Segundo Alessandro, não adianta o Náutico ter ficado em primeiro se não for para a final

Para o goleiro Alessandro, o Náutico tem que ir para o primeiro jogo contra o Salgueiro, válido pela semifinal do Pernambucano, pensando em garantir um bom resultado para a partida de volta, principalmente por conta do regulamento da competição, que não contabiliza o saldo de gols como critério de desempate. Vencer ou até mesmo empatar com o Carcará é o desejo do arqueiro alvirrubro, que não considera grande a vantagem do Timbu ter ficado com a liderança da primeira fase.

“Não adianta de nada ficar em primeiro e cair fora para o Salgueiro. Nosso objetivo é o título. Espero que a gente vá lá e consiga um bom resultado para a volta. O Salgueiro é bem qualificado e vai ser um jogo difícil”, disse.

A preocupação de Alessandro tem fundamento. Se fosse contar somente os confrontos do primeiro turno, a decisão entre Náutico e Salgueiro iria para as penalidades. Curiosamente um venceu o outro fora de casa. O Carcará bateu o Timbu na Arena Pernambuco, enquanto o Alvirrubro foi para o Cornério de Barros e obteve a vitória.

O goleiro aproveitou esse dado para criticar o regulamento do Estadual. “Nunca vi isso na minha vida. Não consegui entender até agora”, afirmou sem colocar culpa na atual direção. “Acredito que se fosse a nova diretoria não aprovaria”.

 

 

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Santa Cruz: derrotas para o Sport tiraram o sono de Everton Sena

Não dá para esconder que os jogadores do Santa Cruz estão com o Sport entalado na garganta. Após os quatro confrontos com os rubro-negros, com três derrotas e um empate um jogador já experiente em Clássico das Multidões apesar da pouca idade confessou ficar chateado e nem dormir nos insucessos. É o zagueiro Éverton Sena, tricampeão justamente em cima do rival das semifinais, que vão aumentar a conta dos jogos entre os velhos rivais para nada menos do que oito num intervalo pouco maior que 30 dias.

“Nosso time sofreu oito gols em quatro jogos, isso para a gente que defende é muito ruim. A gente fica chateado, eu mesmo nem consigo dormir. Fico na internet onde erramos para não deixar acontecer novamente”, explicou. A receita para não perder o sono novamente é atenção redobrada nos próximos dois jogos e não deixar os adversários nem chegarem perto do gol coral. Como? Uma marcação forte e ininterrupta.

“Na hora de defender temos que defender com todo mundo atrás da linha da bola, se ajudando”, pontuou. Instigado a enumerar os pontos positivos do oponente, Sena fez elogios como um todo, mas destacou as jogadas pelas laterais e o trabalho de pivô feito pelo atacante Neto Baiano. “Sabemos do potencial deles assim como eles sabem do nosso. Temos condições de chegar à final mais uma vez”.

Já o artilheiro Leo Gamalho acredita que a semana exclusivamente voltada aos treinos vai ser benéfica ao Santa Cruz. Ele também opinou que o Sport, com um jogo decisivo na bagagem – a primeira final da Copa do Nordeste contra o Ceará nesta quarta (3) – terá um desgaste mental a mais. “Quanto mais inteiro nosso time chegar, melhor. Eles têm jogos decisivos que vão exigir muito mentalmente. A gente descansando tem condição de trabalhar melhor.

Descansando de jogos, mas intensificando os trabalhos. O técnico Vica comandou um treino bastante puxado nesta terça e a receita deve seguir a mesma até a sexta-feira. “Aqui nunca teve moleza, sempre se trabalhou demais. No carnaval mesmo trabalhamos em dois períodos no sábado e no domingo”.

 

 

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O que dizem os números de Sport e Ceará

Sport e Ceará trazem em seus números da Copa do Nordeste aspectos que podem servir de alerta tanto para Eduardo Baptista quanto para Sérgio Soares na decisão que começa nesta quarta-feira (2), às 22h, na Ilha do Retiro. Se pudermos generalizar ou rotular, seria o confronto de um ataque poderoso, o do Ceará; contra uma sólida defesa, a do Sport. Mas reduzir uma radiografia desse embate apenas no volume seria empobrecer demais a conta. Os dois times têm comportamentos bem definidos atuando dentro e fora de casa. Vamos adotar a ordem decrescente, do conceito mais amplo ao mais minucioso.

