Seu Vídeo Aqui!!!

————————————————————————————-

————————————————————————————

NUVEM DE TAGS

Justiça Militar manda soltar PMs presos suspeitos de espancar homem na Zona Norte de SP

Decisão de soltura de todos os policiais militares envolvidos em ocorrência no Jaçanã é do juiz Enio Luiz Rossetto, da 3ª Auditoria Militar de São Paulo; caso completa um mês nesta segunda-feira (13).

Por Léo Arcoverde, Globo News — São Paulo

Policiais que agrediram rapaz na Zona Norte são afastados pela Corregedoria

A Justiça Militar de São Paulo mudou de entendimento e determinou a soltura dos oito policiais militares presos sob a acusação de espancar um homem numa comunidade no Jaçanã, Zona Norte de São Paulo, na madrugada de 13 de junho deste ano. O caso veio à tona após a divulgação de vídeo da agressão nas redes sociais . O crime é investigado pela Corregedoria da Polícia Militar (PM) e pelo Ministério Público Estadual (MPE).

A decisão é desta sexta-feira (10) mas ainda não foi publicada pela Justiça Militar. A reportagem não teve acesso à íntegra do documento. A assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça Militar (TJM), todavia, confirma a decisão. De acordo com a Secretaria Estadual da Segurança Pública, todos os PMs acusados desse crime já deixaram o presídio militar Romão Gomes, localizado na Zona Norte de São Paulo. Eles estavam presos desde 15 de junho.

De acordo com o Tribunal de Justiça Militar, o juiz revogou a prisão preventiva dos policiais a pedido da defesa dos PMs. “O magistrado entendeu, como temos sustentado desde o início, que não era o caso de acautelar preventivamente os policiais”, disse o advogado Fernando Capano, que defende quatro dos oito policiais militares.

Segundo o Tribunal de Justiça Militar, o magistrado revogou a prisão preventiva após o Ministério Público Estadual solicitar novas investigações por parte da Corregedoria da Polícia Militar.

A soltura desses policiais representa uma reviravolta no caso, uma vez, que, semanas atrás, a mesma Justiça Militar negou um habeas corpus em que a defesa dos policiais pedia a libertação do grupo. A primeira decisão foi de outro juiz, Marcos Fernando Theodoro Pinheiro.

Indiciamento

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, nove PMs foram indiciados por participação nesse caso. Entre os crimes atribuídos aos policiais, estão lesão corporal, abuso de autoridade e prevaricação.

Inicialmente a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça Militar (TJM) havia informado ao G1 que o pedido de liberdade, feito por habeas corpus, havia sigo negado para os oito PMs, mas depois se corrigiu. E informou que o pedido foi negado para quatro dos oito policiais. A informação foi alterada às 11h15 de 27 de junho.

advogado Fernando Capano, que defende os quatro PMs que tiveram o pedido liminar negado, disse à reportagem que o TJM vai julgar depois o mérito do habeas corpus.

“Entendo que não há critérios para a prisão preventiva. Eles não têm de responder presos, mas soltos”, falou o advogado Capano, que atua na defesa do 1º tenente Wagner dos Santos, e dos soldados Francisco Xavier de Freitas NetoCaio William Bruno Lopes Bruno Ferreira de Jesus.

advogado Cleiton Leal Guedes, que defende os outros quatro PMs que ainda não entraram com pedido de liberdade, falou ao G1 que estuda o caso.

“No momento oportuno vamos pedir [a liberdade] sim”, disse o advogado Guedes, que faz a defesa do 3º sargento João Alberto Busnardo, e dos soldados Igor Alvarenga Quizzeppi da SilvaEduardo Xavier de Souza e Maycon Vinícius Santos da Silva.

Agressão

O grupo formado por seis soldados, um sargento e um tenente é investigado pelo crime de agressão contra o pizzaiolo Weslei da Fonseca Guimarães, de 27 anos, sendo que alguns teriam agido diretamente, e outros presenciado, sendo coautores devido a omissão.

O caso ainda em apuração ocorreu na Rua das Flores. Um vídeo gravado com câmera de celular por uma testemunha registrou quando o homem, já rendido e no chão, era cercado pelos policiais e agredido com tapas e golpes de cassetete, antes de ser arrastado escadaria acima e enfrentar uma nova sessão de espancamento.

Uma testemunha relatou que a agressão ocorreu por volta das 3 horas, quando o rapaz estava fumando cigarro e bebendo com amigos na calçada. Em seguida, um tumulto foi iniciado pela polícia para dispersão dos amigos. Após a correria, apenas Weslei teria permanecido no local. Ele foi agredido, teria revidado e então acabou cercado pelos demais agentes.

