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Santa Cruz vence o Bahia na véspera dos cem anos

O último jogo antes de entrar para o clube dos centenários foi de festa para o Santa Cruz. Embora taticamente desorganizado defensivamente em boa parte do segundo tempo, o tricampeão pernambucano teve qualidade para vencer o Bahia por 2×1 e assumir a segunda posição no grupo B da Copa do Nordeste. O tricolor agora só depende de si mesmo para avançar à segunda fase.

Num início acelerado e turbulento, o Santa Cruz abriu o placar rapidamente para construir sua vantagem de 1×0 no primeiro tempo diante do Bahia, no Luiz Lacerda, em Caruaru. Mesmo com o adversário tendo um jogador expulso antes dos dez minutos, os corais não fizeram um jogo que favorecesse a posse de bola e abrisse mais espaço para definir o resultado logo nos primeiros 45 minutos.

Os retardatários mal acomodavam-se nas arquibancadas quando o Santa abriu o placar. Numa jogada rápida, Flávio Caça Rato foi derrubado, mas Cassiano levou vantagem. Foi à linha de fundo e cruzou para Carlos Alberto. Marcelo Lomba chegou primeiro e afastou. Mas quem vinha de frente para a jogada era Luciano Sorriso, compleamente livre de marcação. Com o goleiro caído ele só teve o trabalho de escolher o canto e chutar forte. O cronômetro marcava 34 segundos.

A ritmo acelerado terminou vitimando o tricolor baiano pela segunda vez antes mesmo dos dez minutos. Ao tentar cortar uma bola, Fahel acertou um pontapé em Cassiano e o árbitro interpretou como agressão. Por isso, mostrou o cartão vermelho. Fahel protestou, pôs o dedo na cara de Cláudio Francisco mas não teve apelação. Nessa nova configuração, o tempo, que já estava quente, ganhou pouco mais de cinco minutos de fervura, principalmente por parte dos baianos. As entradas foram mais ríspidas que o habitual e poderiam até ter provocado outra expulsão precoce.


Foto: Guga Matos/JC Imagem

Quando os ânimos serenaram um pouco, o jogo voltou ao ritmo normal e mostrou um Santa Cruz querendo aproveitar a superioridade para matar logo o jogo. Só que essa ansiedade atrapalhou. Ao invés de explorar mais o toque de bola até encontrar o espaço que existia, os corais adotaram os lançamentos longos e chutes de fora da área, quase sempre sem grande efeito. Luciano Sorriso não se apresentava para a saída de jogo e Raul tinha que voltar. Abria-se um buraco entre o meio e o ataque. Essa ansiedade ofensiva também teve consequências defensivas.

O Bahia encontrou vários espaços para contra-atacar, algo impensável para quem tinha 10 em campo, sendo nove na linha, contra 11 – 10 na linha. Num desses contra-ataques, Rhayner encontrou Talisca livre, mas o camisa 11 chutou com o tornozelo e a bola foi fraca e torta. Efetivamente, o Santa só criaria outra boa oportunidade nos 15 minutos finais quando Caça Rato recebeu de Raul e chutou forte. No rebote, Cassiano tentou dominar a bola, mas como estava impedido, a jogada foi paralisada.

O início do segundo tempo foi quase um replay da primeira etapa. O Bahia voltou com Hugo no lugar de Rafinha. Mas quem fez a diferença foi o time quase da casa – lembrando que o jogo não foi no Recife. Cassiano foi lançado mas Lucas Fonseca conseguiu desarmá-lo. Mas novamente havia um jogador do time pernambucano acompanhando a jogada. Desta vez era Raul. Quase sem ângulo ele acertou o único espaço que havia entre Marcelo Lomba e a trave. 2×0.

A resposta baiana veio três minutos depois. Talisca arriscou com o pé direito, o fraco, e a bola foi realmente fraca. Mas Rhayner estava um pouco à frente e aproveitou, desta vez para chutar forte. Tiago Cardoso estava atento e fechou o ângulo numa grande defesa. Na segunda tentativa, Rhayner não desperdiçou. Aos 16 minutos, Éverton Sena tentou afastar no chutão mas o ex-jogador do Náutico foi mais rápido e ficou com a bola. Na velocidade, ganhou de Renan Fonseca antes de chutar no canto direito de Tiago Cardoso.

