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Técnico da Suíça lamenta derrota e encerra a carreira

O técnico Ottmar Hitzfeld despediu-se do futebol nesta terça-feira lamentando ter ficado a dois minutos de sua meta contra a Argentina: a decisão por pênaltis. O treinador da Suíça sabia que para surpreender a favorita rival no jogo das oitavas de final, só com forte marcação e tentando não levar gol nos 120 minutos. Faltou pouco, mesmo assim ele comemorou a aplicação tática de sua equipe no estádio Itaquerão, em São Paulo.

“Se atacássemos a Argentina, podíamos surpreendê-los, mas dando espaços, tomaríamos mais gols do que contra a França”, afirmou, lembrando os cinco que a sua equipe levou dos franceses na fase de grupos, em Salvador. “Mas me orgulho dos jogadores, fizeram uma partida com maturidade, se mantiveram calmos nas dificuldades”.

Ottmar Hitzfeld lamentou, após “um primeiro tempo excelente”, a Suíça não ter conseguido abrir o marcador. Depois, assumiu que a Argentina cresceu e que tudo que podia ser feito em campo foi o apresentado por seu grupo.

“Tenho de dar os parabéns para minha equipe pelo grande desempenho, que o mundo inteiro viu. Também parabenizo a Argentina, que passou por grande dificuldade no jogo e soube, mesmo assim, avançar”.

O treinador, que é alemão, agora vai se dedicar à vida de comentarista em uma emissora de TV do seu país. “Não vou perder nenhuma partida, continuarei acompanhando o futebol”, garantiu.

Longe do campo, ele garante que prestigiará o futebol suíço. E seguirá vendo as façanhas de Messi. Neste jogo das oitavas, ele fez o que pôde para segurar o camisa 10 argentino. Chegou a pedir que três marcadores ficassem próximo do astro e mesmo assim ele foi decisivo com arrancada e passe para o gol de Dí Maria.

“Nós sabíamos que o Messi num segundo pode decidir o jogo. Para marcá-lo, só com todos juntos e três, quatro, perto dele. Ele tem qualidades suficientes para isso e fez o passe para Di María realizar uma grande finalização a gol. Mesmo assim, tenho de dar os parabéns ao time e ao Benaglio. Nosso goleiro fez um grande jogo”, afirmou o técnico.

Ottmar Hitzfeld assumiu que foi um dos jogos mais dolorosos de sua carreira. E que tudo ficará em sua memória. “Acho que cada momento no futebol ficará guardado. As emoções são assim, uma dimensão incrível disputar uma Copa e ter a possibilidade de chegar aos pênaltis. Infelizmente não chegamos, mas podemos sair de cabeça erguida e orgulhosos”.

Fonte: Agência Estado

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Felipão lembra 2002 e não descarta usar três zagueiros

Sem o volante Luiz Gustavo, suspenso, o técnico Luiz Felipe Scolari analisa as opções que possui no elenco para repor a perda do seu principal marcador, suspenso pelo segundo cartão amarelo e que cumprirá suspensão automática na próxima sexta-feira, em Fortaleza, diante da Colômbia, pelas quartas de final da Copa do Mundo.

O treinador pode trocar Luiz Gustavo por outro volante, como Paulinho, Ramires e Hernanes, mas admitiu a possibilidade a recorrer a um zagueiro, casos de Dante e Henrique, ao relembrar do esquema tático utilizado durante o Mundial de 2002. Há 12 anos, na vitoriosa campanha da seleção, Felipão utilizou os zagueiros Lúcio, Edmilson e Roque Junior juntos.

“Tenho duas possibilidades: continuo jogando da forma que vinha jogando, com a entrada de outro atleta no setor, ou mudo o sistema todo. E aí posso iniciar como jogava na Copa de 2002, com três zagueiros e liberando mais os laterais”, disse Felipão, em entrevista ao SporTV.

O técnico da seleção, porém, não deu nenhuma dica sobre quem será o substituto de Luiz Gustavo – Paulinho parece ser o favorito para ganhar uma chance – e destacou que os treinos nos dias que antecedem o duelo com a Colômbia serão decisivos para a definição da escalação do Brasil.

