Indenizações do seguro rural subsidiado pelo governo sobem quase 400% e batem recorde em 2018

Por Rikardy Tooge, G1

As indenizações do seguro ruralsubsidiado pelo governo federal subiram 393% em 2018, na comparação com 2017, saindo de R$ 187,6 milhões para R$ 925 milhões, de acordo com dados do Ministério da Agricultura.

O valor é recorde e foi desembolsado pelas 14 seguradoras credenciadas para oferecer este tipo de produto. Até então, o maior volume de indenização pago em 1 ano pelo programa era o de 2014 (R$ 719,4 milhões).

O seguro rural indeniza o produtor em caso de prejuízos por problemas climáticos ou derrubada de preços, por exemplo. De acordo com o ministério, a seca foi o principal problema que ocasionou as perdas nas lavouras em 2018, com cerca de R$ 660 milhões de indenizações, seguida pela ocorrência de granizo, que gerou pagamento de R$ 201 milhões aos produtores.Indenizações do seguro rural subsidiado.

Do total de recursos pagos pelas seguradoras, 36% foram para os produtores do Paraná, 21% do Rio Grande do Sul, 11% de Goiás, 11% de Mato Grosso do Sul, 8% de São Paulo e o restante para agricultores dos demais estados.

Ao todo, o mercado total de seguros rurais (subsidiados e privados) no ano passado movimentou R$ 1,9 bilhão na contratação de apólices. E as indenizações somaram R$ 1,4 bilhão, com valor segurado de R$ 28 bilhões.

Mercado de seguro rural no Brasil — Foto: Wagner Magalhães/Arte G1

Mercado de seguro rural no Brasil — Foto: Wagner Magalhães/Arte G1

Subsídio será recorde em 2020

Para a contratação de 63 mil apólices com um valor máximo segurado de R$ 12 bilhões em 2018, o governo federal desembolsou R$ 370 milhões.

Para 2019, tem disponível um montante semelhante, de R$ 371 milhões. Em 2020, esse orçamento passará para o valor recorde de R$ 1 bilhão. Na avaliação do Ministério da Agricultura, isso será suficiente para atingir mais de 200 mil apólices, protegendo 15,6 milhões de hectares.

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Passageiros relatam momentos de terror em acidente de ônibus que despencou de viaduto na Zona Oeste do Rio

Por Bom Dia Rio

Passageiros que estavam no ônibus da linha 544, que faz o trajeto entre o município de Nova Iguaçu e o Méier, que caiu do viaduto de Deodoro, na Zona Oeste do Rio, contam que o veículo não estava em alta velocidade — Foto: Reprodução/ TV Globo

Passageiros que estavam no ônibus da linha 544, que faz o trajeto entre o município de Nova Iguaçu e o Méier, que caiu do viaduto de Deodoro, na Zona Oeste do Rio, contam que o veículo não estava em alta velocidade — Foto: Reprodução/ TV Globo

Os passageiros que estavam no ônibus da linha 544, que faz o trajeto entre o município de Nova Iguaçu e o Méier, que caiu do viaduto de Deodoro, na Zona Oeste do Rio, contam que o veículo não estava em alta velocidade e que os passageiros caíram um sobre os outros. Catorze pessoas ficaram feridas no acidente que aconteceu na noite de segunda-feira (26), sendo que 11 precisaram ser removidas para os hospitais Albert Schweitzer e Carlos Chagas.

“Ele não estava correndo. Todos os passageiros estão a favor dele”, afirmou uma passageira que não quis ser identificada.

Durante a queda, os passageiros contaram que caíram um sobre os outros. ““A garota veio para cima de mim, só que ela se machucou mais, enquanto eu não me machuquei”, relatou uma mulher que estava no veículo.

Um dos passageiros precisou contou que viveu momentos de horror.

“Eu quebrei o vidro traseiro e saí me arrastando, com muitas dores. Não sabia se salvava as pessoas, fiquei com medo dele [o ônibus] pegar fogo. Desesperador, uma coisa de louco. Não quero passar por isso nunca mais na minha vida e nem quero que ninguém passe, porque é muito triste”, detalhou o homem.

Os feridos foram atendidos por equipes do Corpo de Bombeiros. Agentes da CET-Rio, da Guarda Municipal e da Polícia Militar estiveram também no local. Ainda não há informações atualizadas sobre o estado de saúde dos passageiros que foram hospitalizados.

