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PF prende em BH homem suspeito de ameaçar de morte presidente da Câmara dos Deputados e ministros do STF

De acordo com a corporação, ele gravou vídeos em que incitava a violência. Ele foi preso em flagrante por posse ilegal de arma.
Três armas foram apreendidas com suspeito de fazer ameaças de morte — Foto: Polícia Federal/Divulgação

Três armas foram apreendidas com suspeito de fazer ameaças de morte — Foto: Polícia Federal/Divulgação

A Polícia Federal prendeu nesta segunda-feira (13) em Belo Horizonte um homem suspeito de ameaçar de morte o presidente da Câmara de Deputados, Rodrigo Maia, e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele gravava vídeos dizendo que os derrubariam “na bala” e os deixariam “igual a uma peneira”. Sem citar qual, a PF disse que as gravações eram publicadas “em ambiente virtual”.

nome do suspeito não foi divulgado pela corporação. Três armas de fogo (uma delas com registro vencido em nome de terceiro), um computador, um celular, roupas utilizadas nos vídeos e munições foram apreendidos. O suspeito foi preso em flagrante por porte ilegal de arma.

As investigações que resultaram na ação “para combater crimes contra a segurança nacional” começaram em maio deste ano. A polícia também diz que “crimes de calúnia e difamação contra diversas autoridades também teriam ocorrido”. Se condenado, o homem poderá cumprir até 13 anos de prisão.

No fim da tarde, ele pagou fiança e vai responder ao processo em liberdade.

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Tiroteio interrompe trânsito na Linha Amarela

PMs em um carro deixaram o veículo às pressas para se refugiar. Com medo, alguns motoristas voltaram pela contramão, outros abandonaram os carros.

Por Guilherme Peixoto, Bom Dia Rio

Linha Amarela é interditada durante tiroteio no Complexo da Maré

Um tiroteio no Complexo da Maré interrompeu o trânsito na Linha Amarela na manhã desta terça-feira (14).

Segundo a concessionária Lamsa, que administra a via, uma perseguição entre policiais e bandidos, seguida de tiroteio e roubo de carros, causou o fechamento da via nesta manhã.

Por volta das 7h40, os dois sentidos da via expressa pararam no trecho da Vila do João, na Zona Norte do Rio.

Policiais militares se envolveram em uma perseguição com criminosos na Linha Amarela — Foto: Reprodução/TV Globo

Policiais militares se envolveram em uma perseguição com criminosos na Linha Amarela — Foto: Reprodução/TV Globo

Com medo, alguns motoristas voltaram na contramão. Outros abandonaram os veículos na via. PMs em um carro também deixaram o veículo às pressas para se refugiar.

Um carro roubado e batido foi encontrado abandonado na entrada da comunidade com todas as portas abertas. Um outro veículo, também roubado, também foi localizado pela PM.

Às 7h50, o trânsito foi liberado, mas ainda apresentava lentidão.

Polícia retira carro roubado, abandonado na entrada da Vila do João

Polícia retira carro roubado, abandonado na entrada da Vila do João

Pouco depois das 8h05, o trânsito chegou a ser fechado novamente na Linha Amarela, no sentido Linha Vermelha, por funcionários da Lamsa. Dez minutos depois, a via foi liberada.

Às 8h25, o trânsito ainda era lento na via.

A Polícia Militar segue no local, reforçando o patrulhamento no acesso à Vila do João.

Carro roubado é abandonado na Linha Amarela — Foto: Reprodução/TV Globo

Carro roubado é abandonado na Linha Amarela — Foto: Reprodução/TV Globo

Veículo roubado é retirado da Linha Amarela — Foto: Reprodução/TV Globo

Veículo roubado é retirado da Linha Amarela — Foto: Reprodução/TV Globo

Com medo, motorista deixa ambulância — Foto: Reprodução/TV Globo

Com medo, motorista deixa ambulância — Foto: Reprodução/TV Globo

Tiroteio na Maré fecha a Linha Amarela — Foto: Reprodução/TV Globo

Tiroteio na Maré fecha a Linha Amarela — Foto: Reprodução/TV Globo

Tiroteio complica o trânsito na Linha Amarela — Foto: Reprodução/TV Globo

Tiroteio complica o trânsito na Linha Amarela — Foto: Reprodução/TV Globo

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Número de mortos pela PM em 2020 é recorde em SP; policiais dos batalhões da região metropolitana mataram 70% mais

De janeiro a maio deste ano, 442 pessoas foram mortas por policiais militares no estado, maior número para o período desde o início da série histórica, em 2001. Também houve aumento de 34% no número de mortos em batalhões da capital paulista. Para especialista, o aumento reforça que não são ‘casos isolados’.

Por Cíntia Acayaba e Léo Arcoverde, G1 SP e GloboNews

Letalidade policial no estado de SP nos últimos anos — Foto: Arte/G1

Letalidade policial no estado de SP nos últimos anos — Foto: Arte/G1

O número de pessoas mortas por policiais militares dentro e fora de serviço no estado de São Paulo de janeiro a maio de 2020 é o maior de toda a série histórica iniciada em 2001: 442 vítimas.

