços e conseguiu defender.

O Santa voltou para o segundo tempo com Betinho no lugar de Flávio Caça Rato. Na teoria, uma mudança não indicada, já que ficariam dois jogadores de área. Mas na prática o próprio Betinho tratou de fazer diferente. Bem mais ‘móvel’ que seu cabeludo parceiro de ataque, o ex-alvirrubro mostrou-se uma boa opção de jogo. Só demorou a conseguir finalizar com qualidade.

Na primeira, recebeu um cruzamento da esquerda e a bola passou por baixo de seu pé. Na segunda, engatilhou o chute mas Luiz Fernando deu um leve toque na bola na hora fatal. E diga-se de passagem, terminou levando um pontapé, ainda que involuntário, no tornozelo. Finalmente a terceira tentativa de Betinho foi bem sucedida. Leo Gamalho ajeitou de cabeça e o camisa 18 chutou de canhota. Mas Juninho estava lá para defender.

A postura dos dois times foi a mesma da reta final do primeiro tempo. O Central acuado e com enorme dificuldade de conetctar três passes e executar o contra-ataque e o Santa com mais posse de bola no campo ofensivo e abusando dos cruzamentos. E num deles o gol finalmente saiu, mas quase a fórceps. Leo Gamalho foi empurrado por Allyson dentro da área aos 19 minutos. Luiz Cláudio Sobral acertou ao marcar o pênalti.

O próprio Gamalho foi bater e Juninho tocou na bola o suficiente para ela explodir na trave direita. No rebote, Betinho cabeceou por cima do goleiro Patativa. Depois de muito esforço, o Santa empatava. Detalhe: antes de Leo bater o pênalti, dois jogadores tricolores já estavam dentro da área. A partida deveria pegar fogo, já que Central naquele momento, estava eliminado porque o Salgueiro vencia o Porto. Mas não foi isso que se viu. O Central tentou ir de qualquer jeito e não dava jeito em nada.

Somente nos cinco minutos finais, os alvinegros tentaram um abafa. O Santa se defendia com todo mundo, menos Leo Gamalho. O Central teve duas cobranças de faltas e desperdiçou.

Ficha de jogo

Central: Juninho; Adriano, Lúcio, Allyson e Jean Batista; Diego Teles, Luiz Fernando (Tallys), Danilo Pires (Édson Di) e Jailton; Danilo Lins e Erivelton (Fernando Pires). Técnico: Humberto Santos

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Nininho, Leandro Souza, Renan Fonseca e Zeca; Sandro Manoel, Memo, Jefferson Maranhão (Renatinho) e Raul (Adílson); Flávio Caça-Rato (Betinho) e Léo Gamalho. Técnico: Vica

Campeonato Pernambucano (10° rodada, hexagonal do título). Local: Luiz Lacerda (Caruaru). Árbitro: Luiz Cláudio Sobral. Assistentes: Albert Junior e Ricardo Chianca. Gols: Erivélton, aos 15 do primeiro tempo. Betinho, aos 22 do segundo. Cartões amarelos: Jean Batista e Flávio Caça Rato.

 

 

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Foto: Edmar Melo

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Salgueiro vence o Porto e garante última vaga na semifinal

Bastou um gol para o Salgueiro fazer a festa neste domingo (30) em jogo válido pela décima rodada do hexagonal do título do Pernambucano. O Carcará venceu o Porto por 1×0 e ainda se classificou para a semifinal do estadual.

Com o resultado, o time sertanejo chegou aos 14 pontos e subiu para a quarta colocação, garantindo vaga no G4. Até o início da rodada, a posição pertencia Central, que empatou com o Santa Cruz e agora soma 13 pontos, sem chances de classificação para a próxima fase.

No confronto disputado no estádio Otávio Limeira, em Santa Cruz do Capibaribe, o primeiro tempo foi marcado pelo placar em branco. Veio o segundo tempo e logo nos 15 minutos iniciais o zagueiro Ranieri foi ao alto e conseguiu cabecear para o fundo das redes. Final: 1×0 para o Carcará.

Classificado para a próxima etapa do Pernambucano, o Salgueiro enfrenta em casa o Náutico no próximo domingo (6 de abril). O jogo marca o primeiro confronto entre as duas equipes pela semifinal.  A partida está marcada para as 16h, no estádio Cornélio de Barros.

