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Com Luan Polli suspenso, Sport acumula desfalques e traz desafio para Jair Ventura contra Vasco

Rubro-negro também tem o lateral-direito Raul Prata e o volante Marcão lesionados, e o atacante Leandro Barcia isolado por caso de Covid-19 na família

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Jair Ventura inicia a semana com um quebra-cabeças para armar o Sport no confronto com o Vasco, às 16h30 do sábado. Isso porque a equipe não poderá contar com o goleiro Luan Polli, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, e acumula desfalques no elenco. Caso do lateral-direito Raul Prata, do volante Marcão e dos atacantes Marquinhos e Leandro Barcia. Os dois últimos ainda sem previsão de volta.

Por outro lado, o Rubro-negro poderá contar com Patric, que cumpriu suspensão na última rodada. A volta do atleta, que vinha como titular absoluto na equipe, traz tranquilidade ao treinador ao menos para a lateral direita. A tendência é de que ele volte ao time e divida a posição com Sander, na lateral esquerda.

Ao longo da semana, Jair Ventura também volta às atenções para os atletas que saíram de campo com dores. Caso do meia Jonatan Gómez, do lateral-direito Ewerthon e do zagueiro Chico.

“Chico sentiu, Jonatan sentiu e o Ewerthon não aguentou também, já que fez a estreia com a gente. Não suportou, teve câimbras e acabou pedindo para sair. Foram três substituições que amarram muito a vida do treinador quando você tem essas substituições obrigatórias.”

Antes de entrar em campo, o Sport teve quatro desfalques de última hora contra o Ceará e agora, ao menos, tem uma semana de treinamentos para trabalhar a reposição dos jogadores na equipe.

Marcão tem uma lesão na panturrilha e está fora por 15 dias. Raul Prata sofreu uma entorse no joelho e precisa de 10 dias para voltar, segundo o diretor médico do Leão, Stemberg Vasconcelos. Leandro Barcia, por sua vez, está isolado por precaução após a esposa testar positivo para Covid-19. E Marquinhos virou desfalque por problemas pessoas, mas ainda não há previsão de retorno., de acordo com a assessoria de imprensa do clube.

Confira o elenco do Sport em 2020

  • Goleiros: Maílson, Luan Polli, Carlos Eduardo e Túlio
  • Lateral-direito: Patric, Raul Prata (lesionado) e Ewerthon
  • Zagueiros: Rafael Thyere, Maidana, Adryelson, Chico e Pedrão (sub-20)
  • Lateral-esquerdo: Sander, Júnior Tavares e Luciano Juba
  • Volantes: Márcio Araújo, Marcos Serrato, Ricardinho, Marcão (lesionado), Betinho (transição física), Ronaldo Henrique, João Igor, Alê Santos (em recuperação) e Ítalo (Sub-20)
  • Meias: Thiago Neves, Lucas Mugni, Jónatan Gomez e Bruninho
  • Atacantes: Hernane Brocador, Leandro Barcia (isolado), Marquinhos (desfalcou por problemas pessoais), Rogério, Lucas Venuto e Maxwell

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Botafogo anuncia contratação do técnico argentino Ramón Díaz

Novo treinador assume após saída de Bruno Lazaroni e chega ao Rio de Janeiro no próximo sábado. Díaz será o quarto comandante alvinegro nesta temporada

Por Redação do ge — Rio de Janeiro

Globo Esporte

O Botafogo anunciou nesta quinta-feira a contratação do treinador argentino Ramón Díaz, que chega a General Severiano para suceder o recém-demitido Bruno Lazaroni. O novo comandante assinou até o fim de 2021 e chega ao Rio de Janeiro no próximo sábado.

+ Bastidores: os motivos da aposta em Díaz

A negociação não foi demorada. O argentino virou a bola da vez depois das tratativas frustradas com o venezuelano César Farías, que não foi liberado pela seleção boliviana. Díaz, por outro lado, estava sem clube desde que deixou o Libertad, do Paraguai, em setembro.

