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Palmeiras joga mal, mas vira no fim em Criciúma

O Palmeiras achou três pontos neste domingo, no Heriberto Hülse, na sua volta à Série A. Apesar de fazer uma partida ruim contra o Criciúma, praticamente sem criar chances de gol por 75 minutos a equipe alviverde contou com a ajuda providencial do zagueiro Escudero, que enfiou a cabeça num chute de Leandro, aos 37 do segundo tempo, e conseguiu a virada aos 42, com Alan Kardec, vencendo por 2 a 1.

O placar foi injusto não apenas porque o Criciúma jogou melhor, mas também porque o árbitro André Luiz de Freitas Castro deixou de dar um pênalti claríssimo de Tiago Alves, que fez falta e colocou a mão na bola no mesmo lance. Além disso, Fernando Prass fez pelo menos três grandes defesas.

Sem jogos da Copa do Brasil no meio da semana, o Palmeiras começa a pensar no Fluminense, rival do próximo sábado, no Pacaembu. Já o Criciúma visita o Goiás, no domingo, em jogo marcado para acontecer em Itumbiara (GO), uma vez que o rival perdeu mandos de campo no fim do Brasileirão passado.

O JOGO – Com dores musculares, Wesley começou no banco no time do Palmeiras. Com Josimar no lugar dele, a equipe paulista perdeu poder ofensivo. E foi exatamente o volante quem fez, em Silvinho, a falta que originou o gol do Criciúma. Paulo Baier levantou, Lúcio resvalou, Prass foi mole para o lance e aceitou. O árbitro, porém, marcou gol para o jogador catarinense.

Pouco depois, o Palmeiras teve a chance de empatar. Bruno bateu roupa, mas Marcelo Oliveira mandou para a lua, na cara do gol. Na defesa, mais erro: Tiago Alves errou no recuo de bola, Silvinho se antecipou, driblou Prass, mas Wendel salvou.

Apoiado por uma bonita festa da sua torcida, o Criciúma mandava no jogo e poderia ter ido para o intervalo com placar mais elástico, uma vez que no fim do primeiro tempo Silvinho perdeu uma chance cara a cara com Fernando Prass.

Sentindo que o time da casa dominava o meio-campo, Gilson Kleina mexeu, colocando em campo Wesley e Leandro, os dois titulares poupados – o atacante passou a semana na seleção sub-21. O Palmeiras, entretanto, demorou a melhorar.

E poderia ter tomado o segundo gol não fosse um erro gritante do árbitro André Luiz de Freitas Castro. Num lance só, Tiago Alves acertou uma voadora na barriga de Silvinho e ainda socou a bola. Pênalti óbvio, que só o juiz não viu, levando Paulo Baier à loucura.

Fernando Prass também não permitiu que o Criciúma fizesse o segundo, com duas grandes defesas, uma num chute de Eduardo e outra em cabeceio de Fábio Ferreira, no escanteio seguinte.

O Palmeiras decidiu jogar bola por 15 minutos e acabou conseguindo a vitória. Aos 37, Leandro arriscou de longe, Escudero colocou a cabeça na bola sem justificativa e tirou do alcance de Bruno. Depois, aos 42, Wesley bateu falta e Alan Kardec subiu absolutamente sem marcação para virar de cabeça.

FICHA TÉCNICA:

CRICIÚMA 1 X 2 PALMEIRAS

CRICIÚMA – Bruno; Eduardo, Fabio Ferreira, Escudero e Giovanni; Serginho, Ricardinho, João Vitor (Cortez) e Paulo Baier (Wellington Bruno); Silvinho e Bruno Lopes (Vítor Michels). Técnico – Caio Júnior.

PALMEIRAS – Fernando Prass; Wendel, Lúcio, Tiago Alves e Juninho; Marcelo Oliveira (Wesley), Josimar, Valdivia, Bruno César (Rodolfo) e Marquinhos Gabriel (Leandro); Alan Kardec. Técnico – Gilson Kleina.

GOL – Paulo Baier, aos 11 minutos do primeiro tempo. Leandro, aos 37, e Alan Kardec, aos 42 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO – André Luiz de Freitas Castro (GO).

CARTÕES AMARELOS – Escudero, João Vitor e Silvinho (Criciúma); Josimar, Fernando Prass, Marcelo Oliveira, Alan Kardec e Valdivia.

RENDA – R$ 249.590,00.

