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Vacinação contra Covid-19 de profissionais da segurança pública começa nesta segunda em SP

Plano de vacinação também inclui os policiais federais que atuam no estado. Expectativa do governo é a de imunizar 180 mil profissionais da área. Grupo também começou a receber a primeira dose em outros estados do país.

Por G1 SP

O governo de São Paulo começa nesta segunda-feira (5) a vacinação contra a Covid-19 das equipes de segurança pública e administração penitenciária em todo o estado. A expectativa é a de vacinar 180 mil profissionais da área. Além de São Paulo, outros estados também iniciam nesta segunda a imunização de profissionais de segurança pública (leia mais abaixo).

O plano de vacinação inclui os policiais federais que atuam em São Paulo, policiais militares, civis, bombeiros, da Polícia Científica, agentes de segurança e de escolta penitenciária, e guardas civis metropolitanos municipais.

Para evitar aglomerações em postos de saúde, os profissionais serão vacinados nos próprios quarteis e batalhões.

Outros estados

A vacinação desses profissionais também foi iniciada nesta segunda (5) no Distrito Federal, em Porto Alegre, em São Luís e nas cidades de Macapá e Santana, no Amapá.

Entre as capitais, a imunização de trabalhadores da segurança pública já começou em SalvadorGoiâniaManausPorto Velho e Campo Grande.

Além das capitais, a categoria começou a ser vacinada em cidades do Rio Grande do Suldo Paraná e em Sobral, no Ceará. No Piauí, a imunização começou nesta segunda, com a vacinação de um militar na cidade de Corrente.

Vacinação de profissionais de segurança pública nos estados:

  • Preveem começar hoje: AL, AP, DF, MA, PI e SP
  • Já tinham começado: AM, BA, CE, GO, MS, PA, PR, RO e RS
  • Ainda não começaram e não começam hoje: AC, ES, MG, MT, PB, PE, RJ, RN, RR, SC, SE e TO

Vacinação em SP

Na sexta-feira (2) teve início a vacinação de idosos de 68 anos e de trabalhadores do serviço funerário no estado de São Paulo.

Na próxima segunda-feira (12) será a vez dos 350 mil profissionais da educação com 47 anos ou mais, que atuam nas redes municipal, estadual e privada, com prioridade para os profissionais do Ensino Básico.

O governo de São Paulo lançou um site para cadastro obrigatório desses profissionais. Nesta etapa, o plano prevê a imunização de professores, inspetores, diretores de escola, faxineiros e merendeiras a partir de 47 anos.

Governo de SP anuncia vacinação contra Covid-19 de professores e policiais

Histórico da vacinação

A vacinação contra a Covid-19 começou no Brasil em 17 de janeiro, logo após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o uso emergencial da CoronaVac, produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

A enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, moradora de Itaquera, na Zona Leste da capital paulista, foi a primeira pessoa, fora dos estudos clínicos, a receber a vacina.

O Programa Nacional de Imunização (PNI) brasileiro teve início no dia 18 de janeiro, e começou a ser feito após a distribuição das 6 milhões de doses da CoronaVac importadas já prontas da China.

No estado de São Paulo, a vacinação começou com profissionais de saúde da linha de frente no combate ao coronavírus, indígenas, quilombolas e idosos que viviam em instituições, e foi avançando conforme a chegada de vacinas.

Vacinômetro

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, mais de 6,4 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 foram aplicadas no estado.

Dessas, cerca de 4,7 milhões correspondem a aplicações de primeira dose, e 1,6 milhão já com a segunda dose.

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Família de trigêmeos que perderam mãe, avó e tia para Covid-19 recebe ajuda: ‘Ser humano é muito bom’, diz tio

Ana Paula, Karina e Valentina, de Parisi (SP), morreram com diferença de 8 dias. Pai dos trigêmeos havia morrido de acidente meses antes. Tio conta que ganhou materiais e mão de obra para construir quarto e banheiro para os sobrinhos; doações vieram até dos Estados Unidos.

Por Renato Pavarino, G1 Rio Preto e Araçatuba

Responsável por acolher os trigêmeos que perderam o pai em um acidente de trânsito e viram a mãe, a avó e a tia morrerem por complicações da Covid-19, o vendedor Douglas Junior Faria Amaral, de 26 anos, começou a receber ajuda e doações de pessoas sensibilizadas com a história dos sobrinhos.

