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Medo foi sentimento mais comum entre brasileiros no 1º semestre da pandemia, constata pesquisa sobre saúde mental

Segundo professora da UFMG, ‘transmitir o coronavírus para pessoas queridas foi o que mais apavorou a população’. Questionário on-line foi respondido por 200 mil profissionais da saúde e 8 mil pessoas de outras áreas.

Por Thaís Leocádio, G1 Minas — Belo Horizonte

Qual o impacto da pandemia na saúde mental da população? Uma pesquisa que ouviu mais de 200 mil pessoas documentou o que já era esperado: o medo foi o principal sentimento dos brasileiros ao longo do primeiro semestre de convivência com o coronavírus.

Segundo a professora da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Débora Marques de Miranda, a angústia veio principalmente do temor de levar a doença do trabalho para dentro de casa.

“O primeiro dado que a gente conseguiu extrair foi o aumento da sensação de estresse da população em geral e de profissionais de saúde. Mais ainda nos profissionais de saúde. O medo de transmitir a doença para pessoas queridas foi o que mais apavorou a nossa população, o que mais gerou a sensação de estresse”, disse a pesquisadora.

O estudo é realizado pela UFMG em parceria com a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Associação Brasileira de Impulsividade e Patologia Dual (ABIPD), Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA), Universidade do Texas e Mackenzie.

Ao todo, 200 mil profissionais de saúde e 8 mil pessoas de outras áreas participaram da pesquisa através de um formulário on-line. As respostas foram documentadas, analisadas e servirão de apoio para planejamento de condutas médicas e políticas públicas.

“As pessoas estavam com tanto medo que elas muitas vezes tinham sintomas, às vezes sem estar com a infecção, inferindo por somatização que poderiam estar com a doença”, exemplificou a professora.

Os participantes recebem um relatório e, quando necessário, são alertados sobre a necessidade de procurar ajuda profissional.

Próximos passos

Em dezembro de 2020, os pesquisadores deram início à segunda fase da pesquisa. A ideia, agora, é mapear esse novo momento da pandemia de coronavírus e documentar como é que as pessoas estão sobrevivendo ao processo.

“No princípio houve o susto. E depois de tanto isolamento social, para quem o fez, de tanta confusão, de começar a sentir a complicação econômica, de sentir os efeitos do isolamento, da sobrecarga e de mudança de rotina?”, questionou a médica.

Quem quiser participar da segunda fase do estudo pode preenchero formulário disponível no site da ABP. É necessário ter mais de 20 anos e não é preciso ter contribuído com a etapa anterior do estudo.

“Quanto mais tempo a pessoa fica isolada, sob ameaça, pior é em termos de saúde mental. A gente espera uma piora do estado de saúde mental nessa segunda fase”. A pesquisadora informou que estão previstas novas etapas, de seis em seis meses, para que a pandemia seja caracterizada em sua totalidade.

De março de 2020 até agora, Minas Gerais já registrou mais de 595 mil casos de coronavírus. Ao todo, 12.736 terminaram em morte, segundo o último boletim da Secretaria de Estado de Saúde (SES). No país, de acordo com o consórcio de veículos de imprensa, 203.202 brasileiros perderam a vida por conta da Covid-19.

“Nas fases subsequentes, estamos esperançosos de que a gente tenha boas perspectivas, com resiliência da população. Um desejo grande que nossa brasilidade de saber sobreviver prevaleça. Que a gente consiga sobreviver a tanta desordem que a pandemia promoveu”, afirmou a professora.

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Morre o general da reserva Carlos Roberto Pinto de Souza, diretor do setor no Inep que elabora o Enem

Ele trabalhava na autarquia desde 2019. Antes havia sido instrutor no Exército e chefe do Centro de Defesa Cibernética e comandante do Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica.

Por G1

Carlos Roberto Pinto de Souza comandava a Diretoria de Avaliação da Educação Básica (Daeb) — Foto: Exército Brasileiro

Carlos Roberto Pinto de Souza comandava a Diretoria de Avaliação da Educação Básica (Daeb) — Foto: Exército Brasileiro

Morreu nesta segunda (11), em Curitiba, o general da reserva Carlos Roberto Pinto de Souza, responsável pela área dentro do Inep que coordena a elaboração do Enem. Ele tinha 59 anos. O primeiro dia de provas do exame ocorre no próximo domingo (17).

Em comunicado à imprensa, o Inep afirmou que Pinto de Souza, dentro da Diretoria de Avaliação da Educação Básica (Daeb), participou ativamente da concepção do Enem Digital e do Novo Saeb, principal projeto a que se dedicava nos últimos meses. A assessoria do Inep disse que não informará a causa da morte em respeito à família.

A autarquia ligada ao Ministério da Educação (MEC) afirma que “agradece o trabalho desempenhado com dedicação, entusiasmo, responsabilidade e senso ético pelo diretor Carlos Roberto. Seu nome estará registrado na história do Inep”.

A TV Globo apurou que a causa da morte do general reformado foi em decorrência de complicações da Covid-19. Ele foi internado um pouco antes do último Natal.

Carlos Roberto Pinto de Souza em atividade com o Exército — Foto: Exército Brasileiro

Carlos Roberto Pinto de Souza em atividade com o Exército — Foto: Exército Brasileiro

Pinto de Souza tinha doutorado em Altos Estudos Militares e foi Comandante do Centro de Comunicação e Guerra Eletrônica do Exército Brasileiro.

Ele não tinha formação na área de avaliação escolar. Até assumir o cargo no Inep, trabalhava como assessor no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Além do Enem, coordenou as equipes envolvidas no Encceja (Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos), Celpe-Bras (Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros), Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica), Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), entre outros.

Suas experiências anteriores haviam sido como servidor público no campo da Defesa: foi instrutor no Exército, chefe do Centro de Defesa Cibernética e comandante do Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército.

