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De volta após oito meses, Thyere marca avanço de Jair Ventura em recuperação de atletas no Sport

Treinador assumiu desafio de retomar desempenho de jogadores e, assim como com o zagueiro, conduziu retornos de Marcão, Raul Prata e Ronaldo Henrique

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Rafael Thyere amargou o banco de reservas do Sport por sete partidas até estrear neste Brasileirão. Titular contra o Atlético-MG, no último sábado, ele estava há oito meses sem jogar, em meio a uma sequência de lesões e à paralisação causada pela Covid-19. A oportunidade conquistada marcou não só a volta do zagueiro, como também o avanço do trabalho de Jair Ventura pela recuperação de atletas no Leão.

Isso porque, desde que chegou à Ilha do Retiro, o treinador se mostrou ciente das condições financeiras do clube e assumiu o desafio de retomar o rendimento dos que estavam sem jogar. Casos também de Marcão, Raul Prata e Ronaldo Henrique, por exemplo, que voltaram a atuar com o técnico.

No caso de Thyere, o zagueiro vinha como titular desde 2019, mas virou desfalque por uma lesão na coxa, em março, e uma entorse no tornozelo, em junho. Recuperado de ambas, ele voltou a ficar à disposição na 6ª rodada da Série A, mas não vinha sendo utilizado. Até que, contra o Atlético-MG, Jair Ventura optou por uma formação com três zagueiros, lembra Thyere.

“Nunca tinha passado tanto tempo fora dos gramados. Foi bastante difícil. Agradeço à minha família que esteve comigo me dando força. Eu até comentava que parecia o primeiro jogo no profissional, de tanto tempo que estava fora. Quando o professor esboçou que iria fazer isso, fiquei muito feliz de poder ter oportunidade de novo.”

Melhores momentos: Atlético-MG 0 x 0 Sport pela 18ª rodada do Brasileirão 2020

Com Maidana suspenso, o zagueiro assumiu o setor ao lado de Adryelson e Chico. Fez um desarme, além de sete passes completos e cinco incompletos, sendo o quarto que menos errou, ao lado de Raul Prata. Desempenho que rendeu elogios de Jair Ventura.

“Fico feliz por Rafael, que por muitas vezes não foi nem relacionado com a gente. Não jogava desde fevereiro e jogou, fez uma grande partida.”

Com Jair Ventura, o principal caso de recuperação aconteceu com Marcão, que só havia atuado por 16 minutos no Pernambucano e agora é titular com o treinador. Além da dupla, o lateral-direito Raul Prata voltou após dois meses afastado por lesão e o volante Ronaldo Henrique, que não vinha sendo acionado, mesmo do banco de reservas, retomou o bom desempenho.

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Jair Ventura diz que Sport precisa jogar “no limite” por nível da Série A e valoriza tempo de treino

Treinador reforça que semanas à disposição do Rubro-negro facilitam recuperação de atletas para minimizar desgaste físico e permitem trabalho com maiores mudanças táticas

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Após quebrar uma sequência de quatro derrotas na Série A, o Sport, enfim, trabalha com mais tempo disponível para treinos. O Leão se reapresentou nesta terça-feira e só volta a atuar no domingo, contra o Athletico. O cenário facilita o processo de recuperação do elenco que, mesmo sofrendo com desgaste físico, precisa atuar no limite da resistência na competição. É o que diz o técnico do Leão, Jair Ventura.

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“Falei do desgaste físico que a gente vinha sentindo. Quando os resultados não aparecem, qualquer coisa parece desculpa, muleta. Mas o desgaste era nítido. É com todas as equipes, mas a gente sentiu bastante pela intensidade que jogamos. Cobramos jogar sempre 120%. Temos que jogar no nosso limite. Sabemos que a Série A é muito difícil. Não tem o jogo para poupar ou pensar em tirar jogadores.”