O ATAQUE

Rubro-negros e alvinegros passaram por momentos distintos na competição. O Sport começou capengando, foi dado como morto e ganhou fôlego na reta final da primeira fase – e continua respirando bem. Classificou-se em segundo lugar no grupo D, com oito pontos. Dos oito que avançaram para os mata-matas foi o time de pontuação mais baixa. Já o Ceará foi mais uniforme, terminando em primeiro no grupo C com 11 pontos. Os pernambucanos venceram apenas duas vezes e marcaram cinco gols, uma média inferior a um gol por partida. O time alencarino conquistou três vitórias e marcou o dobro dos gols (10).

Nas quartas de final, sem torcida no estádio por conta de uma punição, os leoninos fizeram 2×0 no CSA. A derrota por 1×0 no jogo da volta foi insuficiente para desclassificá-los. Os cearenses seguraram o Vitória no Barradão (1×1) e foram impiedosos na Arena Castelão ao fazerem 5×1. Nas semifinais, curiosamente, os dois tiveram a vida mais fácil. O Sport bateu o tradicional rival Santa Cruz duas vezes (2×0 e 2×1), enquanto o Vozão goleou o América-RN por 4×0 na primeira partida e nem precisou fazer força na segunda. Perdeu por 2×0 sem correr risco.

No total, o time da Ilha marcou 11 gols, contra 20 de seu adversário. A primeira curiosidade é que a distribuição dos dois times é bem diferente, de acordo com dados do site Soccerway. O Sport é melhor dividido, marcou cinco gols em casa e seis fora. Já o Ceará marcou 17 em seu reduto, o que rende 85% da fatura. Longe do Castelão foram apenas três, matade do que o Sport fez na casa alheia. Isso se reflete na média. Quem é de vermelho e preto tem exatamente um gol por jogo dentro de casa e 1,20 fora. Os de preto e branco ostentam um número alto no Castelão, 3,40 contra 0,60 fora.

Como os gols fora de casa têm peso maior na fase mata-mata, outro número também chama a atenção da dupla finalista, a média de gols sofridos. Na Ilha do Retiro, o leão tem média bastante baixa de 0,20. A média sofrida fora é um pouco mais elevada, mas ainda assim inferior a um gol por jogo: 0,80. Nos jogos de mata-mata, os rubro-negros ainda não levaram gol em casa, já que venceram CSA e Santa Cruz por 2×0. O Ceará tem médias de gols sofridos superior ao rival. Tomou 0,40 em casa e 1,20 fora.

TEMPO

Na hora de banlançar as redes o Ceará mostra uma artilharia mais bem distribuída, embora tenha uma preferência. Dividindo o jogo em intervalos de 15 minutos, os cearenses mostram que conseguem marcar em todos os períodos, mas há a predileção pela reta final da partida. Entre o 16º e o 45º minutos os comandados de Sérgio Soares marcaram metade de seus gols. A segunda preferência é quando a partida começa a esquentar, entre os 15 e os 45 do primeiro tempo. Foram marcados 30%. Outros 15% saíram até os 15 minutos de primeiro tempo e apenas 5% nos 15 minutos inicias da etapa final.

De seu lado, o Sport tem dificuldades para começar o jogo acelerado. Até os 15 do primeiro tempo os pupilos de Eduardo Baptista passaram em branco. A preferência é flagrante no começo da segunda etapa. Até os 15 minutos desse período foram 45,5% dos gols anotados. O restante é bem dividido. Foram 27,3% dos gols marcados entre 15 e 45 do primeiro tempo, com o mesmo índice se repetindo nos últimos 30 minutos finais.

Na média, rubro-negros marcam um pouco mais cedo, aos 37 minutos de jogo. Quando contamos os jogos em casa esse tempo se repete com uma leve oscilação de um minuto a mais quando joga fora. Os alvinegros furam o bloqueio adversário, em média, aos 41 minutos, porém bem mais cedo em casa (28 minutos) do que fora (19 do segundo tempo). Na hora de levar gol, o Sport demora mais, seguindo o raciocínio de ter uma defesa menos vazada.