Com 61 anos, o argentino terá a primeira oportunidade no futebol brasileiro. O novo treinador chega ao Rio de Janeiro neste sábado. Como o clube ainda precisa passar pela burocracia para registrá-lo na CBF, a estreia deve ficar para a próxima semana. No entanto, há chance de ele acompanhar a delegação até Salvador para a 20ª rodada do Brasileirão, contra o Bahia.

Díaz será o quarto técnico do Botafogo nesta temporada. O clube começou 2020 com Alberto Valentim, dispensado em março e sucedido por Paulo Autuori. Em setembro, nova mudança: Bruno Lazaroni, que ficou no cargo por cerca de um mês.

Ramón Díaz foi um jogador importante do futebol argentino, principalmente no River Plate e na seleção nacional. Depois de pendurar as chuteiras, comandou no país natal equipes como San Lorenzo e Independiente, além do próprio River, onde foi multicampeão. No currículo internacional, tem passagens por Inglaterra, México e Paraguai.

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Seis jogadores do Santa Cruz testam positivo para covid-19

Na lista dos que testaram positivo estão o lateral-direito Toty, os zagueiros Danny Morais, William Alves e Denilson, além do volante Paulinho e do atacante Pipico

NE10 INTERIOR Por NE 10 Interior

Seis jogadores do Santa Cruz acusaram positivo para a covid-19. A equipe coral recebeu o resultado dos testes no elenco, na tarde desta quinta-feira (05). Na lista dos que testaram positivo estão o lateral-direito Toty, os zagueiros Danny Morais, William Alves e Denilson, além do volante Paulinho e do atacante Pipico. Todos estão fora da partida contra o Vila Nova-GO, no Estádio do Arruda, pela 14ª rodada da Série C do Campeonato Brasileiro.

Além dos seis novos confirmados nesta quinta-feira, os atacantes Caio Mancha e Negueba, além do técnico Marcelo Martelotte também testaram positivo na última semana e estão na reta final do período de quarentena. Inclusive, o treinador pode voltar a trabalhar com o grupo nesta sexta-feira (6).

Prováveis substitutos

Seis jogadores do Santa Cruz testam positivo para covid-19 e a tendência é que Elivelton e Célio Santos assumam a dupla de zaga, enquanto Paulinho deve ser substituído por Bileu, que formará dupla de volantes com André. Outro que pode ganhar a vaga é Tinga. Na vaga de Pipico, o substituto natural é o atacante Victor Rangel.

Informações do Jornal do Commercio

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Titular absoluto no Santa Cruz, Toty desbanca Pipico como cobrador oficial de pênaltis

Dono da lateral direita, jogador tem aproveitamento de 100% nas penalidades e diz viver melhor momento da carreira

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Discreto e avesso às aparições midiáticas, Toty vem chamando a atenção no Santa Cruz pela eficiência em campo. Dono da lateral direita tricolor, ele acumula cinco gols em 31 jogos, nesta temporada. Aproveitamento que o fez se tornar uma das principais peças da equipe de Marcelo Martelotte.

O bom momento, na avaliação de Toty, é fruto da mentalidade do grupo coral, que foca na evolução coletiva.

– A gente nunca buscou aparecer. A gente queria, sempre queremos, ajudar, somar, dar o nosso melhor. É contribuir da melhor maneira possível para um objetivo maior que é a vitória do grupo. Em uma ou outra oportunidade a gente está conseguindo se destacar um pouco mais também, mas não que esse seja o nosso principal objetivo. A gente fica feliz por isso, mas o objetivo é em grupo, é o conjunto. Acho que isso tem feito a diferença para o individual sobressair. Acho estamos no caminho certo.

A fase iluminada fez com que Toty desbancasse até mesmo o artilheiro da equipe, Pipico. Mesmo tendo como principal ofício o sistema defensivo, o lateral assume a função de goleador na hora de bater as penalidades. Foram cinco cobranças nesta temporada e todas acabaram no fundo das redes.

– Pipico é um ótimo batedor de pênalti, todo mundo sabe disso. Mas futebol é momento, né? Meu momento, nos pênaltis, é melhor.

