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Poupar ou não poupar? Que Sport enfrentará o Santa Cruz no próximo domingo?

Por conta da carga de jogos que o Sport tem pela frente (com finais da Copa do Nordeste e semifinais do Pernambucano), cogita-se que o técnico Eduardo Baptista possa poupar alguns jogadores diante do Santa Cruz, neste domingo, no Arruda, pelo primeiro jogo da semifinal do Estadual. Baptista, porém, já afirmou que não deve adotar essa atitude. Além disso, os jogadores também não querem ser poupados. Um deles é o lateral-direito Patric, que quer jogar.

“Prefiro atuar, sem dúvidas. Enquanto não tiver nenhuma dor que possa me limitar, estou à disposição de Eduardo Baptista”, disse o jogador nesta quinta-feira.

A grande preocupação da comissão técnico leonina nem parece ser o desgaste físico que os jogadores possam passar, mas sim o desgaste mental de enfrentar várias decisões em sequência. O perigo é o atletas chegarem estafados nos jogos de volta e não conseguirem os objetivos.

Por outro lado, há um argumento para colocar os jogadores em campo. A sequência de partidas importantes pode deixar os rubro-negros ainda mais concentrados. Poupar neste domingo pode quebrar esse ritmo.

Pelas declarações de técnico e jogadores, o Sport dificilmente poupará o time diante dos corais. No entanto, esse pensamento não é similar ao do presidente do conselho deliberativo do Leão, Gustavo Dubeux. Por meio da conta oficial no Twitter, Dubeux criticou a escolha do árbitro Gilberto Castro Júnior para apitar o clássico e deu a entender que o Rubro-negro irá poupar algumas peças.

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Sport abre 2×0 sobre o Ceará e põe uma mão na taça

Com uma objetividade inversamente proporcional ao domínio territorial e posse de bola, o Sport abriu uma boa vantagem na final da Copa do Nordeste ao vencer o Ceará por 2×0 nesta quarta-feira (2), na Ilha do Retiro. O time rubro-negro pode perder por até um gol de diferença na próxima quarta (9), no Castelão e ainda assim conquistar o título. O Ceará precisa colocar três de vantagem. Se os 2×0 forem devolvidos, a decisão vai para os pênaltis. Se os pernambucanos marcarem, a derrota poderá ser por dois.

O Sport tentou pressionar desde os primeiros minutos, mas quem o fez foi o Ceará. Marcando bem o meio de campo leonino, o time visitante conseguiu não só segurar o ímpeto dos donos da casa, como também chegar com perigo ao gol de Magrão. Na primeira, logo no segundo minuto, Magno Alves recebeu na entrada da área e tentou encobrir o goleiro leonino, que tocou na bola e a mandou a escanteio. Apenas 60 segundos depois foi a vez de Bill cabecear para Ferron cortar e Souza completar em cima de Renê.

Passados os sustos, os rubro-negros acordaram e começaram a fazer o que estavam acostumados desde que Eduardo Baptista assumiu o comando e não fizeram nos últimos três jogos pelo Campeonato Pernambucano: não dar espaço para o adversário pensar. E essa seria a única maneira de levar vantagem, já que a transição entre defesa e ataque dos leoninos nunca foi ao custo de muita troca de passe e sim de jogadas verticais e pressão na saída de bola.

Foi nessa pressão que saiu a primeira oportunidade de gol. Renê interceptou um passe lateral e tocou para Aílton, que entrava de frente para área. O camisa dez chutou para o chão e a bola saiu. O árbitro errou e marcou escanteio, este desperdiçado por Renê. Na segunda não teve jeito. Ananias desceu pela esquerda e lançou Neto Baiano. o artilheiro dominou no peito e tocou na saída de Luís Carlos para fazer 1×0.

Após o gol, a linha de marcação feita pelo trio ofensivo Érico/Neto/Ananias recuou para a linha divisória do gramado. Apesar de pelo menos meio campo livre – o defensivo – o jogo ficou truncado. Aconteceu o fenômeno que muitos técnicos chamam de ‘bola viva’, aquela que não vai de pé em pé. É um jogo mais de lançamentos, muitas disputas com faltas e sem oportunidades concretas de gol.

O problema para o Sport é que à medida que o tempo passava, o time rubro-negro recuava mais e mais. Chegou ao ponto de Érico Júnior assumir um posicionamento mais de lateral-direito do que atacante. Da mesma forma, Neto Baiano foi visto dando chutão para frente dentro da grande área pernambucana. Ressalta-se também a má jornada de Aílton. Além de pouco apresentar-se para o jogo, o camisa 10, quando o fazia, invariavelmente errava.

