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Brumadinho: perto de caminhonete, bombeiros encontram celular de vítima já identificada antes

O serviço de inteligência dos bombeiros está fazendo a análise dos vestígios encontrados junto com o veículo.

Por Ana Tereza Almeida, G1 Minas — Belo Horizonte

Bombeiros localizam caminhonete que era procurada desde o primeiro dia de buscas em Brumadinho — Foto: Reprodução/TV Globo

Bombeiros localizam caminhonete que era procurada desde o primeiro dia de buscas em Brumadinho — Foto: Reprodução/TV Globo

Os bombeiros divulgaram, na manhã desta quarta-feira (2), que um celular encontrado junto com a caminhonete em Brumadinho, na noite desta terça-feira (1º), pertence a uma vítima que já foi identificada anteriormente.

O veículo era procurado pelo Corpo de Bombeiros desde o primeiro dia de buscas pelas vítimas do rompimento da barragem de Córrego do Feijão e continua grande a expectativa de encontrar, perto dele, uma das 11 vítimas que seguem desaparecidas desde 25 de janeiro de 2019.

De acordo com o porta-voz dos bombeiros, tenente Pedro Aihara, as buscas avançaram na madrugada e o serviço de inteligência também. Ele disse que, com a identificação da vítima, que era dona do celular, aumenta a probabilidade de encontrar outras pessoas.

“Vamos fazer a análise de fluxo de lama onde foi encontrado o celular e onde foi encontrada a vítima que era dona dele. Isso aumenta a probabilidade estatística para encontrar as outras jóias que ainda não foram localizadas. Nosso serviço de inteligência também já está fazendo a análise dos vestígios encontrados junto com o veículo”, informou Aihara.

Bombeiros localizam caminhonete que era procurada desde o primeiro dia de buscas

A assessoria dos bombeiros disse que a caminhonete foi localizada a 2,33 km do ponto de rompimento da barragem, onde ela desapareceu.

Bombeiros localizam caminhonete que é procurada desde o primeiro dia de buscas, em Brumadinho — Foto: Divulgação / Corpo de Bombeiros

Bombeiros localizam caminhonete que é procurada desde o primeiro dia de buscas, em Brumadinho — Foto: Divulgação / Corpo de Bombeiros

Até a publicação desta reportagem, na manhã desta terça (2), as equipes continuavam cavando a lama, bastante espessa, para verificar a presença de corpos. A lama, que jorrou da barragem em 25 de janeiro de 2019, destruiu a parte administrativa da Vale e parte das casas da região, matando 270 pessoas. Onze seguem desaparecidas.

Área onde bombeiros localizaram celular e caminhonete nesta terça-feira (1) — Foto: Reprodução/TV Globo

Área onde bombeiros localizaram celular e caminhonete nesta terça-feira (1) — Foto: Reprodução/TV Globo

Buscas suspensas

Em março, as buscas precisaram ser interrompidas por causa do coronavírus, após mais de um ano da maior operação de resgate da história do país. A retomada dos trabalhos aconteceu na última quinta-feira (27).

“Durante o período em que a operação ficou temporariamente suspensa, devido à pandemia da Covid-19, outros trabalhos de inteligência e de planejamento de buscas continuaram e o resultado disso é que, com menos de uma semana da retomada das buscas, já foi feita essa localização tão importante”, avaliou Aihara.

Bombeiros encontram caminhonete soterrada por lama da Vale, depois de um ano e sete meses

Último corpo encontrado

último corpo encontrado durante as buscas dos bombeiros foi no dia 22 de novembro de 2019.

“Trata-se de um tronco, com crânio e arcada dentária, que poderia ser feminino, fato que somente poderá ser confirmado pela Polícia Civil. Embora esteja em avançado estado de decomposição, o corpo encontra-se íntegro”, informaram os militares na época.

O corpo foi encontrado a cerca de 3 metros de profundidade, a aproximadamente 2 quilômetros da barragem, que se rompeu no dia 25 de janeiro.

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Homem é preso duas vezes em 24h por importunar sexualmente passageiras no ES

Jovem de 20 anos foi preso pela segunda vez na noite desta terça-feira (1º) no Terminal de Campo Grande, em Cariacica, após ser flagrado se masturbando dentro de um ônibus.