 

 

Do NE10

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Sport e Náutico duelam pela liderança do Pernambucano neste domingo

O quarto confronto do ano entre Sport e Náutico vai definir a posição de ambos no hexagonal final do Campeonato Pernambucano e quem levará a vantagem de decidir em casa no primeiro mata-mata, a semifinal. Como ambos têm os mesmos 17 pontos, quem sair com a vitória no jogo deste domingo (30), na Ilha do Retiro, a partir das 16h, será o primeiro colocado e levará a vantagem de fazer o segundo jogo das semifinais e uma possível final, dentro de casa. Como leva vantagem pelo saldo de gols, o Sport pode manter a ponta com um empate, desde que o Santa Cruz não vença o Central, em Caruaru, no mesmo horário.

Além do segundo jogo em casa, o primeiro colocado evitaria mais um clássico na sêmi, fato que, na teoria, seria menos desgastante. Talvez isso esteja pesando para o técnico rubro-negro, Eduardo Baptista, pensar em não poupar os quatro jogadores pendurados com dois cartões amarelos. O técnico mantém o mistério dizendo ter três possibilidades de armar a equipe, mas não diz com quem. Patric (lateral-direito), Renê (lateral-esquerdo), Durval (zagueiro) e Rodrigo Mancha (volante) são os ameaçados.

Eduardo Baptista não confirmou o time titular. Foto: Guga Matos/JC Imagem

Eduardo Baptista não confirmou o time titular. Foto: Guga Matos/JC Imagem

Como não pode contar com Ananias, recuperado da lesão muscular, mas com conjuntivite, Baptista deve mandar a campo o atacante Bruninho. Ele entrou bem no segundo tempo do último clássico contra o Santa Cruz. Essa formação manteria o 4-3-3 característico dos rubro-negros. A outra opção é sacar Bruninho e entrar com três volantes. O terceiro, neste caso, seria Rithely. “Com Bruninho fica mais ofensivo porque vai pelas beiradas. Com Rithely ganhamos Patric chegando pelos lados”, explicou o treinador.

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Sport tem duas opções para o clássico

Apesar do jogo de Caruaru interessar, Eduardo não vai querer saber o que está acontecendo. “É impossível (acompanhar) um jogo acontecendo ao mesmo tempo. Só interessa a vitória para os dois lados. Esperamos o Náutico vir para cima. Essa é nossa ideia e também vamos para cima buscar a vitória”, pontuou.

Pelo lado do Náutico também há mistério. O técnico Lisca não deu pistas sobre qual será o onze titular do Timbu para mais um Clássico dos Clássicos. Não quer dar armas para o adversário. Tanto que fechou o treinamento deste sábado para a imprensa.

Apesar disso, é provável que o Timbu venha com a força máxima disponível para o duelo com os leoninos. A tendência é que o comandante alvirrubra repita a equipe que enfrentou o Salgueiro no meio de semana. Uma possível dúvida é no ataque. Hugo e Marcelinho disputam a vaga. O último foi quem enfrentou o Carcará. Desta maneira, o time titular do Náutico deverá ser a seguinte: Alessandro; Jackson, Flávio, William Alves e Raí; Elicarlos, Dê, Marcos Vinícius, Zé Mário e Marinho; Marcelinho (Hugo).

Técnico Lisca deve repetir o time. Foto: Guga Matos/JC Imagem

Técnico Lisca deve repetir o time. Foto: Guga Matos/JC Imagem

Além de marcar a disputa pela ponta, o clássico deste domingo também representa o retorno de Lisca para a Ilha do Retiro. Foi lá que ele conseguiu a primeira vitória no comando do Náutico. O Alvirrubro venceu pelo Nordestão por 1×0 com gol de Zé Mário, que provavelmente estará no time titular outra vez.

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Provável time do Náutico

A vitória leva o Alvirrubro para a liderança do hexagonal. Na teoria isso significa um jogo mais fácil nas semifinais contra uma equipe do interior. Lisca, porém, descarta que prefira adversário A ou B na próxima fase. “É difícil escolher adversário. Posso falar que prefiro pegar um time do interior e tomar uma lapada”, disse.

