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Exposição reúne peças raras do futebol brasileiro

Foi apresentada para a imprensa, na manhã desta quinta-feira, no teatro da Livraria Cultura, no Shopping Rio Mar, a exposição “Brasil – um país, um mundo”, que reune várias relíquias do futebol brasileiro em um só espaço. A expo fica à disposição do torcedor a partir desta sexta-feira e vai até o dia seis de março.

Na entrevista coletiva concedida à imprensa, muitas autoridades estiveram presentes. Entre eles, o ex-zagueiro da seleção brasileira Ricardo Rocha, que enfatizou o fato de a Copa do Mundo ser importante para o turismo. “É importante dizer que a Copa do Mundo é um evento para o povo”, declarou, para, em seguida, dizer que sente feliz por estar no Recife, sua terra, e ter sido convidado para ser embaixador do Santa Cruz no ano do centenário.

Cafu também esteve presente no evento de abertura. “A exposição retrata aquilo que foi a história do nosso futebol, como camisas, troféus, medalhas, bolas e chuteiras usadas em jogos marcantes da seleção brasileira. A exposição faz com que o brasileiro se sinta dono do futebol, da Copa do Mundo”, afirmou.

Outro ex-jogador da seleção brasileira que sentiu o gostinho de ter sido campeão foi o ex-atacante Coutinho. Ex-parceiro de Pelé no Santos, Coutinho foi questionado sobre o que ele estava achando da disputa pela vaga no ataque da seleção. “Eu gostaria de estar lá”, disse, arracando risadas de todos.  Para Coutinho, Fred e Jô têm tudo para ganhar as vagas no time titular.

A exposição fica no andar da Praça de Alimentação do Rio Mar e impressiona pela quantidade de peças histórias que estão à disposição do torcedor para visitação. Camisas, agasalhos, bolas, chuteiras, luvas, bolas, fotos, vídeos, cartazes. Uma verdadeira viagem no tempo que precisa ser vista. “Pela primeira vez, a camisa 100% Jardim Irene saiu do armário de casa para uma exposição”, disse Cafú, ao lado da camisa que usou na final da Copa do Mundo de 2002.


Cafú e a camisa da seleção que usou na final da Copa do Mundo 2002/Foto: Rodrigo Lobo/JC Imagem
Serviço:
Exposição Brasil – Um País, um Mundo
De 7 de fevereiro a 6 de março
Horário: Das 10h às 20h, de segunda à sábado, e de 14h às 20h aos domingos
Local: RioMar Shopping (Avenida República do Líbano, 251, Pina, Recife).
Blog do Torcedor
Fotos: Rodrigo Lobo/JC Imagem

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Eduardo Baptista: O que mudou no Sport foi a postura do time em campo

A boa equipe do Botafogo-PB deu bastante trabalho ao Sport no jogo, tanto que o Rubro-negro só conseguiu marcar um gol, com Neto Baiano, e teve bastante trabalho diante de sua torcida na Ilha do Retiro, pela última rodada da Copa do Nordeste.O time do técnico Marcelo Villar, imprimiu uma forte marcação e por pouco não segurou os donos da casa.

Talvez se tivesse repetido o futebo fraco jogado diante do Náutico e do Guarany de Sobral nos jogos passados, o Sport não tivesse conquistado os três pontos e a classificação diante do alvinegro. Mas, desde a chegada de Eduardo Baptista ao comando, o time evoluiu bastante e passou a jogar um futebol mais leve e rápido.

Apesar da mudança, o técnico preferiu dar os méritos mais para os jogadores ao invés de elogiar o seu trabalho. “Não teve dedo meu, foi uma mudança de postura dos jogadores. Expliquei a eles que não tínhamos que correr mais ou ter mais raça em campo, precisávamos de uma maior organização dentro de campo. A primeira coisa que eu fiz quando assumi a equipe foi olhar os vídeos dos jogos passados, e daí, vi que o time tinha que se organizar dentro de campo’, afirmou.

Diferentemente do jogo anterior, contra o Náutico, o atacante Érico Junior não conseguiu encontrar os espaços na defesa alvinegra, e ficou preso a forte marcação do sistema defensivo do técnico Marcelo Villar.

A saída para Eduardo Baptista, foi colocar mais dois jogadores de velocidade (Sandrinho e Felipe Azevedo) no segundo tempo, para então jogar de acordo com a estratégia do time, a da velocidade nos contra-ataques.

Mas, para Eduardo, o time todo estava jogando errado e aceitando a marcação do rival. “Não foi o Érico que estava preso atrás, todo o time estava, e o nosso plano tático era marcar na frente e roubar as bolas. No segundo tempo fiz as mudanças e o time passou a explorar mais essa tática”, contou.