Justiça decidirá sobre Enem

Uma ação movida na Justiça por organizações estudantis e institutos da área de educação na última sexta (7) e uma carta de mais de 45 associações ligadas a ciência questionam a segurança sanitária para a realização do Enem 2020 em face da alta de casos de Covid no país.

A versão impressa do exame está marcada para este domingo (17) e para o seguinte (24).

O documento solicita o adiamento da prova. A Defensoria Pública da União fez o pedido junto com a União Nacional dos Estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e as entidades Campanha Nacional pelo Direito à Educação e Educafro.

Na mesma sexta, mais de 45 entidades científicas publicaram uma carta endereçada ao ministro da Educação, Milton Ribeiro, em que expressam preocupação pela realização do exame.

Encabeçam a manifestação a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped) e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco).

Segundo a carta, as medidas do Inep e do governo federal “não são suficientes para garantir a segurança da população brasileira, num momento de visível agravamento da pandemia no país”.

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Pazuello diz que estuda priorizar a vacinação com 1 dose da Oxford para ‘reduzir a contaminação’

Intenção do governo é garantir imunização de maior número de pessoas com cenário de doses limitadas. Fiocruz recomendou a aplicação de duas doses, com intervalo de até três meses entre elas.

Por G1 AM

Pazuello em evento em Manaus nesta segunda-feira (11) — Foto: Reprodução/Facebook

Pazuello em evento em Manaus nesta segunda-feira (11) — Foto: Reprodução/Facebook

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta segunda-feira (11) que o foco da vacinação contra Covid-19 no Brasil poderá ser a redução da pandemia em vez de, no primeiro momento, assegurar a ‘imunidade completa’. Para Pazuello, o objetivo é frear a contaminação com a aplicação de pelo menos uma dose do imunizante do laboratório Astrazeneca em parceria com a universidade de Oxford.

Ao lado do governador Wilson Lima (PSC) e do prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), Pazuello anunciou ações de combate à doença justamente em um momento em que a capital vive um colapso no sistema de saúde e funerário. O plano nacional de imunização foi um dos principais temas do discurso.

“Essas doses, que com duas doses você vai a 90 e tantos por cento [de imunização], com uma dose vai a 71%. Com 71% talvez a gente entre para imunização em massa, é uma estratégia que a Secretaria de Vigilância em Saúde vai fazer para reduzir a pandemia. Talvez o foco seja não na imunidade completa, mas sim a redução da contaminação e aí a pandemia diminui muito. Podendo aplicar a segunda dose na sequência, chegando a 90%”, afirmou.

Ele não informou o intervalo pretendido entre a aplicação da primeira e da segunda dose. A imunização, segundo o governo, começa pelo prazo considerado mais otimista, no dia 20 de janeiro.

Questionada pelo G1 em relação à aplicação de uma única dose, a Fiocruz informou que: “a AstraZeneca recomenda um regime de vacinação com duas doses, considerando um intervalo de 4 e 12 semanas após a primeira dose. No entanto, o regime de doses a ser adotado no país é uma definição do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, do Ministério da Saúde”.

A eficácia dessa vacina de Oxford, segundo dados divulgados por especialistas britânicos, é de 70%. Isso significa que 7 a cada 10 pessoas vacinadas apenas com a primeira dose da vacina de Oxford ficam protegidas 21 dias depois. Quando a segunda dose é aplicada, 12 semanas após a primeira, esse número sobe para 80%. As informações foram divulgadas no dia 30 de dezembro.

Segundo Pazuello, o Brasil já contratou 354 milhões de doses de vacinas contra o novo coronavírus. Da Fiocruz, que incorpora a tecnologia da Astrazenica Oxford, são 100 milhões de doses até junho e 110 milhões até dezembro, o que totalizaria 210 milhões do doses já contratadas.

O epidemiologista da Fiocruz Amazônia, Jesem Orellana, não integra a equipe de pesquisa da vacina, mas diz que “as vacinas que vamos usar não servem para frear o vírus, inclusive, na apresentação, foi enfatizado que ela serve para diminuir casos graves, não para evitar a circulação do vírus. Não há base científica para afirmar que com uma dose é possível proteger e não transmitir. Vacina não é uma fórmula milagrosa que você toma e evita a circulação do vírus”.

“Se você aplica uma dose, está em teoria subutilizando todo o potencial da vacina dentro do esquema proposto pelo protocolo. Com isso, como você explora menos o potencial imunogênico da vacina, vai ter um número maior de pessoas vacinadas que adoeceram, ainda que com casos leves”, diz Orellana. “E dependendo do intervalo que for dado para a aplicação da segunda dose, isso cria outro problema. Quanto maior a distância entre a primeira e segunda dose, maior chance de perder o paciente pelo desinteresse dele”.

Uso emergencial

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu na última sexta-feira (8) o pedido da Fiocruz para o uso emergencial da vacina de Oxford. O país não tem nenhuma dose do imunizante – o país conta com uma autorização de importação de 2 milhões de doses da vacina de Oxford de um laboratório indiano. Na última semana, Bolsonaro pediu urgência na entrega do imunizante.

Esse imunizante já é aplicado, com autorização emergencial, no Reino Unido. O uso emergencial também foi aprovado pela ArgentinaMéxico e Índia.

Sobre o Butantan, envolvido em um atrito entre os governos do estado de São Paulo e o governo federal, Pazuello disse que atualmente discute a autorização para o uso emergencial de 6 milhões de vacinas importadas pelo instituto ligado ao governo paulista.

“O Ministério nunca deixou de trabalhar tecnicamente com o Butantan para comprar a vacina quando estiver registrada e garantida a segurança e eficácia pela Anvisa ou autorização de uso emergencial”, afirmou. O Butantan trabalha em parceria com um laboratório chinês na produção da Sinovac. A produção no Brasil do imunizante já começou e soma cerca de 2,8 milhões de doses.

