Nuvem rolo chama atenção na região de Campinas

Por Luciano Calafiori, Patrícia Teixeira e *Rui do Amaral, G1 Campinas e Região e EPTV

Uma nuvem rolo, formada em dias de muitas instabilidades, chamou a atenção dos moradores da região de Campinas (SP) na manhã desta terça-feira (3). Imagens e vídeos foram enviados para a EPTV, afiliada da TV Globo. Em Campinas, o céu ficou escuro de repente.

De acordo com a Ana Ávila, pesquisadora do Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (Cepagri) da Unicamp, a instabilidade desta manhã atuou favoravelmente para formação de nuvens de tempestade como esta, que vão se juntando uma a outra até formar a nuvem gigante em forma de rolo. E há ainda o deslocamento de uma frente fria que encontra altas temperaturas na região .

Caminho da Nuvem

Moradores enviaram imagens da Rodovia Anhanguera (SP-330), do Distrito de Barão Geraldo, do Jardim do Trevo, da Avenida Prestes Maia e do bairro Nova Europa. Na região, as imagens chegaram de Pedreira (SP) e Hortolândia (SP).

Nuvem gigante chama a atenção de moradores na região de Campinas

Nuvem gigante chama a atenção de moradores na região de Campinas

O Guilherme de Souza Neto, de Campinas, registrou a nuvem com o celular. Ele estava no bairro Taquaral, quando percebeu que muitas pessoas na rua estavam olhando para o céu. Curioso, resolveu ver o que estava acontecendo, e deu de cara com a nuvem. Ele conta que parecia a chegada de um temporal daqueles, mas a nuvem passou rapidamente e foi embora.

” Eu estou aqui no Taquaral, perto da lagoa, eu trabalho aqui. Estava dentro da loja e vi todo mundo na rua olhando pra cima, todo mundo falando, saí para ver o que tava acontecendo, chamou a atenção. O pessoal que tinha coisa na rua, das lojas, começou a recolher as coisas porque parecia que ia dar uma chuva enorme, tinha um vento gelado, chamou muito a atenção. A velocidade foi muito alta, do jeito que ela veio, ela foi. Não é comum, tanto que a gente até tirou foto”, disse ele.

O advogado Eduardo Aranha estava tomando café no apartamento onde mora, em Campinas, quando viu a nuvem longe. Ao pegar o celular para gravar imagens, a nuvem estava passando rapidamente pelo prédio localizado perto da Lagoa do Taquaral.

“Estava com a Nath (esposa) tomando café na varanda de casa. Eu estava de costas e quando virei tinha essa nuvem sobre a região de Paulínia/Barão Geraldo. Entrei em casa para pegar o celular e quando voltei, ela já estava quase em cima de casa, ali na região do Colégio São José. Impressionante a nuvem… Assim que ela passou por cima de casa começou uma baita ventania. Enquanto esperava ela chegar imaginei que chegaria com chuva, porque de longe parecia chuva, mas era a própria nuvem muito baixa” disse o advogado.


Colaborou Rui do Amaral, sob supervisão de Luciano Calafiori e Patrícia Teixeira.

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Cachorro mora em cemitério de Taboão da Serra há 10 anos após acompanhar enterro da dona

Por Bom Dia SP — São Paulo

Um cachorro chamado Bob mora em um cemitério de Taboão da Serra, na Grande São Paulo, desde que a dona morreu e foi enterrada no local. Conhecido como “Bob coveiro”, o animal vive no cemitério há 10 anos e mudou completamente a rotina dos funcionários e visitantes.

Bob puxa os cortejos e acompanha os amigos e familiares até o fim das cerimônias no Cemitério da Saudade. Mas depois, o cachorro consegue substituir a tristeza de muitos pela alegria ao brincar com todos.

Conhecido como “Bob Coveiro”, animal acompanha cortejos e sepultamentos em Taboão da Serra, na Grande São Paulo — Foto: Reprodução/TV Globo

Conhecido como “Bob Coveiro”, animal acompanha cortejos e sepultamentos em Taboão da Serra, na Grande São Paulo — Foto: Reprodução/TV Globo

Depois de acompanhar o enterro da dona, o Bob passou uma semana no local, até que a família foi buscá-lo. No entanto, na primeira oportunidade, ele fugiu e voltou para o cemitério. Os familiares da antiga dona tentaram resgatá-lo por outras três vezes, mas, novamente, o cachorro retornou.

A rotina dos funcionários do cemitério também mudou com o Bob. Alguns acreditam que ele passou a viver no local pela saudade da dona. Mas para os companheiros do dia a dia, o cachorro seguiu em frente, fez novos amigos e voltou a encontrar a felicidade de viver a vida.