Por G1 ES

Jovem de 20 anos é preso duas vezes em 24 horas por importunação sexual

Em cerca de 24 horas, um jovem de 20 anos foi detido duas vezes por importunar sexualmente passageiras do sistema Transcol em Cariacica, na Grande Vitória.

De acordo com informações da polícia, na primeira vez ele assinou um termo circunstanciado e foi liberado da delegacia, e na segunda, foi levado ao presídio após ser flagrado se masturbando dentro de um ônibus.

A segunda prisão aconteceu na noite desta terça-feira (1º) no terminal de Campo Grande. Em depoimento, uma jovem de 23 anos contou que estava dentro de um coletivo quando foi abordada pelo homem, que fez um sinal para chamá-la.

Ao olhar para o rapaz, a jovem percebeu que ele estava com as partes íntimas expostas. Em seguida, ele se levantou e foi em direção a ela. A jovem correu e pediu ajuda a outros passageiros, que seguraram o homem até a chegada do coletivo ao terminal, onde a Polícia Militar foi acionada.

O homem foi levado para o plantão da Delegacia da Mulher, onde confessou o crime e foi encaminhado ao presídio.

A primeira prisão aconteceu no Terminal de Jardim América, também em Cariacica, após ele tocar em uma mulher que esperava pelo ônibus na fila.

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PF faz operação contra suspeito de fraudar auxílios emergenciais e invadir celular de presidente da Caixa

De acordo com a Polícia Federal, foi cumprido um mandado de busca e apreensão contra alvo da investigação em Três Pontas, no Sul de Minas.

Por Fernanda Rodrigues e Thiago Luz, G1 Sul de Minas e G1 MG — Três Pontas, MG

A Polícia Federal (PF) realizou, na manhã desta quarta-feira (2), uma operação que investiga fraudes em auxílios emergenciais. De acordo com a corporação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão na casa de um investigado, em Três Pontas (MG).

Ele foi conduzido à Delegacia da Polícia Federal, em Varginha (MG), onde foi ouvido e liberado. O homem seria responsável por difundir formas de fraudar os benefícios, além de ameaçar e divulgar dados do presidente da Caixa.

Em julho, a PF abriu o inquérito para apurar invasões ao celular de Pedro Guimarães, que foi alvo de ataques e teve informações pessoais vazadas. Na época, o presidente da Caixa disse que “centenas de milhares” de contas poupança digital do banco, movimentadas pelo Caixa Tem e usadas para o crédito do Auxílio Emergencial, foram suspensas por suspeita de fraude.

Polícia Federal cumpre mandado de busca e apreensão em Três Pontas (MG) — Foto: Polícia Federal

Polícia Federal cumpre mandado de busca e apreensão em Três Pontas (MG) — Foto: Polícia Federal

A investigação apurou que o alvo da operação usava dados de outras pessoas para conseguir acesso a valores do Auxílio Emergencial do Governo Federal, no valor de R$ 600. Segundo a Polícia Federal, Guimarães e seus familiares foram ameaçados depois que o presidente do banco alertou a população sobre a existência de golpes e declarou que iria intensificar as medidas para impedir a ação dos fraudadores.

“O cidadão já estava sendo investigado por fraudes no auxílio emergencial do governo, quando foi identificado também que ele ameaçou e hackeou dados do presidente da Caixa Econômica Federal. Então, juntamente com o pessoal de Brasília foi feita essa busca na casa dele. Os materiais apreendidos visam confirmar o delito investigado”, explicou o delegado em Varginha, Cristiano de Souza Eloi.

A operação batizada de Falso Samaritano apura crimes de estelionato, ameaça e divulgação de dados sigilosos. No imóvel em um bairro de Três Pontas, foram apreendidos chips, celulares e pen drive.

Tudo foi levado à Delegacia da Polícia Federal em Varginha e será encaminhado para análise da perícia da PF em Brasília (DF). Ainda conforme o delegado, o investigado não foi preso porque a polícia pretende concluir a perícia do material.

Fraudes no auxílio

A Polícia Federal segue as investigações para identificar mais fraudes no benefício concendido pelo Governo Federal. “A gente tem identificado que tem um número muito grande de fraudes ao auxílio emergencial durante a pandemia e a Polícia Federal está trabalhando no Brasil inteiro em cima desses casos. Naturalmente, o trabalho policial não é imediato, tem que fazer a investigação e depois começa o trabalho operacional efetivo”, detalhou o delegado Cristiano.

