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Escalação do Sport: Florentín tem Hernanes suspenso, mas descarta liberação de atletas contra a Chape

Rubro-negro está sem poder contar com camisa 08, assim como o atacante Paulinho Moccelin, por conta do terceiro cartão amarelo; duelo começa às 21h desta segunda-feira

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

O Sport passará por mudanças na escalação para enfrentar a Chapecoense, às 21h desta segunda-feira, na Arena Condá. Hernanes e Paulinho Moccelin cumprem suspensão nesta rodada, após receberem o terceiro cartão amarelo no duelo com o Flamengo. O atacante desfalca apenas as opções entre os reservas, mas o meia tem sido titular na equipe e precisará ser substituído.

O Rubro-negro só tem os titulares Gustavo e Everton Felipe como meias à disposição. Com isso, precisará improvisar ou mudar a formação da equipe. O técnico Gustavo Florentín tem a possibilidade de acionar nomes como Tréllez, Hayner, Luciano Juba ou Betinho.

O confronto não tem impacto decisivo no Brasileiro, uma vez que Sport e Chapecoense estão matematicamente rebaixados para a Série B de 2022, mas Gustavo Florentín descarta a possibilidade de liberar jogadores dos compromissos nesta reta final.

– Temos um plantel muito curto, tivemos 20 jogadores (no último jogo). Agora temos dois jogadores que estão suspensos. Vamos cumprir com essa responsabilidade até o último jogo. Posso trocar alguns jogadores, mas liberar alguns não, porque temos um compromisso para cumprir dignamente.

O Sport tem os atacantes Leandro Barcia e Everaldo em processo de recuperação ao longo das últimas semanas, mas dificilmente os dois estarão liberados para o confronto.

Assim, sem mais mudanças além de Hernanes, a equipe tem uma provável escalação formada por: Mailson; Ewerthon, Sabino, Thyere e Sander; Marcão, Zé Welison, Everton Felipe e Gustavo; Tréllez e Mikael.

Provável escalação do Sport contra a Chapecoense — Foto: ge

Provável escalação do Sport contra a Chapecoense — Foto: ge

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Após gol sobre Flamengo, Gustavo evita cravar futuro no Sport: “Se for para ficar, vou honrar essa camisa”

Meia tem contrato até dezembro de 2026, mas conquistou as atenções do mercado após a disputa do Brasileiro pelo Rubro-negro

Por Camila Alves — Recife

Globo Esporte

Gustavo tem apenas 19 anos, mas virou destaque pelo Sport e principal peça de criação da equipe nesta Série A. Tanto que conquistou as atenções do mercado. Responsável pelo gol de empate com o Flamengo, na última sexta-feira, o meia evitou cravar o futuro para a próxima temporada.

– Se for para ficar, eu vou honrar essa camisa. Se for para ir embora, não vou dizer que é um adeus, talvez um até logo. Pois é minha casa, é o clube que eu amo – disse o prata da casa.

Ao longo dos últimos meses, Gustavo entrou no radar de clubes brasileiros – como Atlético-MG, Flamengo e Palmeiras. Mas o Sport priorizou a definição da Série A antes de abrir conversas pelos nomes do elenco.

Agora, com o Brasileiro próximo do fim, Gustavo deve voltar ao radar do mercado. Mas deixa a definição para os representantes.

– Isso eu não sei falar, sei mais por baixo. Deixo para meus empresários, quem me representa. Mas se eu ficar, eu vou continuar honrando essa camisa. Se eu sair, nunca vou esquecer esse clube. É minha casa, onde me criei, me formei. Só tenho a agradecer a esse clube. Eu amo de coração. Sou um torcedor, não sou jogador. Se eu ficar ou ir embora, só tenho a agradecer – disse.

A expectativa é de que o clube busque uma negociação acima de 2 milhões de Euros (cerca de R$ 12,7 milhões). Até porque negou uma proposta de patamar semelhante ainda neste ano.

Em outubro, o Rubro-negro recebeu uma oferta oficial do Metalist, da Ucrânia, com valores próximos do montante citado – para comprar parte dos direitos de Gustavo. Apesar disso, a diretoria nem sequer iniciou as tratativas.

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Destaque do Santa Cruz no ano, Jordan é oferecido ao Atlético-GO, mas futuro segue indefinido

Apesar do contato inicial, clube goianiense só se pronuncia após o fim do Campeonato Brasileiro; com vínculo até junho, goleiro coral está livre para assinar pré-contrato

Por Alexandre Ricardo — Recife

Globo Esporte

Titular do Santa Cruz durante toda a temporada 2021, o goleiro Jordan está no radar de um clube da Série A do Brasileirão. Oferecido ao Atlético-GO, o atleta de 23 anos tem contrato até junho do próximo ano com o Tricolor e se reapresentou normalmente na última segunda-feira, no início da pré-temporada coral. Porém, o futuro dele segue indefinido.

Em ritmo de pré-temporada, Santa Cruz busca reforços para 2022

A seis meses do encerramento do vínculo junto ao Tricolor, Jordan está livre para assinar pré-contrato com qualquer outro clube. Por sua vez, apesar do contato inicial, a diretoria do Atlético Goianiense optou por se pronunciar somente após o fim do Campeonato Brasileiro.

