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Após derrota, Jair Ventura volta a ressaltar perda de atletas no Sport: “A gente está pagando essa conta”

Rubro-negro vem sofrendo com saídas no elenco, além de ter pior ataque do Brasileiro, com 24 gols, e os mesmos 32 pontos do Vasco, que abre o Z-4, mas com uma partida a menos

Por Redação do ge — Recife

Melhores momentos: Corinthians 3 x 0 Sport, pela 31ª rodada do Brasileirão

A derrota do Sport para o Corinthians, nesta quinta-feira, complica a situação da equipe na classificação da Série A. Com a mesma pontuação do Vasco, que abre o Z-4, o Leão tem uma partida a mais que os cariocas. Além disso, o Rubro-negro ainda conta com o pior ataque do campeonato (24 gols) e o terceiro pior saldo da competição (-16). Cenário que fez o técnico Jair Ventura voltar a lamentar a saída de atletas importantes do elenco.

“Eu falei lá atrás que cada vez vamos perdendo mais jogadores, e que pagaríamos uma conta por conta disso. E a gente está pagando essa conta. Está acontecendo. Mas o campeonato não acabou. Temos a nossa Copa do Mundo, que são sete jogos, para que a gente possa fazer os melhores sete jogos das nossas vidas para alcançar o nosso objetivo.”

Nos últimos 20 dias, o Sport perdeu os meias Lucas Mugni e Jonatan Gómez. O primeiro vinha como peça fundamental na equipe e recusou a proposta de prorrogação de contrato, enquanto o segundo estava como principal alternativa no banco e rescindiu contrato acionando o Leão na Justiça por pagamentos atrasados.

As saídas, no entanto, não param nos argentinos. Desde a chegada de Jair Ventura, o Rubro-negro também perdeu o volante Willian Farias, o lateral-direito Rafael e os centroavantes Elton e Ronaldo – em que os três primeiros eram titulares. Em dezembro, Leandro Barcia rompeu o ligamento do joelho e virou mais uma baixa. Nesta semana, até mesmo o executivo de futebol, Lucas Drubscky, despediu-se do clube.

Contra o Corinthians, sem poder contar com Marquinhos – por questão contratual – e Hernane – que testou positivo para Covid-19, o Leão teve só um atacante como opção no banco: o centroavante Mikael. Além do prata da casa, as alternativas que também poderiam atuar de forma avançada eram o meia Bruninho, e os laterais da base, Ewerthon e Luciano Juba.

Com a derrota nesta rodada, o Sport cai duas posições (para 16º), com os mesmos 32 pontos de Bahia e Vasco – que estão em 15º e 17º. O Cruz-Maltino abre a zona de rebaixamento, mas tem uma partida a menos – assim como o Tricolor baiano.

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A duas rodadas do fim da Série B, Náutico trava luta com Vitória e Figueirense contra Z-4; veja raio-x

Edição do podcast Embolada trata da disputa contra rebaixamento; compare desempenhos dos times no turno e returno e como mandante e visitante, além dos últimos jogos

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

O fim da Série B está próximo e promete fortes emoções. A duas rodadas de finalizar a competição e com duas vagas em aberto, Náutico, Figueirense e Vitória são três tradicionais times que travam uma luta direta contra o rebaixamento.

O Paraná é outra equipe envolvida na disputa, porém se mostra mais atrás na sobrevivência. Com 36 pontos e na 17ª posição, a equipe joga por duas vitórias e torce para que Náutico ou Vitória sequer empatem.

Com este cenário, a nova edição do podcast Embolada conta com a participação de Tiago Pereira e Ronaldo Fontana, repórteres do ge na Bahia e em Santa Catarina, respectivamente, para analisar o afunilamento na briga contra o Z-4. Cabral Neto traz a visão do Timbu, do Recife.

A seguir, você também confere um raio-x com números dos clubes na competição que dão maior poder de comparação das campanhas do trio.

