Ouro roubado em terminal no Aeroporto de Guarulhos vale R$ 110 milhões, diz polícia

Por G1 SP

26/07/2019 09h20  Atualizado há 32 minutos

Polícia busca criminosos e ouro que foram roubados no Aeroporto de Guarulhos, SP

Polícia busca criminosos e ouro que foram roubados no Aeroporto de Guarulhos, SP

Os criminosos que invadiram o terminal de cargas do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na tarde de quinta-feira (25), levaram 718,9 kg de ouro avaliados em US$ 29,2 milhões. Na conversão atual, o montante equivale a R$ 110,2 milhões. Nenhum suspeito foi preso.

Os metais estavam em 31 malotes que seriam levados de avião para Nova York, nos Estados Unidos (24 malotes, com 565,50 kg), e Toronto, no Canadá (sete, com 153,4 Kg).

O grupo de oito homens fortemente armados invadiu o terminal de cargas por volta das 14h30 em duas viaturas clonadas da Polícia Federal, sem placas (uma modelo Triton e a outra, uma Pajero Dakar).

No terminal, roubaram o ouro que estava dentro de caixas de metal. Os homens estavam com roupas de policiais federais, distintivos, encapuzados, com pistolas, fuzil e carabinas.

Os criminosos mantiveram o encarregado de despacho e a família dele refém na noite anterior, e assim, tiveram acesso a informações privilegiadas. Todos foram liberados sem ferimentos após o roubo.

Depois da fuga, as viaturas clonadas foram abandonadas no Jardim Pantanal, na Zona Leste de São Paulo. Os ladrões entraram em uma caminhonete S-10 e utilizaram uma ambulância para transporte da carga roubada.

Segundo a polícia, os carros clonados como veículos da Polícia Federal (PF) não são roubados. No entanto, não foi informado quem são os proprietários.

Depoimentos

Nove pessoas prestaram depoimentos ao longo da madrugada desta sexta (26) no prédio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), na Zona Norte de São Paulo.

Falaram à polícia sobre o crime o funcionário e duas mulheres mantidos reféns; o casal dono do galpão onde os veículos falsos da PF foram abandonados; dois funcionários do aeroporto e outros dois da transportadora de valores.

Vídeo

ação foi filmada por câmeras de segurança do terminal (assista acima).

O vídeo mostra uma ação rápida. A caminhonete Mitsubishi clonada de uma viatura da Polícia Federal (PF) freia bruscamente no terminal de cargas, onde desembarcam um refém e dois homens encapuzados, que começam a orientar os funcionários.

Em seguida, outro encapuzado sai da caminhonete e se junta ao grupo, enquanto outro criminoso desembarca e se prepara para ajudar na ação.

O veículo fica estacionado com as portas abertas, enquanto o grupo coordena a manobra da carga em uma empilhadeira dirigida por um funcionário até a caçamba e ajeita os produtos do roubo.

A maior parte dos funcionários que estava no local continua ali, assistindo ao crime.

Grupo fortemente armado invade terminal de cargas de Cumbica, faz reféns e rouba ouro — Foto: Arte/G1

Grupo fortemente armado invade terminal de cargas de Cumbica, faz reféns e rouba ouro — Foto: Arte/G1

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Cães da Receita encontram 8,5 kg de drogas com passageiras em Cumbica

Por Bom Dia SP

Idosa de 73 anos é presa traficando drogas

Idosa de 73 anos é presa traficando drogas

A Receita Federal fez duas apreensões de drogas na noite de quinta-feira (25) com duas passageiras que tentavam embarcar pelo Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na Grande São Paulo, para a África.

As drogas foram detectadas pelos cães farejadores da Receita nas malas de um voo que ia para a Etiópia.

No total, foram apreendidos 8,5 kg de um pó branco que estava escondido em um fundo falso de mala e em fotos plastificadas.

As presas por tráfico –entre elas uma mulher de 73 anos– foram levadas para a delegacia da Polícia Federal no aeroporto.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Poluição da água supera caça como principal ameaça à extinção do peixe-boi marinho, diz especialista

Por Bárbara Muniz Vieira, G1 — Porto de Pedras (AL)

Poluição da água e degradação do habitat são ameaças de extinção ao peixe-boi

Poluição da água e degradação do habitat são ameaças de extinção ao peixe-boi

Extremamente simpáticos e carismáticos, os peixes-boi marinhos (Trichechus manatus) adoram o contato humano, mas foi essa docilidade um dos motivos pelos quais a caça predatória quase levou a espécie à extinção no século passado. Embora a conscientização tenha superado esse problema, outra ação do homem mantém o peixe-boi na lista de animais em perigo de desaparecer, dessa vez de forma indireta: a poluição da água.