Além da possibilidade de se transferir para o Dragão, Jordan também tem despertado o interesse do futebol português. No Arruda, a busca é pela garantia de alguma compensação financeira numa possível negociação do goleiro. Caso o destino seja o futebol europeu, ainda há a possibilidade dele vestir a camisa coral no primeiro semestre de 2022.

Com a saída de Marcão, o Tricolor acertou a renovação com Geaze – terceiro nome da posição durante a Série C. A indefinição quanto ao futuro de Jordan tem feito, inclusive, com que o departamento de futebol do Santa encare a busca por um goleiro como prioridade. Um dos nomes procurados foi o de Marcelo Rangel, reserva de Tadeu no Goiás. Porém, os altos valores esfriaram as conversas.

Jordan é revelado pelo Red Bull Brasil-SP e tem passagem pelo Votuporanguense. Ele desembarcou no Arruda durante a Série C de 2020. Neste ano, ganhou o posto de titular e está próximo da marca de 40 jogos pelo Santa Cruz.

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Arrumando a casa: ideias e projetos dos presidenciáveis do Náutico para o estádio dos Aflitos

Plínio Albuquerque, Diógenes Braga e Bruno Becker abordam a situação do estádio timbu e analisam o processo pela quebra de contrato com a Arena de Pernambuco

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

A casa do Náutico é o estádio dos Aflitos. O fato é inquestionável, assim como a necessidade de melhoria e evolução da sua estrutura. O assunto é um dos temas abordados pelo ge com os candidatos à presidência do clube na série de entrevistas publicada nesta semana, que antecede a eleição alvirrubra – marcada para o próximo domingo.

Os três candidatos também foram questionados sobre a pendência existente na Justiça pela quebra do vínculo contratual com a Arena de Pernambuco, que foi o estádio timbu entre 2013 e 2018.

O assunto (Aflitos e Arena) foi submetido aos candidatos na edição 135 do podcast Embolada, que contou com a apresentação de Rembrandt Júnior e participações do comentarista Cabral Neto e dos jornalistas João de Andrade Neto e Rômulo Alcoforado. No programa, os três postulantes ao executivo alvirrubro também foram questionados sobre outros temas.

A eleição do Náutico está marcada para o próximo domingo e o vencedor comandará o destino do clube no biênio 2022/2023.

Plínio Albuquerque (Inova Náutico)

Plínio Albuquerque, candidato a presidente do Náutico — Foto: Reprodução

Plínio Albuquerque, candidato a presidente do Náutico — Foto: Reprodução

O Náutico retornou aos Aflitos na gestão de Edno Melo. Porém, existia um projeto maior que não foi concluído, de requalificação da área, integração ao bairro. Existe nos planos do senhor a conclusão desse projeto?

É importante deixar claro isso para o torcedor que existe um mito de que Edno Melo e Diógenes Braga foram os grandes responsáveis pela volta aos Aflitos. Isso não é uma verdade. Edno e Diógenes participaram, mas eles não têm a humildade de vir a público e dizer que apenas participaram. Assim como eu participei, assim como Ivan (Pinto da Rocha) participou, que é o candidato a vice de outra chapa (de Bruno Becker). Muitos participaram, todos participaram e a gente precisa ser humilde para vir aqui dizer que aquele foi um movimento alvirrubro.

Os (estádio) Aflitos precisa ser requalificado, mas não só aquela parte nova, do novo projeto. Os Aflitos precisa de uma cara nova dentro da sua sede. Os Aflitos precisa respeitar o sócio. Eu preciso, como sócio, desejar ir aos Aflitos, e para eu desejar ir aos Aflitos, a família alvirrubra desejar ir aos Aflitos, preciso de estrutura, preciso de uma boa alimentação, preciso de banheiros limpos, organizados, reformados, eu preciso de um espaço kids para receber a criança.

A gente tem, sim, um projeto de ampliação, mas antes de pensar num projeto de ampliação eu preciso pensar no que tem hoje e dar condições de a gente receber o nosso sócio hoje, coisa que não acontece. A sede é morta, é parada, é um ambiente de fantasmas. Ninguém vai para a sede, ninguém curte os Aflitos, ninguém curte a piscina do Náutico, então eu preciso mudar primeiro isso para, depois, pensar nesse projeto, que já é aprovado pela Prefeitura do Recife. Mas eu preciso pensar primeiro no que já tem para depois pensar em ampliação.

Sobre a quebra de contrato da Arena de Pernambuco. A Arena quebrou o contrato com o Náutico depois que o Governo do Estado quebrou o contrato com a Arena. O assunto está na Justiça, existe uma cláusula milionária pela quebra que é cobrada pelo clube. O senhor tem informação sobre o processo? O que pretende fazer em relação ao assunto?

Existe sim um contrato com a Arena, uma cláusula de milhões e nós vamos buscar estreitar esse laço com Arena através da Prefeitura, através do Governo do Estado. Entender melhor o que precisa ser feito para que a gente possa receber esse valor que é justo, que nos é devido. O Náutico foi prejudicado com aquela transação. Mas, para isso, eu preciso falar de transparência. Ninguém sabe o que que está acontecendo no contrato.