O total deste ano ultrapassou o número de mortos por PMs em 2003, com 409 mortes em decorrência de intervenção policial, segundo a diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno.

O número de mortos por policiais de batalhões das cidades da Grande São Paulo, com exceção da capital paulista, aumentou 70% de janeiro a maio de 2020 em comparação com o mesmo período de 2019, de acordo com levantamento feito pelo G1 e a GloboNews com base em dados da Corregedoria da Polícia Militar no Diário Oficial.

Já nos batalhões da cidade de São Paulo o aumento foi de 34%, número superior ao aumento de 25% na letalidade policial do estado como um todo: de 350 mortos em 2019, para 442 neste ano.

A Secretaria da Segurança Pública informou, por meio de nota, que demitiu ou expulsou, de janeiro a maio deste ano, 80 policiais civis e militares por desvios de conduta. A pasta informou ainda que iniciou um curso no último dia 1 para todos os níveis hierárquicos da PM com o objetivo “de aprimorar os processos da corporação” (leia nota completa abaixo).

Nos últimos finais de semana, diversos casos de violência policial foram registrados em vídeos gravados por testemunhas. Neste domingo (12), o Fantástico mostrou cenas da violência policial contra uma mulher em Parelheiros, no extremo da Zona Sul de São Paulo (veja mais abaixo).

De janeiro a maio deste ano, 119 pessoas foram mortas por policiais subordinados ao Comando de Policiamento da Capital (CPC), contra 89, em 2019. Já nos batalhões do Comando de Policiamento Metropolitano (CPM), os policiais mataram 54 pessoas nos 5 primeiros meses de 2019 e 92, em 2020. O CPC tem 31 batalhões e o CPM, 21.

Letalidade da PM nos batalhões da Grande Sp e capial — Foto: Arte/G1

Letalidade da PM nos batalhões da Grande Sp e capial — Foto: Arte/G1

Para efeito de comparação, o número de mortos pelo Comando Policiamento de Choque (CPChoque), historicamente com altos índices de letalidade por ter a Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) como um de seus batalhões, foi o mesmo nos 4 primeiros meses dos dois anos: 57.

A PM informou o número de policiais mortos até 23 de junho: 19. Se comparado com o mesmo período, de 1º de janeiro a 23 de junho de 2019, houve crescimento de 138%: de 8 para 19.

Crimes

Apesar da letalidade policial ter sido recorde nesses primeiros 5 meses, outros crimes violentos caíram durante a quarentena imposta para combater o coronavírus. Em maio, por exemplo, os estupros caíram 46%: de 285, em 2019, para 155 neste ano.

Os furtos em geral caíram 49%, de 46.625 em maio de 2019 para 23.778 em maio de 2020, assim como os roubos, que caíram 28,5%, e os roubos de veículos, com queda de 51%.

Para Samira Bueno, o aumento da letalidade policial frente à queda de outros crimes violentos durante a quarentena reforça a tese de que não se trata de “casos isolados”.

“O crescimento da letalidade policial durante a quarentena, em que metade da população está dentro de casa, e em um período em que os crimes patrimoniais estão despencando parece indicar o descontrole da PM, tornando cada vez menos factível a tese de que são ‘casos isolados’ ou ‘desvios individuais de conduta’. Quando episódios de abordagens violentas e intervenções com resultado morte acontecem em tantos lugares ao mesmo tempo, é de se desconfiar que haja conivência com estas ações por parte do comando”, diz a diretora-executiva.

Baeps

Na avaliação do gerente de Sistemas de Justiça e Segurança Pública do Instituto Sou da Paz, Bruno Langeani, a criação de Batalhões de Ações Especiais de Polícia (Baeps), subordinados ao Comando de Policiamento de cada área é um dos pontos que podem explicar o aumento da letalidade policial neste ano.

Os Baeps eram promessa de campanha do então candidato ao governo do estado, João Doria (PSDB), em 2018, e começaram a ser criados em 2019.

“Para nós, estava muito claro que isso implicaria em um aumento da letalidade. Tradicionalmente, policiamentos como o realizado pelo Baep e as próprias Forças Táticas, em razão do tipo de treinamento e por serem equipes empregadas em ocorrências de maior gravidade, acabam se envolvendo em mais ocorrências com mortes de suspeitos.”

Segundo o governo do estado em sua página na internet, “as unidades especializadas foram criadas para combater o crime de maneira mais ostensiva em todo o estado, já que as equipes atuam de forma semelhante aos padrões do policiamento de Choque”. Ao menos 10 Baeps foram criados no estado.

Teremos novos batalhões da Polícia Militar no padrão Rota com a elite da elite da Polícia Militar do estado de São Paulo. Comigo bandido não vai ter vez. Nem bandidinho, nem bandido e nem bandidão. Todos terão tratamento muito duro da Polícia Militar e da Polícia Civil”, disse Doria durante a campanha em 2018.

De acordo com Langeani, isso ocorre porque, “enquanto o policiamento comum de área tem como proposta principal a prevenção criminal, a atuação do Baep e da Força Tática se dá em crimes já em andamento.”