Situação do Náutico

Melhor posicionado na tabela no momento, o Náutico ocupa a 15ª posição, duas acima da zona de rebaixamento. O time, que apresentou evolução com o técnico Hélio dos Anjos, soma 42 pontos e fica a frente do Vitória por conta do número de triunfos (10 x 9).

Nas duas próximas rodadas, o Timbu pode se livrar da queda apenas com um empate e tem como próximos rivais:

  • Cruzeiro (sem chance de queda e acesso) x Náutico – Arena Independência, às 16h deste domingo
  • Náutico x CSA (tem chance de acesso) – estádio dos Aflitos, às 21h30 da próxima sexta-feira

Desempenho do Náutico na Série B 2020

ClassificaçãoPosiçãoPontuação
Turno18º lugar19 pontos
Returno12º lugar23 pontos
Mandante9º lugar32 pontos
Visitante20º lugar10 pontos

Fonte: ge.globo

Situação do Vitória

Vindo de um triunfo sobre o Guarani fora de casa, o Vitória está logo atrás do Náutico na tabela de classificação. Ocupa o 16º lugar, primeiro fora da zona de rebaixamento, e soma 42 pontos.

Comandado por Rodrigo Chagas, o clube rubro-negro tem, teoricamente, a melhor tabela pela frente por enfrentar times sem aspirações no momento:

  • Vitória x Botafogo-SP (já rebaixado) – estádio do Barradão, às 21h30 da próxima terça-feira
  • Brasil-RS (sem chance de acesso e rebaixamento) x Vitória – estádio de Bento de Freitas, às 21h30 da próxima sexta-feira

Desempenho do Vitória na Série B 2020

ClassificaçãoPosiçãoPontuação
Turno16º lugar21 pontos
Returno14º lugar21 pontos
Mandante14º lugar27 pontos
Visitante14º lugar15 pontos

Situação do Figueirense

Do trio de rivais, o Figueirense é quem vive a situação mais delicada. Na 17ª posição, a equipe tem 39 pontos e está a três de distância de Náutico e Vitória.

Nas rodadas finais, a equipe comandada por Jorginho ainda tem confrontos contra dois times que lutam diretamente pelo acesso:

  • Juventude (tem chance de acesso) x Figueirense – estádio Alfredo Jaconi, às 16h desta sexta-feira
  • Figueirense x Ponte Preta (tem chance de acesso) – estádio Orlando Scarpelli, às 21h30 da próxima sexta-feira

Desempenho do Figueirense na Série B 2020

ClassificaçãoPosiçãoPontuação
Turno17º lugar19 pontos
Returno17º lugar20 pontos
Mandante16º lugar25 pontos
Visitante16º lugar14 pontos

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Erick cresce de produção em reta final e deve continuar como titular do Náutico contra Cruzeiro

Nos últimos quatro jogos, atacante fez dois gols e deu duas assistências; nas 26 partidas anteriores, havia marcado três vezes e não tinha dado nenhum passe decisivo

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Gol do Náutico! Aos 7 do 2ºT, Erick marca quarto do Náutico nos Aflitos

O atacante Erick, do Náutico, oscilou durante boa parte da Série B, mas parece ter encontrado seu melhor futebol na reta final. A elevação de nível recente deve ser suficiente para que o jogador permaneça como titular na partida do próximo domingo, contra o Cruzeiro, pela 37ª rodada da competição (duelo que pode eliminar qualquer chance de rebaixamento do Timbu).

Nas últimas quatro partidas, Erick fez dois gols e deu duas assistências – média de uma participação direta por jogo. Os números são amplamente superiores aos que ele demonstrara até então: nas 26 partidas anteriores, o atacante tinha três gols marcados e não havia sido garçom para nenhum companheiro.

O primeiro desses gols foi contra o Paraná. E foi importante: foi o da virada, o segundo do Náutico no 2 a 1 contra um adversário direto na luta contra o rebaixamento. Se não fosse esse gol, por exemplo, o Timbu só estaria um ponto acima da zona de rebaixamento – não três como está agora.

