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Copa das Confederações movimentou pouco mais de R$ 2 bilhões na economia do Recife

A Copa das Confederações de 2013 movimentou pouco mais de R$ 2 bilhões na economia do Recife. É o que aponta estudo do Ministério do Turismo realizado por meio da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). No total, a competição movimentou um total de R$ 20,7 bilhões no Brasil.

Do valor pernambucano, cerca de R$ 1,1 bilhões referem-se a gastos realizados por turistas – brasileiros e estrangeiros -, ações do Comitê Organizador Local (COL) e investimentos privados e públicos. O restante, R$ 930 milhões aproximadamente, foi contabilizado como renda acrescida ao Produto Interno Bruto pernambucano. Para o País, esse valor foi de R$ 9,6 bilhões.

Ao todo, pouco mais de 29 mil turistas estiveram na capital pernambucana durante a Copa das Confederações. Destes, 4.084 foram estrangeiros. Todos os visitantes gastaram aproximadamente R$ 20 milhões na cidade. 26.723 empregos foram gerados no Recife, de um total de 303,332, por conta do torneio que serve como teste para a Copa do Mundo deste ano.

Recife foi uma das sedes da Copa das Confederações ao lado de Fortaleza, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Brasília.  A capital carioca foi a cidade com maior movimentação financeira entre as seis sedes – R$ 6 bilhões – o que significou R$ 2,8 bilhões de acréscimo ao PIB da capital fluminense. Juntos, turistas brasileiros e estrangeiros gastaram na Cidade Maravilhosa um total de R$ 117 milhões.

A Fipe ouviu representantes das secretarias e comitês especiais da Copa, de empresas e de toda a cadeia produtiva brasileira, além de 17 mil turistas nas cidades-sede, durante a realização das 16 partidas do torneio.

 

 

 

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Santa Cruz tem mais foco no gramado, bate o Sport por 3×0 e joga pelo empate para chegar à final do Pernambucano

O maior foco no gramado foi decisivo para a vitória do Santa Cruz, neste domingo, no Arruda, no primeiro clássico das semifinais do Pernambucano. Pensando somente no Estadual, o Tricolor tomou praticamente todas as iniciativas no gramado e sufocou o Sport, que divide suas atenções com a Copa do Nordeste. O Leão mal teve chances de chegar ao gol contrário. O placar de 3×0 foi o reflexo justo do confronto. Léo Gamalho, duas vezes, e Renatinho fizeram para os donos da casa, que levam a vantagem do empate para a partida de volta, na Ilha do Retiro.

Apesar do placar elástico, os rubro-negros ainda têm chances. Por conta do regulamento da competição, se o Sport vencer por qualquer vantagem no jogo de volta, leva as partidas para os pênaltis. O empate é coral.

Torcida coral fez festa no Arruda. Foto: Edmar Melo/JC Imagem

Torcida coral fez festa no Arruda. Foto: Edmar Melo/JC Imagem

O JOGO – Armado com três volantes – Memo, Sandro Manoel e Luciano Sorriso, o Santa Cruz foi seguro na sua marcação defensiva. Isso evitou que a sua meta sofresse perigo em muitos momentos. O Sport até teve posse de bola no campo ofensivo, porém chegou mais com as bolas paradas do que com a troca de passes. Tiago Cardoso foi praticamente um observador do confronto.

Com a bola, os corais foram quem tomaram a iniciativa do jogo e imprimiram velocidade. O atacante Léo Gamalho foi um dos melhores em campo, sempre se movimentando para dar opção aos meias tricolores. Dos pés dele, surgiram duas boas oportunidades para os donos da casa. Em uma delas, aos 30 minutos do primeiro tempo, ele entrou pela esquerda da área e tocou para o centro, onde Luciano Sorriso chegou para finalizar com o gol aberto. Durval salvou a meta leonina.

Pelo lado do Leão, uma marcação mais recuada que aguardava as investidas do Santa Cruz. O contra-ataque foi a principal arma dos visitantes durante os 90 minutos. O problema é que faltou um jogador para articular melhor a partida. Aposta de Eduardo Baptista no meio, o volante Rithely não conseguiu impor velocidade para os ataques rubro-negros. Felipe Azevedo também tentou ajudar na criação, mas errou em muitos lances. O comandante leonino tentou mudar isso no segundo tempo, mas Aílton e Renan Oliveira não obtiveram o sucesso esperado.

