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Da emoção contra o Corinthians ao abraço na torcida do Sport: Florentín explica comemorações que viralizaram

Técnico detalha episódios após ganhar as redes sociais ao ajoelhar-se no gramado diante do Timão e com a celebração do gol de Mikael no meio da torcida na Arena

Por Camila Alves e Diogo Marques — Recife

Globo Esporte

Gustavo Florentín viralizou nas redes sociais em mais de uma ocasião por conta das comemorações efusivas após vitórias do Sport sobre Corinthians e Atlético-GO. Emocionou-se diante do clube paulista e, três semanas depois, em duelo contra o Dragão, celebrou abraçado pelos rubro-negros na arquibancada. São imagens que refletem o teor da relação criada pelo técnico paraguaio no Leão.

Florentín chegou ao Sport na metade de agosto, mas chamou a atenção nas redes sociais principalmente após a vitória por 1 a 0 sobre o Corinthians. Na ocasião, o técnico se emocionou e ajoelhou-se com a cabeça quase no gramado após o apito final. Terminou cativando os torcedores e torcedoras.

– Foi uma maneira de agradecer. Sou cristão e sempre me ajoelho antes e depois de cada jogo, na derrota e na vitória. Foi uma alegria muito grande. Ganhar três jogos em sete dias não era fácil – conta o treinador.

Técnico Gustavo Florentín se emociona após vitória do Sport sobre o Corinthians

Na ocasião, a equipe havia emendado vitórias consecutivas sobre Grêmio, Juventude e Corinthians – quebrando um jejum de oito rodadas sem vencer.

Além do desempenho no campo, pouco antes da sequência positiva, a equipe enfrentou um momento conturbado nos bastidores da Ilha do Retiro. O Sport havia passado pela destituição da diretoria de futebol por conta do erro que impediu as inscrições de quatro reforços contratados para 2021.

“Foi uma semana muito difícil para nós. Pelo que vivemos quanto à renúncia dos dirigentes, de não poder contar com jogadores que vinham para reforço. A comemoração era um alívio por ganhar três jogos em uma semana.”

Gustavo Florentín se emociona após a reação da equipe na Série A

A torcida iniciou uma campanha defendendo a permanência do treinador – e ganhou muitos adeptos. Era a sinalização de apoio ao paraguaio nas redes sociais. Mas que ganhou vida de forma definitiva três semanas depois – durante a vitória sobre o Atlético-GO -, no último domingo.

Florentín havia sido expulso no início do segundo tempo e terminou assistindo o restante da partida no meio da torcida. Na hora do segundo gol de Mikael, se juntou aos rubro-negros na comemoração.

“Foi tudo espontâneo. A primeira (coisa) que fiz após a expulsão foi ir para o camarote me comunicar com o assistente via rádio. Mas não me sentia bem (de estar longe). A equipe estava cansada, tinha uns perigos pelo Atlético-GO. Aí me deu a ideia de descer e ir para trás do banco.”

Aos 40 min do 2º tempo – gol de dentro da área de Mikael do Sport contra o Atlético-GO

Assim, o treinador passou a ter contato direto com a comissão técnica, jogadores e com a própria torcida também. Passou a pedir apoio e agradecer por – no fim das contas – o resultado ter “dado certo”.

“Era um risco que assumi porque estava 0 a 0. Se saía mal, a torcida viria em cima de mim. O segundo gol foi muito lindo. Experiência nova que nunca havia vivido.”

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Com reforma orçada em R$ 9 milhões, Sport não tem garantia de volta para Ilha no início de 2022

De acordo com vice-presidente de patrimônio, Fortunato Russo, serão necessários R$ 4 milhões apenas para a troca dos refletores; clube busca ainda parcerias com empresas para financiar obras

Por João de Andrade Neto — Recife

Globo Esporte

A volta do público aos estádios após o início da pandemia da Covid-19 não significou o retorno do torcedor rubro-negro à Ilha do Retiro. Com problemas estruturais em seu estádio, o Sport transferiu todas as suas partidas no Campeonato Brasileiro deste ano para a Arena de Pernambuco. E não há garantias de que o início da temporada 2022 será diferente.