O delegado ainda pediu cuidado com os dados de beneficiários. “Não usem documento falso, não peçam para outra pessoa esses valores”.

Polícia Federal cumpre mandados em Três Pontas (MG) — Foto: Polícia Federal

Polícia Federal cumpre mandados em Três Pontas (MG) — Foto: Polícia Federal

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PF apura fraudes na compra de testes da Covid-19 pela Fundação Municipal de Saúde de Teresina

Segundo a PF, a investigação apontou divergências entre a quantidade comprada e a fornecida à Fundação Municipal de Saúde, além de lucro excessivo de até 419%.

Por Lucas Marreiros, G1 PI

Equipe da Polícia Federal cumpre mandado de busca e apreensão na FMS, em Teresina — Foto: Divulgação/Polícia Federal

Equipe da Polícia Federal cumpre mandado de busca e apreensão na FMS, em Teresina — Foto: Divulgação/Polícia Federal

A Polícia Federal (PF) cumpre, na manhã desta quarta-feira (2), dez mandados de busca e apreensão em Teresina. As buscas são parte da Operação Caligo, que investiga fraudes na compra de testes da Covid-19 pela Fundação Municipal de Saúde (FMS), órgão ligado à Prefeitura de Teresina. De acordo com a PF, existem divergências entre a quantidade comprada e a fornecida, além de lucro ‘excessivo’ de aproximadamente R$ 4,5 milhões.

Procurada pelo G1, a FMS informou por meio de nota que está à disposição das autoridades. Leia a íntegra da nota:

A direção da Fundação Municipal de Saúde informa que está a disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários e pronta para colaborar com o processo investigativo. Ressalta também que todas as medidas foram adotadas com base nas circunstâncias vividas em todo mundo durante a pandemia, sempre com o compromisso de preservação do interesse público e da vida dos teresinenses.

Segundo a PF, desde março deste ano foram firmados, mediante dispensa de licitação, diversos contratos emergenciais entre a FMS e duas empresas fornecedoras de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), kit de testes IGG/IGM, insumos e equipamentos hospitalares para enfrentamento à pandemia.

Esses itens foram custeados com recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) e Ministério da Saúde (MS), e totalizam, em valores empenhados até julho, R$ 17.427.171,53 (mais de 17 milhões de reais).

A PF disse que a investigação apontou graves divergências entre a quantidade comprada e aquela efetivamente fornecida à FMS.

Equipe da PF cumpre mandado de busca e apreensão em empresa na capital piauiense — Foto: Divulgação/PF

Equipe da PF cumpre mandado de busca e apreensão em empresa na capital piauiense — Foto: Divulgação/PF

Além disso, a apuração encontrou alterações na especificação de produtos e lucro de até 419%, considerado excessivo. A PF considera esse lucro “injustificável”, mesmo em tempos de pandemia, e estima que o lucro bruto obtido tenha sido de aproximadamente R$ 4,5 milhões.

“Valor suficiente para a construção de um hospital completo de campanha”, declarou a PF em nota.

Em nota, a PF disse que as ordens judiciais têm o intuito de aprofundar as investigações acerca de irregularidade dos processos de dispensa de licitação, além de obter informações quanto ao recebimento dos produtos negociados entre as empresas e a FMS durante esse período.

Os mandados foram expedidos pela 3ª Vara da Justiça Federal no Piauí. Esta é a fase ostensiva da investigação, que teve participação de 50 policiais federais e 7 auditores da Controladoria Geral da União.

Caligo é um termo extraído do latim e significa névoa. A PF afirmou que a escolha do nome da operação é uma referência à ausência de publicidade de contratos/empenhos/pagamentos investigados nos portais de transparência.

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Pai, mãe e filha morrem por Covid-19 em intervalo de três dias: ‘Maior tragédia da família’, diz parente

Família é de São Francisco (SP), cidade de 3,7 mil habitantes no interior de São Paulo.

Por Marcos Lavezo, G1 Rio Preto e Araçatuba

Antônio, Ana Angélica e Antonia morreram por causa da Covid-19 — Foto: Arquivo Pessoal

Antônio, Ana Angélica e Antonia morreram por causa da Covid-19 — Foto: Arquivo Pessoal

Em apenas três dias, a família de Ana Pires da Silva mudou tragicamente. Ela, que tem 72 anos, teve de enterrar três parentes em dias seguidos por causa do coronavírus. Dos quatro óbitos da pequena São Francisco (SP), cidade de 3,7 mil habitantes, três são da família dela. A cidade contabiliza, até segunda-feira (31), 54 casos.