Em nota, a Viação Nossa Senhora da Penha informou que a prioridade é o atendimento às vítimas.

“A Viação Nossa Senhora da Penha ainda não tem detalhes sobre as causas do acidente ocorrido no viaduto de Deodoro com um ônibus da empresa. A prioridade agora é o atendimento às vítimas. A empresa está à disposição das autoridades para a apuração dos fatos”.

Ônibus caiu de viaduto em Deodoro, na Zona Oeste do Rio — Foto: Reprodução/ TV Globo

Ônibus caiu de viaduto em Deodoro, na Zona Oeste do Rio — Foto: Reprodução/ TV Globo

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Novo caça da FAB faz voo de estreia na Suécia

Por Arthur Bernardi, TV Globo — Brasília

Primeiro Gripen brasileiro faz voo de teste na Suécia em 26 de agosto de 2019. Ele foi conduzido pelo piloto Richard Ljungberg por 65 minutos  — Foto: Divulgação/Saab

Primeiro Gripen brasileiro faz voo de teste na Suécia em 26 de agosto de 2019. Ele foi conduzido pelo piloto Richard Ljungberg por 65 minutos — Foto: Divulgação/Saab

Gripen, novo caça da Força Aérea Brasileira (FAB), fez nesta segunda-feira (26) o voo de estreia em Linköping, no sul da Suécia.

A compra dos caças foi anunciada em 2013, pela então presidente Dilma Rousseff. Na ocasião Dilma assinou contrato para compra de 36 aeronaves por US$ 4,5 bilhões.

O voo de estreia durou pouco mais de uma hora. Os suecos homenagearam o Brasil com a pintura da bandeira no estabilizador vertical do avião. Nas asas, o azul também foi incluído como parte da identidade visual brasileira do caça.

Os pilotos fizeram manobras em diferentes altitudes e velocidades. A velocidade máxima do caça não foi divulgada, mas ele pode chegar a 2,4 mil quilômetros por hora – duas vezes mais rápido que a velocidade do som.

O piloto de testes sueco Richard Ljungberg fez o voo de estreia do caça. Ele disse que foi uma honra e que estava orgulhoso por ser o primeiro a voar no Gripen do Brasil. E que tudo correu bem, exatamente como nas simulações.

Transferência de tecnologia

A transferência de tecnologia foi um dos principais motivos para o governo optar pelo Gripen e não pelo Boeing (dos EUA) ou pelo Rafale (da francesa Dassault).

Seis empresas brasileiras foram escolhidas para trabalhar na montagem da nova geração do Gripen e receber conhecimentos tecnológicos da montadora.

Os projetos incluem treinamento teórico, pesquisa, desenvolvimento de sistemas de aviões e treinamentos práticos na fábrica da SAAB, na Suécia.

Desde o início do contrato, tem havido intercâmbio de funcionários brasileiros na Suécia. Até agora, cerca de 200 engenheiros, montadores e pilotos já estiveram em Linkoping, e os treinamentos variam de 3 meses a dois anos, dependendo da função.

O primeiro Gripen do Brasil vai continuar na Suécia para a continuação dos testes. O programa também prevê que os últimos 15 aviões serão produzidos e montados em solo brasileiro. O primeiro avião de combate será entregue às forças brasileiras em 2021.

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Médico cita ‘100% de sucesso’ em transplante de pele em jovem que perdeu couro cabeludo em kart

Por G1 Ribeirão Preto e Franca

Dois dias após ser submetida a um transplante de pele e músculo que durou nove horas, a jovem Débora Dantas de Oliveira, de 19 anos, que teve o couro cabeludo arrancado em um acidente de kart em Recife (PE), está consciente e se alimenta normalmente no Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital Especializado em Ribeirão Preto (SP).

O cirurgião plástico Daniel Álvaro Alvarez Lazo, chefe da equipe médica que operou Débora, afirmou que a jovem pernambucana voltou ao centro cirúrgico na manhã desta segunda-feira (26) para o primeiro curativo e a cicatrização está transcorrendo conforme o esperado.