Diógenes Braga (Avança Náutico)

Diógenes Braga, candidato a presidente do Náutico — Foto: Reprodução

Diógenes Braga, candidato a presidente do Náutico — Foto: Reprodução

O Náutico retornou aos Aflitos na gestão de Edno Melo. Porém, existia um projeto maior que não foi concluído, de requalificação da área, integração ao bairro. Existe nos planos do senhor a conclusão desse projeto?

Em relação aos Aflitos, eu vejo uma possibilidade enorme de uma evolução muito grande para o estádio. Inclusive, essa vai ser uma das maiores atribuições de Luiz Felipe, o meu vice. Realmente, (ele) está junto nessa questão dos Aflitos, capitaneando parceiros, empresas, enfim, grupos que possam estar num grande projeto. Não é um projeto simplesmente de ajeitar os banheiros, uma coisa e outra. Isso é muito básico. A gente quer realmente colocar o estádio em outro patamar.

Por exemplo: algo que a gente vai tentar ao máximo, que a gente quer realmente fazer, é a alameda da Manuel de Carvalho. A gente transformaria um espaço que fica parado e que só é usado em dia de jogo, a gente passaria a ter um espaço que seria de convivência do bairro diariamente. E que iria gerar receita para o clube, com lojas, com várias situações que possam gerar essa convivência. Inclusive gerando uma área de benefício ao bairro.

Sobre a quebra de contrato da Arena de Pernambuco e a multa que o Náutico pretende receber? Como está esse processo?

Esse processo ele corre, é um processo de arbitragem, é um processo complexo, tem tido algumas evoluções. Se eu chegar para você e passar detalhes, talvez eu esteja até expondo algumas situações que não podem ser (expostas). O que eu posso dizer é que está sendo tocado. É um processo lento, realmente, mas está sendo tocado. Mas a gente não está próximo de um desfecho.

Bruno Becker (Náutico sustentável)

Bruno Becker, candidato a presidente do Náutico — Foto: Reprodução

Bruno Becker, candidato a presidente do Náutico — Foto: Reprodução

O Náutico retornou aos Aflitos na gestão de Edno Melo, da qual o senhor fez parte, inclusive. Porém, existia um projeto maior que não foi concluído, de requalificação da área, integração ao bairro. Existe nos planos do senhor a conclusão desse projeto?

De imediato, a gente precisa fazer o básico, melhorar as condições básicas, de higiene, inclusive. Um banheiro decente tanto masculino quanto feminino, a criação de um banheiro família, nada disso tem, e independentemente de projeto, de reforma, tem que ser feito.

Sobre o projeto, acho que o clube precisa tirar do papel um projeto que foi apresentado ao Conselho Deliberativo há uns quatro anos, que é chamado de Projeto Casa. É um projeto bem arrojado, que inclui uma arena multiuso, um complexo administrativo moderno, uma espécie de galeria. Tudo do Náutico, não é venda de patrimônio do clube. Nesse projeto, o que hoje é o parque aquático e as quadras passa a ser um complexo com duas quadras indoor, a piscina passa a ser no teto de um desses compartimentos, tem hotel, restaurante… Enfim, é extraordinário. E isso foi apresentado ao Conselho e parou. E penso que tem que ser retomado.

Quanto ao processo envolvendo Náutico e a Arena de Pernambuco. O senhor esteve à frente do departamento jurídico do clube na atual gestão, até pouco tempo atrás. O que evoluiu nesse processo?

Eu tentei trazer esse processo da Arena para a competência do jurídico do Executivo, para ficar no meu departamento, sob minha supervisão. Mas, num acordo entre o presidente do Deliberativo, Alexandre Carneiro, e o presidente Edno (Melo), ficou acertado que o Deliberativo tocaria isso. Então, um escritório foi contratado pelo presidente do Deliberativo especificamente para esse processo.

Eu não acompanhei esse processo de perto, não estava sob minha supervisão. O que eu sei é que ainda está na fase judicial de fixação do árbitro e do local da arbitragem, está pendente de recurso aqui no Tribunal de Justiça e, dependendo da decisão, vai haver um recurso para Brasília. Ou seja: isso vai ainda se prorrogar por algum tempo.

Existe uma medida cautelar em paralelo que tenta que o Governo, ao invés de pagar aquele valor mensal à Odebrecht, deposite numa conta judicial para que aquilo fique em garantia da indenização que o Náutico, em tese, tem direito. Em linhas gerais, é isso. Eu não consigo me aprofundar muito porque, como eu disse, não estava sob a minha supervisão.

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Leston Júnior analisa presença do Santa Cruz no mercado e revela posições a serem reforçadas

De acordo com treinador, clube coral ainda deve trazer goleiro, zagueiro e volante, além de um atacante que atue pelos lados do campo; lateral esquerda é outro setor em pauta

Por Alexandre Ricardo — Recife

Globo Esporte

O mês de dezembro deve continuar sendo de novidades para a torcida do Santa Cruz. Com reformulação que atinge quase 80% do elenco rebaixado para a Série D, a diretoria coral ainda precisa preencher lacunas para intensificar a pré-temporada do grupo comandado pelo técnico Leston Júnior.