“Recebemos muitas doações de alimentos. Ganhamos tijolos, azulejos, pia e materiais para usarmos na construção do quarto e do banheiro dos meninos. Pedreiros e eletricistas se ofereceram para trabalhar de graça, um arquiteto também vai fazer o projeto sem cobrar nada. Além disso, um site está fazendo uma vaquinha online”, diz o vendedor, que também é pai de uma menina de 1 ano e 7 meses.

Morador de Votuporanga, cidade do interior de São Paulo, Douglas relata gratidão, surpresa e felicidade com toda a ajuda que a família está recebendo de amigos e desconhecidos.

“Recebi até uma ligação de um morador dos Estados Unidos. Ele viu a reportagem no G1, entrou em contato conosco e nos enviou uma ajuda. Olha onde a história chegou, é uma coisa surreal. Ficamos muito felizes em sentir todo esse amor. O ser humano é muito bom. Precisamos acreditar nisso”, conta Douglas, que sonha em conseguir uma bolsa de estudos para os trigêmeos e afilhados.

“Estudo é tudo. Me preocupo muito com isso, porque estudei em escola pública. Sei como funciona. Meus sobrinhos também precisam de um apoio psicológico. Eles estão abalados com tudo que aconteceu. Um deles até mudou muito de comportamento. Ele era muito tranquilo antigamente”, afirma.

Depois de acolherem os trigêmeos Pedro, Paulo e Felipe, que ficaram órfãos aos 5 anos, Douglas e a esposa, Luana Amaral, tentam conseguir a guarda dos meninos na Justiça.

“Conversamos com um advogado. O pedido de guarda provisória deve estar para sair, mas a permanente demora um pouco”, conta.

Oito dias de diferença

Ainda tentando lidar com a dor de perder três integrantes da família para a Covid-19 em oito dias de diferença, Douglas relata que a irmã, Karina Angélica Faria, de 33 anos, morreu no dia 13 de março.

Três dias depois, a outra irmã e mãe dos trigêmeos, Ana Paula Faria, de 37 anos, também não resistiu. A última a vir a óbito da família foi a mãe de Douglas, Valentina Peres Machado, de 66 anos, no dia 21 de março.

“Fiquei sem chão. Não conseguia acreditar que estava passando por aquilo. Foi terrível enterrar minhas duas irmãs e minha mãe uma atrás da outra, sem poder vê-las pela última vez. Pegaram os corpos, colocaram em um caixão e enterraram”, diz o rapaz.

Ana Paula, Karina e Valentina moravam e foram sepultadas em Parisi, cidade onde o pai dos trigêmeos, Renato Santos, sofreu o acidente cinco meses atrás.

“Estava tudo lotado”

A primeira da família que precisou ser internada foi Valentina. Até então, Ana Paula e Karina permaneciam na casa onde moravam, sem apresentar sintomas graves da doença.

Porém, Douglas diz que as duas irmãs pioraram e também precisaram procurar ajuda no posto de saúde de Parisi, cidade que conta com apoio de hospitais da região para atender pacientes com quadros avançados da doença.

“Meu outro sobrinho, de 18 anos, também testou positivo. Os três foram juntos para o posto de saúde. A Ana Paula era quem estava pior dos três. Meu sobrinho recebeu alta, mas minhas irmãs permaneceram internadas porque não tinha vaga disponível em outros hospitais. Estava tudo lotado”, diz.

Enquanto aguardava por um leito, Karina piorou repentinamente, sendo necessário que os profissionais de saúde acionassem uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) móvel para atendê-la às pressas

“Quatro horas da manhã meu pai, que trabalha na área da saúde, ligou para dar a notícia da morte da Karina. Meu tormento começou nesse momento. Minha vida virou de ponta-cabeça e começou a ficar escura”, afirma.

No mesmo dia em que ele enterrou Karina, Ana Paula foi transferida para a Santa Casa de Votuporanga, município a cerca de 16 quilômetros de distância de Parisi.

