No Santa, Pipico volta a treinar, mas técnico ainda é cauteloso sobre o retorno

Por Daniel Gomes — Recife

Globo Esporte

Pipico, finalmente, está recuperado de uma lesão na coxa esquerda. Passou pelo departamento médico, finalizou o processo de transição física e foi liberado para os treinamentos. Mas isso não quer dizer que ele vai jogar nesta terça-feira, às 20h30, contra o Afogados-PE, na Arena de Pernambuco. A comissão técnica ainda se mostra cautelosa quanto ao retorno do atacante de 33 anos, um dos principais nomes do Tricolor nesta temporada.

O técnico Leston Júnior deixou claro que quer escalar Pipico o quanto antes, mas que não vai queimar etapas no protocolo traçado pela comissão técnica. O jogador sentiu a lesão na coxa esquerda nas vésperas da partida contra o Botafogo-PB e nem viajou com a delegação para João Pessoa, onde o Santa Cruz estreou na temporada e na Copa do Nordeste.

– Não vamos cometer nenhum tipo de irresponsabilidade. Tanto nós quanto o torcedor queremos ver Pipico jogando. Mas temos de fazer isso dentro de um processo que diminua a possibilidade de risco. Ele pode ficar mais 20 dias sem jogar, só treinando, se cuidando e quando ele voltar, pode sentir. Isso pertence ao jogo, mas temos de diminuir essa possibilidade. Pipico está fazendo um trabalho gradativo e queremos contar com ele na sequência para a temporada. E não contar para um jogo, ele sentir e ficar mais 30 dias fora. Quando é lesão muscular, vamos respeitar o protocolo. Vamos manter isso não só com ele, mas com todo e qualquer atleta.

Pipico, que foi o artilheiro do Santa Cruz na Série C de 2018, com seis gols em nove jogos, deve ver seu posto sendo ocupado por Neto Costa. Leston Júnior afirmou que ainda não dá para ter ideia de quando poderá contar com Pipico, mas as informações de bastidores dão conta que o atacante deve retornar no próximo sábado, contra o ABC-RN, pelo Nordestão.

– Não dá para ter ideia, porque falta a resposta dele ao estímulo. Ele está completamente recuperado clinicamente, fez a transição e agora começa a treinar. E agora quando ele adquirir confiança e ritmo, vamos utilizar. Mais do que o torcedor, ele e eu queremos que ele jogue, mas temos de fazer isso com responsabilidade.

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Vice-presidente vê falta de intensidade no Náutico, mas descarta reforços

Por Rômulo Alcoforado — Recife

O Náutico não começou bem a temporada. Em quatro jogos oficiais, perdeu três (Fortaleza, Central e Sport) e só venceu um (Sergipe). O clássico contra o Leão foi o que mais deixou a torcida preocupada: 3 a 1, com um adversário atuando de forma tranquila. Um dia após a partida, o vice-presidente do Timbu, Diógenes Braga, disse que o desempenho fraco tem a ver com a baixa intensidade da equipe até agora. Ele, no entanto, acredita na evolução e descarta reforços no momento.

– A principal avaliação é que o time tem oscilado na intensidade dos jogos. No jogo contra o Fortaleza, a gente perdeu, mas teve uma intensidade muito alta. Tanto que, em boa parte do jogo, pressionamos, mesmo com um a menos. Contra o Central, jogamos um pouco abaixo, nível de intensidade baixo. Estabilizar esse nível de intensidade é importante. O sistema de jogo em que a gente atua exige muito que todos os jogadores tenham um nível de empenho muito alto. É um sistema que joga em sincronia. Se você tem uma oscilação de doação, de intensidade, isso complica muito – afirmou.

Diógenes afirmou, no entanto, que não se trata de falta de vontade dos jogadores. Ele elogiou a dedicação e a postura dos atletas.