“Onde está a dificuldade [para liberação da Anvisa]? Não há registro na China nem autorização de uso emergencial ainda. E a Anvisa tem tido dificuldades de receber toda essa documentação pronta. Nós estamos trabalhando com o Butantan direto para que ele forneça essa documentação”, afirmou. ” Há todo o interesse do Ministério para que conclua essa análise e nos disponibilize para uso, mesmo que emergencial, os 6 milhões de doses”.

Sobre o calendário nacional de vacinação, Pazuello falou que todo o país deve começar a imunizar junto. “A vacina vai começar no dia D, na hora H no Brasil. No primeiro dia que chegar a vacina, ou que a autorização for feita, a partir do terceiro ou quarto dia já estará nos estados e municípios para começar a vacinação no Brasil. A prioridade está dada, é o Brasil todo“, disse o ministro.

Em São Paulo, o governador Doria (PSDB) disse que calendário estadual está mantido – 25 de janeiro. Se o governo federal antecipar a data, os paulistas começarão a receber a vacina com o restante do país.

Diagnóstico precoce

O ministro reforçou a importância do atendimento precoce. “A gente é competitivo. Se disser que tem que aguentar em casa, o caboclo aguenta até morrer”, disse . “A competição é quem vai primeiro procurar um médico, quem vai primeiro se tratar. Estou sendo enfático”.

Pazuello afirmou que é importante que o paciente receba um diagnóstico a partir do exame clínico, independentemente da realização de exames.

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BB anuncia programa de demissão voluntária para 5 mil funcionários

Foi anunciado ainda o fechamento de 361 unidades, sendo que 112 são agências do banco.

Por G1

O Banco do Brasil anunciou nesta segunda-feira (11) a abertura de dois Programas de Demissão Voluntária com a previsão de adesão de cerca de 5 mil funcionários.

Foi anunciado ainda o fechamento de 361 unidades – 112 agências, 7 escritórios e 242 postos de atendimento – no primeiro semestre deste ano – veja mais informações abaixo.

As chamadas modalidades de desligamento incentivado voluntário aos funcionários são as seguintes:

  • Programa de Adequação de Quadros (PAQ), a fim de otimizar a distribuição da força de trabalho, equacionando as situações de vagas e excessos nas unidades do banco. Além da opção de desligamento, o PAQ incentiva movimentações laterais para unidades onde existam vagas.
  • Programa de Desligamento Extraordinário (PDE), disponível a todos os funcionários do BB que atenderem aos pré-requisitos e é específico para o incentivo ao desligamento, com limite de 5 mil adesões.

Os programas possuem regulamentos específicos que estabelecem as regras para adesão, que não foram especificados no fato relevante anunciado aos investidores.

O número final de adesões, assim como o impacto financeiro, serão informados ao mercado após o encerramento dos períodos de adesão, que ocorrerá até 5 de fevereiro, informa o banco.

Em ambos os programas, a adesão é voluntária e de caráter pessoal. Os incentivos variam de acordo com as condições estabelecidas por cada programa e pelas condições de cada funcionário.

Em julho de 2019, o Banco do Brasil anunciou um plano de desligamento incentivado para promover adequação nos quadros de funcionários, além de regularizar vagas e excessos em dependências e praças, otimizando a distribuição da força de trabalho nas unidades. Aderiram ao PDV 2.367 funcionários.

Em setembro de 2020, de acordo com último balanço de resultados, o Banco do Brasil tinha 92.106 funcionários, queda de 1,9% em relação a setembro de 2019 (93.872).

BB anuncia programa de demissão voluntária para 5 mil funcionários

Caixa reabre PDV após baixa adesão

A Caixa Econômica Federal anunciou um PDV em novembro do ano passado para o número limite de 7,2 mil empregados – 2,3 mil funcionários manifestaram interesse e fizeram adesão à possibilidade de desligamento. Com a baixa adesão, o banco reabriu o programa em dezembro. De acordo com a Caixa, a média de confirmação de adesões aos PDVs varia entre 1,8 mil e 2 mil.

Fechamento de agências

O Banco do Brasil anunciou que a reorganização da rede de atendimento, incluindo o fechamento de unidades, deve trazer uma economia líquida anual estimada com despesas administrativas de R$ 353 milhões em 2021 e R$ 2,7 bilhões até 2025.

O objetivo do fechamento das unidades, segundo o banco, é trazer mais eficiência à rede de atendimento, propiciar recursos para abertura das unidades de atendimento especializado e melhorar a experiência do cliente.

O Banco do Brasil informa que manterá sua presença nos locais em que houve fechamento, seja com outras unidades próprias já existentes, em 221 municípios, ou com correspondentes bancários Mais BB nos demais.

As mudanças nas agências acontecem a partir de 22 de fevereiro, e os clientes dessas unidades serão informados por meio de SMS, aplicativo para celular, internet banking, terminais de autoatendimento, além de correspondências, e-mail marketing e cartazes nas agências.

A mudança de agência é automática. Os clientes não precisam fazer qualquer procedimento adicional e podem manter seus cartões e senhas para transações na nova agência, mesmo que haja alteração no número da conta.

O banco construiu um hotsite para esclarecer as medidas aos clientes. Em caso de dúvidas, poderão ser atendidos tanto via WhatsApp – (61) 4001-0001, assim como poderão entrar em contato com Central de Atendimento 0800 729 5291, de segunda a sexta-feira, das 8 às 20h.

Além do fechamento das 361 unidades, o BB anunciou:

  • Conversão de 243 agências em postos de atendimento e outros 8 postos de atendimento serão transformados em agências.
  • Transformação de 145 unidades de negócios em Lojas BB, sem a oferta de guichês de caixa, com maior vocação para assessoria e relacionamento.
  • Relocalização compartilhada de 85 unidades de negócios.
  • Criação de 28 unidades de negócios, sendo 14 Agências Especializadas Agro e 14 Escritórios Leve Digital (unidades especializadas no atendimento a clientes com maturidade digital), com aproveitamento de espaços existentes, não envolvendo contratação ou locação de novos imóveis.