Só voltou a haver pressão dos donos da casa aos 33 minutos e o resultado foi instantâneo. Ananias arriscou um chute cruzado e Páscoa meteu a cabeça na bola, que foi para fora. Só que a resposta cearense foi na mesma moeda. De fora da área, Ricardinho mandou rasteiro e Magrão cedeu escanteio.

Veio o segundo tempo e o recuo do Sport manteve-se rigorosamente inalterado com um agravante: jogadores fora de posição, tendo como maior exemplo o centroavante Neto Baiano. O camisa 9 estava postado tão atrás que, na retomada da bola, era ele quem puxava, ou tentava puxar, os contra-ataques. Como seu forte não é o passe, a bola ia e voltava rápido demais. Há de se ressaltar que Neto compensava com uma dedicação leonina na marcação e ausência completa de Aílton.

O tempo foi passando e o defeito não era corrigido. O Ceará, que precisava de um gol, encurralou o time da Ilha em seu campo defensivo, mas esbarrou no bom trabalho da defesa, de longe o fundamento de destaque dos rubro-negros. O alvinegro trocou passes, dominou territorialmente mas tinha grande dificuldade para entrar na área. Bill conseguiu aos 18 mas chutou em cima de Magrão.

No sufoco, Eduardo Baptista tirou Érico Júnior. O Sport pouco produziu e seu lance mais importante no segundo tempo aconteceu aos 33, mas o protagonista foi um jogador adversário. O volante João Marcos fez falta em Rithely e tomou amarelo. Como já fora advertido antes, terminou expulso. Com mais espaço, o leão conseguiu sair da pressão e quase chegou ao gol graças à raça de Neto Baiano.

Aos 37, ele tentou o cruzamento da linha de fundo mas foi bloqueado. Michel apareceu e chutou em cima do atacante. A bola sobrou para Danilo em plenas condições de marcar, mas Luís Carlos foi no canto e defendeu. Na segunda tentativa, Danilo não jogou fora. Aos 40 minutos, Patric, que fazia uma partida bastante discreta em termos ofensivos, foi à frente e cruzou. Na linha de pequena área, o lateral e duble de atacante apareceu para completar para as redes.

Ficha do jogo:

Sport: Magrão; Patric, Ferron, Durval e Renê; Rodrigo Mancha, Ewerton Páscoa, Aílton (Rithely) e Érico Júnior (Danilo); Ananias (Sandrinho) e Neto Baiano. Técnico: Eduardo Baptista.

Ceará: Luis Carlos; Samuel, Sandro (Gabriel), Anderson e Vicente; João Marcos, Ricardinho, Rogerinho e Souza (Michel); Magno Alves (Assisinho) e Bill. Técnico: Sérgio Soares.

Local: Estádio Ilha do Retiro. Árbitro: Cláudio Francisco Lima (SE). Assistentes: Carlos Jorge Titara (AL) e Luis Carlos Camara (RN). Gols: Neto Baiano, aos dez do primeiro tempo. Danilo, aos 40 do segundo. Cartões amarelos: Renê, Sandro, Ferron e Bill. Expulsão: João Marcos.

 

 

 

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Torcidas de Sport e Ceará fazem festa, mas também provocam confusão na Ilha do Retiro

Antes do jogo entre Sport e Ceará, pela final do Nordestão, o clima era de festa em ambos os lados. O otimismo em fazer um bom resultado na partida de ida era o principal sentimento das duas torcidas. Isso motivou a presença em massa de rubro-negros e alvinegros na noite dessa quarta-feira, na Ilha do Retiro. Os cearenses vieram em bom número para o Recife e encontraram um mar vermelho e preto no estádio leonino.

A novidade do Sport ficou por conta do corredor montado para a passagem dos jogadores ao lado dos torcedores. A cada atleta que passava, eram gritos e mais gritos de incentivo. Dentro do estádio, um barulho que não permitia ouvir a própria voz nas arquibancadas.

Todavia, nem tudo foi festa. Ainda houve espaço para confusão nos dois lados. Após o segundo gol do Sport, a torcida do Ceará entrou em conflito com a polícia militar. Pouco tempo depois, foi a vez dos rubro-negros entrarem em choque com a PM. Muita correria e empurrões no estádio.
 
