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Polícia faz operação contra o tráfico na nova Cracolândia em SP

650 oficiais participam da ação, com objetivo de cumprir 36 mandados de prisão e retirar da região as barracas de usuários de drogas da Praça Princesa Isabel, para onde os dependentes migraram nos últimos meses.

Por g1 SP — São Paulo

Polícia faz operação contra o tráfico na nova Cracolândia, no Centro de SP

As polícias Civil e Militar, a Guarda Civil Metropolitana e funcionários da Prefeitura de São Paulo desencadearam, no final da madrugada desta quarta-feira (11), uma operação contra o tráfico de drogas na praça Princesa Isabel, no Centro da capital, apontado como novo local da Cracolândia.

A operação começou por volta das 4 horas. Objetivo, segundo a polícia, é cumprir 36 mandados de prisão e retirar da região as barracas de usuários de drogas. 650 oficiais participam da ação.

Até as 6h30, 13 pessoas tinham sido detidas, algumas por resistência.

Também foram apreendidos pacotes de drogas, balança e cadernos com anotações.

Há efetivo também na Praça Júlio Prestes, para impedir a volta dos usuários à antiga Cracolândia.

O local foi esvaziado em março, mas os usuários de drogas migraram para a Praça Princesa Isabel.

Polícia deflagra operação na nova cracolândia — Foto: Reprodução

Polícia deflagra operação na nova cracolândia — Foto: Reprodução

A ação é um desdobramento da operação Caronte, que já foi realizada na região outras seis vezes.

Caronte é o nome de um dos deuses da mitologia grega que carrega as almas dos mortos. A polícia adotou esse nome para identificar a operação porque entende que os traficantes levam os usuários para as drogas, que podem causar a morte deles.

Bloqueios na região

Por conta da ação, diversas ruas do centro foram bloqueadas.

De acordo com a SPTrans, 30 linhas de ônibus estão sendo desviadas desde as 4h30 desta quarta-feira, 11 de maio, em razão de interferência na Av. Rio Branco com a Pça. Princesa Isabel e na Rua Helvétia com a Rua Guaianases, no Campos Elíseos, em ambos os sentidos.

Linhas afetadas:

  • 118C/10 Jd. Pery Alto – Term. Amaral Gurgel
  • 119C/10 Pq. Edu Chaves – Term. Princ. Isabel
  • 129F/10 Conexão Petrônio Portela – Metrô Barra Funda
  • 1732/10 Vl. Sabrina – Term. Amaral Gurgel
  • 178L/10 Lauzane Paulista – Hosp. das Clínicas
  • 271C/10 Pq. Vl. Maria – Term. Princ. Isabel
  • 311C/10 Pq. São Lucas – Bom Retiro
  • 508L/10 Term. Princ. Isabel Aclimação
  • 509M/10 Jd. Miriam – Term. Princ. Isabel
  • 5144/10 Term. Sapopemba – Term. Princ. Isabel
  • 5154/10 Term. Sto. Amaro Term. Princ. Isabel
  • 609F/10 Chác. Santana – Term. Princ. Isabel
  • 719P/10 Term. Pinheiros – Term. Princ. Isabel
  • 7458/10 Jd. Boa Vista – Est. da Luz
  • 778R/10 Cohab Raposo Tavares – Term. Princ. Isabel
  • 805L/10 Term. Princ. Isabel – Aclimação
  • 8528/10 Jd. Guarani – Pça. do Correio
  • 8544/10 Cid. D’abril 3ª Gleba – Pça. do Correio
  • 8600/10 Term. Pirituba – Lgo. do Paissandú
  • 8707/10 Rio Pequeno – Term. Princ. Isabel
  • 9300/10 Term. Casa Verde – Term. Pq. D. Pedro II
  • 9301/10 Term. Casa Verde – Pça. do Correio
  • 9354/10 Term. Cachoeirinha – Pça. do Correio
  • 938C/10 Cohab Taipas – Term. Princ. Isabel
  • 9500/10 Term. Cachoeirinha – Pça. do Correio
  • 9501/10 Term. Cachoeirinha – Lgo. do Paissandú
  • 9653/10 Pedra Branca Pça. do Correio
  • 967A/10 Imirim – Pinheiros
  • 978J/10 Voith – Term. Princ. Isabel
  • 978L/10 Term. Cachoeirinha – Term. Princ. Isabel

Desvio no sentido centro: Normal até a Av. Rio Branco, Al. Eduardo Prado, Al. Barão de Limeira, Av. Duque de Caxias, Av. Rio Branco, prosseguindo normal.

Desvio no sentido bairro: Normal até a Av. Rio Branco, Rua General Osório, Al. Barão de Limeira, Al. Ribeiro da Silva, Av. Rio Branco, prosseguindo normal.