Em entrevista ao ge, o vice-presidente de patrimônio do Leão, Fortunato Russo Neto, revelou que toda a reforma da Ilha do Retiro está orçada em R$ 9 milhões, sendo que R$ 4 milhões serão destinados apenas para a mudança do sistema de iluminação do estádio, exigência da CBF para que o local volte a receber jogos do Campeonato Brasileiro.

Os outros R$ 5 milhões serão destinados às melhorias das 5.300 cadeiras cativas centrais, dos 32 banheiro do estádio e toda a rede de segurança monitorada. Sem recursos próprios para um investimento desse porte, a diretoria rubro-negra busca acordos com empresas privadas para diminuir os custos. Mas até o momento, não conseguiu firmar parcerias.

– Já levantamos tudo o que precisa ser feito. O orçamento, sem a questão dos refletores, é de R$ 5 milhões, que envolve a reforma dos banheiros, troca das cadeiras centrais e toda central da rede de segurança monitorada por vídeo. Toda uma infraestrutura necessária para deixar a Ilha próxima dos melhores estádios – iniciou Fortunato Russo.

– A questão dos refletores, para deixá-los em condições de receber jogos da Série A, será necessário um investimento de R$ 4 milhões. Será necessária toda a troca da infraestrutura e o tipo de refletores para LED. Hoje a Ilha tem uma potência de 700 lúmens (unidade de medida da luz) e precisamos elevar para três mil. Hoje essa é uma exigência da CBF para jogos da Série A. Para a Série B, esse investimento seria de pouco menos de R$ 3 milhões – completou.

Em busca de recursos para bancar essas reformas, o vice-presidente de patrimônio do Sport informou que, até o momento, o clube está próximo de fechar uma parceria para ajudar a custear as reformas dos banheiros. E que já há um plano para a troca das cadeiras da Ilha por modelos retráteis, semelhantes às utilizadas na Arena de Pernambuco. Porém, ainda não há nada certo para a troca dos refletores.

– A gente vai fazer a medida que vamos conseguindo os recursos. Hoje estamos procurando levantar a parceria para a reforma dos banheiros e temos um plano de reforma das cadeiras centrais. Já contratamos um projeto e estamos aguardando a entrega desse projeto. Além disso, conseguimos o patrocínio de uma empresa de engenharia para a revisão estrutural do estádio. Foi a mesma empresa que fez esse serviço no Rei Pelé (em Maceió). E os relatórios iniciais não estão tão ruins. Mas para os refletores ainda não conseguimos parcerias – listou.

Diante disso, o próprio dirigente rubro-negro não quis garantir a reabertura da Ilha do Retiro nos primeiros jogos de 2022, com jogos pelo Campeonato Pernambucano e Copa do Nordeste.

– Vamos fazer de tudo para poder voltar a jogar na Ilha, na nossa casa. É uma missão nossa oferecer ao nosso torcedor e ao nosso sócio o mínimo de conforto. Não adianta fazer pela metade. Por isso não tem como dar uma previsão. Pode ser que iniciamos o ano ainda jogando na Arena de Pernambuco”, finalizou.

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Desempenho defensivo mina chance de acesso do Náutico e piora após retorno de Hélio

Nas últimas 19 partidas, Náutico sofreu 38 gols (média de dois por partida), números que pioraram após volta do técnico Hélio dos Anjos, com 15 tentos em sete jogos (média de 2,1)

Por João de Andrade Neto — Recife

Globo Esporte

A derrota por 4 a 3 para o Brusque praticamente sepultou qualquer chance matemática de acesso por parte do Náutico. Um final de Série B melancólico para um time que passou as 14 primeiras rodadas invicto, com o jogo contra a equipe catarinense, nos Aflitos, curiosamente sendo o último dessa série.

Ou seja, em um turno (19 jogos), o Timbu se viu saindo da liderança e da condição de um dos favoritos à Série A para a virtual desclassificação. E um dos fatores que explicam essa queda vertiginosa de rendimento foi peneira que se tornou o sistema defensivo da equipe desde então.

Para se ter uma ideia, até o empate por 1 a 1 com o próprio Brusque, no primeiro turno, o Náutico havia sofrido oito gols em 14 jogos. Uma média de 0,57 por partida. Já nos 19 compromissos seguintes, a defesa alvirrubra foi vazada 38 vezes, turbinando a média para dois gols sofridos por jogo. E só não teve as redes balançadas uma vez (na vitória por 1 a 0 sobre o CSA).

