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Martelotte cita erros em finalização como pivô para empate, mas diz que decisão aberta

Técnico do Santa Cruz lamenta tomadas de decisão equivocadas contra o Tocantinópolis, mas não vê injustiça no resultado: “Você precisa concretizar o volume maior”, destaca

Por Camila Sousa — Recife

globo esporte

Apesar do calor nos primeiro minutos, maior domínio de jogo e chances claras construídas, o Santa Cruz não saiu do 0 a 0 contra o Tocantinópolis, em pleno Arruda lotado, pela partida de ida das oitavas de final da Série D. Um placar justo, entretanto, na visão do técnico Marcelo Martelotte.

O treinador tricolor citou os vários erros de definição na hora de finalizar como um dos pivôs para o empate sem gols – como a chance mais clara delas, de Matheuzinho, sem o goleiro na barra -, mas disse que o jogo da volta, no próximo domingo, no estádio João Ribeiro, está em aberto.

Uma vitória pelo placar mínimo garante o Santa Cruz nas quartas de final da Série D, o mata-mata do acesso para a Terceira Divisão. Em caso de nova igualdade, a classificação será decidida nos pênaltis.00:00/00:00

Melhores momentos de Santa Cruz x Tocantinópolis

– Tivemos as melhores oportunidades, não concluímos bem, não finalizamos bem. Não foi o resultado que a gente desejava. Vimos o time criar ao máximo ofensivamente, mas definindo de maneira errada, na tomada de decisão, finalização, muitas vezes do passe. Dificilmente a disputa seria decidida hoje e segue em aberto – afirmou.

– Não vejo injustiça no futebol, a não ser que exista um erro de arbitragem. Se um jogo acabou 0 a 0, e a gente teve maior volume de jogo, teve justiça. Porque não adianta você ter um volume maior, mais posse de bola, ficar mais no campo do adversário. Você precisa concretizar – completou.

Após o empate, o elenco do Santa Cruz ganha folga nesta segunda e se reapresenta na terça-feira à tarde, no Arruda, iniciando a preparação para o duelo de volta contra o Tocantinópolis. Depois de sentir lesão, Jefferson é dúvida para o jogo de volta, enquanto Daniel Pereira é desfalque certo, suspenso por cartão vermelho.

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Decreto altera regras de combate a incêndio, e Arruda deve ter capacidade ampliada

Uma vistoria do Corpo de Bombeiros acontecerá nesta tarde de quinta no estádio para inspecionar as reformas feitas no anel superior

Por Camila Sousa — Recife

globo esporte

Ingressos para Santa x Tocantinópolis já estão à venda

Em decreto divulgado no Diário Oficial da União na manhã desta quinta-feira, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, alterou as regras do código de incêndio e pânico dos estádios de futebol, flexibilizando as medidas de segurança. A mudança, que entra em vigor em caráter imediato, influencia diretamente o Santa Cruz, que trava uma batalha recente com o Corpo de Bombeiros para liberar as arquibancadas do anel superior.

Decreto publicado pelo Governador de Pernambuco, Paulo Câmara, flexibilizando as medidas de segurança dos estádios — Foto: Arquivo Pessoal

Decreto publicado pelo Governador de Pernambuco, Paulo Câmara, flexibilizando as medidas de segurança dos estádios — Foto: Arquivo Pessoal

Uma vistoria do órgão, inclusive, é aguardada pela direção do Santa Cruz na tarde desta quinta-feira. Tendência, portanto, é de que haja a liberação de parte do anel superior e até mesmo um aumento da capacidade disponível da arquibancada inferior.

Internamente, a expectativa da diretoria é muito grande não só pela liberação da “geral”, como também da capacidade total do estádio, que comporta 60.044 torcedores, o triplo da lotação máxima de apenas 20 mil hoje disponíveis.

Funcionários do Santa Cruz trabalharam até tarde da noite da quarta-feira e continuam os serviços no estádio até agora para concluir alguns reparos, como a aplicação dos restantes dos guarda-corpos em todo o perímetro de 430m do anel superior, sinalização de entradas de emergência e corrimãos.

Desde o início de abril, quando obteve ampliação da capacidade máxima para 20 mil torcedores – o que se manteve até então – , o Santa Cruz tem trabalhado para aumentar a lotação do Arruda, principalmente no anel superior. Não teve sucesso até aqui.

Pelo menos duas vistorias recentes foram feitas no estádio, mas o Corpo de Bombeiros manteve, em ambas, a “necessidade de intervenções com o fito de viabilizar a possível liberação da estrutura”.