O primeiro gol levado acontece no tempo médio de 45 minutos, com média de 40 minutos em casa e dois minutos do segundo tempo fora. O que leva a crer que há uma queda de concentração nos minutos finais do primeiro tempo que é trazida para o segundo. O Ceará leva gol mais cedo, em média aos 39 minutos, caindo para 31 quando joga em casa e 43 fora. A média mais baixa como mandante segue a tendêndia do time com postura mais ofensiva quando joga em Fortaleza.

RETROSPECTO

No histórico dos confrontos, a vantagem é do time pernambucano. Foram disputados 21 jogos com 11 vitórias do Sport, cinco do Ceará e outros cinco empates. Nos gols, o leão também ganha 27×17. Os últimos confrontos aconteceram pela Série B do ano passado. Na Ilha, vitória leonina por 2×1, em agosto. Os cearenses deram o troco, com juros, em novembro: 4×1. Quando o jogo foi na Ilha do Retiro, como nesta quarta, a vantagem do time da casa é mais ampla. Perdeu apenas uma vez – Copa do Brasil de 1993 -, empatou outra e venceu as sete restantes. O Sport marcou 15 gols e levou apenas três.

Quando o confronto tem o cenário invertido fica tudo rigorosamente igual. Jogando no Ceará, são 12 encontros, com quatro vitórias dos donos da casa, quatro empates e os quatro jogos restantes tendo a equipe de Pernambuco levando a melhor. Nos gols há leve vantagem leonina: 14×12.

A maior vitória do Sport foi pelo placar de 3×0, conquistado duas vezes, ambas no Recife: pela Copa do Nordeste de 2001 e na Série B de 2005. O Ceará conseguiu seu placar mais elástico justamente no último encontro: 4×1 na Arena Castelão.

 

 

 

 

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Fotos: Alexandre Gondim/JC Imagem e LC Moreira/Estadão

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Náutico: Elicarlos não deve ser problema contra o Salgueiro, já Marinho preocupa

Ao final do clássico diante do Sport neste domingo na Ilha do Retiro, o Náutico comemorou a vitória por um a zero que lhe proporcionou o direito de terminar o hexagonal do título na liderança, mas também passou a se preocupar com dois titulares que se machucaram na partida.

Elicarlos e Marinho deixaram o gramado de jogo com dores e foram avaliados pelo departamento médico do clube. As notícias do volante são mais animadoras para a torcida alvirrubra – Elicarlos amanheceu nesta segunda-feira bem melhor e praticamente sem dores e deve ficar à disposição do técnico Lisca para a primeira partida contra o Salgueiro.

Já Marinho, irá realizar um exame de imagem para saber a gravidade da lesão. A suspeita é que ele tenha sentido o adutor da coxa esquerda e caso seja confirmado ele deverá ficar de fora por cerca de oito dias. “O Elicarlos saiu com dores na coxa direita, foi medicado e se apresentou bem melhor. O Marinho preocupa um pouco mais. Eles vão ser reavaliados para saber se ficarão à disposição do Lisca”, disse o médico do clube, Fábio Ribas.

 Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

Mudança

A FPF divulgou nesta segunda-feira que a segunda partida das semifinais entre Náutico x Salgueiro na Arena PE , antes marcada para o domingo (13) foi antecipada para o sábado (12), no mesmo estádio e às 18h30.

 

 

 

 

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Foto: Alexandre Gondim JC Imagem

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Santa: boa atuação de Betinho dá mais uma opção para o técnico Vica

Não apenas pelo gol marcado, que decretou o empate com o Central por 1×1 neste domingo (30), no Luiz Lacerda, mas o bom entendimento com Leo Gamalho, credenciaram o atacante Betinho a uma vaga no time titular do Santa Cruz para primeiro jogo pela semifinal do Campeonato Pernambucano, diante do Sport, no próximo domingo (6), no Arruda. Claro que o técnico Vica não iria antecipar nada com o privilégio de ter a semana inteira destinada só para treinamentos nem o jogador cometeria a autosabotagem de reclamar sua oportunidade.

