Cercado de atenção por possível transferência, Erick, do Náutico, se cala

Por Daniel Gomes, Recife

Antes de a bola rolar, na partida entre Náutico e Figueirense, Erick ganhou as manchetes. O garoto, de 19 anos, viu o nome crescer, a partir de uma provável transação para o Braga-POR. O vice-presidente de futebol do Timbu, Emerson Barbosa, e o empresário dele, Guilherme Cavalcanti, estão em Portugal para ajustar os últimos detalhes. Concentrado e de olho na partida, o atacante preferiu o silêncio. Correu dos microfones – literalmente -, quando julgou necessário driblar os repórteres.

Erick é tímido para dar entrevistas. Foi a uma desde a promoção para o profissional, há sete meses. Por ser um dos destaques do Náutico – é o artilheiro do Timbu no ano, com nove gols -, sempre foi requisitado para falar nos intervalos e depois dos jogos, ainda em campo. Nunca se furtou. Dessa vez, foi diferente.

Assim que a delegação alvirrubra chegou à Arena de Pernambuco, Erick sofreu a abordagem natural pré-jogo. Desceu do ônibus e avisou, com um gesto típico, que não iria falar. O garoto até usou o zagueiro Breno como escudo: enquanto o defensor passava pelo corredor, escondia-se por atrás dele.

Em campo, Erick “soltou a voz”. Parecia alheio aos comentários. Soltou-se, desandou a driblar, deu bons passes e repetiu o nível de atuação que o destacou ao longo do ano. O gol não saiu, mas ele participou de oportunidades claras. Teve a sua, mas parou no goleiro do Figueirense, Saulo.

Erick foi substituído no segundo tempo – Gerônimo entrou na vaga dele. Assistiu ao restante da partida no banco de reservas. Assim que o juiz apitou o fim da partida, partiu em disparada para os vestiários. Nem olhou para os repórteres. Se preferiu o silêncio, o meia Giovanni brincou com a situação.

– Erick saiu (risos)? Eu não sabia, vai que aconteceu alguma coisa depois do jogo… A gente sabe que ele recebe muitas propostas pelo que faz dentro de campo.

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Rogério volta a treinar com bola e Osvaldo é dúvida para duelo do Sport contra Cruzeiro

Por Rômulo Alcoforado, Recife

O técnico Vanderlei Luxemburgo teve uma notícia boa e outra nem tanto para montar o ataque do Sport, que enfrenta o Cruzeiro, no próximo domingo, pela 21ª rodada da Série A. A boa é que Rogério voltou a treinar com bola e vira opção para a partida. A outra é sobre Osvaldo: com dores na panturrilha direita, ele é dúvida para o duelo.

Rogério está totalmente recuperado de um estiramento muscular na coxa direita. Ficou fora dos quatro últimos jogos do Leão (contra Bahia, Fluminense, Corinthians e Ponte Preta). A última partida foi contra o Arsenal de Sarandí-ARG, pela Sul-Americana, em 27 de julho. O período de ausência completará as três semanas previstas caso ele, de fato, jogue contra o Cruzeiro.

Já Osvaldo não tem nova lesão muscular. Recentemente, o jogador sentiu uma contusão na panturrilha direita. Agora, apresenta dores na região. O médico do Sport Rodrigo Perez explica o quadro.

– Osvaldo sentiu um desconforto na mesma panturrilha que se machucou. Isso é um quadro de dor residual. Fizemos um exame de imagem e não foi constatada nova lesão. Ele vai ser reavaliado diariamente e só depende disso para voltar. Mas é dúvida para o jogo – disse.

Transição

Além de Osvaldo, outros dois atletas preocupam o Sport para o duelo do final de semana. O zagueiro Neris e o goleiro Agenor. Neris é um paciente mais antigo do DM, que foi liberado para o processo de transição. Já Agenor sentiu dores na coxa esquerda antes da última partida, contra a Ponte, e foi vetado – mas se apresentou melhor.

Isso não o garante no jogo contra a Raposa, porém. O goleiro também entrou na transição e não está confirmado para o jogo.