– Às vezes, as palavras são parecidas e não são iguais. Não faltou empenho. Faltou intensidade de jogar num nível de velocidade mais alto. Intensidade, no futebol, é bem diferente de empenho. Na questão de empenho, a gente não acredita que falta, não. Não temos problema de indisciplina, o grupo é unido e dedicado.

O dirigente usou como exemplo o ambiente que encontrou no vestiário do Náutico após a derrota para o Sport.

– Os jogadores estavam indignados. Não pelo placar, mas porque eles sabem que podem fazer mais. O sentimento que vi foi de indignação, de vontade de fazer mais. Numa derrota como essa, tem que ter indignação. Eu estaria bem mais preocupado se tivesse encontrado um vestiário em que os jogadores não tivessem sentido o jogo – afirmou.

Apesar do mau início, Diógenes acredita que o momento é de tranquilidade e de confiar no grupo. Até porque a capacidade financeira do Náutico não permite contratações.

– A gente não está pensando em contratações. Quero deixar uma mensagem clara: é natural que, quando se tem uma sequência de resultados ruins, como é o nosso caso, haja um pedido da torcida por contratações. Quando a gente diz que não está contratando pode parecer que estamos afrontando a torcida. Não é isso.

Ele explicou o motivo pelo qual o Timbu não deve mais contratar até o fim do Campeonato Pernambucano.

– Existem duas situações. Nós entramos no clube, em primeiro lugar, para fazer uma gestão de estabilidade financeira. Nós não podemos onerar o futebol. Se fizermos isso, podemos fazer com que todo o restante do ano fique comprometido. Na minha visão, só o Palmeiras tem um elenco sem deficiência. Nosso elenco tem deficiências, sim. A questão é a capacidade de desembolso que nós temos. Estabelecemos um teto de folha e não podemos estourar esse teto com menos de um mês de competição.

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No Santa Cruz, Leston Júnior vê dificuldade na contratação de meia

Por GloboEsporte.com — Recife

Com o Santa Cruz ainda em processo de formação, uma pergunta ronda a torcida: quem será o meio-campo prometido pela diretoria? Sem muitas opções no elenco, o técnico Leston Júnior reconheceu a necessidade no setor, mas disse que o clube tem encontrado dificuldades, até por não ter condições financeiras para arriscar.

– Não é simples contratar um meia. Está todo mundo tentando e não é algo simples. Principalmente com as limitações orçamentárias que nós temos e por querermos trabalhar com responsabilidade. Temos pouco orçamento e precisamos nos cercar de cuidados, pois não podemos errar. Às vezes, você contrata alguém e acaba tendo que contratar duas vezes, porque o primeiro não responde. Temos que evitar ao máximo esse erro.

Contando com Alan Dias, Patrick Vieira e Luiz Felipe para o setor, Leston lamentou a ausência de Héricles, que rompeu o ligamento cruzado do joelho esquerdo e ficará seis meses longe dos gramados, mas disse que buscar soluções dentro do elenco faz parte da função de treinador.

– Infelizmente a gente perdeu Héricles, mas são coisas do futebol. Até por isso a gente precisou correr para contratar Patrick e estamos buscando outro nome. Até lá, nós vamos ter que arrumar soluções criativas. Pela expectativa que temos na contratação desse meia, nós temos que ter cuidado.

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Para Milton Cruz, vitória no clássico paga dívida com torcedor do Sport por derrota na estreia

Por Lucas Liausu — Recife

Globo Esporte

O Sport venceu o Náutico por 3 a 1 na tarde deste domingo e somou mais três pontos na tabela do Campeonato Pernambucano. Além da vitória e de ter batido um rival, o técnico Milton Cruz comemorou o resultado por ter conseguido apagar a impressão ruim deixada na estreia na Ilha do Retiro, quando o Leão perdeu para o Flamengo de Arcoverde por 3 a 2.

“É muito importante ganhar um clássico da forma que foi. Estávamos devendo um bom jogo aqui para a torcida para apagar o primeiro jogo na Ilha. Foi muito bom o jogo, mas ali acabamos nos prejudicando com três falhas.”

