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Derley lembra dispensa dupla e critica diretoria do Santa Cruz: “Queriam arrumar culpados”

Ex-volante coral foi dispensado, reintegrou grupo, e depois novamente dispensado em temporada marcada por queda à Série D do Brasileiro

Por Redação do ge — Recife

24/09/2021 04h00  Atualizado há 3 horas

Globo Esporte

A temporada que todo torcedor do Santa Cruz quer esquecer teve vários personagens. Um deles foi o volante Derley, dispensado no início da Série C. Com diversas críticas à diretoria do clube, o jogador abriu o jogo ao repercutir os bastidores da trajetória coral até o rebaixamento para a Série D do Campeonato Brasileiro.

De acordo com ele, o departamento de futebol do clube manifestou, duas vezes, o interesse de rescindir o contrato junto ao atleta. A primeira aconteceu logo após a eliminação na semifinal do Campeonato Pernambucano, quando o Santa perdeu por 2 a 1 para o Náutico.

“Meu empresário disse para acertar a rescisão e seguir nossa vida. Passei dez dias em casa e nada foi acertado, logo após o jogo contra o Náutico. E aí inventaram uma história mentirosa, que me botaram para treinar em separado, para aprimorar a parte física.”

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Ápós ser excluído do elenco principal, Derley volta ao Santa Cruz como capitão

Na versão do clube, a decisão de não contar com Derley para a sequência da temporada partiu do então treinador Bolívar. Ainda com vínculo, ele foi reintegrado ao elenco pelo sucessor de Bolívar, Roberto Fernandes, sendo titular em duas partidas no início da Série C, contra Jacuipense e Volta Redonda.

Durante a semana de preparação para a rodada seguinte, contra o Paysandu, o volante foi chamado para uma conversa e, segundo ele, a promessa era de continuidade no Arruda. Cenário que mudou completamente após a derrota para o Papão por 2 a 1, dentro de casa. Sem entrar em campo, o atleta acabou se despedindo do Santa.

– Estava sentindo um incômodo no tendão (de Aquiles). Na sexta-feira, Roberto Fernandes me chamou, se reuniu comigo, toda a comissão técnica, um médico e o (executivo) Fabiano Melo. Eu disse que estava incomodando, doendo. Eles sugeriram que eu tomasse um corticoide (remédio anti-inflamatório), que na segunda-feira eu voltaria a trabalhar normalmente. E o que acontece na segunda? Derley é mandado embora – relembra.

Depois de defender o clube nos anos de 2016 e 2017, Derley retornou com a credencial de ter jogado pelo Fortaleza na Série A. Porém, pouco pôde contribuir nos 12 jogos em que foi acionado nesta temporada. Para ele, as más campanhas na Copa do Nordeste, Copa do Brasil e Série C, além do objetivo que não foi atingido de chegar na final do Campeonato Pernambucano, foram reflexos do trabalho fora das quatro linhas.

– Eles (direção) queriam arrumar culpados. Um dia foi Derley, no outro dia fulano, no outro era William Alves, e os resultados não vinham. Mas eles não vinham porque isso vinha lá de cima. Eu não posso nem dizer que assumo a culpa do rebaixamento para a Série D, porque só joguei dois jogos. Mas até hoje, eu queria estar. Se o barco afundasse, até hoje eu queria estar junto desse barco – garante o jogador.

Procurado pela TV Globo, o técnico Roberto Fernandes alegou que, ao chegar no clube, Derley já treinava em separado e pediu a reintegração do atleta. Porém, o jogador vinha convivendo com lesões e o rendimento não foi esperado. Por isso, segundo o treinador, não haviam argumentos para garantir a permanência de Derley.

Em nota, o Santa Cruz comunicou que o volante foi avaliado por Bolívar e havia sido constatada a necessidade de uma reabilitação física. Depois, com Roberto Fernandes, ele foi reavaliado pela comissão técnica e pelo departamento de futebol, que juntos optaram pela dispensa.

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Pedido de líderes, torcedores empresários, arestas aparadas… Os bastidores da volta de Hélio ao Náutico

Para superar mal-estar causado pela saída do técnico Hélio dos Anjos com a direção, jogadores e grupo de empresários que apoiam a gestão ajudaram a articular retorno

Por Rômulo Alcoforado — Recife

Globo Esporte

Hélio dos Anjos está de volta ao Náutico um mês após pedir para sair do clube. Sua volta, no entanto, não foi simples: para superar um mal-estar entre a direção e o treinador, devido à forma como ele deixou o Timbu, foram necessárias as participações de Kieza, Jean Carlos e Vinícius e de empresários que dão suporte à gestão alvirrubra.