Até o momento, sete jogadores foram contratados pelo Tricolor: o lateral-esquerdo Dudu Mandai, o zagueiro Eduardo Grasson, os volantes Rodrigo Yuri e Matheus Lira, os meias Esquerdinha e João Henrique e o atacante Walter. Eles se juntam ao lateral-direito Marcos Martins e o atacante Mateus Anderson – trazidos após o fim da Série C. Por uma precaução jurídica, eles não foram utilizados diante do Floresta, pelo Pré-Nordestão.

– Nós temos de ter o entendimento de que é um momento em que precisarmos ser muito assertivos. Isso faz com que você tenha uma preocupação com a questão numérica. Você tem um orçamento curto e você precisa equacionar para contemplar todos os setores do campo – afirmou Leston Júnior.

“Eu diria que temos algumas posições mais claras, que temos trabalhado mais forte no mercado: goleiro, zagueiro, volante, atacante de velocidade. São atletas que são pilares da equipe, de uma estrutura de time. Até para ter uma base fortalecida e criar cenários favoráveis para utilizar os atletas da casa”, acrescentou.

A lateral esquerda é outra posição que deve ganhar reforços até o início do Campeonato Pernambucano. Após as saídas de Gilmar, Leonan e Eduardo, a única opção para o setor é o recém-contratado Dudu Mandai, ex- Remo e Manaus, que só se apresenta ao clube em janeiro.

Ainda sem contar com todos os atletas, o treinador tricolor tem 16 jogadores trabalhando nesta primeira semana de pré-temporada. Além dos 14 nomes presentes na reapresentação, o volante Rodrigo Yuri e o atacante Léo Gaúcho desembarcaram no Recife e também estão integrados ao plantel.

– O primeiro semestre é sempre mais difícil para estar ativo no mercado, porque a oferta de atletas é muito menor. Existem campeonatos em todos os estados e os clubes com os maiores estaduais têm uma condição financeira mais robusta. É claro que os fatos do Santa Cruz ter um 2021 ruim e um calendário enxuto em 2022 dificultam. Precisam de inteligência e criatividade para minimizar esses efeitos. O torcedor precisa entender que temos ótimos nomes no mercado, mas muitas vezes são incompatíveis para a realidade do clube – completou o técnico.

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Escalação do Sport: contra o Flamengo, Leão deve repetir time que enfrentou Bahia e São Paulo

Rubro-negro não tem suspensos para jogo desta sexta-feira, às 20h, na Arena de Pernambuco, que serve apenas para cumprir tabela na Série A

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

O Sport deve repetir o time das duas últimas partidas na Série A contra o Flamengo, nesta sexta-feira, às 20h, na Arena de Pernambuco – em jogo adiado da 35ª rodada. O Leão não tem suspensos e os atuais lesionados já desfalcavam a equipe há mais tempo.

O compromisso em questão serve apenas para cumprir tabela, já que o Rubro-negro foi rebaixado com antecedência. Além disso, o adversário carioca também não tem mais chances de título – uma vez que o Atlético-MG venceu o Bahia e garantiu a taça.

Com a repetição do time, o Leão mantém o esquema que mescla o 4-5-1 com o 4-3-3. Na frente, Mikael é o centroavante, enquanto Everton Felipe e Gustavo aparecem como pontas, mas também voltando muito para ajudar na marcação e trabalhar na construção de jogadas ao lado de Hernanes.

A provável escalação do Sport tem: Mailson; Ewerthon, Thyere, Sabino e Sander; Marcão; Zé Welison, Hernanes, Gustavo e Everton Felipe; Mikael.

Provável escalação do Sport para jogo contra o Flamengo — Foto: arte ge

Provável escalação do Sport para jogo contra o Flamengo — Foto: arte ge

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Sport assume topo da lista de rebaixamentos na Série A, na história e nos pontos corridos

Leão se iguala a Vasco, Vitória, Avaí e Coritiba como os times com mais quedas para a Série B desde 2003, e em toda a história do Brasileiro empata com o Coxa e América-MG; veja ranking

Por João de Andrade Neto — Recife

Globo Esporte

Com o rebaixamento matemático do Sport confirmado após a vitória do Juventude sobre o Bragantino, na terça-feira, o clube pernambucano passa a liderar duas listas que nenhum torcedor gostaria de fazer parte. As duas relacionadas a times com mais quedas para a Série B do Campeonato Brasileiro.

Agora, tanto na história geral da competição, que passou a adotar o sistema de acesso e descenso em 1988, quanto considerando apenas a era dos pontos corridos, a partir de 2003, nenhum outro clube do País acumulou mais rebaixamentos que o Leão.

Na era dos pontos corridos, essa já é a quarta queda do Sport para a Série B, sendo a terceira nos últimos dez anos. Assim, o Rubro-negro se junta a Vitória, Vasco, Avaí e Coritiba como os times com mais quedas desde 2003.

Os dois últimos, por sinal, fizeram o caminho inverso na atual temporada e estarão de volta à elite em 2022. Já o time baiano irá disputar a Série C, enquanto os vascaínos amargarão mais uma temporada na Segundona.

