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Santa Cruz: Renatinho aposta nos contra-ataques para vencer o Bahia

Após estrear com vitória na Copa do Nordeste, por 3 a 2, diante do Vitória da Conquista/BA, no Lacerdão, em Caruaru, neste último sábado, o  Santa Cruz, sem muito tempo para comemorações, já se prepara para o próximo compromisso no Nordestão.

Nesta quarta-feira (22) o tricolor do Arruda encara o Bahia,  e para vencer o tricolor baiano, que foi goleado na primeira rodada por 4a 1, para o CSA-AL, o meia Renatinho aposta nos contra ataques para conquistar mais tres pontos na tabela em cima de outra equipe baiana.
“Nosso contra-ataque é rápido e, se o Bahia for na intenção de nos pressionar e der bobeira, lá atrás, a gente pode fazer gols”, comentou.

Mesmo com a vitória, o meia não ficou feliz com a sua estreia em 2014, afirmando que não foi bem no jogo, e que já vive a expectativa da segunda rodada para apresentar um futebol melhor.

“Eu não me saí muito bem neste jogo, mas o entrosamento do time contou bastante. Precisamos de mais ritmo de jogo agora contra o Bahia”, disse.

Mesmo com a derrota do Bahia na estreia, Renatinho sabe das dificuldades que irá encontrar no clássico tricolor nesta quarta-feira, principalmente por se tratar de um time de primeira divisão como é o caso do Bahia.

“Vamos precisar de muita cautela porque vai ser um jogo muito difícil”, afirmou.

MEIA

A diretoria do Santa Cruz não desistiu da contratação de um meia. “Está tudo acertado. Só que o jogador precisou resolver alguns problemas e, por isso, está demorando. Mas as coisas estão caminhando e logo estaremos anunciando”, disse Constantino Júnior, mantendo o mistério em torno do nome do jogador. O dirigente voltou a afirmar que a vinda do jogador vai fechar o ciclo de contratações.

 

 

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Foto: Rodrigo Lôbo / JC Imagem

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Náutico joga mal na Arena PE e empata por 1×1 com o Guarany de Sobral

Estreia em temporadas é sempre complicada. Falta de ritmo de jogo e desentrosamento são os maiores problemas enfrentados pelas equipes.

O caso do Náutico não foi diferente. Jogando em sua casa, na Arena Pernambuco, o time do técnico Lisca até lutou, mas mostrou o quanto vai ter que melhorar se quiser bons resultados neste início de temporada.

Das 16 contratações, o melhor jogador em campo foi um remanescente do ano negro de 2013 para o Náutico; Elicarlos, o mais incisivo em campo ajudou o no gol, e correu muito em campo para evitar uma derrota do Timbu.

Um empate por 1 a 1 com o Guarany de Sobral-CE, pelo primeira rodada do Grupo D da Copa do Nordeste, pode até ser considerado como um bom resultado devido ao fraco desempenho do time em campo. Renato, aos oito minutos do segundo tempo para o Náutico, e Zeca, aos 13, fizeram os gols da partida.

Agora, o Náutico terá três dias para se preparar para o primeiro clássico do ano. Na próxima quinta-feira (23), o Timbu encara o Sport, na Ilha do Retiro,  pela segunda rodada do Grupo D da Copa NE. No mesmo dia, o Guarany-CE recebe o Boatafogo-PB, no estádio do Junco, também na quinta-feira.

O jogo

De um lado um time que fez 16 contratações nesta temporada (Náutico); do outro, um que trouxe 21 atletas (Guarany-CE). O resultado? Duas equipes bastantes desentrosadas dentro de campo, e um jogo frio entre Náutico e Guarany de Sobral -CE e um empate ruim para os dois lados. Difícil apontar até para quem foi pior o resultado. O Náutico jogou mal e não pode reclamar do ponto somado, mas sabe o quão ruim vai ser esse resultado no final desta primeira fase. Já o Cacique do Vale abusou de perder gols, e, apesar de somar na tabela, sabe que poderia sair com a vitória de campo.