Ao tomar conhecimento do episódio, a Polícia Militar afastou das ruas os oito PMs da Força Tática do 43º Batalhão, e a Corregedoria pediu na Justiça para que os suspeitos aguardassem presos a conclusão do inquérito a fim de garantir as investigações, a “ordem pública”, e também devido a “periculosidade dos agentes”.

O Ministério Público Militar foi consultado sobre o pedido, opinou favoravelmente e a Justiça Militar determinou a prisão de todos.

A Justiça informou que aguardava outras provas, como o exame de corpo de delito, mas comunicou que as imagens já anexadas ao inquérito comprovam uma série de agressões praticadas pelos policiais militares. “Ali se observa quantidade e intensidade de golpes de cassetete e tapas ou socos contra a vítima. Bem provável que tenha resultado lesões”, diz a decisão judicial.

“De tudo o que foi apurado até aqui, observa-se que – nem de longe – os investigados agiram sob o manto das excludentes da legítima defesa ou do estrito cumprimento do dever. Por ora, a liberdade dos investigados abala a credibilidade da instituição policial militar e gera sentimento de impunidade perante as dezenas de milhares de homens e mulheres fardados, armados e treinados pelo Estado. A violência deve ser contida, também, pelo exemplo”, justificou o juiz Marcos Fernando Theodoro Pinheiro em sua decisão.

O que dizem os 8 PMs

  • Soldado Bruno Ferreira de Jesus: admitiu que “se exaltou e desferiu dois golpes de cassetete”.
  • Soldado Maycon Vinícius Santos da Silva: admitiu que arrastou o homem escadaria acima e assumiu ter dado um tapa.
  • Soldado Eduardo Xavier de Souza: disse que entrou em luta corporal com o homem, embora as imagens não mostrem o momento.
  • 1º tenente Wagner dos Santos e soldados Igor Alvarenga Quizzeppi da Silva e Caio William Bruno Lopes: não aparecem nas imagens realizando agressões, mas assistindo aos golpes;
  • 3º sargento João Alberto Busnardo: não aparece nas imagens, entretanto, uma testemunha relatou que o grupo de amigos se abrigou em sua casa em meio à correria, e o sargento, portando uma calibre 12 e arrombando o portão, ordenou que todos se apresentassem;
  • Soldado Francisco Xavier de Freitas Neto: não aparece nas imagens, mas foi quem inicialmente abordou a vítima e apresentou um boletim de ocorrência informando que Weslei fugiu. “Depreende-se que tinha conhecimento das agressões e, ao se omitir, aderiu à conduta dos demais”, na visão do juiz Marcos Fernando Theodoro Pinheiro.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Incêndio atinge apartamento em prédio na Tijuca e moradores são obrigados a sair às pressas

Segundo morador do apartamento, chamas começaram na cozinha. Às 6h, moradores ainda estavam na calçada aguardando e Defesa Civil fazia uma vistoria.

Por Erick Rianelli, Bom Dia Rio

Incêndio na Tijuca, na rua Adalberto Aranha

Um incêndio atingiu um prédio na Rua Adalberto Aranha, na Tijuca, na Zona Norte do Rio de Janeiro, na madrugada desta segunda-feira (13). Ninguém ficou ferido.

“O fogo começou na cozinha e eu resolvi acionar as campainhas do oitavo andar e descer. Ao descer, gritamos para que os vizinhos pudessem se salvar”, explicou o morador do apartamento.

Seis carros do bombeiros atenderam a ocorrência. As chamas começaram a se alastrar por volta das 2h30. Muitos moradores acordaram assustados, mas o prédio foi esvaziado rapidamente.

“A gente estava dormindo e ouvimos a gritaria. Acordei assustado, achando que era assalto no prédio. Senti cheiro de queimado e, quando cheguei aqui embaixo o apartamento do oitavo andar já estava em chamas e com uma fumaça absurda, se alastrando para o nono andar e o sétimo”, contou um dos moradores.

Por volta das 6h, muitos moradores ainda estavam reunidos na calçada do edifício. Dois técnicos da Defesa Civil fizeram uma vistoria.

