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Com eleição à vista, planejamento do Náutico para 2022 fica em compasso de espera

Com contrato renovado até o final do próximo ano, técnico Hélio dos Anjos admitiu que planos para a próxima temporada estão parados no momento

Por Redação ge — Recife

Globo Esporte

O Náutico disputa os jogos restantes da Série B com chances remotas de acesso – 1%, de acordo com o matemático Tristão Garcia. Assim, é natural que a torcida crie expectativas sobre a temporada 2022, mas o momento é de espera quanto a possíveis definições sobre o elenco. O motivo maior é a eleição para a presidência do clube marcada para o dia 5 de dezembro – algo reconhecido pelo próprio técnico Hélio dos Anjos.

Mesmo com o seu contrato renovado até o fim do próximo ano, o treinador sabe que pouco – ou quase nada – poderá ser decidido nos próximos dias por conta da indefinição de quem assumirá o comando do clube.

– A questão de temporada de 2022 nesse momento está em compasso de espera. Porque nós, profissionais que vamos dar continuidade ao trabalho, dependemos das posições da direção. E é um momento em que estamos terminando um campeonato ainda com esperança de ganhar jogos. Então temos algumas prioridades nesse momento que estão deixando as questões de 2022 ainda paradas – explicou.

O treinador, no entanto, enfatizou que a política alvirrubra não vem atrapalhando o Náutico dentro de campo.

– Não tem o que atrapalhar, não vejo dessa forma. A política no Náutico começou praticamente nesta sexta-feira (último dia da inscrições das chapa). Nós estamos tocando nosso trabalho e a nossa responsabilidade é com a entidade. Nós não temos tido qualquer problema referente à política do clube. Isso faz parte, uma eleição democrática, algo para dar sequência à vida do clube.

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Sport inicia semana com voltas de Florentín, Gustavo e Mikael para enfrentar o América-MG

Rubro-negro recebe o Coelho às 21h30 da quarta-feira, na Arena de Pernambuco, com retornos, mas precisará acompanhar situação de Thyere e Zé Welison – que saíram machucados contra Flu

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Desfalque na derrota para o Fluminense, no último sábado, o técnico Gustavo Florentín está de volta ao Rubro-negro – assim como o meia Gustavo e o centroavante Mikael. Os três cumpriram suspensão na última rodada e devem retomar os respectivos postos na equipe para o duelo com o América-MG. A partida acontecerá às 21h30 da quarta-feira, na Arena de Pernambuco, e é válida pela 31ª rodada da Série A.

Ao mesmo tempo, no entanto, o Leão acompanha a situação do zagueiro Rafael Thyere e do volante Zé Welison – que foram titulares e saíram machucados no último sábado. Thyere se queixou de dores na perna, enquanto Zé Welison precisou passar por uma bateria de exames após um choque de cabeça – que fez o volante deixar o campo na ambulância (ele recebeu alta ainda na madrugada do sábado).

No fim de semana, Florentín precisou cumprir suspensão automática após a expulsão diante do Atlético-GO. Gustavo e Mikael, por sua vez, desfalcaram o time para cumprir suspensão por conta do terceiro cartão amarelo.

A dupla de pratas da casa tem sido destaque do Rubro-negro nesta Série A, principalmente no último mês, quando ganharam a titularidade após as saídas de Thiago Neves e André. Não à toa, tiveram a ausência sentida na última rodada, segundo o auxiliar César Lucena – responsável por comandar o time no lugar de Florentín.

– Gustavo e Mikael óbvio que estão fazendo um grande campeonato, têm feito partidas fantásticas. São nossas principais peças. Fizeram falta. Quando o jogador está confiante, fazendo bons jogos, a gente sente a falta.

Ao longo dos próximos dias, o Rubro-negro ainda acompanha a situação do atacante Leandro Barcia, que está tratando de uma lesão muscular na coxa direita. O departamento médico do clube também tem o meia Thiago Lopes, o volante João Igor e o atacante Neilton.