“Passei a noite inteira no hospital, querendo saber notícia da Ana Paula, mas ninguém me dava. No domingo, um amigo, que trabalha dentro do hospital, ligou e perguntou se minha irmã tomava algum remédio controlado, porque ela estava sedada, mas muito agitada. Fui buscar o remédio e o entreguei para a assistente social”, relembra Douglas.

O vendedor relata que a irmã foi intubada, mas não reagia aos medicamentos e, em seguida, sofreu uma parada cardíaca. Assim como aconteceu com Karina, ele recebeu a notícia do óbito de Ana Paula de madrugada.

“A Ana Paula não soube da morte da Karina. Ela estava consciente quando a Karina morreu, mas a gente preferiu não contar, por conta do estado dela. Enterramos a Ana Paula na mesma situação que a Karina. Horrível demais”, conta.

Diferentemente das filhas, Valentina estava internada no Hospital de Base de São José do Rio Preto (SP), unidade referência para mais de 100 cidades da região noroeste paulista.

A idosa também precisou ser intubada e chegou a apresentar uma leve melhora. O filho relembra que os médicos começaram a diminuir os sedativos, mas a mãe não reagia.

“Os médicos também disseram que ela estava com febre e poderia ser uma infecção, mas que estavam tentando descobrir o motivo. Depois fiquei sabendo que a infecção tinha tomado todo o corpo dela e que a qualquer momento algum órgão poderia parar. E foi o que aconteceu. Recebi a notícia da morte dela também de madrugada”, lamenta.

Nossos filhos

Com a morte precoce de Ana Paula, o vendedor diz que decidiu, junto com a esposa, acolher e cuidar dos trigêmeos.

“Minha vida sempre foi muito organizada e planejada. Eu não tinha planos de ter mais filhos. É uma responsabilidade gigante, mas minha esposa me olhou, disse que eram meus sobrinhos e decidimos que iríamos tratá-los como filhos. Hoje vejo que, realmente, os três tinham que ser nossos”, diz Douglas, que tem uma filha bebê de 1 ano e sete meses.

Mulher de 37 anos, mãe de trigêmeos, morre de Covid-19 em Parisi

Apesar de estarem somente no quinto ano de vida, Pedro, Paulo e Felipe sabem que perderam o pai e a mãe. Douglas diz que os três foram seu alicerce para não entrar em depressão com a morte da mãe e das irmãs.

“Eu vi motivo neles para não deitar e ficar chorando. Eles me sustentaram. Nossa vida mudou, mas vamos adaptá-la. Eu e minha esposa éramos pai de uma criança, hoje somos de quatro, e assim será daqui para frente”, diz.

Surpresa no parto

Em 2016, Ana Paula entrou na sala de cirurgia para dar à luz gêmeos. Contudo, soube pela equipe médica, durante o parto, que os gêmeos, na verdade, eram trigêmeos.

“Eu sabia que eram gêmeos, e na hora do parto descobri que tinha mais um. Foi um presente de Deus. Primeiro veio o susto, mas depois a emoção”, afirmou a mãe na época.

O parto foi feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), na Santa Casa de Votuporanga, em 5 de janeiro.

“Em nenhum exame ou ultrassom que tinha feito durante a gravidez tinha apontado os três, apenas gêmeos. Agora é cuidar dos três. Carinho e amor não vão faltar”, disse Ana Paula na época.

Segundo o médico radiologista Alexandre Henrique de Parma, casos como esse podem acontecer, independentemente do profissional ou equipamento de ultrassom usado no exame.

“De maneira geral, casos como esse não são comuns, mas podem acontecer, devido às limitações técnicas do exame em pacientes obesas, onde até mesmo a imagem do feto pode ser confundida. Isso também pode ser ocasionado quando a ultrassonografia não é realizada nos primeiros meses de gestação”, afirmou também na época.

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Covid-19: horas após enterro do pai no DF, filhos recebem notícia sobre morte da mãe

Casal de 65 e 67 anos estava junto há 40 anos e morreu em intervalo de dois dias. Segundo familiares, Francisca Leite Nunes aguardava por leito de UTI no Hran.