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Morte de soldados, aulas suspensas e ocupação de bairros: veja o que se sabe sobre o assassinato de policiais na Bahia

Três policiais militares morreram no final de semana. Operação policial resultou na morte de três suspeitos e duas prisões.

Por g1 BA

Escolas de Cajazeiras suspendem aulas nesta terça-feira

Os últimos dias foram marcados por muita violência na região de Cajazeiras e Águas Claras, em Salvador. Três policiais militares foram mortos entre as noites de sábado (7) e domingo (8). Além disso, outro policial foi baleado na mesma região no período. Após os ataques, o policiamento foi reforçado nesses bairros e a Secretaria de Segurança Pública deu início a uma operação de ocupação dos locais.

Três suspeitos de envolvimento nas mortes do militares foram mortos em confronto com a polícia. Além disso, outros dois suspeitos foram baleados e um homem que aguardava atendimento em um hospital no bairro de Cajazeiras foi morto dentro da unidade por homens armados.

De acordo com o boletim da Secretaria de Segurança Pública, entre sábado e segunda-feira, nove pessoas morreram na região de Águas Claras e Cajazeiras, incluindo os três policiais.

Por conta da situação, a Secretaria Municipal de Educação de Salvador suspendeu as aulas em 14 escolas que ficam nas regiões de Águas Claras, Cajazeiras e Fazenda Grande nos dois primeiros dias da semana.

No entanto, a Secretaria da Segurança Pública informou que equipes das polícias Militar e Civil reforçam as ações de segurança na região. A SSP destacou ainda que o comércio e o transporte público funcionam normalmente e que nenhuma ocorrência contra instituições de ensino, que pudesse motivar a paralisação, foi registrada.

A Universidade Federal da Bahia pediu que professores flexibilizem prazos, apresentações e presença para alunos moradores das regiões onde ocorreram os crimes.

Sob comoção e honras militares, soldado da PM é enterrado na Bahia — Foto: Polícia Militar

Sob comoção e honras militares, soldado da PM é enterrado na Bahia — Foto: Polícia Militar

A seguir, veja o que se sabe sobre o caso da morte dos policiais:

  1. Quem são as vítimas?
  2. Como os policiais foram mortos?
  3. Onde ocorreram os crimes?
  4. Quantas pessoas foram presas?
  5. O que diz o governo da Bahia?

1. Quem são as vítimas?

Os três policiais mortos eram soldados. Alexandre de Menezes morreu no sábado. Ele estava serviço e foi atingido após confronto com suspeitos.

Corpo de PM morto após troca de tiros com homens armados em Salvador é enterrado — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Corpo de PM morto após troca de tiros com homens armados em Salvador é enterrado — Foto: Reprodução/Redes Sociais

No dia seguinte, os soldados Vitor Vieira Ferreira Cruz e Shanderson Lopes Ferreira foram mortos a tiros. Eles retornavam do enterro de Alexandre, quando foram vítimas de disparos de arma de fogo. A dupla estava à paisana.

 Dois PMs são mortos enquanto voltavam de velório de outro militar assassinado, em Salvador — Foto: Reprodução/TV Bahia

Dois PMs são mortos enquanto voltavam de velório de outro militar assassinado, em Salvador — Foto: Reprodução/TV Bahia

2. Como os policiais foram mortos?

Alexandre Menezes estava junto com a equipe fazendo rondas na região, quando foram surpreendidos por homens que atiraram na direção da viatura. O soldado foi baleado na cabeça. Ele chegou a ser socorrido para o Hospital Professor Eládio Lasserre (HPEL), na própria viatura, e, em seguida, foi regulado para o Hospital Geral do Estado (HGE), mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Já os outros dois policiais foram mortos em circunstâncias ainda não divulgadas. Ele voltavam do velório do soldado Alexandre Menezes, na noite de domingo (8). A dupla estava à paisana.

3. Onde ocorreram os crimes?

Terceiro suspeito de envolvimento na morte de PMs foi morto em Salvador — Foto: Divulgação/SSP

Terceiro suspeito de envolvimento na morte de PMs foi morto em Salvador — Foto: Divulgação/SSP

A morte do soldado Alexandre ocorreu na Rua Ulisses Guimarães, no bairro de Águas Claras. Já a dos dois colegas na Rua Vereador Zezeu Ribeiro, no bairro da Fazenda Grande I. O segundo crime ocorreu a menos de 5 km do local onde o primeiro militar foi morto no sábado.

Os bairros ficam em um ponto considerado estratégico para o tráfico de drogas porque fica perto de duas rodovias, a BR-324 e a BA-528, conhecida como Estrada do Derba. A região também fica nos limites de Salvador, nas proximidades com o município de Simões Filho, e contam com uma extensa área de matagal.