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Náutico treina em Curitiba com retorno de Geuvânio e ausência de Richard Franco

Equipe realizou o último trabalho antes da partida contra o Operário, nesta sexta; escalação deve ter mudanças

Por Rafael Cabral — Recife

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Náutico treina em Curitiba

O Náutico realizou, nesta quinta-feira, o último treino antes da partida contra o Operário, nesta sexta, em Ponta Grossa, Paraná. A atividade aconteceu no CT do Athlético-PR e contou com o retorno do atacante Geuvânio, que perdeu as últimas movimentações por conta de uma virose. Já o volante Richard Franco, ainda lesionado, ficou no Recife.

Geuvânio tem sido presença constante no time titular do Náutico, atuando em sete partidas e marcando um gol. O jogador não participou dos treinos no Recife se queixando dos efeitos de uma gripe, mas viajou e deve ser confirmado na equipe.

Já o volante Richard Franco segue afastado do time, se recuperando de uma lesão grau um na coxa coxa. O atleta já havia ficado de fora da última rodada, contra o Bahia.

O técnico Elano ainda deve promover outras modificações, com o retorno do zagueiro Wellington na defesa, o deslocamento de Victor Ferraz para a lateral-direita e a estreia do atacante Júlio Vitor.

O provável time do Náutico para enfrentar o Operário tem: Lucas Perri; Victor Ferraz, Wellington, João Paulo e João Lucas; Jobson, Souza e Jean Carlos; Geuvânio, Júlio Vitor e Kieza.

Mantido no ataque, Kieza mencionou a importância da partida, tratada pelo Náutico como um duelo decisivo, já que apenas três pontos separam as duas equipes na tabela.

– Expectativa imensa, de a gente conseguir voltar a vencer, somar pontos. Esperamos fazer grande um jogo, voltar a somar, e se Deus quiser, sair dessa situação o mais rápido possível – pontuou.

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Destaque do Santa Cruz, Hugo Cabral brinca com comparações com Caça-Rato: “Minha lata é diferente”

Em entrevista exclusiva ao ge, atacante, que é o artilheiro do time na Série D, diz não se considerar ídolo do clube e repercute comparações da torcida com Flávio Caça-Rato

Por Camila Sousa — Recife

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Xodó do Santa, Hugo Cabral responde torcedores e faz dancinha com a filha

Xodó da torcida e decisivo para o Santa Cruz na Série D, Hugo Cabral rechaça o posto de ídolo. Admite que ainda precisa conquistar algo pelo clube para fazer parte do hall de jogadores como Tiago Cardoso, Grafite, Dênis Marques e Flávio Caça-Rato.

Sobre o último, inclusive, em entrevista ao ge, o atacante de maneira bem-humorada, evitou comparações – são várias na Internet entre os dois. Principalmente no quesito beleza.

“Caça-Rato é ídolo, tem que ser respeitado. É fora de série, conquistou bastante. Mas a ‘latinha’ do Caça-Rato é cansada. Só o cabelo é parecido com o meu. Não o conheço pessoalmente, só de jogar contra, mas a minha ‘lata’ é diferente” – disse, aos risos, Hugo.

– Mas para ser ídolo falta muito. Ter acessos, conquistas que outros tiveram como Grafite, Dênis Marques e Caça-Rato, que jogaram aqui em momentos difíceis e tiveram títulos. Falta muito, mas vamos trabalhar. Eu sou xodó, mas quero marcar meu nome na história do Santinha – declarou.

Caça-Rato defendeu o Santa Cruz entre 2011 e 2014. Conquistou, no período, o tricampeonato pernambucano em cima do rival Sport, além de ter marcado o gol decisivo no duelo contra o Tupi, em 2013, que garantiu o acesso coral para a Série B, e a taça da Série C.

Caça-Rato relembra último acesso do Santa Cruz para a Série B

Em menor grau, Hugo também coleciona feitos com a camisa tricolor. Ainda na fase de grupos da Série D, o atacante garantiu, com seus gols, oito pontos diretos para o clube, que terminou a fase classificatória do Brasileiro em quarto lugar, com 19 pontos.

Ou seja, na frieza dos números, o jogador foi responsável por quase metade do somatório de pontos do Santa Cruz na competição.

No mata-mata, Hugo tornou-se ainda mais decisivo. Diante do Retrô, prometeu e cumpriu, ao afirmar que “atropelaria” o clube de Camaragibe no duelo eliminatório. No Arruda, pelo jogo de ida, passou em branco; na volta, entretanto, na Arena, balançou as redes duas vezes na vitória por 2 a 1 sobre o rival.