Mas a partida em que o jogador mais brilhou foi na quarta-feira passada, contra o Oeste. Ele teve participação direta em três gols do Timbu: deu um passe de calcanhar para Hereda fazer o primeiro, iniciou o lance do gol de Jean Carlos e marcou, ele próprio, o último dos quatro gols alvirrubros.

Sem contar uma bola na trave após bela jogada individual ainda no primeiro tempo da partida.

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Náutico pode garantir permanência na Série B já na próxima rodada; entenda cenário

A depender dos rivais diretos, até um empate contra o Cruzeiro, em Belo Horizonte, pode assegurar que Timbu não caia para a Série C com um jogo de antecedência

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Náutico está perto de se livrar do rebaixamento para a Série C. Após vencer o Oeste na última quarta-feira, o Timbu pode garantir a permanência no domingo, contra o Cruzeiro, uma rodada antes do final da competição. Para isso, precisa pontuar e contar com resultados favoráveis na rodada.

Entenda os cenários

Com um empate

Se conseguir um empate contra a Raposa, o Náutico chega a 43 pontos. Assim, precisa secar o Figueirense, que tem 39 pontos. Caso o Figueira perca contra o Juventude, em Caxias do Sul, o Timbu já carimba a permanência – já que o rival só alcançaria 42 pontos, um a menos do que o Náutico teria (segundo essa hipótese).

Com uma vitória

Se vencer o Cruzeiro, a situação fica ainda melhor para o Náutico, que iria a 45 pontos. Neste caso, bastaria que o Vitória perdesse para o Botafogo-SP em casa ou que o Figueirense não vencesse o Juventude no Alfredo Jaconi. Qualquer das duas opções já garantiria ao Náutico a permanência.

Se o Figueira empatar, por exemplo, vai a 40 pontos. Bem distante dos 45 que o Timbu já teria. Caso o time de Santa Catarina também vença, ainda assim a situação não seria de todo ruim.

O Náutico chegaria à última rodada com três pontos de vantagem sobre o Figueirense, que precisaria vencer seu jogo (contra a Ponte, em Florianópolis) e torcer por uma derrota do Náutico nos Aflitos, contra o CSA.

Mas isso só seria necessário se o Vitória ao menos empatasse sua partida contra o Botafogo-SP. Porque, caso o Náutico vença o Cruzeiro e o Vitória perca para o Pantera, o Náutico não seria mais alcançado pela equipe baiana: o Timbu ficaria com 45 pontos, contra 42 do rubro-negro baiano – e apenas uma rodada para jogar.

Na pontuação, o Leão até poderia igualar o Náutico, mas aí perderia no critério de desempate mais importante: o número de vitórias. Se essa possibilidade se concretizar, o Timbu terminará a Série B com 11 vitórias, contra 10 do time baiano – mesmo que ambos tenham os mesmos 45 pontos.

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Escalação do Sport: com volta de Thiago Neves, Jair Ventura muda time para enfrentar Corinthians

Meia-atacante retorna de suspensão, enquanto lateral-esquerdo Júnior Tavares e atacante Marquinhos – por expulsão e questão contratual – ficam fora; partida acontece nesta quinta-feira

Globo Esporte

O Sport enfrenta o Corinthians, às 21h desta quinta-feira, na Neo Química Arena, com novas mudanças na escalação. De volta após suspensão, Thiago Neves deve retomar a titularidade no meio de campo, enquanto o lateral-esquerdo Júnior Tavares e o atacante Marquinhos estão fora da partida.

O lateral-esquerdo, expulso na última rodada, deve ser substituído por Sander. No entanto, a escolha para assumir a vaga do atacante – que desfalca por questão contratual com o clube paulista – aparece como principal dúvida.

Jair Ventura tem condições de acionar um terceiro volante – com Ronaldo Henrique, Betinho e Marcão – ou substituí-lo por um centroavante. Neste segundo cenário, Hernane Brocador larga na frente pela posição, deslocando Dalberto para atuar pelos lados.

Com retorno de Thiago Neves, Sport se prepara para pegar o Corinthians

O Sport inicia a rodada sem mais suspensos, além de Júnior Tavares, ou casos de Covid-19 relatados pelo clube. No departamento médico, está apenas o atacante Leandro Barcia, recuperando-se de cirurgia após romper o ligamento do joelho.