Desde que chegou à Ilha do Retiro, há 13 partidas, apenas dois atletas foram poupados por desgaste físico, segundo o treinador. Caso do meia Lucas Mugni, contra o Botafogo, e do atacante Marquinhos, diante do Atlético-MG, no último sábado. Ambos começaram no banco de reservas e foram acionados no decorrer dos confrontos.

Até mesmo o lateral-direito Patric está sem descanso na competição. Determinante para as escapadas ofensivas do time, ele vem como titular durante os 90 minutos por todas as 18 partidas do Sport no Brasileirão.

Com grande partida de Luan Polli, Sport arranca empate com Atlético-MG

Com base no calendário do divulgado pela CBF, as equipes só voltam a atuar no meio da semana pelo Brasileirão a partir de janeiro, na 31ª rodada. A sequência de intervalos para o Sport começou com o Atlético-MG e segue por mais 12 adversários.

Na avaliação de Jair Ventura, a mudança de cenário mostrou-se determinante no último confronto e tende a mostrar impacto semelhante nas rodadas pela frente.

“Entramos mais inteiros contra o Atlético-MG. Semana a semana vai ser bom. É garantia de vitória? Não. Mas vai ser muito bom para poder treinar. Tive tempo, sessões de treino para treinar essa linha de cinco. Quando tem a semana cheia, dá para implementar ideia, traçar uma estratégia e treiná-la. Porque por muitas vezes temos muito pouco tempo, e não conseguimos.”

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Após marcar Keno e surpreender em volta na lateral esquerda, Raul Prata ganha elogios: “Grande jogo”

Lateral-direito de origem ganha posição de Juba e Júnior Tavares no empate com Atlético, faz dois desarmes e é segundo com mais passes completos em volta depois de cirurgia; técnico aprova

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Confira desarmes de Raul Prata, do Sport, contra o Atlético-MG

Raul Prata esperou mais de dois meses para estrear pelo Sport nesta Série A, por conta de uma cirurgia no joelho. Após 18 partidas como desfalque, o lateral-direito voltou no último sábado, como titular na lateral esquerda, diante do Atlético-MG. Responsável por marcar Keno, artilheiro do Galo no Brasileirão, ele agradou com o desempenho. Agora, ressurge na equipe como alternativa para a posição.

Após o confronto, Jair Ventura, que vinha com problemas no setor defensivo, exaltou a atuação do atleta.

“Raul vinha de lesão e pegou um jogador muito difícil para se marcar, que deve ser um dos melhores jogadores do um contra um, que é o Keno, e o Raul fez um grande jogo.”

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Prata fez 23 passes na partida, sendo o segundo atleta do Sport com mais toques completos. Foram 17, ao lado de Leandro Barcia e atrás apenas de Patric, que fez 22.

Além de mostrar-se participativo, ele também fez dois desarmes no confronto. Ambos em cima de Keno, aos 13 minutos da primeira etapa e aos sete da segunda. No início do segundo tempo, ele também fez um corte na área após cruzamento do Atlético-MG.

Apesar da pouca efetividade do Sport no setor ofensivo, Prata chegou a aparecer subindo pela esquerda para armar o ataque da equipe. Só que após o passe na área, os rubro-negros se complicaram na hora da finalização, aos 16 do segundo tempo.

Lateral-direito de origem, Raul chegou a assumir a lateral esquerda do Sport em outras ocasiões desde que chegou ao clube, em 2017. Mas esta foi a primeira vez com Jair Ventura.

Ele conquistou a preferência na equipe, fazendo com que Luciano Juba e Júnior Tavares – que desempenham a função de origem – fossem para o banco de reservas. Sander, por sua vez, recupera-se de dores no calcanhar.

Diante deste cenário, a tendência é de que Raul Prata volte a ter chances na equipe. Atualmente, o fator que pesa contra o atleta é o ritmo de jogo. Tanto que terminou substituído aos 18 minutos do segundo tempo, por Júnior Tavares. O lateral-direito estava sem atuar desde agosto, quando enfrentou o Decisão, pelo quadrangular do rebaixamento no Pernambucano.