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Roberto Fernandes enaltece atuação do Náutico: “Ficou barato”

Por Daniel Gomes, Recife

O Náutico largou a lanterna da Série B. O clube estava na última posição desde o fim da quarta rodada. Só agora, depois de bater o Figueirense, por 2 a 0, na Arena de Pernambuco, nesta terça-feira, passou o bastão para o ABC-RN – potiguares enfrentam o Internacional, neste sábado. O Timbu debutou também em vitórias por dois gols de diferença e, segundo o técnico Roberto Fernandes, o placar poderia ter sido elástico.

– Agressividade não é o número de jogadores no ataque. Mas é o passe entre linhas, e os jogadores abusaram de fazer isso. Com todo o respeito ao time do Figueirense, o 2 a 0 saiu muito barato. A gente criou duas ou três chances claras de gol.

O treinador, que é torcedor do Náutico, lembrou da história do clube. E colocou na cabeça dos atletas que o Timbu carrega a característica histórica de formar equipes rápidas. Esse foi o pedido para o time, que o cumpriu a risca.

– Essa é minha quarta passagem no Náutico. E antes da passagem como treinador, eu conheço a história desse clube. Não adianta você querer trazer para um clube determinadas situações de futebol moderno, vamos dizer assim, que fogem às características do clube. O Náutico sempre teve equipes de velocidade, agudas. Basta a gente lembrar do time de Kieza, de Kuki, enfim. Sempre foi caracterizado assim, com jogo verticalizado, em direção ao gol. Se usa muito o Barcelona como exemplo de futebol, mas o Barcelona é o Barcelona. Náutico é Náutico.

Roberto Fernandes está no Náutico há quatro partidas. Venceu três e empatou uma. O restrospecto foi lembrado. Roberto, ainda, citou a evolução no período. Afinal, o Timbu está a seis pontos de diferença para o 16º colocado, o Santa Cruz. Há muito trabalho pela frente, no entanto.

– Todo o mérito foi dos atletas. Nos últimos quatro jogos, tivemos aproveitamento de líder. Foram nove pontos em 12 disputados. O Náutico, nesse recorte, fez mais pontos que no primeiro turno quase inteiro. Com a sequência de trabalho, podemos evoluir mais na competição.

O time do Figueirense foi elogiado por Roberto Fernandes. E o treinador manteve os pés no chão ao analisar o futuro do Náutico.

– Se formos olhar o Figueirense no papel, muita gente colocaria eles na briga pelo acesso. Eles têm uma boa posse de bola. E eu falei que, se a gente fosse jogar no ritmo deles, íamos ter problema. E o ritmo tem de ser nosso como mandante. Os jogadores entenderam isso. O Náutico tem que jogar para ganhar porque precisa vencer os jogos. Claro que não vamos jogar assim sempre porque temos de entender nossa situação. Tenho de ter a noção de onde estou pisando. Mas não vou abrir mão de ser mandante, ser agressivo, mas não vulnerável. E foi assim contra o Figueirense.

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Luxa admite ter suavizado relação com atletas: “Não sou um homem burro”

Por Rômulo Alcoforado, Recife

O futebol mudou, e Vanderlei Luxemburgo mudou junto com ele. Não dentro de campo – já que, para o técnico, não há grandes novidades no aspecto tático. Mas fora dele. Na relação com os jogadores. O comandante do Sport revela que, nos dias atuais, lida de uma forma diferente com os atletas, em comparação à relação com os profissionais em períodos anteriores da sua carreira.

Segundo o técnico, embora exigente, a cobrança feita a um jogador atualmente é mais suave do que, por exemplo, fazia na década de 90 ou no início dos anos 2000. Ele admite isso. Diz que não é um “homem burro”.