Confira, abaixo, o passo a passo do retorno de Hélio.

O mal-estar

Quando Marcelo Chamusca saiu, após derrota contra o Londrina, a direção do Náutico não trabalhava com a possibilidade do retorno de Hélio. Havia uma insatisfação na cúpula alvirrubra com o treinador. Uma fonte chegou a falar para o ge, àquela altura, que não havia “clima nenhum” para o técnico nos Aflitos.

É que a saída de Hélio não foi bem aceita pelos diretores, sobretudo o presidente Edno Melo e o vice-presidente de futebol, Diógenes Braga. No dia anterior ao pedido de demissão, eles haviam se reunido com o treinador e definido uma estratégia para continuar o trabalho – que envolvia mudanças no elenco, incluindo saídas de jogadores.

Hélio havia feito parte do planejamento, que tinha como objetivo estancar a queda do time, após cinco derrotas seguidas, e recolocá-lo no caminho das vitórias que teve no início da Série B.

Mas os alvirrubros foram surpreendidos no dia seguinte com o pedido de demissão do treinador, que alegou publicamente que não se sentia à vontade para fazer as mudanças no elenco – acreditando que, se as fizesse, trairia a confiança de um grupo que tinha nele um líder.

A postura do treinador após a saída também incomodou os dirigentes, sobretudo a ação que ele moveu contra o clube na Justiça. Edno e Diógenes acreditam que Hélio cobrou mais do que tinha direito a receber e alegou situações que não existiam.

O próprio Hélio, no entanto, enxerga a situação de outra maneira.

“Eu estou há 36 anos no futebol e nunca saio de clubes brigado. Até no Paysandu, quando houve um desentendimento, conversei depois com o presidente (Ricardo Gluck Paul), vi o lado dele e disse que o assunto estava encerrado. Eu não saí falando mal da direção do clube, com quem sempre tive bom relacionamento. Essa questão financeira é natural de ser discutida após o fim do contrato.”

Não havia necessariamente uma inimizade, mas havia um desgaste, tanto que Hélio e a direção não se falavam desde que ele saiu do clube.

Jogadores iniciam reaproximação

Não é segredo que Hélio dos Anjos tem um ótimo relacionamento com os jogadores do Náutico, sobretudo os líderes do grupo. Foram eles que iniciaram o processo de reaproximação.

A reportagem apurou que Kieza, Jean Carlos e Vinícius procuraram o auxiliar Guilherme dos Anjos, filho de Hélio, para indicar que eles gostariam de tê-los de volta ao Náutico. Isso aconteceu na quarta-feira, pouco depois da saída de Chamusca.

Os três atletas queriam saber se eles topariam um retorno. Tiveram uma sinalização positiva de que Hélio e Guilherme estariam abertos para negociar.

Os três levaram a informação a Diógenes Braga, que afirmou que o clube não faria o convite a Hélio. “Como ele pediu para sair, deve partir dele o gesto da reaproximação”, afirmou.

Enquanto isso, o Timbu trabalhava com outros nomes, como Dado Cavalcanti, que chegou a ser o preferido, e Felipe Conceição, também sondado.

Hélio dos Anjos comenta retorno ao Náutico: “Privilegiado por estar novamente no clube”

Torcedores empresários entram em ação

Como passou pelo Náutico três vezes, Hélio tem muitos amigos alvirrubros. Alguns foram diretores em outros períodos e hoje ainda têm bom relacionamento com a atual direção. Outros sempre ajudaram, mas nunca com cargo formal. Dois deles, ambos empresários bem-sucedidos, entraram em contato com o treinador: Américo Pereira e Paulo Pontes.

“Paulo eu conheci muito jovem, na minha primeira passagem pelo clube, em 1993. Em 2006, ele já estava completamente ativo no clube, era diretor de futebol, e fizemos uma amizade que ultrapassa até o futebol. Quando eu cheguei, no ano passado, foi ele que me ligou. E agora também foi ele que fez essa intermediação”, admitiu Hélio.

A dupla, Américo Pereira e Paulo Pontes, levou a informação à direção, que a interpretou como a sinalização que esperavam de que Hélio queria voltar.

Após isso, de acordo com Diógenes Braga, eles designaram Paulo Pontes – com quem têm bom relacionamento – para intermediar a conversa.