Agora, o time passa a pensar no CSA-AL adverssário nas quartas-de-final da Copa do Nordeste. A equipe alagoana se classificou em primeiro no Grupo B, que contava com o Santa Cruz, Bahia e Vitória da Conquista.

Classificados em primeiro, o azulão chega como favorito para o jogo, na opinião do treinador rubro negro. “Hoje eles são os favoritos porque passaram em primeiro. Vamos trabalhar muito, aproveitar esses dias que temos até o primeiro jogo, no dia 16. Temos que mostrar que o Sport é time grande e buscar a vitória”, completou.

 

 

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Foto: Diego Nigro – JC Imagem

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Náutico cheio de mudanças para vencer Guarany de Sobral e avançar no Nordestão

A missão não é fácil para o Náutico. Depois de um empate em 1×1, diante do Botafogo, na Paraíba, o time alvirrubro encarou uma cansativa viagem para Sobral, interior do Ceará, para encarar o Guarany de Sobral, nesta quinta-feira, no estádio do Junco. Na terceira colocação, com cinco pontos, o time alvirrubro tem que vencer bem  a equipe da casa a todo custo se quiser garantir a classificação à próxima fase da Copa do Nordeste. Mas a missão não é fácil. Como se não bastasse ter que enfrentar o líder do Grupo D, a equipe de Lisca está desgastada da viagem e cheia de desfalque. Os alvirrubros vão ter que superar as adversidades na base da garra para conseguir o seu objetivo.

O treinador do Timbu está sendo obrigado a fazer seis alterações na equipe. Situação complicada para um time que ainda está em processo de ajustes e que procura uma padronização tática em campo. Seis jogadores considerados titulares serão poupados. O meia Zé Mário, o zagueiro Willian Alves, o lateral-esquerdo Gerley, o volante Elicarlos, o meia Yuri Naves e o atacante Hugo apresentaram desgastes por conta da sequência dos jogos e sequer viajaram.

Isso sem falar que Lisca ainda continua sem contar com atletas que estão no departamento médico já há algumas rodadas: Marinho, João Paulo e Romário Leiria (no Departamento Médico) e Dê e Roberson (em fase de transição). O zagueiro Léo Kanu, teoricamente bem, também não está na delegação. Por isso, o treinador deve promover a entrada de alguns atletas da base no time titular.

Lisca tem algumas dúvidas que só deve dissipá-las momentos antes da bola rola. Mas, independente disso, quem entrar em campo nesta noite da quinta-feira precisa ter a consciência de que terá a missão de vencer o Guarany de Sobral por dois gols de diferença. Assim, o Timbu chegaria aos oito pontos, mesma pontuação do time cearense, mas ficaria à frente no gols pró. Se vencer por uma diferença mínima, vai ter que torcer por tropeço do Sport diante do Botafogo-PB, na Ilha do Retiro.

Ficha técnica

Guarany de Sobral

André Zuba; Ivonaldo, Joécio, Juliano e Zeca; Zé Augusto, Rodrigo Vitor, Marcos Vinícius (Maranhão) e Márcio Tarrafas; Thiago Furlan e Adriano. Técnico: Vladmir de Jesus.

Náutico

Alessandro; Helder Maurílio, Flávio, Diego (Danilo Quipapá) e Izaldo; Gustavo Henrique, Rodrigo Possebon, Marcos Vinícius e Pedro Carmona; Paulo Júnior e Marcelinho (Túlio Viana). Técnico: Lisca.

Local: Estádio do Junco, em Sobral (CE). Horário: 20h30. Árbitro: Charles Ferreira (AL). Assistentes: Rondinelle Tavares e Thalis Monteiro (ambos de AL).

 

 

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Sport e Botafogo-PB fazem duelo da ressurreição e buscam a classificação

A Ilha do Retiro vai ser palco nesta quinta-feira (6) de um confronto entre dois times que até poucos dias estavam praticamente enterrados na Copa do Nordeste, mas que agora reaparecem com chances reais de se classificarem à próxima fase da competição.

A vida de Sport e Botafogo-PB, sem dúvidas, foram as mais difíceis entre todos os participantes do Nordestão. De um lado o rubro negro pernambucano, que teve um início de ano conturbado por conta da falta de reforços para o elenco, e da manutenção de alguns destaques da temporada passada, como tanto pediram e questionaram os seus torcedores.

Se os reforços de peso ainda não desembarcaram na Ilha, teve gente importante deixando o clube, este foi o técnico Geninho, que não resistiu aos cinco jogos sem vitória no comando do time, e foi demitido do cargo.