Mas houve elogio. Vica gostou do trabalho de Betinho e o elogiou abertamente após o jogo. “Betinho entrou bem, ajudou, procurou as tabelas com Leo Gamalho. Me deixou satisfeito”, pontou o técnico. Betinho também fez sua propaganda. Garantiu que tem condições de fazer as duas funções no ataque, tanto atuar pelos lados como fixo na área. “Mas quem decide é o treinador”, avisou.

Ainda que Betinho não comece o jogo, Vica terá mudanças a fazer em relação ao jogo com o Central. O trio de pendurados Éverton Sena (zagueiro), Oziel (lateral-direito) e Luciano Sorriso (meia) estarão de volta. Foram poupados para não correr o risco de perder jogadores importantes..

NATAN – O meia Natan, novamente com uma lesão muscular na coxa direita, foi submetido a um procedimento cirúrgico chamado de PRP (Plasma Rico em Plaquetas) nesta segunda-feira. Uma determinada quantidade de sangue do jogador foi retirada, centrifugada e depois aplicada no local da contusão para acelerar a cicatrização. Ele passará dois dias em repouso e dez dias depois do tratamento fará novo exame de imagem.

 

 

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Náutico vence o Sport na Ilha e fica em primeiro na primeira fase do Pernambucano

O Sport foi melhor no primeiro tempo com maior volume de jogo e mais chances. No entanto, pecou na finalização. Esse desperdício custou caro para os rubro-negros no clássico contra o Náutico, na tarde deste domingo, na Ilha do Retiro, pelo Pernambucano. O Timbu equilibrou as ações na segunda etapa e conseguiu a vitória por 1×0 depois de aproveitar uma das poucas chances que teve durante o jogo – Marcos Vinícius marcou aos 28 minutos do segundo tempo. Mérito para a equipe de Lisca, que soube segurar o poder ofensivo dos leoninos para sair com a liderança do Estadual da casa do adversário. Com a vitória, o Alvirrubro vai para 20 pontos e enfrenta o Salgueiro nas semifinais da competição. A primeira partida será no Cornélio de Barros, em Salgueiro, enquanto a volta é na Arena Pernambuco. Ao Sport restou a segunda colocação e o clássico contra o Santa Cruz na segunda fase – primeiro jogo no Arruda e segundo na Ilha.

O JOGO – Ambos os times vieram com novidades para o gramado. Pelo lado do Sport, Eduardo Baptista apostou em Renan Oliveira no lugar de Aílton. O jogador, porém, não atuou como meia. O comandante rubro-negro deslocou Felipe Azevedo para a função de Aílton e deixou Renan como um dos três atacantes. Já no Náutico, Lisca sacou Marcos Vinícius e colocou Roberson na função de meia vindo de trás. No final de tudo, as alterações acabaram não  sendo decisivas no confronto. Tanto Renan como Roberson tiveram atuações apagadas. Felipe também não teve grande destaque apesar da disposição para criar jogadas ofensivas.

Na primeira etapa o Sport foi melhor com maior volume de jogo e mais chances. Para isso foi preponderante a movimentação de dois atletas: Ewerton Páscoa e Rodrigo Mancha. A dupla não se limitou a marcar e partiu para cima do adversário como elemento surpresa em muitos momentos. Não foi raro ver Mancha ou Páscoa na área adversária para finalizar. Ewerton foi quem teve a melhor chance do primeiro tempo. Ele ficou com o gol aberto após rebote de Alessandro, mas mandou por cima da meta. Na segunda etapa, porém, os dois caíram de rendimento junto com todo o time rubro-negro.

Lisca fez a festa na Ilha mais uma vez. Foto: Diego Nigro/JC Imagem

Lisca fez a festa na Ilha mais uma vez. Foto: Diego Nigro/JC Imagem

Um pouco abaixo da dupla de volantes, o atacante Bruninho e o lateral-direito Patric também mereceram destaque pela velocidade na direita. Dos pés deles saíram muitas jogadas de cruzamento. Quando a bola levantada não vinha, aparecia o passe para o meio, quase sempre para um dos volantes ou Neto Baiano, que estava em dia de brigador mais uma vez. Apesar disso, a bola não entrou. Erros de passes e de finalização foram cruciais para isso.