Para Langeani, o aumento expressivo da letalidade policial no estado de São Paulo neste ano preocupa, uma vez que isso está ocorrendo no mesmo momento em que praticamente todos os principais indicadores criminais estão em queda.

“Ainda mais a partir do início da pandemia, os roubos tiveram uma queda significativa. A explicação da própria polícia, de que os policiais estão chegando mais rápido aos locais dos crimes, não parece crível.”

Segundo Langeani, a polícia precisa ser mais transparente quanto aos dados de letalidade policial, a fim de que o controle das polícias, feito pelo Ministério Público Estadual, e pela Corregedoria, e até mesmo por parte da sociedade civil, seja mais eficaz. “Historicamente, a letalidade é um problema que se concentra em alguns batalhões, e, dentro desses batalhões, em alguns policiais. Se a polícia não vê problema no que está ocorrendo, não tem por que não desagregar esses dados e ser mais transparente”, diz.

Em nota, a Secretaria Estadual da Segurança Pública afirmou que “as polícias paulistas atuam para combater a criminalidade e proteger a população, levando à Justiça àqueles que infringem a lei” e que a PM fará programa de treinamento envolvendo todos os níveis hierárquicos, “visando a reforçar os conhecimentos e técnicas da instituição”. Leia a nota completa abaixo.

PM pisa no pescoço de mulher negra para imobilizá-la em Parelheiros, na Zona Sul de SP — Foto: Reprodução TV Globo

PM pisa no pescoço de mulher negra para imobilizá-la em Parelheiros, na Zona Sul de SP — Foto: Reprodução TV Globo

Caso Parelheiros

A dona de um bar de 51 anos que foi agredida por policiais militares em Parelheiros, no extremo da Zona Sul de São Paulo, disse que ficou trancada em uma sala suja e escura no 101º Distrito Policial após ser levada pelos agressores. As imagens divulgadas pelo Fantástico neste domingo (12) mostram um policial militar pisando no pescoço da mulher para imobilizá-la.

O governador João Doria (PSDB) disse que as cenas da violência policial contra uma mulher em Parelheiros, no extremo da Zona Sul de São Paulo, “causam repulsa” e que é “inaceitável a conduta de alguns policiais”.

Ela disse que não pretende voltar a trabalhar tão cedo, pois está com a perna quebrada e ainda se recupera da agressão sofrida no dia 30 de maio e revelada pela reportagem do Fantástico.

A dona do bar foi levada para o 101º DP, onde o caso foi registrado. Ela disse que passou a noite sentada em uma cadeira numa sala escura e fedida.

“Passei por uma recepção que a frente é de vidro. Aí eles me levaram pra uma ‘celinha’ pequena, no qual estava muito fedida, entendeu? E lá me colocaram lá dentro e mandaram sentar. Aí policial falou ‘ela não tem condições de sentar no chão, porque ela está engessada. Aí o outro foi e me trouxe uma cadeira de escritório e uma caixa de isopor grande na qual coloquei a perna e fiquei na cadeira de escritório e me fecharam no escuro, numa porta com cadeado e fiquei lá até 08h20 da manhã”, disse ela.

Ainda de acordo com a dona do bar, o tratamento só mudou quando a vítima foi levada para o 89º DP, onde os policiais a orientaram a procurar um advogado.

Para o ex-ouvidor da polícia de São Paulo, a agressão policial em Parelheiros não é um caso pontual. “Quem mora na periferia, quem mora nas regiões periféricas sabe que esse tipo de ação acontece sistematicamente nas regiões periféricas. Então tem que mudar a formação e mudar a formação é assumir que existe um preconceito histórico das policiais em relação a pobres e negros”, disse Benedito Mariano.

O porta-voz da PM disse que os dois policiais envolvidos na ação foram afastados e o caso está sob investigação.

Outros casos

No mês de junho, ao menos 17 PMs foram afastados na capital e na Grande São Paulo após aparecerem em vídeos em sete casos de agressão e, em um deles, suspeita de assassinato. Desse total de policiais afastados, nove deles foram presos.

Leia a nota da SSP na íntegra

“A SSP, em parceria com as policias, trabalha para combater à criminalidade e proteger as pessoas. Desde o início da atual gestão, os programas de policiamento têm sido posicionados nos locais de maior incidência criminal para coibir essas práticas e prender os infratores da lei. Só nos primeiros cinco meses deste ano, foram mais de 83 mil criminosos detidos no Estado, sendo 48 mil em flagrante. O confronto não é objetivo das polícias, razão pela qual todas as ocorrências de morte decorrente de intervenção policial são analisadas pelas instituições, rigorosamente investigadas e comunicadas ao Ministério Público. Permanentemente, são avaliadas e implementadas medidas reduzir a letalidade policial. O compromisso das forças de segurança é com a vida e não com o erro. De janeiro a maio deste ano, 80 policiais civis e militares foram demitidos ou expulsos por desvios de conduta.