Apartamento pegou fogo em prédio na Tijuca, na Zona Norte do Rio — Foto: Reprodução/ TV Globo

Apartamento pegou fogo em prédio na Tijuca, na Zona Norte do Rio — Foto: Reprodução/ TV Globo

Seis carros de bombeiros atenderam incêndio em prédio na Tijuca, na Zona Norte do Rio — Foto: Arquivo pessoal

Seis carros de bombeiros atenderam incêndio em prédio na Tijuca, na Zona Norte do Rio — Foto: Arquivo pessoal

Chamas atingiram apartamento no oitavo andar de prédio na Tijuca, na Zona Norte do Rio — Foto: Arquivo pessoal

Chamas atingiram apartamento no oitavo andar de prédio na Tijuca, na Zona Norte do Rio — Foto: Arquivo pessoal

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Centenas se reúnem em ‘pancadão’ sem máscara e causam revolta em SP

Por Gabriel Gatto, G1 Santos

Moradores denunciam aglomeração de centenas de pessoas durante baile funk em Bertioga, SP

Um ‘pancadão’, como são chamados o bailes funk realizados na rua, com mais de seis horas de duração, reuniu centenas de pessoas sem máscaras de proteção em Bertioga, no litoral de São Paulo. Ao G1, nesta segunda-feira (13), testemunhas apontaram que a Polícia Militar e a Guarda Civil Municipal foram acionadas para fiscalizar o evento, no entanto, nenhuma equipe compareceu ao local.

Conforme apurado pela reportagem, o evento aconteceu na Rua José Galvino Silva, na comunidade Mangue Seco, no bairro Rio da Praia, entre a noite de sábado (11) e a manhã deste domingo (12).

Segundo uma moradora, que prefere não se identificar, centenas de pessoas começaram a se aglomerar, sem proteção, logo após o início da festa. “As pessoas começaram a se concentrar na frente de uma adega que funciona como bar, e logo depois espalhou para a rua toda, cheia de carros com som muito alto”.

Moradores denunciam aglomerações em 'pancadão' realizado em Bertioga — Foto: G1 Santos

Moradores denunciam aglomerações em ‘pancadão’ realizado em Bertioga — Foto: G1 Santos

A testemunha afirma que as aglomerações no local são constantes, no entanto, se assustou com a proporção do evento realizado no último fim de semana. “Nunca tinha visto desse tamanho, e não tinha ninguém com máscara, muitas pessoas bebendo, fumando. Nenhum cuidado com o coronavírus”.

“A gente se sente impotente com essa situação, porque estamos cumprindo a quarentena aqui em casa, mas quando temos que sair na rua, são essas pessoas que vamos encontrar. Eles se expõem e acabam expondo os outros ao coronavírus”, desabafa a moradora.

Ela conta que, apesar da aglomeração e perturbação ao sossego, equipes da PM e da GCM de Bertioga não foram ao local para fiscalizar a festa. “A polícia não veio, e a guarda diz que está sem viatura. Ficamos sem qualquer respaldo”, finaliza.

De acordo com o boletim epidemiológico enviado pela Prefeitura de Bertioga no último domingo (12), o município registra 848 casos confirmados do novo coronavírus, bem como 17 mortes causadas pela doença.

Em nota, a Secretaria de Segurança de Bertioga informou que a GCM foi acionada por meio do número 153, contudo, o baile funk já havia sido instalado. A GCM orientou o reclamante, então, a ligar para a Polícia Militar, órgão competente para atuar nessas situações.

A GCM e outros órgãos da prefeitura atuam preventivamente, inclusive com apoio da Polícia Militar, quando recebe informações de que será realizado algum evento irregular, evitando-se, assim, que ele aconteça. A exemplo disso, no mesmo sábado, a Secretaria de Segurança e Cidadania realizou uma força-tarefa impedindo que um evento dessa natureza acontecesse na cidade.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Homem é preso com câmera acoplada no tênis para filmar partes íntimas de mulheres no Metrô de SP

O homem de 41 anos é investigado pela Delegacia do Metropolitano (Delpom), onde prestou depoimento. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) não informou se ele permanece preso ou se foi solto.

Por G1 SP — São Paulo

Um homem de 41 anos foi preso por policiais civis após ser flagrado com uma câmera escondida no tênis na tarde deste sábado (11), na estação Carrão do Metrô, na Zona Leste de São Paulo.

Segundo a Polícia Civil, o homem é investigado pela Delegacia do Metropolitano (Delpom), onde prestou depoimento. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) não informou se ele permanece preso ou se foi solto.

De acordo com a nota da SSP, foram apreendidos uma microcâmera, cabos de vídeo, baterias, cartão de memória e um monitor de vídeo. Os objetos foram encaminhados para perícia junto ao Instituto de Criminalística (IC).

O Metrô foi procurado para comentar o caso, mas não respondeu até a publicação da reportagem.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Mãe busca remédio de R$ 12 milhões para salvar vida de bebê em SP: ‘Fé’

Arthur Ferreira Belo tem apenas quatro meses para arrecadar uma quantia milionária e tomar medicamento que pode mudar sua vida.

