Náutico demonstra maior organização, bate o Sport e quebra tabu na Ilha

A torcida do Náutico voltou a sorrir na Ilha do Retiro depois de um longo tempo. É até provável que o alvirrubro mais jovem esteja sentindo o gosto do êxito desta noite de quinta-feira pela primeira vez na vida. Isso porque, o Timbu voltou a vencer na casa do rival rubro-negro depois de dez anos – 1×0 foi o placar da partida válida pela Copa do Nordeste. Zé Mário foi o autor do gol dos visitantes aos 39 minutos do primeiro tempo. Foi a vitória da solidez e da compactação do clube de Rosa e Silva, que controlou as ações do confronto com equilíbrio entre ataque e defesa.

Como esperado do primeiro clássico do ano, ainda mais em início de temporada, sobrou disposição no duelo. As conclusões foram raras em ambos os lados. Os dois times brigaram por cada metro do gramado e deram poucas chances ao adversário. Os goleiros, mais o do Náutico, foram expectadores no campo. O gol foi uma das poucas chances claras da partida. O Leão também teve as suas, mas não soube aproveitá-las.

Com o resultado, o Náutico divide a liderança do Grupo D da competição com o Guarany de Sobral – ambos com quatro pontos. O Sport cai para a lanterna da chave com apenas um. Na próxima rodada, os leoninos encaram o Guarany, na Ilha. O Timbu enfrenta o Botafogo-PB, fora de casa.

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O JOGO – A falta de mais oportunidades, porém, não quer dizer que os times não buscaram o ataque ou que foram burocráticos. Os ataques não foram tão efetivos mais por mérito dos sistemas defensivos, bem montados por ambos os treinadores.

Armado no papel em um 4-4-2 com quatro volantes, o Náutico tomou as primeiras iniciativas da partida. No entanto, não foi no esquema da teoria e sim em uma variação entre o 4-3-3 e 4-5-1 com Zé Mário e Marinho abertos pela esquerda e direita respectivamente. Com a posse de bola, o Alvirrubro ia com três jogadores ofensivos, sendo dois deles bem abertos. Sem a bola nos pés, cinco homens no meio com os dois extremos fechando os lados.


Leão não conseguiu sair da marcação alvirrubra. Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

A formação defensiva do Náutico dificultou muito a saída do Sport no início. Não foi raro ver o chutão dos donos da casa. A criação leonina só melhorava um pouco quando Rithely e Naldinho apareceriam mais no ataque para auxiliar Aílton e Felipe Azevedo. Os passes errados, contudo, prejudicaram o avanço das jogadas. Patric, como de costume, também foi muito acionado, ao contrário de Marcelo Cordeiro, que limitou-se na defesa e foi mal quando tentou subir ao ataque.

Quando a evolução dos passes rubro-negros aparecia, surgia inércia para jogadas mais efetivas. Em muitos momentos, a bola ficou rodando a entrada da área alvirrubra sem uma penetração mais eficaz. Faltou criatividade para furar a defesa do Timbu, que não proporcionou grandes sustos para o goleiro Gideão.

O gol do Timbu saiu quando Zé Mário apareceu livre na entrada da área. O volante enganou a marcação com movimentação e ficou na cara de Magrão para fuzilar para as redes. Festa alvirrubra nas arquibancadas.


Torcida do Náutico fez a festa após a partida. Foto: Edmar Melo/JC Imagem

A vantagem não mudou a postura da equipe alvirrubra, que se manteve compactada na defesa e no ataque. O técnico Geninho tentou alterar o panorama com suas substituições, mas perdeu de vez o meio de campo de vez quando apostou nos três atacantes. Claro que o Leão teve suas chances. No entanto, foi fruto muito mais do abafa do que da organização, que sobrou no Timbu de Lisca.

FICHA DA PARTIDA – SPORT 0X1 NÁUTICO

Sport: Magrão; Patric, Oswaldo, Ferron e Marcelo Cordeiro (Igor), Rodrigo Mancha, Naldinho (Everton Felipe), Rithely (Ananias) e Aílton; Felipe Azevedo e Neto Baiano. Técnico: Geninho.

