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Santa Cruz defende bom retrospecto da última década na primeira fase da Copa do Brasil

Entre 2011 e 2020, Tricolor só não conseguiu avançar no torneio em duas ocasiões; desta vez, desafio é diante do Ypiranga-AP, no Rio de Janeiro

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Nesta sexta-feira, o Santa Cruz estreia na Copa do Brasil com a missão de manter o bom retrospecto na primeira fase do torneio nacional. Na última década, entre 2011 e 2020, o Tricolor do Arruda só não conseguiu avançar em duas ocasiões – 2012 e 2018.

No período, o clube coral não disputou a Copa do Brasil em 2015 – após não ter conseguido vaga na temporada anterior. Em 2017, a equipe entrou diretamente nas oitavas de final após ter sido campeã da Copa do Nordeste de 2016. Porém, acabou sendo eliminada pelo Athletico.

Em 2021, o Santa Cruz vai ter a missão de encarar o Ypiranga-AP, atual campeão amapaense. E um dos algozes corais na última década veio do Norte do país – em 2012, o Tricolor foi eliminado pelo Penarol-AM. Depois de ganhar por 2 a 1 em Manaus, os pernambucanos acabaram sendo derrotados pelo placar de 3 a 2, no Arruda.

Na temporada 2018, quem desclassificou o Santa Cruz foi o Fluminense de Feira de Santana-BA. Já no atual regulamento, com o time visitante jogando pelo empate, os tricolores acabaram sendo derrotados por 2 a 0.

Por conta das restrições do Governo do Amapá, o Santa Cruz vai entrar em campo na cidade de Mesquita, no Rio de Janeiro. O duelo com o Ypiranga está marcado para as 15h30 desta sexta-feira, no Estádio Giulite Coutinho.

Santa Cruz na primeira fase da Copa do Brasil (2011-2020

2011Corinthians de Caicó-RN 1 x 4 Santa Cruz
2012Penarol-AM 1 x 2 Santa Cruz | Santa Cruz 2 x 3 Penarol-AM
2013Guarani de Juazeiro-CE 1 x 2 Santa Cruz | Santa Cruz 2 x 0 Guarani de Juazeiro-CE
2014Lagarto-SE 0 x 1 Santa Cruz | Santa Cruz 3 x 1 Lagarto-SE
2016Rio Branco-ES 0 x 1 Santa Cruz | Santa Cruz 0 x 0 Rio Branco-ES
2018Fluminense-BA 2 x 0 Santa Cruz
2019Sinop-MT 1 x 2 Santa Cruz
2020Operário-MT 0 x 0 Santa Cruz

Fonte: ge.globo

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Em rodízio de volantes, Luiz Henrique deve ter primeira chance como titular na volta ao Náutico

Hélio dos Anjos afirmou, após a partida contra o Vera Cruz, no último domingo, que deve mexer novamente no setor, a fim de buscar mais entrosamento entre volantes

Por Rômulo Alcoforado — Recife

Globo Esporte

Náutico deve ter mais uma mudança no setor de meio-campo para a partida do próximo sábado, contra o Vitória-PE, pela quarta rodada do Campeonato Pernambucano. A tendência é que Hélio dos Anjos dê continuidade ao rodízio de volantes. Assim, Luiz Henrique é o favorito para ser titular (pela primeira vez em seu retorno ao clube).

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A dupla titular na cabeça de área é composta por Rhaldney e Djavan. O treinador acredita que esse par já tem “naturalidade” e agora está aproveitando o início de temporada pouco exigente, com apenas o Pernambucano para atuar e com partidas contra adversários de baixo nível técnico, para experimentar novos atletas e tentar encontrar outros entrosamentos.

Por isso, no duelo passado, contra o Vera Cruz, ele segurou Djavan no banco de reservas e acionou Marciel ao lado de Rhaldney. Sem creditar diretamente à entrada do jogador, ele admitiu que a marcação alvirrubra foi abaixo do padrão que ele espera.