Há pouco mais de um mês, dia 18 de agosto, Hélio dos Anjos falava sobre a decisão de deixar o Náutico

Paulo Pontes confirmou que participou do retorno de Hélio ao Náutico.

– Realmente tivemos uma longa conversa, ficamos algum tempo no telefone, porque havia algumas questões que precisavam ser solucionadas – revelou Pontes, sem se estender muito no assunto, porque diz estar avesso a holofotes neste momento.

Essa ligação aconteceu no meio da tarde de quarta-feira e durou quase duas horas, segundo apurou o ge. Paulo Pontes tinha as exigências da direção e as levou para Hélio, que também tinha algumas questões a serem ponderadas.

Na parte financeira, Hélio tinha um valor em premiação a receber (cerca de R$ 300 mil) e os dias trabalhos de agosto, o mês que pediu demissão. Ficou acertado que ele receberá essas cifras, de forma parcelada, a partir de janeiro do ano que vem (até o final do ano, quando se encerra o novo vínculo).

O salário em si, segundo informaram fontes do clube, será praticamente o mesmo de quando Hélio saiu, um mês atrás. A ação que ele movia contra o clube foi retirada, após conversa de sua advogada, Manoella Luiza, e o vice-presidente jurídico do Náutico, Bruno Becker.

Com essas definições, a volta ficou encaminhada. Faltava, porém, a conversa entre Hélio, Diógenes e Edno. Ela aconteceu de forma franca.

– Nós conversamos, expusemos algumas situações em relação à saída dele, Hélio também falou algumas coisas, e acertamos os últimos detalhes – explicou Diógenes.

Nesse encontro, a diretoria deixou claro que fazia questão de que, na volta, houvesse um “dia a dia mais ameno” dentro clube – ou seja, menos cobranças da comissão técnica em relação à estrutura interna do clube, como condições de gramado ou críticas (tidas como exageradas) em relação às refeições servidas aos atletas e outras coisas do gênero.

Com a promessa de Hélio de que essas exigências seriam atendidas, a direção decidiu retomar o casamento, que, apesar do final turbulento, foi de mais alegrias do que tristezas.

Boa imagem

Esta será a quarta passagem de Hélio pelo Náutico. Na 

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Marcelo Chamusca deixa o Náutico um mês após assumir o comando do clube

Com uma vitória em seis jogos, técnico deixa comando do time, que ocupa a oitava posição da Série B

Por Rômulo Alcoforado — Recife

Globo Esporte

Náutico decidiu encerrar o vínculo com técnico Marcelo Chamusca nesta quarta-feira, um dia após a derrota para o Londrina, em casa, na 25ª rodada da Série B. A informação foi confirmada nas redes sociais do clube, que afirmou que a rescisão se deu “em comum acordo”. O profissional, anunciado no dia 18 de agosto, ficou nos Aflitos pouco mais de um mês.

O resultado ruim diante do Londrina se somou a outros reveses de Chamusca, que não conseguiu fazer o Náutico retomar o bom momento na Série B, quando ainda era dirigido por Hélio dos Anjos e liderou a competição durante boa parte do primeiro turno.

Sob o comando de Chamusca, o Náutico fez seis jogos. Ganhou um (o primeiro, contra o CSA), empatou dois e perdeu três. O aproveitamento é de 28% dos pontos disputados, com oito gols sofridos e cinco marcados.

Os maus resultados, a distância para o G-4 (agora a nove pontos do Timbu) e o desempenho do time foram determinantes para a queda do treinador.

Com a saída dele, o Náutico já inicia a busca por um novo técnico, o terceiro da temporada. Para o jogo da próxima sexta-feira, contra o Remo, na 26ª rodada da Série B, o Timbu deve ter um interino à beira do gramado.

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Marcelo Chamusca deixa o Náutico um mês após assumir o comando do clube

Com uma vitória em seis jogos, técnico deixa comando do time, que ocupa a oitava posição da Série B

Por Rômulo Alcoforado — Recife

Globo Esporte

Náutico decidiu encerrar o vínculo com técnico Marcelo Chamusca nesta quarta-feira, um dia após a derrota para o Londrina, em casa, na 25ª rodada da Série B. A informação foi confirmada nas redes sociais do clube, que afirmou que a rescisão se deu “em comum acordo”. O profissional, anunciado no dia 18 de agosto, ficou nos Aflitos pouco mais de um mês.