“Sem nenhum problema, 100% de sucesso. Não só a pele, como o músculo, estão cobrindo completamente todo o crânio”, disse Lazo, destacando que a possibilidade de complicação é quase nula. “A coisa vai muito bem, nada acontece, não há surpresas”, completou.

Débora deve retornar ao centro cirúrgico ao menos três vezes por semana para refazer os curativos – a cabeça está coberta por faixas e um capacete de gesso. Ela também deve ser submetida a outras cirurgias reconstrutivas ao longo do próximo mês.

“Todo tratamento é feito por etapas. Em 10 ou 15 dias, enxertos de pele parcial. Mas, é claro que, com o passar do tempo, cirurgias complementares serão necessárias para corrigir as deformidades residuais que eventualmente venham a aparecer”, disse Lazo.

Débora Dantas de Oliveira, de 19 anos, no Hospital Especializado em Ribeirão Preto — Foto: Hospital Especializado/Divulgação

Débora Dantas de Oliveira, de 19 anos, no Hospital Especializado em Ribeirão Preto — Foto: Hospital Especializado/Divulgação

No último sábado (24), Débora foi submetida a um transplante de pele e músculo retirados das costas dela mesma. O procedimento envolveu dois anestesistas e cinco microcirurgiões. Dois dias antes, a equipe havia reconstruído as pálpebras superiores e parte da testa da jovem.

“Microcirurgia reconstrutiva é feita para devolver aos pacientes que têm defeitos congênitos e adquiridos a correção das deformidades. Não pode ser feita por um médico só, há a necessidade de operar ao mesmo tempo. É fundamental trabalhar simultaneamente”, afirmou.

Os médicos também precisaram religar artérias e veias, para garantir o fluxo de sangue no local. A equipe precisou de destreza, afinal, os vasos sanguíneos têm cerca de dois milímetros de espessura e os fios cirúrgicos são seis vezes mais finos que um fio de cabelo.

“A avaliação é feita de hora em hora por um cirurgião experiente porque é fundamental descobrir as complicações, caso venham a acontecer, de maneira precoce. O médico tem que estar do lado nos primeiros dois dias de hora em hora para saber se a coisa vai bem”, completou Lazo.

Além dos procedimentos, Débora será submetida a um tratamento em câmara hiperbárica. Dentro desse equipamento, o paciente fica exposto a oxigênio 100% puro e em pressão maior que a atmosférica. O objetivo das sessões é auxiliar no processo de cicatrização.

No domingo (25), o namorado de Débora, o microempresário Eduardo Tumajan, disse que a jovem está “esperançosa” com o tratamentorealizado em Ribeirão Preto. Tumajan afirmou ainda que os dois têm recebido muitas mensagens de carinho e apoio.

A assessoria do Walmart informou que desde o acidente tem prestado todo o suporte necessário à Débora. Tanto o transporte dela, quanto do noivo, de Recife para Ribeirão Preto, assim como o tratamento médico particular, estão sendo custeados pela empresa.

O acidente

Débora participava de uma corrida de kart com o namorado na tarde de 11 de agosto, em uma pista no estacionamento do Walmart, em Boa Viagem, na zona Sul do Recife, quando o cabelo dela, que era na altura da cintura, soltou da touca e ficou preso no motor.

Em entrevista exclusiva ao repórter Ernesto Paglia, do Fantástico, Débora relembrou os momentos de tensão que passou na pista, enquanto era socorrida.

A pele foi arrancada desde a altura dos olhos até a nuca da jovem, que foi socorrida pelo namorado e levada ao Hospital da Restauração, na capital pernambucana. Tumajan disse que pegou “o rosto dela na mão”, colocou em uma sacola e correu para levá-la ao hospital.

Os médicos conseguiram recuperar e reimplantar 80% da área atingida. Débora ainda passou por outra cirurgia para a retirada de trombos, mas os médicos apontaram o risco de o procedimento não funcionar devido às obstruções em veias e artérias.

No último domingo (18), Débora foi transferida em um avião particular de pequeno porte para Ribeirão Preto. A aeronave pousou no Aeroporto Leite Lopes no fim da tarde e uma ambulância levou a jovem até o Hospital Especializado.

Na mesma noite, os médicos confirmaram que coágulos em veias e artérias prejudicaram o reimplante do couro cabeludo, que precisou ser retirado. O crânio foi coberto com um curativo, que chegou a ser refeito na última terça-feira (20).

