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Turista de 26 anos morre ao lado de piscina de cobertura durante comemoração de aniversário de namoro

Samu informou que vítima apresentou um quadro de parada cardiorrespiratória. Caso ocorreu em Guarujá, no litoral de São Paulo.

Por g1 Santos

O atendente Felipe Alves, de 26 anos, morador da capital paulista, foi encontrado morto ao lado da piscina de uma cobertura de um prédio em Guarujá, no litoral de São Paulo. Segundo o namorado da vítima relatou ao g1 nesta quarta-feira (6), os dois estavam no município em comemoração ao aniversário de três anos do relacionamento deles.

O namorado do atendente, um vendedor de 29 anos, que prefere não se identificar, relatou que tudo aconteceu muito rápido, enquanto ele e o companheiro estavam na casa de uma amiga, na área da piscina. Nesse dia, eles completavam três anos de namoro, e estavam na cidade em comemoração à data.

“Foi muito difícil. Estávamos primeiro na praia, bebendo o que era de costume por nós dois, gin com energético. Encontramos uma amiga na praia, fomos para o apartamento dela, e estávamos curtindo a piscina. Pedimos outra garrafa de gin, e chegou pelo aplicativo de comida. Descemos para buscar e subimos, mas a loja havia esquecido de entregar o gelo. Aí, quando o entregador voltou, eu e minha amiga fomos buscar o saco de gelo. Quando voltamos, ele [Felipe] já estava no chão se tremendo, e entrei em desespero”, conta o rapaz.

Em seguida, o namorado do atendente ligou para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e acionou a Polícia Militar. “Ele estava com excreções saindo pelo nariz e tremendo. O virei de lado, gritei pelo nome dele e fiz respiração boca a boca e massagem cardíaca. Foi quando o entregador subiu com a polícia e chegou o Samu. Na casa, não havia nenhuma droga, nem nada”, diz.

À Polícia Civil, os policiais militares informaram que estavam em patrulhamento pela região, quando foram abordados por um motoboy, que não quis se identificar, relatando que foi fazer uma entrega no prédio e foi informado que havia uma pessoa desmaiada e sem sinais vitais no apartamento. Os policiais foram conduzidos ao local pelo motoboy e recebidos pela amiga do casal, que estava muito nervosa e os conduziu até a cobertura, onde a PM avistou Felipe, já desacordado, ao lado da piscina.

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que uma unidade do Samu foi acionada às 20h27 de sábado (2), e chegou ao local de atendimento às 20h34. A vítima apresentou um quadro de parada cardiorrespiratória. A equipe do Samu explica que não mediu esforços para reanimar o paciente, mas não foi possível. A vítima veio a óbito no local.

“É um trauma muito grande para mim, e para a família. É difícil aceitar que um menino tão novo morreu assim, de uma forma tão trágica. Ele nunca reclamou de nenhuma dor que poderia indicar que ele tinha alguma doença. Foi uma fatalidade que não consigo entender até agora. Voltei para casa sem meu amor, na comemoração dos nossos três anos de namoro. Muito triste”, diz.

O jovem e a amiga prestaram depoimento na delegacia. De acordo com o namorado da vítima, ele e Felipe estavam com planos de noivar e comprar apartamento no fim do ano. O atendente não havia feito exames no coração recentemente, e nem tinha acompanhamento médico, para saber se tinha alguma doença pré-existente.

O caso foi registrado como morte suspeita pela Delegacia Sede de Guarujá, que prossegue com as investigações. A Polícia Civil informou que o corpo não apresentava ferimentos externos, e aguarda exame necroscópico para definir o motivo do óbito. No atestado de óbito ao qual o g1 teve acesso, a morte foi definida como causa natural.

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Criança arrastada por carro que invadiu calçada recebe alta de hospital: ‘Um milagre’

Criança ficou internada na UTI após acidente, que ocorreu em São Vicente, no litoral de São Paulo. Câmeras de monitoramento flagraram a ação. O motorista fugiu.

Por g1 Santos

A pequena Alice Silva, de 7 anos, recebeu alta do hospital após ser arrastada por um carro que invadiu a calçada em São Vicente, no litoral de São Paulo. Ela estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Em entrevista ao g1 nesta quinta-feira (7), a atendente Ana Paula Francisco Silva, de 27 anos, mãe da vítima, relatou que, para a família, a recuperação da criança foi “um milagre”.

Ana Paula foi atropelada junto com a filha e a sogra enquanto andava na calçada da Avenida Manoel da Nóbrega, no bairro Itararé, no último fim de semana. A turista e a sogra, naturais de Minas Gerais, foram atendidas e liberadas, enquanto a criança seguiu internada até esta quarta-feira (6).