Nem volta do técnico Hélio dos Anjos foi capaz de solucionar o problema. Na verdade, piorou. Fiel ao estilo do treinador de marcação alta, o Náutico sofreu 15 gols nas sete últimas partidas. Uma média de 2,14 gols por jogo dentro do recorte.

Sendo que nove desses gols foram tomados nas três últimas partidas, que limaram as esperanças alvirrubras (empate com o Vasco por 2 a 2 e derrotas para Brasil por 3 a 2 e para o Brusque por 4 a 3). Novamente, a média subiu, dessa vez para três tentos tomados por jogo.

Náutico leva gol nos acréscimos, perde para o Brasil de Pelotas e fica longe do acesso

Náutico reage, consegue empate com o Vasco e segue sonhando com o acesso

Outro dado que ajuda a entender o caos defensivo do Timbu, responsável pelo frustrante fim de temporada é uma comparação com a campanha de 2020.

No ano passado, quando só evitou o rebaixamento na penúltima rodada, o Timbu sofreu 42 em todo a Série B. Este ano, com 33 rodadas disputadas, o clube pernambucano já foi vazado 46 vezes. E pela primeira vez, na competição, passa a ter saldo de gols negativos (-1).

Os números defensivos do Náutico

Até o jogo de ida contra o Brusque

Era líder da Série B e havia sofrido gols em 14 partidas (média de 0,57 por jogo)

Nos 19 jogos seguintes

Sofreu 38 gols (média de dois por jogo), ficando praticamente sem chances de acesso

Após volta de Hélio

Time sofreu 15 gols em 7 jogos (média de 2,14 por jogo)

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Diretoria do Santa Cruz garante presença de reforços na reapresentação do elenco

No mercado, executivo de futebol coral, Marcelo Segurado, também falou da responsabilidade de ponderar avaliação de jogadores oriundos das divisões de base

Por Alexandre Ricardo — Recife

Globo Esporte

Algumas novidades devem aparecer na reapresentação do elenco do Santa Cruz, marcada para o dia 29 de novembro. De olho no mercado, a diretoria coral tem a pretensão de oferecer novas peças ao técnico Leston Júnior logo no início da preparação para a próxima temporada.

– Com certeza teremos caras novas. O que eu não posso afirmar agora é que o grupo estará fechado. Queremos trabalhar com aproximadamente 25 atletas, é uma média que a gente não quer passar, em virtude do que foi passado para a gente da questão de orçamento. Não vamos estourar o orçamento, vamos fazer com responsabilidade. Um mínimo de jogadores possíveis, mas com qualidade – assegurou Marcelo Segurado, novo executivo de futebol do Tricolor.

Contratados após o fim da Série C, o lateral-direito Marcos Martins, o zagueiro Maurício Barbosa e o atacante Mateus Anderson são nomes garantidos para a próxima temporada. Porém, cerca de 80% do plantel coral deve passar por uma reformulação, sem que haja uma garantia inclusive da continuidade dos 14 atletas que têm contrato para 2022.

A possibilidade de alçar jogadores formados nas categorias de base do Santa também vem sendo estudada pela comissão técnica. Garantido na semifinal do Campeonato Pernambucano, o time sub-20 apresenta alguns destaques a serem observados pelo técnico Leston Júnior – um deles, o meia-atacante Marcelinho, chegou a estrear no time principal durante a última rodada da Série C, diante do Botafogo-PB.

O Santa Cruz sempre foi um time revelador, mas devemos ter cuidado. Não está na hora de jogar responsabilidade em um grupo grande de atletas da base, senão a gente perde um trabalho de lapidação muito grande. As coisas têm que ser equilibradas, o futebol é muito dinâmico”, avaliou Segurado.

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Após ajudar Náutico a reagir na Série B, meia Matheus Jesus alimenta esperança no acesso

Jogador estreou contra o Operário, quando o Timbu acabou com um jejum de vitórias e emendou três triunfos seguidos; agora, a missão é vencer os seis jogos que restam

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

A chegada de Matheus Jesus ao Náutico coincide com o início da reação que fez o time resgatar o sonho do acesso. Foram três vitórias e um empate em sequência. A frustrante derrota para o Brasil de Pelotas, na última rodada, voltou a deixar o G-4 distante. O meia, contudo, não desanima e endossa o discurso da esperança. De acreditar enquanto a matemática permitir.