Por Afonso Ferreira, TV Globo

Em um intervalo de dois dias, uma família do Sol Nascente, no Distrito Federal, passou pelo luto de perder dois familiares. Logo após o sepultamento do pai, Antônio Ferreira Nunes, de 67 anos, por Covid-19, os filhos receberam a notícia da morte da mãe, Francisca Leite Nunes, de 65 anos.

A idosa estava internada no Hospital Regional da Asa Norte (Hran) e, segundo familiares, morreu à espera de um leito da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O G1 aguarda um posicionamento da Secretaria de Saúde. Nesta segunda-feira (5), a taxa de ocupação é de 98% e 356 pessoas aguardavam por uma vaga.

O filho do casal, o cabeleireiro Demir Nunes, de 40 anos, contou que Antônio morreu na madrugada do dia 1º de abril. Já a mãe faleceu no sábado (3). O casal estava junto há 40 anos.

“Quando estávamos no cemitério, a médica ligou e disse que minha mãe tinha sofrido uma parada cardíaca. Quando chegamos em casa, ela ligou falando que minha mãe tinha falecido”, contou Demir.

“Eles eram muitos apegados um com o outro. Foram mais de 40 anos juntos. Meu pai não conseguiria viver sem ela e, ela, sem ele.”

Ainda de acordo com o cabeleireiro, os pais foram contaminados pela Covid-19 juntos. O filho afirmou que Antônio já estava recuperado do novo coronavírus, no entanto, faleceu por complicações da doença. Já dona Francisca ainda estava em tratamento no hospital.

“Não têm palavras para descrever a dor. Perder os dois de uma vez é uma dor gigantesca. Essa doença não é brincadeira.”

O casal, que nasceu no Maranhão, tem outros três filhos. O cabeleireiro disse que uma tia também já havia sido vítima da Covid-19, dias antes do pai falecer.

DF lidera ranking nacional de aumento da média de mortes por Covid-19

Casos no DF

O Distrito Federal confirmou mais 53 mortes e 1.088 novos casos de Covid-19 neste domingo (4). O total de óbitos chega a 6.288, e os infectados somam 349.775segundo dados da Secretaria de Saúde.

Na capital, desse total, 329.673 pessoas estão recuperadas, o que representa 94,3% dos diagnosticados.

Ceilândia é a região com maior número de casos e mortes pela Covid-19 no DF. Os dados da cidade incluem os casos e óbitos registrados também no Sol Nascente, onde o casal morava.

A região registrou 37.891 infectados pela doença e 1.024 óbitos. Em seguida, no boletim da Saúde, está o Plano Piloto, com 33.435 infectados e Taguatinga, que soma 28.062 notificações da Covid-19.

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Petrobras reajusta preço do gás natural em mais de 30%

Novos valores serão aplicados para as distribuidoras a partir de 1º de maio; contratos são reajustados a cada três meses.

Por G1

Petrobras informou nesta segunda-feira (5) que vai elevar, a partir de 1º de maio, os preços de venda de gás natural para as distribuidoras. A alta será de 39% em R$/m3, com relação ao último trimestre. Medido em US$/MMBtu, o aumento será de 32%.

“A variação decorre da aplicação das fórmulas dos contratos de fornecimento, que vinculam o preço à cotação do petróleo e à taxa de câmbio”, afirma a Petrobras em nota.

Petrobras, BB e Eletrobras perdem quase R$100 bi em 2021

Diferente dos preços de outros combustíveis, como gasolina, diesel e GLP, as atualizações dos preços do gás natural ocorrem a cada três meses. Segundo a estatal, o petróleo acumulou alta de 38% entre janeiro e março, meses que são referência para o atual reajuste.

A Petrobras ressalta que “o preço final do gás natural ao consumidor não é determinado apenas pelo preço de venda da companhia, mas também pelas margens das distribuidoras (e, no caso do GNV, dos postos de revenda) e pelos tributos federais e estaduais”.

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Governo prevê leiloar nesta semana 22 aeroportos, 1 ferrovia e 5 terminais portuários

Serão ofertados à iniciativa privada 28 ativos de infraestrutura, com previsão de mais de R$ 10 bilhões em investimentos no país. Destaque é leilão de concessão de 3 blocos de aeroportos na quarta-feira (7).