No Náutico, nada mais do que a marcação ao adversário no próprio campo. Poucas foram as vezes que a equipe de Lisca levou perigo para os donos da casa. Faltou velocidade e movimentação para os alvirrubros saírem da marcação rubro-negra. No entanto, o Timbu foi competente na sua proposta de jogo. Marcou bem, contou com uma tarde boa do seu goleiro e foi eficiente no ataque em uma das poucas oportunidades que teve. Aos 28 minutos, após cobrança de falta de Zé Mário, Marcos Vinícius tocou de cabeça para o fundo das redes. Magrão ainda tentou a defesa, mas não conseguiu evitar que suas redes fossem balançadas. Festa alvirrubra nas arquibancadas.

Após obter a vantagem, o Sport obviamente foi para cima do adversário em busca do empate. No entanto, faltou organização para igualar a partida. O ímpeto do primeiro tempo já não era mais o mesmo. O Náutico por outro lado parecia mais tranquilo no gramado e ficou mais perto de ampliar o marcador do que o Leão de igualar. Marcos Vinícius ainda perdeu chance na cara de Magrão, mas nada que fizesse falta para o Timbu, que saiu com a vitória da Ilha.

FICHA DA PARTIDA – SPORT 0X1 NÁUTICO

Sport: Magrão; Patric, Ferron, Durval e Renê (Danilo); Mancha, Páscoa e Felipe Azevedo; Renan Oliveira (Aílton), Bruninho (Sandrinho) e Neto Baiano. Técnico: Eduardo Baptista.

Náutico: Alessandro; Jackson, William Alves, Flávio e Raí; Elicarlos (Yuri), Dê, Zé Mário, Roberson e Marinho (Paulo Júnior); Marcelinho (Marcos Vinícius). Técnico: Lisca.

Pernambucano. Local: Ilha do Retiro, Recife (PE). Árbitro: Emerson Sobral. Assistentes: Clóvis Amaral e Charles Rosa. Gols: Marcos Vinícius (N) aos 28 minutos do segundo tempo. Amarelos: Renê (S), Yuri (N), Neto Baiano (S), Marcos Vinícius (N) e Aílton (S), Público: 14.846. Renda: R$ 220.545.

 

 

 

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Empate rende eliminação ao Central e mais dois Clássicos das Multidões

Um erro de arbitragem pode ter custado a classificação do Central para as semifinais do Campeonato Pernambucano. O jogo com o Santa Cruz terminou empatado por 1×1 e como o Salgueiro venceu o Porto, o Carcará terminou com a quarta colocação. Já o Santa ficou com 16 pontos e o terceiro lugar. Por isso terá nova maratona de jogos com o Sport, o segundo colocado. A primeira semifinal do Clássico das Multidões será no próximo domingo (6), no Arruda.

Como não dependia exclusivamente de suas forças para ser o primeiro colocado, o técnico Vica optou por poupar os jogadores pendurados com dois cartões amarelos: Oziel (lateral-direito), Éverton Sena (zagueiro) e Luciano Sorriso (volante). Entraram Nininho, Leandro Souza e Memo, respectivamente. Por sua vez, o Central não tinha opção. Ou vencia ou teria que esperar um favor do Porto. Por isso, a Patativa se impôs como poucas vezes uma equipe intermediária faz diante de uma grande, mesmo atuando em seus domínios.

A primeira linha de marcação centralina avançou e fez Sandro Manoel, Memo e os dois laterais tricolores sofrerem. Foram quase cinco minutos sem ultrapassar a linha divisória do gramado. O Santa jogou mais dentro da sua característica de tocar mais a bola e, por isso, demorou a encontrar o tempo certo de construir as jogadas. Quando o fez um pouco mais rápido teve uma boa oportunidade com Leo Gamalho chutando cruzado aos 12 minutos. Juninho defendeu em dois tempos.