Cachorro conhecido como “Bob Coveiro” que mora em um cemitério após a morte de sua dona  — Foto: Reprodução/TV Globo

Cachorro conhecido como “Bob Coveiro” que mora em um cemitério após a morte de sua dona — Foto: Reprodução/TV Globo

Conhecido como “Bob Coveiro”, animal acompanha cortejos e sepultamentos em Taboão da Serra, na Grande São Paulo — Foto: Reprodução/TV Globo

Conhecido como “Bob Coveiro”, animal acompanha cortejos e sepultamentos em Taboão da Serra, na Grande São Paulo — Foto: Reprodução/TV Globo

Cachorro acompanha cortejos e sepultamentos em Taboão da Serra, na Grande São Paulo — Foto: Reprodução/TV Globo

Cachorro acompanha cortejos e sepultamentos em Taboão da Serra, na Grande São Paulo — Foto: Reprodução/TV Globo

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Produção industrial cai 0,3% em julho, no terceiro mês negativo seguido

Por G1

A produção industrial brasileira caiu 0,3% em julho, na comparação com junho, segundo divulgou nesta terça-feira (3) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se da terceira queda mensal seguida.

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a queda foi ainda maior, de 2,5%.

No acumulado no ano, a queda chega a 1,7%. Em 12 meses, a produção industrial mostra uma perda ainda maior de ritmo, ao passar de -0,8% em junho para -1,3% em julho, permanecendo em 
trajetória descendenteEvolução da produção industrial.

Segundo o IBGE, 11 dos 26 ramos pesquisados mostraram quedas na produção.

As principais quedas no mês foram na produção de produtos químicos (-2,6%), bebidas (-4,0%) e produtos alimentícios (-1,0%).

Perspectivas

A produção industrial no ano tem sido afetada pelo ritmo mais fraco de recuperação da economia, pela queda das exportações para a Argentina e pelos reflexos da tragédia de Brumadinho (MG) na produção de minério de ferro da Vale.

Produto Interno Bruto (PIB) da indústria registrou alta de 0,7% no 2º trimestre, depois de dois trimestres consecutivos de queda. Apesar do setor ter conseguido sair da recessão técnica, a piora no cenário externo ainda traz incertezas para o segundo semestre, em meio à recessão da Argentina, acirramento da guerra comercial entre China e Estados Unidos e temores de uma nova recessão global.

Os economistas das instituições financeiras projetam um cenário de estagnação para a produção industrial no ano, de alta de 0,08%, segundo pesquisa Focus do Banco Central. Para o resultado do PIB de 2019 do Brasil, a previsão atual do mercado é de uma alta de 0,87%.

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Território indígena Areões tem pico de queimadas mesmo depois de ação do Ibama e da PF contra fogo

Por G1

Quarenta e seis focos de queimadas foram registrados no sábado (31) em Areões, território indígena em Mato Grosso, pelo Instituto Nacional de Pesquisa Especiais (Inpe). O número representa um pico na série registrada pelo instituto ao longo do ano e foi verificado três dias depois de uma operação do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) e da Polícia Federal (PF) para identificar os responsáveis pelo fogo que já tinha destruído 219 mil hectares das áreas protegidas na região.

Desde 28 de agosto, quando a operação foi deflagrada e o governo proibiu queimadas no Brasil, foram 89 focos de queimadas registrados. Esses focos foram captados pelo Inpe por meio do satélite de referência Aqua em leituras realizadas entre a quarta e às 13h55 de segunda-feira (2).

Neste ano, os focos de queimadas nos territórios indígenas Areões, Areões I e Areões II começaram em 11 de maio. Antes do pico verificado no sábado, a maior medição apontava 20 focos na segunda-feira (26), dois dias antes da operação do Ibama e da PF.

De acordo com o Ibama, na terra indígena vivem cerca de 1,5 mil índios da etnia Xavante. Ela foi o primeiro alvo da operação batizada de Siriema. Os agentes flagraram movimentação de caminhões e tratores dentro da área. Árvores foram encontradas cortadas na terra indígena.

Ibama anunciou operações nos territórios indígenas em 28 de agosto. — Foto: Roberta Jaworski/Arte G1

Ibama anunciou operações nos territórios indígenas em 28 de agosto. — Foto: Roberta Jaworski/Arte G1

Desde o início da ação, as terras vizinhas, Areões I e Areões II, apresentaram queda no número de queimadas. Três focos foram detectados pelo Aqua. Entre os dias anteriores, de 22 a 27, havia 18 focos nestes locais, de acordo com os dados do Programa Queimadas do Inpe.