 

 

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Diretoria do Santa Cruz intimada para esclarecer relação com organizada

O Santa Cruz foi notificado pela 5ª Vara Estadual da Fazenda de Pernambuco para prestar esclarecimentos sobre a relação da diretoria do clube com a Torcida Organizada Inferno Coral. A medida é a segunda parte de uma medida, expedida pelo juiz Edvaldo José Palmeira, que proíbe a organizada do tricolor, além de Torcida Jovem (Sport) e Fanáutico (Náutico) de frenquentarem jogos em Pernambuco. Rubro-negros e alvirrubros serão notificados da mesma forma.

O vice-presidente jurídico do Santa, Eduardo Lopes, explicou que o tricolor foi intimado para responder uma série de requerimentos que têm por objetivo diminuir situações de perigo antes e após jogos no Recife. “Ele determinou que os clubes se pronunciem sobre o que concordam e discordam. O Santa Cruz vai fazer um levantamento pelo administrativo, financeiro e operacional. Quando tudo estiver ponto vai manifestar seu entendimento perante o processo. O juiz vai analisar e determinar o que entender ser cabível. O processo está só começando”, pontuou.

No campo, o técnico Vica comandou treino em dois períodos. Pela manhã, posse de bola. À tarde, coletivo com esboço do time que deve iniciar o confronto com o Sport pelas semifinais do Campeonato Pernambucano. A base do time é a mesma que vem atuando, com a novidade do meia Jefferson Maranhão entre os titulares. O time começou assim: Tiago Cardoso; Oziel, Everton Sena, Renan Fonseca e Zeca; Sandro Manoel, Luciano Sorriso, Raul e Jefferson Maranhão; Flávio Caça Rato e Leo Gamalho.

Depois, duas alterações. O volante Memo entrou na vaga de Jefferson e Betinho assumiu o posto de Caça Rato. Na entrevista, Betinho desconversou mais uma vez sobre titularidade. O jogador se diz tranquilo e preocupado em fazer uma boa semana de treino. “Estou acostumado com esse tipo de decisão. Quem entrar em campo que possa corresponder”, destacou.

MEIA – A primeira contratação dos corais para a Série B deve ser o meia Danilo Pires, que defendeu o Central no atual Campeonato Pernambucano. A confirmação deve acontecer após a participação do Santa Cruz no estadual.

 

 

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Jogadores do Náutico irão receber R$500 mil se conquistarem o título Pernambucano

Uma boa notícia da diretoria do Náutico foi dada aos jogadores nesta quarta-feira: Caso o time seja campeão estadual os jogadores irão repartir uma premiação no valor de R$500 mil. Além deste prêmio, haverá uma bonificação de R$30 mil caso o time supere o Salgueiro nas semifinais e chegue à final.

Os jogadores foram surpreendidos após o treino desta manhã, quando foram convocados para uma reunião com os dirigentes alvirrubros, que os informaram da premiação.  Os porta-vozes dos jogadores foram os volantes Elicarlos e Dê. De imediato, eles pediram um incentivo para derrotar o Salgueiro, que também foi prontamente atendido.

O presidente Glauber Vasconcelos, ao ser procurado pela reportagem do JC, preferiu não entrar em detalhes sobre o valor oferecido aos atletas. “Isso é um assunto interno e prefiro não comentar”, disse o mandatário. No entanto, ele confirmou que haverá sim uma premiação em caso de título do Pernambucano.

Quem falou aos microfones da Rádio Jornal sobre o assunto foi o gerente de futebol do clube, Lúcio Surubim. Ele confirmou que os valores foram repassados mas não entrou em detalhes da quantia oferecida aos jogadores. “Nos reunimos com os jogadores e passamos os valores das premiações caso o time passe para a final e seja campeão.”

 

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Com informações de Felipe Amorim o JC Online

“Agradecemos aos atletas pelo empenho em campo e todos ficaram satisfeito também do que foi oferecido, mostrando que estamos juntos e se dedicando muito para conquistar o título”, comentou.

O valor de R$ 500 mil é um pouco menor do que a atual folha salarial do Náutico, já contando com os últimos reforços que desembarcaram no clube. Além do valor oferecido aos atletas, a diretoria destinará outra quantia a ser dividida entre os membros da comissão técnica.

Esta é mais uma manobra da diretoria no intuito de acabar com o longo jejum de dez anos sem títulos do Timbu.