Náutico – Gideão; João Ananias, William Alves, Flávio e Gerley; Elicarlos, Possebon (Pedro Carmona), Yuri e Zé Mário (Gustavo); Hugo e Marinho (Túlio). Técnico: Lisca.

Copa do Nordeste. Local: Ilha do Retiro (Recife-PE). Árbitro: Gilberto Castro Júnior. Assistentes: Bruno Cesar de Alcantara e Ricardo Bezerra (PE). Gol: Zé Mário aos 39 minutos do primeiro tempo. Amarelos: Aílton (S) e Possebon (N). Público: 16.001. Renda: R$ 273.180.

 

 

Jornal do Commercio

Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

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Autor do gol do empate do Santa Cruz, Tiago Costa já pensa na liderança do grupo

Autor do gol do empate em 1×1 com o Bahia, nessa quarta-feira, na Fonte Nova, em Salvador, pela Copa do Nordeste, o lateral-esquerdo Tiago Costa, do Santa Cruz, foca agora a briga pela liderança do Grupo B da competição. O Tricolor está empatado em quatro pontos com o CSA e duela com os alagoanos no próximo sábado, no Luiz Lacerda, em Caruaru.

“Agora é descansar bastante porque houve um desgaste grande. Vamos ver o que o professor vai falar para a gente buscar a liderança do grupo”, disse ele.

 

Sobre a partida contra o Bahia, Tiago fez uma avaliação positiva do resultado, principalmente levando em consideração que os baianos estão em uma divisão acima dos corais. “Isso nos motiva”.

O gol de Costa contra o Bahia foi apenas o segundo dele com a camisa do Santa Cruz. O primeiro foi anotado no ano passado, contra o Betim, pela Série C. “O gol dessa noite não foi meu e sim de todo o grupo que nunca deixou de acreditar no empate”.

 

 

Blog do Torcedor

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Vica lamenta que Santa Cruz tenha sofrido gol por conta de distração

O técnico Vica voltou a lamentar que o Santa Cruz tenha sofrido mais um gol depois de uma distração dentro de campo. Nessa quarta-feira, no empate em 1×1 com Bahia, na Fonte Nova, o gol dos donos casa ocorreu em um lance em que os corais estavam com um a menos – Everton Sena se encontrava fora do gramado trocando a chuteira. Para o comandante tricolor, faltou uma melhor comunnicação da equipe na recomposição da defesa.

“Mais uma vez sofremos um gol por descuído. Não tira o mérito do Bahia, que buscou o seu gol, mas faltou comunicar melhor para recuar os jogadores”, disse Vica após a partida.

No primeiro jogo oficial da temporada, a vitória por 3×2 sobre o Vitória da Conquista, o Santa Cruz também sofreu dois gols por descuídos, segundo avaliação do técnico. O primeiro foi um pênalti considerado infantil por Vica, enquanto que o segundo ocorreu por distração após uma segunda bola entrar no gramado na hora do ataque adversário.

Apesar dessa ‘bronca’, o treinador demonstrou satisfação com o desempenho geral dos jogadores em campo. Com relação ao resultado, considerou justo. “Foi um jogo justo. Fiquei satisfeito e tem que ser assim sempre. Vamos ver se a gente mantém essa sequência de resultados”.
Agora Vica tem em mente o jogo contra o CSA, no próximo sábado, no Luiz Larcerda, em Caruaru. Para esta partida, o técnico não terá muito tempo de trabalho e demonstra maior preocupação com a recuperação dos atletas. “Não tem muito tempo para treinar e arrumar as falhas. Preocupação é a recuperação”.

 

 

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Com presença de Dilma, Arena das Dunas é inaugurada

A Arena das Dunas foi inaugurada na noite desta quarta-feira, em cerimônia que contou com a presença da presidente Dilma Rousseff e do secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, além de outras autoridades. Com a entrega do estádio em Natal, já estão prontas sete das 12 sedes dos jogos da Copa do Mundo – a previsão é de que as restantes sejam finalizadas até abril.