Além disso, depois da partida, o treinador afirmou que vai continuar com os testes no setor e pretende dar ritmo a outros jogadores. O próximo da fila dos volantes para entrar é Luiz Henrique. Por isso, ele tem sido usado nos treinos como titular e tem a tendência de começar jogando contra o Vitória-PE.

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Terceiro goleiro em 2020, Carlos Eduardo ganha espaço e aumenta briga por titularidade no Sport

Atleta conquista vaga por escolha do técnico Jair Ventura, enfrenta resultados negativos do Rubro-negro, mas chama a atenção com defesas difíceis e ao defender pênalti contra o Confiança

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Carlos Eduardo pega pênalti de Robinho e Cristiano acerta travessão no rebote

Carlos Eduardo chegou ao Sport como melhor goleiro da Série B 2019, ainda no início da última temporada. Mas terminou virando terceira opção no posto, atrás de Luan Polli e Maílson. O camisa 92 esperou mais de um ano para estrear pelo Leão. Agora, alçado ao posto principal pelo técnico Jair Ventura, ganha espaço e aumenta briga pela titularidade na Ilha do Retiro.

A estreia de Carlos Eduardo aconteceu em 24 de fevereiro deste ano, na vitória sobre o Vera Cruz, pelo Pernambucano. Desde então ele acumula quatro partidas na equipe principal, contra CRB, Bahia e Confiança – as duas últimas, inclusive, de forma consecutiva.

Melhores momentos de Vera Cruz 1 x 3 Sport, pelo Pernambucano

Apesar dos resultados negativos, com uma vitória e três derrotas neste período, o desempenho do atleta vem chamando a atenção. No confronto com o Dragão de Sergipe, por exemplo, ele fez duas defesas difíceis e ainda segurou um pênalti cobrado por Robinho – evitando um placar mais elástico a favor do rival.

Sport amarga mais um tropeço e segue na lanterna no Nordestão

Três rodadas antes, contra o CRB, o goleiro também havia sido o centro das atenções. Sob a missão de guiar um Sport repleto de atletas da base, Carlos Eduardo fez quatro defesas – sendo duas difíceis -, só que os dois gols do time alagoano também contaram com a participação do camisa 92. Ao viver uma história do céu ao inferno, ele terminou ganhando a torcida rubro-negra nas redes sociais.

Um detalhe é que, mesmo com apenas nove partidas na temporada, todos os três goleiros foram acionados na escalação principal do Rubro-negro. Até porque Luan Polli estava de recesso durante a primeira semana de competições, logo após o término do Brasileirão 2020, adiado por conta da pandemia causada pela Covid-19.

Neste momento, por conta dos quatro jogos, Carlos Eduardo aparece como o goleiro mais acionado da equipe. Na sequência, estão o próprio Luan Polli, que vinha como primeira opção e tem três confrontos, e depois Maílson, com dois.

O detalhe é que a escolha pelo camisa 92 nas duas últimas partidas do Rubro-negro, contra Bahia e Confiança, aconteceu por escolha técnica, segundo o próprio Jair Ventura. Reforçando a disputa acirrada pela posição.

– A troca é em cima de uma meritocracia. Carlos vem treinando bem há um tempo, pedindo uma oportunidade. Dentro dessa análise feita pela comissão técnica, era a hora de dar uma oportunidade para ele. Difícil falar com placar elástico, mas ele não teve participação direta em nenhum dos gols – disse Jair, após a derrota por 4 a 0 para o Bahia.

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Lanterna, Sport vê classificação distante e depende de rivais para avançar na Copa do Nordeste

Com dois pontos em cinco partidas, Rubro-negro enfrenta Santa Cruz, Ceará e Treze na reta final da primeira fase

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Melhores momentos de Sport 0 x 1 Confiança, pela Copa do Nordeste

Com dois pontos em cinco partidas na Copa do Nordeste, o Sport vê a classificação à próxima fase virar um objetivo distante. Isso porque, mantidos os aproveitamentos do G-4, o Leão precisará atingir 100% de rendimento para ter chances de classificação à próxima fase. E ainda assim não terá vida fácil na disputa.