Os elogios constantes foram suficientes para que Toty elegesse o atual momento no Tricolor como a melhor fase da carreira. No entanto, o lateral deixa claro que espera por mais.

– Acredito que tem sido meu melhor momento, sim. Claro que a gente sonha evoluir mais, melhorar mais, caprichar mais em todos os aspectos. Mas aqui tem sido meu melhor momento.

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Cruzeiro faz pior campanha de grandes e Chape tem melhor defesa da história; veja balanço do turno da Série B

Mesmo considerado os seis pontos retirados pela Fifa, Raposa tem desempenho mais fraco entre grandes de Rio, São Paulo, Minas e Rio Grande do Sul que disputaram a competição a partir de 2006

Por Rômulo Alcoforado — Recife

Globo Esporte

A Série B chegou, na última segunda-feira, a um marco importante: a 19ª rodada – a metade da competição, fim do primeiro turno. Veja abaixo o balanço da primeira metade da Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro, dividido pelos tópicos mais interessantes.

Pior campanha entre grandes do Brasil

Cruzeiro, pela história e tradição, começou a Série B como favorito. Ao fim do primeiro turno, no entanto, não só não justificou a expectativa, como também decepcionou seus torcedores com o pior desempenho de um dos grandes do futebol brasileiro na competição desde 2006, quando foi estabelecido o sistema de pontos corridos.

Com 20 pontos em 19 partidas, o Cruzeiro fechou o primeiro turno na 16ª posição, uma acima da zona de rebaixamento. Mesmo se não tivesse sido punido pela Fifa com a perda de seis pontos (por uma dívida), ainda assim seria a pior campanha do grupo que compreende os quatro times grandes de São Paulo, os quatro do Rio, os dois de Minas Gerais e a dupla Gre-Nal.

Até então, a pior campanha de uma dessas equipes no primeiro turno da Série B era do Atlético-MG, em 2006, quando fez 29 pontos e acabou na sexta posição.

Mesmo com os seis pontos que perdeu, o Cruzeiro teria só 26 e estaria no meio da tabela (abaixo do rival em pontos e na classificação).

Veja, na tabela, o desempenho dos grandes do futebol brasileiro no primeiro turno da Série B.

Desempenho dos grandes no primeiro turno da Série B

AnoClubePontosPosição
2006Atlético-MG29
2008Corinthians39Líder
2009Vasco39Líder
2013Palmeiras42Líder
2014Vasco32
2015Botafogo36
2016Vasco39Líder
2017Internacional33
2020Cruzeiro20*16º

*O Cruzeiro começou a Série B com seis pontos negativos. A Fifa definiu essa punição por conta do não cumprimento da ordem de pagamento, emitida pela entidade em março, referente à dívida do clube com o Al Wahda, pelo empréstimo de seis meses do volante Denilson.

Grande campanha e melhor defesa

A Chapecoense é um ponto fora da curva nesta edição da Série B. O time catarinense tem 40 pontos e é o líder isolado após 19 rodadas. Está a quatro de distância do vice-líder (o Cuiabá, com 36) e a 10 da Ponte Preta (primeiro time fora do G-4).

A campanha também é ótima quando posta em perspectiva. A Chape tem o quarto melhor desempenho da história do primeiro turno (empatada com a que ela mesmo fez em 2013). À frente do Índio Condá, estão apenas o Vitória (44 pontos) e o Criciúma (42) de 2012, e o Palmeiras (42 pontos) de 2013.

Mas não é na campanha absoluta que a Chapecoense se destaca mais. O time de Umberto Louzer é quase imbatível na defesa.

Com apenas cinco gols sofridos em 19 jogos, a Chape tem a melhor retaguarda da história do primeiro turno da Série B em pontos corridos – destronando por muito o Bragantino de 2019, antigo detentor do recorde, vazado nove vezes a esta altura da competição.

Oeste pior de todos os tempos

Se a Chape só dá alegrias ao seu torcedor, o Oeste está no outro lado da moeda. A equipe paulista, com sete pontos em 19 partidas, faz a pior campanha da história da competição (desde 2006). É inferior até aos 9 pontos do Duque de Caxias de 2011 no primeiro turno. E acumula recordes negativos.