Segundo o Banco do Brasil, a reorganização da rede de atendimento tem o objetivo de adequar ao novo perfil e comportamento dos clientes e abrange outros movimentos de revisão e redimensionamento nas diretorias, áreas de apoio e rede, privilegiando a especialização do atendimento e a ampliação da oferta de soluções digitais.

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Com quase 2 mil mortos por Covid-19, BH amanhece de portas fechadas nesta 2ª, como no início da pandemia

Capital já teve 1.938 mortes provocadas pelo novo coronavírus. Anúncio do fechamento do comércio não essencial foi feito na última quarta-feira, confirmado em decreto na sexta-feira.

Por G1 Minas — Belo Horizonte

De volta à estaca zero. Assim como aconteceu em março e, depois, em junho do ano passado, Belo Horizonte volta a amanhecer, nesta segunda-feira (11), com as portas das lojas de rua e de shoppings fechadas. A exceção são as atividades consideradas “essenciais”, como padarias, supermercados e postos de gasolina (veja lista completa ao final da reportagem).

O novo fechamento foi anunciado pelo prefeito Alexandre Kalil (PSD) na quarta-feira (6), e oficializado em um decreto, publicado na última sexta-feira (8). As medidas começam a valer a partir desta segunda (11), por tempo indeterminado.

Prefeitura publica decreto e comércio de BH fica restrito às atividades essenciais

Além dos serviços essenciais, praças públicas permanecerão abertas, ao contrário do que aconteceu no início do ano passado com cinco grandes praças, assim como os parques públicos e o zoológico da cidade, com visitas agendadas previamente.

Além disso, qualquer estabelecimento pode funcionar no sistema de delivery e de drive-thru, além de retirada na porta, no caso de bares e restaurantes.

Segundo a prefeitura, mesmo com as restrições, um total de 153.947 empresas de serviços e de atividades essenciais (82% das empresas ativas instaladas na capital) continuarão autorizadas a funcionar.

Mesmo assim, representantes do comércio reagiram à decisão da prefeitura e pediram reunião com o prefeito. Houve protestos de algumas categorias, como a de donos de academias.

Quarentena é por tempo indeterminado

A decisão, segundo a prefeitura, leva em consideração os três índices monitorados pelo executivo municipal durante a pandemia: o número médio de transmissão por infectado (RT); a ocupação de leitos de UTI; e a ocupação de leitos de enfermaria.

Os dados mais atualizados, divulgados na sexta-feira (8), mostram a situação de alerta na capital mineira, com 83,3% dos leitos de UTI ocupados e 1.938 mortes provocadas pela Covid-19 na cidade. Desde o início da pandemia, já foram notificadas 68.213 confirmações.

“Chegamos ao limite da Covid-19. Nós avisamos, nós tentamos avisar. Tentamos manter a cidade aberta há 10 dias, quando os números ainda eram perigosos, mas nós tínhamos, pelo menos, uma expectativa de responsabilidade (…) O comerciante tem que se preparar porque sexta-feira nós estamos soltando um decreto voltando a cidade à estaca zero”, disse Kalil, na quarta-feira.

A prefeitura seguirá monitorando os indicadores epidemiológicos para avaliar sobre a possibilidade de mudanças no processo de reabertura. Portanto, a quarentena permanecerá o tempo necessário para redução dos números, que é indeterminado.

O que pode funcionar?

Veja quais são os serviços considerados essenciais pela prefeitura, e que poderão se manter em funcionamento, a partir de 11 de janeiro e enquanto durar a quarentena:

  • Padaria (de 5h às 22h)
  • Comércio varejista de laticínios e frios (de 7h às 21h)
  • Açougue e Peixaria (de 7h às 21h)
  • Hortifrutigranjeiros (de 7h às 21h)
  • Minimercados, mercearias e armazéns (de 7h às 21h)
  • Supermercados e hipermercados (de 7h às 22h)
  • Artigos farmacêuticos (sem restrição de horário)
  • Artigos farmacêuticos, com manipulação de fórmula (sem restrição de horário)
  • Comércio varejista de artigos de óptica (sem restrição de horário)
  • Artigos médicos e ortopédicos (sem restrição de horário)
  • Tintas, solventes e materiais para pintura (de 7h às 21h)
  • Material elétrico e hidráulico, vidros e ferragem (de 7h às 21h)
  • Madeireira (de 7h às 21h)
  • Material de construção em geral (de 7h às 21h)
  • Combustíveis para veículos automotores (sem restrição de horário)
  • Peças e acessórios para veículos automotores (de 8h às 17h)
  • Comércio varejista de gás liquefeito de petróleo – GLP (sem restrição de horário)
  • Comércio atacadista da cadeia de atividades do comércio varejista listado nesta relação (5h às 17h)
  • Agências bancárias: instituições de crédito, seguro, capitalização, comércio e administração de valores imobiliários (sem restrição de horário)
  • Casas lotéricas (sem restrição de horário)
  • Agência de correio e telégrafo (sem restrição de horário)
  • Comércio de medicamentos para animais (sem restrição de horário)
  • Atividades de serviços e serviços de uso coletivo, exceto os especificados no art. 2º do Decreto nº 17.328, de 8 de abril de 2020 (sem restrição de horário)
  • Atividades industriais (sem restrição de horário)
  • Restaurantes, desde que em sistema de delivery ou retirada na porta (sem restrição de horário)
  • Banca de jornais e revistas (sem restrição de horário)
  • Atividades acima, em funcionamento no interior de shopping centers, galerias de loja e centros de comércio (deverão ser observados os horários de cada atividade)
  • Praças públicas
  • Parques públicos e zoológico (desde com agendamento prévio).