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Fifa proíbe o Barcelona de contratar jogadores por um ano

A Fifa anunciou nesta quarta-feira (2) que o Barcelona não poderá contratar jogadores durante um ano por infrações relacionadas às transferências de 10 atletas menores de idade.

“A comissão de disciplina considerou como infração grave e decidiu punir o clube com uma proibição de contratar, a nível nacional e internacional, por dois períodos de transferências consecutivos (mercado de verão 2014 e de inverno 2015), assim como a pagar uma multa de 450.000 francos suíços”, afirma um comunicado da entidade.

De acordo com a Fifa, o Barcelona tem 90 dias para regularizar a situação de todos os jogadores menores de idade envolvidos.

Além do clube catalão, a Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF) foi condenada por violar o regulamento dos jogadores menores e terá que pagar uma multa de 500.000 francos suíços (400.000 euros).

“Tem o prazo de um ano para mudar seu regulamento e o sistema de envolve as contratações internacionais de jogadores menores de idade”, destaca a Fifa sobre a RFEF.

As sanções são o resultado das investigações realizadas por um grupo da Fifa dedicado a supervisionar transferências e de seu comitê disciplinar. Os menores de idade contratados pelo Barcelona disputaram competições pelo clube entre 2009 e 2013.

 

 

Fonte: AFP

Foto: AFP

 

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Segundo Alessandro, não adianta o Náutico ter ficado em primeiro se não for para a final

Para o goleiro Alessandro, o Náutico tem que ir para o primeiro jogo contra o Salgueiro, válido pela semifinal do Pernambucano, pensando em garantir um bom resultado para a partida de volta, principalmente por conta do regulamento da competição, que não contabiliza o saldo de gols como critério de desempate. Vencer ou até mesmo empatar com o Carcará é o desejo do arqueiro alvirrubro, que não considera grande a vantagem do Timbu ter ficado com a liderança da primeira fase.

“Não adianta de nada ficar em primeiro e cair fora para o Salgueiro. Nosso objetivo é o título. Espero que a gente vá lá e consiga um bom resultado para a volta. O Salgueiro é bem qualificado e vai ser um jogo difícil”, disse.

A preocupação de Alessandro tem fundamento. Se fosse contar somente os confrontos do primeiro turno, a decisão entre Náutico e Salgueiro iria para as penalidades. Curiosamente um venceu o outro fora de casa. O Carcará bateu o Timbu na Arena Pernambuco, enquanto o Alvirrubro foi para o Cornério de Barros e obteve a vitória.

O goleiro aproveitou esse dado para criticar o regulamento do Estadual. “Nunca vi isso na minha vida. Não consegui entender até agora”, afirmou sem colocar culpa na atual direção. “Acredito que se fosse a nova diretoria não aprovaria”.

 

 

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Foto: Guga Matos/JC Imagem

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Santa Cruz: derrotas para o Sport tiraram o sono de Everton Sena

Não dá para esconder que os jogadores do Santa Cruz estão com o Sport entalado na garganta. Após os quatro confrontos com os rubro-negros, com três derrotas e um empate um jogador já experiente em Clássico das Multidões apesar da pouca idade confessou ficar chateado e nem dormir nos insucessos. É o zagueiro Éverton Sena, tricampeão justamente em cima do rival das semifinais, que vão aumentar a conta dos jogos entre os velhos rivais para nada menos do que oito num intervalo pouco maior que 30 dias.

“Nosso time sofreu oito gols em quatro jogos, isso para a gente que defende é muito ruim. A gente fica chateado, eu mesmo nem consigo dormir. Fico na internet onde erramos para não deixar acontecer novamente”, explicou. A receita para não perder o sono novamente é atenção redobrada nos próximos dois jogos e não deixar os adversários nem chegarem perto do gol coral. Como? Uma marcação forte e ininterrupta.

“Na hora de defender temos que defender com todo mundo atrás da linha da bola, se ajudando”, pontuou. Instigado a enumerar os pontos positivos do oponente, Sena fez elogios como um todo, mas destacou as jogadas pelas laterais e o trabalho de pivô feito pelo atacante Neto Baiano. “Sabemos do potencial deles assim como eles sabem do nosso. Temos condições de chegar à final mais uma vez”.