O Rubrão está a 13 pontos de distância do Cruzeiro, o primeiro fora da zona de rebaixamento. E precisa fazer 11 pontos para superar a pior campanha de todos os tempos da competição (do próprio Duque de Caxias, que finalizou a Série B de 2011 com 17 pontos).

O Oeste, além disso, tem o pior ataque desde 2006 (só marcou 10 gols). É a defesa mais vazada desta edição, tendo sofrido 37 gols, mas está longe dos 44 tomados pelo Campinense em 2009.

Melhor mandante

Invicto em casa, o Cuiabá é o dono da Arena Pantanal. Ali, jogou 10 vezes: ganhou sete e empatou três. O aproveitamento é de 80% dos pontos disputados (24 de de 30). CSA, com 22 pontos no Rei Pelé, e Chape, com 21 na Arena Condá, fecham o Top-3.

Pior mandante

Se você está lendo a matéria com atenção, já deve intuir quem é o dono desse nada honroso posto. Sim: o Oeste só somou cinco pontos em casa. Tem uma vitória, dois empates e sete derrotas em seus domínios.

O Cruzeiro, tendo descontado os seis pontos, é o segundo pior nesse quesito, com só oito pontos somados no Mineirão. Sem considerar a punição, no entanto, os piores – além do Oeste – são Botafogo-SP (9 pontos em casa) e Náutico (11 nos Aflitos).

Melhor visitante

A Chape ganhou 19 dos seus 40 pontos fora de casa. O aproveitamento longe da Arena Condá é de 63%. América-MG (18 pontos) e Ponte Preta (13) são os outros visitantes mais mal educados da competição. O Sampaio, com o empate diante do Brasil de Pelotas, também chegou a 13, mas tem uma vitória a menos do que a Ponte.

Pior visitante

Novamente o Oeste aparece em posição negativa. Fora de casa,o Rubrão fez nove jogos e só somou dois pontos. Acima dele, estão Vitória (seis pontos em nove jogos) e CSA (mesma pontuação do rubrro-negro baiano na mesma quantidade de partidas).

Dados individuais

As estatísticas abaixo são do SofaScore, site usado pela CBF para definir as seleções das rodadas e o craque do mês da Série B.

Artilharia

Top-5 da artilharia da Série B9999887766Caio Dantas (Sampa…Breno Lopes (Juvent…Léo Gamalho (ex-CRB)João Paulo (Ponte P…Paulo Sérgio (CSA), L…012345678910

O fato curioso é que Léo Gamalho, terceiro colocado na lista, só disputou 11 partidas e foi negociado pelo CRB com o Al-Khor-CAT.

Assistências

Maiores garçons da Série B6655444444Elvis (Cuiabá)Mazinho (Oeste)Diego Torres (CRB)Felipe Ferreira (Cuiabá)Lucas Hernández (Cuiabá)01234567

Há duas curiosidades na lista: a supremacia do Cuiabá, com três dos cinco líderes da categoria (inclusive o primeiro colocado) e a presença de Mazinho, do Oeste, que serviu companheiros para cinco gols – a metade dos marcados pelo Oeste nesta Série B.

Maiores ladrões de bola

Líderes em desarmes na Série B

JogadorTimeDesarmes
Paulo HenriqueParaná58
Paulinho MoccelinChapecoense56
Guilherme RendVitória53
Jhony DouglasParaná53
André LuizSampaio Corrêa40

Goleiros com mais defesas

Goleiros com mais defesas na Série B

GoleiroTimeDefesas
Rafael MartinsBrasil de Pelotas69
Lucas FrigeriAvaí61
João RicardoChapecoense60
RonaldoVitória57
João CarlosCuiabá56

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Jair Ventura aposta em intervalo maior entre jogos no returno para testar variações no Sport

De olho na largada para a segunda etapa do Campeonato Brasileiro, Rubro-negro disputará apenas uma partida por semana até a 31ª rodada

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Após iniciar a Série A com a desconfiança de quem teve que enfrentar o quadrangular do rebaixamento no Estadual, o Sport encerra o primeiro turno na nona posição e projetando uma largada de returno ainda melhor. Isso porque o clube terá apenas um jogo por semana até a 31ª rodada. Alívio que, para o técnico Jair Ventura, trará mais performance ao Leão.