Desde o último dia 1, a PM paulista iniciou um treinamento técnico-operacional para todos os níveis hierárquicos da instituição. Mais de 28.000 policiais, entre oficiais e praças, já passaram pelas atividades, cujo objetivo é aprimorar os processos de atuação da corporação. Dentre os temas abordados estão Polícia Comunitária, Direitos Humanos e Cidadania, Abordagem Policial, Gestão de Ocorrência, entre outros. Paralelamente ao curso, o governo do estado iniciou a instalação de câmeras corporais nos uniformes dos agentes de segurança para dar ainda mais transparência às ações da polícia.”

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Brasil tem 68 projetos de leilão em andamento no setor de saneamento e 146 paralisados, mostra levantamento

Existem atualmente 95 contratos assinados com o setor privado na área de água e esgoto, a maioria em pequenas cidades. Expectativa é que novo marco legal facilite a abertura do mercado, mas impacto no curto prazo deve ser limitado.

Por Darlan Alvarenga, G1

Levantamento da consultoria Radar PPP, que monitora o mercado de infraestrutura, mostra que 2 em cada 3 projetos no setor de saneamento básico anunciados nos últimos anos estão paralisados, e que a maioria são iniciativas de municípios. O estudo, obtido com exclusividade pelo G1, identificou 68 projetos em andamento no país e 146 paralisados.

O mapeamento mostra ainda que existem atualmente no país 95 contratos assinados com o setor privado na área de água e esgoto, sendo 75 concessões e 20 PPPs (parcerias público-privadas). Veja quadro abaixo:

Projetos de PPPs e concessões de saneamento — Foto: Economia G1

Projetos de PPPs e concessões de saneamento — Foto: Economia G1

De acordo com o levantamento, dos 95 contratos já firmados no país, a maior parte está concentrada em São Paulo (24), Tocantins e Santa Catarina (11), com contratos com duração média de 29,5 anos.

“A participação privada em água e esgoto sempre foi marginal. Muitas vezes, os governos iniciam projetos, começam a fazer análise de modelagem, até mesmo lançam uma consulta pública, só que param”, afirma o sócio da Radar PPP, Bruno Pereira.

“Desde janeiro de 2017, foram celebradas 36 novas concessões comuns. Mas, em regra, são iniciativas em municípios de menor porte, que dinamizam o mercado, mas estão distantes de contribuir decisivamente para o desafio da universalização do saneamento no país”, acrescenta.

Atualmente, o saneamento é prestado majoritariamente por empresas públicas estaduais. Segundo a Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon), a iniciativa privada opera atualmente em apenas 6% dos municípios do país, somados todos os modelos de contrato.

Apesar da pequena fatia de mercado, a iniciativa privada já responde por cerca de 20% dos investimentos feitos no setor no Brasil. Segundo a associação, o total de investimentos previstos nos contratos já firmados é da ordem de R$ 37 bilhões.

Impactos do novo marco do saneamento

O Plano Nacional de Saneamento Básico prevê a universalização dos serviços de água e esgoto em 2033. Na avaliação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), entretanto, se mantido o atual ritmo de investimentos, o país só alcançará essa meta na década de 2060.

“Os investimentos em saneamento básico no Brasil não passam, hoje, da média de R$ 12 bilhões anuais. É necessário pelo menos dobrar essa quantia para que a maior parte dos brasileiros tenha acesso a redes de esgoto em um horizonte de 13 anos”, afirmou a CNI, em nota.

A expectativa do governo e do mercado é de que o novo marco legal do saneamento, aprovado recentemente pelo Congresso, facilite uma maior participação da iniciativa privada e contribua para elevar o volume de investimentos no setor. Para o país conseguir universalizar os serviços de água e esgoto estima-se uma necessidade de mais de R$ 700 bilhões de investimentos.

“As empresas estatais sempre foram muito defensivas no que diz respeito a uma participação mais intensa da iniciativa privada. Agora, vão ter que recorrer a parcerias por pura e simples pressão e necessidade de que os contratos e programas cumpram as metas prometidas”, afirma Pereira, citando a obrigatoriedade de abertura de licitação para a prestação de serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário, e o fim do direito de preferência das companhias estaduais.

O Radar PPP avalia, porém, que um salto no número de concessões e PPPs em água e esgoto só deverá ocorrer no médio prazo, uma vez que o novo marco também admite que os atuais contratos firmados entre as companhias estaduais e municípios sejam renovados, o que pode garantir uma sobrevida ao atual modelo.

“É como se a gente estivesse no último respiro do modelo antigo, mas ainda há dois, três anos para que isso seja formalizado. As empresas estaduais ainda têm um prazo para fortalecer suas posições na sua base territorial”, explica.

Analistas ouvidos pelo G1 alertam para alguns desafios e estimam que um maior número de leilões só deverá ocorrer a partir de 2022. Na avaliação do mercado, há interesse do setor privado nos projetos já anunciados e na atividade de saneamento em geral, mas é preciso agilidade também na regulamentação do novo marco e na estruturação da Agência Nacional de Águas (ANA).

Marco legal do saneamento deve trazer melhores condições para milhões de brasileiros

Na avaliação da agência de classificação de risco Moody’s, a aprovação do marco legal é positiva para a ampliação dos investimentos privados no setor de saneamento, uma vez que contribui para a padronização do ambiente regulatório, hoje bastante fragmentado com mais de 50 agências diferentes.