“Vou ver nos dias que antecedem o jogo, ver em quais condições alguns jogadores se reapresentaram, com problemas físicos ou não, quem vai treinar, como se apresentam nos treinos. Aí vamos definir”, afirmou.

Já pensando no duelo com a Colômbia, Felipão fez elogios ao meia James Rodríguez, artilheiro da Copa, com cinco gols, mas garantiu que a sua preocupação maior é mesmo com o sistema tático do adversário. “Não adianta só parar o James, temos que parar toda a sistemática de jogo da Colômbia”, comentou.

Felipão também admitiu que a seleção ainda não demonstrou todo seu potencial em campo nesta Copa, em que acumula duas vitórias e dois empates, com uma classificação dramática às quartas de final, definida na disputa de pênaltis contra o Chile.

“É normal que a imprensa brasileira, e até mesmo a imprensa estrangeira, cobre que tenhamos atuações melhores do que as que tivemos até agora. Não em todos os jogos, mas em um ou dois fomos um pouco diferentes do que estávamos acostumados a apresentar”, disse.

Ao mesmo tempo, porém, lembrou que as dificuldades estão sendo recorrentes para todas as seleções mais tradicionais nesta Copa. “Não existe diferença entre as seleções com tradição e as outras seleções. Vence-se por pênaltis, nos últimos minutos, por erro absurdo”, completou.

Fonte: Agência Estado

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Löw usa sufoco do Brasil de exemplo e valoriza vaga: “Deveria estar triste?”

Para Joachim Löw, não existe vitória feia. Feio seria não ganhar e, assim, ficar fora da Copa do Mundo. Diante de insistentes questionamentos na entrevista coletiva sobre a atuação irregular da Alemanha contra a Argélia nesta segunda-feira, o treinador alemão avisou que a tendência é de haver mais sofrimento do que brilhantismo. Chegou, inclusive, a citar o Brasil, que precisou dos pênaltis para eliminar o Chile.

A Alemanha conseguiu ser um pouco melhor. Suplantou a Argélia na prorrogação, num placar de 2 a 1, com emoção até o final no Beira-Rio.

– Deveria estar triste ou desapontado por passar às oitavas? Não jogamos bem, é verdade. Mas partidas desse tipo sempre vão existir na Copa. Vimos, por exemplo, que o Brasil teve que ir até o último pênalti para se classificar. Nas oitavas, estão todos motivados e são excelentes seleções. O importante é classificar.

Para Löw, o que mais atrapalhou a vida alemã na difícil partida foi a velocidade do contragolpe argelino. Valorizou, no entanto, a melhor organização tática da equipe no segundo tempo e admitiu que o preparo físico superior de seus comandos se tornou fundamental.

– Tivemos muitas dificuldades no primeiro tempo para nos organizarmos. Muita perda de bola, cometemos erros simples que acabou convidando o adversário a contra-atacar. Lançamentos foram um problema, que acabaram avançando os atacantes do adversário, que são muito rápidos. Não é que tenhamos jogado mal. No segundo tempo tivemos de seis a oito oportunidades, mas não soubemos aproveitar. Vitória da força de vontade, vimos isso em ambos os lados. Depois do tempo regulamentar estavam todos cansados, mas estávamos numa condição física melhor. Deveríamos ter decidido a partida no segundo tempo – analisou.

A Alemanha volta a campo na próxima sexta-feira. Fará um clássico europeu contra a França, às 13h (de Brasília), no Maracanã, num dos duelos mais aguardados do Mundial. Quem vencer enfrentará Brasil ou Colômbia na semifinal do dia 8, no Mineirão.

Joachim Low Alemanha x Argélia no Beira-Rio (Foto: EFE)
Joachim Low minimizou atuação irregular diante da Argélia (Foto: EFE)

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Colombianos pregam respeito ao Brasil, mas avisam: “Não temos medo”

A seleção da Colômbia terá o maior desafio da sua história na sexta-feira, às 17h (de Brasília), no Castelão, em Fortaleza. Participando da Copa do Mundo pela quinta vez e estreante nas quartas de final, a equipe terá pela frente o Brasil, que luta pelo hexacampeonato em casa. A filosofia dos cafeteros para tentar frustrar os donos da casa é clara: respeitar o time de Luiz Felipe Scolari, mas sem temê-lo em qualquer momento.