Um primeiro tempo fraco, sem muitas oportunidades de gol por ambos os lados. Quem até conseguiu chegar com mais perigo foi a equipe visitante com o atacante Adriano. Sem inspiração, o time do técnico Lisca, nem com o apoio da torcida, que fez muito barulho nas arquibancadas, conseguiu apresentar um bom futebol nessa primeira etapa. O destaque alvirrubro foram os defensores William Alves, tirando várias bolas da defesa, e o lateral-esquerdo Gerley, o único a tentar criar jogadas para os donos da casa. No lado rubro-negro, o atacante Adriano foi quem mais chegou com perigo.

A primeira chance de gol foi do Náutico. Aos 30 segundos de jogo um escanteio para o time da casa, mas a cobrança não assustou muito o goleiro André Zuba.

O Guarany não se retraiu em sua defesa e também assustou no início de jogo. Aos 4, falta na linha frontal da grande área para o Guarany, na cobrança a defesa afastou o perigo. Nada de criar boas jogadas do meio-campo alvirrubro.

Restou ao solitário Renato, no ataque, tentar o chute de longe. Aos 10, ele foi ousado ao roubar a bola de Furllan do Guarany, mas o chute saiu fraco.

Gerley até tentou ser o criador de jogadas alvirrubro. Aos 13, ele sofreu falta na entrada da área. Zé Mario fez a cobrança mas a bola passou por todo mundo.

O Náutico começou a se soltar em campo e foi dando espaços ao Guarany. Aos 15, Adriano tentou um gol de placa pegando de voleio após o cruzamento de Zeca. A bola subiu muito sobre a meta de Gideão.

O técnico Lisca precisou fazer uma mudança por conta de lesão. Saindo o zagueiro Romario, com um entorse no pé direito, e entrando o também zagueiro Léo Kanu. Os visitantes seguiram assustando o Timbu e quase abriram o placar. Aos 31, Furrlan chegou com velocidade pela direita e cruzou rasteiro. A bola passou por todo mundo.

O Náutico mandou uma bola na trave com Tulio, mas o lance já estava invalidado por conta de impedimento do atleta, tudo isso com 34 minutos de jogo. O panorama do jogo seguiu com o Náutico tentando e o Guarany apostando nos contra-ataques, nada feito. O primeiro tempo acabou em 0x0.
Segunda etapa

Na etapa complementar o Náutico demonstrou o quanto está mal fisicamente. Mesmo apresentando um certo cansaço, o time conseguiu sair na frente do marcador, com Renato, que aproveitou o bom cruzamento do volante Elicarlos e tocou para o fundo das redes, aos oito minutos.

A festa durou apenas cinco minutos. Em um chute desprentencioso do lateral-esquerdo Zeca, o Cacique do Vale chegava ao empate. Aos 13, ele arriscou de longe, a bola desviou em Kanu e Gideão aceitou.

O gol abalou claramente o time alvirrubro. Dois minutos após o gol, o rubro-negro quase vira, com Furlan, que chutou forte e a bola desviou em Kanu, que quase atrapalha Gideão novamente.

Aos 17, Furlan quase aproveita com um gol a boa jogada do companheiro de ataque, Adriano. Na base da superação, o Náutico tentava chegar ao ataque.

Aos 24, Zé Mario, em jogada individual, cruzou na área mas a defesa afastou o perigo com Joecio. Aos 30, Furlan cobra falta na trave e quase vira o jogo.

Elicarlos era o nome do Náutico no jogo. Aos 32 minutos, o volante arriscou um chute forte de longe e obrigou Zuba a fazer uma grande defesa.

Aos 44 a chance mais clara do jogo. O meia Maranhão, sozinho com Gideão, conseguiu chutar por cima do gol e desperdiçar a chance de virar o placar. Fim de jogo na Arena PE – Náutico 1×1 Guarany de Sobral-CE.
Ficha de Jogo

Copa do Nordeste

Local: Arena Pernambuco

Horário: 20h (Horário de Pernambuco)

Árbitro: Gleidson Oliveira (BA).

Assistentes: José Carlos Oliveira e Marcos Welb (ambos da BA)

Náutico: Gideão; João Ananias, William Alves, Romário Leiria (Léo Kanu) e Gerley (Izaldo); Rodrigo Possebon, Elicarlos, Dê e Zé Mário; Túlio (Gustavo Henrique) e Renato. Técnico: Lisca.

Guarany de Sobral-CE: André Zuba; Ivonaldo (Edson Pacujá), Joecio, Juliano e Zeca; Rodrigo, Zé Augusto, Santos (Maranhão) e Tarrafas (Júnior Cearense); Adriano e Thiago Furlan. Técnico: Vladimir de Jesus.