Analisando os dados, também é possível obter as informações dos nove satélites do sistema do Inpe. Considerando todas as medições feitas por eles, o número é maior: desde o dia 28, seriam 1.470 focos em Aerões.

Este número é mais alto porque os outros satélites podem detectar focos menores e também pode haver duplicidade em alguns pontos. Por isso, o Inpe aconselha que comparações históricas ou entre períodos utilizem apenas os dados do satélite de referência, o Aqua.

Fogo na Terra Indígena Arões em Mato Grosso — Foto: Ibama

Fogo na Terra Indígena Arões em Mato Grosso — Foto: Ibama

Fogo desde maio

Areões teve as primeiras queimadas do ano em 11 de maio. Os dois focos — únicos naquele mês — também foram detectados pelo Aqua. A maior quantidade de focos ocorreu em agosto. Foram 179 pontos de calor detectados neste mês, sendo que 145 deles a partir do dia 15 (81% dos casos). Todos os focos em Areões estão no Cerrado.

Procurada pelo G1 na semana passada, a Fundação Nacional do Índio (Funai) informou que aguarda a solicitação do Ibama para a instalação de uma base do Prev Fogo dentro do território.

G1 entrou em contato com o Ministério do Meio Ambiente, mas não obteve resposta sobre os desdobramentos das operações na região. Na segunda, sem citar números, o Comando da Operação Verde Brasil diz que focos de queimadas diminuíram.

Recorde de focos de queimadas no ano dentro do território indígena Areões foi registrado após a Polícia Federal e o Ibama terem anunciado operação para identificar responsáveis pelo fogo. — Foto: Carolina Dantas/G1

Recorde de focos de queimadas no ano dentro do território indígena Areões foi registrado após a Polícia Federal e o Ibama terem anunciado operação para identificar responsáveis pelo fogo. — Foto: Carolina Dantas/G1

Alberto Setzer, pesquisador do Programa Queimadas, explica que tanto na Amazônia quanto no Cerrado o fogo é utilizado para a expansão da fronteira agrícola e também para a manutenção de áreas que já foram desmatadas.

Mapa da Terra Indígena Areões  — Foto: G1

Mapa da Terra Indígena Areões — Foto: G1

Problemas de saúde

Na semana passada, a coordenadora distrital de Saúde Indígena da etnia Xavante Luciene Cândida Gomes afirmou ao G1 que houve aumento do número de casos de doenças respiratórias entre indígenas da região nesse período.

“Antes, tínhamos uma média de 10 a 70 casos por mês, e agora tivemos 1,5 mil atendimentos por mês, em junho e julho, e agosto seguiu da mesma forma. Temos situações que agravaram para pneumonia”, explicou.

Imagem mostra resultado das queimadas na Terra Indígena (TI) Areões, no município de Nova Nazaré (MT) — Foto: Ibama/Divulgação

Imagem mostra resultado das queimadas na Terra Indígena (TI) Areões, no município de Nova Nazaré (MT) — Foto: Ibama/Divulgação

Árvores tinham sido derrubadas  — Foto: PF/ Divulgação

Árvores tinham sido derrubadas — Foto: PF/ Divulgação

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Família quer nova perícia no corpo de rapaz encontrado enforcado em delegacia e confronta versão da polícia

Por Raoni Alves e Raisa Pires, G1 Rio

Familiares de Marcos Vinícius Gouvea Gomes, encontrado morto na última quinta-feira (29), em uma cela da 32ª DP (Taquara), na Zona Oeste do Rio, questionam o suposto suicídio do rapaz.

Marcos, que é dependente químico, foi preso pelos crimes de conduzir um veículo automotor embriagado ou sob efeito de drogas; fuga de local de acidente; e estelionato (por não ter pago pelo combustível).

Segundo a versão da Polícia Civil, ele se matou enforcado com a própria camisa, presa na janela da cela onde estava detido, dentro da 32ª DP.

No mesmo local, junto com Marcos, havia um outro detento, que dormia no momento em que o corpo foi encontrado por um dos agentes de plantão.

“Meu irmão tinha 1,80 metro e 90 kg. Como que ele se pendurou na camisa dele? Ele fez isso sozinho? A gente não tá contestando que ele era dependente e que houve alguma confusão antes da delegacia. O que a gente questiona é o tratamento que foi dado, o que aconteceu de fato na delegacia, porque meu irmão entrou vivo, alterado, e saiu morto”, disse Jorge Gomes, de 36 anos, irmão de Marcos Vinícius.