– Medo não (temos), respeito sim. Pelo que é o Brasil, por ser a seleção anfitriã, pelos jogadores, pelo técnico… Por tudo que é o Brasil. Esperamos que continuemos conseguindo os resultados – afirmou o volante Carlos Sánchez, em entrevista coletiva nesta segunda-feira.

Adrian Ramos e Carlos Sanchez coletiva Colômbia (Foto: Rodrigo Faber)Adrian Ramos e Carlos Sanchez durante coletiva da Colômbia nesta segunda-feira (Foto: Rodrigo Faber)

– O Brasil é uma seleção forte. Esperamos que nosso ataque possa fazer um ótimo jogo e seguir mostrando o que foi apresentado até agora, marcando gols, para que continuemos avançando – completou o atacante Adrián Ramos.

Até aqui, as estatísticas para o duelo são favoráveis aos colombianos. O time comandado por Jose Pekerman mantém 100% de aproveitamento, com quatro vitórias em quatro jogos disputados, e tem como camisa 10 um dos melhores jogadores da Copa do Mundo: James Rodríguez, autor de cinco gols e artilheiro isolado do torneio. No total, a equipe balançou as redes 11 vezes e foi vazada em apenas duas oportunidades.

O fato de a seleção brasileira ter sofrido para avançar às quartas de final, após bater o Chile, nos pênaltis, enquanto a Colômbia passava pelo Uruguai sem maiores problemas, não ilude os cafeteros. Com postura descontraída, Sánchez admitiu que o time de Felipão ainda encantou, mas avisou: para chegar à semi, será preciso ter uma atuação de alto nível e contar com o apoio dos torcedores, que vêm acompanhando a seleção na caminhada pelo Brasil.

James Rodriguez Substituição Colômbia e Uruguai Maracanã (Foto: Getty Images)
Colômbia tem 100% de aproveitamento no Mundial (Foto: Getty Images)

– Fizemos ótimas apresentações, e o Brasil não teve as atuações que todo mundo esperava. Para nós é uma partida diferente, estamos em uma nova fase. O Brasil tem uma grande seleção, jogadores excelentes, e temos de saber o que estamos fazendo. É seguir pelo mesmo caminho que estamos traçando. Pedimos que o povo colombiano continue nos apoiando para que sigamos sonhando – completou o volante.

Após aproveitarem a folga com familiares na cidade de Guarujá, no litoral paulista, os jogadores voltaram ao trabalho na tarde desta segunda, em Cotia. Sem suspensos ou machucados, José Pékerman terá força máxima para encarar o Brasil em Fortaleza.

Do Globo Esporte

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Felipão revela que pode escalar três zagueiros contra a Colômbia

Com seu segundo cartão amarelo na Copa do Mundo, diante do Chile, o volante Luiz Gustavo terá que cumprir suspensão contra a Colômbia, nesta sexta-feira, às 17h (de Brasília), em Fortaleza. Sem o seu jogador mais defensivo no meio de campo, o técnico Luiz Felipe Scolari cogita escalar mais um zagueiro, colocando a Seleção no 3-5-2, mesmo esquema usado na conquista do Penta, em 2002. Foi o que revelou o técnico, na Granja Comary, nesta segunda-feira.

– Tenho duas possibilidades: continuo jogando da forma que vinha jogando, com a entrada normal de outro jogador no setor, dentro daquela situação normal que vinha praticando, ou mudo o sistema todo e aí posso iniciar como jogava na Copa do Mundo de 2002, com três zagueiros, liberando mais os laterais. A gente vai ver nos dias que antecedem esse jogo quais são as condições que alguns jogadores se reapresentam, com problemas físicos ou não, quanto tempo para treinar, quem vai treinar, como se apresentam nesses treinos, para depois definir – afirmou o técnico.

Felipão scolari treino Brasil (Foto: Gaspar Nóbrega/Vipcomm)
Felipão ainda não escolheu quem entra na vaga
de Luiz Gustavo (Foto: Gaspar Nóbrega/Vipcomm)

Se escolher a segunda opção, na vaga de Luiz Gustavo, poderiam entrar os zagueiros Dante ou Henrique. Se permanecer com o 4-2-3-1, a vaga seria disputada por Hernanes, Paulinho e Ramires.