O resultado ruim diante do Londrina se somou a outros reveses de Chamusca, que não conseguiu fazer o Náutico retomar o bom momento na Série B, quando ainda era dirigido por Hélio dos Anjos e liderou a competição durante boa parte do primeiro turno.

Sob o comando de Chamusca, o Náutico fez seis jogos. Ganhou um (o primeiro, contra o CSA), empatou dois e perdeu três. O aproveitamento é de 28% dos pontos disputados, com oito gols sofridos e cinco marcados.

Os maus resultados, a distância para o G-4 (agora a nove pontos do Timbu) e o desempenho do time foram determinantes para a queda do treinador.

Com a saída dele, o Náutico já inicia a busca por um novo técnico, o terceiro da temporada. Para o jogo da próxima sexta-feira, contra o Remo, na 26ª rodada da Série B, o Timbu deve ter um interino à beira do gramado.

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Série D de 2022 tem 55 clubes garantidos; veja possíveis rivais do Santa Cruz

Depois de seis temporadas seguidas, competição deixa de ter 68 times para contar com 64 participantes; além do Tricolor, Afogados e Salgueiro representam Pernambuco

Por Alexandre Ricardo — Recife

Globo Esporte

De volta à Série D do Campeonato Brasileiro após dez anos, o Santa Cruz tem outros concorrentes confirmados na edição de 2022 da competição. Depois de seis temporadas seguidas contando com 68 participantes, a quarta divisão vai abrigar 64 times na próxima temporada. Até o momento, 55 clubes garantiram suas vagas. Porém, além do preenchimento dos demais espaços, algumas mudanças podem acontecer até o fim de 2021.

Assim como o Santa Cruz, Paraná e Oeste foram rebaixados e disputam a Série D de 2022. A três pontos do Floresta, faltando uma rodada para o fim da fase de grupos da Série C, o Jacuipense deve ser o próximo a ter seu descenso confirmado.

Todos os 27 estados do país contam com um número específico de vagas para a divisão. Das 16 equipes que ainda lutam pelo acesso na atual edição, nove tiveram seus lugares garantidos através das competições estaduais deste ano: Atlético-CE, Moto Club-MA, Campinense-PB, 4 de Julho-PI, ABC-RN, Aparecidense-GO, Ferroviária-SP, Cianorte-PR e Caxias-RS. Em caso de classificação de alguns desses clubes para a Série C de 2022, as vagas são remanejadas para as respectivas federações.

Sem emplacar um acesso da quarta para a terceira divisões há oito anos, Pernambuco também vai contar com as presenças de Afogados e Salgueiro. Uma modificação só será permitida num cenário de desistência – como aconteceu com o próprio Carcará nesta temporada, que abriu espaço para a entrada do Central.

Se o regulamento for mantido, os 64 times serão divididos em oito grupos regionalizados com oito clubes cada – para facilitar a logística de deslocamentos ao longo da competição. Porém, não está assegurado que, por exemplo, o Santa Cruz integre a mesma chave que as demais equipes do estado.

Após 14 rodadas, os quatro melhores colocados de cada grupo avançam para a segunda fase, onde são disputadas 16 eliminatórias em jogos de ida e volta. Depois da terceira fase, os oito times que se mantém vivos vão em busca do acesso nas quartas de final. Todos os confrontos são definidos em 180 minutos.

Torcedores repercutem o rebaixamento do Santa Cruz para a Série D

Na região Nordeste, o Santa ainda pode ter pela frente equipes como ASA de Arapiraca-AL, Bahia de Feira-BA, Globo-RN e Sergipe. A definição dos quatro clubes que sobem para a Série C está prevista para o final de semana dos dias 16 e 17 de outubro.

Clubes do Norte garantidos na Série D de 2022

AcreHumaitá (1 vaga em aberto)
Amapá1 vaga em aberto
AmazonasAmazonas e São Raimundo
ParáCastanhal e Tuna Luso
RondôniaPorto Velho
RoraimaNáutico e São Raimundo
Tocantins1 vaga em aberto

Fonte: Revista Série Z

Clubes do Nordeste garantidos na Série D de 2022

AlagoasASA e CSE
BahiaAtlético de Alagoinhas e Bahia de Feira (1 vaga em aberto)
CearáAtlético Cearense*, Crato e Pacajus
MaranhãoMoto Club* (1 vaga em aberto)
ParaíbaCampinense* e Sousa
PernambucoSanta Cruz, Afogados e Salgueiro
Piauí4 de Julho* e Fluminense
Rio Grande do NorteABC* e Globo
SergipeLagarto e Sergipe