Antes da Arena das Dunas, já tinham ficado prontos os seis estádios que foram utilizados também na Copa dos Confederações, em junho – em Brasília, Rio, Belo Horizonte, Fortaleza, Salvador e Recife. Assim, resta agora inaugurar o Beira-Rio (Porto Alegre), a Arena Amazônia (Manaus), a Arena Pantanal (Cuiabá), o Itaquerão (São Paulo) e a Arena da Baixada (Curitiba).

Entre os que ainda faltam ser entregues, o caso mais grave é da Arena da Baixada. Preocupado com o andamento das obras no estádio, Valcke chegou a admitir a possibilidade de Curitiba ser excluída da Copa. No caso do Itaquerão, houve um atraso de três meses por causa do acidente em novembro que matou dois operários mas a inauguração está prometida para abril.

A inauguração desta quarta-feira atraiu um grupo de manifestantes, que fez um protesto nos arredores do estádio. Com organização de sindicatos de servidores públicos estaduais, cerca de 200 pessoas, de acordo com a Polícia Militar, foram às ruas de Natal protestar contra os gastos públicos na Copa e contra o governo da governadora do Estado, Rosalba Ciarlini (DEM).

Durante o evento, Dilma fez uma rápida visita pelas instalações da Arena das Dunas, acompanhada pela governadora do Rio Grande do Norte. No centro do gramado, a presidente deu um chute simbólico na bola oficial da Copa para marcar a inauguração. Depois, tirou fotos com alguns funcionários. E foi embora sem discursar, mas fez um breve pronunciamento.

“Fiquei encantada com a beleza desse estádio. Fiquei encantada que ele saiu 3% abaixo do preço orçado e que é um estádio ambientalmente sustentado”, afirmou Dilma, ressaltando que, além do futebol, a Arena das Dunas poderá receber convenções e eventos. “Esse estádio vai contribuir também para esse imenso potencial turístico que Natal tem.”

Depois da cerimônia oficial realizada nesta quarta-feira, a Arena das Dunas terá a disputa de seus primeiros jogos no domingo, quando acontece uma rodada dupla no estádio, já com a presença das duas maiores torcidas de Natal. O América-RN enfrenta o Confiança (SE) pela Copa do Nordeste, enquanto o ABC recebe o Alecrim em rodada do Campeonato Potiguar.

Com investimento de R$ 400 milhões, sendo R$ 396,5 milhões de financiamento federal, a Arena das Dunas foi construída na área onde ficava o antigo Machadão, principal praça esportiva de Natal, que tinha sido erguido em 1972 e foi demolido para ser substituído pelo novo estádio. Ao todo, foram 29 meses de obras, com a participação de cerca de 4.500 trabalhadores.

Ao todo, a Arena das Dunas tem capacidade para acomodar 42 mil torcedores, sendo que 10,6 mil assentos são removíveis. Na Copa do Mundo, o estádio em Natal será palco de quatro partidas, todas válidas pela primeira fase: México x Camarões (em 13 de junho), Gana x Estados Unidos (em 16 de junho), Japão x Grécia (em 19 de junho) e Itália x Uruguai (em 24 de junho).

 

Fonte: Agência Estado

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Presidentes de Náutico, Santa Cruz e Sport se unem pela paz no futebol

Os presidentes de Náutico, Santa Cruz e Sport deixaram a rivalidade local de lado e se uniram pela para promover a paz no futebol. O trio esteve reunido no fim desta quarta-feira, na Federação Pernambucana de Futebol, para o lançamento do ‘Manifesto por um futebol de paz’. A ideia foi encabeçada pelos dirigentes rubro-negros, através do projeto ‘Sport que abracei’.

O objetivo do manifesto não é apenas coibir a violência física. Também há a ideia de incentivo para a cultura de paz e cidadania, com respeito entre os adversários (diretores, atletas e torcedores).

“Estádio é lugar para a família. O torcedor é a razão de viver o futebol e temos que valorizá-lo com segurança”, disse o presidente alvirrubro, Glauber Vasconcelos.

Já o presidente do Leão, João Humberto Martorelli, destacou a importância da participação das organizadas. “Espero que eles participem da campanha”.

Já Antônio Luiz Neto, do Tricolor, pontuou que Pernambuco sempre foi um estado com poucos indíces de violência. “Nosso futebol é salutar, mas precisamos melhorar com esse projeto”.