Atualmente com cinco pontos na segunda posição do Grupo D, o time precisa de uma vitória simples diante dos alvinegros. Caso empate, terá que torcer por um empate entre Guarany de Sobral-CE e Náutico que jogam em Sobral, ou, que o Cacique do Vale supere os alvirrubros.

No outro lado do campo de jogo, estará o alvinegro da Paraíba, campeão da última Série D, que chegou como a terceira força do grupo, e que por pouco não foi eliminado antes do previsto, e esse foi o grande desafio enfrentado pelo belo neste começo de ano.

Tudo por que a equipe foi punida com a perda de quatro pontos, imposta pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), por causa da escalação de dois jogadores, de forma irrgeular – Thiaguinho (atacante) e Pio (volante).

Assim, o time paraibano ficou com menos três pontos na tabela, e precisou lutar muito para estar com chances de classificação até esta última rodada. Uma vitória e um empate sobre o Náutico, e uma vitória sobre o Guarany de Sobral-CE, fizeram com que a equipe mantesse viva as chances de avançar à próxima fase.

Ocupando a última posição do grupo com quatro pontos, o time precisa vencer o Sport e torcer para que o Náutico não vença o Guarany em Sobral.

Para vencer e passar de fase, o Sport chega com moral após a vitória po 3×0 em cima do Náutico, em plena Arena PE, casa do adversário. O time agradou tanto o técnico Eduardo Baptista, que ele vai repetir a escalação neste novo desafio. A única ausência, é o zagueiro Oswaldo, que teve uma lesão na face, no clássico,e  que será poupado pelo treinador.


Após vencer o clássico contra o Náutico, Eduardo Baptista segue no comando técnico do time. Foto: Diego Nigro / JC Imagem

Um dos destaques contra o timbu, o atacante Érico Junior, disse estar tratando esta partida como o “jogo da vida”. “Eu encaro não só esse jogo, como encarei também o do Náutico, como o jogo da minha vida. Estamos tranquilos, antes desclassificados, agora temos chances de avançar de fase. Sabemos como joga o Botafogo e vamos tranquilo para”, contou.

Forte no apoio e mais ainda na pressão, essa é a torcida do Sport dentro da Ilha do Retiro. Sabendo da impaciência do seu torcedor, Érico afirmou que os torcedores serão o reflexo do time em campo, por tanto, será preciso mostrar um bom futebol para não ouvir reclamações das arquibancadas.

“Vamos ser o reflexo dentro de campo. Se jogarmos bem a torcida vai nos apoiar. Acho que vamos fazer uma boa partida e que a torcida vai nos incentivar”, comentou.

O adversário

Falta de tempo é a palavra mais dita pelos jogadores e toda a comissão técnica do alvinegro paraibano. Depois de ter jogado contra o Náutico na última terça-feira, o time se prepara para o jogo da vida na Copa do Nordeste, contra o Sport, na Ilha do Retiro. No quarto jogo em apenas oito dias, o time tenta esquecer o cansaço para conquistar uma vaga na fase final do nordestão.

Ficha de jogo

Sport: Magrão;Patric, Ferron, Durval e Renê; Ewerton Páscoa, Rithely, Aílton e Ananias; Érico Junior e Neto Baiano.Técnico: Eduardo Baptista.

Genivaldo; Ferreira, Magno Alves, Everton e Celico; Zaquel, Pio, Doda e Lenílson; Frontini e Rafael Aidar. Técnico: Marcelo Villar.

Copa do Nordeste (6° rodada)

Local: Ilha do Retiro

Horário: 20h30

Árbitro:Arilson Bispo da Anunciacao (BA)

Assistentes:Alessandro A Rocha de Matos (BA) e Adson Marcio Lopes Leal (BA).

 

 

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Foto: Alexandre Gondim / JC Imagem

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No sufoco, Santa vence o Vitória da Conquista e garante vaga na segunda fase

No sufoco e jogando abaixo do esperado, o Santa Cruz garantiu sua classificação para as quartas de final da Copa do Nordeste ao vencer o Vitória da Conquista por 1×0 nesta quarta-feira (5), no Lomanto Júnior. Renan Fonseca fez o gol salvador aos 25 minutos do segundo tempo e o goleiro Tiago Cardoso, mais uma vez, impediu que o adversário complicasse a vida dos corais com pelo menos duas grandes defesas. Com a segunda colocação no grupo B, o time de Vica espera a definição do grupo D. Enfrentará o primeiro lugar daquela chave. A equipe do Arruda ficou com os mesmos 11 pontos do CSA, mas perdeu no saldo de gols (4×2)

O Santa deu a falsa impressão de que faria um jogo em alta intensidade. Antes de fechar o primeiro minuto, o tricolor fez boa jogada pela esquerda com direito a bombardeio e e cabeçada de Renatinho, apesar de seu 1,58m, no travessão. Mas o fogo ficou por aí. O jogo pelo chão, de toques curtos seria o melhor caminho, mas os jogadores estavam com mais pressa em fazer a bola chegar perto do gol do que em acelerar o andamento. Isso deu lugar a lançamentos longos e muito chuveirinho.