“Dada a situação fiscal desafiadora dos entes públicos, este marco legal também favorece a privatização de empresas de água e esgoto, ao mesmo tempo em que garante a manutenção de contratos assinados com municípios”, afirma a analista da Moody’s Nicole Salum.

Dos 68 projetos em andamento, 18 são estaduais

Dos 68 projetos em curso, 50 são de municípios e consórcios públicos e 18 são iniciativas estaduais. Entre os maiores, destaque para a concessão de água e esgoto na região metropolitana de Maceió, a PPP de esgoto da Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul (Sanesul) e concessão da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae).

De acordo com o levantamento do Radar PPP, os 18 projetos estaduais incluem iniciativas em 13 estados: Alagoas (2), Tocantins (2), Piauí (2), Ceará (2), Pernambuco (2), Acre, Amazonas, Rio de Janeiro, Pará, Bahia, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Espírito Santo.

Entre os projetos estaduais, 8 estão sendo estruturados pelo BNDES, e foram iniciados após o lançamento do programa de concessão de companhias de água e esgoto, em 2016, no então governo de Michel Temer. Apesar das incertezas no cenário econômico, o BNDES prevê realizar 3 leilões no setor de saneamento ainda em 2020, incluindo o da Cedae.

Na avaliação de Pereira, o modelo de concessão tende a enfrentar maior resistência das companhias estaduais, uma vez que implica em transferir para um agente privado o controle da receita da arrecadação de tarifas. Já na PPP, há a possibilidade de manutenção da gestão comercial e abertura de licitação para um cronograma específico de obras ou serviços.

No caso da Cedae, por exemplo, a concessão da companhia ao setor privado foi uma exigência do governo federal para a adesão do Rio de Janeiro ao Regime de Recuperação Fiscal proposto pela União em 2017 em meio à grave crise do estado.

Radar PPP avalia que 66 projetos podem ser retomados

Do total de 146 projetos paralisados ou abandonados, a estimativa é que 66 possam ser retomados, uma vez que se tratam de iniciativas relativamente recentes, anunciadas a partir de 2018. Para que voltem a ter andamento, entretanto, é necessário mais do que apenas a atualização do novo marco legal.

“Ainda há desafios para que os municípios possam desenvolver modelos de concessão tecnicamente adequados e que atraiam de fato agentes econômicos sérios, tecnicamente prontos e de porte proporcional aos projetos”, diz Pereira.

“Nos próximos 12 meses, devemos ver um maior dinamismo no segmento de água, esgoto e resíduos sólidos, mas tudo vai depender do nível de contundência com que o governo irá estruturar a Agência Nacional de Águas e das estatais estaduais se jogarem de fato no mundo das PPPs”, acrescenta.

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MEC divulga lista de aprovados no Sisu do 2° semestre de 2020

Pela 1ª vez, Sistema de Seleção Unificada (Sisu) também vai selecionar candidatos para vagas na modalidade de ensino a distância (EaD).

Por G1

O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta terça-feira (14) a lista de aprovados no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do 2º semestre de 2020, que seleciona estudantes para vagas em universidades públicas.

Para ver a lista, é preciso acessar o site do Sisu: https://sisu.mec.gov.br/#/selecionados.

Também é possível verificar os resultados por meio do boletim do candidato.

Reprodução da página do Sisu, do MEC, com as opções para ver o boletim e a lista de selecionados — Foto: Reprodução/MEC

Reprodução da página do Sisu, do MEC, com as opções para ver o boletim e a lista de selecionados — Foto: Reprodução/MEC

Nesta edição, o Sisu 2020 seleciona candidatos para mais de 58 mil vagas em instituições públicas de todo o país e com mais de 204 mil inscritos, segundo o último balanço do governo. Pela primeira vez, também foram ofertadas vagas na modalidade de ensino a distância (EaD).

O Sisu permite que cada inscrito escolha dois curso para concorrer. Puderam participar da seleção somente os candidatos que prestaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 e que não zeraram na prova de redação.

Para dúvidas em relação ao resultado, o candidato pode entrar em contato com a Central de Atendimento do MEC, no telefone 0800-616161 (contato informado pelo site do Sisu).

Cronograma

Os alunos aprovados nesta primeira chamada devem realizar a matrícula regular no curso escolhido entre 16 e 21 de julho.

Já o prazo para que os estudantes que não foram classificados nesta chamada manifestem interesse em entrar na lista de espera começa nesta terça e vai até 21 de julho. Para se inscrever, o candidato deve acessar o site do Sisu.

convocação dos candidatos em lista de espera pelas instituições de ensino começará a partir de 24 de julho.

Confia abaixo o cronograma completo da segunda edição do Sisu 2020:

  • Abertura das inscrições: 7 de julho
  • Encerramento das inscrições: 10 de julho (até 23h59)
  • Divulgação dos resultados: 14 de julho
  • Abertura das matrículas: 16 de julho
  • Encerramento das matrículas: 21 de julho
  • Período de manifestação para lista de espera: de 14 a 21 de julho (até 23h59)

Confusão no Sisu do 1º semestre de 2020

A primeira edição do Sisu 2020 ofertou 237 mil vagas em 128 universidades públicas. Na ocasião, a classificação dos estudantes só ficou disponível depois de o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro João Otávio de Noronha, atender um recurso do MEC em ação sobre erro no Enem.