A tendência é que o Rubro-negro entre em campo com: Luan Polli; Raul Prata, Maidana, Adryelson, Sander; Marcão, Betinho e Thiago Neves; Patric, Dalberto e Hernane Brocador (Ronaldo Henrique).

Provável Sport para enfrentar o Corinthians — Foto: ge

Provável Sport para enfrentar o Corinthians — Foto: ge

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Presidente do Santa Cruz se diz favorável a mudança no estatuto e não quer ocupar cargo no clube

Constantino Júnior falou em entrevista ao podcast Embolada que vai se afastar do Tricolor: “Eu preciso cuidar um pouco da minha família”; confira pontos do programa

Por Daniel Gomes — Recife

Globo Esporte

Nos últimos anos, grupos de torcedores do Santa Cruz se uniram em prol de uma reforma estatutária no clube. Segundo eles, vários pontos estão defasados e precisam de atualização. Enquanto toda a discussão rolava – inclusive em assembleias no Conselho Deliberativo do clube – uma figura importante se manteve em silêncio. Até agora. Em entrevista ao podcast Embolada, o atual presidente, Constantino Júnior, declarou ser a favor da reforma.

“Sim, sou a favor da reforma. Não é uma receita de bolo, algo como ‘tem que ser esse estatuto aqui’. Existem pontos que o clube precisa evoluir e vai evoluir. Mas eu não podia levantar uma bandeira eleitoral dentro da própria gestão. Dividir as atenções no momento ou fazer uma crise de gerência.”

Constantino Júnior concedeu entrevista exclusiva ao Globo Esporte — Foto: Reprodução/TV Globo

Constantino Júnior concedeu entrevista exclusiva ao Globo Esporte — Foto: Reprodução/TV Globo

Segundo Constantino Júnior, existem pontos que precisam ser reformados com mais urgência do que outros. E viu com bons olhos o movimento de reforma – apesar de escolher não se envolver em polêmicas e apenas administrar o clube.

– Para quem não estava na gestão era bom levantar a bandeira, dar o seu recado, sua propaganda e falar da mudança. Em nenhum momento eu fui para confronto, eu procurei tocar o clube. Claro que existem muitas questões que precisam ser mudadas. Claro que têm muitos pontos que são do ponto de vista ideológico.

“A gente tem que entender o que se passa em outros clubes e ver o que se aplica ao Santa. Não é porque deu certo em um clube que vai dar no outro. Cada clube tem seu DNA, mas o Santa precisa evoluir muito. E dentro desses pontos, vai evoluir e se modernizar.”

O presidente também se colocou a favor de um ponto importante na reforma estatutária: o de todas as categorias de sócios poderem votar nas eleições do Santa Cruz. Hoje, apenas as categorias mais caras têm direito a voto.

– Eu concordo desde que tudo seja votado. Não é porque você acha que merece que vai mudar a regra com o jogo já iniciado. É importante que se tenha a discussão para que a gente tenha o voto popular. Mas eu não podia fazer isso com a bola rolando. A gente vai conversar e fazer o clube evoluir.

“Preciso cuidar da família”

As próximas eleições do Santa Cruz, que seriam realizadas no fim do ano passado, foram adiadas para o dia 10 de fevereiro. Isso significa que Constantino Júnior deixará o cargo de presidente. Não vai disputar a reeleição e também não quer ter nenhum cargo no clube.

– Eu dei minha parcela de contribuição. Cheguei em um momento difícil do clube, em 2011, quando a gente nem tinha participação garantida na Série D. Vivi momentos emocionantes, acessos e também dissabores, como é o futebol. Mas sempre com dedicação e amor ao clube. Existe um amor que nos move. O torcedor hoje que usa as armas da rede social onde viraliza notícia que não é verdadeira, vai me desgastando. No futebol, a gente lida com paixão. E eu preciso cuidar um pouco da minha família.

Constantino Júnior teve problemas de saúde e passou por problemas familiares ao longo do triênio como presidente do Santa Cruz.