– Com mais tempo para treinar a gente pode treinar variações, se pegar desde a minha chegada, sempre falei isso. Que o Sport vai ser uma equipe que não fica presa a um sistema de jogo. Já jogamos no 4-4-2, 4-2-3-1, no 5-3-2 contra o Atlético-MG, 4-4-2, 4-3-3. Vou tirando dentro do que os jogadores estão no melhor momento e vou achando um espaço para eles na nossa equipe. Não sou preso a uma plataforma única de trabalho e a equipe do trabalho vai ser mutável.

Sport surpreende e termina primeiro turno na 9ª posição

Jair Ventura, inclusive, chegou a apontar que a semana livre para treinos foi determinante para trabalhar as mudanças na equipe antes do empate com o Atlético-MG. Sem poder contar com Maidana, que estava suspenso, o comandante acionou Adryelson, Chico e Thyere em uma formação com três zagueiros pela primeira vez.

A aposta do treinador agora é que, com os jogos mais espaçados, o grupo tenha mais tempo para se recuperar fisicamente, uma vez que o elenco rubro-negro é enxuto.

“Dentro dessa mutação, dentro desses jogadores em melhor momento a gente vai achar o melhor time dentro da minha avaliação. Difícil meu melhor ser o melhor de todos, mas é a que a gente acredita que pode ser o melhor para o Sport para entrar e buscar o caminho das nossas vitórias.”

Até a 31ª rodada, o Leão entra em campo contra Ceará, Vasco, Atlético-GO, Santos, São Paulo, Coritiba, Grêmio, Goiás, Fortaleza, Palmeiras e Fluminense.

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Com mais quatro meses de Série A, Sport desafia tempo curto e viabilidade financeira por reforços

Afetado pela pandemia da Covid-19, campeonato está previsto para encerrar em fevereiro, e clube ainda tem eleições em dezembro; presidente ressalta posição: “Esperando oportunidade”

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Liberado pela Fifa após pagar a dívida que tinha com o Oleiros, de Portugal, o Sport trabalha para reforçar a equipe de Jair Ventura na reta final da temporada. No entanto, uma vez que está prestes a encerrar o primeiro turno do Brasileirão e com apenas quatro meses de disputa pela frente, o clube desafia condições como tempo de contrato e a viabilidade financeira para acertar acordos.

Diante deste cenário, o presidente do Leão, Milton Bivar, ressalta a posição do clube no mercado.

“Estamos esperando uma oportunidade. O mercado está muito difícil, não tem. São quatro meses de campeonato. Mas temos que estar ligados porque quando surge a oportunidade, você tem que pegar.”

O Sport enfrenta o Athletico, às 16h do domingo, com transmissão na Globo e no site do ge.

De olho principalmente em opções para o ataque – desde que os centroavantes Élton e Ronaldo saíram -, o Sport tem trabalhado para superar as dificuldades financeiras expostas no ano passado. O Leão iniciou a Série A como uma das equipes sob menor investimento, ainda trouxe nomes como Thiago Neves, mas tem a premissa de não ultrapassar os limites do orçamento.

Até porque, com a paralisação causada pela Covid-19, houve um impacto no pagamento dos salários dos atletas e funcionários, que têm sido regularizados pelo clube. Além disso, o Leão trabalha para quitar a dívida que tem com o Sporting, de Portugal, em relação à compra de André, adquirido em 2017.

Raul Prata comemora retorno ao time do Sport após atuação como lateral esquerdo

Ao mesmo tempo, o Rubro-negro tem um desafio para estipular as condições do tempo de contrato. Por conta da Covid-19, o Brasileirão está previsto para encerrar em fevereiro, além de que o clube passará por eleições em dezembro, com o encerramento do campeonato sob o comando da nova gestão.