FICHA DO JOGO – SPORT X NÁUTICO

Sport: Magrão; Patric, Ferron, Durval e Renê; Ewerton Páscoa, Rodrigo Mancha e Aílton; Bruninho (Rithely), Neto Baiano e Felipe Azevedo. Técnico: Eduardo Baptista.

Náutico: Alessandro; Jackson, William Alves, Flávio (Diego) e Raí; Elicarlos, Dê, Marcos Vinícius e Zé Mário; Marinho e Marcelinho (Hugo).

Pernambucano. Local: Ilha do Retiro. Horário:16h. Árbitro: Emerson Sobral. Assistentes: Clóvis Amaral e Charles Rosa. Ingressos: R$ 50 (arquibancada inferior), R$ 25 (meia), R$ 80 (cadeira) e R$ 15 (geral).

 

 

 

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Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

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Salgueiro enfrenta o Porto em jogo que pode garantir vaga nas semifinais do Pernambucano

Neste domingo (30), o Salgueiro tem um duelo decisivo diante do Porto pela última rodada do hexagonal do título do Pernambucano 2014. Uma vitória do Carcará somada a um tropeço do Central vale vaga nas semifinais para o time sertanejo. O jogo está marcado para as 16h, no estádio

Otávio Limeira em Santa Cruz do Capibaribe. Com 11 pontos e três vitórias, o Carcará está na vice-lanterna do grupo e fora da zona de classificação para a semis. Um degrau acima – na quarta posição e dentro do G4 –, está o Central, com 12 pontos e o mesmo número de triunfos da equipe salgueirense. Em mente com esses números, é fato que o elenco do Salgueiro, apesar de jogar no Limeirão, estará com o pensamento no Lacerdão, na partida entre Central x Santa Cruz.

Para o jogo contra o Porto, o clube sertanejo está confiante e não deve ter grandes alterações no elenco. O desfalque já certo para o técnico Cícero Monteiro será o lateral Daniel, suspenso por ter tomado o terceiro cartão amarelo. Pery deve repor a vaga. Outra possível alteração pode vir com a substituição do goleiro Luciano. Machucado na partida contra o Náutico, o atleta será avaliado pelo departamento médico, este que vai diagnosticar se há ou não condições de jogo.

PORTO – Lanterna do hexagonal, com três pontos e uma vitória, o Gavião do Agreste não vislumbra mais chances de classificação para as semifinais. No entanto, o grupo não descarta a busca por uma vitória para encerrar o Pernambucano com um triunfo. O zagueiro Geninho, suspenso, será o único problema para o técnico tricolor Elenílson Santos. Por outro lado, quem volta ao elenco é o meia Thaciano.

 

 

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Técnico do Sport pode acionar pendurados no Clássico dos Clássicos

Se não mudar de ideia até o domingo, o técnico do Sport, Eduardo Baptista, não vai poupar os quatro jogadores pendurados com dois cartões amarelos no clássico contra o Náutico. Após o treino desta sexta-feira, Patric (lateral-direito), Durval (zagueiro), Renê (lateral-esquerdo) e Rodrigo Mancha (volante), o comandante deixou claro que vai entrar em campo com aquilo que ele entender ser a força máxima dos leoninos.

Dos quatro, o único ausente foi Renê, mas por que o desgaste físico atingiu um nível crítico, assim como o meia Aílton. A equipe que começou o trabalho foi a seguinte: Magrão; Patric, Durval, Ferron e Danilo; Ewerton Páscoa, Rodrigo Mancha e Renan Oliveira; Bruninho, Neto Baiano e Felipe Azevedo. Uma das alternativas foi a entrada de mais um volante para retornar ao 4-4-2: Rithely entrou no lugar de Bruninho

Segundo Eduardo, são três opções de formação, mas ele não citou se qualquer uma delas tenha substitutos para os pendurados. A explicação para manter todo mundo é a busca do primeiro lugar que, se não dá tanta vantagem em critérios de desempate ao menos pode evitar mais dois clássicos, já que o Central, além de vencer o Santa Cruz, precisa fazê-lo com larga margem para tirar a diferença no saldo de gols. Atualmente, o placar está 11×2 para os corais.

