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Em clássico equilibrado, Itália supera a Inglaterra e vence por 2×1

Mesmo sem o capitão do time, o goleiro Gianluigi Buffon que ficou de fora da estreia após se lesionar em treino, a Itália venceu a Inglaterra em um jogo disputadíssimo, tanto pelas duas equipes em campo quanto pelo calor de Manaus. Na Arena Amazonas, o resultado do segundo jogo do Grupo D terminou em 2×1.

A Azzurra começou trabalhando a bola pelo lado direito, trocando passes com calma. O English Team apostava na fórmula inversa: velocidade nos contra-ataques. Já aos quatro minutos, Sterling aproveitou uma dessas jogadas e avançou pela direita. O atacante inglês chutou com força e os torcedores ainda chegaram a comemorar gol, mas a bola foi pelo lado de fora da rede. Em menos de 60 segundos, Henderson mandou uma outra bomba depois de pegar uma sobra, mas Sirigu, substituto de Buffon, fez boa defesa.

O equilíbrio na posse de bola era a única característica comum aos dois times em campo. Enquanto os italianos tentavam orquestrar suas jogadas e se infiltrar na defesa adversária com calma, os ingleses tentavam aproveitar qualquer erro nesses passes para avançar e arriscar a finalização, ainda que fosse de fora da área.

De toque em toque, a Itália conseguiu encontrar mais espaço para jogar a partir da metade do primeiro tempo. Aos 30 minutos, começou a finalizar com mais frequência e, quatro minutos depois, Candreva tocou para Pirlo que deixou passar para Marchisio. O Camisa Oito da Azzurra ajeitou e chutou de fora da área para abrir o placar.

Em menos de três minutos veio a reação. Enquanto os italianos tentavam se reorganizar e partir para um contra-ataque, a Inglaterra recuperou a posse de bola e partiu com Rooney que tocou para Sturridge empatar.

Nos últimos minutos, a Itália pressionou ainda mais e arriscou boas finalizações. Balotelli tentou da entrada da área por cima do goleiro Joe Hart, mas o zagueiro Jagielka defendeu encima da linha. Depois Candreva chutou cruzado e a bola explodiu na trave para a defesa afastar depois.

Por conta do calor de 27º na capital amazonense, a arbitragem precisou parar o jogo algumas vezes para que os jogadores pudessem se hidratar. Um membro da comissão técnica da Inglaterra precisou deixar o campo em uma maca depois de passar mal.


Rooney se hidrata durante uma das paralisações da partida. Foto: AFP

No segundo tempo o jogo continuou equilibrado. Aos quatro minutos, Sturridge conseguiu avançar pela direita, entrar na área e mandar um foguete que acabou nas mãos do goleiro da Azzurra. Um minuto depois veio a reação. Darmian avançou pela direita e passou para Candreva. O meio-campista cruzou para Balotelli que cabeceou e marcou seu primeiro gol neste Mundial, deixando a Azzurra na frente de novo.


Balotelli comemora seu primeiro gol. Foto: AFP

Durante os últimos quinze minutos, os técnicos deram início a uma série de alterações. Com os jogadores desgastados e incomodados pela temperatura, a partida ia perdendo o ritmo. Os erros de passe das duas equipes evidenciavam ainda mais essa dificuldade. Os ingleses ainda forçaram o empate e tentaram outras finalizações, mas Sirigu não deixou a bola passar. Ao fim, deu mesmo Azzurra e as equipes deixaram o placar no 2×1.

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Colombianos fazem a festa no Mineirão e vencem por 3×0

Para a festa dos milhares de colombianos que lotaram o Mineirão e deixaram o estádio completamente amarelo, a Colômbia venceu a Grécia em seu primeiro jogo no Mundial de 2014. Sem Falcao García, destaque da equipe que ficou de fora da Copa por rompimento no ligamento do joelho esquerdo, a seleção mostrou que tem chances de surpreender nesta Copa. Com gols de Armero, Gutierrez e James Rodríguez o placar final foi de 3×0.

Os Cafeteros começaram o jogo trocando muitos passes e procurando espaço em campo, enquanto a Grécia se recolhia na defesa. Foi com esse esquema recuado e apostando nos erros dos adversários que os gregos se classificaram. Por isso, ainda que os colombianos fossem os favoritos a vencer o jogo, não se esperava que eles abrissem o placar tão rápido. Nos cinco primeiros minutos de jogo, o meia Cuadrado cruzou rasteiro para a área. A bola acabou passando por James Rodríguez, mas o lateral Pablo Armero não perdeu a chance e chutou rasteiro para marcar o primeiro gol da partida. Na comemoração, os jogadores levantaram a torcida com o “Armeration”, dança que o meio-campo popularizou no Brasil na época que jogou pelo Palmeiras.