Além de ter mais atitude no confronto, os tricolores marcaram mais o adversário na saída de bola e fizeram com os visitantes cometessem erros. Aos 12 do segundo tempo, os rubro-negros erraram na saída de jogo e deram a bola para Léo Gamalho, que tocou para Caça-Rato. O atacante entrou na área e foi tocado por Durval. O árbitro Gilberto Castro Júnior não pensou duas vezes e deu pênalti, o que provocou muitas reclamações pelo lado do Sport. Léo Gamalho não quis saber de confusão, cobrou a penalidade e colocou o Santa Cruz na vantagem.

Renatinho também marcou na partida. Foto: Edmar Melo/JC Imagem

Renatinho também marcou na partida. Foto: Edmar Melo/JC Imagem

A vantagem deu mais tranquilidade para os donos da casa. Até porque a equipe de Eduardo Baptista, por mais que estivesse ofensiva, não conseguia levar perigo para a meta coral. Erros e mais erros na criação impediram o Sport de chegar ao seu gol. Melhor para o Santa Cruz, que cresceu ainda mais no confronto. A impressão que se tinha era que os donos da casa estavam mais perto de ampliar a vantagem do que os visitantes de empatar. E foi isso o que ocorreu. Renatinho e Léo Gamalho mais uma vez marcaram e deram números finais para o clássico.

FICHA DA PARTIDA – SANTA CRUZ 3×0 SPORT

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Oziel, Everton Sena, Renan Fonseca e Zeca; Sandro Manoel (Everton), Luciano Sorriso (Carlos Alberto), Memo e Raul; Flávio Caça-Rato (Renatinho) e Leo Gamalho. Técnico: Vica.

Sport: Magrão; Patric, Ferron, Durval e Danilo; Rodrigo Mancha (Aílton), Ewerton Páscoa e Rithely (Renan Oliveira); Felipe Azevedo, Ananias (Bruninho) e Neto Baiano. Técnico: Eduardo Baptista.

Pernambucano (semifinal). Local: Arruda. Árbitro: Gilberto Castro Jr. Assistentes: Elan Vieira e Francisco Bezerra Jr. Gols: Léo Gamalho (SC) aos 12, Renatinho (SC) aos 32 e Léo Gamalho (SC) aos 40 minutos do segundo tempo. Amarelos: Rodrigo Mancha (S), Sandro Manoel (SC), Durval (S) e Renatinho (SC).

 

 

 

 

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Baptista diz que Sport não sentirá o golpe da derrota para o Santa Cruz

Após a dura derrota por 3×0 para o Santa Cruz, neste domingo, no Arruda, o técnico do Sport, Eduardo Baptista, garantiu que sua equipe não sentirá o golpe e que entrará com tudo contra o Ceará, na próxima quarta-feira, no Castelão, pelo segundo jogo da final da Copa do Nordeste. O principal argumento do comandante leonino é que os atletas lhe deram uma boa resposta já nos vestiários pós-derrota.

“Não muda em nada, pelo contrário. Após o jogo já senti que o espírito é para cima e vamos buscar a vitória na quarta-feira. Vamos brigar pelo resultado que precisamos”, disse.

Baptista também disse que não se arrependeu de ter escalado os titulares em uma partida que poderia perder. Segundo ele, o foco tem que ser nas duas decisões que o Sport tem pela frente. “Não me arrependo de nada. Tudo que é feito aqui é pensado. Era um jogo importante e tinha que jogar todo mundo”.

Sobre o jogo, o treinador avaliou que a sua equipe se desorganizou no gramado após sofrer o primeiro gol e que isso foi fundamental para o resultado negativo. “Foi equilibrado no primeiro tempo e quando tomou gol nos desorganizamos. Não podemos abrir espaços para o adversário”.

Baptista cala sobre pênalti e alfineta regulamento do Estadual

Perguntado sobre o pênalti de Durval em Caça-Rato, Eduardo preferiu manter o silêncio a se posicionar. No entanto, alfinetou a FPF pela criação do regulamento da competição, que permite o Sport se levar o duelo para pênaltis se vencer por qualquer placar. “Não vou falar se foi pênalti ou não. É complicado falar de arbitragem porque ela está sempre pressionada. Com a Federação Pernambucana não pode comentar muito. Vide esse regulamento.”.