O motivo de lamentação para o técnico é a ausência do atacante Ananias mais uma vez. O jogador está recuperado da lesão muscular sofrida no primeiro jogo com o Santa pela semifinal da Copa do Nordeste, mas contraiu conjuntivite e está treinando separado dos demais.

“Ananias não tem condições. Para ele ficar concentrado podeira passar para os outros e me complicar ainda mais. Iria botar ele para jogar mas vou esperar”, disse Baptista. A expectativa é que ele esteja recuperado na segunda para a primeira partida contra o Ceará pela decisão do Nordestão, quarta (2/4), na Ilha.

 

 

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Foto: Diego Nigro/JC Imagem

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Santa Cruz vai para Caruaru enfrentar o Central na busca pela liderança do Estadual

Já classificado para a próxima fase do Campeonato Pernambucano, o Santa Cruz entra em campo neste domingo contra o Central em Caruaru, às 16h, no Lacerdão, pela última rodada do hexagonal do título com dois objetivos em um:  o de vencer e assumir a liderança. Para que isso aconteça os tricolores terão que torcer por um empate no clássico Sport e Náutico que jogam no mesmo horário na Ilha do Retiro.

No momento, o Tricolor é o terceiro colocado com 15 pontos, dois a menos que o líder Sport, e o vice-líder Náutico. O técnico Vica disse que ainda acredita na liderança de sua equipe. “Vamos buscar a vitória em Caruaru e ver o que vai acontecer no outro jogo. Terminar em primeiro é bom pra todo mundo, não tem como abrir mão de ser o melhor desta fase. Então vamos em busca dessa primeira colocação porque vai ser importante decidir em casa com a ajuda do nosso torcedor que faz a diferença”,  disse Vica.

A última vez em que as duas equipes se enfrentaram foi na abertura do Estadual, com vitória do Santa por 4×2 sobre a Patativa. Naquele jogo, o atacante Léo Gamalho finalmente desencantava com a camisa coral e começava a caminhada até assumir a liderança da artilharia.

Foto: Guga Matos / JC Imagem

Raul permanece no time titular. Foto: Guga Matos / JC Imagem

Mas ele garante não estar preocupado com isso no momento. “Artilharia é consequência, não posso ficar pensando nisso porque não quero ser fominha dentro de campo e querer marcar todos os gols. Claro que um camisa 9 sempre será cobrado por gols, mas eu quero dar o melhor dentro de campo e ajudar o Santa Cruz”, afirmou.

Para encarar a Patativa o técnico coral promoveu algumas mudança no time para preservar os jogadores que estão pendurados com dois cartões. Com três titulares pendurados com dois cartões amarelos, Luciano Sorriso, Oziel e Everton Sena, ele garantiu a ausência desses atletas.

“Vamos tirar esses três jogadores que estão com dois amarelos porque não podemos perder ninguém por suspensão na próxima fase. Os cartões serão zerados nas semifinais, mas se levarem o terceiro eles cumprem, então não posso arriscar”, afirmou.

Outra ausência importante será o meia Natan, que sentiu mais uma vez a lesão na coxa direita e irá desfalcar o time não só neste jogo, como na primeira partida das sêmis do Estadual.

Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

“Infelizmente perdemos o Natan que é um jogador muito bom, parte pra cima do adversário, corre bastante e ajuda muito em campo. Ele é um garoto que quer acabar com esse número todo de lesões e acredito que ele vai voltar logo e nos ajudar nessa reta final de competição”, afirmou Vica.

O adversário

Para confirmar a sua presença no G-4 e passar a fase semifinais do Estadual, o Central vai com tudo pra cima do Santa Cruz no Lacerdão. A expectativa é de casa cheia e que o torcedor empurre o time para mais uma vitória.

No momento, a Patativa é a quarta colocada com 12 pontos mas ao olhar pelo retrovisor percebe a proximidade do quinto colocado, Salgueiro, que tem 11 pontos no momento. O Carcará encara o Porto, lanterna com apenas três pontos, no Otávio Limeira em Santa Cruz do Capibaribe no mesmo horário.

E para ajudar o Gavião do Agreste a conquistar a sua segunda vitória o Central prometeu um incentivo financeiro ao tricolor do Agreste. O meio campista Diego Teles deu a receita para surpreender a Cobra Coral em Caruaru.