Leonardo Silva Pinto, advogado da família, disse que irá procurar o Ministério Público do Rio de Janeiro e pedirá uma nova perícia no corpo da vítima. Ele também destacou alguns pontos que ainda não foram esclarecidos.

“Vamos provocar o Ministério Público e pedir para intervir no caso. Possivelmente vamos pedir uma nova perícia para investigar as circunstâncias do falecimento. Ainda existem muitas perguntas sem respostas. É uma situação obscura”, disse Leonardo.

A família quer saber:

  • Como o suicídio aconteceu sem que o outro preso na cela percebesse a situação?
  • Houve atendimento médico na delegacia?
  • Como o corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML)?
  • Onde está a camisa utilizada no suposto suicídio?

“Ele não era ladrão, era uma pessoa doente”, acrescentou Jorge Gomes.

De acordo com a declaração de óbito do Instituto Médico Legal (IML), obtida pelo G1, Marcos morreu por “asfixia mecânica”.

O delegado Ed Wilson da Silva Correa abriu uma investigação sumária para saber o que aconteceu. Pelo menos cinco policiais estavam na delegacia quando o corpo do rapaz foi encontrado, além do outro preso.

Caso semelhante em 2014

Cinco anos antes da morte de Marcos Vinícius, uma situação semelhante aconteceu na mesma delegacia.

Na ocasião, a Polícia Civil também abriu uma sindicância para investigar a morte do advogado Sílvio Cesar de Lucena, que foi encontrado morto na 32ªDP (Taquara), dentro de sua cela com uma camisa amarrada no pescoço.

Silvio foi preso após se envolver em um acidente de trânsito.

Até o fechamento desta reportagem, a Secretaria de Estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro não informou o resultado das investigações sobre os resultados da investigação sobrea a morte de Silvio.

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Polícia prende quadrilha que aplicava golpes em máquinas de cartão de crédito em SP

Por Bom Dia SP — São Paulo

A Polícia Civil prendeu uma quadrilha especializada em aplicar golpes em máquinas de cartão de crédito, na tarde de segunda-feira (2), na Zona Sul de São Paulo.

Segundo informações dos investigadores, os criminosos se apresentavam como técnicos das operadoras de cartão e trocavam os aparelhos por máquinas adulteradas que furtavam dados dos clientes. A quadrilha compilava os dados roubados e revendia as informações para golpistas, que a partir de então, faziam compras no nome de terceiros.

Ainda segundo a polícia, foram quatro meses de investigação para prender quatro criminosos e apreender 180 máquinas de cartão de crédito, uma impressora e cartões bancários.

Os quatro presos vão responder por estelionato e associação criminosa.

Máquinas de cartão de crédito que eram utilizadas em golpe em São Paulo — Foto: Reprodução/TV Globo

Máquinas de cartão de crédito que eram utilizadas em golpe em São Paulo — Foto: Reprodução/TV Globo

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Capes corta 5.613 bolsas a partir deste mês e prevê economia de R$ 544 milhões em 4 anos

Por Letícia Carvalho, G1

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (Capes) anunciou nesta segunda-feira (2) o corte de 5.613 bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado no Brasil a partir deste mês. É o terceiro comunicado do tipo neste ano. Ao todo, a Capes vai deixar de oferecer cerca de 11 mil bolsas e não serão aceitos novos pesquisadores neste ano.

O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta tarde que, em 2020, a Capes só terá metade do Orçamento de 2019. Na proposta de orçamento para 2020, a perda prevista para todo o MEC é de 9%.

A crise no financiamento das pesquisas afeta também o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), ligado ao Ministério da Ciência. O CNPq também suspendeu a concessão de novas bolsas e os atuais bolsistas ainda correm risco de não receber a partir de setembro.

Bolsas e ‘congelamento’

A Capes e o MEC tratam o novo anúncio como um “congelamento” e afirmam que a medida não vai afetar quem atualmente já recebe o benefício.

Entretanto, apesar de afirmar que as bolsas estão congeladas, a Capes admite que elas não serão mais oferecidas nos próximos 4 anos, que é o período de vigência previsto caso elas tivessem sido concedidas neste mês.

A Capes possui, ao todo, 211.784 bolsas atividade em todas as áreas de atuação. Desse total, 92.680 são da pós-graduação. Assim, o corte anunciado vai representar o bloqueio de 2,65%.

De acordo com o governo, a medida vai representar uma economia de R$ 37,8 milhões em 2019. Ainda segundo a Capes, as bolsas têm vida útil de 4 anos e a economia no período pode chegar a R$ 544 milhões.