Já quando se amplia o recorte para todos os Brasileiros com acesso em descenso, são seis quedas do Sport para a Série B. Assim o Leão igualou as marcas de América-MG e Coritiba, que estarão na elite em 2022, se tornando assim o time nordestino com mais rebaixamentos na história.

O Leão superou o rival Santa Cruz, hoje na Série D, e que em todas as vezes que disputou a Série A a partir de 1988 (cinco vezes) foi rebaixado, e também o Vitória, que além das quatro quedas nos pontos corridos também ficou entre os últimos colocados da Série A em 1991.

Também rebaixada matematicamente para a Série B, a Chapecoense conheceu a sua segunda queda, ambas nos pontos corridos. O Grêmio, que aparece com 96,9% de risco de descenso, pode somar seu terceiro rebaixamento na história, sendo o segundo a partir de 2003.

No seleto grupo de clubes que nunca disputaram a Série B estão Flamengo, São Paulo e Santos.

Veja o ranking dos times com mais rebaixamentos:

Era dos pontos corridos

Quatro rebaixamentos

  • Avaí (2011, 2015, 2017 e 2019)
  • Coritiba (2005, 2009, 2017 e 2020)
  • Sport (2009, 2012, 2018 e 2021)
  • Vasco (2008, 2013, 2015 e 2020)
  • Vitória (2004, 2010, 2014 e 2018)

Três rebaixamentos

  • América-MG (2011, 2016 e 2018)
  • Figueirense (2008, 2012 e 2016)
  • Goiás (2010, 2015 e 2020)
  • Ponte Preta (2006, 2013 e 2017)

Dois rebaixamentos

  • Atlético-GO (2012 e 2017)
  • Bahia (2003 e 2014)
  • Botafogo (2014 e 2020)
  • Criciúma (2004 e 2014)
  • Chapecoense (2019 e 2021)
  • Fortaleza (2003 e 2006)
  • Guarani (2004 e 2010)
  • Náutico (2009 e 2013)
  • Paraná ( 2007 e 2018)
  • Portuguesa (2008 e 2013)
  • Santa Cruz (2006 e 2016)

Um rebaixamento

  • América-RN (2007)
  • Atlético-MG (2005)
  • Athletico Paranaense (2011)
  • Brasiliense (2005)
  • Ceará (2011)
  • Cruzeiro (2019)
  • CSA (2019)
  • Corinthians (2007)
  • Grêmio (2004)
  • Grêmio Prudente (2010)
  • Internacional (2016)
  • Ipatinga (2008)
  • Joinville (2015)
  • Juventude (2007)
  • Santo André (2009)
  • São Caetano (2006)
  • Paysandu (2005)
  • Palmeiras (2012)

Em toda história, desde 1988

Seis rebaixamentos

  • América-MG (1993, 1998, 2001, 2011, 2016 e 2018)
  • Coritiba (1989, 1993, 2005, 2009, 2017 e 2020)
  • Sport (1989, 2001, 2009, 2012, 2018 e 2021)

Sérgio Guedes chora após Sport ser rebaixado

Cinco rebaixamentos

  • Santa Cruz (1988, 1993, 2001, 2006 e 2016)
  • Vitória (1991, 2004, 2010, 2014 e 2018)
  • Goiás (1993, 1998, 2010, 2015 e 2020)

Quatro rebaixamentos

  • Avaí (2011, 2015, 2017 e 2019)
  • Criciúma (1988, 1997, 2004 e 2014)
  • Vasco (2008, 2013, 2015 e 2020)

Três rebaixamentos

  • Athletico Paranaense (1989, 1993 e 2011)
  • Fortaleza (1993, 2003 e 2006)
  • Botafogo-RJ (2002, 2014 e 2020)
  • Bahia (1997, 2003 e 2014)
  • Figueirense (2008, 2012 e 2016)
  • Guarani (1989, 2004 e 2010)
  • Náutico (1994, 2009 e 2013)
  • Paraná (1999, 2007 e 2018)
  • Ponte Preta (2006, 2013 e 2017)
  • Portuguesa (2002, 2008 e 2013)
  • Botafogo (2002, 2014 e 2020)

Dois rebaixamentos

  • América-RN (1998 e 2007)
  • Atlético-GO (2012 e 2017)
  • Botafogo-SP (1999 e 2001)
  • Bragantino (1996 e 1998)
  • Chapecoense (2019 e 2021)
  • Ceará (1993 e 2011)
  • Fluminense (1996 e 1997)
  • Gama (1999 e 2002)
  • Grêmio (1991 e 2004)
  • Juventude (1999 e 2007)
  • Palmeiras (2002 e 2012)
  • União São João-SP (1995 e 1997)

Um rebaixamento

  • América-RJ (1988)
  • Atlético-MG (2005)
  • Bangu (1988)
  • Brasiliense (2005)
  • Corinthians (2007)
  • Cruzeiro (2019)
  • CSA (2019)
  • Desportiva-ES (1993)
  • Grêmio Prudente (2010)
  • Inter de Limeira (1990)
  • Internacional (2016)
  • Ipatinga (2008)
  • Joinville (2015)
  • Remo (1994)
  • Santo André (2009)
  • São Caetano (2006)
  • São José-SP (1990)