Felipão mostrou ainda preocupação com o meia James Rodríguez, da Colômbia, o artilheiro da Copa do Mundo até o momento, com cinco gols. No entanto, o treinador afirmou que precisa encontrar uma maneira de parar toda a equipe adversária, e não apenas seu camisa 10.

– Não adianta só parar o James, temos que parar o time todo da Colômbia, a sistemática de jogo, uma série de qualidades que possuem. É uma equipe que joga fácil, joga futebol bonito, tranquila, tem boa organização, e isso é importante para um jogo de futebol. Nós vamos mostrar alguns pontos fortes da Colômbia e algumas dificuldades que eles possam ter e que possam ser exploradas por nós, para ver se conseguimos ter uma postura melhor que nos jogos anteriores.

Depois da classificação dramática contra o Chile, no sábado, conseguida apenas na disputa por pênaltis, Felipão disse entender as críticas da imprensa, mas lembrou que todas as favoritas estão sofrendo para conseguir avançar às quartas.

– É normal que a imprensa brasileira, e mesmo a imprensa estrangeira, esteja cobrando que a gente tenha atuações melhores das que temos tido nos jogos. Não em todos os jogos, mas em um ou dois fomos um pouco diferentes do que estávamos acostumados a apresentar, principalmente na Copa das Confederações. Mas também é normal o que estamos vendo na Copa do Mundo, muito equilíbrio. Não existe hoje diferença entre as seleções com tradição, com títulos mundiais, de outras seleções que estão jogando as oitavas. Vence-se por pênaltis, nos últimos minutos, por um erro absurdo, mas há muito equilíbrio entre as seleções. O futebol hoje está muito nivelado em todos os lugares do mundo. Nós também estamos enfrentando as nossas dificuldades, e vamos ver se no próximo jogo conseguimos equilibrar a nossa equipe do princípio ao fim, sem os altos e baixos dos jogos anteriores, e assim passar à próxima fase.

Brasil e Colômbia duelam na sexta-feira, em busca de uma vaga na semifinal. O vencedor desta partida encara o ganhador do confronto entre França e Alemanha, que jogam também na sexta-feira, às 13h, no Maracanã.

Dante no treino da Seleção Brasileira (Foto: Mowa Press)
Dante é um dos candidatos à vaga de titular, se a Seleção atuar no 3-5-2
(Foto: Mowa Press)
Por SporTV.com

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Bélgica aposta em desgaste dos EUA para ir às quartas

O menor desgaste para chegar até as oitavas de final da Copa do Mundo é o trunfo da Bélgica para se dar bem contra os Estados Unidos, nesta terça-feira (1). Os dois adversários estão concentrados na Grande São Paulo e se enfrentam em Salvador, na Arena Fonte Nova, após rodarem distâncias muito diferentes pelo Brasil ao longo da primeira fase, com desvantagem para os americanos, que percorreram um caminho cerca de sete vezes maior

O cansaço e a primeira fase mais desgastantes podem pesar contra a equipe do técnico Jürgen Klinsmann. Nenhuma das 32 seleções viajou mais do que os Estados Unidos, que, de São Paulo, saiu para jogar em Natal, Manaus e Recife, em um total de mais de 14 mil quilômetros em trajetos aéreos.

Já a Bélgica se aproveitou dos ‘atalhos’ – foi a seleção que menos gastou em deslocamentos entre todas as participantes, ao sair de Mogi das Cruzes, onde está concentrada, para compromissos em sedes próximas – Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo – total de 1,9 mil km.

Para a partida das oitavas de final, ambas as equipes saem do aeroporto de Guarulhos em direção a Salvador, viagem de 1,4 mil km. Curiosamente, será o deslocamento mais curto já feito pelos norte-americanos nesta Copa e, ao mesmo tempo, o mais longo dos belgas.