Fonte: Revista Série Z

Clubes do Centro-Oeste garantidos na Série D de 2022

Distrito FederalBrasiliense e Ceilândia
GoiásAnápolis, Aparecidense* e Grêmio Anápolis
Mato GrossoAção e Operário
Mato Grosso do SulCosta Rica

Fonte: Revista Série Z

Clubes do Sudeste garantidos na Série D de 2022

Espírito SantoReal Noroeste (1 vaga em aberto)
Minas GeraisCaldense, Pouso Alegre e URT
São PauloOeste, Ferroviária*, Santo André e Inter de Limeira (1 vaga em aberto)
Rio de JaneiroNova Iguaçu e Portuguesa (1 vaga em aberto)

Fonte: Revista Série Z

Clubes do Sul garantidos na Série D de 2022

ParanáParaná Clube, Azuriz, FC Cascavel e Cianorte*
Santa CatarinaJuventus Jaraguá, Marcílio Dias e Próspera
Rio Grande do SulAimoré, Caxias* e São Luiz

Fonte: Revista Série Z

* Equipes que ainda estão vivas na Série D de 2021

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De olho em “pontuação do acesso”, Náutico precisa repetir aproveitamento do 1º turno

Sem vencer há quatro jogos na Série B, Timbu pode até ter que superar a marca dos 30 pontos alcançados na primeira parte da competição

Por Alexandre Ricardo — Recife

Globo Esporte

O momento vivido pelo Náutico é motivo de preocupação quando o assunto é luta pelo acesso à Série A. Com uma única vitória nos últimos 11 jogos, o Timbu vai precisar, no segundo turno, repetir ou até mesmo superar o aproveitamento obtido na primeira metade da competição para terminar a Série B no G-4.

Nas 19 rodadas iniciais da competição, a equipe alvirrubra acumulou 30 pontos – oito vitórias, seis empates e cinco derrotas, com aproveitamento de 52,6% dos pontos disputados.

No histórico do formato de pontos corridos da Série B, disputado desde a edição de 2006, apenas o Vitória, com 59 pontos em 2007, conseguiu voltar à primeira divisão com uma pontuação inferior a 60. Todos os demais quartos colocados tiveram um aproveitamento de pelo menos 52% durante as 38 rodadas da Segundona.

Em cinco partidas disputadas neste segundo turno, o Náutico tem uma vitória, dois empates e duas derrotas. O aproveitamento é de 33,3% – é apenas o 13º da classificação do returno. Nos últimos 10 jogos, a campanha do Timbu só fica à frente do Brasil de Pelotas – que está na lanterna da Série B e só venceu duas partidas até o momento.

– Quando as vitórias não vêm, tudo nos preocupa. Preocupa não fazer gols, não jogar bem, não ter a intensidade que tínhamos no começo do campeonato. Sem as vitórias, surgem muitas coisas a melhorar. Temos que procurar o que estamos errando para acertar, porque ainda dá tempo de conquistar nosso objetivo – disse o meio-campo Jean Carlos, artilheiro do time na Série B com nove gols marcados.

De acordo com o site Infobola, do matemático Tristão Garcia, as chances do Náutico terminar no G-4 giram em torno de 7% atualmente. A distância para o quarto colocado, CRB, é de seis pontos. O site Chance de Gol, por sua vez, aponta que, com 62 pontos, uma equipe tem hoje 50% de chegar à Série A, faltando 14 rodadas para o fim da competição.

“A gente está trabalhando para melhorar todos os aspectos. Temos conversado muito com (Marcelo) Chamusca, com o grupo, para evoluir a cada treino, a cada jogo, e voltar a fazer o que fazíamos no início da temporada”, reforçou Jean Carlos.

Pontuações de cada 4º colocado nos pontos corridos da Série B:

  • 2020 — Cuiabá – 61 pontos – 53,50% de aproveitamento
  • 2019 – Atlético-GO – 62 pontos – 54,38% de aproveitamento
  • 2018 – Goiás – 60 pontos – 52,63% de aproveitamento
  • 2017 – Paraná – 64 pontos – 56,14% de aproveitamento
  • 2016 – Bahia – 63 pontos – 55,26% de aproveitamento
  • 2015 – América-MG – 65 pontos – 57% de aproveitamento
  • 2014 – Avaí – 62 pontos – 54,38% de aproveitamento
  • 2013 – Figueirense – 60 pontos – 52,63% de aproveitamento
  • 2012 – Vitória – 71 pontos – 62,28% de aproveitamento
  • 2011 – Sport – 61 pontos – 53,5% de aproveitamento
  • 2010 – América-MG – 63 pontos – 55,26% de aproveitamento
  • 2009 – Atlético-GO – 65 pontos – 57% de aproveitamento
  • 2008 – Barueri – 63 pontos – 55,26% de aproveitamento
  • 2007 – Vitória – 59 pontos – 51,75% de aproveitamento
  • 2006 – América-RN – 61 pontos – 53,5% de aproveitamento