Gols: Renato, aos 8 (2°t) e Zeca, aos 13 (2°t).

Cartões amarelos: João Ananias (Náutico)

Público: 9.268

Renda: Não divulgada.

 

 

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Foto: Alexandre Gondim / JC Imagem

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2014 pode ser o ano da Argentina, aposta Messi

Lionel Messi está confiante de que a Argentina poderá triunfar na Copa do Mundo de 2014, quando o seu país tentará conquistar o seu terceiro Mundial e assim encerrar um jejum que perdura desde 1986, quando Diego Maradona liderou a seleção nacional na campanha vitoriosa realizada no México. A classificação tranquila para esta edição da competição e o bom momento psicológico dos jogadores colaboram para que o astro aposte em uma campanha de sucesso no Brasil.

“Chegaremos em um bom momento. Fizemos uma grande eliminatória depois da partida que ganhamos na Colômbia, quando não estávamos muito bem. Foi uma mudança importante e muito positiva para nós. O elenco é bom e nos damos muito bem. Pode ser o nosso ano. No Mundial pode acontecer qualquer coisa, é muito difícil. Mas creio que chegamos bem”, ressaltou Messi, em entrevista ao site oficial da Fifa, publicada nesta segunda-feira.

Ao projetar a Copa de 2014 e ao ser lembrado que já brilhou em jogos contra o Brasil, forte candidato ao título também por atuar em casa, Messi destacou um confronto que guarda com carinho. “Lembro-me muito da partida pelo Mundial Sub-20 (de 2005). Ganhamos a semifinal por 2 a 1. Tenho ótimas lembranças pelo que significava aquela partida, porque marquei um gol e fomos à final. E também porque foi uma das minhas primeiras alegrias no futebol. É uma lembrança muito linda”, disse.

Messi, porém, evitou exibir euforia ao comentar o fato de que a Argentina caiu em um grupo considerado fácil na Copa, o F, no qual terá como rivais a Nigéria, a Bósnia e Herzegovina e o Irã. “Fala-se muito que será fácil, que a Argentina tem a obrigação de se classificar com tranquilidade. Mas é um Mundial, e não há seleção fácil. Se eles estão ali, existe um motivo. Não há jogo fácil em Copa do Mundo”, acredita.

O astro, que neste mês viu Cristiano Ronaldo ser eleito o melhor jogador do mundo de 2013, também festejou o fato de que iniciou 2014 em boas condições físicas, após ser atrapalhado por lesões no ano passado. O período que ficou na Argentina se recuperando de uma grave lesão muscular também foi citado como muito positivo para o atacante do Barcelona. Ele falou sobre o assunto ao negar que tivesse sentido um clima de ansiedade por parte dos torcedores argentinos neste ano de Mundial, pois teve pouco contato com o público em seu País no final de 2013, antes de se reapresentar ao Barça.

“A verdade é que fiquei muito tranquilo trabalhando no prédio (da Federação Argentina de Futebol). Depois, fui para a minha casa (em Rosário) e trabalhei da mesma forma, muito bem no geral. Na parte física, chego bem para estes seis meses. A cabeça também está boa. Acredito que foi muito bom, mas não tive muito contato com as pessoas. Eu estava priorizando a recuperação. Até dormi no prédio. Era como se estivesse concentrado. Eu pensava nisso e em nada mais”, enfatizou.

 

Fonte: Agência Estado

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Sport pode ser denunciado ao STJD por confusão na Paraíba

Sport e Botafogo-PB podem sofrer punições por conta das cenas de violência protagonizadas por suas torcidas no último domingo, no Almeidão, em João Pessoa. O procurador-geral do Supremo Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Paulo Schmitt, solicitou que as provas da confusão sejam reunidas para ver se vai ou não formalizar denúncia contra os dois clubes.

Os clubes podem ser enquadrados no artigo 213 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). O texto prevê a perda de um a quatro mandos de campo e multa de R$ 100 a R$ 100 mil aos clubes em que seus torcedores estejam envolvidos em casos de violência dentro e nos arredores das praças desportivas.

Paulo Schmitt solicitou o recolhimento dos vídeos feitos durante a partida. Essas provas serão anexadas à súmula do árbitro alagoano Carlos Jorge da Rocha.