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Em negociação para renovar contrato, Didira destaca desejo de levar Santa Cruz à Série B

Com cinco gols e seis assistências, atleta é peça fundamental para técnico Marcelo Martelotte

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Titular absoluto no meio de campo do Santa Cruz, principal articulador das jogadas ofensivas – com seis assistências – e artilheiro da equipe ao lado de Pipico, com cinco gols, Didira vive a expectativa pela renovação de contrato com o clube.

Ainda negociando, o jogador sabe que tem se tornado uma peça fundamental para o técnico Marcelo Martelotte e deixa claro a vontade de seguir até o fim da Série C.

“Acreditamos muito no projeto que vem sendo feito aqui no Santa Cruz. É um clube grande, com uma torcida gigante, que faz a diferença, e que está na Série C momentaneamente. Vamos lutar muito para colocar o clube novamente na Série B. Esse é o sonho de todos aqui.”

Sobre o momento do Santa Cruz na Série C, Didira acredita que os sete jogos sem derrotas aumentam a confiança do grupo, mas trazem uma responsabilidade maior ao Tricolor.

– Essa sequência de sete jogos sem derrotas, com quatro triunfos seguidos na competição, vem dando confiança ao grupo, e responsabilidade também. Vamos procurar manter um ritmo forte agora para aumentarmos ainda mais essa sequência de resultados positivos nas próximas semanas. Esse é o objetivo

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Sport tem retorno de Maidana e Marcão contra Athletico; Sander e Betinho devem seguir fora

Rafael Thyere queixou-se de câimbras na última partida, mas a princípio está liberado pelo DM; Rubro-negro entra em campo novamente às 16h do domingo, na Ilha do Retiro

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Para enfrentar o Athletico, às 16h do domingo, na Ilha do Retiro, o Sport volta a poder contar com o zagueiro Maidana e o volante Marcão. Eles vinham como titulares, mas estavam suspensos na última rodada, contra o Atlético-MG. O meia Bruninho, que ficou fora por questão contratual, também retorna.

O lateral-esquerdo Sander e o volante Betinho, por sua vez, seguem na transição e devem ser desfalque por mais uma semana.

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Titular no empate com o Galo, Rafael Thyere chegou a reclamar de câimbras na perna durante a partida. Mas, na avaliação do departamento médico, foram dores consideradas naturais do esforço físico. O confronto marcou a estreia do zagueiro nesta Série A, após desfalcar o Sport por lesão. Segundo a assessoria de imprensa do Rubro-negro, não há novos atletas no departamento médico.

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Em relação a Sander e Betinho, a tendência é de que os dois só retornem aos treinos normalmente a partir da próxima semana. É o que diz o diretor médico do clube, Stemberg Vasconcelos. O lateral está fora por conta de dores no tendão do tornozelo, enquanto o volante passou por um procedimento cardiológico, ao ser diagnosticado com Síndrome de Wolff-Parkinson-White.

Além da dupla, também se recuperam o volante Alê Santos e o atacante Maxwell, que sofreram lesão muscular na coxa. Mas, sem espaço na equipe titular, apenas Maxwell chegou a estrear com Jair Ventura, saindo do banco de reservas.

O Sport passou por um treinamento regenerativo ainda em Belo Horizonte no último domingo. Nesta segunda-feira, o elenco está liberado para folga e se reapresenta na terça-feira para a preparação de olho no Athletico.