No final de janeiro, uma decisão liminar da Justiça Federal determinou que o processo da 1ª edição do Sisu 2020 fosse suspenso até que o MEC comprovasse que o erro na correção das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 havia sido totalmente solucionado.

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Naja no DF: Ministério Público abre inquérito para investigar estudante picado por cobra

Pedro Henrique Krambeck é suspeito de tráfico de animais; ele recebeu alta médica e se recupera em casa. Denúncia foi feita pelo Ibama.

Por Afonso Ferreira, G1 DF

O Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) informou, nesta segunda-feira (13), que abriu um inquérito para investigar o estudante de medicina veterinária Pedro Henrique Krambeck, de 22 anos, picado por uma cobra da espécie naja na semana passada. Ele é suspeito de tráfico de animais.

De acordo com o MP, a Promotoria de Justiça e Defesa do Meio Ambiente e Patrimônio Cultural (Prodema) recebeu a denúncia do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) após o incidente com a serpente, considera uma das mais venenosas do mundo.

Ao G1, o Ministério Público afirmou que trabalha em conjunto com a Delegacia Especial de Combate à Ocupação Irregular do Solo e aos Crimes Contra a ordem Urbanística e o Meio Ambiente (Dema) e o Ibama. Pedro Henrique também é investigado pela Polícia Civil.

O jovem recebeu alta nesta segunda, após seis dias internado em um hospital particular por conta da picada (veja mais abaixo). A reportagem não conseguiu contato com ele.

Agentes da Polícia Civil do DF estiveram, no condomínio onde o estudante de medicina veterinária mora, no Guará. Os policiais conversaram com funcionários e analisaram imagens de câmeras de segurança do edifício.

Também nesta segunda (13), peritos da corporação encontraram indícios de maus-tratos em 16 cobras apreendidas na semana passada e que pertenceriam a Pedro Henrique.

O delegado William Andrade, da 14ª Delegacia de Polícia, no Gama, disse à reportagem que pretende intimá-lo a depor ainda nesta semana.

“Nós vamos respeitar o estado de saúde dele, por mais que tenha recebido alta, pode ser que tenha alguma dificuldade. Nós vamos entrar em contato e combinar o dia.”

Entenda o caso

O estudante foi picado no dia 7 de julho. Segundo os policiais, ele teria ligado para os pais avisando sobre o acontecido. A região exata do acidente não foi divulgada pela Polícia Civil.

Quando chegou ao hospital, o estudante estava consciente. No entanto, o quadro se agravou rapidamente e Pedro entrou em coma.

Ele precisou receber soro antiofídico do Instituto Butantan, em São Paulo, por causa da picada da naja – uma das cobras mais venenosas do mundo, originária de regiões da África e da Ásia. A unidade era a única que possuía o soro no país.

No domingo (12), ele recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e foi levado para o quarto, onde ficou até esta segunda-feira.

A Polícia Civil apura se ele fazia parte de um grupo de tráfico de animais na capital. Ele foi multado pelo Ibama, em R$ 2 mil, por criar a naja sem autorização.

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Com mais três pacientes curados da Covid-19, chega a 73 número de recuperados em Noronha

Ilha contabilizou 76 pessoas infectadas pelo novo coronavírus, pois três pessoas estão assintomáticas, além de 15 casos em investigação, de acordo com o governo estadual.

Por Ana Clara Marinho, G1 PE

12/07/2020 13h19  Atualizado há 19 horas

Fernando de Noronha registrou a cura clínica de três pacientes com Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. A informação foi divulgada pela Administração da Ilha no sábado (11). Com isso, subiu para 73 o número de recuperados. Noronha ainda tem três pessoas infectadas, assintomáticas, do total de 76 casos registrados da doença.

O governo enviou para o Recife, também no sábado (11), amostras de 15 contactantes, pessoas que tiveram contato com infectados. Essas pessoas com casos em investigação, assim como os três pacientes infectados, mas sem sintomas da Covid-19, estão em isolamento domiciliar.

Flexibilização

A Administração da Ilha realizou a flexibilização de atividades e serviços, por considerar que a disseminação do novo coronavírus está controlada. Na segunda-feira (6), o transporte público voltou a circular.

Desde o dia 26 de junho, restaurantes, bares e lanchonetes foram autorizados a retomar o funcionamento, com 50% da capacidade. As praias também foram liberadas para uso dos moradores no final de maio.

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‘Quanto mais eu me debatia, mais ele apertava a botina no meu pescoço’, diz mulher vítima de violência policial em SP

Uma mulher negra de 51 anos foi vítima de mais um episódio de violência policial em São Paulo. O Fantástico teve acesso a vídeo que mostra PM pisando no pescoço dela para imobilizá-la.

Por Fantástico

'Quanto mais me debatia, mais ele apertava a botina no meu pescoço', diz agredida por PM

‘Quanto mais me debatia, mais ele apertava a botina no meu pescoço’, diz agredida por PM

Flagrante de violência policial em São Paulo: um PM pisa no pescoço de uma mulher negra de 51 anos para imobilizá-la.