Na quinta-feira (22), Débora voltou ao centro cirúrgico. Dessa vez, os médicos reconstruíram as pálpebras superiores e parte da testa. A parti daí, a equipe passou a planejar o transplante de pele e músculo, que foi realizado neste sábado.

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Bombeiros resgatam grupo que ficou preso em montanha-russa durante testes no Parque Mutirama, em Goiânia

Por Sílvio Túlio, G1 GO

Bombeiros resgatam grupo que ficou preso em montanha-russa durante testes no Parque Mutirama, em Goiânia  — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Bombeiros resgatam grupo que ficou preso em montanha-russa durante testes no Parque Mutirama, em Goiânia — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

O Corpo de Bombeiros resgatou quatro pessoas que ficaram presas a cerca de 25 metros de altura, em um dos carrinhos da montanha-russa do Parque Mutirama, em Goiânia. Segundo a corporação, o grupo trabalha no local e estava realizando testes no brinquedo, informação confirmada pela direção do parque.

O caso aconteceu no fim da tarde de sábado (24). De acordo com os bombeiros, três mulheres e um homem ficaram presos após um dos freios do carrinho travar. Os militares colocaram uma escada e subiram para retirá-los. Ninguém se feriu.

O Parque Mutirama ficou fechado por quase dois anos, após um acidente com o brinquedo Twister deixar 13 pessoas feridas. Ele foi reaberto no último dia 26 de julho.

De acordo com Urias Garcia de Oliveira Júnior, presidente da Agência Municipal de Turismo e Lazer (Agetul), responsável pela administração do parque, mesmo após a reabertura, a montanha-russa não entrou em funcionamento pois ainda precisava passar por alguns testes, como o que ocorreu quando o carrinho parou.

“Estes testes são rotineiros e sempre são feitos quando o parque já não está aberto ao público, como ontem. Estava fazendo e um freio travou”, disse ao G1.

Ele afirma que os testes são realizados justamente para evitar qualquer perigo para os visitantes.

Ele previa reabrir o brinquedo – único ainda bloqueado no parque – na próxima semana, pois já ultrapassou a quantidade de testes aconselhada, mas, após o incidente, o funcionamento deve demorar um pouco mais.

Bombeiros resgatam grupo que ficou preso em montanha-russa durante testes no Parque Mutirama — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Bombeiros resgatam grupo que ficou preso em montanha-russa durante testes no Parque Mutirama — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

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Motorista diz que levou filho de Flordelis para comprar arma do assassinato de pastor em favela

Por Por Isabel Boechat e André Coelho, GloboNews

A Globonews teve acesso a novos depoimentos do inquérito que investiga a morte do pastor Anderson do Carmo, marido da deputada federal Flordelis (PSD), assassinado a tiros na garagem de casa, em Niterói, no dia 16 de junho. Em um um deles, um motorista disse que levou um dos filhos da deputada para comprar a arma do crime em uma favela.

A Polícia Civil acredita que o assassinato de pastor teve motivação financeira e não descarta que Flordelis seja investigada. Os novos depoimentos são do motorista de aplicativo Daniel Solter, do filho da deputada, Flávio dos Santos Rodrigues, e da ex-mulher dele, Tatiana dos Santos.

No dia 25 de junho, o motorista disse que, dois dias antes do crime, levou Flávio e Lucas, os dois filhos presos pelo assassinato, até a favela Nova Holanda, na Maré, Zona Norte do Rio, para pagar e buscar a arma que seria usada pra matar o pastor.

Daniel reconheceu a arma durante o depoimento como a mesma arma que viu Flavio e Lucas comprando. O motorista disse à polícia que viu Flavio puxar um pacote de dinheiro do bolso e entregar ao fornecedor. Flávio disse ao motorista que estava comprando a arma porque não poderia usar a dele.

Ainda segundo o depoimento do motorista Daniel Solter o valor da arma seria R$ 8,5 mil. Também foram pagos mais R$ 550 das munições.

Em depoimento, Flávio dos Santos Rodrigues, filho da deputada, confirma o depoimento do motorista de aplicativo e ainda dá outros detalhes. Aos investigadores, ele disse que, mais ou menos um mês antes do crime, a irmã dele, Simone, relatou que, enquanto dormia, o pastor Anderson teria passado a mão nela. Em outra ocasião, ele também havia tocado em uma de suas filhas. Depois de ficar sabendo desse fato, relata que passou a ter ódio de Anderson, mas naquela ocasião não teve vontade de matá-lo.