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Saídas de Leonan e Gilmar levam Santa Cruz ao mercado para reforçar lateral esquerda

Atualmente, única opção do técnico Leston Júnior para o setor é Eduardo, promovido ao elenco principal nesta temporada

Do g1 / Globo Esporte

Com a promessa de entregar reforços ao técnico Leston Júnior logo no início da pré-temporada, a diretoria do Santa Cruz deve buscar nomes para todos os setores do campo. Uma das posições que tem chance de receber até duas contratações é a lateral esquerda, após as saídas de Leonan e Gilmar – ambos não fazem parte dos planos do Tricolor para 2022.

Atualmente, a única opção para a posição é Eduardo, de 21 anos. Promovido nesta temporada ao elenco principal, o jogador também pode atuar mais avançado, numa segunda linha. Em 21 jogos, ele marcou quatro gols e é tratado como uma das promessas do clube para o futuro. No Campeonato Pernambucano, balançou as redes três vezes e chegou a ser um dos artilheiros da competição.

Gol do Santa Cruz! Aos 42 do 1ºT, Eduardo bate com categoria e empata para o Tricolor

Na base, as atuações de Anthony, de apenas 16 anos de idade, têm chamado a atenção pela versatilidade em campo. Canhoto, ele atua tanto na lateral quanto no ataque, caindo pelos lados. Apesar de ter ainda mais uma temporada de sub-17 e outros três anos para defender o sub-20, ele é cotado para compor o plantel principal nos próximos meses.

Ao contrário de outros jogadores que foram revelados em 2021 e acabaram sendo emprestados ao Flamengo-SP – como os zagueiros Ítalo Melo e Igor Salatiel, além do atacante Arian -, Eduardo ficou no clube e cravou seu lugar no grupo. Na última rodada da Série C, inclusive, fez o gol do empate coral com o Botafogo-PB, na Arena de Pernambuco. Na base, ele tem experiências por Guarulhos-SP e Internacional.

A ideia do departamento de futebol do Santa, liderado pelo executivo Marcelo Segurado e o diretor Diego Hydalgo, é contar com aproximadamente 25 jogadores no elenco. Rebaixado à Série D do Campeonato Brasileiro e fora da Copa do Nordeste e da Copa do Brasil, o Tricolor tem o menor calendário desde 1967.

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Sem chances de acesso, Náutico pode ser o “fiel da balança” para times da Série B nas rodadas finais

Timbu não possui mais chances de acesso ou risco de queda, mas enfrentará cinco clubes ainda com objetivos na competição, seja na parte de cima ou na de baixo

Por João de Andrade Neto — Recife

Globo Esporte

Com percentual ínfimo de chance de acesso e também de risco de rebaixamento, de acordo com o departamento de matemática da Universidade Federal de Minas Gerais, o Náutico apenas cumpre tabela nas cinco últimas rodadas da Série B. O que não significa, no entanto, que os jogos restantes do clube pernambucano serão meros amistosos. Pelo menos, do ponto de vista dos adversários.

Isso porque todos os rivais alvirrubros nas rodadas restantes da Série B estão envolvidos diretamente na briga pela classificação à Série A ou buscando se manter na Segunda Divisão nacional. A começar pela partida do próximo sábado, contra o Coritiba, nos Aflitos.

Líder desde a 17ª rodada, o Coxa soma 61 pontos e já possui 99,6% de possibilidade de acesso. Caso vença o Timbu, a equipe paranaense alcança a margem de 64 pontos, para muitos a pontuação necessária para carimbar a vaga na Série A.

Já na terça-feira, o Náutico volta a campo para enfrentar um time em cenário oposto. Vice lanterna e na zona de rebaixamento, curiosamente também desde a 17ª rodada, o Confiança possui 94,5% de ameaça de queda. Porém, pode ganhar uma sobrevida caso vença os alvirrubros. Duelo que, por sinal, pode ter ainda mais importância para os sergipanos caso o Dragão vença o confronto direto contra o Brusque, sábado, também no Batistão.