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Candidatos à presidência do Náutico revelam planos para o futebol e falam sobre futuro de Hélio

Plínio Albuquerque, Diógenes Braga e Bruno Becker adiantaram como pensam comandar o carro-chefe do Náutico para o biênio 2022/2023; eleição ocorre no próximo domingo

Por Redação ge — Recife

Globo Esporte

Dando sequência à série de entrevistas com os três candidatos à presidência do Náutico, chegou a hora de falar do carro-chefe do clube: o futebol. Plínio Albuquerque, Diógenes Braga e Bruno Becker respondem sobre seus planos para o departamento, quais nomes formarão as suas diretorias e também sobre o destino do técnico Hélio dos Anjos, que tem contrato até o final de 2022.

As respostas dos candidatos foram retiradas da edição 135 do podcast Embolada, que contou com a apresentação de Rembrandt Júnior e participações do comentarista Cabral Neto e dos jornalistas João de Andrade Neto e Rômulo Alcoforado. No programa, os três postulantes ao executivo alvirrubro também foram questionados sobre outros temas.

A eleição do Náutico está marcada para o próximo domingo e o vencedor comandará os destinos do clube no biênio 2022/2023.

A respeito do técnico Hélio dos Anjos, ele tem contrato até o fim do próximo ano. A ideia é continuar com ele? Ou caso você seja eleito e Sangaletti venha assumir a executiva de futebol existe a possibilidade de troca no comando do time?

Hélio dos Anjos é o nosso treinador, sim. Eu gosto muito do trabalho de Hélio e Sangaletti também gosta muito. Inclusive a gente tem conversado, eu, Sangaletti e Muricy (Ramalho, ex-técnico do Náutico e atual coordenador de futebol do São Paulo) sobre Hélio. A gente não envolveu Hélio ainda nessa conversa porque não é ético, não é legal. Eu ainda não sou presidente. Mas a partir do momento que a gente vencer as eleições, talvez até no na noite do dia 5 de dezembro, a gente já faça uma reunião. Eu, Hélio, Muricy e Sangaletti para que a gente possa já acelerar os passos. Porque não há tempo a perder.

Queria que você detalhasse como vai ser a formatação do departamento de futebol. Vai existir a figura do vice-presidente, como o Diógenes Braga é hoje?

Nós vamos ter o executivo de futebol, que é o Sangaletti, três diretores estatutários do clube, e um coordenador da base. Esse coordenador vai cuidar do elo da base ao profissional. A gente acha que é de extrema importância ter alguém que fique com o olho nos meninos. Não só na parte técnica, mas na estrutura que a gente está levando para eles. A gente precisa primeiro formar o cidadão, formar um atleta e formar um ídolo para que esse ídolo possa trazer receita para o clube. E vamos investir bastante no centro de análise de desempenho, que será de extrema importância para que a gente possa minimizar os erros nas contratações, erros esses que perduraram na gestão inteira. Eu preciso que o centro de análise de desempenho me dê um filtro de jogadores para que eu não precise olhar 20, 30 laterais-esquerdos ou zagueiros. Eu preciso avaliar quatro, cinco atletas, porque já vai ter um filtro muito grande desse centro para que nós possamos observar e analisar qual melhor jogador a gente possa trazer.

E aproveitando que você citou várias vezes o nome do Muricy Ramalho, você pensa em dar um cargo formal no clube a ele ou que seria apenas um conselheiro da gestão?

Muricy já é conselheiro benemérito do clube e é um colaborador. Ele é um um apaixonado pelo Náutico e um cara muito sério e que tem nos ajudado muito. Eu tenho um contato muito bom com ele e ele até tentou ter contato com outras pessoas da atual gestão. Tentou ajudar essa gestão como alvirrubro, mas não foi atendido. Eu me coloco à disposição de Muricy Ramalho e a gente está muito firme com isso.

Caso você seja eleito, como vai ficar o futebol? Você vai abraçar o futebol da forma como abraçou nessa gestão?

O futebol vai ter que andar com as pernas dele, tem que ter a sua diretoria. Sendo eleito, eu preciso tocar o clube, preciso ser presidente do clube, gerir todos os departamentos. Nem que eu quisesse eu teria tempo. Vejo que os meus três pares hoje estão completamente capacitados para tocar o futebol e a minha ideia é que os três sigam comandando o futebol. Sendo que não como diretores, mas os três como vice-presidente, sendo cada um com uma seara mais direcionada. O Gilberto (Pinheiro) como vice-presidente técnico de futebol, o Eduardo Belo como vice-presidente financeiro de futebol e Roberto Selva Filho como vice-presidente jurídico de futebol. Cada um com uma seara mais próxima das suas aptidões e com autonomia para tocar o futebol.

A respeito do técnico Hélio dos Anjos, houve algum desgaste entre você e ele? Sendo eleito presidente, o seu desejo é a permanência do treinador?

