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Titular durante a Série C, Tarcísio ressalta desejo de ficar no Santa Cruz após pré-Nordestão

Meio-campista é pernambucano e vive sua primeira passagem por um dos principais clubes do Recife; contrato atual com o clube termina depois de jogos da seletiva da Copa do Nordeste

Por Alexandre Ricardo — Recife

Globo Esporte

Figura presente no time do Santa Cruz durante a Série C do Campeonato Pernambucano, o meio-campo Tarcísio está confirmado no elenco que vai disputar a seletiva para a Copa do Nordeste 2022. Além disso, o jogador não tem permanência garantida para a próxima temporada, mas não esconde o desejo de continuar vestindo a camisa coral.

Natural da cidade de Carpina, Tarcísio, de 28 anos, é pernambucano e vive sua primeira experiência em um dos grandes clubes do Recife. Com passagens por Atlético-PE, Flamengo de Arcoverde, Afogados da Ingazeira e Belo Jardim, ele havia defendido, nesta temporada, as equipes do Salgueiro e do Sousa-PB.

– Meu empresário comunicou uma situação (para o fim da temporada). Mas como o Santa Cruz foi como meu terceiro clube no ano, só poderia jogar a Copa (do Nordeste). Meu pensamento sempre foi continuar aqui, sempre falei que é um sonho meu, da minha família. Por isso sempre luto para viver grandes coisas no Santa Cruz e espero contribuir da melhor forma possível para o clube sair dessa situação – disse o atleta.

Desde que chegou ao Arruda, Tarcísio atuou em nove partidas da Série C. Com o técnico Roberto Fernandes, foi utilizado com frequência na posição de segundo volante dentro do esquema com três meias dando suporte aos dois atacantes pelos lados.

Além do objetivo de garantir o Santa na fase de grupos da próxima edição do Nordestão, Tarcísio também vive a expectativa do primeiro contato com o torcedor. Com a liberação do público nos estádios de Pernambuco, o Tricolor vai poder receber a torcida no próximo dia 19 de outubro, quando enfrenta o vencedor da partida entre Floresta-CE e Treze-PB.

– A volta da torcida é muito importante. Falo até para os meus familiares que será muito bom para mim, gratificante, jogar com a presença da massa coral. Esperamos que isso aconteça o mais rápido possível, principalmente para mim que ainda não joguei com torcida aqui no Santa Cruz. Espero muito ver o Arruda lotado, nos empurrando para as vitórias e os objetivos que temos – reforçou.

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Cartaz de pais viraliza e se transforma em “profecia” após gol do artilheiro do Sport

Incentivo de pais de Mikael ganhou as redes primeiro por trocadilho não intencional, e depois por “profecia” ter se concretizado em triunfo do Leão por 3 a 1 sobre o Juventude

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

A vitória por 3 a 1 do Sport sobre o Juventude, pela Série A, teve muitos elementos especiais para o atacante Mikael. Autor do segundo gol rubro-negro na partida, o centroavante contou com a presença do seu pai e da sua mãe, Antônio e Laurejane, na Arena de Pernambuco.

Antônio carregava um cartaz com o aviso escrito “Hoje tem gol do Mikagol”. A frase acabou viralizando no Twitter do ge inicialmente, pelo trocadilho não intencional. Depois, pelo fato de a “profecia” ter se concretizado.

Ao fim da partida, Mikael comentou o carinho familiar e ainda posou ao lado do pai.

“Eu mesmo já disse que jogo futebol por amar o futebol, e por eles também. Estou muito feliz por eles presenciarem meu gol. São importantíssimos na minha carreira, é uma inspiração a mais na minha carreira.”

Mikael comemora com o pai após partida do Sport — Foto: Reprodução

Mikael comemora com o pai após partida do Sport — Foto: Reprodução

São duas rodadas consecutivas com Mikael balançando as redes. Além de ser o artilheiro do Sport na temporada, com dez gols marcados, ele também é o goleador do time na Série A – com três. Natural do município de Cláudia, no interior do Mato Grosso, ele foi criado em Bacabal, no Maranhão, onde foi captado pelas categorias de base do Rubro-negro.

Depois de uma longa viagem desde Cuiabá, a família do atacante era só alegria após o apito final na Arena. Com as vitórias sobre os gaúchos Grêmio e Juventude, o Sport segue vivo na luta contra o rebaixamento.