No minuto seguinte, o Central respondeu de maneira contundente. Adriano cruzou e Danilo Lins subiu com Leandro Souza. O atacante levou a melhor e marcou o gol, mas o árbitro viu falta e anulou a jogada. Sem problema. Dois minutos depois, Luiz Fernando lançou Erivélton. Ele ficou cara a cara com Tiago Cardoso e teve calma para rolar no canto e fazer 1×0.

Quando o gol saiu, a partida já estava equilibrada. O grande problema dos dois times é que ambas tinham dificuldade em entrar na área do rival com a bola dominada. Numa oportunidade que conseguiu, o Central marcou. Já o Santa aparentava uma certa impaciência em marcar logo o gol de empate, com muitos chutes de fora da área. Num deles, o goleiro Juninho quase contribuiu para a causa tricolor. Jefferson Maranhão arriscou de longe e o camisa 1 centralino atrapalhou-se todo com suas pernas e braços, que tomaram proporção de tentáculos balançando para todos os lados e quase empurrou a bola contra o próprio patrimônio.

Nos dez minutos finais, o time da casa amontoou-se em seu campo defensivo e apenas assistiu os tricampeões jogarem. E por muito pouco o empate não veio. Na maiora das vezes, o Santa errou na hora crucial: a finalização. Caça Rato correu mais que a bola, Leandro Souza subiu sozinho mas cabeceou torto e, aos 36, o milagre de Juninho. Leo Gamalho recebeu cruzamento dentro da grande área e ainda teve o privilégio de dominar a bola antes de soltar uma bomba. Juninho esticou os braços e conseguiu defender.

O Santa voltou para o segundo tempo com Betinho no lugar de Flávio Caça Rato. Na teoria, uma mudança não indicada, já que ficariam dois jogadores de área. Mas na prática o próprio Betinho tratou de fazer diferente. Bem mais ‘móvel’ que seu cabeludo parceiro de ataque, o ex-alvirrubro mostrou-se uma boa opção de jogo. Só demorou a conseguir finalizar com qualidade.

Na primeira, recebeu um cruzamento da esquerda e a bola passou por baixo de seu pé. Na segunda, engatilhou o chute mas Luiz Fernando deu um leve toque na bola na hora fatal. E diga-se de passagem, terminou levando um pontapé, ainda que involuntário, no tornozelo. Finalmente a terceira tentativa de Betinho foi bem sucedida. Leo Gamalho ajeitou de cabeça e o camisa 18 chutou de canhota. Mas Juninho estava lá para defender.

A postura dos dois times foi a mesma da reta final do primeiro tempo. O Central acuado e com enorme dificuldade de conetctar três passes e executar o contra-ataque e o Santa com mais posse de bola no campo ofensivo e abusando dos cruzamentos. E num deles o gol finalmente saiu, mas quase a fórceps. Leo Gamalho foi empurrado por Allyson dentro da área aos 19 minutos. Luiz Cláudio Sobral acertou ao marcar o pênalti.

O próprio Gamalho foi bater e Juninho tocou na bola o suficiente para ela explodir na trave direita. No rebote, Betinho cabeceou por cima do goleiro Patativa. Depois de muito esforço, o Santa empatava. Detalhe: antes de Leo bater o pênalti, dois jogadores tricolores já estavam dentro da área. A partida deveria pegar fogo, já que Central naquele momento, estava eliminado porque o Salgueiro vencia o Porto. Mas não foi isso que se viu. O Central tentou ir de qualquer jeito e não dava jeito em nada.

Somente nos cinco minutos finais, os alvinegros tentaram um abafa. O Santa se defendia com todo mundo, menos Leo Gamalho. O Central teve duas cobranças de faltas e desperdiçou.

Ficha de jogo

Central: Juninho; Adriano, Lúcio, Allyson e Jean Batista; Diego Teles, Luiz Fernando (Tallys), Danilo Pires (Édson Di) e Jailton; Danilo Lins e Erivelton (Fernando Pires). Técnico: Humberto Santos

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Nininho, Leandro Souza, Renan Fonseca e Zeca; Sandro Manoel, Memo, Jefferson Maranhão (Renatinho) e Raul (Adílson); Flávio Caça-Rato (Betinho) e Léo Gamalho. Técnico: Vica

Campeonato Pernambucano (10° rodada, hexagonal do título). Local: Luiz Lacerda (Caruaru). Árbitro: Luiz Cláudio Sobral. Assistentes: Albert Junior e Ricardo Chianca. Gols: Erivélton, aos 15 do primeiro tempo. Betinho, aos 22 do segundo. Cartões amarelos: Jean Batista e Flávio Caça Rato.