Por Mariana Nadaleto, G1 Santos

Arthur luta contra o tempo para tomar medicamento que pode mudar sua vida — Foto: Arquivo Pessoal

Arthur luta contra o tempo para tomar medicamento que pode mudar sua vida — Foto: Arquivo Pessoal

O pequeno Arthur Ferreira Belo, de apenas 1 ano e 8 meses, enfrenta uma difícil luta pela vida após ser diagnosticado com o tipo 1 da Atrofia Muscular Espinhal (AME), o mais agressivo da doença. Agora, sua família corre contra o tempo para arrecadar cerca de R$ 12 milhões e comprar o ‘remédio mais caro do mundo’, capaz de neutralizar os efeitos da doença e permitir um grande avanço no tratamento.

Para isso, foi criada uma ‘vaquinha virtual’ com o objetivo de arrecadar, até 8 de outubro, o valor necessário para importar o medicamento dos Estados Unidos. A ideia da campanha surgiu após a família de Arthur ver outros casos de vaquinhas virtuais bem sucedidas, como é o caso da Sarah e doHeitor, cujas histórias foram divulgadas pelo G1.

Segundo informações da Secretaria de Saúde do Estado, a Atrofia Muscular Espinhal é uma doença rara, degenerativa e genética, que interfere na capacidade do corpo de produzir uma proteína essencial para a sobrevivência dos neurônios motores, responsáveis pelos gestos voluntários vitais simples do corpo, como respirar, engolir e se mover. Apesar da atrofia, os pais garantem que o pequeno é muito esperto, encantador e risonho.

Arthur foi diagnosticado quando tinha apenas três meses de vida, e a notícia abalou toda a família. Isso porque a AME é a maior causa genética de morte de crianças com até 2 anos. Agora, a grande esperança dos pais é o medicamento Zolgensma, aprovado em maio de 2019 nos Estados Unidos, que promete um grande avanço na recuperação dos pacientes.

Alessandra e o marido correm contra o tempo para conseguir o valor necessário para o medicamento — Foto: Arquivo Pessoal

Alessandra e o marido correm contra o tempo para conseguir o valor necessário para o medicamento — Foto: Arquivo Pessoal

O grande problema é que esse é o remédio mais caro do mundo. Como não é vendido no Brasil, a família de Arthur precisa importá-lo dos Estados Unidos, onde chega a custar 2,125 milhões de dólares. Pela cotação atual, o medicamento pode custar R$ 11.325 milhões. Por isso, a mãe Alessandra Ferreira Santos, de 28 anos, resolveu criar uma ‘vaquinha virtual’ para arrecadar o valor.

“Temos esperança e muita fé nesse remédio. Por ser tão caro, acredito que trará um efeito positivo e que ele volte a andar. Tudo o que eu e meu marido queremos é que o nosso filho tenha a vida mais ‘normal’ possível. Mas, temos apenas três meses para arrecadar o valor, porque a medicação faz efeito somente até os dois anos, e a burocracia ainda demora. Temos muito medo de perder o Arthur”.

A família busca fazer a campanha da forma mais transparente possível. Pelas redes sociais, são postados todos os valores arrecadados por mês e quanto falta para alcançar a meta. Além disso, Alessandra e os voluntários postam outras formas de arrecadação de verba, como rifas e bingos.

Quando a campanha foi lançada, em outubro do ano passado, o dólar estava mais baixo e a família precisava de R$ 9 milhões. Agora, necessita de quase R$ 12 milhões, além da quantia necessária para pagar os custos hospitalares. “Sempre fazemos prestação de contas. Muitas pessoas acabam questionando a gente pela mudança de valor”.

Os sonhos de Alessandra são que Arthur volte a andar e possa sair dos aparelhos — Foto: Arquivo Pessoal

Os sonhos de Alessandra são que Arthur volte a andar e possa sair dos aparelhos — Foto: Arquivo Pessoal

Disgnóstico

Alessandra conta que, quando Arthur nasceu, percebeu que o bebê era mais ‘mole’ do que o comum, mas foi tranquilizada pelos pediatras. Mas, o tempo foi passando e, aos três meses de vida, a mãe percebeu que ele ainda não conseguia segurar o pescoço e engasgava quando mamava. Foi quando ela decidiu procurar um médico para entender o que estava acontecendo.

“Encontramos um rapaz no pronto-socorro que nos recomendou um hospital que tratava doenças raras. Fomos até lá, fizeram testes por três dias, e diagnosticaram ele com atrofia muscular. O médico disse que ele tinha uma doença rara, degenerativa, com expectativa de vida de apenas dois anos. Foi um choque, porque nunca tínhamos ouvido falar disso”, explica.