PÚBLICO – 11.768 pessoas.

LOCAL – Estádio Heriberto Hulse, em Criciúma (SC).

 

 

Fonte: Agência Estado

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Morre o locutor esportivo Luciano do Valle

Faleceu neste sábado (19), em Uberlândia  (MG), aos 70 anos, o narrador esportivo, apresentador de televisão e empresário Luciano do Valle. Ele foi vítima de enfarte.

Luciano do Valle passou mal durante uma viagem de avião de São Paulo a Uberlândia. Ele chegou a ser socorrido e internado em um hospital particular da cidade mineira, mas não resistiu.

Luciano do Valle trabalhou na televisão brasileira desde a década de 70 e foi dos mais famosos narradores esportivos. Ele foi um dos primeiros a dar espaço ao Campeonato Pernambucano na programação televisiva – Luciano do Valle chegou inclusive a morar em PernambucoEm 2013 ele havia completado 50 anos de carreira.

HOMENAGEM – Durante o jogo Santa Cruz x ABC-RN, na tarde deste sábado, no Arruda, no Recife, pela estreia do Campeonato Brasileiro Série B foi feito um minuto de silêncio no estádio em memória a Luciano do Valle. Jogadores e público aplaudiram.

O apresentador trabalhou em várias emissoras de televisão. Na Globo trabalhou de 1972 a 1982; na Record, em dois períodos de 1982 a 1983 e de 2003-2006. A Bandeirantes foi o último lugar onde trabalhou, trabalhando no período de 1983 a 2003 e de 2006 até hoje.

Luciano do Valle Queiroz nasceu na cidade de Campinas, no interior de São Paulo, em 1943. O início da carreira foi aos 16 anos na rádio Central de Campinas, mas foi na Rádio Nacional, na capital paulistana, que ele se destacou.

Mais informações em instantes

 

NE10

Foto: internet

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Náutico viaja para enfrentar o Bragantino pela Série B, mas o foco é o Sport

O próximo jogo do Náutico é neste sábado, diante do Bragantino, fora de casa, pela estreia da Série B. O foco do Timbu, porém, está em outro jogo: o de volta pela final do Pernambucano, contra o Sport, na próxima quarta-feira, na Arena Pernambuco. Tanto que os alvirrubros irão poupar jogadores no confronto diante dos paulistas. Dos titulares nessa quarta, no primeiro duelo da decisão, somente o goleiro Alessandro e os meias Leleu e Marcos Vinícius viajaram para São Paulo. A prioridade é realmente o Estadual.

O técnico Lisca não confirmou a equipe titular que enfrentará o Bragantino. No entanto, já é possível prever que nomes como Izaldo, William Alves, Rodrigo Possebon e Hugo voltarão a ser titulares. A grande questão é saber como o time irá superar a clara falta de entrosamento entre os atletas.

O foco no Pernambucano é tão grande que nem Lisca viajou com o grupo nesta quinta-feira. O treinador só irá se juntar ao elenco que está em São Paulo na sexta-feira. Quer ficar o maior tempo possível junto com os jogadores poupados para trabalhar melhor a estratégia para o segundo jogo da final estadual.

Claro que tudo é uma questão de planejamento do Náutico, que tem o direito de poupar os seus atletas, ainda mais se estiverem desgastados fisicamente. No entanto, é importante lembrar que largar bem na Série B é importante, principalmente fora de casa. Os três pontos do início da competição são os mesmos da reta final. Além disso, poupar os atletas agora só vai trazer resultado se o Timbu conseguir o título na quarta, o que não é certo.

 

 

 

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Foto: Guga Matos/JC Imagem

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Sport vence o Náutico por 2×0 e larga na frente

Num segundo tempo mais movimentado, o Sport foi eficiente nas oportunidades que teve e largou na frente do Náutico na decisão do Campeonato Pernambucano ao vencer por 2×0 na noite desta quarta-feira (16), na Ilha do Retiro. Patric e Neto Baiano marcaram os gols da vitória, que dá aos leoninos a vantagem de empatar na próxima quarta (23), na Arena Pernambuco para levantar o título. Aos timbus, que tiveram um gol mal anulado aos 43 da etapa final, resta vencer por qualquer placar e forçar a decisão por pênaltis.