4. Quantas pessoas foram presas

Até a noite desta terça-feira, dois suspeitos foram presos e outros três morreram em confrontos com a PM. Dois confrontos foram registrados na manhã de segunda, no primeiro deles, um homem foi preso e outro após ser socorrido por militares para uma unidade de saúde. O confronto ocorreu na região da Boca da Mata. O segundo confronto foi na localidade de Bolachinha, em Valéria, e também resultou em um preso e um morto.

Na noite de segunda, um novo confronto foi registrado na região da Boca da Mata. Um suspeito foi morto pela polícia. Segundo a PM, nos três casos e nas duas prisões foram encontradas armas e drogas com os suspeitos. Ainda de acordo com a PM, o policiamento na região segue intensificado sem previsão de encerramento da atuação.

5. O que diz o Governo da Bahia?

Coronel Paulo Coutinho, comandante-geral da Polícia Militar, prometeu reação contra mortes de PMs — Foto: Reprodução/TV Bahia

Coronel Paulo Coutinho, comandante-geral da Polícia Militar, prometeu reação contra mortes de PMs — Foto: Reprodução/TV Bahia

O comandante-geral da PM, Paulo Coutinho prometeu resposta com efetivo máximo contra o que chamou de ataque contra o estado baiano.

“Todo efetivo da Polícia Militar está envolvido nessa operação por determinação nossa e do governador do estado para que a gente mostre que eles atentaram contra o estado da Bahia e não vamos permitir que isso aconteça”, disse.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, desde o último domingo, uma grande operação de integração das atividades das policiais Militar, Civil e da Superintendência de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública (SI/SSP) está em curso.

Departamentos de Homicídios e Proteção e a Pessoa (DHPP), de Inteligência Policial (DIP), de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP) e de Polícia Metropolitana (DEPOM), SI/SSP e PM têm realizado atividades de campo alinhadas com ações de inteligência. Além de um grande efetivo da Polícia Militar, equipes do DHPP e do Draco realizam atividades investigativas.

O governador da Bahia, Rui Costa, afirmou que autorizou o uso de força máxima da segurança pública para prender os suspeitos dos crimes. Em declaração destinada à tropa de policiais, Rui disse que é preciso agir com força, mas pediu profissionalismo.

“É preciso muito sangue frio e muito profissionalismo na captura desses criminosos e a determinação já foi feita”.

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Governo federal reduz IPI, mas medida não alivia preços dos veículos; entenda

O desconto no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) foi subindo e chegou a até 35% para carros em maio.

Por Jornal da Globo

No começo do ano, o governo federal anunciou a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A redução no imposto continuou avançando e chegou a até 35% para carros, agora em maio. No entanto, não foi suficiente para aliviar o valor dos veículos. 

No acumulado do ano, é ainda pior: produção e licenciamento de novos veículos ainda amargam quedas expressivas.

Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, em abril, as montadoras produziram mais de 185 mil unidades. O que significa uma recuperação tímida em comparação a março.

As vendas também tiveram um resultado modesto em abril desse ano. No acumulado do ano, a queda é de 21%.

Para analistas, o mercado brasileiro ainda está pressionado tanto pelo lado da oferta, como da demanda.

“Na verdade, nós estamos vivendo um problema de oferta ocasionado por tudo que nós vivemos, na pandemia, interrupção das cadeias produtivas globais, que gerou falta de peças”, conta Tereza Fernandez, consultora econômica da Fenabrave.

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Aumenta número de brasileiros que se automedicam e buscam informações sobre remédios na internet, diz pesquisa

O número de pessoas com 16 anos ou mais que tomam remédios por conta própria passou de 76%, em 2014, e chegou a 89%, este ano, mostra pesquisa do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade em parceria com o Datafolha.

Por Jornal Nacional

Aumenta número de brasileiros que se automedicam e buscam informações sobre remédios na internet, diz pesquisa

Uma pesquisa sobre hábitos dos brasileiros revelou a abrangência de uma espécie de mania nacional: quase 90% das pessoas acima dos 16 anos se automedicam.

Quando fica doente, a gerente administrativo Thalita Souza recorre sempre à caixinha de remédios. “Dá dorzinha de garganta, mal-estar, tá incomodando, já vou ali. Tenho em casa mesmo”, conta.

hábito de jamais consultar o médico acabou levando Thalita para a emergência.

“Eu tive uma crise alérgica terrível, eu não conseguia respirar, minha pele estava toda empolada. Isso foi por conta do remédio que eu tomei, acabei ficando mal e fui parar no hospital. Foi nisso que eu descobri que eu não posso tomar paracetamol”, lembra.

Cada vez mais brasileiros assumem esse risco. É o que revela uma pesquisa do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade em parceria com o Datafolha. Responsável pelo estudo, o farmacêutico Ismael Rosa diz que o número de pessoas com 16 anos ou mais que tomam remédios por conta própria passou de 76% em 2014, e chegou a 89%, este ano.