Para confirmar o diagnóstico, Arthur passou por um teste de DNA, que apontou que ele tinha o tipo 1 da doença, o mais severo. Pouco tempo depois, ele passou por duas cirurgias de traqueostomia e gastrostomia, que permitem a respiração mecânica e o suporte nutricional, respectivamente. Em seguida, o plano de saúde liberou o tratamento com o remédio Nusinersena (Spinraza).

O medicamento é o único registrado no Brasil para o tratamento da AME. Diversos estudos apontam sua eficácia na interrupção da evolução da atrofia para quadros mais graves, que são prevalentes na maioria dos pacientes. Arthur chegou a tomar seis doses do remédio, mas a evolução no tratamento continua muito lenta.

“Ele toma uma dose a cada quatro meses. Mas, se interromper, perde totalmente o efeito de tudo que já tomou. O Zolgensma é uma dose única, e pelo que acompanhamos de outras crianças, promete uma evolução muito boa no tratamento. Hoje, vivemos com medo, pois já vimos muitos pacientes morrerem por conta da doença”.

Em quase dois anos, Arthur já passou diversos meses internado em hospitais — Foto: Arquivo Pessoal

Em quase dois anos, Arthur já passou diversos meses internado em hospitais — Foto: Arquivo Pessoal

Atualmente, Arthur mexe um pouco os braços e as pernas com a ajuda dos pais e fisioterapeutas, mas não consegue segurar objetos nem andar. Além disso, depende de ventilação mecânica 24 horas por dia, pois não consegue respirar sozinho. Com o ‘remédio mais caro do mundo’, a família busca dar maior qualidade de vida para o pequeno, que hoje sofre uma dura rotina.

De acordo com Alessandra, o medicamento vai direto para a corrente sanguínea e faz com que a proteína que não é produzida pelo paciente com AME passe a ser produzida, permitindo que os neurônios que sobreviveram possam se manter vivos e, assim, recuperar o paciente.

“Sabemos que ele não vai sair correndo assim que tomar, mas temos esperança que ele aprenda a andar e que possamos diminuir os aparelhos. É tudo muito triste, ele está crescendo e não pode brincar com as outras crianças. Esse remédio é a nossa grande esperança”.

Os pais também esperam que, quando Arthur finalmente tomar o medicamento, eles possam realizar um sonho que precisou ser adiado com o descobrimento da doença: conhecer a praia e o mar na Baixada Santista. “Nós havíamos feito muitos planos, íamos levá-lo para Mongaguá, mas os médicos não deixaram. Um dos meus sonhos é apresentar a praia para o meu filho”, finaliza.

Especialista

De acordo com a neurologista Andrea Anacleto, a Atrofia Muscular Espinhal proximal tipo 1 é uma doença rara, sem cura e que evolui de forma grave na infância, caracterizada por fraqueza muscular grave e progressiva. Segundo a especialista, a doença é ligeiramente mais frequente em meninos do que em meninas, e o diagnóstico é baseado na história clínica e exame e pode ser confirmado por teste genético.

Com a doença, o bebê geralmente apresenta fraqueza muscular grave, que afeta primeiro os braços e as pernas nas regiões proximais e depois passa para as extremidades, como mãos e pés, além de dificuldade de alimentação e insuficiência respiratória, conforme explica a neurologista.

Segundo Andrea, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta assinou a incorporação do medicamento Nusinersena na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais do Sistema Único de Saúde (SUS). Além dessa medicação, deve ser orientada uma abordagem multidisciplinar com o objetivo de melhorar a qualidade de vida.

Nos Estados Unidos, a FDA, agência que regulamenta a aprovação de medicamentos no país, autorizou a venda do remédio Zolgensma, sendo esta uma terapia gênica indicada para o tratamento da AME, usada para deter a progressão da doença. Atualmente, essa medicação não está disponível no Brasil, havendo a necessidade de que, quando indicada, seja realizada a importação.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Empresário morre após cair do parapente em Viana, no ES

Homem estava fazendo um salto com um professor quando caiu. Acidente aconteceu no final da manhã desse domingo (12).

Por Luiza Marcondes, G1 ES

Um homem morreu depois de cair de um parapente durante um voo por volta das 11h20 deste domingo (12) na região da Pedra do Urubu, no bairro Universal, em Viana, na Grande Vitória.

O empresário Luiz Bessa estava em uma aula de parapente quando caiu do equipamento em uma área de mata.