+ Veja como foi o Tempo Real da partida
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Apesar da vitória maiúscula por 3 a 1 em cima de um rival, Milton Cruz tratou de puxar os jogadores para a realidade e alertou que não podem comemorar tanto.

– A gente tem muito a acrescentar ainda. Não podemos nos empolgar por ter ganho o clássico. Temos que ter os pés no chão. Sabemos a dificuldade do Campeonato.

Sobre o jogo em si, Milton Cruz destacou a vontade dos jogadores para conseguiram o resultado. Segundo ele, o entrosamento do Náutico dificultaria o jogo, mas o Leão se sobressaiu pela disposição em campo.

– Eles estão trabalhando há um período grande já. Sabia que íamos encontrar dificuldade na parte física e tática, mas na vontade eu sabia que a gente ia superar tudo isso.

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Márcio Goiano reclama de erros de passes do Náutico e fica na bronca com primeiro gol

Por GloboEsporte.com — Recife

O Náutico não fez um jogo seguro diante do Sport. Desde o primeiro momento, o Timbu foi dominado e finalizou poucas vezes na meta rubro-negra. Entre os vários erros que os alvirrubros mostraram durante a partida, um impressionou ao técnico Márcio Goiano: os erros de passes. Com mais uma derrota, agora por 3 a 1, o Timbu ainda não conseguiu somar nenhum ponto no Campeonato Pernambucano.

“Clássico é poder de decisão. Nas nossas bolas, temos de saber que temos de dividir. Ganhar todas as divididas, as segundas bolas. E isso faz parte do clássico. O que mais me chamou a atenção foram os erros de passes, com nossa equipe experiente.”

Segundo Márcio, houve uma falta sobre Assis no gol de Hernane, marcado aos cinco minutos de jogo. Para ele, aquele lance foi essencial para o Leão encaminhar a vitória na Ilha do Retiro.

– Não é um jogo qualquer e sabemos da importância e o que representa essa rivalidade. Aos cinco minutos, foi falta para mim. Assis subiu e o atacante ganhou no corpo, em cima. E aquele gol fez a diferença porque a gente não conseguiu jogar. Erramos muito. Até trabalhamos a bola, mas faltou tranquilidade. O Sport baixou a linha e a gente sabia a forma que o Sport ia jogar contra a gente em função dos jogos anteriores. O segundo lance faltou um ajuste nosso. E no terceiro, tivemos que abrir mais, mas mesmo assim a gente tentando, uma bola parada foi suficiente. Temos de melhorar. Para a nossa equipe, é a segunda rodada e temos de fazer a diferença nos dois jogos que temos em casa.

Apesar do gol do Náutico ter saído nos acréscimos do segundo tempo, Márcio Goiano disse que viu o Timbu com mais organização no primeiro tempo. A etapa final, para ele, foi ruim.

– Nós tomamos um gol cedo, tínhamos muito tempo para buscar o empate e até tentamos. Mas nós estávamos errando. O Sport também errou muito no primeiro tempo e não aproveitamos. No segundo tempo, eles erraram bem menos e não conseguíamos chegar ao gol adversário.

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Santa Cruz monitora zagueiros, mas prega ação com cautela

Por GloboEsporte.com — Recife

Os salários de Anderson seriam divididos da seguinte forma: o Grêmio, clube que tem contrato com o zagueiro até 2021, pagaria 60% dos vencimentos. O Santa Cruz arcaria com os outros 40%. A saída do atleta, que pediu para deixar o Tricolor pernambucano no último sábado, antes mesmo de estrear e com apenas oito dias de treinamentos, pegou todos no clube de surpresa. Mas o presidente Constantino Júnior garantiu que está atento ao mercado de zagueiros. Só não deve agir com pressa na vinda de um novo jogador para a posição.