Confira o elenco completo do Sport

  • Goleiros: Maílson, Luan Polli, Carlos Eduardo e Túlio
  • Laterais-direitos: Patric, Raul Prata e Elias Lira (Ewerthon tem treinado com o profissional)
  • Zagueiros: Rafael Thyere, Maidana, Adryelson, Chico e Pedrão
  • Laterais-esquerdos: Sander (no DM), Júnior Tavares e Luciano Juba
  • Volantes: Ricardinho, Marcão, Márcio Araújo, Ronaldo Henrique, Marcos Serrato, João Igor, Betinho (no DM), Alê Santos (no DM) e Ítalo
  • Meias: Thiago Neves, Lucas Mugni, Jonatan Gómez e Bruninho
  • Atacantes: Hernane Brocador, Mikael, Marquinhos, Rogério, Lucas Venuto, Leandro Barcia, Philip e Maxwell (no DM)

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Contra o Cruzeiro, Jean Carlos cresce de produção e volta a jogar bem pelo Náutico

Meia vinha em baixa, chegando a sair cedo de campo na partida anterior do Timbu contra Oeste, mas recuperou rendimento diante da Raposa, mesmo sem marcar gol

Por Rômulo Alcoforado — Recife

Globo Esporte

Jean Carlos cobra falta com muito veneno e a bola vai em direção do gol e Fábio salva o gol, aos 44 do 1º tempo

O meia Jean Carlos, principal destaque do Náutico na temporada, vinha em baixa. Durante o período de seca de vitórias do Timbu na Série B, o desempenho do camisa 10 também caiu. A ponto de ele, antes insubstituível, ser sacado aos 12 do segundo tempo no jogo contra o Oeste. Mas no jogo do último domingo, contra o Cruzeiro, Jean voltou a mostrar bom nível.

Mesmo sem a vitória ou participação direta em gols no 1 a 1 contra a Raposa, o meia voltou a apresentar as qualidades que o notabilizaram no Náutico.

Uma delas é a combinação de visão de jogo e qualidade de passe. Aos 32 do primeiro tempo, Jean fez um lançamento do campo de defesa que deixou Kieza na cara de Fábio. O centroavante, no entanto, não conseguiu transformar em gol o belo passe do Camisa 10.

Kieza briga com a zaga do Cruzeiro e consegue finalizar, a bola passa por Fábio e segue em direção do gol, mas Ramon aparece e salva, aos 32 do 1º tempo

Poucos minutos depois, o jogador levou perigo em outra de suas especialidades, a bola parada. Aos 44 do primeiro tempo, ele bateu falta pelo lado direito e obrigou Fábio a fazer grande defesa numa cobrança venenosa (veja vídeo no topo da página). Aos 28 do segundo tempo, bateu outra que passou perto – embora com menos perigo.

Além disso, Jean teve participação indireta no gol alvirrubro. Ele fez uma movimentação em diagonal, partindo do meio para a esquerda, que abriu espaço para Vinícius chutar de fora e abrir o placar para o Timbu.

Gol do Náutico! Vinícius carrega a bola pela esquerda e chuta de fora da área e abre o placar, aos 20 do 1º tempo

Confira, abaixo, alguns dos números de Jean Carlos na partida, de acordo com o site SofaScore, especializado em estatísticas esportivas.

Estatísticas de Jean Carlos contra Cruzeiro

Minutos jogados: 89
Precisão de passes: 24/32 (75%)
Passes decisivos: 1
Precisão nas bolas longas: 4/5 (80%)
Grandes chances criadas: 1
Finalizações no gol: 1
Finalizações para fora: 2
Faltas cometidas: 1
Faltas sofridas: 4

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De olho na próxima fase, técnico do Santa Cruz planeja testes em dois jogos para definir time titular

Martelotte quer montar equipe para chegar na reta final da competição no “melhor momento”

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Com a classificação encaminhada à próxima fase da Série C, o técnico Marcelo Martelotte já tem um objetivo traçado para definir a formação ideal do Santa Cruz de olho no quadrangular decisivo para o acesso. Segundo o comandante coral, a meta é fazer testes pontuais nos próximos dois jogos contra Imperatriz e Vila Nova para mergulhar na reta final com uma equipe titular estabelecida.