– A mudança que existiu foi no trato com eles. Na maneira como eu lidava com eles. Depois que fiquei oito meses descansando, fui vendo situações e conversando muito com as pessoas. E essa coisa está muito clara para mim hoje. Os atletas estão muito mais protegidos. Não somos mais aqueles orientadores como profissionais e como pais. Somos profissionais lidando com eles. Claro que vamos dar uma orientação, com experiência. Mas eles estão mais protegidos e mais assessorados para não aceitar o esporro, porque tem um assessor, um empresário que fala assim: “Se Luxemburgo não te colocar no Sport, não se preocupa. Te tiro do Sport e te coloco em outro time”. Em outra equipe, a mesma coisa. E fazem isso com uma propriedade muito grande. Não sou um homem burro, entendi que deveria mudar a relação com eles. Posso chamar atenção sem ser aquela coisa mais do paizão antigo, que era duro, mas se sabia que estava orientando para o melhor. Chama atenção de uma maneira diferente – avalia.

Luxemburgo deixa claro, porém, que a mudança de atitude é uma adaptação aos novos tempos. O que não significa que ele concorde integralmente com o novo tipo de relação atleta-treinador.

– Hoje é um prejuízo muito grande. Os jogadores estão muito protegidos. Antigamente, éramos tipo o segundo pai dos atletas. Eu, Telê Santana… a gente gostava de orientar. O jogador buscava em nós orientação de vida. Hoje em dia, os atletas não buscam mais porque têm seus empresários – diz.

O agente é outro personagem que Luxemburgo observa com certa cautela.

– Vejo empresário sempre com interrogação. Qual o interesse do empresário? É o atleta ou é o dinheiro que o atleta proporciona no negócio dele? – indaga.

Por enquanto, apesar do tropeço em casa no último jogo, o novo estilo de Luxemburgo dá certo. Na Série A, o Sport é o quinto colocado, com 29 pontos em 20 partidas. O time ainda está vivo na Copa Sul-Americana. Enfrentará a Ponte Preta, nas oitavas de final.

Só caiu na Copa do Brasil, diante do Botafogo, no primeiro jogo de Luxemburgo como técnico.

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Após tropeço, Luxemburgo cobra ataque do Sport: “Tem que ter drible”

Por Rômulo Alcoforado, Recife

Globo Esporte

A atuação do Sport contra a Ponte Preta, no último domingo, ligou um sinal de alerta para o técnico Vanderlei Luxemburgo. Ao menos em relação à produção do ataque rubro-negro: segundo ele, o Leão precisa evoluir quando enfrenta equipes retrancadas.

Luxemburgo cobrou dos jogadores maior criatividade – artigo em falta nos últimos jogos do Leão, principalmente dentro de casa. Ele usa o jogo contra a Ponte Preta como exemplo.

– O que faltou para nós foi um drible. Não adianta só ficar com a bola, tem que fazer alguma coisa mais aguda, algo diferente. Quando os adversários vêm atrás aqui em casa, falta alguma coisa. Um drible, uma jogada individual, uma situação que vá desarmar o adversário – disse.

Ele explica como o Leão tem caído na armadilha armada pelos rivais.

– Não adianta só ter a posse de bola. Vai na esquerda, vai na direita. É isso que o adversário quer. Tem que ter isso (troca de passes), mas tem que ter metida de bola, drible… Alguma coisa diferente. Espero trabalhar essa parte ofensiva e incentivar o jogador a fazer jogada individual. Se você dá um drible, já matou uma linha – declarou.

Segundo Vanderlei, no entanto, este problema não afeta só o Sport. Todas as equipes do futebol brasileiro sofrem do mal. Inclusive a que melhor joga no país atualmente.

– (O problema) Não é só o meu time. É uma questão do futebol brasileiro. O Corinthians, que é o líder da competição, joga totalmente atrás, deixando o adversário ter posse de bola, e sai sempre no contragolpe, buscando uma situação, duas ou três dentro do jogo. Os adversários finalizam mais, têm mais posse de bola, mas não conseguem ganhar – afirmou.

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Santa Cruz tem volta de Bruno Silva e Léo Lima, mas perde Yuri em treino

Por Lucas Liausu, Recife

Globo Esporte

O primeiro treino do Santa Cruz, nesta semana, foi marcado por novidades. Umas boas, outra nem tanto. Pelo lado positivo, o técnico Givanildo Oliveira ganhou dois reforços para o encontro com o Guarani, no próximo sábado, pela Série B: o zagueiro Bruno Silva e o meia Léo Lima estão aptos a se apresentar pelo Tricolor. Em compensação, o lateral-esquerdo Yuri, que começou a atividade nesta segunda-feira, no Arruda, foi retirado antes da metada dos trabalhos, reclamando de dores nas costas.