Ainda não se sabe a dinâmica do acidente. Um vídeo gravado de cima da rampa mostra o momento em que o parapente perde altura e o empresário cai.

Vídeo registrou momento em que homem caiu de parapente

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, uma equipe foi chamada até o local pelo instrutor de parapente.

Os militares fizeram buscas na região e encontraram Luiz já morto. O corpo foi retirado da região de difícil acesso e levado até uma rampa.

A Polícia Civil foi chamada e informou que o corpo foi encaminhado para o Departamento Médico Legal (DML) de Vitória. De acordo com a polícia, a morte foi registrada como acidental.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Polícia investiga se incêndio que destruiu milhares de testes para Covid-19 foi criminoso

Polícia investiga causas de fogo que começou em vagão na linha férrea e atingiu prédio da Secretaria de Saúde de Botucatu (SP).

Por G1 Bauru e Marilia

incêndio que atingiu o prédio da Secretaria de Saúde de Botucatu (SP) e destruiu milhares de testes de Covid-19 e suplementos alimentares pode ter sido criminoso, segundo o delegado seccional Lourenço Talamonte Neto.

A polícia científica esteve no local para apurar as causas do incêndio que aconteceu na madrugada deste sábado (11). O delegado informou que já está comprovado que o fogo começou em um vagão abandonado que fica na linha férrea nos fundos do prédio da secretaria.

“Pode ter sido criminoso. Ali é um local que a gente sabe que é frequentado por usuários de drogas, os vagões abandonados dessa ferrovia. Provavelmente essas pessoas atearam fogo nesse vagão para se esquentar na madrugada e agora vai ser apurado”, explica o delegado.

Prejuízo

De acordo com o secretario de saúde, André Spadaro, o fogo queimou pelo menos 2 mil testes rápidos e 3 mil kits de coleta do teste PCR. A pasta também perdeu R$ 300 mil em leites especiais que seriam entregues para crianças com alergia.

Apesar da perda dos milhares de testes para Covid, o secretário garantiu que o programa de testagem na cidade não será interrompido, pois a Secretaria possui estoques em outras unidades e vai receber mais 14 mil testes rápidos nesta semana.

De acordo com a prefeitura de Botucatu, no local também tinham móveis que seriam levados a novas unidades de saúde do município, equipamentos de proteção individual (EPIs), documentos, eletrodomésticos, entre outros objetos.

Em nota, a Rumo esclareceu que o vagão incendiado não é arrendado da concessionária, mas que estava apoiando as tratativas de retirada do vagão do local, junto ao DNIT.

A concessionária também informou que mantém equipes de vigilância que fazem fiscalizações nas áreas sob sua responsabilidade para tentar coibir atos como o incêndio, mas que a empresa não tem poder de polícia. Por fim, disse que está colaborando com as investigações.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Pesquisadores descobrem nova espécie de rã em milharal e batizam com nome da escritora Cora Coralina

Pseudopaludicola coracoralinae é uma das menores rãs do Brasil, com 1,5 cm, e tem canto intenso, que possibilitou achado. Estudo foi realizado pela Unicamp em parceria com Unesp de Rio Claro e Universidade Federal de Uberlândia.

Por Patrícia Teixeira, G1 Campinas e Região

Rã descoberta como uma nova espécie por pesquisadores da Unicamp foi batizada em homenagem à escritora Cora Coralina. — Foto: Felipe Andrade/Arquivo pessoal

Rã descoberta como uma nova espécie por pesquisadores da Unicamp foi batizada em homenagem à escritora Cora Coralina. — Foto: Felipe Andrade/Arquivo pessoal

Uma rã de 1,5 cm, um canto intenso no milharal e um resgate da história da literatura brasileira. Pesquisadores da Unicamp, em Campinas (SP), descobriram uma nova espécie do anfíbio em uma plantação de milho no interior de Goiás, que serviu de inspiração para batizar o animal com o nome da poetisa Cora Coralina. A escritora descreveu sapos no mesmo ambiente em “Poema do Milho” e, segundo a família, gostava mesmo de apreciar a cantoria deles.

“São homenagens que mexem com a gente. Lá em Goiás, a casa dela fica à beira do Rio Vermelho. No rio, tem uma porção de sapos e eles cantam a noite inteira. É diferente de tudo o que é sapo. Ficam a noite inteira, e agora essa rãzinha no meio do milho. Acho formidável. Se ela estivesse viva, estaria com 130 anos e, no entanto, ainda é homenageada. É mais do que bacana”, contou ao G1 a filha de Cora, Vicência Bretas, de 90 anos.