– A gente está com, praticamente, todo o nosso elenco à disposição. A tendência é que, nos próximos dois jogos, a gente utilize uma rotação com jogadores, mas, a partir daí, a gente deve definir uma equipe e trabalhar ao máximo em cima disso.

No duelo contra o Botafogo-PB, no último domingo, o técnico coral promoveu mudanças pontuais na equipe. Retornando de lesão, o zagueiro William Alves e o volante Paulinho reapareceram. No caso da mudança no meio-campo, Martelotte optou por deixar André na reserva e manter Bileu de titular. Já na lateral esquerda, Perí ganhou a preferência sobre Leonan – em uma avaliação do treinador específica para a partida.

– A gente já tem feito uma rotação. É, claro, dentro da manutenção de uma base, pensando na melhor produção da equipe, em buscar o resultado, a vitória que nos leva a classificação. Eu entendo que, mais à frente, a gente defina uma equipe e trabalhe um pouco mais essa equipe dentro dessa fase para que a gente chegue na fase decisiva no melhor momento nosso dentro da competição. Realmente, vai ser o momento mais difícil, de decisão.

O Santa Cruz ainda tem mais seis jogos na primeira fase da Série C antes de entrar na disputar do quadrangular final da competição. O clube ainda não está garantido matematicamente na próxima fase, mas atingiu 27 pontos com o triunfo sobre o Botafogo-PB, no último domingo. Com isso, está com média dos últimos cinco anos para avançar na competição.

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Após sofrer 12 gols em quatro jogos, Luan Polli salva Sport e fala em oscilação: “Não sou máquina”

Com quatro defesas difíceis, goleiro do Sport dispara no Cartola FC ao marcar 19 pontos; camisa 27 mostrou-se determinante no empate por 0 a 0 com o Atlético-MG

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Se o Sport conseguiu segurar o empate por 0 a 0 com o Atlético-MG, no último sábado, muito se deve à atuação de Luan Polli. Depois de sofrer 12 gols em quatro partidas, o goleiro do Leão voltou a passar sem ser vazado, faz quatro defesas difíceis (e determinantes) e disparou na pontuação do Cartola FC, com 19 pontos.

Após a partida, o camisa 27 avaliou a evolução de desempenho individual, principalmente após falhar na saída de bola da derrota para o Botafogo, por 2 a 1, na 15ª rodada.

“A atuação representa o trabalho que vem sendo feito. Oscilações vão existir. Não sou máquina, não sou o cara que vai acertar sempre e nem todo o grupo. Mas esses jogos que passaram acabou afetando muito também o nosso sistema defensivo, pelo número de gols que sofremos. Principalmente, também na falha contra o Botafogo. Mas a gente não pode deixar dúvida entrar na nossa cabeça.”

Os principais momentos de Polli contra o Atlético-MG, que fez 25 finalizações, aconteceram em duas sequências de defesas. Aos 41 minutos, ele parou um chute direto de Savarino e outro de Keno, dentro da área.

Depois, aos 12 do segundo tempo, defendeu uma finalização de Franco a queima roupa e segurou uma nova tentativa de Keno, pela direita na pequena área. Jair Ventura, na beira do campo, comemorou como se fosse um gol.

Luan Poli faz mais duas grandes defesas e novamente para o ataque do Atlético, aos 12′ do 2T

Keno tenta por cobertura, mas Luan Polli, esperto, faz a defesa, aos 22′ do 1T

A dificuldade do camisa 27 na partida esteve no número de passes. Ele apareceu como o segundo atleta mais participativo, com 28 toques, atrás apenas de Patric, que teve 29. Mas tornou-se o que mais errou, porque só oito foram completos.

Antes do empate, o Sport vinha de quatro derrotas na Série A. Uma derrocada quehavia começado na 14ª rodada, quando perdeu por 3 a 0 para o Flamengo. Depois disso, assistiu as redes serem balançadas pelos rivais mais nove vezes, contra para Botafogo, Internacional e Bragantino.