No súmula, o juiz relatou o que aconteceu dentro do estádio. “Houve cinco minutos de paralisação, aos 11 minutos do segundo tempo, devido à ação do policiamento na torcida visitante, lançando gás que trouxe efeito para os jogadores dentro de campo.”

 

 

Do JC Online

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Se dependesse de Geninho, meia Carlos Alberto seria jogador do Sport

Se dependesse apenas do técnico Geninho, o meia Carlos Alberto, ex-Vasco, Corinthians e Porto (Portugal), entre outros clubes, seria jogador do Sport em 2014. A afirmação do treinador foi feita durante o programa JC Esporte10 desta segunda-feira (20). O jogador trabalhou com o atual comandante rubro-negro em duas oportunidades – no Vasco e no Corinthians – e, segundo ele, nunca deu trabalho.

“Se o clube quisesse, eu seguraria. O problema é que ele está parado há seis meses e um jogador que demore um, dois meses para entrar em forma não me serve. Além disso não é muito barato”, disse. Geninho explicou que não houve nenhum tipo de conversa a respeito de valores, apenas surgiu a possibilidade de trazer o jogador, que, inclusive, tem a característica de um meia que o técnico vê como em falta no atual elenco.

“Um (camisa) 10 nós já temos. Preciso agora de um oito e meio. Um jogador que chegue lá na área para concluir”, apontou.

Durante uma hora, Geninho também falou sobre a formação do atual elenco do Sport e acredita que na virada do returno desta primeira fase da Copa do Nordeste, a equipe estará num bom nível. Ele também avaliou o potencial dos jogadores prata da casa e, obviamente, o clássico diante do Náutico, na próxima quinta-feira (23).

 

 

Blog do Torcedor

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Renovado, Náutico tenta iniciar temporada com o pé direito diante do Guarany (CE)

Com a missão de enterrar o péssimo 2013, o renovado Náutico estreia na Copa do Nordeste às 20h desta segunda-feira (20), diante do Guarany (CE), na Arena Pernambuco. O jogo é válido pelo grupo B e se houver vencedor, ele salta na liderança da chave, já que Botafogo (PB) e Sport ficaram no 1×1 em João Pessoa.

Foram 16 jogadores contratados, mas apenas metade deles em condições burocráticas de jogo (regularização) e à disposição do técnico Lisca. Pelo menos cinco devem começar como titulares. O treinador, que era pouco conhecido do público pernambucano, enfatiza que esse time está em formação e algumas dificuldades podem aparecer.

“Temos pouco mais de duas semanas de trabalho e isso é pouco para que o time ganhe consistência. A equipe vai ser construída ao longo da competição. O torcedor vai precisar ter paciência. As dificuldades são naturais no início de qualquer trabalho. No entanto, podem esperar por um Náutico brigador dentro de campo e organizado. Contra o Guarany, seremos bastante testados. Eles iniciaram a pré-temporada bem antes que a gente e estão com melhor ritmo de jogo”, disse Lisca.

Os problemas já começaram para a montagem do que o técnico considerava ideal para esse primeiro jogo. O atacante Marinho sofreu uma contratura na coxa direita e está fora. O homem de área, Roberson, também reclama de dores musculares e dificilmente será acionado. O jogador foi poupado dos últimos trabalhos e vai fazer um teste antes do jogo.

Se Roberson não puder jogar, o técnico vai adiantar um pouco mais o meia Marcos Vinícius para jogar ao lado de Túlio Viana. Assim, a possibilidade é grande de o timbu começar a temporada com um ataque feito em casa. “Túlio não é um centroavante que atue na área, mas acredito que ele pode se sair bem desempenhando essa função”, avaliou o treinador.

ADVERSÁRIO – O Guarany de Sobral vem ao Recife numa situação parecida com a do Náutico. O clube fez grandes mudanças no elenco, mas tem mais tempo de preparação. A pré-temporada dos cearenses começou no dia 9 de dezembro.

Ficha do jogo:

Náutico: Gideão; João Ananias, William Alves, Romário Leiria e Gerley; Rodrigo Possebon, Elicarlos, Dê e Zé Mário; Túlio e Roberson (Marcus Vinícius). Técnico: Lisca.