Já o artilheiro Leo Gamalho acredita que a semana exclusivamente voltada aos treinos vai ser benéfica ao Santa Cruz. Ele também opinou que o Sport, com um jogo decisivo na bagagem – a primeira final da Copa do Nordeste contra o Ceará nesta quarta (3) – terá um desgaste mental a mais. “Quanto mais inteiro nosso time chegar, melhor. Eles têm jogos decisivos que vão exigir muito mentalmente. A gente descansando tem condição de trabalhar melhor.

Descansando de jogos, mas intensificando os trabalhos. O técnico Vica comandou um treino bastante puxado nesta terça e a receita deve seguir a mesma até a sexta-feira. “Aqui nunca teve moleza, sempre se trabalhou demais. No carnaval mesmo trabalhamos em dois períodos no sábado e no domingo”.

 

 

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Foto: Clemilson Campos/Acervo JC Imagem

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O que dizem os números de Sport e Ceará

Sport e Ceará trazem em seus números da Copa do Nordeste aspectos que podem servir de alerta tanto para Eduardo Baptista quanto para Sérgio Soares na decisão que começa nesta quarta-feira (2), às 22h, na Ilha do Retiro. Se pudermos generalizar ou rotular, seria o confronto de um ataque poderoso, o do Ceará; contra uma sólida defesa, a do Sport. Mas reduzir uma radiografia desse embate apenas no volume seria empobrecer demais a conta. Os dois times têm comportamentos bem definidos atuando dentro e fora de casa. Vamos adotar a ordem decrescente, do conceito mais amplo ao mais minucioso.

O ATAQUE

Rubro-negros e alvinegros passaram por momentos distintos na competição. O Sport começou capengando, foi dado como morto e ganhou fôlego na reta final da primeira fase – e continua respirando bem. Classificou-se em segundo lugar no grupo D, com oito pontos. Dos oito que avançaram para os mata-matas foi o time de pontuação mais baixa. Já o Ceará foi mais uniforme, terminando em primeiro no grupo C com 11 pontos. Os pernambucanos venceram apenas duas vezes e marcaram cinco gols, uma média inferior a um gol por partida. O time alencarino conquistou três vitórias e marcou o dobro dos gols (10).

Nas quartas de final, sem torcida no estádio por conta de uma punição, os leoninos fizeram 2×0 no CSA. A derrota por 1×0 no jogo da volta foi insuficiente para desclassificá-los. Os cearenses seguraram o Vitória no Barradão (1×1) e foram impiedosos na Arena Castelão ao fazerem 5×1. Nas semifinais, curiosamente, os dois tiveram a vida mais fácil. O Sport bateu o tradicional rival Santa Cruz duas vezes (2×0 e 2×1), enquanto o Vozão goleou o América-RN por 4×0 na primeira partida e nem precisou fazer força na segunda. Perdeu por 2×0 sem correr risco.

No total, o time da Ilha marcou 11 gols, contra 20 de seu adversário. A primeira curiosidade é que a distribuição dos dois times é bem diferente, de acordo com dados do site Soccerway. O Sport é melhor dividido, marcou cinco gols em casa e seis fora. Já o Ceará marcou 17 em seu reduto, o que rende 85% da fatura. Longe do Castelão foram apenas três, matade do que o Sport fez na casa alheia. Isso se reflete na média. Quem é de vermelho e preto tem exatamente um gol por jogo dentro de casa e 1,20 fora. Os de preto e branco ostentam um número alto no Castelão, 3,40 contra 0,60 fora.

Como os gols fora de casa têm peso maior na fase mata-mata, outro número também chama a atenção da dupla finalista, a média de gols sofridos. Na Ilha do Retiro, o leão tem média bastante baixa de 0,20. A média sofrida fora é um pouco mais elevada, mas ainda assim inferior a um gol por jogo: 0,80. Nos jogos de mata-mata, os rubro-negros ainda não levaram gol em casa, já que venceram CSA e Santa Cruz por 2×0. O Ceará tem médias de gols sofridos superior ao rival. Tomou 0,40 em casa e 1,20 fora.

TEMPO

Na hora de banlançar as redes o Ceará mostra uma artilharia mais bem distribuída, embora tenha uma preferência. Dividindo o jogo em intervalos de 15 minutos, os cearenses mostram que conseguem marcar em todos os períodos, mas há a predileção pela reta final da partida. Entre o 16º e o 45º minutos os comandados de Sérgio Soares marcaram metade de seus gols. A segunda preferência é quando a partida começa a esquentar, entre os 15 e os 45 do primeiro tempo. Foram marcados 30%. Outros 15% saíram até os 15 minutos de primeiro tempo e apenas 5% nos 15 minutos inicias da etapa final.