Neste período, Polli fez quatro defesas difíceis, a mesma quantidade que realizou contra o Galo.

– Sei da minha capacidade de ser o que quero e sei onde eu posso chegar, e sei que trabalho muito para conquistar e fazer o jogo que fiz. Óbvio, nem sempre vai acontecer. São inúmeras situações, a qualidade do adversário, mas a confiança sempre existiu, sempre trabalhei muito sério e vou continuar, para que isso venha a se repetir mais vezes. A gente não gosta de sair como o melhor do jogo, é sinal que a equipe adversária foi superior, mas, enquanto eu não tomar gol, enquanto vir fazer boas atuações, é um ponto conquistado.

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Análise: ainda sem grande exibição, Thiago Neves é mais solução do que problema no Sport

Maior contratação do time para Série A, meia deu duas assistências e marcou um gol em seis jogos; atleta precisa de crescimento de outras peças do sistema ofensivo para evoluir junto

Por Brenno Costa e Cabral Neto — Recife

Globo Esporte

A chegada do meia Thiago Neves ao Sport veio acompanhada do peso de ser o maior reforço do Leão na Série A, ainda que o jogador viesse de uma passagem apagada no Grêmio. Passados um mês de clube e seis jogos com a camisa rubro-negra – todos como titular -, ele deu duas assistências e marcou um gol, mas ainda não teve uma grande exibição pelo Rubro-negro.

Porém, participativo nas ações ofensivas, Thiago Neves tem se mostrado como um caminho para o crescimento do ataque do time e que precisa da evolução de outras peças para progredir.

– É nítido que Thiago Neves ainda não teve uma grande exibição, mas o meia tem sido mais solução que problema nas partidas. Praticamente toda boa jogada ofensiva tem o carimbo dele, que elevou o nível da bola parada, já deu duas assistências, fez um gol, mas precisa ter o auxílio de seus companheiros – avalia o comentarista da Globo, Cabral Neto.

Para que Thiago Neves cresça mais e vire protagonista de fato, é preciso que as outras peças do setor ofensivo também apresente melhora. No ataque do Sport, por exemplo, é visível que nenhum centroavante nesta temporada rendeu o esperado.

Assim foi com Elton e Ronaldo, que já saíram do clube. O mesmo caso de aplica a Hernane Brocador, que perdeu a vaga de titular na última partida para dar espaço a Leandro Barcia como um “falso” 9. Outra opção, Mikael ainda encara a primeira Série A da carreira.

– Peça fundamental no futebol atual, o centroavante tem várias responsabilidades no jogo, entre outras: é o responsável por dar o primeiro combate na saída de bola do adversário, quando o time ataca é ele quem dá profundidade pelo meio, segura os zagueiros pra abrir espaço para flutuação dos meias na frente da área, ajuda na conexão entre meias e pontas, se movimenta para gerar desajustes por dentro com a intenção de criar aberturas nas pontas e, claro, fazer gols – pontua Cabral Neto.

Dentro deste cenário de limitação técnica do Sport, também é preciso avaliar que, aos 35 anos, Thiago Neves não apresenta o mesmo vigor físico de antes. Portanto, ser ativo durante a maior parte do jogo é algo mais difícil.

Ainda assim, o meia tem capacidade para desequilibrar seja com passes, finalizações ou na bola parada, que, até o momento, foi a origem das suas assistências para os gols de Marcão, contra o Bahia, e de Marquinhos, contra o Internacional.

Nos números (veja lista abaixo), Thiago Neves, entre os atletas de meio-campo e ataque, só ficou atrás de Mugni em passes certos, no duelo contra o Bragantino.

Diante do Botafogo, ele foi responsável por 1/3 de todas as finalizações do Leão. Já contra o Flamengo, só os volantes e o lateral-direito Patric tiveram mais ações com a bola que o meia.