O panorama do segundo tempo não era muito diferente do segundo. O Santa não conseguia ter uma posse de bola flagrantemente superior ao Bahia. Outro ponto importante era a marcação frouxa. Nas inversões de lado, o time de Vica demorava demais para armar a marcação. E quando o fazia, já era perigosamente próximo à área. Isso aconteceu tanto na primeira oportunidade desperdiçada por Rhayner quanto no gol. Por muito pouco, o Bahia não empatou aos 21. Numa jogada pela direita, Hélder apareceu livre mas perdeu o tempo da bola para concluir. Ela sobrou para Talisca chutar de voleio e Tiago Cardoso salvar os tricampeões pernambucanos.

Foi a gota d’água para o técnico Vica. Ele mexeu quase simultaneamente. Renatinho entrou no lugar de Carlos Alberto e Luciano Sorriso saiu para entrada de Memo, este com a ordem expressa de guardar a posição para evitar os contra-ataques. Mais uma prova da postura defensiva errada da equipe. Por sua vez, Marquinhos Santos viu que mesmo com menos um havia a possibilidade de igualar o marcador e mandou Branquinho no lugar de Hélder.

O técnico do Santa foi mais feliz na alteração. Memo deu mais mais proteção à zaga e tanto Rhayner quanto Talisca não tiveram a facilidade para se infiltrar. O Bahia passou a levantar a bola na área e tentar a bola longa. Os tricolores tinham espaço para contra-atacar, mas faltou um pouco de qualidade na hora de organizar o time quando tomava a bola. Nos minutos finais, cada time teve uma boa chance. Aos 42, Talisca bateu falta no ângulo esquerdo e Tiago Cardoso fez a defesa. No minuto seguinte, Raul deu um estouro para frente e Pingo avançaou até a área. No chute, acertou a parte externa da rede.

Ficha do jogo:

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Oziel, Everton Sena, Renan Fonseca e Tiago Costa; Sandro Manoel, Luciano Sorriso (Memo), Carlos Alberto (Renatinho) e Raul; Flávio Caça Rato (Pingo) e Cassiano. Técnico: Vica.

Bahia: Marcelo Lomba; Mádson, Titi, Lucas Fonseca e Guilherme Santos (Pará); Fahel, Hélder (Branquinho), Pittoni e Talisca, Rhayner e Rafinha (Hugo). Técnico: Marquinhos Santos.

Local: Estádio Luiz Lacerda, em Caruaru. Árbitro: Cláudio Francisco Lima e Silva (SE). Assistentes: Ivaney Alves de Lima e Eric Nunes Costa (SE). Gols: Luciano Sorriso, aos 34 segundos do primeiro tempo. Raul, aos quatro; Rhayner, aos 16 do segundo. Cartões amarelos: Flávio Caça Rato, Cassiano, Carlos Alberto, Sandro Manoel, Talisca, Rhayner, Guilherme Santos e Hélder. Expulsão: Fahel.

 

 

 

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Foto: Guga Matos/JC Imagem

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Sport: Afiado, Neto Baiano dedica a vitória a Lisca e provoca o rival

Se o faro de gol do atacante do Sport, Neto Baiano, continua apurado, como foi mostrado no jogo deste domingo, na Arena PE, contra o Náutico, onde marcou o terceiro gol da vitória por 3×0, em jogo válido pela quinta rodada da Copa do Nordeste, o mesmo pode-se dizer da língua afiada, que voltou a provocar o rival alvirrubro após esta vitória.

Se antes o atacante havia sido polêmico ao dizer que o Sport tinha que vencer o Náutico já que era um time de primeira divisão contra um de segunda, antes do jogo na Ilha do Retiro, desta vez ele foi experiente e guardou as palavras para soltar ao final do clássico dos clássicos. Entre os provocados, o técnico do Náutico, Lisca, foi o principal alvo.

“Depois daquela polêmica toda, onde eu quis dizer apenas que o Sport tinha a obrigação de vencer porque está na primeira divisão, e não quis ofender o Náutico, agora eu dedico a vitória ao Lisca, já que ele comemorou tanto lá na Ilha do Retiro, parecia até que era um título, então que ele comemore agora também a nossa vitória de 3×0”, disse o atacante.

Além de provocar, ele também dedicou a vitória aos companheiros de grupo, ao técnico Eduardo Baptista e ao ex-técnico Geninho. “Dedico essa vitória ao Geninho e quero dizer que ele não tinha culpa nenhuma pelo momento ruim da equipe. Dedico também ao professor Eduardo que acertou esse time. Hoje mostramos que o Sport é um time grande, de superação e que tem condições de jogar a primeira divisão”, contou.

Mas a noite para Neto Baiano era mesmo para comemorar a vitória e provocar os rivais.Outra vez na entrevista coletiva após o jogo, ele mandou recados para os alvirrubros. “Acharam que o Sport acabou porque venceram na Ilha. Não é assim não, tem que respeitar o Sport. Fazer gol em clássico é sempre bom, no Náutico é melhor ainda”, comentou.