– É muito grande a emoção. Vir para Recife e participar do jogo do nosso filho. É muita emoção ver toda essa torcida maravilhosa e fanática pelo Mikael. O pai está muito orgulhoso – disse Antônio, que já estava no Recife há três meses.

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Náutico volta a ter duas vitórias seguidas após “um turno” e tenta embalar na reta final da Série B

Última vez que equipe alvirrubra havia emendado dois triunfos em sequência foi justamente contra Operário-PR e Goiás, no primeiro turno da competição

Por Rômulo Alcoforado — Recife

Globo Esporte

Ainda que o acesso seja difícil, hoje com o G-4 a sete pontos de distância, o Náutico ao menos conseguiu reverter a tendência negativa na Série B. Após uma série de sete jogos sem vencer, o Timbu enfileirou duas vitórias contra Operário-PR e Goiás – justamente os dois adversários contra quem havia conquistado o último par de triunfos consecutivos, no primeiro turno da competição.

O desafio do Náutico é manter o embalo até o final, o oposto do que aconteceu no primeiro turno. Da vitória contra o Goiás, na 10ª rodada, até o final da primeira parte da competição, na 19ª rodada, o Timbu só conquistou mais um triunfo (contra o lanterna Brasil de Pelotas).

Além dele, foram cinco derrotas (Coritiba, Confiança, Sampaio Corrêa, Avaí e Cruzeiro) e três empates (Ponte Preta, Vasco e Brusque).

Neste momento, o Náutico ocupa a nona posição, a sete pontos do G-4. Tem 41 pontos. Os principais sites de estatística apontam que fazer 62 é uma boa margem, embora não garantida, de acesso.

O Timbu, então, teria de somar cerca de 21 pontos dos 27 que disputará. Ou seja: vencer sete das nove partidas que faltam, com um aproveitamento – nesta reta final – de 77%.

É mais do que triplicar o aproveitamento que teve nesta fase da competição no primeiro turno, quando somou apenas 22% dos pontos que jogou nas últimas nove partidas (marcou seis pontos em 27 possíveis).

O técnico Hélio dos Anjos, após a vitória contra o Goiás, evitou falar sobre possibilidade de acesso, mas valorizou o triunfo sobre uma equipe “poderosíssima”, vista por ele como uma das mais fortes da competição, e acredita que seu conjunto vai evoluir com os dez dias de treino até o jogo contra a Ponte.

Só após um eventual novo bom resultado contra a Macaca é que o treinador acredita que o Timbu pode voltar a sonhar com mais força pelo acesso.

– Nós voltamos fortes para o próximo jogo. Estamos pensando de jogo a jogo, pensando não definitivamente em falar que vamos buscar o que está mais distante. Vamos buscar, contra a Ponte, com trabalho e dedicação, mais uma vitória. O time readquiriu o espírito do Náutico nos últimos 10 meses. Vamos ter chance de treinar por dez dias e aí (com outra vitória), a gente começa a pensar em objetivos maiores.

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Calma, Profeta! Hernanes vira cooler para esfriar a cabeça e leva amarelo e bronca de técnico do Sport

Meia do Sport achou forma curiosa de protestar com a arbitragem, mas ato não foi bem aceito por treinador Gustavo Florentín; jogador tem colecionado episódios do tipo recentemente

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

O Profeta teve outro “momento de fúria” pelo Sport. Na noite desta quarta-feira, em vitória por 3 a 1 contra o Juventude, o meia achou uma forma diferente de protestar contra a arbitragem: levantou e virou o cooler sobre ele mesmo para “esfriar a cabeça”. O resultado foi um cartão amarelo e uma bronca do técnico Gustavo Florentín.

Hernanes já havia sido substituído na partida, com o Sport vencendo por 3 a 1. Nesta mesma Série A, há algumas rodadas, levou um amarelo ao deixar a bola e empurrar jogador adversário, também em protesto contra o juiz.

Antes disso, contra o Athletico, na Arena da Baixada, mais um episódio. Na ocasião, foi expulso após reclamação e fez menção de chutar a bola em cima do árbitro, mas foi contido por companheiros de time. Depois, chegou a traçar paralelo do cartão vermelho com um episódio que foi parado numa blitz.