 

 

 

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Santa Cruz: Três volantes ou dois meias? Vica avisa que vai trabalhar com as duas possibilidades

Desta vez o Santa Cruz  não foi o mesmo em relação aos outros quatro clássicos contra o Sport nesta temporada. Tanto que conseguiu vencer a primeira sobre o rival, 3×0 no Arruda pelas semifinais do Campeonato Pernambucano.

A principal mudança foi no esquema de jogo com a entrada de mais um volante, Memo, que foi o escolhido pelo técnico Vica que decidiu abrir mão de um segundo homem de criação.

Assim o Santa teve mais posse de bola e melhorou bastante a marcação no meio e liberou mais seus laterais para chegarem ao ataque. Essa formação era utilizada por Vica no ano passado, quando o time jogava com Sandro Manoel, Sorriso e Dedé.

Desde a saída de Dedé o time não jogou mais com três homens de marcação e sim, com três homens de armação, ou dois atacantes. Na tentativa de buscar a fórmula para vencer o Sport pela primeira vez Vica decidiu voltar a atuar com três cabeças de área, e deu certo.

Mas ele garante que essa não será a formação da equipe mesmo com essa vitória larga sobre o rival. “Eu não mudei nada não. Nós trabalhamos com duas maneiras e eu optei por uma que ainda não tinha usado neste ano.”

“Joguei com três volantes e depois com três meias, continuando com um raciocínio que tenho dentro do futebol”, garantiu. “Venho mantendo o que faço, não posso mudar radicalmente por causa de uma derrota”, afirmou.

Se antes as críticas eram grandes sobre o seu trabalho, principalmente por não ter encontrado ainda um jeito de vencer o bem posicionado time do técnico Eduardo Baptista, e muitos consideravam a sua equipe previsível e fácil de ser marcada, agora com esse 3×0 o time parece ter achado o jeito de superar o rival.

Mas essa vitória não será suficiente para fazer com que o técnico coral jogue com apenas uma formação em mente, afinal, ser chamado de previsível é algo que ele não quer para o seu time novamente.

“Esse negócio de ser previsível eu não fui. Respeito a opinião de todos mas tenho o meu pensamento, trabalho da minha maneira. Também posso jogar com dois homens enfiados em alguns jogos”, contou. Hoje as coisas funcionaram para o nosso lado e estou satisfeito pelo resultado e por ver os jogadores felizes”, comentou.

Reservas na quarta-feira

Já pensando no jogo da Copa do Brasil nesta quarta-feira contra o Lagarto em Sergipe, Vica avisou antecipadamente que não vai usar os titulares neste jogo.

O time ficará no Recife para se preparar para o jogo da volta no próximo domingo contra o Sport. “Não vamos com o time titular para esse jogo de quarta-feira. Isso já havia sido definido com a diretoria. Queremos todos os titulares bem descansados para o domingo”, confirmou.

 

 

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Salgueiro se impõe ao Náutico e larga na vantagem

O Salgueiro aprendeu a lição da derrota na semana passada e deu o troco no Náutico ao fazer 2×0 neste domingo (6), no Cornélio de Barros, pela primeira partida das semifinais do Campeonato Pernambucano. Com o resultado, o Carcará precisa de um empate no próximo domingo, na Arena Pernambuco, para ser finalista da competição. Se o Náutico vencer por qualquer diferença de gols a disputa vai para as cobranças de pênaltis.

Quem esperava que o Nátuico repetisse a receita do jogo da semana passada no mesmo Cornélio de Barros, acertou. O técnico Lisca deixou Marcelinho na frente e alinhou três jogadores para dar um suporte. Só que essa linha ficou no campo defensivo, praticamente cedendo metade do espaço ao rival. Já o Salgueiro não foi tão afoito quanto no último encontro.

Essa postura dos donos da casa não deu tanto espaço para contra-ataque. A primeira grande chance surgiu aos oito minutos, não em contra-ataque e sim na troca de passes. Paulo Júnior chutou da entrada da área e Luciano fez a defesa parcial. No rebote, Marcelinho chutou por cima. O Salgueiro tinha espaço para criar, mas errava demais o último passe. Isso levou o time de branco a praticamente explorar o jogo aéreo mesmo sem seu principal referencial ofensivo, o atacante Fabrício Ceará, vetado com dores nas costas.