Perguntado o porquê de tantas provocações, Neto afirmou que esse é o seu jeito de ser, e que o bom do futebol é provocar os rivais, se não, preferia exercer outra profissão. Eu falo o que eu penso, se eu tivesse medo de falar, preferia estudar e ser médico. Essa vitória vai nos dar uma sobrevida na competição, então vamos embusca da classificação para a próxima fase”, encerrou.

Lisca silencia

Perguntado sobre as palavras de Neto Baiano, o técnico Lisca resolveu não entrar em polêmica. “Ele fala o que quer. É de maior. Mas só comento sobre os jogadores do Náutico”.

 

 

 

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Lisca acredita que Náutico poderia ter tido melhor sorte no primeiro tempo

O técnico do Náutico, Lisca, considerou que a sua equipe poderia ter tido uma sorte maior no duelo contra o Sport, neste domingo, na Arena Pernambuco, pela Copa do Nordeste. O argumento do treinador é que o Timbu jogou melhor no primeiro tempo e conseguiu impor seu jogo. “O primeiro tempo foi do Náutico. Estava controlando a partida. Não permitimos nenhuma situação do Sport”, disse.

Apesar dessa afirmação, Lisca não tirou os méritos do adversário e nem deixou de reconhecer falhas na sua equipe, principalmente quando já estava perdendo por 2×0. “O segundo gol foi fatal porque o jogo ficou a cara do Sport. Acionamos o Marcos para dar mais criatividade, mas ficou difícil”.

O segundo gol, por sinal, contou com uma falha do goleiro Gideão. Lisca, porém, não responsabilizou o arqueiro pela derrota. “Não é momento de colocar a culpa em ninguém. O goleiro faz parte da equipe. A responsabilidade é minha e não dele”.

Olhando para o futuro, o técnico ainda enxerga a classificação para o Timbu, que tem dois jogos a cumprir no Grupo D do Nordestão – contra Botafogo-PB e Guarany de Sobral. “Com tudo isso ainda só dependemos da gente. O que atrapalhou um pouco foi a derrota para o Botafogo no meio de semana, mas vamos lutar até o fim”.

Discussão nos vestiários?

Ainda na entrevista pós-jogo, Lisca minimizou uma possível discussão nos vestiários com os atletas. Avaliou que faz parte do ambiente do futebol e que é normal após uma derrota por 3×0 em clássico. O treinador teria soltado palavras mais fortes contra os jogadores e teria discutido com o atacante Marcelinho. “Depois que tem uma derrota dessas a cabeça fica quente”.

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Sport: Emocionado, Eduardo Baptista agradece ao pai e explica nó tático em Lisca

Estreante na função de técnico do Sport, o preparador físico Eduardo Baptista se saiu muito bem no clássico contra o Náutico, na Arena PE, pela Copa do Nordeste, neste domingo.

Com uma escalação bem diferente da que vinha jogando, o time rubro negro bateu o rival por 3×0, foi soberano dentro de campo, e conseguiu a primeira vitória na temporada. Nas estratégias, um verdadeiro nó tático de Eduardo Baptista em cima de Lisca, técnico do Náutico.

Tentando explicar o que fez para que o time jogasse um futebol convicente, ele se emocionou ao lembrar da conversa que teve com o pai, o técnico Nelsinho Baptista, antes do clássico.

“Tenho um mentor na vida que é o meu pai. Liguei pra ele e contei a situação e que precisava fazer mudanças mas não sabia quais. Então ele me disse: quem é o técnico? e me mandou fazer o que fosse preciso”.

“Analisei muito o Náutico, passei o dia estudando o que eles fizeram no jogo da Ilha do Retiro. Tive uma grande ajuda do Pedro Gama (analista de desempenho) que também estudou muito o Náutico”, contou.

Aprovado no teste de fogo que enfrentou com o clássico, Eduardo fez questão de creditar a vitória ao grupo e disse que mesmo com o início ruim, o time estava trabalhando forte em busca dos resultados.

“Tivemos um início de ano bastante duro, os resultados não estavam vindo, mas sempre estávamos trabalhando forte em busca das vitórias. Agradeço a diretoria pela oportunidade e a confiança que me deram; aos atletas que se dedicaram bastante”, contou.

Diferentemente do atacante Neto Baiano, que não poupou provocações aos rivais após a vitória, Eduardo ressaltou que o respeito ao Náutico foi o diferencial da equipe em campo, além do tempo dedicado para analisar os pontos fortes do time, mas que provocações são coisas normal no futebol, segundo a sua análise.