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Após chegar, sair e voltar, Hélio dos Anjos tem primeiro encontro com torcida nos Aflitos

Em sua quarta passagem pelo Náutico, treinador fará primeiro jogo com público nos Aflitos nesta terça-feira, contra o Goiás, pela Série B

Por Rômulo Alcoforado — Recife

Globo Esporte

Hélio dos Anjos já reencontrou a torcida do Náutico em sua quarta passagem pelo clube – contra o CRB, na Arena de Pernambuco, há duas rodadas, que marcou a volta do público no estado. Para ele, contudo, o duelo desta terça-feira, contra o Goiás, pela 29ª rodada da Série B, será diferente: será o reencontro com a torcida alvirrubra em sua verdadeira casa, o estádio dos Aflitos.

– Era o meu sonho jogar nos Aflitos com o nosso torcedor, apesar de ter o público limitado ainda. Só de saber que teremos mais de duas mil pessoas no estádio é emblemático. Estou feliz e acho que haverá uma reação positiva para nós. Até os adversários sentem isso. Tomara que tenhamos capacidade de fazer com o que os torcedores façam o nosso time mais forte e a gente consiga um resultado positivo.

Até chegar a essa partida, porém, muita coisa aconteceu entre Hélio e Náutico. Contratado em novembro do ano passado, o treinador guiou o time na campanha que livrou o Timbu de um rebaixamento (à Série C) que parecia certo.

Quando ele chegou, o Alvirrubro estava, na 22ª rodada da Série B, a sete pontos de sair da zona de queda. Conseguiu salvar-se na penúltima rodada, depois de uma arrancada em que o time conquistou a maior parte dos pontos em casa (mesmo sem torcida).

Depois, o Náutico foi campeão pernambucano de 2021 com o técnico (nos Aflitos vazio) tendo a melhor campanha da primeira fase e quebrando um jejum que durava 53 anos. Desde 1968, o Timbu não vencia o Sport numa final.

O torcedor alvirrubro, por outro lado, não pôde testemunhar presencialmente a derrocada no trabalho do treinador, que pediu para sair do Náutico após cinco derrotas seguidas na Série B. Porém, o Timbu foi atrás dele de novo 36 dias depois, quando seu substituto, Marcelo Chamusca, deixou o comando do clube.

De volta, Hélio teve dificuldade nos dois primeiros jogos, quando o Náutico perdeu para Remo e CRB, mas conseguiu vencer na terceira partida (contra o Operário-PR, fora de casa, de virada, na rodada passada).

Agora, Hélio aposta no fator casa, na melhora do emocional do grupo para que o Timbu continue vencendo e sonhando com o acesso (hoje a oito pontos de distância, no G-4 aberto pelo adversário desta terça-feira, o Goiás).

– A questão de manter o nível de atuação é que temos de ser mais equilibrados. Atuar os dois tempos com a mesma qualidade. Vamos enfrentar um adversário difícil, complicado e que sabe jogar bem fora de casa. Precisamos ter dois tempos homogêneos para conseguir dar uma sequência de resultado positivo para continuar se recuperando na competição.

No total, somando a passagem iniciada no ano passado com a atual, Hélio tem os seguintes números:

  • 51 jogos
  • 23 vitórias
  • 15 empates
  • 13 derrotas
  • 54,9% de aproveitamento

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Quase três meses após eleição, Sport tem nova reviravolta e chega a 5º presidente em um ano

Clube tem vice Yuri Romão no cargo após licença temporária de Leonardo Lopes; desde outubro de 2020, Milton Bivar, Carlos Frederico e Pedro Leonardo Lacerda passaram pelo posto

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

O Sport apostou em novas eleições presidenciais em julho para amenizar a crise do clube ainda no início da Série A. Ali, respirou-se novos ares com a chegada de Leonardo Lopes na Ilha do Retiro. No entanto, quase três meses após o pleito, o Rubro-negro vive uma nova reviravolta política e chega ao seu quinto presidente em um ano.

Isso porque Leonardo Lopes anunciou uma licença temporária do cargo – na noite desta segunda-feira – e o posto agora passa a ser ocupado pelo vice-presidente Yuri Romão.

A mudança acontece por “motivos pessoais”, segundo o pronunciamento divulgado por Leonardo Lopes, mas também sucede uma sequência de erros administrativos no departamento de futebol do Leão.

Ao longo das últimas semanas, o Sport perdeu quatro reforços – por conta do erro nas inscrições para a Série A – e ainda avalia um caso de suposta escalação irregular (do zagueiro Pedro Henrique). Na ocasião, os problemas motivaram a destituição da diretoria de futebol – além de alterações no respectivo departamento.