“Temos que marcar muito forte e saber aproveitar os contra ataques. Temos que agredir eles também, tentar o gol mas sem afobação”, afirmou.

Do outro lado também estará o artilheiro da competição, Leó Gamalho, com nove gols, e este é mais um motivo de preocupação para os alvinegros. “Com certeza o Léo preocupa, mas também temos que anular os meias que irão criar as jogadas para ele”, garantiu Diego.

Ficha de jogo – Central x Santa Cruz

Central: Adriano, Lúcio, Allyson e Jean Batista; Diego Teles, Luiz Fernando, Danilo Pires e Jailton; Danilo Lins e Erivelton. Técnico: Humberto Santos

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Nininho, Leandro Souza, Renan Fonseca e Zeca; Sandro Manoel, Memo, Jefferson Maranhão e Raul; Caça-Rato e Léo Gamalho. Técnico: Vica

Campeonato Pernambucano (10° rodada, hexagonal do título). Horário: 16h. Local: Estádio Lacerdão (Caruaru). Árbitro: Luiz Cláudio Sobral. Assistentes: Albino de Andrade Albert Junior e Ricardo Bezerra Chianca.

 

 

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Foto: Clemilson Campos / JC Imagem

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Empate confirma classificação do Santa e mantém liderança do Sport

O Santa Cruz fez um primeiro tempo surpreendente e liderou o placar. Mas pagou caro pelo recuo prematuro na etapa final, deu espaço ao Sport, que arrancou o empate. No final das contas, o placar de 1×1 terminou fazendo justiça à proposta de jogo dos dois times. O ponto que cada um conquistou manteve os rubro-negros na liderança do hexagonal final do Campeonato Pernambucano, agora com 17 pontos e os corais em terceiro, com 15. Na próxima rodada, o time da Ilha do Retiro precisa vencer o Náutico para garantir a ponta sem precisar dos resultados alheios. O Santa ainda pode ser o primeiro, mas terá que vencer o Central e torcer por um empate entre Sport e Náutico, no próximo domingo.

Cobrou-se tanto ao técnico Vica que seu time precisava de algo diferente para enfrentar o Sport e as mudanças vieram. A primeira, forçada. Antes do apito inicial, foi confirmada a ausência do meia Carlos Alberto, que sentiu uma lesão muscular. Sobrou para o jogador que toda torcida clamava: Natan. E ele apareceu e trouxe consigo a segunda novidade: os tricolores deram aos rubro-negros uma dose de seu próprio veneno. Marcaram a saída de bola e tomaram conta das ações em praticamente toda primeira etapa.

Caça Rato pela esquerda, Natan pela direita e Raul centralizado. Com esse trio dando suporte a Leo Gamalho, o Sport não pôde fazer o jogo vertical que tem sido sua característica sob o comando de Eduardo Baptista. Aílton, Felipe Azevedo e Neto Baiano ficaram isolados, também porque Patric e Renê não podiam avançar sob pena de abrir espaços pelos lados.

Até agora, só elogios. Mas a evolução com a bola nos pés não teve reflexo na hora de transitar entre defesa e ataque. Faltou objetividade e, principalmente velocidade não de jogadores mas na dinâmica de jogo. A defesa leonina estava atenta e conseguiu bloquear as investidas. Quando conseguiu finalizar, o Santa errou a pontaria.

O Sport só deu sinal de vida em duas oportunidads, ambas com Aílton arriscando de fora da área. Na primeira, a bola passou à esquerda, com perigo. Na segunda, a bola desviou na defesa coral. No mais apenas marcou e marcou como se esperasse uma chance para contra-atacar mas ela nunca aparecia – como de fato não apareceu.

O time da casa acertou o pé aos 27 e 29, com Zeca e Raul. Em ambas, Magrão segurou. Chamou a atenção a passividade do time da Ilha. A marcação quase cruel e o jogo rápido de outras jornadas passou bem longe. Aliás, passou para o lado contrário do campo, que de tanto insistir, conseguiu a vantagem aos 39 do primeiro tempo. Raul cruzou da direita e Durval não alcançou a bola. Atrás dele estava Leo Gamalho. Como manda o figurino ele cabeceou de cima para baixo, no canto esquerdo de Magrão.