“O Náutico é uma instituição que merece respeito e esse respeito que tivemos com eles foi importante. Essa coisa de usar entrevista para incentivar não cabe mais no futebol moderno. Tem que trabalhar a parte tática e técnica. Se o Náutico comemorou a vitória na Ilha, estavam no direito deles”, encerrou.

 

 

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Com defesa sólida e ataque eficiente, Sport bate o Náutico por 3×0

O Sport não era favorito para o clássico. Estava desacreditado pelos maus resultados e desorganizado pela saída do técnico Geninho. Mas quem disse que isso entra em campo em um clássico? O interino Eduardo Baptista arrumou o Leão taticamente e fez a equipe jogar um futebol mais convincente diante do Náutico, principalmente no aspecto defensivo. Os rubro-negros foram soberanos na defesa e eficientes no ataque. O reflexo disso foi o placar de 3×0 na Arena Pernambuco, na noite deste domingo, pela Copa do Nordeste. Ananias, Érico Júnior e Neto Baiano anotaram para os visitantes. O Timbu bem que tentou impor seu estilo de jogo, mas pouco produziu.

Com a vitória, o Sport vence a primeira no ano e assume a vice-liderança do Grupo D do Nordestão com cinco pontos. O Rubro-negro mantém viva as chances de classificação para a fase seguinte. O Alvirrubro fica em terceiro com quatro e um jogo a menos. Na próxima rodada, o Timbu encara o Botafogo-PB, no jogo adiado na semana passada. Curiosamente, o Leão encara o mesmo Botafogo, só que na Ilha do Retiro, na próxima quinta-feira, com portões fechados.

Ananias abriu o placar na partida

O JOGO – Apesar das escalações não indicarem isto no início, as duas equipes vieram com formações parecidas no gramado. Lisca e Baptista apostaram em homens abertos pelos lados e no jogo pelas laterais. Ananias e Érico Júnior foram esses jogadores no Sport, enquanto Zé Mário e Pedro Carmona foram os escolhidos do Náutico.

Com as formações ‘chocando’, restou aparecer algum elemento surpresa na partida. E ele surgiu no lado rubro-negro com o nome de Aílton, que ao contrário do último clássico apareceu mais e iniciou as principais jogadas leoninas. Sempre que tocava na bola, acionava com sucesso os atletas dos lados. O meia do Leão teve muita liberdade para atuar durante os 90 minutos.


Técnico interino, Eduardo Baptista arrumou o Sport

Em uma dessas jogadas que Aílton participou, surgiu o primeiro gol do Sport. O rubro-negro acreditou em lance na direita junto com Neto Baiano e cruzou com precisão para Ananias mandar para o fundo das redes de cabela, aos 14 minutos.

Atrás no placar, o Timbu tentou se sair mais da marcação do adversário. Aí entrou o outro diferencial da partida. O Náutico não tinha um atleta como Aílton com liberdade para criar. Não conseguiu entrar pelo meio e encontrou muitas dificuldades para fazer o jogo pelos lados. Faltou maior criatividade. Zé Mário e Pedro Carmona só conseguiram criar uma jogada de real perigo, em que Carmona cruzou e Zé Mário finalizou. A bola passou na linha do gol e não entrou. Muito pouco para os donos da casa.

O mérito da falta de chances pelo lado alvirrubro também deve ir para o sistema defensivo do Sport como um todo. Os leoninos foram soberanos no próprio campo seja pelo ar ou pelo chão. Destaque para Ewerton Páscoa, que levou a melhor em praticamente todos os lances. Foi o ‘cão’ de guarda rubro-negro.

O técnico Lisca bem que tentou alterar o panorama do duelo ao acionar Paulo Júnior. No entanto, a noite não era alvirrubra. O novo jogador em campo nem tinha tocado na bola quando o Leão ampliou. Em chute de fora da área , Gideão falhou e deu sobra para Érico Júnior mandar para o fundo das redes logo aos 2 minutos da etapa complementar. Depois disso, foram muitos cruzamentos equivocados e passes errados no lado dos donos da casa. Talvez fosse a falta de tranquilidade provocada pela desvantagem. Lisca novamente acionou o banco com Marcos Vinícius e Marcelinho, mas já era tarde demais. Antes do apito final, ainda teve tempo para mais um golpe da equipe rubro-negra. O árbitro marcou pênalti para o Leão e Neto Baiano não desperdiçou a chance de ampliar o marcador aos 46. Festa do Sport na arena.