Para ter chances de subir ainda nesta temporada, o Timbu precisa vencer os seis jogos que faltam. Chegaria, assim, a 63 pontos. Missão que tem como próximo passo o duelo com o Brusque, mais uma equipe imersa na luta contra a queda – à exemplo do Brasil. Mais uma vez, fora de casa.

– Todo mundo sabe a dificuldade de jogar lá, mas a gente tem que ir buscar a vitória para poder continuar almejando o acesso, que é o nosso objetivo. Está difícil, mas não é impossível. O professor sabe muito bem o que faz e a gente vai lá buscar a vitória – afirma.

Jesus estreou no Náutico contra o Operário, após chegar ao clube no dia anterior. O time venceu a partida, acabando um jejum de sete jogos sem triunfos. O atleta teve uma atuação discreta, mas elogiada pelo técnico Hélio dos Anjos, que viu potencial nele.

Mostrou que o técnico tinha razão no jogo seguinte. Marcou um dos gols na vitória sobre o Goiás por 3 a 2, nos Aflitos. Seguiram-se a vitória sobre a Ponte Preta, o empate em casa contra o Vasco, em casa, por 2 a 2 – após o time estar perdendo por 2 a 0 – e a derrota para o Brasil.

Felicidade

Apesar da derrota na última rodada que complicou a situação alvirrubra na Série B, Matheus Jesus diz que está feliz no Náutico, pela recepção que teve da torcida. O meia chegou ao Timbu emprestado pelo Corinthians, após ser devolvido pelo Juventude, onde teria perdido espaço por problemas extra-campo, o que foi desmentido pelo jogador.

– Eu fico feliz pelo carinho. Desde o meu primeiro jogo, contra o Operário, recebi carinho, muita energia positiva. Todos aqui querem o melhor para o Náutico, eu também. E vou retribuir isso com muita dedicação e luta pelo Náutico.

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Gustavo, do Sport, dá pane, joga “sozinho” no apito inicial, e árbitro reverte saída de bola

Meia do clube pernambucano não tocou para ninguém após apito inicial do árbitro, indo contra a regra do futebol: “Lance esquisito, curioso, quase que inédito”, diz Sandro na Central do Apito

Por Redação ge — Recife

Globo Esporte

Assim, não, garotão! Gustavo sai jogando sozinho, e árbitro reverte saída inicial

O confronto entre Sport e Atlético-GO neste domingo, na Arena de Pernambuco, era encarado como decisivo pelos dois times. E por conta disso, era esperado um jogo de forte emoções. Mas ninguém poderia prever que, logo nos primeiros segundos, a partida registraria um lance, no mínimo, inusitado.

Após o apito inicial do árbitro Luiz Flávio de Oliveira (Fifa-SP), o meia Gustavo, do Sport, resolveu não tocar a bola para ninguém de partir, sozinho, para o campo de ataque. O que não é permitido.

Pela regra do futebol, para que fosse dado início à partida, o jogador deveria tocar para outro companheiro. Algo recorrente em todas as partidas. Até o camisa 10 do Leão resolver inovar. No entanto, como não é permitido, o árbitro da partida impugnou a jogada e deu posse de bola para o Atlético-GO.

“Lance esquisito, curioso, quase que inédito. O Gustavo saiu jogando no tiro de saída. Não pode, tem que dar dois toques na bola. Por isso, o árbitro deu tiro livre indireto e reverteu”, disse Sandro Meira Ricci, na Central do Apito.

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No Santa, Leston Júnior explica por que voltou atrás em frase sobre não “jogar mais” a Série D

Após conquistar acesso com o Floresta-CE, em 2020, técnico disse que não comandaria mais um time na quarta divisão, mas mudou planejamento para retornar ao Tricolor

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

O técnico Leston Júnior fez uma promessa em 2020 que, ao final de 2021, resolveu quebrar. Após o acesso com o Floresta-CE, falou que não comandaria mais um time na Série D, mas mudou de ideia ao assumir o Santa Cruz. E qual foi o motivo da mudança? Ele explicou em entrevista na edição 126 do podcast Embolada.

Inicialmente, Leston falou sobre o que o levou a dar a declaração. Naquela temporada, o Floresta foi o vice-campeão do quarta divisão do Brasileiro:

– Logo que eu consegui o acesso na Série D. Ali foi a minha primeira e única Série D, que a gente (comissão técnica) teve a felicidade de conquistar o vice-campeonato. Eu disse que não tinha planos de jogar a Série D novamente. Primeiro porque eu entendo que é uma competição muito dura, difícil, com três mata-matas.