“Vamos tentar usar o possível cansaço deles a nosso favor. O desgaste pela temporada europeia e pelos jogos da Copa tem sido decisivo para os resultados da competição. Por isso, alguns grandes já foram eliminados cedo no torneio”, afirmou o técnico belga, Marc Wilmots.

Até mesmo a tabela da primeira fase foi muito mais favorável à equipe dele do que para os adversários desta terça. Já classificado, o treinador poupou sete titulares na última rodada da primeira fase, na vitória sobre a Coreia do Sul, por 1 a 0.

Enquanto a Bélgica garantia 100% de aproveitamento no grupo H, os Estados Unidos penaram nos três jogos. A equipe ganhou nos minutos finais de Gana, levou um gol de Portugal no último minuto e enfrentou a Alemanha sob chuva pesada na Arena Pernambuco, em Recife. “Quem se adaptou melhor ao clima ganhou os jogos. Para nossa sorte, a partida em Salvador será às 17 horas, não às 13 horas”, disse Wilmots. A delegação embarcou para a capital baiana neste domingo à noite para tentar se ambientar ao clima quente, bastante diferente da temperatura mais amena encontrada na primeira fase.

Essa “estreia” no Nordeste é a grande preocupação dos belgas. “Os Estados Unidos jogaram em cidades mais quentes e, por mais que as viagens tenham sido longas, os jogadores já estão acostumados com o calor no país deles. Vamos precisar nos adaptar rapidamente a essa novidade”, comentou o zagueiro Nicolas Lombaerts, favorito para novamente substituir o capitão Kompany, lesionado.

ESQUEMA DE VIAGENS – Assim que terminou o sorteio dos grupos, a comissão técnica dos Estados Unidos viu os longos deslocamentos que teria de fazer na Copa do Mundo e elaborou uma programação para recuperar os jogadores o mais rápido possível após as partidas. A equipe retorna para São Paulo em voos marcados para logo depois do fim dos jogos. Mesmo que o desembarque seja de madrugada, de manhã cedo o elenco tem de acordar e ir para o CT da Barra Funda – para fazer o trabalho regenerativo.

A comissão técnica definiu essa programação em janeiro, quando a seleção passou dez dias em São Paulo para um período de treinos. Auxiliares do técnico Klinsmann viajaram para as sedes onde a equipe jogaria para conhecer os estádios e verificar qual seria a forma mais eficaz de minimizar o desgaste entre as longas viagens durante a Copa do Mundo.

Fonte: Agência Estado

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Alemanha decide vaga ‘em casa’ diante dos argelinos

Depois de passar três semanas brigando com o clima quente e úmido do nordeste do Brasil, finalmente a seleção da Alemanha disputará uma partida da Copa do Mundo “em casa”. O enorme favoritismo alemão na partida desta segunda-feira (30) contra a Argélia, às 17 horas, pelas oitavas de final, é reforçado pelo clima “europeu” de Porto Alegre.

Além da temperatura bem mais baixa do que as enfrentadas pela Alemanha na primeira fase do Mundial – a previsão para esta segunda é de máxima de 15 graus na capital gaúcha -, a presença de muitos descendentes de alemães no Rio Grande do Sul também servirá para fazer a seleção tricampeã do mundo se sentir à vontade no Beira-Rio. O cenário, portanto, parece ideal para uma tranquila vitória sobre uma equipe pouco conhecida, mas há quem pense de maneira diferente. Joachim Löw, por exemplo.

Apesar de a presença da Argélia nas oitavas de final ser uma grande surpresa, o treinador da Alemanha diz que já vinha estudando o time africano desde antes do Mundial e que o conhece bem. Nem tanto a ponto de recitar de primeira a escalação da equipe, mas o suficiente, segundo ele, para saber que a partida será complicada. “Podemos não conhecer os nomes dos jogadores, mas sabemos como eles jogam”, afirmou Löw. “Sabemos que é um time com grande influência da França e que é harmonioso e compacto. Não foi por acaso que chegou a esta fase.”

O plano de jogo de Löw para superar a mais do que provável retranca da Argélia é repetir o que foi feito contra os Estados Unidos, na última quinta-feira. O time se pôs a sufocar os norte-americanos desde o primeiro minuto e, embora tenha diminuído o ritmo com o passar do tempo, jamais perdeu o controle da partida. Quando conseguiu fazer seu gol, no início do segundo tempo, a Alemanha passou a dispor de espaço para contra-atacar e, ao mesmo tempo, manteve sua defesa com uma postura muito firme.