A descoberta da Pseudopaludicola coracoralinae ocorreu na cidade de Palmeiras de Goiás, no interior do estado, e foi realizada em parceria com a Unesp de Rio Claro e a Universidade Federal de Uberlândia. A publicação do estudo na revista especializada em ciência da classificação de espécies, European Journal of Taxonomy, no dia 3 de julho, tornou o feito conhecido.

Apaixonado por anfíbios, Felipe Andrade idealizou a viagem em busca da nova espécie durante o doutorado em biologia animal pela Unicamp, concluído em outubro do ano passado.

“Comecei a rodar a região rural e cheguei no milharal. Dias antes caiu um temporal e formou essa poça no meio do milharal. Era o ambiente perfeito. O milharal estava na altura do joelho, a plantação era nova. Esses bichos gostam de ambientes abertos, não esperava encontrar no meio do milharal. […] É algo fantástico, é uma sensação ímpar”, conta Andrade.

Pesquisador da Unicamp, Felipe Andrade analisa informações genéticas da rã Pseudopaludicola coracoralinae. — Foto: Felipe Andrade/Arquivo pessoal

Pesquisador da Unicamp, Felipe Andrade analisa informações genéticas da rã Pseudopaludicola coracoralinae. — Foto: Felipe Andrade/Arquivo pessoal

Junto com a colega Isabelle Haga e orientado por Luis Felipe Toledo, professor da Faculdade de Biologia e da pós-graduação em Campinas, os pesquisadores identificaram variações no canto dos machos e diferenças nas características moleculares que constataram a novidade.

“Era uma população de mais de 100 indivíduos (rãs). Originalmente era cerrado, mas naquele local o cerrado virou plantação. É uma espécie menos exigente do que outras espécies do cerrado, mais resistente à mudança de ambiente. É possível que ele ocorra em outras cidades”, afirma o orientador do estudo.

Pseudopaludicola coracoralinae adulta tem o tamanho inferior a 2cm e está próxima dos menores anfíbios do Brasil, segundo Toledo.

“O que chama a atenção é o canto e você escuta de longe, apesar do bicho ser minúsculo. Está quase no limite do menor sapo que existe”, diz.

Ouça o canto da rã recém-descoberta pela Unicamp, que recebeu nome de Cora Coralina

“Até no canto existe sobreposição entre as espécies, mas a duração e as taxas de emissão das notas é que diferem. Então, você pode ter espécies que cantam mais rápido ou mais lento do que ele. Isso ajuda muito nesse grupo”, completa o orientador.

A nova rã é considerada uma espécie críptica, muito parecida com outras a olho nu e dependem de estudos genéticos para fazer a diferenciação.

Os pesquisadores Felipe Andrade e Isabelle Haga durante as buscas pela nova espécie de rã em Goiás. — Foto: Felipe Andrade/Arquivo pessoal

Os pesquisadores Felipe Andrade e Isabelle Haga durante as buscas pela nova espécie de rã em Goiás. — Foto: Felipe Andrade/Arquivo pessoal

Resgate da poetisa

A localidade da descoberta, um milharal no interior de Goiás, motivou a homenagem à Cora Coralina. Felipe Andrade conta que queria dar o nome de uma mulher à nova espécie de rã.

“Pesquisei um pouco e vi que a Cora é uma pessoa do estado e do interior ainda, uma pessoa que cresceu no campo, veio pra São Paulo e depois retornou, porque gostava muito da região. A gente estuda Cora nas aulas de português, desde pequeno. Gosto muito da poesia dela, pela simplicidade com que ela conta a vida na área rual”, lembra.

De imediato, segundo ele, os coautores do estudo aceitaram a homenagem.

“Sua obra foi um divisor de águas para a poesia brasileira, amplamente reconhecida, um símbolo. Passou por muitas dificuldades na vida e, mesmo assim, conseguiu publicar a sua obra e unir as duas coisas: a poesia brasileira e a biodiversidade brasileira”, afirma Andrade.

Cora Coralina, como Ana Lins dos Guimarães Peixoto era conhecida, nasceu em 1889 e morreu em 1985, em Goiás. O gosto da escrita surgiu na adolescência, mas somente conseguiu publicar seu primeiro livro aos 75 anos de idade, em 1965, chamado “O Poema dos Becos de Goiás e Estórias Mais”.

A obra de Cora foi mais reconhecida nos últimos anos de vida da escritora. Atualmente, segundo a filha Vicência Bretas, ela também foi homenageada em uma espécie de peixe, uma flor, uma estrada e, agora, a rã do milharal.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

57% das empresas exportadoras sofreram efeitos negativos da crise do coronavírus, aponta CNI

Levantamento realizado entre 2 e 10 de junho consultou 197 empresas exportadoras; 32% informaram que vendas não foram afetadas e 8% disseram que aumentaram.