Viúva, com cinco filhos e dois netos, ela é uma comerciante que vive de um pequeno bar. E foi no trabalho dela que a mulher se tornou vítima desse episódio de violência policial.

Fantástico teve acesso a um vídeo que mostra a violência. Os policiais alegaram que foram atacados com uma barra de ferro e que estavam se defendendo. A mulher nega. 

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Academias, parques e estúdios de tatuagem reabrem com restrições em SP nesta segunda

Por Vivian Reis, G1 SP — São Paulo

Academias de ginástica voltam a funcionar nesta segunda-feira (13) na cidade de São Paulo — Foto: Reprodução/TV Globo

Academias de ginástica voltam a funcionar nesta segunda-feira (13) na cidade de São Paulo — Foto: Reprodução/TV Globo

Academias, parques, agências de pesquisa e estúdios de tatuagem voltam a funcionar, com restrições, durante quarentena na cidade de São Paulo nesta segunda-feira (13), após 111 dias de interdição por causa do combate ao coronavírus.

A quarentena começou no dia 24 de março e, em 1º de junho, o governo do estado iniciou o chamado Plano São Paulo para a retomada gradual das atividades em fases. No dia 3 de julho, a capital superou as fases vermelha e laranja, e alcançou a Fase 3-Amarela, que autorizou a reabertura de diversos setores, mediante um período de estabilidade e a assinatura de protocolos de segurança pelas autoridades municipais.

Depois de reabrir o comércio de rua, os shoppings, escritórios, concessionárias, imobiliárias, bares, restaurantes e salões de beleza, outros equipamentos e serviços voltam a funcionar nesta segunda.

O uso do chuveiro está proibido nas academias, 70 dos 107 parques municipais podem abrir nos dias de semana, as filmagens do setor audiovisual em espaços públicos devem obedecer ao distanciamento mínimo de 2,5 metros entre os integrantes das equipes, e os estúdios de tatuagem devem organizar os agendamentos com ao menos 40 minutos de intervalo entre um e outro.

Regras para parques

  • proibição do acesso aos parquinhos, quadras, campos e ginásios de prática esportiva coletiva;
  • controle de entrada, limitada à 40% da capacidade;
  • uso de máscaras em tempo integral;
  • distanciamento social mínimo de 2 metros entre as pessoas;
  • proibido uso de bebedouros e chuveiros;
  • durante a fase amarela do Plano São Paulo, funcionamento exclusivo de segunda a sexta;
  • Parques Ibirapuera e Carmo abrirão das 6h às 16h; os demais deverão receber o público entre das 10h às 16h.

Também nesta segunda-feira reabrem 10 dos 17 parques estaduais: Água Branca, Villa-Lobos, Cândido Portinari, Parque Ecológico do Tietê, Jardim Botânico, Zoológico, Zoo Safári, Cantareira e Jaraguá, sendo os dois últimos, mediante agendamento.

Cidade de São Paulo decide reabrir parques e academias

Regras para academias:

  • Só podem funcionar com 30% da capacidade;
  • Período máximo de funcionamento de 6 horas por dia;
  • São permitidas aulas individuais. Atividades em grupo permanecem suspensas;
  • A entrada deve ser feita com agendamento prévio;
  • Não será permitido o uso de chuveiros;
  • Uso obrigatório de máscara de proteção;
  • Equipamentos devem ser limpos ao menos 3 vezes ao dia.

Regras para estúdios de tatuagem

  • Orçamentos exclusivamente on-line;
  • Cliente deve chegar de banho tomado e cabelo seco, e vestir equipamento de proteção individual fornecido pelo estúdio;
  • É recomendável que o cliente não leve acompanhantes;
  • Agendamentos com espaço de 40 minutos entre eles;
  • Utilizar protetor facial (face shield) ou óculos de proteção durante o procedimento.

Regras para setor audiovisual

  • estão proibidas filmagens em equipamentos da Secretaria Municipal da Saúde, bem como os do Serviço Funerário Municipal e outros com alto risco de contaminação;
  • produtora será responsável pela higienização do local;
  • proibidos bloqueios de vias arteriais para não prejudicar trânsito dos profissionais de saúde e segurança;
  • set com até 20 pessoas, com distanciamento mínimo de 2,5 metros entre eles;
  • tempo máximo de cada diária de filmagem de 12 horas em vias públicas, 8 horas em câmera-car e equipamentos municipais ao ar livre, como parques, e 6 horas em equipamentos municipais fechados, como bibliotecas e teatros.

Regras para agências de pesquisa

  • trabalhadores de campo devem trocar suas máscaras a cada duas horas e descartar as luvas após cada entrevista ou visita a domicílio;
  • pesquisadores devem entrar nas casas em caso de extrema necessidade e após higienização adequada dos sapatos;
  • antes de iniciar entrevista, questionar se entrevistado ou alguma outra pessoa que mora na residência apresentou sintomas do coronavírus.