Os dois times iniciaram o jogo fazendo jus às suas características. Por isso, cada um levava vantagem num fator, exatamente pela deficiência do outro. O Náutico optou por marcar forte do meio de campo para trás. A vantagem concedida aos rubro-negros foi ter metade do espaço sem sofrer apertos. De seu lado, a deficiência do Sport foi não imprimir a velocidade suficiente para sair do bloqueio do rival.

Resultado? Jogo preso entre as duas intermediárias e os atletas dos dois times ligadíssimos na marcação. Mas nem por isso a partida ficou feia. Parecia um jogo de xadrez, com os deslocamentos marcados com disciplina militar. Pela postura defensiva de ambos, não é de se estranhar que o Sport tenha apresentado maior domínio territorial. Mas para finalizar demorou um pouco. Aos 11 minutos, Felipe Azevedo deslocou-se para a meia direita e foi lançado em velocidade por Aílton. Ele entrou na área e chutou forte. Alessandro fez boa defesa.

Antes do jogo, técnicos Eduardo Baptista e Lisca se cumprimentam. Foto: Diego Nigro/JC Imagem

Antes do jogo, técnicos Eduardo Baptista e Lisca se cumprimentam. Foto: Diego Nigro/JC Imagem

Essas entradas de alguns jogadores do Sport como elementos-surpresa – à exceção de Neto Baiano – começaram a surtir efeito aos poucos. Ewerton Páscoa, Renê e Rodrigo Mancha tentaram o mesmo tipo de jogada. Aos 14, Renê passou para Neto Baiano ajeitar para Felipe Azevedo tentar pela segunda vez. Ele carimbou Raí e a bola saiu para escanteio. Azevedo teria a terceira finalização aos 20, novamente recebendo de Aílton e dando à bola o destino da linha de fundo novamente.

A essa altura o Náutico já retraíasse totalmente, no aguardo de alguma brecha – que não encontrava – para contra-atacar. Por isso só fez Magrão trabalhar aos 22 minutos quando Zé Mário arriscou de fora da área e o goleiro rubro-negro espalmou para escanteio. Essa ‘acrodada’ do Náutico serviu para o time sair um pouco mais da trincheira que criara em seu campo defensivo. A bola ficou um pouco mais distante da área de Alessandro e aumentaram as faltas, deixando o jogo fechado até o último apito.

Os dois times voltaram para o segundo tempo com mudanças, mas o Náutico foi mais radical. Geovane e Marcelinho entraram nos lugares de Leleu e Marcos Vinícius, deixando o time ao menos na teoria, mais ofensivo. O Sport veio de Ananias no posto de Felipe Azevedo. O Náutico se deu melhor porque os tão aguardados contra-ataques começaram a se esboçar. Não se concretizaram porque os defensores rubro-negros conseguiam evitar o passe final. Aos sete, por exemplo, Durval evitou que a bola chegasse para Marcelinho, que estava livre de marcação.

O Sport também sofreu porque o jogador que entrou não rendeu o esperado. Mesmo com a deficiência na finalização, Felipe Azevedo dava opção pelas laterais do campo, coisa que seu substituto não fez. E justamente quando o Náutico era mais incisivo, tocava mais a bola na vertical em direção à área leonina, os donos da casa conseguiram o balde de água fria.

Aos 19 minutos, Aílton cruzou da direita e Neto Baiano fez bem o pivô para Patric. O lateral chutou com estilo, de três dedos, no canto esquerdo de Alessandro para fazer 1×0. E, realmente, os alvirrubros sentiram o gol. A pegada reduziu e os erros de passe aumentaram vertiginosamente. O Sport retomou o domínio territorial, afastou o adversário de seu campo e encontrou espaços no setor defensivo, já que o meio de campo do Náutico estava fragilizado pelas substituições.

Foi assim que o time da Ilha chegou ao segundo gol, aos 39 minutos. Renê cruzou e Durval, que curtia uma de atacante, serviu Neto Baiano de cabeça. O artilheiro leonino dominou e chutou na saída de Alessandro para carimbar a vitória do Sport. O Náutico ainda faria o seu gol de honra, mas ele não foi computado pelo erro do assistente Elan Vieira. Marcelinho recebeu em posição legal e acertou o canto esquerdo. Mas o árbitro Wilton Sampaio atendeu à solicitação e manteve o placar de 2×0.

Ficha do jogo:

Sport: Magrão; Patric, Ferron, Durval e Renê; Rodrigo Mancha, Ewerton Páscoa (Rithely) e Aílton; Wendel (Renan Oliveira), Felipe Azevedo (Ananias) e Neto Baiano. Técnico: Eduardo Baptista.