“A recuperação dela foi um milagre. Estamos, agora, com um sentimento muito bom, de gratidão. Graças a Deus, a minha filha teve alta e passa muito bem. As orações de todos que nos deram força foram bem recebidas, e somos muito gratos a todas as pessoas que estiverem com a gente e torceram por nós. Estamos nos sentindo vitoriosos pela vida da minha filha”, destaca a atendente.

Conforme apurado pelo g1, o motorista suspeito se apresentou à Polícia Civil na tarde desta quarta-feira, e prestou depoimento à autoridade policial.

Viagem de excursão

Conforme explica Ana Paula, era o primeiro dia da família na cidade, em uma viagem de excursão. Eles passaram o dia na praia e, de noite, saíram da pousada para jantar. Na volta, aconteceu o acidente.

Motorista atropela três turistas da mesma família em calçada e foge em São Vicente

Toda a ação foi flagrada por câmeras de monitoramento (veja vídeo acima). O condutor do veículo subiu na calçada e atingiu as três. O marido de Ana Paula e o filho mais novo, de apenas 2 anos, estavam à frente do grupo e não foram atingidos.

Ana relata que o momento seguinte foi de desespero, de preocupação com a filha. Pouco depois da colisão, uma ambulância do município de Santos que trafegava pelo local levou a criança e a avó paterna à Unidade de Pronto Atendimento Central. Depois, a menina foi encaminhada a um hospital devido ao estado de saúde grave, com traumatismo craniano, onde permaneceu na Unidade de Terapia Intensiva.

Atropelamento ocorreu em São Vicente, SP — Foto: Reprodução

Ana Paula conta que foi socorrida ao Hospital Municipal de São Vicente e se recupera bem, apenas mancando devido à batida, com joelho e rosto inchados e com três pontos no supercílio. A sogra dela foi liberada e retornou para Minas Gerais com a excursão, enquanto ela e o esposo seguem no litoral paulista por mais alguns dias.

Caso

O caso ocorreu na Avenida Manoel da Nóbrega, no sábado, por volta das 20h. Os familiares caminhavam juntos na calçada quando ocorreu o acidente. Eles moram em Minas Gerais e viajaram em uma excursão para São Vicente.

A jovem de 27 anos, a sogra de 48 e a filha de 7 foram atingidas. O marido e o filho mais novo não ficaram machucados. Nas imagens, é possível observar o momento em que o motorista sobe na calçada e atropela as três. O crime foi registrado como lesão corporal culposa na direção de veículo automotor na Delegacia Sede de São Vicente, onde o caso é investigado.

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Vídeos mostram macacos ‘furtando’ pão de casa em SC e repartindo alimento: ‘Parecia arquitetado’, diz jovem que presenciou cena

Caso foi registrado em São Francisco do Sul. Estudante que está de férias na cidade diz que animais entraram na casa dela enquanto ela e namorado ofereciam banana para macaco que estava no quintal.

Por g1 SC

Macacos ‘furtam’ pão de casa em São Francisco do Sul. Vídeo: Mateus Fernandes/Arquivo pessoal

Um casal que passa férias em São Francisco do Sul, no Norte catarinense, filmou o momento em que um grupo de macacos foge da casa em que eles estão hospedados com um saco de pão, que um deles pegou de dentro da residência. Em seguida, os animais sobem em um telhado e dividem o alimento com outros.

A situação ocorreu por volta das 16h de terça-feira (5), contou a estudante Isadora Silva Rodrigues, de 21 anos, que passa as férias na casa com o namorado e o cunhado.

Em telhado, macacos compartilham pão ‘furtado’ de casa em São Francisco do Sul. Vídeo: Mateus Fernandes/Arquivo pessoal

Eles estavam no quintal quando tudo ocorreu.

“A gente ofereceu banana para um macaco, e outro entrou na casa e pegou o pão. Parece que foi arquitetado”, brincou a estudante.

O saco de pão tinha sido comprado pelo grupo de jovens e estava fechado. Após pegarem o alimento, os macacos fugiram.

Macacos no telhado após furto de pão em São Francisco do Sul — Foto: Mateus Fernandes/Arquivo pessoal

Macacos no telhado após furto de pão em São Francisco do Sul — Foto: Mateus Fernandes/Arquivo pessoal

“Eles para a casa da frente, subiram no telhado e começaram a distribuir o pão. Foram surgindo macacos para pegar o pão”, contou a estudante. Segundo ela, entre 10 e 20 animais apareceram no telhado para pegar uma parte do alimento.

Macacos 'furtam' pão em São Francisco do Sul — Foto: Mateus Fernandes/Arquivo pessoal

Macacos ‘furtam’ pão em São Francisco do Sul — Foto: Mateus Fernandes/Arquivo pessoal

A estudante contou que já tinha visto macacos na localidade, mas nunca nenhum deles pegou algum alimento de dentro da casa. “Sempre tem uma primeira vez”, brincou.