Mas Everton mostrou ser um substituto a altura, tanto no sentido literal quanto figurado. O novo camisa 9 era o principal alvo dos cruzamentos de Pery (poucos) e Tamandaré (a maioria). Aos 23 minutos, ele quase marca num passe de Kanu e com a grande contribuição de Flávio. O defensor alvirrubro furou e a bola sobrou para Everton girar e chutar. Para sorte de Flávio, William Alves estava atento para bloquear.

Mas no minuto seguinte não teve jeito. Desta vez foi Tamandaré quem mandou da direita para Everton cabecear. Alessandro fez um milagre, mas dois na mesma jogada era demais. No rebote, o atacante completou para o gol vazio: 1×0.

O problema dos timbus não era a postura de ter quase todo time no campo defensivo – ela funcionou nas duas últimas rodadas do hexagonal – mas sim os responsáveis pela execução das tarefas. Roberson, que não tem cacoete de meia, não encontrava o posicionamento correto e Paulo Júnior, não tem a mesma mobilidade de Marinho, e por isso dá menos opção. Finalmente, o lado esquerdo alvirrubro mostrava grande vulnerabilidade. Foi por lá que Anderson Paraíba quase marca o segundo, aos 31. Alessandro salvou.

Nos dez minutos finais, o Carcará inverteu o posicionamento, recuou e o Náutico foi para cima. No entanto, o problema na criação das jogadas era recorrente. O domínio territorial favorecia o jogo de choque, com isso a quantidade de faltas aumentou. E foi nelas que o timbu investiu, sempre com Zé Mário jogando a bola na área mas sem retorno.

O problema mais grave era na criação e no lado esquerdo, mas o Náutico voltou para o segundo tempo com mudança no ataque. Paulo Júnior saiu para entrada de Geovane. Por isso, o segundo tempo começou como estava o primeiro: o Salgueiro melhor organizado e com isso, mais próximo do segundo gol do que os alvirrubros do empate.

Moreilândia, aos três; e Aylton Alemão, aos seis, levaram perigo ao goleiro Alessandro. De seu lado, o Náutico tinha pouco a acrescentar em cima do que já foi escrito algumas linhas acima. Extrema dependência das bolas paradas com Zé Mário, ainda sem melhores consequências e pouco jogo pelas laterais do campo. O time da Capital deu o ar da graça aos 21 minutos. Geovane recebeu dentro da área e chutou forte para Luciano defender.

Aos 25, o técnico Lisca arriscou mais com Rodrigo Careca no lugar de Gerley. Pouco depois foi Vinícius que entrou no lugar de Roberson. O time consegui trocar a bola mais rápido e chegar na área sertaneja. Aos 28, Careca recebeu na linha de pequena área completamente livre, mas Luciano saiu bem e conseguiu defender. Apenas três minutos depois, Vinícius perdeu a chance mais feita do jogo. Jackson cruzou e Pio não alcançou. O meia estava de frente para o gol, mas mandou de cabeça por cima.

E justamente quando o Náutico estava melhor levou o tiro de misericórdia. Num contra-ataque pela direita, Vítor Caicó cruzou e Kanu estava completamente livre de marcação na marca do pênalti. Ele chutou de primeira, no canto esquerdo de Alessandro. Foi um tonel de água fria na cabeça dos alvirrubros que demonstraram claramente ter sentido o segundo gol. O Salgueiro só precisou administrar até o apito final.

Ficha do jogo:

Salgueiro: Luciano; Marcos Tamandaré, Aylton Alemão, Ricardo Braz e Peri; Pio, Moreilândia, Valdeir e Anderson Paraíba (Rodolfo Potiguar); Kanu (França) e Everton (Vítor Caicó). Técnico: Cícero Monteiro.

Náutico: Alessandro; Jackson, William Alves, Flávio e Gerley (Rodrigo Careca); Elicarlos, Dê, Roberson (Vinícius) e Zé Mário; Pulo Júnior (Geovane) e Marcelinho. Técnico: Lisca.

Local: Estádio Cornélio de Barros, em Salgueiro. Árbitro: Sebastião Rufino Filho. Assistentes: Clóvis Amaral e Bruno Vieira. Gols: Everton, aos 24 do primeiro tempo. Kanu, aos 38 do segundo tempo. Cartões amarelos: Ricardo Braz, Zé Mário e William Alves. Público: 8.902.