Confira algumas disposições do manifesto:

1. As entrevistas dos três presidentes e dos diretores dos três clubes serão sempre exaltando a paz, nunca de uma rivalidade que gere promoção da rivalidade e da violência.

2. Utilização das redes sociais institucionais e/ou dos presidentes e diretores (caso usem) voltada para o amor ao futebol, notícias de futebol, evitando brincadeiras que se voltem para brigas ou contrárias à promoção da paz.

3. Utilização da flâmula da paz que será entregue em todos os jogos ao clube adversário.

4. A utilização dos meios de comunicação dos estádios (som interno e outros) para estímulo a uma cultura de paz.

5. Durante os clássicos será realizada a blitz da paz na saída e na entrada das torcidas. Vamos convocar torcedores voluntários.

6. Estimular os atletas profissionais ao desenvolvimento de uma cultura de paz também dentro de campo.

 

 

 

Blog do Torcedor

Foto: Divulgação/FPF

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Em fase de formação do elenco, Sport e Náutico fazem o primeiro clássico da temporada

Após estrearem com um empate na rodada inaugural da Copa do Nordeste, Sport e Náutico se preparam para se superarem na condição fisica e no entrosamento, no primeiro clássico do futebol pernambucano na temporada, nesta quinta-feira (22), na Ilha do Retiro, às 21h30.

Se o velho ditado do futebol promulga que um clássico é decidido nos detalhes, este com certeza terá dois em evidência: o preparo fisico e o entrosamento de Sport e Náutico no jogo. Com certeza os dois farão a diferença a favor ou contra as duas equipes, já que em ambos os lados há reclamações de falta de pré-temporada e pouco tempo para entrosar o time.

Dos dois quesitos mais contestados pelas equipes, cada um afeta o outro com maior intensidade; no Náutico podemos aliar a falta de entrosamento como fator negativo de maior relevância, já que o time fez muitas contratações para a temporada, e deve mudar a escalação em relação a equipe que estreou com empate diante do Guarany de Sobral-CE, mesmo assim, o condicionamento fisíco também será um adversário duro de ser superado contra o Sport.

No caso rubro-negro, como não fez uma quantidade enorme de contratações, e conseguiu manter pelo menos  titulares do time de 2013, a preocupação maior é com o condicionamento fisíco dos jogadores, já que tem um elenco mais enxuto e deve ir com o mesmo time para o clássico.

Magrão, Oswaldo, Patric, Marcelo Cordeiro, Rithely, Aílton, Neto Baiano e Felipe Azevedo foram os remanescentes do grupo que conquistou o acesso para a elite do Campeonato Brasileiro.  Entre as posíveis novidades no Leão estão os atacantes Ananias e Neto Baiano, que foram regularizados e estão aptos a jogar. Aptos até um certo ponto, já que os dois afirmaram não terem condições de jogar os 90 minutos.


Mesmo sem saber se começa jogando, Neto Baiano quer marcar gols em cima do Náutico. Foto: JC Imagem

“Posso jogar uns 40 minutos e se ele precisar vou estar à disposição. Mas vou deixar para ele decidir isso”, disse o atacante Neto Baiano.

“Não estou nas melhores condições de entrar em campo como eu queria, mas acredito que nem os que já estavam trabalhando estão em condições também. Não posso jogar os 90 minutos mas estou à disposição do Geninho”, afirmou Ananias.


Geninho resolveu adotar o mistério na escalação do Sport para o clássico. Foto: Bobby Fabisak / JC Imagem

O técnico Geninho, afirmou que pretende utilizar os dois atacantes, só não disse como. “O departamento físico me deu garantias que podem jogar pouco mais que 30 minutos, agora vamos ver se vamos colocá-los no início ou durante o jogo” comentou.

No lado alvirrubro, os problemas físicos, também estão afetando demasiadamente o elenco, principalmente porque muitos jogadores foram contratados estando de férias ou sem clubes para treinar.