A casa onde os jovens estão hospedados fica perto da Praia de Itaguaçu.

Macaco em cima de telhado de casa em São Francisco do Sul — Foto: Mateus Fernandes/Arquivo pessoal

Macaco em cima de telhado de casa em São Francisco do Sul — Foto: Mateus Fernandes/Arquivo pessoal

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Garoto famoso por foto em que sofria por câncer se recupera totalmente

Beckett Burge comoveu muita gente ao aparecer muito magro, sem cabelos e usando fralda, curvado de frente para um vaso sanitário, enquanto passava mal e era amparado pela irmã. Mãe informou que ele está totalmente curado de leucemia linfoblástica aguda.

Por g1

Beckett Burge e sua irmã Aubrey, em fotos de 2019 e 2021 — Foto: Reprodução/Facebook/Kaitlin Burge

Beckett Burge e sua irmã Aubrey, em fotos de 2019 e 2021 — Foto: Reprodução/Facebook/Kaitlin Burge

Beckett Burge comoveu muita gente quando se tornou famoso por uma foto sua, aos quatro anos de idade, muito magro, sem cabelos e usando fralda, curvado de frente para um vaso sanitário, enquanto passava mal.

Ele enfrentava o mal-estar causado por mais uma sessão de quimioterapia, e o amparo de sua irmã, Aubrey, apenas um ano mais velha, era emocionante.

Dois anos depois, a imagem dos irmãos é bastante diferente. Eles agora aparecem sorridentes e muito felizes. Beckett recebeu alta total, e está completamente curado da leucemia linfoblástica aguda, informou esta semana sua mãe, Kaitlin.

Beckett Burge, já na fase final de seu tratamento, e sua irmã, Aubrey, em imagem de 2020 — Foto: Reprodução/Youtube

Beckett Burge, já na fase final de seu tratamento, e sua irmã, Aubrey, em imagem de 2020 — Foto: Reprodução/Youtube

O garoto, inclusive, já foi liberado para voltar à escola e pode ter as mesmas atividades que qualquer criança de sua idade.

Inseparáveis, ele e Aubrey gostam de brincar no jardim e andar de bicicleta, de acordo com a mãe, que garante que o apoio da irmã foi essencial para a recuperação. Kaitlin diz que o laço entre eles é algo que ninguém poderia substituir.

O tratamento de Beckett foi iniciado logo após o diagnóstico, em 2018, e incluiu meses de internação, além de inúmeras sessões de quimioterapia.

Beckket Burge passando mal durante seu tratamento de câncer, aos quatro anos, em 2019, e sendo amparado por sua irmã Aubrey, então com cinco anos — Foto: Reprodução/Facebook/Kaitlin Burge

Beckket Burge passando mal durante seu tratamento de câncer, aos quatro anos, em 2019, e sendo amparado por sua irmã Aubrey, então com cinco anos — Foto: Reprodução/Facebook/Kaitlin Burge

Ainda quase sem acreditar em sua própria cura, o menino ficou muito feliz, mas ao mesmo tempo “nervoso” por saber que poderá retirar o ponto de entrada da quimioterapia, segundo Kaitlin contou ao jornal “New York Post”. “Ele sabe que aquilo o manteve vivo”, explicou.

Antes de receber alta, ele chegou também a ter Covid, mas de forma leve e assintomática, o que não prejudicou seu tratamento.

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Brasil se aproxima de 599 mil mortes por Covid; média móvel fica abaixo de 500 pelo 2º dia

País contabiliza 598.871 óbitos e 21.498.932 casos de coronavírus desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa com dados das secretarias de Saúde. São em média 479 vítimas diárias da doença.

Por G1

Média diária de mortos por Covid segue abaixo de 500 pelo segundo dia seguido

O Brasil registrou nesta terça-feira (5) 686 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 598.871 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 479 –abaixo da marca de 500 pelo segundo dia. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -10% e aponta estabilidade.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta terça (5). O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/G1

Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/G1

Veja a sequência da última semana na média móvel:

  • Quarta (29): 544
  • Quinta (30): 540
  • Sexta (1): 513
  • Sábado (2): 500
  • Domingo (3): 500
  • Segunda (4): 498
  • Terça (5): 479

Em 31 de julho, o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, no dia 12 de abril.

Seis estados (CE, SE, AP, PI, RS, MG) e o DF apresentam alta de mortes.