Náutico perde para o Brusque e praticamente dar adeus ao sonho do acesso

Na antepenúltima rodada, o adversário do Timbu será o Sampaio Corrêa, nos Aflitos. Jogo que pode ser um mero amistoso ou de fundamental importância para a equipe maranhense espantar de vez qualquer risco de queda.

Por fim, as duas últimas partidas do Náutico nesta Série B podem ser dramáticas. Novamente, pelo ponto de vista dos adversários. Na penúltima rodada, o time do técnico Hélio dos Anjos recebe nos Aflitos, o Avaí , atualmente na terceira colocação, com 56 pontos.

Já a despedida da competição será em Belo Horizonte, contra o Cruzeiro, hoje assustado com o risco de rebaixamento à Série C. Será o Timbu o fiel da balança?

Os últimos cinco jogos do Náutico

  • 34ª rodada – Náutico x Coritiba
  • 35ª rodada – Confiança x Náutico
  • 36ª rodada – Náutico x Sampaio Corrêa
  • 37ª rodada – Náutico x Avaí
  • 38ª rodada – Cruzeiro x Náutico

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Hernanes projeta duelo difícil contra o Flu e vê grupo do Sport “fechado” em luta contra a queda

Profeta também comentou ausência de meia Gustavo, seu companheiro no setor de meio de campo, que está suspenso junto ao atacante Mikael; equipes jogam no sábado

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

vitória do Sport sobre o Atlético-GO por 2 a 0, na última rodada da Série A, teve um time rubro-negro inspirado, em uma de suas melhores partidas no Brasileiro. Agora, o Leão visita o Fluminense, sábado, no Maracanã. E de acordo com o meia Hernanes, o grupo vive um bom clima, “fechado” no objetivo de evitar o rebaixamento.

“O clima está bom. Acredito que sempre esteve bom internamente. A gente sempre manteve um trabalho com dedicação e eu sabia, por experiência, que também iria ter oscilações nos resultados. Mas o que nos dá conforto e segurança é que a equipe continuou jogando bem, mesmo quando não conseguiu vencer.”

– Teve alguns momentos de distrações, mas a gente conseguiu corrigir isso. No último jogo, a equipe esteve bem concentrada e conseguiu o resultado. Mas pelo menos internamente, o grupo conseguiu estar fechado e não deixar que a água que estava fora do barco entrasse – acrescentou o Profeta.

Sobre a partida, Hernanes classificou como outro bom desafio do Sport na Série A. O clube luta para sair do Z-4 e no momento é o 17º, com 30 pontos, a três do Bahia, 16º com 33. O Leão, no entanto, tem um jogo a mais que os rivais.

– Mais um jogo difícil no Brasileirão. Legal por isso, que não tem jogo pequeno, jogo fácil. Cada jogo é mais difícil que o outro. Mais um adversário difícil. Com bons jogadores. Jogo importante em que também temos nossa qualidade e vamos procurar aproveitar o que temos de melhor. Gustavo (Florentín, técnico) já tem nos passado onde e como fazer para encontrar os pontos débeis do Fluminense e é isso que vamos tentar fazer para conseguir um resultado positivo lá.

Gustavo e Mikael suspensos

Para o jogo contra o Flu, o setor de meio de campo não terá Gustavo, suspenso, o que deixa Hernanes como o principal criador da equipe.

O Profeta comentou a ausência do prata da casa, o que os impedirá de repetir a parceria. Outro de fora é o atacante Mikael, autor de dois gols contra o Dragão, também suspenso.

– Gustavo está vivendo um bom momento, se posicionando muito bem em campo. Fica fácil sempre de conseguir encontrar, trocar alguns passes e, por característica, ele é bastante ofensivo, busca sempre o ataque com dribles e passes. Mas nosso time também tem algumas peças que vão entrar e carregar essa responsabilidade, pois cada um tem sua função em campo – afirmou Hernanes.