Veja a seguir algumas atividades que estão suspensas por tempo indeterminado:

  • comércio de vestuário, calçado, relojoaria, papelaria, entre outros;
  • bares e restaurantes (mas é autorizado delivery e retirada no local);
  • casas de shows e espetáculos de qualquer natureza;
  • boates, danceterias, salões de dança;
  • casas de festas e eventos;
  • feiras, exposições, congressos e seminários;
  • shoppings centers, centros de comércio e galerias de lojas;
  • cinemas e teatros;
  • clubes de serviço e de lazer;
  • academia, centro de ginástica e estabelecimentos de condicionamento físico;
  • clínicas de estética e salões de beleza;
  • parques de diversão e parques temáticos;
  • autorizações para eventos em propriedades e logradouros públicos;
  • autorizações de feiras em propriedade;
  • autorizações para atividades de circos e parques de diversões;
  • escolas;
  • feiras públicas, como a Feira Hippie;
  • festas em espaços comuns de condomínios residenciais ou corporativos.

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Economias do Norte e Nordeste devem ser as mais prejudicadas com o fim do Auxílio Emergencial

Estudo da consultoria Tendências projeta queda de cerca de 8% na renda das duas regiões após a extinção do benefício, que segue sem substituto; programa custou quase R$ 300 bilhões aos cofres da União.

Por Bianca Lima e Luiz Guilherme Gerbelli, GloboNews e G1

O desempenho econômico do Norte e Nordeste deve ser o mais prejudicado com o fim do Auxílio Emergencial, que teve a sua última parcela depositada no mês de dezembro. Sem a ajuda do governo federal, as duas regiões vão colher uma forte queda na renda e um crescimento mais baixo do que a média nacional neste ano.

Estudo realizado pela consultoria Tendências aponta que o rendimento dos moradores da região Norte saltou 13,1% no ano passado, enquanto que o dos habitantes do Nordeste cresceu 8,3%.

Em 2021, porém, os dados apontam para uma reversão: a renda do Norte vai despencar 8,5% e a do Nordeste, 8%.

Como comparação, a renda de todo o Brasil cresceu 4,6% no ano passado e deve recuar 3,7% em 2021.

Massa de renda — Foto: Economia G1

Massa de renda — Foto: Economia G1

“As regiões Norte e Nordeste foram as que tiveram o maior número de domicílios beneficiados pelo Auxílio Emergencial, porque são os locais com maior informalidade”, explica a economista e sócia da consultoria Tendências, Alessandra Ribeiro. “Então, o fim do auxílio afeta bastante a região Norte e, especialmente, o Nordeste.”

Segundo a Caixa Econômica Federal, as transferências da União somaram R$ 292,9 bilhões e alcançaram 67,9 milhões de pessoas – quase um terço da população do país.

Recuperação desigual

O impacto do benefício também pode ser medido pela taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) das diferentes regiões.

No ano passado, segundo as projeções da consultoria, a atividade econômica do Norte (-1,9%) e do Nordeste (-3,8%) encolheu bem menos do que a média do país (- 4,4%).

Mas em 2021 esse cenário também deve se inverter: Nordeste (2,1%) e Norte (2,6%) crescerão abaixo da média nacional, que será de 2,9%.

“Haverá uma diversidade bem expressiva na expansão das regiões”, afirma Alessandra. “O Nordeste deve ter o menor crescimento, muito por causa do fim do auxílio. É uma região que depende de transferências governamentais e de investimentos públicos. E, diante da situação fiscal adversa (do país), a gente não tem a previsão de grandes projetos ou investimentos públicos que possam trazer um impulso para a região.”

Crescimento regional — Foto: Economia G1

Crescimento regional — Foto: Economia G1

A expectativa é que o crescimento mais robusto seja observado no Sul (4,1%), principalmente por conta da base de comparação, que é muito fraca. Em 2020, segundo as projeções da Tendências, o PIB da região recuou 6,1%, pressionado pelo PIB agropecuário, que sofreu com as condições climáticas locais, e pelo fraco desempenho do setor de máquinas e equipamentos.

Crise social

O fim do Auxílio Emergencial vai abrir uma lacuna preocupante no orçamento das famílias mais pobres. Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que 2,9 milhões de domicílios (4,3% do total) sobreviveram, em novembro, apenas com o valor do benefício.

Auxílio-emergencial foi única renda de 3 milhões de lares em novembro

Porcentual que é bem mais elevado em estados do Norte e Nordeste, como Ceará (8,7%), Piauí (9,6%) e Amapá (12,9%).

O drama do fim do auxílio é ainda maior devido à situação crítica do mercado de trabalho. Os economistas projetam uma recuperação lenta do emprego em 2021, insuficiente para absorver todos os desocupados.

No terceiro trimestre de 2020, a taxa de desocupação chegou a 14,6%, o que corresponde a 14,1 milhões de desempregados, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Três estados do Nordeste lideram esse ranking: Bahia (20,7%), Sergipe (20,3%) e Alagoas (20%).

Sem folga fiscal

O presidente Jair Bolsonaro chegou a ensaiar a criação de um programa para substituir o Auxílio Emergencial, mas a proposta não foi adiante por causa da restrição fiscal do país e da falta de consenso dentro do próprio governo.

O custo do auxílio – de quase R$ 300 bilhões – é dez vezes superior ao orçamento do programa Bolsa Família, que em 2021 está estimado em R$ 35 bilhões.

“O governo está totalmente engessado, as contas públicas estão comprometidas e há um déficit fiscal extremamente elevado. Tudo isso faz com que o governo perca uma das ferramentas mais importantes, que é a política fiscal”, afirma o professor do Insper Otto Nogami.

A equipe econômica projeta um rombo recorde em 2020, de R$ 831,8 bilhões, o que levaria a dívida bruta do setor público a patamares próximos de 100% do PIB.

Reformas importantes, que poderiam reduzir as despesas obrigatórias e aumentar o potencial de crescimento do país, seguem paradas no Congresso Nacional, depois de ficarem em segundo plano em meio à pandemia e às eleições municipais.