Na sequência, o técnico coral ressaltou o peso da camisa do Santa Cruz em sua “volta atrás”:

– Tão logo eu me desliguei do Floresta e veio o convite do Santa Cruz, algumas pessoas que eu tinha dito isso me cobraram: “Durou pouco essa afirmação sua, porque está indo jogar a Série D novamente.” E eu disse que não estava indo para a Série D, eu estava indo para o Santa Cruz, que não é um clube que pertence a essa divisão.”

“É um clube gigante e eu não poderia de maneira alguma me furtar da condição de vestir de novo essa camisa e ter mais uma oportunidade num grande clube do futebol brasileiro.”

Leston está de volta ao Santa Cruz, clube que comandou em 2019 após chegar em novembro de 2018 para fazer o planejamento da temporada do zero. Na ocasião, caiu nas quartas do Pernambucano e na semifinal da Copa do Nordeste, sendo demitido durante a Série C com retrospecto de 11 vitórias, 11 empates e oito derrotas – 48,8% de aproveitamento.

– Eu nunca escondi que eu tinha uma história mal acabada no Santa Cruz e que eu gostaria de retornar, porque entendo que aquela temporada de 2019 talvez seja a maior frustração que eu tenho como treinador de futebol foi não ter tido oportunidade de dar sequência naquele trabalho, porque eu tinha convicção que daria o resultado esperado na Série C, porque aquele grupo estava muito maduro. Precisava de qualificação, mas no momento que a gente teria oportunidade para isso acabou sendo interrompido.

Leston Júnior foi substituído na ocasião por Milton Mendes, e, na sequência, o Santa Cruz não conseguiu classificação para a segunda fase da Série C.

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Com quatro jogos sem vencer, Zé Welison lamenta situação do Sport, mas avisa: “Vamos lutar”

Leão é derrotado pelo Bragantino por 3 a 0, em Bragança Paulista, e segue afundado na zona de rebaixamento

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

A derrota do Sport para o Bragantino, por 3 a 0 no Nabi Abi Chedid, fez com que o Rubro-negro chegasse a quatro jogos sem vitórias na Série A do Campeonato Brasileiro. Ainda na zona de rebaixamento da competição, ocupando a 18ª posição com 27 pontos, o time pernambucano ainda pode ver a distância de cinco pontos, para o 16º colocado, aumentar.

Após o final da partida no interior paulista, o volante Zé Welison lamentou a situação da equipe na tabela. Porém, de acordo com ele, o elenco rubro-negro precisa se apegar a todas as chances de escapar do rebaixamento.

– A situação é difícil. Um resultado adverso, não fomos tão bem na partida. A gente deve acreditar em nós mesmos, sabemos que é difícil mas nada é impossível. Temos que lutar até o final, até onde houver esperança. Sempre vamos dar o máximo pela camisa do Sport, porque é um time grande. Vamos continuar defendendo esse escudo com toda honra – garantiu o jogador.

Além de assegurar que a equipe ainda acredita numa reação, Zé Welison também falou sobre o clima nos vestiários e bastidores do Rubro-negro. Desde a 16ª rodada no Z-4, o Sport ainda não saiu do grupo da degola no segundo turno do Brasileirão.

– O clima entre nós está bom. Sabemos que quando perde está tudo errado, quando ganha está tudo certo. É o futebol. Hoje perdemos, vão achar tudo errado. É o que acontece. Mas temos que levantar a cabeça porque, no domingo, temos um jogo em casa e precisamos vencer – falou o jogador, de olho no duelo diante do Atlético-GO, às 20h30 do próximo domingo, na Arena de Pernambuco.

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Dando prioridade a renovações e saídas, Santa Cruz planeja ter 25 atletas no elenco para 2022

De acordo com técnico Leston Júnior, primeiras ações conjuntas entre diretoria e comissão técnica têm sido de avaliação daqueles que têm chances de ficar para a próxima temporada

Por Alexandre Ricardo — Recife

Globo Esporte

Com apenas duas competições no calendário da próxima temporada, o Santa Cruz não deve ter mais que 25 atletas em seu elenco para os desafios de 2022. Porém, antes mesmo de ir ao mercado para trazer reforços, a prioridade da diretoria e da comissão técnica é definir quem fica e quem sai do clube.