Especialistas estimam que o Brasil tenha entre 500 e mil peixes-boi marinhos ainda vivos nas costas do país. Há pelo menos 30 anos não há registros de caça ao peixe-boi, mas Pitágoras Viana Junior, coordenador de campo do Projeto Peixe-Boi na APA Costa de Corais, explica que cada vez mais ele perde seu habitat, atualmente a principal ameaça à conservação da espécie.

Segundo ele, essa perda acontece por causa da poluição industrial e de resíduos de residências, que afetam o peixe-boi diretamente, tanto clinicamente, com intoxicação, quanto indiretamente.

“O fato de frequentar águas poluídas enfraquece o seu sistema imunológico, o que causa infecções que podem vir a causar septicemia [infecção generalizada], matando o peixe-boi marinho”, afirma Viana Junior.

Foi o que aconteceu com um filhote de peixe-boi encalhado em junho em Maceió, na época em que o Desafio Natureza do G1 visitou o projeto). A necropsia apontou septicemia como causa da morte.

Um animal é considerado Em Perigo (EP) quando as melhores evidências disponíveis indicam que ele corre risco muito alto de extinção na natureza, de acordo com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), ligado ao Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Considerando a extensão da costa brasileira, o número de indivíduos da espécie é considerado muito pequeno.

Conservação da espécie

Historicamente, o peixe-boi marinho vivia em uma área da costa brasileira que começa no Espírito Santo e sobe ao norte até o Amapá. Mas, atualmente, ele já está extinto no Espírito Santo, Bahia e Sergipe.

Restam ao animal a faixa entre Alagoas e Amapá, mas com áreas de descontinuidade, nas quais não se encontram mais registros do animal (veja no mapa abaixo).

Esses locais são justamente os que apresentam índice maior de poluição da água, assoreamento dos rios e densidade populacional (onde a poluição piora), além de grande fluxo de embarcações, o que também contamina a água por causa do óleo de motor.

Estados de ocorrência do peixe-boi no Brasil — Foto: Rodrigo Sanches/G1

Estados de ocorrência do peixe-boi no Brasil — Foto: Rodrigo Sanches/G1

Alagoas é uma das áreas de ocorrência atual da espécie, graças ao trabalho da Área de Preservação Ambiental (APA) Costa dos Corais, do ICMBio, em Porto de Pedras, litoral norte do estado. Desde a década de 1980 a unidade realiza ações de resgate, monitoramento, reabilitação e soltura de peixes-boi ao longo do litoral do Nordeste do Brasil.

O primeiro sítio de soltura, e o único atualmente em atividade no Brasil, está localizado ali. O local foi escolhido porque Alagoas funciona como um corredor para conectar as populações da região Nordeste entre o sul da Bahia e o Ceará.

Desde 1994, o programa Peixe-boi resgatou e soltou 46 indivíduos.

Pitágoras Viana (de cinza), durante manejo de peixe-boi após resgate: trabalho já soltou 46 peixes-boi — Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação

Pitágoras Viana (de cinza), durante manejo de peixe-boi após resgate: trabalho já soltou 46 peixes-boi — Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação

O carisma dos peixes-boi

Um peixe-boi pode viver em torno de 60 anos, se as condições ambientais forem favoráveis, e pesar até 600 quilos. Seu tamanho o torna um belo atrativo turístico, especialmente incentivado por sua vontade de interagir com as pessoas. De acordo com especialistas, quando o peixe-boi é tocado, ele fica à espera de mais interação e corre o risco de encalhar na praia.

Isso é explicado ao turista pelos guias da Associação Peixe-boi, uma instituição de turismo de base comunitária fundada em Porto de Pedras em 2009.

Ali é possível fazer um passeio turístico de jangada no rio Tatuamunha e ver os peixes-boi que estão em cativeiro. A ideia é sensibilizar os visitantes e torná-los aliados na conservação da espécie.

No local, a reportagem do G1 conheceu a história de Assu e Netuno, dois peixes-boi que estão condenados a viver em cativeiro. Eles já foram soltos mais de uma vez, mas não se adaptaram ao habitat natural e foram recapturados (

Ações para reverter o quadro

A criação em cativeiro é uma das medidas do projeto para evitar novas quedas no número de indivíduos da espécie. Mas, segundo o coordenador do Projeto Peixe-Boi, é preciso conscientizar a população que, seja pela caça, pela poluição ou pela interação dos banhistas, tem representado os maiores perigos para a sobrevivência do Trichechus manatus.