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Prazo para inscrição de chapas no Náutico se encerra nesta sexta, e grupos têm nomes acertados

Pelo lado da situação, o vice-presidente Diógenes Braga será o candidato à presidência, enquanto oposição confirmou presença e negocia com Sangaletti para executivo de futebol

Por João de Andrade Neto — Recife

Globo Esporte

Com a chance de acesso do Náutico, após as derrotas para Brasil e Brusque, resumida a menos de 1%, a eleição para a presidência executiva, marcada para o dia 5 de dezembro, deve ganhar mais espaço no clube nos próximos dias. Até porque, o prazo para a inscrição das chapas se encerra nesta sexta-feira, com pelo menos dois grupos concorrendo ao pleito.

Pelo lado da situação, o vice-presidente Diógenes Braga será o candidato a suceder Edno Melo, e deve confirmar como seu vice o ex-vice-presidente de marketing do clube, Luiz Felipe Figueiredo.

Já a oposição, que poderia ter até duas chapas, deve concorrer apenas com o grupo encabeçado pelo empresário Plínio César Albuquerque, ex-diretor no primeiro mandato de Edno Melo (2018/2019). Por sua vez, a possibilidade de uma “terceira via”, que seria liderada pelo ex-vice jurídico Bruno Becker, que deixou a atual gestão no dia 21, perdeu força.

Em conversa com o ge, Plínio Albuquerque confirmou que a chapa, intitulada “Inova Náutico” será inscrita na manhã da sexta-feira e que a composição já está definida. Porém não quis revelar os nomes.

“Prefiro que a chapa inscrita anuncie o nome do executivo e o formato e composição no modelo do futebol. Vamos mudar o formato do futebol “, afirmou.

Segundo apuração da reportagem, o grupo já tem conversas adiantadas para que o ex-volante Sangaletti, campeão pernambucano pelo Náutico em 2001 e 2002, assuma a função de executivo de futebol, caso vença a eleição.

Em contato com o ge, o ex-jogador confirmou as conversas com o grupo “Inova Náutico”. Mas disse que não há nada ainda acertado.

“Houve sim uma conversa. Conheço Plínio, Thiago (Dias, ex-diretor de futebol) e eles estão à frente do grupo. Mas não acertamos detalhes, foi apenas uma conversa. Teria interesse. Mas não adiantamos nada sobre esse assunto”, afirmou Sangalleti.

Curiosamente, quando venceu a sua primeira eleição, em 2017, Edno Melo chegou a abrir negociação com o próprio Sangalleti para que ele assumisse o cargo de gestor de futebol do Náutico. Porém, o acerto não foi concretizado.

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Santa Cruz estabelece folha de R$ 350 mil para departamento de futebol em 2022

Rebaixado para a Série D do Campeonato Brasileiro, Tricolor tem duas competições em todo calendário da próxima temporada

Por Alexandre Ricardo — Recife

Globo Esporte

De olho no planejamento para a próxima temporada, a diretoria do Santa Cruz tem a questão financeira como um dos grandes desafios para o ano de 2022. Rebaixado para a Série D do Campeonato Brasileiro, o Tricolor vai ter uma redução na folha salarial do departamento de futebol. Em 2021, o valor chegou a atingir R$ 400 mil, com acréscimo de R$ 100 mil nas despesas durante a disputa da Série C.

– Temos um teto estabelecido, com jogadores e comissão técnica. O valor total gasto, mensalmente, com o futebol do Santa Cruz, é de 350 mil reais. Não podemos fugir disso. Isso já gera um valor que o Santa Cruz não tem hoje, o Santa Cruz vai lutar para ter nas competições que vai disputar, com receita de público nos estádios, com receita de patrocinador. Temos nossas perspectivas, nossos fluxos. Já é uma briga grande para ter esse valor e não podemos passar disso – informou o CEO do clube, Abdias Venceslau.