Depois de abrir o placar, a Colômbia deu uma recuada e a Grécia conseguiu avançar mais, dominando por mais tempo o fim da primeira etapa. Os gregos por pouco não abriram o placar após alguns vacilos da defesa colombiana. Em certa jogada, Kone avançou pelo meio-campo e só não empatou porque o goleiro Ospina fez uma bela defesa.


Meio-campo Kone lamenta chance de gol perdida. Foto: AFP

No segundo tempo, os colombianos voltaram a se impor em campo. Aos 13 minutos, o centro-avante Gutierrez, substituto de Falcao, aproveitou a sobra de um chute que ficou na trave e marcou o segundo gol dos Cafeteros. O Navio Pirata só conseguiu uma boa chance de finalização cinco minutos depois, quando Torosidis lançou para Gekas que, de frente para o gol, acabou cabeceando e acertando a trave. A Colômbia acabou arrancando um contra-ataque rápido e por pouco não aumentou o placar já naquele lance.

No restante da partida permaneceu o domínio amarelo em campo e na torcida, que já gritava “olé” a cada jogada. Aos 38 minutos, Samaras ainda aproveitou uma sobra na entrada da área e acertou a trave direita de Ospina. Um minuto depois o próprio atacante conseguiu se livrar da marcação colombiana no meio-campo, mas foi parado chegando pela zaga.


Foto: AFP

Quem ainda teve tempo de deixar sua marca foi James Rodríguez. Após uma bela atuação durante todo o jogo, o meio-campo fechou o placar aos 47 minutos, marcando o terceiro gol da seleção cafetera. Na jogada, ele recebeu de Cuadrado e mandou para a rede sem chances para o goleiro Karnezis defender.

Arena das Nações

Marina Padilha

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Felipão não comenta polêmica de arbitragem em vitória do Brasil

O técnico da Seleção Brasileira, Luiz Felipe Scolari, se recusou a comentar sobre a arbitragem de Brasil 3×1 Croácia, nesta quinta-feira (12), no Itaquerão, em São Paulo, na abertura da Copa do Mundo de 2014. Para Felipão, o assunto compete apenas ao árbitro da partida. “Não vou analisar arbitragem”, disse.

A grande polêmica envolvendo o japonês Yuichi Nishimura ocorreu por conta do pênalti marcado sobre Fred, no segundo tempo. Felipão avaliou que foi pênalti porque o árbitro marcou. “Quem decide é o árbitro. Se deu pênalti, foi pênalti”, afirmou.

Avaliando a partida em si, Scolari considerou que a equipe teve poder de reação após sofrer o gol logo de cara. Segundo ele, a tranquilidade foi fruto de trabalho feito com os jogadores consideramos mais inexperientes no grupo.

O treinador do Brasil também elogiou a torcida de São Paulo presente na partida. “Nunca mais vocês vão dizer que São Paulo não dá sorte para a Seleção. Estão de parabéns”.

Apesar dos elogios, Felipão também afirmou que não gostou da apresentação do Brasil como um todo. No entanto, preferiu guardar as críticas para os atletas.

Arena das Nações

Por: Por Thiago Wagner

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Técnicos de Espanha e Holanda já se enfrentaram em outro clássico mundial

19yyyyewfrvwefrv43v5t73485t33304430Mais do que a reedição da final da última Copa do Mundo, em 2010, na África do Sul, o confronto entre Espanha e Holanda, nesta sexta-feira, às 16h, na Fonte Nova, em Salvador, simboliza mais um duelo dos treinadores das duas equipes. Vicente Del Bosque, da Fúria, e Van Gaal, da Laranja, já se enfrentaram duas outras vezes em outro clássico tão importante quanto a partida válida pelo Grupo B do Mundial. A dupla esteve no comando do Superclássico da Espanha entre Real Madrid e Barcelona no início dos anos 2000.

Treinador do Real Madrid, Del Bosque tem a vantagem no duelo com uma vitória por 3×0, em 2000, e um empate em 0x0, em 2002. Na vitória, Morientes, Roberto Carlos e Anelka anotaram para os merengues. Detalhe que o goleiro e capitão da Fúria, Iker Casillas, estava nos dois jogos.

Nesta sexta-feira, no entanto, vale muito mais do que a supremacia dentro de um país. Vale a briga pela liderança do Grupo B e a chance de escapar do Brasil nas oitavas de finais. Quem vencer fica muito perto da classificação em uma chave que ainda tem Chile e Austrália.