O maior problema do time alemão contra os norte-americanos foi que os jogadores de frente estiveram muito imprecisos nos passes e finalizações, e só por esse motivo a Alemanha venceu por apenas 1 a 0. Evidentemente, Löw espera ver esse defeito desaparecer nesta segunda.

“Temos de controlar o jogo”, opinou o capitão Philip Lahm. “Contra Gana (empate por 2 a 2), a bola ia e vinha a todo momento, houve muita paixão, mas sem tática nenhuma. Precisamos acertar os passes para termos a sensação de controle durante os 90 minutos, até porque assim teremos mais facilidade para nos defender.”

Joachim Löw não anunciou quem será o parceiro de Lahm no centro do campo. Khedira e Schweinsteiger brigam pela vaga. No lado esquerdo do ataque, que não conta com Podolski, machucado, Götze disputa a posição com Schürrle.

ATAQUE VELOZ – Vahid Halilhodzic, técnico da Argélia, reconhece que a Alemanha é favorita, mas acredita que seu time pode vencer nesta segunda. “O que estamos fazendo na Copa é maravilhoso e queremos continuar.” Ele deverá repetir a formação do empate com a Rússia, apostando em uma defesa forte e em um ataque veloz.

A Argélia tem motivos para desejar uma vingança contra os alemães nesta segunda-feira. Motivos já distantes no tempo, mas tem. Na Copa de 1982, uma suspeitíssima vitória da Alemanha Ocidental por 1 a 0 sobre a Áustria impediu os argelinos de superar a fase de grupos do Mundial, façanha que o país teve de esperar mais 32 anos para alcançar.

Após chocar o mundo com a vitória por 2 a 1 sobre a Alemanha na estreia, a Argélia perdeu para a Áustria e ganhou do Chile. A classificação não ocorreu justamente por causa do triunfo dos alemães sobre os austríacos naquele que ficou conhecido como o “jogo da vergonha”. Depois que o time alemão fez 1 a 0, as duas seleções claramente deixaram de atacar, uma vez que a vitória classificaria ambas para a fase seguinte.

Preocupado em não elevar demais a temperatura do jogo no Beira-Rio, Halilhodzic prefere não falar muito sobre aquele episódio. “São águas passadas, temos de nos concentrar no nosso jogo de amanhã (segunda).”

Fonte: Agência Estado

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França encara Nigéria para entrar na lista de favoritos

A França chegou à Copa do Mundo cercada de muita desconfiança depois de sofrer para conseguir a vaga na repescagem das Eliminatórias e perder, por lesão, seu principal jogador, o atacante Franck Ribéry. O time, no entanto, dissipou as dúvidas que o cercavam com duas convincentes vitórias logo nas primeiras rodadas do Mundial: 3 a 0 sobre Honduras e 5 a 2 em cima da Suíça. Mesmo assim, para ser considerada, de fato, uma seleção em condições de brigar pelo título, a equipe precisa vencer – e bem – a Nigéria, nesta segunda-feira (30), às 13 horas, em Brasília, pelas oitavas de final.

A boa fase da defesa, formada pelos jovens zagueiros Varane e Sakho e os experientes laterais Debuchy e Evra, será colocada à prova diante do veloz e perigoso ataque nigeriano, que fez a Argentina passar apuros na última rodada da primeira fase. O confronto com os africanos também será um duro teste para o atacante Benzema, que já balançou as redes três vezes neste Mundial, e agora terá pela frente defensores que se destacam pelo vigor físico e costumam não dar muitos espaços para os atacantes jogarem.

Sob o comando do técnico Didier Deschamps, a França, que, historicamente, sempre apostou quase que exclusivamente nos seus talentos individuais, hoje é um time que preza pela organização tática e o jogo coletivo. Deschamps, que fez carreira como atleta e treinador da Juventus, trouxe à seleção um pouco do estilo italiano de jogar, mais contido.