“Ainda não estou na minha forma física perfeita, mas espero estrear e ajudar. A responsabilidade é muito grande. Mas é também uma grande oportunidade de estrear em um clássico. Grandes jogadores se destacam em jogos bons. Esse jogo contra o Sport vai ser muito bom e eu espero poder estrear”,  disse o atacante Marcelinho.

“É bom estar preparado caso o treinador precise. Se for sair jogando ou não isso é o Lisca que vai decidir. Temos que ter tranquilidade porque nem hoje nem amanhã vamos formar um time. Estamos nos conhecendo e o entrosamento vai vir no dia dia”, afirmou o meia Pedro Carmona.


Cheio de dúvidas, Lisca também não definiu o time titular. Foto: Thiago Wagner / Blog do Torcedor

O técnico Lisca se mostrou bastante preocupado com a formação da equipe, já que com muitos jogadores aptos a estrearem, não sabe ainda quem vai mandar para o jogo contra o rubro-negro.

“É uma situação inusitada, em 22 anos de carreira eu nunca vi isso, remontagem de plantel e no meio uma competição complicada como a Copa do Nordeste. Está sendo muito difícil montar esse time, porque temos que avaliar as condições físicas dos jogadores, regularização, alguns que treinaram apenas uma vez e podem ir para o jogo”, afirmou.

Sempre que se trata de um clássico, surgem a perguntas de quem é o favorito a conquistar a vitória. Ananias é dos que preferem jogar a responsabilidade para o time adversários, mas avisou que não tem favorito nenhum no jogo desta quinta-feira. “Clássico não tem favorito, claro que cada um joga pro outro a responsabilidade.Pra vencer, não precisa dar show e jogar bem, tem que vencer, ninguém está bem fisicamente e a garra e a vontade vai fazer a diferença”, disse.

 

Se o companheiro de ataque não quer o status de favorito,Neto Baiano é exatamente o contrário do colega, e não só apontou o favorito, como também provocou o rival. “Somos os favoritos para esse jogo porque estamos jogando dentro de casa. Não podemos ficar esperando e pipocar para o Náutico, temos que atropelar os caras.”Eles são segunda divisão e isso também pesa a  nosso favor”, comentou.

Pelo lado do Náutico, ninguém aguçou a rivalidade histórica entre os dois clubes, e preferiram pregar o respeito ao rival, mas não esconderam a vontade de vencer no clássico. “Jogar um clássico é muito bom e espero sair com a vitória já neste jogo contra o Sport”, concluiu o lateral Jackson.

Apesar de ser um clássico de uma primeira fase de competição, o técnico Geninho vê muitos pontos positivos na partida, e afirmou que quer a vitória de qualquer jeito. “É um clássico que vale muita coisa sim, o torcedor não quer saber de derrota, ele quer a vitória sempre. Isso é uma motivação muito grande”, falou.

Regularizados


Quarteto está regularizado e podem enfrentar o Sport. Da esquerda para a direita – Marcelinho, Yuri, Jackson e Pedro Carmona. Foto: Assessoria de imprensa do Náutico

Mais uma boa notícia para o técnico Lisca saiu nesta quarta-feira (22). As regularizações dos recém-apresentados, Jackson, Pedro Carmona e Yuri foram publicadas no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF e ambos estão à disposição do treinador para o jogo.

Ficha de jogo

Sport: Magrão; Patric, Oswaldo, Ferron e Marcelo Cordeiro; Rithely, Naldinho, Rodrigo Mancha e Aílton; Felipe Azevedo (Neto Baiano) e Sandrinho (Ananias). Técnico: Geninho

Náutico: Gideão; Jackson, William Alves, Flávio (Léo Kanu) e Gerley; Elicarlos, Possebom, Dê e Zé Mario (Pedro Carmona); Renato e Marcelinho (João Paulo). Técnico: Lisca

Copa do Nordeste. Local: Ilha do Retiro, Recife (PE). Horário: 21h30 (Horário de Pernambuco). Árbitro: Gilberto Castro Júnior.Assistentes: Bruno Cesar de Alcantara e Ricardo Bezerra (PE).