– São pessoas que me deram força para eu ter energia de tocar esse dia a dia durante muito tempo. A missão de dirigir o Santa é nobre e eu me coloco à disposição para ser uma mão amiga para que o clube consiga seus objetivos, seus sonhos. Depois de passar por essa cadeira, eu respeito ainda mais quem dirigiu esse clube. Eu vou estender minha mão amiga para que a gente consiga ver um time vencedor.

Um caminho que se torna natural – permitido pelo estatuto do clube – é o presidente do Executivo ocupar o cargo de presidente do Conselho Deliberativo no ano seguinte. Não é o que vai acontecer com Constantino.

– Não vou fazer isso. Eu sou conselheiro benemérito. Então independente da chapa e da gestão, eu sou conselheiro do clube. Eu vou continuar ajudando. Não parei para ver eleição, estou falando de coração. Não para não tratar disso ou para diminuir a importância, mas eu queria muito buscar esse acesso para o bem do clube, da gestão e deixar o clube em outro patamar. Então me entreguei mais de 100%. Este é um momento pós-eliminação. Então vamos aguardar um pouco para que, dentro desse turbilhão político, a gente consiga mover as peças e entender o cenário.

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Jorge Henrique cai de produção, perde espaço no Náutico e tem números modestos na Série B

Nas primeiras partidas após parada da pandemia, veterano ganhou elogios e virou titular do time, mas não marcou gol ou deu assistência em 28 jogos da Série B

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Nos primeiros jogos após o fim da paralisação causada pela pandemia do novo coronavírus, o meia Jorge Henrique surgiu bem no Náutico. Participou de 80% dos gols alvirrubros nas quatro partidas depois da volta do futebol (válidos pela Copa do Nordeste e Pernambucano) e virou titular do time. Mas o bom momento não se sustentou: hoje, na reta final da Série B, ele é reserva e tem números modestos na competição.

A quantidade de partidas disputadas, verdade, não é tão baixa: Jorge Henrique disputou 28 dos 35 jogos do Náutico na Série B. É o quinto atleta que mais entrou em duelos do time no torneio.

Mas, destes 28, só iniciou como titular em 16, condição que perdeu há muito tempo. A última vez que começou uma partida de frente foi em 13 de novembro, contra o Operário-PR, pela 21ª rodada.

Dali em diante, o Timbu disputou 15 partidas (incluindo um jogo atrasado da 11ª rodada, contra o Sampaio Corrêa). Jorge não foi titular em nenhuma, não entrou em campo em duas delas e jogou por, no máximo, 45 minutos (no empate contra o Vitória, na 23ª rodada).

Alguns números ajudam a explicar a baixa participação de Jorge Henrique nos últimos 15 jogos – que coincidem com o crescimento do time, sobretudo depois da chegada de Hélio dos Anjos (comandante do Náutico em 14 dessas partidas).

O mais óbvio deles é o número de gols: em 28 partidas, Jorge Henrique ainda está em branco na Série B. Não marcou nenhum gol. É verdade que ele nunca foi um goleador na carreira. Na última década, a melhor marca do jogador foi em 2010, pelo Corinthians, quando balançou as redes nove vezes em 48 jogos.

Desde então, não superou a marca de cinco gols numa mesma temporada (pelo Figueirense, em 2018).

Mas Jorge Henrique também está devendo nas assistências. Assim como em gols, ele está zerado nesse quesito. Há algumas fontes, como o site especializado em estatísticas Sofascore, que lhe atribuem uma assistência – mas ela teria acontecido no jogo Náutico 2 a 0 Guarani, no segundo turno da Série B.

No lance em questão, Jorge Henrique dá um passe lateral simples para Kieza ainda no campo de defesa do Náutico. O Camisa 9 arranca de lá, atravessa o gramado inteiro e marca um belo gol para o Timbu – razão pela qual a reportagem não considera esta uma assistência efetiva.