Guarany de Sobral-CE: André Zuba; Rafael, Joécio, Nonato e Édson Pacujá; Júnior Cearense, Dudu, Júnior Paraíba e Zé Augusto; Adriano e Zé Williams. Técnico: Vladimir de Jesus.

Local: Arena Pernambuco. Horário: 20h. Árbitro: Gleidson Oliveira (BA). Assistentes: José Carlos Oliveira e Marcos Welb (ambos da BA). Ingressos: R$ 50 (inteira), R$ 25 (sócio e estudante) e R$ 150 (área premium).

 

 

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Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem

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Sport e Botafogo ficam no empate em João Pessoa

Apesar de jogar quase todo segundo tempo contra um adversário inferiorizado numericamente – Frontini foi expulso com pouco mais de dez minutos – o Sport ficou no empate por 1×1 diante do Botafogo (PB), na largada do dois times no grupo B da Copa do Nordeste 2014. O Leão volta a campo na próxima quinta-feira (23) diante do Náutico, na Ilha do Retiro.

Como mudou muito pouco em relação ao fim da temporada passada – e, diga-se de passagem, desfavoravelmente – o Sport não mudou em seu grande defeito: a marcação. A distância que qualquer jogador de vermelho e preto dava para qualquer adversário de preto e branco era suficiente para este último receber, raciocinar e definir a jogada. O pior para os pernambucanos é que a recíproca não era verdadeira.

Foi assim que o Botafogo abriu o placar aos cinco minutos. Ao tentar acionar Marcelo Cordeiro, o passe de Felipe Azevedo foi interceptado. O contra-ataque chegou aos pés de Frontini. Livre, ele cortou para o meio do jeito que quis e teve tempo suficiente para acertar um belo chute no ângulo esquerdo de Magrão.

Se marcava mal, o Sport era bem melhor marcado. O Botafogo oscilava pressão no campo ofensivo e no meio. Apesar de ter dois volantes com boa saída de jogo – Rithely e Naldinho – o time rubro-negro sofreu. E a válvula de escape terminou sendo o lateral-direito Patric, sempre contando com a ajuda de Aílton naquele setor.

Porém, era muito pouco para envolver o adversário. Como Aílton caía mais pela direita e os volantes não encostavam nos atacantes, Felipe Azevedo teve que recuar para fazer o papel de meia. O problema é que Sandrinho não tem porte físico para jogar de costas para zagueiros. As jogadas terminavam sem conclusão.

Como procurava tomar a bola o mais perto possível da área do Sport, o time paraibano chegava com mais perigo, principalmente pelo lado esquerdo da defesa leonina. Aos 25, Hércules cruzou e Oswaldo apareceu antes de Frontini para mandar a escanteio. Na cobrança, Frontini cabeceou pressionado por Mancha e mandou para fora, com perigo.

O Sport só veio obrigar o goleiro Remerson a trabalhar efetivamente na reta final da etapa. Aos 39, Oswaldo cruzou da direita e o volante cabeceou baixo. O goleiro do Botafogo fez a defesa. A essa altura, Sandrinho tentava jogar mais pelo lado direito. Aílton ficou mais centralizado. Essa postura deu mais equilíbrio quando o time tinha a posse de bola. Mas a deficiência em retomar essa posse manteve-se até o fim da etapa.

Quem esperava uma postura diferente do Sport no segundo tempo, viu apenas um clone da etapa anterior nos primeiros minutos. Ao invés de atacar o adversário com a posse de bola para retomá-la, os leoninos apenas acompanhavam – quando muito cercavam. E foi assim que Lenílson recebeu de Frontin perto da marca do pênalti. Livre, ele ajeitou e só não marcou o segundo porque Magrão saiu rápido e fechou o ângulo fazendo uma boa defesa. No rebote, o mesmo Lenílson ainda teve tempo de chutar mas foi travado por Ferron.

Apesar da dificuldade, o Sport soube aproveitar o primeiro erro defensivo do Botafogo. Aos dez minutos, Marcelo Cordeiro desceu ao ataque pela esquerda. E cruzou alto. Aparentemente uma bola fácil para a defesa cortar, mas todo mundo ficou olhando e esqueceu de Felipe Azevedo, que vinha pela direita. Em cima da linha da pequena área, o atacante bateu de primeira e decretou a igualdade.