“Com muita conscientização de que a espécie é importante tanto para o ambiente como para nós, dá tempo de reverter a extinção do peixe-boi”, explicou o pesquisador, ressaltando que a educação ambiental nas escolas e o envolvimento das comunidades em ações de preservação são “essenciais” para que o objetivo seja atingido.

“Quanto mais a sociedade se sensibiliza e conhece a espécie, maiores as chances de ela não ser extinta”, conclui Pitágoras.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Moradores de comunidade na Zona Oeste do Rio afirmam que blindado da PM destruiu carros

Por Bom Dia Rio

Moradores denunciam que caveirão da PM destruiu carros em comunidade de Senador Camará

Moradores denunciam que caveirão da PM destruiu carros em comunidade de Senador Camará

Moradores da comunidade do Rebu, em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio, denunciam que um veículo blindado da Polícia Militar destruiu vários carros que estavam estacionados. Quem vive na região conta que aconteceu uma operação no fim da tarde de quinta-feira (26).

De acordo com imagens feitas pelos moradores, o blindado entrou pela Rua C, próximo à Rua Rodrigo de Freitas, arrastou um toldo e bateu nos carros que estavam na calçada.

Eles afirmam que isso costuma acontecer em dias de operação da PM e que não são ressarcidos pelos estragos.

“As crianças estão de férias, estão nas ruas, em casa, brincando. É até perigoso, mesmo pelo horário que eles vêm e não respeitam. Não respeitam o morador, xingam. Se você estiver na rua, ‘sai daí, seu otário’”, contou um morador, que não quis se identificar.

A PM não se manifestou até o fechamento desta reportagem.

Moradores filmaram o Caveirão na Rua C da Favela do Rebu — Foto: Reprodução/TV Globo

Moradores filmaram o Caveirão na Rua C da Favela do Rebu — Foto: Reprodução/TV Globo

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Médica é morta em tentativa de assalto na Barra da Tijuca, Rio

Por Elza Gimenez e Guilherme Santos, TV Globo

Uma médica morreu em uma tentativa de assalto na Zona Oeste do Rio na noite desta quinta-feira (25). Ela foi baleada na cabeça.

Maura Selvaggi Soares, de 61 anos, chegava em casa quando bandidos abordaram o carro onde ela estava. O crime aconteceu às 22h20 na Rua Einstein, na Barra da Tijuca.

Imagens de uma câmera de segurança mostram a ação. Maura aguarda o portão da garagem abrir, quando um homem chega à janela do carro. Ele foge e parece não levar nada. O carro avança.

Homens do 31º BPM (Recreio) foram para o local e acionaram a Polícia Civil.

A Delegacia de Homicídios da Capital informou que um inquérito foi instaurado para investigar as circunstancias da morte da médica. Policiais buscam imagens e informações que levem a autoria do crime.

A médica Maura Selvaggi Soares — Foto: Reprodução/Redes sociais

A médica Maura Selvaggi Soares — Foto: Reprodução/Redes sociais

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Ajudante acha carteira com R$ 15 mil e devolve para dono: ‘Não comeria um prato de comida com esse dinheiro’

Por Marcos Lavezo, G1 Rio Preto e Araçatuba

Guilherme abraça Mauro após ajudante entregar carteira — Foto: Brunno Alexandre/Marília Notícia

Guilherme abraça Mauro após ajudante entregar carteira — Foto: Brunno Alexandre/Marília Notícia

Um ajudante de caminhoneiro devolveu ao dono uma carteira com R$ 15 mil que havia sido deixada na mureta de um posto de combustíveis às margens da Rodovia BR-153, em Marília (SP).

Em entrevista ao G1, Mauro Maurício, de 62 anos, contou que achou o dinheiro assim que chegou a um posto de combustíveis depois de um trabalho. Ele costuma ficar no estabelecimento em busca de caminhoneiros para ajudar.

“A carteira estava caída em uma mureta e nela tinham R$ 5 mil em dinheiro e vários cheques, sendo cerca de R$ 15 mil. Procurei o dono em todo lugar e não encontrei. Cheguei em casa e não consegui ficar quieto. Falei para minha mulher que iria devolver. Não posso ficar com o que não é meu”, afirma.

Ainda segundo Mauro, foi então que um amigo da oficina que fica no posto ligou e falou de quem era a carteira, dizendo que era cliente dele e que saiu chorando porque tinha perdido.

“Poucas pessoas fariam isso. Se 99% pensassem assim, o mundo seria melhor. Não conseguiria comer um prato de comida comprado com esse dinheiro, porque saberia que não seria do meu suor”, diz.