O estado de Rondônia não atualizou dados de casos e óbitos pelo quinto dia seguido. Em nota oficial, a área responsável pelos dados de RO informou que seu sistema está passando por ajustes estruturais de adequação, em virtude da mudança na base nacional de dados do sistema E-SUS.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia, 21.498.932 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 22.109 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 16.791 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de -53% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica queda nos diagnósticos.

A grande queda indicada pela variação merece ressalva, já que os dados de duas semanas atrás estavam inflados após a inclusão de dezenas de milhares de casos represados. Diversos estados tiveram problemas após um ajuste no sistema nacional que centraliza os dados de casos de Covid, o que resultou nesse represamento.

Casos de represamento seguem sendo relatados. O Distrito Federal incluiu nesta terça mais de 2,6 mil casos represados, segundo nota encaminhada à imprensa. O número fez a média móvel do DF voltar a ficar acima de 1 mil depois de mais de 150 dias, mas não foi significativo para afetar tanto a média nacional.

Em seu pior momento a curva da média móvel nacional chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho deste ano.

Brasil, 5 de outubro

  • Total de mortes: 598.871
  • Registro de mortes em 24 horas: 686
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 479 (variação em 14 dias: -10%)
  • Total de casos confirmados: 21.498.932
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 22.109
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 16.791 (variação em 14 dias: -53%)

Estados

  • Em alta (6 estados e o DF): CE, SE, AP, PI, RS, DF, MG
  • Em estabilidade (7 estados): PE, MS, SP, MA, ES, AM, RJ
  • Em queda (12 estados): PR, AL, SC, GO, TO, PB, MT, RN, BA, PA, AC, RR
  • Não atualizou (1 estado): RO

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Vacinação

Mais de 95 milhões de brasileiros estão totalmente imunizados contra a Covid. Dados também reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa apontam que 95.154.683 pessoas tomaram a segunda dose ou a dose única de imunizantes desde o começo da vacinação. Isso corresponde a 44,61% da população do país.

Os que estão parcialmente imunizados com a primeira dose de vacinas são 148.111.367 pessoas, o que corresponde a 69,43% da população. A dose de reforço foi aplicada em 1.548.073 pessoas (0,73% da população).

Somando a primeira dose, a segunda, a única e a de reforço, são 244.814.123 doses aplicadas desde o começo da vacinação.

Veja a situação nos estados

Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em alta — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em estabilidade — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/G1

Estados com mortes em queda — Foto: Editoria de Arte/G1

Sul

  • PR: -19%
  • RS: 28%
  • SC: -24%

Sudeste

  • ES: -8%
  • MG: 17%
  • RJ: -15%
  • SP: -1%

Centro-Oeste

  • DF: 18%
  • GO: -27%
  • MS: 3%
  • MT: -49%

Norte

  • AC: -89%
  • AM: -13%
  • AP: 50%
  • PA: -61%
  • RO: o estado não divulgou novos dados nos últimos 5 dias. Na quinta (30), último dia em que houve atualização, estava em -13% (estabilidade)
  • RR: -17%
  • TO: -29%

Nordeste

  • AL: -20%
  • BA: -59%
  • CE: 80%
  • MA: -8%
  • PB: -32%
  • PE: +11%
  • PI: +33%
  • RN: -56%
  • SE: +67%

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Proposta para ICMS reduz em 8% preço da gasolina, 7% o do álcool e 3,7% o do diesel, diz Lira

Mudança na forma de cálculo discutida com líderes partidários prevê adotar como base preço médio dos combustíveis nos dois anos anteriores. Hoje, base de cálculo é a média de 15 dias.

Por Elisa Clavery, Luiz Felipe Barbiéri e Jamile Racanicci, TV Globo e g1 — Brasília

Lira, sobre alta dos combustíveis: ‘Nunca dissemos que o ICMS começa o aumento. Mas ele é um primo malvado’

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) afirmou nesta terça-feira (5) que a proposta discutida com lideranças partidárias sobre cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS (tributo estadual), permitirá a redução do preço da gasolina em 8%; do etanol em 7%; e do diesel em 3,7%.

A proposta, que segundo Lira será votada na quarta-feira da semana que vem, leva em consideração o valor médio dos combustíveis nos dois anos anteriores.

A cobrança do ICMS em 2022, por exemplo, teria como base o preço médio dos combustíveis em 2020 e 2021. Em 2023, valeria a média dos preços em 2021 e 2022.

Atualmente, o tributo, cobrado pelos estados, tem como referência o preço médio da gasolina, do diesel e do etanol nos 15 dias anteriores.

Após reunião nesta terça-feira (5) com Lira, que apresentou a ideia inicial do texto, líderes da oposição pediram mais tempo para analisar a proposta.

Inicialmente, o presidente da Câmara pretendia votá-la ainda na sessão desta terça. Mas houve um acordo para que a proposta seja votada, sem obstrução, na quarta-feira da próxima semana (dia 13).