“Foi a maior tragédia da nossa família, nunca mais será a mesma. Foi uma tragédia que não iremos esquecer. É uma doença que destrói a família. Se contaminar pode levar vários da sua família”, afirma a aposentada em entrevista ao G1.

Ana perdeu o irmão Antônio Pires da Silva, de 81 anos, a cunhada Ana Angélica Ramos, de 78 anos, e a sobrinha Antonia Angélica Faez, de 58 anos. Ela acredita que a sobrinha que morreu contraiu a doença e acabou passando para os pais e uma irmã.

“Ela era tesoureira na prefeitura. Antes de sentir os sintomas, ela passou para o pai, a mãe e a irmã. Eles não moram juntos, mas como a cidade é pequena eles estavam sempre juntos”, diz.

Com os três infectados, eles procuraram a unidade básica de saúde de São Francisco e começaram o tratamento em casa. Mas o quadro foi se agravando, como a falta de ar, febre alta e dor de cabeça, afirma a parente. A quarta parente, irmã de Antonia, teve sintomas mais leves e ficou em isolamento.

Já os três foram encaminhados para a Santa Casa de Jales (SP), onde permaneceram 30 dias na Unidade de Síndrome Gripal, UTI e entubação. Ana relata que a sobrinha Toninha, como era conhecida, sentiu os primeiros sintomas em julho e foi a primeira a ser internada, logo depois os pais.

Contudo, a primeira morte foi da mãe dela, Ana Angélica, no dia 20 de agosto. No dia seguinte, Toninha não resistiu e acabou morrendo. No dia 22 quem não resistiu foi Antonio, que acabou sendo enterrado no dia seguinte.

“Foi uma tortura, um pesadelo que durou 30 dias. Da primeira internação até o último que morreu foram 30 dias, os piores da minha família. Por pouco foram quatro mortes, porque minha outra sobrinha também ficou muito mal, ficou isolada e não pode cuidar dos pais”, afirma.

O casal, que era proprietário de uma chácara na cidade, não tinha comorbidade grave, apesar da idade. “Meu irmão tinha 81 anos, mas tirava leite de vaca, cuidava do gado, era ativo. Era muito forte. Minha cunhada no máximo tinha dores no joelho.”

Ana afirma que, como a cidade é pequena, todos estão dando apoio para os familiares. Mas afirma que a doença marcou para sempre ela e a família.

“Não imaginávamos passar por momentos tão tristes e dolorosos. A gente nunca acredita que vai acontecer com a gente, até acontecer. O importante é ter fé para continuar a vida, mesmo sem eles”, afirma.

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Festa em chácara reuniu quase mil pessoas no interior de SP, diz prefeitura

Imagem mostra pessoas aglomeradas em volta de uma piscina, sem máscara, em Campo Limpo Paulista. Prefeitura afirmou que foram feitas autuações para os 100 veículos estacionados irregularmente; responsável pelo local não foi encontrado.

Por G1 Sorocaba e Jundiaí

Quase mil pessoas participaram de uma festa que foi interrompida pela Polícia Militar e Guarda Civil Municipal, em Campo Limpo Paulista (SP), contrariando as medidas de combate ao coronavírus.

A imagem enviada à TV TEM mostra a aglomeração de pessoas sem o uso de máscaras de proteção ou cumprindo o distanciamento social, no bairro Gramados de Santa Rita.

A Prefeitura de Campo Limpo Paulista informou ao G1 que a Polícia Militar e a Guarda Civil Municipal constataram cerca de 100 veículos estacionados na rua e que 900 pessoas estavam em aglomeração na área da piscina e em toda extensão da chácara.

De acordo com a prefeitura, não foi possível identificar o responsável pela festa. Porém, o caseiro do local foi encontrado e se comprometeu a desligar o som.

Segundo a prefeitura, também foram feitas autuações de trânsito para os veículos estacionados irregularmente em frente às residências e outras chácaras.

Ainda segundo o órgão, outras medidas administrativas poderão ser tomadas em relação ao proprietário do local e responsável pela festa. Porém, não foi informado ao G1 quais são essas medidas e se ele poderá ser multado.

A cidade está na fase amarela do Plano São Paulo de flexibilização e tem mais 1,1 mil casos de Covid-19 e de 60 mortes.

