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Recuperado da Covid-19, Didira aguarda liberação para voltar aos treinos no Santa Cruz

Garantido na próxima fase da Série C, Tricolor não tem pressa pelo retorno dos atletas que estão no departamento médico

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Ainda se recuperando da Covid-19, o meio-campo Didira mostrou-se confiante ao falar das chances de encarar a Jacuipense, nesta segunda-feira. Livre dos sintomas, o atleta espera a liberação do Santa Cruz para poder voltar aos treinamentos.

“Infelizmente tive a Covid, mas não passou de um susto. Tive sintomas leves, mas estou praticamente 100%. A gente fica preocupado, mas não tive nada. O clube deu toda assistência neste período. O mais importante é que estou com saúde e pronto para voltar durante a semana às atividades.”

Com a liderança do Grupo A e a classificação asseguradas, Didira acredita que o Tricolor terá as duas rodadas finais da fase classificatória para chegar embalado ao quadrangular decisivo.

“Temos que pensar em terminar a primeira fase com vitórias. Não vamos pensar nas finais agora. Precisamos fazer dois bons jogos nas rodadas finais para encerrarmos essa primeira parte do campeonato com o maior número de pontos possível.”

Apesar da vontade do atleta, o fato de o clube ter assegurado uma vaga na próxima fase faz com que o técnico Marcelo Martelotte não tenha pressa no retorno dos atletas entregues ao departamento médico. A ideia é ter o grupo descansado para a fase decisiva.

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Após derrotas para rivais direto, Sport encara cenário complicado longe do Recife; entenda

Leão tem jogos contra Santos e São Paulo em sequência; rivais estão entre melhores campanhas como mandante, e Rubro-negro ainda nunca venceu Tricolor no Morumbi

Por Brenno Costa — Recife

Globo Esporte

Com uma vitória nos últimos nove jogos e vindo de derrotas para rivais diretos da luta contra o rebaixamento, o Sport se colocou na porta da zona de queda da Série A. Está a apenas um ponto de distância (25 x 24).

Em meio ao cenário delicado, o time rubro-negro tem dois confrontos fora de casa em sequência contra Santos e São Paulo e ainda precisa superar outros números indigestos para voltar a ganhar margem na competição.

A equipe de Jair Ventura tem a 14ª campanha do Brasileirão como visitante enquanto enfrentará times que estão no G-6 do ranking de mandantes (veja desempenho completo abaixo).

O São Paulo, por sinal, sequer perdeu uma partida dentro de casa nesta edição. Além disso, em toda a história do confronto com o Sport, também nunca foi derrotado no Morumbi. São 18 vitórias e dois empates.

Junta-se a todos esses obstáculos, a dificuldade ofensiva do Sport – que tem o pior ataque da Série A com 19 gols marcados, dividindo o posto com o Athletico.

Ainda assim, o goleiro Luan Polli se recorda de partidas em que o Rubro-negro conseguiu bons resultados fora de casa para crer em uma reviravolta. Longe da Ilha, neste Brasileirão, o Leão já venceu Bahia e Grêmio além de arrancar empates com Atlético-MG e Palmeiras.

– Como a gente saiu e fez grandes resultados fora de casa, não tem o que impeça e que a gente não possa, nesses dois jogos fora, fazer os resultados que a gente tanto precisa. Sim são dois jogos difíceis contra Santos e São Paulo, duas potências do futebol brasileiro hoje. Mas nada impede, como a gente já fez, sair e buscar esses resultados – afirmou o goleiro.