FICHA DA PARTIDA – NÁUTICO 0X3 SPORT

Náutico: Gideão; João Ananias, William Alves, Flávio e Gerley; Possebon (Paulo Júnior), Elicarlos, Yuri, Pedro Carmona e Zé Mário (Marcos Vinícius); Hugo (Marcelinho). Técnico: Lisca.

Sport: Magrão; Patric, Oswaldo (Ferron), Durval e Renê (Renato); Ewerton Páscoa, Rithely e Aílton; Ananias (Felipe Azevedo), Érico Júnior e Neto Baiano. Técnico: Eduardo Baptista (interino).

Copa do Nordeste. Local: Arena Pernambuco, Recife (PE). Árbitro: Emerson Sobral Auxiliares: Marcelino Castro de Nazaré e Roberto José de Oliveira. Gols: Ananias (S) aos 14 minutos do primeiro tempo; Érico Júnior (S) aos 2 e Neto Baiano aos 42 do segundo. Amarelos: Ewerton Páscoa (S), Possebon (N), Neto Baiano (S), Érico Júnior (S) e Flávio (N). Público: 13.062. Renda: R$ 322.140.

 

 

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Fotos: Diego Nigro/JC Imagem

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Santa Cruz: Vica lamenta empate e pede para que time erre menos contra o Bahia

O Santa Cruz criou, criou, mas só conseguiu balançar as redes do CSA-AL uma vez, com Raul, no jogo desta quinta-feira, no Rei Pelé, pela quarta rodada da Copa do Nordeste. Volume de jogo, posse de bola, e rigidez ofensiva vem sendo um ponto positivo nos jogos da equipe neste Nordestão.

Mas, o fato negativo é que os comandados do técnico Vica não estão conseguindo transformar essa superioridade em gols, tanto que o time venceu apenas uma partida em quatro jogos. Para o jogo do domingo, contra o Bahia, Vica espera que o time acerte mais do erre, e assim, volte a vencer na competição.

“Não vamos comemorar esse ponto. Apresentamos um futebol de toque de bola, envolvente, mas temos que parar de cometer alguns erros bobos para que as vitórias voltem logo”, afirmou.
O empate, poderia até ser comemorado por conta da pressão imposta pelo CSA, e que o Santa Cruz conseguiu suportar. Mas, diante da superioridade em boa parte do jog, e da situação na tabela, onde o time agora ocupa a terceira colocação com cinco pontos, dois a menos que o Bahia, vice-líder com sete pontos, o resultado foi bastante lamentado pelo time, e pelo treinador.

“Nós fizemos um bom primeiro tempo e no segundo tempo o time relaxou e tomou o empate. Pedi para tomar alguns cuidados, principalmente com a velocidade do CSA. A situação na tabela é boa para eles e ruim para nós. Não saio totalmente desanimado, mas queria a vitória”, disse.

Mais uma vez, Vica reconheceu a força do adversário, e analisou que o empate acabou sendo o resultado mais justo, mesmo afirmando que o Santa foi melhor em campo. “É um time bem montado. Foi um jogo igual pelo que fizeram em campo, se fomos falar em justiça, acho que o empate foi o resultado mais justo”, contou.

Para o próximo jogo ele espera contar com o atacante Léo Gamalho, poupado por conta de dores na panturilha esquerda. “O Gamalho ficou em tratamento, vai ser reavaliado para ver como se tem condições de jogar. Se ele estiver bem, vai treinar no sábado e aí vamos ver se ele entra contra o Bahia no domingo”, concluiu.

 

 

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Foto: Edmar Melo / JC Imagem

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Santa Cruz sai na frente, mas cede o empate ao CSA-AL e se complica no Nordestão

Se era uma decisão para o Santa Cruz o jogo contra o CSA em Maceió o time não tratou como tal. Saiu na frente, mas depois cochilou e não trouxe o resultado que queria para o Arruda. Às vezes um empate fora de casa é um resultado a ser comemorado, e lamentado pelos donos da casa. Mas este foi exatamente ao contrário – bom para os donos da casa, que seguem na liderança, com oito pontos; e ruim para os visitantes, que estacionaram na terceira colocação com cinco pontos.

O empate entre Santa Cruz e CSA-AL, por 1×1, no estádio Rei Pelé, pelo Grupo B da Copa do Nordeste deixou o líder, CSA, ainda mais líder; e o pressionado Santa Cruz, ainda mais pressionado. Raul, aos 26 minutos do pirmeiro tempo para o Santa, e Josimar, aos dois minutos da etapa complementar. Agora, o Santa Cruz vai para mais uma final nesta primeira fase do Nordestão, no próximo domingo (2), contra o Bahia, no Lacerdão, em Caruaru. Já o CSA, vai tranquilo para o jogo contra o Vitória da Conquista-BA, também no domingo, no Rei Pelé, às 20h30.