As contas têm como base o retrospecto do Vitória, primeiro clube dentro do G-4 (em quarto lugar), e do Altos-PI, que está em quinto. Ambos os times tem os mesmos sete pontos, mas o Rubro-negro baiano vive cenário mais favorável.

O clube está com uma partida a menos porque enfrenta o CRB nesta quarta-feira, pela quinta rodada do Nordestão. Caso mantenha o aproveitamento de 58,3% nos próximos quatro jogos, a equipe chega a 14 pontos ao término desta fase. O Altos, por sua vez, só tem mais três partidas. Mas ainda assim chega a 12 pontos caso mantenha o rendimento atual: de 46,7%.

Os números são inalcançáveis para o Sport, que só pode chegar até 11 pontos – mesmo vencendo os três últimos confrontos da etapa. E por isso precisará torcer para que os rivais caiam de rendimento para 25% e 33%, respectivamente. Assim, somando apenas 10 pontos até a rodada final.

Carlos Eduardo pega pênalti de Robinho e Cristiano acerta travessão no rebote

O caminho do Rubro-negro fica ainda mais complicado quando se considera os adversários que terá pela frente. Segurando a lanterna do Grupo B, o time pernambucano tem um clássico com o Santa Cruz, como visitante, além de duelos com Ceará, na Ilha do Retiro, e Treze, longe de seus domínios novamente.

O Vitória, por sua vez, além do jogo com o CRB, também enfrenta Confiança, Treze e 4 de Julho. Enquanto o Altos encara Bahia, Santa Cruz e o mesmo CRB. Um balizador entre as equipes, ao menos, está no fato de que todos os últimos três confrontos estão divididos em um como mandante e dois como visitante.

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Com 100 jogos pelo Náutico, Camutanga projeta evolução e mais títulos pelo clube

Zagueiro completou marca centenária no duelo diante do Vera Cruz, no domingo, em sua quarta temporada no clube

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

O zagueiro Camutanga chegou ao Náutico em 2018 completamente desconhecido. Três temporadas depois, no entanto, ele está em um patamar bem diferente no clube: titular absoluto, completando 100 jogos com a camisa alvirrubra no domingo, contra o Vera Cruz. O defensor fez uma retrospectiva de sua passagem pelo Timbu e projetou ainda mais partidas e outros títulos,além dos dois que ganhou.

– Feliz por essa marca de 100 jogos, foi o primeiro clube em que eu consegui isso e onde consegui um título também. Um clube que tenho muito respeito. Espero que não sejam só esses 100 jogos, que venham muito mais pela frente.

O jogador lembrou também das dificuldades, sobretudo do início, mas preferiu se ater aos bons momentos com o Náutico, como as conquistas do Pernambucano de 2018 e da Série C do ano seguinte.

– Muito feliz por alcançar essa marca, por viver essas temporadas todas no Náutico, em que a gente já conseguiu grandes objetivos pelo clube. Fomos campeões duas vezes, conseguimos acesso, mas também tive muitas dificuldades para me adaptar. Mas hoje sou muito feliz e levo esse clube no meu coração. Quero que venha muito mais pela frente e que venham mais títulos também.

Em relação ao desempenho individual, o zagueiro se vê hoje como um jogador diferente e melhor do que aquele que chegou ao Timbu em 2018, mas também afirma que ainda há muito espaço para crescimento.

– Eu evoluí bastante durante esse tempo no Náutico. Esse desenvolvimento passou por vários treinadores. A gente tem que se adaptar ao que os treinadores querem. Tem uns que preferem que a gente saia mais para o jogo, outros querem que a gente faça diagonal, outros que a gente saia trocando passes com os volantes. Como eu procuro me adaptar ao que cada um quer, evoluí minha parte técnica e procuro evoluir cada vez mais.