“As pessoas precisam ficar atentas no mascaramento de doenças mais graves, nas interações medicamentosas. Esses medicamentos utilizados em conjunto podem causar reações gravíssimas de saúde, intoxicações e até mesmo serem fatais”, explica.

A prática é mais comum quando a pessoa sente dor de cabeça, gripe, resfriado, dores musculares, febre, tosse e dor de barriga.

A pesquisa mostrou que a automedicação é maior entre os mais jovens. Na faixa entre 16 e 34 anos, 95% consomem remédios sem consultar um profissional de saúde. Já as pessoas com 60 anos ou mais se automedicam menos.

“Um dia todo mundo já fez isso, né? Mas hoje eu não compro mais”, confessa consumidora em farmácia.

Também chamou a atenção dos pesquisadores o uso cada vez mais frequente da internet: 51% dos brasileiros fazem consultas em sites para tentar entender os sintomas e 47% procuram informações na rede para saber que remédio comprar na farmácia.

“A pessoa que não tem informação técnica lê um texto sobre um determinado assunto e a tendência dela entender aquilo de maneira inadequada e seguir as instruções de maneira inadequada é muito grande. Então whatsapp, conselho de vizinho, pseudoespecialista: tem que ter cuidado em relação a isso. A gente estuda anos para tentar dominar isso e tem dificuldade, mesmo sendo médico, imagina quem não tem nenhuma informação”, alerta Tarso Mosci, membro da Sociedade Brasileira de Geriatria.

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Brasil registra 195 mortes em 24 horas; média móvel é de 97 óbitos por dia

São 664.443 óbitos e 30.590.994 casos conhecidos registrados do novo coronavírus desde o início da pandemia, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Média móvel de casos subiu nas últimas semanas e está em 16 mil por dia.

Por g1

Média móvel de casos de Covid sobe 29% no Brasil

O Brasil registrou nesta terça-feira (10) 195 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 664.443 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 97. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -2%, indicando tendência de estabilidade nos óbitos decorrentes da doença.

Brasil, 10 de maio

  • Total de mortes: 664.443
  • Registro de mortes em 24 horas: 195
  • Média de mortes nos últimos 7 dias: 97 (variação em 14 dias: -2%)
  • Total de casos conhecidos confirmados: 30.590.994
  • Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 20.589
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 16.053 (variação em 14 dias: +29%)
Média móvel de mortes — Foto: Arte/g1

Média móvel de mortes — Foto: Arte/g1

Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Paraíba, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe e Tocantins não tiveram registro de morte em 24 horas. No Acre e no Amapá, também não houve qualquer novo caso registrado no período.

Média móvel de casos — Foto: Arte/g1

Média móvel de casos — Foto: Arte/g1

O país também registrou 20.589 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 30.590.994 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 16.053, variação de +29%em relação a duas semanas atrás –quando chegou à faixa dos 12 mil casos diários, nível mais baixo desde os primeiros meses do surto de Covid em 2020.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Curva de mortes nos estados

  • Em alta (8 estados): RN, MA, CE, MG, AL, PR, MS e GO
  • Em estabilidade (8 estados e o DF): RS, SP, TO, SE, PI, DF, ES, BA e PE
  • Em queda (8 estados): AM, RR, MT, RO, SC, PB, PA e RJ

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os números de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados. Já a variação percentual para calcular a tendência (alta, estabilidade ou queda) leva em conta os números não arredondados.

Veja a situação nos estados

g1 exibe abaixo os gráficos de alguns estados na evolução de mortes por Covid e casos conhecidos da doença. Para ver a situação em todos os estados e no DF, além dos números nacionais, visite a página especial com mais detalhes e análises.

Médias móveis em destaques — Foto: Arte/g1

Médias móveis em destaques — Foto: Arte/g1

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal 

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Ibovespa tem nova queda e zera ganhos no ano

Nesta segunda-feira, o principal índice de ações da bolsa caiu 1,79%, a 103.250 pontos. O ano agora acumula queda de 1,50%.

Por g1

Ibovespa, principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, fechou em nova queda nesta segunda-feira (9) e perdeu os ganhos acumulados em 2022. O clima no pregão seguiu o pessimismo da semana passada e de mercados internacionais.

O índice terminou o dia com recuo de 1,79%, a 103.250 pontos. É a pior pontuação desde o dia 10 de janeiro (101.945 pontos). Veja mais cotações.

Na sexta-feira, a bolsa fechou em queda de 0,16%, a 105.135 pontos. Com o resultado de hoje, passou a acumular queda de 4,29% na semana e no mês, e de 1,50% no ano.

Diesel da Petrobras fica mais caro a partir de terça-feira (10)

O que está mexendo com os mercados?