Por G1

Aeroporto Afonso Pena, em Curitiba é um dos 22 que serão ofertados à iniciativa privada nesta quarta-feira (7). Imagem de arquivo, anterior à pandemia — Foto: Divulgação/Infraero

Aeroporto Afonso Pena, em Curitiba é um dos 22 que serão ofertados à iniciativa privada nesta quarta-feira (7). Imagem de arquivo, anterior à pandemia — Foto: Divulgação/Infraero

O governo federal retoma nesta semana a sua agenda de privatizações com a previsão de realização de 3 leilões de infraestrutura. Entre os dias 7 e 9 de abril, serão ofertados à iniciativa privada 22 aeroportos, 1 ferrovia e 5 terminais portuários.

Chamada pelo governo de “Infra Week”, a semana de leilões tem potencial de garantir, segundo o Ministério da Infraestrutura, mais de R$ 10 bilhões em investimentos no Brasil.

O primeiro leilão da semana será o da concessão de 22 aeroportos, marcado para quarta-feira (7), a partir das 10h, na sede da B3, em São Paulo. Na quinta-feira (8), será a vez do leilão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). Na sexta-feira (9), serão ofertados 5 terminais portuários no Maranhão e no Rio Grande do Sul.

Expectativas

A expectativa do Ministério da Infraestrutura é realizar mais de 50 concessões no setor em 2021, considerando apenas as privatizações de aeroportos, rodovias, ferrovias e terminais portuários. Para o dia 29 de abril já está marcado o leilão da BR-153/080/414/GO/TO, com previsão de outros R$ 8 bilhões de investimentos.

previsão é leiloar em 2021 um total 129 ativos, considerando todos os projetos federais do programa federal de privatizações, que prevê inclusive a desestatização de 9 estatais neste ano. De acordo com o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), considerando apenas os leilões já agendados, são esperados R$ 59 bilhões em investimentos.

Veja abaixo detalhes dos leilões desta semana:

22 aeroportos

Os 22 aeroportos do leilão de quarta-feira foram divididos em três blocos:

  • Bloco Sul (9 aeroportos): Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Navegantes (SC), Londrina (PR), Joinville (SC), Bacacheri (PR), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS);
  • Bloco Norte (7 aeroportos): Manaus (AM), Porto Velho (RO), Rio Branco (AC), Cruzeiro do Sul (AC), Tabatinga (AM), Tefé (AM) e Boa Vista (RR);
  • Bloco Central (6 aeroportos): Goiânia (GO), São Luís (MA), Teresina (PI), Palmas (TO), Petrolina (PE) e Imperatriz (MA).

Juntos, esses aeroportos representam 11% do total do tráfego de passageiros, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

investimento total nos três blocos supera os R$ 6 bilhões, sendo R$ 2,8 bilhões no Bloco Sul, R$ 1,8 bilhão no Bloco Central, e R$ 1,4 bi no Bloco Norte.

O vencedor de cada bloco terá de administrar todos os aeroportos que estão no lote. Pelas regras do edital, vencerá a disputa quem oferecer o maior ágio (valor excedente) sobre o preço mínimo de cada bloco.

O lance mínimo da contribuição inicial de cada bloco terá valores mínimos de:

  • R$ 130,2 milhões pelo Bloco Sul;
  • R$ 47,8 milhões pelo Bloco Norte;
  • R$ 8,146 milhões pelo Bloco Central.

Esse valor será pago imediatamente após o leilão, acrescido do ágio ofertado pelo vencedor. Além do pagamento inicial, o vencedor de cada bloco terá de pagar ao governo um percentual da receita obtida a partir do quinto ano de contrato. O prazo de concessão será de 30 anos.

Esta será a 6ª rodada de concessões no setor. Atualmente, 67% de todo o tráfego nacional já é concedido à iniciativa privada. O governo prevê realizar em dezembro a relicitação do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, em Natal (RN). Para 2022, está previsto o leilão da 7ª rodada, que inclui Santos Dumont (RJ) e Congonhas (SP).

Ferrovia de Integração Oeste-Leste

Na quinta-feira (8), acontece o leilão de concessão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) no trecho que vai de Ilhéus (BA) a Caetité (BA). O prazo de concessão será de 35 anos.