Festa interrompida pela PM

Segundo o relato de moradores, a festa durou todo o domingo (30). Eles afirmaram que as festas no local são frequentes.

Além de promoverem aglomeração dentro da chácara, os participantes costumam ficar reunidos na rua. Um vídeo enviado ao G1 mostrou a aglomeração na rua José Benedito de Lima.

PM interrompe festa com centenas de pessoas em chácara em Campo Limpo Paulista

“Tinha umas 500 pessoas ou mais. Eles fecharam o portão da chácara, porque não cabia mais ninguém lá dentro. Começou a chegar muita gente e ficar do lado de fora”, relatou um morador.

A polícia informou que, após receberem orientação, todos os participantes da festa foram embora. Não foi registrado boletim de ocorrência.

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Homem morre em explosão durante churrasco com amigos em SP

Vítima estava com amigos e familiares para comemorar compra de casa em praia de Mongaguá, no litoral paulista, quando acidente aconteceu.

Por G1 Santos

Vítima estava comemorando compra de casa de praia em Mongaguá, SP, um de seus sonhos, quando acidente ocorreu — Foto: Reprodução/Facebook

Vítima estava comemorando compra de casa de praia em Mongaguá, SP, um de seus sonhos, quando acidente ocorreu — Foto: Reprodução/Facebook

Um assistente técnico de 36 anos morreu após sofrer queimaduras, durante uma explosão, ao tentar acender uma fogueira em Mongaguá, no litoral de São Paulo. A vítima ficou internada por 20 dias, mas não resistiu aos ferimentos, segundo a Polícia Civil informou ao G1 nesta terça-feira (1º).

De acordo com a irmã do assistente técnico, Edelson de Morais, a assistente administrativa Andreza Jesus de Morais, de 35 anos, o caso aconteceu durante um churrasco, em uma casa no bairro Jardim Columbia. O rapaz tentava acender uma fogueira com um galão de etanol quando houve uma explosão, resultando em queimaduras graves pelo seu corpo.

Em entrevista ao G1, a irmã da vítima relatou que não estava no local na data do ocorrido, mas que foi informada do acidente pelos familiares pouco depois que tudo ocorreu.

“Ele estava na casa de praia dele. Tinha acabado de comprar e desceu com os filhos, esposa e amigos para passar o fim de semana do Dia dos Pais. Ele tinha uma espécie de ‘tacho’, no qual ele fazia fogueira em dias frios. Naquele dia [do acidente], ele foi acender a fogueira com etanol, com o galão na mão, e explodiu. Eu não estava presente, mas ele me ligou e pediu ajuda”.

A vítima foi socorrida à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Mongaguá, sendo posteriormente transferida para a Santa Casa de Santos, onde ficou internada, morrendo 20 dias depois. “Ele ficou bastante ferido, e no hospital já induziram ao coma para amenizar a dor. Ele lutou muito durante os 20 dias na UTI, estava tendo pequenas melhoras, mas não resistiu”, conta Andreza.

A Polícia Civil foi informada do ocorrido apenas agora, após o falecimento do rapaz. Mais sete pessoas estavam presentes na hora do acidente. O boletim de ocorrência foi registrado no 7º DP de Santos como lesão corporal seguida de morte, sendo encaminhado ao 1°DP de Mongaguá, delegacia da área, para continuidade nas investigações.

“Estamos todos muito abalados, pois ele sempre foi um jovem trabalhador e tinha acabado de realizar o sonho de ter sua casa na praia. Ele deixou três filhos pequenos, dois meninos e uma menina. Estamos falando sobre o ocorrido para conscientizar outras pessoas sobre os riscos do etanol e os cuidados para acender uma fogueira, e até uma churrasqueira. Meu irmão foi comemorar com amigos e familiares e infelizmente aconteceu esse acidente, que acabou levando sua vida”, destaca a irmã

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STJ manda Ministério da Justiça dizer se houve cooperação entre Lava Jato e FBI em ações de Lula

Decisão do ministro Sérgio Kukina atende a pedido da defesa do ex-presidente. Advogados dizem que FBI atuou, sem respeitar trâmites, para quebrar criptografia de sistema da Odebrecht.