 

 

 

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Foto: Jefferson Marques/SG10

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Léo Gamalho marca dois gols, se isola na artilharia e Santa Cruz abre vantagem sobre o Sport

No quinto clássico entre Santa Cruz x Sport no ano, o atacante tricolor Léo Gamalho roubou a cena e comandou o Santa na vitória por 3×0 sobre o Leão no Arruda, em jogo válido pelas semifinais do Campeonato Pernambucano.

Esta foi a primeira vitória do tricolor sobre o rival. Além dos dois gols marcados, um de pênalti e outro num chutaço de fora da área, Léo se isolou ainda mais na artilharia da competição com 11 gols.

Com essa vitória o Santa joga por um empate na Ilha do Retiro no próximo domingo. Se perder, teremos decisão por pênaltis. Mesmo com três volantes e apenas um meia, o time criou boas oportunidades de gols na opinião do atacante.

“Mesmo com um terceiro volante nosso time foi muito bem, criou oportunidades e não foi defensivo em campo”, afirmou. “Continuamos com a posse de bola e desta vez marcamos mais e isso fez a diferença”, contou.

Os gols saíram apenas no segundo tempo. O primeiro de Léo Gamalho foi no pênalti sofrido por Caça Rato. Na cobrança, muita muita frieza para deslocar Magrão e abrir o placar. A entrada de Renatinho no lugar de Caça-Rato melhorou ainda mais o setor ofensivo que ficou mais rápido.

O baixinho foi tão bem que marcou o segundo gol após o cruzamento de Zeca para Gamalho que não conseguiu o domínio e a bola sobrou para ele soltar um foguete nas redes do Sport.

Com 2×0 o Santa já administrava o resultado mas Gamalho queria mais. Aos 41 ele soltou uma bomba de fora da área e acertou o ângulo de Magrão.

Sempre ativo no ataque, diferente de muitos homens de área, o camisa 9 não ficou parado esperando as bolas chegarem até ele. Talvez essa foi a principal mudança de postura não só dele, como de todo o time para conseguir a primeira vitória sobre o rival.

“Melhoramos muito em relação as outras partidas contra o Sport. É muito difícil jogar contra eles, marcam muito bem. Temos uma boa vantagem mas precisamos tomar cuidado no jogo de volta”, afirmou.

 

 

 

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Memo pode ser a novidade de Vica no meio de campo do Santa Cruz contra o Sport

O volante Memo deve ser uma das novidades do técnico Vica na equipe do Santa Cruz para o clássico contra o Sport no próximo domingo no Arruda pela primeira partida das semifinais do Campeonato Pernambucano.

Desde que retornou ao clube no início do ano, esta será uma ótima oportunidade para o jogador. E caso seja mesmo a opção do treinador no meio de campo, ele garantiu estar pronto para ajudar o Santa.

“Eu me sinto preparado. A gente trabalha muito sempre para poder jogar e caso ele me escolha espero ajudar o Santa a sair com a vitória”, afirmou. “Venho trabalhando muito durante a semana e estou pronto para começar jogando”, comentou.

A ideia de Vica é enfrentar o Sport com três volantes, sacando um meia, provavelmente Jefferson Maranhão, e assim deixar Luciano Sorriso mais livre para criar as jogadas ao lado de Raul.

“Ele vem utilizando os três volantes em todos os lados do meio de campo. Dependendo das circunstâncias do jogo qualquer um dos três terá liberdade para atuar mais na frente”, garantiu.

Se esse ano Memo ainda não disputou clássicos, isso não significa que ele é inexperiente no assunto. Em 2011 e 2012 o volante sagrou-se bicampeão Estadual pelo tricolor diante o Sport. Com isso, ele se baseia no passado para superar mais uma vez o rival rubro negro.

“Tenho boas lembranças aqui contra o Sport. Fui bicampeão Estadual em 2011 e no ano seguinte”, contou. “O torcedor nos ajudou muito e tenho certeza que vai nos apoiar nesse momento”, falou.

 

 

 

 

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Técnico do Náutico preocupado com recuperação dos jogadores

Apesar do Náutico ter uma semana livre para treinos, o técnico Lisca demonstra preocupação com a recuperação dos seus atletas. Cancelou o segundo treino do dia nessa quarta-feira e analisa bem a sequência de partidas que o Timbu terá pela frente. O motivo é mais do que justo: o treinador quer evitar perder mais algum atleta por lesão. Para o jogo contra o Salgueiro não poderá contar com cinco atletas lesionados (Luiz Alberto, Pedro Carmona, Marinho, Raí e Elicarlo) além do meia Marcos Vinícius, suspenso devido ao terceiro amarelo. É mais de meio time de desfalques.