O pastor Anderson foi morto a tiros ao chegar em casa, de carro, com a mulher, a deputada federal Flordelis, do PSD. Ela entrou na casa e o pastor estava na garagem, no momento em que foi baleado.

No depoimento, Flávio relatou como matou Anderson. O filho do casal disse que, na noite do crime, desceu em direção a garagem, com a arma na mão.

Neste momento, viu o pastor Anderson sozinho na garagem, se aproveitou da situação e disparou contra ele. Flavio afirma, ainda , que o carregador de sua pistola estava completamente cheio, mas só se recorda de ter disparado seis vezes. Depois disso, voltou pro seu quarto e escondeu a arma na parte de cima de um guarda roupa.

Logo depois disso, Flávio relata ter “ouvido gritos pela casa. Foi quando subiu para o segundo andar para saber o que estava acontecendo, e encontrou Flordelis muito nervosa e chorando. No fim do depoimento, ele diz que desconfiava que Anderson estava aplicando algum golpe financeiro em Flordelis, que todos da casa tinham a mesma desconfiança. E ainda disse que matou o pastor Anderson por livre e espontânea vontade , sem ajuda ou pedido de ninguém.

Flávio foi preso inicialmente acusado de violência doméstica pela ex-mulher, Tatiana dos Santos. Já na cadeia, ele recebeu outro mandado de prisão, desta vez pela morte do pastor. A ex-mulher de Flávio, que também prestou depoimento, disse à polícia que ele passou a fazer ameaças a ela e ao seu namorado, o que gerou um pedido de medida protetiva e o mandado de prisão contra ele. Na declaração, Tatiana afirma que Flávio chegou a mandar pra ela a foto de uma arma, em janeiro deste ano, com as ameaças.

Flávio e um outro filho da deputada Flordelis e do pastor Anderson, Lucas dos Santos de Souza, também acusado de participação no crime, estão presos na penitenciária de Bangu, na Zona Oeste do Rio. Para a polícia, uma trama para matar o pastor já existia pelo menos desde outubro do ano passado. as investigações não descartam o envolvimento da deputada federal.

O advogado Flavio Crelier, que representa o filho da deputada, disse que não vai se manifestar. A assessoria da de Flordelis também não quis comentar o conteúdo dos depoimentos.

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Gabarito do Encceja Nacional sai dia 6 de setembro; temas de redação foram sobre redes sociais e consumo consciente

Por G1

Encceja 2019 oferece certificação do ensino fundamental e médio — Foto: Reprodução

Encceja 2019 oferece certificação do ensino fundamental e médio — Foto: Reprodução

O Ministério da Educação aplicou neste domingo (25) o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos(Encceja) em 611 municípios de todo o Brasil. As provas foram aplicadas no período da manhã e a tarde.

Após o final da aplicação, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou os temas das provas de redação. Para os estudantes que se inscreveram para o exame de nível fundamental, a redação foi sobre o tema “Novas formas de consumo consciente”.

Já para os estudantes do nível médio, o tema foi “A organização do tempo e o acesso às redes sociais”. Segundo o Inep, o gabarito das provas objetivas será liberado em dez dias úteis, em 6 de setembro.

De acordo com dados do Inep, que coordena a aplicação do exame, esta edição teve 2.973.375 inscritos: desse total, 356.326 desejam obter o certificado de conclusão do ensino fundamental e 2.331.799, do ensino médio.

O número é 75% maior do que o total de inscritos na edição de 2018, com 1.695.607 estudantes.Encceja Nacional 2019:

O que é o Encceja

O exame oferece o certificado de conclusão do ensino médio e fundamental para pessoas que não tiveram oportunidade de concluir seus estudos na idade apropriada.

Quem pode participar

Jovens e adultos com no mínimo 15 anos completos na data de realização da prova, para o ensino fundamental, e jovens e adultos com no mínimo 18 anos completos na data de realização do exame, para o ensino médio.