Melhores momentos de Retrô x Santa Cruz pelo mata-mata da Série D na Arena de Pernambuco

Redes balançadas que fazem do jogador artilheiro do Santa Cruz na Série D. Já são sete gols marcados em nove jogos, e a segunda maior temporada artilheira da carreira – perdendo apenas para o ano de 2016, quando fez dez, sendo nove pela Luverdense e um pelo Volta Redonda.

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Análise: Santa Cruz mostra sua melhor versão ao eliminar o Retrô e mantém sonho do acesso vivo

Tricolor supera adversidades ao vencer o rival, time de melhor campanha entre os classificados na Série D, e ganha corpo na luta pelo acesso – ainda longe, mas agora em horizonte mais próximo

Por Camila Sousa — Recife

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O 0 a 0 em aberto no Arruda dimensionava o contexto definitivo para jogo de volta na Arena Pernambuco. De um lado, um Santa Cruz ainda em evolução, tentando se criar no mata-mata depois de uma primeira fase instável; do outro, o Retrô, consolidado como time de melhor campanha entre os classificados na Série D. Contornos que pareciam favoráveis à equipe de Camaragibe. E caíram por terra.

Sem dúvida, o Santa Cruz cresceu ao derrotar por 2 a 1 o Retrô e se classificar às oitavas de final do Brasileiro. Uma vitória que representa um novo momento do time, em sinergia com a torcida, que o empurrou a plenos pulmões na Arena de Pernambuco – mesmo após a polêmica envolvendo o preço dos ingressos.

“Time de guerreiros”

O reconhecimento pela entrega do grupo foi a primeira coisa que Marcelo Martelotte fez questão de mencionar após o jogo, destacando a reversão do inicial favoritismo do Retrô para o Santa Cruz, que ainda buscava o seu melhor momento na Série D.Parabenizar o grupo dos jogadores, os guerreiros da noite. Hoje foi mais uma prova do que esse grupo tem capacidade.— disse Marcelo Martelotte, técnico do Santa Cruz

– A gente sabia que o Retrô foi a melhor equipe da primeira fase, fez uma campanha muito boa, incontestável, e era favorito no início da disputa. É lógico que pela campanha do Retrô existia esse entendimento em um primeiro momento desse favoritismo, mas a gente conseguiu se superar, sendo melhor que eles principalmente nesse jogo de hoje – completou.

Santa evolução

No fim do jogo, os 4 mil tricolores que compareceram à arena gritavam: “guerreiros, guerreiros, time de guerreiros!”. Tinham motivos. Por exemplo, a reafirmação de peças individuais, como Hugo Cabral, cada vez mais decisivo e autor dos dois gols da vitória. Ou pelo retorno da confiança de jogadores até então em baixa.

Caso de Raphael Macena, que a despeito das constantes críticas da torcida em função do jejum de gols, brigou o jogo inteiro e deu o passe para Hugo abrir o placar na Arena. O centroavante recebeu menção honrosa de Marcelo Martelotte, inclusive, na coletiva.

– Se você ver a função que o Macena desempenhou defensivamente foi espetacular, nos ajudando com a marcação do lado do campo. Segurou muito a bola na frente. Essa participação é fundamental – pontuou o técnico.

“É só uma etapa”

Mas, acima de tudo, a passagem de fase do Santa Cruz, que agora vai enfrentar o Tocantinópolis-TO nas oitavas de final da Série D – e tem ainda mais um duelo para, de fato, brigar pelo acesso à Série C -, carrega consigo a superação das adversidades de uma temporada longe de ser tranquila.

Em contexto semelhante por cobranças à diretoria, as saídas de Leston, Marcelo Segurado e, mais recentemente, Edson Ratinho, provaram isso. Natural pensar que a rota do Santa Cruz na Série D poderia se desviar no meio do caminho. Não foi o que aconteceu até aqui. Mesmo que nada ainda tenha sido conquistado, reforça Martelotte.

– O que representa mesmo é uma etapa do nosso objetivo maior, ter ultrapassado um adversário forte, mas a gente sabe que é só uma etapa. A gente hoje está numa condição entre os 16, vai afunilando, você fica mais próximo do objetivo, no fim das contas é isso que representa – concluiu.