Após a despedida da equipe no ano, com a eliminação na seletiva para a Copa do Nordeste, a diretoria trabalha para sanar os atrasos salariais que tem com os jogadores do atual elenco. De acordo com o próprio diretor executivo coral, estão em aberto valores referentes ao direito de imagem do mês de agosto, além de imagem, carteira e moradia do mês de setembro. Para a comissão técnica, os atrasos também vêm desde agosto.

“Estamos tentando nos organizar financeiramente, com nossos patrocinadores, para que até o dia 15 todos os pagamentos sejam organizados, deixando tudo em dia até setembro.”

Além de estar no mercado em busca de contratações para o início da pré-temporada, o Santa Cruz também vai precisar entrar em acordo com jogadores que têm contrato e não interessam para 2022. Com a possível necessidade de rescindir vínculos, algumas composições financeiras seriam realizadas para que os atletas sejam liberados. Ao todo, 14 jogadores têm contrato para a temporada que vem.

– A gente vai pagar rigorosamente em dia no ano de 2022. Estamos atrasados hoje sim, mas por decorrência de várias coisas que aconteceram na temporada e não tivemos receita suficiente para isso. Mas nosso planejamento está sendo diferente, porque em 2021 a gestão do presidente Joaquim Bezerra não teve tempo para planejar. Agora existe um prazo maior e podemos encarar o próximo ano de uma maneira melhor – garantiu Abdias.

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Da emoção contra o Corinthians ao abraço na torcida do Sport: Florentín explica comemorações que viralizaram

Técnico detalha episódios após ganhar as redes sociais ao ajoelhar-se no gramado diante do Timão e com a celebração do gol de Mikael no meio da torcida na Arena

Por Camila Alves e Diogo Marques — Recife

Globo Esporte

Gustavo Florentín viralizou nas redes sociais em mais de uma ocasião por conta das comemorações efusivas após vitórias do Sport sobre Corinthians e Atlético-GO. Emocionou-se diante do clube paulista e, três semanas depois, em duelo contra o Dragão, celebrou abraçado pelos rubro-negros na arquibancada. São imagens que refletem o teor da relação criada pelo técnico paraguaio no Leão.

Florentín chegou ao Sport na metade de agosto, mas chamou a atenção nas redes sociais principalmente após a vitória por 1 a 0 sobre o Corinthians. Na ocasião, o técnico se emocionou e ajoelhou-se com a cabeça quase no gramado após o apito final. Terminou cativando os torcedores e torcedoras.

– Foi uma maneira de agradecer. Sou cristão e sempre me ajoelho antes e depois de cada jogo, na derrota e na vitória. Foi uma alegria muito grande. Ganhar três jogos em sete dias não era fácil – conta o treinador.

Técnico Gustavo Florentín se emociona após vitória do Sport sobre o Corinthians

Na ocasião, a equipe havia emendado vitórias consecutivas sobre Grêmio, Juventude e Corinthians – quebrando um jejum de oito rodadas sem vencer.

Além do desempenho no campo, pouco antes da sequência positiva, a equipe enfrentou um momento conturbado nos bastidores da Ilha do Retiro. O Sport havia passado pela destituição da diretoria de futebol por conta do erro que impediu as inscrições de quatro reforços contratados para 2021.

“Foi uma semana muito difícil para nós. Pelo que vivemos quanto à renúncia dos dirigentes, de não poder contar com jogadores que vinham para reforço. A comemoração era um alívio por ganhar três jogos em uma semana.”

Gustavo Florentín se emociona após a reação da equipe na Série A

A torcida iniciou uma campanha defendendo a permanência do treinador – e ganhou muitos adeptos. Era a sinalização de apoio ao paraguaio nas redes sociais. Mas que ganhou vida de forma definitiva três semanas depois – durante a vitória sobre o Atlético-GO -, no último domingo.

