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Elogiado por Martelotte, Bileu está suspenso e desfalca Santa Cruz contra o Manaus

Atleta foi apontado como homem de confiança pelo treinador coral, mas tomou terceiro cartão amarelo contra Remo e não poderá atuar no duelo marcado para o próximo sábado

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Velho conhecido do técnico Marcelo Martelotte, Bileu foi uma solução encontrada pelo comandante para ocupar o espaço vago na lateral direita do Santa Cruz na vitória por 1 a 0 sobre o Remo, no Arruda, no último domingo. Com Toty e Júnior em recuperação física, o volante foi improvisado no setor e teve atuação destacada pelo comandante. Para o duelo com o Manaus, no próximo sábado, na Arena da Amazônia, no entanto, ele não terá sequência. Afinal, está suspenso pelo terceiro cartão amarelo.

– Bileu é um jogador de confiança que eu conheço, um jogador que, dentro dessas características que eu precisava, eu entendi ser importante. É diferente do Potiguar, que é um lateral que virou atacante e um atacante que virou lateral. A gente sabe que ele tem muita força ofensiva, mas, pela questão das dificuldades que eu sabia que a gente iria encontrar, precisava de um jogador de mais experiência. Potiguar entrou no segundo tempo, na hora que a gente precisava de mais força ali na marcação – disse Marcelo Martelotte.

A relação de Bileu como o novo treinador coral no Arruda é antiga. O volante esteve no grupo que conseguiu o acesso à Série A em 2015. Na ocasião, Martelotte também chegou a improvisá-lo na lateral direita, fazendo uso do mesmo recurso na partida que marcou a sua volta ao clube. Para o treinador, o atleta se destacou na parte ofensiva enquanto esteve em campo.

– Bileu teve uma atuação ofensiva muito boa porque a equipe inteira jogou melhor no primeiro tempo. No segundo tempo, a gente teve essa resiliência de, no momento de dificuldade, saber suportar a pressão do adversário e fazer um gol – destacou o treinador.

Apesar do desfalque de Bileu, Martelotte não deve ter que improvisar novamente na lateral direita. Afinal, em fase final de recuperação física após sofrer uma entorse no tornozelo, Toty deve reassumir a vaga na equipe titular.

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Sacrificado contra o Palmeiras, Brocador tenta nova chance como titular no Sport de Jair Ventura

Centroavante assumiu posto na equipe principal pela primeira vez nesta Série A contra o Palmeiras, e agora precisa se manter na preferência para enfrentar o Fluminense, no domingo

Por Camila Alves — Recife

Globo Esporte

Hernane Brocador esperou nove confrontos até conquistar uma oportunidade como titular nesta Série A. Mas o momento para contestar o baixo desempenho pelo Sport terminou comprometido. Por conta da expulsão de Sander, a atuação do atleta durou apenas 45 minutos contra o Palmeiras. Agora, na incerteza sobre o futuro na escalação, o centroavante corre por uma nova chance com o técnico Jair Ventura.

O Rubro-negro recebe o Fluminense, às 20h30 do domingo, na Ilha do Retiro, pela 11ª rodada do Brasileirão.

Titular diante do Palmeiras, Hernane buscou reforçar a marcação no ataque. Flutuou principalmente do meio para a ponta esquerda, de onde vinham maior parte das investidas do Alviverde. Por outro lado, não chegou a finalizar. O centroavante participou da movimentação com cinco passes completos e uma falta recebida.

No fim do primeiro tempo, terminou substituído pelo lateral-esquerdo Luciano Juba, após a expulsão de Sander. O centroavante, inclusive, deixou o campo visivelmente incomodado com a situação.

Após quatro partidas com Elton na escalação principal, Jair Ventura optou por começar com Hernane, mas viu as condições da partida impossibilitar uma avaliação condizente do atleta.

“Na reposição, a gente faz duas linhas de quatro, coloca um jogador mais de mobilidade como ‘falso 9’ e acaba sacrificando o nosso ‘camisa 9’. Só foram 45 minutos, mas teve oportunidade. O treinador tem que buscar dentro do grupo gerar competitividade. Todos têm que se preparar. Infelizmente ele acabou sendo substituído, então é difícil fazer uma avaliação nesse pouco tempo que jogou.”