Bruno Silva não treinou na semana passada. Depois do confronto com o Criciúma, sentiu dores na região toráxica e foi poupado. O departamento médico já trabalhava com a possibilidade do retorno dele para nesta segunda-feira.

A presença de Léo Lima também era esperada. Depois de passar dez dias longe do Recife, por conta do falecimento da esposa, no Rio de Janeiro, ele retornou à cidade natal, no final de semana. Dessa vez, finalizou o processo burocrático a fim de trazer os filhos para o Recife. Sem jogar desde o dia 29 de julho, a utilização de Léo como titular, contra o Guarani, é incerta.

A grande baixa ficou por conta do lateral-esquerdo Yuri. Ele foi titular contra o Criciúma e teve uma atuação boa, com direito à assistência para o único gol dos tricolores. O departamento médico vai reavaliar o jogador, mas, caso ele não tenha condições de atuar no sábado, Tiago Costa retorna.

O atacante Ricardo Bueno não apareceu no campo nesta segunda-feira, mas, de acordo com a assessoria de imprensa, fez um trabalho específico na academia. Na terça, treinará normalmente.

O técnico Givanildo Oliveira não fez trabalho tático. É desconhecido como ele pretende montar o time com os reforços. A tendência é que Bruno Silva volte, e Sandro fique no banco. Assim, o Santa entrará em em campo com Julio Cesar; Nininho, Anderson Salles, Bruno Silva e Yuri (Tiago Costa); Elicarlos, Derley e Thiago Primão; André Luís, Bruno Paulo e Ricardo Bueno.

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Corrida Duque de Caxias está com inscrições abertas em Petrolina

Por GloboEsporte.com, Petrolina

No dia 17 de setembro será realizada em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, a Corrida Duque de Caxias. A prova, que faz parte das comemorações do Dia do Soldado, está com inscrições abertas até 10 de setembro. As vagas são limitadas. Para participar, é preciso ter, no mínimo, 14 anos. A taxa é de R$ 40,00, para quem fizer a inscrição presencial, e R$ 46,00 para a inscrição online.

A inscrição presencial pode ser feita nos Shoppings de Petrolina e Juazeiro-BA, e no Círculo Militar do Médio São Francisco. Pela internet, o interessado pode garantir presença através do link (clique aqui).

A Corrida Duque de Caxias terá percurso de 6km, com largada da Orla de Petrolina, às 8h. Os três primeiros colocados serão premiados com troféus e dinheiro. Os demais participantes ganharão medalhas.

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Com seis no DM, Roberto Fernandes prevê dor de cabeça extra no Náutico

Por Eryck Gomes, Recife

Globo Esporte

Com o treino desta segunda-feira fechado, o técnico Roberto Fernandes não deu pistas sobre a equipe que enfrenta o Figueirense, às 21h30 desta terça, pela Série B, na Arena de Pernambuco. Deu indícios, no entanto, que terá dor de cabeça extra. Seis atletas ficaram de fora da atividade e podem se ausentar do embate contra os catarinenses.

– Nós temos, em tratamento, que não puderam treinar hoje (segunda-feira), Gilmar, David, Erick, Bruno Mota e Breno Calixto. Cinco jogadores que, se o jogo fosse hoje, estariam vetados. Como a gente tem a facilidade de a concentração ser no centro de treinamento, eles vão fazer tratamento intensivo até o momento de ir ao estádio, para a gente poder ver com quem vai contar – revelou o treinador Alvirrubro.

A “dor de cabeça” deve ficar mais forte. Além dos cinco citados, o atacante Vinícius entrou para a lista de dúvidas, no último momento. O médico Renato Paes Barreto detalhou o quadro dos atletas.