PRAGMATISMO – A França se transformou em uma equipe que corre poucos riscos na defesa e valoriza a posse de bola no meio de campo à espera de alguma brecha na defesa adversária. Essa, inclusive, deverá ser a postura da equipe contra a Nigéria.

A ordem de Deschamps é para que o time cadencie o ritmo da partida e troque passes sem pressa. Como a previsão para a hora do jogo é que a temperatura esteja na casa dos 30ºC e há possibilidade de a decisão da vaga ir para prorrogação e pênaltis, ele pede para que os atletas controlem o desgaste físico.

“Se o jogo fosse no final da tarde, talvez o ritmo fosse mais acelerado. É preciso gerenciar essas situações. Não sei como o organismo dos atletas vai reagir. Vimos que brasileiros e chilenos terminaram a prorrogação muito cansados (no sábado)”, disse o treinador.

Será o primeiro jogo da França às 13 horas, enquanto a Nigéria já jogou nesse horário na última rodada da primeira fase, contra a Argentina, em Porto Alegre (derrota por 3 a 2). Assim que a seleção francesa confirmou a vaga nas oitavas de final, na última quarta-feira, os treinos da equipe passaram a ser no mesmo horário da partida e o café da manhã foi reforçado, com macarrão no cardápio.

“Jogaremos em um horário um pouco diferente e, nos últimos dias, tentamos nos adaptar à alimentação e às temperaturas altas. Os nigerianos estão mais habituados ao calor, e uma partida nesse horário pode ter interferência no ritmo do jogo”, justificou Deschamps.

Fonte: Agência Estado

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Brasil tem 23 anos de invencibilidade contra Colômbia

O Brasil vai enfrentar um dos seus maiores fregueses nas quartas de final da Copa do Mundo, na próxima sexta-feira, no Castelão, em Fortaleza. De acordo com a Fifa, a Colômbia já foi rival da seleção brasileira em 25 oportunidades, mas só conseguiu duas vitórias em todos os tempos. A primeira em 1985, em um amistoso em Bogotá, e a segunda em 1991, pela Copa América

Nesta partida, o Brasil era treinado por Falcão e tinha a base da equipe que viria a ser campeã mundial em 1994, com Taffarel, Mazinho, Ricardo Rocha, Branco, Mauro Silva e Raí entre os titulares. Renato Gaúcho era o centroavante da seleção e Neto o capitão. A Colômbia, de Higuita, Rincón e Valderrama, venceu por 2 a 0 em Viña del Mar (Chile), pela primeira fase da competição

Os dois times voltariam a se enfrentar no quadrangular final, quando o Brasil devolveu a derrota, também por 2 a 0, com um gol de Renato Gaúcho e outro de Branco. Neste jogo, o time já tinha Cafu e Márcio Santos, outros atletas campeões em 1994. A seleção de Falcão acabaria vice-campeã.

Desde então foram 11 confrontos entre Brasil e Colômbia, com nenhuma vitória colombiana. A seleção venceu pela Copa América em 1995 e 1997, na Copa Ouro de 2003 e um amistoso em 1995.

Pelas Eliminatórias (das Copas de 2002, 2006 e 2010), as partidas aconteceram na primeira e na décima rodadas, sempre com pouquíssimos gols. Foram quatro empates em 0 a 0 e apenas duas vitórias: uma por 1 a 0, em 2000, em São Paulo (gol de Roque Júnior), e outra em 2003, por 2 a 1, em Barranquilla.

Vendo de outra forma, porém, o Brasil não vence a Colômbia há 11 anos. Afinal, as equipes empataram os últimos quatro confrontos: em 2004 (Maceió), 2007 (Bogotá) e 2008 (Rio), sempre por 0 a 0, e em 2012, por 1 a 1, em Nova York, no milésimo jogo da história da seleção.

Nesta partida, sob o comando de Mano Menezes, o Brasil teve cinco dos titulares de Felipão e jogou com: Diego Alves; Daniel Alves, David Luiz, Thiago Silva e Leandro Castán; Paulinho, Ramires, Oscar e Kaká; Thiago Neves e Neymar. Na ocasião, Neymar marcou o gol brasileiro, mas perdeu um pênalti de forma bizarra, mandando muito por cima.