Outras edições

Além desta edição do Encceja Nacional, o Inep aplicará o Encceja Exterior, no dia 15 de setembro, para os brasileiros que vivem em outros países. Também serão realizadas avaliações para pessoas privadas de liberdade (PPL) no Brasil, em 8 e 9 de outubro, bem como no exterior, entre os dias 16 e 27 de setembro.

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Casal é preso com 1,3 tonelada de maconha e dois fuzis, em Mandaguari

Por G1 PR

Um casal foi preso em flagrante transportando 1,3 toneladas de maconha e dois fuzis em uma carreta. .

A apreensão foi feita por volta das 10h30 deste domingo (25), no posto de fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-376, em Mandaguari, no norte do Paraná.

Segundo a polícia, a droga, as armas e quatro carregadores estavam em uma carreta com placas de Bela Vista do Paraíso, também no norte, e em um semirreboque de Cascavel, no oeste do estado.

Aos policiais, o motorista disse que pegou a carreta em Guaíra e seguiria até Itapira (SP), onde mora — Foto: PRF/Divulgação

Aos policiais, o motorista disse que pegou a carreta em Guaíra e seguiria até Itapira (SP), onde mora — Foto: PRF/Divulgação

Aos policiais, o motorista, de 49 anos, disse que tinha ido até Guaíra, no oeste, onde comprou um caminhão. Na cidade contou que recebeu a carreta para fazer um teste e que não sabia da droga. Ele seguiria para Itapira (SP), onde mora.

O crime de tráfico de armas tem pena que varia de quatro a oito anos de reclusão. Já para o tráfico de drogas, a pena varia de cinco a 15 anos de reclusão.

O homem e a mulher, de 33 anos, foram levados para a Delegacia da Polícia da Polícia Federal em Maringá.

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Bombeiros usam aspirador de pó para resgatar hamster de tubulação em Uberlândia

Por Vanessa Pires, G1 Triângulo e Alto Paranaíba

Hamster 'Sand Claude' foi resgatado do ralo do banheiro com a ajuda de um aspirador de pó — Foto: Isabelle Tafuri/Arquivo pessoal

Hamster ‘Sand Claude’ foi resgatado do ralo do banheiro com a ajuda de um aspirador de pó — Foto: Isabelle Tafuri/Arquivo pessoal

Um hamster foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros de dentro cano de um banheiro, em Uberlândia, com o auxílio de um aspirador de pó.

Segundo a dona do animal, a estudante Isabelle Tafuri, a técnica diferente foi usada depois que o bichinho ficou entalado no ralo do banheiro na última quarta-feira (21).

Ela contou ao G1 que, como o roedor chamado “Sand Claude” tem vida noturna, deixa-o solto no banheiro enquanto ela dorme.

“Quando acordei, percebi que ele tinha levantado a tampa do ralo e estava entalado de cabeça para baixo. Ele ficou imóvel e achei que tinha morrido. Eu não o alcançava, então decidi pegar um palito e quando encostei, ele se mexeu”, contou.

Em seguida, a estudante de Artes visuais tentou tirar o hamster usando uma colher de arroz e também pediu ajuda para pedreiros que trabalhavam em uma obra no andar debaixo.

“Eu fui pra rua e andei por três lojas para comprar um desentupidor. Tentei, mas também não deu certo. Depois de duas horas meu pai sugeriu chamar os bombeiros. Quando falei com eles, pensei que fossem achar que era trote. Mas chegaram em 20 minutos”.

Isabelle Tafuri segurando o hamster que foi resgatado do cano; no lado esquerdo da foto é possível ver o ralo de onde ele foi retirado — Foto: Isabelle Tafuri/Arquivo pessoal

Isabelle Tafuri segurando o hamster que foi resgatado do cano; no lado esquerdo da foto é possível ver o ralo de onde ele foi retirado — Foto: Isabelle Tafuri/Arquivo pessoal

Resgate inusitado

Conforme informou a assessoria de comunicação do Corpo de Bombeiros, os militares chegaram e começaram a traçar a estratégia de resgate para retirar o bicho sem lesões. Ele estava com a cabeça para baixo completamente preso em uma curva da tubulação. O objetivo era retirá-lo ileso e sem danificar o imóvel.

“Foi quando eles sugeriram sugar usando o aspirador de pó. O que tenho em casa é bem simples e fraco. Tamparam as laterais do ralo com toalha e fizeram pressão. Foi quando o Sand Claude foi sugado e eles terminaram de tirar puxando pela patinha”, desabafou.