Como que por encanto, o gol fez o vento mudar de direção e soprar a favor dos rubro-negros. Apenas um minuto depois do gol de empate, Frontini dominou a bola após Magrão dar um rebote. Como não havia ninguém para marcar, o goleiro saiu para dar uma de zagueiro. E no corte para o lado direito do adversário, o camisa 1 pisou em seu pé. Frontini caiu, mas o árbitro interpretou como simulação e puxou o cartão amarelo. Como o mesmo jogador já havia sido advertido da mesma forma, a cor mudou para vermelho e os campeões da Série D ficaram sem sua peça mais perigosa.

No meio da confusão resultante da expulsão, os torcedores também aprontaram. De acordo com a PM da Paraíba, alguns torcedores do Sport resolveram comemorar o gol atirando pedras no simpatizantes do outro lado. A Polícia entrou em ação com balas de borracha e spray de pimenta. Parte do spray veio para o gramado atingindo Rithely e Oswaldo, que precisaram de atendimento mas conseguiram voltar ao jogo sem problemas.

Era a hora de o Sport aproveitar a inferioridade do adversário e partir para cima. E Geninho tentou fazê-lo ao acionar Éverton Felipe no lugar de Rithely, que já estava com cartão amarelo. Mas quantidade de atacantes nem sempre se reflete em ofensividade. O treinador abriu mão de um jogador com boa saída de bola para acionar um jovem promissor que tentava a todo momento o drible mas sem êxito.

O jogo ficou totalmente igual e sem que os ataques levassem vantagem sobre as defesas. O Sport ainda teve Ronaldo e Érico Júnior nos lugares dos nulos Aílton e Sandrinho. E Érico fez em 15 minutos o que Sandrinho não fez com cinco vezes mais tempo em campo. Aos 44 após tabela com Marcelo Cordeiro, ele chutou mas Remerson saiu bem do gol e fez a defesa. Quatro minutos depois, mesmo caindo, ele rolou para Patric, na pequena área, chutar torto, para fora. Aos 51 ele foi lançado por Felipe Azevedo, cortou para o meio e chutou com perigo. A bola desviou em Pio e foi a escanteio. Na cobrança, Felipe Azevedo foi esquecido novamente no mesmo lugar em que marcou o gol de empate. A diferença foi que, desta vez, ele acertou o travessão.

Ficha do jogo:

Botafogo-PB: Remerson; Toninho, Larramendi, André Lima e Luciano Amaral; Pio, Hércules (Warley), Gil Bala e Lenílson (Leomir); Rafael Aidar (Thiaguinho) e Fausto. Técnico: Marcelo Vilar.

Sport: Magrão; Patric, Oswaldo, Ferron e Marcelo Cordeiro; Rithely (Éverton Felipe), Rodrigo Mancha, Naldinho e Aílton (Ronaldo); Sandrinho (Érico Júnior) e Felipe Azevedo. Técnico: Geninho.

Copa do Nordeste. Local: Almeidão, João Pessoa (PB). Árbitro: Charles Hebert Cavalcante Ferreira (AL). Auxiliares: Carlos Jorge Titara da Rocha (AL) e Adeilton Guimaraes da Horam (AL). Gols: Frontini, aos cinco do primeiro; Felipe Azevedo, aos 10 do segundo . Cartões amarelos: Zaqueu, Hércules, Rithely, Naldinho e Patric. Expulsão: Frontini.

 

 

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Central empata e perde a chance de encostar no Salgueiro

O Central perdeu, neste domingo, a chance de encostar no Salgueiro e esquentar de vez a briga pela liderança da primeira fase do Campeonato Pernambucano Coca-Cola 2014. Jogando contra o penúltimo colocado, Serra Talhada, na casa do adversário, no estádio Nildo Pereira, pela 13ª rodada do Estadual, a Patativa não conseguiu mais do que um empate em 1×1 e chegou aos 24 pontos, dois a menos que o primeiro colocado, o Carcará, que folgou na rodada do último sábado (18). Essa diferença, no entanto, pode ficar ainda maior, já que o Salgueiro tem um jogo a menos e não folga mais até o fim desta fase. O Central ainda vai folgar.