“O contingenciamento será mantido até o início da vigência de novas concessões”, informou o órgão.

Histórico de cortes

No primeiro anúncio de corte, em 9 de maio, a Capes comunicou o bloqueio de 3.474 bolsas. Depois, em 4 de junho, a Capes avisou que deixaria de oferecer 2,7 mil bolsas, sendo que esse número foi aplicado em cursos com conceito nota 3.

Considerando todos os anúncios feitos até agora, o total de bolsas que deixarão de ser oferecidas em 2019 chega a 11.811.

Ainda no ensino superior, o MEC também anunciou neste ano o bloqueio de verbas para universidades. A suspensão de repasses e os cortes de bolsas motivaram protestos estudantis, e a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) afirmou que os “cortes (…) ferem de morte o ensino superior, a pós-graduação e a ciência nacional”.

Orçamento 2020

O MEC decidiu cortar pela metade o orçamento da Capes em 2020. Foram reservados R$ 2,2 bilhões para a instituição frente os R$ 4,25 bilhões previstos neste ano.

De acordo com o presidente da Capes, Anderson Ribeiro Correia, o MEC e a coordenação estão “buscando alternativas para recompor o orçamento do próximo ano. O governo, no entanto, não detalhou quais medidas estão sendo estudadas.

A Capes teve R$ 300 milhões contingenciados neste ano. Considerando o impacto das 11 mil bolsas no Orçamento 2019, a coordenação economiza R$ 90,8 milhões no atual exercício.

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Pesquisadores encontram árvore mais alta da Amazônia e dizem que ‘até o momento’ está salva das queimadas


Por Fernanda Odilla, BBC

A mais alta das árvores gigantes da Amazônia está dentro de uma unidade de conservação estadual de uso sustentável, a Floresta Estadual do Parú (PA) — Foto: Divulgação/Jhonathan dos Santos

A mais alta das árvores gigantes da Amazônia está dentro de uma unidade de conservação estadual de uso sustentável, a Floresta Estadual do Parú (PA) — Foto: Divulgação/Jhonathan dos Santos

Enquanto diferentes partes da Amazônia pegavam fogo, uma equipe de 30 pessoas fazia uma perigosa viagem, primeiro de barco e depois a pé, em busca de uma árvore em especial na floresta que atraiu a atenção do mundo por causa das chamas.

Pesquisadores de diferentes países, moradores locais, bombeiros e um escalador estavam à procura da árvore mais alta da Amazônia brasileira já registrada.

Percorreram 220 quilômetros de barco e caminharam 10 quilômetros mata adentro até encontrarem um exemplar espécie Dinizia excelsa, também conhecida como Angelim Vermelho, dentro de uma unidade de conservação estadual de uso sustentável, a Floresta Estadual do Parú, no Pará.

A árvore tem 88 metros de altura – algo equivalente a um prédio de quatro andares. Sua altura é um recorde para a Amazônia brasileira, que ainda não tinha registrado nenhuma árvore com mais de 70 metros de altura.

A descoberta da equipe coordenada pelo professor Eric Bastos Gorgens, da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), virou artigo na publicação acadêmica Frontiers in Ecology and the Environment, uma das mais conceituadas revistas de ecologia do mundo.

Risco de queimada

A “gigante” da Amazônia estava intacta, bem longe dos focos de incêndios que alastraram por outras partes da floresta.

“O risco (de queimada) é praticamente zero. A região é muito remota, distante de qualquer concentração humana, a mais próxima está a 220 quilômetros”, explica o professor da UFVJM. Ele coordenou a expedição, que contou também com pesquisadores das universidades de Oxford, Cambridge, Federal de Alagoas, Instituto Federal do Amapá, e Estadual do Amapá.

“Além disso, a árvore está numa região cercada por dois grandes afluentes do Amazonas, os rios Parú e Jari. Devido ao difícil acesso, a região não é visada por madeireiros, agropecuaristas, nem garimpeiros”. “Até o momento”, pondera o professor.

O exemplar da espécie Dinizia excelsa localizado pela equipe de Gorgens não é a única árvore gigante, apesar de ser a mais alta já registrada na Amazônia brasileira.

Sete áreas de ‘árvores gigantes’

Antes de encarar a viagem pelo rio Jari, pesquisadores de universidades do Brasil, Finlândia e Reino Unido já tinham analisado dados de 594 coleções de árvores espalhadas por toda a Amazônia brasileira.