A estudante lembra que o bicho, que tem quatro meses de idade, estava com o rosto molhado e trêmulo. “Ele estava em estado de choque, mas agora já está bem. Eu tampei o ralo com fitas e coloquei uma caixa por cima. Agora estou pensando em fazer uma gaiola maior para deixar ele solto”.

Ela contou que decidiu criar um hamster por ser um companheiro noturno. “Eu tenho um gato que ficou na casa dos meus pais. Vim para Uberlândia estudar e moro em apartamento. Eu estudo o dia todo e o hamster dorme. A noite ele brinca comigo”, finalizou.

Foto mostra tamanho do ralo e cano por onde o hamster entrou e ficou entalado — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Foto mostra tamanho do ralo e cano por onde o hamster entrou e ficou entalado — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

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Operação mira braço financeiro da maior milícia do RJ

Por Ana Paula Santos e Leslie Leitão, Bom Dia Rio

Uma operação da Polícia Civil e do Ministério Público do RJ cumpre nesta sexta-feira (23) 36 mandados de busca e apreensão contra o Bonde do Ecko, a maior milícia em atividade do estado.

Equipes da 56ª DP (Comendador Soares) e de delegacias especializadas estão em endereços em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, com o objetivo de atacar o braço financeiro do grupo paramilitar, que surgiu na Zona Oeste do Rio.

Parte dos mandados da Operação Octopus é cumprida no Conjunto da Marinha. O empreendimento foi financiado pelo governo federal e pela Caixa Econômica para beneficiar famílias de baixa renda.

Segundo as investigações, os criminosos expulsaram diversos moradores que tinham a posse legítima dos imóveis no conjunto e os negociaram com terceiros de forma ilícita. Os novos ocupantes tinham de pagar taxas regulares à milícia.

Morador registrou tomada do Conjunto da Marinha pela milícia — Foto: Reprodução/TV Globo

Morador registrou tomada do Conjunto da Marinha pela milícia — Foto: Reprodução/TV Globo

Tentáculos

As investigações começaram em junho, quando milicianos fortemente armados com fuzis, liderados por Wellington da Silva Braga, o Ecko, invadiram diversas comunidades de Nova Iguaçu:

  • Conjunto da Marinha;
  • Dom Bosco;
  • Estrada de Madureira;
  • Grão-Pará;
  • Marapicu;
  • Pantanal.

A investigação da 56ª DP descobriu ainda que o grupo paramilitar vem ampliando as formas de atuação:

  • Agiotagem;
  • Clonagem de cartões;
  • Comercialização de internet e TV a cabo;
  • Comércio clandestino de gás;
  • Comércio de cigarros contrabandeados do Paraguai;
  • Extorsão de comerciantes;
  • Transporte público irregular;
  • Venda irregular de imóveis e exploração imobiliária.
Equipamentos de TV a cabo apreendidos pela polícia em Nova Iguaçu — Foto: Reprodução/TV Globo

Equipamentos de TV a cabo apreendidos pela polícia em Nova Iguaçu — Foto: Reprodução/TV Globo

Na operação foram localizados 11 pontos de distribuição de sinal de televisão a cabo. A polícia apreendeu 13 equipamentos no valor de R$ 20 mil cada um.

Durante as investigações apurou-se que o grupo criminoso exige que os moradores e comerciantes locais adquiram botijões de gás unicamente fornecidos pelos pontos de distribuição determinados pelo grupo.

Cada botijão é comercializado com ágio de 20% acima do valor regular de mercado e o percentual é distribuído entre os integrantes da quadrilha.

Locais de distribuição localizados na Estrada de Madureira foram fiscalizados pelos policiais civis, e aqueles que não seguiram as normas estabelecidas pela ANP (Agência Nacional de Petróleo, gás natural e biocombustíveis) foram interditados.

Reforço de ex-traficantes

As investigações também apontam que integrantes do Comando Vermelho que atuavam na região foram “recrutados” pelos milicianos e passaram a apontar quem teria envolvimento com o tráfico de drogas e seus familiares.

Os traficantes que não aceitaram ingressar na milícia se refugiaram na Vila Kennedy, em Bangu.

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