Florentín havia sido expulso no início do segundo tempo e terminou assistindo o restante da partida no meio da torcida. Na hora do segundo gol de Mikael, se juntou aos rubro-negros na comemoração.

“Foi tudo espontâneo. A primeira (coisa) que fiz após a expulsão foi ir para o camarote me comunicar com o assistente via rádio. Mas não me sentia bem (de estar longe). A equipe estava cansada, tinha uns perigos pelo Atlético-GO. Aí me deu a ideia de descer e ir para trás do banco.”

Aos 40 min do 2º tempo – gol de dentro da área de Mikael do Sport contra o Atlético-GO

Assim, o treinador passou a ter contato direto com a comissão técnica, jogadores e com a própria torcida também. Passou a pedir apoio e agradecer por – no fim das contas – o resultado ter “dado certo”.

“Era um risco que assumi porque estava 0 a 0. Se saía mal, a torcida viria em cima de mim. O segundo gol foi muito lindo. Experiência nova que nunca havia vivido.”

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Com reforma orçada em R$ 9 milhões, Sport não tem garantia de volta para Ilha no início de 2022

De acordo com vice-presidente de patrimônio, Fortunato Russo, serão necessários R$ 4 milhões apenas para a troca dos refletores; clube busca ainda parcerias com empresas para financiar obras

Por João de Andrade Neto — Recife

Globo Esporte

A volta do público aos estádios após o início da pandemia da Covid-19 não significou o retorno do torcedor rubro-negro à Ilha do Retiro. Com problemas estruturais em seu estádio, o Sport transferiu todas as suas partidas no Campeonato Brasileiro deste ano para a Arena de Pernambuco. E não há garantias de que o início da temporada 2022 será diferente.

Em entrevista ao ge, o vice-presidente de patrimônio do Leão, Fortunato Russo Neto, revelou que toda a reforma da Ilha do Retiro está orçada em R$ 9 milhões, sendo que R$ 4 milhões serão destinados apenas para a mudança do sistema de iluminação do estádio, exigência da CBF para que o local volte a receber jogos do Campeonato Brasileiro.

Os outros R$ 5 milhões serão destinados às melhorias das 5.300 cadeiras cativas centrais, dos 32 banheiro do estádio e toda a rede de segurança monitorada. Sem recursos próprios para um investimento desse porte, a diretoria rubro-negra busca acordos com empresas privadas para diminuir os custos. Mas até o momento, não conseguiu firmar parcerias.

– Já levantamos tudo o que precisa ser feito. O orçamento, sem a questão dos refletores, é de R$ 5 milhões, que envolve a reforma dos banheiros, troca das cadeiras centrais e toda central da rede de segurança monitorada por vídeo. Toda uma infraestrutura necessária para deixar a Ilha próxima dos melhores estádios – iniciou Fortunato Russo.

– A questão dos refletores, para deixá-los em condições de receber jogos da Série A, será necessário um investimento de R$ 4 milhões. Será necessária toda a troca da infraestrutura e o tipo de refletores para LED. Hoje a Ilha tem uma potência de 700 lúmens (unidade de medida da luz) e precisamos elevar para três mil. Hoje essa é uma exigência da CBF para jogos da Série A. Para a Série B, esse investimento seria de pouco menos de R$ 3 milhões – completou.

Em busca de recursos para bancar essas reformas, o vice-presidente de patrimônio do Sport informou que, até o momento, o clube está próximo de fechar uma parceria para ajudar a custear as reformas dos banheiros. E que já há um plano para a troca das cadeiras da Ilha por modelos retráteis, semelhantes às utilizadas na Arena de Pernambuco. Porém, ainda não há nada certo para a troca dos refletores.