O detalhe é que a chegada de Leonardo Lopes apresentou-se com a proposta de oferecer estabilidade ao comando do Sport – após a crise instaurada no clube desde 2018. Mas a história do mandatário completa uma sequência de reviravoltas políticas que começou há menos de um ano.

O primeiro passo aconteceu no dia 20 de novembro de 2020. Um dia após retirar a candidatura para reeleição, o então presidente Milton Bivar pediu licença do cargo que ainda desempenhava – e o clube passou a ser conduzido pelo vice Carlos Frederico.

Presidente do Sport se licencia do cargo, e vice assume comando do clube

Foram poucos meses de afastamento. No início deste ano (2021), Milton Bivar retomou o posto de forma gradativa nos bastidores e terminou se lançando como candidato à reeleição para o biênio 2021/2022. O pleito, no entanto, só veio a acontecer em abril – após uma sequência de adiamentos.

Ali, Bivar venceu a chapa de Leonardo Lopes – na época encabeçada por Nelo Campos – por uma diferença de 38 votos.

Foi a eleição mais acirrada da história do clube.

Em votação apertada, Milton Bivar é reeleito presidente do Sport

O mandato, porém, só durou dois meses. Bivar renunciou ao cargo em junho, o vice Carlos Frederico fez o mesmo na sequência – e o Sport passou a ser conduzido por um “presidente provisório”. Caso de Pedro Leonardo Lacerda.

Ele havia sido eleito para a presidência do Conselho Deliberativo (no mesmo pleito) e permaneceu no cargo do Executivo por um mês – com a responsabilidade de convocar novas eleições, conforme determina o estatuto em caso de vacância do cargo antes da metade do mandato.

Pedro Leonardo, portanto, tornou-se o terceiro presidente em exercício desde outubro de 2020. Uma época em que lidou com salários atrasados e uma crise pública entre elenco e diretoria, após os atletas desmentirem os pagamentos em aberto – através das redes sociais.

Em meio às reviravoltas – e com a Série A do Brasileiro em andamento -, os sócios e sócias do Sport elegeram Leonardo Lopes como presidente no dia 15 de julho de 2021.

Inicialmente, inclusive, o mandatário seria candidato à vice-presidência, mas precisou assumir a cabeça de chapa porque Nelo Campos teve a candidatura impugnada – e terminou passando para o departamento de futebol (destituído na semana passada).

Advogado e eleito com 83,76% dos votos, Leonardo Lopes conduziu o Sport durante mais de dois meses. Agora – ainda sem tempo de duração previsto -, Yuri Romão assume a presidência e retoma a missão de salvar o clube do rebaixamento. O Rubro-negro está em 19º lugar e com quatro pontos atrás do primeiro time fora do Z-4.

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William Alves ressalta experiência de Leston na Série D e espera por padrão tático no Santa Cruz

Zagueiro trabalhou com treinador em 2019 e espera, nesse reencontro, ver o time evoluir em padrão de jogo para disputa da temporada 2022

Por Alexandre Ricardo — Recife

Globo Esporte

Alguns rostos são conhecidos de Leston Júnior no retorno ao Santa Cruz, passados dois anos desde que o treinador deixou o Arruda, em 2019. Além do volante Caetano e do atacante Pipico, o zagueiro William Alves também trabalhou com o técnico. Baseado na parceria passada e na experiência de Leston na Série D, o defensor aprovou a escolha da diretoria e prevê evolução no modo de jogar do time.

– Muito positivo (o retorno de Leston Júnior). Tive a oportunidade de trabalhar com ele. Minha vinda em 2019 ao Santa Cruz foi quando ele estava no clube. É um treinador muito experiente, conhece a Série D. Teve um acesso recentemente com o Floresta, sendo vice-campeão.

“É um treinador que trabalha muito a parte tática, e acho que a gente vai precisar muito ter um padrão e uma evolução no nosso futebol. O clube foi muito feliz nessa escolha do Leston para voltar. A gente quer trabalhar muito, ouvir o que ele tem para falar para a gente, para ter um bom futebol neste fim de 2021 e, em 2022, ter um ano totalmente diferente.”

A temporada 2019 marcou a volta de William Alves ao Arruda. Bicampeão pernambucano pelo clube em 2012 e 2013, ele estava no Mirassol-SP e foi contratado pelo Santa em março daquele ano para a reta final da Copa do Nordeste e o início da Série C.