Usando uma espécie de “radar laser” que faz sensoriamento remoto, os pesquisadores identificaram sete regiões com árvores gigantes, todas com altura superior a 80 metros.

“O que é extraordinário para a Amazônia brasileira, visto que não havia registros de árvores acima de 70 metros”, diz o coordenador do projeto.

Seis dessas coleções estavam região do Rio Jari, entre os estados do Amapá e Pará, incluindo a gingante mor.

Para validar as informações obtidas pelo sensor remoto, a expedição Jari-Paru partiu da cidade de Laranjal do Jari, no Amapá.

Entre os dias 14 e 24 de agosto, as 30 pessoas da equipe se dividiram em quatro barcos para subir e descer o rio, enfrentando corredeiras e cachoeiras.

“A região do Jari é uma das regiões mais isoladas da Amazônia e o único contato da expedição com a civilização se dava por equipamentos SPOTs, um rastreador e comunicador por satélite para situações de emergência”, conta o professor.

Localizaram outros exemplares de Argelim Vermelho, com diâmetros que variam de dois a três metros, espécie valorizada no mercado de madeira. A equipe escalou árvores para coletar material botânico e validar a altura. “Foram utilizadas técnicas que não machucam a árvore”, explica o professor da UFVJM.

Por que a descoberta é importante?

Para o professor Eric Gorgens, a descoberta da árvore mais alta da Amazônia brasileira é uma prova de como ainda se conhece pouco sobre a floresta e mostra a importância da preservação.

“Toda vez que a ciência encontra algo nunca antes imaginado, acende um alerta voltado para a preservação. Imagina a quantidade de plantas, animais, insetos entre outras coisas que ainda estão para ser descobertos”, afirma.

“As nossas florestas possuem uma riqueza já conhecida que ninguém discute, mas ainda reservam segredos que levam tempo e dedicação para sua descoberta. A exploração não planejada, sem a adoção de práticas sustentáveis, voltado somente para a produção, compromete a manutenção dos nossos recursos naturais”, avalia.

Gorgens classifica a existência de uma árvore de 88 metros de altura como “extraordinária” para a Amazônia brasileira. O professor diz ainda que crescer em altura é um desafio para as árvores.

“As árvores altas são mais propensas à quebra e à queda, seja por vento, ou seja por não aguentar o próprio peso. As rajadas causam um torque na base da árvore, levando o fuste à um alto estresse. Outro fator que limita o crescimento em altura é o suprimento de água para copa. À medida que as árvores se tornam mais altas, o aumento da resistência hidráulica e o peso da coluna de água aumenta o estresse hídrico”.

Por isso, diz ele, árvores gigantes são consideradas um evento raro.

O engenheiro florestal Matheus Nunes, da Universidade de Helsinque, na Finlândia, destaca a importância da descoberta e da existência das árvores gigantes para o ecossistema.

Além de afirmar que esses raros exemplares da flora são um laboratório natural para conhecer como elas chegaram a tais alturas, elas têm um papel fundamental no ciclo do carbono. “Pois elas têm maior biomassa e, portanto, são capazes de sequestrar mais carbono”, explica.

Nunes identificou a árvore tropical mais alta do mundo na Malásia em 2015, quando encontrou dois exemplares do gênero Shorea, uma com 90,6 metros e a outra 89,5 metros.

Ambas superaram o recorde mundial de 2007, quando norte-americanos encontraram, numa outra região da Malásia, uma árvore de pouco mais de 88 metros – que, até a descoberta do pesquisador brasileiro, em agosto de 2015, era considerada a árvore mais alta dos trópicos.

“A derrubada de tais árvores iria na contramão de várias discussões sobre sequestro de carbono para desacelerar as mudanças climáticas e devem ser definitivamente levadas como estratégias para conservação das florestas na região”, completa Nunes, que não participou da expedição, mas ajudou a rastrear a Amazônia brasileira em busca de gigantes.

O próximo para grupo é entender o que levou essas árvores a atingirem alturas tão elevadas na Amazônia, tanto do ponto de vista ambiental, quanto do ponto de vista fisiológico.

Eric Gorgens diz que estudos como esse levam muito tempo. “Por isso, é essencial valorizar as unidades de conservação e estabelecer políticas públicas de longo prazo de incentivo à pesquisa e monitoramento de nossa flora”, avalia.

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Mais um banco lança programa de demissão voluntária

Por Valor Online

Agência Central do Banestes — Foto: Divulgação/Banestes

Agência Central do Banestes — Foto: Divulgação/Banestes

Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes) lançou nesta segunda-feira (2) um programa de demissão voluntária (PDV). Segundo a instituição, o objetivo é adotar um novo modelo de gestão de infraestrutura de tecnologia da informação, que faz uso intensivo da automatização de processos, tanto na gestão e sustentação de serviços de data center, quanto na rede e terminais de acesso.