Desempenho do Sport fora de casa na Série A

  • 2 vitórias
  • 4 empates
  • 5 derrotas
  • 30,3% de aproveitamento
  • 7 gols marcados
  • 14 gols sofridos
  • 14ª colocado no ranking de visitantes

Desempenho dos rivais como mandante

Santos (jogo marcado para o próximo sábado, na Vila Belmiro)

  • 5 vitórias
  • 4 empates
  • 2 derrotas
  • 57,5% de aproveitamento
  • 19 gols marcados
  • 12 gols sofridos
  • 6º lugar no ranking de mandantes

São Paulo* (jogo marcado para o dia 6 de dezembro, no Morumbi)

  • 6 vitórias
  • 4 empates
  • Nenhuma derrota
  • 73,3% de aproveitamento
  • 15 gols marcados
  • 6 gols sofridos
  • 3º colocado no ranking de mandantes

*tem um jogo a menos como mandante

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Segundo pior ataque da Série A, Sport busca caminhos para melhorar rendimento ofensivo

Rubro-negro marcou uma vez nas cinco últimas partidas e mantém 19 gols no Brasileirão, ao lado de Atlético-GO e Coritiba

Por Cabral Neto e Camila Alves — Recife

Globo Esporte

Seca de gols: Sport tenta melhorar fase do ataque

A três pontos da zona de rebaixamento no Brasileirão, o Sport convive com uma seca de gols inédita desde a chegada de Jair Ventura, em agosto. Com um gol nas cinco últimas partidas, o Leão aparece como o segundo pior ataque da Série A, com 19. Só fica atrás do Athletico, que tem 18. Mas há caminhos para solucionar o problema.

Na avaliação do comentarista do Grupo Globo, Cabral Neto, o melhor mecanismo para o Rubro-negro está em se fechar com competência e sair em velocidade. Uma vez que a atenção defensiva deve ser prioridade máxima ao time no campeonato.

“A limitação de elenco inviabiliza um jogo mais audacioso e esse time só consegue ser competitivo quando dá maior atenção à marcação. Com essa carência de jogadores mais qualificados, para atacar o time depende de escapadas em velocidade, transição ofensiva em aceleração, com jogadores rápidos que ultrapassem a linha da bola na retomada e que deem opção de passe para articular jogadas ou lançamentos em profundidade para aproveitar possíveis espaços abertos na defesa adversária.”

Nesta Série A, o Rubro-negro balançou as redes em 11 das 21 partidas que disputou. Com a chegada de Jair Ventura, inclusive, apesar da postura defensiva consolidada, a equipe cresceu em números ofensivos. Tanto que chegou a emplacar 14 gols em 11 confrontos da 6ª à 16ª rodada.

Em meio às cinco últimas partidas, o Sport chegou a fazer três finalizações contra o Atlético-MG – o menor número da equipe na competição – para segurar o empate por 0 a 0. A proposta, segundo a própria equipe, era deixar o Mineirão sem sofrer gols. Mas no empate com o Ceará, em que arriscou quatro vezes, havia espaço para maior agressividade, avalia Cabral Neto.

Na derrota para o Vasco, quando enfrentou um adversário fechado na linha defensiva, a proposta do Sport não funcionou. Fez 11 finalizações, mas nenhuma delas terminou em gol. Neste momento, um caminho para o Rubro-negro está em apostar nas alternativas que ajudem a furar o bloqueio defensivo, diz o comentarista.

– A bola parada precisa ser aprimorada e treinada à exaustão, justamente por essa deficiência na qualidade do elenco, esse tipo de jogada pode lhe favorecer. Ensaiar jogadas, trabalhar posicionamentos diferentes, estudar as fraquezas dos adversários nessa jogada e ter alternativas para combater possíveis contra-golpes nesse tipo de jogadas, pode valer pontos preciosos.

“Reforçar o elenco, ganhando qualidade e boas opções ofensivas seria a melhor alternativa. Mas, com a dificuldade financeira do clube, Jair Ventura precisa encontrar soluções criativas para expandir suas possibilidades no ataque, mas sem perder de vista a prioridade defensiva.”