Segundo o governo, a concessão do trecho de 537 quilômetros vai garantir R$ 3,3 bilhões de investimentos, sendo R$ 1,6 bilhão para a conclusão das obras.

Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), vencerá o leilão quem ofertar o maior valor de outorga – dinheiro que será repassado à União.

Esse é o trecho inicial da Fiol, pensado para auxiliar o escoamento da produção de minério de ferro do interior baiano por meio do porto que será construído em Ilhéus.

O projeto prevê no futuro a implementação de outros dois trechos: entre Caetité (BA) e Barreiras (BA), e de Barreiras (BA) a Figueirópolis (TO), quando, futuramente, irá interligar o porto de Ilhéus a outra ferrovia: a Norte-Sul.

5 terminais portuários

Na sexta-feira (9), será realizado o leilão de arrendamento dos seguintes terminais portuários:

  • 4 no Porto de Itaqui/MA (IQI03, IQI11, IQI12 e IQI13);
  • 1 no Porto de Pelotas/RS (PEL01).

As quatro áreas no porto do Maranhão são voltadas ao armazenamento de granéis líquidos. No total, os terminais totalizam mais de 120 mil m².

Já o terminal do porto de Pelotas (RS) é voltado para carga em geral, em especial, toras de madeira, contribuindo para a cadeia logística da produção de celulose, e tem uma área de cerca de 23 mil m².

O governo prevê mais de R$ 600 milhões de investimentos em melhorias nesses terminais. Vencerá disputa quem oferecer o maior valor de outorga para o prazo de 20 anos de exploração da área.

Apetite do mercado

Apesar das incertezas econômicas em meio a um cenário de agravamento da pandemia de coronavírus, o governo prevê que os leilões atrairão o interesse de investidores nacionais e internacionais.

Em nota, o secretário nacional de Aviação Civil, Ronei Glanzmann, disse que há “muito interesse do mercado americano, asiático e europeu no mercado interno de aviação, que já mostra um reaquecimento”.

A agência de classificação de risco S&P Global Ratings avaliou no último dia 31 de março que esta rodada de leilões não deverá contar com participação maciça de investidores estrangeiros, “que ainda estão se recuperando do severo efeito econômico da pandemia”. Mas destacou que “há apetite suficiente do investidor por ativos de infraestrutura brasileiros, dado o déficit de infraestrutura ainda considerável do país, ampla liquidez e o marco regulatório favorável do Brasil”.

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Variante do coronavírus que se assemelha à da África do Sul é detectada no interior de SP

Presidente do Instituto Butantan diz que ainda não se sabe se a variante, encontrada em uma mulher de 34 anos de Sorocaba, é a da África do Sul ou uma nova, surgida a partir de mutações da P1, chamada de variante brasileira.

Por Jornal Nacional

O governo de São Paulo confirmou, nesta quarta-feira (31), ter detectado no interior do estado um caso de uma variante do coronavírus que se assemelha à da África do Sul.

Nos laboratórios do Butantan, os cientistas analisam o material genético do coronavírus. As três variantes que mais preocupam o mundo são a do Reino Unido, a brasileira – chamada de P1 e identificada primeiro em Manaus -, e a da África do Sul.

Em São Paulo, no momento, a P1 é a que domina. Mas, nesta quarta, os pesquisadores informaram que foi identificada em Sorocaba, a 100 quilômetros de São Paulo, uma variante geneticamente igual à da África do Sul. Ela contaminou uma mulher de 34 anos, que não viajou, nem teve contato com ninguém que viajou, e está se recuperando bem da Covid.

Não há informação de que as variantes provoquem sintomas mais graves, mas elas são mais contagiosas e estão aparecendo rapidamente. “Acho que o ponto positivo do que a gente vêm vislumbrando é anteceder os fatos. Trazer, através da ciência, qual a próxima busca, qual o próximo estudo para que a gente consiga antecipar, o mais rápido possível, as necessidades em relação às vacinas”, explica Sandra Coccuzzo Sampaio Vessoni, pesquisadora do Instituto Butantan.

Depois da descoberta da variante, os próximos passos são tentar descobrir de onde ela veio, como chegou a Sorocaba, se mais pessoas estão infectadas, e acompanhar a evolução clínica dos pacientes.