Encontro

Guilherme com a carteira que Mauro encontrou perdida no posto em Marília — Foto: Brunno Alexandre/Marília Notícia

Guilherme com a carteira que Mauro encontrou perdida no posto em Marília — Foto: Brunno Alexandre/Marília Notícia

No dia seguinte, nesta terça-feira (23), Mauro se encontrou com o dono da carteira para devolvê-la. O dono é o comerciante Guilherme Henrique de Oliveira, 38 anos, que é de São José do Rio Preto (SP), mas trabalha pela região de Marília.

Ao G1, Guilherme afirmou que trabalha com recauchutagem de pneus e que frequenta o local onde perdeu a carteira. Porém, nunca havia visto Mauro. Além disso, ele conta que costuma andar com dinheiro para comprar pneus.

“Deu um frio na barriga quando perdi a carteira. Procurei em todo o lugar. Tinha cheque de clientes. Fui embora porque não tinha mais o que fazer, mas o dono da oficina me ligou de noite falando que encontraram”, afirma.

Para ele, a atitude de Mauro é exemplo de honestidade. “Hoje é raridade uma pessoa ter uma atitude dessas, pela quantidade de dinheiro que tinha, e ele entregou tudinho. Ele me disse ainda que trabalhou o dia inteiro e ganhou R$ 80 quando achou a carteira. É uma atitude dessas que todos devem ter, de honestidade”, afirma.

Mauro entrega a carteira que achou perdida em posto de combustível para o dono — Foto: Brunno Alexandre/Marília Notícia

Mauro entrega a carteira que achou perdida em posto de combustível para o dono — Foto: Brunno Alexandre/Marília Notícia

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Após mais de 3h, bombeiros controlam incêndio que destruiu hotel na Serra da Mantiqueira

Por G1 Vale do Paraíba e Região

Fogo destruiu hotel em Campos do Jordão — Foto: Divulgação/ Corpo de Bombeiros

Fogo destruiu hotel em Campos do Jordão — Foto: Divulgação/ Corpo de Bombeiros

Equipes do Corpo de Bombeiro levaram mais de 3h para controlar o incêndio que destruiu um hotel no limite entre Campos do Jordão e Santo Antônio do Pinhal (SP) nesta quarta-feira (24). Foram retirados 15 hóspedes do local, sendo 11 adultos e quatro crianças, além de funcionários. Nenhum deles estava ferido.

O empreendimento tinha 44 apartamentos e 14 deles foram destruídos pelas chamas. Doze viaturas, com 27 bombeiros, atuaram no local. O fogo teve início por volta das 17h e só foi controlado por volta das 21h.

Equipes da corporação em Campos do Jordão recebem reforço de bases de Caçapava, São José dos Campos e Taubaté. Ainda não há informação sobre o que provocou as chamas.

O dono do hotel informou que comprou o estabelecimento há cerca de três meses e tinha reformado o local, mas que não tinha seguro. Por volta das 22h equipes ainda trabalhavam na extinção de possíveis novos focos de incêndio.

O hotel fica na altura do km 39 da rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro (SP-123), mas não houve interdição na via, segundo a Polícia Rodoviária Estadual.

Incêndio destrói hotel em Campos do Jordão — Foto: Divulgação/ Corpo de Bombeiros

Incêndio destrói hotel em Campos do Jordão — Foto: Divulgação/ Corpo de Bombeiros

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Morre menino atacado a tiros em casa junto com a família, no Rio

Por Mariana Cardoso, TV Globo

Wictor, Lindsay e Luciana de Almeida, mortos no ataque de Marechal Hermes — Foto: Reprodução/TV Globo

Wictor, Lindsay e Luciana de Almeida, mortos no ataque de Marechal Hermes — Foto: Reprodução/TV Globo

O menino Wictor Almeida, de 7 anos, morreu às 20h03 desta quarta-feira (24). Nesta madrugada, a criança e a família foram atacadas a tiros dentro de casa, em Marechal Hermes, na Zona Norte do Rio. Victor estava internado no Hospital Pedor II e não resistiu aos ferimentos.

O pai do menino, Wladmir dos Santos, segue internado no Hospital Carlos Chagas, e o quadro de saúde dele é considerado estável.

No ataque também morreram Lindsay de Almeida Reis, de 15 anos, irmã de Victor, e Luciana Almeida da Silva, de 35 anos, mãe do menino.

De acordo com a Polícia Militar, testemunhas disseram que, por volta das 3h, dois homens armados entraram na casa, no número 241 da Rua Igaratá, e fizeram vários disparos.