Isto porque, na visão do presidente, o setor está encaixado. O Santa Cruz tem quatro zagueiros no elenco: os titulares Vitão e Danny Morais, além de William (ex-Goiás) e o jovem João Victor, de apenas 21 anos, formado nas categorias de base.

– A gente tem observado o mercado de zagueiros, mas dando chance a nossa base. Temos João Victor, que vem treinando muito bem e é elogiado por Leston. Temos William, que veio do Goiás e é um canhoto habilidoso. Certamente briga pela posição, mas a zaga está encaixada. Vamos observar bem e, com um jogador a baixo custo, vamos trazer até para o lugar de Anderson – disse Constantino Júnior em entrevista à Rádio Jornal.

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João Igor aposta na versatilidade para vencer disputa por vaga no Sport

Por Lucas Liausu — Recife

Globo Esporte

Se depender da polivalência, o volante João Igor vai ganhar espaço no time do Sport com o técnico Milton Cruz. Ao ser apresentado pelo clube, o ex-jogador do Santos confirmou que pode jogar em mais de uma posição. Na verdade, ele citou quatro funções dentro do campo que pode exercer para ajudar o treinador do Leão.

– Sou um jogador versátil. Já fiz a de primeiro volante, segundo volante, meia e ponta. O que o treinador precisar eu estou disponível. A posição que eu mais gosto é a de segundo volante, porque tenho uma boa chegada e uma batida de fora da área muito boa.

João Igor está no Recife há cerca de 15 dias e, apesar de ainda não ter estreado, já sentiu o calor da torcida do Sport. Nas redes sociais e nas ruas, ele recebeu o recado para marcar gols contra Náutico e Santa Cruz.

– A torcida me acolheu muito bem quando eu cheguei e já disse que se eu fizer um gol contra Náutico ou Santa Cruz já me torno ídolo. A vontade aumenta ainda mais.

Regularizado e treinando normalmente com bola, João Igor vive a expectativa de ser utilizado no clássico contra o Náutico, neste domingo, na Ilha do Retiro.

 

 

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Fla assusta rivais. Em Pernambuco

Por Ricardo Gonzalez

Do Globo Esporte

Comentei nesta quarta para o Premiere, ao lado do Paulo Stein, com alegria e curiosidade o duelo entre Flamengo-PE e Santa Cruz, pela segunda rodada do Pernambucano. Curiosidade para ver o time rubro-negro, que conseguira no fim de semana a façanha de vencer o Sport na Ilha do Retiro. O futebol apresentado não chega a empolgar, mas o Flamengo demonstrou valentia, confiança em si, foi buscar um empate que o mantém invicto contra os grandes da capital.

Com a diminuição de 11 para 10 clubes no Pernambucano, os times têm duas possibilidades: ou são rebaixados (os 2 últimos) ou avançam para o mata-mata (os 8 primeiros). O Flamengo jamais chegou acima do sétimo lugar na história do Estadual, se repetir o feito fará história avançando às quartas. Com a vitória sobre o Sport, as possibilidades aumentaram significativamente. Daí a confiança. Mas o primeiro tempo foi muito fraco tecnicamente – o piso duro e irregular contribuiu muito para isso. O Santa não conseguia fazer a bola chegar ao talentoso Elias, e os times ficavam brigando para pegar os rebotes dos chutes da defesa para o alto.

No segundo tempo, logo aos 2 minutos, Adenílson derrubou Charles na área. Pênalti claro que Augusto converteu. O Flamengo não se intimidou e continuou encarando o Santa Cruz. Mas o tricolor da capital não corria riscos e tinha o jogo sob controle. Quando o técnico Nilson colocou o grandalhão Júnior para povoar a área adversária, o Santa tratou de apertar a marcação onde poderiam nascer os centros altos. Numa dessas bolas aereas, entretanto, a bola sobrou para Pedro Maycon, na área, do lado. Mas ele estava de costas, cercado, não havia qualquer necessidade de Vitão derrubá-lo, como imprudentemente fez. Mais um pênalti, agora pró-Flamengo, que o mesmo Pedro Maycon converteu.