Na volta para o segundo tempo os dois times tiveram novidades. O Santa veio com Jefferson Maranhão no lugar de Natan, cansado. O Sport acionou Leonardo e Renan Oliveira nos lugares de Neto Baiano e Aílton, respectivamente. A postura dos dois times mudou. O Santa recuou mais a marcação para aproveitar os contra-ataques. Como consequência direta, deu mais campo e posse de bola ao time da Ilha.

Ainda assim, foi o Santa a levar perigo primeiro, por obra do Sport, diga-se de passagem. Logo aos quatro minutos, Leonardo tentou inverter o jogo para o lado direito e deu um presente a Leo Gamalho. Ele avançou, contou com o espaço dado por Ferron e chutou forte. Magrão saiu do gol e conseguiu o milagre. Essa situação repetiu-se mais duas vezes com Raul e Jefferson Maranhão. Aos rubro-negros só restou o perigo com um cruzamento de Renê que Felipe Azevedo finalizou em cima de Zeca.

Aos 23 minutos o técnico Vica resolveu priorizar o placar que já construíra ao colocar o lateral Nininho no lugar de Flávio Caça Rato. A medida também serviu para dar uma ajuda a Oziel, já que o Sport priorizava as jogadas pelo lado esquerdo, primeiro com Danilo e Renê, depois com Bruninho no lugar de Danilo.

Mas justamente depois dessas mudanças, o jogo esfriou. Muitos passes errados dois dois lados e jogadas sem conclusão. A bola passeava entre uma intermediária e outra sem que ninguém conseguisse dominar, raciocinar uma jogada e tentar envolver o adversário, fosse em jogadas individuais ou coletivas. O Sport só foi cumprir esse mandamento de um time que quer fazer gol aos 35 minutos e se deu bem. Ewerton Páscoa iniciou a triangulação e a concluiu, chutando rasteiro no canto de Tiago Cardoso para deixar tudo igual.

Obviamente que o gol dos visitantes teve méritos pela construção da jogada. Mas o Santa pagou caro por ter cedido espaço demais ao adversário tão cedo. Depois disso, a direção do vento inverteu-se e foi o Santa a procurar empurrar o Sport em seu campo de defesa, mas faltou força.

Ficha do jogo:

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Oziel, Renan Fonseca, Everton Sena e Zeca; Sandro Manoel, Luciano Sorriso, Raul e Natan (Jefferson Maranhão); Flávio Caça-Rato (Nininho) e Léo Gamalho. Técnico: Vica.

Sport: Magrão, Patric, Ferron, Durval e Renê; Ewerton Páscoa, Rodrigo Mancha, Aílton (Renan Oliveira) e Danilo (Bruninho); Felipe Azevedo e Neto Baiano (Leonardo). Técnico: Eduardo Baptista.

Local: Arruda, Recife (PE). Árbitro: Sebastião Rufino Filho. Auxiliares: Elan Vieira e Wlademir de Souza. Gols: Leo Gamalho, aos 39 do primeiro tempo. Ewerton Páscoa, aos 35 do segundo. Cartões amarelos: Oziel, Magrão, Patric, Renê e Renan Oliveira. Público: 13.489.

 

 

 

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Foto: Guga Matos/JC Imagem

 

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Náutico adota postura mais defensiva, vence e se classifica

O Náutico adotou uma postura humilde mas foi recompensado pela eficiência, principalmente no primeiro tempo e garantiu sua vaga nas semifinais do Campeonato Pernambucano. O timbu fez 3×1 no Salgueiro, no Cornélio de Barros, na noite desta quarta (26) e chegou aos 17 pontos. Já o Carcará, que perdeu a primeira para os grandes dentro de sua casa, caiu para o quinto lugar, também vitimado pela vitória do Central sobre o Porto, no Luiz Lacerda. Mais do que a classificação, o jogo no sertão pode ter indicado ao técnico Lisca a melhor maneira de explorar as características dos jogadores que tem em seu grupo. No próximo domingo (30), os alvirrubros enfrentam o Sport, na Ilha do Retiro. O Salgueiro encara o Porto.