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A pedido do técnico Elano Blumer, Náutico busca contratação de mais um primeiro volante

Treinador chegou a indicar um jogador para a posição, mas negociação não se concretizou; janela de contratações se encerra no próximo dia 15

Por Redação ge — Recife

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A segunda janela de contratações do futebol brasileiro se encerra no próximo dia 15. E até lá, a diretoria do Náutico pretende realizar, pelo menos, mais uma contratação para a sequência da Série B. Após anunciar na segunda-feira, as chegadas do zagueiro Maurício e do lateral-direito Anilson, os alvirrubros ainda esperam acertar com um primeiro volante.

A contratação é um pedido do técnico Elano Blumer. Atualmente o treinador tem à disposição no elenco com essas características apenas os volantes Ralph, Djavan e o prata da casa Luís Felipe.

Na semana passada, também com aval do treinador, desembarcaram nos Aflitos o zagueiro Arthur, o volante Thomaz e o atacante Júlio Vitor, que inclusive já estão regularizados e ficaram no banco de reservas na derrota por 3 a 0 contra o Bahia.

– A gente estava conversando com mais uma atleta em uma posição que o Elano acha que deveria ter, até por questão de lesões. Mas essa situação não evoluiu – afirmou o executivo de futebol Ari Barros.

Presidente do Náutico pede união e diz que clube não vai ser rebaixado para Série C

O dirigente também comentou sobre a situação do zagueiro Carlão, que pode deixar o Náutico para defender um clube da Espanha. Porém, segundo o executivo, apesar das conversas avançadas, o negócio não foi fechado.

Em caso de negociação, o Náutico deve receber uma compensação financeira e vai manter um percentual dos direitos econômicos do prata da casa.

– Existe sim uma tratativa que estamos conversando. Essa situação ainda não efetivou, essa minuta ainda não chegou. Mas de fato existe sim algo para o Carlão sair – reconheceu.

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Após dizer que iria “atropelar” Retrô, Hugo Cabral sai como herói do Santa Cruz em classificação

Atacante, que vive a melhor fase da carreira, marcou os dois gols corais na vitória por 2 a 1 que levou o Tricolor às oitavas de final da Série D

Por João de Andrade Neto — Recife

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Melhores momentos de Retrô x Santa Cruz pelo mata-mata da Série D na Arena de Pernambuco

Antes do jogo de ida contra o Retrô, o atacante Hugo Cabral deu uma declaração que para muitos soou para muitos como provocação ao garantir que o Santa Cruz iria “atropelar” o adversário, que defendia a melhor campanha de toda a Série D, enquanto o Tricolor avançou para a segunda fase com os piores números entre os 32 classificados.

Mas após uma primeira partida sem gols, Hugo Cabral cumpriu o que prometeu na Arena de Pernambuco ao ser o herói da classificação coral para as oitavas de final, marcando os dois da vitória por 2 a 1Dois gols que também reforçam a ótima fase do atacante, a melhor da sua carreira.

Contratado no final de maio, Hugo Cabral chegou ao Arruda sob desconfiança, uma vez que havia balançado as redes em 2019, pelo Cuiabá. Além disso, pesava contra o jogador uma passagem apagada pelo Náutico, em 2013, na campanha de rebaixamento do Timbu para a Série B, como lanterna.

Porém, bastou o primeiro jogo com a camisa do Santa para o atacante fazer as pazes com as redes, ao marcar, de pênalti, o gol de empate contra o Sergipe, no último lance da partida.

Gol do Santa Cruz! Hugo Cabral abre placar em decisão contra Retrô

Ao todo, foram sete gols em apenas nove jogos pelo Tricolor (apenas nas partidas contra CSE, Jacuipense e a ida contra o Retrô passou em branco). E, de longe, a sua melhor média na carreira.

Hugo Cabral faz o segundo do Santa Cruz contra o Retrô na Arena de Pernambuco

Hugo Cabral está a apenas três jogos de igualar a sua temporada mais artilheira em números absolutos, registrada em 2019 quando marcou dez gols, sendo um pelo Volta Redonda, no Campeonato Carioca, e nove pela Luverdense, na Série B, mas em um total de 36 partidas.

Com o Santa Cruz garantido nas oitavas da Série D, o atacante tem pelo menos mais dois jogos, contra o Tocantinópolis, para manter a melhor fase da carreira e alcançar a marca. A torcida tricolor agradece.