Titular durante a maior parte dos jogos sob comando de Leston, o zagueiro foi importante nas quartas de final do Nordestão, marcando o gol que levou a disputa contra o CRB para os pênaltis. Além de alcançar a semifinal do torneio, o Tricolor atingiu a quarta fase da Copa do Brasil daquele ano.

No Arruda, Santa Cruz venceu CRB, de virada, pela Copa do Nordeste de 2019

Depois da saída de Leston, o Santa sequer conseguiu avançar para a segunda fase da Série C em 2019. Apesar dos insucessos consecutivos, William Alves permaneceu no Arruda e é um dos atletas com mais tempo de clube. Identificado com a camisa coral, ele quer reviver o bom momento que conseguiu durante a primeira passagem.

– Essa chegada do Leston deu um novo ânimo não só para mim, mas para todo o elenco, pela forma que ele conduz o vestiário e os treinamentos. Sei do potencial que ele tem e como ele pode nos ajudar nesse momento. É uma renovação essa chegada dele e esperamos poder corresponder dentro de campo, com um bom futebol e bons resultados, para que possamos viver um bom momento dentro do clube – declarou o zagueiro.

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Sport mantém freguesia gaúcha jogando em Porto Alegre com triunfo sobre o Grêmio

Última vez que time pernambucano voltou da capital gaúcha derrotado no Brasileiro foi em 2017; desde então, são quatro vitórias e dois empates

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Em Porto Alegre, quem manda – ou vem mandando nos últimos anos – é o Sport. A vitória do Leão sobre o Grêmio, neste domingo, por 2 a 1, na Arena do tricolor gaúcho, aumentou o retrospecto favorável do time pernambucano sobre os times da capital do Rio Grande do Sul no Campeonato Brasileiro nos últimos anos.

A última vez que o Sport voltou derrotado de Porto Alegre na Série A foi em 2 de setembro de 2017. Na ocasião, o Grêmio bateu o Leão por 5 a 0. Desde então, quando esteve na cidade para encarar o Tricolor ou o Colorado pelo Brasileiro, o Sport ou venceu, ou empatou.

O retrospecto recente diante do Grêmio – desde a última vitória gaúcha em casa contra o Sport – contém quatro vitórias – contabilizada a de ontem – e dois empates. Dessas partidas, em três o Leão atuou como visitante. E ganhou as três.

  • 03/10/2021 – Grêmio 1 x 2 Sport
  • 03/09/2020 – Grêmio 1 x 2 Sport
  • 27/10/2018 – Grêmio 3 x 4 Sport

Enfrentando o Internacional, a última vez que o Sport perdeu como visitante na Série A foi em 26 de maio de 2016: 1 a 0 para o Colorado. De lá para cá, foram três jogos na capital do Rio Grande do Sul, com dois empates e uma derrota. Esta, dolorida para o Inter.

Quando perdeu para o Sport por 2 a 1, em 10 de fevereiro de 2021, a três rodadas do fim da Série A 2020, o Colorado era líder do Brasileiro. O resultado permitiu a aproximação do Flamengo, que acabou com a taça.

Os 3 últimos Inter x Sport

  • 30/05/2021 – Internacional 2 x 2 Sport
  • 10/02/2021 – Internacional 1 x 2 Sport
  • 02/06/2018 – Internacional 0 x 0 Sport

Dois gols em um jogo

A vitória contra o Grêmio, neste domingo, pôs fim a um jejum no Sport que estava prestes a se tornar o maior da história do Campeonato Brasileiro: o de jogos sem marcar um gol. Até Gustavo abrir o placar, o Rubro-negro estava há mais de 840 minutos sem balançar as redes.

O Leão não fez só um gol na partida. Pouco tempo depois, Mikael ampliou. E adivinha qual havia sido a última partida em que o Sport marcou dois gols numa partida?

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Leston descarta mudanças drásticas a curto prazo e pode pedir até quatro reforços no Santa Cruz

Técnico deixa em aberto possibilidade de contar com três ou quatro atletas que possam “agregar ao grupo” para disputa do pre-Nordestão

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

O técnico Leston Júnior iniciou os trabalhos no Santa Cruz na sexta-feira passada e, de acordo com ele, o planejamento para o elenco será dado passo a passo, sem atropelos. A princípio, a curto prazo, sem grande reformulação, já que o Tricolor entra em campo no dia 20 ou 21 pela seletiva da Copa do Nordeste.