Náutico: Alessandro; Jackson, Flávio, Leonardo e Rai; Dê, Yuri, Zé Mário, Marcos Vinícius (Vinícius) e Leleu (Marcelinho); Paulo Júnior (Geovane). Técnico: Lisca.

Local: Ilha do Retiro. Árbitro: Wilton Sampaio (DF). Assistentes: Elan Vieira e Wlademir de Souza Lins (ambos de PE). Gols: Patric, aos 19; e Neto Baiano, aos 39 do segundo tempo. Cartões amarelos: Ferron, Patric, Ewerton Páscoa e Zé Mário.

 

 

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Foto: Edmar Melo/JC Imagem

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Santa Cruz joga mal, mas arranca empate diante do Salgueiro

Para a disputa do terceiro lugar, no estádio Cornélio de Barros, em Salgueiro, o time precisava mostrar que não se abateu com a derrota para o Sport que eliminou o time à final do Estadual. No entanto, a equipe coral mostrou um futebol pouco inspirado e poderia sair de campo derrotado. Mas o empate em 1×1 ficou de bom tamanho. Afinal, o Salgueiro criou mais chances e poderia ter saído de campo com a vitória. Os gols da partida foram marcados por Kanu, para o Salgueiro, e Betinho, para o Tricolor.

Com o resultado, os dois times vão lutar para vencer o próximo confronto para conseguir a terceira colocação do Pernambucano Coca-Cola sem precisar das cobranças de pênaltis. AS penalidades só vão acontecer em caso de um novo empate. O novo confronto está marcado para a terça-feira, no Arruda. E para esse duelo, o técnico Vica espera contar com o meia Carlos Alberto, que ficou de fora nesta noite.

O jogo

Mostrando um futebol sem alma e criatividade, o Santa Cruz foi surpreendido pela velocidade do Salgueiro no primeiro tempo de  partida no estádio Cornélio de Barros, no sertão pernambucano.   E logo aos seis minutos, a defesa coral viu Sidny fazer uma  boa jogada pela direita e cruzar para Kanu chutar e acertar a  trave. No rebote, o próprio Kanu mandou para as redes.  O pouco tempo que o Salgueiro precisou para abrir o placar  revelou o quanto a equipe coral estava desatenta no jogo. A  equipe não conseguiu trocar passes no meio de campo, facilitando a vida do Carcará, que buscou o campo ofensivo sem  receio.

Explorando os avanços de Sidny, o Salgueiro teve mais volume de jogo e conseguiu entrar na área tricolor. Kanu perdeu mais uma chance de ampliar o placar, o mesmo acontecendo com Anderson Paraíba. O Santa Cruz só teve uma chance, quando Pingo recebeu de Gamalho e chutou para fora.

No segundo tempo, o Salgueiro voltou melhor e buscou o ataque. Mas, ao contrário do que aconteceu na primeira etapa, faltou objetividade ao time sertanejo. O Salgueiro continuou aproveitando bem os avanços de Sidny pela direita, mas não conseguia mostrar qualidade nas finalizações.

O Santa Cruz melhorou um pouco no posicionamento defensivo, apesar de deixar brechas nas laterais, especialmente pela esquerda, onde Zeca teve dificuldades para segurar o ímpeto de Sidny. Na frente, a equipe continuou sem inspiração, criando muito pouco.

Mesmo assim, o Santa Cruz aproveitou uma falha defensiva do Salgueiro. Aos 27 minutos, a bola é cruzada na área, o zagueiro Ranieri e o goleiro Luciano trombam e a bola sobra para Betinho, que não tem dificuldades para mandar para o gol. Empate garantido, o Tricolor teve mais tranquilidade para jogar. A partir daquele momento, o Salgueiro foi para cima, chegou a criar algumas situaçãoes ofensivas, mas não conseguiu o gol de desempate.

Ficha técnica

Salgueiro: Luciano, Sidny, Alemão, Ranieri e Peri; Pio,  Morelândia (Rodolfo Potiguar), Valdeir (França) e Anderson Paraíba; Kanu e Everton (Alexon).  Técnico: Cícero Souza.

Santa Cruz: Tiago Cardoso, Oziel, Everton Sena, Renan e Zeca;  Sandro Manoel, Sorriso, Memo (Raniel) e Jéferson Maranhão (Betinho); Caça-Rato (Pingo) e Léo Gamalho. Técnico: Vica.