Isso deve “otimizar e flexibilizar a estrutura de equipe nos melhores padrões de mercado, preservando o compromisso com os fundamentos da carreira interna e a maximização de geração de valor para os acionistas, além de contemplar àqueles funcionários que contribuíram significativamente para o banco ao longo de suas carreiras”.

O PDV permitirá o pagamento de todas as verbas rescisórias, bem como verba indenizatória especiais, incluindo quatro salários extras, quatro vezes o valor médio mensal de horas extras pagas no período de janeiro a julho; 50% do saldo do FGTS para fins rescisórios; manutenção do plano de saúde do titular pelo período de 12 meses; benefício de ticket alimentação e refeição pelo período de 12 meses; e contribuição para a Previdência Social, na condição de autônomo, sobre o valor teto do INSS, pelo período de 18 meses.

Os desligamentos poderão ser realizados a partir da recepção do pedido, em um período de até seis meses, respeitada a conveniência e oportunidade do Banestes. O banco não informou metas de desligamento nem a economia esperada com a medida.

Nos últimos meses, já lançaram programas de desligamento incentivado Banco do BrasilItaú Bradesco.

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Tatuador de Goiás aprende a maquiar esposa tetraplégica, posta vídeo e viraliza nas redes sociais

Por Rodrigo Gonçalves, G1 GO

Um tatuador de Senado Canedo, Região Metropolitana de Goiânia, viralizou nas redes sociais após ele postar um vídeo maquiando a esposa, que ficou tetraplégica depois da retirada de um tumor provocado por um câncer (veja acima). Ao seu modo, Jimme França, de 34 anos, faz questão de embelezar a esposa, Danielly Narew de Lima, de 24, que sempre foi muito vaidosa.

Por causa da doença, a jovem perdeu os movimentos e a fala e só respira com a ajuda de aparelhos. Em seu perfil nas redes sociais, o tatuador mostra o dia a dia com a esposa e as duas filhas do casal. Somente a postagem do vídeo de maquiagem já tem mais de 28 mil visualizações.

“É isso que eu quero mostrar. Nosso amor. Nosso dia a dia. Aí faço postagens. A ideia da maquiagem é porque ela sempre foi muito vaidosa e particularmente me dói muito vê-la sem fazer as coisas que ela ama”, disse Jimme.

“Ela tinha um sonho de fazer vídeos se automaquiando, mas nunca teve coragem, imagino, porque sempre foi muito discreta, tímida”, completou.

Ao lado das filhas pequenas do casal, Maria Luiza, de 5 anos, e Maria Eduarda, de 3, o tatuador tem se dedicado 24 horas por dia ao tratamento da esposa. Segundo ele, a rotina é puxada, mas tenta fazer do ambiente familiar algo mais leve não só para as crianças, mas para a recuperação da própria esposa, com quem já está há oito anos.

Ao publicar o vídeo maquiando a esposa, ele postou um texto onde fala da sua missão.

“Cuidar, cuidar e cuidar… o que Deus me deu como ‘missão’, na verdade é um privilégio… Como é bom cuidar das minhas mulheres, do meu jeito ogro de ser, vou dando o que tenho e o que tenho aprendido, obrigado por deixar desde sempre que eu cuidasse de todos os detalhes para que tudo fosse/é perfeito!”, escreveu.

Jimme França diz que aprendeu a maquiar a esposa Danielly Narew — Foto: Jimme França/Arquivo Pessoal

Jimme França diz que aprendeu a maquiar a esposa Danielly Narew — Foto: Jimme França/Arquivo Pessoal

A postagem foi feita no início do mês passado, quando Danielly ainda estava internada no Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer). Na ocasião, o tatuador torcia para que a mulher pudesse voltar para casa após dez meses internada. E o desejo dele foi realizado ainda no fim do mês de julho.

A história deles depois desse vídeo “bombou” na internet. Jimme conta que seu perfil como tatuador tinha 18 mil seguidores e agora está com 45 mil.

“Todos os dias desde esse de 8 de julho aparecem de 1k (mil) a 2k por dia. E as pessoas vão compartilhando. A ideia da minha rede social é também aumentar o alcance dela e conseguirmos cada vez mais um tratamento adequado para Dani. Que seja tratamento experimental ou equipamentos, que ajudem ela voltar a respirar”, explica.