Brocador iniciou a temporada como titular pelo Sport, mas vinha desagradando pela baixa efetividade ofensiva e terminou barrado na Série A.

As últimas partidas do centroavante no time principal, antes do Palmeiras, ficaram marcadas por cobranças, especialmente após as chances desperdiçadas na derrota para o Santa Cruz no Estadual. Até porque, na ocasião, o Leão terminou eliminado na primeira fase e precisou disputar o quadrangular do rebaixamento.

Com Jair Ventura, o atacante busca retomar a condição de referência ofensiva. Agora, terá uma semana de treinos pela frente para, como primeiro passo, conseguir manter a preferência na escalação antes de mostrar melhor desempenho, também, no campo.

Na concorrência pela posição no elenco estão Élton, que marcou duas vezes em nove partidas e perdeu a posição no último confronto. Além de Ronaldo Silva, contratado durante a paralisação, mas que não chegou a ser utilizado pelo novo treinador.

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Feliz com rendimento aos 38, Jorge Henrique atribui crescimento no Náutico a trabalho na quarentena

Veterano ganhou vaga após a retomada do futebol e, hoje, é um dos meias titulares da equipe que luta pelo acesso à Série A

Por Rômulo Alcoforado — Recife

Globo Esporte

O meia-atacante Jorge Henrique está feliz com o desempenho no Náutico. Titular do time na Série B, o veterano de 38 anos acredita que, apesar da idade avançada, consegue dar uma contribuição maior ao time do que no início da temporada. E justifica o crescimento de produção pelo trabalho “dobrado” em casa durante o período de paralisação do futebol, devido à pandemia do novo coronavírus.

– A parada (foi fundamental para o crescimento técnico). Procurei me dedicar bastante, me cuidar bastante. Me fortaleci muito, trabalhando dentro de casa. A sequência dos jogos está me dando um condicionamento melhor e, fora de campo, estou procurando me cuidar bastante.

Outro ponto importante, segundo Jorge, é o posicionamento em campo. Ponta nos melhores momentos da carreira, o jogador hoje atua como meia central no Timbu, ao lado de Jean Carlos. Ele acredita que atuar na função ajuda a potencializar as virtudes de seu jogo.

– Estou fazendo uma função totalmente diferente. Estou feliz com o que estou fazendo dentro de campo, podendo ajudar os companheiros. Independente da posição, procuro dar meu melhor. Hoje, posso dizer que estou bem à vontade dentro de campo.

Jorge Henrique minimiza o fato de ainda não ter marcado nesta Série B, alegando que tem conseguido ajudar o time nas partes tática e técnica. Neste ano, são 21 partidas e dois gols feitos.

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Quebra-cabeça: entre lesões e problemas de disciplina, Kleina tem problemas para armar Náutico

Além dos atletas contundidos, o treinador perdeu outras peças importantes, que estão treinando em horários diferentes do grupo principal por conta do risco de Covid-19

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

O tabuleiro do Náutico: entre lesionados e afastados, Kleina tem missão de escalar time

O técnico Gilson Kleina, desde que chegou ao Náutico, precisa conviver com lesões no elenco. Alguns jogadores se machucaram e juntaram-se a atletas que já tinha contusões antes mesmo da contratação do treinador. Mas, para o jogo do próximo sábado, contra o Botafogo-SP, pela nona roda da Série B, também haverá desfalques por razões disciplinares: os quatro atletas afastados dos treinos por terem furado a quarentena não estarão à disposição.

Camutanga, Diego Silva, Thiago e Kieza só serão liberados após um período de sete a dez dias, quando farão exames. Se não tiverem com a Covid-19, voltam a trabalhar normalmente.

Cada jogador, no entanto, está em um estágio diferente no time. O único deles que seria titular com certeza era o zagueiro Camutanga. Sem ele, há uma dúvida a respeito do companheiro de Fernando Lombardi no setor.