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Da relação com o Corinthians ao “Império do Amor”… Vagner Love lembra companheiros no futebol

De volta ao Brasil, contratado pelo Sport, atacante de 38 anos participa do quadro “Jogou com Quem?”, do Esporte Especular, e lembra histórias da carreira

Por Redação do ge — Recife

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Jogou com quem? Vágner Love abre jogo sobre ex-companheiros

Qual a melhora dupla de ataque? O companheiro mais ranzinza? O melhor clube da carreira? De volta ao futebol brasileiro após três anos, agora defendendo o Sport, Vagner Love lembra “Império do Amor” com Adriano, revela surpresa com Mbappé e maior identificação com o Corinthians entre clubes da carreira.

Love ainda destaca Ronaldinho Gaúcho entre as melhores duplas, Tite como técnico e Deivid sendo o mais azarado. A conversa completa – para o quadro Jogou Com Quem?, do Esporte Espetacular – você confere abaixo.

Quantos idiomas você fala?

“Falo português e muito mal. Entendo um pouco de russo, foi onde eu morei mais tempo. Nunca falei fluentemente, mas entendia bastante coisa. Nos outros, eu me virava.”

O parceiro mais engraçado

“Tive parceiros engraçados. Dudu Cearense era um cara que brincava o tempo todo. Jadson acho que é um dos piores para brincadeira. Acho que estão no Top 3. Tem um vídeo que rola até hoje a gente cantando no ônibus, Jadson pensa que é cantor de pagode, sertanejo. Estava eu, Renato, Emerson, no ônibus, todo mundo tocando um samba e ele tenta imitar o Belo.”

Jadson entrevistando Vagner Love no vestiário do Corinthians — Foto: Reprodução

Jadson entrevistando Vagner Love no vestiário do Corinthians — Foto: Reprodução

Parceiro mais ranzinza

“O mais ranzinza? Até eu sou um pouco. Sou um pouco chato. Eu me cobro demais, então gosto de cobrar meus companheiros também. Mas Petkovic é bastante ranzinza. Elias… parece um velho, reclama de tudo. Dos que eu trabalhei, são os mais chatos.”

Melhor defensor

“Juan. Joguei com ele na seleção brasileira, sou um fã. Admiro muito a carreira do Juan. Para mim, é um dos melhores zagueiros do mundo. Ainda bem que na seleção era só nos treinos. Contra ele, nunca tive a oportunidade de jogar e também nem queria.”

Melhor goleiro

“Trabalhei com grandes goleiros, mas Marcão para mim é o melhor.”

Melhor dupla no ataque

“Tive excelentes duplas, posso citar três rápidos. Eu e Adriano, que é uma dupla mais recente, formamos o Império do Amor.

Teve Jô no CSKA, na Rússia, e Edmilson na época do Palmeiras. O próprio Daniel Carvalho na Rússia e Ronaldinho Gaúcho no Flamengo. Mas o top 1 seria eu e Adriano, o Império do Amor.”

Império do Amor brilha e Flamengo vira jogo contra o Fluminense no Maracanã

Melhor treinador

“Tive bons treinadores. Tite, Dunga, Valéria do CSKA. Esses três são os melhores.

Colocaria o Tite como melhor treinador, por tudo que passei com ele principalmente em 2015. Me ajudou muito naquele período, que era um dos mais importantes da minha carreira.”

O mais azarado

“Dos que eu joguei? Não é que ele seja azarado, mas Deivid teve uma carreira tremenda e ficou marcado pelo gol que perdeu em Flamengo e Vasco. Ele faz gol de tudo que é jeito, no Flamengo perde aquele e ficou marcado. Digo que naquele dia ele foi muito azarado.”

Jogador que mais surpreendeu

“Em relação a qualidade? Eu tive pouco tempo no Mônaco, durante seis meses, e Mbappe treinava com a gente. Eu vi o potencial dele, mas não imaginaria que em um curto espaço de tempo ele se tornaria quem se tornou hoje. Eu sabia que ia chegar em algum momento, mas foi em um espaço muito curto.”

“O Corinthians. Porque foi o time que ganhei títulos aqui no Brasil, criei uma identificação muito grande. Não que não tenha criado em outros clubes, mas é o Corinthians por eu ter ganho títulos e feito gols importantes.

O CSKA é uma coisa a parte. Foi o clube que estive sete anos, ganhei títulos, uma Liga Europa. No Brasil, é o Corinthians, e fora o CSKA.”