 

 

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Santa Cruz não reflete posse de bola em gols e fica no 1×1 com o Bahia

O Santa Cruz talvez tenha vivido um dos dias em que mais teve posse de bola no histórico recente de jogos. No entanto, faltou maior poder para concluir as jogadas diante do Bahia, na Arena Fonte Nova, em Salvador. Por conta disso, o ‘domínio’ coral não foi refletido em vitória. Os corais tiveram que se contentar com um empate em 1×1 nesta quarta-feira, em partida válida pela Copa do Nordeste. Rhayner abriu o placar para os donos da casa aos 25 minutos do primeiro tempo, enquanto Tiago Costa anotou para os visitantes aos 30 do segundo.

Com a igualdade, o Santa Cruz chega aos quatro pontos no Grupo B da competição e divide a liderança com o CSA, que tem a mesma pontuação. O Tricolor de Aço fica com apenas um ponto na chave. Na próxima rodada, a Cobra Coral encara o CSA, no Luiz Larcerda, em Caruaru. O Bahia recebe o Vitória da Conquista, outra vez na Fonte Nova.

O JOGO – Desde o primeiro minuto de jogo, o Santa Cruz se apresentou como uma equipe mais organizada taticamente. Mais entrosados, os corais mostraram um bom sistema defensivo. Não foi raro ver os atletas tricolores desarmarem o adversário ainda no meio de campo. O reflexo disso foi uma maior posse de bola dos visitantes em relação aos pernambucanos. A bola rodou pelos pés dos corais durante boa parte dos noventa minutos.
No entanto, faltou maior poder de finalização para o tricolor recifense. Poucos foram os chutes do Santa Cruz no confronto. Muito disso foi provocado pela pouca movimentação dos meias Raul Renatinho e Natan, que deixaram Caça-Rato isolado em muitos momentos. Por isso, o técnico Vica se viu obrigado a acionar Cassiano, Léo Gamalho e Pingo. Com eles, a Cobra Coral não mudou completamente, é verdade, mas pelo menos ganhou mais presença de área, principalmente com Gamalho, que atuou como referência e ajudou também na marcação.

O castigo pela falta de um jogo mais direto do Santa Cruz veio aos 25 minutos do primeiro tempo. Depois de boa defesa de Tiago Cardoso em chute de fora da área, Rhayner aproveitou a sobra e mandou para o fundo das redes. Tiago ainda tentou a defesa, mas não conseguiu.

O gol não mudou muito a atitude coral, que permaneceu com mais posse de bola, mas sem tanta objetividade para o gol. Somente com as substituições de Vica é que a situação melhorou um pouco. O empate veio justamente em uma jogada de um dos atletas que entrou. Léo Gamalho dominou bola na entrada da área e tocou para Tiago Costa empatar aos 30 da etapa complementar.

A virada poderia ter ocorrido se o ímpeto tricolor pelo gol estivesse mais em evidência nessa quarta-feira. O Santa Cruz dominou a partida e deixou aquela sensação de que poderia ter saído com um resultado melhor do que o empate.

FICHA DA PARTIDA – BAHIA 1×1 SANTA CRUZ

Bahia: Lomba, Madson (Talisca), Lucas Fonseca, Titi e Raul; Rafael Miranda, Fahel, Diego Felipe e Rafinha (Anderson); Branquinho e Rhayner (Hugo). Técnico: Marquinhos Santos

Santa Cruz: Tiago Cardoso, Oziel, Everton Sena, Renan Fonseca e Tiago Costa; Sandro Manoel, Sorriso, Raul e Natan (Pingo); Renatinho (Léo Gamalho) e Caça-Rato (Cassiano). Técnico: Vica.

Copa do Nordeste. Local: Árbitro: Renan Roberto de Souza (PB). Assistentes: Kildenn Tadeu Morais de Lucena (PB), Luis Filipe Gonçalves Correa (PB). Gols: Rhayner (B) aos 25 minutos do primeiro tempo e Tiago Costa (SC) aos 30 do segundo. Amarelos: Everton Sena (SC), Diego Felipe (B) e Cassiano (SC). Público: 8.921. Renda: R$ 168.059,50.

 

 

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Em busca da liderança, Santa Cruz encara o Bahia na Fonte Nova

Um dos clássicos regionais mais disputados do futebol brasileiro volta a acontecer nesta temporada, depois de nove anos de espera.