Rafael Ribeiro está correndo contra o tempo para se recuperar de uma lesão muscular que sofreu no jogo anterior do Náutico, contra o Figueirense. Já ficou fora da partida contra o Brasil de Pelotas. Rafael Dumas voltou a treinar, mas não atua desde fevereiro – tornando arriscado voltar ao time já como titular.

Por isso, o favorito para ocupar a vaga é o prata da casa Carlão, único zagueiro de origem que viajou para o Rio Grande do Sul na última partida (além da dupla titular).

Outra ausência importante para o jogo, entre os atletas que estão temporariamente afastados, é a do atacante Thiago. Não se sabe se ele seria titular, mas o jogador é acionado em todos os jogos do Náutico. Por isso, Kleina perde no mínimo uma alternativa para o decorrer da partida.

Os outros dois parecem problemas menores para esta partida. Kieza talvez estivesse recuperado das lesões musculares das duas coxas, mas também não atua há cerca de um mês. É provável que, se tivesse condições, atuasse poucos minutos ainda tentando readquirir forma física e ritmo.

Já Diego Silva não joga desde o dia primeiro de março, com problemas de lesão. Ele ainda não tem previsão para retornar.

Já no que diz respeito a lesões, três jogadores seguem em recuperação de problemas graves: o zagueiro Ronaldo Alves e os atacantes Álvaro e Matheus Carvalho ainda estão no processo de fortalecer musculatura após as cirurgias a que foram submetidos neste ano.

Em compensação, o meia Jean Carlos, artilheiro do time no ano, está de volta, após ter sido poupado contra o Brasil de Pelotas, com dores no músculo adutor da coxa direita.

Time provável

Com as ausências e o retorno de Jean Carlos, a escalação do Náutico deve ser a seguinte, com as dúvidas entre parênteses: Jefferson; Hereda (Bryan), Carlão, Fernando Lombardi e Wilian Simões; Rhaldney, Jhonnatan, Jorge Henrique e Jean Carlos; Erick (Dadá Belmonte) e Salatiel.

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Jair Ventura admite chance de jogar sem Élton e Brocador, mas explica: “Depende da circunstância”

Treinador lembrou ocasiões em que utilizou formação com “falso 9” no Corinthians e Botafogo; Sport chegou a atuar sem centroavante na segunda etapa da vitória sobre o Grêmio

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Após quatro confrontos do Sport sob o comando de Jair Ventura, a baixa produtividade dos centroavantes tem provocado questionamentos sobre a possibilidade de abandonar a função de referência no ataque para utilizar um “falso 9”. Ciente do cenário, o treinador admite a chance de atuar sem Elton ou Hernane Brocador na equipe. Atualmente, eles somam dois dos oito gols do Rubro-negro nesta Série A.

“Acho que depende da circunstância. É um cobertor curto. Eu ganho velocidade, perco a parede e a situação de conseguir manter a bola um pouco mais na frente e temporizar para nossa equipe sair compacta. Ganho em transição, fico mais veloz. Você tem que saber o que o jogo está pedindo. Existe as duas possibilidades sim.”

Disposto à mudança no Sport, Jair Ventura lembrou das ocasiões em que comandou a formação sem centroavante em cenário semelhante no Corinthians e Botafogo.

“Por um momento os atacantes também não estavam respondendo, coloquei o Jadson como ‘falso 9’ no Corinthians. Fiz isso no Botafogo, contra o Colo Colo. Eu jogava com Roger, mas estava com o resultado e era um jogo mata mata, optei por jogar com Montillo de ‘falso 9’.”

O Sport também chegou a atuar sem centroavante com Jair Ventura, na segunda etapa do confronto com o Grêmio, em que venceu por 2 a 1. Leandro Barcia substituiu Élton e terminou sofrendo o pênalti que originou o segundo gol do Rubro-negro. Naquele momento, o técnico optou por deixar o ataque mais leve, mas observou dificuldades da equipe em acertar o último passe, por conta da marcação do Tricolor.

Cabral Neto responde perguntas dos internautas e avalia possibilidade de jogar sem centroavante

Apesar do cenário, o comandante ainda saiu em defesa da escalação de Élton após a partida contra o Fortaleza, na última quarta-feira. Ao todo, ele tem 655 minutos jogados na Série A e dois gols, enquanto Hernane tem 97 minutos e não marcou.