Confrontos diretos de Holanda e Espanha

Ao todo, foram dez duelos entre Holanda e Espanha, incluindo amistosos. A vantagem é da Fúria com cinco vitórias. A Laranja venceu quatro. As duas seleções empataram apenas uma vez, em amistoso disputado, em 1987. Em competições oficiais, são duas vitórias da Espanha e um da Holanda.

Arena das Nações

Marina Padilha

Fotos: AFP

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Internautas criticam corte na transmissão de chute com exoesqueleto

19uuuuwer4564372082-2-114042432Um dos momentos mais emocionantes na cerimônia de abertura da Copa do Mundo, o chute do paraplégico Juliano Pinto na bola oficial do torneio terminou em decepção nas redes sociais. Internautas se queixam de que a transmissão durou pouco mais de um segundo e mostrou apenas a parte final do movimento. Logo depois, a televisão voltou a mostrar a festa.

No Twitter, internautas brasileiros e de outros países comentaram a frustração com o lance. “Por que não mostraram o pontapé inicial com um exoesqueleto?”, questionou uma internauta de Madri, na Espanha. “Perdemos o chute com o exoesqueleto. A televisão achou importante mostrar o ônibus da seleção brasileira entrando no estádio!”, criticou um internauta de Porto Alegre.

Desenvolvido pelo neurocientista Miguel Nicolelis, o exoesqueleto – estrutura metálica que dá sustentação a parte do corpo – movimenta-se por meio de comandos do cérebro. Desenvolvido desde 2001, o equipamento custou R$ 33 milhões.

Agência Brasil tentou entrar em contato com o Comitê Organizador Local (COL) da Copa e com a Federação Internacional de Futebol (Fifa), mas as ligações não foram atendidas. Os órgãos não esclareceram por que a bola foi lançada da lateral do campo, em vez de partir do centro do gramado, com mais visibilidade.

Por meio da assessoria de imprensa, Nicolelis elogiou a equipe e os pacientes que participaram da pesquisa. “Foi um grande trabalho de equipe e destaco, especialmente, os oito pacientes, que se dedicaram intensamente para este dia. Coube a Juliano usar o exoesqueleto, mas o chute foi de todos. Foi um grande gol dessas pessoas e da nossa ciência”, informou. No Twitter, Nicolelis não comentou a exibição do chute. Apenas comemorou o resultado do experimento. “Nós conseguimos”, postou, em inglês.

 

Fonte: Agência Brasil
Foto: Fifa

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Náutico de olho em lateral da Ponte Preta

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E mais um jogador de confiança do técnico Sidney Moraes deve chegar ao Náutico. Depois de Gilmak do Vila Nova-GO e Roberto do Icasa, o lateral-direito Neílson, atualmente na Ponte Preta, pode ser o novo reforço alvirrubro para a sequência da temporada. O lateral de 25 anos é um velho conhecido do técnico alvirrubro. Juntos, trabalharam no Boa Esporte em 2012 e no Icasa-CE na Série B do ano passado.

Em 2014, Sidney foi para a Ponte Preta onde pediu a contratação do lateral. Com a demissão de Sidney na Ponte, Neílson passou a ter poucas chances no time titular, o que deve facilitar a negociação. O atleta de 25 anos foi um dos melhores laterais da última Série B, quando defendeu o Icasa, que fez uma bela campanha terminando na parte de cima da tabela e brigando até as últimas rodadas para subir à Série A.

Além dele, Sidney entregou uma lista de reforços a diretoria para que sejam feitas novas contratações para reforçar o time na sequência da Série B. O Timbu está em recesso devido a Copa do Mundo e voltará aos trabalhos no próximo dia 16. Enquanto isso, a nova diretoria e a comissão técnica seguem montando o plantel para o reinício da segunda divisão. O próximo jogo do Náutico será no dia 15 de julho contra o Sampaio Corrêa na Arena Pernambuco.

Ficha do jogador

Nome: Neílson dos Santos Vieira

Idade: 25 anos

Posição: lateral-direito

Altura: 1,73 m

Clubes: Anápolis-GO,  Morrinhos-GO, Ceilandense-DF,  Legião-DF, Peñarol-DF, Juventus-AC, Rio Branco-AC,  Boa Esporte-MG, Icasa-CE e Ponte Preta (clube atual)

 

 

Blog do Torcedor

Foto: PontePress/GuilhermeDorigatti

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Croácia: quadriculados querem ser zebra no caminho do Brasil

Se tem algo que chama a atenção de praticamente todo o torcedor que assiste a pelo menos um jogo do time da Croácia é o uniforme ‘diferente’ que a seleção usa. O quadriculado da camisa vem da bandeira do país do leste europeu e remete à história de uma das regiões da Dalmácia, região que hoje é no sul da Croácia. Diz a narrativa que dois povos disputaram o local em um jogo de xadrez, sem derramar sangue. Daí o quadriculado na bandeira do país atualmente.