Local: Estádio Cornélio de Barros, em Salgueiro.  Árbitro: Emerson Sobral. Assistentes: Clóvis Amaral e Albert Júnior. Gol: Kanu, aos 6 minutos do primeiro tempo, e Betinho, aos 27 do segundo. Público: 7.618. R$ 110.325,00.

 

 

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Santa Cruz e Salgueiro lutam por terceiro lugar e vaga no Nordestão

Depois de juntar os cacos após a eliminação da grande decisão do Pernambucano Coca-Cola, o Santa Cruz terá ainda terá uma missão na competição: conquistar a terceira colocação e garantir a vaga na Copa do Nordeste 2015. E o primeiro passo é vencer o Salgueiro, nesta quarta-feira, a partir das 20h, no estádio Cornélio de Barros, no sertão pernambucano. Se conseguir o triunfo, o Tricolor terá a vantagem de jogar pelo empate no segundo duelo, marcado para terça-feira, dia 22, no Arruda.

Se contra o Sport, na Ilha do Retiro, o Santa Cruz jogou com o regulamento embaixo do braço para garantir o empate, agora, a história é diferente. Diante do Carcará, o técnico Vica vai soltar mais o time, escalando dois meias. Assim, o volante Memo sai da equipe e entra Jéferson Maranhão. O meia Carlos Alberto não seguiu com a delegação, pois ainda está abatido pelo fato de ter perdido o pênalti decisivo contra o Sport.

“É um momento de superação e não teremos vida fácil contra o Salgueiro. Acho até que Jefferson Maranhão pode fazer um terceiro atacante”, argumentou o técnico. Vica quer aproveitar a partida até como preparação para o duelo contra o ABC, no próximo sábado, no Arruda, na estreia da equipe na Série B.

Salgueiro
Para encarar o Santa, o técnico Cícero Monteiro continua sem contar com o lateral-direito Marcos Tamandaré, que foi vetado pelo departamento do clube momentos antes da partida contra o Náutico. Fabrício Ceará se recuperou da contusão que o tirou dos dois últimos jogos. Mas o treinador o deixará na reserva, mantendo Éverton e Kanu.

Ficha do jogo

Salgueiro
Luciano; Sidny, Ailton Alemão, Ranieri e Peri; Pio, Moreilândia, Valdeir e Anderson Paraíba; Éverton e Kanu. Técnico: Cícero Souza.

Santa Cruz
Tiago Cardoso; Oziel, Everton Sena, Renan Fonseca e Zeca; Sandro Manoel, Luciano Sorriso, Raul e Jefferson Maranhão; Flávio Caça-Rato e Leo Gamalho. Técnico: Vica.

Local: Estádio Cornélio de Barros, em Salgueiro.  Horário: 20h. Árbitro: Emerson Sobral. Assistentes: Clóvis Amaral e Albert Júnior. Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (estudante).

 

 

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O duelo tático de Sport e Náutico na decisão do Pernambucano

Um duelo interessante de se observar nas finais do Pernambucano é o confronto tático de Náutico e Sport. Tanto Lisca como Eduardo Baptista são conhecidos pelo árduo trabalho estratégico. A ideia obviamente é tentar surpreender o adversário. No entanto, já existe um desenho tático em ambos os lados, incluindo a função de cada jogador dentro do gramado. O Blog do Torcedor separou uma breve análise de cada esquema com os principais pontos fortes de alvirrubros e rubro-negros:

Sport – 4-3-3

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Descrição: É um 4-3-3 em que o compromisso com a marcação é a principal característica. Os dois jogadores com a função de atacantes pelos lados do campo (neste caso Felipe Azevedo e Wendel) se preocupam tanto com o ataque como com a defesa marcando o lateral adversário na saída de bola. Outro trunfo são as subidas dos laterais Renê e Patric e dos volantes Mancha e Páscoa – que dão a alternativa pelo meio. Aílton é responsável por segurar a bola um pouco mais e dar o passe final para as opções ofensivas. No comando do ataque, Neto Baiano é o homem gol, mas também cumpre funções defensivas ao marcar zagueiros adversários e faz o famoso pivô para a passagem dos atletas que chegam de trás – foi assim no clássico contra o Santa Cruz em que o Sport venceu por 3×0 com dois passes de Neto.