A reforma administrativa, que mexe na estrutura do serviço público, ainda não começou a tramitar na Câmara dos Deputados, enquanto que a reforma tributária aguarda análise de uma comissão mista, sem previsão de votação. Já a chamada PEC Emergencial, que cria mecanismos de ajuste para União, Estados e municípios, está no Senado desde 2019.

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Veja o calendário de pagamentos do saque aniversário do FGTS em 2021; 9,7 milhões de trabalhadores fizeram adesão

8 milhões optaram pela modalidade de saque em 2020; trabalhador pode fazer uma retirada por ano de parte do valor das contas do Fundo de Garantia de acordo com o mês em que nasceu.

Por Marta Cavallini, G1

A Caixa Econômica Federal informou que mais de 9,7 milhões de trabalhadores optaram pelo saque aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) desde outubro de 2019. Deste total, 8 milhões aderiram em 2020.

saque-aniversário começou em abril de 2020. Por essa modalidade, o trabalhador pode fazer uma retirada por ano de parte do valor das contas do Fundo de Garantia de acordo com o mês em que nasceu.

Veja como será o calendário de saques em 2021:

  • Nascidos em janeiro- saques de janeiro a março
  • Nascidos em fevereiro – saques de fevereiro a abril
  • Nascidos em março – saques de março a maio
  • Nascidos em abril – saques de abril a junho
  • Nascidos em maio – saques de maio a julho
  • Nascidos em junho – saques de junho a agosto
  • Nascidos em julho – saques de julho a setembro
  • Nascidos em agosto – saques de agosto a outubro
  • Nascidos em setembro – saques de setembro a novembro
  • Nascidos em outubro – saques de outubro a dezembro
  • Nascidos em novembro – saques de novembro de 2021 a janeiro de 2022
  • Nascidos em dezembro – saques dezembro de 2021 a fevereiro de 2022

O período de saque pelos trabalhadores inicia no primeiro dia útil do mês de aniversário do trabalhador e encerra no último dia útil do segundo mês subsequente ao da aquisição do direito de saque. Por exemplo: se a data de aniversário do trabalhador for dia 10 de janeiro, o trabalhador terá de 4 de janeiro a 31 de março para efetuar o saque.

Os trabalhadores devem informar sua escolha pelo saque aniversário até o último dia do mês de seu aniversário para receber no mesmo ano de adesão. Caso o trabalhador não saque esse recurso, ele volta automaticamente para a sua conta no FGTS.

Os trabalhadores podem realizar a opção no APP FGTS e indicar uma conta bancária em qualquer instituição financeira para receber o valor de modo automático.

O saque aniversário só valerá para o trabalhador que comunicar à Caixa que quer receber os valores anualmente. Do contrário, ele só poderá sacar o FGTS nas situações previstas em lei, entre elas compra da casa própria, aposentadoria e demissão sem justa causa – veja aqui todas as situações.

Caixa libera nova linha de crédito para quem quiser antecipar o saque-aniversário do FGTS

Opção retira direito ao saque rescisão

O trabalhador que optar pelo saque-aniversário continuará a ter direito à multa de 40% em caso de demissão, mas perderá o direito ao saque rescisão, isto é, não poderá retirar o saldo total de sua conta do FGTS ao ser demitido.

Em caso de arrependimento, o trabalhador poderá retornar ao saque rescisão. Mas a migração só ocorrerá dois anos após a data da adesão ao saque-aniversário. Assim, se ele aderir em janeiro deste ano, ele poderá retornar ao saque-rescisão em janeiro de 2023 e terá direito aos valores depositados na conta no FGTS a partir do fim do período de carência da migração (do 25º mês em diante).

Se o trabalhador for demitido enquanto está retirando o saque anual, a conta se torna inativa – o trabalhador não poderá sacar todos os recursos da conta referente àquele emprego, somente o valor da multa rescisória de 40% sobre o valor total da conta. Ou seja, o saque do valor total só será liberado de forma imediata para o trabalhador que for demitido se ele não aderir ao modelo de saque anual.

Além disso, se o trabalhador estiver no saque aniversário e for demitido poderá continuar sacando os valores do FGTS anualmente. E, se optar pelo saque aniversário, continuará tendo direito à retirada o saldo do FGTS para a casa própria, em caso de doenças graves, de aposentadoria e de falecimento do titular e para as demais hipóteses previstas em lei para o saque.

Quem preferir ficar no saque rescisão e ter direito a sacar o saldo integral em caso de demissão não precisa fazer nada.

Como aderir ao saque

O banco disponibilizou os canais de atendimento para que o trabalhador com conta do FGTS, ativa ou inativa, realize a opção. Eles são os seguintes:

Quem tem conta poupança ou conta corrente na Caixa ou em qualquer outro banco pode solicitar o crédito em conta.

Limites de retirada

Nos saques anuais do FGTS haverá limite de retirada. O valor do saque anual será um percentual do saldo da conta do trabalhador. Para contas com até R$ 500, será liberado 50% do saldo, percentual que vai se reduzindo quanto maior for o valor em conta. Para as contas com mais de R$ 500, os saques serão acrescidos de uma parcela fixa. Portanto, os cotistas com saldo menor poderão sacar anualmente percentuais maiores.

Limite dos saques anuais do FGTS — Foto: Reprodução/Ministério da Economia

Limite dos saques anuais do FGTS — Foto: Reprodução/Ministério da Economia

Por exemplo: quem tem R$ 750,00 na conta recebe 40% de R$ 750, que são R$ 300, mais a alíquota adicional de R$ 50, totalizando R$ 350. Quem tem R$ 25.000 na conta recebe 5% de R$ 25.000, que dá R$ 1.250, mais a alíquota adicional de R$ 2.900, que dá o total de R$ 4.150. Quem tem R$ 100.000 recebe 5% de R$ 100.000, que dá R$ 5.000, mais a alíquota adicional de R$ 2.900, que dá o total de R$ 7.900,00. À medida que os saques vão sendo feitos, o saldo diminui, aumentando o valor que pode ser sacado.