De seu lado, o Sport tem dificuldades para começar o jogo acelerado. Até os 15 do primeiro tempo os pupilos de Eduardo Baptista passaram em branco. A preferência é flagrante no começo da segunda etapa. Até os 15 minutos desse período foram 45,5% dos gols anotados. O restante é bem dividido. Foram 27,3% dos gols marcados entre 15 e 45 do primeiro tempo, com o mesmo índice se repetindo nos últimos 30 minutos finais.

Na média, rubro-negros marcam um pouco mais cedo, aos 37 minutos de jogo. Quando contamos os jogos em casa esse tempo se repete com uma leve oscilação de um minuto a mais quando joga fora. Os alvinegros furam o bloqueio adversário, em média, aos 41 minutos, porém bem mais cedo em casa (28 minutos) do que fora (19 do segundo tempo). Na hora de levar gol, o Sport demora mais, seguindo o raciocínio de ter uma defesa menos vazada.

O primeiro gol levado acontece no tempo médio de 45 minutos, com média de 40 minutos em casa e dois minutos do segundo tempo fora. O que leva a crer que há uma queda de concentração nos minutos finais do primeiro tempo que é trazida para o segundo. O Ceará leva gol mais cedo, em média aos 39 minutos, caindo para 31 quando joga em casa e 43 fora. A média mais baixa como mandante segue a tendêndia do time com postura mais ofensiva quando joga em Fortaleza.

RETROSPECTO

No histórico dos confrontos, a vantagem é do time pernambucano. Foram disputados 21 jogos com 11 vitórias do Sport, cinco do Ceará e outros cinco empates. Nos gols, o leão também ganha 27×17. Os últimos confrontos aconteceram pela Série B do ano passado. Na Ilha, vitória leonina por 2×1, em agosto. Os cearenses deram o troco, com juros, em novembro: 4×1. Quando o jogo foi na Ilha do Retiro, como nesta quarta, a vantagem do time da casa é mais ampla. Perdeu apenas uma vez – Copa do Brasil de 1993 -, empatou outra e venceu as sete restantes. O Sport marcou 15 gols e levou apenas três.

Quando o confronto tem o cenário invertido fica tudo rigorosamente igual. Jogando no Ceará, são 12 encontros, com quatro vitórias dos donos da casa, quatro empates e os quatro jogos restantes tendo a equipe de Pernambuco levando a melhor. Nos gols há leve vantagem leonina: 14×12.

A maior vitória do Sport foi pelo placar de 3×0, conquistado duas vezes, ambas no Recife: pela Copa do Nordeste de 2001 e na Série B de 2005. O Ceará conseguiu seu placar mais elástico justamente no último encontro: 4×1 na Arena Castelão.

 

 

 

 

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Fotos: Alexandre Gondim/JC Imagem e LC Moreira/Estadão

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Náutico: Elicarlos não deve ser problema contra o Salgueiro, já Marinho preocupa

Ao final do clássico diante do Sport neste domingo na Ilha do Retiro, o Náutico comemorou a vitória por um a zero que lhe proporcionou o direito de terminar o hexagonal do título na liderança, mas também passou a se preocupar com dois titulares que se machucaram na partida.

Elicarlos e Marinho deixaram o gramado de jogo com dores e foram avaliados pelo departamento médico do clube. As notícias do volante são mais animadoras para a torcida alvirrubra – Elicarlos amanheceu nesta segunda-feira bem melhor e praticamente sem dores e deve ficar à disposição do técnico Lisca para a primeira partida contra o Salgueiro.

Já Marinho, irá realizar um exame de imagem para saber a gravidade da lesão. A suspeita é que ele tenha sentido o adutor da coxa esquerda e caso seja confirmado ele deverá ficar de fora por cerca de oito dias. “O Elicarlos saiu com dores na coxa direita, foi medicado e se apresentou bem melhor. O Marinho preocupa um pouco mais. Eles vão ser reavaliados para saber se ficarão à disposição do Lisca”, disse o médico do clube, Fábio Ribas.

 Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

Mudança

A FPF divulgou nesta segunda-feira que a segunda partida das semifinais entre Náutico x Salgueiro na Arena PE , antes marcada para o domingo (13) foi antecipada para o sábado (12), no mesmo estádio e às 18h30.

 

 

 

 

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Foto: Alexandre Gondim JC Imagem

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