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Martelotte pede equilíbrio ao Santa em decisão contra o Retrô e volta a sugerir Chiquinho no banco

Técnico pede agressividade contra o adversário, mas cobra cautela defensiva para evitar erros; equipes se enfrentam nesta segunda, na Arena Pernambuco, às 20h

Por Camila Sousa — Recife

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Agredir, mas sem baixar a guarda. É assim a postura que Marcelo Martelotte quer no Santa Cruz para o jogo de segunda-feira, contra o Retrô, decisivo pelo mata-mata da Série D. Depois do 0 a 0 no Arruda, a partida segue em aberto e qualquer vitória por um placar mínimo classifica uma das equipes para as oitavas de final da competição.

O técnico, entretanto, mesmo pedindo maior atitude do time, ainda que enxergue um confronto mais “franco” por se tratar dos últimos 90 minutos, pregou cautela no sistema defensivo, que foi bem no confronto de ida e não tomou sustos.

– Acredito em um jogo mais aberto, mais franco, onde as duas equipes busquem mais o gol justamente por se tratar dos últimos 90 minutos. Mas é o que falo, a gente está buscando um equilíbrio, uma maneira de jogar mais agressiva em relação à última partida, sem perder a segurança que nós tivemos em termos defensivos – explicou.

As últimas informações de Santa Cruz e Retrô, que fazem decisão na Série D nesta segunda

Martelotte também voltou a falar sobre Chiquinho, novamente sugerindo que o meia não começaria jogando. Na coletiva pré-jogo, o técnico disse que o jogador evoluiu fisicamente com os trabalhos durante a semana – quando participou de 45 minutos do jogo-treino com o sub-20 -, mas apontando cautela quanto a sua utilização.

– É lógico que ele vai evoluindo semana a semana, e após jogar praticamente 35 minutos, 40 minutos no último jogo, também ganha um pouco mais de ritmo. É uma evolução natural. A gente tem trabalhado a possibilidade de utilizá-lo um tempo maior também, mas a gente precisa ter todo um cuidado, atenção, porque é um jogo decisivo, e a intensidade do jogo é muito forte – concluiu.

Santa Cruz e Retrô se enfrentam nesta segunda-feira, às 20h, na Arena Pernambuco. Em caso de nova igualdade, a classificação será decidida nos pênaltis, com o vencedor enfrentando, na próxima fase, São Raimundo-AM ou Tocantinópolis-TO.

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Após lesão, Denner celebra retorno como titular com gol no Sport e se emociona: “Momento muito difícil”

Com lesão no púbis, meia não jogava há mais de três meses e marcou seu primeiro gol com a camisa rubro-negra na vitória por 2 a 1 sobre o Guarani

Por Redação do ge — Recife

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Ataque em baixa, necessidade de vitória após três jogos de jejum na Série B… Sport x Guarani apontava para um jogo de cobrança. Contexto que caiu por terra aos quatro minutos de jogo, quando Denner recebeu passe cruzado de Sander e tocou no canto de Kozlinski para abrir o placar na Ilha do Retiro. Um gol que, diga-se, representa uma vitória pessoal do meia.

Foi a primeira vez, depois de mais de três meses tratando uma lesão no púbis, ainda durante o Campeonato Pernambucano, que Denner voltou a jogar como titular com a camisa do Sport. Antes, havia entrado em campo contra o Vila Nova e o Sampaio Corrêa, mas no decorrer do jogo.

Um momento, de celebração individual e coletiva, garante o jogador – que marcou pela primeira vez com a camisa leonina, rompendo um jejum de 17 jogos, até então, sem balançar as redes e distribuir assistências.

– Nunca é bom ficar sem jogar, sem fazer o que você mais ama. Foi mais de três meses fora tratando dessa lesão, e fico muito feliz em voltar, foi um momento muito difícil para mim, mas sempre tive apoio de todos. Tenho que agradecer, primeiramente minha família, o pessoal do departamento médico, da fisioterapia que me ajudaram muito nesse período – disse.

– Meus companheiros também foram fundamentais. Logo após o jogo, o Ewerthon puxou a roda e falou sobre minha luta, me parabenizou. Esse grupo é maravilhoso. É sempre bom marcar diante do nosso torcedor, e poder ajudar meus companheiros – acrescentou.

Vágner Love se surpreende com receptividade da torcida do Sport: “Muito emocionado”

O gol de Denner encaminhou a vitória do Sport por 2 a 1 sobre o Guarani – Ronaldo Henrique, de pênalti, ampliou para os rubro-negros, e Anselmo Ramon, já no fim, descontou para os visitantes -, reaproximando o time do G-4 da Série B.

Com o complemento da rodada, o clube pernambucano ocupa a sétima posição – antes, estava em quinto -, com 30 somados e a sete de diferença do Bahia, que abre os quatro melhores colocados.

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