Polícia investiga disputa de bens

Testemunhas contaram que o ataque seria consequência de uma briga da família por divisão de bens. “Pode ser, mas ainda não sei”, comentou um primo.

Nas cinco casas do terreno moram 20 pessoas da mesma família.

“Acordei com a gritaria, já tinha acontecido”, contou.

O delegado titular da Delegacia de Homicídios, Daniel Rosa afirmou que as investigações estão avançadas e que a unidade espera prender o autor do crime ainda nesta quarta-feira.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Exposição da artista Tarsila do Amaral recebe 8.818 visitantes nesta terça e bate recorde de público em um dia no Masp

Por Bárbara Muniz Vieira, G1 — São Paulo

A exposição da artista Tarsila do Amaral atraiu 8.818 pessoas ao Museu de Arte de São Paulo (Masp) na terça-feira (23) e causou filas de até 6 horas para entrar no local. É um recorde histórico para um único dia no museu. O recorde anterior é da terça passada, dia da semana em que a entrada é gratuita, quando 8.454 pessoas visitaram o museu.

Até o último domingo (21), 350 mil pessoas já tinham visto a exposição. É o maior público dos últimos 20 anos do museu, com movimento só comparado à exposição do artista francês Oscar-Claude Monet, em 1997, que reuniu 400 mil pessoas.

Até domingo (28), quando termina a exposição, a expectativa é a de que mais 30 mil pessoas visitem o museu, totalizando 380 mil visitantes. A exposição foi batizada como “Tarsila Popular”.

Um dos quadros mais valiosos da arte brasileira, de volta ao país: Abaporu — Foto: Reprodução/TV Globo

Um dos quadros mais valiosos da arte brasileira, de volta ao país: Abaporu — Foto: Reprodução/TV Globo

A segunda mostra mais visitada da atual gestão, inciada em 2014, a coletiva “Histórias afro-atlânticas”, recebeu 180 mil pessoas no museu em 2018 – a mostra também teve núcleos no Instituto Tomie Ohtake, parceiro do Masp na mostra.

Fernando Oliva, curador da exposição ao lado do diretor artístico Adriano Pedrosa, disse ao G1 que o sucesso da exposição acontece em um ano em que as mulheres são pauta no Museu.

“O retorno do público prova o interesse em novas abordagens em direção à obra de uma grande artista mulher, tanto no contexto do modernismo quanto da história da arte brasileira”, afirmou.

“Histórias das Mulheres, Histórias Feministas” é o tema do ano no museu e pauta toda a programação do Masp. Este ano, o museu só exibe mostras de mulheres.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Cadela cai do 6º andar em Fortaleza, e bombeiros salvam animal com lona

Por Bárbara Sena e Valdir Almeida

Cachorro fica pendurado em varanda de prédio em Fortaleza

Cachorro fica pendurado em varanda de prédio em Fortaleza

Uma cadela ficou pendurada na tela de proteção da janela do último último andar de um prédio no Bairro José Bonifácio, em Fortaleza, nesta terça-feira (23). Um agente do Corpo de Bombeiros que estava de folga viu o cão quando passava pela rua e reuniu moradores para salvar o animal.

Em um vídeo registrado por um morador, é possível ver o animal preso na tela de proteção pelas patas traseiras. A cadela estava no sexto andar do condomínio. Por telefone, o Cabo João Bosco, agente dos Bombeiros que ajudou no salvamento, explicou que antes de cair na lona a cadela bateu em uma antena de TV. “Mas a gente conseguiu amortecer a queda. Ela teve escoriações. Ficou com ferimentos na boca. Uma vizinha levou a cachorra para uma clínica veterinária”, acrescentou.

As imagens mostram o animal aparentemente nervoso e tentando sair da janela. No interior do apartamento também é possível ver um pequeno foco de fumaça saindo do local. O Corpo do Bombeiros, no entanto, não confirmou se o prédio tinha algum registro de incêndio.

Cachorra ficou pendurado na janela, mas foi salva por bombeiros e moradores em Fortaleza.  — Foto: Reprodução/SVM

Cachorra ficou pendurado na janela, mas foi salva por bombeiros e moradores em Fortaleza. — Foto: Reprodução/SVM

O cabo João Bosco entrou no prédio e improvisou uma lona para salvar a cadela junto com os moradores do condomínio. O agente disse que alguns moradores não acreditaram que a cachorrinha fosse cair mesmo já estando com parte do corpo pendurada.

Cadela Vitória

De acordo com moradores, a cadela se chama Vitória, não tem raça definida e tem cerca de 2 anos de idade. “A dona dela gasta o salário inteiro cuidando de animais. Ela é muito solidária” , disse um morador.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.