Gols marcados por clube neste Brasileirão

  1. Atlético-MG – 37 gols
  2. Flamengo – 34 gols
  3. Internacional – 32 gols
  4. Santos – 30 gols
  5. São Paulo e Fluminense – 29 gols
  6. Palmeiras e Bahia – 28 gols
  7. Grêmio – 26 gols
  8. Ceará e Bragantino – 25 gols
  9. Corinthians – 24 gols
  10. Vasco – 22 gols
  11. Goiás – 21 gols
  12. Fortaleza e Botafogo – 20 gols
  13. Sport, Atlético-GO e Coritiba – 19 gols
  14. Athletico – 18 gols

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Hélio dos Anjos minimiza polêmicas de 2019 pelo Paysandu em decisão contra Náutico

No jogo que definia acesso para Série B, então treinador do time paraense se disse “assaltado” nos Aflitos pela marcação de um pênalti a favor do Timbu nos minutos finais

Por Rômulo Alcoforado — Recife

Globo Esporte

Hoje técnico do Náutico, Hélio dos Anjos esteve no lado contrário há não muito tempo. Pouco mais de um ano atrás, ele dirigia o Paysandu – e enfrentou o Timbu no jogo que valia vaga para a Série B desta temporada.

Nos Aflitos, a equipe alvirrubra levou a melhor com pênalti polêmico marcado nos minutos finais. Na ocasião, Hélio ficou revoltado com a arbitragem de Leandro Pedro Vuaden, reação que foi alvo críticas dos torcedores do Náutico. Mas ele minimizou o episódio.

O treinador, na ocasião, disse ter sido “assaltado” nos Aflitos. Ele afirma que a crítica não foi ao Náutico, mas exclusivamente dirigida à arbitragem da partida.

– O que procurei no Paysandu foi tentar de todas as formas ganhar, conseguir o objetivo. O objetivo não foi ganho naquele jogo, mas eu sei o que é futebol. Ninguém, naquele momento, teve nada contra o Náutico. Teve contra as circunstâncias de jogo. Ninguém teve nada contra uma entidade. Isso é natural. Em 2006 eu briguei muito pelo Náutico, em 1993 também, como foi em todas os clubes em que passei.

Segundo Hélio, sua postura naquele jogo pode ser até interpretada positivamente pela torcida do Náutico, que agora o terá como defensor de seus interesses.

– O comportamento do Hélio dos Anjos nas equipes que trabalho é sempre de colocar a cara para bater. Defendo minhas cores. Não gostaria de sair de qualquer clube, como nunca fui, de não ter sido defensor desse clube. Trabalho com isso. Não tenho problema de me expor. No fundo, quem me conhece sabe que eu faria tudo para ganhar em qualquer equipe que comando, e é o que vou procurar fazer com o Náutico.

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Pipico retorna no Santa Cruz de olho em ganhar ritmo para quadrangular

Atacante perdeu duas partidas, afastado por ter testado positivo para Covid-19, mas agora retorna em duelo contra o Manaus, que serve para cumprir tabela na Série C

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

O Santa Cruz joga sem seu artilheiro, Pipico, há duas partidas na Série C. E apesar de o time ter se comportado bem com os reservas nas vitórias sobre Vila Nova e Remo, tanto o jogador quanto a torcida esperam o retorno para que ele engate um bom ritmo antes da fase decisiva da competição.

Pipico esteve afastado por conta da Covid-19. Agora, está pronto para retornar sábado, contra o Manaus, no Arruda, pela 16ª rodada. O Tricolor já classificado por antecipação ao quadrangular na primeira colocação, mas tem três partidas ainda pela frente antes dos duelos decisivos para o acesso.

“Não estou sentindo nenhuma sequela, nada. Estou treinando bem, melhorando minha parte física a cada treino para estar apto e à disposição”, afirmou Pipico, que tem quatro gols em sete jogos na competição.

O baixo número de jogos de Pipico na competição se dá por conta de uma lesão muscular que o tirou de seis partidas na fase inicial da Série C. Quando “estreou de verdade” na Terceirona e emendou uma sequência de quatro gols em cinco jogos, acabou tendo que se afastar por causa do Covid-19.

Nesses três jogos restantes, o objetivo maior é manter a sequência positiva – já são sete vitórias consecutivas do time. Além, claro, de ganhar força e confiança para o quadrangular decisivo.

– Temos que manter a mesma dedicação e seriedade. Claro que estamos classificados, mas não quer dizer que vamos relaxar, abrir mão de jogar. Vamos para esses três jogos como estamos vindo, fortes, concentrados e focados para conseguirmos as vitórias e darmos sequência para chegar cada vez mais forte na reta final.