Teatros e cinemas aguardam regras

No dia 3 de julho, o governo do estado autorizou a reabertura de teatros e cinemas, e a retomada de eventos culturais na cidade de São Paulo e em outros municípios somente a partir do dia 27 de julho, após 4 semanas de estabilidade na fase amarela do plano de flexibilização.

A gestão Doria já informou quais serão as diretrizes básicas:

  • Ocupação máxima de 40% da capacidade dos teatros e cinemas;
  • Assentos com distanciamento social;
  • Público deverá permanecer sentado;
  • Uso obrigatório de máscara;
  • Venda de ingressos exclusivamente online;
  • Alimentos e bebidas não poderão ser consumidos;
  • Funcionamento de até 6 horas por dia.

Plano São Paulo

A quarentena que visa conter o avanço do novo coronavírus começou no dia 24 de março, quando o governo do estado determinou que continuassem abertos somente setores considerados essenciais: saúde, transporte, segurança, limpeza pública, indústrias, bancos e telemarketing.

Em 1º de junho, o governo iniciou o chamado Plano São Paulo para a reabertura gradual das atividades econômicas em fases. O estado foi dividido de acordo com as 17 Divisões Regionais de Saúde (DRS) e a Grande São Paulo foi subdividida em outras 6 microrregiões. A flexibilização da quarentena é feita de modo diferente de acordo com a classificação das regiões por cores.

Os cinco critérios de saúde que baseiam a classificação são: ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTIs); total de leitos por 100 mil habitantes; variação de novas internações, em comparação com a semana anterior; variação de novos casos confirmados, em comparação com a semana anterior; variação de novos óbitos confirmados, em comparação com a semana anterior.

Os critérios definem em qual das cinco fases de permissão de reabertura a região se encontra:

  • Fase 1 – Vermelha: Alerta máximo
  • Fase 2 – Laranja: Controle
  • Fase 3 – Amarela: Flexibilização
  • Fase 4 – Verde: Abertura parcial
  • Fase 5 – Azul: Normal controlado
Sexta atualização do Plano São Paulo foi divulgada nesta sexta-feira (10) e todos os 56 municípios do Oeste Paulista, vinculados aos DRSs de Presidente Prudente e de Marília, deixaram a fase vermelha e passaram para a fase laranja — Foto: Reprodução

Sexta atualização do Plano São Paulo foi divulgada nesta sexta-feira (10) e todos os 56 municípios do Oeste Paulista, vinculados aos DRSs de Presidente Prudente e de Marília, deixaram a fase vermelha e passaram para a fase laranja — Foto: Reprodução

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Brasil tem média de 1.036 mortes por dia por coronavírus na última semana; 9 estados mais DF têm alta de mortes

País tem 72.151 mortes por coronavírus e 1.866.176 infectados.

Por G1

O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da epidemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h deste domingo (12).

O país registrou 659 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 72.151 óbitos. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil na última semana foi de 1.036 por dia, uma variação de 4% em relação aos óbitos registrados em 14 dias. Em casos confirmados foram 25.364 registrados no último dia, com o total de 1.866.176 de brasileiros infectados pelo novo coronavírus.

No total, 9 estados mais o Distrito Federal apresentaram alta de mortes: PR, RS, SC, MG, DF, GO, MS, MT, TO e PB.

Em relação a sábado (11), Roraima deixou a lista –na ocasião, eram 10 estados mais o Distrito Federal.

Veja a seguir:

Brasil, em 12 de julho

  • Total de mortes: 72.151
  • Mortes em 24 horas: 659
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.036por dia (variação em 14 dias: +4%)
  • Total de casos confirmados: 1.866.176
  • Casos confirmados em 24 horas: 25.364
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 37.370 por dia (variação em 14 dias: +1%)

(Antes do balanço das 20h, o consórcio divulgou dois boletins parciais, às 8h, com 71.515 mortes e 1.842.127 casos, e às 13h, com 71.584 mortes e 1.846.249 casos confirmados.)

Estados e DF

Veja como o número de novas mortes tem variado nas últimas duas semanas, considerando os dados até o consolidado de 12 de julho :

  • Subindo: PR, RS, SC, MG, DF, GO, MS, MT, TO e PB
  • Em estabilidade: ES, SP, AM, RO, RR, AL, BA, CE, MA, PE, PI e SE
  • Em queda: RJ, AC, AP, PA e RN

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da epidemia).

Evolução dos casos de coronavírus — Foto: Guilherme Almeida/G1

Sul

  • PR: +76%
  • RS: +90%
  • SC: +53%

Sudeste

  • ES: -11%
  • MG: +63%
  • RJ: -18%
  • SP: 0%

Centro-Oeste

  • DF: +85%
  • GO: +61%
  • MS: +57%
  • MT: +31%

Norte

  • AC: -38%
  • AM: -9%
  • AP: -22%
  • PA: -24%
  • RO: +9%
  • RR: -7%
  • TO: +106%

Nordeste

  • AL: -1%
  • BA: +5%
  • CE: -7%
  • MA: -3%
  • PB: +26%
  • PE: -15%
  • PI: +3%
  • RN: -31%
  • SE: +15%

Brasil

Sul

Sudeste

Centro-Oeste

Norte

Nordeste

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal (saiba mais).

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