Eu nunca tive desgaste com Hélio. Muito se fala que eu tenho um desgaste, mas nunca tive. Eu me relaciono muito bem com as pessoas, respeito as pessoas e não tenho desgaste nenhum com ninguém. Eu tenho um carinho muito grande por Hélio e acho que ele fez muito pelo clube. Esse ano se completou mais de um ano que ele está conosco e quando você tem relações intensas, como no futebol, existem situações que às vezes geram um tipo de adrenalina mais alta. Mas isso é normal no futebol. Entendo que pessoas inteligentes e que saibam se entender superam isso.

Quanto a permanência, se eu tenho uma diretoria que vai tocar o clube, então essa decisão não tem que ser minha, tem que ser da diretoria e eu tenho que respeitar. A diretoria, claro, precisa convencer o presidente, precisa trazer ao presidente as suas decisões, assim como é feito hoje. Mas o planejamento em relação a isso não tem que do presidente. Tem que partir da diretoria. Essa sim vai fazer o planejamento do futebol.

A atual gestão conquistou dois títulos estaduais, tirou o time da Série C, mas é inegável que a temporada atual termina com sentimento de frustração para o torcedor por não ter conseguido o acesso à Série A após o início avassalador do time na Série B. Você reconhece que houve um erro na avaliação do elenco?

Toda a sua análise é correta. Concordo plenamente. O que nos faltou foi dinheiro. Por quê? Porque naquele momento o mercado estava completamente fechado. Então naquele momento a gente só conseguiria contratar se a gente pagasse aos clubes de origem para liberar os atletas e a gente não tinha esse dinheiro. E isso aconteceu, é bom colocar, porque nós perdemos atletas por contusão, por fim de contrato e pela questão do Wagner (Leonardo, zagueiro) ter voltado ao Santos. Então era em momentos em que você normalmente não perderia jogadores. Foram fatos inusitados. E essa percepção (diagnóstico da necessidade reforçar o elenco) foi mais dentro do Brasileiro, porque no Campeonato Pernambucano a gente voou. A necessidade maior veio dentro do Brasileiro e aí esbarrou na questão orçamentária.

De que forma você vai estruturar o departamento de futebol? Você terá apenas diretores remunerados ou também diretores estatutários?

O problema do futebol do Náutico, e aí eu digo porque acompanhei isso, não são as pessoas que fazem o staff do Náutico. O problema do futebol do Náutico é conceitual. É a forma de se gerenciar o futebol, é a centralização de decisões na pessoa do vice-presidente do futebol. Então o primeiro passo é modificar esse modelo. Para o profissional teremos o executivo, que em outra nomenclatura é o diretor remunerado.

Agora o que é que eu penso? Tem que existir também o vice-presidente não remunerado. Por que é impossível o presidente do clube gerir todos os departamentos in loco. Então ele vai ter que ter aquela pessoa que vai fazer o link entre o diretor remunerado, que é a primeira linha, e a presidência. O papel desse vice-presidente não é de decidir, não é de estar em vestiário, não é de estar indo no CT, não é de estar acompanhando preleção, não é estar negociando com empresário valores de jogador e prorrogação do contrato. Isso é o papel do executivo de futebol.

O vice-presidente vai coordenar e verificar se o diretor remunerado está realizando todas as diretrizes que foram traçadas no começo do ano. Se ele está respeitando o orçamento, se ele está ouvindo o restante do staff do futebol, se ele está aplicando os conceitos foram estabelecidos. A função do vice-presidente é fiscalizar, e ele notando um desvio dentro daquela meta, daquela análise que foi feita, corrigir. E eventualmente, quando for preciso, ele leva isso pra presidência do clube e o presidente do clube decide.

E você tem alguns desses nomes já definidos? Quem seria seu vice-presidente de futebol? E para executivo?

Para vice-presidente de futebol é o Ítalo Braga, que foi da diretoria de futebol ano passado e saiu por divergências sobre isso que nós estamos colocando aqui, de condução do departamento e de centralização das decisões. Ítalo é um dirigente que tem uma história no clube, que já participou das categorias de base, dos esportes olímpicos e estava no futebol.

Sobre o executivo eu não vejo motivos para não manter o Ari (Barros). É óbvio que vai ser apresentado um projeto a ele, um conceito diferente, e cabe a ele analisar. E se sentir confortável e abraçar o projeto, ele seguirá. Se eu não tivesse esse postura estaria sendo contraditório comigo mesmo. A partir do momento que eu digo que o problema de futebol não são as pessoas e sim o conceito e a forma de gerir, e dizer que não quero mais o Ari porque ele é incompetente, eu estou sendo leviano, mentiroso e contraditório.

Ari é um cara extremamente competente, basta pegar nas últimas temporadas do trabalho que ele realizou nos outros clubes, sobretudo no Juventude (conseguiu o acesso à Série A em 2020). Ele é um profissional que está sendo sondado e requisitado por vários outros clubes. É preciso a gente modificar o conceito, a mentalidade e a estrutura. Eu não pretendo mudar em nada do staff em termos de nomes. A gente pode trazer nomes para agregar, mas tirar as pessoas que estão, sob o argumento de que o insucesso do futebol caiu só na conta dessas pessoas, eu acho injusto.

E sobre Hélio dos Anjos?