– Nós precisamos pensar o planejamento a curto e médio prazo. A curto prazo, qualquer mudança drástica seria irresponsabilidade, até porque nós temos dezenove dias (dezesseis, a partir desta segunda-feira) para fazer o jogo que nos dá condições de avançar mais uma fase pra pensar em entrar na fase de grupos de 2022.

A diretoria avisou que espera uma avaliação de elenco da parte de Leston para saber se irá contratar jogadores para a partida eliminatória do Nordestão. O treinador disse que o processo de conhecer o grupo levará um tempo, mas prevê a possibilidade de três ou quatro contratações para reforçar o time inicialmente.

– Nós precisamos, no primeiro momento, resgatar a autoestima e confiança desses atletas (que estão no Arruda). Então, a maior missão que nós temos é transformar esses 21 atletas, mais três ou quatro que a gente consiga agregar a esse grupo, numa equipe competitiva pra que a gente consiga avançar pra fase de grupos da Copa do Nordeste. Aí sim, a partir desse momento, a gente vai pensar em qualquer tipo de planejamento de elenco pra 2022.

O Tricolor ainda não sabe o adversário para a partida que vale vaga na competição regional. O time espera pelo vencedor de Treze x Floresta, no dia 16, no Amigão.

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Próximo de fim de gestão, Edno Melo aponta contas equilibradas do Náutico para 2022

Desde 2018 no cargo e em seu segundo biênio, presidente alvirrubro evitou fazer projeções sobre possíveis nomes para apoiar nas próximas eleições do Timbu

Por Alexandre Ricardo — Recife

Globo Esporte

Em seu último ano de mandato, Edno Melo começa a projetar o processo de transição para a próxima gestão do Timbu. Desde 2018 no cargo, o presidente alvirrubro está prestes a encerrar seu segundo biênio de mandato e se mostra confiante nas condições em que o sucessor vai encontrar o clube.

“A nossa base, desde o começo, foi a responsabilidade financeira e administrativa do clube. E isso a gente tem feito. Devemos dar continuidade a esse projeto, esse sentimento que existe na gestão de responsabilidade financeira, fiscal. Sempre gastamos somente o que temos.”

– No ano que vem, o Náutico vai ter algumas receitas maiores e algumas despesas menores. Estamos conseguindo fazer gestão dos salários dos funcionários, dos fornecedores. É um clube que está em franca evolução e devemos ter zelo para não jogar quatro anos de trabalho fora.

Em relação às projeções pessoais, Edno evita falar em possíveis nomes a serem apoiados nas próximas eleições do Náutico. Após ser eleito para o biênio de 2018/2019, ele foi aclamado para 2020/2021 por não ter chapas concorrentes na disputa.

– O meu planejamento no Náutico, hoje, está voltado para os três últimos meses da gestão, para que a gente termine do jeito que começou: de maneira exitosa, planejada, para que tudo ocorra bem. O Náutico criou uma gestão com pessoas que querem fazer bem ao clube. Eu me encaixo nesse perfil e estou à disposição sempre. Acredito que não é momento de falar em eleição, é momento de se preocupar com o clube e terminar bem essa gestão que teve um começo, um meio e acreditamos num fim positivo – assegura o mandatário.

Com a liberação do Governo de Pernambuco a presença de pelo menos 2.500 pessoas nos estádios, o Náutico foi o primeiro clube do estado a contar com a torcida na derrota por 3 a 1 para o CRB, na Arena de Pernambuco. Com mais de um ano sem receita de bilheteria, o Timbu precisou enfrentar o desafio de enfrentar a pandemia de Covid-19

– Por mais prudente que um especialista seja na hora de projetar um orçamento, ele jamais vai colocar uma pandemia no meio. Quando fizemos o orçamento de 2020, jamais esperaríamos que o mundo iria passar por essa situação grave. Tivemos um abalo grave nas finanças, principalmente com o afastamento do público que representa praticamente 40% do orçamento. Nesse momento, tivemos que ser criativos, reduzir o tamanho do clube e buscar novas receitas, com campanha de sócio. O torcedor chegou junto, nos ajudou e sou muito grato por isso. Essa volta do público vai reduzir um pouco o déficit, mas ele ainda persiste. Vamos buscar novos caminhos para terminar o ano bem – concluiu Edno.

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