 

 

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Salgueiro vence o Porto e garante última vaga na semifinal

Bastou um gol para o Salgueiro fazer a festa neste domingo (30) em jogo válido pela décima rodada do hexagonal do título do Pernambucano. O Carcará venceu o Porto por 1×0 e ainda se classificou para a semifinal do estadual.

Com o resultado, o time sertanejo chegou aos 14 pontos e subiu para a quarta colocação, garantindo vaga no G4. Até o início da rodada, a posição pertencia Central, que empatou com o Santa Cruz e agora soma 13 pontos, sem chances de classificação para a próxima fase.

No confronto disputado no estádio Otávio Limeira, em Santa Cruz do Capibaribe, o primeiro tempo foi marcado pelo placar em branco. Veio o segundo tempo e logo nos 15 minutos iniciais o zagueiro Ranieri foi ao alto e conseguiu cabecear para o fundo das redes. Final: 1×0 para o Carcará.

Classificado para a próxima etapa do Pernambucano, o Salgueiro enfrenta em casa o Náutico no próximo domingo (6 de abril). O jogo marca o primeiro confronto entre as duas equipes pela semifinal.  A partida está marcada para as 16h, no estádio Cornélio de Barros.

 

 

Do NE10

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Sport e Náutico duelam pela liderança do Pernambucano neste domingo

O quarto confronto do ano entre Sport e Náutico vai definir a posição de ambos no hexagonal final do Campeonato Pernambucano e quem levará a vantagem de decidir em casa no primeiro mata-mata, a semifinal. Como ambos têm os mesmos 17 pontos, quem sair com a vitória no jogo deste domingo (30), na Ilha do Retiro, a partir das 16h, será o primeiro colocado e levará a vantagem de fazer o segundo jogo das semifinais e uma possível final, dentro de casa. Como leva vantagem pelo saldo de gols, o Sport pode manter a ponta com um empate, desde que o Santa Cruz não vença o Central, em Caruaru, no mesmo horário.

Além do segundo jogo em casa, o primeiro colocado evitaria mais um clássico na sêmi, fato que, na teoria, seria menos desgastante. Talvez isso esteja pesando para o técnico rubro-negro, Eduardo Baptista, pensar em não poupar os quatro jogadores pendurados com dois cartões amarelos. O técnico mantém o mistério dizendo ter três possibilidades de armar a equipe, mas não diz com quem. Patric (lateral-direito), Renê (lateral-esquerdo), Durval (zagueiro) e Rodrigo Mancha (volante) são os ameaçados.

Eduardo Baptista não confirmou o time titular. Foto: Guga Matos/JC Imagem

Eduardo Baptista não confirmou o time titular. Foto: Guga Matos/JC Imagem

Como não pode contar com Ananias, recuperado da lesão muscular, mas com conjuntivite, Baptista deve mandar a campo o atacante Bruninho. Ele entrou bem no segundo tempo do último clássico contra o Santa Cruz. Essa formação manteria o 4-3-3 característico dos rubro-negros. A outra opção é sacar Bruninho e entrar com três volantes. O terceiro, neste caso, seria Rithely. “Com Bruninho fica mais ofensivo porque vai pelas beiradas. Com Rithely ganhamos Patric chegando pelos lados”, explicou o treinador.

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Sport tem duas opções para o clássico

Apesar do jogo de Caruaru interessar, Eduardo não vai querer saber o que está acontecendo. “É impossível (acompanhar) um jogo acontecendo ao mesmo tempo. Só interessa a vitória para os dois lados. Esperamos o Náutico vir para cima. Essa é nossa ideia e também vamos para cima buscar a vitória”, pontuou.

Pelo lado do Náutico também há mistério. O técnico Lisca não deu pistas sobre qual será o onze titular do Timbu para mais um Clássico dos Clássicos. Não quer dar armas para o adversário. Tanto que fechou o treinamento deste sábado para a imprensa.