Por Márcio Falcão e Fernanda Vivas, TV Globo — Brasília

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Sérgio Kukina determinou, nesta segunda-feira (31), que o Ministério da Justiça e Segurança Pública informe se houve pedidos de cooperação internacional entre Brasil e Estados Unidos relacionados a ações contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O pedido de informações se refere às seis ações penais contra Lula na operação Lava Jato. Na decisão, Kukina atende a um pedido feito pela defesa do ex-presidente, que considera as informações essenciais para confirmar se o governo federal foi avisado de suposta cooperação entre a Lava Jato e o FBI – agência de inteligência do governo dos EUA.

Segundo os advogados, as tratativas teriam envolvido o auxílio do FBI para que procuradores quebrassem a criptografia do sistema de pagamentos de propina da empreiteira Odebrecht. Para a defesa, há suspeita de que isso ocorreu sem o procedimento padrão, definido em tratados internacionais.

Na decisão, Kukina não autoriza que a defesa tenha acesso aos eventuais pedidos de cooperação. A ordem do ministro se restringe a questionar sobre a existência ou não de pedidos que já tenham tramitado, ou ainda tramitem, perante o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional sobre as ações de Lula na Lava Jato.

O Ministério da Justiça negou o acesso dos advogados de Lula a essa informação. Segundo a pasta, os procedimentos não podem ser compartilhados porque estão sob a reserva de sigilo.

Segundo o ministro, no entanto, é “legítimo” que os advogados possam pedir diretamente, a entes públicos e privados, informações que sejam relevantes para a estratégia de defesa.

O magistrado diz, ainda, que não há impedimentos para que o DRCI informe apenas sobre a existência de eventuais pedidos de cooperação internacional.

Responsável pela defesa do ex-presidente, o advogado Cristiano Zanin Martins afirmou que “essa decisão do STJ é muito importante porque, de um lado, reconhece a legitimidade do uso da técnica da investigação defensiva que elegemos, e, de outro lado, poderá reforçar que houve ilicitude na cooperação realizada entre a Lava Jato e as autoridades norte-americanas nos processos envolvendo o ex-presidente Lula”.

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Incêndio em Chapada dos Guimarães (MT) destrói mais de 2 mil hectares de vegetação

Há cerca de 10 dias o Corpo de Bombeiros tem trabalhado intensivamente para combater as chamas na cidade turística, que já está encoberta pela fumaça.

Por G1 MT e TV Centro América

Incêndio atinge a Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso

O incêndio que atinge Chapada dos Guimarães, a 65 km de Cuiabá, já devastou mais de 2 mil hectares de vegetação. Há cerca de 10 dias o Corpo de Bombeiros tem trabalhado intensivamente para combater as chamas na cidade turística, que já está encoberta pela fumaça.

As regiões atingidas ficam na Área de Proteção Ambiental (APA) do parque estadual de Chapada.

Um incêndio de grandes proporções atingiu, na noite dessa sexta-feira (28), os paredões e uma região de pousadas em Chapada dos Guimarães — Foto: Corpo de Bombeiros de Mato Grosso

Um incêndio de grandes proporções atingiu, na noite dessa sexta-feira (28), os paredões e uma região de pousadas em Chapada dos Guimarães — Foto: Corpo de Bombeiros de Mato Grosso

Durante a noite, as equipes continuam no combate na borda do paredão para evitar que as chamas entrem no planalto de Chapada dos Guimarães.

Outros dois pontos de incêndio, na parte superior do paredão e na parte inferior, nas proximidades do linhão e Rancho Recanto da Serra, continuam sendo combatidos.

Além de muito extensa, a diferença de altitude entre os dois pontos prioritários é de aproximadamente 360 metros.

Os brigadistas dos bombeiros e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio) chegaram a controlar as chamas em um dos principais pontos turísticos do município. No entanto, na última sexta-feira (28), o fogo voltou a se espalhar, chegando em uma área de pousadas.

O vento forte e o tempo seco dificultam o trabalho de combate ao incêndio.

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SC tem mais 32,8 mil casos de Covid-19 confirmados após falha em sistema ser identificada pelo governo

Novo número chega a 179 mil diagnosticados. Diferença entre casos de coronavírus registrados por municípios e o que era divulgado pelo Estado foi constatada durante ‘garimpagem’ no sistema estadual. Problema não interfere no registro de mortes.

Por Valéria Martins, G1 SC e NSC TV

A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina identificou problemas na base de dados estadual e uma diferença entre o número de casos de coronavírus e o que era divulgado nos relatórios: são 32,8 mil casos a mais da doença, confirmou a Superintendência de Vigilância em Saúde do estado em entrevista ao Bom Dia Santa Catarina desta segunda-feira (31).