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Equilíbrio, fator casa, confiança… Os desafios de sucessor de Kleina para Náutico ficar na Série B

No Z-4, Timbu precisa de evolução urgente em aproveitamento para evitar queda à Série C e deve oficializar demissão de treinador nesta quarta; empresário já confirmou saída

Por Rômulo Alcoforado — Recife

Náutico ainda não se pronunciou oficialmente, mas, de acordo com o empresário Hugo Magalhães e com fontes ouvidas pela reportagem do ge, a passagem de Gilson Kleina chegou ao fim na última terça-feira, após a derrota diante do Sampaio Corrêa.

O Náutico terá mais uma reunião nesta amanhã com a comissão técnica chefiada por Kleina e fará uma entrevista coletiva às 14h para se pronunciar sobre o assunto.

Seu substituto, cujo nome ainda não foi anunciado, terá a difícil missão de fazer o Timbu evoluir como conjunto para levar o time a uma permanência tranquila na Série B – já que sonhar com o acesso, a essa altura, soa absolutamente irreal.

Aproveitamento

O Náutico, neste momento, tem 20 pontos em 21 jogos. Por isso, ocupa a 17ª posição, está na zona de rebaixamento e a quatro pontos do primeiro time fora dela (o Vitória, com 24).

A primeira tarefa do técnico é fazer o time voltar a vencer – e ter alguma consistência nos resultados, já que o Timbu só ganhou uma das últimas 12 partidas que fez na competição.

Para chegar à marca dos 45 pontos – considerada segura para a permanência na Série B -, o Timbu precisa elevar e muito um aproveitamento que, agora, após 21 rodadas, é de 31%.

A fim de alcançar os 45, o Timbu precisa de um aproveitamento de quase 50% nos 17 jogos que restam. Neste momento, só os seis primeiros da tabela têm um desempenho assim.

Em busca do equilíbrio

Para conseguir essas vitórias, o sucessor de Kleina precisará promover uma evolução técnica e tática no Náutico. Nos dois lados do campo.

No ataque, o Timbu é o quinto time que menos marcou gols nesta Série B. Foram 20 em 21 partidas (média ligeiramente inferior a um por jogo). Só está à frente de Brasil de Pelotas, Figueirense, Botafogo-SP e Oeste.

O desafio é fazer mais gols sem desequilibrar a já combalida defesa. O Náutico é o segundo time mais vazado da Série B, com 29 gols em 20 jogos. O único time pior que o Timbu é o Oeste, lanterna de praticamente todas as categorias da competição (sofreu 39).

Recuperar a força em casa

A fim de se livrar do rebaixamento o mais rápido possível, é desejável que o Náutico melhore seu retrospecto como visitante, já que é o quinto time que menos pontuou fora de casa. Mas ainda mais necessário é recuperar a força nos Aflitos, onde costuma fazer mais pontos em suas campanhas vitoriosas.

Neste ano, talvez pela falta da torcida, o estádio não tem sido um caldeirão. O Náutico só venceu duas de dez partidas nos Aflitos. Fez só 12 pontos e tem um aproveitamento de 36%, muito baixo para quem deseja fazer uma campanha ao menos de meio de tabela.

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De olho no Atlético-GO, Sport precisa ajustar contra-ataques após derrota para o Vasco

Com período longo de preparação até receber o Dragão, às 20h da segunda-feira, dia 23, Rubro-negro tem lições a tirar do desempenho contra o Cruz-Maltino, na última rodada

Por Cabral Neto e Camila Alves — Recife

Globo Esporte

Após a derrota para o Vasco, na última rodada, Jair Ventura comandou a virada de chave no Sport para focar no próximo adversário: o Atlético-GO. Mas o confronto com o Cruz-Maltino – visto como atípico pelo treinador – deixa lições à equipe. Antes de receber o Dragão, às 20h da próxima segunda-feira, o Rubro-negro precisa ajustar os contra-ataques e chamar a atenção da defesa.