Apesar disso, é provável que o Timbu venha com a força máxima disponível para o duelo com os leoninos. A tendência é que o comandante alvirrubra repita a equipe que enfrentou o Salgueiro no meio de semana. Uma possível dúvida é no ataque. Hugo e Marcelinho disputam a vaga. O último foi quem enfrentou o Carcará. Desta maneira, o time titular do Náutico deverá ser a seguinte: Alessandro; Jackson, Flávio, William Alves e Raí; Elicarlos, Dê, Marcos Vinícius, Zé Mário e Marinho; Marcelinho (Hugo).

Técnico Lisca deve repetir o time. Foto: Guga Matos/JC Imagem

Técnico Lisca deve repetir o time. Foto: Guga Matos/JC Imagem

Além de marcar a disputa pela ponta, o clássico deste domingo também representa o retorno de Lisca para a Ilha do Retiro. Foi lá que ele conseguiu a primeira vitória no comando do Náutico. O Alvirrubro venceu pelo Nordestão por 1×0 com gol de Zé Mário, que provavelmente estará no time titular outra vez.

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Provável time do Náutico

A vitória leva o Alvirrubro para a liderança do hexagonal. Na teoria isso significa um jogo mais fácil nas semifinais contra uma equipe do interior. Lisca, porém, descarta que prefira adversário A ou B na próxima fase. “É difícil escolher adversário. Posso falar que prefiro pegar um time do interior e tomar uma lapada”, disse.

FICHA DO JOGO – SPORT X NÁUTICO

Sport: Magrão; Patric, Ferron, Durval e Renê; Ewerton Páscoa, Rodrigo Mancha e Aílton; Bruninho (Rithely), Neto Baiano e Felipe Azevedo. Técnico: Eduardo Baptista.

Náutico: Alessandro; Jackson, William Alves, Flávio (Diego) e Raí; Elicarlos, Dê, Marcos Vinícius e Zé Mário; Marinho e Marcelinho (Hugo).

Pernambucano. Local: Ilha do Retiro. Horário:16h. Árbitro: Emerson Sobral. Assistentes: Clóvis Amaral e Charles Rosa. Ingressos: R$ 50 (arquibancada inferior), R$ 25 (meia), R$ 80 (cadeira) e R$ 15 (geral).

 

 

 

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Salgueiro enfrenta o Porto em jogo que pode garantir vaga nas semifinais do Pernambucano

Neste domingo (30), o Salgueiro tem um duelo decisivo diante do Porto pela última rodada do hexagonal do título do Pernambucano 2014. Uma vitória do Carcará somada a um tropeço do Central vale vaga nas semifinais para o time sertanejo. O jogo está marcado para as 16h, no estádio

Otávio Limeira em Santa Cruz do Capibaribe. Com 11 pontos e três vitórias, o Carcará está na vice-lanterna do grupo e fora da zona de classificação para a semis. Um degrau acima – na quarta posição e dentro do G4 –, está o Central, com 12 pontos e o mesmo número de triunfos da equipe salgueirense. Em mente com esses números, é fato que o elenco do Salgueiro, apesar de jogar no Limeirão, estará com o pensamento no Lacerdão, na partida entre Central x Santa Cruz.

Para o jogo contra o Porto, o clube sertanejo está confiante e não deve ter grandes alterações no elenco. O desfalque já certo para o técnico Cícero Monteiro será o lateral Daniel, suspenso por ter tomado o terceiro cartão amarelo. Pery deve repor a vaga. Outra possível alteração pode vir com a substituição do goleiro Luciano. Machucado na partida contra o Náutico, o atleta será avaliado pelo departamento médico, este que vai diagnosticar se há ou não condições de jogo.

PORTO – Lanterna do hexagonal, com três pontos e uma vitória, o Gavião do Agreste não vislumbra mais chances de classificação para as semifinais. No entanto, o grupo não descarta a busca por uma vitória para encerrar o Pernambucano com um triunfo. O zagueiro Geninho, suspenso, será o único problema para o técnico tricolor Elenílson Santos. Por outro lado, quem volta ao elenco é o meia Thaciano.

 

 

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