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Custo-benefício e gatilho contratual aceleraram fim de era de altos e baixos de Thiago Neves no Sport

Meia foi importante na permanência do time na Série A do ano passado e gerou repercussão positiva entre torcedores, mas em 2021 não conseguiu render o esperado

Por Rômulo Alcoforado, Tiago Medeiros e Carlyle Paes Barreto — Recife

Globo Esporte

A passagem de Thiago Neves pelo Sport foi abreviada nesta segunda-feira, quase exatamente um ano após sua chegada ao clube – ele foi apresentado em 19 de setembro de 2020. O meia sai do Leão, com quem tinha contrato até o final do ano, com bom relacionamento com a atual diretoria, mas precisa chegar a um acordo a respeito de valores a receber de salários e outros pagamentos atrasados.

O custo-benefício do jogador, um gatilho que previa renovação automática se ele fizesse 24 partidas na temporada e a necessidade do Sport de abrir espaço na folha salarial para se reforçar para a Série A foram os principais motivos da rescisão.

No total, Thiago Neves ficou por um ano no Leão, fez 46 jogos e marcou oito gols. Não conquistou títulos. Entenda abaixo, ponto por ponto, a saída dele:

Custo-benefício

O jogador tinha um dos salários mais altos do Sport, em crise financeira há pelo menos quatro temporadas. Sua permanência só se justificaria, portanto, se ele estivesse decidindo em campo.

Nesta temporada, porém, não foi isso que aconteceu. Importante para a permanência do Sport na Série A do ano passado, Thiago Neves não conseguiu manter o desempenho.

Com problemas de lesão e dificuldades para chegar ao melhor condicionamento físico após contrair Covid-19, Thiago perdeu muitos jogos e não esteve perto do nível que apresentou em 2020 – quando foi decisivo nas partidaschegou a marcar gol de bicicleta e virou meme positivo com a expressão “nevar no Recife”.

Gol do Sport! Patric toca, bola desvia em Maidana e Thiago Neves emenda uma bela bicicleta para abrir o placar, aos 27 do 2º

Neste ano, disputou 21 partidas e marcou dois gols com a camisa do Sport (um no Brasileiro e um no Pernambucano). Na última temporada, foram 25 jogos, com seis gols anotados (todos pela Série A).

A diretoria compreende, segundo apurou a reportagem, que Thiago Neves vinha se dedicando nos treinos, mas o rendimento em campo não era o suficiente para ajudar o Leão a sair do Z-4 da Série A.

Segundo fontes ouvidas pelo gea recente polêmica em que Thiago Neves se envolveu não foi fator decisivo para a saída.Ele viralizou ao responder a um torcedor com um tom que não agradou a diretoria e a torcida do Sport. Para negar que estivesse “tumultuando o ambiente”, o meia argumentou que havia contribuído financeiramente para compra de frutas e materiais para o clube.

Thiago teve uma conversa com a diretoria e com o técnico Gustavo Florentín após o episódio e admitiu que errou a mão e expôs o Sport. O jogador chegou a postar mensagem misteriosa sobre críticas, mas não ficou mágoa em relação a esse assunto.

Thiago Neves mostra confiança em permanência do Sport e alfineta rivais

Ainda durante a passagem, Thiago Neves esteve perto de deixar o clube em julho, em meio a crise política do Sport e salários atrasados, mas com a renúncia da antiga presidência aceitou ficar após conversa com a nova diretoria. Junto a outros atletas, aceitou suspender 30% dos salários até o final do ano para aliviar o peso financeiro do Leão.

Necessidade de reforçar o elenco

Na penúltima colocação da Série A, a seis pontos de sair da zona de rebaixamento, o Sport tem a necessidade de reforçar o elenco. Segundo uma fonte, o Leão precisa “desesperadamente” de contratações (para a lateral direita, por exemplo). Duas coisas pesam contra: o orçamento limitado e o fim do prazo de inscrições (até a próxima sexta-feira).