– A ordem cronológica precisa ser primeiro de definição de quem fica desse elenco, qual o percentual de renovação e o percentual de saída. A partir daí, a gente vai formatando um novo grupo. Temos conversado diariamente porque não é só uma questão técnica, mas também ela é financeira, de energia, de carga, de peso. Temos feito isso de forma muito criteriosa – disse o técnico Leston Júnior.

Até o momento, 14 atletas têm contratos assegurados para o próximo ano, com outros 11 jogadores aguardando uma definição para saber seus respectivos futuros no clube. Porém, até mesmo os nomes que têm vínculo serão procurados para tratar do interesse em continuar defendendo o Tricolor.

Assim como o plantel, Leston Júnior está de férias. Mesmo de longe, ao lado da família na cidade de Divinópolis, interior de Minas Gerais, ele vem em contato direto com o novo executivo de futebol coral, Marcelo Segurado, para realizar as definições necessárias antes da reapresentação dos elenco, marcada para o próximo dia 29 de novembro.

“Precisamos fazer essa avaliação, principalmente em relação ao ambiente. Apesar de não ter participação naquilo que foi a temporada 2021 do clube, precisamos ter cuidado para não levar tanta carga negativa para 2022. Esse critério, nessa avaliação do elenco, será um dos pontos de partida”, explicou Leston.

– Precisamos entender que vamos ter um ano muito diferente, desportivamente falando. E isso passa por uma energia nova. A minha chegada, a chegada do Marcelo Segurado, têm um pouco dessa característica. Mas precisamos estender para o elenco – acrescentou.

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Sem espaço para erro: por margem segura de acesso, Náutico precisa vencer últimos seis jogos

Caso consiga seis vitórias nas últimas seis rodadas da Série B, Timbu chegará aos 63 pontos, marca que representa 95,8% de probabilidade de subir para Série A

Por João de Andrade Neto — Recife

Globo Esporte

derrota para o lanterna e praticamente rebaixado Brasil de Pelotas deixou o acesso do Náutico na cota do milagre. Sem margem para erros. Isso porque, restando apenas seis jogos para o término da Série B, o Alvirrubro precisará vencer os seis jogos que restam para chegar a marca de 63 pontos – que de acordo com o departamento de matemática da Universidade Federal de Minas Gerais aponta uma confiável margem de 95,8% de possibilidade de classificação à Série A.

Serão três jogos como mandante e outros três como visitante nas rodadas que faltam. O Timbu volta a campo na terça-feira para enfrentar o Brusque, fora de casa. Depois recebe o Coritiba, nos Aflitos, e volta a atuar longe do Recife diante do Confiança. Depois, tem dois jogos seguidos ao lado da torcida, contra Sampaio Corrêa e Avaí, antes de encerrar a campanha diante do Cruzeiro, em Belo Horizonte.

Após a derrota em Pelotas, o assistente técnico Guilherme dos Anjos (que substituiu o treinador Hélio dos Anjos, suspenso pelo terceiro cartão amarelo), reconheceu que a situação, agora, ficou muito complicada, mas se recusou a “jogar a toalha”.

– Realmente ficou um pouco mais difícil, mas na matemática ainda temos condições. A realidade agora é pontuar em todas as partidas que faltam, a pontuação máxima. Precisamos dos 18 pontos para chegar aos 63. Existe uma probabilidade de que com 63 pontos uma equipe consiga subir. Foi assim nos últimos anos. É uma realidade matemática e vai continuar sendo uma realidade para a gente – destacou.

Melhores momentos: Brasil-RS 3 x 2 Náutico, pela 32ª rodada do Brasileirão Série B

Vale lembrar que, no início da competição, quando foi a sensação da Série B e teve a melhor início da história da competição, o máximo que o time conseguiu foram cinco vitórias seguidas.

Os jogos que faltam para o Náutico

  • 33ª rodada – Brusque x Náutico
  • 34ª rodada – Náutico x Coritiba
  • 35ª rodada – Confiança x Náutico
  • 36ª rodada – Náutico x Sampaio Corrêa
  • 37ª rodada – Náutico x Avaí
  • 38ª rodada – Cruzeiro x Náutico

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