– Élton é uma sustentação de um camisa nove. Um cara para dar o timing para a gente conseguir sair, para fazer a parede nas horas certas. É um camisa nove que a gente vem optando, mas dentro desses quatro jogos vencemos dois com ele em campo também. Quando não vence, não pode só ter um culpado, mas estamos sempre avaliando jogo a jogo, cada estratégia.

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Maya Gabeira bate o próprio recorde mundial de maior onda já surfada por uma mulher: 22,4m

Ondão surfado durante competição da WSL, em 11 de fevereiro, em Nazaré, supera antiga marca de 20,72m

Por Breno Dines — Rio de Janeiro

Quase sete meses depois de pegar uma das maiores ondas surfadas este ano em Nazaré, Portugal, Maya Gabeira teve nesta quinta-feira a confirmação que tanto esperava. A Liga Mundial de Surfe (WSL) anunciou que a brasileira bateu o próprio recorde de maior onda já surfada por uma mulher na história com a nova marca avaliada em 73,5 pés (22,4 metros). A carioca, de quebra, ainda ganhou a premiação do XXL Awards na categoria feminina de Maior Onda. A onda foi surfada em 11 de fevereiro, em Nazaré .

Maya Gabeira bate novo recorde mundial de maior onda surfada por uma mulher: 22,4m

Maya superou sua antiga marca de 68 pés (20,72 metros), que foi o primeiro recorde feminino de maior onda homologado pelo Guinnes World Records, com uma “bomba” também surfada em Nazaré, em janeiro de 2018.

– É um pouco surreal na verdade. Tá ainda caindo a ficha. Eu sabia que a onda era muito grande, tinha uma convicção que a onda era maior do que o meu recorde de 2018. Tava com uma competição bem acirrada com a Justine (Dupont), francesa, que também tinha surfado uma onda muito grande no mesmo dia – disse Maya, que surfou a onda do recorde durante um evento de tow-in organizado pela WSL.

O detalhe é que foi a Maya a grande responsável por demandar a medição da onda, feita por cientistas do Scripps Institution of Oceanography, em San Diego, na Califórnia (EUA), e pelos criadores do projeto da piscina de ondas artificiais de Kelly Slater.

– Pela primeira vez a onda foi medida fora da Liga. Eu consegui que eles levassem essas ondas para serem medidas com uma nova técnica elaborada pelos cientistas que criaram a onda do Kelly Slater e os cientistas do Scripps, o Instituto de Oceanografia de San Diego – explicou a carioca.

O recorde de maior onda da história pertence ao também brasileiro Rodrigo Koxa, que conquistou esse feito também em Nazaré, com uma bomba avaliada em 80 pés (24,4 metros).

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Executivo do Santa Cruz fala sobre saída de Itamar Schulle: “Tentamos que ficasse”

Nei Pandolfo avaliou positivamente trabalho do ex-treinador e também analisou chegada de técnico Marcelo Martelotte, com quem já trabalhou

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

A saída do técnico Itamar Schulle do Santa Cruz, nesta terça-feira, pegou muita gente de surpresa. Alegando ter uma proposta da Série B, o treinador acertou desligamento do clube – o substituto é Marcelo Martelotte. O fato foi comentado pelo executivo de futebol coral, Nei Pandolfo. Segundo ele, o Tricolor tentou evitar a saída, mas outros fatores pesaram na decisão de Schulle.

– Itamar nos comunicou pós-jogo (contra o Vila Nova), domingo, que tinha uma proposta de Série B. Proposta boa, e que tinha aceitado. Trabalhamos pra tentar que ele ficasse o máximo, até porque o trabalho que tem sido feito é muito bom. Mas, infelizmente, até por questão de família, que ele quer estar um pouco mais próximo, foi também a opção dele sair. No final acabamos entendendo a situação e iniciamos o acerto para que ele saia tranquilo e com as portas abertas no Santa Cruz.

Nei Pandolfo também falou sobre a chegada do técnico Marcelo Martelotte. Lembrou que ambos já trabalharam juntos e elogiou o ex-goleiro.