Só que diante do Brasil os croatas não querem saber de quadradinhos no gramado. Querem algo mais listrado, no estilo zebra, bem preto e branco. Uma vitória diante da Seleção Brasileira, ainda mais em uma Copa do Mundo no Brasil, seria uma das maiores zebras da história do Mundial.

Qualidade para isso, os croatas têm. O principal nome é o meia Modric, que joga no Real Madrid e foi campeão europeu recentemente. Além dele, o atacante Mandzukic poderia ser outra ameaça, mas ele está suspenso pela Fifa e não encara o Brasil, o que é um alívio para a torcida canarinha.

Então, antes de zoar a Croácia pela camisa diferente dos padrões do futebol, pense que a equipe croata tem não só qualidade, mas muita coragem por usar um uniforme que foge ao senso comum do esporte. Em Copa do Mundo, é bom não dar armas para motivar o adversário.

 

 

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E se fosse Brasil x Iugoslávia?

Nesta quinta-feira, a Seleção Brasileira faz o primeiro jogo da Copa do Mundo de 2014 diante da Croácia, no Itaquerão, às 17h. Os croatas são um dos inúmeros povos da antiga Iugoslávia, que foi desmembrada na década de 90 e deu origem a vários países. Além da Croácia, a Bósnia é outra ex-Iugoslávia presente no Mundial. Atualmente é impossível pensar em uma nova união dos países novamente por uma série de questões como etnias e religião, mas já pensou se a Iugoslávia ainda existisse? Como seria se o Brasil encarasse os iugoslavos ao invés da Croácia?

De cara seria uma tarefa bem mais complicada do que é enfrentar a Croácia. A gama de jogadores de qualidade seria muito maior se todos os países que formaram a Iugoslávia um dia estivessem unidos. O ataque, por exemplo, seria poderoso com o bósnio Dzeko e o croata Manduzic. Além disso, o montenegrino Vucinic estaria presente na Copa e poderia servir como opção ao ataque.

O meio de campo seria uma das posições mais beneficiadas com a ‘união’ da Iugoslávia novamente. Os sérvios Tosic e Matic poderiam jogar ao lado dos bósnis Misimovic e Pjanic. O croata Modric poderia ser o maestro desse time fictício.

Já a defesa ficaria menos frágil com atletas experientes como os croatas Srna, Rakitic – que joga de lateral-esquerdo na Croácia apesar de ser meia – e Corluka e o sérvio Ivanovic. O gol ficaria com o sérvio  Stojkovic.

Quem talvez dançasse nesta história fosse os naturalizados Eduardo da Silva e Sammir, que jogam atualmente pela Croácia. Os zagueiros bósnios também ficariam de fora pela concorrência com croatas e sérvios.

 

 

Do Blog do Torcedor

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Primeira fase da Copa vai ser de clássicos

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Jogos irão reunir grandes craques do futebol mundial. Foto: AFP

Com a reunião dos melhores jogadores do planeta, a Copa do Mundo logicamente também tem alguns dos melhores jogos. São partidas que mexem com o imaginário do torcedor seja pela reunião de vários títulos mundiais no gramado ou pela qualidade dos atletas em campo. Vários são os bons confrontos da Copa de 2014. No entanto, quatro jogos chamam a atenção pelo caráter de ‘clássico’. O Arena das Nações separou as partidas como uma espécie de roteiro para o torcedor. Além disso colocamos uma faixa ‘bônus’ para que o amante do futebol possa aproveitar um pouco mais. Confira abaixo:

Grupo B – Espanha x Holanda – 13 de junho – 16h – Fonte Nova, em Salvador

É a revanche da última final da Copa do Mundo. Somente isso basta para atrair o torcedor para o jogo. Em 2010, a Fúria levou o título ao vencer por 1×0 – resultado que não é esperado novamente pelos holandeses. Salvador que deu sorte de receber tal confronto recheado de tantos craques como o espanhol Iniesta e o holandês Van Persie. Vai atrair olhares não só da Bahia como do mundo inteiro. É o possível melhor jogo da primeira fase.