Ainda que tivesse um jogador fixo na área com capacidade de fazer o pivô, o tricampeão pernambucano não fez isso. Para completar, ficou muito preso ao lado esquerdo. Renatinho e Tiago Costa foram a melhor válvula de escape, ao contrário de Oziel, que se apresentou bem menos que seu companheiro do lado oposto; e Flávio Caça Rato, sempre cortando para o meio, setor mais congestionado.

O Vitória da Conquista, com um time reserva, só jogava quando encontrava espaço. E encontrou. Aos 19 minutos, Paulinho cruzou da direita e Vander Capixaba apareceu livre entre os dois zagueiros corais para cabecear raspando o travessão. Dois minutos depois foi o próprio Paulinho a dar um susto. Ele chutou de fora da área e Tiago Cardoso espalmou para fora. O Santa, quando resolveu tocar a bola, chegou bonito perto da área. Aos 25, numa linha de passe rápida, Caça Rato encontrou Renatinho entrando na área. Ele tentou por cobertura e também cobriu a barra.

Mas foi apenas um lampejo. O que prejudicou bastante uma dinâmica melhor para o Santa foi a falta de Raul e Luciano Sorriso nas transições ofensivas – defesa-ataque. A dupla, que no jogo passado contra o Bahia, apresentava-se com mais frequência perto da área dando apoio aos atacantes, desta vez recuou demais. Gamalho ficou preso entre dois zagueiros tendo que jogar mais de costas do que de frente para o gol. Caça Rato, fixo na ponta direita tinha sempre dois a marcá-lo.

Nas brechas que, vez por outra, o Santa deixava, o time da casa criava chances bem mais claras. A melhor delas veio aos 41. Wellington recebeu no lado esquerdo da grande área e bateu de primeira. Tiago Cardoso fez grande defesa e salvou o Santa de sair em desvantagem no primeiro tempo.

Voltou o jogo para o segundo tempo e o Santa, com a mesma escalação, também repetiu os mesmos erros e correndo o risco de tomar um contra-ataque fatal. O primeiro sinal de perigo veio aos três minutos. Paulo Vítor bateu falta na área e Moisés cabeceou para o chão. Tiago Cardoso tirou com um tapa pouco antes da chegada de Wellington.

Na hora de atacar, os pernambucanos mostravam a mesma lentidão para defender. Luciano Sorriso e Raul estavam mainda mais distantes do setor ofensivo. O time completamente descompactado feria um dos princípios básicos de quem se defende: encurtar o campo. O espaço entre os setores facilitava tanto a saída de jogo do Vitória da Conquista quanto a criação de jogadas lá na frente.

Vendo que a situação não mudava, o técnico Vica começou a mexer no time a partir dos 15 minutos. As opções foram por jogadores velozes. O primeiro a entrar foi Pingo. Embora Renatinho também seja um jogador que corre muito, Pingo entrou para jogar aberto pelo lado esquerdo. O panorama ainda não mudara aos 26, quando o tricolor finalmente achou o gol. Numa cobrança de falta pela esquerda, Luciano Sorriso levantou na área e Renan Fonseca apareceu para desviar de leve, mas o suficiente para Augusto não conseguir fazer a defesa. Santa 1×0.

Ironicamente, o gol que dava a classificação não acordou o Santa para a partida. O time continuou jogando em marcha lenta, sem que as substituições tenham feito efeito. A consequência boa é que o Vitória da Conquista pareceu estar sendo movido pelo resultado. Quando o Santa marcou, os donos da casa, automaticamente, mostraram perder as forças. Aliás, adotaram uma postura lenta bem semelhante à dos visitantes.

Nesse contexto só a bola parada seria responsável por algo digno de registro. E assim foi. Aos 37, Jefferson Maranhão bateu falta e a bola desviou em Sorriso. Augusto esticou-se todo e conseguiu fazer a defesa. Depois de uma longa hibernação, o Vitória da Conquista voltou ao ataque para transformar Tiago Cardoso em herói pela enésima vez. Gabriel escapou pela direita e chutou rasteiro. O camisa 1 espalmou.