Dimas Covas, presidente do Instituto Butantan, diz que ainda não se sabe se a variante é a da África do Sul ou uma nova, surgida a partir de mutações da P1: “O Brasil, nesse momento, é considerado o celeiro de variantes. Se nós não conseguirmos controlar a transmissão viral, o aparecimento de variantes acontecerá cada vez mais frequentemente”.

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Recém-nascido é encontrado dentro de caixa de papelão em Campos, no RJ

Caso aconteceu na manhã desta quinta-feira (1º). Uma mulher estava indo para a igreja quando viu a criança e chamou um vizinho que passava na rua para ir trabalhar. Caso é investigado pela Polícia Civil. Criança é um menino e passa bem.

Por Bruna Bouckhorny, G1 — Campos do Goytacazes

Recém-nascido é abandonado dentro de caixa de papelão em Campos, no RJ

Um recém-nascido foi encontrado dentro de uma caixa de papelão na manhã desta quinta-feira (1º) na Rua Álvaro de Azevedo Barcelos, no Parque Nova Brasília, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense.

De acordo com a Polícia Civil, o bebê foi encontrado por volta das 6h enrolado em uma sacola plástica, dentro da caixa. O bebê é um menino. Ele está bem e foi encaminhado para um hospital.

Uma moradora do local disse à polícia que ouviu o choro de uma criança de madrugada, mas achou que era o filho de uma vizinha. Quando a moradora saiu para ir à igreja, encontrou a criança na calçada. Um outro morador, Jorge Alves, estava passando na rua para ir ao trabalho e foi chamado pela mulher. Ele gravou um vídeo mostrando o que estava acontecendo. (vídeo acima)

“Acabei de sair de casa, tô indo trabalhar agora e a dona me chamou aqui. Não dá nem pra acreditar como que existem pessoas covardes nesse mundo. Gente, se a pessoa não quer um filho, não quer uma criança, vamos deixar pra adoção, mas isso não existe. Olha que covardia, um recém-nascido. Graças a Deus a dona viu aqui. A gente vai tomar as providências agora, Jesus amado!”, disse Jorge no vídeo.

Segundo a polícia, em cima do local onde o bebê foi abandonado tem uma câmera, mas é de um estabelecimento que foi fechado e a câmera estava com os fios cortados.

A criança foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada para o Hospital Plantadores de Cana. De acordo com a unidade, o bebê está bem e permanece internado na maternidade do hospital.

Ainda não há informações sobre quem teria abandonado o bebê. O caso foi registrado na 134ª DP, onde está sendo investigado.

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Estado de SP vai vacinar contra a Covid-19 trabalhadores do serviço funerário a partir desta sexta

Profissionais foram incluídos no grupo prioritário estadual, segundo o secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi. Na mesma data, idosos de 68 anos também começarão a receber a primeira dose.

Por G1 SP

Governo de SP começa a enviar cilindros de oxigênio para cidades em estado crítico

Trabalhadores do serviço funerário poderão ser vacinados contra a Covid-19 a partir desta sexta-feira (2) no estado de São Paulo.

A inclusão do grupo ocorre após escalada de mortes em março. O mês mais letal da pandemia, lotou hospitais e impactou o serviço funerário.

O anúncio foi feito nesta quinta-feira (1) pelo secretário estadual de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, em entrevista ao Bom Dia São Paulo. Na capital paulista, a vacinação desses profissionais já ocorre desde 29 de março.

Ele também comentou sobre as diferenças nos índices de vacinação pelo estado.

“Alguns municípios vacinaram 27% da sua população, enquanto outros, 3,5%. Vamos atuar junto com as cidades para resolver essa distorção”, disse Marco Vinholi.

Nesta sexta-feira (2), também terá início a vacinação de idosos de 68 anos em todo o estado.

Na segunda-feira (5), está prevista para começar a imunização de policiais, e, no dia 12, dos profissionais de educação. No caso dos educadores, serão vacinados profissionais a partir de 47 anos da rede pública e privada.

Histórico da vacinação

A vacinação contra a Covid-19 começou no Brasil em 17 de janeiro, logo após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o uso emergencial da CoronaVac, produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

A enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, moradora de Itaquera, na Zona Leste da capital paulista, foi a primeira pessoa, fora dos estudos clínicos, a receber a vacina.