Não à toa, maior parte dos atletas contratos estão chegando com vínculo até fevereiro de 2021, caso de Thiago Neves e Júnior Tavares, por exemplo. Assim como as extensões com os jogadores que estavam na equipe antes da paralisação, como Maidana e Bruninho.

Jair Ventura, por sua vez, como tem sido a postura do treinador, trabalha sobre a temática com sigilo.

“A gente trata internamente essas questões de situação de contratação. A gente trabalha no mundo gigante do futebol brasileiro e quando falamos alguns nomes, já passa a muitos clubes terem interesse também. Mas o Sport está sempre aberto para poder reforçar o nosso elenco.”

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Esperança de alívio aos cofres do Sport, Adryelson vai de promessa a realidade na defesa

Zagueiro de 22 anos conquistou titularidade na reta final do Brasileirão 2018 e, mesmo após trocas de técnico, tem se mantido na equipe; nesta Série A, atleta tem 87,7% de acerto nos passes

Por Camila Alves — Recife

Globo Esporte

Lançado como promessa na base do Sport, Adryelson é a principal esperança de alívio para os cofres do clube. Aos 22 anos, o zagueiro assumiu a prova de fogo da titularidade na Série A de 2020, conquistou a titularidade absoluta, caiu nas graças da torcida e conquistou valorização no mercado.

+ Confira mais notícias do Sport

Sport x Athletico tem transmissão na Globo e no site do ge, às 16h do domingo.

Gabriel Sara arrisca , acerta Adryelson e sai pela linha de fundo, aos 14′ do 1° tempo

Adryelson tornou-se nome de confiança no setor defensivo. Mesmo com as oscilações da defesa e as três trocas de técnicos ao longo da temporada, manteve-se no posto. Neste Brasileirão, em campo por 17 partidas, o zagueiro tem índice de acerto em 87,7% nos passes – 557 completos de 635.

O jogador se mostra participativo não só na retaguarda, como também no setor ofensivo. Ele fez oito finalizações pela equipe, além sete cabeceios no jogo aéreo. Em relação à marcação, o atleta coleciona 19 desarmes e só cometeu erros neste quesito em duas partidas, contra Grêmio e Atlético-GO. Além do confronto com o Internacional, quando terminou marcando contra.

Gol do Internacional! Abel Hernandez atrapalha Adryelson, que faz contra, aos 39 do 1º

Na avaliação do prata da casa, que faz parte da retomada com o técnico Jair Ventura, a consistência no desempenho vai além do trabalho individual.

“É fruto de um trabalho em conjunto. O grupo todo encaixou com a ideia de Jair. Na defesa, confiança a gente sempre tem um no outro. Agora é da continuidade no trabalho para que não venha mais sofrer esses gols como antes.”

Jonatan Gomez cruza, Adryelson tenta de cabeça e zaga faz corte providencial, aos 24 do 1º tempo

Adryelson estreou pelo profissional em 2015, mas oscilou entre subidas e descidas para as categorias de base até conseguir sequência no time principal, três anos depois. Nesta época, havia chegado de um período por empréstimo ao Palmeiras, para ganhar experiência no Sub-20 do clube.

No retorno à Ilha do Retiro, disputou a reta final do Brasileirão 2018 como titular, quando terminou rebaixado com o clube. No ano passado, seguiu no posto para a Série B do ano passado e recebeu o voto de confiança para ser manutenção após o acesso. Não à toa, apenas Maidana foi contratado para o setor.

Atualmente, Adryelson tem 94 partidas como profissional pelo Sport, além de três gols marcados.

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Com Yago Rocha e Igor Miranda, Náutico aumenta competição por vagas nas laterais

Com reforços, Gilson Kleina agora tem três jogadores para cada um dos lados: Hereda, Bryan e Yago na direita, Wilian Simões, Kevyn e Igor Miranda na esquerda

Por Rômulo Alcoforado — Recife

Globo Esporte

Entre os dois atuais reservas, a condição física parece pesar mais contra Bryan, embora ele esteja desde o começo do ano no Timbu. Sua última partida foi no início de setembro, quando teve uma lesão no joelho direito. Passou um bom tempo no estaleiro e só retornou aos treinos com o grupo na última semana – mas ainda assim precisa de melhor condicionamento.