O jogo
O empate em Maceió poderá mostrar ao técnico do Santa Cruz, Vica, que algumas experiências precisam ser feitas na equipe, como a entrada do rápido atacante Pingo, que entrou bem no segundo  e deu mais velocidade ao ataque. Ou também, a saída de um dos tres meias para a entrada de mais um atacante. Enfim, o jogo mostrou a Vica que muitas experiências podem ser feitas.

Os primeiros minutos de CSA-AL x Santa Cruz foram de pressão total dos donos da casa, que buscaram a todo custo o primeiro gol da partida. Diferentemente do jogo em Caruaru, onde o Santa Cruz não teve a força da massa coral, que não compareceu em grande número ao Lacerdão; a torcida azul fez uma pressão imensa empurrando o seu time, o que aumentou a adrenalina dos donos da casa.

Por sorte, e graças a Tiago Cardoso, o Santa conseguiu segurar a pressão, e quando o trio de meias começou a funcionar, conseguiu abrir o placar com Raul na primeira etapa. Logo aos sete minutos, Josimar fez bela jogada e chutou forte, Tiago Cardoso fez bela defesa, na sobra, Uéderson perdeu uma grande chance.

Suportando a pressão dos minutos iniciais, o Santa começou a se soltar em campo, e a linha de tres meias imposta pelo técnico Vica começou a funcionar. Aos 14, Natan fez bela jogada individual e cruzou, a bola passou por Cassiano e a defesa afastou o perigo.

Mais a vontade em campo, o Santa começou a impor o seu futebol, com bom toque de bola, o time coral foi ficando com a posse de bola e criando mais oportunidades de gol. Sob a batuta de Natan, o melhor em campo pelo lado coral no primeiro tempo. Aos 26 saiu o alívio da torcida tricolor. Natan cruzou na área, Sorriso disputou a bola e tocou para Raul que emendou para o gol de Pantera.

Com a vantagem no placar, o CSA passou a controlar o jogo em busca da igualdade. Impondo uma marcação forte ao Santa, que aceitou, o time azul por pouco não empatou o jogo. Primeiro com Josimar, aos 37, ele fez bela jogada individual mas na hora do passe Everton Sena apareceu e afastou o perigo.

Os visitantes passaram a apostar nos contra-ataques, mas novas oportunidades não foram criadas. Pelo lado dos donos da casa, muita afobação e pouco aproveitamento nas chances
criadas. Assim, o Santa Cruz conseguiu superar o CSA-AL no primeiro tempo.

Na etapa complementar, mais uma vez o time entrou dormindo em campo e desta vez o CSA não deixou por menos. Logo aos dois minutos de jogo Josimar, aproveitando o vacilo da defesa, empatou o jogo com um chute forte no canto esquerdo de Tiago Cardoso que nada pôde fazer.

Em busca da vitória, o técnico mandante colocou mais ofensividade na equipe, com Wanderson Cafu e Diego Clementino, nas vagas de Lucas e Uéderson respectivamente. Pelo lado tricolor, Vica esperou até os 20 minutos para mudar o time.

Carlos Alberto no lugar de Natan. Esta mudança, não surtiu o efeito esperado, e apenas quando o atacante Pingo entrou, na vaga de Renatinho, o Santa passou a ser mais veloz em campo. Apagado em campo, o atacante Cassiano até tentou criar algumas jogadas quando saiu da área, já que a bola não estava chegando, e a função de centroavante não é muito a dele.

Sem grandes emoções no jogo, Vica decidiu colocar o talismã Caça-Rato, mas a mudança não alterou o panorama do ataque coral no jogo. Até os 40 minutos do segundo tempo, o empate parecia satisfazer as duas equipes, quando na verdade, era bom apenas para os donos da casa.

Sem criatividade, o meio de campo do Santa apagou em campo e mais uma vez foi neutralizado pela forte e boa marcação da equipe azulina. Por pouco o Santa Cruz não trouxe um resultado pior para o Recife. Aos 47, Tiago Cardoso precisou trabalhar para evitar a derrota, no chute de Josimar.

Final de jogo no Trapichão – CSA-AL 1×1 Santa Cruz, e o tricolor do Arruda joga a vida na Copa do Nordeste contra o Bahia no próximo domingo.