– Trabalhamos juntos no Bragantino e tivemos um período muito vitorioso e influência muito grande de treinadores como Parreira, Vanderlei (Luxemburgo) e Ênio Andrade. Marcelo teve esse mesmo caminho. Voltamos a nos encontrar no Santos, Marcelo tinha sido já campeão da Copa do Brasil e Paulista. Juntos fomos campeões da Libertadores, novamente paulistas. Tínhamos um trabalho muito bom no Santos. E a partir daí Marcelo começou a trabalhar e seguir sua carreira no futebol que é bastante vitoriosa também.

Por fim, o executivo de futebol coral avaliou que Martelotte tem tudo para dar continuidade no bom trabalho realizado por Schulle.

– Ajuda muito esse conhecimento do Santa Cruz, de todo staff e diretoria, facilita o entrosamento. Nossa equipe é muito equilibrada. Itamar deixa uma equipe muito preparada em todos os aspectos, técnico, tático, comportamental, emocionalmente também. Marcelo tenho certeza que dará sequencia nesse trabalho.

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Luciano Juba renova com Sport até 2023, e clube projeta retorno técnico e financeiro com lateral

Segundo gestor, atleta tem condições de render no presente e pode ser vendido no futuro com “retorno financeiro muito grande”; jogador mira três temporadas para mostrar serviço

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Uma das apostas da base do Sport para esta temporada, o lateral-esquerdo Luciano Juba, de 21 anos, ampliou o contrato com o clube até o fim de 2023. O acerto vem após o atleta ganhar espaço entre os profissionais e assumir a titularidade da equipe, inclusive sendo o autor de uma assistência para gol na vitória do Leão sobre o Goiás, na última rodada. Com a divulgação da assinatura contratual na manhã desta quarta-feira, o jogador agora projeta uma longa trajetória na Ilha do Retiro enquanto o clube mira retorno técnico e financeiro.

– Felicidade enorme de estar renovando este contrato com o Sport. Tenho mais três temporadas para mostrar meu serviço. Acho que isso é fruto do trabalho que estou mostrando. Agora é continuar dando o máximo. É uma motivação a mais – disse.

Ao lado do atleta no processo, o executivo de futebol Lucas Drubscky ressalta que o Sport, com essa decisão de renovação contratual, mira tanto um retorno técnico imediato quanto uma arrecadação futura com a venda do jogador.

– Luciano é mais um desses atletas, um atleta que vem tendo destaque desde o começo do ano, compondo o elenco e recentemente estando mais ativo em minutos, em presença dentro de campo. A gente espera que possa contar com ele tanto com retorno técnico e futuramente, claro, com retorno financeiro muito grande. Ele é um jogador que a gente tem uma expectativa boa de possa vir a ser e já está se confirmando como mais um grande atleta a vestir a camisa do Sport.

Até o momento, Luciano Juba disputou 12 jogos como profissional do clube rubro-negro. Ele foi titular nas últimas duas partidas do Leão, justamente nas vitórias sobre Grêmio e Goiás.

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Jair Ventura defende trabalhos no Santos e Timão após Botafogo: “Queriam feitos inéditos de novo”

De volta ao futebol comandando o Sport depois de quase dois anos afastado, técnico avaliou desempenho nos clubes paulistas, pelos quais terminou criticado

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Jair Ventura despontou como técnico ainda em 2016, quando levou o Botafogo do Z-4 à pré-Libertadores na Série A. Foi com essas credenciais que assumiu Santos e Corinthians, mas terminou criticado por conta do rendimento nos clubes paulistas. Agora no Sport, de volta após quase dois anos dedicados a estudos, o treinador avaliou o trabalho desempenhado em São Paulo durante entrevista ao podcast Embolada.

– Poderia ter sido melhor, como no Botafogo também. Eu vim de um trabalho excepcional no Botafogo, essa é a grande verdade. Porque nunca nenhum clube que entrou no Z-4 no returno, classificou para a Libertadores. Brinco que são coisas que só acontecem com o Botafogo. Venho de um trabalho com dois feitos inéditos no futebol e quando você vai para um Santos e Corinthians, as pessoas querem que você faça feitos inéditos de novo. Mas eu vejo como trabalhos regulares.