Fique de olho: Na função que alguns jogadores exercem em campo independente da posição de origem. Wendel, por exemplo, se diz volante, mas neste esquema atuará mais aberto pela esquerda como um atacante. Outra função interessante de se observar é a de Felipe Azevedo que vem para o meio de campo em muitas oportunidades funcionando como um homem de criação. Do banco podem surgir outras mudanças como Danilo, lateral-esquerdo, atuando como um atacante pela esquerda.

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Descrição: No papel poderia ser um 4-4-2, mas acaba se tornando uma espécie de 4-5-1 por conta do posicionamento dos jogadores em campo. O técnico Lisca gosta de montar um meio de campo forte, bem resistente pelo meio e com dois jogadores que normalmente jogam bem abertos pelos lados do gramado. Neste caso, Zé Mário e Paulo Júnior poderiam fazer essa função apostando na velocidade. Se o comandante alvirrubro optar por Marcos Vinícius no meio, o Náutico ganha na criação e na chegada pelo meio. Marcos pode funcionar como um falso centroavante em alguns momentos e surpreender as defesas adversárias. No aspecto defensivo, o Timbu tem laterais fortes na marcação e uma dupla de volantes que torna difícil a penetração pelo meio. É preciso muita movimentação e velocidade para superar a defesa do Náutico.

Fique de olho: Na movimentação de Marcos Vinícius. Se escalado, o meia pode fazer várias funções no gramado. Pode jogar aberto por um dos lados do campo e adiantar Paulo Júnior mais para frente ou até mesmo atuar mais centralizado na criação. Outra opção é revezar com Marcelinho o espaço ocupado na área como um falso centroavante para enganar as defesas adversária. Se existe uma surpresa que Lisca pode armar para cima de Eduardo Baptista é na movimentação de Marcos.

 

 

Do Blog do Torcedor

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Do banco de reservas, treinadores de Sport e Náutico tentam ser decisivos na final

Além dos jogadores, dois personagens irão chamar a atenção do torcedor nesta quarta-feira, às 22h, no primeiro jogo da final do Pernambucano: os treinadores. Fora do gramado, tanto Eduardo Baptista, no Sport, como Lisca, no Náutico, deverão fazer de tudo para vencer o duelo de ida, na Ilha do Retiro. Cada orientação vale ouro nestas horas. Tudo para sair vitorioso no duelo.

Lisca tem vantagem no confronto com Baptista até então. Em três jogos, venceu dois e perdeu um. Curiosamente, as vitórias foram fora de casa, enquanto a derrota foi na Arena Pernambuco. O alvirrubro, todavia, não se apega a isso para a final. Acredita que cada jogo é um jogo. “Estatística vale muito para torcedor e imprensa, mas cada dia é um dia”.

O comandante do Timbu também não acredita que os treinadores possuem um papel fundamental na decisão. Reconhece que existe um trabalho importante na armação do time, mas que quando a partida começa são onze contra onze. “Técnicos colaboram, mas não são definitivos. Quem decide são os jogadores dentro de campo”.

O pensamento de Lisca é adotado também por Eduardo Baptista, que manda os méritos do bom momento do Sport para os atletas. “Quando fizemos o time neste ano sabíamos que seria difícil. Então os méritos é dos jogadores”.

Apesar desse tipo de raciocínio, Baptista é apontado como um dos principais responsáveis pelo sucesso do Sport. Depois da chegada dele ao comando do time, o Leão teve uma mudança relativa não só de resultados como de postura. O reflexo disso foi o título da Copa do Nordeste e a chegada à final do Pernambucano.

Um detalhe interessante nos dois treinadores é que ambos foram apostas das diretorias de Sport e Náutico que acabaram dando certo. “Eduardo é um cara que batalhou muito. O Sport não pensou duas vezes e vem colhendo os frutos. Fico feliz de disputar com alguém que está crescendo. É uma tendência do mercado nacional”, afirmou Lisca.

 

 

 

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Foto: JC Imagem

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Luciano Sorriso diz que Santa Cruz tem que lembrar os bons momentos

Não há como negar que o clima é de abatimento no Arruda, mas o discurso no Santa Cruz é de levantar a cabeça e buscar a vaga na Copa do Nordeste, que corresponde ao terceiro lugar no Campeonato Pernambucano. Os tricolores começam a disputa pelo posto na próxima quarta-feira (16), diante do Salgueiro, no Cornélio de Barros. O técnico Vica já divulgou os relacionados e vai mandar a campo o que tem de melhor.