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Sport mantém três pontos acima do Z-4, mas liga alerta por Bahia e Vasco com jogo pendente

Rubro-negro está na 14ª posição, com os mesmos 32 pontos que o Fortaleza e o Cruz-Maltino, e três a frente do Tricolor baiano; últimos dois rivais ainda enfrentam Palmeiras e Corinthians

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Apesar da derrota para o Fluminense, no último sábado, o Sport inicia a semana mantendo três pontos acima da zona de rebaixamento. Só que, dessa vez, com o sinal de alerta ligado. Isso porque dois dos concorrentes do Rubro-negro na briga contra o Z-4, caso de Vasco e Bahia, estão com uma partida a menos na competição.

Prestes a enfrentar o Corinthians, às 21h da quinta-feira, o Sport está na 14ª posição na tabela e tem os mesmos 32 pontos que Vasco e Fortaleza – que estão em 15º e 16º, atrás por conta do número de vitórias.

Neste momento, o Rubro-negro se sobressai, mas vê o Cruz-Maltino com uma partida pendente referente à primeira rodada do Brasileiro. A equipe enfrenta o Palmeiras, no dia 26 de janeiro, e ainda tem condições de ultrapassar o Leão.

O Bahia, por sua vez, aparece como a primeira equipe dentro da zona de rebaixamento, com 29 pontos. Mas o Tricolor só completará a 30ª rodada no dia 28 de janeiro, quando recebe o Corinthians, na Arena Fonte Nova. Uma vitória na partida coloca o clube na cola do Sport na classificação.

Com os resultados da última rodada, o Rubro-negro enfrenta o Corinthians sem possibilidade de subir posições na classificação. Isso porque, o time que está logo acima, caso do Atlético-GO, em 13º lugar, ainda tem quatro pontos a mais (36).

Jair Ventura, por sua vez, promoverá uma série de mudanças na escalação. Isso porque o treinador tem o retorno de Thiago Neves, que cumpriu suspensão, mas perde o lateral-esquerdo Júnior Tavares – expulso – e o atacante Marquinhos – que está na Ilha do Retiro por empréstimo do clube paulista. A tendência é de que Sander e um terceiro volante, caso de Ronaldo Henrique, sejam os respectivos substitutos.

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Análise: contra Fluminense, Sport tem desafio de armar time sem Thiago Neves e Jonatan Gómez

Com meia-atacante titular suspenso, argentino seria principal candidato a substituto, mas está de saída do clube com ação milionária na Justiça; confronto acontece às 19h do sábado

Por Camila Alves e Cabral Neto — Recife

Globo Esporte

A saída encaminhada de Jonatan Gómez, que acionou o Sport na Justiça, tornou-se mais um problema para a escalação de Jair Ventura. Isso porque o meia aparecia como principal candidato para substituir Thiago Neves – suspenso -, contra o Fluminense. Com compromisso marcado para às 19h do sábado, o comandante está, mais uma vez, em busca de soluções.

Juíza indefere pedido de Jonatan Gomez para rescindir contrato com Sport

Sob a condução de Jair Ventura, Jonatan Gómez vinha sendo utilizado saindo do banco de reservas para dar intensidade à equipe no segundo tempo. O meia estava sem vaga cativa na escalação titular, mas a saída traz impacto por conta das condições do elenco. É o que avalia o comentarista da Globo, Cabral Neto.

“Com um elenco carente e desequilibrado desde o início da Série A, Jair Ventura ainda precisou conviver com perdas, e precisará encontrar solução para a saída de Jonatan Gómez. É verdade que o argentino não conseguiu se firmar e teve poucas atuações positivas, mas, em um elenco reduzido, sua saída acaba sendo motivo de preocupação, especialmente com a ausência de Thiago Neves.”

Nesta rodada, o Sport tem só um meia considerado mais experiente à disposição. Caso de Bruninho, que está no clube por empréstimo do Atlético-MG, mas tem sido pouco utilizado – com 13 partidas no Brasileiro. Além dele, o Leão tem o prata da casa Gustavo, recém-campeão com a seleção sub-20, mas que ainda não estreou no profissional.