“Vamos valorizar a recuperação. Já perdemos o Luiz e o Pedro por conta do joelho. Agora perdemos o Raí, o Marinho e dificilmente vamos utilizar o Elicarlos. Temos que valorizar a recuperação”, disse Lisca nesta quinta-feira.

Mesmo admitindo tal preocupação, o comandante alvirrubro não lamenta em excesso as ausências e valoriza o grupo de atletas que tem à disposição. “Trabalhamos para contratar jogadores que possam atuar”.

Enquanto quebra a cabeça para armar o time ideal que enfrentará o Salgueiro, neste domingo, no Cornélio de Barros, pela primeira semifinal do Pernambucano, Lisca também analisa o regulamento desta fase. Não quer saber de perder para o Carcará para poder se classificar na Arena Pernambuco sem depender dos pênaltis. “Esse regulamento é diferente. Se perder lá complica aqui na arena”.

 

 

 

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Poupar ou não poupar? Que Sport enfrentará o Santa Cruz no próximo domingo?

Por conta da carga de jogos que o Sport tem pela frente (com finais da Copa do Nordeste e semifinais do Pernambucano), cogita-se que o técnico Eduardo Baptista possa poupar alguns jogadores diante do Santa Cruz, neste domingo, no Arruda, pelo primeiro jogo da semifinal do Estadual. Baptista, porém, já afirmou que não deve adotar essa atitude. Além disso, os jogadores também não querem ser poupados. Um deles é o lateral-direito Patric, que quer jogar.

“Prefiro atuar, sem dúvidas. Enquanto não tiver nenhuma dor que possa me limitar, estou à disposição de Eduardo Baptista”, disse o jogador nesta quinta-feira.

A grande preocupação da comissão técnico leonina nem parece ser o desgaste físico que os jogadores possam passar, mas sim o desgaste mental de enfrentar várias decisões em sequência. O perigo é o atletas chegarem estafados nos jogos de volta e não conseguirem os objetivos.

Por outro lado, há um argumento para colocar os jogadores em campo. A sequência de partidas importantes pode deixar os rubro-negros ainda mais concentrados. Poupar neste domingo pode quebrar esse ritmo.

Pelas declarações de técnico e jogadores, o Sport dificilmente poupará o time diante dos corais. No entanto, esse pensamento não é similar ao do presidente do conselho deliberativo do Leão, Gustavo Dubeux. Por meio da conta oficial no Twitter, Dubeux criticou a escolha do árbitro Gilberto Castro Júnior para apitar o clássico e deu a entender que o Rubro-negro irá poupar algumas peças.

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Sport abre 2×0 sobre o Ceará e põe uma mão na taça

Com uma objetividade inversamente proporcional ao domínio territorial e posse de bola, o Sport abriu uma boa vantagem na final da Copa do Nordeste ao vencer o Ceará por 2×0 nesta quarta-feira (2), na Ilha do Retiro. O time rubro-negro pode perder por até um gol de diferença na próxima quarta (9), no Castelão e ainda assim conquistar o título. O Ceará precisa colocar três de vantagem. Se os 2×0 forem devolvidos, a decisão vai para os pênaltis. Se os pernambucanos marcarem, a derrota poderá ser por dois.

O Sport tentou pressionar desde os primeiros minutos, mas quem o fez foi o Ceará. Marcando bem o meio de campo leonino, o time visitante conseguiu não só segurar o ímpeto dos donos da casa, como também chegar com perigo ao gol de Magrão. Na primeira, logo no segundo minuto, Magno Alves recebeu na entrada da área e tentou encobrir o goleiro leonino, que tocou na bola e a mandou a escanteio. Apenas 60 segundos depois foi a vez de Bill cabecear para Ferron cortar e Souza completar em cima de Renê.

Passados os sustos, os rubro-negros acordaram e começaram a fazer o que estavam acostumados desde que Eduardo Baptista assumiu o comando e não fizeram nos últimos três jogos pelo Campeonato Pernambucano: não dar espaço para o adversário pensar. E essa seria a única maneira de levar vantagem, já que a transição entre defesa e ataque dos leoninos nunca foi ao custo de muita troca de passe e sim de jogadas verticais e pressão na saída de bola.