Danielly Narew de Lima, de 24 anos, que perdeu os movimentos e a fala, foi maquiada pelo marido, Goiás — Foto: Jimme França/Arquivo Pessoal

Danielly Narew de Lima, de 24 anos, que perdeu os movimentos e a fala, foi maquiada pelo marido, Goiás — Foto: Jimme França/Arquivo Pessoal

Tumor no sistema nervoso

Até o fim do ano passado Danielly levava uma vida normal, mas, segundo o marido, começou a se sentir mal. Os sintomas foram piorando e ela foi perdendo os movimentos. Não conseguia mais trabalhar, como fazia todos os dias em uma escola.

Depois de vários exames sem um diagnóstico preciso, a família resolveu procurar um neurologista e veio a descoberta de um tumor no sistema nervoso dela. O tatuador conta que a esposa fez uma cirurgia de emergência para a retirada do tumor e ficou com sequelas.

“Desde novembro do ano passado, ela já teve sete intercorrências gravíssimas. Mas ela vem evoluindo. Eu, como marido, tenho o sonho de vê-la não só reabilitada, mas tendo capacidade de cuidar das nossas filhas, que são completamente dependentes da mãe, e a mãe, delas”, falou.

Jimme posta também o dia a dia da mulher com as filhas, Goiás — Foto: Jimme França/Arquivo Pessoal

Jimme posta também o dia a dia da mulher com as filhas, Goiás — Foto: Jimme França/Arquivo Pessoal

Segundo ele, especialistas não descartam a reabilitação da esposa, já que a medula dela teria sido preservada.

“Inicialmente ela foi diagnosticada com síndrome do encarceramento, que ela iria ter consciência e não iria falar, muito menos andar. Contudo, ela tem tido melhoras significativas a cada dia”, disse o tatuador que gravou alguns vídeos com a mulher já esboçando sons na tentativa de falar.

“Espero que ela nunca mais volte para um hospital. Se depender de mim, ficará conosco. Que nosso amor e cuidado dela a cure”, completou.

Dificuldades e campanhas

A volta para casa foi só mais um desafio. Com uma campanha nas redes sociais, ele conseguiu construir um quarto para melhor instalar a esposa e teve que ir à Justiça para conseguir que a Prefeitura de Senador Canedo e o Governo de Goiás instalassem na local um serviço de home care.

“O serviço de home care para minha esposa veio meio que ‘picotado’. Ela tinha que ter enfermeiros 24 horas por dia. Essa enfermagem nós não temos, o que me complica demais. Nós vivemos de doações agora, porque não posso sair de casa, não posso trabalhar, não consigo ter qualidade de vida com minhas filhas”, relatou.

Segundo ele, a Prefeitura de Senador Canedo até disponibilizou fisioterapia para a Danielly duas vezes ao dia, e fonoaudióloga uma vez ao dia. No entanto, o serviço de home care também não conta com um médico específico para o atendimento.

“Alguns insumos eles fornecem mensalmente, como sonda, alimentação, luvas e soros”, contou.

Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde, disse que “o Serviço de Atendimento Domiciliar no Sistema único de Saúde (SUS), chamado de home care, é de responsabilidade dos municípios”.

Ao ser procurada na noite deste domingo (1ª), a assessoria de imprensa da Prefeitura de Senador Canedo, informou que um médico e um enfermeiro acompanham a paciente, porém pelo serviço do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF).

Informou ainda que, assim como outros pacientes em casa, é dado um suporte de rotina, inclusive com outros profissionais. No entanto, a assessoria ficou de enviar uma nova nota nesta segunda-feira (2) dando mais detalhes sobre o atendimento específico de Danielly.

O casal já está junto há oito anos — Foto: Jimme França/Arquivo Pessoal

O casal já está junto há oito anos — Foto: Jimme França/Arquivo Pessoal

“A Dani depende de respirador e no caso da lesão dela, precisa bastante de atenção integralmente, porque a saturação sanguínea dela pode cair a qualquer momento. Essas intercorrências são graves porque precisa de habilidade para agir, evitando que ela não morra ou aconteça algo grave que piore a situação”, afirmou Jimme, que até tenta contar com o apoio nos cuidados da mãe e da sogra, mas que eles não sabem lidar como quadro grave.

Enquanto tenta mais uma vez na Justiça o tratamento completo para a esposa, o tatuador está com mais uma campanha na internet para custear o restante da equipe que ela precisa.

“As pessoas percebem que o nosso intuito não é dinheiro. Obviamente, como eu estou parado, é difícil demais me manter. Os custos nossos são autos, é tudo muito caro para o atendimento dela”, comentou.

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