O Programa Nacional de Imunização (PNI) brasileiro teve início no dia 18 de janeiro, e começou a ser feito após a distribuição das 6 milhões de doses da CoronaVac importadas já prontas da China.

No estado de São Paulo, a vacinação começou com profissionais de saúde da linha de frente no combate ao coronavírus, indígenas, quilombolas e idosos que viviam em instituições e foi avançando conforme a chegada de vacinas.

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Perseguição policial a quadrilha de assaltantes de casa e carro termina em acidente na Marginal Pinheiros, Zona Sul de SP

Cinco criminosos fugiam da PM num carro roubado depois de assaltarem casa em bairro nobre, na madrugada desta quinta (1º). Veículo só parou ao bater na viatura da CET; 3 bandidos foram presos e outros 2 escaparam. Grupo tinha passagens por roubos a veículos e residências.

Por Guilherme Pimentel, TV Globo e G1 SP — São Paulo

Grupo rouba casa, foge da PM e provoca acidente na Marginal Pinheiros em SP

Uma perseguição policial a uma quadrilha de assaltantes de uma casa e de um carro terminou em acidente de trânsito, na madrugada desta quinta-feira (1º), na Marginal Pinheiros, Zona Sul de São Paulo. A Polícia Militar (PM) ainda prendeu três criminosos; outros dois escaparam e são procurados.

Por volta das 3h30, os cinco bandidos invadiram uma casa na Rua Guaraiúva, no Brooklin, bairro nobre da Zona Sul da capital. Lá, eles roubaram objetos de valor do imóvel. Uma câmera de segurança gravou a ação criminosa.

Um casal que mora na residência se trancou num dos quartos e telefonou para a PM, que foi ao local. Ao notarem a chegada dos policiais militares, os ladrões usaram um Honda Civic com placa clonada para fugir. O carro era roubado.

Durante a fuga, o automóvel com o os criminosos bateu na traseira de um veículo da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), que estava estacionado na pista local da Marginal Pinheiros, no sentido à Rodovia Castello Branco, na saída da Ponte João Dias.

O motorista da CET machucou a cabeça por causa da batida, e foi levado numa ambulância ao Hospital São Luiz, no Morumbi, também na Zona Sul. Por causa do acidente, uma das faixas da Marginal Pinheiros foi interditada e causava lentidão no trânsito até a última atualização desta reportagem.

Três dos cinco assaltantes foram presos em flagrante pelos policiais militares quando tentavam fugir a pé. Outros dois conseguiram escapar e são procurados. Uma arma falsa foi apreendida com o grupo.

Os bandidos foram levados ao 11º Distrito Policial (DP), Santo Amaro, onde o caso foi registrado. De acordo com a Polícia Civil, os homens detidos já tinham antecedentes criminais por roubos de veículos e residências.

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Dólar opera em alta nesta quinta

Na quarta-feira, moeda norte-americana recuou 2,32%, cotada a R$ 5,6276.

Por G1

dólar opera em alta nesta quinta-feira (1º), em véspera de feriado marcada pelo foco no cenário político e na rápida disseminação da Covid-19 no Brasil.

Às 10h28 a moeda norte-americana era vendida a R$ 5,6680, em alta de 0,72%. Veja mais cotações.

Na quarta-feira, o dólar fechou em queda de 2,32%, cotado a R$ 5,6276. Com o resultado, fechou março com alta de 0,41%. No ano, o salto é de 8,49%.

O Banco Central faz nesta quinta-feira leilão de swap tradicional para rolagem de até 16 mil contratos com vencimento em dezembro de 2021 e abril de 2022.

Cenário

Na cena doméstica, as atenções seguem voltadas para o clima político em Brasília, após a escolha, na véspera, dos novos comandantes das Forças Armadas. O agravamento da pandemia também segue no radar dos investidores: dados mostraram que março foi o mês com maior número de mortes, e o último dia do mês teve recorde de óbitos.

Na agenda de indicadores, o IBGE divulgou mais cedo que a produção industrial teve queda de 0,7% em março, após 9 meses de crescimento.

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