Precisando vencer de qualquer forma para não correr risco de perder a quarta posição, o Salgueiro adotou uma postura ofensiva. Tanto que com um minuto, Marcos Tamandaré invadiu a área e chutou forte. A bola desviou em Fabrício Ceará e passou com perigo. Mas este apetite cobrou seu preço. Sem o equilíbrio defensivo necessário, o time da casa deixou a porta aberta. E foi assim que o Náutico entrou.

Aos quatro minutos, Zé Mário puxou o contra-ataque e serviu Marinho. Ele ainda teve tempo de dominar antes de chutar sem chance para Luciano. Mesmo no prejuízo o Carcará não teve outra alternativa a não ser permanecer com a vocação ofensiva. Sim, o time de branco pressionou e teve mais a posse de bola no campo do adversário. Faltou finalizar mais.

O erro do Salgueiro era justamente no passe final, aquele que deixa o atacante em condições de marcar. Nesse caso, as condições eram precárias. Os meias Anderson Paraíba e Vítor Caicó se movimentavam, driblavam mas não conseguiam “achar” Fabrício Ceará. A dupla de meias mantinha uma distância da árae maior do que a indicada. Quando Fabrício recebia, quase sempre de costas para o gol, tinha que dominar e esperar a aproximação de alguém que nunca acontecia.

O Náutico não abandonou a postura humilde e supreendente para uma camisa tão pesada no futebol pernambucano. Errou? Não. Apesar da maior posse de bola, o Salgueiro não bombardeou o goleiro Alessandro e, de quebra, mantinha um perigoso contra-ataque a postos. Aos 15 minutos, Marinho dividiu com Alemão, levou a melhor e fez o gol. A jogada foi limpa mas o árbitro Neílson Santos viu falta do jogador alvirrubro.

No final da etapa, Zé Mário apareceu novamente para deixar outro companheiro na cara do gol e mostrar aos meias salgueirenses como se faz. Aos 42 ele cruzou da direita e Marcelinho – aquele mesmo que quase foi às vias de fato com o técnico Lisca na Arena Pernambuco – antecipou-se a Ranieri e mandou a bola no canto, de cabeça.

Como ninguém sentiu contusão era óbvio que o Náutico voltaria para o segundo tempo com a mesma formação. E assim foi feito, mantendo também a postura de deixar o contra-ataque engatilhado. O Salgueiro veio de Kanu no posto de Rodolfo Potiguar, mas o gás do Carcará não teve o mesmo efeito nos 45 minutos finais.

O Náutico tocou mais a bola, seu meio de campo adiantou um pouco e tirou o adversário dos calcanhares. Tanto que as melhores oportunidades foram do time da capital. Aos quatro, Marcos Vinícius perdeu um gol incrível numa jogada que ele mesmo começou ao tomar a bola no meio de campo e puxar o contra-ataque. Ele passou para Marinho e abriu do lado esquerdo. Estava sem marcação quando recebeu a bola, mas deu uma canelada e ela foi limpa, nas mãos de Luciano.

Para quem estava mais ofensivo ao menos na teoria, o Salgueiro só assustou numa bola alta. Aos dez, Anderson Paraíba cobrou falta na área e o zagueiro Alemão apareceu sozinho para cabecear no mesmo local em que Marcelinho marcara o segundo gol. Ele só não repetiu a pontaria. Mandou para fora. Marcos Vinícius teve outra chance aos 25. Novamente com Marinho fazendo o papel de garçom. Desta vez o camisa 10 ainda teve o privilégio de dominar antes de chutar. E completamente livre. Mas não teve jeito. Fora.

O Náutico foi tão perdulário que o Salgueiro, mesmo em marcha lenta, terminou achando seu gol. No mesmo lugar onde Alemão desperdiçara, Vítor Caicó encontrou Valdeir, recém-ingresso na partida, chegando em velocidade para cabecear no canto esquerdo de Alessandro. No segundo erro coletivo do Náutico, o time da casa diminuiu, aos 32. Quando o jogo caminhava para o fim e o Salgueiro ainda se animava para empatar, o timbu jogou não um balde, mas uma caixa d’água de água fria nas pretensões do oponente. Yuri recebeu de Roberson, invadiu a área e chutou forte para sacramentar o 3×1.