Os novos números atualizados devem ser divulgados oficialmente ainda nesta segunda com total que passa de 179 mil casos de Covid-19 desde o início da pandemia.

O sistema estadual descartava casos cadastrados pelas prefeituras quando identificava divergência de informações. A falha foi identificada após uma revisão por causa de relatos feitos pelos municípios sobre a diferença entre os casos registrados nas cidades e o que era contabilizado pelo Estado.

A atualização da base de dados não altera o número de mortes, segundo a superintendência do órgão, Raquel Bitencourt. Até então, Santa Catarina tem 146.864 casos de coronavírus, com 2.235 mortes, segundo o boletim divulgado no domingo (30).

“Fizemos uma garimpagem limpando as diferenças e incluindo esses dados que os municípios tinham inserido e finalmente chegamos a esse número de 32.872 casos a mais ao longo dos meses da pandemia”, afirmou.

Vigilância em Saúde explica diferença de números de casos de Covid

Segundo a superintendência do órgão, no sistema ocorria a exclusão automática quando identificava formas diferentes de diagnóstico de Covid-19 ou divergência de dados.

“Buscando esclarecer onde estava o ponto de discordância percebemos dois problemas grandes na nossa base de dados: havia casos que possuíam mais de uma notificação, com critérios de confirmação diferentes, então eram casos descartados pelo nosso sistema pela divergência de informações. E também a plataforma ‘SC Digital’ recebe informação de todos os testes realizados para Covid cujo resultado é positivo, seja biologia molecular ou teste rápido, e essas informações são transferidas para uma planilha e tinham resultados não inseridos de forma padronizada, então também eram descartados”, detalhou Raquel.

Falha não altera número de mortes

De acordo com a superintendente de Saúde, como o número de mortes é menor que o de casos confirmados, há uma equipe verificando todos os registro de óbitos por Covid-19. Quando há dúvidas em relação a alguma morte confirmada pela doença, o dado não é lançado no sistema até que seja verificada a divergência. Com isso, essa falha que aumentou em 32 mil o número de diagnosticados no estado não altera a contabilização de pessoas que morreram.

“Já o número de casos é muito alto. As farmácias notificam, os hospitais notificam, as prefeituras notificam, então são várias entradas de notificação de casos confirmados”, justifica Raquel.

Ainda segundo ela, a curva do coronavírus em Santa Catarina também não muda com a atualização, pois são casos registrados desde abril em diferentes cidades catarinenses, não detalhadas pela superintendente. Todos os 295 municípios do estado têm ao menos um caso da doença e Joinville continua sendo a cidade com mais diagnosticados.

“Começamos a perceber um leve declínio no número de casos, um decréscimo muito suave, o que não quer dizer que devamos relaxar nos cuidados”, afirma Raquel, em relação ao número diário de mortes divulgados.

Sistema ajustado

A superintendente reforçou que os sistema foi ajustado para que não ocorra outras falhas e que a população deve continuar com os cuidados de isolamento social e uso de máscaras.

“Estamos fazendo esses ajustes diários com o Ciasc [Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina] para que não se repita mais essa falha. […] É bastante complexo o ajuste, foi feito um trabalho quase que manual no sistema para não perdemos informações”, disse Raquel.

Mapa de risco

Cinco regiões de Santa Catarina permanecem em risco gravíssimo para Covid-19 e outras 11 são consideradas em situação grave, de acordo com o mapa de monitoramento do Centro de Operações de Emergência em Saúde (Coes), da Secretaria de Estado da Saúde. O monitoramento é realizado a cada sete dias pelo governo estadual.

Governo do Estado emitiu uma nova portaria com as ações de combate ao Covid

Segundo a superintendência, nos próximos meses é possível que as regiões não estejam mais nos riscos graves e gravíssimos, nas cores vermelhas e alaranjadas no mapa de risco estadual. “A gente vislumbra o amarelo mais para o fim do ano”, disse.

A Secretaria de Estado da Saúde passou a divulgar desde terça (25) um detalhamento online dos óbitos por cidade. Dos 1.472 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da rede pública em Santa Catarina, 1.041 estão ocupados, sendo 426 por pacientes com suspeita ou confirmação de Covid-19, segundo os dados divulgados pelo governo na noite de domingo (30).

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