‘Primo malvado’

Para Arthur Lira, o ICMS não é o fator principal para a alta do preço dos combustíveis, mas, segundo ele, o tributo é “um primo malvado”.

“Nós nunca dissemos que é o ICMS que ‘estarta’ o preço dos combustíveis. Com a política da Petrobras aprovada pelo Congresso Nacional, de preços atrelados ao dólar e ao petróleo, é lógico que isso tem de ter variação. O problema que estamos analisando é que, nos aumentos que são dados aos combustíveis pelo petróleo e pelo dólar, o ICMS é um primo malvado. Ele contribui e muito para o aumento dos combustíveis, de forma sempre geométrica. É aumento em cima de aumento com toda a cadeia embutida nele”, afirmou.

Perdas dos estados

Para Arthur Lira, a mudança que a proposta prevê na base de cálculo do ICMS seria uma maneira de reduzir a volatilidade dos preços para o consumidor.

Mas secretários estaduais de Fazenda veem a proposta como um “remendo” e um “puxadinho” que, segundo eles, não resolverá o problema dos preços do combustível e ainda causará outro problema para os estados. A expectativa é que a nova regra provoque perda de receita para os estados — e, por isso, pode sofrer resistências de parlamentares e governadores.

A avaliação entre os secretários estaduais de Fazenda é que, para ter impacto significativo nos preços dos combustíveis, seria necessária uma mudança na política de preços da Petrobras.

Arthur Lira admitiu a possibilidade de perdas, mas disse não ver dificuldade para que os estados suportem um “ajuste momentâneo”.

“Se vai haver baixa no preço do combustível, se nós vamos ter um valor fixado para o combustível nos últimos dois anos, momentaneamente vai se arrecadar menos. Mas há quantos anos os estados estão arrecadando mais? Nesses três anos de pandemia, as contas estaduais foram abastecidas, e não vejo nenhum estado da federação hoje com nenhum tipo de dificuldade que não possa suportar um ajuste momentâneo numa crise que o Brasil passa e que o cidadão comum precisa de um combustível mais barato para se locomover”, declarou o presidente da Câmara.

Segundo cálculo preliminar da Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais, a mudança no ICMS provocaria uma perda de arrecadação para os estados de de R$ 7 bilhões a R$ 10 bilhões em 2021. O cálculo considera a redução média de 8% estimada por Lira para os preços do diesel, da gasolina e do etanol.

Atritos com a Petrobras

O preço dos combustíveis tem gerado atritos entre o governo e a Petrobras.

Na segunda-feira (27), após o presidente Jair Bolsonaro ter afirmado que estuda maneiras de reduzir o preço dos combustíveis, o presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, disse que a política de preços da estatal será mantida, admitindo que os preços poderiam subir.

Alinhado ao presidente Bolsonaro, Lira atacou a política de preços da estatal e disse que discutiria com líderes alternativas para segurar o preço dos combustíveis.

No mesmo dia, a Petrobras anunciou que elevaria o preço do diesel vendido às distribuidoras. Com o reajuste, o preço médio de venda do diesel passou de R$ 2,81 para R$ 3,06 por litro, refletindo reajuste médio de R$ 0,25 por litro.

Segundo a Petrobras, a alta de 8,89% veio após 85 dias de preços estáveis para o combustível – a última alta antes dessa havia sido em 7 de julho passado.

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Três estudos mostram que maioria de casos graves e mortes por Covid é de pessoas sem vacinação completa

Em São Paulo, quase nove a cada dez pessoas que precisaram ser hospitalizadas não tinham completado a vacinação. Já o número de óbitos pela doença foi quase 15 vezes maior entre os não imunizados.

Por Jornal Nacional

Três estudos mostram que maioria de casos graves e mortes por Covid é de pessoas sem vacinação completa

Três estudos realizados em diferentes estados brasileiros concluíram que a maioria esmagadora de casos graves e de mortes por Covid é de pessoas sem a vacinação completa.

A eficácia das vacinas já se comprova do lado de fora dos hospitais, onde está a maior parte da população vacinada. Um estudo inédito do Instituto de Infectologia Emílio Ribas acompanhou pacientes internados por complicações de Covid no estado de São Paulo. De janeiro a 15 de setembro deste ano, foram 1.172 internações. Quase nove em cada dez que precisaram de hospital não tinham completado a vacinação. Já o número de óbitos pela doença foi quase 15 vezes maior entre os não imunizados.

“Chama muito a atenção o número muito importante de internações confirmadas por Covid em indivíduos ainda não vacinados”, destaca Ana Freitas Ribeiro, médica do Instituto Emílio Ribas.