O tempo de preparação é aliado de Jair Ventura. Isso porque, o Leão tem seis dias completos para treinos, contando a partir da reapresentação desta terça.

Separados por um ponto na tabela, respectivamente com 25 e 24, Sport e Atlético-GO têm desempenhos semelhantes no campeonato. As equipes têm o mesmo rendimento ofensivo, com 19 gols marcados, enquanto, na defesa, o Dragão se sai melhor. Até o momento sofreu 27 gols, à frente dos 28 do Leão. O cenário mostra que o necessário para se sobressair no duelo deve estar no detalhe.

Seca de gols: Sport tenta melhorar fase do ataque

Na avaliação do comentarista do Grupo Globo, Cabral Neto, ao observar os próximos passos do campeonato, o maior ensinamento que o Sport pode tirar da derrota para o Vasco – que veio após três partidas do Leão sem perder – é a necessária preocupação em ajustar o contra-ataque.

– O time teve 60% de posse de bola, mas 108 passes incompletos contra 79 do time carioca, número altíssimo. Qualquer time encontra dificuldade contra um adversário que se fecha nas proximidades da grande área, o próprio Sport usa isso muito bem. O Leão tem um elenco carente e precisa basear seu jogo em conceitos simples, como a marcação, jogo aéreo, bola parada e contra-ataque. Dessas virtudes, o contragolpe é a que merece maior atenção nesse momento, já que o time demonstra boa capacidade nos outros.

Cano acaba com jejum de gols, Vasco derrota Sport e volta a vencer no Brasileirão após nove jogos

O fundamento aparece como determinante para os casos em que o Sport sai atrás no placar e precisa avançar para buscar o empate. Como aconteceu diante do Vasco, e também em confrontos como, por exemplo, contra Internacional e Botafogo.

“O fato de ter saído atrás no placar obrigaria o Sport a buscar o empate. Se há dificuldade de infiltração quando se enfrenta um adversário bem fechado, é preciso saber aproveitar as rápidas e diretas transições ofensivas após a recuperação da posse de bola.”

A defesa do Sport, por sua vez, vinha de três partidas consecutivas sem sofrer gols, mas precisa de uma chamada de atenção nesta etapa do campeonato. O setor assistiu o Cruz-Maltino balançar as redes duas vezes estando em superioridade numérica em relação ao rival carioca.

– Os dois gols sofridos poderiam ter sido evitados. No primeiro, o Vasco retomou a bola depois de um lançamento e atacou com três jogadores contra sete. No segundo, tinham seis defensores rubro-negros na grande área e Cano, sozinho, fechou o placar. Esse tipo de vacilo desmorona boa parte do planejamento de jogo.

Números de Sport x Vasco

  • Posse de bola: 60% e 40%
  • Finalizações: 11 e 14
  • Cabeçadas a gol: 1 e 2
  • Escanteios a favor: 4 e 2
  • Passes completos: 484 e 279
  • Passes incompletos: 108 e 79
  • Desarmes: 25 e 27

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No Santa Cruz, Danny Morais diz que estuda adversários de olho na próxima fase da Série C

Único classificado e com a liderança do Grupo A garantida, Tricolor aguarda rodadas para conhecer rivais no quadrangular da competição

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Classificado e com a liderança do grupo A garantida, o Santa Cruz começa a avaliar os possíveis adversários para a próxima fase da Série C. Mesmo com a outra chave totalmente indefinida, o capitão tricolor, Danny Morais, garantiu que vem estudando os jogos, para ter noção do que terá pela frente.

“Eu olho faz tempo. Estava vendo jogos aleatórios. Não procuro jogos para ver, mas vi jogo do Brusque, jogos do São José, da Tombense… A gente vai ficando familiarizado. Isso faz parte, a gente vir se preparando, como estamos fazendo há um bom tempo.”

Pela classificação atual, o Santa Cruz teria pela frente Vila Nova, Londrina e Ituano. Respectivamente, o terceiro do grupo A, além do segundo e quarto da chave B. Formatação que, no entanto, está em aberto, visto que a única equipe classificada até o momento é o próprio Tricolor.