Os mercados internacionais tinham viés negativo nesta segunda-feira, em meio a perspectivas de elevação mais agressiva dos juros nos EUA e temores de uma forte desaceleração econômica na China.

O que começa a ganhar corpo na lista de preocupações de investidores é o risco de recessão. Na zona do euro, a confiança dos investidores caiu em maio pelo 3ºmês seguido, para seu nível mais baixo desde junho de 2020, à medida que o impacto da guerra na Ucrânia sobre a maior economia da Europa se torna cada vez mais claro.

Por aqui, permanecem as preocupações com a inflação persistente e com o impacto da alta dos juros na atividade econômica.

“Os elementos que sustentam a inflação brasileira não se garantem em queda, pois a instabilidade do câmbio acaba por afetar os preços de combustíveis, influenciando além do índice de transportes, pois também se reflete no índice de habitação devido ao custo do gás de cozinha”, destacou Jason Vieira, economista-chefe da Infinity Asset.

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São Paulo tem aumento de assaltos e de roubos seguidos de assassinatos

Os casos de roubos aumentaram 10% no primeiro trimestre, em comparação com o mesmo período do ano passado. E foram 17 latrocínios, que é o roubo seguido de morte, entre janeiro e março.

Por Jornal Nacional

São Paulo tem aumento de assaltos e de roubos seguidos de assassinatos

A cidade de São Paulo está enfrentando um aumento no número de assaltos e de latrocínios, os roubos seguidos de assassinatos.

Josivaldo Belarmino da Silva, de 55 anos, era enfermeiro e morava no tradicional bairro da Mooca, Zona Leste da capital paulista. Era conhecido na vizinhança pela dedicação.

“Ele sempre trabalhou na área da Saúde. Ele era enfermeiro, cuidava das velhinhas, ia na casa das pessoas. Ajudava muito a gente; com certeza vai fazer muita falta para nós aqui”, afirma o pedreiro Leonardo Martins.

Pouco depois das 6h, ele estava saindo de carro para o trabalho, quando chegaram dois homens encapuzados; um deles apontou uma arma. Josivaldo foi até o porta-malas, pegou um objeto e levou um tiro no pescoço. Os bandidos fugiram e o enfermeiro morreu.

“Eles levaram o celular e a carteira dele, não chegaram a levar o carro não. No que eles atiraram, já saíram correndo”, conta Roseane Maria da Silva, irmã de Josivaldo.

Um morador que não quer se identificar acordou com o barulho do disparo que matou Josivaldo.

“Era uma delícia morar aqui. Agora está isso: assalto em casa, assalto na rua, agora morte na rua. A gente não tem mais segurança nenhuma. Eu estou trancado aqui, cheio de câmera, e até as 6h27 fazer isso, matar uma pessoa. É triste”, lamenta.

O número de latrocínios, que é o roubo seguido de morte, vem subindo em São Paulo. Em 2020, foram 46 registros: na média, 11,5 a cada trimestre. Em 2021, 53: média de pouco mais de 13. Entre janeiro e março deste ano, já foram 17.

Em um deles, no mês passado, um homem que se passava por entregador de comida por aplicativo rendeu um estudante de 20 anos que deixava a namorada em casa. O bandido exigiu o celular do rapaz, que reagiu para proteger a namorada. O falso entregador deu três tiros e matou Renan Loureiro. Acxel de Holanda foi preso dois dias depois.

Além do aumento nos latrocínios que terminam de forma trágica para as vítimas e suas famílias, a cidade de São Paulo tem vivido um aumento dos casos de roubos. Foram 10% a mais neste trimestre, na comparação com o mesmo período do ano passado.

Nesta segunda-feira (9), o governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), reconheceu o aumento desse tipo de crime na capital paulista.

“Para quem teve um celular roubado hoje de manhã, a segurança não vai bem, e o governo não se acomoda com isso. Nós estamos atentos. A nossa vida está voltando ao normal; infelizmente, crimes contra o patrimônio estão voltando aos patamares de 2019, e nós estamos colocando mais polícia na rua para evitar esses crimes”, afirmou.

PM disse que desde quarta-feira passada intensificou as blitzes nas ruas. “Nós já fizemos mais de 7,5 mil vistoriais, quase 300 veículos foram apreendidos só nessa Operação Sufoco, nesses primeiros dias da operação. Isso deve continuar e não tem prazo para acabar”, informa o coronel Álvaro Camilo, secretário-executivo da PM-SP.

Um jovem de 18 anos foi mais uma vítima da violência em São Paulo. Nesta segunda, quando chegava na escola, na Zona Leste, bandidos tentaram levar o celular dele e de duas amigas. Caíque reagiu e foi baleado.

“Eu tinha acabado de chegar com as minhas amigas; a gente se encontrou na esquina da escola e sentou. Na hora que a gente sentou, os malucos chegaram gritando ‘perdeu, perdeu, perdeu’. Eu levei quatros tiros, três na perna direita e um na perna esquerda”, conta.