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Vitória do Santa Cruz alivia pressão e gera “pontos positivos” a técnico e elenco com torcida

Estratégia de João Brigatti e aplicação tática de jogadores em triunfo sobre o Fortaleza – clube de Série A e de maior poder aquisitivo e de elenco – encerrou jejum de seis jogos sem triunfos

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

O Santa Cruz vivia jejum de seis jogos sem vitórias até bater o Fortaleza na noite desta terça-feira, por 1 a 0, fora de casa, pela Copa do Nordeste. O resultado sobre um adversário considerado mais forte – por ser de Série A e ter elenco mais qualificado no papel – foi construído com boa estratégia e aplicação tática dos jogadores.

Nas redes sociais, o tom de otimismo dos torcedores pela vitória veio com elogios à postura da equipe, vitoriosa mesmo com titulares sendo poupados para o jogo desta sexta, pela Copa do Brasil, contra o Ypiranga-AP. Dentro de campo, o que se viu foi um time focado na defesa e que marcou gol de cabeça com o zagueiro prata da casa Júnior Sergipano, de cabeça.

Considerados titulares, o meia Chiquinho e o atacante Pipico começaram a partida no banco de reservas e entraram apenas no segundo tempo. Apesar de Chiquinho ter sido importante ao cobrar o escanteio que gerou o gol de cabeça, o time coral se comportou bem na proposta tática de Brigatti antes da entrada do jogador.

Além disso, outros jogadores demonstraram que podem brigar por vaga entre os onze. O goleiro Jordan foi um dos destaques, com boas defesas – no momento, ele substitui o reforço uruguaio Martín Rodriguez, que cumpre protocolo após ter testado positivo recentemente para Covid-19.

Na partida contra o Ypiranga-AP, a expectativa é que o Santa Cruz entre com postura diferente da utilizada contra o Fortaleza. Pelo fato de ser um adversário de menor porte, o Tricolor deve “propor jogo”, que será disputado em terreno neutro: no estádio Giulite Coutinho, na cidade de Mesquita, interior do Rio de Janeiro.

Elenco e comissão técnica do Santa Cruz comemoram nos vestiários vitória sobre o Fortaleza — Foto: Divulgação/Santa Cruz

Elenco e comissão técnica do Santa Cruz comemoram nos vestiários vitória sobre o Fortaleza — Foto: Divulgação/Santa Cruz

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De Neílton a Toró, Sport consolida foco no ataque: veja o que os reforços podem oferecer ao time

Rubro-negro chega a quatro reforços para 2021, todos no setor ofensivo, antes de suspender contratações até eleição presidencial; atacante Maxwell e meia Thiago Lopes também chegam

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

O Sport completa um mês desde o início da temporada 2021 com quatro reforços contratados para a equipe. Trata-se dos atacantes Neílton, Jonas Toró e Maxwell, além do meia Thiago Lopes. O colombiano Santiago Tréllez seria mais um na lista, mas a diretoria suspendeu negociações no clube até que a eleição presidencial aconteça. O cenário, por sua vez, reforça o foco do Leão no setor ofensivo, com nomes que chegam à Ilha do Retiro sob diferentes condições.

O investimento no setor tem motivo. Até porque o Rubro-negro terminou a Série A do ano passado com o pior ataque da competição, com 31 gols, ao lado do Coritiba. Aliado a isso, o fato que poucos atletas da posição seguem no elenco: caso de Mikael, Ewerthon e Dalberto, além de Leandro Barcia e Marquinhos, que se recuperam de cirurgia.

Neilton quer repetir parceria de sucesso com Jair Ventura

Emprestado pelo Coritiba, Neílton carrega o currículo de maior referência entre os recém-chegados. Isso por conta das passagens por clubes como Santos, Cruzeiro, Botafogo, São Paulo e Internacional. Ele até chegou a estrear pelo Sport, na derrota por 4 a 0 para o Bahia, mas só atuou por 31 minutos.