Ficha do jogo:

Vitória da Conquista: Augusto; Paulinho, Mota (João), Mário Sérgio e Paulo Vítor; Maicon, Caio Bruno, Moisés e Dionísio; Vander Capixaba e Wellington (Gabriel). Técnico: Evandro Guimarães.

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Oziel, Everton Sena, Renan Fonseca e Tiago Costa; Sandro Manoel, Luciano Sorriso, Raul (Jefferson Maranhão) e Renatinho (Pingo); Flávio Caça-Rato e Léo Gamalho (Memo). Técnico: Vica.

Local: Estádio Lomanto Júnior, em Vitória da Conquista (BA). Árbitro: Wladyerisson Oliveira (CE).Assistentes: Marcos Brígido e Samuel Costa (ambos do Ceará). Gol: Renan Fonseca, aos 25 do segundo tempo. Cartões amarelos: Mário Sérgio, Caio Breno, Pingo, Éverton Sena e Tiago Costa.

 

 

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Foto: Mario Bittencourt/Futura Press

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Santa Cruz prega respeito diante do Vitória da Conquista para garantir classificação

O Santa Cruz só depende de suas forças para conseguir a classificação à próxima fase da Copa do Nordeste. Na noite desta quarta-feira, o Tricolor precisa vencer o lanterna e já eliminado Vitória da Conquista, no estádio Lomanto Júnior, no interior baiano para alcançar o seu objetivo. O Santa Cruz tem oito pontos e é o vice-líder do Grupo B. Logo abaixo está o Bahia, que tem sete e encara o líder CSA, na Fonte Nova. O Santa Cruz poderia até perder ou empatar o seu jogo. No entanto, teria que torcer por uma derrota do Bahia. Como ninguém no Arruda quer saber de combinação de resultados, a missão é mesmo vencer e fazer a festa da classificação sem depender de ninguém.

Para este duelo importante, o técnico Vica encontrou problemas para escalar o time tiular do Santa Cruz. Tanto que só deve definir momentos antes da partida. Os problemas são grandes no meio de campo. O meia Natan foi vetado pelo departamento médico por conta de uma lesão na coxa direita. O seu substituto imediato, Carlos Alberto, também foi vetado por conta de fortes dores nas costas. Sendo assim, Renatinho deve ser escalado no meio, ao lado de Raul. O volante Everton tem grandes chances de fazer sua estreia no Santa Cruz, entrando no decorrer da partida.

No ataque, Cassiano cumpre suspensão pelo terceiro cartão amarelo. No seu lugar entra Léo Gamalho, que se recuperou de uma contusão na panturrilha direita. Flávio Caça-Rato deve ser mantido no time. Vica confia no grupo coral. Acredita que quem entrar tem condições de garantir um bom resultado. No entanto, tomou o cuidado para evitar o clima de já ganhou. Mesmo sabendo que o Vitória da Conquista está na lanterna no grupo, ele pede respeito. “Eles têm um time de qualidade, mas enfrentou jogos difíceis e não conseguiu transformar em vitória aquilo que produziu. Por isso pregamos respeito, mas temos a grande chance de vencer e assegurar a classificação. Não vamos esperar por combinação de resultados”, comentou o técnico Vica.

VITÓRIA

Com o Vitória da Conquista eliminado e pensando na estreia no Campeonato Baiano, domingo, o técnico Evandro Guimarães poderá escalar um time misto ou até o reserva para o jogo de despedida da competição. Uma mudança é certa. O lateral-direito Lorran, expulso diante do CSA, vai cumprir suspensão. O mais cotado para entrar é Paulinho Sales. O volante Edimar, que cumpriu suspensão, pode voltar na vaga de Moisés.

Ficha técnica

Vitória da Conquista

Augusto; Paulinho Sales, Mota (Heverton), Mário Sérgio (Sílvio) e Tiaguinho; Júnior Gaúcho, Ramires, Moisés (Edimar) e Carlinhos (Rafael Granja); Kattê (Tatu) e Wander. Técnico: Evandro Guimarães.

Santa Cruz

Tiago Cardoso; Oziel, Everton Sena, Renan Fonseca e Tiago Costa; Sandro Manoel, Luciano Sorriso, Raul e Renatinho; Flávio Caça-Rato e Leo Gamalho. Técnico: Vica.

Local: Estádio Lomanto Júnior, em Vitória da Conquista (BA).Horário: 21h15. Árbitro: Wladyerisson Oliveira (CE).Assistentes: Marcos Brígido e Samuel Costa (ambos do Ceará).

 

 

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Éverton será relacionado pela primeira vez e pode estrear no Santa Cruz

Desde que foi apresentado oficialmente como reforço do Santa Cruz para esta temporada, no dia sete de janeiro, volante Éverton ainda não havia sido relacionado para nenhum jogo, já que chegou sem condições físicas para entrar em campo.