“Um conselho para ninguém fazer isso, reagir. Assaltou? Deixa levar o celular e vida que segue. Bens materiais a gente compra outro. Deu foi muita sorte, né?”, diz o pai do Caíque.

David Marques, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, explica que, mais do que levar os smartphones, os ladrões estão de olho nas informações bancárias.

“O que é necessário nesse momento é que as instituições de controle – as polícias, mas também os outros players desse negócio, como por exemplo as instituições bancárias, os aplicativos -, possam colocar restrições a essa facilidade que os criminosos hoje encontram para realizar esses assaltos e, posteriormente, aplicar esses golpes, fazer essas transferências com muita facilidade”, explica.

A Federação Brasileira de Bancos declarou que orienta os clientes a sempre usar o bloqueio de tela no celular, e nunca salvar a senha no aparelho. Lembrou ainda que, em caso de roubo, perda ou furto, é preciso pedir à operadora telefônica o bloqueio imediato do aparelho e comunicar à polícia.

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Conheça o brasileiro que ganhou sorteio para ir ao espaço: ‘Não é só para bilionários’

Engenheiro Victor Hespanha foi sorteado após fazer um investimento de R$ 4 mil. Ele será o segundo brasileiro a ir ao espaço, depois apenas de Marcos Pontes, que é astronauta profissional.

Por Maria Lúcia Gontijo, g1 Minas — Belo Horizonte

O engenheiro de produção de BH Victor Correa Hespanha, de 28 anos, foi sorteado para viajar pelo espaço — Foto: Arquivo pessoal

O engenheiro de produção de BH Victor Correa Hespanha, de 28 anos, foi sorteado para viajar pelo espaço — Foto: Arquivo pessoal

“Estou ansioso para realizar este sonho de infância, vai ser um marco na minha vida. Parece que estou vivendo em um filme, a ficha não caiu”.

A declaração é do engenheiro de produção Victor Hespanha, de 28 anos, que passou a infância assistindo a filmes de astronauta, espaços, foguetes e olhando para o céu de Belo Horizonte, onde vive, desejando passear por lá um dia.

Agora este dia está prestes a chegar. Ele foi sorteado para o voo da Blue Origin, empresa de turismo espacial, pela Crypto Space Agency (CSA), após comprar pela primeira vez um NFT, usando criptomoedas, e será um dos seis passageiros da viagem (veja quem são os outros passageiros mais abaixo).

empresa publicou a lista dos tripulantes nesta segunda-feira (9).

Passageiros da próxima missão espacial da Blue Origin, de Jeff Bezos — Foto: Divulgação/Blue Origin

Passageiros da próxima missão espacial da Blue Origin, de Jeff Bezos — Foto: Divulgação/Blue Origin

Hespanha é morador do bairro Santo Antônio, na Região Centro-Sul da capital mineira, e poderá participar da missão NS-21. Com a proeza, ele será o segundo brasileiro a viajar ao espaço – até então, apenas o astronauta profissional Marcos Pontes, que foi à Estação Espacial Internacional (ISS) em 2006, já tinha feito o mesmo.

“Sei de poucos detalhes, mas é uma viagem de 11 minutos, 5 deles na gravidade zero. A gente vai sair da linha da atmosfera e flutuar por 5 minutos em uma cápsula em altíssima velocidade. Pelos vídeos que vi, a “janela” é grande, vai dar para ver muita coisa”, conta o engenheiro.

Ele investiu cerca de R$ 4 mil em NFT. E brinca que conseguiu uma oportunidade que antes achava que seria só “para bilionários”:

“É assustador também, nunca pensei [que conseguiria], sou pessoa comum, mas estou tendo essa oportunidade incrível. Isso é para mostrar que viagem ao espaço não é só coisa de bilionário”.

A data da viagem ainda não foi divulgada pela Blue Origin.

‘Minha mãe chorou achando que eu vou morrer’

Victor disse ao g1 Minas que a família e os amigos estão incrédulos. Sua mãe chorou quando soube da notícia.

“Quando meus pais souberam ficaram incrédulos, meus amigos também. Minha mãe chorou achando que eu ia morrer, depois achou que eu ia para a lua, mas expliquei para ela que não era nada disso e rimos. Todos ficaram felizes pela oportunidade que vou ter”, disse o engenheiro.

Entenda a diferença entre voo orbital e voo suborbital — Foto: G1

Entenda a diferença entre voo orbital e voo suborbital — Foto: G1

Entenda o sorteio

A CSA, que pagou pela passagem, é uma empresa que diz ter a missão de unir a tecnologia da indústria espacial com o mercado de criptomoedas.