Ficha de jogo

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Oziel, Renan Fonseca, Everton Sena e Tiago Costa; Sandro Manoel, Luciano Sorriso, Natan (Carlos Alberto), Raul e Renatinho (Pingo); Cassiano (Caça Rato).Técnico: Vica

CSA-AL: Pantera; Mineiro, Pedro Silva, Breno e Roberto; Charles Wenderson, Lucas (Cafu), Jeferson Maranhense (Santos) e Daniel Costa; Uénderson (Diego Clementino) e Josimar. Técnico: Oliveira Canindé.

Local: Estádio Rei Pelé, Alagoas. Árbitro: Avelar Rodrigo da Silva (CE). Assistentes: Marcione Mardonio da Silva Ribeiro (CE) e Anderson Silveira Ribeiro (CE). Cartões Amarelos:Breno e Pedro – CSA; Oziel – Santa Cruz. Gols: Raul – Santa Cruz (aos 26 min, 1°t); Josimar (aos 2min, 2°t).

 

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Sport oficializa demissão de Geninho

A diretoria do Sport entrou na sala de entrevista para anunciar o que se esperava: Geninho foi demitido do cargo de técnico. Quem primeiro anunciou a saída do treinador foi o vice-presidente de futebol, Sérgio Kano. “Depois de uma conversa, chegamos a um entendimento de que não haveria condições da continuidade de um trabalho”, declarou o dirigente, afirmando que a sequência de cinco jogos sem vitórias casou o desgaste de Geninho na Ilha do Retiro.  Os dirigentes confirmaram que o preparador físico Eduardo Batista e o analista de desempenho Pedro Gama vão comandar os trabalhos visando à partida contra o Náutico, no próximo domingo, na Arena Pernambuco.

Logo depois, o executivo de futebol do clube, Ney Pandolfo, tomou a palavra. Ele declarou que encara com bastante naturalidade a saída do treinador nesse início de temporada e que os dirigentes já estão no mercado em busca do substituto de Geninho. “Sabemos que a nossa torcida é exigente, que cobra bastante. Então, estamos buscando um treinador experiente e que seja vencedor”, disse Pandolfo, sem confirmar nomes que já estão sendo especulados pela imprensa: Jorginho, ex-Ponte Preta, e Caio Júnior, ex-Palmeiras. “Só vamos nos pronunciar quando o acerto for feito”, completou.

Ney reconhece que a demissão acontece justamente quando a preparação do futebol ainda estava “quebrada”. Ou seja, muitos jogadores que estão na Ilha do Retiro ainda não ganharam condições de jogo, seja por questões físicas ou burocráticas (regularização). “A gente respeita bastante o trabalho de Geninho. Não nos arrependemos de ter renovado o contrato, pois ele estava à frente da equipe quando conseguiu o acesso à Primeira Divisão. Mas o futebol é muito rápido e precisávamos tomar uma decisão. Então, achamos melhor mudar agora”, declarou.

Sobre a contratação de reforços, Ney Pandolfo declarou que alguns jogadores estão em negociação bastante avançada com o clube. Mas, no entanto, optou por não revelar nome de jogadores. O dirigente sequer quis confirmar a negociação com o meia Renan Oliveira, do Atlético-MG. “O planejamento continua e nossa filosofia de trabalho também. Estamos com alguns nomes praticamente fechados, mas só revelamos quando o acordo for oficializado porque não queremos gerar expectativas”.

 

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Foto: Guga Matos/JC Imagem

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Sport é punido pelo STJD e terá que jogar duas partidas com portões fechados

Por conta da confusão ocorrida em João Pessoa, durante a partida contra o Botafogo-PB, o Sport terá que jogar duas partidas com portões fechados na Copa do Nordeste. A punição foi dada nesta quarta-feira, em julgamento do Superior Tribunal de Justiça Desportiva. Além dos jogos sem torcida, o Leão terá que pagar uma multa de R$ 15 mil.

Como só tem mais uma partida na Ilha do Retiro na primeira fase da competição, o Rubro-negro corre o risco de ter que cumprir a punição na Copa do Brasil ou na Série A caso não obtenha a classicação para a próxima fase do regional.

No duelo contra os paraibanos, a torcida do Sport causou confusão no estádio Almeidão. A polícia militar teve que agir para diminuir o tumulto. O duelo chegou até a ser paralisado por conta do gás de pimenta utilizado nas arquibancadas.

Procurado pelo Blog do Torcedor, o vice-presidente jurídico do Sport, Arnaldo Barros, não escondeu a insatisfação com o resultado do julgamento, mas adiantou que o clube irá recorrer da decisão. “De acordo com o STJD, nós somos culpados porque jogamos a partida em um estádio sem condições. Mostramos um vídeo com a polícia começando a confusão, mas eles consideraram que nossa torcida começou. Lógico que vamos recorrer”.