Satisfeito com o rendimento da equipe, Danny Morais acredita que a fase do Santa Cruz é motivada pela forma como Martelotte gere o grupo, aliada a postura com que os jogadores estão encarando a competição.

– Martelotte tem um jeito muito calmo de levar o grupo. Calmo, mas com cobrança e a gente tem a consciência de que pode existir a concorrência, sem que a gente não seja legal com o companheiro.

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Carol Solberg é absolvida no STJD do vôlei por “Fora, Bolsonaro” em entrevista

Atleta tinha sido advertida em 1ª instância por se manifestar politicamente durante etapa do Circuito Brasileiro de vôlei de praia. Nesta segunda-feira, foi inocentada por 5 votos a 4 na última instância do esporte

Por Redação do ge — Rio de Janeiro

Globo Esporte

Em julgamento virtual realizado nesta segunda-feira, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) do vôlei absolveu a atleta Carol Solberg na 2ª e última instância, por ter gritado “Fora, Bolsonaro” durante entrevista ao vivo na primeira etapa do Circuito Brasileiro de vôlei de praia. Por 5 votos a 4, o Pleno optou por rever a decisão do dia 13 de outubro, quando a 1ª Comissão Disciplinar do STJD converteu multa em advertência à atleta.

Apesar de ter sofrido apenas uma advertência na primeira instância, Carol Solberg decidiu recorrer ao Pleno por não concordar com a sentença, considerar que não “feriu ou desrespeitou” nenhuma lei e para defender a liberdade de expressão dos atletas.

Votaram pela absolvição da jogadora nesta segunda-feira os auditores Raquel Lima, Gilmar Teixeira, Julia Costa, Tamoio Marcondes e Milton Jordão. Já a minoria que queria a manutenção da decisão em primeira instância foi formada pelo presidente Alexandre Monguilhott, bem como Eduardo Mello (vice), Vantuil Gonçalves e Celio Salim Thomaz.

Em primeira instância, Carol Solberg tinha sido advertida com base no artigo 191, que faz alusão ao cumprimento do regulamento da competição: “deixar de cumprir, ou dificultar o cumprimento de regulamento, geral ou especial, de competição”. O regulamento diz no item 3.3: “o jogador se compromete a não divulgar, através dos meios comunicações, sua opinião pessoal ou informação que reflita críticas ou possa, direta ou indiretamente, prejudicar ou denegrir a imagem da CBV e/ou os patrocinadores e parceiros comerciais das competições”.

Pois na figura dos advogados Felipe Santa Cruz, atual presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), e Leonardo Andreotti, ex-presidente do próprio STJD do Vôlei, a defesa de Carol Solberg entrou com recurso contra a decisão em primeira instância. E para chegar a absolvição da atleta no novo julgamento desta segunda, os advogados optaram por uma defesa estritamente técnica, voltada ao fato de a atleta ter ou não descumprido o regulamento da competição. Na primeira ocasião, o discurso foi direcionado, principalmente, ao direito constitucional da “liberdade de expressão”.

– A discussão é se a norma regulamentar veda efetivamente a manifestação perpetrada pela atleta. Correta ou não o comportamento, conveniente ou não a conduta perpetrada pela atleta. Se há a intenção de vedar a manifestação, fica evidente que esse papel legislativo, esse papel regulamentar cabe evidentemente à entidade que detém a autonomia em termos de auto regulação, que é a entidade nacional de administração do desporto, que é neste caso a CBV, e jamais ao tribunal, que evidentemente deve aplicar a regra sem emitir juízo de valor a cerca de uma interpretação “elastecida” de uma forma que naturalmente se mostra permissiva na medida em que não há uma vedação para a conduta perpetrada pela atleta – defendeu o advogado Leonardo Andreotti.

Essa aliás, foi a mesma linha de raciocínio da maioria dos auditores que votou pela absolvição da atleta. Segundo eles, a manifestação política de Carol Solberg não afeta diretamente a imagem da CBV junto aos seus parceiros e patrocinadores. Isso não quer dizer, no entanto, que o Pleno do STJD do vôlei esteja de acordo com manifestações políticas em eventos e ambientes esportivos. Pelo contrário, eles indicaram uma necessidade de mudança no regulamento a fim de esclarecer e diminuir interpretações a cerca do que é ou não permitido aos atletas em situações como essas.