Grupo D – Inglaterra x Itália – 14 de junho – 19h – Arena Amazônia, Manaus

Talvez seja o segundo jogo mais importante da primeira fase, logo atrás de Espanha x Holanda, pelo Grupo B. São cinco títulos mundiais no gramado e a possível decisão de quem ficará em primeiro no Grupo D da competição. De um lado, Pirlo e Balotelli irão comandar a Azzurra, que vem com um time jovem e com uma proposta de jogo mais ofensivo. No lado inglês, um time tão renovado quanto o italiano. Nomes como Sturridge e Sterling dão gás ao English Team, que ainda conta com a experiência de Rooney. Como se isso não bastasse, há o calor de Manaus como ingrediente para o duelo. As duas seleções reclamaram bastante do clima da cidade.

Grupo D – Uruguai x Inglaterra – 19 de junho – 16h – Itaquerão, São Paulo

As duas equipes não ganham uma Copa do Mundo faz algum tempo – a Inglaterra levou o caneco em 1966, jogando em casa, enquanto o Uruguai foi campeão em 1950, justamente no Brasil. Apesar da falta de títulos, as duas seleções são forças do futebol mundial e prometem um bom futebol pelo Grupo D. Será interessante ver o uruguaio Suárez, eleito melhor jogador da liga inglesa, enfrentar os seus colegas de Liverpool, Gerrard, Sturridge e Sterling.

Grupo D – Uruguai x Itália – 24 de junho – 13h – Arena das Dunas, Natal

O Grupo D tem mais um duelo de gigantes na Copa do Mundo. Uruguai e Itália (dois da Celeste e quatro da Azzurra) irão reunir muito mais do que os seis títulos no gramado. A tradição vai jogar junto com as duas equipes. O duelo mais interessante definitivamente será o dos atacantes Suárez e Balotelli. A expectativa é que não falter gols.

Faixa bônus – Grupo G – Alemanha x Portugal – 16 de junho – 13h – Fonte Nova, Salvador

O duelo que abre a chave já é uma decisão no grupo. De um lado, o provável melhor elenco da Copa, enquanto do outro temos o melhor jogador do mundo – Cristiano Ronaldo. Esse será o roteiro do confronto entre as duas seleções que entra na lista como faixa bônus pela importância que tem e pela qualidade das equipes. O vencedor possivelmente ficará em primeiro no Grupo G da Copa do Mundo.

Do Arena das Nações

Por Thiago Wagner

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Felipão repete time em treino sob chuva em Teresópolis

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A atividade foi realizada sob forte chuva no campo 2 da Granja Comary. Foto: AFP

A preparação da seleção brasileira na Granja Comary para a sua partida de estreia na Copa do Mundo, nesta quinta-feira, em São Paulo, no Itaquerão, diante da Croácia, está encerrada. Nesta terça, a equipe realizou o seu último trabalho em Teresópolis (RJ) antes do duelo, com o técnico Luiz Felipe Scolari repetindo o seu time ideal.

A atividade foi realizada sob forte chuva no campo 2 da Granja Comary, em um trabalho tático. Na atividade, em campo reduzido, Felipão repetiu o time campeão da Copa das Confederações, utilizado também no amistoso da última sexta-feira, diante da Sérvia, e no coletivo de segunda-feira.

Assim, a escalação do time titular foi: Julio Cesar; Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Luiz Gustavo, Paulinho e Oscar; Neymar, Fred e Hulk. Essa formação também será utilizada no duelo desta quinta com a Croácia, a não ser que a seleção perca algum jogador por lesão.

O treinamento foi realizado sob chuva forte e contou com a presença de Felipão, apesar do fato de que, horas antes, em Passo Fundo, no interior do Rio Grande do Sul, um sobrinho seu tenha morrido em um acidente de carro.

O trabalho, um mini-coletivo com 40 minutos de duração, teve mais uma boa atuação do atacante Neymar, que se movimentou bastante em campo e marcou dois gols na vitória dos titulares por 4 a 0, completada por Oscar e Hulk. Felipão também aproveitou o treino para trabalhar exaustivamente as jogadas de bola parada, além de orientar bastante o sistema defensivo, especialmente em lances pelo seu lado esquerdo.

Durante a atividade, Felipão trocou Oscar por Ramires. Já nos instantes finais, Hulk deixou o treinamento caminhando lentamente até a academia. Aparentemente, se tratou apenas de precaução da comissão técnica. E a sua vaga entre os titulares foi ocupada por Bernard. No final, os jogadores treinaram cobranças de falta e de pênalti.

Com o treinamento encerrado, a seleção viaja ainda nesta noite de terça, com decolagem do Rio às 20h30, para São Paulo. A equipe treinará na tarde de quarta-feira no Itaquerão, local da abertura da Copa contra a Croácia no dia seguinte.

Da Agência Estado

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