O Botafogo-PB também foi punido. Pegou um jogo com portões fechados e uma multa de seis mil reais.

 

 

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Sport sofre gol polêmico no fim, perde para o Guarany-CE e se complica no Nordestão

As chances de gols eram ausentes na partida entre Guarany-CE e Sport, no estádio do Junco, em Sobral (CE), pela Copa do Nordeste. Balançar as redes nem parecia ação do jogo tamanha a dificuldade para as duas equipes chegarem à área adversária. Só parecia, porém. Isso porque os donos da casa conseguiram chegar ao gol nos minutos finais do confronto. O lance foi polêmico e causou bastante reclamação dos atletas leoninos, que questionaram o fato do auxiliar não ter corrido para o meio de campo em ação de confirmação. O árbitro, todavia, chamou a responsabilidade e deu o gol anotado por Gugu. A decisão pareceu acertada analisando as imagens. Ainda assim é muito difícil ter certeza absoluta. O que sabe-se é que o lance decidiu o duelo desta quarta-feira. 1×0 foi o placar.

Com a derrota, o Rubro-negro agora tem apenas dois pontos na tabela de classificação (duas derrotas e dois empates) e vive uma situação delicada no Nordestão. Na próxima rodada, encara o Náutico, na Arena Pernambuco, e precisa vencer para não correr o risco de ser eliminado. Já o Guarany lidera o Grupo D do regional com oito pontos. Duela com o Botafogo-PB, no próximo domingo, fora de casa.

O JOGO – Com o desfalque de última hora do volante Rodrigo Mancha, o técnico Geninho resolveu apostar no esquema com três zagueiros. O objetivo era liberar mais os laterais para o apoio. Patric até atacou como já é costume no Leão, no entanto, o lateral-esquerdo Igor ficou preso na marcação e pouco subiu. Além disso, o meio rubro-negro tentou a jogada pelo meio em muitos momentos, o que facilitou a vida da marcação cearense.
Se o Sport teve algum mérito foi o de saber utilizar a velocidade para chegar ao campo adversário. Em vários lances, Felipe Azevedo, Patric e Everton Felipe puxaram o ataque leonino. Porém, faltou caprichar no toque final para Neto Baiano, que brigou bastante com a zaga adversária em busca do melhor espaço. Na vez que venceu, conseguiu chute perigoso por cima da meta de André Zuba.

Pelo lado do Guarany de Sobral, também a intenção de explorar os lados do campo. O sucesso, todavia, também esteve longe de ser alcançado. Muito por causa dos cruzamentos errados. As melhores oportunidades vieram em falta no primeiro tempo e em um chute de fora da área. Magrão fez boas defesas em ambos os lances.

Geninho tentou mexer na sua equipe para dar outra dinâmica, mas pouco conseguiu mudar o panorama do confronto. Ananias e Érico Júnior acrescentaram pouco a uma equipe confusa, principalmente pela falta de uma meia melhor qualificado. Por mais que o Sport estivesse armado no 3-5-2, faltou um jogador de maior qualidade no meio de campo leonino.

Quando o empate parecia o resultado consolidado do confronto, o Guarany obteve um gol polêmico. Gugu balançou as redes em posição duvidosa. A polêmica foi maior porque o auxiliar não correu para o meio de campo para confirmar o lance. Os jogadores e o técnico do Sport reclamaram bastante, mas o árbitro puxou a responsabilidade e confirmou o gol que decretou a derrota leonina.

FICHA DA PARTIDA – GUARANY-CE 1X0 SPORT

Guarany: André Zuba; Ivonaldo (Gugu), Joécio, Juliano e Zeca; Rodrigo Vitor, Santos, Márcio Tarrafas (Tarrafas) e Zé Augusto; Adriano (Reinaldo) e Tiago Furlan. Técnico: Vladmir de Jesus.

Sport: Magrão; Ferron, Ewerton Páscoa e Oswaldo; Patric, Rithely, Ronaldo, Everton Felipe (Ananias) e Igor; Felipe Azevedo (Érico Júnior) e Neto Baiano. Técnico: Geninho.

Copa do Nordeste. Local: Junco, Sobral (CE).Árbitro: Leandro Dantas de Oliveira (RN). Assistentes: Luis Carlos Bezerra (RN) e Izac Oliveira (RN). Gol: Gugu (G) aos 45 minutos do segundo tempo. Amarelos: Rithely (S), Igor (S), Rodrigo (G), Neto Baiano (S) e Maranhão (G). Vermelho: Ronaldo (S). Público: 5.906. Renda: R$ 85.310.

 

 

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