A decisão em 1ª instância

No julgamento do mês passado, Carol foi condenada por 3 votos a 2. Além do 191, também foi julgada com base no artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que faz alusão à atitude antidesportiva: “assumir qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva não tipificada pelas demais regras deste Código à atitude antidesportiva”.

Com relação ao 191, dois dos auditores da 1ª Comissão, Gustavo Silveira e Marcos Bomfim, votaram pela absolvição da atleta. No entanto, prevaleceu o voto da maioria formada pelo relator do processo Robson Vieira, pelo auditor Rodrigo Darbilly e pelo presidente da Comissão Otacílio Araújo. Os três converteram multa entre R$ 400 e R$ 1 mil em advertência.

Quanto ao 258, apenas Otacílio Araújo não absolveu a atleta, convertendo a suspensão de um torneio também em advertência. Com isso, prevaleceram os quatro votos da maioria pela não punição neste caso.

– A medida educativa, pedagógica, eu acho que pode ser alcançada. Se ela futuramente repetir as expressões dentro de quadra de outra forma que não seja aquela direcionada ao esporte, ela pode ser punida com uma pena pior – disse no julgamento o presidente da Comissão Otacílio Araújo.

Entenda o caso

Carol Solberg foi denunciada ao STJD por causa da manifestação política contra o presidente da República Jair Bolsonaro. No último dia 20 de setembro, após conquistar medalha de bronze do Circuito Nacional, a atleta gritou “Fora Bolsonaro” em entrevista ao vivo que estava sendo transmitida pelo SporTV2.

Carol Solberg é advertida pelo STJD do Vôlei

O Subprocurador Geral do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) do Voleibol, Wagner Dantas, encaminhou então a denúncia para a secretaria do STJD. O julgamento já tinha sido marcado para o dia 6 de outubro, mas antes mesmo de acontecer foi adiado após a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH) solicitarem participação no processo. No dia 9, o pedido foi indeferido, e o julgamento foi remarcado para o dia 13.

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Martelotte avalia trajetória positiva do Santa Cruz e resposta do grupo quando foi exigido

Tricolor tem campanha invejável na Série C do Brasileiro e venceu dois adversários mais fortes do grupo A nas duas últimas rodadas, mesmo com muitos desfalques

Globo Esporte Pe

O Santa Cruz vem de sete vitórias seguidas na Série C, mas as duas últimas partidas tiveram caráter especial. Em ambas, o time – líder do grupo A – esteve repleto de desfalques e ainda assim conseguiu vencer Vila Nova e Remo, que figuravam, respectivamente, na vice-liderança, em cada rodada.

O técnico Marcelo Martelotte avaliou o momento coral positivamente, principalmente pela resposta dada quando o grupo foi exigido. Em ambos os jogos, as vitórias foram pelo placar de 2 a 0.

“Trajetória muito positiva, até porque a gente tem sido exigido. Por dois jogos seguidos jogamos contra o vice-líder do grupo. Adversários mais próximos. Tivemos vitórias importantes, jogos diferentes um do outro, mas com um grau de exigência muito grande”, disse Martelotte.

O técnico também lembrou que o Vila Nova ou o Remo podem ser adversários corais na próxima fase. O Santa Cruz já se classificou por antecipação para o quadrangular decisivo em 1º lugar do grupo A, então vai enfrentar: 2º lugar do grupo B; 3º lugar do grupo A; e 4º lugar do grupo B.

As equipes se enfrentam em ida e volta nesta fase, com os dois melhores colocados garantindo acesso à Série B e vaga nas semifinais.

– A gente passou pelas dificuldades, por esses desafios contra times fortes que vão estar na próxima fase. É muito provável que um dos dois seja nosso adversário no quadrangular. É importante a gente avaliar bem nosso momento e entender que faz parte de um contexto geral do que a gente quer, que é um objetivo que está mais à frente.

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