Na avaliação de Cabral Neto, a opção mais segura para enfrentar o Fluminense seria abdicar do posto de meia e retomar a escalação com três volantes: acionando Ronaldo Henrique, Marcão e Betinho.

– Não sobra muita alternativa ao técnico, que seria obrigado a apostar em algum garoto da base ou em algum atleta com pouquíssima participação no campeonato. Com essa formação, o Sport teria a possibilidade de repetir algo que funcionou no início do trabalho de Jair. E logo depois de Betinho ter tido uma grande atuação, enquanto teve fôlego, diante do Palmeiras. Além da possibilidade de maior proteção aos zagueiros na frente da área com a dupla de volantes mais marcadores.

“A equipe perderia em criatividade, mas seria a única solução mais confiável e testada, até porque não há uma solução ideal. Jair Ventura precisa trabalhar para conter danos, algo rotineiro desde a sua chegada.”

Em meio aos volantes, o Rubro-negro ainda conta com Ricardinho, Márcio Araújo e Marcos Serrato – que têm sido menos utilizados que os demais. Betinho, por sua vez, retomou a titularidade na última rodada pela primeira vez desde o problema cardiorrespiratório. Na ocasião, ele substituiu Ronaldo Henrique, que estava suspenso.

Neste cenário, com a volta de Maidana e equipe entraria em campo com uma escalação formada por: Luan Polli; Raul Prata, Maidana, Adryelson, Júnior Tavares; Marcão, Ronaldo Henrique e Betinho; Patric, Marquinhos e Dalberto.

Possível escalação do Sport contra o Fluminense — Foto: ge

Possível escalação do Sport contra o Fluminense — Foto: ge

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Santa Cruz joga rodada final da Série C para evitar repetir drama de times tradicionais

Caso não consiga o acesso neste final de semana, Tricolor disputará a competição pela quarta vez consecutiva; times como Fortaleza e Paysandu passaram por momentos até piores

Por Redação do ge — Recife

Globo Esporte

Com dois acessos já definidos, a Série C se encerra no próximo final de semana com seis clubes tentando voltar à Série B. Entre eles, o Santa Cruz joga para não ter de aturar pela quarta temporada seguida a terceira divisão nacional – precisa vencer o Brusque, no Arruda, domingo, e torcer por outro resultado.

Um insucesso colocaria o time coral num grupo com outros times tradicionais que amargaram sequência incômoda na Série C. O Fortaleza, por exemplo, chegou a passar oito anos na competição (2010-2017). Bicampeão do torneio, o Atlético-GO jogou a Terceirona entre 1999 e 2004. Sem o acesso e a classificação para a edição de 2005, o Dragão voltou em 2006.

Entre as equipes que lutam para subir no próximo final de semana, o Santa Cruz fica atrás apenas do Ypiranga-RS na lista dos que estão há mais tempo na Terceirona. O time de Erechim, interior do Rio Grande do Sul, disputa a competição desde 2015. Rebaixado em 2017, o Tricolor pernambucano fracassou no mata-mata em 2018, não passou da primeira fase em 2019 e disputa a terceira edição consecutiva.

Garantidos na Série B de 2021, Remo e Brusque encerraram um longo jejum sem disputar a competição. Enquanto o Leão de Belém não jogava a Segundona desde 2007, os catarinenses deram fim a um hiato de 31 anos.

Fugindo do rebaixamento na atual edição, o Botafogo-PB vai igualar, em 2021, o número do Fortaleza. Quem também está garantido em outro ano de Série C é o Tombense, que joga a divisão desde 2015.

Campeões brasileiros com mais edições seguidas na Série C

Fortaleza8 edições (2010-2017)
Botafogo-PB8 edições (2014-2021)*
Tombense-MG7 edições (2015-2021)*
CSA6 edições (1994-1999)
Ferroviário6 edições (2001-2006)
Paysandu6 edições (2007-2012)**
Atlético-GO5 edições (1999-2004)
Villa Nova-MG5 edições (2001-2005)

Fonte: ge.globo

* Vai disputar a Série C 2021
** Está na disputa pelo acesso

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