Em 25 de abril de 2022, ela colocou 5.555 NFTs à disposição do público e disse que um dos donos teria a chance de viajar ao espaço. Em 30 de abril, a empresa fez um sorteio e selecionou o brasileiro, que comprou o item para diversificar seus investimentos.

“Eu comprei pensando no potencial de valorização”, disse Hespanha.

Blue Origin, de Jeff Bezos, realizou quarta missão espacial tripulada em março de 2022

Outros passageiros da NS-21

Além do belo-horizontino, uma das passageiras é a mexicana Katya Echazarreta, que tem um canal no YouTube e apresenta séries de televisão que buscam oferecer inspiração para mulheres e outras minorias interessadas em ciências. Ela será a primeira mulher mexicana a ir ao espaço.

O engenheiro e investidor Evan Dick fará o trajeto pela segunda vez. Ele estava na missão NS-19, que também levou ao espaço Laura Shepard, filha do astronauta Alan Shepard, que é homenageado no nome do foguete.

A próxima viagem da Blue Origin também terá como passageiros Hamish Harding, presidente da empresa de jatos executivos Action Aviation; Jaison Robinson, fundador da empresa imobiliária JJM Investments; e Victor Vescovo, cofundador da empresa de investimentos Insight Equity.

Voos tripulados da Blue Origin

A empresa de turismo espacial de Bezos realizou 20 viagens ao espaço, mas apenas quatro tiveram passageiros. Em julho de 2021, o empresário participou da primeira missão tripulada com outras três pessoas.

Jeff Bezos no espaço: Veja os melhores momentos do voo e entenda o caso

Em outubro do mesmo ano, foi a vez do ator William Shatner, que interpretou Capitão Kirk da série “Jornada nas estrelas” (“Star trek”) finalmente conhecer o espaço. Ele também viajou com mais três passageiros.

Em dezembro de 2021, a Blue Origin fez um terceiro voo tripulado, desta vez com seis pessoas. Entre elas, estava Laura Shepard, filha de Alan Shepard, que 60 anos antes se tornou o primeiro americano a ir ao espaço.

quarta missão tripulada aconteceu em março de 2022, quando outras seis pessoas foram ao espaço.

Veja os melhores momentos da viagem de William Shatner, o ‘Capitão Kirk’, ao espaço

Diferenças entre as naves da SpaceX, Blue Origin e Virgin Galactic — Foto: Arte G1

Diferenças entre as naves da SpaceX, Blue Origin e Virgin Galactic — Foto: Arte G1

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‘Alguma coisa dizia dentro de mim: eu não vou morrer’, conta jornalista Gabriel Luiz, em entrevista à Fátima Bernardes

Repórter da Globo, em Brasília, levou 10 facadas no feriado de Páscoa, durante tentativa de latrocínio. Após 23 dias de internação e cirurgias, ele teve alta na última sexta-feira (6).

Por Mara Puljiz, g1 DF

Jornalista Gabriel Luiz, da TV Globo, no programa Encontro com Fátima Bernardes — Foto: TV Globo/Reprodução

Jornalista Gabriel Luiz, da TV Globo, no programa Encontro com Fátima Bernardes — Foto: TV Globo/Reprodução

O jornalista Gabriel Luiz, da Globo, em Brasília, vítima de uma tentativa de latrocínio no feriado de Páscoa, participou, nesta segunda-feira (9) do programa Encontro com Fátima Bernardes e falou da emoção de estar bem, após levar dez facadas e ficar 23 dias hospitalizado. Gabriel foi ferido no pescoço, no abdômen, no tórax, na perna, no estômago, no pulmão, no pâncreas e no diafragma, além do braço e do pulso – passou por cirurgias delicadas e precisou ficar internado na UTI.

“É uma dádiva estar vivo (…) Alguma coisa dizia dentro de mim, eu não vou morrer, não vai ser aqui, não vai ser agora. Eu tinha essa sensação. Alguma coisa do universo, Deus mesmo, alinhou tudo pra que desse certo”, disse Gabriel.

Jornalista Gabriel Luiz, da TV Globo, no programa Encontro com Fátima Bernardes — Foto: TV Globo/Reprodução

Jornalista Gabriel Luiz, da TV Globo, no programa Encontro com Fátima Bernardes — Foto: TV Globo/Reprodução

Durante a conversa, Gabriel destacou a solidariedade dos vizinhos, do porteiro, o atendimento rápido do Corpo de Bombeiros e também dos médicos. Ele teve alta na última sexta-feira (6).

“Estava no hospital me recuperando e, pra mim, o que eu queria fazer, era tirar todos os fios e ir embora logo. Fui me redescobrindo e, a cada hora, eu olhava uma cicatriz e outra. Eu não sabia que era tão grave”, conta.