Defendendo o Coritiba no Brasileirão 2020, ele fez 24 partidas e marcou uma vez. Neste período, Neílton teve média de uma finalização por jogo e um percentual de conversão de gols em 4%, segundo dados do SofaScore – especializado em estatísticas. E ainda serviu os companheiros com quatro assistências.

Além do atacante, o Sport também teve a estreia de Jonas Toró, que está emprestado pelo São Paulo. Aos 21 anos, ele tem o menor número de jogos em competição nacional na última temporada, mas vinha chamando a atenção – tanto que terminou sendo disputado por times como Fluminense, Bahia e Fortaleza.

Na Série A, o atleta fez 13 duelos – sendo um como titular -, marcou uma vez e deu uma assistência. Era um período em que entrava para dar mais mobilidade ao ataque paulista, que chegou a liderar o Brasileiro. Com pouco tempo em campo, terminou com 0,3 chutes por jogo e uma taxa de conversão de gols em 25%.

Gol do São Paulo! Toró recebe na esquerda, puxa pro meio e bate cruzado, aos 45 do 2ºT

Regularizado na última segunda-feira, Maxwell tem os melhores números entre os quatro, mas estava disputando a Série B pelo Cuiabá. Determinante na campanha do acesso, ele marcou seis gols em 32 partidas e ainda deu uma assistência. Durante o campeonato, ele finalizou pelo menos uma vez por jogo e teve uma taxa de conversão de 20%.

Último anunciado pelo Leão, Thiago Lopes aparece como o nome menos conhecido entre os torcedores. Ele estava com o Vitória na Série B de 2020, e chega para ser opção na função exercida por Thiago Neves no meio de campo. Ao mesmo tempo, oferece alternativa para as pontas no ataque, e chegou a ser usado até como lateral pelo técnico Carpegiani, no Coritiba, em 2017.

Thiago Lopes surgiu no Coxa, em 2015, mas não chegou a emplacar longas sequências durante a carreira. Ele tem a maior média de finalizações entre os quatro contratados: 1,1 por jogo na Série B 2020. Durante a disputa, marcou dois gols em 18 confrontos e ainda deu três assistências.

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João Brigatti promete volta por cima e garante permanência no Santa Cruz: “Não vou jogar a toalha”

Com uma vitória em sete jogos, treinador coral admite pressão e garante empenho para reagir no início da temporada

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

O início de temporada do Santa Cruz tem sido de maus resultados. Em sete jogos disputados entre Campeonato Pernambucano e Copa do Nordeste, o Tricolor do Arruda tem apenas um triunfo, conquistado na estreia do Estadual – contra o Vitória das Tabocas, no Arruda.

Substituto de Marcelo Martelotte no comando técnico da equipe, João Brigatti admitiu que a pressão é natural pela falta de resultados. Porém, o treinador descartou a ideia de deixar o cargo.

“A pressão é grande, essa camisa é pesada no cenário nacional. Temos falado bastante com nossa diretoria, mas logicamente não vou jogar a toalha. Não sou covarde, vou estar junto com nosso elenco e fortalecendo. Sei que vamos dar a volta por cima e ter resultados ainda nesse ano.”

Na Copa do Nordeste, são quatro derrotas em quatro rodadas até o momento. Nesta terça-feira, o Santa Cruz entra em campo diante do Fortaleza, às 21h30 na Arena Castelão.

– Nossa classificação é muito difícil, mas vamos em busca de sempre melhorar a equipe. Vamos encontrar um time muito qualificado do Fortaleza, que treina e joga junto há muito tempo. Já tem um modelo de jogo. Cabe a nós buscarmos uma solução porque teremos um jogo muito pesado e devemos estar preparados – disse o treinador coral.