Agora, com a chance de estar entre os relacionados para o próximo jogo nesta quarta-feira (5), contra o Vitória da Conquista-BA, pela última rodada da primeira fase da Copa do Nordeste, mesmo se estar em totais condições físicas de jogar, ele espera compensar passando experiência para o grupo dentro de campo. “Trabalhei muito forte desde que cheguei aqui, estou pronto e espero aproveitar essa oportunidade que o Vica está me dando”.

“Sei que falta o ritmo de jogo, já que fiquei nove meses sem jogar, mas dentro de campo espero ajudar também na parte técnica”, comentou. Aos 30 anos, Éverton, ao vestir a camisa do Santa Cruz, passa a figurar num seleto grupo de jogadores que atuaram pelos tres grandes da capital.

Mesmo com tanta experiência ele espera sentir o velho “friozinho” na barriga caso jogue quarta-feira. “Ansioso eu fico, entrar dentro de campo sendo uma estreia sempre dá aquele friozinho na barriga. Espero estrear ajudando os companheiros, fazendo uma boa partida e que agrade também aos torcedores”, afirmou.

Natan fora do jogo

Um dos desfalques confirmados no tricolor do Arruda para o jogo diante do Vitória da Conquista é o meia Natan, que, após um exame de imagem, foi constatado que ele está com uma lesão grau um na coxa direita. Por isso, ele foi poupado pelo departamento médico do clube para a próxima partida.

 

 

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Foto: Fernando Sposito / JC Imagem

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Sport reinicia processo de contratação do treinador

A vitória sobre o Náutico, por 3×0, pela Copa do Nordeste, deu tranquilidade para o Sport  para os próximos jogos da Copa do Nordeste e a estreia no Campeonato Pernambucano 2014, previsto para o próximo domingo, mais uma vez diante do Timbu. No entanto, isso não significa menos trabalho para os dirigentes. O Leão voltou ponto de partida em relação à contratação ao nome do novo treinador. A desistência de Jorginho fez com que os dirigentes reinciasse o processo de contratação do comandante.

Desde a saida de Geninho, os rubro-negros só tinham Jorginho na lista. Os contatos  foram feitos. A proposta do Sport foi aceita pelo empresário do treinador. No entanto, Jorginho alegou problemas particulares para permanecer no Rio de Janeiro. “Ele nos deu essa resposta no domingo, durante o jogo do Náutico. Agora, vamos em frente, buscar outros nomes no mercado”, disse o vice-presidente de futebol do clube, Sérgio Kano.

A questão é que o mercado não está fácil para que os dirigentes encontrem o nome certo para assumir o futebol. “Nossa reunião desta tarde foi para traçar o perfil do que queremos e já fazer os primeiros contatos”, afirmou Kano. O nome de Caio Júnior, no momento, foi descartado pelos dirigentes da Ilha do Retiro. Sobre as contratações dos jogadores, o vice-presidente falou que o processo está mais lento, pois a prioridade é o acerto com o novo técnico.

Enquanto o técnico não é anunciado, o preparador físico Eduardo Baptista comanda os trabalhos visando à partida decisiva contra o Botafogo-PB, na próxima quinta-feira, na Ilha do Retiro. Ele terá praticamente todo o grupo que venceu o Náutico à sua disposição. Até mesmo o zagueiro Oswaldo, que saiu do time no início do Clássico dos Clássicos, por conta de uma fissura no nariz. Foi constatado que a lesão não foi grave e ele já está liberado.

 

 

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Náutico quer reencontrar a vitória diante do Botaofogo-PB

Somente a vitória pode trazer a tranquilidade depois da derrota no clássico contra o Sport, na última rodada da Copa Nordeste. Esse é o sentimento do Náutico para a partida contra o Botafogo-PB, nesta terça-feira, no Almeidão, em João Pessoa. O Timbu precisa da vitória não só para manter boas as chances de classificação para a próxima fase – é o terceiro do Grupo D com quatro pontos -, mas também para encontrar a paz com a torcida novamente. É vencer ou vencer.

Manter a tranquilidade será um verdadeiro desafio para os alvirrubros. Principalmente após a discussão entre o técnico Lisca o atacante Marcelinho nos vestiários do pós-clássico. A direção garante que tudo está resolvido, mas será interessante observar o comportamento dos jogadores do Náutico no gramado.