Essas duas condicionantes favoreceram o fim da relação do clube com Thiago Neves. O Sport precisava abrir espaço na folha salarial. E tinha que fazer isso com urgência, já que não podia mais protelar a decisão de mexer no elenco.

Gol do Sport! Thiago Neves cobra falta com categoria e abre o placar, aos 20′ do 1º Tempo

Gatilho no contrato

Houve ainda um terceiro elemento que determinou a antecipação do fim do contrato de Thiago Neves: um gatilho em seu contrato que previa uma renovação automática caso o meia completasse 24 partidas na Série A (independente se começando ou entrando com a bola rolando). Ele está com 14.

Como o Sport não tinha intenção de renovar seu contrato, firmado pela gestão anterior, a diretoria entendeu que este era o momento ideal para conversar com o atleta, expor as razões e romper o vínculo.

Por isso, Thiago Neves e seu agente foram chamados para uma reunião na última segunda-feira (chamada de “conversa de alto nível” pelo Sport), na qual ficou decidida a saída do jogador da Ilha do Retiro.

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Santa Cruz ultrapassa América-RN e se isola como clube com mais rebaixamentos no Brasil

Tricolor volta para a Série D do Campeonato Brasileiro após dez anos, acumulando oito descensos em sua história

Por Alexandre Ricardo — Recife

Globo Esporte

Ninguém foi mais rebaixado no futebol brasileiro do que o Santa Cruz. Com a queda para a Série D concretizada a uma rodada do fim da Série C, o Tricolor chegou a oito descensos em sua história e ultrapassou o América-RN – que soma sete rebaixamentos.

Em 24 participações na Série A do Brasileirão, o Santa Cruz desceu para a Série B em cinco ocasiões: 1988, 1993, 2001, 2006, 2016. Na Segundona, o clube coral terminou entre os quatro últimos colocados nas edições de 2007 e 2017.

Alguns jornalistas e historiadores contabilizam que o clube também foi rebaixado ao fim da Série C de 2008, mas tecnicamente isso não aconteceu. O ano foi atípico por conta da criação da Série D, iniciando em 2009, e como o Tricolor não terminou entre os 16 primeiros entre os 63 times participantes da Série C, acabou tendo que jogar a quarta divisão.

O Santa Cruz só conseguiu sair da Série D em 2011. Dez anos depois, volta para sua quarta participação no último escalão do futebol brasileiro.

Rebaixado, Santa Cruz vai disputar a Série D pela quarta vez em sua história

Histórico do Santa Cruz no Campeonato Brasileiro

Série A24 participações (1960, 1969-1981, 1984-1988, 1993, 2000, 2001, 2006, 2016)
Série B20 participações (1982, 1983, 1989-1992, 1994-1999, 2002-2005, 2007, 2014, 2015, 2017)
Série C7 participações (2008, 2012, 2013, 2018, 2019, 2020, 2021)
Série D4 participações (2009-2011 e 2022)

Fonte: ge

Ranking dos rebaixados

Desde 2017 na Série D, o América-RN vem logo atrás no ranking dos clubes com mais rebaixamentos na história. Nos últimos anos, o Dragão ganhou as companhias de América-MG, Vitória e Criciúma, que também chegaram ao sétimo descenso.

Também rebaixado antecipadamente para a quarta divisão, o Paraná tinha caído apenas duas vezes – ambas da Série A para a Série B – em 1999 e 2007. Depois de terminar no Z-4 em 2018, o Tricolor da Vila Capanema desceu pela primeira vez para a Série C em 2020 e agora conheceu seu quinto rebaixamento.

Clubes com mais rebaixamentos no futebol brasileiro

Série ASérie BSérie CTotal
Santa Cruz1988, 1993, 2001, 2006, 20162007, 201720218
América-RN1982, 1998, 20072004, 2010, 201420167
América-MG1993, 1998, 2001, 2006, 2016, 201820047
Vitória1982, 1991, 2004, 2010, 2014, 201820057
Criciúma1988, 1997, 2004, 20142005, 2008, 20197
Goiás1982, 1993, 1998, 2010, 2015, 20206
Coritiba1989, 1993, 2005, 2009, 2017, 2020
Paysandu1983, 1995, 20052006, 2013, 20186
Joinville1982, 1983, 20152004, 201620186

Fonte: ge

Possibilidades para 2021

Com as Séries A e B em andamento, o ranking ainda pode ser modificado nesta temporada. Atualmente no 18º lugar do Brasileirão, o América-MG corre o risco de empatar com o Santa Cruz na primeira posição da indigesta lista. Com 97,2% de possibilidade de rebaixamento, de acordo com o site Chance de Gol, o Sport quer evitar a sexta queda na história.