Por outro lado, a vaga das duas equipes para o hexagonal final – que contará com Santa Cruz, Sport e Náutico –, está praticamente garantida. Faltando cinco rodadas para o fim da primeira fase, o segundo colocado, Central, tem nove pontos a mais que primeiro time fora da zona de classificação, o Chã Grande, e pode garantir classificação antecipada já nas próximas rodadas.

A tranquilidade dos dois primeiros colocados contrasta com a briga pelo terceiro lugar. Quatro times disputam ponto a ponto a última vaga à próxima fase. O Porto, que venceu ontem o Chã Grande, por 1×0, no Luiz Lacerda, em Caruaru, é quem tem mais chances de avançar. O time chegou aos 17 pontos, dois a mais que a Raposa e o Vitória, que perdeu para o Pesqueira por 2×1, no Joaquim de Brito.

O algoz do Tricolor das Tabocas chegou aos 14 pontos e é quem mais ameaça o Porto. Isso porque a equipe tem um jogo a menos e pode chegar ao mesmo número de pontos, quando o time de Caruaru folgar.

 

Do JC Online

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Porto vence o Chã Grande e volta ao G3

O Porto voltou ao G3 do primeiro turno do Campeonato Pernambucano ao vencer o Chã Grande por 1×0 na tarde deste domingo (19), no Luiz Lacerda, em Caruaru, pela 13ª rodada da competição. Os três pontos colocaram o Gavião em tercero lugar com 17 pontos. A Raposa é a quinta colocada, com 14, na vantagem sobre o Vitória por ter maior saldo de gols (12×8).

Quem marcou o gol da vitória dos caruaruenses foi o grandalhão Kiros em cobrança de pênalti aos 23 minutos do primeiro tempo. Na próxima rodada, o Porto vai ao Cornélio de Barros encarar o Salgueiro. O Chã Grande não atua no próximo giro.

No jogo que teve o árbitro Sandro Meira Ricci como estrela maior – representará o Brasil na Copa do Mundo – o Pesqueira reencontrou a vitória. A Água bateu o Vitória de virada por 2×1 no Joaquim de Brito. Com o resultado, o time agrestino ficou em sexto, com 14 pontos, um a menos que o Vitória.

Os três gols da partida saíram num intervalo de apenas 11 minutos na etapa final. Aos 23, Edson Pitbull abriu o placar para os visitantes. Apenas dois minutos depois Neto Bala empatou. Aos 34, Marcos Mendes decretou a virada.

No Ademir Cunha, o Ypiranga só conseguiu marcar o gol da vitória sobre o América no fim da partida. A Máquina de Costura chegou aos 11 pontos, em sétimo porque tem uma vitória a mais que o Serra Talhada (3×2). O América está em último lugar com dez. O herói da tarde foi Rodolfo, que marcou o gol aos 48 do segundo tempo.

O sertão do Estado viu o único empate da rodada. O Serra Talhada empatou com o Central por 1×1 no Nildo Pereira. A Patativa manteve sua posição inalterada, o segundo posto, atrás do Salgueiro, agora com 24 pontos. O Cangaceiro está em penúltimo lugar com 11.

A posição do Serra Talhada poderia ter melhorado, já que o time saiu na frente logo aos seis minutos de jogo. O gol foi marcado por Alisson. Mas a festa durou pouco. Aos 18, Danilo Pires deixou tudo igual e o placar permaneceu inalterado até o fim.

 

 

 

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Médico do Fluminense nega contusão em Walter

O atacante Walter se apresentou no Fluminense e prometeu fazer de tudo para fazer do Tricolor carioca um time vencedor. E ao contrário do que foi anunciado no início da tarde, o jogador pernambucano que estava na mira do Sport foi aprovado pelos médicos e assinou contrato.

“Ele trouxe o histórico médico e clínico. Foi aprovado e já segue a programação dos preparadores físicos do clube”, disse o coordenador do departamento médico do clube, Victor Favilla, em entrevista coletiva concedida à imprensa.

Walter assinou contrato com o Fluminense por dois anos. A torcida tricolor espera que o atacante tenha o mesmo bom rendimento no Goiás, no ano passado, quando foi destaque do Brasileirão, marcando 29 gols.  Para ter o jogador, o clube carioca desembolsou R$ 1,5 milhão de luvas e ainda vai pagar salário de R$ 350 mil.

Um alto investimento para ter um jogador literalmente de peso.

 

 

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