Hélio já mostrou que é capaz de ser o treinador do Náutico. Não vejo motivo para modificar o treinador. Agora, assim como será feito para o Ari, também será colocado para Hélio e Guilherme (dos Anjos, auxiliar técnico), um novo modelo, uma nova proposta, um novo conceito. E se eles se sentirem confortáveis em seguir nesse novo modelo, seguirão.

Ajustes sempre terão que ser feitos. Como em toda empresa, toda prática administrativa, você estabelece metas e tem que acompanhar a realização dessas metas. E tenha certeza, sempre vai haver alguma meta, algum ponto, que não vai ser cumprido. Então você tem que ajustar e saber porque não foi cumprido. Vamos corrigir o rumo. E vamos colocar de novo na pauta, de novo nos trilhos, para que seja alcançado. Isso se aplica também ao futebol, se aplica também ao Hélio.

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Santa Cruz renova com Geaze e recua de interesse em Marcelo Rangel por conta do alto custo

Ainda com indefinição sobre situação de Jordan, diretoria coral segue no mercado em busca de contratação para a posição

Por Alexandre Ricardo — Recife

Globo Esporte

Após a saída de Marcão e ainda lidando com a indefinição em relação a Jordan, o Santa Cruz acertou a renovação do goleiro Geaze – que fica no Arruda até o final da temporada 2022. Terceiro nome da posição durante a Série C, o atleta de 27 anos tem passagem pelas categorias de base do Tricolor. Na temporada 2021, disputou uma partida.

No mercado para reforçar o setor, a diretoria coral recuou do interesse em Marcelo Rangel – reserva de Tadeu no Goiás. De acordo com informações apuradas pelo ge, o alto custo para contratar o goleiro foi o principal entrave da negociação.

Apesar de ter sua situação cada vez mais incerta quanto ao futuro no Arruda, Jordan se reapresentou com o restante do elenco. Em caso de saída, o Santa deve ir atrás de mais dois goleiros – atualmente, as opções, além do titular coral, são Geaze e o prata da casa Jaime, de 20 anos.

Até o momento, foram contratados sete jogadores: o zagueiro Eduardo Grasson, o lateral-esquerdo Dudu Mandai, os volantes Matheus Lira e Rodrigo Yuri, os meias João Henrique e Esquerdinha, além do atacante Walter. Eles se juntam ao lateral-direito Marcos Martins e o atacante Mateus Anderson, trazidos logo após o rebaixamento na Série C do Brasileirão.

Outros reforços devem desembarcar no clube durante a pré-temporada. Uma das posições que ainda carece de contratação é a lateral esquerda, que recentemente perdeu Gilmar, Leonan e Eduardo.

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Florentín lamenta ausência de Renato em jogo do Sport contra o Fla: “Queria olhar na cara dele como homem”

Treinador disse não ter gostado de comportamento do ex-técnico do Flamengo em duelo contra o Grêmio, adversário do Leão na luta contra a queda, e queria pedir explicações

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Florentín lamenta não encontrar Renato Gaúcho em jogo Sport x Flamengo

Após perder o título da Libertadores para o Palmeiras, o técnico Renato Gaúcho foi demitido pela diretoria do Flamengo. A saída teve amplo apoio da torcida do Rubro-Negro carioca, mas no Recife, o comandante do Sport, Gustavo Florentín, lamentou o fato de não encontrá-lo no duelo entre as duas equipes na próxima sexta-feira, na Arena de Pernambuco, pela Série A. O motivo: o paraguaio não gostou do comportamento de Renato na partida contra o Grêmio, no dia 23 deste mês.

Em entrevista coletiva, Florentín demonstrou irritação ao falar de Renato Gaúcho e lamentou a falta de um encontro “cara a cara” para pedir explicações ao agora ex-treinador do Flamengo.

“É uma pena que Renato Gaúcho não vai estar no jogo contra nós. Eu queria tê-lo frente a frente para olhar na cara dele. É uma pena. Sinto muito. Eu queria olhar na cara dele como homem”, disse o paraguaio.”

A declaração gerou dúvidas sobre o motivo da chateação do treinador do Sport, mas em conversa com os jornalistas após a entrevista, Florentín revelou a causa: o comportamento de Renato durante a partida contra o Tricolor gaúcho, seu ex-clube, há uma semana. No jogo, uma conversa do ex-treinador do Flamengo ao pé de ouvido com o lateral-esquerdo Cortez chegou a viralizar.

Os comentários de Gustavo Florentín se devem à briga contra o rebaixamento. O Grêmio é um dos concorrentes diretos do Sport na parte de baixo da tabela. No jogo, o Flamengo abriu 2 a 0 e o time gaúcho buscou o empate no segundo tempo em 2 a 2.

Mesmo sem o encontro com Renato, Florentín demonstrou ter uma motivação extra para o duelo contra o Fla e convocou a torcida para preencher todos os lugares disponíveis na Arena Pernambuco.

– Os jogadores estão focados em vencer o Flamengo. Para isso, convido a torcida que garanta os 23 mil lugares e estejam presentes na Arena Pernambuco com a camisa do Sport. Gritem o “Cazá! Cazá!” a todo momento, pois são os jogadores que vão tratar de dar essa alegria aos torcedores.

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