Assim como o América-MG, o Vitória também lida com os riscos de chegar ao oitavo rebaixamento. Com 24 pontos, o Leão de Salvador ocupa a 17ª posição da Série B.

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De esperança a decepção: reforço com status de estrela, André chega a oito jogos seguidos sem marcar

Após chegar ao clube com meta de ultrapassar marca de Diego Souza, centroavante tem dois gols em 19 partidas pelo Rubro-negro, com uma média de 0,1 por confronto

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Contratado para ser o principal nome do Sport no ataque, André empolgou a torcida ao balançar as redes na estreia pelo clube – diante do Internacional, em pleno Beira-Rio. Mas o cartão de visitas – positivo naquele momento – não condiz mais com o rendimento do centroavante.

Após 19 partidas pelo Rubro-negro, o camisa 90 tem apenas dois gols – com uma média de 0,1 por confronto. Com a derrota por 3 a 0 para o Atlético-MG, no último sábado, completou oito jogos seguidos sem marcar. Tornando-se a principal decepção do setor ofensivo nesta Série A.

André voltou ao Sport – em maio deste ano – após duas passagens marcantes que deixaram saudades na Ilha do Retiro. Tem a artilharia do clube em uma única edição do Brasileiro, além de ser o terceiro jogador com mais gols pelo Leão na Série A.

Naquela época, o centroavante disse chegar ao Rubro-negro com a meta de superar a marca de Diego Souza – que tem 33 gols em Brasileiros pelo Sport. Mas não tem rendido como esperado, marcando dois gols – contra Inter e Fluminense – desde que chegou ao clube.

O aproveitamento, inclusive, fez André perder a posição para Mikael, titular na última rodada. Revelado pelo Sport, o prata da casa segue como artilheiro na temporada – com oito gols.

Diante do Atlético-MG, no último sábado, André foi acionado no segundo tempo e pouco fez. Com pouca movimentação e sem espaços, o jogador praticamente não apareceu desde que entrou em campo. Ele ainda chegou a balançar as redes, mas teve o lance anulado por impedimento.

O aproveitamento do centroavante, entretanto, é um reflexo do que o sistema ofensivo do Sport tem feito nesta Série A. A equipe segue como dona do pior ataque da competição, com oito gols marcados. Como efeito comparativo, o Grêmio, segundo pior, tem 14 gols em 18 jogos. Três a menos que o número de duelos disputados pelo Leão.

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Queda livre: Náutico tem segunda pior campanha da Série B nos últimos 10 jogos

Timbu só ganhou uma partida neste recorte, contra o CSA, e soma apenas 16% de aproveitamento, superior apenas ao do Brasil de Pelotas

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Náutico arrasador do início da Série B, líder por 14 rodadas consecutivas, deu lugar a um time quase oposto àquele. Nos últimos 10 jogos, o Timbu tem a segunda pior campanha da Série B – à frente apenas do Brasil de Pelotas, também lanterna geral da competição.

Nas últimas 10 partidas, o Náutico só venceu uma (contra o CSA, na 20ª rodada, estreia de Marcelo Chamusca). Além disso, empatou duas partidas. Todas as outras sete foram derrotas, inclusive a do último sábado, contra o Botafogo.

Melhores momentos de Botafogo 3 x 1 Náutico pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro Série B

No total, o Náutico somou apenas cinco pontos em 10 partidas. O aproveitamento é de apenas 16%, segundo pior da Série B. É superior apenas ao do Brasil de Pelotas, que somou quatro pontos ao longo dessa mesma quantidade de jogos (14% de aproveitamento).

A comparação com as 10 primeiras rodadas do próprio Timbu mostra o abismo. Na largada da competição, o Náutico somou 24 pontos em 30 possíveis (80% do total). Agora, são apenas cinco pontos e 16% de aproveitamento.

Nos 10 últimos jogos, quem lidera é o Botafogo, algoz do Timbu na rodada passada. O Fogão anotou 25 pontos (dos 30 que jogou). São 83% de aproveitamento.

Neste recorte, o Timbu marcou cinco gols e tomou 18. Tem a pior defesa (18 gols sofridos) e o pior saldo de gols (-13) entre todos os 20 times.

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