Bahia e Santa Cruz, duas equipes que carregam a fortissíma paixão de seus torcedores por onde passam, medem forças pela segunda rodada do Grupo B da Copa do Nordeste, nesta quarta-feira, às 21h15 (horário de Pernambuco), na Arena Fonte Nova, em Salvador.

Desde a última vez em que se enfrentaram, na antiga Fonte Nova, com vitória épica do Santa por 4×2(gols de Carlinhos Bala duas vezes, Reinaldo e Andrade) muita coisa mudou em relação aos dois clubes.

No Bahia, uma queda para a Série C parecia ser o fim do amor incondicional de sua torcida. Mas o time conseguiu ressurgir e agora se prepara para mais um ano na Série A; e no Santa, a incrível queda livre da Série A para a D parecia ser o fim do tricolor do Arruda.

Graças aos seus torcedores o time saiu do fundo do poço, voltou para as divisões de elite do futebol brasileiros e agora se prepara para voltar a elite nacional.

O jogo

Depois da estreia com vitória no Nordestão, diante do Vitória da Conquista-BA, por 3×2, o Santa Cruz se arma para encarar o Bahia na Fonte Nova.

Mais uma vez apostando nos contra-ataques, o time espera que a estratégia volte a dar certo, mas sabe muito bem das dificuldades que terá que enfrentar em Salvador.”A gente conseguiu fazer um bom jogo no domingo”.

“Em relaçao ao Bahia acredito que eles vao vir pra cima, mas temos que fazer o nosso jogo pra buscar o resultado”, disse o lateral-esquerdo Tiago Costa.

“Temos que marcar forte. No treino, o Vica pediu para que o time marcasse mais porque eles vão querer vir pra cima da nossa equipe. Vamos apostar nos contra-ataques e tentar não ficar esperando eles o tempo todo”, comentou o meia Raul.


Raul espera que estratégia surta efeitos e o time consiga os tres pontos.

Foto: Diego Nigro / JC Imagem

Possivelmente esse será o adversário mais difícil para o Santa na primeira fase. Mesmo assim, há quem comemore o jogo, já que ele será realizado em uma das Arenas da Copa do Mundo do Brasil e tem um dos melhores gramados do país.

“O campo da Fonte Nova é maravilhoso, onde o gramado é muito bom e faz com que a bola corra e isso é muito bom pro nosso tipo de jogo’, afirmou Raul.

O dono da estratégia, o técnico Vica, afirmou que o time  vai precisar de muita atenção no jogo durante os 90 minutos se quiser sair com a vitória.

Outro alerta feito, foi para as jogadas individuais que podem gerar um contra-ataque inesperado do time baiano, e ser surpreendido pela própria estratégia é algo que ele não deseja.”Fora de casa temos que acrescentar muito mais na marcação e concentração no jogo em 90 minutos. Temos que tomar nossos cuidados, mas aproveitando a saida rapida”.

“Defendendo bem, tem possibilidade de conseguir os contra-ataques.Nosso time tem boa qualidade técnica no meio de campo e as vezes quer abusar um pouco.Tem que ter responsabilidade. São os cuidados que pedimos ao time”, falou.

No treino desta terça-feira, Vica optou pela não escalação dos contratados Léo Gamalho e Cassiano, que foram regularizados e estão à disposição do treinador para o jogo. Segundo Vica, eles ainda irão precisar de mais tempo para se ambientar ao clube e ao grupo coral.


Com Léo Gamalho e Cassiano no banco, Vica armou o Santa pronto para explorar os contra-ataques na

Fonte Nova. Foto: JC Imagem

“Eles ficarão à disposição para o jogo. Ainda não estão totalmente ambientados com o grupo ou a maneira de trabalhar, mas poderemos utilizá-los pois são jogadores experientes”, afirmou.

O adversário

O Tricolor da boa terra vem de uma derrota dolorosa para o CSA, por 4×1, em Alagoas na primeira rodada. Resultado esse inesperado, principalmente por se tratar de um time que vai para a sua quarta participação na Série A.