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Atuação criticada de Vinícius e gols de concorrentes aumentam disputa no ataque do Náutico

Ponta titular desperdiçou chances e errou no lance do gol do Vera Cruz, enquanto Giovanny e Bryan, acionados no segundo tempo, decidiram vitória para o Timbu

Por Rômulo Alcoforado — Recife

Globo Esporte

Vinícius dá chute rasteiro para o gol, mas Igor defende e sofre falta, aos 14′ do 2º tempo

O atacante Vinícius começou o ano como titular do Náutico, mas pode ter essa posição ameaçada nas próximas partidas. Diante do Vera Cruz, no último domingo, sua atuação foi criticada por parte da torcida, sobretudo pelos gols perdidos e por ter errado no lance que gerou contra-ataque no gol do adversário (o jogo foi 3 a 1 para o Timbu). Além disso, seus principais concorrentes decidiram a vitória.

Acionados no segundo tempo, os pontas Bryan e Giovanny saíram do banco para dar a vitória ao Náutico. Giovanny fez o segundo gol do Timbu, o do desempate, aos 40 do segundo tempo, e deu assistência para o terceiro, aos 44, marcado exatamente por Bryan.

Os dois são atualmente a maior ameaça para Vinícius, já que o outro ponta titular, Erick, vive bom momento desde o final da última Série B (Ele fez o primeiro do Náutico no jogo, seu quarto gol nos últimos seis jogos).

Como o técnico Hélio dos Anjos afirmou que pretende, nos próximos jogos, mexer na equipe para dar ritmo a jogadores que não vêm atuando como titulares, é possível que Vinícius perca lugar na equipe para a próxima partida, diante do Vitória, no próximo domingo.

+ Para dar ritmo a jogadores, Náutico deve ter mudanças nos próximos jogos

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Com uma vitória em sete jogos, Santa Cruz vive pior início de temporada dos últimos 36 anos

Tricolor tem apenas 23,81% de aproveitamento, com quatro derrotas e dois empates além do único triunfo, na primeira partida pela atual temporada; dados são do Santa Stats

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

O início do calendário 2021 do Santa Cruz dentro de campo tem deixado bastante a desejar. Com apenas uma vitória em sete jogos, o Tricolor tem aproveitamento de 23,81%, números que tornam este o pior começo de temporada nos últimos 36 anos. Os dados são do Santa Stats.

O único triunfo saiu na primeira partida, contra o Vitória-PE, por 2 a 0, no Arruda, pelo Pernambucano. Mas o que parecia um bom início do técnico João Brigatti tornou-se preocupação. Na sequência, foram dois empates e quatro derrotas – a última na partida de sábado, por 2 a 1, em casa, contra o CSA, pela Copa do Nordeste.

  1. 24/2 – Santa Cruz 2 a 0 Vitória-PE – Pernambucano
  2. 27/2 – Vitória 2 x 0 Santa Cruz – Copa do Nordeste
  3. 3/3 – Central 1 x 1 Santa Cruz – Pernambucano
  4. 7/3 – Santa Cruz 0 x 1 ABC – Copa do Nordeste
  5. 11/3 – Salgueiro 1 x 0 Santa Cruz – Copa do Nordeste
  6. 14/3 – Santa Cruz 1 x 1 Sport – Pernambucano
  7. 20/3 – Santa Cruz 1 x 2 CSA – Copa do Nordeste

Todas as quatro derrotas corais foram pelo Nordestão. Com isso, o time é o lanterna do grupo A, sem pontos e a cinco do G-4 que se classifica para a segunda fase. Pelo Estadual, com 5 pontos, o Tricolor é o terceiro, na zona de classificação às quartas.

Em 1985, quando teve campanha pior que a atual com sete jogos disputados, o Santa Cruz iniciou a temporada jogando o Campeonato Brasileiro. Assim, enfrentou adversários de maior peso: empatou com Portuguesa e Vasco e foi derrotado por Flamengo, Goiás, Bahia e Vasco, tendo vencido o Santos. Naquela ocasião, o saldo de gols foi de -11, contra -3 da campanha atual.

A recuperação coral pode começar já nesta terça. O Tricolor visita o Fortaleza, no Castelão, às 21h30, pela Copa do Nordeste.

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