Além da pressão pelos resultados, o Alvirrubro tem o desgaste físico como adversário. O duelo com os paraibanos deveria ocorrer na semana passada, pela terceira rodada, mas foi cancelado por conta da briga entre a Justiça da Paraíba e a Confederação Brasileira de Futebol por causa do local do confronto. A CBF havia transferido o jogo para o Nazarenão, em Goianinha, no Rio Grande do Norte, mas teve que ceder e aceitar a partida em João Pessoa. Por conta disso, o Náutico vai encarar uma verdadeira maratona de jogos nesta semana. Este é o segundo compromisso de uma sequência de quatro em oito dias.

Para esta partida, a equipe do Náutico deve vir com alterações. Uma delas é saída do goleiro Gideão da meta depois da falha contra o Leão. Alessandro deve ser o titular. Se escolhido será a estreia do arqueiro, que foi contratado neste início de temporada.

O restante da equipe também não está confirmado. Há a possibilidade de Lisca fazer alterações, principalmente no meio de campo. O treinador, porém, não deu pistas soobre o time, que só deve ser confirmado nesta terça-feira.

BOTAFOGO-PB – 
Em último na chave com apenas três pontos, o Belo ainda alimenta chances de classificação para  próxima fase – precisa vencer os dois jogos restantes. Para este jogo, o técnico Marcelo Vilar tem praticamente todo o elenco disponível. Apenas o zagueiro André Lima continua em tratamento na coxa esquerda e é dúvida.

FICHA DA PARTIDA – BOTAFOGO-PB X NÁUTICO

Botafogo-PB – Genivaldo; Everton, Magno, José Antônio e Pio; Peu, Hércules, Lenilson e Frontini; Cilico e Rafael Aidar. Técnico: Marcelo Villar.

Náutico – Alessandro; João Ananias (Helder Maurílio), William Alves, Flávio e Gerley; Possebon (Marcos Vinícius), Elicarlos, Yuri, Pedro Carmona e Zé Mário; Hugo. Técnico: Lisca.

Copa do Nordeste. Local: Almeidão, João Pessoa (PB). Horário: 19h. Árbitro: Suelson Diorgenes de França (RN). Auxiliares: Ubiratan Bruno Viana e Francisco Jaílson (ambos do RN).

 

 

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Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

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Santa Cruz vence o Bahia na véspera dos cem anos

O último jogo antes de entrar para o clube dos centenários foi de festa para o Santa Cruz. Embora taticamente desorganizado defensivamente em boa parte do segundo tempo, o tricampeão pernambucano teve qualidade para vencer o Bahia por 2×1 e assumir a segunda posição no grupo B da Copa do Nordeste. O tricolor agora só depende de si mesmo para avançar à segunda fase.

Num início acelerado e turbulento, o Santa Cruz abriu o placar rapidamente para construir sua vantagem de 1×0 no primeiro tempo diante do Bahia, no Luiz Lacerda, em Caruaru. Mesmo com o adversário tendo um jogador expulso antes dos dez minutos, os corais não fizeram um jogo que favorecesse a posse de bola e abrisse mais espaço para definir o resultado logo nos primeiros 45 minutos.

Os retardatários mal acomodavam-se nas arquibancadas quando o Santa abriu o placar. Numa jogada rápida, Flávio Caça Rato foi derrubado, mas Cassiano levou vantagem. Foi à linha de fundo e cruzou para Carlos Alberto. Marcelo Lomba chegou primeiro e afastou. Mas quem vinha de frente para a jogada era Luciano Sorriso, compleamente livre de marcação. Com o goleiro caído ele só teve o trabalho de escolher o canto e chutar forte. O cronômetro marcava 34 segundos.

A ritmo acelerado terminou vitimando o tricolor baiano pela segunda vez antes mesmo dos dez minutos. Ao tentar cortar uma bola, Fahel acertou um pontapé em Cassiano e o árbitro interpretou como agressão. Por isso, mostrou o cartão vermelho. Fahel protestou, pôs o dedo na cara de Cláudio Francisco mas não teve apelação. Nessa nova configuração, o tempo, que já estava quente, ganhou pouco mais de cinco minutos de fervura, principalmente por parte dos baianos. As entradas foram mais ríspidas que o habitual e poderiam até ter provocado outra expulsão precoce.


Foto: Guga Matos/JC Imagem

Quando os ânimos serenaram um pouco, o jogo voltou ao ritmo normal e mostrou um Santa Cruz querendo aproveitar a superioridade para matar logo o jogo. Só que essa ansiedade atrapalhou. Ao invés de explorar mais o toque de bola até encontrar o espaço que existia, os corais adotaram os lançamentos longos e chutes de fora da área, quase sempre sem grande efeito. Luciano Sorriso não se apresentava para a saída de jogo e Raul tinha que voltar. Abria-se um buraco entre o meio e o ataque. Essa ansiedade ofensiva também teve consequências defensivas.