Gabriel falou, ainda, do trauma psicológico. Na noite do crime, ele voltava para casa quando foi surpreendido por José Felipe Leite Tunholi, de 19 anos, e por um adolescente de 17 anos (leia mais abaixo).

Na hora do ataque, o jornalista diz que pensou que fosse “alguém brincando”. Ele afirma que só depois que começou a ser esfaqueado é que entendeu que se tratava de um crime.

“Eu lembro de tudo o que aconteceu. Foi tudo muito rápido, teve uma hora que eu pedi pra eles, pelo amor de Deus, vai embora, leva tudo e me deixa em paz”, diz Gabriel.

‘Assustado’

Com medo, Gabriel afirma que não pretende voltar a morar no mesmo endereço.

“Aquela cena passou tanto na minha cabeça [o esfaqueamento] que, às vezes, eu fico assustado mesmo”, diz o jornalista.

Ao mesmo tempo, Gabriel conta que está aliviado, animado, e com saudade do trabalho e dos amigos. “Eu quero virar a página logo, mas também a sensação é que eu quero viver muito mais, me agarrar à vida, ao meu trabalho”.

O jornalista tem feito fisioterapia e se recupera na casa de familiares. Ele agradeceu pela preocupação de todos.

“Veio tanta mensagem de carinho, de todo lugar do Brasil, tanta gente torcendo por mim, gente que eu nem conhecia. Eu só tenho a agradecer pela torcida e dizer que cada mensagem fez diferença”.

O crime

Segundo as investigações da Polícia Civil do Distrito Federal, o crime foi cometido por José Felipe Leite Tunholi, de 19 anos, e por um adolescente de 17 anos. Eles roubaram o celular e a carteira de Gabriel, que foram encontrados momentos depois, perto do local do crime.

A Justiça aceitou denúncia feita pelo Ministério Público do DF (MPDFT) contra o maior de idade, que está preso na Papuda, pelos crimes de tentativa de latrocínio e corrupção de menor. Já o adolescente está em uma unidade de internação da capital.

Quem é Gabriel Luiz?

Formado em Jornalismo na Universidade de Brasília (UnB), Gabriel Luiz entrou na Globo como estagiário, em 2014.

Em 2015, foi contratado como repórter do g1 DF, onde ficou até 2019, quando migrou para a equipe do DF1, como editor e repórter. Conhecido pelo estilo irreverente e bem-humorado, Gabriel produz reportagens investigativas, que apuram irregularidades nos mais variados setores do poder.

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Diesel da Petrobras fica mais caro a partir de terça-feira

Preço médio do litro vendido para as distribuidoras vai passar de R$ 4,51 para R$ 4,91, um aumento de 8,87%. Os preços da gasolina e do gás de cozinha não serão alterados.

Por g1

Petrobras anunciou nesta segunda-feira (9) que vai elevar o preço do diesel para as distribuidoras. O preço médio do litro vai passar de R$ 4,51 para R$ 4,91 a partir de terça (10), um aumento de 8,87%.

Os preços da gasolina e do gás de cozinha não serão alterados.

Segundo a petroleira, o diesel não sofria reajuste há 60 dias – desde 11 de março. Naquele momento, diz a Petrobras, a alta refletia “apenas parte da elevação observada nos preços de mercado”.

Com o novo reajuste, o diesel já acumula no ano alta de 47% nas refinarias da Petrobras.

“Com esse movimento, a Petrobras segue outros fornecedores de combustíveis no Brasil que já promoveram ajustes nos seus preços de venda acompanhando os preços de mercado”, afirma a estatal em nota.

Petrobras afirma ainda que, considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da petroleira no preço pago pelo consumidor passará de R$ 4,06, em média, para R$ 4,42 a cada litro vendido na bomba.

O reajuste foi realizado enquanto as cotações de diesel e gasolina apresentavam defasagem em relação à paridade internacional, com a diferença em -27% para o primeiro e -22% para o segundo, conforme avaliação do Itaú BBA, na última sexta-feira.

Na semana passada, os preços internacionais do petróleo acumularam alta de quase 4%, com o barril do Brent se mantendo acima de US$ 110, depois que a UE delineou um embargo ao petróleo russo como parte de seu pacote de sanções mais duro até agora sobre o conflito na Ucrânia.

Preços ao consumidor em disparada

Na semana passada, o preço da gasolina subiu pela quarta semana seguida, e voltou a marcar um novo recorde nos postos de combustíveis do país, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)

O preço médio do litro da gasolina ficou em R$ 7,295 nesta semana, o que representa uma alta de 0,16% em relação ao levantamento anterior. Trata-se do maior valor nominal pago pelos consumidores desde que a ANP passou a fazer levantamento semanal de preços, em 2004.

O levantamento também apontou uma alta no preço do preço do diesel. Na semana, o valor combustível nos postos registrou um avanço de 0,30%, para R$ 6,630 o litro.

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