Foi nessa pressão que saiu a primeira oportunidade de gol. Renê interceptou um passe lateral e tocou para Aílton, que entrava de frente para área. O camisa dez chutou para o chão e a bola saiu. O árbitro errou e marcou escanteio, este desperdiçado por Renê. Na segunda não teve jeito. Ananias desceu pela esquerda e lançou Neto Baiano. o artilheiro dominou no peito e tocou na saída de Luís Carlos para fazer 1×0.

Após o gol, a linha de marcação feita pelo trio ofensivo Érico/Neto/Ananias recuou para a linha divisória do gramado. Apesar de pelo menos meio campo livre – o defensivo – o jogo ficou truncado. Aconteceu o fenômeno que muitos técnicos chamam de ‘bola viva’, aquela que não vai de pé em pé. É um jogo mais de lançamentos, muitas disputas com faltas e sem oportunidades concretas de gol.

O problema para o Sport é que à medida que o tempo passava, o time rubro-negro recuava mais e mais. Chegou ao ponto de Érico Júnior assumir um posicionamento mais de lateral-direito do que atacante. Da mesma forma, Neto Baiano foi visto dando chutão para frente dentro da grande área pernambucana. Ressalta-se também a má jornada de Aílton. Além de pouco apresentar-se para o jogo, o camisa 10, quando o fazia, invariavelmente errava.

Só voltou a haver pressão dos donos da casa aos 33 minutos e o resultado foi instantâneo. Ananias arriscou um chute cruzado e Páscoa meteu a cabeça na bola, que foi para fora. Só que a resposta cearense foi na mesma moeda. De fora da área, Ricardinho mandou rasteiro e Magrão cedeu escanteio.

Veio o segundo tempo e o recuo do Sport manteve-se rigorosamente inalterado com um agravante: jogadores fora de posição, tendo como maior exemplo o centroavante Neto Baiano. O camisa 9 estava postado tão atrás que, na retomada da bola, era ele quem puxava, ou tentava puxar, os contra-ataques. Como seu forte não é o passe, a bola ia e voltava rápido demais. Há de se ressaltar que Neto compensava com uma dedicação leonina na marcação e ausência completa de Aílton.

O tempo foi passando e o defeito não era corrigido. O Ceará, que precisava de um gol, encurralou o time da Ilha em seu campo defensivo, mas esbarrou no bom trabalho da defesa, de longe o fundamento de destaque dos rubro-negros. O alvinegro trocou passes, dominou territorialmente mas tinha grande dificuldade para entrar na área. Bill conseguiu aos 18 mas chutou em cima de Magrão.

No sufoco, Eduardo Baptista tirou Érico Júnior. O Sport pouco produziu e seu lance mais importante no segundo tempo aconteceu aos 33, mas o protagonista foi um jogador adversário. O volante João Marcos fez falta em Rithely e tomou amarelo. Como já fora advertido antes, terminou expulso. Com mais espaço, o leão conseguiu sair da pressão e quase chegou ao gol graças à raça de Neto Baiano.

Aos 37, ele tentou o cruzamento da linha de fundo mas foi bloqueado. Michel apareceu e chutou em cima do atacante. A bola sobrou para Danilo em plenas condições de marcar, mas Luís Carlos foi no canto e defendeu. Na segunda tentativa, Danilo não jogou fora. Aos 40 minutos, Patric, que fazia uma partida bastante discreta em termos ofensivos, foi à frente e cruzou. Na linha de pequena área, o lateral e duble de atacante apareceu para completar para as redes.

Ficha do jogo:

Sport: Magrão; Patric, Ferron, Durval e Renê; Rodrigo Mancha, Ewerton Páscoa, Aílton (Rithely) e Érico Júnior (Danilo); Ananias (Sandrinho) e Neto Baiano. Técnico: Eduardo Baptista.

Ceará: Luis Carlos; Samuel, Sandro (Gabriel), Anderson e Vicente; João Marcos, Ricardinho, Rogerinho e Souza (Michel); Magno Alves (Assisinho) e Bill. Técnico: Sérgio Soares.

Local: Estádio Ilha do Retiro. Árbitro: Cláudio Francisco Lima (SE). Assistentes: Carlos Jorge Titara (AL) e Luis Carlos Camara (RN). Gols: Neto Baiano, aos dez do primeiro tempo. Danilo, aos 40 do segundo. Cartões amarelos: Renê, Sandro, Ferron e Bill. Expulsão: João Marcos.

 

 

 

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