Olhando de perto o perfil dos vacinados que precisaram de internação, 83% tinham doenças pré-existentes. Ainda assim, menos da metade precisou de UTI.

“É muito bom para que aquelas pessoas que ainda tenham dúvidas em tomar sua vacina ou que estejam com seu calendário atrasado – tomou primeira, falta segunda, falta reforço – que procurem as unidades de saúde e faça sua vacinação”, diz Ana Freitas Ribeiro.

Um outro estudo da Fiocruz, de Mato Grosso do Sul, faz coro. A partir de dados nacionais, os pesquisadores traçaram o perfil de pacientes que não sobreviveram à Covid entre 1° e 26 de setembro. Na população até 59 anos, só 12% dos que morreram tinham completado o esquema de vacinação. Na mesma faixa etária, os não totalmente vacinados somaram 85% do total de mortos.

“A gente tem uma população grande de pessoas que, infelizmente, vieram a óbito com apenas uma dose da vacina. Então, é importante reforçar que a proteção máxima é com 14 dias pós a segunda dose de vacina”, ressalta Júlio Croda, médico infectologista da Fundação Oswaldo Cruz.

No mundo todo, o surgimento de novas variantes do coronavírus trouxe preocupações. No Brasil, os dados mostram que, mesmo diante da delta, que tem maior capacidade de transmissão, o número de mortes está caindo, e que as vítimas fatais são principalmente pessoas que não completaram o esquema de vacinação.

A Universidade Federal de Minas Gerais olhou de perto a evolução da doença em infectados por diferentes variantes internados no estado. Entre os pacientes que não sobreviveram, 67% não estavam vacinados; 22% tinham apenas uma dose ou menos de 15 dias da segunda; e apenas 11% completaram o esquema de vacinação contra a Covid.

“A gente tem que pensar que toda vez que um vírus encontra uma barreira, que é uma pessoa vacinada, diminui sua chance de transmissão. Então, quanto maior número de pessoas que estiverem vacinadas, menor vai ser a circulação do vírus na nossa população, e muito mais fácil de a gente controlar a pandemia de Covid-19”, explica o virologista da UFMG Renato Santana.

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Idoso fica 191 dias internado com Covid, sendo 100 deles intubado, tem alta e agora deve R$ 2,6 milhões a hospital particular de SP

Carlos Higa, de 72 anos, teve alta na segunda-feira (4) do Hospital São Camilo e precisa lidar com sequelas. Segundo a filha, não havia vaga em hospital público quando ele foi internado.

Por Bárbara Muniz Vieira, g1 SP — São Paulo

Após ficar 191 dias internado, sendo 100 deles intubado por causa da Covid-19 e de outras complicações derivadas da doença, Carlos Massatoshi Higa, de 72 anos, enfim teve alta do Hospital São Camilo, na Zona Norte da capital, na segunda-feira (4). O que ele deixou no local, no entanto, preocupa: uma dívida de R$ 2,6 milhões.

A família diz que não sabe o que fazer para pagar a conta. O alívio com a alta tem dividido espaço com o desespero da dívida, de acordo com a professora da rede municipal e doutora em microbiologia Juliana Suyama Higa, de 37 anos, filha do seu Carlos.

“Eu sei que estou devendo, estou preocupada, posso dizer inclusive desesperada. Confesso que ainda não sei como vou pagar. O importante é que ele está aqui. Eu realmente achei que ele não ia ficar com a gente. Eu vi meu pai entrando em coma. Os médicos desenganaram e não foi só uma e nem duas vezes. Foi uma luta surreal. Não tem como descrever”, afirma, em conversa com o g1.

As economias da família já foram usadas e, apesar de ter tido alta, as sequelas de seu Carlos ainda inspiram cuidados – ele agora tem limitações na fala e nos movimentos.

Ele precisa, por exemplo, de fonoaudiologia para recuperar a fala, que ficou comprometida após tanto tempo com traqueostomia, procedimento cirúrgico realizado na região da traqueia, no pescoço, com o objetivo de facilitar a chegada de ar até os pulmões.

Além disso, ele precisa de fisioterapia para recuperar os movimentos das pernas, além de ter perdido a coordenação motora fina, o que o impede de realizar atividades como escrever. Para evitar aumentar ainda mais a dívida, a família tenta atendimento na rede pública.

“A gente não está se recusando a pagar, se tivéssemos [o dinheiro], teríamos pagado, mas esse valor é surreal para qualquer família de classe média. Sou professora, meu pai era dono de banca de jornal. Não temos condições.”

A ideia de tentar uma vaga pelo Sistema Único de Saúde (SUS), aliás, não veio só agora. De acordo com Juliana, não havia vagas em hospitais públicos quando o pai ficou doente, em março deste ano.