– A gente vai fazer a medida que vamos conseguindo os recursos. Hoje estamos procurando levantar a parceria para a reforma dos banheiros e temos um plano de reforma das cadeiras centrais. Já contratamos um projeto e estamos aguardando a entrega desse projeto. Além disso, conseguimos o patrocínio de uma empresa de engenharia para a revisão estrutural do estádio. Foi a mesma empresa que fez esse serviço no Rei Pelé (em Maceió). E os relatórios iniciais não estão tão ruins. Mas para os refletores ainda não conseguimos parcerias – listou.

Diante disso, o próprio dirigente rubro-negro não quis garantir a reabertura da Ilha do Retiro nos primeiros jogos de 2022, com jogos pelo Campeonato Pernambucano e Copa do Nordeste.

– Vamos fazer de tudo para poder voltar a jogar na Ilha, na nossa casa. É uma missão nossa oferecer ao nosso torcedor e ao nosso sócio o mínimo de conforto. Não adianta fazer pela metade. Por isso não tem como dar uma previsão. Pode ser que iniciamos o ano ainda jogando na Arena de Pernambuco”, finalizou.

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Desempenho defensivo mina chance de acesso do Náutico e piora após retorno de Hélio

Nas últimas 19 partidas, Náutico sofreu 38 gols (média de dois por partida), números que pioraram após volta do técnico Hélio dos Anjos, com 15 tentos em sete jogos (média de 2,1)

Por João de Andrade Neto — Recife

Globo Esporte

A derrota por 4 a 3 para o Brusque praticamente sepultou qualquer chance matemática de acesso por parte do Náutico. Um final de Série B melancólico para um time que passou as 14 primeiras rodadas invicto, com o jogo contra a equipe catarinense, nos Aflitos, curiosamente sendo o último dessa série.

Ou seja, em um turno (19 jogos), o Timbu se viu saindo da liderança e da condição de um dos favoritos à Série A para a virtual desclassificação. E um dos fatores que explicam essa queda vertiginosa de rendimento foi peneira que se tornou o sistema defensivo da equipe desde então.

Para se ter uma ideia, até o empate por 1 a 1 com o próprio Brusque, no primeiro turno, o Náutico havia sofrido oito gols em 14 jogos. Uma média de 0,57 por partida. Já nos 19 compromissos seguintes, a defesa alvirrubra foi vazada 38 vezes, turbinando a média para dois gols sofridos por jogo. E só não teve as redes balançadas uma vez (na vitória por 1 a 0 sobre o CSA).

Nem volta do técnico Hélio dos Anjos foi capaz de solucionar o problema. Na verdade, piorou. Fiel ao estilo do treinador de marcação alta, o Náutico sofreu 15 gols nas sete últimas partidas. Uma média de 2,14 gols por jogo dentro do recorte.

Sendo que nove desses gols foram tomados nas três últimas partidas, que limaram as esperanças alvirrubras (empate com o Vasco por 2 a 2 e derrotas para Brasil por 3 a 2 e para o Brusque por 4 a 3). Novamente, a média subiu, dessa vez para três tentos tomados por jogo.

Náutico leva gol nos acréscimos, perde para o Brasil de Pelotas e fica longe do acesso

Náutico reage, consegue empate com o Vasco e segue sonhando com o acesso

Outro dado que ajuda a entender o caos defensivo do Timbu, responsável pelo frustrante fim de temporada é uma comparação com a campanha de 2020.

No ano passado, quando só evitou o rebaixamento na penúltima rodada, o Timbu sofreu 42 em todo a Série B. Este ano, com 33 rodadas disputadas, o clube pernambucano já foi vazado 46 vezes. E pela primeira vez, na competição, passa a ter saldo de gols negativos (-1).

Os números defensivos do Náutico

Até o jogo de ida contra o Brusque

Era líder da Série B e havia sofrido gols em 14 partidas (média de 0,57 por jogo)

Nos 19 jogos seguintes

Sofreu 38 gols (média de dois por jogo), ficando praticamente sem chances de acesso

Após volta de Hélio

Time sofreu 15 gols em 7 jogos (média de 2,14 por jogo)

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