– Não adianta criar expectativa que Thiago Neves vai dominar o jogo como já foi capaz de fazer anos atrás, sua boa qualidade ainda é visível, mas, se não houver um crescimento no rendimento de outros jogadores no ataque, seu ritmo de jogo não será suficiente para elevar a intensidade da equipe nem gerar volume ofensivo – finaliza Cabral.

Thiago Neves jogo a jogo

  • Sport 1 x 0 Corinthians – 12ª rodada
    Finalizações – 3
    Faltas recebidas – 2
    Passes completos – 39
    Passes incompletos – 3
  • Bahia 1 x 2 Sport – 13ª rodada
    Finalizações – 1
    Faltas recebidas – 1
    Passes completos – 23 (1 assistência para gol)
    Passes incompletos – 9

Gol do Sport! Após a cobrança de Thiago Neves na área, Marcão Silva faz o cabeceio forte e amplia, aos 8 do 2º tempo

  • Flamengo 3 x 0 Sport – 14ª rodada
    Finalizações – 3
    Faltas recebidas – 0
    Passes completos – 28
    Passes incompletos – 11
  • Sport 1 x 2 Botafogo – 15ª rodada
    Gol – 1
    Finalizações – 4
    Faltas recebidas – 0
    Passes completos – 28
    Passes incompletos – 8

Gol do Sport! Juba cruza, e Thiago Neves, de cabeça, diminui, aos 11′ do 2º Tempo

  • Sport 3 x 5 Internacional – 16ª rodada
    Finalizações – 0
    Faltas recebidas – 2
    Passes completos – 23 (1 assistência para gol)
    Passes incompletos – 6

Gol do Sport! Após cobrança de falta, Marquinhos sobe sozinho e diminui, de cabeça, aos 42 do 1º tempo

  • Bragantino 2 x 0 Sport – 17ª rodada
    Finalizações – 3
    Faltas recebidas – 0
    Passes completos – 24
    Passes incompletos – 9

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Santa Cruz é o segundo clube que menos perdeu entre as Séries A, B e C do Brasileiro; veja ranking

Tricolor perdeu quatro dos 34 jogos disputados na temporada, atrás apenas do Cuiabá, na Série B, que perdeu duas vezes

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Santa Cruz é o segundo time que menos perdeu entre as Séries A, B e C do Brasileiro

A uma vitória de conseguir a pontuação que, segundo a média dos cinco últimos anos, garante uma vaga no quadrangular da Série C, o Santa Cruz mostra força como uma equipe difícil de ser batida. Até aqui, o Tricolor perdeu quatro dos 34 jogos disputados na temporada. Considerando clubes das quatro Séries do Brasileiro, a equipe comandada por Martelotte aparece com o segundo menor número de insucessos. Fica atrás do Cuiabá, que perdeu duas vezes.

Mesmo reconhecendo a importância da marca, o técnico Marcelo Martelotte acredita que o importante é fazer com que o Santa Cruz consiga manter o desempenho no restante da competição, para poder garantir o acesso à Série B.

“Mostra o quanto é difícil se bater essa equipe. Não só agora, mas durante o ano todo. A gente espera que a gente mantenha esse bom retrospecto e que cheguemos ao final da Série C como um dos times que menos perderam no país.”

Caso vença o Botafogo, além de praticamente garantir uma vaga no quadrangular da Série C, o Santa Cruz estará a duas vitórias de assegurar o primeiro posto do Grupo A. Posição que dará ao Tricolor uma chave com as presenças do segundo e quarto colocado da Chave B, além do terceiro do Grupo A.

Confira os clubes que menos perderam

  • Cuiabá – 25 jogos e duas derrotas
  • Santa Cruz – 34 jogos e quatro derrotas
  • Manaus – 25 jogos e quatro derrotas
  • Palmeiras – 39 jogos e seis derrotas
  • Ypiranga-RS – 23 jogos e seis derrotas
  • Jacuipense – 22 jogos e seis derrotas

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