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Atriz Eva Wilma é internada em SP com quadro de pneumonia

Com 87 anos, a atriz está em uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Vila Nova Star, na Zona Sul da capital paulista, e tem quadro de saúde estável, sem febre, segundo os médicos.

Por G1 SP e TV Globo — São Paulo

Eva Wilma estreia espetáculo que celebra os 65 anos de carreira em Salvador — Foto: João Caldas/ Divulgação

Eva Wilma estreia espetáculo que celebra os 65 anos de carreira em Salvador — Foto: João Caldas/ Divulgação

A atriz Eva Wilma, de 87 anos, foi internada neste domingo (10) na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Vila Nova Star, na Zona Sul de São Paulo, com o quadro leve de pneumonia. Ela foi submetida ao teste de Covid-19, que deu negativo, e está na UTI por precaução, segundo pessoas ligadas à atriz.

De acordo com o boletim médico, o quadro de saúde dela é estável e não apresenta febre.

“A atriz Eva Wilma permanece internada em leito de UTI no Hospital Vila Nova Star da Rede D’Or. A paciente está em tratamento de uma pneumonia. Encontra-se hemodinamicamente estável e sem febre. O quadro respiratório permanece estável com cateter de O2 de alto fluxo”, afirmou o boletim.

Eva Wilma está sob cuidados dos médicos Roberto Zeballos, que é clínico geral, e de Antonio Antonietto, diretor-técnico do hospital.

Eva Wilma é homenageada em noite de premiação no Copacabana Palace

Essa não é a primeira internação de Eva Wilma nos últimos anos. Em 2016, a atriz foi hospitalizada na UTI o Hospital Albert Einstein com o diagnóstico leve de embolia pulmonar. Ela ficou três semanas sob tratamento médico e se recuperou bem do problema.

Com 66 anos de carreira, Eva Wilma foi a grande homenageada do Prêmio Cesgranrio de Teatro, que aconteceu em janeiro de 2020 no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. No evento, ela falou sobre a importância do trabalho dos atores no discurso de agradecimento do prêmio.

“Amo o ator por se emprestar inteiro para expor os aleijões da alma humana com a única finalidade de que o público se compreenda, se fortaleça e caminhe no rumo de um mundo melhor a ser construído pela harmonia e pelo amor”, destacou a atriz.

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Enem 2020: a menos de 7 dias da prova, ação judicial e entidades questionam se medidas adotadas contra a Covid são suficientes

O Inep, que aplica o exame, disse à Justiça que “reorganizar um calendário a nível de Enem é fragilizar e colocar em risco políticas públicas”. Especialistas ouvidos consideram que risco de contaminação nas condições da prova é pequeno ou moderado.

Por Shin Suzuki, G1

Uma ação movida na Justiça por organizações estudantis e institutos da área de educação e uma carta de mais de 45 associações ligadas a ciência questionam a segurança sanitária para a realização do Enem 2020 – a versão impressa está marcada para este domingo (17) e o seguinte (24). O Brasil vive alta no número de casos do novo coronavírus nos últimos dias.

Defensoria Pública da União pediu à Justiça o adiamento das provas na última sexta (7), junto com a União Nacional dos Estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e as entidades Campanha Nacional pelo Direito à Educação e Educafro.

O documento diz que “temos agora uma prova agendada exatamente no pico da segunda onda de infecções, sem que haja clareza sobre as providências adotadas para evitar-se a contaminação dos participantes da prova, estudantes e funcionários que a aplicarão”.

À Justiça, o Inep afirmou que “reorganizar um calendário a nível de Enem é fragilizar e colocar em risco políticas públicas dele decorrentes como sistema de cotas, financiamento estudantil, instrumentos que por sua vez são as chaves para minorar as desigualdades sociais tão alarmantes hoje no nosso país”.

Na mesma sexta, mais de 45 entidades científicas publicaram uma carta endereçada ao ministro da Educação, Milton Ribeiro, em que expressam preocupação pela realização do exame.

Encabeçam a manifestação a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped) e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco).

Segundo a carta, as medidas do Inep e do governo federal “não são suficientes para garantir a segurança da população brasileira, num momento de visível agravamento da pandemia no país”.

O Enem 2020 tem 5,78 milhões de candidatos confirmados. Originalmente, o exame seria feito em novembro, mas foi adiado devido à pandemia.

No começo da semana passada, o presidente do Inep, Alexandre Lopes, descartou ao G1 um novo adiamento, e disse que o órgão está preparado para fazer a prova durante a pandemia.

Neste último domingo (10), o Brasil superou a marca de 1.000 mortes por coronavírus na média móvel após 5 meses. A variação foi de +65% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de crescimento nos óbitos pela doença.

As provas do Enem vão ocorrer pouco mais de duas semanas após as festas de fim de ano, quando houve aglomerações em todo o país. Em diversos casos, a polícia interrompeu festas, muitas repletas de jovens sem máscaras.

Enem em 90 segundos

Neste primeiro domingo, a duração máxima para realização da prova é de 5h30 – no segundo será menor, de 5h.

Entre as medidas adotadas estão a redução em 50% da capacidade máxima de alunos por sala e o distanciamento social de 2 metros. Portas e janelas terão de ficar abertas.

O presidente do Inep afirmou que não haverá planejamento especial para os locais que estejam com aumento no número de casos. Disse que as provas vão ser feitas aos domingos, quando há menor circulação de pessoas nas cidades, e citou as medidas tomadas para a organização do exame na pandemia:

  • Uso obrigatório de máscaras para candidatos e aplicadores;
  • Disponibilização de álcool em gel nos locais de prova e nas salas (a quantidade total só será conhecida após a aplicação do exame);
  • Recomendação de distanciamento social no deslocamento até as salas de provas
  • Identificação de candidatos do lado de fora das salas, para evitar aglomeração – haverá marcações no piso para ter distanciamento, caso haja fila
  • Contratação de um número maior de salas: na edição de 2019 foram 140 mil locais de aplicação; agora serão 200 mil
  • Salas de provas com cerca de 50% da capacidade máxima
  • Candidatos idosos, gestantes e lactantes ficarão em salas com 25% da capacidade máxima
  • Higienização das salas de aulas, antes e depois do exame

A retirada da máscara poderá ser feita, segundo o protocolo, para alimentação, ingestão de líquidos e troca do item.