Por conta do desempenho no Botafogo, inclusive, Jair Ventura tornou-se “técnico revelação” no Brasileiro de 2016. Um trabalho iniciado pelo treinador ainda na primeira partida do Alvinegro no returno da competição.

“Quando o presidente me faz o convite, eu olho a tabela, minha estreia era contra o São Paulo no Morumbi e terminava contra o Grêmio, em Porto Alegre. Falei: ‘Caramba, vai ser uma tabela complicada’. E a gente acaba vencendo esses dois jogos, tem uma arrancada fantástica.”

Na temporada seguinte, aceitou o convite para assumir o Santos sob expectativas altas, mas o trabalho terminou não vingando. Na Série A, ele deixou o Peixe em 15º, próximo à zona de rebaixamento, com 15 pontos em 13 partidas. O técnico, por sua vez, chamou a atenção para o desempenho nas demais competições.

– Na Copa do Brasil deixei classificado às quartas de final, no Paulista ficamos entre os quatro melhores e saímos na semifinal, e no Brasileiro que demos uma oscilada no início do campeonato e acabei sendo demitido. Acho que a maior resposta do trabalho do Santos não ter sido ruim é que acho que o Corinthians, arquirrival, não vai chegar com: “Deixa eu pegar um treinador que fez um trabalho ruim aqui no Santos e trazer para o Corinthians em menos de um mês”.

Isso porque, pouco mais de um mês após deixar o Peixe, em julho, Jair aceitou o convite para comandar o Corinthians.

O clube vinha de uma sequência de títulos nacionais, com os Brasileiros de 2015 e 2017. Mas terminou aquela Série A em 13º, brigando contra a queda, após o técnico assumir a equipe em 8º.

– Momento muito delicado do clube, todo mundo sabe. Muita perda de jogadores, mas é um grande clube. Eu queria descansar naquele momento, até Andrés Sanchez me ligar numa quinta-feira, chamar para jantar e eu acabo acertando. Sexta-feira faço um treino regenerativo, sábado uma bola parada e estreio contra o Palmeiras. Segunda regenerativo, terça viaja para semifinal contra o Flamengo no Rio de Janeiro, foi tudo muito rápido.

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William Alves e Célio Santos são dúvidas para encarar Remo; Toty pode iniciar transição no Santa

Time coral também pode contar com atacante Pipico para jogo; atleta treinou normalmente

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Depois de perder a invencibilidade de 12 jogos no último sábado, com a derrota para o Vila Nova, o Santa Cruz volta as atenções para um novo confronto na Série C. O duelo com o Remo acontece às 18h deste domingo, no Arruda, mas, antes, passará pelo departamento médico. É que quatro peças do elenco precisam ser avaliadas para saber se reúnem condições de jogo: os zagueiros William Alves e Célio Santos além do lateral-direito Toty e do atacante Pipico.

Desses atletas, os casos que mais preocupam são os dos dois defensores. Na última partida, eles foram substituídos alegando cansaço muscular e agora precisam ser submetidos a exames de imagem para saber se há lesão. Portanto, são dúvidas para o confronto contra o time paraense. Especificamente com Célio Santos, o histórico também preocupa.

– Os dois apresentaram cansaço muscular e vão ser submetidos a exame de imagem. Como hoje (segunda-feira) é feriado e eles (a delegação) chega agora no fim da manhã, provavelmente, vamos fazer esses exames nesta terça pela manhã, disse o médico coral Antônio Mario.

Toty, por sua vez, foi desfalque na partida contra o Vila Nova por conta de uma entorse no tornozelo direito. O jogador está em tratamento há sete dias, mas apresenta evolução e pode ser liberado para trabalhar a parte física e depois virar opção para o duelo.

– Toty melhorou muito. Está sem inchaço e dor. Vamos avaliar para ver se já colocamos ele para a transição, completou o médico do Santa Cruz.

Pipico

Em reta final de recuperação de uma lesão na coxa esquerda, Pipico foi poupado de última hora da partida contra o Vila Nova, mas já treinou no último domingo. O jogador também será reavaliado, mas deve enfrentar o Remo.

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