Na esquerda, o titular Wilian Simões tem as concorrências de Kevyn, que estava no clube, e do novato Igor Miranda. Ele volta à equipe para o jogo de sábado, contra o CSA, pela 19ª rodada, após cumprir suspensão contra o Cruzeiro, e acredita que não pode abrir espaço para a concorrência, mas ressalta a importância de ter muitas opções para o técnico usar.

– Isso é importante para o grupo do Náutico ter jogadores de qualidade, quando sai um, entra outro, mantém o nível de qualidade. Isso é importante também para o nível de treinamento ser alto. A gente é amigo, independentemente de ser da mesma posição. Isso é bom para o clube.

Na direita, o titular é Hereda, que agora tem dois rivais internos pela posição: Bryan, que está recuperado de lesão, e Yago Rocha, recém-chegado do Goiás.

Entre os dois atuais reservas, a condição física parece pesar mais contra Bryan, embora ele esteja desde o começo do ano no Timbu. Sua última partida foi no início de setembro, quando teve uma lesão no joelho direito. Passou um bom tempo no estaleiro e só retornou aos treinos com o grupo na última semana – mas ainda assim precisa de melhor condicionamento.

Já Yago entrou em campo pela última vez no dia 4 de outubro, quando o Goiás enfrentou o Santos pela 13ª rodada da Série A. Naquela ocasião, o lateral jogou por 78 minutos.

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Técnico alimenta concorrência e não garante quarteto com André, Paulinho, Chiquinho e Didira

Marcelo Martelotte responde a questionamento sobre formação ideal do Santa Cruz, mas sinaliza time acordo com situação exigida para partida; na última rodada, Bileu ganhou vaga de André

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

André, Paulinho, Didira e Chiquinho. Por essas quatro peças, passou a chave do sucesso do Santa Cruz em vários jogos da temporada. Eles, no entanto, ainda não foram utilizados juntos como titular. Na vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo-PB, na última rodada, o técnico Marcelo Martelotte teve essa possibilidade, mas não fez uso do que poderia ser visto como o meio-campo ideal.

– Pode não ser o ideal para mim. Pode ser o ideal para outras pessoas – disse o treinador, que, logo em seguida, traçou razões mais específicas para explicar a montagem do time e indicou que aposta na montagem de acordo com o rival.

Nesse cenário, as peças citadas foram o volante André e o meia Chiquinho. Ambos ficaram no banco de reservas contra o Belo, e só André foi acionado nos minutos finais do duelo. Nesse último caso, o jogador perdeu o posto de titular para dar espaço à volta de Paulinho, que também vinha de lesão. Ele, no entanto, disputa um lugar direto com Bileu, que foi mantido entre os 11 iniciais.

– O André também tem muita qualidade, vinha jogando muito bem. Agora, a opção pelo Bileu, com os dois atacantes mais rápidos do lado de campo, é uma ideia de jogo para essa partida. Não é nada definitivo. É algo que pensava para esse jogo especificamente.

Já em relação a Chiquinho, Martelotte sinaliza um maior cuidado com a condição física do jogador, que ficou apenas no banco de reserva após se recuperar de uma lesão muscular.

– Na verdade, Chiquinho não está no melhor da sua condição. Está voltando agora [de lesão]. A gente trouxe ele para o jogo, com o pensamento de, em caso de necessidade, usá-lo em um período específico. Do jeito que o jogo se desenhou, não houve essa necessidade da entrada.

Ainda em relação ao time, o técnico do Santa Cruz já afirmou que deve usar os dois próximos jogos da Série C para fazer observações e, em seguida, manter uma formação para entrar forte na reta final da competição.

No momento, o Tricolor é líder do grupo A com 27 pontos e já atingiu a média histórica para avançar de fase – ainda que não esteja classificado matematicamente. A equipe tem dez pontos de vantagem em relação à Jacuipense, mas ainda restam seis jogos para finalizar a chave.

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