O discurso dos atletas também é de dar a volta por cima. O volante Luciano Sorriso lembrou que é o momento de os jogadores procurarem o equilíbrio emocional. Da mesma forma que não devem se empolgar de mais nas vitórias, também não é preciso cair em depressão nas derrotas. “Precisamos saber assimilar e procurar coisas boas porque o momento é de tristeza e lamentações”, disse.

O jogador também ressaltou que é normal os questionamentos sobre o elenco e comissão técnica após uma eliminação. Por isso, nada de bom que foi feito no passado será lembrado. “Vai ser colocado em xeque o potencial do grupo e tudo que a gente vem fazendo em um ano e quatro meses. Ano passado tivemos momentos felizes com o acesso (para a Série B) e um título nacional. Agora temos que ter forças porque o ano está apenas começando”, explicou.

Sorriso estipulou como meta mínima deixar o Santa Cruz onde ele o colocou quando chegou no ano passado. Por isso, reclama foco total para garantir a vaga no Nordestão. “Encontrei o Santa Cruz na Copa do Nordeste e quero deixá-lo lá. É uma competição que envolve renda e para o clube a gente sabe que isso é fundamental”, pontou.

Para reforçar seus argumentos de que o período do abatimento tem que passar logo ele lembrou do próprio Sport em 2013, de quem o Santa foi algoz naquele Campeonato Pernambucano. “m 2013 eles perderam o título para a gente dentro da casa deles. Mesmo assim, foram para a Série B e conseguiram o acesso. A gente tem que usar os bons exemplos. O Santa Cruz é grande e não pode nunca se entregar”, destacou.

 

 

 

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Foto: Edmar Melo/JC Imagem

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Quais os pontos fortes e fracos de Náutico e Sport para as finais do Pernambucano?

Qual o grande trunfo do Náutico para bater o Sport na final do Pernambucano? E o inverso? O que o Leão tem que fazer para surpreender o Timbu na decisão do Estadual? Essas perguntas estão na cabeça de alvirrubros e rubro-negros às vésperas da final do campeonato. O Blog do Torcedor então separou os pontos fortes e fracos das duas equipes em uma breve análise. Confira abaixo:

Ponto forte do Sport: força marcação e poder de decisão

O grande diferencial do Sport nesta temporada vem sendo a forte marcação que o time impõe dentro do gramado. E essa pegada não se limita ao próprio campo defensivo apenas. A linha de marcação do Leão é adiantada para roubar a bola já no campo de ataque. Vários foram os jogos em que o Rubro-negro dificultou a criação do adversário com um desarme mais adiantado.  O Sport de Baptista consegue marcar sem ser um time defensivo em excesso.

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Ponto fraco do Sport: encontra dificuldades contra equipes com forte poder de marcação

O ponto forte do Sport também é o seu ponto fraco. Quando enfrentou adversários dispostos a marcar tanto quanto ele, o Leão encontrou dificuldades. Foi assim contra o Náutico, na Ilha do Retiro, no último jogo da primeira fase do Pernambucano. O Timbu se fechou e conseguiu sair vitorioso do confronto. Se quiser ser campeão, o Rubro-negro vai ter que superar esse problema para encarar time mais retrancados.

Ponto forte do Náutico: equipe dedicada ao técnico Lisca

O Timbu pode não ter o elenco mais qualificado da competição, mas com certeza possui um dos grupos mais dedicados do Pernambucano. A equipe alvirrubra comprou a ideia do técnico Lisca e vem se dedicando ao máximo em todos os jogos, principalmente em clássicos. O Náutico de Lisca é uma equipe que dificilmente desiste do resultado. Além disso, os jogadores são muito disciplinados ao que o técnico pede. Disciplina e dedicação são as armas do Timbu para as finais.

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Ponto fraco do Náutico: time ainda está em formação

Apesar de estar na final do Estadual, Lisca vem tirando leite de pedra em alguns momentos do Náutico. Isso porque o Timbu ainda passa por uma reformulação profunda após um ano muito ruim em 2013. Como se não bastasse, quando o comandante alvirrubro começava a desenhar o seu time, sofreu com uma série de lesões como a do meia Pedro Carmona. A montagem do Alvirrubro realmente é um desafio em 2014.

 

 

 

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Fotos: Alexandre Gondim/JC Imagem

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