Para o duelo contra o Santa, o técnico Marquinhos Santos já avisou que vai utilizar força máxima sem poupar ninguém.Mesmo assim, ele nã terá todos os jogadores à disposição para a partida.

O volante Hélder, por exemplo, sentiu o adutor da coxa e foi vetado pelo departamento médico. Os gringos Wilson Pittoni, Maxi e Emanuel Biancucchi ainda não apresentam condições de jogo e não serão relacionados.

Ficha de jogo

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Oziel, Renan Fonseca, Everton Sena e Tiago Costa; Sandro Manoel, Luciano Sorriso, Raul e Natan; Renatinho e Caça-Rato.Técnico: Vica

Bahia: Marcelo Lomba; Raul, Titi, Lucas Fonseca e Madson; Fahel, Rafael Miranda, Anderson Talisca e Branquinho; Rhayner e Rafael(Rafinha). Técnico Marquinhos Santos

Copa do Nordeste

Estádio: Arena Fonte Nova

Horário: 21h15 (horário de Pernambuco)

Árbitro: Renan Roberto de Souza (PB)

Assistentes: Kildenn Tadeu Morais de Lucena (PB)

Assistentes: Luis Filipe Gonçalves Correa (PB)

 

 

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Magrão acredita que clássico entre Sport e Náutico terá baixo nível técnico

Pré-temporada curta, times em formação e preparo físico longe do ideal. Tudo isso colabora para que o clássico entre Sport e Náutico, nesta quinta-feira, na Ilha do Retiro, pelo Grupo D da Copa do Nordeste, seja mais baseado na vontade do que na técnica. Até o goleiro Magrão, do Leão, concorda com essa teoria. “Pelo decorrer das duas equipes acredito que pode ocorrer um jogo um pouco abaixo”, disse ele em coletiva nesta terça-feira, na Ilha do Retiro.

Apesar do baixo nível técnico, o arqueiro rubro-negro não foge do velho clichê de que todo clássico é equilibrado. Magrão só considera que o Sport pode levar uma pequena vantagem por atuar em casa. “Quem tive mais oxgênio e mais gás vai chegar. Acredito que vamos ter isso por jogar em casa. Isso vai ser a diferença para os três pontos”.

Só que o clássico não é tudo na temporada do Leão. Há outros jogos e a expectativa de brigar por títulos. Ciente disso, o goleiro espera ver evolução da equipe nas próximas partidas. “Vamos crescendo aos poucos”.

RELACIONADO – O meia-atacante Ananias está regularizado no Sport e relacionado para o clássico. Possivelmente irá para o banco de reservas.

 

 

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Gerente do Náutico encarou empate diante do Guarany de Sobral como normal

O empate contra o Guarany de Sobral, em 1×1, na Arena Pernambuco, não tirou o sono dos alvirrubros. Para o gerente de futebol do Náutico, Lúcio Surubim, as dificuldades que a equipe apresentou diante da equipe cearense, na estreia da Copa do Nordeste, eram esperadas, já que o time teve pouco tempo para preparação.

“Foi um resultado normal.  A gente jogou em casa diante de um adversário que, teoricamente, tinha um nível técnico mais baixo do que o nosso. Mas estavam se preparando ha muito tempo. Fizeram amistosos. Mostraram um bom entrosamento e estavam melhores fisicamente. Então, achei que o empate foi um bom resultado”, declarou Surubim.

Para o dirigente, o Náutico tem muito a evoluir. Ele acredita que os jogadores que não tiveram condições de entrar em campo podem dar, no futuro próximo, uma melhor qualidade técnica ao Timbu. “Acredito que as entradas de Helder na lateral-direita, Pedro Carmona no meio e com Marcelinho, Hugo, Marinho e Paulo Júnior, estaremos numa melhor condição.

A diretoria ainda procura por mais três reforços: um zagueiro, um lateral-esquerdo e um meia. “Mas não estamos com tanta pressa, até porque as opções são poucas. Está difícil encontrar os jogadores no mercado. A ideia é trazer atletas mais experientes para qualificar o grupo e também aumentar a média de idade do elenco”, declarou Surubim.

 

 

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