Por Laís Lis, G1 — Brasília

Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indica que 57% das empresas exportadoras tiveram as vendas ao exterior “afetadas negativamente” pela pandemia do novo coronavírus, enquanto 8% registraram aumento nas vendas para o exterior.

A CNI questionou as empresas sobre o “efeito da pandemia sobre a atividade de exportação até o momento”. Os resultados foram:

  • ‘Foi afetada negativamente’: 57%;
  • ‘Não foi afetada negativamente’: 32%;
  • ‘As exportações aumentaram’: 8%;
  • ‘Não sei’: 3%.

De acordo com a CNI, a pesquisa foi feita entre os dias 2 e de junho e consultou 197 empresas exportadoras, importadoras e investidoras no exterior. O resultado abrange os meses de abril e maio.

Balança comercial mostra queda de exportações e importações

Outros resultados

Segundo a CNI, 40% das empresas informaram que a queda nas exportações foi superior a 50% no valor das vendas.

Em relação à expectativa das empresas exportadoras para os próximos dois meses, os resultados foram:

  • ‘Será afetada negativamente’: 36%;
  • ‘As exportações foram afetadas no início da pandemia, mas estão se recuperando’: 29%;
  • ‘Não será afetada negativamente’: 20%;
  • ‘Não sei’: 10%;
  • ‘As exportações aumentarão’: 5%.

Com relação às empresas importadoras, 70% afirmaram que foram afetadas negativamente pela pandemia do coronavírus nos meses de abril e maio, enquanto 2% disseram que as importações aumentaram.

Das empresas que tiveram as importações afetadas 58% importavam da China e 29% dos Estados Unidos.

Segundo a CNI, empresas consultadas afirmaram que as maiores preocupações com relação ao impacto da pandemia nas importações e exportação estão relacionadas à redução das exportações e da produção e com o aumento de preço de matéria-prima.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.

  

Dados divulgados por entidades de favelas do Rio mostram números da Covid-19 maiores que os oficiais

Painel da organização Comunidades Catalisadoras (Concat) mostra que, em alguns casos, números são nove vezes maiores do que os oficiais.

Por Priscila Chagas, Bom Dia Rio

Comunidades do Rio lançam painel sobre número de casos do coronavírus nas favelas

Representantes de comunidades do Rio de Janeiro se uniram para o lançamento de um painel que mostra os dados da Covid-19 nas favelas da cidade. As informações mostram que, em algumas regiões, o número de casos chega a ser nove vezes maior do que é oficialmente informado.

De acordo com os dados do painel, são 4.057 casos confirmados e 639 mortes. Vinte e cinco comunidades possuem os dados consolidados. O painel é feito pela organização Comunidades Catalisadoras (Concat).

Os números divulgados pela Prefeitura do Rio estão divididos por bairros e não contam separadamente os dados das comunidades. Por isso, o lançamento do painel é uma forma de unir os dados produzidos por diferentes organizações que atuam nas favelas do Rio e da Região Metropolitana como a Redes da Maré.

Segundo os números, os dados divulgados para o Complexo do Alemão são de 108 casos confirmados e 37 mortes. A Prefeitura do Rio informa números bem menores: 12 casos e 5 mortes.

Nos dados do Complexo da Maré a discrepância é maior. De acordo com o painel, são 1.088 casos e 110 mortes. Já a prefeitura registra 382 casos e 83 mortes.

Dados que unem informações de organizações sociais sobre a Covid-19 em favelas do RJ mostram números diferentes dos oficiais — Foto: Reprodução/ TV Globo

Dados que unem informações de organizações sociais sobre a Covid-19 em favelas do RJ mostram números diferentes dos oficiais — Foto: Reprodução/ TV Globo

“Esta iniciativa surgiu por a gente perceber que o poder público não está disponibilizando dados por favela. Então as favelas não têm como, individualmente, não têm como saber o alcance do vírus em seu território para se organizarem. A gente também tem um sistema de autodeclaração de sintomas. Então, qualquer morador de qualquer comunidade da Região Metropolitana poderá entrar no questionário. Assim, as próprias comunidades vão poder detectar quando a Covid-19 está aumentando”, destacou Thereza Williamson, urbanista e diretora-executiva da Comcat.

Deixe aqui sua Mensagem




1 - Os campos marcados com asterico (*) são de preenchimento obrigatório.
2 - Dados pessoais como email e telefone não serão divulgados.