Ficha do jogo:

Salgueiro: Luciano; Marcos Tamandaré, Alemão, Ranieri, Daniel; Pio, França (Yerien) e Vitor Caicó; Fabrício Ceará, Anderson Paraíba (Valdeir) e Rodolfo Potiguar (Kanu). Técnico: Cícero Monteiro.

Náutico: Alessandro; Jackson, Wiliam Alves, Flávio e Raí; Elicarlos, Dê, Marcos Vinícius (Leleu) e Zé Mário; Marinho (Roberson) e Marcelinho. Técnico: Lisca.

Local: Cornélio de Barros, em Salgueiro. Árbitro: Neilson Santos. Assistentes: Ricardo Chianca e Bruno Alcântara. Gols: Marinho, aos quatro; e Marcelinho, aos 42 do primeiro. Valdeir, aos 32; e Jackson, aos 42 do segundo. Cartões amarelos: Marcos Tamandaré, Flávio, Raí e Marcos Vinícius. Renda: R$ 51.720. Público: 8.761.

 

 

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Foto: Jefferson Marques/Supramax Comunicação

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Segurança de posto de gasolina saca arma em confusão de torcidas antes do clássico entre Santa Cruz e Sport

Apesar do público menor em relação aos clássicos anteriores e da manutenção do veto para as duas principais organizadas de Santa Cruz e Sport, ainda teve espaço para a confusão na ida para o Arruda, palco do clássico entre tricolores e rubro-negros. A Avenida João de Barros, no Espinheiro, Zona Norte do Recife, foi onde a equipe do Blog do Torcedor presenciou a maior cena de violência. Lá, dois torcedores do Sport foram perseguidos por tricolores (nenhum vestindo torcida da organizada). Pedras e paus voaram pelas ruas. No meio da confusão, um segurança de posto de gasolina sacou uma arma para assustar os baderneiros.

Fora esse episódio, o clima realmente foi mais tranquilo quando comparamos com os confrontos passados de Santa e Sport. Desta vez não teve escolta para a os rubros-negros que foram para a Ilha do Retiro se concentrar para o jogo. Aliás, a Polícia Militar nem deu brecha para tal tipo de aglomeração. Dispersou todos que foram para o estádio do Leão.

As aglomerações nas ruas próximas ao Arruda também foram tratadas com pouca tolerância. Quem não tinha ingresso para o jogo, era mandado embora pela PM.

O baixo número de torcedores também facilitou o trabalho das autoridades. Até poucos minutos antes do início do jogo, a delegacia móvel da PM não tinha registrado nenhuma ocorrência.

 

 

Blog do Torcedor

Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

 

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No Sport, Eduardo Baptista diz que não vai poupar ninguém e Rodrigo Mancha agradece

Mesmo com mais uma maratona de jogos pela frente o técnico do Sport Eduardo Baptista já avisou de antemão que não pretende poupar ninguém por questões físicas, apenas se for para prevenir de suspensão automática por conta de acúmulo de cartões.

Com isso, os jogadores precisam ficar em alerta máximo para não correrem o risco de se lesionarem por conta da sequência desgastante que terão pela frente.

Apesar das dificuldades o volante Rodrigo Mancha disse estar preparado para entrar em campo em todos os jogos. “Eu particularmente estou à disposição e posso jogar sem problemas nenhum. O cansaço realmente vem, não tem como evitar, mesmo assim quero jogar”, comentou.

“O ideal é que tivéssemos um calendário com intervalo de um jogo para o outro mais longo”, afirmou.

E por conta dessa sequência terrível de jogos, e muitos decisivos, contando com a decisão da Copa do Nordeste contra o Ceará; as semifinais e possivelmente as finais do Estadual, além do início da Série B  e estreia na Copa do Brasil surge o temor por lesões.

Só nesta temporada os rivais Santa Cruz e Náutico perderam peças importantes para a temporada. No Arruda, Cassiano e Tiago Costa romperam os ligamentos e ficarão um bom tempo afastados; a mesma situação do meia Pedro Carmona do Náutico, sendo que este só voltará no final da temporada.

“Não sei se essas contusões tem a ver com a maratona de jogos, também não sou médico para avaliar isso. Acredito que essa sequência de jogos levaria a lesões musculares e não de joelho”, opinou o volante.

 

 

 

Blog do Torcedor

Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

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