O Bahia encontrou vários espaços para contra-atacar, algo impensável para quem tinha 10 em campo, sendo nove na linha, contra 11 – 10 na linha. Num desses contra-ataques, Rhayner encontrou Talisca livre, mas o camisa 11 chutou com o tornozelo e a bola foi fraca e torta. Efetivamente, o Santa só criaria outra boa oportunidade nos 15 minutos finais quando Caça Rato recebeu de Raul e chutou forte. No rebote, Cassiano tentou dominar a bola, mas como estava impedido, a jogada foi paralisada.

O início do segundo tempo foi quase um replay da primeira etapa. O Bahia voltou com Hugo no lugar de Rafinha. Mas quem fez a diferença foi o time quase da casa – lembrando que o jogo não foi no Recife. Cassiano foi lançado mas Lucas Fonseca conseguiu desarmá-lo. Mas novamente havia um jogador do time pernambucano acompanhando a jogada. Desta vez era Raul. Quase sem ângulo ele acertou o único espaço que havia entre Marcelo Lomba e a trave. 2×0.

A resposta baiana veio três minutos depois. Talisca arriscou com o pé direito, o fraco, e a bola foi realmente fraca. Mas Rhayner estava um pouco à frente e aproveitou, desta vez para chutar forte. Tiago Cardoso estava atento e fechou o ângulo numa grande defesa. Na segunda tentativa, Rhayner não desperdiçou. Aos 16 minutos, Éverton Sena tentou afastar no chutão mas o ex-jogador do Náutico foi mais rápido e ficou com a bola. Na velocidade, ganhou de Renan Fonseca antes de chutar no canto direito de Tiago Cardoso.

O panorama do segundo tempo não era muito diferente do segundo. O Santa não conseguia ter uma posse de bola flagrantemente superior ao Bahia. Outro ponto importante era a marcação frouxa. Nas inversões de lado, o time de Vica demorava demais para armar a marcação. E quando o fazia, já era perigosamente próximo à área. Isso aconteceu tanto na primeira oportunidade desperdiçada por Rhayner quanto no gol. Por muito pouco, o Bahia não empatou aos 21. Numa jogada pela direita, Hélder apareceu livre mas perdeu o tempo da bola para concluir. Ela sobrou para Talisca chutar de voleio e Tiago Cardoso salvar os tricampeões pernambucanos.

Foi a gota d’água para o técnico Vica. Ele mexeu quase simultaneamente. Renatinho entrou no lugar de Carlos Alberto e Luciano Sorriso saiu para entrada de Memo, este com a ordem expressa de guardar a posição para evitar os contra-ataques. Mais uma prova da postura defensiva errada da equipe. Por sua vez, Marquinhos Santos viu que mesmo com menos um havia a possibilidade de igualar o marcador e mandou Branquinho no lugar de Hélder.

O técnico do Santa foi mais feliz na alteração. Memo deu mais mais proteção à zaga e tanto Rhayner quanto Talisca não tiveram a facilidade para se infiltrar. O Bahia passou a levantar a bola na área e tentar a bola longa. Os tricolores tinham espaço para contra-atacar, mas faltou um pouco de qualidade na hora de organizar o time quando tomava a bola. Nos minutos finais, cada time teve uma boa chance. Aos 42, Talisca bateu falta no ângulo esquerdo e Tiago Cardoso fez a defesa. No minuto seguinte, Raul deu um estouro para frente e Pingo avançaou até a área. No chute, acertou a parte externa da rede.

Ficha do jogo:

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Oziel, Everton Sena, Renan Fonseca e Tiago Costa; Sandro Manoel, Luciano Sorriso (Memo), Carlos Alberto (Renatinho) e Raul; Flávio Caça Rato (Pingo) e Cassiano. Técnico: Vica.

Bahia: Marcelo Lomba; Mádson, Titi, Lucas Fonseca e Guilherme Santos (Pará); Fahel, Hélder (Branquinho), Pittoni e Talisca, Rhayner e Rafinha (Hugo). Técnico: Marquinhos Santos.

Local: Estádio Luiz Lacerda, em Caruaru. Árbitro: Cláudio Francisco Lima e Silva (SE). Assistentes: Ivaney Alves de Lima e Eric Nunes Costa (SE). Gols: Luciano Sorriso, aos 34 segundos do primeiro tempo. Raul, aos quatro; Rhayner, aos 16 do segundo. Cartões amarelos: Flávio Caça Rato, Cassiano, Carlos Alberto, Sandro Manoel, Talisca, Rhayner, Guilherme Santos e Hélder. Expulsão: Fahel.

 

 

 

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Foto: Guga Matos/JC Imagem

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