“Meu pai foi internado no dia 27 de março. Foi bem naquela época em que teve um boom de internações por causa da variante de Manaus e faltou vaga em hospital público. Faltava até medicamento para intubação. No desespero, fomos direto para o particular, mas eu sabia que não tinha vaga no Hospital Geral Vila Penteado”, afirma.

“A gente entende que nas circunstâncias não tinha vaga, era público e notório que não havia vagas. Meu pai está vivo porque é forte, mas também porque teve o socorro necessário no hospital. Ele teve médico que acompanhou, ventilador, medicamentos”, conclui.

Foram mais de 100 dias com ventilação mecânica e traqueostomia e Seu Carlos teve várias infecções hospitalares.

“Os médicos desenganaram várias vezes, falaram que o caso era complicado e que era para preparamos a família. Ele ainda teve de fazer hemodiálise constante com um equipamento chamado prisma, e o aluguel é caríssimo”, conta ela.

Seu Carlos tinha acabado de tomar a primeira dose da vacina CoronaVac quando foi diagnosticado com Covid. Mas o quadro dele foi se complicando, e a dívida, virando uma bola de neve.

“Ele ficou quatro meses na UTI e, quando voltou para o quarto, teve duas convulsões e um AVC e teve de voltar para a UTI. Saiu de novo dias depois, teve outra complicação e teve de voltar e aí foi outra semana na UTI”, relembra Juliana.

Depois da terceira alta da UTI, a família decidiu pedir a transferência do pai para um hospital público, de acordo com Juliana.

“Conseguimos uma vaga no Hospital do Mandaqui. Levei ele até lá e a vaga era para UTI Covid e ele não tinha mais Covid, mas tinha de tratar as complicações que essa doença tinha deixado. O próprio médico que nos atendeu me disse que, se fosse o pai dele, não deixaria lá. O risco era ele pegar Covid de novo! No mesmo dia, voltamos para o Hospital São Camilo. Nesse vai e vem, somou essa quantia”, afirma.

Depois que seu Carlos ficou mais estável, os médicos sugeriram que ele fosse transferido para uma instituição de retaguarda, também do Hospital São Camilo, mas na Granja Viana, na Zona Sul. Só a diária custava R$ 5 mil. Juliana conta que a família tinha algum dinheiro guardado, mas não esperava que a internação fosse durar tanto tempo e que a dívida ficaria tão alta.

“Meus pais juntaram dinheiro a vida inteira, deixaram de pagar o convênio médico, mas juntaram o dinheiro que pagariam por ele. O que a gente não achou é que fosse durar todo esse tempo a internação”, conta.

Para tentar arrecadar o dinheiro para pagar a dívida, Juliana organizou uma vaquinha que já arrecadou cerca de R$ 50 mil.

“Estamos usando esse dinheiro para custear a última internação e para pagar vários custos de pós-internação. Não temos mais condições. Mas é uma vida e vida não tem preço”, afirma.

Seu Carlos passou mal quando trabalhava em sua banca de jornal na Vila Nova Cachoeirinha, Zona Norte da capital. Há 21 anos no local, ele é querido pela comunidade, tanto que foi socorrido pelos vendedores ambulantes que trabalhavam por perto, segundo Juliana.

“Recebemos doações de pessoas que nem conheço, mas que me escreveram contando que o conheciam da banca”, afirma ela.

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Pedreiro diz que concretou jovem na parede após ter feito sexo com ela no litoral de SP

Familiares procuravam pistas sobre o paradeiro de Joice Maria da Glória Rodrigues, de 25 anos, em São Vicente, no litoral paulista. Dois suspeitos foram presos.

Por g1 Santos

Um pedreiro de 56 anos foi preso após confessar ter estrangulado com uma camiseta e concretado a jovem Joice Maria da Glória Rodrigues, de 25 anos, em uma parede. Moradora de São Vicente, no litoral de São Paulo, ela estava desaparecida há pouco mais de uma semana. O pedreiro trabalhava em uma obra, onde o corpo da jovem foi localizado. Segundo a polícia, um outro suspeito também foi detido.

A estudante estava desaparecida há oito dias e foi localizada na parede de um imóvel em construção na Rua Senador Lúcio Bittencourt, no bairro Esplanada dos Barreiros. Nesta terça-feira (5), o suspeito foi preso e confessou o crime à Polícia Civil, alegando que matou a vítima estrangulada com uma camiseta depois de ter mantido relações sexuais com ela.

A investigação foi conduzida por policiais da 3ª Delegacia de Investigações sobre Homicídios do Deic Santos. A jovem estava sumida desde 27 de setembro. Durante diligências, a equipe apurou que a vítima esteve na rua em que fica localizada a obra, onde teria se encontrado com o pedreiro. O suspeito foi questionado sobre o caso e informou que esteve com Joice até às 21h15 do dia de seu desaparecimento.