A Colômbia, já treinada por Jose Pekerman, manteve quase todo o time, uma vez que jogou com Ospina, Cuadrado, Yepes, Armero, Sánchez, James Rodríguez, Jackson Martínez. Entre as mudanças, as saídas de Valencia e Falcão Garcia, cortados da Copa por lesão, e a passagem de Cuadrado da lateral para a ponta.

HISTÓRICO – Dos 25 jogos entre Brasil e Colômbia, nove aconteceram no País. A seleção ganhou em São Paulo (5 a 0 em 1949 e 1 a 0 em 2000), no Rio (6 a 2 em 1969 e 6 a 0 em 1977), em Belo Horizonte (2 a 1 em 1985) e Manaus (3 a 1 em 1995). Só não venceu em Salvador (1989) e Maceió (2004), ficando no 0 a 0. Os dois times nunca jogaram em Fortaleza.

Como esta é apenas a quinta Copa da Colômbia, que só avançou às oitavas de final em 1990, o Brasil nunca teve esse rival em Mundiais. Os dois times, porém, jogaram na última competição oficial no Brasil, a Copa América de 1989, em Salvador. Na ocasião, a torcida baiana vaiou a seleção, revoltada com a não escalação de Bobô, e o jogo terminou em 0 a 0.

 

 

Da Agência Estado

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Felipão pode mudar lista de batedores de pênaltis

Com a seleção brasileira de folga após a emocionante classificação às quartas de final da Copa do Mundo, o domingo é de avaliações sobre os erros e acertos cometidos no empate por 1 a 1 com o Chile no último sábado, seguido pela vitória nos pênaltis por 3 a 2, no Mineirão. Por essa análise, também passa, claro, o desempenho dos jogadores nas cobranças de pênalti.

Felipão, por exemplo, não economizou nos elogios ao atacante Neymar e destacou a sua maturidade para bater o último pênalti brasileiro, colocando a equipe em vantagem, que seria confirmada, se transformando em classificação, com o erro do chileno Jara. Em compensação, o meia Willian e o atacante Hulk desperdiçaram suas cobranças.

Nas entrelinhas, Felipão deixou a possibilidade de alterar a relação de cobradores para uma eventual futura disputa de pênaltis na Copa. “Provavelmente, nos próximos dias, vamos ter novas definições sobre os pênaltis”, afirmou o treinador, que, ao mesmo tempo, afagou Willian ao dizer que o seu erro serve de aprendizado e amadurecimento para o futuro.

O treinador também se recordou de outras disputas de pênalti que teve como treinador da seleção de Portugal e do Grêmio. “Vivi disputa de pênaltis com Portugal na Eurocopa de 2004, contra a Inglaterra e venci. Depois, de novo, na Copa de 2006, contra a Inglaterra. Esta é a terceira vez que ganhei assim. Mas perdi o Mundial pelo Grêmio para o Ajax, em 1995, também. Um dia a gente ganha, no outro a gente perde. Dessa vez, era para ganhar”, disse.

Para Felipão, a falta de experiência dos jogadores e a pressão de disputar uma Copa em casa pode ter atrapalhado a seleção. “Preocupa, porque a equipe é nova. Mesmo os mais experientes sentem a Copa. Quem diz que não, mente. É emocionalmente diferente, não é um jogo comum”, disse.

Diante do Chile, a seleção finalizou 23 vezes, na sua maior produção ofensiva nesta Copa, mas acertou pouco a meta defendida por Claudio Bravo – apenas sete vezes. Além disso, Felipão considerou inaceitável o gol sofrido, numa jogada que começou com a cobrança de um lateral por Marcelo e passou por um erro de Hulk.

Assim, Felipão espera aproveitar os próximos dias para corrigir erros cometidos pela seleção, na defesa e no ataque, e também trabalhar o controle emocional dos jogadores, visando o jogo de sexta-feira com a Colômbia, em Fortaleza, pelas quartas de final Mas ele tem fé que a emoção passada na sofrida classificação sirva de impulso para o Brasil na sequência da Copa. “Quando a gente ganha com essa emoção, a gente pode fazer disso uma coisa boa”, comentou.

 

 

Da Agência Estado

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