– O Vinícius tem uma dor lombar crônica. Está fazendo trabalho de fisioterapia. Vamos esperar a evolução até amanhã para resolver se o liberamos para o jogo. O Bruno teve o desgaste do jogo. Gilmar é a mesma queixa, mas, como tem mais de 30 anos, o trabalho regenerativo dele é mais lento. Erick tem uma dor na panturrilha, mas não preocupa. Breno foi uma pancada no joelho, e ficou um pouco inchado. O David tem uma dor no adutor esquerdo. Fizemos os testes lá em cima, ele tem um incômodo. Só amanhã definiremos se ele vai para o jogo.

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Chapa com apoio de Luiz Lacerda confirma candidatura à presidência do Central

Por GloboEsporte.com, Caruaru, PE

Airton Júnior registrou na tarde desta segunda-feira sua candidatura para concorrer ao cargo de presidente do Central. Com a chapa “Unidos pelo Central com experiência e juventude”, ele é o primeiro candidato a confirmar que vai lutar pela presidência do Conselho Executivo da Patativa. As eleições serão realizadas no dia 31 de agosto, no estádio Lacerdão.

Maurício Neves, atual vice-presidente do alvinegro, é novamente o candidato a vice. A chapa ainda conta com Luiz Lacerda como 2º vice presidente do Executivo. O ex-presidente Ronaldo Lima aparece como candidato do Conselho Deliberativo. Confira abaixo a primeira chapa registrada:

Conselho Deliberativo

Presidente: Ronaldo Ferreira de Lima
Vice-presidente: Cícero Moreira da Silva
Primeiro secretário: José Milton Figueiredo
Segundo Secretário: Wellington José Florêncio

Diretoria Executiva

Presidente: José Airton Cabral da Silva Júnior
Primeiro vice: Maurício Neves
Segundo vice: Luiz José de Lacerda
Tesoureiro: Paulo Roberto Casé
Secretário-Geral: Saulo de Tarso Lima

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Luxemburgo lamenta falta de ousadia no empate do Sport contra a Ponte

Por Daniel Gomes, Recife

O Sport chegou ao segundo jogo consecutivo na Ilha do Retiro sem saber o que é vitória. Antes, empatou por 2 a 2 contra o Fluminense e, neste domingo, o placar contra a Ponte Preta não saiu do zero. Mas o técnico Vanderlei Luxemburgo viu o resultado contra a Macaca como um ponto ganho e não como dois perdidos. Apesar disso, lamentou a falta de ousadia dos jogadores do Leão em darem mais dribles contra o retrancado adversário.

– Eu contabilizo como um ponto ganho. A Ponte jogou 90 minutos por uma bola. A gente teve posse de bola o tempo todo, jogamos no campo deles. O que faltou a nós foi um drible, uma jogada de efeito. Precisávamos ser mais agudos. Faltou uma jogada individual, uma coisa para desarmar a defesa adversária. Tem de ter metida de bola. Isso é uma questão do futebol brasileiro. O Corinthians joga totalmente atrás e sai no contra golpe. Normalmente os adversários finalizam mais, têm mais posse e não conseguem ganhar.

Luxemburgo também explicou algumas alterações que foram feitas, como a saída de Patrick para a entrada de Anselmo (a torcida vaiou o treinador neste momento) e a entrada do atacante Juninho.

+ O tempo real da partida

– Eles enfiaram dois jogadores em Henríquez e Ronaldo Alves. Me preocupei com isso. Patrick teve uma lesão e depois ficou parado. Ainda não está no ideal. Contra o Fluminense, fez um bonito gol, mas não está no ideal. Coloquei Anselmo para dar mais peso no meio de campo. E depois coloquei Thallyson. Juninho foi para tentar o drible.

Além de ser vaiado pela substituição feita, Luxemburgo também viu a torcida vaiar forte a equipe ao final da partida. O treinador minimizou as críticas, mas disse que sentiu falta de um ambiente de “caldeirão” na Ilha do Retiro.

– Foi um momento (o das vaias), mas foi muito pouco. Eu quero que a Ilha seja um caldeirão e se fica leve, sossegado, não faz diferença. O time dominou o jogo, mas a torcida não entrou em campo.

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