O que dizem os especialistas

Márcio Sommer Bittencourt, da Clínica Epidemiológica do Hospital Universitário da USP, diz que, “de forma bem subjetiva”, o risco com “pessoas em silêncio, usando máscara, com distanciamento e janelas abertas poderia ser considerado moderado” nas condições anunciadas pelo Inep.

Em sua avaliação, a decisão de manter ou adiar o Enem é “muito complicada, mas acho que estamos fazendo o exame no pior momento da pandemia no Brasil. Está pior do que na data em que foi adiado [maio do ano passado]”.

Para o infectologista Jamal Suleiman, do Instituto Emílio Ribas, de São Paulo, “o risco de transmissão nesse cenário é mínimo, porque a possibilidade de disseminação de gotículas é praticamente zero. Não há comunicação oral nem contato físico durante a permanência nas salas”.

Ressalta Suleiman que “atenção especial deve ser dada aos momentos entrada e saída da prova para que não ocorra aglomeração”. “O ponto central é que, se o processo seguir rigorosamente protocolo de segurança, estaremos executando a flexibilização de maneira correta.”

Miriam Dal Ben, infectologista do hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, diz que as medidas adotadas pelo Inep “são as indicadas pra mitigar o risco, mas o risco não é zero”.

Os sintomas de Covid-19 podem aparecer até 15 dias após o contato com o vírus. Isso significa que os candidatos poderão ter sintomas da doença próximo ao primeiro dia de provas. Caso os sintomas apareçam na véspera do exame, o indicado é ligar para o 0800-616161.

O que diz o Inep

Por meio de advogados da União, o Inep se manifestou na noite da sexta e rebateu os argumentos da defensoria. Declarou que o exame já foi adiado por conta da pandemia e, neste período, foram adotadas “todas as medidas sanitárias para que o mesmo seja realizado com segurança”

“Cabe destacar que não se está desconsiderando, aqui, a preocupação maior com a vida e a saúde”, ressalta o documento, que apontou as medidas que o Inep adotou para evitar a transmissão da doença entre os candidatos.

“Tirar a chance do estudante de prestar este Exame é acentuar, ainda mais, qualquer discrepância social, econômica, é colocar em um local ainda mais distante as perspectivas de ascensão e crescimento dessa juventude”, afirma o documento.

Complementa que “há que registrar que eventual adiamento do Enem 2020 pode inviabilizar o Enem 2021 previsto para novembro 2021, já que o planejamento do Enem começa em janeiro”.

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Prouni 2021 abre inscrições nesta terça; veja também o calendário do Fies e do Sisu

Programa seleciona candidatos para bolsas parciais e integrais em universidades particulares.

Por G1

As inscrições para o Programa Universidade Para Todos (Prouni2021 abrem nesta terça-feira (12) e se encerram às 23h59 de sexta (15).

Para se inscrever, é preciso acessar o site oficial do programa: http://prouniportal.mec.gov.br/. É possível escolher até duas opções de instituição, curso e turno. Todos os dias, ao longo do período de inscrição, o sistema atualiza as notas de corte. O candidato poderá alterar as opções de acordo com as chances de ser aprovado.

O Prouni seleciona candidatos para bolsas parciais e integrais em universidades particulares. Um dos critérios de seleção é o desempenho dos candidatos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Com o adiamento do Enem 2020 por causa da pandemia, a nota desta edição só será divulgada no fim de março. Por isso, a seleção do Prouni deste primeiro semestre adotará as notas do Enem 2019.

Os resultados serão divulgados em 19 de janeiro (primeira chamada) e 1º de fevereiro (segunda chamada).

Para participar, é necessário se encaixar em uma das seguintes categorias:

  • ter cursado o ensino médio completo na rede pública;
  • ter sido bolsista integral em escolas particulares durante todo o ensino médio;
  • ter alguma deficiência;
  • ser professor da rede pública de ensino, na educação básica.

Com exceção dos docentes, os demais candidatos não podem ter diploma do ensino superior.

Critérios de renda

O Prouni dá direito a bolsas de estudo em universidades particulares. São duas modalidades:

  • bolsa integral: renda familiar mensal per capita de até 1,5 salário mínimo;
  • bolsa parcial (50% da mensalidade): renda familiar mensal per capita de 1,5 a 3 salários mínimos.

Lista de espera

Os estudantes não convocados nas duas primeiras chamadas deverão manifestar interesse em continuar no processo seletivo entre os dias 18 e 19 de fevereiro.

A lista de espera estará disponível para consulta em 22 de fevereiro.

Fies

O Programa de Financiamento Estudantil (Fies) também abrirá as inscrições em janeiro. A seleção para concorrer a um dos contratos de financiamento para mensalidades em universidades privadas será aberta em 26 de janeiro e se encerra em 29 de janeiro.

O Fies também usa as notas do Enem como critério de seleção e, para a edição do primeiro semestre de 2021, adotará o desempenho do Enem de anos anteriores (de 2010 a 2019).

Sisu

Já o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que seleciona alunos para universidades públicas, ficará para abril. Como as notas do Enem 2020 sairão em março, haverá tempo de usá-las no processo de seleção.

Cronograma do Prouni

  • Inscrições: 12 a 15 de janeiro de 2021
  • Resultado (primeira chamada): 19 de janeiro de 2021
  • Segunda chamada: 1º de fevereiro de 2021
  • Interesse em participar da lista de espera: 18 e 19 de fevereiro de 2021
  • Resultado da lista de espera: 22 de fevereiro de 2021

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