Em um primeiro depoimento, o suspeito relatou que manteve relações sexuais com a vítima, utilizado drogas, e que, depois disso, ela teria ido embora do local. Ele ainda alegou que a jovem parava no local esporadicamente para falar com ele, mas que não sabia do seu paradeiro.

O local foi vistoriado, e a equipe encontrou pinos plásticos vazios, geralmente utilizados para acondicionar cocaína, além de uma sacola com calcinhas na parte superior da construção, que foi apreendida.

O proprietário do terreno foi questionado pela polícia sobre áreas recém concretadas ou frescas existentes na obra. Ele respondeu que não havia nenhuma, entretanto, nesta terça, pensando na possibilidade levantada pelos policiais, observou que, no banheiro do piso térreo, embaixo da escada, o vão havia sido fechado, com um acabamento mal feito. Diante disso, ele golpeou uma vez, e sentiu um forte odor.

Polícia localizou o corpo da jovem desaparecida em obra em São Vicente, SP — Foto: g1 Santos

Polícia localizou o corpo da jovem desaparecida em obra em São Vicente, SP — Foto: g1 Santos

Ele acionou os policiais civis, que se dirigiram ao local e derrubaram parte da parede, constatando que o corpo estava dentro. Fotos obtidas pelo produtor Luiz Linna, da TV Tribuna, afiliada da Rede Globo, mostram o buraco feito no local onde a jovem foi encontrada. O corpo foi retirado com o auxílio do Corpo de Bombeiros.

A vítima estava nua, com uma camiseta preta enrolada ao pescoço. Depois disso, policiais se dirigiram à residência do pedreiro e o prenderam em flagrante pelo crime de ocultação de cadáver. Nesse momento, conforme as autoridades, ele confessou ter matado a vítima estrangulada com uma camiseta, depois de ter mantido relações sexuais com ela. Também foi proferida voz de prisão por esse crime.

O homem ainda informou a participação de um segundo suspeito, de 35 anos, que também foi preso. Os dois foram ouvidos na delegacia e permanecem à disposição da Justiça. Até a última atualização desta reportagem, não havia a informação da motivação do crime.

Desaparecimento

Joice Maria da Glória Rodrigues, de 25 anos, havia desaparecido em São Vicente, SP — Foto: Arquivo Pessoal

Joice Maria da Glória Rodrigues, de 25 anos, havia desaparecido em São Vicente, SP — Foto: Arquivo Pessoal

Joice desapareceu no dia 27 de setembro. Estudante, ela morava no bairro Quarentenário, na Área Continental da cidade, com o esposo e duas filhas. Ela saiu para visitar o avô, que mora no bairro Parque Bitaru, na Área Insular, durante a tarde do dia do desaparecimento. Ela ficou no local até por volta das 19h, quando saiu. Desde então, ninguém conseguiu localizar a jovem.

Segundo a irmã, Joice nunca havia desaparecido antes. Desde então, familiares passaram a ligar para o telefone dela, que caía na caixa postal todas as vezes. Também fizeram o trajeto que ela percorreria até chegar em casa algumas vezes, em busca de pistas.

A família registrou um boletim de ocorrência de desaparecimento de pessoa na Delegacia Sede de São Vicente, para a polícia investigar o caso.

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Suspeitos tentam colocar fogo em ônibus e entregam carta de presidiários à polícia em BH

Três homens abordaram motorista de coletivo, quando ele se preparava para mais uma viagem.

Por Guilherme Pimenta e Júlio César Santos, g1 Minas e TV Globo — Belo Horizonte

A polícia procura por três homens, suspeitos de tentar incendiar um ônibus na noite desta terça-feira (5), no bairro Aparecida, Região Noroeste de Belo Horizonte.

De acordo com a Guarda Municipal, eles ameaçaram o motorista e deixaram uma carta, com reivindicações de supostos presidiários. Eles querem o retorno das visitações. O veículo estava parado, no ponto final, e a vítima já se preparava para dar a partida.

O motorista contou aos agentes que, mesmo jogando muito combustível e iniciando o incêndio, as chamas não se espalharam. Ficaram concentradas na parte da frente do ônibus. Assim que os criminosos foram embora, ele conseguiu dirigir o veículo até encontrar ajuda.

Foram os próprios agentes da Guarda Municipal que ajudaram a apagar o incêndio. O ônibus, da linha 4102 (Serra/Aparecida), ficou com uma das portas e o para-choque dianteiro queimados.

A carta foi entregue para a Polícia Civil, que deve investigar o caso. Ninguém foi preso até a última atualização desta reportagem

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