Daí em diante pouco mais aconteceu. Num jogo paupérrimo tecnicamente, mas com enorme transpiração de parte a parte, o Flamengo saiu com um gostinho melhor, e seus jogadores já têm histórias para contar ao netos sobre o ano de 2019, quando fizeram frente a Sport e Santa Cruz

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Autor de gol do Santa Cruz, Augusto se cobra por melhora na temporada

Por GloboEsporte.com — Recife

Alvo de críticas por parte da torcida do Santa Cruz, Augusto começou o ano bancado no time titular, pelo técnico Leston Júnior. Foi dele o gol no empate, por 1 a 1, no amistoso contra o Treze-PB, e, na última quarta-feira, voltou a balançar as redes, no jogo contra o Flamengo-PE, pelo Estadual, que também terminou 1 a 1. Só que reencontrar o caminho das redes não satisfaz o atleta, que tem uma ideia fixa: precisa melhorar muito.

Augusto se vê oscilante nas apresentações, mas acredita o ritmo de jogo vai melhorar as coisas. Ele sofreu com lesões, no ano passado – segundo o meia, foram oito -, e, para jogar mais, fez um trabalho específico para melhorar o desempenho no fim do ano passado.

“Dá para melhorar, mas a gente sabe que tem de pegar um pouco mais de ritmo, que aí vamos melhorando aos poucos. A oscilação é normal, mas eu acho que vou melhorar.”

O técnico Leston Júnior fala pouco sobre o desempenho individual da equipe, por privilegiar o conjunto. No caso de Augusto, o treinador deu muita moral ao atacante. Elegeu-o, inclusive, como cobrador oficial de pênaltis – foi assim que o gol contra o Flamengo-PE saiu. Leston sente Augusto mais confiante.

– Não é minha linha ficar individualizando, mas eu posso falar que ele está se dedicando muito. E ele se cobra muito. É por isso que a gente passa tranquilidade e confiança porque isso é processo. E eu tenho para mim que, no futebol, 70% do atleta é a cabeça. Se ele se sentir abraçado, com confiança, ele vai adquirindo o melhor futebol. E ele é um ativo do clube. Eu tento resgatar o futebol dele. E ele é o batedor oficial de pênalti, bateu e fez gol.

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Por vitórias, Márcio Goiano não descarta atuações do Náutico como “pequeno”

Por GloboEsporte.com — Recife

Todo treinador quer que seu time mostre um bom futebol. Mas, em alguns momentos, a prioridade tem de ser o resultado. É isso em que acredita o técnico do Náutico, Márcio Goiano, que enxerga o início da temporada como período para estabelecer as bases do trabalho e buscar tranquilidade no ambiente.

Para isso, portanto, ele crê que o Timbu precisa vencer primeiro. Depois, se der, apresentar um estilo mais vistoso.

– Nesse início de competição, se a gente tiver que jogar como (time) pequeno, vamos jogar como pequeno. No começo, é importante vencer e conquistar os resultados para ter tranquilidade – afirmou.

Márcio ressalta que deve ser possível ver uma evolução do Náutico na próxima partida, contra o Sport, após ter vencido a primeira do ano – contra o Sergipe. Antes disso, também pelo Nordestão, o Timbu perdeu para o Fortaleza. No Pernambucano, fora derrotado pelo Central.

– O lado psicológico é muito importante. Tem essa adrenalina, essa paixão, a necessidade de vencer. Contra o Sergipe, foi importante a vitória. Essa equipe, em si, alguns atletas que ficaram, outros que chegaram depois, conheço a capacidade deles. Eles deram a resposta. Conheço o individual dos atletas e sei o que podem oferecer – afirmou.

O duelo diante do Leão acontece às 16h do próximo domingo, na Ilha do Retiro, em jogo antecipado da terceira rodada do Pernambucano.

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